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Destaque do Blog do Cabra

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A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Sucesso da Coluna do Cabra

A Coluna do Cabra foi criada para estreitar as relações entre o Blog do Cabra e seus Seguidores, no entanto está fazendo mais sucesso do que o esperado.

Agora temos um textos postado na Coluna do Marcelo, que virou destaque no site EMPREGOS.COM.BR esta parceria gerou a seguinte publicação:


Os seus dias parecem iguais? Cuidado!

E ainda temos dois de nossos colunistas, o Marco Antonio e o Marcelo Cabral com textos sendo publicados em outro site de renome www.planodenegocios.com.br (Portal PN) aqui vocês também podem ler alguns das pérolas dos colunistas citados




Parabéns a todos os criadores, escritores do Blog do Cabra e seus seguidores que sem estes não estariamos aqui fazendo esta divulgação:

E segue abaixo o link de todos os colunistas:











Quebrando Paradigmas Sobre “Educação A Distância”

por Simone do Nascimento da Costa

Primeiramente é importante falarmos que a educação a distância acontece apenas no nome!

É preciso dar um basta aquelas concepções de que esta modalidade de ensino serve apenas para a obtenção de um diploma. Contudo é preciso salientar que os empresários e até mesmo, os próprios estudantes, que pensam desta maneira encontram-se completamente equivocados sobre as potencialidades que este tipo de ensino pode proporcionar a um indivíduo.

Sabemos muito bem e os jornais não me deixam equivocar, de que os principais assuntos que envolvem, por exemplo, cadernos de negócios, de uma forma ou de outra, acabam abordando o aspecto ”competitividade”, da mesma forma que também o caderno de empregos, além das vagas de empregos disponíveis com os diversos perfis exigidos para cada vaga traz informações sobre a necessidade de aperfeiçoamentos e dicas sobre o mercado que os profissionais em busca de uma recolocação irão encontrar.

Quantas reportagens lemos diariamente, que retratam as qualidades dos bons profissionais para uma organização!

Dentre algumas características que estes profissionais precisam ter citarei algumas:
• Facilidade para trabalhos em equipe, inclusive bom relacionamento com seus colegas de trabalho.
• Diferenciação e flexibilidade. Valoriza-se o colaborador que se mantém em constante atualização e adepto a mudanças. As organizações já possuem máquinas para produção de seus equipamentos, inclusive computadores; desta forma não precisam de colaboradores “robôs”; e sim dos colaboradores “comprometidos” com suas estratégias de mercado.
• Pró-atividade e criatividade. Neste caso, buscam os profissionais que querem se superar a cada novo desafio e que transformam esta oportunidade em novas idéias para o contexto organizacional.
Agora, vamos detalhar rapidamente, as características pertinentes ao Ensino a Distância. Sabemos que o Universitário ao realizar essa escolha, precisa de:
• Conscientização do bom trabalho em equipe, visto que não existem bons trabalhos sem delegação de tarefas para cada integrante.
• Busca de conhecimento, pois as aulas exigem investigação e muita leitura.
• Disciplina e Organização, pois é através delas que as atividades serão entregues no tempo estipulado e darão espaço para maior tempo de estudo e coleta de informações.

Realizando comparações é possível perceber que o Ensino a Distância possui características necessárias e preparatórias para o profissional que procura obter chances de sucesso em uma nova organização. É evidente que essas características somente serão positivas, à medida que o curso for tratado com seriedade e responsabilidade.

Lamento dizer que o “diploma” que nos é entregue quando realizamos qualquer curso em uma Universidade, se trata apenas de um Documento Comprobatório que realmente realizamos aquele tipo de Graduação ou Especialização, porém a grande diferença se dá ao passo que buscamos e alcançamos o aprendizado que realmente nos levará á grandes resultados.

Nosso diploma não nos dá certificação de sucesso! Quem deve ir buscá-lo somos nós mesmos!

É necessário compreender que os meios pelos quais procuramos um melhor aprendizado devem ser os mesmos pelos quais seguimos em busca de um bom emprego, de uma boa colocação no mercado de trabalho ou até mesmo de uma organização que nos dê oportunidade de carreira.

Os alunos que freqüentam um curso presencial ou um curso a distância, só têm diferentes papéis, quando o aspecto se releva ao questionamento, que inclusive podemos nos perguntar agora:
- O que estamos buscando?

Se a resposta for uma cadeira confortável para sentarmos, acompanhada de conteúdos prontos – você pertence ao grupo “quero um diploma”!

Porém se respondeu que precisa de uma aula explicativa que lhe dê subsídios para ir em busca de mais conhecimento! Parabéns! Você faz parte do que chamamos de profissional altamente competitivo para um mercado cada vez mais exigente!
Dentre o que foi exposto acima, onde estão as diferenças?

- Existem diferenças?

É evidente que sim! Mas as diferenças estão em nossas atitudes! Como seremos empreendedores se buscarmos o confortável o tempo inteiro?

Os grandes empresários, os profissionais de sucesso não tiveram apenas tempos de bonança! Eles empreenderam suas carreiras e isso compete “errar e acertar”.
Convido a todos para alguns questionamentos:
- Falando um pouco de nossos futuros profissionais. Já que somos protagonistas do nosso próprio sucesso estamos sabendo empregar todas as necessidades que o mercado aponta como competitivas?
- Estamos aproveitando todas as oportunidades que nos foram propostas?

Pensem nisso!

Simone do Nascimento da Costa
Universidade Metodista de São Paulo

Recebeu Uma Nova Proposta de Emprego? Saiba Como Agir.


Daniel Limas


Aceitar uma nova proposta de trabalho ou permanecer no atual? Quem já não passou por uma situação como essa, certamente algum dia, vai passar. É claro que essa resposta é muito mais fácil de ser respondida caso você esteja desempregado ou não esteja feliz com seu atual emprego. Tomar uma decisão como essas requer muitos cálculos, análises, autoconhecimento e uma dose de ousadia.

Antes de tomar a decisão, não analisar uma série de fatores e se cercar de diversos cuidados pode ser muito prejudicial para a sua carreira, e ao invés de promover crescimento e desenvolvimento profissional e pessoal pode resultar em frustração, desemprego e ter seu passe desvalorizado no mercado de trabalho.

E para que isso não ocorra, a primeira análise que a pessoa deve fazer é levar em conta se haverá ou não possibilidade de incremento ou de consolidação da carreira. “Em primeiro lugar, devemos pensar no desenvolvimento profissional. Em seguida, sugiro analisar se os ganhos serão maiores”, explica Odair Montanaro Gazzetta, diretor-presidente da Gazzetta Talent, empresa especializada em “executive searching” e aconselhamento de carreira.

Para a Gerente de Atendimento da Catho Online, Camila Mariano, a análise do momento profissional também é fundamental. “Algumas pessoas têm o objetivo de subir de cargo, outras querem salário maior, ou maior qualidade de vida. De acordo com esse objetivo, devemos avaliar as empresas e a proposta oferecida”, explica Camila. E esse objetivo varia de acordo com o momento em que o profissional está. Há quem queira mais tempo para se dedicar à família. Há aqueles que querem estudar e não podem trabalhar muito longe. Assim como há quem busque um salário maior.

Para Gazzetta, estas análises são fundamentais e não são complicadas de fazer. Ao procurar informações sobre a empresa, ele recomenda que se estude o porte, a organização, a solidez, a estrutura e a cultura da organização, entre outras características. A gerente também segue esta mesma linha de pensamento e recomenda que o trabalhador analise, inclusive, como está o mercado para as duas empresas e como elas estão posicionadas neste mercado. “Isso é fundamental para saber se a empresa é segura ou não”, declara.

E, ao pensar em seu desenvolvimento profissional, o mais importante é pensar nos desafios que estão sendo oferecidos. “Afinal, se ele está pensando em trocar de emprego, significa que está tentando dar um up grade em sua carreira. Portanto, o foco deve estar na possibilidade de obter conhecimento e gerar valor, não agregar valor”, analisa Gazzetta.

Ao analisar as empresas, é importante procurar conhecer um pouco da cultura da empresa e ver se suas práticas e modo de agir com o mercado e com a sociedade são compatíveis com as suas. “É importante, mas não deve ser uma questão determinante. Se fosse assim, as indústrias de cigarro, as que fabricam máquinas que derrubam árvores e as de bebidas alcoólicas deveriam fechar amanhã. O papel social de uma empresa é importante, sim, mas não vai alterar em nada a sua carreira. Não podemos ser hipócritas de acreditar que as empresas têm outros objetivos além do lucro”, comenta Gazzetta.

Uma outra dúvida muito comum é quando você está numa empresa de grande porte e a oportunidade surge em uma empresa menor. A recomendação continua a mesma: fazer uma avaliação da sua carreira, analisar seus objetivos profissionais, traçar planos e metas. “Às vezes, é mais importante você ser o João em uma empresa pequena que ser o número 25 numa empresa grande. Geralmente, numa empresa menor, você pode ser polivalente e multifuncional. Já, numa grande, você acaba sendo especialista em alguma coisa”, explica Gazzetta.

Além do aprendizado, deve-se ainda levar em conta que numa empresa de pequeno ou médio porte, as chances de crescimento profissional são maiores. “Se a empresa cresce, geralmente, você cresce junto. Nas empresas maiores, o desenvolvimento de carreira é mais lento”, aponta Camila. Outro ponto levantado pela consultora é que nas empresas maiores, normalmente, os salários e benefícios são melhores que nas menores. “Nessa situação, a escolha também deve estar de acordo com os interesses profissionais da pessoa”, explica.

Depois de muito refletir sobre seu desenvolvimento profissional e pessoal e pesquisar sobre a empresa que está lhe oferecendo uma nova oportunidade, o profissional deve avaliar a remuneração, que deve ser entendida como um conjunto de salário mais benefícios. Tudo isso deve ser colocado na ponta do lápis e pensado se está de acordo com os objetivos do profissional.

Pensar nos detalhes financeiros é importante, sim, afinal quando estamos trocando de emprego não queremos ir para uma situação pior. Mas Gazzetta recomenda cautela e faz um alerta: “quem pensa em centavos ganha em centavos. Quem pensa em reais, ganha em reais. Se o que obstaculiza seu desenvolvimento é sua zona de conforto, você está fadado a desaparecer do mercado. No entanto, se você tem ousadia e capacidade de senso de oportunidade e visão de futuro está fadado ao sucesso. Como dizem alguns headhunters, cavalos selados não passam duas vezes”.

Também não é válido aceitar um cargo maior por um salário muito menor do que seria o valor de mercado. “Caso você não tenha experiência na nova função, é aceitável receber um pouco menos. Mas, aceitar uma função com uma faixa salarial muito abaixo do normal, desmerece sua experiência e desvaloriza o currículo do profissional”, sugere Camila.

E depois de tomar a grande decisão, a recomendação dos dois consultores é que o profissional não se queime nem com a empresa atual nem com a nova, muito menos com os colegas. “Afinal, os colegas de trabalho e, principalmente seu chefe, podem indicá-lo para uma nova posição ou se reencontrarem em uma outra oportunidade”, indica a consultora. Então, vá com bastante cautela, pense bastante nos seus objetivos pessoais e profissionais antes de mudar de trabalho.

Fonte: http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=10536

Coluna do Marco - O Pau Nosso de Cada Dia




O Pau Nosso de Cada Dia



Escreveu não leu o pau comeu...

Ah se fosse verdade. Se isso fosse uma realidade a violência seria apenas um problema pedagógico onde bastaria um amplo plano de erradicação do analfabetismo que contemplasse entre os seus objetivos específicos a inserção destes analfabetos funcionais que escrevem e não leem, para que os mesmo se transformassem em leitores daquilo que escrevem e assim deixariam de ser devorados no pau prometido pelo ditado popular. Não é assim a realidade, pois o pau hoje come em quem escreve, mas não lê, em quem lê, mas não escreve, em quem escreve e lê, quem só escreve ou em quem só lê, enfim todo mundo entra no sapeca iaiá. 

Quando saio de casa, seja lá qual for a hora, seja de carro, ônibus ou a pé raramente vejo, principalmente no trânsito, um semblante calmo do tipo, agradeço por mais um dia e que este dia seja feliz e harmonioso. De forma alguma é isso que ocorre, o que contemplo são carrancas de afastar bons espíritos onde as pessoas, sejam jovens mulheres homens ou velhos. Até os velhos meu pai eterno! Com aquela cara de boxeador antes de começar a luta pelo título mundial da descortesia, naquele instante, em que um lutador olha para o outro e faz a maior cara de malvado para que o oponente se sinta acuado e pense: Este cara vai acabar comigo...

A cara de malvado é uma constância no nosso dia a dia, e os que fazem as caretas assustadoras não são os bandidos temerários, chefes de boca de fumo ou procurados pela justiça não, são caras de malvados feitas por pessoas comuns mesmo.

A violência na Ilha de Vera cruz atingiu, e não é de hoje, índices insuportáveis, não que isso venha a ser nenhuma novidade. Há tempos faço a avaliação de que o brasileiro e um povo pacífico e cordial seja uma visão equivocada. Não é nem nunca foi, principalmente entre nós mesmos, se considerarmos a quantidade de revoltas desde que Pero Vaz de Caminha anotou as característica físicas das nossas indiazinhas. Temos registrado nos anais da história quase noventa conflitos de vulto onde morreram levas e levas de patrícios, onde podemos, só para ilustrar, citar no Século XVIII: Guerrilha dos Murás - índios contra luso-brasileiros (século XVIII), Guerra dos Emboabas - confronto entre bandeirantes e mineiros, São Paulo e Minas Gerais (início de 1700), Revolta do Sal - Santos (1710), Guerra dos Mascates - confronto entre comerciantes e canavieiros, Pernambuco (1710-1711), Motins do Maneta - sublevações ocorridas em Salvador contra o monopólio do sal e aumento de impostos (1711). Século XIX: Conspiração dos Suassunas - conspiração abortada independentista, Pernambuco (1801), Incorporação da Cisplatina - invasão e anexação do Uruguai ao Brasil (1816), Revolução Pernambucana - revolta independentista e republicana, Pernambuco (1817), Revolta da Vacina – Rio de janeiro em 1904 até a Guerrilha do Araguaia (1967-1974). Quem quiser maiores detalhes sobre estas e outras dezenas de revoltas, marchas, lutas, revoluções e outras pancadarias do gênero podem consultar http://pt.wikipedia.org/wiki/Revoltas_no_Brasil

Estes tantos conflitos fratricidas no Brasil podem justificar o que eu defendo há muito como uma característica dos brasileiros, de não sermos tão mansinhos ou acomodados como insistem em alardear algumas pessoas de que o povo brasileiro é um bloco de bundões. Alto lá, desconheço historicamente algum país no mundo que seja tão guerreiro e lutador, não é bem assim que a charanga toca, sei que estes são dados relativamente superficiais que carecem de maiores aprofundamentos por isso, antropólogos de plantão mãos à obra. 

O que anda me preocupando não é somente a violência nos conflitos por pontos de drogas ou de drogados que matam por nada para obterem o que eles acham ser a divina panacéia e nem falo dos covardes dementes que matam porque um parafuso está frouxo, me preocupa a violência gratuita e democrática que todos estamos expostos dioturnamente. 

Pessoas de boa formação que não são desprovidas de bens materiais, tampouco possuem algum distúrbio mental ou emocional, estudantes freqüentadores de ótimas escolas e universidades e bem orientados pelos pais, o cidadão comum que é um bom pai de família e os bons filhos, estão entrando em estado de decomposição pela ótica de um comportamento anti social para com o outro, não há urbanidade nas filas dos pontos de ônibus ou no trânsito onde cada um acha que tem o direito de ocupar aquele espaço e é incapaz de parar seu veículo por poucos segundos ou dar lugar ao outro. Dar passagem ou ser ultrapassado significa perder espaço, ser passado para trás, ficar em situação de inferioridade...

Ora ora minha gente, são apenas uma vaga no ônibus ou alguns poucos metros a mais em um trânsito caótico e emperrado, vai fazer realmente alguma diferença estes metrinhos cedidos?

É fato conhecido por todos que a criminalidade cresce nos grandes, médios e até em pequenos centros urbanos em todo Brasil e as pessoas andam assustadas, pois uma parcela significativa desta população já foi vítima direta ou teve algum amigo ou familiar vitima de assalto, latrocínio, e outros tipos de agressão. Assim, ficam todos atentos e na defensiva, prontos para atacar como ação preventiva frente a uma possível violência. 

Este comportamento se transformou em uma bola de neve que parece já ter fugido completamente do controle, somos vítimas e agentes da violência diária onde a conversa como forma de resolver algum problema parece não fazer mais parte do nosso repertório de convivência em sociedade.

Assisti um desenho do ursinho Puff (ou Pooh) em que ele vai parar em uma cidade onde é nomeado xerife por falta de opção, ninguém queria ser. Um bando de touros malfeitores entram no ambiente e o líder do bando diz que não suportava xerifes e que ia arrebentar com ele. O ursinho Puff perguntou “Será que a gente não pode resolver isso com um abraço?”

A solução proposta não tem o nível exato de testosterona exigida pela brigada dos machos brigões, realmente pode não ser uma solução muito máscula. Mas obedecidas as devidas proporções, porque tudo deve ser resolvido com cara feia, insultos e brigas? Se certamente procurássemos, como dizem os gurus da paciência contar até dez, respirássemos fundo e imaginássemos que aquilo que esta acontecendo não fará a menor diferença em nossas vidas e que sequer lembraremos daquilo dentro de 24 horas podemos nos questionar. Vale a pena brigar por isso ou é só um capricho?

Praticar a cortesia hoje não é somente uma questão de boa educação e urbanidade, mas também uma questão de sobrevivência. Se eu me desarmo com relação ao outro é provável que ele se desarme com relação a mim também, porque depois de iniciado um processo de violência que pode começar com uma cara feia e descambar para socos pontapés e até tiros, ninguém mais tem controle. Deve-se buscar um comportamento que não permita que isto se inicie, senão o que nos resta é pedir que Deus livrai-nos do mal amém.


Marco Antonio Cordeiro
Administrador e escritor


6 Dicas Para Elaborar um Currículo Atraente e Eficaz


Na era digital vale inovar no documento. Um layout diferente ou um documento interativo pode surpreender o recrutador.    

Por Rômulo Martins


Entre uma pilha de currículos fica difícil chamar a atenção do recrutador. Mas se você dedicar um pouco mais de tempo no aprendizado de ferramentas on-line e na criação do seu documento profissional pode se destacar dentre os concorrentes.


Há quem aproveite o layout de redes sociais como Facebook e Twitter para elaborar um currículo diferente e criativo. Mas não é só. Você pode aproveitar a internet e criar seu documento na própria rede, à disposição de quem quiser consultar. Inclusive pode disponibilizar seus melhores trabalhos no ambiente digital e, assim, obter mais chances de atrair o recrutador.

Com um pouco mais de talento e criatividade é possível elaborar um currículo interativo, fazendo com que os profissionais de recursos humanos passeiem pela sua trajetória profissional de maneira simples e divertida. Ou que tal preparar um currículo no formato de infográfico ou até mesmo um videocurrículo no YouTube? 

Você só não pode esquecer de colocar as informações de forma estratégica. Afinal, o formato diferenciado do seu currículo não pode atrapalhar na análise do conteúdo. “Escreva de uma forma que o recrutador consiga visualizar as informações principais e sinta vontade de comprar o produto”, recomenda Bruna Dias, gerente da Cia de Talentos.

Confira as dicas da especialista para você fisgar o recrutador através do formato e conteúdo do seu currículo.

1. Identifique-se

Não se esqueça de informar os dados pessoais por meio dos quais o recrutador vai entrar em contato com você. Tenha atenção especial ao e-mail e telefone. Se julgar interessante, informe as redes sociais que mais utiliza.


2. Seja claro e objetivo
Diga de cara qual é o seu objetivo. Você quer atuar em qual área? Tem competência para assumir qual posição? Da mesma maneira, cite as experiências profissionais que possam ser interessantes à vaga de emprego disponível. Não precisa mencionar uma série de cursos fora de sua área de atuação.

3. Destaque sua formação e idiomas

Informe os cursos de graduação ou especialização condizentes à sua área, bem como instituição de ensino e ano de conclusão. Coloque em destaque os idiomas estrangeiros e o nível de fluência neles. Pode ser um diferencial.


4. Fale sobre suas atividades
É importante mencionar em tópicos, de forma resumida, suas principais atividades nos empregos anteriores ou atual. Se você conquistou uma promoção, não se esqueça de informar no currículo.

Caso você não tenha experiência e busca uma vaga de estágio ou trainee, fale sobre atividades complementares no meio acadêmico, projetos de iniciação científica, trabalhos voluntários. Vale até citar o projeto desenvolvido no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou suas preferências e interesses pessoais e profissionais.

5. Dê ênfase às suas qualificações

Resuma suas principais competências ou qualificações para o recrutador. Mas não carregue o seu currículo de adjetivos. Diga qual sua área de atuação, principais conhecimentos e certificações, domínio de línguas estrangeiras.


6. Divulgue os seus trabalhos

Você pode disponibilizar um link em seu currículo através do qual o recrutador terá acesso aos seus principais trabalhos. Assim, ele poderá ter uma prévia do seu estilo profissional, do que você sabe fazer e como será útil na companhia que está recrutando.



Método do Tijolo Para Contratação de Funcionários


O método consiste em colocar todos os candidatos num galpão e disponibilizar 200 tijolos para cada um.



Não dê orientação alguma sobre o que fazer. Em seguida, tranque-os lá e, após seis horas, volte e verifique o que fizeram.
Segue a análise dos resultados:
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1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.
2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.
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3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.
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4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil deentender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação e Controle deProdução.
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5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os emOperações.6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.
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7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentandomontá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.
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8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são dos Recursos Humanos.
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9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas aconcorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, sãovendedores natos.
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10 - Os que já tiverem saído, são gerentes.
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11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito,são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.
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12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os com muito respeito e coloque-os na Diretoria.
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13 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de Marketing.
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14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são doDepartamento Jurídico.
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15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma merda, semidentificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque na Qualidade.
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16 - E os que começarem a chamar os demais de 'companheiros' , elimineimediatamente antes que criem um sindicato.
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Recebi através de email do meu amigo Silvério Cabral...

O Perfil Pessimista: Como Lidar Com ele no Trabalho?

Por: Flávia Furlan Nunes
InfoMoney




Ele sempre coloca um empecilho no meio do caminho. Não vislumbra um futuro bom. Tem medo exacerbado. Encara tudo pelo lado negativo e é incapaz de enxergar algo de bom nas situações. Se você não convive de maneira direta, certamente já ouviu falar no perfil pessimista, que habita alguns ambientes de trabalho.



Se é fácil encontrá-lo, difícil é saber
lidar com ele. Mas, antes de falar sobre relacionamentos, é preciso entender um pouco mais do comportamento. Você sabe como ele se origina?
De acordo com a psicoterapeuta Clarice Barbosa, o pessimista pode surgir de uma situação que a empresa está vivendo. "Pode ser em uma transição/mudança, em que os funcionários não sabem o que vai acontecer e isso faz com que fiquem inseguros". O resultado é o pessimismo em relação a qualquer atitude a ser tomada.

O pessimismo ainda pode acompanhar a filosofia da empresa, que simplesmente não incentiva os profissionais, não pede para que criem, e isso acaba gerando insegurança quanto ao futuro, que novamente leva ao pessimismo.Nos casos acima, o pessimismo pode ser passageiro, uma vez que decorre de uma situação momentânea que o profissional está vivendo. Mas existe um tipo de pessimismo que acompanha o profissional.

O pessimista

Além dos aspectos externos, que levam ao pessimismo, existem os internos. Normalmente, existem pessoas no ambiente de trabalho que levam consigo a característica e, por pior que pareça, essa pessoa pode ser o líder. "A tendência do ser humano é focar no que não deu certo. Oitenta por cento das pessoas têm foco maior no que é negativo", explicou Clarice.

A pessoa pessimista normalmente agem dessa maneira devido à sua história de vida. Elas carregam crenças limitantes, como o complexo de inferioridade e o julgamento de que são incapazes de fazer algo diferente e positivo. E ela encontrará diversas desculpas, sem perceber, para justificar a visão negativa.

Como lidar?

A principal orientação de Clarice quando se deparar com algum pessimista na vida profissional é não alimentar a percepção. Simplesmente mude de assunto e siga em frente com seus projetos, sem se deixar abater.

Agora, se for um líder, a situação fica mais complicada. Em primeiro lugar, o membro da equipe deve focar em suas qualidades, não se deixando contaminar pelo pessimista, que certamente poderá colocá-lo para baixo. Em segundo, sempre trabalhe muito suas idéias, para citar soluções criativas. Certamente o líder tenderá a colocar empecilhos no caminho.

Se o grupo abaixo do líder é forte, Clarice afirmou que pode acontecer de ele começar a ignorar a chefia. A liderança não se sustentará por muito tempo, primeiro porque a rotatividade na equipe será alta, segundo porque passará a não entregar resultados.

Falar ou não falar?

Normalmente, o pessimista precisa de um toque, pois é difícil que saiba que está tomando essa atitude. Agora, quando é um grupo que está sendo contaminado, fica ainda mais difícil de identificar o problema, pois todos estão "entrando na onda". Aí, será preciso alguém de fora para perceber.

Porém, se for uma pessoa isolada, ela tende a ficar isolada e deprimida. Afinal, ninguém quer conviver com alguém que fala o tempo todo que o futuro não é positivo e que os projetos não darão certo. Além de prejudicar seus relacionamentos, a pessoa afeta diretamente a vida profissional, ao tomar a atitude.

"O pessimista não tem uma projeção de futuro e um hábito de encontrar saídas para os problemas. Ele vai patinar na carreira, e não dar um salto. Fica na zona de conforto, onde não tem desafios", afirmou.

O outro lado

Da mesma maneira que ser pessimista demais pode atrapalhar o trabalho, ser otimista ao extremo também pode ser prejudicial. A pessoa só vê o lado bom das situações e, desta forma, acaba por fugir da realidade, de acordo com Clarice. "O bom é buscar o equilíbrio", finalizou.

Para Gerir Talentos, Procuram-se Profissionais de RH Com Novo Perfil

Por: Karin Sato

InfoMoney


O presidente da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Ralph Arcanjo Chelotti, alerta que a atividade de gestão de pessoas no Brasil começa a exigir um novo tipo de profissional.O motivo é que as empresas notaram que administrar talentos não se resume a apenas distribuir tarefas e cobrar resultados.

"Muitas empresas atribuem problemas de resultados ao mercado, à concorrência ou aos equipamentos obsoletos, mas a verdade é que equipes sem preparo, desestimuladas, que não receberam o treinamento adequado, e líderes sem habilidades gerenciais levam muitas empresas a crises", explica.

Relações profissionalizadas

Segundo ele, as relações no setor de Recursos Humanos estão cada vez mais profissionalizadas e as empresas estão à procura de profissionais com habilidades e competências que, antes, não eram requeridas.

"No passado, pensava-se que qualquer um podia cuidar de pessoas, mas a prática já mostrou que trata-se de um equívoco que pode custar caro", adverte.

Certificação do profissional de RH

A ABRH-Nacional iniciou o projeto que irá promover a certificação do profissional de Recursos Humanos. Em vigor nos Estados Unidos já há quase quatro décadas, a certificação do profissional de RH é uma ação voltada para a melhoria da qualidade do trabalho daqueles que atuam no setor.

De acordo com a entidade, a certificação ainda irá favorecer a formação de profissionais para o segmento de Gestão de Pessoas, pois as universidades e escolas passarão a se orientar pelos conteúdos que a ABRH irá especificar como de conhecimento obrigatório pelos gestores de pessoas.

Dia do Turismólogo - 27 de Setembro


O BLOG DO CABRA PARABENIZA A TODOS PELO SEU DIA.

Só Tem Sucesso Quem Sabe Ouvir

por Ricardo Bellino

Ao conversar com Alair Martins do Nascimento, o fundador do Grupo Martins - o maior distribuidor atacadista da América Latina – uma frase em particular me chamou a atenção. O empresário, que foi um dos finalistas da edição de 2006 do tradicional prêmio Empreendedor do Ano. Quando lhe perguntei de que forma ele havia conseguido transformar um pequeno armazém de secos e molhados em uma potência com faturamento anual superior a R$ 2 bilhões, Martins respondeu de forma simples e direta: "Sempre gostei muito de ouvir, ouvir, ouvir. Isso contribuiu muito para o nosso crescimento". E acrescentou: "É prazeroso para mim estar sempre aprendendo".
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Nas palavras do empresário nota-se um elemento essencial para todos os que querem chegar ao sucesso. Trata-se da inteligência social, assunto que abordei em meu livro "Três Minutos Para o Sucesso" (Campus/Elsevier). O grande educador e psicólogo americano Edward Thorndike definiu a inteligência social como a habilidade que cada indivíduo tem de entender e lidar com outras pessoas. Obviamente, a capacidade de ser um bom ouvinte é um inequívoco sinal de elevado nível de inteligência social. Existem outros indicadores. Verificá-los pode se transformar num útil exercício para avaliar a quantas anda nossa inteligência social. Alguns desses indicadores são:
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- Aceitar os outros como eles são:
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No convívio social, nada é mais desgastante do que tentar modificar as pessoas, ou moldá-las conforme nossos gostos e necessidades. Em vez de tentar forçar os outros a serem o que eles não são, alguém dotado de inteligência social preocupa-se em descobrir como as pessoas podem contribuir, sendo como são.
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- Admitir os próprios erros:
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Do ponto de vista social, poucas "pragas" são piores do que os donos da verdade. Os que nunca reconhecem seus erros acabam afugentando os demais ou oprimindo-os com sua arrogância.

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- Mostrar curiosidade e interesse pelas pessoas e pelo mundo em geral:
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Ninguém que seja do tipo "bitolado", que só fala de um determinado assunto, consegue formar um amplo círculo de amizades, pois a fama de "chato" o persegue.
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- Fazer julgamentos justos; ser honesto consigo mesmo e com os outros:
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Não se engane: o bajulador está na escala mais baixa da inteligência social, bem ao lado daquele que critica de forma ofensiva e indiscriminada.
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- Saber transmitir informações relevantes e distinguir o que é relevante nas informações que recebe:
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A conversa "mole" não é sinal de uma elevada inteligência social - e dar o mesmo peso a tudo o que se ouve também não é. Na verdade, a falta de objetividade e coerência ao transmitir informações e a falta de discernimento ao ouvi-las e reproduzi-las indicam um baixo nível de inteligência social.
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Saber colocar-se no lugar dos outros:
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Essa é uma característica essencial para criar empatia. Não é apenas uma questão de ouvir o outro, mas de ouvir de um modo solidário e compreensivo, a ponto de imaginar como seria estar em seu lugar.
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Ricardo Bellino
Fonte: Gazeta Mercantil

Natal Concentra Polo de Indústrias Têxteis e de Confecção


Setor já emprega mais de 40 mil pessoas. Empresas fabricam uniformes e biquínis.


Natal concentra um polo de indústrias têxteis e de confecção. O setor já emprega mais de 40 mil pessoas que produzem toneladas de fios e fabricam de uniformes a biquínis.

Biquínis coloridos, criativos, ousados. Os modelos fabricados pela empresa no Rio Grande Do Norte fazem sucesso no Brasil e em várias partes do mundo.

“O mercado de moda praia hoje evoluiu bastante. As mulheres não usam o mesmo biquíni duas vezes, no verão ela está usando um, no próximo outro, então tem aquele culto ao corpo. É um produto bastante vendável, elas procuram sempre para estar com uma novidade”, diz Débora Saionara, empresária.

A empresária Debora Saionara se inspira em revistas e viagens pelo Brasil e exterior. Os biquínis com desenhos pintados à mão de pontos turísticos e do carnaval nordestino chamam atenção. O corte ousado e a versatilidade também são pontos fortes. Um deles, por exemplo, vira uma minissaia.

“E mais um diferencial: a parte de cima é vendida separada da parte de baixo. O cliente tem a opção de montar o seu biquíni, ele monta da cor que ele quer, do tamanho que ele quer, da forma que ele quer montar”, diz a empresária.

A fábrica começou há 23 anos com um investimento de R$ 10 mil em duas máquinas de costura e tecido. Hoje a empresa produz 40 mil peças por mês, e emprega 48 pessoas. Para a empresária, a mão de obra abundante e barata da região torna o produto competitivo, mas precisa ser treinada.

A empresa dribla um problema comum na moda praia. As vendas disparam no verão, e caem até 70% no inverno. Aqui, essa sazonalidade é compensada pela demanda nos diferentes climas dos mercados externos que a empresa conquistou. Além do Brasil, ela vende para os Estados Unidos e Europa.

“Do ano passado em relação a este ano, aumentou em 70% o faturamento com exportação, e o mercado local também, ele está olhando com outros olhos para a moda praia”, ressalta a empresária.


Uniformes

Mas os biquínis são apenas parte da diversificada indústria têxtil no Rio Grande do Norte. O empresário Anderson Magalhães aproveita o bom momento do turismo e fatura com uniformes para hotéis e pousadas.


“O segmento têxtil aqui no estado é muito forte. Então a gente iniciou as atividades com intuito de trabalhar na área de confecção para empresas. É um mercado bom de ser explorado. O estado está em forte expansão, o crescimento econômico daqui é bem favorável para esse segmento”, afirma.

A empresa produz 4 mil unidades por mês. Além do setor hoteleiro, também faz uniformes para a construção civil e hospitais. As peças são personalizadas. “O uniforme serve como propaganda da empresa. Por isso é importante a gente trabalhar, personalizar muito bem a logomarca dele, trabalhar as cores, para que ele possa divulgar bem a empresa dele”, diz Janaina Magalhães, empresária. A produção é terceirizada na fábrica. Para Anderson, é uma forma de direcionar melhor o capital da empresa. Se fosse produzir ele mesmo, o empresário teria de investir R$ 70 mil só em equipamentos. “Hoje um valor desses utiliza em marketing, internet, mídias impressas, estoque, comprando material direto da fábrica, deixando ele já em casa para a gente levar ao cliente uma proposta com menor preços”, afirma. As peças são feitas em algodão e poliester. O tecido é cortado e costurado. O logotipo do cliente é aplicado por dois métodos: a serigrafia, que é uma impressão térmica, e o bordado, feito nesta máquina, ao ritmo de mil pontos por minuto. O segredo para se dar bem nesse mercado é trabalhar rápido. A empresa produz e entrega em até 20 dias.

“É ponto fundamental para toda empresa de uniformes profissionais. A grande maioria dos clientes sempre vem com prazos, necessidade estourando, já no limite, então a gente tem que entender as necessidades dos clientes e atender da melhor forma as expectativas que eles têm com a gente”, diz o empresário.

Com investimento de R$ 30 mil é possível montar uma pequena fábrica de uniformes, desde que a produção seja terceirizada. Hoje o empresário vende para o Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará. Para ele, quem abrir uma empresa agora, vai encontrar muitas oportunidades. O mercado favorece os negócios. A construção civil e o turismo estão aquecidos em Natal, que vai ser uma das sedes da copa do mundo em 2014. Essa mistura de ingredientes resulta numa combinação explosiva para os negócios. E o grande potencial está em clientes como hotéis. Em três anos, a empresa espera triplicar a venda de uniformes para o setor. O hotel comprou 30 uniformes. Os modelos têm calça, camisa e gravata para o pessoal da recepção, e bermuda para os mensageiros. Cada um custa em média R$ 80. As peças seguem os tons do hotel: o amarelo das paredes e o marrom das poltronas e piso. Para o gerente Fancisco Macedo, os uniformes são parte da decoração e constroem a boa imagem da casa. “O retrato da empresa está nos profissionais, e eles todos têm que estar impecáveis”, diz Francisco Macedo, gerente do hotel.

Com os hotéis atentos em fazer bonito diante dos turistas, ganha a fábrica de uniformes. “Aqui vai ter muito investimento, vai ter muita geração de emprego e renda e a gente espera atender as demandas de uniformes, as expectativas de todos os clientes”, diz Anderson.

Fonte da imagem: Google imagens

Principais Erros Que os Empresários Cometem Nas Redes Sociais


Entre os brasileiros que navegam na internet, a maioria se conecta nas redes sociais. É o que revela o estudo “The Rise of Social Networking in Latin América” (O crescimento das redes sociais na América Latina) divulgado pela comScore.

De acordo com o levantamento, os brasileiros gastaram, em junho deste ano, 12,5 bilhões de minutos em diversas redes sociais. Esse volume corresponde a 18,3% de todos os minutos gastos pelos brasileiros na internet.

Conforme é possível avaliar, as redes sociais abrangem um público extremamente interessante às empresas. Pensando nisso, muito empresários aderiram a estas ferramentas para atrair mais público, tornar sua marca conhecida e até mesmo aumentar as vendas.
Entretanto, na ânsia de estar presente na web, as empresas acabam cometendo alguns erros. Para descobrir quais são os dez principais erros comuns, o Portal InfoMoney conversou com o professor de Redes Sociais e Inovação Digital da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Gil Giardelli. Confira abaixo:

1. Entrar nas redes sociais sem planejamento: não é porque muitas empresas aderiram às redes sociais que necessariamente o negócio terá de ser cadastrado em uma. Segundo o especialista, as redes demandam conhecimento e planejamento prévio;

2. Participar de várias redes ao mesmo tempo: quanto maior o número de redes onde a empresa estiver, mais tempo o empresário terá de se dedicar a elas. Lembre-se de que as redes sociais são vitrines do negócio, por isso, devem ser atrativas e atualizadas;

3. Só falar da empresa e do produto da empresa: ter informações somente sobre a empresa, produtos e serviços torna as redes desinteressantes. “Se a empresa vender joias, além de falar do produto, conte sobre as pedras ou uma história interessante relacionada à peça”, exemplifica Giardelli.

4. Achar que as ferramentas precisam de custos altos: na internet, é possível baixar ferramentas que podem contribuir para tornar o seu conteúdo mais interessante. Vale destacar que muitas são gratuitas;

5. Deixar a ferramenta aos cuidados de amadores: as redes não devem ser cuidadas por quem não conhece sobre o assunto, por isso, nada de delegar as funções para os sobrinhos ou filhos. Hoje, existem profissionais especializados no assunto. Caso a empresa não possa pagar por este tipo de serviço, o empresário deve se aprofundar no tema por meio do estudo;

6. Não pensar que quem acessa as redes são pessoas: quem está atrás dos computadores são pessoas. Por isso, gentileza e educação sempre caem bem;

7. Não respeitar a opinião dos usuários: “As pessoas opinam sobre o que elas gostam. Caso contrário, elas não perderiam o seu tempo”, explica Giardelli. Não discuta assuntos polêmicos, assim como religião e futebol;

8. Achar que as críticas são pessoais: críticas podem ajudar a melhorar o negócio. O empresário deve lembrar que a crítica não é contra ele, mas é sobre um produto ou um serviço oferecido pela empresa;

9. Não ser transparente: a transparência é palavra de ordem no mercado. Por isso, use o espaço das redes sociais para informar sobre a produção, crescimento e até mesmo faturamento. Isso garante mais confiabilidade do consumidor em relação à empresa;

10. Criar personagens para falar sobre a empresa: lembre-se de que o número de identificação IP aparece frequentemente em comentários de blog e sites, por exemplo. Ou seja, de nada adianta assinar diferentes nomes, criar usuários falsos e apenas falar bem da sua marca quando todos os outros internautas são capazes de facilmente derrubar essa máscara. Isso não apenas destruirá a reputação on-line da empresa, como também poderá destruir as outras ações que, porventura, a empresa queira iniciar na rede. 

O melhor é ser objetivo e sincero, apresentando-se como representante da empresa e se mostrando sempre aberto a sugestões e críticas.

Fonte: Infomoney
Fonte da imagem: gettyimages

As Crises e as Oportunidades


O ideograma chinês ao lado representa, ao mesmo tempo, crise (perigo) e oportunidade (solução). A parte superior representa perigo, crise. A parte inferior representa oportunidade.

Quase sempre os dois são colocados juntos para lembrar que nas crises estão também as oportunidades.

Assim, a equação pode ser:

Crise = perigo + oportunidade


Em tempos de crise pessoas e empresas, têm que buscar saídas criativas e inovadoras que nem sempre são pensadas ou buscadas em tempos de afluência.

Em tempos de crise, empresas e pessoas empreendem mudanças que não teriam coragem de fazer em tempos comuns. A sensação clara de “mudar ou morrer” faz aumentar a coragem e a determinação para mudar.

Agora, pois, é hora de encontrar a coragem para fazer as mudanças que já sabíamos que deveriam ser feitas e outras, ainda mais ousadas, que a necessidade nos aponta como inadiáveis. Agora não é hora de protelar. É hora de agir. É hora de decidir. É hora de inovar com coragem, ousadia e muita responsabilidade para não fazer coisas das quais nos arrependeremos assim que a crise passar, pois, é claro e sabido que a crise passará.

E quando passar, as empresas que estiverem mais preparadas vencerão as que se deixaram debilitar demais pela crise. Assim, as empresas devem tomar decisões em tempos de crise, sempre se lembrando que elas passarão. Desmontar a empresa em tempos de crise pode impedir o seu sucesso num futuro pós-crise que poderá não estar tão distante quanto imaginamos no momento. Agora, é hora de muito equilíbrio nas decisões.

Pense nisso. Sucesso!

Fonte: Motivação e Sucesso, por Luiz Marins

Série SEU NEGÓCIO - Plano De Negócios: Tudo o Que Você Precisa Saber

Plano De Negócios: Tudo o Que Você Precisa Saber



por ENDEAVOR


Planejar é a alma do negócio. Ter objetivos definidos e estratégias de ação para todas as situações evita ambigüidades e hesitações nas horas mais difíceis. Além disso, um bom plano de negócios contém uma avaliação do mercado, da concorrência, dos clientes potenciais e do capital disponível para ser investido. Enfim, é um verdadeiro mapa para guiar a ação dos empreendedores.



A relação abaixo foi preparada para ajudar você na elaboração do seu plano de negócios. São vídeos, artigos e até mesmo um software, o SPPlan, todos gratuitos. Confira.


Vídeos 


Plano de Negócios: melhores práticas para a captação de recursos Assista ao workshop de Marcelo Nakagawa e aprenda as melhores práticas para o desenvolvimento de um plano de negócios. 
http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=232

Plano de negócios para quem já conhece!
Nessa outra palestra Marcos Hashimoto aprofunda os temas relacionados ao desenvolvimento de um plano de negócios.

http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=37

Início com plano de negócios
Assista a essa palestra onde Marcelo Sales dá dicas simples de como elaborar e adaptar o seu plano de negócios para a realidade de sua empresa.

http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=63

Início sem plano de negócios
Nessa palestra, Penido Stahlberg Filho discute os perigos de iniciar um negócio sem um business plan.

http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=64

Onde a porca torce o rabo - Plano de Negócios
José Carlos A. Dornelas faz uma reflexão sobre a impotência do plano de negócios no desenvolvimento das empresas.

http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=102

Artigos

O empreendedor deve desenvolver seu próprio plano de negócios?
No artigo a seguir, Jan B. King discute os prós e os contras de um plano de negócios feito por você mesmo. Em inglês.

http://www.endeavor.org.br/index.asp?conteudo_id=28&document_id=3113

Tenha sucesso com o seu plano de negócios
Para Marianna D'Ambrosio o business plan deve estabelecer as diretrizes para o futuro de um empreendimento. Em inglês.

http://www.endeavor.org.br/index.asp?conteudo_id=28&document_id=4628
Conselho para aqueles que querem desenvolver um business plan
Nesse artigo, Michael Elia afirma que, para atrair investidores, o plano de negócios precisa demonstrar a expectativa de resultados e a importância do projeto. Em inglês.

http://www.endeavor.org.br/index.asp?conteudo_id=28&document_id=4856

O Plano de negócios
Darrin F. Coe acredita que o plano de negócios é o guia para se alcançar lucratividade.

http://www.endeavor.org.br/index.asp?conteudo_id=28&document_id=3588

SSPlan

SPPlan: Sebrae ensina a criar um business plan
O SEBRAE desenvolveu um software para a elaboração de plano de negócios.

http://www.sebraesp.com.br/novo/spplan/index.asp?site_origem=sebrae


Fonte: Endeavor
www.endeavor.com.br

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