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Você é um High Potential?

Autor: Samara Teixeira


Segundo a revista Harvard Business Review de 2010, em seu artigo “Are you a High Potential?(Você é um Alto Potencial?)”, definiu os altos potenciais como profissionais com desempenho, consistentemente e significativamente, superior a dos seus pares em uma série de cenários e circunstâncias. Ainda segundo o artigo, enquanto eles alcançam níveis superiores de performance, eles exibem comportamentos que refletem a cultura da sua empresa de uma maneira exemplar. Além disso, eles demonstram uma grande capacidade de crescer e ter sucesso em suas carreiras dentro das organizações.

Estes profissionais apresentam características de personalidade importantes para o exercício de toda gama de cargos presentes nas organizações, bem acima da média da população, o que equivale a dizer que essas pessoas têm alto potencial de apresentar um desempenho diferenciado em determinado cargo. Além disso, é uma denominação que se refere a um grupo que apresenta características peculiares,independentemente de seus QI (quociente intelectual) ou de seus diplomas, e que não pertencem necessariamente ao mundo corporativo. Em estudos recentes, verificou-se que 5% da população mundial é High Potential.

“Isto significa que uma pessoa pode vir a apresentar resultados extraordinários em um cargo, mas não em outros. Sendo assim, entendemos que podemos encontrar HPs para funções técnicas, administrativas, comerciais e para o exercício da liderança”, afirma José Geraldo Recchia, Diretor Presidente da Caliper, consultoria de carreira.

Características de um High Potential

Os profissionais HPs são pessoas que geralmente, estão entre os 25 a 45 anos, possuem um QI bom, não têm necessariamente diplomas de primeira linha e não apresentam, exclusivamente, um talento ou dom específico.

Segundo Marie-Josette Brauer, coach de pessoas alto potencial, as características principais destes profissionais são possuir um senso de responsabilidade muito superior à media, de 3 a 5 anos após a entrada na empresa. “Eles assumem decisões estratégicas, lidam com aspectos complexo nos negócios da empresa, são curiosos, assumem riscos, sintetizam vários aspectos de uma situação e possuem uma grande habilidade de comunicação”, enfatiza Marie-Josette.

Quanto a personalidade estes profissionais apresentam traços como hipersensibilidade, intensidade afetiva e perfeccionismo em suas ações. Os pontos fortes estão na capacidade de se adaptar às mudanças de qualquer natureza, vontade continua de progredir, prazer em inovar métodos para o bem comum e, principalmente, integridade de caráter a toda prova.

Como atingir o nível de um High Potential?

Para Recchia, para atingir um nível de high potential na carreira ou função, é fundamental o profissional estar na função certa. Profissionais com alto potencial são aqueles capazes de assumir cargos-chave na organização e tirar o maior proveito da sua função com alto desempenho.

“Entendemos que essas características são ‘construídas´ desde a vida intrauterina até por volta dos 20-21 anos. Ou seja, ao chegarmos à fase adulta temos nossa estrutura de personalidade cristalizada e a partir daí é possível lapidar ‘o diamante`. O que significa que nesse ponto ou temos alto potencial para exercer determinadas funções organizacionais ou não”, ressalta Recchia.

Ainda de acordo com Marie-Josette, é necessário também se conhecer, reconhecer as suas diferenças das outras pessoas e aprender a utilizá-las. “Não se fechar, não se considerar inferior, pedir ajuda e fazer um programa de coaching de suporte ajudam na carreira, em suma, se respeitar e desabrochar”, resume a especialista.


Baixar Preços Até Quanto?

Marcos Luthero

Na busca por aumentar a participação de mercado ou pressionados pelas contas a pagar, muitos varejistas comprometem a rentabilidade de seus negócios, fazendo promoções de preços e ignorando, com frequência, que se podem promover as mercadorias sem queimar os preços.

Muitos empresários utilizam apenas os preços praticados pelos concorrentes como balizadores para precificarem as suas mercadorias, fazendo ajustes para menos. Procedem assim, por acreditarem que os grandes players do mercado, por terem estruturas de custos maiores, são obrigados a praticarem “preços mais salgados”.

Como resultado desse comportamento ingênuo vão mal econômica e financeiramente nos negócios, por desconhecerem os conceitos de custo-volume-lucro, operando por vezes abaixo do ponto de equilíbrio. Afinal, não é novidade, que conceitos econômicos e financeiros são desconhecidos por uma vasta legião de empreendedores.

A correta formação dos preços de venda é realizada utilizando-se velhas e consagradas fórmulas técnicas. Já o preço de lista dos produtos é uma decisão estratégica do empresário, baseada não somente no cálculo de custo, mas também, levando em conta o posicionamento do produto no mercado, a sensibilidade dos consumidores, os preços praticados pelos concorrentes diretos e os preços dos produtos substitutos.

O outro patinho feio do varejo é os estoques. Os estoques são o começo, mas também o fim de muitos empreendimentos. Se a empresa não tem mercadorias ao gosto dos clientes perde vendas e clientes. Por outro lado, se pecar pelo excesso, estará dando umtiro no pé. Principalmente no mercado de moda, não estará ofertando produtos de dar água na boca dos clientes, mas sim antiguidades. Estoque é como medicamento, na dose certa é remédio, exagerando-se na dose é veneno e pode matar.

É um erro ficar morrendo de amores pelos estoques só porque pagou alto preço por eles – se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Para quem comercializa produtos de moda, com frequência, ir baixando os preços das mercadorias de baixo giro, na tentativa de vendê-las dentro da estação, é o melhor que se pode fazer. Vendê-las até abaixo dos preços de custo, de todos os males ainda é o menor. Há momentos que doar os produtos encalhados para uma entidade carente, fazendo uma ação de marketing, formando com isso, a imagem de empresa integrada à sociedade e amiga da comunidade, é uma das alternativas. Tal ação é por vezes, uma boa maneira de se livrar dos produtos micados, liberando o precioso e caro espaço de vendas, para expor mercadorias mais atrativas para os consumidores, sempre ávidos por novidades. Bons resultados econômicos e financeiros vêm mais fácil quando aliamos o trabalho às estratégias adequadas.

Marcos Luthero é consultor, coaching e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas financeiras, mercadológica, planos de negócios e planejamento estratégico. E-mail: itn@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
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Série SEU NEGÓCIO - O Que é Melhor: Abrir um Negócio, Comprar Uma Empresa ou Adquirir Uma Franquia?

Veja as vantagens e desafios de cada modalidade e seja um empreendedor de sucesso

Por Luiza Belloni Veronesi

Muitos querem começar seu negócio mas alguns têm dúvidas sobre quais modalidades pretendem investir. Abrir sua própria empresa, comprar uma já existente ou optar por uma franquia são alguns dos negócios mais optados pelos profissionais, mas qual será a sua?

O empreendedor, presidente da Fran Systems e consultor em desenvolvimento de negócios e franquias, Batista Gigliotti compara as vantagens e desvantagens das três modalidades mencionadas acima:

Negócio próprio

Esta opção permite ao empreendedor elaborar ‘algo novo’. Com bastante estudo, é possível ‘acertar em cheio’ no negócio e criar uma nova necessidade na sociedade (futuros clientes). Seja em serviços ou varejo, a inovação é fundamental.

No entanto, o desafio de iniciar um negócio do zero requer cautela, planejamento e muita análise. Conhecer a fundo o mercado que irá investir não é o suficiente e pode frustrar eventuais planos. “Outro fator negativo é a falta de conhecimento da área empreendedora, caso o profissional nunca tenha trabalhado na área antes” diz Gigliotti. “O investimento acaba sendo maior por ter que criar todas as áreas de uma empresa e ainda torná-la conhecida no mercado”.

Empresa já existente

A vantagem em adquirir uma empresa em andamento, de certa forma, facilita a vida do empreendedor. Ter uma carteira de clientes formada, ponto comercial testado e aprovado atenua eventuais riscos. Para o consultor, ao contrário do que muitos imaginam, há muitas oportunidades neste segmento. Além disso, existem muitas empresas à venda que estão no azul. A vantagem de se conhecer e de se auditar o histórico também diminui (e muito) os riscos.

Se a consultoria responsável pela intermediação do negócio não tiver metodologias adequadas, que conheçam os pontos que precisam ser avaliados e seus devidos valores, a negociação pode ser benéfica apenas para um dos lados.

Franquia

O know-how do franqueador auxilia o futuro empreendedor, que terá o suporte necessário para fazer toda a operação de sua loja. Além disso, pertencer a uma marca reconhecida no mercado pode ser considerado muito positivo para quem está iniciando a carreira.

A difícil localização de um ponto comercial estratégico pode prejudicar os planos do empreendedor. “Quando falamos em franchising esta questão é ainda mais perceptível porque a territorialidade é determinada de acordo com os planos da franqueadora. E, como não poderia ser diferente, os melhores locais já estão locados e em operação”, finaliza Gigliotti.


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Matéria da Parceria Com a CATHO online - Flexibilidade no Trabalho: Por Que Aderir?

Autor: Samara Teixeira

O cenário do mercado de trabalho está passando por transformações em estruturas rígidas de companhias, e ainda sofre mudanças na visão de negócios. Várias empresas começaram a perceber, apesar do processo de flexibilização no trabalho não ser algo novo, que a visão off-line de gestão seja algo ultrapassado e que, de certa forma, interferem diretamente em seus resultados.

O diálogo entre empresa e funcionário começa a ser protagonista para o alcance das metas e de um ambiente organizacional agradável. Segundo Robert Boyer, economista francês, a flexibilidade no trabalho envolve cinco características que são: organização na produção, hierarquia de qualificações, mobilidade dos trabalhadores, formação dos salários e cobertura social.
Mudança no modelo de gestão depende da mudança cultural

A gestão empresarial está diretamente associada à cultura do país. O Brasil tem uma cultura conservadora no que diz respeito à gestão de pessoas, normalmente baseada em princípios autoritários, com o poder centralizado no fundador da empresa ou nos gestores. “Esse poder é exercido de modo direto, ou seja, por meio de um princípio que eu costumo chamar de ‘comando-controle’. O gestor manda fazer e cuida para que seja feito do modo como ele determinou, deixando pouco ou nenhum espaço para a criatividade das pessoas. Por essa razão, a mudança no modelo de gestão conservadora vai passar, também, por uma mudança cultural mais ampla, que está vindo paulatinamente em função da globalização da economia”, explica Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria.

Os estudos de Gary Hamel, especialista em gestão, por exemplo, mostram que estamos passando por uma grande mudança no modelo de gestão. “Há uma tendência para sairmos do modelo tradicional de “comando-controle”, onde a liderança manda fazer e controla o que está sendo feito, e entramos em um modelo que eu chamo de “relacional-processual”, mais flexível, onde o líder deixa de ser um comandante ou um capataz para se tornar um gestor estratégico do conhecimento”, enfatiza Carmello.

A flexibilização no trabalho pode dar certo

No Brasil, algumas empresas utilizaram a flexibilidade e atingiram sucesso. Isso ocorreu porque os projetos, tarefas e prazos eram muito bem definidas e acompanhadas on-line por gestores capacitados a orientar, monitorar e subsidiar de conhecimento as equipes. Outro fenômeno constatado foi o nível de maturidade e responsabilidade da equipe por fazer acontecer os projetos do jeito acordado. As empresas que não tiveram tanto sucesso com a flexibilidade pecaram por não planejarem bem a “nova forma de atuar” e por utilizarem a flexibilidade como uma “moda” ou porque faltava mesmo espaço para todos os trabalhadores.

O que acontece geralmente são equipes que clamam por maior autonomia e depois não sabem utilizá-la. Soma-se a isso gestores que delegam de forma excessiva, sem desenvolvimento e acompanhamento das fases do projeto que levam aos resultados. Flexibilidade no trabalho exige um alto compromisso com a produtividade, quem implantar sem considerar essas questões terá prejuízo.

Ainda segundo Eduardo Ferraz, consultor em Gestão de Pessoas, o motivo pelo qual muitas empresas ainda possuem uma visão atrasada de gestão é o fato de temerem perder o controle. A gestão quer saber se o colaborador está conivente a qualquer situação ociosa, portanto, controlar o horário de chegada e saída, cobrar diariamente a demanda e manter pressão sob o funcionário são as formas mais corriqueiras de controle.

Durante décadas trabalhar em empresas estava predisposto o horário comercial das 8h00 às 18h00, relatórios semanais de entrega de trabalho e uma hora de almoço. Os centros urbanos São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, não suportam mais a quantidade de pessoas que se locomovem, sem qualidade e com estresse, ao trabalho. Avaliar mudanças de flexibilidade torna-se fundamental para garantir a saúde dos resultados das empresas, pois, quando se trabalha com diretrizes focadas nas necessidades atuais, os funcionários entregam resultados factíveis ao benefício disposto.

Para Ferraz no mundo corporativo a acomodação e a falta de disciplina são prejudiciais para o futuro dos negócios. “Entrar na zona de conforto por ser bem sucedido representa uma perigosa armadilha”, conclui.


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Matéria da Parceria Com a CATHO online - Seis Dicas Para Aumentar Seu Poder de Persuasão

Autor: Caio Lauer

Quase tudo que queremos depende, em diferentes níveis, da atitude de outra pessoa. Podemos conseguir isto através de poder, que é uma maneira insustentável ao longo do tempo, ou por meio da persuasão e influência. Este processo parte do princípio de convencer uma pessoa por meio de ideias que a sensibilize.

Na prática, não existem muitas diferenças entre persuasão e influência. O que difere uma da outra é que a primeira é algo mais incisivo e direto, seja em uma negociação ou venda, por exemplo. Já a influência é algo mais natural e intrínseco, construída no dia a dia de trabalho. “Sempre encontramos resistência das pessoas, e o segredo é saber expressar para os outros o nosso ponto de vista. É mostrar de maneira clara os benefícios e vantagens de concordar com uma ideia ou ação”, explica Eduardo Ribeiro, professor da Integração Escola de Negócios. Para ele, a influência e a persuasão tem a ver com trocas, com algo que pode ser intercambiado por coisas que as pessoas valorizam.

Qualquer que seja o trabalho as pessoas esperam que os colegas contribuam dentro de limites razoáveis. Qualquer um pode influenciar ou ser influenciado. Influência é particularmente importante quando a cooperação é necessária e há resistência, ou quando aquilo que se pede é custoso para o outro ou muito difícil de ser obtido. “A persuasão e influência são aliados importantes no dia a dia, tanto no ambiente corporativo quanto no pessoal. Aplicando corretamente estes princípios, é possível engajar pessoas e conduzir todos a buscarem o mesmo objetivo, reduzindo obstáculos e resistências”, ressalta Tiago Sereza, gerente da Catho Educação.
Dicas para influenciar e persuadir

Confira, a seguir, seis dicas fundamentais para desenvolver o poder de influência e persuasão, apresentadas pelo professor Eduardo Ribeiro:

Agradabilidade: Gentileza gera gentileza. O profissional precisa construir uma imagem de pessoa agradável, que cumprimenta, que dá “bom dia”, e que convive com seus colegas de maneira harmoniosa.

Persuasão racional: Mais conhecida como a tática do argumento. É transmitir uma informação construindo, ao mesmo tempo, um raciocínio com vantagens e consequências positivas para o receptor da mensagem.

Comunicação: É saber transmitir uma ideia de forma adequada ao receptor e ao ambiente que se encontra. A forma correta de influenciar alguém é saber quem é esta pessoa e tratá-la como ela gostaria de ser tratada, seja em um tom mais calmo ou mais desafiador.

Pressão social: Parte do princípio de que o humano precisa seguir o bando. Quando um vendedor tem boas indicações, com certeza o cliente irá comprar deste profissional. A indicação é um forte artifício de persuasão.

Reciprocidade: Quando recebemos o favor de uma pessoa, normalmente ficamos com o sentimento de dívida com a mesma. Ser solícito desperta a vontade dos outros ajudarem, mais cedo ou mais tarde.

Coalisão: Uma tática importante é se unir a outros profissionais. A forma mais comum é através do networking. A rede de contatos traz muitas informações sobre o meio em que o profissional atua, além de auxiliar na indicação de como abordar outro profissional ou empresa conhecida deste grupo de pessoas.


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10 Maneiras de Motivar Seu Time

Um time motivado é aquele que alcança as metas, surpreende pela criatividade, cria produtos e realiza ações inovadoras. Confira 10 dicas para motivas seu time

Motivação no time é essencial para o crescimento de uma área. Uma cultura positiva, uma liderança eficaz e a motivação dos funcionários estão intimamente ligadas com o sucesso corporativo. Estas características podem ser verificadas em times unidos e motivados. Porém, manter uma equipe neste nível de entrosamento não é uma tarefa fácil. Saiba como garantir isso.

Confira 10 maneiras de motivar seu time:

1. Ética trabalhista

Dê o exemplo. Se você se dedica para entregar as tarefas no prazo e para atingir as metas, seu time vai seguir o exemplo. Entretanto, se você for descomprometido, seu time será igual.

2. Situação real

Não deixe cada integrante do seu time ficar na pequenez da especificidade do trabalho de cada. Mostre para onde cada tarefa vai, por que ela é importante, por que ela é necessária. Mostre o todo e não apenas uma parte.

3. Seja responsável

O estabelecimento de metas nas empresas é sempre complicado, pois depende de diversos fatores. No entanto, quando o gerente se mostra responsável e atento a elas, é muito mais fácil de manter os outros integrantes da mesma maneira.

4. Feedback

Não importa se for um feedback positivo ou negativo. Ofereça-o e faça todos encararem-no como uma oportunidade de crescimento, e não uma “perseguição” do chefe. E não espere muito para dar um feedback, principalmente se ele for negativo. Se não, ele ficará sem sentido e não terá o efeito de aprendizado.

5. Assuma responsabilidades

Entenda que você não é o gestor do seu time somente para ganhar um salário mais alto do que eles. Portanto, para mantê-lo motivado, é necessário alguns sacrifícios. O mais importante de todos: promova o trabalho deles quando eles acertarem e leve a culpa por eles quando eles errarem.

6. Forneça

Não adianta esperar que seu time seja excepcional se você não fornecer a eles o que eles precisam. Ferramentas, treinamentos, suporte intelectual e até emocional. Em seguida, saia do caminho e deixe-os trabalhar.

7. Responsabilidade

Em geral, cada integrante deve ser desafiado todos os dias. Portanto, oferecer uma carga um pouco mais alta de responsabilidade do que ele já está acostumado é uma boa forma de ter um time eficiente e focado.

8. Comunicação

A comunicação é essencial no meio corporativo. Portanto, não deixe palavras no ar, nem dê indiretas, ou coisas do tipo. Seus funcionários já têm muito que fazer e no que pensar. Não faça com que eles tenham que, além de tudo, refletir sobre o que você gosta e o que você acha bom.

9. Flexibilidade

A efetividade do seu time nem sempre é tão visível assim. Números não são exatamente indicadores diretos de produtividade. Seja flexível. Não espere que todo mundo tenha que, exatamente, trabalhar em grupo. Eles também necessitam certa liberdade para darem seu melhor.

10. Seja humano

Mostre empatia, humildade e senso de humor. Você não precisa (e nem é saudável) ser uma máquina. Trabalho também pode ser divertido. Seja agradável e simpático, quando possível.


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Quatro Habilidades Que Podem Impulsionar Sua Carreira em 2013

Empregadores estão procurando cada vez mais por pessoas que entendam as necessidades da empresa

Se entre os tópicos da sua lista de afazeres para o ano que vem está ‘conseguir um emprego melhor’ ou ‘ganhar uma promoção’, prepare-se para uma boa notícia: apesar de tempos de crise econômica e reorganização empresarial, boas oportunidades de trabalho devem surgir no ano que vem.

Calma, isso não é mais um tipo de previsão infundada. Especialistas norte-americanos de olho nas tendências das empresas mundiais elencaram para o Wall Street Journal quatro grandes habilidades essenciais para impulsionar a carreira profissional em 2013.

Confira:

1. Boa comunicação

“Pessoas comunicativas articulam bem seus pontos de vistas e podem criar conexões com quem está em posição de avaliador”, explica o consultor e especialista em recrutamento Holly Paul. Por isso, expressar bem suas ideias, por meio da comunicação, é um dos segredos do sucesso profissional.

É justamente ela que ajuda o recrutador a sentir, mesmo que em uma conversa breve de cinco minutos, pontos essências do entrevistado como entusiasmo, expectativa e grau de importância que os avaliados atribuem às coisas. 

A comunicação, ou a falta dela, pode ser também decisiva para conseguir a tão almejada promoção. Por isso, a dica de Paul é não estacionar, não deixar de aprimorar suas habilidades comunicativas e, seja para se dirigir ao chefe, ao funcionário ou ao colega, privilegiar o tête-à-tête em vez de conversas online.

A escrita, aliás, está no pacote ‘comunicação’ e merece grande parte da sua atenção, ainda mais em tempos de 140 caracteres. “A tecnologia está tirando também a habilidade de escrever bem. As pessoas estão correndo tanto que elas fazem tudo ao mesmo tempo online e pulam coisas básicas como escrever as palavras com proficiência”, acredita o diretor-executivo da consultoria de RH Robert Half, Paul Mcdonald.

2. Cuidado com a imagem pessoal

Na expectativa de encontrar um novo talento para a empresa, os recrutadores do século XXI têm às mãos ótimos instrumentos online. Eles fazem um verdadeiro passeio por vidas alheias ao vasculharem em blogs, Twitter, Facebook e LinkedIn. Por isso, cuidado com suas postagens.

3. Flexibilidade

A capacidade de responder rapidamente às necessidades de mudança de um empregador será importante no próximo ano, já que as organizações tentam responder com agilidade aos clientes.

“As empresas estão começando a trabalhar com os funcionários sobre como sair da zona de conforto, como se adaptar”, diz Handal.

Aprender novas habilidades é muito importante, uma vez que cada vez mais as empresas tomam novos rumos, lançando novos programas e produtos e precisam ter certeza de que seus funcionários estão abertos a mudanças e dispostos a aprender.

4. Proatividade

"Em seu ambiente de trabalho, você se voluntaria para projetos? Assume responsabilidades? Procura maneiras criativas de ajudar sua equipe? Reflita e lembre-se que uma maneira de se destacar é justamente ser proativo”, afirmou o diretor executivo da consultoria de RH Robert Half, Paul Mcdonald. Para os próximos anos, as empresas estão considerando a contratação de funcionários que estejam dispostos a ajudá-las a crescer e tenham a capacidade de entender o que a empresa quer e precisa.

Sinal verde para a contratação

Se você reúne duas ou mais das características citadas acima é bem possível que você esteja mais perto de atingir seu objetivo profissional. As empresas estão cada vez mais atrás de novos talentos e quando os encontram tentam segurá-los.


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Crie um Clima de Aprendizagem


As organizações têm elevado seus investimentos para criação de programas para o desenvolvimentos de seus colaboradores. Esse fato fica evidenciado com a onda das Universidades Corporativas, porém o incentivo para as jornadas de desenvolvimento já são, por si só, suficientemente difíceis. Os recursos escassos e as recompensas mesquinhas indicam que não vale à pena se esforçar. Os gestores precisam desbravar o caminho das pessoas, incentivando e motivando, só assim será possível direcioná-los para vencer no mundo corporativo.

Comece dizendo às pessoas que você valoriza a aprendizagem e pretende torná-la uma prioridade. Feito isso, fundamente seu discurso com os recursos e as oportunidades cuja obtenção você pode influenciar de forma direta, e que incluem:


  • Orçamentos
  • Metas de equipe e individuais
  • Pautas de reuniões
  • Comunicados ao grupo
  • Atribuição de responsabilidades
  • Decisões de equipe
  • Remuneração e outras recompensas
  • Celebrações
  • Avaliação de desempenho
  • Feedback

Ao alavancar esses recursos e oportunidades, você pode enfatizar a importância do desenvolvimento contínuo a partir dos seguintes pontos:


  1. Torne segura a exposição aos riscos, encorajando as pessoas a experimentarem coisas novas e lidando de forma construtiva com seus fracassos.
  2. Aprendam uns com os outros, utilizando na prática o conceito de equipe.
  3. Alinhe seus processos gerenciais com o processo de desenvolvimento, de tal maneira que as tarefas do dia –a – dia reforcem as ações de desenvolvimento.

Não esqueça: ser líder requer trabalho e comprometimento com equipe, assim certamente os resultados aparecerão.

Fonte: O gerente (online)

Aprenda Contabilidade Com Humor


Como Analisar Seus Concorrentes

Conhecer os preços e como o concorrente trabalha pode ajudar a entregar exatamente o que o cliente espera

Por Luiz Piovesana

Uma coisa eu garanto desde já, não existe o livro mágico da sabedoria sobre concorrentes. Mostraremos aqui alguns passos e dicas de como fazer uma análise de seus concorrentes e usar essas informações para conseguir se diferenciar.

1. Produtos substitutos

Tenha certeza de que você não está sozinho – alguém sempre concorre com você. Não importa se o produto é diferente, o que importa é para que o cliente o usa. Logo, saiba a finalidade do seu produto e descubra também quais são seus substitutos – lembre-se: não existe mercado sem concorrência, pois o “nada” sempre estará lá pra combater produtos inúteis.

2. Atributos e preços

São os pontos mais importantes para se conhecer sobre produtos concorrentes e, imagine só, isso você consegue sem ter espiões por aí. Saiba o que seu cliente valoriza e cruze isso com as funções do produto – se for possível, desmonte o produto concorrente e veja como ele é feito de perto. Conhecer preços pode ser difícil quando se trata de serviços, por isso, ter dicas de alguém que conhece bem o mercado sempre ajuda.

3. Fontes externas de informação

Partindo do pressuposto que ninguém é ingênuo, seu concorrente não vai te dar de bandeja informações sobre como ele faz o produto dele, por isso o normal é caçar informações sobre concorrência através de notícias, associações comerciais, o próprio site do concorrente e, principalmente, clientes – informação de quem vai comprar de você. Blogs e redes sociais são inovações que ajudam a ver opiniões diretas de pessoas sobre certos produtos.

4. Benchmarks em outras indústrias

Mercados diferentes estão em estágios diferentes de desenvolvimento, logo é muito possível que a partir do estudo de outras indústrias e do desenvolvimento de mercados você consiga montar um paralelo para o seu caso. Sim, a dica é: estude estratégias gerais – isso é uma fonte infinita de ideias.

5. Posicionamento

Saber quem é o líder no seu mercado e como seu produto está em relação ao dele pode te gerar insumos para o seu próprio posicionamento. Por exemplo, quando a Toyota colocou o Lexus no mercado, lançou o seguinte slogan “tão bom quanto um Mercedes, mas pela metade do preço”, mostrando assim qual é seu mercado alvo e como compete nele (esse é um bom exemplo de marketing de guerrilha).


Mesmo descobrindo muitas informações sobre seus concorrentes, não adianta trabalhar especialmente pra fazer algo melhor que ele – isso será caro e talvez inútil – o diferencial é sempre entregar o que seu cliente quer; só o agradando você realmente deixará a concorrência no chinelo. 


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Produtividade: Veja Dicas Para Gerenciar Melhor o Tempo de Trabalho

Qualquer que seja o trabalho a ser realizado, é altamente recomendável registrar o consumo de horas dedicado a cada atividade para não perder completamente o controle do negócio, prometer prazos impossíveis de serem cumpridos ou não dispor de tempo suficiente para realizar o trabalho com competência

Por Roberto Gil Espinha, Administradores.com

A principal ferramenta de trabalho dos prestadores de serviço é o tempo. Seja o trabalho oferecido por hora ou por preço fechado, o controle de horas é vital para estimar a execução das atividades o que torna o bom gerenciamento do tempo um aliado muito importante para a produtividade. Qualquer que seja o trabalho a ser realizado, é altamente recomendável registrar o consumo de horas dedicado a cada atividade para não perder completamente o controle do negócio, prometer prazos impossíveis de serem cumpridos ou não dispor de tempo suficiente para realizar o trabalho com competência.

Para gerenciar o tempo no dia a dia é aconselhável planejar todo o trabalho em projetos, dividindo-o em tarefas de fácil identificação e controle. Também é importante manter uma base histórica, usando os projetos já entregues como referência para calcular o tempo gasto com a execução de cada tarefa e estimar o tempo necessário para atividades similares. Esta não é uma tarefa simples, mas a tendência é que com o passar do tempo as estimativas fiquem cada vez melhores, assim como o controle do consumo de horas em cada ação, até que a gestão de tempo se torne um hábito.

Após a definição do consumo de horas, o próximo passo é otimizar esse consumo utilizando ferramentas e técnicas de gestão de tempo que estimulem a produtividade. A melhor opção é utilizar tecnologias como um software de gerenciamento de tarefas ou projetos para organizar os processos, dispor de alertas para os prazos, obter melhor visualização das tarefas pendentes e organizar as que ainda virão, sem perder o foco ou esquecer alguma atividade.

Para usar melhor o tempo disponível no trabalho vale ainda seguir algumas dicas. A primeira delas é tornar o dia mais produtivo, determinar as horas dedicadas ao trabalho, selecionar as tarefas de acordo com os horários e aprender a administrar o tempo de maneira eficaz. A maioria das pessoas prefere o período da manhã para trabalhar em tarefas que exigem mais concentração, pois neste período a mente costuma estar mais relaxada. As tarefas que não exigem tanta concentração podem ser deixadas para depois do almoço, por exemplo.

Outra forma de otimizar o tempo no trabalho é evitar reuniões improdutivas. Nem todas as reuniões são produtivas, pois às vezes um simples telefonema ou teleconferência pode solucionar o problema e economizar o tempo gasto no trânsito ou em uma viagem. E quando as reuniões forem necessárias elas têm que ser eficazes. Vale mais usar o tempo planejando, estabelecendo metas e objetivos para as reuniões do que perder tempo em conversas intermináveis e sem propósito definido. Neste caso, é imprescindível que todos os participantes se preparem com antecedência para a reunião, com tópicos e pautas pré-estabelecidas.

Imprevistos sempre acontecem e muitas vezes a execução de uma tarefa é prejudicada por outra atividade que não estava prevista. Ao trabalhar na organização das tarefas do dia deve-se incluir um tempo para os imprevistos, assim o andamento do trabalho não será prejudicado se surgir uma tarefa extra e, se não surgir, haverá tempo para trabalhar em alguma outra ação pendente.

A gestão do tempo de trabalho também pede a inclusão de algumas pausas no cronograma diário. O excesso de tarefas e a pressão enfrentada acabam tornando os problemas maiores do que deveriam ser. Nessas horas é bom dar uma pausa, sair e dar uma volta, tomar um café ou até mesmo bater um papo com um colega por alguns minutos. Após o horário definido para o cumprimento das atividades, o lazer deve ser tratado da mesma forma que o trabalho, com pontualidade, mas sem deixar de fazê-lo.


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Coluna do FRED - Empreendedor Falcão


Empreendedor Falcão

O empreendedor dos tempos atuais, onde o mercado sofre mutações constantemente, vem se deparando com a necessidade de adaptação, comportamento este que já se tornou algo consciente devido à velocidade das mudanças e acessibilidade de informações, consequentemente a mudança de comportamento é voltado para estratégias de visão do futuro a curto, médio e longo prazo. 

A estratégia enaltecida no parágrafo anterior é de fundamental importância para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa dentro do ramo de atividade em que atua, pois tem como objetivo acompanhar o mercado realizando mudanças necessárias seja nos processos internos, nos produtos/serviços ofertados, nas parcerias realizadas com os fornecedores e nas ações promocionais de marketing como também estar atento às novas tendências. Porém é importante que as empresas tenham esta percepção e se preparem para o futuro, onde esta preparação está diretamente ligada a ‘colaboradores’ que apresentem comportamento empreendedor utilizando suas competências e habilidades. 

A visão do futuro é uma das várias competências que uma pessoa com o comportamento empreendedor deve ter para se diferenciar no mercado de maneira competitiva. No entanto, para ter tal competência se faz necessário possuir algumas habilidades onde elas eu equiparei com o falcão que retrata bem a necessidade para se atuar no mercado do século XXI. F – foco / A – alcance / L – liderança / C – criatividade / A – atitude / O – oportunidade. 

Assim, o Empreendedor Falcão apresenta habilidades que o diferencia perante os demais e digo mais, o mercado está de olho em pessoas com tal perfil. As habilidades externadas a respeito do Empreendedor Falcão demonstra controle nos processos e direcionamento nas ações que serão executadas nas atividades, objetivando customização e minimização de riscos voltados para uma solução positiva e de acordo com os interesses das organizações obtendo eficácia na sua finalização. 

Iniciando as habilidades do Empreendedor Falcão, temos o ‘FOCO’... Importante ressaltar que esta habilidade é indispensável para a realização de uma ação ou execução de uma atividade onde todos os esforços estão voltados para alcançar um objetivo, no entanto não posso deixar de alerta o leitor sobre o cuidado que se deve ter referente a priorizar atividades em grau de importância para a finalização positiva. 

Dando continuidade às habilidades, o ‘Alcance’ se refere aonde se quer chegar, entretanto o empreendedor deve conhecer seus pontos fortes e fracos para quando estabelecer a meta ter conhecimento que poderá alcançar, pois caso não aconteça às chances de se auto-desmotivar são grandes. Assim o estímulo para execução de ações ou atividades posteriores diminuirá de forma significativa ou deixará de existir. 

Já a ‘Liderança’ está ligada ao comportamento sendo um norte de extrema funcionalidade devido ao poder de persuasão aos demais componentes no trabalho em equipe permitindo com facilidade que todos trabalhem de acordo com a proposta sugerida devido à facilidade no acesso a transmissão de informação e facilidade na comunicação. Atualmente o empreendedor que faz total diferença é aquele que é considerado ‘Líder Situacional’, o mesmo independente da hierarquia e conhecendo a potencialidade dos subordinados permite o acesso à liderança de acordo com a situação e conhecimento de cada colaborador que compõe a equipe. 

Outra habilidade é a ‘Criatividade’ que se dá através da busca da informação, do conhecimento adquirido e aplicado e da observância constante do mercado permitindo desta forma a criação de ações e a busca constante da inovação com o intuito de agregar valor para a marca, produtos/serviços e/ou benefícios oferecidos ao cliente. Ao se falar em inovação é importante no contexto atual referenciar a ‘Inovação da Informação’. Hoje, considerada de baixo custo e com alto poder de penetração e resultado. 

A ‘Atitude’ refere-se também a comportamento como por exemplo: iniciativa, querer fazer acontecer, proatividade, comprometimento... Uma pessoa que apresenta esta característica procura sempre se antecipar aos fatos e possui coragem para assumir riscos tornando-a determinada e persistente. Comportamento este voltado para a busca de soluções e não focado no problema. 

E por fim, mas não menos importante a ‘Oportunidade’. O Empreendedor Falcão está antenado as mudanças, ele tem o conhecimento para avaliar quais momentos devem ser aproveitados em prol do avanço ou da otimização de uma atividade e/ou ação, ele tem a percepção sobre qual a melhor opção, enfim, o mesmo possui o poder de agir no intuito de se valorizar e valorizar a organização estimulando melhores resultados. 

Assim como o Falcão o Empreendedor Falcão tem uma visão ampla do seu território (mercado). Avalia as oportunidades objetivando calcular seus riscos para ter conhecimento do alcance das suas ações, no qual determina suas atividades em prol do sucesso das estratégias para se chegar à meta estabelecida.


Fred Liberato
Orientador / Gestor Empresarial

Como Ter Mais Satisfação Profissional

Renovar a perspectiva sobre seu emprego pode ser o que você precisa para se sentir mais satisfeito. Confira outras dicas da especialista de desenvolvimento profissional Gloria Cotton

Um emprego aparentemente ruim pode ser completamente renovado com a perspectiva certa. Isso é o que defende a especialista em desenvolvimento profissional Gloria Cotton. Com as dicas a seguir, ela irá ajudar você a trazer uma visão renovada sobre a carreira para ter mais satisfação no escritório.

1. Avalie seu trabalho

Busque identificar os aspectos positivos de sua carreira e os use como motivação. "Muitas vezes as pessoas se focam nas coisas ruins de seus empregos. Mas se é tão ruim, porque você continua a fazê-lo todos os dias? Deve haver alguma razão muito boa para você passar por tudo isso", diz Gloria.

2. Identifique metas

Você deve buscar metas que são específicas, mensuráveis, alcançáveis e realistas, aconselha a especialista. "Note as referências com seus valores pessoais. Suas motivações são ligadas aos seus valores. Quanto mais forte o valor, mais forte a motivação", completa.

3. Crie planos em longo e curto prazo

"Algumas vezes os planos em curto prazo são sobre sobreviver na posição que você está de uma maneira que é honrável, não apenas sobreviver e sofrer todos os dias. Isso pode ser como a morte", diz Gloria. Quando estiver planejando sair de seu cargo, pense em fazer isso de maneira digna e respeitável, sem cortar relações que poderiam ser úteis no futuro.

4. Desenvolva um relacionamento com seu chefe

Um relacionamento de confiança mútua com seu chefe é muito importante para ter satisfação em seu trabalho. Gloria aconselha que, se você não puder desenvolver essa relação, deve procurar ajudá-lo da mesma forma, mas apenas de maneira que não irá comprometer sua integridade, ética ou valores.

5. Estabeleça limites

"Você deve deixar claro o que será feito, quando, onde e como. Seu chefe deixa claro o que deve ser feito para que haja um desempenho de trabalho excelente", diz Gloria. Ela ainda aconselha as pessoas a discutir expectativas e limites para comportamento e interações. "Esses contratos comportamentais entre você e seu superior devem ser identificados e combinados", conclui a especialista. 


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Profissional – Comunicação Efetiva Faz Toda a Diferença


“Quem não se comunica, se trumbica”, com certeza já deve ter ouvido esta famosa frase, eternizada pelo apresentador de tv, “Chacrinha”, na década de 80. O bordão é engraçado, mas faz um alerta sério sobre a importância, de Comunicar-se Bem, como um dos fatores para alcançar sucesso na carreira e nas relações pessoais.

Vivemos numa sociedade globalizada e com a evolução das novas tecnologias, a comunicação, hoje, ultrapassa fronteiras, inclusive territoriais. Entretanto, muitas vezes, no ambiente organizacional, por falhas na comunicação, erros são cometidos, surgem mal – entendidos entre colegas, equipes e gestores, situações que impõem barreiras ao cumprimento das tarefas e nos relacionamentos interpessoais.

Desenvolver habilidades para expressar-se com clareza e efetividade, evita estes tipos de situações, uma vez que possibilita ao profissional, ao líder, maior assertividade na gestão de pessoas, eliminar conflitos no ambiente de trabalho e consequentemente melhores resultados.

Veja 5 Dicas Para Aumentar seu Poder de Comunicação

1. Crie Conexão – Estabeleça relações harmoniosas e respeitosas com os colegas e superiores. Crie empatia. Mantenha uma postura profissional. Aprenda a falar no momento certo e a ouvir com atenção e respeito o que os outros têm a dizer.

2. Atenção à Linguagem – Ter domínio da linguagem, tanto falada como escrita, é fundamental num processo de comunicação efetivo. Fique atento aos erros de concordância ao falar e escrever um email ou relatório.

3. Respeite as Diferenças - Cada colaborador, de acordo com seu perfil comportamental, sexo, faixa etária, orientação religiosa, sexual tem seu modo distinto de pensar e se expressar. Observe e aprenda sobre estas diferenças e conseguirá comunicar-se efetivamente com cada tipo de pessoa.

4. Leia os Sinais – 55% da comunicação humana é feita de modo “não-verbal”, ou seja, através de: gestos, expressão facial e postura corporal. Fique atento a estes sinais e aprenda mais sobre os comportamentos dos colegas e líderes.

5. Evite ser Invasivo (a) – Antes de falar, observe o estado emocional do outro, para evitar fazer perguntas não adequadas ao momento e criar atritos. Evite ainda interromper quando alguém estiver expondo uma ideia ou ser agressivo quando for confrontado.

Destaco ainda, que a comunicação assertiva, possibilitará a construção de outro elemento fundamental ao sucesso de todo profissional, o seu Networking.

Fique atento (a) a estas dicas e Comunique-se Melhor!


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Como Ter Boas Ideias em 20 Minutos ou Menos

Algumas dicas irão ajudar você a chegar ao estado de inspiração necessário para que sua mente esteja concentrada e você consiga ter ideias brilhantes

Quando você controla sua mente de maneira que todas as distrações, preocupações e tarefas cotidianas são interrompidas, então estará preparado para concentrá-la ao máximo naquilo que realmente merece sua atenção: as ideias brilhantes que são constantemente bombardeadas em seus pensamentos.

Se você deseja alcançar esse estado de inspiração, confira algumas dicas que irão guiá-lo:

1. Esteja sozinho

Tomar tempo para estar em silêncio é algo que deve ser feito em solidão. Investir nos momentos de inspiração exige que você se separe de influências que podem interrompê-lo.

2. Faça logo pela manhã

Esse processo ocorre com mais qualidade quando você o realiza logo pela manhã, ao acordar. A não ser que você seja um mestre da meditação, uma mente focada é muito mais fácil de conseguir quando você ainda não foi bombardeado por todas as informações e cobranças do dia a dia.

3. Fique em silêncio

Escolha um local calmo com o mínimo de interrupções sonoras possíveis. Escolha um lugar e posição confortável para se posicionar.

4. Permaneça sentado

Não se deite ou fique em uma posição reclinada, pois você ficará sonolento e poderá dormir. Fique confortável, mas de maneira que seu foco e estado de vigilância não sejam prejudicados.

5. Limpe sua mente

Se estiver cansado, sentindo-se sobrecarregado, procure por métodos que possam ajudar você a se livrar desse peso antes de começar a entrar em estado de inspiração. Correr ao ar livre, ouvir uma música são algumas sugestões.

6. Respire fundo e relaxe

Feche seus olhos e respire fundo fazendo isso sonoramente para que consiga se concentrar melhor. Repita isso algumas vezes até que se sinta relaxado.


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6 Sinais de Que Você é um Workaholic

Recém- lançado, livro “Muito trabalho, pouco stress” discute o desafio do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal a partir da rotina de um viciado em trabalho

Por Camila Pati

O quanto da rotina de um clássico workaholic está presente no seu dia a dia? Em maior ou menor escala, o personagem principal Joe Labor, do livro “Muito trabalho e pouco stress”, de André Caldeira (Editora Évora), é um espelho para executivos e executivas que mantêm o foco exclusivamente na carreira profissional, em detrimento da vida pessoal.

Longos expedientes no escritório, convívio ínfimo com a família em casa, além de horas e horas extras de trabalho aos fins de semana dão o tom da vida do personagem criado por Caldeira. 

“Talvez Joe se apresente em cada um de nós com maior ou menor intensidade, com o passar dos anos”, escreve o autor, que também mantém um blog em EXAME.com sobre o desafio que é, nos dias de hoje, equilibrar a vida pessoal e o trabalho.

Aliás, foi a partir da reação de homens e mulheres de negócio aos temas tratados no blog, que Caldeira enxergou espaço para escrever o livro. “Muito leitores, começaram a compartilhar histórias e testemunhais comigo, bem como sugerir ideias para textos”, conta o autor blogueiro.

Para ele, encontrar equilíbrio entre trabalho e todo o resto é uma tarefa para todos e também uma necessidade absoluta. “Para os profissionais, o stress é um mal invisível que prejudica nossa produtividade no trabalho e mina nossa vida pessoal, afetando a qualidade de vida, o tempo com a família, o desenvolvimento pessoal e espiritual”, diz.

Do lado das empresas, diz Caldeira esta rotina maluca imposta pelos e aos profissionais também traz prejuízos. “O problema é de sustentabilidade e de ordem econômica. O estresse profissional representa aproximadamente 3,5% do PIB brasileiro. Este custo é médico e econômico, representado pelos afastamentos do trabalho, pelos custos de tratamento, e também pelo presenteísmo (quando as pessoas vão para o trabalho, mas não contribuem inteiramente para a produtividade da organização naquele dia), pelo aumento da rotatividade, pelos passivos trabalhistas, entre vários outros aspectos”, afirma o autor.

No livro, Caldeira indica, a partir da rotinha de Joe Labor, quais são os sinais de que o pêndulo está mais para o lado da carreira profissional, enquanto tudo o que não está relacionado ao trabalho vai se reduzindo a pó. Confira seis deles:

1. Trabalho é a principal referência

A carreira profissional é o que define a vida de Joe Labor. “A empresa para a qual trabalha é quase que a sua religião, a razão da sua existência”, escreve o autor. Na mesma linha de raciocínio, o cargo de Joe Labor é como se fosse sobrenome.
Joe vive para o trabalho, suas obrigações e responsabilidades. E com isso, tudo o que não esteja inserido neste pacote corporativo tem menos importância, e é constantemente deixado de lado.

2. Vida pessoal é posta de lado

Casamento, férias, nascimento dos filhos. Momentos importantes da vida conjugal e familiar passam à margem de Joe, sempre ocupado demais com algum projeto crucial no escritório para perceber que estava perdendo alguma coisa que não volta nunca mais. 

“A inércia da sobrecarga domina a sua vida”, escreve Caldeira. A busca pelo reconhecimento profissional e estabilidade financeira contribui para que este executivo incansável não consiga se livrar deste modo de vida que criou para si mesmo.

3. Expediente que não acaba

Assim que acorda, Joe já começa a pensar no trabalho e no que o espera no escritório. Coração acelerado e ansiedade desde cedo, correria e nada de café da manhã.

Reuniões, e-mails, ligações, projetos, contratos. É tanta coisa a ser feita que a impressão é que a produtividade é assolada por uma avalanche de tarefas inacabadas. “Um dia que parece uma pombagira, de tirar qualquer um do eixo, de quase não dar tempo de respirar”, escreve Caldeira.

4. Irritação em alta

O que não é controlável é sinônimo de irritação para Joe Labor. Trânsito congestionado, atendimento lento em restaurante. “Joe tem grande dificuldade em lidar com fatores externos, aqueles chamados imponderáveis”, escreve o autor.

Sua atitude quando dirige é digna do filme “Um dia de fúria” e Joe sabe bem disso. Reações intempestivas por conta de contratempos são sinais de que algo não vai bem internamente.

5. Conectado o tempo todo

Webmail e a conexão na palma da mão tornam móvel e infinito o expediente de Joe Labor. A atualização constante da caixa de entrada de e-mails, a troca de mensagens instantâneas e notícias são um vício na vida do workaholic. “A tecnologia é uma grande aliada e um algoz na vida de Joe”, escreve o autor. É normal estar online o tempo todo, pergunta Caldeira.

6. Sono prejudicado

A insônia é uma constante na vida de Joe Labor. Entre um bocejo e outro, café durante o dia. à noite remédios para relaxar ou bebidas alcóolicas.

“Joe não sabe o que é dormir bem. A mistura explosiva de café, remédios ou álcool em excesso pode ter um efeito imediato, mas insustentável”, diz Caldeira.


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9 Perfis Empreendedores: Qual é o Seu?

"O empreendedorismo é uma revolução silenciosa. Que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o século XX" (Jeffry Timmons, 1990)

Por Andrea Teixeira, Administradores.com

O homem primitivo já tinha perfil empreendedor, pois para sobreviver naquela época era preciso construir suas próprias ferramentas. As civilizações antigas, como os egípcios, já detinham conhecimentos para as construções de suas pirâmides, o desenvolvimento da agricultura, entendimentos de matemática e engenharia.

O comportamento empreendedor faz parte da humanidade há milhares de anos, mas a condição de observação e estudo deste "modus operandi" no homem, em ser e agir, só ganhou notoriedade com as transformações sofridas nestes dois últimos séculos. Indicando que é algo relativamente novo, os apontamentos e registros ocorridos no comportamento empreendedor devem-se muito à quantidade de invenções que apareceram e transitaram, revolucionando assim esses novos tempos.

A tão falada inovação ocorreu porque vários empreendedores, por necessidade ou visão futura, fizeram que novos métodos e adventos fossem testados e acompanhados com maior clareza de entendimento e adequação, causando assim sua operacionalidade e trazendo à tona a revolução de todo conhecimento.

O momento em que vivemos pode ser assinalado como a Era do Empreendedorismo. Isso porque são os empreendedores, em sua natureza mais simples ou técnica, que estão alavancando economias, quebrando paradigmas comerciais e culturais, diminuindo percursos, revitalizando conceitos e implementando diuturnamente a globalização em várias esferas. O mundo observa um movimento frenético, mas muito necessário à perpetuação de nossa espécie como seres pensantes, onde a economia e todo processo de negociação passa por transição através dos empreendedores e seus adventos, sejam tecnológicos ou sociais. No âmbito atual, há um favorecimento para o aparecimento de uma quantidade maior de empreendedores, e com isso a necessidade de distinguir e conceituar os perfis, tipologia e suas características.

Em citação correlata com Shumpeter (1949), Dornelas (2001) diz que "o empreendedor é aquele ser que tem a necessidade de destruir ou deixar de fazer uso da economia existente", para que sua conotação de posicionamento a negócios, produtos ou serviços através da inovação aconteça de modo organizado com a extração de novos recursos – seja este tangível ou intangível.

Para começarmos a entender o perfil e tipos de empreendedores existentes, registramos o que nos diz Peter Drucker, que salientou que talento não é necessário ao empreendedor diretamente. Mas sim que o desejo de aprender, de investir tempo, de ser disciplinado, de se adaptar e implementar diretrizes e práticas para o sucesso, seja ele empresarial ou pessoal, é o que o forma e impulsiona.

Aprendemos que empreendedor é todo aquele que cria um novo modelo de negócio, a partir da identificação de uma oportunidade. Seja ela uma oportunidade por crise, necessidade, visão, desejo ou condição. Ser um empreendedor é vestir a couraça de um agente de transformação, seja em sua vida pessoal ou de todo um grupo envolvido no processo.

Empreendedor é uma palavra que vem do latim imprendere que significa "decidir realizar tarefa difícil e laboriosa" (dicionário Houaiss da língua portuguesa, 2001), "colocar em execução" (dicionário Aurelio). A idéia de um espírito empreendedor está de fato associada a pessoas realizadoras, que mobilizam recursos e correm riscos para iniciar algo, pessoal, social ou de negócios.

Veja abaixo nove perfis de empreendedores:

EMPREENDEDOR NATO

Desde cedo por motivos próprios ou influência familiar, demonstra traços de personalidade comuns aos empreendedores, o desenvolvimento de tal vocação tem forte relação com o tipo de autoridade familiar e o ambiente motivacional, tais como escala de valores e percepção.

EMPREENDEDOR HERDEIRO

Possui ou não as características do empreendedor. Ser empreendedor por afinidade e vocação, dá continuidade do empreendimento em que se encontra desde cedo.

EMPREENDEDOR FUNCIONÁRIO

Possui características de empreendedor, sente ao longo de sua carreira na empresa que trabalha a necessidade de abrir o seu próprio negócio, pelas interferências burocráticas da empresa, não podendo colocar em prática suas idéias.

EMPREENDEDOR INESPERADO

É uma pessoa que vê a oportunidade, se apega a ela e muda seu modo de viver para se moldar ao negócio que ela deseja gerir.

EMPREENDEDOR SERIAL

É a pessoa que cria oportunidade frequentemente, não tende administrar todas as suas empreitadas, mas sim delega a alguém que tenha mais experiência em gestão. Seu foco é criar e desenvolver novos negócios.

EMPREENDEDOR CORPORATIVO

É um profissional que há dentro das grandes e médias empresas, que busca sua autonomia de ação – pois não a detem integralmente, querem resultados substanciais e são pessoas bem comunicativas.

EMPREENDEDOR SOCIAL

É o profissional que tem como missão de vida própria a realização de projetos que beneficie a construção de um mundo melhor.

EMPREENDEDOR NORMAL

É uma pessoa que trabalha dentro das metas; não corre risco que não sejam calculados e planeja o futuro de forma clara e quase tangível aos que estão em seu lado.

EMPREENDEDOR POR NECESSIDADE

É uma pessoa que por necessidade de sobreviver e reter resultados de suas tarefas e ações, cria sua "tábua" de trabalho, sua plataforma de ação. 


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O Marketing da Moda

Soeli de Oliveira

Marketing é definido como um processo ou conjunto de ações que identifica necessidades e as transforma em produtos ou serviços. Descobre onde estão os clientes, analisa a melhor maneira de alcançá-los e satisfaz suas expectativas de forma lucrativa para a empresa. Pelo exposto, percebemos que marketing abrange um conjunto amplo de ações que não se resume somente à propaganda, como acreditam a maioria das pessoas.

Para compreender melhor o que é marketing se faz necessário esclarecer o que significa necessidade, desejo, benefício e satisfação.

Necessidade – É uma falta ou carência que os consumidores têm. Pode ser física ou psicológica.

Desejo – É a forma como uma necessidade é atendida.

Benefício – É tudo de positivo que um produto ou serviço gera de valor para o cliente.

Satisfação – Depende do desempenho percebido em relação ao esperado.

O composto de marketing é formado por quatro palavras chaves que começam com a letra “p” (Produto, Preço, Ponto e Promoção), de forma a facilitar a sua memorização.

Estes quatro elementos respondem às quatros questões básicas necessárias para a comercialização de produtos e serviços que são:

1. O que o cliente quer? (sua necessidade, produto/serviço)

2. Onde ele pode encontrá-lo? (Ponto de distribuição)

3. Como saberá que ele existe, para que ele serve e por que ele deveria comprá-lo? (Promoção)

4. Qual o seu preço? (Preço).

Já a moda lida com mudança, envolve novidade e inovação. É uma sucessão de tendências de pequena e curta duração. Tem ligação estreita com a criatividade e com o design e vem impregnada do significado e do ato de construir, formar, moldar ecriar.

Moda é um fenômeno social de rápida difusão. É percebida como um movimento, um ciclo. Obedece uma obsolescência contínua e planejada. Tem um caráter imitativo, acrítico, efêmero e transitório. O que era admirado, imitado, promovido, distribuído, um dia torna-se ultrapassado.

Marketing da moda é a aplicação de uma série de técnicas que visam tornar mais transparente, para a empresa, as necessidades e desejos dos consumidores, de tal forma que a empresa possa responder com produtos e serviços de moda que os atenda plenamente ou que até mesmo os surpreenda.

O marketing da moda é responsável por assegurar, para a empresa e para os seus clientes, a obtenção do melhor proveito a alcançar por meio de planejamento, controle e gestão de um design criativo e vencedor.

Uma empresa voltada às vendas vende aquilo que pode fazer. Por sua vez, uma empresa voltada para o marketing pesquisa as necessidades e desejos do mercado e faz aquilo que pode vender.

Quando uma empresa de moda não leva a sério o conceito de marketing pode fracassar nos seus lançamentos e até ir à falência.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
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Série SEU NEGÓCIO - O Empreendedor Precisa Ser um Superhomem


Para fazer a diferença, é preciso encontrar dentro de si a energia e a vontade de superar suas próprias limitações.

Eu sou o Superandré! Sem capa, sem identidade secreta, sem poderes especiais, sem atos de heroísmo. Eu sou o Superandré porque superei a mim mesmo em algum momento e continuo em um esforço constante de fazê-lo cada vez mais.

O filosofo alemão Nietzsche disse que para se tornar um superhomem, um homem precisa vencer seus inimigos e eles estão principalmente em seu interior: o medo, a indolência, a ignorância, a arrogância.

Estes também são os inimigos que o empreendedor deve enfrentar ao longo de sua trajetória.

Medo: de não agradar, de não ser capaz, de arriscar-se, de ousar, medo de fracassar. O medo imobiliza e impede que as pessoas atinjam o próprio potencial. Encontrar a coragem dentro de si é o desafio de todo empreendedor em inúmeros momentos.

Indolência: É preciso vencer a inércia, a preguiça, sair da zona de conforto, ir de encontro aos próprios sonhos. À visão, o empreendor precisa acrescentar a ação, pois só assim cumpre o que o caracteriza como empreendedor: a capacidade de mudar o mundo.

Ignorância: a única verdadeira limitação de um empreendedor é sua própria capacidade, sua competência. Para se superar, o empreendedor com um sonho grande deve utilizar todas as oportunidades de aprendizado: palestras, leituras, exposição a experiências culturalmente enriquecedoras, viagens, pós graduação, conversas com mentores, grupos de estudo, o que puder.

Arrogância: É uma ameaça constante, principalmente para aqueles que já atingiram um certo grau de sucesso. Os grandes caem porque se tornam arrogantes, perdem a humildade e passam a se considerar infalíveis achando que tem o toque de Midas, transformando o que tocam em ouro. A atitude arrogante pode fazer o empreendedor deixar de lado valores humanos maiores.

O Brasil e o mundo precisam de Superrodrigos, Superfernandas, Superfelipes, superhomens e supermulheres, pessoas como as outras que encontram dentro de si a energia e a vontade de superar suas próprias limitações e fazer diferença.

André Rezende é fundador e presidente da Prática Fornos, Empreendedor Endeavor desde 2008, e também escreveu sobre os caminhos e desafios para o crescimento.


Fonte: http://www.endeavor.org.br/
Fonte da imagem: gettyimages

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