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Como Descobrir o Segredo Para Ser Feliz e Bem Sucedido no Trabalho

Se você está insatisfeito com seu emprego e não sabe como mudar, confira algumas dicas e aprenda como descobrir o segredo para ser feliz e bem sucedido no trabalho

Encontrar um emprego satisfatório pode parecer uma tarefa difícil. Muitas pessoas aceitam trabalhar em áreas que não as agradam por motivos financeiros e devido a isso acabam infelizes com suas profissões. Se você não quer que isso aconteça com você ou se deseja mudar sua situação atual, existem algumas dicas simples que farão você entender o segredo para a felicidade e o sucesso em sua carreira.

Confira como descobrir o segredo para ser feliz e bem sucedido no trabalho:

1. Quais são seus pontos fortes?

Descobrir seus pontos fortes ajudará você a encontrar o emprego que melhor se encaixa com você. Procure fazer uma auto-análise e crie uma lista com todas essas características para que você possa observá-las com mais clareza.

2. O que você detesta fazer?

Saber exatamente quais são as coisas que você não suporta ter que fazer ajudará a eliminar opções de trabalho que podem deixar você infeliz, facilitando que você as evite.

3. Quais são suas melhores características?

Essa pergunta será útil para que você entenda quais são seus talentos e em quais áreas profissionais eles se encaixam. Trabalhar com algo que exige uma habilidade que você domina facilitará sua busca pelo sucesso.

4. Em quais atividades você costuma ser mais engajado?

Saber quais são as atividades que você se sente mais satisfeito em realizar e se mostra mais engajado fará com que você consiga eliminar diversas opções de emprego que não combinariam com você e se aproxime da alternativa ideal.


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5 Passos Básicos Para Fechar Qualquer Venda

Especialistas afirmam que é essencial treinar a equipe de vendas do seu negócio

Por Camila Lam

As vendas são essenciais para o sucesso de uma pequena empresa. Entretanto, uma equipe mal treinada pode acabar afastando os consumidores do seu negócio. “Pergunte sempre para o seu cliente qual é o valor da compra para ele, pois existe o fator emocional”, ensina Marcelo Ortega, palestrante de vendas e consultor empresarial.

Para André Ortiz, especialista em vendas e diretor da Oficina do Sucesso, fechar uma venda faz parte de um processo. Por isso, é importante entender quais são as necessidades do cliente para fazer as indicações corretas.

Mário Rodrigues, especialista em vendas e diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), afirma que um dos passos fundamentais do processo é o pós-venda. “É a pré-venda da próxima venda. Mais do que isso, busque um relacionamento com o cliente”, ensina. Veja as recomendações dos especialistas para fechar uma venda. 

1. Faça a abordagem correta

Para evitar que os vendedores cometam as atitudes mais odiosas, o empresário deve investir em treinamentos e avaliar constantemente sua equipe. Quando um consumidor depara com um vendedor mal educado e desonesto, a chance de uma venda acontecer é mínima. 

2. Aprenda a ouvir

Para criar empatia, o ideal não é oferecer todos os produtos e serviços que estão à disposição. “Somos pouco treinados a perguntar; falamos demais e perguntamos pouco”, afirma Rodrigues. 

“É preciso solucionar problemas”, afirma Ortiz. Por isso, saber ouvir é essencial para fazer os questionamentos corretos. 

3. Apresente as soluções

Para algumas pessoas, o preço não é relevante. Para outras, é a matéria prima do produto que importa. Ortega conta que se você oferece status para quem preza conforto, por exemplo, as chances de fechar a venda são baixas. Os especialistas recomendam focar no problema do cliente e analisar quais são as melhores opções para cada caso.

4. Encare as objeções

Normalmente, as objeções aparecem durante o fechamento da compra. Pedidos de descontos, brindes e outros questionamentos são comuns. Para Rodrigues, o consumidor só quer ter certeza de que fez o melhor negócio. 

“Tem que encarar a objeção como sinal de compra. Negociação não é luta”, completa Ortega.

5. Invista no pós-venda

O vendedor precisa entender bem sobre o produto que está vendendo. Além disso, ele deve ser capaz de oferecer suporte para o consumidor mesmo que a venda tenha sido concretizada. Dessa maneira, as chances de gerar novas vendas aumentarão significativamente. 


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Três Motivos Para Trabalhar em Uma Empresa Familiar

Ter o dono do negócio por perto no dia a dia pode facilitar o desenvolvimento dos funcionários

Por Ariane Abdallah

É bem provável que, ao longo de sua vida, você receba pelo menos uma proposta para trabalhar em uma companhia familiar. Quem afirma é Herbert Steinberg, sócio-fundador da Mesa Corporate Governance e especialista em sucessões. Segundo ele, 80% das organizações brasileiras são dirigidas pelos fundadores ou herdeiros deles, e 95% das pessoas vão receber um convite para fazer parte do organograma de, pelo menos, uma delas. “Na Europa esse número é bem próximo e, nos Estados Unidos, um pouco menor, mas ainda assim, grande”, diz o consultor, que também é autor de livros como A Família Empresária (editora Gente).

Steinberg afirma que, quando gerida com profissionalismo apesar do sobrenome, a companhia tende a ser um ambiente mais produtivo para o desenvolvimento de carreira do que uma empresa não-familiar. “Ter profissionais do mercado não é garantia de profissionalismo”, diz ele. Odebrecht, Gerdal e Votorantim são alguns dos exemplos apresentados pelo consultor como modelos bem-sucedidos. Por quê? Leia a seguir.

1. As decisões são mais rápidas.

O dono geralmente está no dia a dia do negócio, próximo dos funcionários. Portanto, a tendência é que o acesso a ele seja freqüente e, como conseqüência, as definições normalmente acontecem com mais agilidade.

2. Vontade vale mais que dinheiro.

É claro que as contas na planilha são levadas em conta antes que qualquer decisão importante para o negócio seja tomada. Porém, a vontade do dono costuma ser mais decisiva do que os números. “Se ele quer investir em uma nova fábrica, vai fazer isso”, afirma Steinberg. “Os investimentos vão alem do payback. Os valores são só uma referência nesse caso”.

3. Não se entra em um negócio para sair.

Como o que está em jogo é o nome da família, a empresa não entra em um novo nicho ou operação só para ver no que vai dar. Em geral, decisões desse tipo são ancoradas em visão de longo prazo. Portanto, tendem a ser mais sólidas. E um ambiente consistente e estável tende a facilitar o desenvolvimento dos colaboradores.


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6 Campanhas de Marketing Para Inspirar Empreendedores

Algumas campanhas, independente do porte da empresa, se destacam pela criatividade e ousadia

Por Priscila Zuini (Respondido por Eduardo Andrade, especialista em marketing)

Algumas campanhas deixam marcas por onde passam, seja pelos comentários que promovem (buzz marketing), seja pela percepção da marca (awareness) ou pelo resultado das vendas.

Essas campanhas têm muito a ensinar a empresários e profissionais de marketing. Devemos estar atentos ao fato de que as novas campanhas devem interagir com o cliente e criar vínculo com a marca. O mundo está mudando, e a linguagem deve se adaptar a essa mudança.

Com as mídias cada vez mais conectadas, uma grande ideia deve ter condições de ser apresentada em um anúncio de revista (analógico) tanto quanto em um aplicativo para smartphone (digital). As campanhas abaixo são uma pequena coletânea e dão uma dimensão do que é possível fazer com criatividade e bom senso fugindo do lugar comum.

Popinator - Um aparelho desenvolvido a pedido da Popcorn Indiana, empresa que oferta pipocas sem glúten, criou grande agitação nas mídias sociais. O brinquedo consiste em um arremessador de pipocas que faz uma leitura do rosto das pessoas e lança o alimento assertivamente na boca do usuário. Essa proposta de alimentação divertida fez com que o número de visitas no site da empresa crescesse 2.800% em uma semana.

Experiência x imóveis - Imagine o mercado superaquecido de venda de imóveis no período de 2010 a 2012 e a guerra para conseguir a atenção do cliente. Nesse contexto a Apoena imóveis inovou no interior de São Paulo ofertando aos visitantes dos terrenos à venda test drives de carros luxuosos, um dia de diversão para família, degustações de queijos, vinhos e carnes, leilão de cavalos, dentre outros. Não bastasse isso, os possíveis clientes recebiam em casa uma pizza e um vinho acompanhado de um vídeo apresentando os imóveis à venda. As vendas foram um sucesso e a empresa conseguiu criar o vínculo necessário com o público.

Cartão Infidelidade – um grupo de cafeterias independentes em Cingapura resolveu promover uma ação de relacionamento no mínimo diferente. Trata-se do cartão infidelidade. O cliente ao consumir café em uma das lojas recebe um cartão para registrar o consumo em outras lojas do grupo. Na medida em que o cliente passa pelas demais lojas, vai recebendo no cartão os comprovantes de consumo. Ao completar o circuito o cliente recebe como recompensa um café gratuito na primeira loja que visitou. As vendas aumentaram e o grupo de pequenas lojas conseguiu espaço frente às grandes redes de cafeterias.

Código no copo de cerveja - Para promover a marca de cerveja irlandesa Guinness, uma agência de publicidade estampou em copos de vidro QR codes que dariam acesso a promoções e conteúdo exclusivo promovido pela marca nas redes sociais. Contudo só seria possível capturar a imagem do QR code com o copo cheio de cerveja escura promovida pela marca.

Corrida ao caixa – Inspirado no medalhista olímpico Usain Bolt, a Puma promoveu em suas lojas uma campanha inusitada que associava o produto Fass 500 ao atleta. O cliente recebia um comprovante com horário de entrada na loja. A partir de então travava uma corrida contra o cronômetro para comprar aquele modelo de tênis e fazer o pagamento no caixa. Quanto mais rápido o consumidor concluísse o processo, maior seria o desconto na compra. 

Sunny Sale - Com o intuito de promover os restaurantes da rede Emart (um grupo supermercadista com 141 lojas na Coreia do Sul), uma ação inusitada foi proposta. O objetivo era promover o consumo no horário de almoço, já que as vendas estavam baixas nesse período. Foram instaladas peças rígidas tridimensionais nas ruas de Seul em locais de grande circulação. Durante o intervalo entre meio dia e uma hora da tarde o efeito de luz e sombra revelava no objeto um QR code para ser escaneado apenas naquele horário. A promoção concedia descontos e a comida poderia ser pedida pelo próprio smartphone. Resultado, incremento de 25% no número de tickets em um mês. 


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Os Hábitos de Finais de Semana de Oito Pessoas Bem-Sucedidas

Diferente do que muitos pensam, pessoas bem-sucedidas não resolvem problemas de trabalho ou adiantam seus afazeres nesses dois dias

Por Luiza Belloni Veronesi

Um estudo do Bureau of Labor Statistics mostra que 81% dos profissionais norte-americanos verificam seus e-mails corporativos aos finais de semana. Mas, será que isso ajuda ou atrapalha na produtividade durante a semana?

O site Huffington Post mostrou o que algumas pessoas bem-sucedidas fazem ou faziam aos finais de semana. Diferente do que muitos pensam, eles não resolvem problemas de trabalho ou adiantam seus afazeres nesses dois dias – mas cultivam hábitos relaxantes para afastar os problemas da mente. “No mundo corporativo, as pessoas bem-sucedidas sabem que os finais de semana são o grande segredo para uma jornada de trabalho mais produtiva”, afirmou Laura VanderK, autora do livro “168 Hours: You Have More Time Than You Think” (“168 Horas: Você Tem Mais Tempo que Imagina”, em tradução livre). “Esse é o tempo para relaxar e, principalmente, para recarregar a energia.”

E você, o que faz nos finais de semana? Veja abaixo alguns hábitos que oito pessoas bem-sucedidas cultivam (ou cultivavam) no sábado e domingo:

Spencer Rascoff

Não importa o quanto a semana no portal imobiliário Zillow.com foi movimentada, o CEO Spencer Rascoff sempre prioriza passar seu final de semana com a família, longe dos problemas do trabalho.

“Meus finais de semana são um momento importante para desligar do cotidiano e ter a chance de pensar mais profundamente sobre minha empresa e os negócios”, disse Rascoff em uma entrevista à Forbes, em fevereiro deste ano. “Os fins de semana são uma excelente oportunidade para refletir e ser mais introspectivo sobre questões mais importantes.”

Malcolm Gladwell

O jornalista, escritor e colunista do The New Yorker gosta de passar suas manhãs de domingo lendo um jornal e tomando um belo café da manhã.

Zac Posen

O estilista nova-iorquino afirmou que acorda às 8h30 aos domingos e caminha com seu cão pelas ruas de Manhattan. Depois, lê jornais tomando seu café da manhã e, no final do dia, desfruta a hora do chá, seguido de um jantar com os amigos.

Mark Twain

Depois de uma longa semana produtiva, o escritor fazia questão de relaxar aos domingos com sua esposa e filhos em uma fazenda.

Padmasree Warrior

A CTO (Chief Technical Officer) da Cisco aproveita os sábados para se desligar do trabalho. Em entrevista ao The New York Times,em 2012, ela afirmou que reservar esse tempo a ajudou a gerenciar as demandas em seu cargo anterior, que exigia supervisionar 22 mil funcionários.

Gustave Flaubert

O escritor francês, que lançou grandes romances como “Madame Bovary” (1857), tinha madrugadas de escritas durante a semana, mas aos domingos, ele tomava um tempo para refletir sobre seu trabalho e compartilhava suas escritas com os amigos.

Rachel Maddow

Âncora da rede MSNBC diz que fica bem longe do trabalho nos finais de semana, deixando seu apartamento em Manhattan para ficar em sua antiga casa de campo em Massachusetts.
Lá, ela se desconecta da tecnologia (a casa não tem TV a cabo) e sua agenda inclui a leitura de livros, de acordo com o site.

Joan Didion

Todos os domingos, a escritora norte-americana caminha lentamente pela Lexington Avenue, em Manhattan, parando para tomar um café da manhã em um café da região.



O Que os Ninjas e os Empresários Têm em Comum?

As dez lições do livro O Ninja Corporativo - As artes marciais aplicadas aos negócios, de Gary Shapiro

Por Ariane Abdallah

Obstinação, um plano meticulosamente arquitetado e jogo de cintura para mudá-lo ou abandoná-lo sempre que necessário. Esses são os principais ingredientes do ninja bem-sucedido. Elas podem ser aplicadas também por líderes com objetivos claros e disposição para atingi-los a despeito das adversidades.

A seguir, dez tópicos que fazem parte do livro O Ninja Corporativo, lançado este ano pela editora Saraiva. O autor, Gary Shapiro, é colunista da revista Forbes e presidente da Consumer Electronics Association (CEA), a associação que representa mais de duas mil empresas de eletrônicos de consumo.

1. A sua meta é a vitória.

Enquanto um ninja tem como objetivo derrotar seus inimigos, um empreendedor quer que o produto ou serviço que sua empresa oferece seja considerado melhor que o dos concorrentes. Tanto o ninja quanto o empresário precisam da ajuda de uma dupla antagônica para atingir suas metas: a determinação apaixonada aliada a um plano estratégico, friamente calculado.

2. A sua força de ataque.

Formar, manter e alimentar um grupo forte para colocar o plano em ação é fundamental para atingir sua meta. Um ninja, assim como um empresário com visão de futuro, aumenta suas chances de vitória na escolha bem feita de quem irá lutar ao seu lado. A equipe deve funcionar de forma harmônica e profissional.

3. Na guerra, os riscos são inevitáveis.

Para ir além do lugar-comum, do padrão, do que já existe por aí, o empreendedor precisa de coragem para arriscar. Assim como o ninja, ele deve encarar os desafios como parte rotineira do negócio. “Os ninjas, da mesma forma como os líderes de sucesso, veem seu trabalho como um estilo de vida, não como um mero ‘emprego’”, diz Shapiro, no livro.

4. Prepare-se para a batalha.

Antecipe as adversidades mentalmente, com uma disciplina de ninja. Encare os fracassos da mesma forma que os desafios e riscos: como parte da guerra. Perder uma ou outra batalha é previsto – e não significa que você deva perder tempo sofrendo pelo que passou. O importante é não esquecer qual é a sua meta.

5. A arte da guerra.

Antes de começar a luta, é importante que, sim, você tenha um plano estratégica e meticulosamente calculado. Mas não se apegue a ele. Trata-se apenas de um roteiro, de uma referência, de um mapa para não perder de vista seu objetivo. Os ninjas e os bons líderes sabem que a estratégia só funciona se for atualizada em tempo real, de acordo com as variáveis que se apresentam no caminho. No livro, Shapiro afirma: “Os seus concorrentes são ferozes e engenhosos e farão de tudo para não se deixar derrotar por você. Espere surpresas e adapte-se de acordo”.

6. O código do ninja.

Não importa qual a meta nem quais os obstáculos que encontrará pelo caminho para atingi-la, tanto o ninja quanto o empreendedor devem se basear em um código de conduta próprio. Por um lado, ambos recusam-se a seguir as regras padrões, comumente difundidas pelo mundo. Por outro, todos precisam ter e seguir um código de ética para nortear suas decisões.

7. Os ninjas quebram as regras.

Ninjas não são samurais. Portanto, não seguem princípios hereditários, mas sim meritocráticos. Da mesma forma deve funcionar uma empresa que pretende ser a melhor em seu segmento. “Uma organização não terá sucesso se seus princípios de contratação forem hereditários, hierárquicos e fechados a pessoas que pensam ter uma mentalidade diferente”, escreveu Shapiro, em seu livro. “O último dos ninjas será o empreendimento ou a pessoa que não só usou os melhores talentos como promoveu a abordagem mais inovadora para o sucesso”.

8. Inovação ou morte.

“Seja criativo, seja ousado, esteja disposto a mudar. Caso contrário, o seu fracasso será total”, afirma Gary Shapiro, no livro. Alguns obstáculos exigem que tanto o ninja quanto o empresário mudem radicalmente seu ponto de vista ou a estratégia da luta, sob o risco de serem definitivamente derrotados. Criar, improvisar, arriscar, em certos momentos, define a luta.

9. Um exército de ninjas.

Os ninjas atualmente fazem mais do que construir e garantir a vitória, eles também contribuem para a construção de algo maior – e que pode ser compartilhado e aproveitado por muito mais pessoas, a curto e longo prazo. “A tecnologia permite que todos nós participemos da inovação”, afirma Shapiro.

10. O guerreiro das sombras.

Ao contrário do ninja, que é especialista em passar despercebido pelos inimigos, o empreendedor inovador deixa sua marca. Porém, os dois têm em comum a capacidade de dar um nó nos concorrentes, que, quando se dão conta, já foram derrotados pelo antagonista ágil e habilidoso. 


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12 Coisas Que Você Não Deve Escrever no Seu LinkedIn

Se você é o tipo de profissional que se preocupa com todos os detalhes da carreira, manter-se atento ao que publica no LinkedIn também é essencial. Confira 12 coisas que você não deve escrever na rede social

O LinkedIn é uma ferramenta poderosa para construir sua rede de contatos profissionais. Por isso, é sempre preciso estar atento ao que se compartilha na rede social, uma vez que você estará conectado com pessoas de todos os tipos. Se você não quer cometer nenhuma gafe e manter um relacionamento profissional proveitoso com os seus amigos no LinkedIn, confira 12 coisas que você não deve escrever.

1 – Abreviações

Não atualize os seus status com palavras abreviadas, como “omg”, “lol”, “sqn”, etc. O LinkedIn é o seu perfil profissional e você deve usá-lo com esse objetivo – sem gírias ou abreviações.

2 – Temas fúteis

Ao invés de ficar escrevendo sobre a pizza deliciosa que você comeu ontem, por que não comentar sobre algum curso que você esteja fazendo? Aproveite o espaço que você tem para atualizar o perfil e utilize-o da melhor forma possível.

3 – Não registre as suas habilidades óbvias

Qualquer pessoa um pouco mais “antenada” sabe utilizar o Google e as redes sociais. Não é necessário colocar que você tem vasto conhecimento em pesquisas online e sabe o funcionamento do Facebook. É mais interessante que você coloque os seus conhecimentos em certos programas, como o Adobe Photoshop ou o Pacote Office, por exemplo.

4 – Clichês

Não fale que o seu ponto mais forte é saber trabalhar em grupo, ou que seu defeito é ser perfeccionista demais. Utilize o seu perfil para mostrar o seu verdadeiro diferencial. Ao invés de ser clichê, fale sobre os seus cases de sucesso, as soluções inovadoras que você já teve e todas as boas experiências profissionais em seus antigos empregos.

5 – Não finja o seu nome

Nunca coloque um nome no seu perfil que não seja o seu verdadeiro. Por mais que você tenha diversos ídolos na sua área, é essencial que você utilize o seu nome verdadeiro. Além do mais, usar nome falso é uma violação das regras do LinkedIn.

6 – Projetos secretos

Não compartilhe com os seus contatos quais são os projetos futuros que a sua empresa está trabalhando. Isso é antiético e você pode até perder o seu emprego.

7 – Criticar os colegas de trabalho

Por mais que você não tenha em seus círculos os colegas de serviço, é bom que você evite falar mal deles em seu perfil. Nunca coloque a culpa no seu chefe, ou diga que você trabalha com uma pessoa incompetente. Em troca, divulgue as suas conquistas e a diferença que você tem feito no seu local de trabalho.

8 – Nada

Ao mesmo tempo em que existem diversas coisas que você deve evitar escrever no LinkedIn, ficar muito tempo sem atualizá-lo ou ter informações incompletas não é bom. Você não precisa descrever todas as suas experiências, mas é importante que haja uma descrição suficiente do que você já enfrentou e quais são as suas capacidades. Caso você não tenha nada de realmente interessante para falar por causa de pouca experiência, seja honesto e diga que você está procurando por oportunidades para aprender.

9 – Curiosidades excêntricas

Não há nada de ruim em ter hábitos e gostos estranhos, mas você não deve compartilhar eles em sua rede profissional. Não se esqueça que recrutadores e diretores podem olhar o seu perfil e, dependendo do que você mostra no perfil, descartar o seu currículo.

10 – Falta de humildade

Você nunca deve se vender demais. Não fale que você é exatamente aquilo que falta em uma empresa, ou que você irá fazer toda a diferença do mundo. Seja modesto e diga que você pode ajudar a resolver problemas e propor novas ideias.

11 – Mentir a experiência

Nunca minta sobre a sua experiência profissional. É completamente errado colocar que você trabalhou em uma empresa sendo que, na verdade, você nunca nem pisou lá. Caso você tenha feito um serviço terceirizado, por exemplo, é importante que isso esteja escrito na descrição da vaga.

12 – Sincronizar as outras redes sociais com o LinkedIn

Não sincronize o seu Facebook com o LinkedIn. Você não quer que os seus contatos profissionais vejam as fotos da última balada, ou o vestido curto com os quais você foi para as festas.


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Fiu, Fiu! Valorize Suas “Curvas” Cerebrais ou Vai Passar Despercebido


Por Wiliam Kerniski

Quantas vezes você já ouviu falar em valorização, reconhecimento pelo que faz, metas atingidas, trabalhos impecáveis, capacidade em assumir riscos com êxito, liderar e tantos outras formas de reconhecimento que constantemente temos visto e, algumas vezes, propriamente vivido? Da mesma forma, temos um lado menos elegante, glamouroso ou nobre que é o fato de nos depararmos com situações pessoais e profissionais de falta de tempo para usarmos as nossas “curvas” para reconhecermos o quão somos capazes em produzir grandes feitos, criar, melhorar ou, simplesmente, ousar.

Uma recente pesquisa realizada pela LeadPix com 4.270 pessoas apontou que, no ambiente de trabalho, os profissionais têm a motivação baseada na experiência aprendida (36%), seguido por atividades que executa (33%), novas oportunidades (26%), remuneração (16%), equipe (8%) ou colegas (8%), seu líder (4%) e espaço físico (2%). 

As experiências aprendidas constituem o elemento motivador para os jovens de até 29 anos de idade (45%), bem como para os indivíduos acima de 70 anos (45%). A equipe é fonte de motivação apenas para faixa etária até 29 anos (12%), chegando a 3% na faixa etária acima de 70 anos. As atividades executadas no trabalho representam fonte de motivação para estudantes de todos os níveis, aumentando de acordo com o nível de escolaridade. Para quem está cursando faculdade ou uma pós-graduação, as novas oportunidades são os principais elementos de motivação no trabalho (29% e 28%, respectivamente). 

Esses dados apontam que existe uma opinião clara sobre o interesse em viver experiências novas, crescer, aprender e fazer a diferença. Talvez os 4% do líder representem a forma pouco atraente como os profissionais estão enxergando a construção de um caminho com possibilidades de sucesso maior.

Ao longo da minha carreira em empresas de diferentes portes, capacidade de inovação e empreendedorismo, em conversas com pessoas próximas e outras nem tanto, percebi que há um núcleo de profissionais condicionados ao exercício mecânico das atividades e um prazer em fazer e refazer o beabá, o óbvio pelo simples fato de ocupar o dia e contar os minutos para que os “ponteiros” do relógio denunciem o fim do expediente. Ora, isso na minha opinião perde totalmente o efeito da valorização das “curvas”. Há também o núcleo de pessoas que são regidas por um modelo de gestão baseado na pressão e no medo.

Isso para mim é autodefesa do gestor, da empresa e, em certos casos, da própria pessoa que imagina que é muito normal tal modelo. Existe também o núcleo de pessoas que vivem o dia a dia do trabalho à moda “Zeca Pagodinho”, com todo respeito ao ilustre e consagrado artista – Deixa a vida me levar. Isso mesmo, vou fazendo o que posso fazer, à sorte do tempo e dos acontecimentos.

Agora, há também o núcleo de pessoas que têm uma vontade enorme de fazer acontecer, usar e valorizar as “curvas”. São empreendedoras, aquelas que empreendem conhecimento, esforços em busca de novos recursos e uma vontade incontrolável de fazer a diferença, fazer que realmente valha a pena e faça sentido. Essas pessoas não precisam de outdoor na avenida principal da vida para serem reconhecidas e ovacionadas. Essas pessoas já descobriram o quão interessante é um frio na barriga.

Certo dia encontrei com um consultor empresarial e passamos horas conversando entre um café e outro. A conversa se iniciou com o discorrer das trajetórias profissionais, crises econômicas, objetivos das manifestações e a maior parte do tempo foi sobre a forma como os profissionais estão vislumbrando as oportunidades atualmente, como enxergam a relação empregado-empregador e como isso pode mudar nos próximos anos. Claro que nesses assuntos não existem verdades absolutas, mas em um determinado momento da conversa, ele fez uma analogia ao mencionar que os profissionais da nova geração com capacidade de empreender, inovar, ousar com um frio na barriga e valorizar as próprias “curvas” vão abandonar o desejo pelo “Passaporte CLT”. Isso mesmo, esse passaporte que ele se referiu com certa ironia e algumas risadas, analogamente ele mencionou o fato de seguir os mesmos processos de documentação necessária para retirá-lo, foto padrão, carimbos a cada no empresa-viagem que o profissional faz o check-in e por aí vai.

Não vão abandonar na maioria, mas, numa quantidade maior do que existe atualmente; não simplesmente pelo fato de que vai ser assim e pronto. Vão abandonar, pois o mundo está e estará permitindo e estimulando cada vez mais às pessoas que empreendam suas ideias por meio de milhares de canais e formatos de interação. Está mais do que na hora de valorizar as nossas “curvas”, antes que derrapemos na mesmice e num futuro pouco interessante.

Obs: Curvas usadas neste texto são referentes às curvas do cérebro.

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Elogios São Melhores Quando Feitos a Portas Fechadas


Por Lucy Kellaway

Não muito tempo atrás, participei de uma reunião a portas fechadas com o CEO de uma empresa e alguns de seus subordinados. Antes de a sessão começar, ele se virou para um deles e disse: "Excelente trabalho com X. Você acertou em cheio. Muito bem!".

É exatamente desta maneira que um elogio deveria ser feito. Ele foi direto, específico e feito em público. Olhei para o homem que acabara de ser elogiado e ele me pareceu um pouco maior. Então olhei para os demais em torno da mesa e fiquei com a impressão de que todos haviam encolhido.

Sempre observei esse efeito. Se você olha para os rostos dos jornalistas quando um colega é elogiado por sua última reportagem, percebe que eles fingem lidar bem com isso - e podem até dizer rapidamente que o artigo, de fato, estava brilhante. Mas, se olhar cuidadosamente, perceberá um leve enrugar de lábios, como se eles tivessem chupado limão.

Os especialistas estão errados a respeito do elogio: ele quase nunca deve ser feito em público. É uma coisa perigosa e corrosiva, que tem um efeito poderoso e positivo sobre a pessoa que o recebe, mas é melhor administrado a portas fechadas. Sempre suspeitei que deveria ser assim, mas agora há dados que provam isso.

Segundo um novo estudo, os danos colaterais infligidos pelos elogios são ainda piores do que eu pensava. Os espectadores não só se posicionam contra a pessoa que está sendo elogiada, como instantaneamente deixam de gostar da pessoa que os está fazendo. Eles invejam quem recebe e ficam ressentidos com quem dá.

O estudo vem de Elaine Chan e Jaideep Sengupta - a mesma equipe que produziu uma de minhas pesquisas favoritas. Há dois anos, eles provaram que não existe limites quando o assunto é bajulação. Mesmo quando sabemos que ela não é sincera, nós a aceitamos de bom grado, não importa o grau.

Agora, eles aplicaram os efeitos colaterais da bajulação a espectadores inocentes. O estudo descreve uma experiência em que centenas de estudantes foram solicitados a imaginar que estavam em uma loja de roupas, ouvindo um vendedor dizer a outro cliente como ele estava maravilhoso. As reações instintivas foram todas negativas. Ainda mais revelador foi o fato de que quanto mais próxima a ligação do estudante com a pessoa que estava sendo bajulada, maior a inveja.

O paralelo com o mundo corporativo é óbvio. Se você ouve um comentário de que alguém de outro departamento está sendo bajulado, você ficará impassível. Mas se a pessoa que senta do seu lado estiver sendo elogiada por seu chefe, o efeito é parecido com beber ácido.

Isso significa que a maioria dos administradores está cometendo um grande erro. Eles foram ensinados de que uma parte vital de seu trabalho é percorrer a empresa dispensando um elogio aqui e outro ali. Eles acham que estão celebrando o sucesso de alguns e motivando outros a se esforçarem mais.

Mas, o que estão fazendo, na verdade, cria ressentimento e os torna muito impopulares. Do mesmo modo, todos aqueles esquemas adorados pelos "bons" empregadores como escolher o funcionário da semana, ou escrever perfis inflamados na 'newsletter' da companhia são mais nocivos que benéficos.

Você poderia dizer que não importa que elogios públicos causem problemas para egos frágeis, contanto que isso faça todos se esforçarem mais. A resposta é que isso depende. Segundo o psicólogo Niels Van de Ven, há dois tipos de ciúmes: o benigno, que motiva você a fazer melhor do que a pessoa que você inveja; e o maligno, que faz você querer tomar atitudes drásticas em relação à pessoa que você inveja.

Na experiência, o ciúme benigno ocorreu quando os alunos pensaram que a bajulação era autêntica. Nesse caso, seu efeito foi positivo e muitos deles disseram que estavam mais inclinados a comprar roupas caras para tentar melhorar a aparência. Mas, nos escritórios, grande parte da inveja é maligna.

O melhor texto administrativo sobre isso é a série para crianças "Horrid Henry". Os elogios intermináveis de Perfect Peter nem por um segundo fazem Horrid Henry se esforçar mais para ser gentil. Em vez disso, eles o fazem se esforçar mais para imaginar algo realmente sórdido para fazer contra seu irmão mais novo.


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Venda Adicional e Upsell


Uma das grandes características dos vendedores de Alta Performance é o seu índice de aproveitamento de oportunidades (fechamento).

Bons vendedores têm não apenas um talento natural para reconhecer o momento de efetuar o fechamento (timing), mas também a técnica de fazer o fechamento de mais de uma forma (habilidade) e, principalmente, a atitude correta em relação ao fechamento.

“Quais são suas 3 técnicas de fechamento preferidas?” é uma pergunta básica de recrutamento e seleção de vendedores.

Todo vendedor que se preza precisa saber pelo menos 3 delas. Mas infelizmente não é isso que encontramos no mercado. Quando questionados sobre isso, a imensa maioria dos vendedores começa a gaguejar. Uns até perguntam o que é técnica de fechamento.

Esse é justamente um dos grandes motivos do aproveitamento tão baixo de tantos vendedores. Simplesmente por que nunca estudam nem procuram melhorar algo que fazem TODOS OS DIAS!!!

No módulo de Fechamento do curso APV – Alta Performance em Vendas, apresento 14 técnicas de fechamento mais comuns. Separei aqui duas que são as minhas preferidas e que, quando utilizadas corretamente, trazem resultados excelentes.

Fechamento da Venda Adicional

Uma forma avançada do fechamento por alternativas, e uma das minhas preferidas, é a da Venda Adicional.

O exemplo típico é o do McDonald’s: “Acompanha batata-frita?” (e refrigerante, sobremesa etc.).

Você basicamente oferece opções da mesma forma que no Fechamento por Alternativas, só que uma das opções é uma Venda Adicional (em que você oferece algo a mais para o cliente, além do que ele tinha pedido).

Exemplos de Venda Adicional: 
  • Quer levar um par de meias junto com o sapato? 
  • Além do terno, quer aproveitar e dar uma olhada nas camisas? (E se o cliente aceitar e comprar uma camisa, faz o quê? Oferece gravata!). 
  • Além da limpeza, gostaria também de fazer o polimento? 
  • Prefere levar 2 peças ou a promoção de 3, que já ganha o brinde? 
  • Acompanha batata frita? 
*** Note que a pergunta sempre oferece um produto/serviço extra, além do que o cliente pediu, por isso o nome Venda Adicional.

É uma forma muito sutil e inteligente do cliente ‘fechar’ a compra de “A” – você pergunta para ele se ele gostaria de levar “B também”. Se ele disser ‘sim’ para B, disse sim para A... Se disser não, você ainda tem A (e pode oferecer C, D, E...).

Fechamento do Upsell

Upsell é quando você ‘vende para cima’. Ou seja, o cliente compra algo de maior valor. Imagine que você tem um produto ‘A’ que custa R$ 10 e um ‘B’ que custa R$ 20. Se conseguir argumentar e convencer o cliente a levar B ao invés de A, acabou de fazer um upsell.

Ou seja, é tecnicamente um fechamento por alternativas também, só que a segunda alternativa é de maior valor.

Exemplos de Upsell: 
  • Prefere fazer o contrato de garantia por 1 ano ou 2 anos? 
  • Prefere levar 1 giga de memória ou 4 gigas? 
  • Quer aproveitar e já mandar instalar o ar condicionado no seu carro novo? 
  • A senhora prefere com câmbio manual ou automático? 
  • Prefere levar o grande por mais R$ 5? 
*** Note que a pergunta sempre oferece um produto/serviço de valor MAIS ALTO, por isso o nome Upsell.

Dica do Raúl: nestes 20 anos de VendaMais, uma das coisas que sempre notei é que vendedores de Alta Performance SEMPRE fazem vendas adicionais e upsell. SEMPRE! É um dos seus grandes diferenciais (e um indicador de performance fundamental!).

E você – tem praticado Vendas Adicionais e Upsell com frequência?

Abraço e boa$ venda$,

Raúl Candeloro

Fonte: VendaMais.com.br
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Calça jeans X Terno e Gravata

A chegada da geração Y no mercado de trabalho mudou o conceito de 'bem vestido'

Ha vinte anos, quando entrávamos em uma grande empresa ou em um grande banco, era impensado encontrar alguém que não estivesse “bem vestido” (pelo menos para os padrões da época): terno, camisa social e gravata. Esse ”código” valia para todo mundo, desde os finados escriturários até o presidente da empresa, todos estavam obrigatoriamente“uniformizados”.

Para as mulheres, era quase mandatório o uso de saia, camisas com pouca cor e cabelos necessariamente bem penteados e, de preferência, presos. Maquiagem somente em raras ocasiões e desde que bem discretas.

Para os homens, a gravata era um item obrigatório e a exigência era levada ao extremo. Em uma época em que a gravata de crochê era moda, chegou-se ao ridículo de ser usada até com camisa polo. Alguém que aparecesse de jeans e camiseta era tratado como pessoa de nível inferior.

O ditado que o tempo é o senhor da razão também se mostrou presente neste caso. Com a enorme banalização do terno e da gravata, além do aumento assustador de ladrões utilizando este tipo de vestimenta, ocorreu a mudança do conceito de estar “bem vestido”. O“casual” foi ganhando espaço e hoje, em muitas empresas, e até em alguns bancos (o último reduto da obrigatoriedade do social clássico), é considerado mais estranho encontrar alguém de terno e gravata do que de calça jeans e camiseta.

A chegada da geração Y no mercado de trabalho, com muita propriedade e bom humor, está aposentando definitivamente o conceito de que estar vestido de maneira formal é pré-requisito de seriedade ou profissionalismo. Os grandes ídolos desta geração consagraram o estilo jeans e a camiseta.

Mas, os que acreditam que não existe mais a discriminação pela vestimenta que se usa estão enganados. Infelizmente o preconceito não acabou. É fácil encontrar pessoas que torcem o nariz quando se deparam, em uma reunião, com um grupo de profissionais vestidos de jeans e de camiseta. E ainda confundem a pouca idade e informalidade com falta de profissionalismo e, mais chocante ainda, falta de dinheiro.

Situações que podem ser chamadas de cômicas (para não dizer trágicas) repetem-se diariamente, principalmente nas empresas de tecnologia. Os “preconceituosos profissionais” mudam radicalmente sua postura quando descobrem que aquela pessoa, que segundo ele, não está adequadamente vestida para uma reunião, aparentando ser mais um pobre coitado do que um investidor. Na verdade, esse pobre coitado é o cliente que poderá fechar o contrato que irá ajudá-lo a bater suas metas e trazer para a empresa o projeto que mudará a situação financeira da companhia.

Contudo, por mais que as mudanças aconteçam numa velocidade grande, muitas até carregadas de exageros que vêm transformando tudo em “politicamente incorreto”, elas têm um lado positivo: é melhor estas oscilações e exageros do que a possibilidade (por mais remota que seja) da falta de liberdade de opinião e expressão.

O que é certo nestas mudanças é que todos devem respeitar as pessoas, seus costumes e suas preferências, e isso não deve, em hipótese alguma, servir de desculpa para justificar uma falta de competência, profissionalismo ou comprometimento.

O respeito ao próximo deve ser tanto para os garotos que chegam ao mercado de trabalho vestindo suas calças jeans, como para o pessoal que já esta na estrada há um bom tempo e que, mesmo despidos de pré-conceitos, continuam a curtir um bom terno e gravata.

O fato é que todos estão aprendendo com o mundo colaborativo. Quanto mais conectados estivermos, melhores serão os resultados para todos, e em todos os sentidos. Dessa maneira, o ideal é extrair o melhor de cada um. Não há dúvida que o pessoal de calça jeans é criativo e inovador, mas não se pode descartar a experiência e a habilidade de quem carrega a história de fazer bem feito, por longo tempo, projetos de sucesso.


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Série SEU NEGÓCIO - 5 Grandes Áreas Para Melhorar Seus Resultados em Vendas


Quer ter resultados excepcionais em Vendas? Alta Performance?

Então melhore seus resultados nestas 5 áreas:
  1. Aumentar o número de contatos feitos no mês
  2. Vender produtos/serviços de maior valor
  3. Fechar mais vendas (% fechamento)
  4. Fazer vendas adicionais
  5. Diminuir taxa média de descontos

Tenho recebido com uma frequência cada vez maior mensagens de pessoas perguntando sobre como administrar melhor seu tempo para melhorar seus resultados em Vendas.

Parece ser o grande problema do século 21: está todo mundo tão ocupado com o urgente que não dá para fazer (ou pensar) as coisas importantes.

Para ajudar o pessoal da área comercial, desenvolvi então uma Fórmula do Sucesso em Vendas.

Mas uma fórmula de verdade.

Sei que tem gente que já deve ter falado sobre isso, mas nunca senti muita firmeza na ‘fórmula’. Era mais uma ‘receita motivacional’ para o sucesso do que outra coisa (e olhe lá).

Esta não é uma fórmula 'mequetrefe'. Ela está baseada num princípio básico:

$ = Nv x Vm

Onde:

$ = Seu resultado em Vendas do mês (faturamento)

Nv = Número de vendas que você conseguiu fechar/realizar

Vm = Valor/ticket médio da venda

Depois de entender esse começo simples, você pode começar a ‘abrir’ a fórmula para entendê-la melhor. Mas por enquanto basta entender essa fórmula inicial simples:

$ = Nv x Vm

Um dos vídeos que gravei para o módulo de Planejamento do curso Alta Performance em Vendas fala justamente sobre essa fórmula, em que vou desmontando, passo a passo, os principais indicadores de performance de um vendedor.

Ali eu mostro exatamente onde ele/ela precisa melhorar se quiser administrar melhor seu tempo e otimizar resultados, baseado na premissa inicial de que $ = Nv x Vm.

Como você já sabe, as inscrições para o APV estão encerradas, mas para você que não se inscreveu e está apenas nos acompanhando por esta e-zine gratuita, um bom resumo final da fórmula do sucesso é o seguinte: para realmente alcançar a Alta Performance em Vendas, você precisa melhorar em 5 grandes áreas.

Se melhorar os indicadores dessas 5 coisas, você já terá resultados excepcionais.

E quais são essas 5 grandes áreas da Alta Performance em Vendas?
  1. Aumentar o número de contatos feitos no mês
  2. Vender produtos/serviços de maior valor
  3. Fechar mais vendas (% fechamento)
  4. Fazer vendas adicionais
  5. Diminuir taxa média de descontos

Então você já tem aí um ‘mapa’ simples para ajudá-lo a melhorar seus resultados. Foque em melhorar essas 5 coisas, e você estará com certeza no caminho da APV – Alta Performance em Vendas.

Abraço e boa$ venda$,


Raúl Candeloro
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15 Livros Que Ajudam a Inspirar a Criatividade no Trabalho

De obras clássicas até textos voltados para o público infantil: confira uma seleção de livros essenciais para quem quer ser mais inovador

Por Talita Abrantes

Regra básica para estimular a criatividade no cotidiano? Busque inspiração nas mais diversas fontes. Quanto mais improvável, melhor.

Foi com base nesta equação que pedimos para três especialistas em criatividade selecionarem algumas das obras essenciais para educar os olhos para perceber o mundo de uma maneira nova. 

O resultado trouxe livros clássicos sobre inovação. Mas não só. Na lista, há de livros infantis até obras consideradas malditas no passado. Divirta-se. 

They All Laughed

Nesta obra, o jornalista Ira Flatow conta, de uma maneira divertida, a história por trás das grandes invenções que hoje fazem parte da nossa rotina: lâmpada, telefone, laser, submarino e até videogame, entre muitas outras. 

They All Laughed
Ira Flatow

Thinkertoys

Se você quer fazer da criatividade uma prática diária na sua rotina, este é o livro indicado. Um clássico na área, "a obra traz exercícios que estimulam a criatividade. Por exemplo, como expressar ideias por meio de símbolos abstratos em vez de palavras”, afirma Gisela Kassoy, especialista no assunto. 

Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Technique
Michael Michalson

Um Chute na Rotina

"O livro fala sobre o processo criativo, sobre como acontece a geração de ideias, como aplicá-las e o sucesso que isso traz", diz Paulo Campo, do Lab SSJ. Para isso, a obra traz uma série de estratégias práticas para fazer a criatividade tomar corpo na sua rotina. 

Um Chute na Rotina - Os Quatro Papéis Essenciais no Processo Criativo
Roger Von Oech

Um "toc" na cuca

Muitas vezes, o caminho para a inovação está em, simplesmente, encarar a trilha de uma maneira diferente. Nesta obra, segundo Campo, o objetivo do autor é ajudar os leitores a "descondicionar a forma de pensar", diz. Para isso, ele investiga alguns dos principais bloqueios mentais e padrões que limam o pensamento criativo. 

Um toc na cuca
Roger Von Oech 

Ulysses

Para Isabella Prata, diretora da Escola São Paulo, o clássico de James Joyce pode ser uma excelente ferramenta para treinar o olhar para a criatividade. Motivo? “A história toda gira em torno de possibilidades e memórias”, diz. Lembrando que uma das principais dicas para ser mais criativo é arquitetar alternativas absurdas mentalmente. 

Ulysses
James Joyce

Boquitas Pintadas

O segundo livro do argentino Manuel Puig conta a história de um jovem tuberculoso e sua relação com a sociedade argentina da época. Segundo Gisela, a inovação da obra está na maneira como o texto foi escrito. “Em um capítulo, é uma pessoa escrevendo uma carta, em outro, uma resmungando oiu pensando. Não tem narrador, não tem descrição. Tem situações que acontecem e as pessoas vão se encontrando”, descreve. 

Boquitas Pintadas 
Manuel Puig

Chema Madoz

O espanhol Jose Maria Rodriguez Madoz, conhecido como Chema Madoz, é famoso por suas fotografias surrealistas em preto e branco. “A partir de alguns objetos, o fotógrafo cria outros e mexe muito com a criatividade”, diz Gisela. 

Chema Madoz 
La Fábrica Editorial 

Thoughtless Acts?

Compilado pela antropóloga Jane Fulton Suri, que atua na IDEO, a obra traz fotografias que mostram como nós adaptamos e interagimos com o mundo – sem perceber. “As fotos mostram o que as pessoas fazem ‘automaticamente’, mas que trazem uma ideia de design”, diz Gisela. 

Thoughtless Acts?
Jane Fulton Suri
Editora: Chronicle Books Llc

O Andar do Bêbado

Por mais que você suponha ter controle de tudo, o aleatório ou o acaso sempre dá o ar da graça. É sobre a maneira desajeitada com que lidamos com os imprevistos que este livro trata. “As coisas não acontecem exatamente da maneira como foram planejadas. Elas acontecem mais como o andar de um bêbado. Você precisa de muita criatividade para lidar com isso”, diz Glória.

O Andar do Bêbado
Leonard Mlodinow
Editora Zahar

Mania de explicação

“Vaidade é um espelho em todos os lugares ao mesmo tempo”. “Emoção é um tango ainda não feito”. “Orgulho é uma guarita entre você e o da frente”. 

Com definições assim, o livro infantil “Mania de explicação” é um convite para os marmanjos trocarem a definição burocrática do dicionário por significados mais inspiradores. “Ao explicar sentimentos de uma forma tão ingênua, o livro faz com a gente pense conceitos de uma nova forma”, afirma Glória Kassoy, especialista em criatividade. 

Mania de explicação 
Adriana Falcão
Editora Salamandra

Nicolau Tinha Uma Ideia

Das sinapses dos neurônios até a inovação de fato, a ideia percorre um longo percurso. E, em alguns momentos, ela se faz do diálogo entre uma ou mais pessoas. É o que mostra este bem humorado livro infantil sugerido por Gisela. Com 34 páginas recheadas de ilustrações, a obra traz uma lição fundamental para quem quer ter boas ideias. 

Nicolau Tinha Uma Ideia
Ruth Rocha
Editora Quinteto Editorial 

Era urso?

Como o urso (ou não) do livro, todos devem se questionar sobre o estilo de vida que segue e que determina as ideias criadas na cabeça. “Você vai ter uma vida criativa ou uma vida imposta? Qual estilo de vida você quer ter?”, sugere Gisela. Esta aí mais um livro infantil para sair da caixa.

Era urso? 
Esdras do Nascimento 
Editora Ediouro

Sexus, Plexus e Nexus

Os livros da trilogia “A crucificação rosada”, do americano Henry Miller, foram a base da criatividade de Isabella Prata, diretora da Escola São Paulo. Ela os leu, pela primeira vez, aos 13 anos. “O mais chocante das histórias sobre sexualidade era que não faziam parte da minha realidade, era um assunto que não era meu. Era um universo novo, como se fosse uma metáfora”, conta.

Sexus, Plexus e Nexus 
Henry Miller
Cia das Letras 

A estratégia do oceano azul

Com o subtítulo “Como Criar Novos Mercados e Tornar a Concorrência Irrelevante”, este livro sugere caminhos alternativos para tocar o próprio negócio. “Há dois tipos de estratégia: a do oceano vermelho, que você mata o seu concorrente, e a do oceano azul, quando você cria outra coisa para a qual não há concorrente”, diz Gisela. “Mostra como você consegue criar algo inédito”.

A Estratégia do Oceano Azul
W. Chan Kim, Renée Mauborgne
Editora Campus

Pensamento Lateral

Neste livro, de acordo com Paulo Campo, do Lab SSJ, Edward de Bono mostra algumas técnicas de resolução de problemas. Para o autor, batemos tanto a cabeça na hora de encontrar um caminho, não porque enveredamos por uma lógica equivocada, mas sim, porque percebemos de uma maneira equivocada. Por isso, em vez de atacar o problema de frente, o autor sugere, no livro, que olhe a celeuma sob diferentes pontos de vista. 

Pensamento Lateral
Edward de Bono


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Eu Quero Ser Demitido! Me Demitir, Nunca!

Distribuição de lucros, seguro-saúde vale isso, vale aquilo - nada prende alguém cuja mentalidade é pular de emprego em emprego

Sidney Santos, da PME

Não sei como é na sua empresa, mas na minha ninguém mais pede demissão. Não, não estou dizendo que ninguém quer sair. Eu disse que o funcionário que quer sair não pede demissão - ele pede para ser demitido. 

A conversa é sempre a mesma: "Eu queria fazer um acordo, sabe? Se vocês me mandarem embora, daí eu não perco o seguro-desemprego e também posso pegar o Fundo de Garantia." Não são apenas os que têm anos de casa e, portanto, juntaram um bocado de dinheiro no FGTS que dizem isso. Mesmo os que chegaram ontem vêm com essa história. 

Antigamente, eles pelo menos propunham um acordo - devolver a multa sobre o FGTS e o valor correspondente ao aviso-prévio. Hoje, eles pedem para levar tudo mesmo. Se a gente não topa, fica com reputação de empresário malvado. Se topa, cria um problema - no mês seguinte aparece outro querendo a mesma coisa.

Para pôr a mão na grana extra, o pessoal mancha a Carteira de Trabalho sem necessidade. Fico imaginando o sujeito, na entrevista do próximo emprego, explicando que foi mandado embora, mas não foi. Que foi só um jeitinho de passar por cima da lei, como se isso não tivesse nada demais.

Para mim, tem. Eu sei que demissão fantasma virou coisa normal. Mas não é por ser normal que é correto. Afinal, é uma mentira. E, se a pessoa mente, bom sinal é que não é. 

Fico pensando por que será que esse comportamento virou padrão. Há uns 20 anos, quando comecei como empreendedor, as pessoas se contentavam com o salário sempre em dia e com a oportunidade de subir na empresa. Era o que eu podia oferecer. Mesmo assim, muitos aceitaram. Tenho funcionários com mais de 20 anos de casa - gente que começou como recepcionista e hoje é gerente.

Virou moda falar que, para dar certo, uma empresa precisa repartir lucro, emprestar dinheiro, promover passeios de bicicleta, colocar as pessoas em botes para descer o rio e sei lá mais o que para mantê-las motivadas. Mas motivação é algo que está dentro da pessoa. Tem gente que está sempre motivada. E tem gente que, não importa o que receba, vive reclamando do mundo.

Se oferecemos vale-refeição, a pessoa pede vale-bebida. Se da­mos vale-transporte, quer vir de carro e também receber o vale-transporte. Pagamos seguro-saúde, e ela quer assistência para a família inteira, mais a ex-mulher ou o ex-marido. Damos bolsa de estudo, e a pessoa vem pedir para sair mais cedo nos dias de prova. Pagamos seguro de vida, e ela pede seguro-funeral. Nada disso prende alguém cuja mentalidade é pular de emprego em emprego.

Que não me venham esses especialistas em recursos humanos falar de "retenção de talentos", como se a culpa fosse minha. Esse pessoal já era impaciente bem antes de aparecer aqui. Recebo jovens de apenas 25 anos com mais de oito registros na carteira. Gente assim é talento? 


Fonte: PME
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12 Pessoas de Sucesso Que Deram Uma Guinada de Carreira

Confira as mudanças na trajetória de carreira contadas por presidentes de empresa, empresários e executivos de sucesso

Por Camila Pati

É comum que em algum momento da trajetória o profissional se pergunte se não é a hora de dar uma guinada de carreira. Mudar de área, empreender, dar novos rumos à atuação.

Mesmo que de maneira diferente, cada uma das pessoas que você verá a seguir passou por este questionamento. O que todas têm em comum é fato de ter apostado na mudança e seguido em frente. Confira a história e os relatos de 12 pessoas de sucesso que deram grandes guinadas profissionais:

1. André Esteves, presidente do BTG Pactual

A guinada do hoje CEO do BTG Pactual foi rápida. Aconteceu no início da sua carreira no banco Pactual, local do seu primeiro emprego. Ainda estudante de matemática da Universidade Federal do Rio de Janeiro, André Esteves foi admitido como analista de sistemas do banco, em 1989.

O interesse e a aplicação do jovem analista logo fizeram com que ele fosse transferido da sala de sistemas para a mesa de operações do banco, por sua própria iniciativa. A ideia era criar um sistema de informática para ela. Era a oportunidade de ver de perto como era o dia a dia dos operadores. Estudando depois do expediente ele completou a formação que faltava para se dar bem como operador. 

E foi o que conseguiu, demonstrando mais competência do que seus colegas da mesa de operações, a ponto de, em 1993, tornar-se sócio do banco. Chegou a chairman e presidente do UBS Pactual e foi responsável pela plataforma de Renda Fixa Global do UBS em 2007. Esteves deixou o UBS Pactual para fundar a BTG em 2008. Também já foi diretor da Febraban e membro do conselho da BM&F.

2. José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine Seguradora

Com mais de 30 anos carreira solidificados na área de TI, José Adalberto Ferrara em julho deste ano viveu uma grande guinada profissional: de diretor de TI a presidente da Tokio Marine Seguradora.

Graduado em Ciências da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ferrara foi responsável pela gestão de TI e operações de multinacionais com ênfase na indústria de serviços financeiros incluindo bancos, cartões de crédito e seguradoras. “Ao mesmo tempo em que atuava no backoffice, porém, sempre me interessei em entender as demandas do ponto de vista de quem atua no contato direto com os clientes”, conta Ferrara. 

Fez pós com ênfase em administração financeira na Fundação Getúlio Vargas e como diretor de tecnologia do BankBoston, ficou 5 anos nos Estados Unidos, período em que obteve o CSS Certificate of Special Studies – General Management da Harvard University.

Ocupando o cargo de diretor de TI da Tokio Marine, desde 2009, Ferrara já estava preparado para dar novos rumos à carreira. “O motivo principal da guinada é o desafio do novo o fato de conquistar o sucesso em outros territórios e não somente na área em que dediquei boa parte da minha vida”, conta. 

Para ele, chegar o topo foi uma consequência do esforço para se desenvolver durante toda a sua trajetória. “Chegar ao cargo de diretor presidente foi uma decorrência natural destes anos todos de muita dedicação e comprometimento”, diz.

3. Richard Vinhosa, CEO de Vida & Previdência da Zurich Seguros

O CEO de Vida & Previdência da Zurich Seguros passou por algumas guinadas de carreira durante sua trajetória. Ele já foi professor de matemática e seu primeiro estágio foi em Furnas Centrais Elétricas. “Mas alguns meses depois o Banco Nacional me ofereceu a vaga de estágio e um ano depois fui efetivado”, conta Vinhosa. Já formado pode escolher entre o Banco Nacional, o programa de trainee da Souza Cruz e do Citi.

“Escolhi o Citi porque banco é uma escola”. Na carreira financeira, passou por várias áreas como operações, projetos e produtos. “Foram 13 anos, e então eu vi que uma das coisas que não tinha visto no mercado financeiro era seguros”, conta.

Aceitar a oferta de trabalho em uma seguradora americana foi mais uma guinada que, foi seguida pro outra: foi cuidar de negócios na Contax. “Nos dois primeiros meses achei que não fosse superar o desafio, mas depois passei a entender a forma de trabalhar com terceirização”, diz.

Seu próximo movimento foi retornar ao mercado de seguros, está há três anos na Zurich Seguros. “Cada guinada foi me acrescentando experiência para assumir desafios maiores”, conta. Para quem está prestes a dar uma guinada, ele recomenda: “estude, o aprendizado é a base que prepara para o que vem depois. Tenha atitude, se esforce para fazer e confie em você mesmo nas situações mais difíceis”.

4. Cecilia Dale - empresária

De professora de inglês para crianças a um dos nomes mais respeitados da decoração no Brasil. Cecilia Dale também tem a sua guinada de carreira para contar. “As crianças cresceram e dominavam o idioma, tanto que as mais velhas chegaram a dar aulas para turmas de crianças pequenas Percebi neste momento que a missão estava cumprida, e que eu poderia fazer algo mais satisfatório para minha vida”, lembra.

A transferência do trabalho do marido para São Paulo, fez com que ela procurasse uma especialização em inglês. Foi estudar tradução simultânea. Mas não era isso que ela buscava e logo percebeu que mudaria de rumo e, agora , definitivamente. “Tradução simultânea me isolaria muito das pessoas. Queria conhecer gente com quem tivesse afinidade, e vender produtos era ideal para isso”, diz.

Mas que produtos? “A decoração e os trabalhos manuais sempre fizeram parte da minha vida. Sempre fui muito mais apaixonada por casa e decoração do que por moda, por exemplo”, conta. E assim o que era um hobby foi se tornando o ganha-pão. Primeiro vendia para outra loja, e, com isso, foi convidada a expor em feiras. Seus produtos começavam, ainda na década de 80, a ganhar as vitrines.

Abrir a própria loja foi o próximo passo. Hoje é dona de uma rede que leva o seu nome, além de criar temas para decoração shoppings. “Adoro o que eu faço até hoje, acordo todos os dias feliz por poder ir trabalhar e enfrentar os desafios que se colocam na minha frente”, diz ela que não faria nada diferente. “Sei que mesmo os meus erros, durante mais de 30 anos de carreira, são responsáveis por eu estar onde estou, fazendo um trabalho que eu amo, rodeada de pessoas queridas. Nada mal para quem queria conhecer pessoas numa cidade estranha né?”

5. Rodrigo Anderson Matos, presidente da holding Avendor

A vida profissional do presidente da holding Avendor é feita de grandes guinadas. A lista de atividades desempenhadas por ele vai de catador de algodão a promotor de gôndola em supermercado, passando por colhedor e vendedor de mamona.

Ele também foi militar durante 6 anos, e essa foi sua chance de sair do interior e ir morar na capital do Paraná. “Alistei-me e vim para Curitiba. Eu podia ser militar até hoje, mas saí do Exército para ser estagiário em uma empresa de importação quando passei no vestibular e ganhei uma bolsa”, conta.

De estagiário ele passou a analista, gerente e diretor geral. Era o sinal para mais uma mudança. “Nessa empresa tive oportunidade de explorar e ter contato com empresas maiores, viajava para negociar contratos. E em três anos aquilo começou a ficar pequeno para mim”, conta. Quando a proposta de sociedade feita à proprietária da empresa fracassou, Matos decidiu investir na carreira de empresário. Montou uma empresa de logística (vendida em 2008), e com sócios criou a MBM Brasil (de design e decoração), a Sun Asia Trade e a prestadora de serviços NDI International.

Sócio nas três e gerenciando modelos de negócios completamente diferentes, Matos, conta que se sentia um pouco perdido no aspecto profissional. “Eu estava em um emaranhado de negócios, uma empresa agia no mercado interno, outra no externo, e a terceira era de prestação de serviços. Ficou impossível”, conta. O resultado foi outra guinada: criou uma holding, efetivada em 2011. De dez sócios, ficaram quatro, contando com Rodrigo. “Hoje trabalho com mais qualidade”.

A reformulação deu certo e o tempo provou isso. “Em 2003 as empresas faturavam 2 milhões de reais, em 2012 o faturamento foi de 100 milhões de reais”, conta Matos.

6. Marcelo Breda, sócio da Informov Engenharia Arquitetura

A guinada na carreira de Marcelo Breda, sócio da Informov Engenharia + Arquitetura foi a guinada da própria empresa. Ele começou a trabalhar cedo, foi office boy, mas logo enveredou para o comércio, e foi trabalhar com o seu tio, Plínio Noronha ,ainda na década de 1980.

“Comprei uns ternos e pegava ônibus e metrô para vender caixas porta-disquete nas livrarias”, diz. Era o começo da Informov. “Passamos a vender suprimentos para informática, depois agregamos alguns produtos, como móveis para escritório”, conta. A entrada dos móveis no catálogo deu certo, e ele foi cuidar pessoalmente desta área, já com o diploma do ensino médio. “Com 19 anos já tinha responsabilidades e precisava trabalhar, a formação universitária não existiu”, diz.

E foi um incêndio criminoso em um dos seus clientes – a Cheques Cardápio que havia acabado de ser comprada pela Sodexo - que acendeu a fagulha que impulsionaria a grande virada da empresa. “A gente vendia móveis para a empresa e fomos lá prestar socorro e o presidente nos perguntou em quanto tempo a gente colocaria tudo de pé novamente”, conta.

Era a oportunidade de apostar em um novo negócio, entregar o escritório inteiro, da fiação elétrica ao piso, passando pelos móveis. “Abriu um leque de possibilidades”, conta. Mas, foi um projeto na Toyota que referendou, de vez, a mudança. “Fizemos o primeiro escritório da Toyota fora da planta da fábrica de São Bernardo do Campo. Esse foi o projeto mais importante”, diz. 

Essa empreitada e as outras que surgiram depois dela transformaram a empresa de vez. Hoje com pouco mais de 20 anos, 90% dos clientes são multinacionais. “Temos indústria que trabalha para gente com nossos projetos, são produtos exclusivos”, diz.

7. Leda Böger, diretora executiva do Consulado da Mulher, ação social da Consul

Muitas guinadas profissionais acontecem após momentos em que a pessoa começa a rever sua trajetória e buscar sentido no trabalho. Foi assim com Leda Böger, que deixou a área corporativa para se encontrar no terceiro setor.

“Após 13 anos na Whirlpool comecei a refletir a respeito de qual legado queria deixar e isso passa também pelas escolhas profissionais”, conta. Até ali, ela já havia migrado da área de recursos humanos para a de inovação na companhia. “Meu foco em inovação era o consumidor e eu trabalhava com times de engenharia e marketing”, lembra. 

E foi um trabalho voluntário para o Consulado da Mulher, ação social da marca Consul fundada no início dos anos 2000, que a ajudou a descobrir qual seria, de fato, o seu legado. “Meu gestor sabia que meu hobbie era tirar fotos e o Consulado da Mulher promoveu uma ação para sensibilizar a liderança e recebi o convite para fazer as imagens das comunidades no entorno da fábrica”, diz.

O estalo que impulsionou a guinada foi esse trabalho. “Caminhando pela comunidade e tirando fotos, pensei que tinha que fazer alguma coisa que mude essa situação e, com isso, comecei a me aproximar da ação social”, conta.

No começo a atuação continuou a ser voluntária, até que surgiu a oportunidade de direcionar a carreira para o terceiro setor. “Apareceu uma vaga na coordenação do Consulado da Mulher em Joinville, cidade onde moro, e me candidatei”, conta. Sua experiência corporativa foi um diferencial e, após um longo processo seletivo, ela foi contratada. Hoje na diretoria executiva do Consulado da Mulher, ela se diz realizada. “Completamente”, afirma.

8. Claudio Oliveira, diretor comercial da Eucatex

Após 23 anos de carreira técnica em engenharia, a guinada de Claudio Oliveira o levou para a área de gestão de negócios. Hoje ele é diretor comercial da Eucatex, atividade que exerce há 12 anos na empresa.

“Sou engenheiro mecânico por formação, trabalhei na área de engenharia de produto, de processo e migrei para área de produção”, conta Oliveira, sobre sua experiência em engenharia. Com um curso de administração industrial feito na Fundação Vanzolini, percorreu, segundo ele mesmo conta, todas as áreas de engenharia industrial.

Depois de concluir um MBA na USP e com uma temporada internacional na Vanderbilt University, em 1998, mudou de emprego. “Entrei como gerente industrial na Eucatex e tive a oportunidade de gerir um pequeno negócio na época, era uma venda técnica de coberturas metálicas, o que exigia um approach bem técnico”, lembra. Gostou e nesse momento a mudança de área começou a se desenhar na sua vida. “Dava-me mais prazer do que a gerência industrial e tive a oportunidade de participar de dois grandes contratos da Eucatex com a Ford”, conta. 

O talento do engenheiro para a área comercial chamou a atenção da diretoria executiva da Eucatex. “Isso fez com que eu fosse para área comercial, gerenciar um canal de vendas com as construtoras e, a partir daí, migrei para outros canais, como o varejo, que hoje é a principal operação da Eucatex”, conta.

A migração foi a escolha certa, diz. “Encontrei-me nisso, um dia é sempre diferente do outro”, diz. Mas, qualquer mudança, afirma, deve estar vinculada a uma sólida preparação. “Desde que o profissional sinta prazer nisso”, destaca.

9. Geraldo Soares, superintendente de relações com investidores do Itaú Unibanco

O sociólogo por formação, Geraldo Soares, diz que a guinada na sua carreira surgiu a partir de um curso de pós-graduação na Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o mercado de capitais. Mas, na verdade, ele já carregava consigo o interesse no mercado financeiro. “Afinal, não é natural que um sociólogo faça um curso na FGV sobre mercado de capitais, passando por matérias como contabilidade e matemática financeira”, diz.

No curso de sociologia da Unicamp ele já flertava com matérias de economia, para, como diz, entender como funcionavam as decisões que afetam a vida das pessoas. “Nessa época meu pai aplicava em ações na Bolsa de Valores e, aos finais de semana conversava com ele sobre finanças e artigos do extinto jornal Gazeta Mercantil”, conta. 

Os estudos em economia e as conversas com o pai logo chamaram atenção para o interesse no setor e uma ajudinha da sua mulher deixou o cenário ainda mais propício para os novos rumos profissionais. “Ela descobriu um curso que era ministrado na Fundação Getúlio Vargas sobre mercado de capitais que, gratuito, exigia que eu passasse por exames e entrevistas. Concorri à bolsa de estudo e consegui ser um dos escolhidos”, diz.

Com a pós no currículo, surgiu a oportunidade de ser trainee no Itaú na área de Controladoria. “Após alguns anos, o banco precisou de um profissional que conhecesse mercado de capitais e a estrutura do Itaú”, lembra. 

Era a sua estreia na área de que tanto gosta. “O mercado de capitais é rápido, criativo, dinâmico, caótico, e reflete todas as expectativas da economia e finanças”. E a falta de certezas no setor só aumenta a sua paixão. “Isso é muito bom, pois faz com que busquemos sempre mais explicações. É fantástico”, diz ele. 

10. Flávio Cafiero, escritor e roteirista

Em outubro o produto da guinada na carreira de Flavio Cafiero chega às prateleiras. É que depois de 14 anos trabalhando na C&A ele decidiu, há 6 anos, que seria escritor e roteirista.

Não se arrepende de ter deixado o mundo corporativo. Na C&A era gerente de produtos. “A empresa mudou muito, deu um salto em termos de mercado, ao mesmo tempo em que eu estava completando 35 anos, que é a idade em que a gente começa a se perguntar o que vai ser para o resto da vida”, conta.

Refletindo sobre sonhos de infância e adolescência há muito tempo deixados de lado, ele decidiu arriscar. Estabilizado financeiramente por conta do cargo corporativo, e após perder uma promoção, Cafiero pediu demissão. “E acho que fiz a escolha certa, realmente não quero voltar para o mundo corporativo”, diz. 

Publicitário por formação, fez curso de roteiro para cinema e para televisão, estudou artes cênicas e outros cursos, entre eles o de escrita criativa. E para quem debutou na escrita há seis anos, estar lançando o primeiro livro - “O frio aqui fora” - pela editora COSACNAIFY já é um sucesso. “Que seja a inauguração de uma carreira longa, estou com o pé no chão e continuo escrevendo”, diz. Parte da história da sua guinada de carreira, aliás, é contada no livro, que tem boa carga autobiográfica.

11 e 12. Bruna Lofego e Paula Camanho, donas da CWK – Coworking

Durante 8 anos, Bruna Lofego e Paula Caminho trabalharam juntas na direção de uma concessionária de motocicletas. “Paula dirigia o setor comercial e eu o dirigia o setor administrativo financeiro”, conta Bruna.

A guinada veio início de 2010, quando surgiu a vontade empreender. “Mas estávamos cansadas do varejo. Foi lendo uma reportagem sobre o coworking numa revista semanal que Paula me mostrou e começamos a pesquisar sobre o assunto”, diz.

Poder tomar as suas próprias decisões na empresa e moldá-la, desde o início, contribuíram para que o desejo das duas profissionais se tornasse realidade, de acordo com Bruna.

Poucos meses depois nascia a CWK Coworking, em Belo Horizonte. “Dois anos depois, abrimos nossa primeira filial em São Paulo e estamos preparando a empresa para ser uma franqueadora”, diz. Bruna.

A mudança na trajetória de carreira foi a escolha certa, diz a empresária. “Após 3 anos de empreendedorismo avaliamos que a CWK Coworking foi a melhor coisa que nos aconteceu profissionalmente ”, diz.


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