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Planeje Suas Metas de Forma Inteligente


Um dia no parque estavam um jovem e seu avô. Enquanto os dois conversavam sobre a vida, o jovem disse que queria tocar os céus. O sábio avô apenas respondeu – “Então, antes, planeje a escada”.

O que avô queria dizer é simples: precisamos de metas. Sem metas não passamos de loucos correndo sem direção em um campo minado. Uma pessoa sem metas é como um trem sem trilhos.

Um novo ano está aí em nossa porta e para que ele seja melhor que 2012 devemos planejar.

Para ajudá-los a planejar melhor suas metas, vamos apresentar aqui uma ferramenta originalmente criada pelo pai da administração moderna, Peter Drucker, o chamado método SMART – que traduzido do inglês, significa INTELIGENTE.

O nome do método é um anagrama das palavras (em inglês) que definem os cinco conceitos que o formam: Específica, Mensurável, Atingível, Relevante e Tempo.

Veja como utilizar cada um dos conceitos para alcançar suas metas:

Específica: a meta deve conter os detalhes. Por exemplo, se sua meta é reformar sua casa, coloque no papel como você quer que ela fique. Se desejar trocar de carro, imagine de qual marca será o próximo. Com ar-condicionado ou sem? Freios ABS? Airbags? Que ano? Seja específico.

Mensurável: metas devem ser mensuráveis. Quanto você gastará para a reforma da casa ou para trocar de carro? Lembre-se: o que não é mensurado, não pode ser administrado.

Atingível: defina metas alcançáveis para que você possa planejá-las. Não quero dizer que você não deve ser audacioso e arriscar. Mas você precisa fazer uma avaliação: como está seu nível de confiança? Quanto mais metas conquistadas, maior será sua motivação para realizar outras.

Relevante: as metas inteligentes são relevantes. Elas causam mudanças positivas na sua vida e podem fazer parte de algo mais audacioso. Portanto, gaste seu tempo, força e dinheiro naquilo que realmente seja importante para você. Invista naquilo que tenha valor para sua vida.

Tempo: defina dia, mês, ano e prazo para a realização da suas metas.

Você tem que ter em mente que todos esses conceitos estão intimamente ligados. Não adianta apenas especificar a meta e definir o tempo, por exemplo. É necessário que todos eles sejam aplicados.


Fonte: http://www.ibccoaching.com.br/blog/artigos/planeje-suas-metas-de-forma-inteligente/?utm_source=interno&utm_medium=email&utm_content=terceiranoticia&utm_campaign=20121129_newsletter
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6 Habilidades Que Você Vai Precisar no Trabalho em 2013

As resoluções de ano novo não devem se limitar apenas à sua vida pessoal. Veja seis habilidades que vão fazer a diferença para seu sucesso profissional em 2013

As habilidades certas podem fazer toda a diferença em sua trajetória profissional. Para seu chefe e também para recrutadores de vagas, o conjunto de conhecimentos e capacidades que o profissional tem a oferecer é um aspecto essencial no momento da contratação, aumento de salários, promoções de cargo, etc.

A seguir, confira seis habilidades que farão a diferença em sua carreira em 2013: 

1.Conhecimentos tecnológicos

Ler e enviar e-mails, escrever no Microsoft Word e fazer apresentações no PowerPoint não são conhecimentos tecnológicos suficientes se você deseja fazer a diferença em seu ambiente de trabalho. Se você já possui o básico, procure avançar para o que as empresas realmente procuram e poucos profissionais têm a oferecer. Caso você esteja completamente desatualizado em suas capacidades tecnológicas, corra atrás do prejuízo e se atualize para o sucesso em 2013.

2. Comunicação

Boas habilidades de comunicação e simpatia são coisas essenciais para que você se destaque em processos de recrutamento e ganhe a confiança e amizade das pessoas em seu trabalho. Essas capacidades fazem a diferença em praticamente todos os cenários do trabalho: durante uma reunião quando você propõe alguma ideia, em encontros com clientes e em negociações com outros profissionais são alguns exemplos.

3. Pensamento crítico

Uma das habilidades mais úteis para sua carreira, especialmente em longo prazo, é a capacidade de pensar criticamente, ou seja, encarar as situações a partir de uma perspectiva mais abrangente e absorver as informações de maneira crítica, estratégica e inteligente.

4. Mídias sociais

Se em 2012 você ainda não entendeu a importância cada vez maior dessas plataformas para as empresas, é hora de rever seus conceitos. Facebook, Twitter e LinkedIn não são meros passatempos adolescentes, mas sim ferramentas cruciais para que as companhias possam estar em contato direto com o mercado e suas demandas.

5. Diversidade

O mundo é cheio de pessoas, culturas e mentalidades diferentes. No trabalho, isso significa que você deve estar preparo e ser maduro suficiente para conseguir lidar com a diversidade de maneira positiva, usando-a inclusive como benefício para a criatividade e inovação.

6. Ética

Os anos vão e vêm, mas a ética deve sempre permanecer com você, independente de empresas, chefes e metas a cumprir. Mais do que uma habilidade, a ética é um traço de caráter que deve partir de dentro e não ser uma influência externa, afinal as decisões sobre sua postura profissional são individuais e não devem ser influenciadas pela falta de integridade de outros colegas.


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Perspectivas da Mobilidade Empresarial

Autor: Samara Teixeira

A mobilidade empresarial cresce e torna-se, cada vez mais, necessária para as empresas que buscam um diferencial competitivo e agilidade em seus processos. Em 2012 os investimentos já foram significativos e crescerá ainda mais em 2013, por necessidade das empresas em utilizar a mobilidade como companheira de trabalho.

“Como conceito a mobilidade é a capacidade de utilizar a tecnologia disponível, aplicada ao mundo dos negócios, ou seja, de maneira fácil e prática, é possível aperfeiçoar processos. Dentro da organização a mobilidade está no uso de notebooks que permite a locomoção do aparelho para qualquer sala de reunião ou mesa, sem dificuldade e atraso no trabalho. A mobilidade empresarial externa está na utilização de tablets, smartphones, ipads, entre outras tecnologias”, explica João Bruder, analista de telecomunicações do IDC, empresa líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos nas indústrias de tecnologia da informação, telecomunicações e mercados de consumo em massa de tecnologia.

Pensando em eficácia, a mobilidade pode ser usada, como exemplo, pela força de vendas da empresa, pois os aparelhos permitem consultar o estoque, sistema de compras, fazer pedidos durante a transação de venda, ou seja, evita atrasos e possíveis desconfortos com o cliente, como por exemplo, não possuir o estoque suficiente do produto solicitado.
A mobilidade empresarial é tendência de mercado

Segundo o IDC em uma amostra de 288 empresas, 74% delas mobilizam 50% ou menos de sua força de trabalho e 26% mais de 50%. A consultoria afirma ainda que 5,4 milhões de tablets serão vendidos em 2013 e, segundo Bruder,o crescimento da mobilidade empresarial será maior no próximo ano, pois, ocorrerão investimentos das empresas para atender demandas que irão existir com os grandes eventos esportivos em 2014 e 2016.

Em um passado recente as tomadas de decisão dos executivos eram postergadas até que pudessem retornar à sua base e ter acesso à informação necessária. Com a evolução dos equipamentos, os mesmos se tornaram mais leves, práticos e com maior autonomia. “A expansão da infraestrutura de comunicação de dados sem fio (3G, wireless etc.) permitiu o acesso à informação de praticamente qualquer lugar. Desta forma, a combinação de equipamentos compactos e poderosos, com a infraestrutura de comunicação, contribuiu para os milhões dos executivos que hoje tem acesso amplo e irrestrito de dados, podendo tomar decisões em qualquer lugar”, explica José Carlos Yazbek, diretor da Fortyz Technologies, empresa com foco no mercado corporativo nos segmentos de automação de escritórios e mobilidade.

Com a aplicação da mobilidade ocorre o aumento da produtividade, redução do tempo na análise de dados e maior agilidade nas decisões estratégicas das empresas. Ainda segundo José Carlos, soluções de trade marketing podem ser consideradas as precursoras de determinados aplicativos, visto que, desde meados da década passada, soluções com este foco estão no mercado, exatamente para poder entender e reagir às ações da concorrência, principalmente no ponto de venda, para que se possa tomar uma contra ação rápida e proporcional, além de poder checar as necessidades e feedback dos clientes no momento da compra.
Quem deve liderar os projetos de mobilidade?

Para que a mobilidade ocorra com sucesso, os profissionais de TI tem a responsabilidade de verificar as necessidades internas de suas empresas e determinar quais aplicações melhor atenderão às tais demandas. “Desta forma, as soluções devem ser de fácil uso para o colaborador/usuário que deve receber um mínimo de treinamento para a assimilação dos novos sistemas. Do lado do usuário, é importante não rejeitar tais mudanças ou colocando-se contra a evolução dos processos, mas buscando estar alinhado com os avanços ou ao menos estar aberto para mudanças que estamos sujeitos todos os dias”, enfatiza José Carlos.


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Como Lidar Com a Inveja no Ambiente de Trabalho

Autor: Caio Lauer

Quem ganha destaque e leva vantagem no âmbito profissional é suscetível a se tornar alvo da inveja. Ser promovido rapidamente, ganhar moral com o chefe, ou até possuir um computador melhor do que um colega podem ser motivos que despertam o sentimento de um profissional invejoso. O desejo de ser como o outro é, ou ter o que o outro tem, é mais comum nas empresas do que imaginamos.

Um estudo recente realizado por pesquisadores das Universidades de Valência (Espanha), Groningen (Holanda) e Palermo (Argentina) sugere que, nas organizações, essas questões envolvem algumas diferenças de gênero. A pesquisa concluiu que as mulheres são mais afetadas pela competição sexual do que os homens. Já as habilidades sociais dos colegas podem provocar inveja profissional igualmente em ambos os sexos. A inveja foi considerada uma resposta ao sucesso, qualidades ou habilidades de outra pessoa – e envolve que você se compare com ela e deseje ter os seus atributos.

De acordo com Luciana Lemos, diretora do Centro Avançado de Estudos de Psicologia (Ciclo CEAP), a inveja pode ser classificada como produtiva ou destrutiva, dependendo de como a pessoa se posiciona diante deste sentimento. “Podemos ter a inveja ‘do bem’, que é aquela que surge a partir de uma admiração por outra pessoa. Porém podemos ter também a inveja ‘do mal’, que mobiliza sentimentos destrutivos. Neste caso a pessoa se ressente pelo que o outro é, pelo brilho que ele tem, pelos afetos que provoca e pelas coisas que possui”, comenta.
Prejuízos da inveja no trabalho

A alta competividade do mercado deve ser interpretada como algo sadio, pois quanto maior a concorrência, mais o profissional deve se preocupar em evoluir para se destacar perante seus pares. Muitos não seguem esta regra, e veem com maus olhos o sucesso dos colegas. A insegurança interna é um dos principais fatores que despertam inveja no ambiente de trabalho.

“O invejoso está sempre olhando para seu alvo, diminuindo seu foco e produção do dia a dia. Apesar de ser o propulsor do sentimento, esta pessoa também sofre e fica desmotivada. Dependendo do nível de inveja, a pessoa deverá procurar ajuda psicológica para saber quais são seus conflitos internos. É tudo uma questão de autoconhecimento e segurança”, explicaRoberta Taconi Ferraz, gerente de Recursos Humanos do IDORT.

Se a pessoa tem pares muito bons, deve buscar se aprimorar em suas atividades, e não invejar o sucesso alheio, pois, caso isso ocorra, ficará para trás rapidamente. Inclusive, o alvo da inveja deve ignorar tudo isto, e focar em seu trabalho, fazendo disto uma motivação para melhorar suas habilidades.

Segundo a gerente do IDORT, ninguém está livre da inveja, e quanto mais exposto estamos ou mais nos destacamos, maior também a probabilidade de despertar a inveja nos outros. “Quanto mais brilha no trabalho, mais vulnerável o profissional se torna. Portanto, precisa estar preparado para este tipo de situação”, indica.


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Dicas Para Administradores e Empresários

Por Sérgio Dal Sasso


• A dinâmica do mundo provém da forma rápida pela qual a informação se propaga, atingindo a todos em tempo real, e a grande dificuldade está na obtenção da qualidade pelo uso e adequação daquilo que recebemos e tentamos processar.

• Não existe nada mais antigo do que ficar esperando a chuva cair na sua horta, já que evolução significa competição e assim tudo que era pouco passou a ser um montão.

• Uma mente brilhante não faz uma empresa brilhante, uma empresa brilhante é formada de um conjunto claro de intenções e missões, aonde a sabedoria predominante sabe reunir seus valores em prol dos problemas, compartilhando suas capacidades para ser parte de um coletivo competente.


• Em mercados que não exigem competitividade, podemos sem muito esforço estruturar nossa operacionalidade através da formação de preços pelos próprios custos inerentes ao que estamos propondo.

• Nos meios competitivos nossa orientação está no conhecimento aprofundado do que o mercado quer e pode aceitar e aí ficamos pela necessidade da diferenciação e dependentes da capacidade criativa de produzir e servir melhor que o vizinho.

• A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.


• O que pesa hoje como diferencial não é a formação escriturada em títulos, mas a vivencia acumulada no conhecimento do mercado relacionado a sua atividade.

• O esforço da aplicabilidade, ou melhor, a divisão administrável do tempo, é algo parecido com a combinação da persistência com o “saco” para repetir, tentando eliminar falhas, diante de um exercício continuado do pensar e praticar e assim formar novos conjuntos com tecnologia, adaptação e equilíbrio.

Como Entrevistar um Candidato – Dicas de um Coach


O processo de recrutamento é um dos momentos mais importantes de uma empresa, pois é dele que virão os futuros colaboradores. Entretanto, é preciso definir bem quais serão os fatores avaliados para que deste modo, tanto candidatos quanto à organização alcancem êxito ao final deste processo.
Mas como entrevistar um candidato?

Apresentaremos dicas de um Coach para extrair de um candidato mais do que respostas protocolares, mas também para entender a essência do mesmo, e recrutar para a empresa mais do que um profissional com as competências técnicas, mas também um ser humano, que tenha os valores correspondentes com os da organização.
Dicas de um Coach para entrevistar um candidato

Aplique o Coaching Assessment – Esta ferramenta de mapeamento comportamental, baseada no modelo Disc, é aplicada para entender qual o perfil comportamental do candidato (Analista, Comunicador, Executor, Planejador), quais são as motivações de cada tipo, os dificultadores, entre outras, e se este profissional atende as características pretendidas pelo cargo.

Técnica Shazan – Quais os 3 melhores momentos e os 3 mais difíceis da sua vida? Com estes questionamentos é possível saber o que é mais importante para o candidato, como este reage às dificuldades e as enfrenta.

Roda da Vida – Com esta ferramenta é possível mapear o nível de importância que o candidato dá a determinados aspectos da vida, como: família, saúde, trabalho, relações amorosas, espiritualidade, lazer, conhecer as suas prioridades e entender o real valor de tais aspectos para este profissional.

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Geração Y. Conheça 10 Anseios Destes Jovens Profissionais!


Se existe uma geração de profissionais que é constantemente foco das atenções do mercado de trabalho, esta é a Geração Y. E não é para menos. Estes jovens nascidos nas décadas de 80 e 90 cresceram em meio à revolução tecnológica, impulsionada pelo advento da internet e, chegaram para mudar a forma como as empresas fazem a gestão de seus colaboradores.

A geração Y, filha da geração X, tem um perfil bem diferente da sua antecessora. Se antes, seus pais queriam estabilidade e fazer carreira numa mesma empresa até se aposentarem, hoje, a Y exige bem mais quando o assunto é trabalho.

Isso é o que também aponta uma pesquisa global realizada pela Robert Half com CFOs (chefes financeiros). O levantamento constatou que para 48% dos entrevistados há a dificuldade em atrair estes talentos e que para 55% destes líderes, reterem a geração Y é a tarefa mais difícil em uma empresa.

A Geração Y e seus anseios

Como reflexo de um novo momento em termos organizacionais, o que estes jovens desejam extrapola os modelos convencionais de gestão. Para os profissionais desta geração um trabalho é atraente quando:

1. Encontram nele um propósito maior para o que fazem diariamente;

2. Realizam atividades desafiadoras;

3. Têm liberdade para inovar;

4. Obtêm feedback's constantes;

5. Existem líderes coesos e capazes de apoiá-los em seu desenvolvimento;

6. Alcançam reconhecimento e ascensão de forma rápida;

7. Obtêm oportunidades claras de crescimento (Plano de Carreira);

8. Há flexibilidade de horários, ou seja, foco na produtividade e não no tempo;

9. Recebem salários recompensadores;

10. Conciliam vida profissional com qualidade de vida.

Todos estes fatores fazem parte do leque de expectativas que estes profissionais têm em relação ao mercado de trabalho. E são os sinais que as empresas não devem ignorar, pois uma relação de trabalho é também uma relação de troca.

Neste sentido é importante que as organizações busquem em suas estratégias de gestão, conciliar seus objetivos às ambições de seus profissionais da geração Y. Pois ao contrário do que muitos possam supor, a geração Y veste sim a camisa da empresa, é aberta às mudanças, comprometida, inovadora e se bem estimulada, capaz de gerar resultados extraordinários.

E você, o que acha da Geração Y?

Fonte: http://economia.terra.com.br/blog-carreiras/blog/2012/11/28/geracao-y-o-que-estes-jovens-profissionais-querem/
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4 Formas de Aumentar Suas Vendas


Por Raúl Candeloro

Uma das mensagens que mais recebo por e-mail é: "Raúl, como faço para aumentar minhas vendas?" Passei anos respondendo "depende", o que sempre deixava as pessoas frustradas e, por conseqüência, a mim também. 

Finalmente, consegui reunir as informações disponíveis sobre isso de maneira organizada, simples e direta, de forma que qualquer pessoa possa entender. Talvez, isso possa ajudá-lo também, caso esteja passando por uma situação parecida. 

As opções para aumentar as vendas de qualquer empresa ou profissional de vendas são: 

1. Aumentar seu mercado – Para isso, você precisa usar algum tipo de segmentação. 

• Geográfica – Trabalhar, por exemplo, novos bairros, cidades ou novos canais de venda como: internet, mala-direta, catálogo e call center. 
• Demográfica – Trabalhar alguma característica do público ligada aos sexos feminino ou masculino, idade, renda, grau de instrução, etc.
• Psicográfica – Levar em conta características psicológicas dos clientes. Butiques, lojas de surfe, skate e de novidades em informática são exemplos típicos no varejo, mas existem "n" opções de produtos ou serviços que podem ser segmentados em clientes conservadores, arrojados ou outros atributos psicológicos – racionais, emocionais, lentos, rápidos, etc. 
• Por comportamento de consumo – Por exemplo: curva ABC, ou seja, colocar seus principais esforços em uma determinada faixa da sua própria base de clientes com necessidades especiais. Uma segmentação desse tipo também tem o grande benefício de ajudar a decidir se serão necessários novos produtos e serviços para atender a esses públicos e quais os conhecimentos, habilidades e atitudes necessários para que o vendedor tenha sucesso. 

2. Aumentar sua participação de mercado – de duas formas: 

• Roubando clientes da concorrência – Com o lançamento de produtos ou serviços segmentados corretamente. 
• Parando de perder clientes para a concorrência – Fazendo a análise de perda de vendas e satisfação de clientes – a questão definitiva: "Você nos indicaria para um amigo ou colega?" Esse trabalho de medir a satisfação dos clientes é fundamental – recomendo o Reichheld como fonte para quem quiser se aprofundar. 

3. Aumentando a freqüência de compra – Fazendo com que seus clientes voltem e comprem mais vezes. 

Isso, muitas vezes, implica em entender o ciclo de compras do cliente e tentar se antecipar a ele na próxima compra, via telefone, e-mail, mala-direta ou visita pessoal. 

4. Aumentando o valor médio de compra – Fazendo com que os clientes gastem mais, em média, quando compram de você. Aqui, geralmente, a venda casada (cross selling), trabalhando todo o mix disponível pela empresa, o up selling (vendendo produtos e/ou serviços mais caros), etc.

Basicamente, é isso. Ao visualizar suas opções dessa forma, mais organizada, fica muito mais fácil entender quais estratégias devem ser adotadas para aumentar as vendas de maneira mais eficaz (e eficiente também). Canso de analisar cinco concorrentes de um ramo e descobrir que são todos iguais, brigando pelo preço, em vez de colocar seu foco no cliente, focam os concorrentes e passam a imitar uns aos outros sem diferencial algum. Melhor mesmo é usar o cérebro e sair dessa briga sem vencedores.


Raúl Candeloro (raul@vendamais.com.br) é palestrante e editor das revistas VendaMais®, Motivação® e Liderança®, além de autor dos livros Venda Mais, Correndo Pro Abraço e Criatividade em Vendas. 
Fonte: Portal do Marketing
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Jovem e Mulher? Aí Já é Demais!


por Gabriela Folle Betiollo
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Tenho 25 anos de idade e 16 anos de experiência. Aprendi muito! Comecei cedo. (risos) Hoje sou grata por isso. Sempre busquei a minha independência. Iniciei aos 9, após aprender com a minha mãe a fazer docinhos. Os vendia batendo de porta em porta. Aos 12 anos, cursei datilografia e fui trabalhar no departamento de crediário em uma empresa da família. Aos 14 anos, virei sacoleira.(risos) Meus pais costumavam ir ao Uruguai todo final de ano, então em uma das idas, me debandei junto. Trouxe perfumes importados e comecei a vender para amigos e parentes.
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Fui mais algumas vezes e aos 15 anos fui trabalhar em outra empresa da família como Vendedora de móveis. Aos 17 anos, cursava o último ano de técnico contábil, trabalhava em um curso de pré-vestibular e como caixa em uma casa noturna. Mesmo sabendo que não aceitavam menores de 18 anos para trabalhar em casas noturnas, eu fui! Pensava eu: na prática já tenho 18 (completaria 18 em 6 meses) (risos). Chegando na entrevista, um dos sócios falou sobre o cargo, apresentou a empresa e por último olhou meu currículo. E logo veio o esperado: gostamos do seu currículo, mas em função da sua idade, não podemos contratá-la. Respondi: tudo bem, mas no que eu puder ajudá-los fora deste horário, fico à disposição. Virei as costas e logo escutei: espera um pouquinho, você pode começar na próxima sexta-feira!? (risos)
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Aos 18 anos, resolvi que precisava dar um rumo na minha vida, fui estudar no exterior e aos 19 anos tudo re-começou. Estava de volta, e fui convidada para representar aqui no RS uma empresa do Rio de Janeiro. Empresa do um setor que entrei, amei e nunca mais larguei. Presentes, Decoração e UD. Aos 20 anos, criei meu primeiro site institucional, apresentando as marcas que representava. Após um ano, observei a necessidade dos clientes em efetuar seus pedidos através da própria Internet e criei este serviço. Aos 21 anos, já com uma carteira de clientes considerável e ótimos contatos, embarco para Buenos Aires, Argentina. Fui convidada a representar uma das empresas para as quais trabalhava, apresentar a sua linha de produtos para possíveis importadores e fechar exportação.Confesso que até me deu um friozinho na barriga, mas nada que fizesse eu recuar nesta empreitada.
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Sempre confiei no meu trabalho e quando necessário, buscava apoio para realizá-lo. Foi uma experiência e tanto. Alguns preconceitos. Idade? Quem sabe... Machismo? Um pouquinho... Mas o importante é que cheguei ao objetivo final. Negócio fechado: 20.000 peças!
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A partir daí não parei mais. Feiras, novos fabricantes, novos clientes, parcerias.
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No início do ano passado, observei o interesse dos fabricantes do setor em participar do site, porém muitos deles já tinham representantes no RS. Ou seja, eu não podia ser representante deles. Então, no final do ano passado inaugurei o Portal REGALA, com a proposta de oferecer informações, noticias do setor e viabilizar o fechamento de negócios entre fabricantes e lojistas. O que os gringos chamam de “marketplace”. Hoje, aos 25, vivo e respiro isso. Sou uma empreendedora. Crio empregos, gero riqueza e enfrento o mundo com a cara e a coragem.
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E, além de enfrentar a nossa economia e o tal do mercado, tenho que ter uma garra extra para enfrentar o fato de ser jovem e mulher de negócios!
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Gabriela Folle Betiollo

Desenvolvendo a Autoconfiança

Soeli de Oliveira

Tudo é criado na mente antes de se tornar realidade física. O sucesso ou fracasso é precedido por vitorias ou derrotas no campo da mente. Milhares de pessoas recorrem aos cursos de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e até pós-doutorado, em busca de conhecimento técnico, na ânsia de alcançar o sucesso na carreira e na vida. Porém, apesar dos esforços, muitas acabam derrotadas pelas suas atitudes. E, quais são estas atitudes que levam tantas pessoas para o endereço errado? Podemos destacar como mais evidentes, a falta de autoconfiança, a falta de disciplina, a ausência de iniciativa, a inexistência de foco, o pessimismo e o hábito infantil de procurar culpados e o de se queixar de tudo e de todos. Lembre-se que as pessoas que vivem reclamando, condenando e se queixando se tornam “imãs de coisas ruins.”

Milhares de indivíduos assemelham-se a ilhas de pobreza, cercadas de riquezas por todos os lados. O maior desafio não é domínio de novas tecnologias, mas sim o controle da mente. Vivemos em um universo abundante e cheio de oportunidades. Entretanto, somos criaturas de hábitos, e esses como carcereiros, são capazes de nos manter aprisionados em nossas zonas de conforto. Isso é claro, se contra eles não nos rebelarmos, certos de que precisamos, queremos e podemos assumir o comando de nosso destino e mudar sejam quais forem os nossos comportamentos e atitudes, a partir de nossa força de vontade.

O caminho do sucesso tem por base o conhecimento, as habilidades e as atitudes. Não existem atalhos em direção ao topo das grandes realizações materiais e espirituais. É preciso saber, saber fazer, querer fazer e acima de tudo entrar em ação para fazer acontecer. Sem ação, o cérebro não passa de um cemitério de boas intenções. Somente conhecimentos colocados em prática geram habilidades e consequentes resultados.

A história é farta de personagens que desafiaram as circunstâncias e venceram, quando tudo em sua volta parecia provar o contrário. A única coisa capaz de nos deter somos nós mesmos. Roosevelt, o primeiro Presidente dos Estados Unidos, disse certa vez que: "não há nada a temer a não ser o próprio medo". Já o seu antidoto, a autoconfiança, é a característica encontrada nas pessoas de sucesso.

Nossas qualidades como povo pacífico, alegre e com jogo de cintura, são reconhecidas internacionalmente. No entanto, pesa contra nós o insatisfatório rótulo de um povo com baixa autoestima. Precisamos aprender a confiar em nós mesmos. Como o pequeno pastor de ovelhas Davi, da história Bíblica, quando foi enfrentar o gigante Golias, devemos nos deter mais em nossas virtudes e realizações, do que em nossas deficiências, certos de que em tudo em que concentramos nossa atenção aumenta. Quando reconhecemos as nossas qualidades nos aproximamos de nós, já quando nos criticamos, nos afastamos de nós mesmo.

Pensamentos de vitória, de conquistas, lembranças de elogios recebidos, fortalecem a musculatura da nossa autoconfiança para enfrentar os tropeços da vida. Sabedores de que em nossas cabeças há um permanente turbilhão mental de pensamentos, devemos optar pelos que são positivos e que elevam o nosso astral e a fé em nós mesmos. Afinal, estamos lutando a favor ou contra nós mesmos?

Vivemos em um tempo e em um pais de grandes oportunidades. Diante da crise econômica na Europa e na América, qual o cidadão europeu ou americano médio, que não gostaria de estar m nosso lugar? Será que estamos preparados para tomar posse das oportunidades? Os nossos resultados crescem, na medida em que nós crescemos. Se não estamos satisfeitos com os frutos que estamos colhendo é importante descobrir quais são as nossas crenças limitadoras. A realidade é criada primeiro nos pensamentos, que por sua vez alimentam os nossos sentimentos, que nos levam a paralisia ou a ação, gerando consequentemente os resultados.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
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7 Razões Porque Você Precisa de Uma Estratégia de Branding na Sua Empresa

Por Berenice Ring*

Você pode já ter se dado conta de que sua empresa precisa de comunicação, porque se ficar em silêncio ninguém saberá que ela existe. Pode até ter percebido que precisa sempre lançar novos produtos para permanecer no mercado. Mas, nos dias de hoje, estas táticas não bastam. Você sabia que somos bombardeados por mais de 3.000 mensagens comerciais por dia e que apenas em 2008 foram lançados no Brasil 231,2 mil produtos? Como sobreviver neste ambiente caótico, saturado e altamente competitivo? Veja sete respostas para estas questões. 

1. Uma estratégia de Branding cria vínculos emocionais e marcas fortes. Se sua marca desenvolver uma ligação afetiva com seu público, ficará muito difícil uma cópia chinesa tomar seu lugar na mente e no coração das pessoas. Veja o caso da Harley-Davidson. Suas motocicletas não têm a melhor tecnologia nem suas máquinas o melhor desempenho. No entanto, esta marca tem uma ligação emocional tão forte com seu público que a idolatra, que a tribo dos “Harleiros” não a troca por nenhuma outra.

2. Hoje nos deparamos com o excesso de tudo, e a escolha pelo melhor produto ou serviço se tornou cansativa e desmotivante. Neste cenário, nossa mente filtra quase tudo e retém apenas aquilo que é muito interessante ou muito útil. Uma estratégia de Branding cria associações com emoções e significados importantes para as pessoas. Assim sua marca se mantém na mente e no coração dos consumidores.

3. No trabalho de identificação da identidade de sua marca, diferenças e promessas exclusivas definirão o DNA da marca. Além de ficar muito claro quem você é e que diferença você faz na vida das pessoas, será transmitida sempre uma mesma percepção de marca em qualquer ponto de contato; seja um anúncio, o design de um produto, uma vitrine ou um evento que sua marca patrocine.

4. Branding cria confiança, o maior atalho para a compra. Imagine que você irá comprar uma TV hoje e tentará tomar sua decisão comparando atributos racionais. “Preciso de 1080, ou basta 720p? 120Hz ou a nova 240Hz? LCD? LED? Oled? Ou Plasma? Esqueça. Esta TV tem um bom design, um belo som. A imagem é muito boa. E Sony é uma ótima marca. É esta que vou levar".

5. Uma estratégia de Branding projeta o design da experiência total do consumidor. Este projeto leva em conta desde o primeiro contato que ele tem com a marca - o nome da marca – passa pelo design do produto ou serviço, pela interação do produto com o consumidor, pela embalagem, pelo design gráfico, pela arquitetura do espaço físico onde o produto será comercializado, pelo treinamento das pessoas que respondem pela marca, pelo espaço virtual da marca – seu site, a forma como as pessoas irão se relacionar com ele, o e-commerce, a mídia social e assim por diante. A ideia é que seu consumidor tenha sempre uma experiência única e completa cada vez que entrar em contato com sua marca. Assim, sua marca será relevante para seu público e a experiência completa e única. Pense na Apple: seus produtos, nomes, embalagens, lojas, design gráfico etc. Sempre uma experiência única em nossa mente e coração.

6. Isto que você ouve por aí, é verdade. “O mundo mudou”. O consumidor do século 21 não é mais parte de uma massa amorfa, com quem as empresas se comunicam através de via de mão única. O consumidor de hoje cobra valores das empresas e não tolera mais comportamentos que danem o meio ambiente – como o caso recente da British Petroleum no Golfo do México - ou que sejam socialmente inaceitáveis – a exemplo da Zara terceirizando sua produção a um empregador que contrata mão de obra escrava. O consumidor quer atitudes autênticas das marcas. Uma estratégia de Branding desenha um plano de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) e estuda quais os projetos que estão alinhados com o DNA de sua marca. Hoje os acionistas se beneficiam mais quando o CEO e o board maximizam valor para a sociedade do que apenas focam no acionista. E certos bancos exigem práticas sustentáveis das empresas para conceder empréstimos. Fazem isto não por bom-mocismo, mas porque acreditam que haja risco para o negócio. Acreditam que empresas que adotam práticas não sustentáveis podem apresentar um lindo balanço, mas oferecem o risco de estar fechadas dentro de alguns anos.

7. Finalmente, uma estratégia de Branding gera atratividade e lealdade para a sua marca. Agrega valor a sua empresa e gera valor percebido. E o consumidor está disposto a pagar mais por isto.

*Berenice Ring é Coordenadora do curso de “Branding: Construção e Gestão de Marcas” do PEC-FGV, Professora de cursos de MBA da FGV e Diretora da FOX Branding.
Fonte: Mundo do Marketing
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Como se Preparar Para Uma possível Demissão

Se você está preocupado com uma demissão, talvez seja hora de começar a se preparar. Confira os três principais passos que você deve dar para não ser pego de surpresa

O início do ano pode ser uma época perigosa para os trabalhadores. Esse é o momento em que as empresas fazem o balanço de lucros e prejuízos do ano anterior, bem como o planejamento para o ano que começa, e descobrem se terão ou não dinheiro suficiente para manter um ou mais funcionários. É comum que você esteja preocupado com o seu emprego nesse momento, mas é preciso saber que nem mesmo uma demissão pode destruir a sua carreira. Saiba como se preparar para o pior.

1. Esteja pronto

Se os rumores já começaram dentro da sua empresa e você acredita que pode ser prejudicado, prepare-se para o que quer que aconteça. Use o seu tempo livre para verificar novas oportunidades em outras empresas ou áreas, procure desenvolver suas habilidades com cursos ou trabalhos voluntários. Esteja precavido, também, quanto ao seu plano de saúde e sua aposentadoria. Talvez seja hora de ter um plano independente da empresa e contribuir por conta própria para a previdência. Tudo isso vai dar a você mais tranquilidade na busca por um novo trabalho.

2. Recorra aos seus contatos

Essa é a hora ideal para acionar o seu network. Entre em contato com os seus antigos colegas de profissão, com as pessoas que você conheceu na faculdade e até mesmo com os seus professores universitários. Qualquer indicação pode ser um prato cheio para recomeçar sua carreira e caso você não seja demitido, poderá indicar a vaga para outra pessoa que esteja precisando. Lembre-se de que você não quer parecer interesseiro, portanto, é fundamental manter uma boa relação com os seus contatos durante o ano todo e não apenas quando a situação parece preocupante.

3. Comece sua busca

O fato de você ainda estar empregado não impede que você comece a frequentar eventos e feiras de trabalho ou mesmo enviar currículos. Na melhor das hipóteses você não será demitido e pode recusar a vaga nova. No entanto, mesmo que a empresa tenha a intenção de manter você como funcionário, pode ser que ela esteja passando por dificuldades e não seja capaz de oferecer a você os benefícios que as demais empresas podem. Claro que você deve ser leal com o seu empregador, mas nesse momento você precisa avaliar onde terá mais chances de crescer e se desenvolver profissionalmente.


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Como as Redes Sociais Podem Ajudar a Inovar Seu Negócio

Especialista explica que empreendedores podem inovar ao fazer um bom uso das redes sociais

Por Camila Lam ( Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação)

Como o nome já diz, as “redes” sociais – nas suas mais variadas formas – são massas críticas (muitas vezes espontâneas) em torno de conteúdos que podem eventualmente ser catalisados e transformados em inovação.

O ponto forte delas é a capacidade de sintetizar e apontar aquilo que o mundo está vendo e pensando. O segredo? Saber aproveitar sua amplitude, profundidade (quando há, pois muitas são superficiais), velocidade e principalmente seus filtros auto-reguladores. Empreendedores podem utilizar as redes sociais como uma ponte para:

1. Diálogos

Nas redes, estão pessoas com experiências de vida e opiniões divergentes, e, por que não, complementares. Essa convivência multicultural deve ser instigada e valorizada.

2. Ideias

Em meio a essa pluralidade, os cidadãos estão se empoderando e ditando caminhos. As redes sociais e a web, de maneira geral, têm dado asas à criatividade das pessoas, um insumo e tanto para a inovação.

3. Iniciativas

Nem todas as redes sociais ficam apenas no terreno das palavras e das ideias. Tem muita gente fazendo acontecer, juntando outras pessoas em prol de projetos humanos, políticos, solidários. O “crowd” nunca esteve tão engajado. Vide as inúmeras iniciativas de crowdsourcing e crowdfunding, no Brasil e pelo mundo afora.


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Cinco Lições de Empreendedorismo de Niemeyer

Com 70 anos de carreira, ele deixou um legado de cerca de 200 projetos espalhados pelo Brasil todo e diversas lições em criatividade, inovação e empreendedorismo.

Confira abaixo alguns desses grandes ensinamentos:

1- Sua paixão pode ser sua carreira

Niemeyer é um dos grandes exemplos de que uma profunda paixão não precisa se tornar apenas um hobby, mas sim uma grande carreira de sucesso. Segundo ele, sempre gostou de desenhar e, quando pequeno, ficava fazendo desenhos imaginários no ar, com a ponta do dedo. Esses sonhos de criança o levaram à arquitetura e em 1934 se formou pela Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.

2- Aproveite oportunidades desde o começo

Foi em seu primeiro estágio – e ainda por cima não remunerado –, no escritório de Lúcio Costa e Carlos Leão, que Niemeyer teve oportunidade de fazer seus primeiros contatos, como o renomado arquiteto suíço Le Corbusier. Ele estava de passagem pelo Brasil, em 1936, para colaborar em um projeto do Ministério da Educação no Rio de Janeiro. Com ele, Niemeyer projeta o prédio O Berço, em 1937, no Rio.

3- O networking pode ser essencial

Durante sua carreira, Niemeyer conseguiu fazer diversos contatos importantes que possibilitaram muitos de seus grandes projetos. Em 1940, conheceu o então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, que encomendou um dos seus primeiros grandes projetos, o Conjunto da Pampulha. Em 1957, JK chegou à presidência e chamou Niemeyer para organizar o projeto piloto de Brasília e capitanear a construção da nova capital federal.

4- Tenha uma visão única e inovadora

Desde que começou a deslanchar em sua carreira como arquiteto, Niemeyer sempre adotou uma postura única em relação ao seu ofício, que o diferenciou em relação a outros profissionais. Um dos seus principais traços foi a adoção das curvas em detrimento dos ângulos e retas, algo que conferia mais fluidez ao seu trabalho. “Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país. No curso sinuoso dos sentidos, nas nuvens do céu. No corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo”, afirmou.

5- Seja constante e faça com que seu trabalho sobreviva ao tempo

Mesmo com uma idade avançada, Niemeyer nunca deixou de parar de trabalhar e de investir em sua paixão. Um de seus últimos projetos, o Centro Cultural em Valparaíso, no Chile, foi terminado em 2007. Seu estilo limpo e moderno também fez com que seus projetos mantivessem sua relevância e continuassem sendo admirados mesmo depois de anos. 


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Marcas Não Olham Para os Consumidores Acima de 60 Anos

Público que movimenta R$ 7,5 bilhões por mês no país ainda é deixado de lado pelas empresas 

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing 

No último sábado, dia 1º de outubro, foi comemorado o Dia do Idoso. Se, ao pensar nisso, vem a sua cabeça uma senhora tricotando ou um avô jogando dominó é hora de rever conceitos. Mais preocupados com a saúde e o bem estar, com um orçamento menos comprometido e com tempo para aproveitar a vida, os seniores mostram-se consumidores em potencial. 

Não é à toa que empresas como Natura, BRFoods, Bradesco, Pão de Açúcar, Avon, Coca-Cola e O Boticário investem cada vez mais em pesquisas para ampliar o conhecimento sobre este target. No Brasil, há 19 milhões de pessoas com mais de 60 anos, o equivalente a 10% do total, segundo informações do IBGE. Juntos, estes consumidores são responsáveis por uma renda mensal que soma R$ 7,5 bilhões. 

Grande parcela desta população, no entanto, está insatisfeita. De acordo com um levantamento realizado pela Brasil Data Senior, que entrevistou 1.500 pessoas com mais de 60 anos entre 2009 e 2010, dois terços relataram que os produtos e serviços existentes não satisfazem suas necessidades. 

Expectativa de vida cresce

Desde 1980, o brasileiro viu a expectativa de vida crescer 10,7 anos e, até 2050, tudo indica que a população estará vivendo, em média, 81 anos. Sem falar que os indivíduos com mais de 60 anos devem chegar a 64 milhões ainda na metade do século. Por isso, é bom que as marcas não percam tempo, redirecionem o olhar para este público e repensem a maneira de agir. 

“A população madura tem novos hábitos e atitudes, completamente diferentes do que se fala da terceira idade. São pessoas mais ativas, otimistas em relação ao futuro, funsionais e, principalmente, independentes. Uma pessoa com 70 anos há três, quatro décadas, se preparava para os seus últimos dias. Hoje, ela faz planos para o futuro. O mercado está diante de grandes oportunidades a serem satisfeitas para esse público”, diz Arthur O'Leary Jr, Diretor Geral da Brasil Data Senior, em entrevista ao Mundo do Marketing. 

Os setores mais explorados, como o financeiro, de saúde e turismo continuam em alta neste segmento de mercado. Há, entretanto, categorias que despertam cada vez mais a atenção destes consumidores, mas ainda não atendem suas necessidades. É o caso do mercado de entretenimento, por exemplo, pensado fundalmentalmente para os jovens. 

Potencial do “Ninho Vazio”

As oportunidades aumentam ainda mais entre aqueles classificados como “Ninho Vazio”, ou seja, casais maduros que vivem sozinhos, e “Solitários”, que compreendem viúvos e descasados. Juntos, estes estágios familiares representam 40% dos consumidores seniores e apresentam renda per capta acima da média, sendo potenciais consumidores de super e hipermercados, feiras, açougues e padarias, medicamentos, cosméticos, telefonia celular, TV por assinatura, lazer fora de casa, planos de saúde e crediários. 

O ticket médio em super e hipermercados do “Ninho Vazio” é de R$ 403,00, enquanto os “Solitários” gastam R$ 231,00. Já o grupo “Multifamiliar”, de domicílios compostos por mais de um núcleo familiar, consome, em média, R$ 413,00 e o “Ninho Cheio” (casas com filhos solteiros morando juntos), R$ 410,00. 

Os números comprovam o maior gasto dos casais que vivem sós ou dos viúvos e separados. A renda familiar também é uma surpresa. Entre os seniores da classe A, o valor chega a R$ 9,3 mil mensais e os gastos com supermercados ficam em R$ 878,00. 

Serviços e diálogo

Apesar da renda movimentada por quem já passou dos 60 anos, praticamente nenhuma empresa brasileira olha com atenção para este público. Há casos isolados, claro, como a Maturi, marca de cosméticos que nasceu para atender os seniores. Mas, de forma geral, ainda não se observam manifestações nesta direção. 

“Não chegamos aos erros ainda. As empresas estão se dedicando pouco. Existe uma ausência de iniciativas para pensar em produtos para este público. Não se pode culpar muito as marcas, porque é um fenômeno recente no Brasil. Houve um aumento abrupto da população e isso vai acelarar nos próximos anos. É um momento para planejar e pensar na oportunidade”, acredita o executivo da Brasil Data Senior. 

Na busca pela conquista deste consumidor, os serviços saem na frente, já que tratam muito mais diretamente com o ser humano e conseguem suprir os desejos do target. É o caso de academias de ginástica com departamentos que trabalham com as necessidades deste público, assim como as agências de turismo que pensam em roteiros específicos. 

Outro ponto importante é o diálogo com o senior. Cabe às marcas tomar o cuidado para não passar a imagem inadequada destes consumidores. Não adianta tratá-los de maneira “especial”. “Pessoas com mais de 60 anos não querem se sentir velhas. Querem viver mais, ter espírito jovem. Não adianta lançar um produto para velho. É preciso tomar cuidado no posicionamento de Marketing. O produto ou o serviço deve atender a necessidade da pessoa vendendo um posicionamento com que ela se identifique”, ressalta O'Leary. 


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Como Superar o Cansaço

Especialista cita motivos para sua energia estar em baixa no trabalho e dá dicas de como reverter esse quadro

Por Camila Pati

O fim do ano se aproxima e a sensação de cansaço cresce para muitos profissionais. Aliada à contagem regressiva para os dias de folga entre dezembro e janeiro, a exaustão torna as horas do expediente mais longas e faz do relógio um grande inimigo corporativo. 

Para piorar este quadro, em muitas empresas agora é hora de garantir que as metas do ano sejam superadas e os resultados entregues. Mas por que muita gente se sente assim? O que estamos fazendo de errado e como fazer para manter o pique durante o ano inteiro?

Para tentar responder a essas perguntas, EXAME.com consultou César Kaghofer, um dos representantes da Dale Carnegie no Brasil. Confira 4 motivos que fazem sua energia se esvair no fim do ano, e como reverter este quadro, segundo o especialista.

Você acha que tem 12 meses para bater as metas

Não, você não tem 12 meses. A menos que queira trabalhar durante os seus 30 dias de férias, lembra o especialista. "As pessoas dividem o ano em 12 e se esquecem de que na verdade são 11 meses", diz Kaghofer. 

Esse erro de cálculo, na opinião do especialista, explica porque nesta época as pilhas de papéis crescem quase que em progressão geométrica nas mesas de muitos profissionais. "As coisas acabam se acumulando e quanto mais eu tenho por fazer, mais eu sofro com isso", diz.

Dica: Planeje o próximo ano de trabalho levando em consideração que terá um mês de férias. "As pessoas precisam aprender a administrar o tempo e planejar metas lembrando que não são 12 meses e sim 11", recomenda Kaghofer.

O expediente aumenta, mas a produtividade não

Brasileiros dedicam mais horas ao trabalho do que a população da maioria dos países ricos, de acordo com informações da Organização Internacional do Trabalho e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Enquanto a média por aqui é de uma jornada semanal de 44 horas, os alemães por exemplo trabalham 38 e são quatro vezes mais produtivos do que nós. "A dificuldade em organizar o tempo, administrar as pessoas e delegar tarefas faz com que as pessoas precisem passar mais horas no escritório", diz Kaghofer. 

Dica: "Produtividade não é trabalhar mais, é trabalhar melhor", diz o especialista. Portanto evitar distrações desnecessárias e organizar o seu expediente para que tudo seja feito dentro do período regular vai evitar que você precise passar a noite trabalhando. Segundo estudos de ciência cognitiva, o ser humano demora em média 15 minutos para restabelecer a concentração após uma interrupção.

Você não organiza sua saída de férias

As férias chegando e nada de você organizar este período. A dificuldade aí é delegar e negociar. "Falta nas pessoas essa capacidade de organizar o período de ausência", diz Kaghofer. 

A consequência é que ou você trabalha como um louco para dar conta de tudo antes das férias - e fica exausto por isso - ou você não sai,você "foge" de férias, deixando o problema para depois. "Há pessoas que quando faltam apenas alguns dias para retornar das férias, já começam a sofrer, lembrando de tudo que está acumulado na mesa de tabalho", diz Kaghofer.

Dica: "Ao sair de férias deixe tudo encaminhado, e isso exige habilidade de negociação com os colegas", recomenda o especialista. Negocie, delegue. Lembre-se, uma postura centralizadora pode ser exaustiva.

Algo no trabalho não vai bem

Cansaço e falta de energia são mais poderosos quando o trabalho não nos dá prazer. Tudo bem que trabalho não sinônimo de diversão o tempo todo, mas é igualmente verdade que momentos de felicidade são mais do que necessários durante o expediente.

"As pessoas que passam a semana inteira ansiando pelo fim de semana e o ano inteiro esperando as férias não estão muito felizes com o trabalho", diz o especialista.
Dica: Investigue os sinais de que talvez você esteja no emprego errado. "O profissional pode estar no trabalho errado ou não estar administrando bem ele", diz Kaghofer.


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Marcas Pedem Socorro


Mudanças constantes na comunicação de marcas as deixam sem identidade com consumidores

Um dos traços mais marcantes de uma marca é a comunicação dela. Os comerciais de TV, um anúncio numa revista, na internet e um outdoor continuam sendo grandes responsáveis por formar a identidade de uma marca no Brasil para a grande massa. A comunicação é a face mais tangível das marcas quando não se está experimentando um produto ou serviço. Agora, imagine a cena abaixo, descrita no “Branding 101, o Guia de Gestão de Marcas de Produto”, escrito por Fernando Jucá e Ricardo Jucá e publicado com exclusividade no Mundo do Marketing.

“É difícil se relacionar com uma pessoa que muda constantemente, não é verdade? Com as marcas é a mesma coisa, traços de personalidade bem definidos ajudam a trazer coerência às ações da marca e dão mais credibilidade a sua promessa central”. Mas é isso que está acontecendo com uma centena de grandes, médias e pequenas. Elas mudam a comunicação a cada hora e o consumidor simplesmente perde a identidade.

Não faltam exemplos disso. Às vezes, dentro de uma própria gestão. Não raro, uma campanha de varejo é totalmente diferente de uma institucional. O grande problema é que muda o Diretor de Marketing, muda a agência de publicidade, muda o ano e a marca muda. Ricardo Guimarães, da Thymus Branding, comentou sobre este fenômeno recentemente e foi direto em minha inquietação.

“Primeiro é preciso entender que a marca não é da empresa, é do mercado, é uma estrutura aberta e interage com todo o público que está dentro dela. Todo mundo pode criar e melhorar a marca, mas não pode ter um gerente e um diretor que é dono da marca. Marca é uma estrutura aberta”, enfatiza.

Problema é originário na falta de essência
O grande gap entre as mudanças está justamente na comunicação. “Não pode definir a sua identidade pela estética. Tem que ser reconhecido pelo significado e pela experiência da marca. Quando você olha para uma roupa Chanel, você vê que é Chanel, não precisa ver a etiqueta”, comenta.

Estamos falando de consistência de marca. Algo que está passando longe do dia-a-dia dos gestores ultimamente. Por isso, Fernando Jucá e Ricardo Jucá dedicaram atenção especial a este tema ao escrever “Independente de onde ela vai acontecer, a comunicação precisa sempre traduzir a proposta de valor da marca e ser facilmente reconhecível pelos seus consumidores. O fundamental é que as diferentes ações de comunicação se somem e se completem na cabeça do consumidor para a construção de brand equity”.

Ao falarmos de identidade, atingimos outra questão que Ricardo Guimarães comentou em nossa conversa: a essência. Se você acompanha este editorial, vai lembrar que nas duas últimas edições enfatizamos este assunto e, agora, ao ver mais um problema, de falta de consistência na comunicação das marcas, esbarramos mais uma vez na essência da marca. É o DNA. E se o DNA está com problemas, tem que mudar tudo.

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Série ETIQUETA PROFISSIONAL - 7 dúvidas e respostas sobre amigo secreto no trabalho

De qual presente dar até como descrever um amigo: veja dicas práticas para não entrar numa saia justa na brincadeira mais tradicional das festas de fim de ano

Por Talita Abrantes

Na maratona até o 31 de dezembro, o amigo secreto no trabalho é quase parada obrigatória para muitas equipes. Apesar da diversão típica da versão profissional desta brincadeira, em alguns casos, o jogo pode trazer algumas leves dores de cabeça para algumas pessoas. A começar por qual presente escolher.

“O presente tem a função de ferramenta de comunicação”, afirma a consultora de etiqueta empresarial Licia Egger. “Por meio dele a gente fala o quanto elas são queridas, ou não”.

Mas o que fazer quando você não conhece o amigo em secreto em questão? E se não gostar do presente que receber? Pior: o que fazer se for sorteado para presentear seu chefe? Confira as respostas de Lícia e as dicas de carreira: 

O que nunca presentear no amigo secreto no trabalho? 

Objetivos demasiadamente pessoais e íntimos. Na categoria inclua roupas íntimas, perfumes, desodorantes e cremes, além de objetivos vendidos em sex shop, livros ou filmes eróticos. Roupas também não são uma boa opção – já que você raramente saberá o tamanho do amigo. 

Atenção também se seu amigo secreto é do sexo oposto e das intenções subentendidas que o presente pode dar a entender. Compre algo que seu amigo possa mostrar para todos - inclusive o chefe – sem ficar ruborizado. 

Quais tipos de presentes são mais adequados? 

Invista em objetos mais genéricos como livros (com as devidas garantias que poderá ser trocado depois), porta-retratos, objetos de escritório e até bebidas alcoolicas (dependendo do ambiente em que você estiver). “Apostar em objetos criativos que tenham alguma ligação com o trabalho quase sempre agrada todo mundo”, diz Licia.

Tirei meu chefe. E agora?

Primeiro, nada de pânico. O seu chefe também faz parte da empresa – como qualquer outro colega. A diferença é que ele está alguns degraus acima na hierarquia. Por isso, nada de querer impressioná-lo com presentes de valores muito superiores ao combinado. Sem querer, isso pode ser um tiro no pé. 

Não sei nada sobre a pessoa que tirei. O que fazer?

Se não conhece, deve procurar conhecê-la. Ponto. De um jeito discreto, é claro. Mas investigue sobre os hobbies, gostos e, principalmente, sobre quem ela é. “Procure dentro do que descobriu, e das suas possibilidades financeiras, agradar quem vai receber o presente”, diz. Pode ser uma ótima chance para se aproximar mais de um colega. 

Como descrever meu colega (sem acabar com a reputação dele e com a minha)?

Escolha adjetivos e lembranças positivas. E fuja, segundo a especialista, de citar as características negativas ou físicas que de algum modo incomodam o colega – ou o depreciam. A especialista afirma: “Se você verbalizar algum pensamento negativo pode humilhar a pessoa. Lembre-se é um momento de confraternização”. Não de apunhaladas, vinganças ou cutucadas. 

E quando eu não gostar (ou odiar) o presente?

Seja gentil e, nem sob tortura, deixe transparecer seu descontentamento. “Temos que ser menos gananciosos. O que vale sempre é a brincadeira”, diz.

Como presentear no amigo da onça (sem fazer bullying)?

Algumas equipes “inovam” e, no lugar do tradicional amigo secreto, preferem a brincadeira do “amigo da onça”. Nela, os presentes tem o objetivo de ser divertidos e, se possível, tirar um sarro da pessoa presenteada. Neste caso, novamente, cuidado para não ofender. “Faça brincadeiras com características da pessoa que sejam simpáticas”, aconselha. 


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