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3 Passos Simples Para Ter um Negócio e Ser Feliz

Em novo livro, Trevor Blake garante que em apenas três passos o empreendedor pode alcançar o sucesso e ainda ser mais feliz 

Por Priscila Zuini

Em 2002, Trevor Blake juntou suas economias e criou uma empresa virtual, em casa. Sozinho, tocou o negócio por algum tempo até vendê-lo por cerca de 100 milhões de dólares. Depois disso, já abriu outras duas empresas.

Agora, no livro Three Simple Steps: A Map to Success in Business and life, ele conta qual foi sua fórmula de sucesso. Lançado nesta semana, o livro é classificado como um guia para quem quer alcançar o sucesso seguindo dicas de quem chegou lá.

Blake diz que, muitas vezes, os empreendedores se sentem lutando contra areia movediça: quanto mais se esforçam, mais afundam e fica cada vez mais difícil se livrar daquilo. Mas, para ele, mesmo que os empresários não tenham talentos e habilidades específicas, é possível ter sucesso, observando como outras pessoas construíram seus negócios.

Este foi o caminho que o próprio autor percorreu para chegar a três comportamentos comuns aos empreendedores bem sucedidos.

O primeiro passo, segundo a publicação, é recuperar sua mentalidade individual. Blake defende que ficar rico com um negócio exige uma alta dose de individualismo e controle da sua mente. Para ele, os empreendedores devem se transformar naquilo que nasceram para ser, um indivíduo que possa pensar a vida por si mesmo.

O segundo passo seria se preparar para pensar em ideias de negócios com verdadeiro potencial de sucesso, criando, por exemplo, momentos propícios para que as ideias brotem. Blake conta que para isso é preciso entender quais comportamentos você não quer ter e se está disposto a ir contra isso.

Por fim, o terceiro passo fala sobre como transformar essas ideias em experiências realmente bem sucedidas e lucrativas. O autor lembra que para criar algo do nada não é preciso conhecimento científico ou genialidade. Para ele, poucos lembram que são capazes de fazer isso e, por isso, quem faz já tem chances de aprender algo na tentativa.

Three Simple Steps: A Map to Success in Business and life

O livro conta como o autor conseguiu ser um empreendedor bem-sucedido seguindo padrões de comportamentos de outras pessoas.

Autor: Trevor Blake
Editora: BenBella Books

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A Assustadora Curva da Criatividade: Quanto Mais Experientes, Menos Criativos?

O correto seria que, com o passar dos anos, nos tornássemos mais criativos, espontâneos e investigativos. Mas não é o que se percebe na prática

Por Eduardo Zugaib

A idade mata a criatividade. Correto seria que, com o passar dos anos, nos tornássemos mais criativos, espontâneos e investigativos. Mas não é o que se percebe na prática.

Roger von Oech, consultor de criatividade no Vale do Silício, relata uma história no seu livro "Um Toc na Cuca" que nos faz refletir um pouco sobre essa questão. Oech conta que, num dia de aula no seu curso colegial, o professor fez uma pequena marca de giz no quadro-negro, perguntando à classe o significado daquilo. Segundos depois alguém arriscou:

- É uma marca de giz no quadro-negro.

Os demais alunos respiraram aliviados diante da obviedade, rindo e declarando a tarefa realizada. Não havia nada mais a ser dito.

- Vocês são surpreendentes - disse o professor - Ontem apliquei o mesmo exercício a uma turma do jardim da infância e eles me trouxeram mais de cinquenta respostas diferentes: o olho de uma coruja, um inseto esmagado, uma flor e assim por diante.
criatividade

Uma longa pesquisa realizada pela NASA, para seleção de cientistas e engenheiros com características pessoais inovadoras, acabou revelando o declínio da criatividade ao longo dos anos. Na primeira fase da pesquisa, as crianças tinham entre 3 e 5 anos e 98% apresentaram alta criatividade. O mesmo grupo foi testado aos 10 anos, apresentando um número bem menor neste percentual: 30%. Com 15 anos, somente 12% dos pesquisados mantiveram altos índices de criatividade. O mesmo teste foi aplicado a um universo de mais de 200.000 adultos e somente 2% se mostraram altamente criativos. Os autores dessa pesquisa concluíram que, ao longo da vida, nós aprendemos a ser não-criativos. Um declínio que não se deve à idade, mas aos limitadores mentais que criamos e acumulamos ao longo da vida, muitos deles na escola, que acabam reforçando o pensamento de alguns educadores que afirmam que as crianças entram na escola como "pontos de interrogação" e saem como "frases feitas".

Mas podemos ficar tranquilos. Nem tudo está perdido. Como? Estimulando nossa mente com informações positivas, adotando posturas flexíveis e percebendo nossa vida e nossos relacionamentos como grandes e produtivas aulas, o engessamento pode ser revertido. Num cenário competitivo como o em que vivemos, onde muitos possuem acesso à informação em doses cada vez mais cavalares, a habilidade de pensar diferente torna-se a característica pessoal mais valorizada. A capacidade de ver o que ninguém viu antes tem gerado respostas inovadoras não apenas para os novos mas, principalmente, para os antigos problemas. Sem criatividade, uma empresa não vislumbra mercados, não detecta oportunidades e tende a ficar para trás, repetindo a fórmula consagrada pela concorrência.

Veja bem: eu disse que podemos ficar tranquilos, não parados. Em desenvolvimento pessoal, quando paramos de andar, já estamos sentados. Quando achamos que sentamos, já estamos deitados. Ao deitarmos, na verdade já estamos dormindo. E quando dormimos, já estamos mortos.


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Série SEU NEGÓCIO - Quase Metade Das Novas Empresas Não Sobrevive Após 3 Anos

Número de empresas que saiu do mercado caiu 1,4 ponto percentual em 2010, segundo pesquisa 

Por Beatriz Olivon

Um estudo do IBGE divulgado mostra que, após três anos de entrada no mercado, 51,8% das empresas sobrevivem. A taxa de sobrevivência apresenta uma relação direta com o porte das empresas, segundo o estudo.

Do total de 464,7 mil empresas que apareceram pela primeira vez no mercado em 2007, 353,6 mil (76,1%) sobreviveram em 2008; 285,0 mil (61,3%) haviam sobrevivido no mercado até 2009 e 240,7 mil sobreviveram até 2010 (51,8%). Após três anos da entrada no mercado, quase metade (48,2%) das empresas não sobreviveu, de acordo com a pesquisa.

“As empresas maiores, com maior capital imobilizado, tendem a permanecer mais tempo no mercado, pois os custos de saída costumam ser elevados, dentre outros fatores”, afirma o estudo. Em 2010, nas empresas sem pessoal assalariado que entraram no mercado em 2007, a taxa de sobrevivência foi de 45,3%; nas empresas com 1 a 9 pessoas assalariadas foi de 70,3% e nas com 10 ou mais pessoas foi de 80,2%. 

As taxas mais altas de sobrevivência de 2007 a 2010 foram registradas nas áreas de Saúde humana e serviços sociais (61,4%), Eletricidade e gás (60,8%) e Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (57,4%). As menores taxas de sobrevivência foram apresentadas por Artes, cultura, esporte e recreação (45,6%), Outras atividades de serviços (46,5%) e Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (47,4%).

As regiões Sul e Sudeste apresentam as maiores taxas de sobrevivência de empresas, 79,3% e 78,9%, respectivamente, acima da média nacional, de 77,9%. 

As maiores taxas de entrada e de saída foram observadas no Norte (28,5% e 19,6%) e Nordeste (24,9% e 17,4%), assim como as menores taxas de sobrevivência, 71,5% e 75,1%, respectivamente.

Santa Catarina (82,1%), São Paulo (79,3%) e Rio Grande do Sul (79,2%) apresentaram as maiores taxas de sobrevivência. Acre (62,2%), Amapá (65,1%) e Amazonas (68,2%) apresentaram as menores.

Saída 

Em 2010, 736.428 empresas saíram do mercado, o que representa uma taxa de saída de 16,3%, em um universo de 4.530.583 empresas ativas. Essa taxa é 1,4 ponto percentual inferior a de 2009 (17,7%).

A taxa de entrada de empresas no mercado manteve-se estável, segundo o IBGE, passando de 22,2% (946.676 empresas) em 2009 para 22,1% (999.123) em 2010. O saldo no total de empresas ficou positivo, registrando um acréscimo de 6,1% no número de empresas (261,7 mil empresas a mais).

As regiões Norte e Nordeste foram as que registraram as maiores quedas nas taxas de saída, passando de 22,3% em 2009 para 19,6% em 2010.

Por atividade, as maiores quedas foram verificadas nas seções atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação e construção.

O número de empresas que entrou no mercado em 2010 foi 5,5% superior ao de 2009. A taxa de entrada indica que uma em cada cinco empresas em atividade em 2010 era nova. 


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O Que é e Como Fazer Merchandising

Por Soeli de Oliveira

O varejo como um todo tende à comoditização. Quanto mais massificados os mercados, maior é a similaridade entre as ações mercadológicas das empresas. Produtos e serviços, incluindo os pontos de venda e até o atendimento, estão cada vez mais parecidos. Para fugir da comoditização, se faz necessário criar diferenciais, aumentando a capacidade de atração e oferecendo uma série de valores agregados, de forma que os clientes se disponham a pagar mais pelos mesmos produtos ofertados por diversos concorrentes. Em decorrência disso é cada vez mais importante saber trabalhar as técnicas de merchandising, pois o ponto de venda é o ponto de cruzamento de toda a relação que estabelecemos com os consumidores. 

O custo para atrair novos clientes é dez vezes maior do que o esforço necessário para mantê-los. Não aproveitar ao máximo o momento em que o cliente visita o ponto de venda é desperdiçar o melhor momento para persuadi-lo a comprar. Os investimentos para atrair os consumidores ao ponto de venda são cada vez mais altos, razão porque é tão importante que este se sinta muitíssimo atraído na hora da compra, pois é na loja que reunimos os três principais fatores envolvidos na decisão de compra: o consumidor, o produto e o dinheiro.

Merchandising é atingir os consumidores em situação de compra, no entorno e dentro do ponto de venda. Também é definido como uma forma de atividade de ter-se o produto certo, no local certo, na hora certa, ao preço certo. Fazer merchandising nada mais é do que estudar o comportamento de compra por impulso e explorar esta característica dos consumidores que, pelos apelos visuais, muitas vezes não resistem e compram mais do que pretendiam em sua visita ao ponto de venda. Para isso é fundamental a máxima atenção aos detalhes e uso da criatividade.

Fatores que devem ser levados em conta ao planejar o merchandising:

Marcas fazem a diferença. Quais as marcas que você oferece no seu ponto de venda? Elas agregam valor ao seu negócio? É mais fácil conquistar mercado quando a marca ou nome da empresa está na cabeça do consumidor. A força das marcas faz muita diferença aos olhos dos clientes e representam confiança e credibilidade na hora de decidir as compras.

Inovação. Busque com persistência a simplificação e praticidade.

Novas tecnologias. Com a tendência de busca de praticidade e ganhos de tempo, as empresas precisam oferecer soluções rápidas e que proporcionem maior produtividade.

Crescimento do autosserviço. Os altos custos de mão-de-obra, nem sempre qualificada, e a busca de praticidade pelos clientes determinam a adoção de mudanças no formato do varejo.

Aumento do valor dos serviços. Esteja atento ao crescimento do valor dos serviços em relação aos produtos como estratégia de diferenciação e fidelização de clientes. Com produtos com atributos semelhantes, mesmo de marcas diferentes, o diferencial concentra-se nos serviços agregados. Lembre-se que o cliente compra o pacote de benefícios constituído por elementos tangíveis e intangíveis.

Gestão mais eficiente e eficaz. Boa gestão é um pré-requisito para a sobrevivência. Racionalize os espaços, melhore os controles de vendas e estoques. Não abra mão de controles gerenciais informatizados. Administre os recursos humanos com profissionalismo. Selecione, treine, remunere de forma diferenciada e motive incansavelmente a equipe de vendas. Estabeleça indicadores de desempenho de forma que a sua empresa seja bem administrada e se diferencie das demais.

Passos para planejar as ações de merchandising:
  • Defina o seu público-alvo.
  • Analise o comportamento de consumo dos consumidores, seus hábitos e padrões de compra.
  • Defina os objetivos. Formule as estratégias e as formas de controle e avaliação.
  • Crie estímulos adequados às compras. Leve em conta as necessidades e desejos do seu público, tais como níveis de qualidade, preço, atributos físicos e funcionais desejados.
  • Zele pela boa impressão passada pelo seu ponto de venda. Cuide da imagem passada através da limpeza, layout, organização, aparência e conservação das instalações, aparência e motivação dos funcionários, pelo seu logo e sua propaganda.
  • Elabore um calendário promocional anual com base nas datas mais significativas para sua empresa.
O grande objetivo não é vender um produto ou serviço para vários clientes, mas vender todos os produtos e serviços para cada cliente que entra no ponto de venda. Adquira o hábito de planejar as ações de vendas que com certeza sua empresa venderá muito mais.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
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5 Toques Para se Sair Bem Mesmo Quando o Erro é Grave

Cometeu uma falta grave e não sabe o que fazer? Especialistas dão dicas para encarar a situação da melhor forma possível 

Por Camila Pati

A intenção parece ter sido a melhor possível, mas o resultado foi um desastre. Na cidade de Borja, província espanhola de Saragoça, Cecília Giménez, ao perceber que o quadro Ecce Homo - do pintor espanhol Elías García Martinez - estava maltratado pelo tempo, teve a brilhante ideia de restaurá-lo por conta própria.

As pinceladas da idosa de 80 anos, amadora na arte da restauração, acabaram por danificar a obra do século19. Apesar de especialistas ainda estudarem o caso, parece que o estrago não tem volta. 

Toda pessoa é passível de cometer erros ao longo da vida e também da carreira profissional. Mesmo a mais nobre das finalidades não significa que a empreitada terá sucesso. Mas, qual a melhor maneira de agir quando a falha é grave? EXAME.com consultou dois especialistas para saber o que fazer quando o erro vem:

1. Reconheça o erro e assuma

A primeira ação, ao se deparar com o erro, é examinar as possibilidades de consertar a situação e evitar a falha, diz Gerson Correia, sócio da Talent Solution. “Mas, muitas vezes, isso não é mais possível”, diz. 

Se não há solução, a etapa mais importante em uma situação delicada como essa: assuma. “É o melhor a se fazer”, diz o especialista. “Erros são feitos para serem cometidos e serem assumidos”, explica.

“Transparência gera confiança”, diz Alexandre Rangel, sócio da Alliance Coaching. Na opinião do especialista, a humildade de reconhecer o erro aumenta as chances de a falha ser mais bem recebida.

A maneira como o erro é apresentado pode fazer toda a diferença, diz Gerson. A dica é fugir de uma posição defensiva. 

“Você tem razão, isso não poderia ter acontecido, mas aconteceu” ou “no seu lugar eu estaria ainda mais irritado”, são frases certeiras na hora de se explicar para o chefe ou um cliente. “Você desarma a pessoa, ela não tem mais com quem brigar”, diz Correia.

2. Pense nas implicações do erro

Analise a falha. Quais as decorrências do seu erro? “Nem sempre as pessoas estão estruturadas para fazer isso”, diz Rangel.O essencial é identificar quem será afetado pelo erro cometido. É a empresa? É o cliente? É um colega de trabalho? É o seu chefe? Ou é você mesmo? 

3. Identifique soluções

Existem erros graves reversíveis e irreversíveis. O quadro “Ecce Homo” não deverá nunca ser recuperado. Falha irreversível, portanto, sem solução. “Diante de uma falha assim o caminho é assumir a responsabilidade e as consequências”, diz Rangel.

O especialista conta a história de um gerente de uma empresa que participaria de uma licitação de R$ 1 milhão. Mas, por falta de conferência, faltou um documento que a empresa tinha e que era requisito para a participação. A empresa acabou ficando de fora da concorrência por conta do erro do gerente. Ele assumiu a falha e encarou as consequências. Mas não teve jeito: foi demitido.

Mas quando se trata de um erro reversível, o caminho, diz Rangel, é assumir e tentar resolver a situação. “A dica é identificar as melhores soluções para serem sugeridas”. Apresentar um problema seguido de uma possível solução minimiza prejuízos e demonstra comprometimento com o trabalho.

4. Antecipe e previna os implicados

Essa dica é fundamental para você não ter que ouvir a seguinte frase: “Por que você não me avisou antes?”. “Grande parte dos aborrecimentos ocorrem porque a pessoa não antecipa quem será diretamente implicado pelo erro”, diz Rangel.

Não vai cumprir o prazo e precisa de mais tempo? Avise o quanto antes. “Dessa maneira quem for ser afetado pode tomar medidas alternativas”, explica Rangel.

5. Aja para resolver

Corra atrás do prejuízo. “É preciso ser proativo nessas horas”, diz Rangel. Com dedicação e afinco muitas vezes dá para minimizar danos e até resolver a situação.

Ok, você errou e assumiu a falha. Erga a cabeça e reverta a situação da melhor forma possível: trabalhando. “Se é um projeto ou uma apresentação que ainda não foi entregue e está com os cálculos errados, a pessoa pode trabalhar no fim de semana ou fazer horas extras durante a semana (sem cobrar por isso) e corrigir os erros”, sugere Correia.


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Novas Lições Para Domar Uma Antiga Fera: SEU CHEFE

Conflitos entre líderes e subordinados estão longe de desaparecer. Conheça os mais atuais e descubra como se defender 

Por Andrea Giardino

Falar sobre o chefe é importante. Mais de 95% de todas as pessoas que trabalham têm um superior ou lideram uma equipe - ou ambos. Os líderes têm um papel relevante no dia a dia da empresa por que eles dão o tom que será seguido pelos demais empregados. Gestores equilibrados mantêm um ambiente produtivo sem elevar o nível de estresse do time. Porém, há estudos que mostram que sete em cada dez pessoas acham que lidar com o chefe é a parte mais estressante do trabalho. 

Péssimos gestores podem causar danos à sua saúde. Uma pesquisa suíça, publicada no ano passado no jornal médico Occupational and Environmental Medicine, revela que profissionais que respondem a maus chefes têm de 20% a 40% mais chance de sofrer um ataque cardíaco. O levantamento acompanhou 3 122 trabalhadores por dez anos. Essas informações constam no livro Good Boss, Bad Boss: How to Be the Best and Learn from the Worst (algo como "Chefe bom, chefe mau: como ser o melhor e aprender com os piores"), de Robert Sutton, lançado no mês passado nos Estados Unidos pela Editora Business Plus e sem previsão de chegada ao Brasil. Robert é professor de gestão na universidade americana de Stanford e estuda assuntos relacionados à liderança há quase 30 anos.

Acredite-se ou não nos números expostos por Robert, o fato é que confrontos com o chefe vão continuar existindo. Hoje, os principais detonadores são a forte pressão por desempenho, as fusões e aquisições, que criam um ambiente de incerteza, e a chegada dos jovens, mais questionadores, às empresas. 

No livro Por Que as Pessoas Odeiam Seus Chefes? (Editora Sextante), o consultor americano Bruce L. Katcher lista as reclamações dos funcionários a partir de um estudo feito por sua companhia. As principais queixas são: falta de reconhecimento, tratamento desrespeitoso e ausência de liberdade para opinar. Por aqui, as críticas são similares. No entanto, quem deseja alcançar postos mais altos precisa cuidar do relacionamento com os superiores. 

Para a headhunter Fátima Zorzato, presidente da consultoria Russell Reynolds no Brasil, o segredo está em desenvolver uma boa química com a liderança — tentar alinhar estilos de trabalho e objetivos. Nas próximas páginas, você vai ler depoimentos de pessoas que tiveram problemas recentes com os superiores. 

Para não expor os profissionais, não publicamos o nome deles nem o da companhia para a qual trabalham. Também apresentamos os conflitos mais frequentes exibidos no canal Malhe Seu Chefe, do site da VOCÊ S/A. Trata-se de um fórum em que funcionários contam as agruras cometidas pelos gestores. Saiba como sobreviver a situações conflituosas com o chefe e garantir uma vida mais feliz no trabalho.

"MEU CHEFE SÓ PROMOVE QUEM TEM QI QUEM INDICA"

Mesmo nas organizações que adotam políticas claras de carreira, as acusações de apadrinhamento continuam existindo. Uma multinacional suíça criou no ano passado um comitê de gestores para validar promoções, a fim de coibir escolhas baseadas exclusivamente na preferência do chefe. Resultado: as pessoas passaram a bajular todos os integrantes do comitê. A questão é estabelecer o limite entre política e politicagem. Fazer alianças e contar o que você está fazendo é importante para gravar seu nome na memória de quem decide: seu chefe ou, talvez mais importante, o chefe do seu chefe. "Uma empresa é feita de pessoas e a indicação faz parte do comportamento humano", diz o coach Silvio Celestino, da Alliance Coaching, de São Paulo. Em vez de se lamentar, deixe os outros saberem o que você anda fazendo e crie para si mesmo oportunidades de ser o indicado.

"O CARA É UM WORKAHOLIC"

Depoimento: "Meu chefe é do tipo que nos faz ficar até de madrugada. Ele não emenda feriado e, se o faz, dá um jeito de enviar pelo menos uns três ou quatro e-mails e quer que a gente responda na mesma hora". Recomendação: se você tem um chefe assim, estabeleça regras. Em boas empresas, hoje, os chefes têm a obrigação de zelar pelo clima. "Não é vergonha externar que você tem limites. Aliás, é bom porque o chefe terá parâmetros para saber se está exagerando, sobrecarregando você de coisas ou não", observa Fábio Lobo, presidente do iG.


"MEU GESTOR DIZ QUE NÃO GOSTA DE TRABALHAR COM MULHERES E HOMOSSEXUAIS"

Por incrível que pareça, demonstrações de preconceito ainda são comuns nas empresas. O que fazer num caso desse? Quando uma pessoa é ofendida gravemente, a reação natural é perder a cabeça e partir para a briga. No entanto, é interessante tentar se conter no primeiro momento. "Nada de desabar em prantos", diz Anna Chaia, presidente da L'Occitane, empresa de cosméticos. A melhor coisa a fazer, diz a executiva, é propor ao chefe encerrar a discussão momentaneamente. Vá para casa e esfrie a cabeça. Retome o assunto no dia seguinte e diga ao chefe que está se sentindo discriminado. "Isso é um caso grave, que o profissional tem o dever de tornar público", diz a coach Vicky Bloch. Portanto, não tenha medo de retaliações. "Se isso ocorrer, denuncie ao RH."


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O Consumidor Conhece as Marcas. As Marcas Conhecem o Consumidor?


Por Felipe Morais

Não é de hoje que eu defendo o quanto o relacionamento é importante para uma marca no ambiente digital. Recente pesquisa da Camara-e.net mostrou que 50% das pessoas que compram online, compram de lojas que elas já conhecem, ou seja, que já mantém um relacionamento. Por isso, não é difícil descobrir porque a B2W (Americanas.com, Submarino.com, Shoptime.com) ainda é a líder em vendas, pois as empresas do grupo foram uma das primeiras a se destacar e virar a 1ª compra de muitos e-consumidores, aqueles que não tiveram problemas com nenhuma empresa, mantiveram-se fieis. Esse é um dos motivos de sucesso da empresa.

Quando um usuário entra para comprar na web é mais fácil ele comprar da Casas Bahia, Walmart, Magazine Luiza e do Extra porque são marcas que ele conhece e confia. Tem uma excelente experiência de compra nas lojas físicas e essa segurança migra para as lojas online quase que naturalmente. É nesse quesito que refaço a pergunta do título, será que as marcas têm esse mesmo conhecimento do consumidor?

Será que, por exemplo, a Crawford sabe o time que eu torço? Que a Volkswagem sabe o dia do meu aniversário? Que o Submarino sabe que tipo de livros eu gosto? Que a Coca-Cola sabe que eu sou um grande fã da marca? E a Timberland sabe quanto eu calço? Não são exemplos fictícios não, essas são as marcas que eu me relaciono e gosto. Tenho produtos de todas elas, algumas para mim, são preferência número 1 no segmento em que atuam. Mas será que elas sabem disso?

Claro que estou aqui dando um exemplo pessoal, mas imagine isso elevado a milhares de fãs dessas e de outras marcas com as quais eu falei. Até mesmo a Apple que é uma empresa altamente desejada será que ela sabe porque eu comprei um dos seus telefones e porque meus amigos também o fizeram? Cada indivíduo tem uma história de vida e assim uma forma de se relacionar com as marcas e produtos. O motivo pelo qual eu comprei um celular da Apple não é o mesmo pelo qual meu amigo, advogado, ou a minha irmã que também trabalha com marketing digital compraram. Podem ter certeza.

Cada vez mais, e em se falando de Internet é mais forte ainda, as empresas tem que trabalhar o entendimento profundo do consumidor. Marcas, esqueçam o perfil de público com idade, sexo, grau de escolaridade, faixa etária e classe social. Isso era perfil de consumidor há 15 anos. Hoje precisamos saber mais desse consumidor: Quem, como, onde, porque compram?

Quando uma marca começa a entender profundamente o que o seu consumidor deseja, ela não apenas oferece produtos relevantes em momentos relevantes, e com isso aumentam as chances de vendas, como também conseguem desenvolver novas linhas de produtos, melhorar o atendimento, se diferenciar da concorrência, ganhar fãs da marca e, com isso, advogados da marca que vão defendê-la gratuitamente.

E porque eu mencionei que na Internet esse conceito de entender o consumidor é mais forte? Porque na web é onde as pessoas falam o que querem, mostram o que desejam e deixam rastros do seu caminho. Quando eu pego meu carro, saio de casa em direção ao shopping para comprar uma camisa, o máximo que o lojista sabe é que eu estou no shopping e entrei na loja dele. Quando eu abro o browser, vou no Google, pesquiso a camisa, vou no Buscapé vejo o local mais em conta e vou para o site da loja.

Sites que tem a cultura de web vão ver todo esse meu caminho digital, pois eu deixei rastros em cada um que fui. Sites sem conhecimento só saberão que eu cheguei a loja, mas não saberão o porque nem como. Ai fica mais difícil me conquistar ou oferecer produtos para que eu aumente meu ticket médio, correto? Em resumo: quanto mais as marcas entenderem seus consumidores, mais retorno financeiro terão. Topa entrar nessa?


* Felipe Morais é publicitário, professor, palestrante e escritor. Especialista em Planejamento Estratégico Digital, autor do livro de mesmo nome.
Fonte: Mundo do Marketing

Veja 4 Razões Para Não Desistir da Empresa Quando Ela Está em Crise

Em clima pesado para o Facebook, Mark Zuckerberg e sua equipe continuam com a moral alta. Confira as máximas antes de deixar ou não este barco 

Por Luiza Belloni Veronesi

Há cerca de seis meses atrás, trabalhar no Facebook daria inveja a todos os profissionais da área de criação, negócios e tecnologia. Mas, desde que as ações da empresa caíram drasticamente, muitos deles desistiram de tal sonho de carreira.

Por mais que o clima não esteja dos melhores, a moral dos profissionais do Facebook parece continuar alta. Até mesmo o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, reconheceu em reunião com equipe que assistir as ações caírem pode ser “doloroso”, segundo o site Careerbliss.

Em situação como essa, quando uma empresa está em crise, nem sempre a melhor saída é deixar o barco. Para o diretor da DePauw University, Steve Langerud, quando há informação sobre instabilidade financeira de sua empresa, a notícia se espalha rápido, com informações que podem ou não ser verdadeiras.

Você está preparado?

Assim, antes de tomar qualquer decisão, o site Careerbliss elaborou quatro pensamentos que você deve considerar antes de seguir com seus planos:

1. Você está nele por um motivo, qual é? "Nós não construimos serviços para ganhar dinheiro", escreveu Zuckerberg no prospecto do IPO do Facebook. "Nós ganhamos dinheiro para construir melhores serviços. As pessoas querem usar os serviços de empresas que acreditam em algo além de simplesmente maximizar os lucros”.

O que te leva a trabalhar naquela empresa? Apenas dinheiro ou tem algo a mais? Esse “algo a mais” vale a pena apostar? Se você trabalha em uma instituição que realmente muda algo em você, te faz viver melhor, você pode suportar futuras dificuldades financeiras da empresa. Ser otimista e acreditar que a empresa sairá desta crise também é importante.

O Wall Street Journal informou recentemente que alguns dos profissionais do Facebook são positivos em relação às perdas, porque acreditam sinceramente na empresa. "Eu terei uma perda de curto prazo", diz o empregado, de acordo com a notícia.

2. Ainda há esperança: se nem tudo está perdido, não há razão para se desesperar prematuramente. "Todas as empresas, em um momento ou outro, poderá estar em perigo. E a maioria delas sobrevive", ressalta um escrito de Guia Profissional do The Wall Street, Roy Cohen. Ele diz que se há problemas a curto prazo, uma dificuldade passageira como a perda de clientes ou pouco faturamente pode ser desculpa para deixar a empresa.

O que é preciso fazer nessas horas é pesquisa e estar bem informado. Por mais que não te digam nada, sentir o clima da empresa e a preocupação dos empresários e gestores é uma alternativa.

3. Questão de confiança: Você confia em seus chefes, colegas de trabalho e acionistas? Após observar o que acontece na sua empresa e se certificar de que há algo por trás de tanta ansiedade e nervosismo, se perguntar se você confia no desempenho da sua empresa é fundamental para insistir ou deixar a causa.

Por fim, uma questão importante para determinar o seu destino: "Você consegue se ver como parte da equipe que irá vencer essa dificuldade?" Se a resposta for não, é hora de repaginar seu currículo.

4. Situações desafiadoras, novos caminhos: "grandes riscos trazem grandes recompensas", diz Langerud. Além disso, se você apostar neste barco e ele não afundar, mostrará aos seus superiores que você é um profissional determinado, leal e persistente.

Também, nessas crises há mudanças de cargos da diretoria e novas oportunidades podem se abrir para você.

Acima de tudo, pensar na sua carreira e montar um plano para o futuro irá ajudar a avaliar se essa empresa trará mais benefícios do que outras oportunidade. "Os profissionais devem gerir a sua própria carreira, em vez de acreditarem que a organização vai fazer isso por eles", diz McMillan. Vale lembrar que nenhuma das razões acima deve impedí-lo de estar preparado para uma saída estratégica, caso você decidir que é hora de saltar para outros rumos.


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Foco e Ação: o Segredo Para Alcançar Grandes Resultados


Qual é o seu estado atual e qual seu estado desejado profissionalmente? Acredito que ao começar com essa reflexão seja possível fazer um breve mapeamento de sua carreira. E se você busca ir além, com certeza deseja muito mais do que já alcançou até então. Neste momento entra a segunda questão – Você sabe como alcançar suas realizações?

Em todos os níveis e carreiras, como para todo e qualquer profissional que ambicione crescimento, encontrar o melhor caminho para ascender a uma vida profissional bem-sucedida é sempre o objetivo comum. É certo que para alguns, isso vai se tornando mais claro a medida de suas experiências, resultados, erros e acertos. Entretanto, para outros, é essencial ter o apoio de uma orientação profissional, neste processo de autoconhecimento e evolução.

Para o Master Coach Senior e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, José Roberto Marques, para alcançar o sucesso profissional e obter os resultados esperados, é preciso fazer um planejamento de carreira em sintonia com suas metas pessoais. "É preciso ter foco, e saber com clareza o que deseja, para com isso, poder agir e direcionar efetivamente e de forma assertiva seus esforços", alerta.

Também autor do livro Coaching de Carreira, o presidente do IBC apresenta dicas e questionamentos valiosos para quem deseja não apenas uma orientação profissional, mas também uma nova carreira. Segundo José Roberto, em primeiro plano, é essencial fazer uma revisão e Avaliar, de fato, o que realmente é importante para você. Dessa forma, fica mais fácil focar naquilo que você deseja realizar profissionalmente, identificar e descartar o que pode atrasar estas realizações.

O Poder da Autoavaliação

Veja cinco dicas de perguntas do Master Coach Senior que podem ajudá-lo (a) no processo de autoconhecimento para o melhor direcionamento da sua carreira. Segundo ele é importante questionar-se profissionalmente, e saber:

1) Faço aquilo que gosto?

2) Obtenho resultados significativos em meu trabalho?

3) Sou percebido (a) como alguém que traz resultados?

4) Se não, o que posso fazer para mudar isso?

5) Quais são meus desejos em termos pessoais e profissionais?

Após fazer esta autoavaliação, e obter as respostas, liste e eleja prioridades. E com base nos cinco primeiros itens da sua lista, você já pode traçar um plano de ação consistente. "É importante também ressaltar que dar atenção para todas as razões, sejam concretas, como obter melhores salários, ou emocionais, relacionadas à busca por satisfação, por exemplo, e querer eleger muitas metas pode acabar por desviar seu foco. A dica é focar numa coisa de cada vez", destaca José Roberto.

Quer mudar de carreira? Faça seu plano de ação
Para fazer um plano de Ação eficiente a primeira coisa é identificar o que realmente gosta de fazer. Depois é preciso coletar o máximo de informações sobre a profissão desejada, o mercado e a remuneração média oferecida.

Também é o momento de avaliar as competências necessárias para atuar no novo segmento e qual é o tipo de capacitação necessária. A necessidade de qualificar-se para as novas funções é um dos fatores que tornam a mudança complexa, e por vezes até dolorosa. Prepare-se financeiramente também!

"Lembre-se que iniciar uma nova vida profissional ou redirecionar a carreira faz parte de um processo de amadurecimento e também de realização pessoal. Identifique seus objetivos, planeje cada passo, mantenha o foco, aja efetivamente, tenha paciência e avalie sempre seus resultados", finaliza o Master Coach Senior.


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Faça Seu Chefe Dizer "SIM"


Se você tiver uma grande ideia que seu chefe não aprove, não peça permissão. Pelo menos não no início. Em vez disso faça o seguinte:

Dê alguns passos iniciais: Agir rapidamente com os meios à mão antes de pedir aprovação. Essas etapas devem ser fáceis de executar e ajudarão seu chefe a reunir informações sobre a viabilidade da ideia.

Deixe o seu chefe saber: Dê-lhe algumas dicas de que você está explorando uma nova oportunidade em suas horas livres. E, então, avalie sua reação.

Faça pequenos pedidos: Quando você precisar de recursos para mover a sua ideia, peça ao seu gerente pequenas coisas que são (pelo menos no início) dentro de sua esfera de perda aceitável. Supervisores são avessos ao risco, então você precisa de evidências sólidas de que a ideia vai funcionar antes de colocar todas as cartas na mesa.

Adaptado de "How to Get Your Boss to Say Yes" de Leonard A. Schlesinger, F. Charles Kiefer, e Paul B. Brown.


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O Padre e o Secador de Cabelo


Uma Senhora muito distinta estava em um avião vindo da Suíça. Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou: 

· Desculpe-me, padre, posso lhe pedir um favor? 

· Claro, minha filha, o que posso fazer por você? 

. É que eu comprei um novo secador de cabelo sofisticado, muito caro. Eu realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada com a Alfândega. Será que o Senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina? 

· Claro que posso, minha filha, mas você deve saber que eu não posso mentir! 

· O Senhor tem um rosto tão honesto, Padre, que estou certa que eles não lhe farão nenhuma pergunta. E lhe deu o secador.

O avião chegou a seu destino.Quando o padre se apresentou à Alfândega, lhe perguntaram: 
-Padre, o senhor tem algo a declarar?

O padre prontamente respondeu: 
· Do alto da minha cabeça até a faixa na minha cintura, não tenho nada a declarar, meu filho.

Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega perguntou: 
· E da cintura para baixo, o que o Senhor tem? 
· Eu tenho um equipamento maravilhoso, destinado ao uso doméstico, em especial para as mulheres, mas que nunca foi usado. 

Caindo na risada, o fiscal exclamou:
- Pode passar, Padre! O próximo... 


Moral da História:

A inteligência faz a diferença. Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.

Chega de Perder Tempo!

por Ana Luiza Jimenez

Tempo é dinheiro? O famoso ditado pode ser mais uma regra do sistema capitalista do que uma verdade absoluta. Porém, não podemos negar que quem consegue planejar atividades e organizar o tempo vive uma vida mais tranquila. Além disso, profissionais organizados e produtivos são extremamente valorizados no mercado.

"O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo”, explica Ricardo Barbosa, diretor executivo da Innovia Training & Consulting.

Segundo Barbosa, existem alguns comportamentos que são inimigos do uso inteligente do tempo. Confira abaixo quais são eles e avalie se você se encaixe em alguma das situações.

Ausência de planejamento – Por não estabelecer prioridades, o profissional não consegue se planejar e, consequentemente, acaba atolado no trabalho.

Procrastinação – a famosa mania de deixar tudo para depois.

Ausência de foco - O profissional acaba acumulando várias obrigações e tenta resolver tudo ao mesmo tempo. O resultado é sempre uma pilha interminável de coisas para fazer.

Falta de concentração na tarefa em execução – O profissional deixa problemas pessoais, conversas paralelas e acesso às redes sociais prejudicarem sua produtividade no trabalho.

Acomodação que gera desmotivação – Muitos profissionais não buscam fazer mais do que o estritamente necessário, o que resulta em um ciclo vicioso de acomodação e desmotivação.

Refém da tecnologia – É claro que os computadores e smartphones podem ajudar na rotina de trabalho, mas checar a caixa de entrada do e-mail pessoal de 5 em 5 minutos é prejudicial para a organização do tempo.

Uma dica do especialista para se organizar melhor é classificar as atividades do dia de acordo com o quadrante do tempo, separando as tarefas por nível de prioridade: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente, mas não importante), Planejamento (importante, mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente).

Está cansado de sempre ter milhares de coisas para fazer e nunca conseguir terminar tudo a tempo? Então, confira abaixo como otimizar o tempo e ficar muito mais tranquilo!

- Estabeleça prioridades
- Classifique atividades que são importantes e urgentes
- Evite acumular funções que não sejam suas
- Discipline reuniões e horários para conversas
- Separe um horário específico para usar o celular ou e-mail pessoal


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Ocupado Demais, se Alguém Ver Não Parece

Que situação!!!

Para algumas coisas nunca estamos ocupados, já para outras o tempo é curto, tudo isso se resumi em otimizar o tempo no trabalho, tentar realizar todas as atividades no período de oito horas. Já as empresas precisam enteder a necessidades de períodos de repouso entre os expedientes da manhã e tarde. E então o que fazer?

As empresas precisam medir as tarefas de formas que as mesmas possam ser realizadas em oito horas de trabalho, e com folga, disponibilizar áreas de descanso, ou mesmo de conversas, essas áreas podem ser o local do cafézinho, por exemplo. Por outro lado os colocaboradores, precisam atuar como agentes de mudança, mudança de comportamento, atuarem com criatividade e inovação para conseguirem realizar suas tarefas de forma mais eficaz, um dica é continuar na busca de conhecimento, um exemplo seria dominar o "EXCEL", pois como ferramenta de trabalho, garanto que iria agilizar diversos processos existentes dentro das empresas.

Seja como for, os dois lados precisam está envolvidos, pois, qualquer tentativa é valida, mas se for apenas unilateral, a volta a zona de conforto será inevitável. Lembre-se de que se você não pode ou não consegue mudar a empresa, seja prático, MUDE É DE EMPRESA.

De qualquer forma uma das atitudes terá que parti de você, assim você não vai está pelos cantos da empresas, reclamando o tempo todo que não tem tempo, e ainda falando isso em todos os setores.

Marcelo Cabral
Consultor e Coach

Dedique Tempo na Gestão Das Pessoas e Aumente a Produtividade

Por Eduardo Ferraz

A pergunta que mais ouço é: “Qual é o caminho mais seguro para uma empresa aumentar sua produtividade e lucratividade?”. A minha resposta: “Os líderes deveriam gastar, no mínimo, 30% de seu tempo contratando, treinando e avaliando pessoas”. Tomo emprestada a metáfora do consultor Jim Collins, que diz mais ou menos o seguinte:

Se a empresa fosse um avião, o comandante deveria ter quatro prioridades:
  1. Embarcar as pessoas certas e desembarcar as erradas.
  2. Colocar as pessoas certas nos lugares certos.
  3. Definir a rota com essas pessoas.
  4. Não descansar enquanto, no mínimo, 90% das pessoas estiverem orientadas e posicionadas.Pode parecer muito tempo dedicado à essa atividade, mas, além de facilitar a decisão na hora de promover, transferir ou demitir alguém, esse tempo aumentará enormemente sua capacidade de aproveitar das pessoas o que elas têm de melhor, posicionando-as nos lugares certos e aumentando consideravelmente sua produtividade e motivação para o trabalho.
O principal desafio de um gestor é descobrir quais são os talentos de seus funcionários, aperfeiçoá-los e posicioná-los corretamente. Se a pessoa está no lugar errado e não houver outro adequado a ela, demita-a e comece a procurar outra!

Em vez de olhar apenas o currículo dos candidatos, de dentro ou fora da empresa, coloque uma lupa no histórico, pois todo mundo, sem exceção, deixa um rastro durante a vida, o qual mostra uma clara tendência para o futuro. A personalidade, ao contrário do que muitos pensam, é relativamente estável e, portanto, previsível. Coloque pessoas com rastro impecável e aptidão para a vaga e as chances de acertar uma contratação aumentarão muito.

Há quem duvide que um presidente de empresa possa gastar tanto tempo com recrutamento, sendo ele tão ocupado. São raros, mas existem. Não digo que os dirigentes têm que substituir ou fazer o papel do RH, mas trabalhar em total sintonia, participando da seleção em todos os cargos estratégicos desde as dinâmicas de grupo e até da análise do que deu certo ou errado em cada contratação. Não espere um “prato feito”, prepare a comida com sua equipe de RH.

Se você, como líder, investir seu tempo nessa análise, com certeza colocará com muito mais frequência as pessoas nos lugares certos.

Eduardo Ferraz é consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos e consultoria in company, com aplicações práticas da neurociência. É autor do livro Por que a gente é do jeito que a gente é?, da editora Gente.
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5 Dicas Para Criar Valor

Por professor Paulo Sérgio Buhrer
  • Visão – Seja vendedor, gerente ou dono de empresa, sem visão de longo prazo, não há empresa sólida, sustentável. Se a visão da empresa é a de crescer, melhorar seus lucros e resultados, deve repassar essa visão aos colaboradores desde o momento da seleção de pessoal ao dia a dia destes na empresa. Começa-se a criar valor numa companhia muito antes de os clientes adentrarem nela.
  • Amor – É importante contratar pessoas que se alinhem aos valores e à missão da empresa. É claro que isso é praticamente impossível acertar em 100% das vezes, mas, para criar valor, é preciso ter gente boa, competente, capaz e, sobretudo, que ame o que faz para que o realize tão benfeito a ponto de os clientes desejarem estar ali, adquirindo seus produtos/serviços.
  • Lealdade – As pessoas dentro de uma organização têm de ser leais umas com as outras, do contrário não conseguirão repassar isso aos clientes. Se elas notarem lealdade por parte da empresa e de seus líderes, certamente compreenderão a importância de fazerem o mesmo com os clientes. Entenderão que ser leal aos consumidores é atendê-los bem, sorrir por sua presença e apresentar entusiasticamente produtos e serviços.
  • Originalidade – Temos de ser originais quando estamos atendendo. Técnicas são importantíssimas, mas elas não superam uma cara feia, um ar de má vontade ao atender. Por isso a importância de contratar pessoas que gostam do que fazem e dar a elas oportunidades de progresso para que, ao atender, mostrem entusiasmo verdadeiro aos clientes.
  • Reciprocidade – Não há como criar valor verdadeiro se as pessoas que laboram numa empresa não são bem remuneradas e reconhecidas. É claro que dinheiro é muito importante e ninguém trabalha apenas por amor, a não ser em situações voluntárias e filantrópicas, por isso o respeito pelas pessoas é um fator fundamental para criar valor nas organizações.Em síntese, não é complicado criar valor para os clientes quando ele é criado, primeiramente, na empresa, pelo respeito desta com as pessoas que nela laboram e pelo alinhamento de quem dela faz parte com os objetivos empresariais.

Professor Paulo Sérgio Buhrer é formado em ciências contábeis, com pós-graduação em gestão empresarial e MBA em gestão de pessoas.
Fonte: Revista VendaMais
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Como Vender Seu Peixe para Sua Freguesia?

Entenda como um vendedor de feira aplica boa parte dos princípios que um pitch bem sucedido deve ter. 

Por João Galvão

Muitos usam esta metáfora de “vender o peixe” para falar sobre a “venda de uma ideia”. Outro dia fui à feira para ver como o japonês da barraca de peixe vendia o seu peixe. E percebi que ele aplica boa parte dos princípios que um pitch bem sucedido deve ter:
  • Ele tem pouco tempo, portanto, vai direto ao ponto, sem rodeios, até porque a freguesa passa rapidamente na frente da barraca e precisa ser “fisgada”. Além da barraca de peixe ser uma das últimas de sua trajetória.
  • O próprio dono está envolvido com a “venda do peixe”, sabendo que a credibilidade está no autor e apresentação não se delega.
  • Em sua argumentação, não fica declarando que seu produto é o melhor, simplesmente responde as perguntas da freguesa com a “verdade” e não força a barra.
  • Cuida do visual de seus peixes pois sabe que ele atrai e é o que pode fazer a diferença para a freguesa parar e dedicar sua atenção.

E você, como vende o seu peixe naqueles poucos minutos que tem para convencer? Complementando alguns princípios do peixeiro japonês, algumas práticas que já experimentamos na SOAP, com sucesso em mais de 10 mil apresentações:
  • Deixe claro que existe um problema que precisa ser resolvido.
  • Faça de sua ideia a grande protagonista para resolver este problema.
  • Não esconda o lado vulnerável da história. Demonstre que você tem noção da realidade e que está preparado para enfrenta-la.
  • Não inclua em sua história uma mensagem que não contribua para que sua audiência entenda e perceba valor.
  • Exercite o desapego. A tendência da maioria das pessoas é achar que tudo é importante.
  • Se você não consegue ser interessante em 5 minutos, não vai conseguir nada em 50 minutos.
  • Prepare-se com dois discursos na cabeça: o do elevador, aquele rápido que você tem que explicar no trajeto do elevador quando alguém lhe pergunta “sobre o que é o projeto”; e o discurso para o tempo que você terá disponível e que é dado pela sua audiência.
  • Neste tempo, não o utilize todo para a sua história, se derem 20 minutos, faça em 10. Um bom indicador de que a audiência está interessada é aquele reunião que deveria durar 10 minutos e ela ficou 1 hora na sala.
  • Não fique prometendo aquilo que é clichê e que todos prometem. O papel aceita tudo. Ninguém quer saber de promessas subjetivas. Traga exemplos, história que só você tem e faça a sua audiência deduzir que você é realmente capaz de entregar.
  • Cuide de uma introdução de impacto que justifique sua audiência prestar atenção até o final da história.
  • No final, deixe a principal mensagem. Guarde o melhor para o fechamento. Nosso cérebro guarda os últimos momentos de qualquer experiência num lugar de destaque! Lembra daqueles jantares em que tudo sai bem e no finalzinho você tem uma discussão horrível? Qual é a sensação que fica?
  • Números, dados e gráficos existem apenas para sustentar alguma mensagem. Não mostre dados apenas porque “acha impactante”. Busque o significado por trás dos dados.
  • Tenha em mente, SEMPRE, um questionamento que sua audiência vai se fazer o tempo todo: “E EU COM ISSO”?
Se estes princípios forem seguidos, quem sabe seu peixe não pode virar um banquete na sala de jantar da sua audiência?


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O Poder Pouco Utilizado do Cérebro

As descobertas da neurociência mostram que é possível promover a interação entre cérebros e máquinas com resultados na vida prática e corporativa 

Miguel Nicolelis, pioneiro em pesquisas sobre a interação do cérebro humano com máquinas, transformou sua apresentação no Fórum HSM Novas Fronteiras de Gestão 2012, em uma extensão de laboratórios científicos e provou, por meio de estudos e experimentos, realizados por ele e sua equipe, que o cérebro humano tem um potencial pouco explorado, mas que isso começa a mudar. “As descobertas e avanços tecnológicos decorrentes desses experimentos garantem que, em breve, o homem poderá comandar máquinas apenas com a força do pensamento”, disse.

A afirmação é balizada em resultados obtidos em experimentos realizados em animais que, ligados a sensores e outros equipamentos tecnológicos, tanto podem transmitir sinais para máquinas, como recebê-los de volta, e promover movimentos e reações no corpo e vice-versa. “É possível o cérebro se livrar dos limites do corpo, ultrapassando as barreiras de espaço, da força e do tempo”, afirmou. 

Tais avanços tendem a movimentar o mundo, incluindo o dos negócios. Contudo, é preciso que se intensifique o diálogo entre ciência e empresas. Como contou a HSM Management, Nicolelis entende que isso ainda é mais fácil fora do Brasil, mas começa a melhorar aqui também. “Tenho a impressão de que nos próximos meses vamos fazer alguns anúncios que chocarão o empresariado brasileiro que ainda não embarcou nessa filosofia”, revelou.

Hoje, empresas já exploram possibilidades trazidas pelo neuromarketing, ciência que estuda o comportamento de consumo em esferas jamais imaginadas há pouco tempo. Em sua apresentação, Nicolelis afirmou que, em breve, a humanidade conhecerá uma nova Internet, sem teclado e comandada pela força do pensamento. Esses dois avançados, cruzados, se tornarão uma poderosa ferramenta às empresas.

Paixão pelo trabalho

Em um dos experimentos da equipe de Nicolelis, considerado pela revista Scientific American como um dos 20 cientistas mais influentes do mundo, uma macaca, no laboratório nos Estados Unidos, fez um robô, no Japão, muito mais pesado do que ela, andar, apenas com a transmissão de comando cerebrais pela Internet. 

Na vida prática, as descobertas são de grande valia na área médica e para a sociedade, fazendo com que pacientes para e tetraplégicos, sem comprometimento do sistema nervoso, recuperem os movimentos por meio da interação entre o cérebro e próteses acopladas em seus corpos. 

Em 2014, o pontapé inicial da Copa do Mundo poderá ser dado por um jovem paraplégico, que enviará comandos do seu cérebro para um esqueleto acoplado em seu corpo. Ao apresentar o projeto no Fórum, Nicolelis ficou visivelmente emocionado e foi aplaudido de pé pelo público. Em tempos em que tanto se fala em “trabalho com significado”, o cientista deu um exemplo de paixão pelo que faz e determinação para contribuir com o próximo.

Complemento, não substituição

Engana-se quem pensa que com tamanhos avanços, um dia máquinas substituirão cérebros. “O cérebro humano é um sistema complexo que não pode ser programado como um computador. Seu grau de complexidade só é comparado ao universo acima de nossas cabeças. O cérebro não pode ser reduzido a um algoritmo”, assegurou categoricamente.


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A Vida Acontece Lá Fora

* Christian Barbosa


Qual foi a ultima vez que você saiu do trabalho com energia total, disposição e vontade de estudar, fazer um exercício, ler um livro, brincar com seus filhos ou algo diferente para você? Muitas pessoas não lembram da última vez que conseguiram sair do trabalho com disposição para literalmente fazerem algo por suas vidas.

As empresas viciadas nas urgências, a má gestão do seu tempo e da equipe, a falta de prioridades claras, o excesso de reuniões e o volume desnecessário de e-mails criaram uma "matrix corporativa", exatamente como no filme "Matrix".

Vivemos dentro desse mundo viciante, que nos envolve por completo, suga nossa energia, nos dá a impressão de que o tempo está correndo mais rápido, e no final, fica aquela sensação de que algo não foi feito. Já se sentiu assim alguma vez?

Esse "algo que não foi feito", é literalmente você! Que está sempre sobrevivendo nesse ambiente, mas nunca sai da "matrix" para viver de verdade. É para isso que serve a administração de tempo, a produtividade e tudo isso sobre o que vivo falando. Para tirar você da Matrix!

Nosso trabalho é ilimitado, vamos sempre achar coisas para fazer, nunca acaba. Agora, o seu tempo, é limitado. Isso significa que se você não colocar um limite para sua vida profissional, a vida pessoal não vai existir. Tudo pode ser negociado ou priorizado para outro momento e quando não tiver jeito, deve ser a exceção e nunca a regra.

A chave para tornar isso uma realidade é trabalhar melhor, de forma mais inteligente, utilizando melhor seu tempo no dia-a-dia. Você deve descobrir aquilo que mais consome seu tempo e trabalhar na redução desse item, aprender a priorizar com base em critérios de resultado para conseguir planejar e ter maior flexibilidade.

Existem várias formas de fazer isso. Uma delas é criar uma meta pessoal de redução do seu horário de trabalho. Por exemplo, vamos supor que você trabalhe 12h/dia, você poderia colocar uma meta de reduzir para 11h/dia nos primeiros 60 dias. Isso é realista, vá aos poucos.

Crie um compromisso repetido na sua agenda que tenha horário de início para a hora que deseja sair, com o seguinte título: "A vida acontece lá fora". Ache algo de que você goste muito para fazer e coloque para depois do seu expediente, e sempre que possível, varie essas atividades.

Quem tem um motivo forte, uma boa razão para "viver fora da matrix", vai conseguir. Isso é limitar seu tempo, aprender a usar bem as horas dentro do expediente e evitar uma sobrecarga de horas extras.

Eu já fiz isso diversas vezes com executivos que querem viver seu tempo com mais sabedoria, dá resultado, claro que não da noite para o dia, demora, mas acontece. Se achar que não vai dar certo, faça uma experiência: Imagine-se no futuro, com uns 90 anos de idade, e conversando com seu EU de 90 anos, perguntando o que ele faria hoje! Pergunte se ele gostaria de ter passado mais tempo no escritório ou vivendo fora da Matrix! Faça o seu EU 90 ter orgulho do seu EU NOW, ele com certeza será seu melhor conselheiro.

Quem quer faz, quem não quer sempre vai encontrar uma desculpa.

A vida acontece lá fora!


* Christian Barbosa acessando o site www.triadedotempo.com.b e http://www.maistempo.com.br/

Fonte: A Vida Acontece Lá Fora – Christian Barbosa - Jornal Carreira e Sucesso
fonte da imagem: gettyimages

As 7 Máximas do Péssimo Funcionário

Especialistas listam os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no ambiente de trabalho 

Por Camila Pati

Algumas atitudes no ambiente de trabalho podem acabar com a imagem de qualquer pessoa e acender o sinal vermelho na empresa. EXAME.com consultou especialistas para listar os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no dia a dia corporativo.

Quem busca sucesso na carreira deve evitar todos eles. Mas quem está interessado em uma curva descendente na vida profissional pode começar a exercitá-los desde já. Confira o que diz o código de conduta às avessas:

1. Comprometimento zero

É a regra de ouro para quem se esforça para ser um péssimo funcionário, na opinião dos especialistas. Envolve uma série de práticas como: deixar de cumprir o que prometeu, não respeitar acordos com clientes, pactos e datas de entrega de projetos. Todos são pontos negativos que vão prejudicando a imagem da pessoa no ambiente de trabalho.

“A empresa vive dos resultados”, diz Jeffrey Abrahams, sócio-fundador da Abrahams Executive Search, consultoria internacional de recrutamento.

“O bom funcionário tem que se virar para fazer a coisa acontecer”, diz, Heitor Mello Peixoto, diretor executivo da Produtive.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.

Colocar empecilhos para cumprir as obrigações certamente não é um comportamento que vai agregar valor a sua conduta na empresa.

2. Apropriar-se das ideias dos outros

Muito comum no mundo dos negócios é uma prática que pode acontecer entre colegas e também na relação entre chefes e subordinados.

“É como o aluno que não faz o trabalho de faculdade e pede para os colegas colocarem o nome dele na apresentação”, compara Peixoto.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.

3. Não aceitar feedbacks

Esse é um calcanhar de Aquiles hoje em dia nas empresas, na opinião de Abrahms. “A resistência aos feedbacks é uma das doenças do mundo corporativo e um dos grandes problemas dos executivos”, diz o especialista.

Avaliações em relação ao trabalho fazem parte do trabalho em equipe e devem ser encaradas como uma forma de crescimento. Segundo ele, há pessoas que não sabem fazer a crítica e há quem não saiba receber.

“Depende muito de como a crítica é feita, mas se ela é adequada, levar para o lado pessoal é um péssimo comportamento”, diz Peixoto. 

4. Falar mal de lugares e colegas com quem já trabalhou

É uma conduta “fatal” e que muitas vezes impede até a pessoa de conseguir uma nova oportunidade profissional. “O candidato que chegar à entrevista com o headhunter e tiver este tipo de discurso será desconsiderado”, diz Peixoto.

Mesmo quem já conquistou a cadeira deve evitar críticas a ex-colegas e ou à antiga empresa. “É uma atitude que acaba denegrindo a própria pessoa”, diz Abrahams.

Não importa o quanto a experiência profissional anterior tenha sido negativa, no máximo explique o que aconteceu, mas sem julgamentos. “Falar menos é mais”, diz Abrahams.

5. Puxar o tapete

Há diversas maneiras de prejudicar os colegas de trabalho. Cavar demissões, espalhar boatos maldosos, sabotar projetos alheios são algumas formas.
“Já assisti muitas puxadas de tapete, é uma doença da sociedade”, diz Abrahams. Para ele, há mercados em que esta prática é mais comum. “A questão da ambição é mais exacerbada na área de transações financeiras”, diz. 

Este tipo de atitude não cria sustentabilidade nas relações a médio e longo prazo, na opinião do especialista. “Quem sofre uma puxada de tapete não esquece”, explica. O problema nesse caso é a lei do retorno. “Acaba, de uma maneira ou de outra voltando para que fez”, diz o especialista.

6. Chegar sempre atrasado

É um clássico do manual de qualquer péssimo funcionário. Começar o expediente fora de hora e ainda escapar do escritório mais cedo, com frequência é um atitude que irrita qualquer gestor.

Mesmo que o trabalho seja bem feito, respeito aos horários de entrada e saída é uma exigência do mundo profissional. “É preferível chegar uma hora antes a chegar cinco minutos atrasado”, diz Abrahams. 

7. Descontrole emocional

Gritar, humilhar colegas ou subordinados é um comportamento antiprofissional por excelência. “Quem sai do eixo emocional perde a razão”, diz Abrahams.

Além de deixar o clima pesado na empresa, cria uma cultura do desrespeito no ambiente profissional. “Acaba caindo na questão do assédio moral”, explica o especialista.

Entrar em pânico ao receber um novo desafio na empresa também é um comportamento indicativo de falta de controle emocional. “Certa cautela em relação ao novo é positiva, mas entrar em pânico certamente vai prejudicar o desempenho”, diz Peixoto.


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Como as Mídias Sociais Ajudam Você a Conseguir um Emprego

Segundo o estudo, erros de português atrapalham mais que imagens de bebidas alcoólicas 

Sua vida online pode servir como vitrine para demonstrar como você é offline. Por isso, muitas empresas passaram a observar o comportamento de seus candidatos nas redes sociais antes de contratá-los.

A Jobvite, empresa norte-americana de recrutamento online, criou um infográfico para analisar o que os profissionais de RH procuram nas mídias sociais. O infográfico foi feito com base em uma pesquisa da mesma empresa com dados coletados de 800 entrevistados norte-americanos entre maio e junho de 2012.

Os resultados trazem descobertas interessantes. Elas mostram que 73% das empresas nos Estados Unidos contrataram por meio das mídias sociais. Destas, 89% utilizaram o LinkedIn, 26% o Facebook e 15% o Twitter para analisar os pretendentes às vagas.

O que mais incomodou os recrutadores nas redes sociais dos candidatos é quando algum deles fazia menções a drogas ilegais, atingindo 78% de reprovação. Em seguida, na escala de impressões negativas, estão os posts com conteúdos sexuais (66%); textos com profanidades (61%); erros de português (54%); e fotos consumindo bebidas alcoólicas (47%).

Já 88% dos recrutadores afirmaram que gostariam de ver nas redes sociais dos candidatos fotos com empresas e organizações, enquanto 66% desejariam ver imagens de trabalhos voluntários.

E aí, você acha que está fazendo tudo certinho na internet? 


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