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O Coaching em Seis Etapas

por Alfredo Posse Lago


Termo já de uso freqüente entre pessoas da área de recursos humanos e desenvolvimento de pessoas, o Coaching ainda é uma novidade para muitos. Outro dia recebi um e-mail perguntando o que era Coaching.

Trata-se de um processo educacional planejado, englobando a orientação para a prática de atividades específicas com o objetivo de estimular a pessoa a se motivar para desenvolver habilidades e competências de modo a continuamente aperfeiçoar seu desempenho e seu resultado no trabalho.

Traduzindo: O Coach – treinador, orientador, educador – é co-responsável pelo desenvolvimento de seus colaboradores. Este desenvolvimento deve ser executado de forma planejada, com atividades práticas que possam ser desempenhadas pela pessoa a ser desenvolvida, com acompanhamento e estímulos constantes para aumentar sua auto confiança no atingimento de metas desafiadoras, dentro ou acima do resultado esperado pela organização.

É um processo que, no conteúdo, varia de pessoa a pessoa, e de tarefa a tarefa, e na forma consiste de seis etapas:


1 – Definição ou negociação dos padrões, o que se espera da pessoa – Não podemos cair na armadilha de pensar que as pessoas tem claramente o que a empresa espera delas, em termos de comportamento, valores e resultados. Pessoas são diferentes, e percebem o mundo de maneira diferente. Seu comportamento é reflexo das realidades internas que se formam de acordo com o significado que elas dão aos fatos que observam. Cabe ao Coach traduzir a visão, missão e objetivos da organização em padrões inteligíveis e aceitos pelos colaboradores.

2 – Explicação do porquê e do impacto - Sabendo seu papel dentro da estrutura, porque deve executar determinadas tarefas, e qual o impacto que atitudes e comportamentos tem nos resultados globais, o colaborador sente-se mais estimulado, confiante, seguro e fazendo parte da equipe.

3 – Demonstração do processo – Quando for o caso, o Coach deve demonstrar como fazer a tarefa, uma vez que imagens valem mais que palavras, e dar o exemplo é a base da confiança do colaborador no Coach.

4 – Observar, exercendo o controle positivo – O Coach controla não para fiscalizar, mas porque tem um compromisso de assegurar que o padrão está sendo cumprido. O controle é necessário; sem controle, não podemos mensurar o avanço; portanto não podemos saber se estamos no caminho certo. O colaborador pode participar do controle decidindo como quer ser controlado; Desta forma não se sentirá fiscalizado ou “cobrado”.

5 – Orientar com feedback – É impossível dar feedback consistente sem termos passado pela fase anterior. Sem observação e controle, como saber se o colaborador está se desenvolvendo e desempenhando bem o seu papel? Não existe feedback em cima de “achismos”. O feedback deve ser específico, dado de forma positiva, sem julgamento, deve ser autêntico e manter o foco no futuro e nos resultados. Reconhecimento constante é imprescindível para manter a motivação do colaborador.

6 – Estar aberto para sugestões de mudança – Como as condições se alteram constantemente, o colaborador pode criar uma maneira melhor (para ele próprio) de executar a tarefa. O Coach deve saber escutar e estar aberto para que o colaborador garanta sua motivação ao executar uma tarefa da maneira que ache melhor. A maioria das vezes isto também leva a resultados melhores.

A conseqüência natural do processo de Coaching é o Empowerment, que significa dar poderes a. O colaborador já pode ser 100 % responsável, ao lado do Coach, que também continua com 100 % da responsabilidade. A diferença é que o colaborador se aperfeiçoou e o Coach pode delegar-lhe tarefas e dedicar-se a outras atividades mais importantes.


Alfredo Posse Lago (fredulago@ig.com.br) é consultor e palestrante na área de desenvolvimento de pessoas, com cursos no Brasil e no exterior.

Segundo Consultoria, Momento é Propício Para Negociar Salários

Veja algumas dicas de como "ganhar" seu chefe e conseguir um aumento neste começo de ano 


O momento é favorável para quem busca melhorar a remuneração. É o que aponta um estudo recente da Robert Half, uma das maiores empresas de recrutamento especializado. Foram entrevistados 1.600 CFOs (do inglês Chief Financial Officer) de empresas dos EUA e Canadá. O levantamento mostra que mais de um terço (38%) dos executivos entrevistados estão dispostos a negociar os salários com os candidatos mais qualificados. Apenas 5% dos entrevistados estão menos dispostos a negociar salários.

Os CFOS foram questionados se estariam mais ou menos dispostos a negociar salários com os melhores candidatos a emprego, do que estavam há 12 meses. O resultado da consulta foi o seguinte: Muito mais disposto, 11%; um pouco mais disposto, 27%; nenhuma diferença, 54%; um pouco menos disposto, 4%; muito menos disposto, 1%; não se aplica, 3%.

A Robert Half também produziu sete dicas para quem quer ter sucesso numa negociação salarial. Confira abaixo:

1. Seja realista: Entenda se a empresa está em posição de barganhar e saiba disso antes de tentar qualquer negociação salarial. Caso você esteja pleiteando uma oportunidade em uma 'start-up' ou em uma empresa que tenha anunciado recentemente demissões ou fraco resultado financeiro, a chance de obter êxito pode ser limitada. 

2. Seja assertivo: Não entre em negociações sem fazer a sua lição de casa. Pesquise sobre as últimas tendências de salário em sua cidade, segmento de atuação e cargos, revendo estudos e publicações sobre remuneração, como o Guia Salarial da Robert Half, além de conversar com colegas e headhunters.

3. Espere sua chance: Tenha paciência e aguarde o executivo colocar o tema "salário" na pauta da entrevista e certifique-se de compreender plenamente os requisitos da vaga antes de responder perguntas sobre o seu salário desejado. Consulte potenciais empregadores sobre qual seria uma boa margem de negociação para a posição almejada, evitando propostas nem muito acima e nem muito abaixo da realidade.

4. Busque sua meta: Se a proposta salarial oferecida pelo executivo não atender à sua expectativa, não há problema em propor uma compensação extra. É comum que empregadores iniciem a conversa pelo valor mais baixo, dando margem a negociações.

5. Não blefe: Nunca é uma boa estratégia enganar ou omitir informações sobre sua remuneração atual ou sobre ofertas de emprego com remenurações superiores na tentativa de obter mais vantagem financeira. Em vez disso, tente reforçar o seu valor para a empresa e seja honesto sobre o salário desejado.

6. Não pense apenas na questão financeira: Certifique-se de analisar todos os aspectos de uma oferta de emprego. Um pacote de benefícios generoso ou oportunidades de aprendizado e crescimento podem compensar um salário menor inicialmente, por exemplo.

7.Termine em bom tom: Caso as negociações não saiam da forma esperada, e você decida declinar a oferta, faça isso de forma elegante e em tom de agradecimento. Nunca se sabe quando se pode encontrar o executivo novamente.

Para evidenciar alguns dos principais erros cometidos em negociações salariais, principalmente aqueles cometidos por profissionais em busca de aumento a qualquer custo, a Robert Half produziu alguns vídeos bastante divertidos. As produções fazem parte da série "Não Deixe Isso Acontecer com Você" e podem ser conferidas aqui.

Fonte: Olhar Digital
Fonte da imagem: Gettyimages

Coluna do Marco - Encantamentos


Encantamentos

Fui buscar minha família na volta das férias e o avião iria aterrissar no aeroporto de Campina Grande na Paraíba, cheguei uns trinta minutos antes do previsto para o pouso, me acomodei numa das mesas de uma lanchonete e pedi um cafezinho. Notei que um grupo de pessoas das mais variadas idades estava olhando pelas janelas do pequeno aeroporto. Contei as janelas e o número de curiosos em frente a cada uma delas, calculei por alto e de forma bastante imprecisa um pouco mais de noventa donos de pares de olhos buscando eu não sabia ao certo o quê.

Perguntei à moça do cafezinho:

- O que aquelas pessoas tanto olham para o lado de fora?

A menina me confirmou o que minha desconfiança martelava na cabeça, era o avião. Perguntei se ele já havia pousado e ela me informou que ainda não, mas que estava para chegar. Falei para a atendente da lanchonete que na placa de informação estava indicando que levaria pelo menos mais uns vinte e cinco minutos e indaguei se aquela gente toda iria ficar ali olhando para a pista. A moça deu um sorriso e respondeu que sim.

Pensei, que besteira ficar olhando pra uma pista vazia só pra ver o avião chegar. Dei meu veredicto preconceituoso. 

- Gente atrasada que parece que nunca viu um avião...

Depois, recuperando minha veia de curioso e acendendo a velinha da tolerância que a idade por vezes possibilita iluminar o que é estranho, perguntei de mim para mim mesmo.

- E você, na primeira vez que foi ao aeroporto não ficou espantado também?

E tem mais, pensando de forma mais profunda sobre o assunto, não é que mesmo depois de já ter feito algumas viagens de avião, onde na primeira nem sabia amarrar o cinto de segurança, eu ainda fico danado de encafifado de como um trem daquele tamanho sai do chão e fica no ar voando sem cair, é realmente espantoso, que coisa porreta.

É um processo muito chato e nada interessante ou construtivo este que se dá na cabeça da gente onde as coisas não chamam mais a nossa atenção e acabam perdendo o encantamento, a graça e até o que pode parecer belo acaba se tornado reles e desinteressante.

Trabalhei anos em São Paulo e morava em Santos, todos os dias fizesse chuva ou sol lá ia eu subir e descer a Serra do Mar, fiz tantas vezes este trajeto que parecia estar ligado no piloto automático, ligava na região do ABC e só desligava na entrada da cidade de Santos. Nem via o caminho direito. Saí desta rotina, saí da baixada e mais de quinze anos depois voltei e a visão da descida da Serra do Mar, aquela mesma serra que tantas vezes desci me emocionou de um jeito surpreendente, que visão maravilhosa era aquela, um abismo de tirar o fôlego e por tudo que significava rever aquela paisagem um nó resolveu se estabelecer na minha garganta... 

Minha Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, olha que tive que me segurar para não passar vexame na frente das pessoas diante daquele visual tão comum para muitos que viajavam no ônibus e outros até dormiam profundamente sem se importar com nada que estava sendo exibido na Tv Janela.

Quando participei de um projeto de capacitação para atendimento ao turista, havia entre tantas atividades uma que era muito forte e interessante de trabalhar.

Tratava-se de uma sensibilização em que os alunos do curso deveriam voltar para suas casas no fim do dia e no trajeto foram convidados a sentir os cheiros do caminho, perceber as cores das casas, ver as pessoas nas calçadas, verificar se tinha algo que não haviam notado ainda, uma árvore, uma nova construção, alguma mudança neste trajeto tão cotidiano, tão comum e até certo ponto tão pouco estimulante para ser observado. Pois bem, na aula seguinte sem que ninguém estivesse preparado colocávamos todos em uma sala com luz de velas, com cheiros, sabores, músicas, imagens e dançávamos ritmos diversos e brincávamos de ciranda e ao término acendíamos as luzes e as pessoas iam dizendo o que sentiram, lembraram ou sua impressão sobre a atividade.

E eram tantas as lembranças de lugares, pessoas, situações etc. que muitos iam às lágrimas por reviverem coisas que pareciam soterradas pelo cotidiano e pela velocidade dos fatos que se sucedem no dia a dia. 
Macumba? Pajelança? Hipnose? Histeria coletiva?

Nada disto, na minha humilde avaliação era um exercício que possibilitava a recuperação da nossa capacidade de sentir, usar os sentidos para que estes voltem a se encantar com as coisas que de fato são importantes e que acabam se tornando aparentemente sem valor na linha do tempo. Pequenas coisas, grandes impressões... 

Tem um comercial de um grande banco passando na televisão e na internet que mostra um cidadão careca e banguela sentado num sofá e gargalhando de maneira exagerada quando rasgam um papel na frente dele. Quer discrição de uma cena mais besta e sem graça do que esta? 

Poderia até ser, se o cidadão citado não fosse um bebê que é como dizem, uma fofurinha de neném. E a gargalhada da criança acaba por nos contagiar e fica difícil resistir e não deixar escapar pelo menos um sorriso assistindo a cena. 

E o quanto mexe comigo o sorriso banguela de minha avó...

E o sorriso de tantos velhinhos num asilo que visitei?

No excelente filme nacional Cinema, Aspirinas e Urubus um alemão e um sertanejo se encontram e passam a viver algumas aventuras no agreste brasileiro, lá pelas tantas o nordestino critica o alemão 
- tudo que você vê fica dizendo, “interessante, muito interessante.. que cabra besta pra achar tudo interessante”

O que para um era coisa comum e sem valor para o outro era desafiador a compreensão e lhe causava estranheza, mas não repulsa.

De um papel sendo rasgado ao voo de um avião existem muitas coisas que nos causam encantamento e não devemos perder esta capacidade. É certo que as situações cotidianas e a vivência pode fazer com que nos tornemos mais insensíveis ao que pode parecer interessante. Passamos batidos pelo nascer do sol porque achamos um saco ter que acordar tão cedo para trabalhar, achamos a chuva caindo no telhado um estorvo, pois sair com chuva é desagradável, o sol brilhando num dia de verão é ruim demais para nossa pele. O verde da uma mata ao redor da estrada é por demais monótono, ao ponto de sequer observarmos se tem pássaros nos galhos, um vizinho cantando logo cedo pode nos fazer perder o sono... 

Enfim, tudo pode nos levar ao desapego e ao aborrecimento com a própria vida, vendo problemas onde deveria ver magia. Volto meu pensamento para coisas que me encantam e concluo que não são poucas e muitas das pessoas com as quais convivo e gosto de conviver possuem este mesmo sentimento e retiram de cenários, das sensações, das vivências e de situações que podem parecer corriqueiras, momentos de prazer e celebração da vida.

Penso em aumentar esta motivação de saber e conhecer tudo nesta caminhada até o fim da minha existência, ampliar cada vez mais esta sensação de me afetar com o que o mundo tem e ficar atento a tudo que eu possa lançar meus sentidos. Nada deverá me passar despercebido, nada deverá ser alheio a mim. E assim pensando devo refazer alguns passos e rever alguns conceitos, então: 

- Chega pra lá conterrâneo que eu também quero ver o avião pousar...

Marco Antonio
Cronista e Escrivinhador


Rir no Domingo e Refletir Durante a Semana

Abaixo segue alguns videos que foram produzidos pela Robert Half, vídeos sobre carreira, da série "NÃO DEIXE ISSO ACONTECER COM VOCÊ".





Em busca da sua próxima oportunidade?

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Sobre a Robert Half

Líder mundial em recrutamento especializado


Fundada em 1948, a Robert Half foi a primeira empresa de recrutamento especializado a oferecer profissionais qualificados para a área financeira. Hoje, após mais de 60 anos de experiência em recrutamento, a Robert Half possui um leque de especialidades ampliado e contrata profissionais permanentes e temporários para as áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, engenharia, tecnologia, marketing, vendas e jurídica.

Primeira empresa de recrutamento especializado do mundo, a Robert Half possui ações listadas na bolsa de Nova York e está presente no índice S&P 500, que lista as 500 empresas de maior valor nos Estados Unidos.

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Fonte dos dados, imagens e vídeos: http://www.roberthalf.com.br/

Coluna do Marco - Caminhos dos sonhos


Caminhos dos sonhos

Estive pensando nas invencionices do ser humano... A televisão com o mundo sendo mostrado naquela caixinha é um invento danado de divertido, a internet é uma coisa espetacular pra gente achar antigas amizades e fazer novas, a invenção e utilização da roda encheu a humanidade com possibilidades de poder carregar os troços e atingir velocidades inimagináveis para nossos parentes das cavernas.

Porém, agarro-me a pensar numa coisa que parece não ter sido inventada propositadamente, pelo menos no início, mas que fez com que o homem tenha chegado aonde chegou, literalmente.

Estradas são meios pelos quais vamos seguindo para se chegar onde precisamos, onde queremos, ou nem uma coisa nem outra. Percorrer estradas é realmente o grande desafio da aventura humana. Quando eu era menino, os críticos do governo militar lascavam a lenha na Transamazônica, uma epopeia, uma grande aventura que tinha por objetivo criar uma possibilidade de locomoção dentro da floresta na região norte do Brasil, rasgando uma picada bem comprida dentro da selva amazônica e levar o desenvolvimento para as regiões ditas atrasadas do país. Pois bem, os oposicionistas do governo diziam que seria uma estrada que iria sair do nada e levaria a lugar nenhum.

Onde fica o nada? Em que parte do caminho podemos afirmar que chegamos a lugar nenhum?

Passados os anos me deparo com esta realidade, morando na cidade de Cabedelo na Paraíba, indo e vindo pela estrada que me leva as minhas pescarias, quase na saída da cidade me deparo com uma placa emblemática para mim...

“Aqui começa a Transamazônica, Km 0”.

Pai eterno vim parar no nada?

Quando os primeiros macacos (certo, concordo, não eram macacos de verdade) desceram das árvores e começaram a amassar o mato por onde passavam e eram seguidos por outros que deviam achar interessante este jeito engraçado de andar ereto com apenas os dois membros inferiores, iniciou-se ali a verdadeira aventura humana. Tudo que veio a partir daquilo, sejam autopistas, buracos de metrô, rotas marítimas ou aéreas, viagens espaciais, nada mais são estas tranqueiradas todas que variações daquela picada no meio do mato amassado pelos pezinhos cabeludos dos nossos antepassados, destrepando do galho e pisando no mato. Para mim a ação de descer da árvore foi um ato mais que revolucionário, o homem primitivo (não o macaco) deixa sua área de conforto e parte para o desconhecido. Isto é o que move a humanidade, há que se ter muita coragem para se lançar na estrada.

E assim cada qual tem sua própria árvore para descer e seu caminho para percorrer. 

Nós humanos geralmente engatinhamos antes de andar, e ao iniciar o andar explora-se o espaço do quarto, logo até a sala, até a cozinha, a casa inteira. E a porta se abre...

Lá fora o mistério do desconhecido e a curiosidade proposta pelo mistério do que não se sabe nos convidando a andar para cantos cada vez mais distantes.

Tchau pai, tchau mãe, eu vou por ai.

Andar é próprio do homem, o caminhar pela estrada nos proporciona possibilidades de conhecimentos e muitas vezes sequer sabemos o que nos move neste impulso. Nada se procura com muita certeza e muito se acha na dúvida, o instinto nos impulsiona a andar, seguir em frente. Por vezes escolhemos nossos caminhos, por outras vamos na direção que a estrada segue. 

Sim claro, em muitas ocasiões pegar a estrada é intencional, este vai para Nova Iorque, aquele para Milão o outro está com passagem para Conceição de Piancó, aquela seguirá para os Lençóis Maranhenses, o Amstrong para a Lua, o Nelson para Trafalgar, O Marco Polo para a China, o Sebastião para as cruzadas, o Maomé para o deserto e eu no quilometro zero da Transamazônica com uma certeza medonha de que onde estou não é o nada. 

Uma ponte é um pulinho, uma viagem de avião um pulão, se ando de navio atravesso o chão molhado, se vou á lua ando no espaço com os pés apontados sempre para frente. Queremos ir onde outros já foram, desejamos estar onde ninguém jamais esteve e conhecer a sensação de estar lá. Certamente estar lá, seja onde lá for, é muito diferente de imaginar o lá. Por isso temos que ir e ver a cara do lá.

Lembro bem de uma viagem de trem que fiz para conhecer um conjunto de cachoeiras na Serra do Mar. Muita gente dizia que o lugar era maravilhoso e merecia ser visitado. A estação que descemos ficava há pelo menos uns cinco quilômetros de onde seriam as cachoeiras. Que sofrimento, descemos na estação de Pai Matias, andamos feito camelos com mochilas nas costas, chuva no caminho, roupas encharcadas chegamos ao local.

Pareceu-me por demais enfadonho andar na lateral da estrada de ferro pra ver o mato e tomar banho de cachoeira naquele frio, para outros do grupo o local era lindo. 

Que meio do nada, que canto nenhum pensei eu. O local é maravilhoso, enfim chegamos pensou aquele outro. Intuo então que o nada é o que não se encontrou ainda e lugar nenhum é apenas uma parte do caminho, é o meio e não o fim.

Ir pela estrada é buscar algo, é ir atrás de um sonho. 

O homem saiu da África, atravessou o estreito de Bering, andou andou e acabou povoando o mundo, isto porque, creio eu, sempre que olhava para um lado via ao longe um lugar mais além e talvez pensasse:

- E se eu fosse até mais ali adiante? 

- Por que não ir ver o que tem naquele canto acolá?

E assim sonhava com coisas melhores ou diferentes e assim seguia na direção do olhar curioso e outros o acompanhavam e outros paravam e se estabeleciam dando por finda a viagem, mesmo que aquele lugar parecesse o meio do nada ou lugar nenhum para o que queria continuar a caminhada e seguir em frente. 
A eterna busca do homem o faz caminhar. Abraão ouviu uma voz e saiu andando sem paradeiro nem bussola somente atrás de uma promessa. O povo de Abraão estava estabelecido no Egito e chegou um moço de nome Moisés e convenceu um bocado de gente que teriam que varar deserto afora atrás de uma terra prometida. Eita gente pra gostar de caminhar até por onde não havia estrada. 

Gêngis Khan, Alexandre O Grande, Cezar e muitos outros lideres políticos e militares andaram a pé ou a cavalo perseguindo um sonho, algum sonho ou delírio.

Mao Tsé Tung atravessou boa parte da China falando para o povo que morava no campo para andar junto dele e assim ter um país melhor, convenceu ganhando os chineses na conversa e estes ingressaram na caminhada coletiva que ficou conhecida como A Grande Marcha. No Brasil Luiz Carlos Prestes, antes de Mao, saiu pelo país zanzando de canto em canto conversando com os camponeses que seria muito bom andar com ele e que assim teriam um Brasil melhor, não convenceu, mas bateu o recorde mundial de caminhada com a Coluna Prestes. Até Forrest Gump, mesmo sendo um personagem de filme e fraco da cachola, um dia resolveu sair de casa seguindo pela estrada, andou, correu, andou mais um tanto e chegou onde queria, uma estrada que o levasse de volta pra casa.

As razões para ir pela estrada são muitas e acontecem todos os dias em nossas vidas.

Andar para mim é o efeito colateral de estar vivo, manter o espírito de seguir pela estrada e buscar novas fronteiras é ultrapassar a condição de mero expectador e exercer a capacidade de transformação do sonho em realidade.

Sendo assim vou fechar portas e janelas e meter o pé na estrada que a vida me chama...

Marco Antonio
Cronista e escrevinhador


Dicas de Sucesso: Organizando as Informações Relacionadas à Sua Empresa

Determinar o uso correto de informações de mercado é essencial para o sucesso do empreendedor. Mas como se separa o útil do lixo? 

Toda empresa - grande ou pequena - lida com um enorme fluxo de informações, a maior parte delas relacionadas a tendências de mercado e inovações em seu nicho de atuação. O problema é que a quantidade de informação obtida é muito grande - e nem tudo é útil para a companhia a longo prazo. E aí o empresário tem um problema: ele se vê envolto por planilhas, números e percentuais, gráficos dos mais variados estilos e cores e análises "completas" de todos os tópicos possíveis e imagináveis, empilhando gavetas e servidores, para nunca mais serem revisitados.

A questão do "lixo empresarial" tornou-se mais contundente recentemente, com a virtualização de arquivos antigos. Hoje, é comum diretores e CEOs levarem em consideração espaços em disco e unidades de armazenamento dedicados exclusivamente à manutenção de informações mercadológicas úteis e pesquisas. Com base nisso, veja algumas dicas que podem auxiliar o empreendedor a otimizar o uso de seu espaço, mantendo apenas material que é conveniente à sua empresa - e dando fim ao lixo acumulado:

Melhore o que você já tem: a sua empresa só evolui até onde o conhecimento de mercado dela permitir. Isso dito, é primordial separar "o joio do trigo". Revisite seu arquivo de pesquisas e veja o que, de acordo com a posição que a sua empresa representa no mercado hoje, ainda pode lhe servir. Material antigo demais ou muito atrelado a outras áreas de negócio geralmente constituem a maior parte do lixo. Uma faxininha cai bem...

Aprimore processos de pesquisa: De nada adianta você encomendar pesquisas se você não sabe o que quer com elas. Defina um nicho de atuação e, quando os resultados chegarem, faça com que todos os funcionários tenham acesso a eles. Assim, todos os que lerem podem ter ideias e interpretações diferentes, levando a novos insights e colaborando mais com os frutos que vierem desse estudo, o que nos leva ao próximo tópico...

Invista em seu pessoal: Profissionais especializados em análise, embora muito valorosos, estão em falta. Quando se requer o serviço de um, geralmente um cheque com muitos zeros pode ter que sair do bolso da empresa. Por mais que esse gasto sempre seja recomendado, é interessante também que seus gerentes e profissionais "de mesa" também sejam capazes de interpretar tais dados. Nem sempre o analista estará disponível (ou você estará disposto a gastar o que ele vai pedir...).

Incentive e viralize: Existe uma atribuição das pesquisas que poucos empresários usam. Elas podem fazer com que seus funcionários queiram se dedicar mais. Através dos dados em suas mãos, você pode encorajar a experimentação, fazer com que um empregado ouse mais e tente mais inovações. A confiança dele aumentaria consideravelmente, sem falar nos benefícios de relacionamento.

Fonte: Olhar digital
fonte da imagem: gettyimages

Estratégia, Plano ou Modelo de Negócio


Por Maria Augusta Orofino

Pesquisadores destacam que o conceito modelo de negócio é um fenômeno recente. Na literatura acadêmica o termo business model surge pela primeira vez em 1975, ganhando força a partir dos anos 90, em decorrência dos negócios emergentes das empresas ponto com. Até meados do ano 2006, encontrava-se praticamente ausente de todos os livros mais influentes sobre a estrutura organizacional, estratégia e gestão empresariais. A era digital e o advento da internet permitiram às empresas vivenciarem novas formas de criar valor considerando a possibilidade de atuar em rede e de se beneficiar dos resultados de outros parceiros. Isso expandiu o conceito que deixou de se referir apenas aos negócios no contexto do comércio eletrônico.

As organizações começaram a trabalhar em parcerias, oferecer uma proposição conjunta de valor, construir multicanais em redes de distribuição, obter receitas e lucros oriundos de diferentes fontes.

Consequentemente, as transformações organizacionais acabaram sendo beneficiadas pela agilidade proveniente das novas tecnologias, proporcionando o desenvolvimento de novas formas de criação de valor e de transações comerciais entre empresas que viram suas fronteiras serem ampliadas, contribuindo, assim, para a geração de modelos de negócio inovadores.

Como decorrência desse movimento, o conceito de modelo de negócio foi expandido para além das fronteiras da internet ou do ambiente web, passando a caracterizar uma nova unidade de análise organizacional e identificar como as empresas podem realizar negócios agregando valor para os seus clientes. Atualmente, falar em modelos de negócio é discutir uma forma de melhorar a maneira de realizar negócios sob condições de incerteza.

Pesquisas destacam que modelo de negócio tem sua maior identificação nas áreas de inovação tecnológica, posicionamento estratégico, como criação de valor, vantagem competitiva e desempenho organizacional e tecnologia da informação, especialmente em comércio eletrônico. Podem também ser considerados como elo entre a estratégia, processos organizacionais e sistemas de informação, que facilita a comunicação entre os mesmos e permite compartilhar do conhecimento.

Modelo de negócio não é um plano de negócio ou uma estratégia organizacional. Por um plano de negócio entende-se o documento descritivo que apresenta o estado atual e futuro de uma organização, relata os objetivos de um negócio e as etapas que devem ser cumpridas para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas, possibilitando conduzir o negócio a uma maior probabilidade de sobrevivência a longo prazo.

A geração de modelos de negócio inovadores representa uma nova fonte de vantagem competitiva, pois pode resultar na criação de valor organizacional e na mudança da
forma de fazer negócio, tornando-se um novo padrão para o surgimento de novos empreendedores de sucesso.


Fonte: Brasil Econômico Versão Impressa
Fonte da imagem: gettyimages

Sério, Isso é Trabalho?

Empresas abusam da criatividade e montam escritórios temáticos que mais parecem parques de diversões 

Por Fábio Bandeira de Mello

Seja bem-vindo! Aqui você pode desfrutar de salão de jogos, sala de relaxamento, massagista, rede Wi-Fi, videogame, salinhas de bate-papo e uma lanchonte personalizada com muitos doces à vontade. Não, não estamos falando de um clube ou de um hotel cinco estrelas. Esse é um novo conceito de escritório que está virando moda pelo mundo e que busca aliar um espaço físico diferenciado com um ambiente extremamente prazeroso para os funcionários.

Mas não se engane em achar que as empresas que adotam um método diferente em gestão – oferecendo toda essa "mordomia" aos funcionários – não trabalham. Pelo contrário: por trás de tudo isso, os colaboradores têm metas e prazos para cumprir e precisam organizar seus horários da forma que melhor lhes convêm. "Adotar um ambiente irreverente tem sido a solução usada por muitas empresas para estimular a criatividade e a produtividade dos seus funcionários. Desfrutando de uma atmosfera de descontração, o funcionário se sente menos pressionado e isso melhora o seu desempenho.", explica Priscilla Nardini, designer de ambientes e sócia da M&N Ambientes.

Grandes empresas como Google e Facebook tornaram esse conceito de escritório algo mais conhecido. "Esses gigantes da informática enxergaram que oferecer liberdade e descontração é rentável quando a prioridade da empresa é inovar e oferecer ao seu consumidor final serviços e produtos personalizados", comenta Priscila. Para ela, não são somente as duas companhias que adotam esses princípios. "Essa abordagem é usada, principalmente, em empresas que exigem muito da criatividade dos funcionários. São os casos de escritórios que necessitam inspirar seus funcionários a fugir do senso comum", destaca a designer.

Porém, não fique triste se o seu local de trabalho não utiliza esses artifícios. Não são todas as empresas que se adequam a esse conceito. A irreverência é permitida em alguns lugares por que essa característica faz parte da identidade da empresa. "Imagine um hospital ou um escritório de advocacia com um escorregador no meio da sala? Pense como seria estranho ter uma pista de skate dentro de uma repartição pública", lembra a consultora em RH Flávia Dantas. Para ela, a pitada de ousadia deve ser bem pensada para não ir contra os princípios da própria empresa.

Então, se o escritório em que você está não ousa tanto, vale a pena ao menos imaginar como seria legal trabalhar em um lugar assim.

Conheça alguns edifícios comerciais e escritórios que se destacam pela valorização dos ambientes:

Albert France Lanord Architects (Suécia)

O prédio tinha tudo para ser um set de filmagem típico do Batman. No entanto, os 1.200 m² desse antigo abrigo anti-atômico é a sede da Albert France Lanord Architects, na Suécia. A construção explora os contrastes das pedras rústicas com as curvaturas do vidro e as estruturas modernas do aço. 

Red Bull (Inglaterra)

Descer de escorregador ou de escada? Essa é a dúvida no dia a dia dos funcionários da Red Bull, em Londres. A moderna sede da empresa reflete a hiperatividade e o senso de diversão que o consumo da bebida, segundo seus fabricantes, proporciona. 

Bastard Store Studiometrico & Office (Itália)

Em seu coração, um parque de skate acima do piso principal. Essa é a arrojada instalação da Bastard, provavelmente para dar sensação de liberdade e fazer os clientes sonharem com roupas, acessórios e equipamentos. 

Threadless (EUA)

Dizem que os funcionários da camiseteria Threadless T-shirt se divertem mais no trabalho do que você nos fins de semana. O escritório está cheio de itens para entreter, como mesa de ping-pong, máquinas de jogos de vídeo e uma rampa de skate em miniatura. 

Ogilvy & Mather (China)

Com o objetivo de oferecer aos seus funcionários um ambiente que inspira a criatividade, a sede da Ogilvy & Mather – no centro da cidade de Guangzhou, China – é uma base de artes e cultura na região. 

Google (Suíça)

O Google se transformou em um ícone no quesito "escritórios arrojados pelo mundo". Na sede da empresa em Zurich, Suíça, é possível encontrar ambientes bem diferentes, como hiper salas de relaxamento, escorregador, entre outras diversões para seus funcionários. 

Pons and Huot (França)

As empresas Pons e Huot uniram-se para criar um escritório em que a privacidade e a concentração estão em primeiro lugar. As mesas dos funcionários ficam em uma espécie de bolha isolante e o espaço temático com árvores passa um ar de tranquilidade para a realização do trabalho. 

Selgas Cano Architecture (Espanha)

O escritório de arquitetura da Selgas Cano traz um padrão de interior bastante singular. Ele está totalmente imerso no ambiente natural ao seu redor. Sua estrutura branca com paredes de vidro tubular faz com que a natureza seja sua verdadeira decoração. 

Facebook (EUA)

Na sede da empresa na Califórnia, os próprios funcionários foram entrevistados para saber o que eles queriam para tornar o ambiente mais aconchegante e produtivo. O resultado dessa consulta foi um espaço amplo e bem prazeroso. 

Administradores (Brasil)

O cafofo do Administradores também adota um conceito mais cool para o ambiente de trabalho, com direito a intervalo para videogame, quadro para pensamentos aleatórios e ilustrações, além de uma decoração de histórias em quadrinhos. 

MUDANDO O VISUAL

Que tal deixar seu escritório um ambiente mais agradável? Veja algumas dicas simples da designer Priscila Nardini:

- Ambiente limpo e organizado: descontração não é sinônimo de bagunça. Manter a organização de mesas, documentos e arquivos otimiza o tempo e o trabalho. Cada coisa deve ter seu lugar.

- Área de socialização: a copa e a sala dos funcionários devem oferecer conforto. Permitir que os colaboradores se relacionem em seus intervalos de descanso melhora a percepção sobre o ambiente de trabalho.

- Música ambiente: alguns tipos de serviços são bem burocráticos e permitem que uma música suave e em volume moderado seja colocada como forma de estímulo.

- Decoração: a utilização de vasos de plantas, quadros e objetos de decoração humaniza o ambiente e traz referências típicas de uma casa para o local de trabalho. 


fonte da imagem: gettyimages

Felicidade e Competência Não se Terceiriza

por Soeli de Oliveira

A terceirização se revela como uma das alternativas para se obter uma maior produtividade quando o objetivo é produzir mais com menos. Porém, quando o propósito é ser mais feliz ou aumentar a competência, a terceirização parece não ser o melhor caminho. A felicidade e a competência começam dentro de nós e são atributos de nossa inteira responsabilidade.

A altitude que um indivíduo poderá alcançar é diretamente proporcional à sua atitude. A grandeza humana está em assumir e não em “sumir” da responsabilidade por seus erros e fracassos. Grandes realizações estão reservadas para as pessoas de ação; elas não permitem que a ‘paralisia’ das desculpas e do medo as dominem, e se permitem errar e aprender com seus erros com a certeza de que eles não existem, existem apenas resultados.

A construção de todos os nossos recursos mentais e físicos é feita a partir de imagens mentais, diálogos internos, sensações e sentimentos. O sucesso começa em sua atitude. Outras pessoas e as circunstâncias só
produzem em nós o que permitimos. Dez por cento de nossas mazelas são produtos do que nos acontece, os noventa por cento restantes são produtos de nossa interpretação dos fatos. A ‘síndrome do coitadinho’ e
a autopiedade podem servir muito bem para chamar a atenção de outras pessoas, porém, o seu custo é a perda da autoconfiança, autorrespeito e do respeito dos que nos cercam.

O ser humano é como um computador que veio ao mundo sem o manual de usuário. Aprende-se novos comportamentos e apreende-se novos conhecimentos, observando, experimentando e modelando comportamentos bem sucedidos. A vida é curta para aprendermos somente através de nossas tentativas, erros e acertos. É sábio aprender a partir das experiências alheias.

O tempo vale mais do que o dinheiro. Valer-se de consultores, mentores e coaching, é um excelente atalho para a prosperidade. As ciências se multiplicaram neste último século de tal maneira que conhecimento e experiência, que outrora eram recursos caros e escassos, tornaram-se abundantes e relativamente baratos. Se você ainda os acha caros, com certeza ainda desconhece o quanto valem.

A intensidade de nossa vontade é o que determina até aonde podemos chegar. A ação é proporcional ao quanto desejamos o sucesso. Nosso cérebro é um mecanismo cibernético na busca de objetivos. Segundo a Wikipédia: “a cibernética é a ciência da comunicação e do controle, seja nos seres vivos, ou seja nas máquinas. A comunicação é que torna os sistemas integrados e coerentes, e o controle é que regula o seu comportamento”.

Defina seu estágio atual, os problemas que está enfrentando, as dificuldades e insatisfações, e o estado desejado. Também pense sobre onde estará e como estará se sentindo quando alcançar os seus objetivos.

É um passo muito importante para a sua vitória, escrever as suas metas e lê-las três vezes ao dia, antes do café da manhã, antes do almoço e antes de dormir, acrescidas das palavras: “Eu quero!” (ação),“Eu posso!” (habilidades) “Eu mereço!”, “Eu me permito!” (crenças). Seus limites são determinados pelas suas crenças. Se você acredita que é capaz de fazer alguma coisa ou que não é capaz, em qualquer caso está certo.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação, e-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
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Criei Uma Startup, e Agora? Como Fazê-la Crescer e Gerar Dinheiro?

Saiba quais os caminhos que existem para que sua empresa embrionária cresça, se desenvolva e comece a dar os primeiros passos sozinha 

Se você tem uma ideia mirabolante, essa é a hora de colocá-la em prática. O mercado de startups, ou empresas iniciantes, está mais aquecido do que nunca. Investidores estão de olho em projetos inovadores, especialmente no Brasil e na área de tecnologia. Este é um momento positivo para empreender, portanto, é bom aprender como funciona este universo.

Segundo a gerente de relacionamento com startups da Microsoft, Silvia Valadares, as bandas de rock deram lugar às startups. Se antes haviam empresários em busca de talentos musicais, hoje existem investidores atrás de empresas nascentes com alto grau de inovação e grande potencial de crescimento. "Existem mais de 400 incubadoras no país, isso sem falar nas aceleradoras", comenta.

Para quem não sabe, as incubadoras são empresas que buscam apoiar as startups para fomentar um setor que precisa de expansão. Normalmente elas se aproveitam de verbas públicas em editais tanto para si próprias como também para as microempresas incubadas. Para quem possui um modelo de negócios mais tradicional, além de um plano de negócios, as incubadoras são ótimas opções, pois permanecem trabalhando a startup por um período de cerca de três anos até a companhia embrionária andar com suas próprias pernas.

Já as aceleradoras, como o nome sugere, busca um crescimento rápido e não se foca em uma necessidade prévia como as incubadoras. Estas empresas acreditam mais na ideia e no conceito e acabam contando com capital privado. Ou seja, elas funcionam mais como mentoras.

"Dependendo do seu negócio vale a pena buscar por uma ou outra, além de fazer sua parte se candidatando em competições de empresas privadas ou programas de governo. A Microsoft iniciou um projeto que vai implantar seis aceleradoras pelo Brasil. As cidades escolhidas foram o Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Porto Alegre e Natal", diz.

Há ainda os "anjos", nome dado às empresas que fazem investimentos de alto risco em startups. No geral, estes anjos injetam até R$ 1 milhão nas empresas iniciantes em troca de uma participação nos negócios. A diferença é que além do dinheiro, a empresa trabalha ativamente para desenvolver a startup procurando parceiros e clientes.

Na mesma linha, o "capital semente" é como uma fonte de recursos para empresas que já possuem produtos ou serviços no mercado e um mínimo de faturamento. As startups que já estão mais desenvolvidas podem contar com apoio para internacionalização, publicidade, marketing, coaching e outras assessorias que ajudam no crescimento da companhia.

Após a ajuda de um anjo ou "capital semente", é chegada a hora de buscar por um "venture capital". Quando a empresa está pronta para se tornar uma companhia e deixar o status de startup, as venture capitals investem de US$ 2 a US$ 10 milhões para que a empresa decole de uma vez.

"Existem milhões de empresas surgindo por meio de aceleradoras e incubadoras. Na maioria das vezes não é preciso nem ter um espaço físico, basta ter um mentor ou empresas que prototipam a ideia e ajudam a vendê-la no mercado", conclui. Além da Microsoft, o Buscapé, Telefônica, Intel, IBM e muitas outras companhias de tecnologia realizam concursos de empreendedorismo para fomentar a inovação no Brasil.

Você tem um projeto em mente e não sabe como iniciar? Increva-se em concursos e procure empresas que podem te auxiliar nesse começo. Se sua ideia tiver potencial, tenha certeza de que vai chover anjos por aí.

Fonte: Olhar Digital
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MIX de Produtos

*Marcelo Ortega

Todo profissional de vendas (vendedor e gerente) deve conhecer conceitos de vendas como cross selling (venda cruzada) e up selling (venda Ampliada). Eles são conceitos que definem o mapa de oportunidades para prospecção eficaz. É comum, com o passar do tempo, que alguns vendedores se restrinjam a vender melhor uma linha de produto ou serviço apenas, e isso compromete a venda global da empresa. Tenho visto por aí, muitos gerentes de vendas preocupados e sem saber o que fazer para sensibilizar sua equipe de que podem e devem vender muito mais com o “Mix” de produtos que a empresa oferece.



O que é “Mix”de produtos? Todo serviço é um produto de venda. Todo produto é uma oportunidade de venda. Ou seja, Mix é a mistura de todos os produtos e serviços que sua empresa oferece.

Cada cliente pode comprar um ou mais produtos e é neste momento que o profissional de vendas deve mapear oportunidades e começar a vender de maneira mais equilibrada, agregando mais produtos e serviços a uma única venda.

Uma empresa da área Cosmética a qual ministrei palestra recentemente tinha ótimas vendas nos produtos mais fortes, marcas conhecidas. Portanto era fácil para o vendedor “tirar pedidos” de uma linha de sabonete famoso. Mas por outro lado, era preciso começar a vender também outras linhas de produtos. Em minhas palestras de vendas sempre falo do mapa de oportunidades, pois acredito que é o vendedor que deve perceber que lhe sobram produtos para vender e basta planejamento e visualização daquilo que ainda não está sendo bem trabalhado. Veja como funciona o Mapa de Oportunidades:



Quando o vendedor relaciona em seu mapa de oportunidades os perfis de clientes, ele nota que existem 03 situações:


O fato é que quando vendemos um produto e acrescemos mais produtos ou serviços para um cliente, estamos praticando venda cruzada (cross selling).

Quando vendemos a mesma linha de produto em maior quantidade para um mesmo cliente, estamos praticando venda ampliada (up selling).

Sua empresa depende do bom volume de vendas, mas precisa que você vendedor tenha equilíbrio na hora de mapear oportunidades. A margem de lucratividade do produto que mais vende pode ser menor que a de outras linhas de produtos. Depois lembre-se, o investimento que a empresa faz em manter essas outras linhas de produtos, consome o lucro do produto que mais vende. Ou seja, o negócio como um todo vai mal.

Experimente fazer seu mapa de oportunidades, cruzando clientes, produtos, serviços e analisando as “janelas” vazias ou críticas onde você precisa dedicar mais seu tempo para vender.

Após fazer isso, faça sua próxima visita ou telefonema de venda iniciando pelo produto menos vendido nos meses anteriores e argumente com seu cliente sobre todas as vantagens e benefícios que ele vai ter com este. Arrisco dizer que tem muito cliente seu que vai dizer que nem sabias que sua empresa tinha esse tipo de produto.


*Marcelo Ortega é palestrante e consultor focado em melhorar resultados de vendas e produtividade de equipes comerciais. Marce,lo também é autor dos livros SUCESSO EM VENDAS e INTELIGÊNCIA EM VENDAS.
Fonte: Jornal Carreira & Sucesso
Careira e Sucesso


Série SEU NEGÓCIO - Questões Básicas Para o Novo Empreendedor


Aspirantes a sushiman passam meses e meses (quando não passam anos) nas cozinhas apenas preparando o arroz para o chef local. O raciocínio é simples: se o arroz não estiver bom, não importa o que se faça, não vai ser possível servir um sushi de boa qualidade. 

A maioria dos artigos escritos para líderes e empreendedores presume que eles já sabem preparar o arroz. Assim, muitos vão direto experimentar as novas técnicas, sem ter o controle total da empresa e sem saber medir direito o quanto uma determinada técnica foi um sucesso. Por isso, antes de experimentar coisas novas, tenha certeza de que sabe as respostas às questões básicas do empreendedorismo: 

Você presta atenção no seu fluxo de caixa? – Um peixe em um riacho não se importa se a profundidade da água é de dez centímetros ou um metro, desde que a quantidade de água nunca (nunca mesmo) se aproxime do zero. Qual é o seu ponto zero? O que você está fazendo para assegurar-se de que pode continuar a nadar? 

Você quer que seu negócio gere, principalmente, lucro ou imagem? – Um negócio que constrói uma marca, uma impressão digital, um padrão e uma audiência pode acabar valendo milhões (veja o exemplo do Tumblr, sistema on-line que facilita o compartilhamento de informações, fotos e textos para blogueiros, o qual vale muitos milhões de dólares, mas sem lucratividade). Por outro lado, um negócio sem investimento nenhum em marca pode acabar sendo muito lucrativo (considere o consultório de um médico local). Seria ótimo se você pudesse fazer algo para dar à sua empresa o máximo de valor, imagem e lucratividade, mas em curto prazo é bastante improvável. 

Qual é o seu papel? – Você quer ser um freelancer, um empreendedor ou o dono de um negócio? Um freelancer não se preocupa em gerir equipe, pois quase nunca a tem. Um dono de negócio é o chefe, mas vê as coisas como um emprego, um lugar que é estável e lucrativo. Um empreendedor é um tipo de artista, que se joga em situações impossíveis e procura problemas que exijam garra e coração para serem resolvidos. As três opções funcionam, mas escolha a que for melhor para você. 

Você está tentando construir uma equipe? – Alguns donos de negócios procuram diminuir o custo e as preocupações, contratando o mínimo possível de pessoas – e sempre as que têm experiência. Empreendedores tentam forjar uma cultura, treinam, conectam-se com todos e lideram. Donos de negócios se esforçam para que sua equipe faça o que fizeram de bom ontem, mas de forma mais rápida, mais barata e melhor. Empreendedores, por outro lado, sabem aonde a empresa quer chegar, mas também sabem que nada acontecerá se eles não reunirem seu pessoal e lhes derem as ferramentas (algumas novas e sem teste) para chegar lá. O mundo dos negócios precisa dos dois, mas temos de tomar cuidado para não confundir os papéis. Você precisa escolher o que quer ser. 

Qual tipo de risco você aceita? – Existe o risco financeiro, o risco emocional, o risco de marca, entre outros. Você está disposto a colocar suas fichas na mesa todos os dias? E quanto à sua reputação pessoal? 

Por que você está fazendo isso? – Por que abrir sua empresa todos os dias? 


Tenha todas essas respostas na ponta da língua para, aí sim, aprimorar sua liderança. 


Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança 
P.S.: este artigo foi publicado originalmente na revista Liderança do mês de janeiro de 2012. Seu autor é Seth Godin, colunista da publicação.
Fonte: Revista Liderança
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Como Transformar Sua Empresa Num Excelente Lugar Para Trabalhar

Angelica Kernchen

Cada vez mais as organizações têm percebido que, para se destacar no mercado, aumentar produtividade, eficiência organizacional e conservar talentos, precisam elevar o nível de satisfação e felicidade de seus funcionários. Essa percepção deu margem à criação de métodos que avaliam se uma empresa pode ser considerada um excelente lugar para se trabalhar.


Andréa Veras, diretora do Instituto Great Place to Work, conta que, para se ter um excelente lugar para se trabalhar, sob a perspectiva dos funcionários, é preciso ter funcionando dentro da empresa 3 dimensões: confiança entre líderes e liderados na empresa para que trabalham ( credibilidade, respeito e imparcialidade), orgulho do trabalho que realizam e afinidade, e gostar das pessoas com quem trabalham (camaradagem).


Já quando se fala sob a perspectiva da empresa, da liderança, entende-se ser uma excelente empresa para trabalhar aquela que atinge seus objetivos, que tenham profissionais que dão o melhor de si individualmente e que trabalham juntos como uma família, em um ambiente de confiança. “A confiança sempre é a base da nossa metodologia. Se não tiver confiança, você pode esquecer todo o resto”, diz Andréa.


Para a professora dra. Suzana da Rosa Tolfo, que atua na área de psicologia organizacional e do trabalho, se uma empresa pretende ser considerada um grande lugar para se trabalhar, ela deve se atentar aos seguintes pontos:



1)ter boas políticas e práticas de gestão de pessoas, que incluam desde planejamento, recrutamento e seleção de pessoal, remuneração e benefícios, avaliação de desempenho, treinamento, desenvolvimento e educação, oportunidades de carreira e processos de desligamento articulados de forma sistêmica e percebidos como justos pelos trabalhadores;



2)constitucionalismo, ou seja, adoção de normas e regras voltadas para padrões de igualdade e respeito à diversidade;



3)oportunidade de uso e desenvolvimento das competências e capacidades;



4)possibilidade de conciliar trabalho e outras esferas da vida, como a família, sem que o tempo dedicado a um deles se sobreponha por demais em relação aos outros;



5)possibilidade de entender o processo total do trabalho e a sua contribuição para a os resultados, bem como identificar sentido naquilo que faz;



6)ter um bom clima organizacional, com relacionamentos interpessoais saudáveis e chefias preparadas;



7)ter condições de segurança e busca de saúde física e mental;



8)ter uma cultura na qual os valores expostos se aproximam dos valores praticados.



Segundo Suzana, um ponto importante a ser frisado nessa questão é a importância de conciliar os objetivos e metas da empresa com as necessidades dos profissionais que lá trabalham. E só há uma forma de isso acontecer: criando identificação dos profissionais com os valores e os objetivos organizacionais. “É importante que os colaboradores percebam que por meio da adoção e da consecução desses valores, eles podem satisfazer as suas necessidades”, diz ela. Andréa concorda: “fazer essa conciliação é até uma questão de respeito. Se as empresas conseguirem fazer isso, as pessoas vão até ter mais orgulho do lugar onde trabalham. Isso é o ideal. E todo mundo sai ganhando. Ficar numa empresa onde você não encontra alinhamento com seus próprios valores é quase uma agressão. Sua produtividade cai e você faz um sacrifício para estar lá todo dia”.


A satisfação do funcionário e sua felicidade influenciam diretamente na estabilidade profissional e na fidelidade que ele tem para com a empresa em que trabalha. Ambas as profissionais citam que trabalhar a satisfação do profissional deve ser investimento contínuo, e que sempre dá resultado, além de preservar seus principais talentos. “Em empresas que possuem índices altos de satisfação, o turnover é muito menor. Isso é fato”, diz Andrea. E ela insiste que o investimento em pessoas é o que, principalmente, torna uma empresa um excelente lugar para se trabalhar. “As pessoas, às vezes, acham que com toda a crise econômica e desafios de mercado, o investimento em pessoas deve ser deixado de lado. E é exatamente o contrário que precisa acontecer. As grandes empresas para trabalhar já descobriram que se elas investem em pessoas, o resultado volta em negócios. A gente tem várias maneiras de mostrar que o retorno financeiro é evidente quando se investe em pessoas”, completa.


É importante frisar que toda ação nesse intuito deve ser constante, porque mesmo que uma empresa tenha conquistado seu objetivo sendo considerada um excelente lugar para trabalhar, existem fatores podem fazer com que ela perca esse posto. E mais uma vez, as mudanças relativas à gestão das pessoas na organização são citadas: “ameaças de demissão, clima organizacional ruim, compensação inadequada e/ou injusta, limitações para o uso de capacidades e competências e mudanças na cultura devem ser cuidadosamente observadas”, cita Suzana.



A busca pela satisfação tende a mobilizar o profissional. E um profissional motivado, é só ganho para a empresa.




Fonte: Carreira & Sucesso

Melhorar ou Criar


Por Glauberto Lourenço

Começamos com as de pedra, depois vieram as de madeira, as de ferro, mas hoje temos as de alumínio, magnésio, inúmeras funções foram desenvolvidas e criadas: polias, rolamentos, engrenagens, mas todas são rodas. Então deduzimos que, mesmo antes de o conceituarem, o benchmarketing já existia. Isso é notório, caso contrário a evolução antes descrita não teria ocorrido.

Imaginemos então quanto tempo teríamos perdido se esses espetaculares homens tivessem se eximido a responsabilidade de melhorarem a roda pelo simples fato de não os pertencerem a invenção.

Agora nos respondamos quantas vezes fizemos isso? Por quantas vezes nos negamos a oportunidade de aprendermos com as demais pessoas pelo simples fato de não aceitarmos que suas idéias, métodos, fórmulas, funcionem melhor ou mais eficazmente do que as nossas?

Do mesmo modo, por quantas vezes trancamos e escondemos a “fórmula da coca-cola” por medo de ganharem os nossos créditos ou de com mais criatividade e afinco melhorarem nossas idéias. Será que isso nos tiraria o crédito da criação? E o que ou quem te garante que você realmente criou algo? Talvez aquilo que hoje faça como inédito tenha sido, quem sabe, arquivado por várias vezes antes!

Compartilhar idéias, abrir portas, ouvidos e ter a humildade de se permitir e de pedir para que se veja como o “dele dá certo” é uma boa estratégia. Pouparemos tempo, energia, inheiro e aprenderemos mais, pois além de trabalho estaremos consumindo sinergia humana, e esta é rara, em tempos tão competitivos e turbulentos.

Não necessariamente precisamos sair de onde estamos. Podemos simplesmente olhar ao redor, o colega do lado, a outra filial, uma matéria de jornal, revista ou até mesmo na imensa Internet. O importante é ter a certeza que o método se aplica a nossa situação.

A competitividade no mercado não pode impedir que grandes idéias sejam copiadas, einventadas, melhoradas ou até como arriscaria Lavoisier: “transformadas”. O respeito a criação deve ser rigoroso, isso há de ser dito e cumprido. No entanto, a disseminação da idéia deve ser perpétua e rápida. Olhemos para os japoneses e o seu brilhante Kaizen que pede antes de uma nova criação o contínuo melhoramento. Até me pergunto se benchmarketing, não seria uma “dor de cotovelo” dos americanos, pois se bem lembrarmos os vídeos-cassete Beta Max inventados pelos “Yankes” foram dissolvidos pela melhoria japonesa e mundialmente substituídos pelos VHS. Sem falarmos dos automóveis aprimorados por Ford, reinventados pelos europeus e hoje, novamente, melhorados pelos japoneses, já imaginou quanto a Mitsubishi vem melhorando seus carrinhos e os coreanos da Nissan estão a desejar?

Então vamos começar agora ou com benchmarketing ou com kaizen, vamos olhar para os lados, abrir nossas portas, olhos e ouvidos, vamos aprender a pedir e como diria Bial: “Ta na hora de dá uma espiadinha”.

Você conhece seu concorrente, sabe suas diferenças e quais seus diferenciais? Como aquele seu colega conseguiu aquela promoção? O que terá feito seu vizinho que chegou em casa hoje com uma medalha ou troféu? O que sabes fazer, o que podes ensinar a alguém e por isso se destacar entre os demais? Qual foi a última vez que você tentou fazer algo melhor do que já vem sendo feito?

E como já falei de muitos, diria Joelmir Beting: Tudo isso “é para pensar na cama”.

GLAUBERTO LOURENÇO
Fonte: Portal do Marketing

Bela Mensagem Para Começar a Semana

Gordon B. Hinckley conta uma antiga história que seu pai contou a ele de dois garotos que transformaram um dia comum de brincadeiras em algo para ser lembrado para o resto da vida.


Boa semana a todos.

Marcelo Cabral
consultor

O Que Seu Negócio Pode Aprender Com a Zappos

Steve Hill, vice-presidente da empresa que fatura 1 bilhão de dólares ao ano, destaca a cultura da companhia e o cuidado com clientes como essenciais

Por Débora Álvares

O segredo do faturamento de aproximadamente 1 bilhão de dólares por ano do site de e-commerce norte-americano Zappos está em três fatores principais: cultura, clientes e roupas (os três Cs, do inglês, culture, clients e clothing). É o que afirmou o vice-presidente de merchandising da marca, Steve Hill, durante a palestra que abriu a feira de sapatos Couromoda nesta terça-feira, em São Paulo.

A Zappos tem parcerias com mais de 1,1 mil marcas e um estoque que, atualmente, passa de 3 bilhões de bolsas, sapatos, roupas e acessórios. Os artigos vendidos são selecionados por uma equipe especial, que acompanha de perto feiras e exposições nos Estados Unidos e também na Europa em busca de novas marcas e produtos que possam agregar valor à empresa.

Entre os parceiros há entre 30 e 40 marcas brasileiras.Os 130 compradores trabalham cada um com uma categoria de roupas,calçados e acessórios que tem a ver com seu perfil. “Nossos funcionários dessa área tem paixão por aquilo que compram o que nos garante saber o que vai surgindo em cada área”, diz.

Aparentemente piegas, a cultura da empresa foi o que rendeu à Zappos o investimento da Amazon, em 2009. Segundo Hill, todo o sucesso começou com foco nos valores da empresa. “Temos uma lista com os 10 valores centrais. Descobrimos que a visão e a cultura podem inspirar a evolução do negócio”, conta. Entre esses valores estão humildade, paixão e determinação, fazer menos com mais, ser aventureiro, criativo e ter a mente aberta, entre outros.

O executivo explica que esses valores - que não devem ser confundidos com um conjunto de normas de ação - são de certa forma compartilhados com todos que lá trabalham. “Todos temos valores e nos interessa que a equipe esteja alinhada nisso”. Por isso, destaca Hill, as entrevistas para contratações se baseiam não apenas na avaliação da aptidão técnica, mas em conversas sobre afinidade com os valores centrais da empresa. “Acreditamos que, se vamos ter valores centrais, temos que contratar e despedir baseados nisso.”

Os funcionários são estimulados não apenas a seguir a linha de pensamento da companhia como a compartilhar isso, seja pelo twitter ou até mesmo com comentários em um livro publicado anualmente. “Os empregados têm a oportunidade de dizer como a cultura da Zappos tem a ver como cada um. A transparência nos ajuda a construir nossa marca”, ressalta.

Também há estímulos para que os gerentes da loja virtual realizem ações fora do escritório, como corridas. “O envolvimento da comunidade fora do escritório ajuda a construir nossa cultura e nossa relação com os funcionários.”

Relacionamento

Mais do que escolher funcionários que combinem com a empresa, a Zappos valoriza a relação com o comprador. Além de entregas expressas que podem ocorrer dentro dos Estados Unidos horas após a compra e devoluções gratuitas, a interação com os clientes é essencial, conta Hill. “Não temos medo de falar com nossos clientes. O atendimento é o que impulsiona o nosso negócio.”

Para a Zappos, o call center, com funcionamento todos os dias, é a ferramenta mais eficiente para conquistar o cliente, na frente de chats, e-mails ou ferramentas como fale conosco e dúvidas frequentes. “Como somos online e não temos interação no balcão, valorizamos nosso call center. Os funcionários são preparados, acima de tudo, para deixar o cliente feliz com a ajuda prestada.

Encorajamos a ficar com o cliente no telefone quanto tempo for necessário", explica.

Sucesso

“Muitos me perguntam como ser bem sucedido e eu respondo, de forma clichê, mas real: Faça o que tem paixão, aquilo que, daqui a 10 anos, te faria feliz mesmo sem ganhar um centavo", ensina. Segundo Hill, isso é o mesmo que entregar-se à felicidade. “Essa frase resume como nos sentimos como empresa que pode cuidar de clientes e funcionários”.

Steve Hill destaca a importância de pensar além do dinheiro e do lucro, mas também nas motivações dos funcionários. “Queremos inspirar os funcionários e, para isso, tentamos fazê-los acreditar na empresa”.


Fonte da imagem: google imagens








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