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Feliz 2012


Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida aperfeiçoa-nos e enriquece-nos, não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos. E o Blog do Cabra considera todos os seus seguidores como amigos. 

Então façamos da interrupção um caminho novo. Da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro! Por isso desejamos...
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  • Felice Nuovo Anno
  • Akemashite Omedetou Gozaimasu

Marcelo Cabral
Consultor

O Planejamento e a Manutenção para a Vida!!!



Todos nós utilizamos a manutenção no nosso dia-a-dia (a maioria não percebe, mas usa), quando tomamos um banho ou cortamos nossas unhas estamos zelando pela MANUTENÇÃO do nosso corpo, quando levamos nosso carro a um mecânico estamos zelando pela MANUTENÇÃO de um bem, poderia citar aqui inúmeros exemplos de como TODOS nós fazemos uso da manutenção.

Quando analisamos deste ponto de vista verificamos o quanto à profissão manutenção faz parte de nossas vidas, ou pelo menos os seus conceitos. A arte de manter foi desenvolvida pelo homem por uma questão de sobrevivência, mas notoriamente não evoluímos em mesma proporção a arte de PLANEJAR.

Tanto na vida pessoal, como na vida profissional, devemos utilizar o planejamento, segundo o Aurélio: planejar – é elaborar um roteiro de ações para se atingir um determinado fim. Quanto melhor planejamos, maiores são as probabilidades das coisas saírem como esperado, atendendo as nossas expectativas e muitas vezes até superando-as.

Em contrapartida tudo aquilo que não é planejado pode sair ao desejo do acaso, gerando na grande maioria dos casos um resultado abaixo ou totalmente contrário ao esperado. Quando pegamos um empréstimo em um banco, quando viajamos para um lugar desconhecido ou mesmo em um passeio de lazer, se não planejarmos o que iremos fazer podemos nos deparar com diversos imprevistos como, por exemplo: não termos condições de pagarmos o empréstimo, ficarmos perdidos em locais perigosos ou irmos passear em um local totalmente desconfortável.


Assim como em todas as situações exemplificadas acima, as empresas também enfrentam estes desafios quanto ao planejamento, e também possuem suas atividades na área de manutenção. Nunca em toda a história o setor de manutenção esteve tão em evidência como nos dias de hoje, e nunca teve uma participação tão importante no resultado final da empresa, ou seja, O LUCRO.

Se por um lado somos ótimos na arte da manutenção, o mesmo não pode ser dito na arte de planejar esta manutenção, o planejamento da manutenção é uma tarefa ainda pouco explorada pelas empresas, o que nos abre uma grande oportunidade de melhoria. Aliás, melhoria contínua, inovação, redução de custos, planejamento estratégico, manutenção preventiva e outros, são itens de muita importância para as empresas que querem ter um diferencial competitivo neste mercado globalizado e em constante evolução.

Neste ponto destaca-se também a capacidade de se adaptar as MUDANÇAS, que hoje ocorrem em velocidades cada vez mais incríveis e surpreendentes, as mudanças trazem crescimento e aprendizado para que possamos caminhar no rumo da evolução.

A partir disso concluímos que as MUDANÇAS levam TODOS nós, cada vez mais, a PLANEJAR a sua vida da melhor maneira possível para que consigamos a MANUTENÇÃO daquilo que já alcançamos e para conseguirmos aumentar o nosso LUCRO de viver com paz, sabedoria e saúde!!!

* Rener Coutinho, trabalha a mais de 12 anos com manutenção, planejamento e gestão da manutenção.

Fonte: O gerente

Onde Fazer Reuniões

Locais onde você pode marcar suas futuras reuniões para fechar negócios e angariar parceiros
Hall de hotel

Se você deseja um lugar neutro para se encontrar com seu futuro parceiro de negócios, o hall de um hotel é uma boa pedida. Se vocês forem de cidades diferentes, melhor ainda, pois podem marcar a reunião em um hotel longe dos centros urbanos, com vista e clima agradáveis. O bom negócio aqui é se você ainda não conhece a pessoa com quem irá falar, pois será um novo espaço para ambos, criando novas e boas perspectivas nos negócios.

Aeroportos

Por que não se encontrar em aeroportos? Às vezes, seu parceiro de negócios virá de uma cidade diferente e precisa retornar no mesmo dia. Ou ainda voará para um outro lugar e ficará por pouco tempo em determinado aeroporto. Muitos aeroportos oferecem salas de reuniões, cafeterias e salas de conveniência, com clima e decoração agradáveis, que podem ajudar nessa hora. O encontro certamente vai facilitar a vida dele, pois não precisará deslocar-se para nenhum outro lugar. A estratégia, nesse caso, é ir direto ao assunto sem rodeios, devido à escassez de tempo.

Dentro de casa


Marcar reuniões na sua casa demonstra confiança e facilita uma maior receptividade, o que pode gerar uma boa negociação. Nesse caso, é necessário que você conheça a pessoa que irá a sua casa, pois denota um ambiente amistoso e até prazeroso para fechar negócios. Convidar uma pessoa que você só conhece de nome, por exemplo, poderia criar um certo incômodo durante a reunião.

Peças de teatro, partidas de futebol, concertos

Já pensou se o seu futuro parceiro é de um país diferente? Ele adoraria assistir a um jogo de futebol. Você sabe se ele gosta de teatro e concertos? Convide-o para assistir uma peça. Isso favorece um clima descontraído, em que o negócio em si pode ser discutido sem formalidade. Seu interlocutor veria em você um amigo, facilitando futuras parcerias.

Convenções e congressos

Se todos os participantes da reunião estão em um local comum, a fim de assistir a palestras e workshops, todos já estão com um mesmo objetivo, facilitando o clima. O fato de estarem em uma convenção já ajuda, pois todos estão fora da rotina. Então, a estratégia seria selecionar o momento adequado para chegar àquela pessoa e lhe propor o que realmente deseja: um negócio novo!

Por Leila Navarro, presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Capital Humano
Fonte : pequenas empresas grandes negócios.

Bom Humor Melhora o Ambiente e a Produtividade


Pesquisa da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, com 500 colaboradores de uma empresa de teleatendimento, mostrou que o estado de espírito dos atendentes ao iniciar a jornada de trabalho impacta diretamente no desempenho ao longo do dia. Segundo os pesquisadores, se o dia começa bem e o colaborador está de bom humor, ele produz mais e melhor. O resultado indica que o mau humor também merece atenção das empresas, que não podem relegar o problema ao plano pessoal dos colaboradores.

O psicólogo clínico e doutor em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Julio Peres, explica que a felicidade é um estado complexo e particular, mas há empresas cujos departamentos de Recursos Humanos desenvolvem técnicas e até mesmo índices para avaliar o nível de felicidade dos colaboradores e descobrir quais as melhores práticas para reduzir a infelicidade no ambiente de trabalho.

“O estado subjetivo chamado de felicidade abrange um conjunto dinâmico de vivências: os prazeres fugazes, tais como uma surpresa agradável, almoçar, ouvir uma música, etc.; os prazeres mais duradouros, relacionados com a satisfação com a vida e envolvendo o relacionamento diário com família, trabalho e amigos; e o bem-estar perene, compreendendo estilo de vida, gratidão, motivação, contentamento íntimo, propósito e significados amplos para o dia-a-dia.”, explica.

Para o especialista, o primeiro passo para uma empresa promover a felicidade entre seus colaboradores é traçar um diagnóstico para identificar os motivos pelos quais eles não se sentem motivados e estão infelizes com o trabalho. A partir daí, são necessárias iniciativas que promovam a melhoria da qualidade de vida desses profissionais no ambiente corporativo. Algumas ideias são incentivar a prática de esportes e oferecer atividades relaxantes, como massagem, ou alternativas, como ioga e meditação.

Gestão participativa

A Gazin, empresa paranaense de vendas no varejo, adotou a gestão participativa, com um canal aberto entre os funcionários e a diretoria, de forma que eles possam sugerir mudanças que consideram relevantes, explica a gerente de RH, Viviane Thomaz. “Com isso, os profissionais se engajam nos processos produtivos, com sentimento de que também são donos do negócio e não há nada mais produtivo do que gente feliz”, diz.

Para Viviane, manter relacionamento próximo e acolhedor é fundamental para identificar os motivos do mau humor do colaborador. Ela acredita que “ninguém tem humor negativo de graça” e que é importante ouvir o que a pessoa tem a dizer. “Isso faz com que provoquemos o desejo do colaborador em mudar e consigamos um compromisso dele nesse sentido”, acrescenta.

A Almaviva do Brasil, empresa de telemarketing, também promove ações motivacionais propostas pelos próprios colaboradores. Entre elas figuram as campanhas de premiação pontuais e sessões de massagens, informa o diretor de Recursos Humanos, Wagner da Cruz. Para ele, o respeito ao outro é fundamental e pequenas ações são eficazes para melhorar o humor do colaborador. Um exemplo de atitude para promover o melhor clima na empresa é ouvir as pessoas e dar feedbacks de forma adequada, preparada e estruturada, visando sempre a motivação e a busca do aprendizado.

Ele ressalta que o bom humor ajuda as pessoas a superarem os desafios. “Pessoas bem humoradas, de maneira geral, vivem melhor, pois estão mais preparadas para superar os desafios que a vida coloca, enxergando-os como oportunidade de aprendizagem, desenvolvimento e superação, e não apenas como obstáculos difíceis de serem ultrapassados”, resume.

Nas duas companhias, a participação dos colaboradores nas decisões da empresa sobre as ações que os afetem é o que resulta em maior satisfação. Para Sidnei Batista, sócio-diretor da Ecos – Educação Corporal e Saúde, essa participação é essencial, pois ações motivacionais só surtem efeito se o colaborador perceber que elas realmente são em seu benefício. “Qualquer ação pode ser motivadora para as pessoas, com enorme impacto na produção, desde que elas a vejam como algo significativo”, diz. E os colaboradores que trazem o mau humor de casa? Nestes casos, Batista sugere uma intervenção cuidadosa por parte da empresa. “Isso tem que vir com convites do tipo ‘tenho feito aulas de ioga e percebi que me sinto melhor. Você gostaria de ir comigo um dia desses e ver se gosta?’”, exemplifica.


Fonte: Canal RH
Fonte da imagem: gettyimages 

Resultados de Quem Trabalha de Casa São Semelhantes Aos Dos Profissionais no Escritório


Os profissionais que trabalham em sistema de home office entregam resultados semelhantes aos dos que ficam sediados na empresa. Ao menos é o que acham 69,3% das empresas consultadas pela Hays Recruiting – consultoria especializada em recrutamento para média e alta gerência.

De acordo com o estudo, 31,2% das empresas já adotam o sistema de home office, sendo que garantir a retenção de talentos e oferecer melhor qualidade de vida aos funcionários são os motivos mais citados (72,7%).

Além da retenção, o home office também é adotado como solução para limitação física (60,3%) e pelo alcance de metas de sustentabilidade (19,8%).

Quem adota?

Ainda segundo o levantamento da Hays, o trabalho em sistema de home office é mais adotado por profissionais que ocupam a posição de gerente (78,4%) e coordenadores (56,7%). Diretores e analistas também adotam a prática, porém, em menor proporção: 48,5% e 44,8%, respectivamente.

Sobre os setores, o estudo aponta que o trabalho em casa já é percebido em segmentos como serviços (22,9%), bens de consumo (13,7%), farmacêutico (9,7%) e telecomunicações (5,7%).

Quando considerado o tipo de empresa onde este sistema trabalho é adotado, percebe-se que as multinacionais, por já possuírem essa cultura, demonstram maior aceitação em adotar o modelo de home office.

“Áreas que não têm dependência com outros setores de negócio da empresa conseguem atuar melhor fora do escritório, como é o caso dos profissionais de venda. Isso acontece porque eles possuem metas tangíveis e precisam atingi-las para apresentar resultados à empresa (…) É uma tendência do mercado nacional que também pode ser oferecida ao profissional como forma de benefício”, analisa o gerente da Hays em São Paulo, André Magro.


Fonte: InfoMoney
Fonte da imagem: gettyimages

Está Trabalhando Remotamente Nas Férias? A Gente dá dicas!

Profissionais de diversas áreas dão sugestões de como manter a produtividade em alta mesmo trabalhando em casa 

Stephanie Kohn

Os dias presos entre as quatro paredes do escritório já eram. Até mesmo as pessoas que tradicionalmente trabalham em empresas, hoje em dia têm, ocasionalmente, a possibilidade de trabalhar de casa. O período de férias pode ser uma dessas ocasiões em que você saiu do escritório, mas não pôde se desligar completamente das atividades. Com a ascensão da tecnologia ficou fácil fazer conferências, reuniões e apresentações, pois já não é mais preciso estar fisicamente presente nos lugares, basta ter um computador com acesso à internet e uma webcam.

A flexibilidade é boa em diversas questões, como não ser perturbado por colegas, chefes, não ter horários estabelecidos para executar tarefas e etc. Mas, por outro lado, as atividades profissionais podem competir com filhos, televisão, sono e outros confortos (e distrações) que só nossa casa tem. Segundo a jornalista Pamela Saccon, que há mais de quatro anos trabalha remotamente, o grande desafio de trabalhar de casa é saber administrar o seu tempo, pois às vezes a falta de rotina atrapalha. 

Quem vive ou viveu essa experiência acabou achando a sua maneira de manter a produtividade mesmo estando no aconchego do lar. "Eu preciso fazer uma lista de tarefas assim que eu acordo. Dessa forma estabeleço prioridades e limito o tempo adequado para cada coisa", explica a jornalista.

Assim como a Pamela, outros profissionais têm suas regrinhas e segredos para conseguir fugir das distrações e manter a disciplina na hora de colocar a mão na massa. 

·Tenha um espaço de trabalho com porta. É difícil produzir com crianças gritando ou com o barulho da TV. Além disso, qualquer barulho que não represente um ambiente de trabalho convencional pode dar má impressão ao telefone.

·Mesmo que você seja o único em casa, tente ouvir música apenas pelos fones de ouvido. Isso ajuda a esquecer os outros barulhos e a focar na tarefa que está sendo feita.

·Se tiver filhos, deixe uma caixa com brinquedos, jogos e livros, que ele só poderá usar quando você estiver ao telefone. Use essa tática somente em momentos especiais (telefone ou conferência), assim a criança se mantém ocupada.

·Mesmo se você for trabalhar em casa, se vista como se estivesse indo ao escritório e mantenha uma rotina. Acorde cedo, tome banho e troque de roupa.

·Não almoce no seu ambiente de trabalho. Use esse tempo para falar com outras pessoas e descansar. Se não fizer isso, o trabalho de casa pode se tornar algo constante e sem pausas.

·Saiba em que momento do dia você é mais produtivo. Se você trabalha melhor de madrugada, deixe para fazer as suas coisas nesse horário e preencha os outros períodos com suas atividades pessoais.

·Prenda-se à sua cadeira. Existem muitas distrações em casa, portanto é importante passar a mesma quantidade de horas que você trabalha no escritório, em casa.

·Una as tarefas similares. Por exemplo, se você precisa fazer três ligações diferentes, faça uma seguida da outra, então parta para os emails que precisa mandar, textos que precisa escrever, reuniões e etc. Também deixe um período reservado para checar as redes socias, assim perde-se menos tempo.

·Divida seu dia em três grandes tarefas a serem desempenhadas e faça pausas entre uma e outra.

·Uma outra dica é diversificar o local de trabalho. Cafés sempre são uma boa alternativa, pois oferecem um ambiente agradável, têm comida e bebida a qualquer hora e, na maioria dos lugares, têm acesso a Wi-Fi.

·Imagine que as pessoas ao seu redor são clientes em potencial e estão lá para julgar o seus hábitos de trabalho. Pode parecer meio estranho, mas a possível pressão fará você trabalhar ainda mais.

·Volte sempre para a mesma mesa, assim vai parecer que você está indo para o escritório.

·Conheça o dono da cafeteria que você frequenta. Converse com ele, saiba sua história e nome. Ele provavelmente conhece seus clientes e se você for um freelancer, pode conseguir boas dicas de trabalho.

·Deixe seu carregador do computador em casa, assim você se força a terminar o serviço antes do laptop desligar. Isso vai te dar ânimo.

·Tente sentar de frente para uma parede e procure uma cafeteria em uma rua calma. Também peça pouca bebida para evitar as idas ao banheiro.

·Se você for desenvolver algo que não precise de acesso à internet, não vá a uma cafeteria que tenha Wi-Fi. É mais fácil de você terminar o trabalho sem a distração de emails e sites.

Com essas dicas dá para saber como lidar com a flexibilidade de um trabalho remoto. Teste e veja em quais situações seu trabalho rende melhor. Boa sorte!

Fonte: Olhar Digital
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Cresce no País a Procura Por Gestores Temporários


Aos 67 anos, o executivo Erundino Diniz assumiu o desafio de reestruturar a LSM Brasil, subsidiária de uma metalúrgica de capital inglês com quase um século de atuação no país. O convite era tentador: Diniz teria carta branca para conduzir o processo de profissionalização da empresa. Entre as metas do executivo, estavam reforçar as diretorias com profissionais estratégicos, rever processos administrativos e iniciar um programa de preparação de sucessores para os cargos de liderança.

As semelhanças com o processo de recrutamento de um alto executivo, porém, param por aí. Ao ser contratado, no ano passado, Diniz definiu, junto com a companhia, um período para o término de seu trabalho. "Devo sair em pouco mais de um ano", calcula. O caráter transitório não é novidade para ele, que já passou por experiências semelhantes em outras empresas. "Quando sou chamado para liderar um processo de transformação não tenho coragem de negar, pois é o que gosto de fazer", justifica.

Casos como o de Diniz estão se tornando comuns no mundo corporativo. A falta de talentos nos níveis mais altos de gestão está levando cada vez mais empresas a optarem por contratos com período determinado. No geral, eles estão relacionados à estruturação de uma subsidiária de uma multinacional no país, à construção de uma planta industrial ou ao início de um projeto de profissionalização. "Esses executivos são contratados como diretores estatutários, que não têm os mesmos encargos da CLT e por essa razão acabam custando menos para a empresa", afirma Adriana Prates, sócia da consultoria Dasein. Segundo ela, essa economia se traduz em honorários agressivos, que podem chegar a até R$ 100 mil mensais.

De acordo com a advogada trabalhista Adriana Calvo, nos últimos dois anos tem crescido o número de consultas de profissionais interessados em entender esse modelo. "O diretor estatutário é um prestador de serviços com um tipo de contrato diferente da CLT. Além disso, ele é eleito por um conselho ou por uma assembleia geral", explica.

Valseni Braga, diretor geral do Sistema Batista Mineiro de Educação, precisou passar pelo crivo do conselho para assumir o grupo, que tem 11 unidades educacionais e mais de mil funcionários. Há três anos, o executivo decidiu sair da Infraero, onde trabalhou por mais de duas décadas, para reestruturar a instituição, projeto que durará pelo menos mais dois anos. "Tenho trabalhado de forma muito cuidadosa para ganhar competitividade sem colocar em risco os valores e a cultura da organização", afirma. Parte do trabalho do executivo tem sido definir o planejamento estratégico da empresa, estruturar áreas como a de marketing e comunicação e contratar profissionais. "Também estamos mapeando sucessores para cargos-chave", afirma.

A transição de carreira, segundo ele, não foi motivada por vantagens financeiras, mas pelo desafio profissional. "Sempre fui apaixonado por educação. Conseguir aplicar meus conhecimentos nesse setor foi uma oportunidade muito recompensadora", diz.

O caráter transitório de muitos dos contratos ainda é motivo de preocupação para alguns executivos, mas o mercado brasileiro deve se acostumar ao modelo. Segundo Adriana Prates, o sistema é muito popular nos Estados Unidos e na Europa, onde o temporário de alto escalão é chamado de "interim manager" (algo como gestor interino, na tradução para o português). "Nessa estrutura, as pessoas têm horários menos rígidos para trabalhar, o que atende às demandas de qualidade de vida bastante valorizadas pelos executivos mais experientes", afirma.

Inspirada no modelo de "interim manager", a Eksper iniciou suas operações no país há um ano. Desde então, tem percebido aumento crescente na demanda por temporários em áreas como finanças e recursos humanos. "Ele é recomendado quando a empresa precisa conquistar novos mercados, criar unidades de negócios ou fazer uma transição organizacional", afirma Donizetti Moretti, um dos gestores interinos da Eksper.

Segundo ele, é importante que esse tipo de executivo tenha um perfil adequado para os projetos temporários. "Como ele não tem objetivos de carreira dentro da organização e tem compromisso apenas com as metas da empresa, costuma agir com maior independência e imparcialidade", afirma. A flexibilidade permite que o profissional trabalhe em mais de um projeto ao mesmo tempo, o que pode ser vantajoso tanto para o executivo quanto para a companhia. "Em alguns casos, o executivo passa apenas uma semana por mês na empresa, o suficiente para atender a demanda de trabalho e que pode ser também mais adequado para a capacidade de remuneração da companhia", explica.

O economista Edgar Viana esteve de ambos os lados. Ele começou a carreira como executivo da área financeira e chegou a ser CFO nos dois modelos, como empregado e como estatutário. Duas passagens recentes aconteceram na francesa Veolia, empresa de tratamento de água e resíduos, e na Essencis Soluções Ambientais. "São realidades diferentes. O estatutário tem uma responsabilidade maior, em alguns casos, precisa ter uma visão muitas vezes de dono sobre o negócio", compara. A carga de comprometimento adicional, segundo ele, pode não compensar o salário mais alto. "É uma posição que permite muitos desafios e possibilidades, mas também é mais estressante. O bônus pode não compensar o ônus", afirma.


Fonte: Valor Online
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O Que Leva o Profissional a Perder Seu Espaço?


Se antes quem detinha o conhecimento técnico era considerado um profissional disputado pelas empresas, com o advento da globalização as organizações passaram a desejar muito mais daqueles que formam seus times. É necessário, por exemplo, que o futuro colaborador traga consigo competências comportamentais que o ajudarão a ter um melhor desempenho tanto individual quanto junto aos demais pares. Isso, por sua vez, só será possível se o indivíduo souber trabalhar em equipe e tiver consciência de que o conhecimento deve ser compartilhado e não restrito a uma única pessoa. Apesar das organizações mostrarem nitidamente que os colaboradores necessitam ficar atentos às inovações, há aqueles que apesar de apresentarem um bom potencial - que pode ser aprimorado - não conquistam o que tanto almejam do mundo corporativo. Confira abaixo algumas características que fazem o profissional perder espaço em um mercado, cada vez mais, competitivo.

1 - Acreditar que o conhecimento técnico é suficiente, para que ele possa ter uma carreira promissora e uma rápida ascensão profissional. Hoje, a teoria encontra-se disponível das mais variadas formas: livros didáticos, revistas, sites especializados, além das conhecidas redes sociais. A velocidade com que as informações propagam-se aumenta a cada segundo.

2 - Pensar que ser especialista fará dele a "sensação" da empresa e o profissional de mais destaque. As constantes mudanças no meio corporativo exigem que os profissionais adaptem-se ao novo. Diante disso, ocorreu uma evolução: saímos da fase de generalistas, passamos para especialistas e hoje o mercado espera que o talento seja um nexialista, ou seja, aquele indivíduo que não tem a resposta para tudo, mas que sabe muito bem onde encontrar a solução, com isenção e visão gestáltica que permite a análise do "todo" e de "suas partes".

3 - Perde espaço no mercado de trabalho quem tem em mente que o conhecimento possui "dono" e que o mesmo em momento algum deva ser compartilhado com os demais membros da equipe. É bom salientar que quando alguém compartilha uma informação com outra pessoa, ele não perde espaço, mas sim ganha a oportunidade de trocar experiências com o outro lado. Essa é uma rica oportunidade de aprendizado para profissionais de todas as idades e que atuam nos mais variados segmentos corporativos.

4 - Ser centralizador e se tornar uma "muralha" em relação ao trabalho em equipe. As empresas valorizam muito o colaborador que é adepto do espírito de camaradagem, uma vez que essa competência comportamental influencia a melhoria do desempenho individual e coletivo.

5 - Perdem também espaço para o mercado de trabalho aqueles que se mostram contrários aos processos de inovação e ainda acreditam que "Em time que está ganhando, não é preciso mexer". Não existem mais fronteiras para a disseminação do conhecimento, pois a tecnologia permite que milhões de pessoas tenham acesso a novas informações em uma velocidade que aumenta a cada dia. O que é novo nesse momento poder tornar-se obsoleto em questão de dias ou até mesmo de horas.

6 - Esperar que a empresa faça tudo pelo seu desenvolvimento é um dos erros mais graves que um profissional pode cometer contra a sua empregabilidade. Se a organização não oferece, independentemente do motivo, ferramentas para que o colaborador desenvolva novas competências, existe a opção de ir à busca do autodesenvolvimento através de leituras especializadas, cursos que muitas vezes podem ser realizados gratuitamente através da internet, por exemplo. Há ainda aquela agradável conversa que o profissional pode ocorrer com o colega mais experiente e que pode possui conteúdo de valor para agregar.

7 - Existe também aquele profissional que tem a oportunidade de desenvolver competências porque a empresa em que atua oferece treinamentos regulares, mas que deixa o "barco passar". Caso não exista uma obrigatoriedade que pese no plano de cargos e salários, por exemplo, a pessoa fica a ver navios porque acredita que participar de cursos é perda de tempo. Isso o faz ser um grande simpatizante da chamada zona de conforto - uma grande inimiga tanto das empresas quanto dos funcionários.

8 - Para conhecer os pontos fortes e trabalhar aqueles considerados fracos, o funcionário que não quer perder espaço no mercado precisa saber dar e receber feedback. Considere-se aqui feedback não como um "puxão de orelha", mas sim um diálogo construtivo que permite que o profissional tenha a oportunidade de, juntamente com seu gestor, elaborar um plano de desenvolvimento. Vale um lembrete: quem dá feedback precisa dominar esse recurso. Caso contrário, os efeitos podem ser extremamente negativos para a saúde da empresa.

9 - Comprometimento com suas atividades. Esse é um diferencial que as empresas valorizam e que se torna perceptível em como o funcionário comporta-se no dia a dia. Pessoas que não dão o melhor de si e vão trabalhar apenas para receber a remuneração ao final de cada mês, correm um risco significativo de serem desligadas da organização.

10 - Visão de futuro não é apenas um privilégio de quem assume funções de destaque, mas sim de todos que fazem parte do organismo vivo que é uma organização. Quem não consegue enxergar o amanhã, perdeu o dia de "hoje" porque não tem ideia do seu papel no contexto corporativo e do valor que pode agregar ao negócio. A pessoa que permite ser apenas mais um número na folha de pagamento é vulnerável a perder seu espaço na empresa e abre oportunidades para que outros se tornem um diferencial.

Fonte: RH.com.br
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O Gestor e Educação Corporativa

O profissional precisa observar, ouvir e analisar seus colaboradores, com a consciência de que suas ações impactam diretamente na equipe 

Bruno Gomes Carvalho Pinto 

Atualmente fala-se muito em educação corporativa, entendida como estratégia para formação de capital intelectual, com vincula­ção do desenvolvimento das pessoas com as estratégias das empre­sas. Por isso, os trabalhadores precisam construir seu conhecimento continuamente, o que exige maior grau de dedicação pelo profis­sional. 

Além disso, a visão moderna de educação corporativa supera antigos conceitos, como o famigerado treinamento e desenvolvi­mento (T&D), no qual os colaboradores de uma organização ficavam alguns dias em sala de aula, muitas vezes lendo textos bonitos, mas sem aplicabilidade prática. Ou seja, até bem pouco tempo, sair para treinamento era o mesmo que tirar uma pequena folga. Tanto que a maior parte dos gestores só mandava para treinamentos os funcio­nários que não “fizessem falta” no escritório. 

Hoje a realidade felizmente mudou. A educação corporativa tem importância estratégica, evoluiu e somou a tecnologia da infor­mação às aulas presenciais. Também ocorreu revisão dos conteúdos abordados em cursos empresariais, que passaram a se voltar para a realidade profissional dos educandos, garantindo melhor aproveita­mento. 

Mas o sucesso da educação corporativa não se resume ao pro­cesso em sala de aula ou à qualidade das apostilas disponibilizadas. Um dos elementos mais importantes da educação empresarial é o gestor da equipe, que tem a função primordial de identificar as aspi­rações de carreira dos seus colaboradores, bem como as necessida­des de desenvolvimento deles. 

Embora ninguém motive ninguém, precisamos compreender que o ser humano não é determinado, mas é condicionado. Por isso a atuação do gestor é tão relevante para um colaborador. 

Desse modo, um gestor eficaz precisa observar, ouvir e analisar sua equipe, com a consciência de que suas ações impactam a visão de mundo dos funcionários, possibilitando mudanças de comporta­mento. O gestor não pode se limitar a aspectos quantitativos como metas, mas também deve abordar atividades vinculadas às capaci­dades humanas. 

Assim, o gerente precisa apresentar alternativas para formação profissional e geral, mantendo-se atento para que os membros de sua equipe façam escolhas de cursos, livros, filmes e revistas que se­jam significativos para suas carreiras, agregando valor a cada história de vida. São necessárias, portanto, ações educativas que conduzam à maior aproximação de realidades distintas de trabalho e que valori­zem a experiência das pessoas. 

Aliás, a valorização da experiência das pessoas é uma grande evolução da educação, que teve Paulo Freire como um dos principais defensores, e que foi adaptada com sucesso à educação empresarial. Isso é importante num momento em que as organizações vivem um período de encontro de gerações. Todos têm algo a ensinar. O profis­sional mais experiente transmite segurança ao mais jovem, que por sua vez, sempre ajuda o mais experiente com o computador e outras tecnologias, por exemplo. 

E um gestor que valoriza a experiência de sua equipe orientará os funcionários sobre o que precisa ser feito, mas não fará por eles. Concederá autonomia para os colaboradores realizarem suas tarefas, fará sugestões de melhoria, em vez de meramente aprovar ou rejei­tar, e esclarecerá dúvidas sobre o trabalho. 

Essas ações de orientar, sugerir e tirar dúvidas nada mais são do que expressões do ato de educar. Trabalho e aprendizagem se so­brepõem no mercado contemporâneo. Diante disso, verifica-se que um gestor eficaz é, acima de tudo, um educador, que tem o escritório como sala de aula e seus funcionários como aprendizes. 


Fonte: Revista Competência 
Fonte da imagem: gettyimages

Serve pra quê?

by Julio Simões

A idéia de que a tecnologia veio para automatizar processos e facilitar a vida das pessoas está clara na cabeça de muita gente. Porém, ainda há quem pense que computadores, PDAs, celulares e todo o tipo de tecnologia também servem para promover aplicativos aparentemente inúteis. A decisão, porém, cabe a você. Por isso, a Consumidor Moderno listou alguns pequenos programas para celular, úteis para alguns, inúteis para outros.

Converter o telefone em lupa, por exemplo, parece brincadeira se você não tem qualquer tipo de problema de visão. Entretanto, as pessoas com deficiência visual moderada sabem o quanto são úteis programas como o Nokia Magnifier. O recurso de ampliação de imagens é componente obrigatório em qualquer sistema que se preocupa com a dificuldade de uso da máquina por deficientes.

Já a introdução do acelerômetro nos celulares criou um novo campo para os programadores despejarem a criatividade excedente. Sem ir muito longe, o telefone vira uma ampulheta ou uma espada Jedi. A legião que vibra com cada lançamento da saga Star Wars certamente não tem dúvida da serventia desses programas.

Às vezes, não somente a utilidade, mas também a eficácia do aplicativo gera dúvidas. O Ultrafobos promete manter longe os mosquitos, cachorros e até elefantes por meio da emissão de frequências sonoras. Difícil mesmo é testar se funciona ainda mais se instalado num computador de mesa. O melhor mesmo é provar a técnica num celular com um programa similar, como o Anti-Mosquito II.

Quando o assunto são sons, o engenho criativo dispara. O NervSounds reproduz no iPhone os barulhos mais irritantes que somos capazes de suportar. O Terror FX Collection salta da irritação auditiva para os filmes de terror. Não dá para imaginar outra funcionalidade para esses dois exemplos que não seja apenas a diversão.

O curioso é que por mais absurdos que pareçam, algumas “inutilidades” são campeãs de download em sites como o Softonic. Programas como o pyPiwo, que simula um copo de cerveja no celular, e o X-Ray Scanner, que apenas finge tirar uma radiografia da mão, se convertem em verdadeiros sucessos assim que são disponibilizados na internet.

A lista é tão extensa quanto à quantidade de fãs. Isso tudo demonstra que o percentual de internautas que se sentem atraídos pela “inutilidade” de programas informáticos não seja tão pequeno como se pensa. Admiradores e críticos convivem no mesmo ambiente. E você, de que lado está?

Fonte:
www.consumidormoderno.com.br

Venda bem a sua idéia

Por Gisela Kassoy




A mulher de César precisava ser e parecer honesta. Uma idéia precisa ser e parecer boa.


Sou consultora em Criatividade e Inovação. Meu trabalho é, além de provocar idéias, garantir que elas não sejam desperdiçadas. E o primeiro passo é comunicá-las bem.


A dificuldade começa porque as pessoas tendem a se entusiasmar tanto com a própria idéia que acreditam que todos vão acatá-la de imediato.


Às vezes, o que acontece é o oposto: tomar conhecimento de algo novo exige uma nova forma de pensar, uma revisão de paradigmas. Isso causa inquietação e portanto rejeição.


Existem, entretanto, táticas simples que ajudam a vender uma idéia. Vamos a elas:


Planeje e ensaie a venda da idéia - Procure ter conversas informais sobre a idéia. Leve em conta as características de seus interlocutores e as razões pelas quais eles aprovariam ou reprovariam sua idéia. A pessoa que elogiou sua idéia era neutra ou aprovou por interesse? As críticas foram construtivas ou vieram de pessoas pessimistas? Anote todos os comentários e perguntas. Você poderá usá-los para aprimorar sua idéia e sua apresentação.


Ganhe cúmplices - Comece contando sua idéia para as pessoas mais abertas. Assim, sua idéia estará fortalecida ao ser apresentada às pessoas mais conservadoras. Anote os feedbacks positivos, eles servirão de argumento.Prepare-se para vender a idéia aos mais resistentes - Imagine todos os aspectos negativos da sua idéia. Assim você estará preparado para dizer aos seus interlocutores ”já pensei nisso, mas podemos...". Esta frase demonstra segurança e irá tirar seus interlocutores da posição de crítico.


Arme-se psicologicamente também - Não conte seu plano às pessoas muito críticas logo no início. Elas poderão desanimá-lo.


Pergunte Por que não? – Se ouvir uma rejeição, pergunte “por que não?” para que ambos sejam objetivos na tentativa de descobrir as objeções. Talvez você possa encontrar razões pertinentes e uma pequena adaptação em sua idéia poderá torná-la ainda melhor.


Apresente um Projeto - Para apresentar sua idéia ao seu chefe, equipe ou patrocinadores, embale-a de forma mais profissional possível. Aponte os resultados que ela trará, calcule o custo-benefício, faça um plano de ações. Priorize, entretanto, os focos de interesse e faça um índice: a intenção não é desfilar um calhamaço enorme, mas sim dar segurança ao interlocutor de que seu projeto foi devidamente estudado. No momento da apresentação formal, valorize os benefícios e detalhe apenas o que for perguntado. Uma forma rápida e interessante de mostrar os benefícios de uma inovação é dar um nome que explica de imediato seu propósito. É o caso geladeira frost free, da mini van e da revista Vencer.

Seja Claro - Evite deixar o seu interlocutor confuso: ele será tentado a desistir da idéia só para não se dar ao trabalho de entendê-la.


Evite Detalhamento do Plano de Ações - Isto fará com que seu interlocutor veja a implementação de sua idéia como uma “trabalheira”. O Plano de Ações terá o seu momento, mas não deve servir de argumento para a rejeição à idéia. Por outro lado, se seus interlocutores estiverem ávidos para discutir o Plano de Ações, é bem provável que já tenham comprado a idéia.


Garanta Credibilidade – Se você não for suficientemente conhecido, apresente seu currículo. Mencione também as fontes do seu estudo. Mesmo que você tenha tido a concepção inicial no banho, já fez análises consistentes sobre a receptividade do mercado e custo-benefício da implementação. É importante que seus interlocutores saibam disso.


Envolva as Pessoas – Instigue a curiosidade de seus interlocutores, faça com que eles cheguem à sua idéia. Cite a frase de alguém que o levou a pensar naquela idéia, por exemplo. Apresentando a idéia como um produto do grupo você evita ciúmes e favorece o envolvimento.


Seja Flexível – Acredite nos outros. Talvez sua idéia possa mesmo ser aprimorada.Não desperdice suas idéias. Einstein dizia que fazer uma idéia acontecer requer 1% de inspiração e 99% de transpiração. A venda da idéia ocupa uns 50%.


Gisela Kassoy
Consultoria em Criatividade
http://www.portaldomarketing.com.br

Que Tal Começarmos Agora

Muitos falam que o mundo deveria ser melhor, muitos falam que seu país deveria ser melhor, ainda tem aqueles que falam que sua cidade poderia ser melhor, mas o que você esta fazendo para ter um mundo melhor, uma rua melhor, um bairro melhor, e consequentemente uma cidade melhor.

Temos muitas vezes tentando mudar o mundo, mas esquecemos que dentro de cada um de nós existe um mundo, um mundo a ser cuidado, pensamentos, atos, e tantas outras características inerentes aos seres humanos.

Vejam este vídeo e vamos tentar nos contagiar por ele, fazer desde 2012, o ano da mudança.



O Ser Humano é uma espécie dentre 3.000.000 de espécie já catalogadas na terra que é um dos 8 planetas do nosso sistema solar, o nosso sol é uma estrela dentre 100 bilhões de outras estrelas, que forma a via láctea, que é uma das galaxias possíveis das mais de 200 bilhões galaxias de um universo possível.

Mas não importa nosso tamanho em tudo isso, para o todo a parte o completa, vamos fazer o que é certo, pois assim influenciaremos os outros a fazerem o mesmo.

E como o novo ano surge para nós, é mias uma oportunidade de mudar, pense nisso.

Marcelo Cabral
Consultor

LinkedIn: Invista na Sua Rede de Contatos

Com foco nos negócios, a ferramenta se tornou uma fonte de talentos para os recrutadores 

Clarissa Ferreira 

Quem não tem, ainda vai tê-lo! As estatísticas nacionais asseguram sobre o crescimento da rede social LinkedIn, os brasileiros já representam 428% dos novos usuários dessa rede. E quem confirma essa aceitação na­cional são os profissionais da área de recrutamento e seleção – Já que o LinkedIn apesar de ser uma rede social, tem foco no networking e banco de talentos. 

Fundado em 2002, seu objetivo principal era ser uma rede de negó­cios, mas, aos poucos, ganhou visibilidade de rede social. Hoje o objetivo do LinkedIn é facilitar a procura de profissionais de confiança e qualidade por meio de uma rede de conexões, de forma fácil e intuitiva. 

Na opinião da analista de recursos humanos da Dtcom, Luana Woss, essa rede atua como um banco de dados: “O LinkedIn permite o intercâm­bio por meio de grupos, assuntos, experiências e empresas. É uma ótima ferramenta tendo em vista a facilidade para obter informações”. 

Visão do recrutador 

Atualmente, o LinkedIn atua como um banco de talentos para os recrutadores, pois possui mais de 120 milhões de profissionais conec­tados. Para Luana Woss, o LinkedIn se tornou um facilitador das etapas do processo seletivo: “Faço busca por experiência e cargos exercidos. Num segundo momento, realizo a análise do currículo. Por último, ve­rifico se o candidato é contato de primeiro, segundo ou terceiro grau com a finalidade de tirar referência”. Luana comenta que, além desses quesitos e dos aqui já mencionados, observa a participação dos usuá­rios em fóruns de discussões e a qualidade das opiniões apresentadas. 

A orientação da analista é manter um perfil bem descrito, com o máximo de informações possíveis, isso ajudará o recrutador no momento da busca. “O profissional que está à procura de uma nova oportunidade deve apresentar seus diferenciais, expor os projetos de­senvolvidos, reduções de custos na organização, dentre outras ativida­des, isso é muito importante no preenchimento do currículo. Quando analiso um perfil muito básico ou até mesmo “pobre”, interpreto como uma falta de interesse. Atualmente o conceito de currículo muito en­xuto está ultrapassado. É preciso investir no marketing pessoal”, res­salta a analista. 

A consultora em mídias sociais e palestrante, Fernanda Musar­do, alerta que no perfil do LinkedIn não pode faltar nada. Ela ressalta a necessidade de expor as principais experiências profissionais e de formação – criar conexões com empresas e pessoas estratégicas, tam­bém é um boa. “Pense sempre no âmbito profissional”, sugere. Outra orientação é participar ativamente de grupos de discussões sobre o mercado em que está inserido, ou em que gostaria de estar, e nunca deixar o perfil abandonado. 

Para ser notado nessa rede, não há uma fórmula secreta. “Existe um reflexo da sua vida profissional. Manter o perfil atualizado, postar informações relevantes, e deixar explícito de maneira clara seus obje­tivos facilita ser encontrado em qualquer rede”, explica. 


Apesar de facilitar o recrutamento e seleção, os profissionais que realizam o cadastro no LinkedIn de­vem ficar atentos a alguns cuidados que precisam ser tomados na hora de preencher o perfil: 

Foto para o perfil: lembre-se de que o site é focado em contatos profissionais. Evite fo­tos com roupas esportivas ou com poses muito extravagantes, prefira fotos mais for­mais e profissionais. 

Grafia das palavras: como o LinkedIn é um currículo online ele deve estar bem escrito, sem erros ortográficos. 

Letras maiúsculas: evite escrever textos com letras maiúsculas, pois dão a impressão de que você está “gritando” e, certamente, essa não é sua intenção. Além disso, o uso excessivo delas na descrição de cargos e/ou funções prejudica a análise do currículo. 

Convites: outro item importante do LinkedIn é a cautela que se deve ter com sua rede de contatos. É preciso ter critério na hora de con­vidar ou aceitar convites. 

Mentiras: seja sempre honesto e sincero no seu perfil. Não esqueça que várias pessoas que têm contato com você poderão acessar o seu perfil. 

Texto perfil: mantenha seu perfil sempre atualizado. Seja objetivo, direto, não use ter­mos habituais e tente descrever-se de forma simples, franca e autêntica. 


Fonte: Revista Competência

Feriados - Vamos Planejar como Tirar Proveito


Uma portaria publicada nesta segunda-feira (26/12/2011) no Diário Oficial da União e pelo Ministério do Planejamento divulgou os feriados nacionais e pontos facultativos para 2012. 

Serão oito feriados nacionais e sete pontos facultativos.



Confira a lista.

1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional)

20 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo)

21 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo)

22 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até às 14 horas)

6 de abril, Paixão de Cristo (ponto facultativo)

21 de abril, Tiradentes (feriado nacional)

1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional)

7 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo)

7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional)

12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)

2 de novembro, Finados (feriado nacional)

15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional)

24 de dezembro, véspera do Natal (ponto facultativo)

25 de dezembro, Natal (feriado nacional)

31 de dezembro, véspera de Ano Novo (ponto facultativo).



Alguns pode até achar estranho o número de feriados facultativos, principalmente quanto ao carnaval, lembre-se que Carnaval não é feriado, mas a maioria das empresas param no terça-feira de carnaval, então vamos levar em consideração. E não esquecendo que alguns estados do Nordeste o dia 24 de Junho é feriado (dia de São João).

E para completar o planejamento verifiquem os feriados locais, tanto municipais como estaduais.

Se o planejamento for bem realizado e antecipado, podemos tirar proveito em comprar de pacotes de viagens, programações de férias, entre outras possibilidades. Então vamos ao planejamento de 2012

Marcelo Cabral
Consultor

Você Também Quer Ser da Sua Equipe?

Então aprenda a ser liderado!

Silvana Piñeiro Nogueira

Neste mês me deparei com várias palestras e artigos que abordavam mais ou menos o mesmo assunto: em uma empresa existem, em média, quantos líderes para quantos liderados? Não tenho dados para responder a essa pergunta, mas uma coisa eu posso garantir: todos nós queremos ser líderes pelo menos uma vez na vida. 

Uma pesquisa realizada pela Page Person­nel, em agosto deste ano, com cerca de 200 jovens profissionais entre 26 e 30 anos, mostrou que 60% dos entrevistados se consideram aptos a ocupar um posto de liderança. Dentre as justificativas para tal, estão espírito de liderança, empreendedorismo, relacionamento interpessoal e ambição. 

A pesquisa chama atenção, pois os entrevistados não mencionam que aprenderam a ser liderados para, então, saberem liderar equipes. Hoje, a valorização do crescimento profissional vertical pelo mercado e, até, pela mídia faz com que sejam realizadas promoções erradas, colocando em postos estratégicos gestores que não aprenderam a serem líderes ao longo do tempo. Afinal, esta é uma habilidade que não é ensinada nas universidades, mas desenvolvida durante a carreira profissional. 

A vontade de evoluir, obviamente, é benéfica e é o motor para as pessoas almejarem sempre mais, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Entretanto, vemos por outra pesquisa, desta vez realizada pela consultoria de gestão de pessoas DBM, com 770 executivos de diversas áreas, que 45% deles não pretendem passar mais do que três anos em suas organizações. Na área financeira, a situação é ainda mais crítica, chega a 58%. Dentre os motivos, está a falta de perspectivas e desafios oferecidos pelas empresas. Diante desse cenário, é possível perceber que há uma diferença entre a ambição de chegar ao cargo de liderança e a satisfação de estar nele. Talvez porque quando chegam lá, os profissionais descobrem que têm dificuldades para mobilizar e motivar a sua equipe ou tomar decisões estratégicas ou ainda diminuir o turnover e aumentar a produtividade de seu setor. Essas são situações que exigem estudo profundo da situação, maturidade, experiência, discernimento e segurança. Habilidades que, em muitos casos, o líder não teve tempo nem destreza para desenvolver ao longo do seu percurso como liderado. 

Antes de pensar no cargo de liderança, o profissional deve desenvolver a sua capacidade de escutar e ouvir o que o grupo está expondo, deve ajudar o colega a encontrar as soluções para os impasses do cotidiano, deve estar concentrado no contexto geral de sua organização, desenvolver relacionamentos em todos os se­tores da empresa e, por fim, acreditar e mostrar com ações do que é capaz como líder. 

Afinal, todo líder quer uma equipe ambiciosa, motivada e cheia de iniciativa, mas para isso, os liderados precisam de um gestor seguro de si, de suas atitudes e que saiba comunicá-las com propriedade. Por outro lado, a fim de evitar erros e até comprometer uma carreira de sucesso, é preciso que os responsáveis pelas promoções estejam treinados para identificar os profissionais realmente prontos daqueles que são ambiciosos, mas ainda precisam ser lapidados. A diferença é tênue, porém, em uma organização, os resultados de uma má avaliação profissional e a escolha de um líder despreparado podem gerar consequências importantes e, até, prejuízos na produtividade. 


Artigo escrito por Silvana Piñeiro Nogueira, assessora de imprensa especializada em comunicação empresarial e diretora da Smartcom – Inteligência em Comunicação. 
Fonte: Revista Competência 
Fonte da imagem: gettyimages

A Era da Parceria

Por Rosane Severo

Vivemos um momento de profundas mudanças nos relacionamentos profissionais. Temos falado, inúmeras vezes sobre as mudanças no relacionamento com os clientes. Hoje, nesse artigo, vamos falar um pouco sobre uma outra mudança – a mudança no relacionamento das equipes de trabalho.



Para esse caso, a palavra de ordem hoje é: parceria. Para viabilizarmos projetos e negócios, é cada vez mais necessário formatar parcerias, sejam elas com funcionários, colegas de trabalho, empresários, empresas ou profissionais diversos.


Quando vendemos algum produto ou serviço, estamos vendendo algo decorrente de uma série de parcerias. Se nessa cadeia algum elo não for sólido, vai sempre prejudicar o resultado final e, conseqüentemente, a imagem junto ao cliente.


Serviços executados por terceiros, sejam eles fornecedores ou funcionários fazem parte do produto final, sempre. Por isso é preciso estar atento à formatação de parcerias que sejam lucrativas para todas as partes envolvidas. Acabou-se o tempo em que poucos lucravam e muitos trabalhavam. Esta fórmula já provou estar falida.


Sociedades que ainda se baseiam nela, tem altos índices de criminalidade e pagam um preço muito alto pela insegurança em que vivem. Empresas que insistem em manter parcerias injustas com seus funcionários, pagam o preço com: baixa produtividade e muito desperdício. Não é em vão que, cada vez mais, as empresas estejam adotando políticas de remuneração e benefícios mais justas, e muitas delas efetuem até distribuição de lucros entre seus funcionários. Quem ainda não aprendeu que é necessário dividir para ganhar, pagará o preço ficando fora do mercado.


Como já vimos em várias oportunidades, os clientes estão cada vez mais exigentes e cobrando um atendimento personalizado, ágil e eficiente. Empresas e profissionais que não estruturarem seus negócios, com base em parcerias sólidas e lucrativas, não estão, ou não estarão, muito em breve, aptas a atender o cliente de hoje.


Tudo isso pode não ser novidade para você, mas ainda existem muitas empresas e profissionais praticando: “... a mim tudo, ao vosso reino nada”. Mas essa é uma tendência que tende a desaparecer, juntamente com aqueles que a praticam.

fonte: consultores.com

Série CRIATIVIDEO - A Crise do Capitalismo

Mais um vídeo criativo,com boas explicações sobre as crises do capitalismo mundial, assim, topamos o desafio para a melhor compreensão desse importante tema a ser debatido em escala global.


Marcelo Cabral
Consultor


A Importância da Embalagem no Natal


Por Soeli de Oliveira


O Natal não deve ser encarado como mais uma promoção, mas como a maior de todas as promoções do ano. É a data mais importante do calendário promocional brasileiro – momento esperado com grande expectativa, mais ou menos como o agricultor espera o momento da colheita.

A data traz consigo um forte apelo de consumo, sendo o momento em que as pessoas mais dão e recebem presentes. É quando o tráfego nas lojas se multiplica. Significa a grande oportunidade de vender mais. Portanto, todo cuidado é pouco para que as vendas sejam um sucesso.

Porém, há um dilema: o consumidor está cada vez mais crítico e mais seletivo. Não se consegue destaque fazendo tudo sempre da mesma maneira. Para modificar os resultados é preciso oferecer “algo a mais”, o que pode ser feito através de embalagens diferenciadas.

Segundo estudos da Point of Purchase Advertising Institute (POPAI Brasil), 85% dos consumidores brasileiros decidem o que vão comprar no ponto de venda. A embalagem é um vendedor silencioso com quem a empresa pode contar. Fazer negócios é a atividade de criar valor para os clientes. Não basta um produto ser bom, ele também tem que parecer bom.

Para vender mais e melhor neste Natal do que nos anos anteriores, não é suficiente a empresa fazer uma decoração deslumbrante, ter um mix de produtos de qualidade, preços competitivos e condições de pagamento facilitadas. É preciso dar também atenção especial à forma com que os presentes são embalados, transformando seu ponto de venda numa fábrica de sonhos.

O Natal é um momento de resgate da infância e o reencontro com os sonhos, desejos, fantasias e esperanças. Tanto que as crianças anseiam muito pela chegada do Papai Noel. O bom varejo é aquele que consegue entrar nesse imaginário das pessoas e transformar isso tudo em um evento mágico.

Em um período que todas as lojas apresentam a mesma temática, a criatividade assume um papel relevante. É muito importante ser criativo para se destacar, pois o ser humano percebe as coisas pela ótica da diferenciação. Diferenciação é a capacidade que uma empresa tem de ser percebida como diferente dos demais concorrentes.

Para constituir um diferencial, as embalagens devem satisfazer três critérios:

Destaque – serem únicas.

Superioridade – serem superiores às utilizadas pelos concorrentes.

Exclusividade – não serem facilmente encontradas no mercado.

Quanto mais semelhantes forem os bens em termos de preço e de qualidade, maior é a importância da embalagem, uma vez que ela empresta ao produto a sua personalidade e representa um importante fator de diferenciação e de escolha.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação do Instituto Tecnológico de Negócios - e-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.

5 Ações Para Conquistar Mais Resultados

Por Sérgio Dal Sasso

- Os produtos e serviços no meio competitivo são exatos, e quase que sem variações entre si, ficando disponíveis a quilos para ajudar nas indecisões do consumidor. A grande diferença deve ser oferecida em gramas, e dependerá da construção da sua imagem e sensibilidade, para o domínio dos fatores que levam as compras e dos valores que as vendem.
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- Nunca se considere o dono da bola, pois a bola é o cliente que pode rolar ou não com o seu time. É preciso conduzi-la com criatividade garantindo que a sua própria evolução seja acompanhada pela transformação dos outros. Ninguém vai querer vê-lo do mesmo jeito a vida toda.

- Não existe o seu dia, já que para todos são trezentos e sessenta e cinco oportunidades no ano, aonde as luzes podem estar acesas ou apagadas, só depende de você.

- O tempo é comum, mas dependente da agilidade da sua administração para que as informações sejam transformadas em ações qualificadas que garantam os resultados. A busca pela técnica é a única forma de alimentar as conquistas.

- Não seja um arrombador de portas. Aprenda a reunir ferramentas que ampliem suas possibilidades, pois antes de impor nossa presença temos que combinar a formula para que sejamos aceitos. Quando esbarrar nos obstáculos, não repita a dose, volte, consulte, analise, e reinvente outros caminhos para chegar ao que se pretende.

Fonte: portal do marketing

+ Uma Vez a Importância de Promover o Conhecimento

Não quer dizer quem uma solução é inadequada, mas será que foi realmente analisado, ou menos, se escuto todos os envolvidos no problema. Pensem nisso!!!


Marcelo Cabral
Consultor

Trabalho Sob Pressão: Como Lidar


Autor: Caio Lauer 

Vivemos em um mundo competitivo. As empresas disputam, dia a dia, um lugar ao sol, e a agilidade exigida pelo mercado faz com que os profissionais tenham que atingir metas e objetivos no menor tempo possível.

As organizações trabalham em um cenário de redução de custos, mas, ao mesmo tempo, de aumento de produtividade. As equipes, cada vez mais reduzidas, fazem com que um volume grande de atividades seja destinado a um número reduzido de colaboradores. Estes, talvez, sejam os principais fatores que causam o trabalho sob pressão. “Acredito que o trabalho sob pressão acontece por questões de competitividade, desorganização da empresa e a ansiedade dos profissionais em relação ao tempo de entrega de um projeto, por exemplo”, opina Nelice Bouças, superintendente de Recursos Humanos da Nova Rio.

O próprio profissional pode se colocar na posição de trabalhar sob pressão. Muitas vezes a empresa não exige tanto do funcionário, mas ele acaba se cobrando por querer crescimento na organização, evolução na carreira e salários mais altos. “O ser humano sem pressão não produz. Claramente, se a empresa são tiver prazos, processo e rotinas, a tendência é que muitos profissionais percam o foco de suas atividades e se percam”, José Jacques Memran, consultor empresarial da Wiabiliza Soluções Empresariais. De acordo com ele, os funcionários de uma companhia não conseguem viver 100% neste ambiente de pressão, porém é necessário estipular metas agressivas para que os objetivos sejam alcançados com eficácia.

A pessoa deve perceber que está trabalhando sob pressão quando as cobranças passam a ser superiores às suas atribuições. O aumento da demanda de trabalho, que transborda na rotina diária, faz com que certas atividades se tornem urgentes sem esta real necessidade. A administração do tempo é fundamental para o sucesso. Às vezes, saber dizer “não” para assumir uma nova tarefa pode ser benéfico para que as ações que já estão em andamento, sejam finalizadas com sucesso.

Por conta da estrutura cada vez mais enxuta das empresas, existe uma jornada de trabalho ou uma série de atividades muito maior do que a capacidade do profissional. A organização é competência essencial e elencar as ações do dia a dia auxilia expressivamente na organização do tempo. “O brasileiro tem a fama de procrastinar suas tarefas, deixa as atividades ‘para mais tarde’ e depois não sabe como administrá-las”, conta Nelice.

Prejuízos

Existe uma linha tênue entre uma cobrança positiva e outra exacerbada. Invariavelmente, onde existe uma situação de exigência muito forte, mesmo que as pessoas sejam bem remuneradas, o índice de “turn over” torna-se alto, o clima organizacional é prejudicado e a organização acaba cultivando profissionais insatisfeitos.

“Manter a calma e neutralidade em situações extremas é praticamente impossível”, opina Jacques. Segundo o consultor, a melhor alternativa é ter a capacidade de absorver a pressão, entender os motivos desta situação e propor soluções para que fique um pouco menor.

Fonte da imagem: gettyimages

Nas Empresas, Nível de Ansiedade é Alto Com Relação a Demissões

O problema é que, segundo relatos de 40% das empresas, essa preocupação está impactando nos resultados
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A segurança no emprego é a preocupação número um dos profissionais. Uma pesquisa da Mercer, realizada em maio com mais de 2,1 mil organizações de todo o mundo e divulgada nesta terça-feira (23), revela que 50% das empresas afirmaram que seus funcionários mostram certo temor com relação aos seus empregos.

Esse alto nível de ansiedade é razoavelmente consistente em todo o mundo. As empresas da Europa, Ásia e dos Estados Unidos classificaram a preocupação com a segurança no emprego em uma posição ligeiramente mais alta (54%), enquanto que as da América Latina, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia, em posições um pouco mais baixas.

O problema é que, segundo relatos de 40% das empresas, essa preocupação dos funcionários está impactando na organização como um todo.

Custo de assistência

Com relação a outras preocupações, somente 12% das empresas afirmaram que seus funcionários expressaram temor significativo quanto ao impacto da economia atual sobre o custo de assistência médica e 37% afirmaram que percebem uma preocupação com relação à forma como a economia está influenciando os investimentos em planos de aposentadoria.

Além disso, a maioria das organizações disse que os funcionários exibem nível moderado de preocupação sobre as promoções e aumentos salariais por mérito.

Temor tem fundamento?

O receio dos profissionais pode ter fundamento, uma vez que as demissões foram prática comum desde o começo da crise mundial da economia. Dois terços das empresas reduziram seu quadro de funcionários, nos últimos seis meses, ao passo que 58% planejam demissões a serem realizadas até o final do ano.
Vale sublinhar, porém, que somente 5% das organizações planejam cortar mais de 10% de seus colaboradores nos meses que restam de 2009. O percentual pode ser assustador, mas é relativamente baixo, na comparação com os 13% que já fizeram reduções dessa intensidade em sua equipe, nos seis meses anteriores ao estudo.

Recursos Humanos

Em todo o mundo, os departamentos de Recursos Humanos se encontram sob forte pressão para reduzir custos. Isso sem falar que 21% das empresas reduziram os investimentos planejados em serviços de RH nos últimos seis meses. Outras 23% estão propensas a fazer o mesmo nos meses restantes de 2009.

A integração de prestadores de serviços terceirizados é outra medida que as empresas estão tomando para ajudar a administrar os custos em geral. Nada menos que 13% das organizações em todo o mundo já fizeram isso nos últimos seis meses e outras 25% delas podem integrar fornecedores terceirizados ainda em 2009.

Sobre a pesquisa

Geograficamente, os participantes da pesquisa representaram a América do Norte (64%), Europa (22%), Ásia (19%), América Latina (8%) e Austrália/Nova Zelândia (4%). Os participantes da pesquisa também representam empresas de diversos portes: menos de 500 funcionários (39%); de 501 a 5 mil funcionários (40%); de 5.001 a 10 mil funcionários (9%) e mais de 10 mil funcionários (12%).

Fonte: InfoMoney

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