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Gestão de Metas: Como Implementar a Metodologia OKR?

5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas.

Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos transmitir. Simples assim.


Acredite ou não, acabamos de definir um OKR. Incrível, não? Eles devem ser sempre assim, simples o suficiente para que você os entenda e se sinta entusiasmado a alcançá-los. Agora que temos nosso objetivo estabelecido, vamos ao que interessa. Quais são os passos para a implementação de um sistema eficaz de OKRs?

1. Entender que OKRs são parte da cultura da Empresa.

Uma cultura de OKR se estabelece quando há um interesse real de uma empresa em estabelecer um processo estruturado para o alcance das metas. Imaginamos que ao ler a palavra "cultura", alguns pensamentos negativos do tipo "minha empresa não está preparada para isso" ou "não sei por onde começar" possam ter vindo à sua mente. Não se preocupe se isso aconteceu, o Google também passou pela mesma situação no início. Inclusive, essa metodologia foi implementada quando o Google ainda não era o "Google". Apenas um grupo de profissionais no primeiro ano de nascimento da empresa, mostrando que é possível sim que qualquer empreendimento possa estruturar seus OKRs, independente de seu tamanho.

2. Entender que OKRs ajudam a classificar o que é prioridade.

OKRs nada mais são do que um conjunto de objetivos inter-relacionados que, alcançados de forma individual ou coletiva, vão contribuir para os objetivos macro de uma organização. Dessa forma, eles são vitais para que o profissional entenda o seu escopo de trabalho e saiba onde direcionar seus esforços e onde não gastar energia. Podemos afirmar sem medo de errar que uma gestão objetiva de OKRs eleva a produtividade e reduz de forma grandiosa o tão temido stress no ambiente de trabalho. Além disso, ao produzir mais, a auto estima do funcionário aumenta, reduzindo problemas relacionados à saúde e falta de motivação. Ou seja, todos ganham.

3. Entender que OKRs são mensuráveis e devem ser simples.

Parece óbvio, mas não é. OKRs devem ser bem objetivos e existe uma regra de ouro para criá-los: (a) todos devem, obrigatoriamente, conter números. (b) todos devem ser mutualmente acordados entre gestor e profissional. (c) cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados chave para cada objetivo macro. (d) ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos bottom up, ou seja, pelo próprio profissional que trabalhará neles (falaremos disso no próximo item).

4. Entender que OKRs seguem duas vias: Top Down e Bottom up.

Isso é muito importante e gostaríamos de enfatizar. O modelo tradicional de formação de objetivos é feito exclusivamente de cima pra baixo, muitas vezes acordados em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Nós trabalhamos com uma proposta diferente: 40% são OKRs definidos por nossos Vice Presidentes e Diretores, que nos passam a direção, enquanto 60% são OKRs definidos por cada indivíduo na empresa, que define como será o caminho. Para exemplificar, seria como o presidente de um clube de futebol definisse em seu OKR a meta de "ser campeão brasileiro de futebol da série A", e o técnico desse clube, ao receber 40% desse OKR (a direção é ser campeão), define os 60% faltantes que devem ser feitos para isso acontecer: "importar táticas consagradas da Europa, contratar jogadores de peso, etc.". Como você pode ver, o presidente não deve pensar em detalhes de como o clube será campeão, mas ele deve garantir que há alguém pensando no que deve ser feito para que isso aconteça. O mesmo raciocínio serve para qualquer organização. Além disso, se você planeja elevar o engajamento dos profissionais de sua organização, experimente envolvê-los no processo de elaboração de objetivos e se surpreenda com os resultados.

5. Entender que OKRs são públicos para toda a empresa e promovem o engajamento de todos.

A ideia de gerenciar OKRs não públicos soa tão ineficaz quanto ler um livro no escuro. Manter a cultura de OKRs viva é uma tarefa de todos, e internamente todos os Googlers (termo utilizado a quem trabalha no Google) registram seus OKRs trimestrais em nossa intranet, tornando-os acessíveis a qualquer interessado. Ao fazer isso cria-se um sentimento de engajamento ao perceber que todos os objetivos estão relacionados tanto verticalmente quanto horizontalmente, dando-nos a percepção de que caminhamos todos no sentido certo, como um grande time.


Mônica Santos é Diretora de recursos humanos do Google na América Latina.
fonte: endeavor

4 Hábitos do Seu Chefe Que Você Deve Copiar

A personalidade dos seus superiores deve ser uma fonte de inspiração para o seu desenvolvimento profissional. Confira 4 hábitos do seu chefe que você deve copiar

O seu chefe ocupa esta posição por um motivo: ele já trabalhou bastante para crescer profissionalmente. Por esse motivo, a forma como ele age no trabalho deve ser uma fonte de inspiração para o seu próprio desenvolvimento. Afinal, você também quer ser chefe algum dia, certo?

Confira 4 hábitos do seu chefe que você deve copiar:

1. Organizar os e-mails

O seu chefe provavelmente recebe uma grande quantidade de e-mails por dia. Isso faz com que ele seja pressionado a responder todos e manter a caixa de entrada organizada, facilitando o controle de informações.

2. Pressionar as pessoas

Pressionar as pessoas de forma saudável é um grande incentivo para tirar o melhor trabalho delas. Não tenha medo de fazer isso com os seus colegas de trabalho.

3. Não aceitar uma resposta negativa

As pessoas são capazes de fazer a maior parte das coisas para as quais elas dizem “não”. Deixar de aceitar essa resposta faz com que você incentive os seus colegas a crescerem profissionalmente também.

4. Não esquecer da competição

O seu chefe sabe que muitas pessoas no escritório querem o cargo dele, e isso provavelmente é um motivo para ele continuar se desenvolvendo. Aproveite este comportamento.


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Qual o Período Ideal de um Planejamento Estratégico ?


O período mais “adequado” varia de acordo com a natureza do negócio, com o estágio de desenvolvimento da organização e com a volatilidade do ambiente externo.

O objetivo do planejamento estratégico é definir uma direção para a empresa. E o processo de definição é tão importante quanto o plano. É um momento de reflexão, discussão, interação – de avaliação interna de forças e fraquezas, das oportunidades do mercado, do perfil da concorrência, da elaboração de planos e definição de objetivos e metas.

Mas, não basta definir uma direção. A estratégia tem que ser traduzida em planos e projetos específicos. Em cada caso, é preciso definir

· Os objetivos a serem atingidos por cada estratégia , preferencialmente de forma quantitativa

· Como será atingido, quais a ações requeridas para atingir o objetivo

· Quais são os recursos necessários para implantar cada estratégia – humanos, financeiros, tecnológicos, etc...

· Os obstáculos a serem superados

· As responsabilidades e prazos – quem fará o que, quando

· O retorno esperado sobre o investimento

Caso contrário, não se tem um plano, mas apenas um desejo, um wishful thinking

E, o prazo do plano varia significativamente de empresa para empresa.

Por exemplo, no caso de uma empresa produtora de celulose, - considerando que são precisos 7 anos para se implantar uma floresta e disponibilizar matéria prima, 3 a 4 anos para planejar, projetar e construir uma fábrica, o plano precisará ser necessariamente de longo prazo. Como o negócio é altamente de capital intensivo, o retorno sobre o investimento dependerá inclusive do timing de implantação do empreendimento, e até mesmo cenários de oferta e demanda de longo prazo são necessários para um bom planejamento.

Já no caso de um start up de tecnologia, para o lançamento de um novo serviço, ou de um novo produto, com uma tecnologia inovadora, o horizonte do plano será bem mais curto, pela própria falta de elementos para um planejamento mais detalhado em um horizonte de tempo longo. Ainda assim, normalmente se desenharão cenários de mais longo prazo, procurando definir como o novo serviço ou produto estará competindo no mercado, que vantagens competitivas sustentáveis a tecnologia terá no futuro, mas fica muito mais difícil detalhar de forma concreta estratégias específicas de prazo mais longo. Assim, o plano será mais dinâmico e precisará ser revisado e renovado com maior frequência e sempre que surjam fatos novos importantes.

Luiz Kaufmann é membro do Conselho de Administração da GOL Linhas Aéreas Inteligentes e da PACCAR Inc. nos Estados Unidos.
fonte : endeavor
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Sem Estresse: Confira 2 Maneiras Para Viver Mais Tranquilamente

Entenda também por que viver estressado pode trazer riscos a sua vida

Viver constantemente sob pressão não é agradável, afinal você sente não apenas aquela sensação de esgotamento, como também parece que essa sensação toma conta dos outros âmbitos da sua vida – muito embora eles não tenham relação aparente. Pois saiba que o estresse é, em numerosos casos, mais do que incômodo: ele causa danos à saúde.

O contínuo sentimento de exaustão aumenta em 25% as chances de ataque cardíaco e em 50% a ocorrência de um AVC. Isso porque, se você não se libertar das causas do estresse, seu corpo se acostumará a funcionar deste modo, causando danos irreversíveis no seu sistema cardiovascular. Outros efeitos possíveis são o envelhecimento acelerado do seu corpo, imunidade baixa e até a redução da quantidade de massa cinzenta do seu cérebro.

Para que você não corra estes riscos, a Universia Brasil reuniu 3 dicas para que você consiga ter um ritmo de vida mais tranquilo. Confira-as a seguir:

1 – Altere sua rotina

Identificar a causa do seu estresse é o primeiro passo. Se você está trabalhando demais, porque tenta dar conta de várias atividades simultaneamente ou então porque estabelece metas mais altas do que você de fato pode alcançar, comece a ser mais realista. Por exemplo, faça uma tarefa por vez. Além de diminuir a tensão, você consegue focar propriamente no projeto e ter um desempenho superior em sua execução. Quanto aos objetivos, continue sendo ambicioso para que assim você consiga o tão almejado sucesso na carreira. No entanto, o conselho neste caso é procurar uma ascensão profissional gradual, na qual você não se sinta muito pressionado a obter incríveis resultados com tão pouco tempo na área.

Mudar seus hábitos é também recomendável. Então, reduza o consumo de café – responsável pelo aumento da pressão sanguínea e dos níveis de cortisol no corpo –, alimente-se melhor e durma bem. Mantendo a saúde em dia, você garante que está apto biologicamente a realizar um bom trabalho, sem ter que se esforçar muito apenas para manter os olhos abertos.

2 – Aprecie a vida

Relaxar é a solução mais óbvia, porém mais difícil para aqueles que não conseguem se desvencilhar do trabalho. Por isso, se empenhe para encontrar ao menos uma atividade que alivie a tensão do dia-a-dia. Algumas opções são: exercitar-se, pois, além de fazer bem ao seu corpo, causa uma sensação de bem-estar devido à produção de endorfina; dar risada, pelo mesmo motivo; meditação e exercícios de respiração, para que você relaxe não apenas o corpo, como também a mente.


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Como Manter o Foco em Tecnologias Emergentes

Conheça alguns truques para ficar por dentro do que há de mais novo em TI

Saber o que existe na superfície de mercado não é mais suficiente. Em tempos de tecnologias disruptivas e empresas cada vez mais digitais, um mergulho profundo pode trazer benefícios consideráveis a sua organização. Mas como ver tudo o que é relevante nesses tempos tão urgente? O site norte-americano TechRepublic listou nove dicas para ajudá-lo nessa tarefa. 

1. Observe o mundo de consumo

A maioria das inovações recentes vem pelas mãos de consumidores finais. A premissa é mais verdadeira se observarmos as movimentações no campo da mobilidade (smartphones, tablets, serviços em nuvem, games). Fica cada vez mais difícil ignorar “corporativamente” as tecnológicas nascidas originalmente direcionadas ao B2C. Ignorar isso é por sua conta e risco. 

2. Encontre um tecnófilo

Enquanto alguns gostam de serem chamados de “nerds” ou “geeks”, toda organização ou ciclo social tem um ou dois “tecnófilo”, aquele cara que está sempre por dentro das novidades tecnológicas. TI, aliás, é um habitat natural desse perfil; contudo, engenharia e departamentos de marketing abriga pessoas ligadas nas tendências e que, certamente, poderão agregar.

3. Recorra a um especialista 

Não tem certeza dos rápidos impactos que as mudanças trazem a sua companhia? Chame um especialista em temas que lhe afligem para que ele possa dar um panorama do que está acontecendo e sugerir ações para sua organização. Tenha em mente que esse conselho pode considerar a assinatura de um cheque, afinal, não espere bons conselhos (apenas) de graça. 

4. Suje as mãos

Se você realmente quer experimentar conceitos novos, há poucas coisas melhores do que colocar a mão na massa e construir alguma coisa com essas tecnologias. Escolha aquelas de acordo com sua urgência por conhecimento, interesse pessoal ou as que tenham impacto mais significativo nos negócios da sua organização e vá testando. 

5. Jogue o jogo

Seus filhos ganharam um novo videogame, que tal gastar uma tarde jogando com ele? Talvez, em algumas horas você aprenda um pouco mais sobre sistemas de conectividade do dispositivo, os mecanismos de distribuição de conteúdo, as opções de redes sociais... Games, frequentemente, puxam plataformas computacionais até o limite. Além disso, consoles modernos viraram centrais complexas de mídia e comunicação. 

6. Passeie por grandes lojas

No Brasil, essa dica fica um pouco difícil de ser executada no âmbito de lojas físicas. Mas, na essência, a ideia é ir até uma Best Buy da vida e ver a dinâmica do que ocorre por lá, testando e questionando os atendentes quanto aos produtos nas gôndolas. Isso permite, ainda, compreender como os fabricantes de tecnologia estão fazendo para gerar interesse em seus produtos. 

7. Tenha um orçamento pessoal de P&D

Ok. Nem sempre é possível comprar aquele novo e descolado dispositivo. Agora, é interessante reservar uma verba para adquirir, ocasionalmente, eletrônicos de consumo interessantes e modernos. Tecnologias vestíveis (wearables) são um tópico quente no momento. Então, por que não desembolsar uma fração – pequena – do salário em um smartwatch que pode lhe dar noções de aplicação da tecnologia?

8. Leia, ocasionalmente, livros “cabeludos”

Em um intervalo que vai além dos próximos três anos, praticamente tudo que se fala sobre TI é mera especulação. Apesar disso, vale a pena prestar atenção nas previsões que futuristas fazem com relação aos limites das tecnologias. Afinal, projeções quanto a computação orgânica ou quântica, inteligência artificial, etc, apesar de parecerem apenas ficção científica, tem o componente de ciência em seu núcleo – seja para algo concreto ou apenas uma divagação. 

9. Busque referências além da sua empresa/indústria

Alguns gurus da inovação chamam isso de “polinização cruzada”. É interessante o que o estágio de uma indústria pode ensinar a outra – seja pelo grau de adoção da tecnologia, alinhamento de processos ou outro mecanismo. Exemplo? O grupo de médicos e enfermeiros de um hospital norte-americano reduziu drasticamente o tempo cirurgia observando as rotinas de troca de pneus/abastecimento de um carro de Fórmula 1. Assim, tente identificar verticais ou processos que podem trazer algum benefício quando aplicado ao seu negócio.


Fonte: CIO
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4 Dicas Para Não se Arrepender da Sua Escolha Profissional

Autor: Roni Silva

Você passa em média oito horas do seu dia trabalhando, sem contar o tempo de locomoção, este período equivale a um terço de todo o seu dia, ou seja, muito de seu tempo é gasto em sua vida profissional.

Portanto estar bem com as suas atividades profissionais é importante para o seu bem estar, pois qualquer incomodo pode acarretar em baixo desempenho, infelicidade e até em doenças como depressão e outras.

O conselho de fazer o que se gosta é amplamente o mais divulgado, mas será que existem outras dicas que pode lhe ajudar a se arrepender menos quanto as suas escolhas profissionais? Susanne Andrade, palestrante, escritora e coach na área de desenvolvimento humano lista algumas dicas para que você se arrepende menos e aproveite melhor sua vida no ambiente de trabalho. Confira!

Pense e Repense em seus caminhos

Em primeiro lugar é fundamental pensar: “qual foi o aprendizado que tive na trajetória anterior?”.

Foque no presente olhando para o futuro

Foque no presente, em direção ao futuro. Trace novas rotas e caminhe em direção à meta. Quando se olha para o futuro, o pensamento é de possibilidades, do que se quer construir dali em diante.

Não se apegue ao passado

Do caminho anterior deve-se guardar somente os aprendizados para novas conquistas e sobre o que fazer de forma diferente, pois novos resultados só acontecem assim. Para aqueles que ficam presos no passado, só terá como consequência o arrependimento e culpa. Mesmo que você escolha uma alternativa que poderia ter sido a anterior, o pensamento agora deve ser o de que ela é uma nova alternativa, que está à sua disposição no presente.

Esteja sempre focado

Caso você esteja frustrado e a escolha de novos caminhos já tenha sido estudada, vá em frente. Escolhido novo caminho, vá em frente, com toda a dedicação e comprometimento. Se descobrir a necessidade de mudanças mais adiante, promova-as, com o foco sempre no presente em direção ao futuro.


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4 Valores Que Toda Pequena Empresa Deveria Ter

Os valores de uma empresa podem e devem estar escritos mas, antes de tudo, precisam ser seguidos.

Editado por Priscila Zuini (Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas)

Muitas empresas (principalmente as grandes) têm, por escrito, normas de conduta para orientar seus funcionários quanto à relação com clientes, colegas, fornecedores e concorrentes.

Muitas destas regras são úteis e outras estão ali apenas para constar, pois não costumam ser seguidas nem pelos próprios dirigentes. Os valores de uma empresa podem e devem estar escritos mas, antes de tudo, precisam ser seguidos.

Veja quatro valores que são universais e que deveriam ser seguidos por qualquer empresa que queira ser bem sucedida por muito tempo.

Ética – Parece uma palavra bonitinha, mas questionada em um país com tantos casos de corrupção, inclusive nas empresas privadas. Cumprir com todas as obrigações (contratos, salários, impostos etc.) traz segurança institucional para todos os funcionários e respeito por parte do mercado. Fazer o certo e evitar as pequenas malandragens custa mais caro, dá mais trabalho, mas vale muito a pena no longo prazo.

Meritocracia – Implementar a cultura do mérito é quase uma obrigação para quem quer aumentar a produtividade, os lucros e fidelizar clientes e colaboradores. Meritocracia pressupõe premiar, seja com promoções, aumento de salário, treinamentos ou pequenas regalias, aqueles que merecem, independentemente do tempo de casa, bem como punir, inclusive com demissão, quem não conseguir ou não quiser produzir com qualidade.

Melhoria contínua – A melhoria nos processos, produtos e serviços deveria ser uma obsessão contínua e uma prática diária de todos os colaboradores – a começar por seus dirigentes. Quando uma empresa se preocupa, genuinamente, em aprimorar o que já funciona bem, mostra a todos que, mesmo que seja muito bem sucedida, não tolera a zona de conforto. Companhias assim, além de admiradas, são verdadeiros “imãs” que atraem e retêm pessoas talentosas.

Foco nas pessoas – Empresas que se preocupam de verdade em dar as melhores condições de trabalho a seus colaboradores, tanto com relação aos benefícios quanto à política de treinamentos e feedbacks constantes, ficam conhecidas por bom atendimento aos clientes e criam como consequência a cultura da “dor de dono”, ou seja, as pessoas trabalham e agem na empresa como se fossem donas.


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Armadilhas na Tomada de Decisão – Fique Atento!

O excesso de autoconfiança pode levar a decisões arriscadas. Cuidado com as armadilhas do cérebro!

Por Guilherme Horn

Desde pequenos, aprendemos na escola que o que diferencia o ser humano das outras espécies é o fato de sermos seres racionais. Ou seja, enquanto os animais tomam decisões baseadas em seus instintos, nós temos a capacidade de raciocinar.

Por trás deste corolário está a visão clássica de Platão, a qual considera que a emoção atrapalha a razão. Platão recorreu à parábola do cocheiro que precisava dominar dois cavalos, sendo um o representante da razão e o outro da emoção, para trilhar seu caminho. A emoção, por sua vez, estava lá para tirar a razão de seu rumo.

A crença aqui é de que as pessoas tomam decisões de forma consistente, coerente e criteriosa, como se fossem máquinas processadoras de informação, independentemente do emocional. É como se seguíssemos um processo: (i) definição do problema; (ii) identificação dos critério de decisão; (iii) avaliação das alternativas; para então tomarmos a decisão mais adequada. Porém, na prática, sabemos que não é bem assim que as coisas funcionam.

Desde a década de 50, estudos começaram a comprovar que seres humanos com lesões no cérebro - na parte responsável pelo processamento das emoções - eram incapazes de tomar decisões; e as pesquisas evoluíram até as evidências atuais, de que, ao contrário do que Platão pensava, nossas decisões são preponderantemente guiadas por nossas emoções. Conscientemente ou não.

O fato é que esta constatação trouxe à tona uma série de armadilhas que nossa mente nos impõe. Várias delas foram identificadas e tem sido profundamente estudadas; e outras continuam a ser descobertas em pesquisas em diversas áreas. Uma das mais populares é o “excesso de autoconfiança”. A mente humana, ao contrário do que a visão clássica acreditava, não utiliza todas as informações disponíveis para a tomada de decisões, mas apenas uma pequena parte. E, como o ser humano tem dificuldade em pensar estatisticamente, acabamos atribuindo a um dado qualquer uma representatividade maior do que a verdadeira. Por exemplo: suponha uma determinada região, em que 65% das empresas criadas são fechadas após o primeiro ano de vida. Se fizermos uma pesquisa junto aos empreendedores desta região e perguntarmos qual a probabilidade de sua empresa fechar após o primeiro ano, dificilmente teremos um número próximo ao da realidade.

Outro teste muito comum, até hoje repetido consistentemente junto a diversos públicos é, num determinado grupo de motoristas, solicitar que eles imaginem este grupo dividido em três: no primeiro subgrupo, os que dirigem pior; no segundo, os medianos; e no terceiro, os melhores motoristas. Em seguida, pede-se que levantem a mão aqueles que se consideram entre os 33% que são os melhores motoristas; invariavelmente, mais de 2/3 do grupo levantam a mão.

Imaginemos agora um investidor que se considera conservador. Ao analisar uma lista de fundos para investir, ele se depara com vários fundos com uma ótima rentabilidade recente. Ele sabe que estes fundos, para gerarem esta rentabilidade, incorrem num risco maior também, podendo igualmente gerar perdas incompatíveis com o seu perfil conservador. Porém, a maior parte dos investidores aplica em investimentos mais arriscados do que o seu perfil, porque são pegos pela armadilha do excesso de autoconfiança, tendendo a considerar que, se estes fundos geraram boas rentabilidades para outros investidores, o mesmo acontecerá com eles.

Por isso, antes de sua próxima decisão, lembre-se do excesso de autoconfiança e pense se você não pode estar caindo nesta armadilha! 


Fonte: www.endeavor.org.br
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Série SEU NEGÓCIO - Como Escolher um Setor Para Abrir um Negócio


Por Priscila Zuini

Respondido por Fernando de la Riva, especialista em negócios digitais

Antes de começar a empreender, você deve passar por algumas fases, como avaliar se seu momento pessoal é o ideal, estudar o suficiente para preencher suas lacunas, conversar com o máximo de pessoas possível da sua rede de contatos e encontrar os sócios certos para o seu negócio.

Depois de passar por tudo isso, chega a hora de escolher em qual segmento você vai trabalhar. Abaixo, seguem algumas dicas para este momento:

1. Escolha um mercado grande, que tenha margem significativa: é importante saber se a parcela que você vai ter deste mercado justifica a criação da startup. Neste contexto, é bom analisar quais são os dez maiores players, saber se eles estão lucrando e se ainda tem espaço para você.

2. Não entre em um mercado com “gatekeepers”: certas áreas possuem empresas grandes o suficiente que podem interferir na direção que o mercado toma como um todo. Neste caso, a concorrência entre uma empresa já estabelecida e uma startup é desleal. Um exemplo é o mercado de pagamento. Se você decide entrar nele e as duas maiores adquirentes mudam as regras do jogo, você tem duas opções: sai ou muda também o seu jogo.

3. Cuidado com as barreiras regulatórias intransponíveis: especificamente no Brasil, se sua ideia implicar um negócio que possua barreiras complicadas você tem um problema sério. 

4. Procure ineficiências junto com oportunidade de arbitragem de ideias: você pode clonar modelos de negócio que funcionem em outros países e aplicar considerando o contexto brasileiro. Neste caso, você pode usar o Custo Brasil como uma bússola para identificar o melhor mercado. Indicadores como tempo médio para conseguir um produto ou serviço, taxa de fraudes ou informalidade da economia também podem te ajudar a identificar um problema que seus usuários pagariam para resolver, e você pode identificar alguém que tenha feito uma solução para estes problemas em outro país.

5. Procure a “disrupção”: a ideia de disruptar um negócio passa pelo princípio de atacar um mercado já estabelecido, mas ineficiente. Procure entrar em mercados com modelo de receita ultrapassado, que não fizeram a transição para web e depois para mobile ou não entraram ainda em nuvem. São três boas áreas para serem avaliadas. É preciso entender as reais regras do jogo e não as regras de como ele está sendo jogado. 

6. Gere caixa e breakeven rápidos: não tivemos nenhum IPO no Brasil este ano, e não vamos ter. Estamos vendo empresas como a Dafiti se posicionando como globais para ter opções de saída. Se você não tem os canhões da Rocket para investir bilhões, você tem que se tornar uma empresa com breakeven rápido.

7. Avalie sua vida profissional e perceba o que é que você entende: Lembre-se que é melhor ter um negócio sobre o qual você entenda, e não do qual você goste. Se você gosta de moda, mas entende de logística, monte alguma coisa com logística. A paixão pelo negócio é importante, mas o saber sobre ele é mais.


Fernando de la Riva é diretor da Concrete Solutions.
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Como Lidar Com a “Oposição” em Sua Empresa?

Autor: Roni Silva

Dia (26/10/2014) aconteceu o segundo turno para eleições presidenciais e para governadores de alguns estados. A eleição que resultou na reeleição de Dilma Rousseff com 51,64% dos votos, contra 48,36.% de Aécio Neves foi concorrida até os últimos votos resultando em um cenário acirrado.

A campanha política de ambos os candidatos foram agressivas e os erros governamentais de cada lado foram amplamente discutidos e expostos. Agora que as eleições acabaram, Aécio Neves que seguirá seu mandato de senador por Minas Gerais vai lidar como com a oposição?

Claro que a maneira como os dois candidatos à presidência se portaram durante a campanha não é um bom exemplo, afinal os dois teriam que conviver de maneira próxima na administração pública, Aécio em seu mandato de senador e Dilma como uma das líderes de um partido importante em todo país.

E no âmbito organizacional quais as melhores maneiras de lidar com pessoas que pensam de modo contrário? Confira algumas dicas para que você consiga respeitar, entender e até aprender com opiniões contrárias as suas.

Dialogue

Entenda que falar não é a mesma coisa que dialogar, em um diálogo há troca de informações entre as partes, é necessário dialogar para que um acordo, ou para que a validação de opiniões seja concretizada. No ambiente de trabalho todas as ações devem ser direcionadas para um objetivo e o diálogo é o responsável por unificar esforços.

Ouça

Tão importante como dialogar, ouvir todas as possibilidades é importante, esta dica é primordial para trabalho em equipe, afinal um conjunto é mais eficaz que uma única cabeça. Ouça, reflita e não tenha medo de mudar de ideia. Um bom exercício para aprender a ouvir é se colocar no lugar das pessoas, desta forma será muito mais fácil entender outros pontos de vista.

Permita-se errar

O erro é comum em todo e qualquer lugar e pode até ensinar um profissional indicando quais caminhos seguir ou não. Quando se defende um ponto de vista é preciso parar para analisar todas as outras opções e entender quais são as melhores opções para a organização e não para você. Caso aconteça algum erro não tenha receio, recomece, peça ajuda, um colega pode fazer oposição as suas ideias, mas lembre-se que vocês buscam os mesmos objetivos.

Justifique

Prepare-se e esteja disposto a defender todos os seus pontos de vista. Se você já estabeleceu diálogo, já ouviu e ainda assim acredita que a sua posição é a mais adequada justifique-a. Mostre e prove porque suas ideias devem ser destacadas. É importante estudar seu plano e ter em mente todas as etapas a serem alcançadas.


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O Dia em Que Descobri Que Queria Ser Empreendedor

Por Priscila Zuini

Respondido por Gean Chu, empreendedor

Meu desejo de empreender não foi algo que aconteceu como um estalo, de uma hora para outra. Foi algo que foi sendo construído pouco a pouco. Algumas pessoas e fases da minha vida influenciaram muito na construção de meu perfil empreendedor.

Meu pai sempre foi uma inspiração. Como empresário, trabalhou em diversas intermediações de negociações entre empresários brasileiros e chineses, envolvendo-se em negócios de diferentes setores. Sempre que possível, meu pai me envolvia nestes assuntos, buscando trazer experiência e insights sobre o mundo dos negócios. Isso despertou em mim uma sede de conhecimento, de saber como e porque decisões eram tomadas, e como buscar oportunidades de negócios em tudo que me cercava.

O fato de ter me formado em Engenharia de Computação me fez conhecer a fundo a história inspiradora de toda uma geração de empreendedores geniais que revolucionaram o mercado e fizeram história, como Bill Gates, Steve Jobs e Michael Dell.

Na verdade, a formação de meu curso foi em parte focada no empreendedorismo. Esta cultura era muito forte no ambiente acadêmico, tanto que grande parte de meus professores eram também empresários.

Foi durante este período acadêmico que conheci meu grande amigo e sócio, Gilberto Verona, que trilhou um caminho semelhante ao meu, e juntos alimentamos desde os anos de faculdade uma vontade muito grande de montar um negócio próprio. Algo que fosse maior do que nós, e que realmente fizesse diferença.

Trabalhei por dois anos em uma startup de equipamentos eletro-médicos, parte como estagiário e parte como engenheiro já formado. Esse período me permitiu conhecer de perto os desafios e os prazeres de se construir um negócio e uma marca a partir do nada.

No momento em que decidi abrir a Los Paleteros eu havia acabado de me formar, estava cursando mestrado com bolsa integral, possuía bolsa para doutorado já garantida, e trabalhava como principal engenheiro na empresa onde atuava, mas decidi deixar toda essa segurança para trás e buscar meu sonho.

Um negócio exige muito planejamento e trabalho. Foco, determinação e estratégia são as principais características de quem deseja ter o próprio negócio.

Na época cheguei a ser muito criticado por familiares e amigos, mas certamente não me arrependo. Faria tudo de novo, mudaria um detalhe ou outro, uma decisão aqui ou ali, mas apesar de todos os obstáculos, ter um sonho realizado vale todo o esforço.

Gean Chu é sócio-fundador da rede especializada em paletas mexicanas, Los Paleteros.


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[16.11.2014] Humor de Domingo

Que tal rir um pouco nesse início de semana...






Fonte : google.com.br
desenho de: Glasbergen

O Que é Holocracia?

Autor: Samara Teixeira

A Holocracia é um sistema que abre mão de hierarquia e dos chefes, este método propõe que as pessoas sejam escolhidas para determinadas funções aliando suas aptidões com as necessidades da empesa.

Segundo Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas, a ideia é estruturar a companhia para funcionar em círculos semi-independentes que interagem uns com os outros.

“Entre esses círculos, pode haver alguns voltados para a implementação de projetos, outros para administração, vendas, contabilidade e assim por diante. Cada círculo pode criar suas políticas, mas deve fazer o possível para cumprir as metas combinadas com os outros círculos”, explica Ferraz.

Onde a holocracia começou?

De acordo com Ferraz, o criador é um ex-empreendedor de tecnologia chamado Brian Robertson, mas o principal exemplo é a empresa americana de comércio eletrônico Zappos, cujo CEO Tony Hsieh começou a adotar o método em agosto de 2013 em todos os departamentos envolvendo seus 1.500 funcionários colaboradores.

Quais são as vantagens e desvantagens deste modelo?

Para Eduardo as vantagens são uma autonomia e uma responsabilidade muito maior a cada pessoa, em princípio motivando cada um a dar o máximo de si e tomadas de decisões rápidas.

“A principal desvantagem é que é muito difícil ser implementada em grandes corporações, pois exige extrema maturidade de todos os profissionais envolvidos. É difícil de ser entendida e apoiada por todos, a cultura de uma hierarquia clássica com chefes e subordinados é muito forte e muitos não se adaptam”, conclui.


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5 Temas Para se Tornar um Empreendedor de Alto Impacto


Muito do sucesso dos empreendedores brasileiros se deve a uma intuição privilegiada e energia acima da média para superar obstáculos. O foco do artigo, no entanto, é apresentar cincos temas que precisam ser atacados ao longo do crescimento do negócio, independentemente do talento nato do empreendedor.

1. Modelo de Negócio inovador

É comum o empreendedor iniciar a empresa com boas sacadas de produtos, como App's de monitoramento da saúde, equipamentos de alta tecnologia para limpeza de tubulações, entre outros. Faça a pergunta: quem é o meu cliente? Visite os locais em que ele realiza as compras, observe e anote as reações, entenda o que ele valoriza (hábitos de consumo) e em que aspectos a sua demanda não é atendida. Estime, com dados e fatos, o tamanho do mercado (quanto dinheiro circula) e como ele vem crescendo). Veja como os atuais concorrentes atendem ao mercado e quais oportunidades estão abertas: qualidade e conveniência (supermercados gourmet), tendências tecnológicas (educação virtual estimulante para o jovem), conceito de produto e presença no PDV. Defina ou atualize seu modelo de negócio, considerando diferenciais difíceis de serem construídos ou copiados.

2. Cultura Organizacional

Uma empresa é o conjunto de gente correndo atrás de atingir resultados. O time precisa ter uma razão muito forte, além do atendimento das necessidades básicas (A. Maslow), para fazer a diferença na rotina da empresa. Como o trabalho e a empresa fazem sentido para a vida do colaborador? Qual o sonho grande (em que tamanho quero chegar em 10-15 anos)? Quais os valores que pautam a rotina (como os líderes de fato decidem, não o que dizem)? A empresa pauta a remuneração, promoção e decisões em critérios meritocráticos (melhores tratados de forma diferenciada)? Se quiser, genuinamente, construir time engajado em atingir as metas desafiadoras, o empreendedor deve apresentar respostas convincentes a estas questões. Consulte os casos de sucesso e palestras no site da Endeavor Brasil.

3. Sistema de Gestão orientado a resultados.

Simplesmente, entenda e execute o que o Professor Vicente Falconi ensina sobre Formulação Estratégica, Desdobramento de Metas e Gerenciamento da Rotina. São livros baratos e fáceis de ler, além disso, há vários vídeos disponíveis no Youtube. Como empreendedor de alto-impacto, é seu dever patrocinar com energia e consistência as metas estabelecidas, a execução das ações de melhoria, ações corretivas em caso de desvios - o método PDCA.

4. Formação do Time

O empreendedor deve estruturar um processo em que o atingimento de cada meta seja um ciclo de aprendizado. Os desafios (metas, job rotation) puxam a necessidade de aprendizado, as boas fontes de informação e conhecimento dão os recursos, recrutamento de gente de elevado potencial aumenta a produtividade e, por fim, o estímulo para o time melhorar cada vez mais. Investir em formação de time de ponta garantirá o crescimento do seu negócio nos próximos anos.

5. Boas práticas de Governança Corporativa

Lembre-se que paz, alinhamento e sonho grande compartilhado entre os sócios é fundamental para os quatro elementos acima rodarem. Boa governança é equilibrar os interesses entre família, sócios e executivos em prol do crescimento e perpetuação do negócio. Procure se informar no IBGC (www.ibgc.org.br) sobre boas práticas de governança como contrato social e acordo de acionistas. Não é algo apenas para grandes empresas, vários negócios de alto potencial fracassaram por problemas na cúpula da organização.

O empreendedor transforma em realidade os cinco temas

Quem faz os cinco temas sairem do papel é o líder, o empreendedor de alto-impacto. Ou melhor, o conjunto de empreendedores que aceleram a empresa no dia a dia. Nós promovemos micro-revoluções no meio econômico e social, e geramos muitas oportunidades para quem acredita e mergulha com tudo no projeto e nas mudanças!


fonte: endeavor.com.br
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Propósito Pessoal Para Empreender


Alinhar o verdadeiro propósito pessoal com o significado do negócio provavelmente faz com que os empreendedores se tornem pessoas mais felizes. A ferramenta Propósito pessoal para empreender tem a missão de ajudar quem tem um negócio a fazer essa concordância de fatores. Indicada para empreendedores com negócios de todos os portes, a ferramenta tem um foco especial nos que estão preocupados em definir – ou identificar – um propósito pessoal e analisar de que forma ele está na missão do negócio.

Em geral, costuma-se pensar que o momento da criação de um negócio é o mais importante de uma trajetória empreendedora, mas encontrar o porquê de empreender e a relação pessoal com o produto ou serviço oferecido farão com que a condução do negócio seja mais consistente e o empreendedor, mais resiliente. Isso também deverá fazer o empreendedor perceber que “ganhar dinheiro” com a empresa é apenas um dos fatores de motivação e que o lucro será uma consequência do bom trabalho realizado.

Ao usar esta ferramenta, os empreendedores serão motivados a responder a perguntas que levarão a reflexões sobre por que, como e com o que empreender.


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Conectividade, a Próxima Revolução Industrial

A avalanche de dados da Internet das Coisas levará empresas a operar com mais eficiência

Por Tiernan Ray 

O futuro pertence às máquinas. Mais de um bilhão de smartphones serão vendidos neste ano e vários milhões de smartwatches e monitores de saúde de diversos tipos serão usados. Mas se as previsões sobre a chamada “Internet das Coisas” estiverem certas, num futuro não muito distante, o número de dispositivos de computação espalhados pelo mundo que operam sozinhos, conectados por cabos ou redes sem fio, vai ultrapassar o número de aparelhos que as pessoas carregam com elas.

A firma de pesquisa de mercado Gartner prevê que o total dos dispositivos conectados a redes, a maioria deles não operados por uma pessoa, vai saltar de 3 bilhões para 25 bilhões em apenas sete anos.

Entre esses dispositivos estão automóveis com conexão à internet, produtos em lojas que podem ter transmissores sem fio em seus rótulos, e frotas de caminhões nas estradas conectadas com redes que monitoram seu itinerário.

Além disso, sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado terão mais capacidade para controlar a umidade e temperatura, as companhias aéreas farão melhor uso de combustível e os hospitais coordenarão melhor o agendamento de cirurgias com a disponibilidade de equipamento para as salas de operação.

Duas tendências clássicas da tecnologia estão em operação.

Primeiro, a tecnologia, como frequentemente faz, está democratizando o processo de conexão das coisas. Potências da indústria como a General Electric vêm automatizando os sistemas de controles industriais em plataformas de petróleo há décadas. E os tipos de infraestrutura em rede mencionados aqui podem ser construídos totalmente pela divisão Smarter Planet, da IBM, que gera US$ 5,5 bilhões por ano em faturamento para a gigante tecnológica, estimam analistas.

Normalmente, porém, “esses tipos de abordagem só podiam ser financiados pelas maiores empresas do mundo”, diz Ed Maguire, analista de software da firma de pesquisa CLSA Americas, que já fez vários relatórios este ano sobre a Internet das Coisas. “Não era algo acessível a empresas médias.”

Agora, a queda no custo de sensores, a proliferação de sistemas de conectividade a cabo e sem fio para computadores e a chegada de centros da dados mais baratos da Amazon.com e outros provedores, que podem reunir e analisar informações de máquinas ao redor do mundo, estão permitindo cada vez mais que empresas grandes e pequenas se conectem de uma forma antes só imaginada pelas gigantes.

Segundo, as capacidades estão aumentando. Agora, por exemplo, um simples sensor de movimento, luz ou temperatura pode ser preso a um dispositivo e usado para controlá-lo. Em breve, o software por trás de uma rede de sensores irá monitorar as lâmpadas das ruas de uma cidade inteira, tornando-as mais eficientes e economizando o dinheiro dos contribuintes. Ou companhias aéreas poderão usar um serviço que sabe quando partes do motor do avião estão prestes a falhar e pode pedir uma troca para minimizar o tempo parado da aeronave.

A explosão de coisas conectadas oferece oportunidades para empresas que operam em todos os setores da tecnologia, incluindo fabricantes de chips como Qualcomm e Thin Film Electronics, empresas tradicionais de equipamentos de redes como a Cisco Systems, fornecedores de software como PTC e Splunk, e provedores de serviços de computação em nuvem como Amazon.com e Salesforce.com .

Empresas da velha economia, como a Monsanto e a GE, também podem se beneficiar dando vida nova aos objetos mais simples, como equipamentos industriais e sementes.

Existem três estágios para a Internet das Coisas. Primeiro, muitos objetos tornam-se conectados, incluindo carros, casas, trens de carga, equipamentos médicos e produtos de consumo. Depois, mais e mais informação analisável é extraída desses dispositivos conectados. E, no estágio final, os fabricantes irão operar suas empresas com base nesses dados.

O primeiro estágio está muito relacionado com sensores e chips baratos. Há muitos exemplos de ponta, como a fabricante de carros elétricos Tesla. Recentemente, ela anunciou uma nova versão de seu Modelo S com sensores que, com o tempo, levarão ao desenvolvimento de um piloto automático para rodovias.

Mas há exemplos menos sofisticados se espalhando discretamente. A novata californiana Gimbal nasceu de uma cisão da Qualcomm em maio. Ela produz o chamado iBeacon, nome patenteado pela Apple, que desenvolveu o padrão. Os iBeacons da Gimbal são pedaços de plástico que custam de US$ 5 a US$ 20, podem ter apenas alguns centímetros quadrados de tamanho e contêm sensores, transmissores sem fio e um pouco de memória. Eles podem ser presos a vários lugares e transmitir informações a dispositivos que passam por perto, até 50 metros de distância.

A Apple usa os dispositivos Gimbal em suas lojas de varejo: Quando um cliente entra na loja, seu iPhone se conecta automaticamente a iBeacons escondidos sob as mesas de exposição. O iBeacon envia alertas para a tela do aparelho, como lembretes sobre a hora marcada com técnicos do Genius Bar.

O próximo estágio é a coleta de dados por todos os dispositivos conectados no campo.

A PTC, que por muitos anos vendeu software de design de produtos, comprou uma nova empresa chamada ThingWorx. Ela permite que as clientes unifiquem os dados recolhidos pelos sensores no campo e os combine com recursos de rede de vários tipos. Uma empresa pode usar os dados de um sensor de uma máquina e combiná-los com os nomes dos clientes de um banco de dados operado pela Salesforce, empresa que oferece software de administração de relações com o cliente, assim como um serviço de computação em nuvem.

No terceiro estágio da Internet das Coisas, as empresas mudarão a forma como ganham dinheiro e aprendem a cortar custos. Talvez esta seja a parte mais difícil de quantificar porque envolve trazer à tona todas as ineficiências dos modelos de negócio existentes.

A Cisco, que realinhou seu negócio para vender pacotes de interruptores, software e serviços para a Internet das Coisas, ressalta o exemplo de Barcelona, Espanha, que está usando sensores e redes para entender melhor os padrões de tráfego e reduzir congestionamentos. “Não há setor da economia onde não existam bilhões de dólares presos em ineficiências”, diz Glen Allmendinger, analista da Harbor Research. “Veja como os PCs, nos anos 90, aumentaram a produtividade dos escritórios. O impacto da Internet das Coisas será muitas vezes maior.”

Um bom exemplo é a Monsanto, que investiu US$ 930 milhões para comprar a Climate Corp., uma novata de previsão de tempo. Usando sensores terrestres que medem os níveis de pH e a composição do solo, a gigante das sementes e insumos agrícolas espera oferecer um serviço que diga aos produtores quais culturas terão maior produtividade em suas terras, sob determinadas condições climáticas.

A principal ameaça da Internet das Coisas é a segurança. Obviamente, coisas muito ruins podem acontecer se um hacker invade redes conectadas, como a rede de energia ou ferroviária do país.

“Muita gente vem inserindo coisas na rede sem se dar o tempo necessário para torná-las seguras. Esse é, categoricamente, o maior risco”, diz Allmendinger.


Fonte: br.wsj.com
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6 Dicas Para Fugir do Estresse do Trabalho

Pesquisas apontam o trabalhador brasileiro como um dos mais estressados do mundo

Pressão por resultados, entregas em prazos curtos, longas jornadas de trabalho, reuniões intermináveis, chefe chato, falta de reconhecimento. A lista de motivos que podem deixar um profissional estressado é enorme. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half em 2013, o brasileiro é o profissional mais estressado do mundo. O motivo principal é o excesso da carga de trabalho, que traz fadiga mental, mudança de humor, alteração de peso e sono pouco repousante.

A pesquisa foi feita em 13 países com diretores de grandes empresas. No Brasil, 42% dos entrevistados afirmaram que os funcionários sofrem de estresse e ansiedade, número acima da média mundial, que é de 11%. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país fica em segundo lugar, atrás apenas do Japão.

Nesta terça-feira (23/09), Dia Mundial de Combate ao Estresse, Época NEGÓCIOS conversou com o especialista em gestão do tempo e produtividade Christian Barbosa para tentar entender os motivos, os efeitos e as soluções para algo que tem tirado o sono, literalmente, dos executivos.

Para Barbosa, existem três motivos que transformam a população brasileira em uma das mais estressadas do mundo: o trabalhador brasileiro deixa tudo para a última hora e, quanto maior o número de tarefas atrasadas, maior o estresse. O brasileiro tem de lidar com a imprevisibilidade da economia, o que faz com que as empresas mudem de prioridades muitas vezes e pode levar a cortes e demissões. A maioria dos moradores do país tem de conviver com fatores externos estressantes, como o trânsito, a falta de segurança pública, um sistema de saúde pública precário, entre outros.

Para identificar se você faz parte do grupo dos estressados, Barbosa sugere que o profissional analise a qualidade do trabalho realizado recentemente e a saúde. Um dos primeiros sintomas do estresse é um aumento do volume de erros cometidos no dia a dia. "Se ele é crônico, passa a afetar o sistema imunológico – o profissional começa a sentir fortes dores de cabeça com mais frequência, o colesterol aumenta etc. Alguns casos levam à síndrome do pânico e até depressão. Mas o sintoma mais claro do estresse é quando a pessoa deixa de ter tempo para si.”

Parte da solução para o estresse é investir no lazer. “Faça coisas para distrair, coisas que você gosta. Tem que achar algo que, quando você estiver fazendo, esqueça de tudo – uma válvula de escape. Outra dica é se alimentar bem e comer alimentos saudáveis”, afirma.

Veja abaixo algumas dicas de Christian Barbosa para combater o estresse:

1. Descubra como você utiliza seu tempo - Saber a forma como você usa o seu tempo ajudará na hora de se planejar. Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia e calcule a duração de cada tarefa para checar se dá tempo de fazer tudo. Ordene a sequência de execução e trabalhe focado nesta lista.

2. Planeje-se! – Tenha mais tempo para a vida pessoal e priorize aquilo que você quer. Para isso, planeje sua semana com antecedência, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

3. Use uma agenda – Anotar suas obrigações faz com que você tire as pendências da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

4. Limite seu horário de trabalho – Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional. Se fosse uma obrigação sair exatamente no seu horário, com certeza você seria mais centrado e por consequência mais produtivo. Experimente criar esses “limitadores”.

5. Ache um hobby – Descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda.

6. Organize seu local de trabalho - Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações. Isso é muito tempo perdido.


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"É Preciso se Deslocar da Crise", Diz Fundador da Ri Happy

Para Ricardo Sayon, confiança do empresário é fundamental

Por Gisele Tammar, 

Ricardo Sayon começou a escrever uma trajetória empreendedora em 1988, quando fundou com a esposa e um sócio a Ri Happy, rede de lojas de brinquedos vendida em 2012 para o fundo de private equity Carlyle.

De lá para cá, o médico pediatra que trocou o consultório pelo varejo enfrentou superinflação, planos econômicos e algumas crises internacionais. Problemas que, em sua opinião, ofereceram munição para enfrentar momentos de conjuntura financeira menos favoráveis, como o atual. “A empresa tem que se deslocar um pouco da crise”, diz ele, para quem a confiança do empresário já é a metade do caminho andado. “Se você achar que vai criar alguma coisa que não agrega valor nenhum, não crie. Primeiro você tem que vender a empresa para você”, afirma Sayon, que participou do Encontro PME. Confira os principais trechos.

Começo 

Sayon conta que deu relevância à empresa ao investir no atendimento dentro das lojas. Mas o início não foi tão fácil. A Ri Happy foi criada quando ele não queria mais alugar um imóvel que causou aborrecimentos devido a falência de um inquilino. “Falei para minha mulher: monta alguma coisa que nunca mais vou alugar essa loja”, lembra. Ela aceitou a sugestão e abriu uma de brinquedos batizada de Ri Happy. O Ri é de Ricardo, uma brincadeira para deixar o marido feliz.

Insistência 

O problema é que a primeira loja dava prejuízo. Assim como a segunda, a terceira e a quarta. Depois de tentar vender e até dar as lojas, Sayon foi convencido por um diretor da fabricante de brinquedos Estrela a não só continuar, como investir mais no negócio. “Troquei um ganho espetacular (como médico) por um ganho zero (como empresário). Minha vida foi muito mais conduzida por acidentes do que por planejamento.”

Equipe

Sayon sempre teve uma preocupação especial com os funcionários. “O colaborador tem que se sentir dono. Primeiro é preciso satisfazer o cliente interno”, afirma. “É preciso ser ousado, mas com pé no chão. O crescimento tem que ser fisiológico, não hormonal”, acredita.

Rotina 

Ao se tornar referência no segmento, Sayon resolveu vender o negócio em 2012. Com uma rotina de trabalho menos puxada agora, o envolvimento com os negócios continua. Hoje ele tem participação em shoppings, investe em imóveis comerciais, atua no ramo de estacionamento e não deixa de ficar atento a novas oportunidades.


Fonte: Estadão PME
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Você Sabe o Que é Marketing de Conteúdo?

Por Sandra Turchi

Uma estratégia para atrair, reter e fidelizar clientes por meio da criação de conteúdos relevantes, que agreguem valor ao dia a dia das pessoas com o intuito de informar, entreter, informar ou solucionar problemas.

Nossa definição inicial é o cerne do marketing de conteúdo, pois há diversos detalhes que devem ser observados para se desenvolver uma boa estratégia. Para que você entenda e possa aplicar o marketing de conteúdo no seu empreendimento, vamos trabalhar mais esses detalhes a fim de que você tenha uma visão geral do potencial que essa estratégia de marketing pode ter.

Que tipo de conteúdo pode ser utilizado nessa estratégia?

O marketing de conteúdo ganhou visibilidade por meio da internet, devido à facilidade e rapidez na comunicação. Sendo assim, posts (textos curtos), chamadas para redes sociais, ebooks, vídeos, imagens, fotos, músicas e infográficos são alguns tipos de conteúdos que você pode utilizar para atrair, reter e fidelizar os seus clientes.

Quais canais utilizar no marketing de conteúdo?

As redes sociais têm sido poderosas aliadas do marketing de conteúdo, pois têm alto poder de viralização, ou seja, distribuir o seu conteúdo pela rede muito rapidamente. Contudo, as redes sociais acabam sendo uma porta de entrada para outros canais de comunicação da sua empresa com o seu público-alvo, como é o caso dos blogs. Importantíssima ferramenta de marketing de conteúdo, o blog corporativo é um canal de conversão de leads em clientes. Perceba que cada canal leva o seu cliente por um funil cada vez menor, até que esse relacionamento se concretize em uma venda.

Como começar com marketing de conteúdo na sua empresa

Conheça o seu público-alvo: conhecer o público é o primeiro passo para começar a pensar em marketing de conteúdo. Segmente o seu público, verifique quais os interesses dele e comece a planejar a segunda fase.

Crie conteúdo inteligente: sabendo o que o seu cliente busca fica fácil estabelecer uma estratégia de conteúdo que atenda às necessidades dele. Crie conteúdos que agreguem valor ao dia a dia do cliente, que tragam soluções para problemas que ele tenha, que ensinem, que transformem sua maneira de pensar e agir.

Seja objetivo: conteúdos extensos e com pouco significado não retêm nem engaja os clientes. No marketing de conteúdo, procure dar diretrizes práticas de como proceder em determinado caso. Seu cliente agradecerá o tempo economizado com as suas dicas.

Use a linguagem adequada: termos muito técnicos ou siglas afastam o leitor, pois nem sempre ele entende bem do assunto que está procurando. Tente ser o mais didático possível.

Crie conteúdos para cada estágio de compra (se o seu negócio for um e-commerce): o marketing de conteúdo não visa a venda direta, mas sim estabelecer um relacionamento com um prospect que, ao longo do tempo, tendo um excelente relacionamento com a sua marca, vem a se tornar um cliente.

Marketing de conteúdo é relacionamento, é criar uma percepção positiva no público a respeito da sua marca. Para isso, é preciso investir em qualidade, tanto na hora de criar um conteúdo quanto na hora de interagir com o cliente que está consumindo o seu conteúdo. Sendo assim, na hora de investir em marketing de conteúdo e outras estratégias de marketing digital, não deixe de buscar apoio especializado, se necessário, para transformar sua empresa num sucesso!


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Principal Objetivo da Empresa Não Pode Ser a Busca Por Lucro

Por Vicky Bloch

Já faz tempo que as melhores empresas perceberam que precisam ter um propósito maior do que a última linha do balanço. John Machey e Raj Sisodia, os autores do livro "Capitalismo Consciente", dizem que as organizações devem sempre fazer questionamentos fundamentais como: Por que existimos? Por que precisamos existir? Qual é a contribuição que queremos dar? O mundo fica melhor com a nossa presença? Sentirá nossa falta se deixarmos de existir?

Essa filosofia baseada em uma forma mais complexa de capitalismo, que bate de frente com a teoria do economista Milton Friedman - segundo a qual o único objetivo da empresa é dar lucro -, mostra que o lucro econômico não pode existir a qualquer custo. Ela é baseada em quatro princípios: o propósito (que visa criar valores que vão além do lucro, como desenvolver e engajar as pessoas), a liderança (para valorizar o que há de melhor nos colaboradores), a cultura (que foca a inovação e o bem-estar social para a produtividade) e a orientação (que mantém todos os envolvidos no negócio informados de seus resultados para que estejam engajados no mesmo objetivo).

De acordo com esse conceito, a geração de valor deve se dar, genuinamente, a todos os stakeholders em todas as formas de valor que importam: emocional, social e financeiro, traduzindo-se futuramente em uma vantagem competitiva de longo prazo.

O propósito é o ponto que eu gostaria de destacar neste artigo. Propósito vem antes de missão, de visão, de valores, de estratégia. Diz respeito a algo muito maior: à diferença que você está tentando fazer no mundo. E, nesse sentido, essa discussão reflete o que eu acredito que deva ser o comportamento não apenas das empresas, mas também dos indivíduos dentro e fora das organizações.

Está certo que o propósito de uma empresa deve transcender questões individuais e envolver o coletivo. Porém, acredito que a postura das lideranças é o que vai colocar a locomotiva para funcionar e definir as métricas para o sucesso levando em consideração os impactos para o planeta e para os seres humanos. São as pessoas que fazem uma empresa, e não o contrário. E, indo além, faz sentido também olharmos para dentro de nós mesmos: qual é o nosso maior propósito de vida? O que nos move e qual é a marca que vamos deixar no mundo?

Repito as perguntas de Machey (cofundador da rede de supermercados WholeFoods) e Sisodia (professor do Babson College e cofundador da organização Conscious Capitalism): o mundo fica melhor com a nossa presença? Sentirá nossa falta se deixarmos de existir? Volto à tecla em que estou sempre batendo: a importância da reflexão e do autoconhecimento como impulsionadores do desenvolvimento.

"O propósito é a cola que mantém a empresa unida, o líquido amniótico que nutre de vida a força organizacional", diz um trecho de "Capitalismo Consciente", que poderia muito bem ser adaptado a diversas outras situações fora do universo corporativo.

Por exemplo, estamos em pleno período eleitoral em um país que recentemente clamou, em protestos, por mudanças nos mais variados aspectos: econômicos, sociais, políticos e éticos. Agora me pergunto: será que os candidatos em que votamos realmente estão preocupados com a marca que irão deixar no mundo? Qual é o projeto em que estão vinculados que realmente fará a diferença? Será que seus discursos trazem um significado maior, algo que vem de dentro da alma, ou são puramente eleitorais?

Empresas, governos, famílias. Estamos falando de grupos formados, em sua essência, por pessoas. Se o propósito fornece energia e relevância para as instituições, esse movimento precisa começar de dentro para fora. É possível transformar ambientes hostis e de extrema competitividade em ambientes de desenvolvimento e harmonia? Eu acredito que sim, desde que exista um verdadeiro processo de transformação em prol desse maior propósito.

Vicky Bloch é professora da FGV, do MBA de recursos humanos da FIA e fundadora da Vicky Bloch Associados


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Saiba Como se Destacar no Mercado de Trabalho e Ter Sucesso na Carreira

Conheça os melhores caminhos para se tornar um profissional reconhecido

Quando o assunto é crescimento profissional, o que vêm à mente das pessoas é o aprimoramento do currículo através de cursos e novos títulos acadêmicos, como MBA, mestrado e doutorado. De fato, esses são caminhos para o sucesso, porém, não são as únicas opções.

É possível ser mais competitivo na carreira sem se basear apenas no conhecimento acadêmico. Para isso, é preciso se focar em outros aspectos como o networking. Saiba quais são eles e como fazer para potencializá-los seguindo as dicas abaixo.

Tenha domínio de suas habilidades

Para se destacar em um ramo, é preciso saber quais são seus pontos fortes e o real alcance deles. Faça uma lista com suas competências, para se tornar mais confiante em relação ao seu potencial, mas mantenha os pés no chão. Lembre-se que o que funciona para um colega pode não ser o ideal para você, mesmo que tenham habilidades parecidas. Além disso, não se esqueça que sempre é bom se aprimorar, por melhor que se possa ser em determinado ramo.

Esteja disponível

Quanto mais pessoas souberem das suas capacidades, maior será a sua reputação no meio. Defina seu público alvo, por exemplo, se é professor particular deixe claro em quais regiões você atende e torne-se conhecido dentro dessa área. É importante que seu nome seja lembrado online e offline, portanto, trabalhe sua marca nas redes sociais e nos sites de busca.

Expanda seus contatos

Para quem quer se tornar um profissional renomado, o networking é fundamental. Ter um bom relacionamento com seus colegas é o primeiro passo para garantir que, no futuro, eles poderão te indicar para uma oportunidade interessante. Coopere com outros profissionais e, caso trabalhe em equipe, faça questão de dividir sempre os créditos pelas realizações.


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