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Gestão de Projetos - Frases – parte 01

Qualquer semelhança será pura e mera coincidência, será????



01 – Você não consegue produzir um bebê em um mês usando nove mulheres.

02 – O mesmo trabalho, sob as mesmas condições será estimado de forma diferente por 10 diferentes analistas ou por um mesmo analista em 10 diferentes vezes.


03 – A palavra mais útil e menos usada em gerenciamento de projetos é “NÃO”.

04 – Você pode convencer um idiota a assumir um prazo irreal, porém, você não pode obrigá-lo a cumpri-lo.

05 – O prazo mais ridículo é o mais caro e dificultoso de se cumprir.

06 – Quanto mais desesperada a situação, mais otimista ela o é.

07 – Poucas pessoas em um projeto conseguem resolver os problemas – porém muito mais pessoas criam problemas acima da capacidade das primeiras resolverem.

08 – Você pode congelar os requisitos de um sistema, porém não consegue congelar as expectativas.

09 – Congelamento de requisitos e o abominável homem das neves são parecidos – ambos são mitos e ambos se derretem quando calor apropriado é aplicado aos mesmos.

10 – As condições sob as quais uma promessa e feita são esquecidas, porém, a promessa será sempre lembrada.

11 – Aquilo que você não conhece o ferirá.

12 – Um usuário somente falará o que lhe for perguntado – nada mais.

13 – Diante de varias interpretações de um comunicado, a menos conveniente é a mais correta.

14 – O que não está escrito, não existe ou não foi dito.

15 – Parkinson e Murphy estão vivos e muito bem – no seu projeto.

16 – Quem não sabe aonde vai, nunca chega.

17 – Para quem está perdido, qualquer caminho serve.

18 – Para quem está perdido, um mapa não resolve.

19 – Noventa por cento do trabalho em um projeto, equivalem a 90% do planejado, os outros dez por cento, consomem os restantes 90% do trabalho.

20 – Prazo de sistemas e fidelidade são promessas difíceis de se cumprir.

21 – A única situação onde você tem tudo sob controle é quando você está morto.

22 – A demissão de um elemento da equipe, quase sempre é a preservação do emprego do resto.

23 – Depois que passei a estudar mais, trabalhar mais e planejar melhor, minha sorte mudou.

24 – Em projetos, não confunda folga nos prazos, com prazos dos folgados.

25 – Normalmente coisas ruins estão ligadas à palavra “usuário” – usuário de drogas, usuário de ônibus, usuário de álcool, usuário de sistemas. . .

26 – No caso de uma crise total no andamento de seu projeto – melhor do que a presença de espírito é a ausência de corpo.

27 – A logística de um projeto sempre exige àquilo que você esqueceu.

28 – Reunião sem pauta vira happy-hour.

29 – Reunião sem ata, não existiu.

30 – Para o usuário – o que você esqueceu sempre é o mais importante.





Workaholic x Worklover – qual a diferença?

Angelica Kernchen



Uma pesquisa desenvolvida pelo Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília tratou de desmistificar a diferença entre workaholics (viciados em trabalhos) e worklovers (quem adora o trabalho). Segundo eles, a expressão e o conceito de worklover foram criados exatamente em contraposição ao workaholic. O worklover, para eles, se envolve no que faz, mas não trabalha excessivamente – só se for necessário, diferente do workaholic.


Segundo Silvia OSSO, palestrante e consultora de empresas, o worklover é um apaixonado pelo trabalho, pois vive satisfeito com suas realizações; ele é mais aberto ao lidar com as dificuldades que surgem. Se as condições do trabalho vão mal, ele busca ajuda em vez de criticar ou esmorecer. Este “amante” trabalha muitas horas por dia de forma produtiva, e nem percebe o tempo passar, sendo que esta satisfação se estende a sua vida pessoal. O workaholic já é um verdadeiro viciado no trabalho. Sua motivação pelo trabalho é muito alta, seu foco é o trabalho em si, mas sua insatisfação é permanente. Se a vida profissional vai mal, ele sofre, adoece e tem dificuldade de reconhecer que precisa de ajuda. Geralmente, trabalha muitas horas por dia, mas descuida-se da vida pessoal e da saúde. Foge dos problemas pessoais, familiares e se distancia do social. Sua vida resume-se em afundar-se no trabalho, imaginando que isto é ser produtivo e que será, ou está sendo, reconhecido por isso.

Nessa discussão, podemos começar a pensar se trabalho e prazer é realmente uma associação possível. “Você já deve ter conhecido profissionais que, mesmo em férias, usam parte do seu dia, por mera diversão e curiosidade, visitando concorrentes para conhecer seus pontos fortes e fracos. Não se estressam, curtem a família (que muitas vezes o acompanha) e ainda aprendem enquanto descansam. Isso é aproveitar e unir o profissional à satisfação pessoal. Conheço vários deste tipo! Eu, particularmente sou uma dessas! Curto o que faço e faço o que curto! O amante do trabalho descobre isso bem cedo, e cuida de suas aptidões. Veja um jovem que descobre sua vocação para criar, desenhar ou modelar jogos para a Internet. Passa horas do dia e às vezes da noite estudando e criando, sem parar, coisas que serão utilizadas e comercializadas para empresas. Não pense que é fácil! O mercado é competitivo, mas os que mais se dedicam curtem o prazer de trabalhar como um amante do trabalho e ainda acham tempo para ir à universidade, à academia e outros prazeres. Suas diversões podem ser fruto de inspiração para a criação de novos jogos. Os amantes do trabalho cuidam do corpo, da mente e do espírito; sentem menos estresse”, diz Silvia.

Apesar de tudo isso, existe muita confusão entre workaholics e worklovers. É bem normal um workaholic achar que apenas ama seu trabalho e, como consequência disso, trabalha muito. Para Layse Policarpo, psicóloga cognitivo-comportamental, os dois tipos trabalham demais e tendem a se envolver muito no que fazem, pois na superfície são idênticos. “Mas se você chega perto, as diferenças aparecem. No plano do significado, os sentidos que os sujeitos têm do trabalho são totalmente opostos. O workaholic trabalha porque não pode viver, não pode levar sua vida. O worklover trabalha porque gosta disso e pode, perfeitamente, gostar da mulher, de sexo, da vida dele fora do trabalho”, diz ela. Silvia complementa dizendo que os workaholics só se dão conta que não apenas amam o trabalho, e sim são viciados nele, quando são alertados por algum coaching, e apesar da sua motivação pelo trabalho ser muito alta, sua insatisfação é permanente. “Se a vida profissional vai mal, ele sofre, adoece e tem dificuldade de reconhecer que precisa de ajuda. Geralmente, trabalha muitas horas por dia, mas descuida-se da vida pessoal e da saúde. Foge dos problemas pessoais, familiares e se distancia do social. Sua vida resume-se em afundar-se no trabalho, imaginando que isso é ser produtivo e que será, ou está sendo, reconhecido por isso. Na maioria das vezes, eles são indisciplinados; trabalham à exaustão, têm mais chances de sofrer doenças cardiovasculares, gastrites, depressão e uso de drogas entre outras doenças físicas e psíquicas. Os ambulatórios de medicina do trabalho das grandes empresas estão cheios de casos desta natureza”.

Sendo assim, como saber se você apenas ama seu trabalho ou se está excedendo limites? Layse diz que, na psicologia, o trabalho é o conceito dado a uma dupla relação de transformação entre o homem e a natureza geradora de significado. Mas esse mesmo trabalho pode causar sofrimento, caso o circuito de geração de significado seja quebrado. Em outras palavras, ela diz que o que o indivíduo produz tem que ter alguma importância para que ele se sinta realizado, e nesse sentido, nos convida a sermos sinceros e nos fazermos as seguintes perguntas para resolver essa questão: ‘qual o significado do seu trabalho’? ‘Ele faz parte da sua vida ou faz você deixar de viver’?

“Tenho 34 anos de trabalho, sendo 13 como consultora empresarial e palestrante. Adoro o que faço e nunca me senti estressada, mesmo quando a carga de trabalho era grande. Não faço propaganda de meu trabalho na mídia ou através de folders; não tenho um site e mesmo assim minha agenda é cheia de compromissos. Meus clientes são meus fãs e eles é que me recomendam a outros. Minhas colunas em sites, matérias ou entrevistas em revistas são resultados da curtição com que executo meu trabalho. Pode acreditar nisso! Costumo dizer que ganho para me divertir: viajo pelo Brasil e fora dele fazendo palestras e ainda recebo... Uma benção!”, exemplifica Silvia.

Manter o trabalho em seu devido lugar, sem exceder limites e acabar prejudicando as demais áreas de nossas vidas é sempre um desafio. Porém, Layse ainda dá uma dica pra quem está insatisfeito com ele ou com a posição que ocupa profissionalmente: pense que isso é passageiro. A estratégia funciona principalmente para quem está no posto de estagiário ou de trainee. Tenha em mente que o que está fazendo é temporário e que está trabalhando para que, no futuro, possa realmente sentir prazer no que faz. Mas ainda dá um alerta: isso só funciona se o indivíduo em questão tiver objetivos traçados. Isso não adiantará de nada se você não souber o que quer.

Equilibrar o trabalho com os outros campos da vida (sexual, afetiva, física, mental, familiar) é fundamental. E não existem profissões específicas para ser um worklover. “Professores, cientistas, artistas, jornalistas, executivos ou encanadores podem encarnar o conceito igualmente. Também não é o salário que define um worklover, mas a relação que ele tem com o trabalho e o seu significado para o mundo. O worklover tem uma consciência mágica do seu trabalho, entende qual a transformação que o seu esforço gera na empresa, na sociedade ou no mundo. Apesar do nosso país ser economicamente pobre, as pessoas possuem um grande potencial criativo, gerando, como consequência, um grande número de apaixonados por seus trabalhos”, finaliza Silvia.


Fonte: http://www.catho.com.br

Meta: Prêmio ou Castigo?

por Wagner Dias



Tanto no mundo dos negócios como na vida pessoal ter como garantia a possibilidade de uma segunda chance é um grande erro.


Quantos profissionais já passaram noites em claro por causa da curta, mas poderosa, palavra: meta. No mundo corporativo presidentes exigem dos diretores que exigem dos chefes que exigem dos gerentes que exigem dos supervisores que exigem dos vendedores e, nessa cadeia, todos estão pensando (ou deveriam estar) em uma única e exclusiva questão: bater a meta.

Quando o mês termina só existem duas possibilidades: ter cumprido ou não a meta estabelecida. Aos que cumpriram o mês seguinte chega com a certeza de que outra meta deve ser batida, pois é preciso manter um trabalho constante e, se possível, progressivo. Para aqueles que não alcançaram o objetivo o mês seguinte começa com a certeza de que a meta precisa ser batida, pois é inadmissível não bater a meta por dois meses consecutivos.

No dicionário, uma das definições de meta é: resultado sucessivo a obter na programação de um trabalho. Aí está o problema! A grande maioria das pessoas associa meta ao trabalho e trabalho imposto por alguém, enquanto que o mais apropriado seria que as pessoas tivessem uma meta de vida, dividida em curto, médio e longo prazo e fazer da empresa o veículo que a conduzirá para bater sua meta (de vida!). Ou seja, vincular diretamente a meta recebida pela empresa à sua meta. Exemplo: se uma pessoa vende assinatura de revistas, ganha cinqüenta reais por cada uma e tem o objetivo pessoal de comprar um carro de dez mil reais é preciso entender que para ter seu sonho realizado é necessário vender duzentas assinaturas. Simples assim!

É um erro pensar em meta como um castigo. É importante entender que meta é o alvo, o objetivo a ser alcançado e, para isso, é necessário seguir alguns passos:


1º - Ação: Muitos profissionais da área comercial confundem movimento com ação. Saem de casa, visitam clientes, fazem relatórios e no final do dia não têm uma venda efetuada. Isso não é ação, isso é movimento. O que diferencia ação de movimento é resultado. Todo profissional deve viver pensando em resultado.

2º - Decisão: O que um profissional da área comercial precisa entender é que sua decisão de cumprir a meta independe dos fatores externos. É importante que não se deixe levar por boatos, queixas, reclamações ou lamúrias e entender que uma vez tomada a decisão ela tem que estar acompanhada da ação, pois decisão sem ação é enrolação.

3º - Persistência: Como uma criança que quando quer algo faz o que for necessário para conseguir, assim deve ser um profissional ao alcance de resultados. Já estabeleceu sua meta? Então vá até o fim, pague o preço, não hesite diante dos obstáculos. O que você não pode permitir é intimidação diante de um não do cliente, se abater por causa de uma reclamação ou se apavorar por causa de uma ação do concorrente. O bom profissional é aquele que se supera a cada dia, cresce nos momentos de dificuldade e só comemora quando sabe que teve persistência suficiente para bater sua meta.

4º - Foco: É impossível ter foco em duas coisas ao mesmo tempo e sem ele pouco provável que alguém atinja uma meta. Outro detalhe importante é que o foco não deve ser no produto e sim no cliente, ou seja, é imprescindível descobrir de que forma o seu produto pode satisfazer as necessidades do seu cliente. Fique atento: foco é força.


Quando se fala em meta não existe "quase" ou "mais ou menos". Da mesma forma que não existe uma mulher meio grávida não existe uma meta meio cumprida. Independentemente de qual é sua lembre-se sempre de associá-la à sua meta pessoal. Tanto no mundo dos negócios como na vida pessoal ter como garantia a possibilidade de uma segunda chance é um grande erro. Não podemos nos dar ao luxo de deixar para a próxima. Faça o que tem que fazer e viva tudo o que gostaria de viver.


Wagner Dias
Fonte: empreender para todos

Os Hábitos dos Executivos de Sucesso

Por Ari Lima



Conhecer a forma como executivos de sucesso atuam no dia a dia, seus hábitos no trabalho e em sua vida pessoal pode ser uma vantagem competitiva para os profissionais se sobressaírem no mercado. Em geral são conceitos simples e fáceis de aplicar, porem são úteis o bastante para serem incorporados às rotinas de novos e até mesmo de experientes profissionais.


As idéias a seguir, foram baseadas em entrevistas realizadas por Stephanie Winston, consultora americana, e constam de seu livro, Organized for Success, ainda sem tradução para o português, citado em matéria da revista VOCÊ s.a. (Edição 86, agosto de 2005).

Vamos descrever e analisar a seguir as principais idéias sobre os hábitos das pessoas de sucesso.


Planeje seu trabalho

Habitualmente liste as tarefas a serem realizadas no dia. Nunca ultrapasse mais de dez itens e priorize sua lista em ordem decrescente de prioridades. O que não conseguir realizar naquele dia, transfira automaticamente para o dia seguinte.


Trabalhe com prioridades

Existem três tipos de tarefas a serem realizadas. As essenciais, as importantes e as secundárias. Procure orientar sempre seu trabalho para o que é essencial e só depois realize as tarefas que são importantes. As atividades secundárias devem ser realizadas somente quando se tornarem essenciais ou importantes.


Tenha sempre um plano B

Como defende o ex-presidente da Ford Lee Iacocca, que ficou famoso por ter salvo a Chrysler da falência, quando tornou-se também presidente desta empresa, procure ter sempre um plano B. Caso algum item de sua lista tiver de ser adiado, transfira a tarefa para outra pessoa ou tome outra atitude para evitar algum prejuízo maior.


Coloque em prática sua lista de prioridades

Execute as tarefas agendadas, delegue as que não puder executar, e determinar prazos e hora para concluir cada item. Faça um acompanhamento da execução de cada tarefa ao longo do dia.


Mantenha sua agenda organizada

A agenda é uma importante ferramenta de gestão e deve ser utilizada como se fosse um plano de ação. É importante ter uma visão do todo, e frequentemente repasse sua programação para o dia seguinte, semana seguinte, mês seguinte e assim por diante.


Utilize o telefone de forma dinâmica

Alem de procurar ganhar tempo através do telefone, é preciso ficar atento e desenvolver a habilidade de perceber as nuances da voz de quem fala com você, assim o telefone poderá substituir muitas possibilidades de reuniões ganhando com isso um tempo precioso.


Utilize um caderno de anotações

O caderno de anotações pode se tornar um verdadeiro diário de nossa vida profissional, servindo inclusive para futuras pesquisas sobre fatos passados. Ajuda a lembrar detalhes importantes do dia a dia, além de experiências que teve no contato com diversas pessoas.


Use a tecnologia como uma aliada

Muitas reuniões podem ser realizadas por videoconferência evitando viagens dispendiosas, internet, e-mails, blogs, sites, palm tops e ipods. Todos estes equipamentos e recursos tecnológicos podem ser de grande utilidade na vida corporativa.


Como vimos este é um conjunto de hábitos simples e fáceis de serem implantados, dependendo inclusive das condições de sua organização. O mais importante é verificar quais destas idéias podem se adaptar melhor a sua situação e incorporá-los aos seus hábitos diários. Desta forma o profissional conseguirá maior produtividade e consequentemente melhores resultados.


Ari Lima é empresário, engenheiro, consultor em marketing pessoal e gestão de carreiras e especialista em marketing e vendas.
Fonte: portal do marketing



Marketing Entre Empresas

Por Marcelo Miyashita



Muito tem se falado sobre marketing de relacionamento, ou seja, a aplicação de táticas de marketing para regularizar, promover e aproximar relações interessantes para o negócio. O universo B2B (business to business) tem nessa prática uma aliada e é dessa fonte que muitas empresas que praticam o B2C (business to consumer) vêm buscando inspirações para delinear boas táticas nas suas relações com o consumidor. A busca pela excelência, estimulada pela competição, demonstra que além de investir em conquistas de novos clientes é igualmente, ou mais importante, mantê-los. E o B2B, pelas suas características, tem nas práticas das relações corporativas sua principal ferramenta de trabalho.

No B2B relacionamento é tudo. Como o número de envolvidos - comparativamente - é bem menor, há mais integração entre as organizações e transações com mais freqüência. No entanto, esse 'bem menor' não significa poucas relações na ponta do dedo. Como o B2B envolve contatos entre parceiros de negócios (fornecedores, intermediários, stakeholders e clientes corporativos), grandes organizações podem chegar a números que ultrapassam a casa dos milhares. Aí já não dá mais para tratar as relações corporativas como uma responsabilidade particular de cada um na companhia. Em nome da performance é necessário estruturar e gerenciar as relações corporativas. Faça a conta, uma empresa se relaciona com muito mais do que imaginamos.

Empresas negociam mutuamente em diversos níveis, por meio de várias pessoas de diferentes departamentos. A qualidade do negócio está associada à eficiência de todos na forma como o serviço é prestado e - aí está o ponto - no jeito como o relacionamento se desenvolve. Não basta só atender ao parceiro, para fazê-lo da melhor forma é necessário conhecimento, interação, compreensão e constante inovação. E só com relacionamentos geridos e estruturados consegue-se isso. A cada interação gera-se informação e conhecimento que poderiam ser compartilhados, a fim de que todos tenham uma percepção única.

Lembrando que a gestão de pessoas está intimamente ligada à liderança e à forma como elas se respeitam e se relacionam internamente. No entanto, pode ser potencializada se tiver apoio estrutural por meio de táticas de relacionamento: eventos formais, comunicações dirigidas e ações institucionais.


Relevância

E para uma boa prática não basta só a permissão do relacionamento. É preciso trabalhá-la com a palavra-chave das relações: relevância. Da mesma forma que bons profissionais compreendem a necessidade de estabelecer contatos sempre com motivos relevantes - sob pena de se tornarem inconvenientes - o marketing nas relações corporativas deve também respeitar essa máxima. Por exemplo: muitas empresas mantêm revistas corporativas para o mercado, porém nem todas contêm editorial direcionado - ainda é comum encontrarmos publicações que mais parecem folhetos publicitários. É do interesse da empresa se promover, mas realizado no exagero, torna-se uma comunicação irrelevante. Com isso a permissão é revogada e a empresa acaba tornando-se 'spammer' – ou seja, a comunicação vai para o lixo sem mesmo ser aberta. A relevância está atrelada ao conhecimento sobre as necessidades, aspirações e interesses do público corporativo. Com essa consciência, a comunicação deixa de ser um informativo para se tornar um canal de prestação de serviços relevantes.


Informação

No entanto, antes do alinhamento do conteúdo, é necessário captar e tratar a base das ações do relacionamento: a informação. É fácil quando temos operações com poucos envolvidos, nessa situação a informação pode ficar na memória de cada um - quando são poucos a proximidade pessoa-pessoa estimula o circular da informação. Mas e quando temos milhares de contatos e a empresa centenas de pessoas que atendem, vendem, faturam, cobram, entregam e prestam serviços pós-venda? Aí é necessário transformar essa memória individual numa memória coletiva. Podem-se utilizar sistemas e softwares para integrá-las e compartilhá-las como programas de PRM (Partner Relationship Management), um tipo de software de gestão de informação, similar ao CRM (C de Consumer), que gerencia as interações e transações entre empresas. Há várias soluções no mercado. Contudo, assim como o próprio CRM, não é porque se têm softwares que há efetivamente boas ações de relacionamento.

Informação gerenciada é importante, porém, não é um fim em si mesma. É preciso trabalhá-la e prover ações estruturadas de relacionamento que apóiem a já existente relação pessoa-pessoa que há dentro dos negócios corporativos. Marketing nas relações corporativas é suporte e potencializa contatos profissionais que, pela natureza do B2B, formam sua base e fator crítico de sucesso das organizações.


Marcelo Miyashita é consultor líder e palestrante da MIYASHITA CONSULTING.

Fonte: portal do marketing

Lições de Um Camelô

por Ednei Poltosi


Depoimento de Ednei Poltosi, de Novo Hamburgo / RS, que assistiu a palestra do David, um Camelô do Rio de Janeiro.


Amigos, ontem assisti a uma palestra do David, que se intitula o segundo camelô mais famoso do Brasil, perdendo apenas para o Silvio Santos, e gostaria de compartilhar o que vi e aprendi com todos vocês; na minha opinião; uma das melhores lições de vida e de marketing que já vi.

Há 17 anos atrás ele era cortador de cana na divisa entre o Rio e o Espírito Santo, quando arrumou um emprego na Polygram e veio morar na cidade, em um barraco que alugou na Rocinha.

Dois anos depois foi demitido e não conseguindo pagar o aluguel foi despejado em seguida. Passou a morar na rua, embaixo da laje de um prédio no centro do Rio, onde passou fome, muito medo e muitas outras necessidades.

Na ocasião sua esposa estava grávida de 8 meses e numa determinada noite ela sentia muitas dores. Ele sabia que para aliviar aquelas dores precisava comprar um medicamento que custava R$ 12,00 e não tinha um real sequer. O porteiro do prédio em que ele "morava" sob a laje se sensibilizou com a situação, emprestou os R$ 12,00 e ele foi à farmácia.

A caminho da farmácia ele pegou aquele dinheiro com as duas mãos, segurou firme e pediu a Deus que "o iluminasse para sair daquela situação aflitiva”. Ele disse que "deu um negócio" na cabeça dele, e ao invés de ir para a farmácia ele foi a uma distribuidora de doces, comprou os R$ 12,00 em balas drops e em duas horas dos R$ 12,00 fez R$ 24,00. Dos R$ 24,00, pegou R$12,00 e comprou o remédio e os outros R$ 12,00 foi o seu capital de giro inicial.

Hoje, 15 anos depois, ele fatura R$ 158.000,00 por mês, sendo R$ 38.000,00 com sua barraca de salgados, doces e sucos e R$ 120.000,00 com as palestras que ministra, principalmente para público executivo de empresas, como empresários, presidentes, diretores e gerentes (Bradesco, C&A, TAM, etc.).

Existem mais de 80 matérias sobre sua vida e seus resultados nas mais diferentes mídias no Brasil (Estadão, Folha, Carta Capital, Jornal Nacional, Jornal da Globo, Programa do Jô, Marília Gabriela, Adriane Galisteu, etc) e no mundo (EUA, Canadá, Japão, Inglaterra, etc).

Foi entrevistado no programa do David Letterman (mais famoso programa de entrevistas do mundo), ficou no hotel que hospeda os entrevistados do programa, e no quarto ao lado estava o Mel Gibson. No dia, a entrevista do Mel Gibson durou 11 minutos e a do David 22 minutos.

David ensina em suas palestras lições de vida e de marketing, que seguem algumas listadas abaixo:

- Sua barraca tem base de dados de 5000 clientes. Com isso ele sabe o perfil dos seus clientes, o que preferem, quanto gastam. Envia e-mail no dia do aniversário cumprimentando e dando um brinde tipo pacote de biscoitos ou um chocolate;

- Aumentou seu faturamento em 30% explorando o que ele identificou o “horário da fome”: às 15:00h sabia que vários dos seus clientes tinham fome mas tinham preguiça de descer e comprar os produtos. A partir disso criou um callcenter (que na verdade é o celular dele) onde atende os chamados e faz as entregas;

- Tem o drive-thru, um local onde os clientes param o carro e são atendidos, sem que os mesmos precisem descer do carro;

- Tem o cai-cai, se um cliente está comendo e o produto cai no chão ele dá um novo na hora;

- é patrocinado pela Losango Financeira (que paga para ele usar os uniformes com o logo dela), fez parceria com a United Air Lines onde promove concursos e ganha em troca passagens aéreas para ele e a família;

- a Tostines cedeu 3 guarda-chuvas tipo Fórmula 1 para que, nos dia de chuva, ele possa ir buscar os clientes do outro lado da calçada: quando o cliente entra embaixo do guarda chuva, ele aponta um papelzinho pendurado na armação indicando um prêmio que o cliente ganhou;

- fez a campanha “Boca Limpa”, onde fez convênio com uma clínica odontológica e quando os clientes atingiam determinado valor consumido, ganhavam uma limpeza bucal. Nessa ocasião ele teve o caso de dois clientes que não tinham quase nenhum dente na boca perguntando ao David como eles ficavam nessa promoção:

- Na hora ele criou outra promoção para esses dois clientes que após determinado volume de consumo em produtos, esses clientes ganharam uma dentadura;

- ou seja, ele encanta os seus clientes SEMPRE, com muita criatividade e ousadia

- ele é referência nas principais Universidades que tratam de marketing no país e está estendendo essa fama ao exterior;

- quando perguntam a ele se esses gastos não dão prejuízo para a operação dele, ele diz: "marketing bem feito é assim, você dá um passinho para trás e, com calma, dá três passos para frente."

Em relação às suas considerações sobre a vida, ele pensa que:

- a vida é dura para quem dá mole;

- faça sempre negócio pensando pelo seu cliente: se você vende um produto que você sabe que não será bom para seu cliente, a médio e longo prazo você fez um mau negócio - isso ele chama de "marketing negativo";

- haja com Honestidade: o que você faz para o mundo volta para você, da mesma maneira; e

- quando os amigos o provocam dizendo: "tá com grana, carrão, agora vai trocar a patroa de 50 por duas de 25", ele responde: "Quando eu morava na rua, passando frio, fome e medo um dia eu disse para minha mulher: meu amor, por que você não volta para casa dos seus país por enquanto, pelo menos lá você tem um abrigo, e tem comida para se manter”. Ela disse: "Eu escolhi você para ser meu companheiro, seja na alegria ou na tristeza, seja na dor ou no amor, seja na pobreza ou na riqueza".

Ele termina: "Meus amigos, cuidado com as ilusões, isso é que é uma mulher de verdade!" e que "a família é o melhor e mais precioso tesouro que podemos ter".

Ednei Poltosi

Fonte: empreender para todos

O Princípio da Motivação

Por Rogerio Martins



Em recentes pesquisas e apresentações sobre motivação uma pergunta tem sido recorrente: o que nos motiva na vida? Desde que iniciei meus estudos sobre motivação humana descobri diversas explicações, conceitos, teorias e experiências que às vezes me confundiram sobre o verdadeiro princípio da motivação. Porém, isto me estimulou a procurar no convívio diário com profissionais, executivos, alunos e amigos o verdadeiro sentido do que nos motiva na vida.

De certo que não encontrei uma explicação definitiva sobre o assunto, mas percebi uma linha de conduta comum a todas as pessoas bem sucedidas que mantive e mantenho contato até hoje. O traço comum de comportamento que coloco como um dos princípios da motivação humana é a capacidade de pensar positivamente sobre seu futuro.

O fator “visão positiva do futuro” faz com que as pessoas tragam algum significado para suas vidas. Quando pensamos sobre nossos futuros estamos criando uma ponte para o sucesso. Nossas ações passam a ter um sentido à medida que organizamos os sonhos e ambições. É fundamental ter sonhos para que encontremos motivos em nossas vidas. O sonho é o primeiro passo para a concretização dos objetivos. Para alguns o sonho é casar e ter filhos, para outros é ser bem sucedido profissionalmente, em outros casos é ter mais tempo para si mesmo, e assim por diante. À medida que projetamos estes sonhos em nossas mentes criamos condições favoráveis para vivermos motivados para alcançá-los.

Em função disso, afirmo que para encontrar a motivação para o dia-a-dia é preciso primeiramente ter sonhos, projetos sobre o futuro, uma visão clara e significativa de onde se quer chegar ou o que se quer fazer com a própria vida. É preciso ter um sentido maior e que faça a diferença para si mesmo.

Há um caso real que reforça esta idéia: a do psiquiatra judeu Viktor Frankl que, preso no campo de concentração de Auschwitz, em plena Segunda Guerra Mundial, traçou três metas ao chegar naquele local deplorável: manter-se vivo, ajudar as pessoas com seus conhecimentos médicos e aprender alguma coisa com aquela situação. Ele conseguiu! No livro “Em busca de sentido”, Viktor Frankl descreve os horrores daqueles momentos quando foi quase vítima do extermínio, mas por definir claramente seu futuro agiu diariamente motivado para cumprir suas três metas.

No mundo corporativo também encontramos casos semelhantes de determinação, motivação e foco no sucesso. O exemplo mais recente é da empresa japonesa Toyota. Há alguns anos seus executivos traçaram a meta de ser não somente a melhor empresa de fabricação de automóveis, mas a maior. Este plano está se tornando realidade porque seus funcionários, clientes e fornecedores compartilham este futuro. Um executivo da indústria de autopeças contou-me, certa vez, um fato interessante sobre o relacionamento e visão compartilhada relativo a montadoras, na qual a Toyota foi citada. Segundo ele, quando havia algum problema no material entregue, as montadoras costumavam chamar para uma conversa e apontar “o erro do fornecedor”, enquanto que a Toyota chamava para a reunião abordando “a resolução de um problema nosso”. Os profissionais da Toyota colocavam a situação como algo a ser resolvido em conjunto e o ônus era partilhado entre as partes. Isso fez e faz toda a diferença.


Voltando aos sonhos, é preciso ter cuidado com o tamanho deles. Algumas vezes o sonho é tão grande que, para ser alcançado com sucesso, deve ser dividido em pequenas partes. Caso contrário, a frustração de não atingir aquele objetivo é um fator de desmotivação tão poderoso que poderá ocasionar a sensação de derrota. Para se chegar à vitória é preciso pensar nela primeiro. Vários esportistas e executivos de sucesso já apontaram que o fator determinante de suas conquistas foi a associação de uma visão positiva de seu futuro, com a determinação para alcançar a vitória. É preciso sonhar e agir. Planejar e realizar. Conquistar e comemorar.

Como sabemos, a motivação é um fator intrínseco ao ser humano e influenciado por fatores externos (pelo meio em que vivemos e pelas pessoas que convivemos). Por isso, nada mais natural que o princípio da motivação se encontre em nossos sonhos, desejos e ambições que, aliados a um sentido de ação, tornam-se a visão de futuro que nos impulsiona a realizar, agir, fazer, trabalhar, namorar, crescer e, enfim, viver. Motivos não faltam; basta dar um sentido a eles.

Rogerio Martins é Psicólogo, Consultor de Empresas e Palestrante.
Fonte: Portal do Marketing

Como Será o Profissional e a Empresa do Futuro?

Por Gilberto Wiesel



Li, recentemente, sobre uma reunião que o Grupo Wal-Mart teve com mais de 7.000 dirigentes e colaboradores.

Nela, chegaram a algumas conclusões que nos fazem perceber que algo está mudando dentro das organizações. As empresas começam a se preocupar também com as questões relacionadas à sobrevivência das espécies, bem como do nosso planeta, pois, vejam bem, a liderança, de hoje e daqui para frente, virá da conscientização dessas atitudes tomadas agora.

“Estamos enfrentando adversidades que poderão afetar profundamente nossa vida. Estamos falando sobre mudança climática, racionamento de água, desigualdade socioeconômica, infra-estrutura e energia,” disse Lee Scott, Presidente e CEO da empresa. “A Wal-Mart pode assumir um papel de liderança, ao adotar medidas que façam a diferença, tanto para os negócios como para o mundo,” completou ele.

Baseados nessas informações, começamos a nos perguntar. Como serão, daqui para frente, as empresas no Brasil? Como serão os profissionais que irão desenvolver essas empresas e fazer acontecer os projetos?

A liderança de nossas empresas acontecerá a partir das atitudes e ações que irão implantar, visando à sobrevivência do nosso planeta, e vou mais fundo, visando também a resgatar valores morais e éticos, que estão bastante esquecidos em muitos casos.


O novo cliente que está surgindo no mercado daqui para frente, vai escolher produtos ou serviços de empresas que estarão preocupadas com esses fatores. A nova geração de clientes é muito bem informada, vê tudo e lê tudo o que acontece no universo, é a geração de clientes com visão global, não apenas local ou regional. Ele quer saber se o produto/serviço que está adquirindo não estará fazendo mal para a sobrevivência de todos os seres vivos. Vai ler a embalagem para ver o que diz, vai associar a marca que está comprando às ações da empresa na sociedade. Quer saber se o que a empresa propaga realmente é verdade, se existe coerência entre o que dizem e o que fazem.

E como serão os profissionais que trabalharão nessas empresas? Sem dúvida nenhuma terão que ser mais humanizados, entenderem que um produto não se faz apenas para atingir uma meta, mas sim, para perpetuar uma empresa. Terão que colocar mais amor no que fazem, pois, ao fazermos com amor, pensaremos como seres humanos e não como máquinas robotizadas.

É um longo caminho que terão que percorrer, mas que, sem sombra de dúvida, não terá mais volta, pois só ficará nesse mercado a partir de agora, empresas e pessoas que tiverem uma nova visão do que fazem e o que isso irá gerar de impacto significativo para todos os consumidores.


Gilberto Wiesel é Conferencista Motivacional nas áreas de vendas, marketing, atendimento e relações humanas.
Fonte: Portal do Marekting

Balanced Scorecard BSC



Por Wagner Herrera




A premissa básica do BSC é a obtenção dos resultados decorrentes das reações de causa e efeito: uma ação ou um conjunto delas que tem como resultado transformações em seres, objetos ou situações posteriores.


Kaplan e Norton ao idealizarem o BSC estruturaram o método em quatro perspectivas que basicamente atendem as necessidades da maioria da empresas: a) o interesse dos proprietários e acionistas (remuneração do investimento), b) clientes da empresa devem estar satisfeitos e consumirem quantidades que maximizem o lucro, assim c) a empresa deve racionalizar seus processos internos buscando a excelência dos métodos e de força de trabalho, através da d) maximização do aprendizado do capital humano.


Resumindo: as reações de causa e efeito, resultam de uma cadeia de ações orientadas do aprendizado aos interesses dos proprietários, passando pelas melhorias dos processos internos para obtenção da satisfação dos clientes.


O BSC não pretende substituir o planejamento estratégico na obtenção da vantagem competitiva ou na busca de melhor posicionamento da empresa no mercado, pois as orientações estratégicas devem resultar de políticas, diretrizes, análise das oportunidades e ameaças do ambiente externo, do conhecimento das forças e fraquezas próprias, além dos cenários que se apresentarão pelos fatores conjunturais (sociais, econômicos, demográficos, culturais, etc.), pretende sim, ser uma ferramenta de apoio a disposição do planejador na implementação do plano.


O BSC pode ser orientador e capacitor de programas de melhorias departamentais desde que não conflitem com interesses da administração estratégica, posto que o alinhamento e a congruência dos resultados devem ser consoante com as diretrizes da organização. O método simplifica o plano de implementação das ações parciais, em nível de área organizacionais, simplificando a adoção de medidas com premissas simplificadas.


Na implementação de um programa de melhoria, o BSC orienta para criação dos scorecards - fichas ou planilhas para acompanhamento do programa prescrevendo um conjunto de quatro definições: a) os objetivos – declaração clara e assertiva dos alvos que se pretende atingir, b) o método de mensuração e obtenção dos indicadores que irão monitorar o desempenho ou resultados, c) as metas - quantificações ou qualificações e periodicidade dos objetivos factíveis cos os recursos, competências e capacidade da empresa e devem ser deliberadas (consensuais) pelo grupo responsável pelo atingimento das metas e, d) as iniciativas a serem postas em prática para o atingimento das metas. Aqui, abro um parêntesis, para um detalhamento maior do quesito ‘iniciativa’ pois demanda um plano resultante do planejamento das ações postas em prática para a consecução das metas, posto que o planejamento nada mais é que o encadeamento de operações seqüenciadas logicamente para obtenção dos objetivos e se este demanda ações em grande quantidade e demoradas ele é dividido em fases, etapas, passos, etc.


Embora as quatro definições sejam um padrão da metodologia, nada impede que o planejador utilize outras configurações que traduzam melhor sua pretensão. Por exemplo, num planejamento de progresso pessoal, pode definir como primeira perspectiva o (a) crescimento pessoal (financeiro, social, cultural, profissional, etc), como segunda perspectiva (b) influenciar, convencer, satisfazer pessoas ou entidades que o apóiem no intento (empresa, professores, família, amigos, etc.), bastando para tanto (c) desenvolver suas competências pessoais (atitudes, conhecimentos e habilidades), devendo (d) cuidar de seus núcleos de resultados internos (familiar, espiritual/mental, físico, emocional, intelectual, social, ecológico, financeiro, profissional), pois o ser humano é um todo sinérgico e se alguma área de resultado esta descompensada, em desequilíbrio, desalinhada, ele não se consegue a otimização dos resultados.


Outras inúmeras configurações podem ser elaboradas em concordância com as necessidades ou desejos do que se apresente e necessite ser implementado, porém o caminho é capacitar (aprendizado), otimizar (processos internos), satisfazer (clientes, consumidores, usuários) e beneficiar (proprietários)


Wagner Herrera é consultor com formação em Ciência da Computação e Engenharia de Produção
Fonte: Portal do Marketing


O Gerente Nota 10

Eu vou iniciar este artigo fazendo a seguinte pergunta; O gerente que se diz gerente precisa ter autonomia? Parece uma pergunta óbvia, mas o que infelizmente vemos no mercado é que isto não é verdade.





O perfil do cargo de gerente tem mudado muito ao longo dos anos. Foi-se o tempo em que os profissionais que exerciam essa função eram submissos a seus patrões. Hoje vivemos na era da humanização, ou seja, as empresas precisam entender que o cliente é seu maior sentido de existir. E o gerente precisa entender ainda mais que ele precisa ter o que chamamos em inglês de poder, “empowerment”. Porém, não é isso que vemos por ai. O que vemos são empresas que pouco se importam com o bem estar do cliente, se o que ela (empresa) está oferecendo agrega muito mais do que um simples produto e se ele (o cliente) ficará realmente satisfeito com o que está adquirindo.



O fato é que muitas vezes o gerente não é totalmente culpado por não ser competente no que faz, é claro que ele poderia muito bem usar de bom senso na hora de resolver algo em prol do cliente, mas não o faz por medo e por não ter autonomia para tal. Na verdade, o maior culpado de todo este processo é quem o coloca para exercer a função de gerente. Muitas vezes é aquele vendedor, por exemplo, exemplar que já tem muito anos dentro da empresa e que merece todo respeito e confiança. Então, em um belo dia ele dorme vendedor e acorda gerente. No primeiro momento, felicidade total, o cargo dos sonhos. Agora todos o vão respeitar, pois ele é gerente. Ele vai poder olhar para todos seus subordinados de cima para baixo sem ser criticado, pois ele é gerente.



E começa o primeiro dia de trabalho, ele um pouco tenso, mas confiante. De repente, um cliente vem até ele a mando do vendedor pedir um desconto a mais em um produto por estar pagando à vista, porém, ele diz que não pode fazer nada, pois seu patrão não o autorizou a dar desconto maior que o da vitrine, então o cliente sai sem o produto e aborrecido. Ele chama o vendedor q tinha atendido o cliente e pergunta quem o tinha autorizado a mandar cliente conversar com ele, e o vendedor disse que ele era o gerente e podia resolver mais do um simples vendedor e ele chama atenção de seu subordinado na frente de todos.



O dia vai passando, as responsabilidades aumentando, as insatisfações dos clientes internos e externos também. Termina o dia, o novo gerente está exausto, mas feliz por ter cumprido sua missão (na sua visão). Depois de um mês de árduo trabalho, seu patrão o chama e diz que ele e sua equipe não estão trazendo o resultado que ele esperava ter e o ameaça dizendo que ele tinha que melhorar os números da empresa senão...



Daí você pode concluir que a corda no pescoço do gerente vai apertando cada vez mais e onde entra a contribuição do dono da loja para ajudá-lo a realmente aprender a gerenciar?



Isso, amigo, é só um exemplo, mas tirado de nossa realidade. Grande maioria dos gerentes não está preparada para o desafio de ser gerente, estas pessoas são simplesmente jogados aos leões e obrigados a trazer resultados satisfatórios para o bolso do patrão. É claro que não seremos hipócritas de dizer que não queremos obter lucro, esta é a grande razão da existência de um negócio. Mas então por que não preparar as pessoas para o mercado? Por que não capacitá-las para gerenciar com eficiência e eficácia? Não seria mais fácil e os resultados positivos mais prováveis de acontecer?



Gerenciar um estabelecimento vai muito além de apenas mandar, passa por delegar, liderar, ter noções dos números da empresa, estabelecer metas, enfim muitos atributos. O que os patrões estão fazendo é simplesmente colocar um funcionário comum para ficar na linha de frente de seu negócio. E o gerente não um funcionário comum, é alguém que juntamente com sua equipe vai tirar seu estabelecimento de um ponto e posicioná-lo em outro bem melhor no mercado, é o gerente nota 10.




Por Amandio Junior
Fonte: O Gerente

Como Uma Empresa Pode Medir A Qualidade Dos Seus Serviços

Por Marcelo Miyashita



Como ocorre em produtos, é necessário também criar um bom programa de qualidade em prestação de serviços, que meça a sua eficiência operacional e a satisfação do cliente.

Para isso, é preciso compreender as diferenças entre produtos e serviços. Produtos são físicos, tangíveis e produzidos, portanto, sua medição de qualidade pode ser realizada por meio de testes internos e com uso de equipamentos. Já serviços são atos intangíveis e prestados por pessoas a todo momento. O controle dos serviços pode ser feito em testes internos, via avaliações no treinamento das pessoas, mas esses resultados não são garantia de qualidade na hora da verdade. E nem garantem que os serviços serão sempre prestados no mesmo nível planejado. Serviços, mais do que produtos, sofrem muitas influências que afetam o padrão de qualidade: as pessoas, a cultura da empresa em relação aos clientes e o trato com funcionários, a liderança praticada por cada gestor da linha de frente e, lógico, os diversos perfis de clientes com suas opiniões e necessidades diferentes.

Fundamental no caminho rumo à qualidade total em serviços é compreender a satisfação do cliente. E medi-la constantemente via controles gerenciais, enquetes, questionários e, principalmente, pesquisas estruturadas - justamente o que menos se faz.

E qualquer empresa, de qualquer tamanho, pode promover pesquisas de satisfação de clientes. Há uma mística sobre esse tema, normalmente pensa-se em pesquisas quantitativas complexas que demandam grandes investimentos. O ponto é que é muito simples realizar, por exemplo, uma pesquisa via entrevistas individuais com clientes, que fornecerá informações valiosas sobre a qualidade dos serviços.

Primeiro, deve-se definir que clientes serão entrevistados. Se a sua empresa atende a muitas pessoas, escolha os clientes habituais e convide-os para uma entrevista. Por consumirem com freqüência, eles têm uma opinião mais clara sobre os seus serviços, conhecem as qualidades importantes e sabem distinguir o que é bom e o que não é.

E o que são essas qualidades? São os adjetivos, os atributos que, na visão dos clientes, são fundamentais para as suas satisfações. Por exemplo, no atendimento de balconistas, as qualidades podem ser: simpatia, atenção, conhecimento, rapidez, vestimenta e até higiene.

Depois de identificadas as qualidades, precisamos que os pesquisados ordenem a importância de cada uma. Aparentemente, “simpatia” e “atenção” são mais relevantes, mas, dependendo do negócio, qualidades como “rapidez” e “conhecimento” podem ser decisivas na visão dos clientes.

E, para terminar, levantamos notas, avaliações de cada item. Como resultado, a empresa identificará com mais clareza suas qualidades e seus desempenhos. No caso do balconista, se a vestimenta for uma qualidade importante para os clientes e a nota for baixa, para aumentar a satisfação, será preciso melhorar a qualidade do uniforme.

Muitas informações valiosas sobre os seus serviços podem ser captadas por entrevistas individuais periódicas. Há muitas técnicas de medição de qualidade e o ideal é encontrar o conjunto mais adequado ao seu negócio. Indico um livro interessante: Qualidade total em serviços, de Alexandre Luzzi Las Casas (Editora Atlas).

Implante um processo de pesquisa nos serviços, ele vai apresentar caminhos e direcionar suas decisões, além de ajudar na melhoria do padrão de qualidade, que deve ser a busca contínua de qualquer empresário que tenha nos serviços sua vantagem competitiva.
 
Marcelo Miyashita é consultor líder e palestrante da MIYASHITA CONSULTING.
Fonte: Portal do Marketing



Armadilhas da soberba – parte 02



AS 5 ARMADILHAS DO EGO



Um líder é capaz de construir raciocínios complexos para convencer as pessoas — e ele mesmo — de que aquilo que está fazendo é o certo. "Quem é excessivamente ambicioso tem uma opinião superdimensionada de si mesmo. Isso leva a pessoa a subestimar os obstáculos e a superestimar sua competência", diz Paul Streber. Conheça os cinco tipos de soberba.

1. "Sou bom em tudo"

Um exemplo recente é o de executivos brasileiros que operam no mercado de derivativos de câmbio. Após sucessivas operações com ótimos resultados contábeis, eles passaram a ignorar o risco, a ponto de imaginar que jamais seriam pegos por um aumento rápido na cotação do dólar. Quando a crise se intensificou, no início de setembro, vários profissionais perderam o emprego.

2. "Sei o que o cliente quer"

A armadilha do ego está em superestimar o conhecimento que se tem de um determinado mercado. Acomete vendedores e gerentes comerciais experientes, por exemplo. O executivo considera que já sabe exatamente o que seus clientes querem. Sem consultar o mercado, traça toda uma estratégia baseada nas suposições que fez. E fracassa quando coloca o plano em prática

3. "Não há nada de errado comigo"

Esse comportamento revela uma recusa a encarar a realidade. Costuma atingir gestores que precisam reduzir custos ou aumentar a produtividade de suas áreas. Esses gestores acreditam que estão fazendo o melhor possível e se surpreendem com a informação de que é preciso fazer mais. Normalmente, eles resistem a obedecer, argumentando que eles estão certos e a empresa, errada.

4. "A concorrência é ruim"
Essa manifestação de autoconfiança está presente em executivos de empresas maduras que costumam menosprezar a concorrência. Atinge também profissionais que estão entrando em um determinado mercado e, no lugar de inovar, apenas imitam os líderes do setor. O lema de quem sofre dessa soberba é "nós podemos superar a concorrência, não importa o que ela faça".

5. "Render-se, nunca. Retroceder, jamais"

O comportamento ataca gestores em empresas ou departamentos que dão prejuízo. A pessoa se recusa a desistir de um projeto e garante que a solução é investir mais recursos humanos e financeiros para recuperar a lucratividade. Esse tipo de profissional é hábil em criar argumentos para convencer a companhia a seguir em frente da maneira que ele entende que é a certa.



Fonte: você s.a.



Armadilhas da soberba – parte 01



Confiança na dose certa ajuda você a crescer na carreira. Em excesso, pode levar a erros gigantescos



A auto-estima é um componente fundamental para crescer na carreira. Ela se traduz em confiança e ajuda a tomar as decisões difíceis no dia-a-dia. Quando você erra, é essa mesma confiança que o faz reconhecer equívocos e seguir em frente. Ela é diretamente proporcional à quantidade de conhecimento que você tem a respeito de um assunto, ou à experiência que já acumulou para realizar determinada tarefa. Portanto, ser confiante é bom. O problema está no excesso de confiança, também chamado de orgulho ou soberba. Trata-se de uma armadilha em que muitos profissionais bem-sucedidos costumam cair. Seu maior perigo? Normalmente, só se percebe a soberba quando já é tarde demais.


Tome-se como exemplo a atual crise financeira. No Brasil, as empresas e seus executivos operam no mercado de derivativos de câmbio, obtendo grandes ganhos financeiros. Quando essa operação regular dá lugar à tentação de lucros exorbitantes, o que se vê são casos como o da Aracruz, da Votorantim e da Sadia. Neles, seus executivos se achavam espertos demais para ser pegos por um aumento rápido na cotação do dólar. "De fato, a chance de dar errado era mínima, mas foi subestimada por vários profissionais", diz José Rogério Luiz, de 44 anos, vice-presidente executivo da Totvs, empresa brasileira de software de gestão. Quando a crise veio e o dólar subiu, o prejuízo foi de bilhões de reais. E mais: vários executivos perderam seus empregos. "Regra geral, os líderes são os mais expostos à soberba", diz o suíço Paul Strebel, professor de liderança e mudança estratégica da IMD, escola de negócios com sede em Lausanne, na Suíça.


Se o profissional souber evitar idéias preconcebidas, diz o professor, ele escapa das armadilhas do ego. "Abra tempo na sua agenda para ver, ouvir e entender o que está ocorrendo na empresa e no mercado", recomenda. A melhor forma de não ser excessivamente confiante, diz Paul, é ter a lembrança de um fracasso. Ao sentir a experiência na carne, a pessoa aprende. E quem é jovem e inexperiente como pode se policiar? A saída é encontrar interlocutores capazes de contestar suas convicções. "Precisa ser uma pessoa independente, de personalidade forte e capaz de acender uma luz vermelha para você", diz. O interlocutor certo depende do que você precisa. Veja alguns exemplos de anjos da guarda:


• Clientes Se você vai lançar um produto ou serviço, precisa ir à rua ouvir a opinião de quem vai comprar.


• Concorrentes Se você trabalha no reposicionamento de sua empresa ou de um produto específico, assegure-se de que você não está apenas imitando seus concorrentes, que conhecem o mercado tão bem quanto você. Tente pensar com a cabeça do rival.


• Funcionários Ao sugerir uma mudança, ouça o que acham da idéia subordinados e funcionários que serão impactados por ela. "Eles sabem o que precisa ser consertado", diz Paul.


• Investidor Se a intenção é trazer mais dinheiro para a empresa ou abrir um negócio, tente ouvir o que um investidor acha de seu plano de negócios.



A outra parte da culpa pela existência de executivos que falham por excesso de confiança está na própria cultura corporativa. Um componente da soberba é o poder conferido a alguns líderes. "Cria-se uma situação em que ninguém tem coragem de questionar o chefe", explica o professor. Numa hora dessas, é preciso se posicionar. "Tente explicar o que, de seu ponto de vista, é a decisão certa a ser tomada para o negócio", diz Antonio Sergio de Almeida, diretor administrativo-financeiro da Morganite do Brasil, fabricante de produtos de fibra cerâmica.




Fonte: você s/a

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA



1. INTRODUÇÃO

A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista como uma forma de Economia aplicada, que se baseia amplamente em conceitos econômicos, como também em dados contábeis para suas análises.

Vamos a Leitura...

Precisando está sempre nos atualizando, nos últimos dias foi postada uma matéria sobre as etapas para abertura de um pequeno negócio, agora precisamos aprender mais sobre a parte financeira para manter o negócio aberto e sempre prosperando.

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Obs.: Este material eu possuo a mais de 5 anos, e não tenho a fonte, se algum dos leitores conhecer a fonte, me envie que será dado os devidos créditos.

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