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Você é Carismático?

Autor: Samara Teixeira

O carisma é uma característica proveniente da condição de natureza de uma pessoa. É natural nesta pessoa a simpatia, a capacidade de fazer amigos, de se comunicar, de conquistar pessoas, afetos, negócios e de transmitir algo que muitas vezes não é palpável e nem visível, mas, que todos podem perceber, sentir e, muitas vezes, até mesmo ver.

É uma qualidade fortemente ligada à força e ao poder da presença da pessoa, contribuindo para torná-la inesquecível e encantadora. Uma pessoa centrada, presente na situação e nas relações faz com que estejamos atraídos por ela, o que desperta o nosso interesse mesmo antes de conhecê-la melhor.

“O carisma é, por definição, positivo. Na sua base implícita de ética e reciprocidade, o importante é inspirar os outros e construir um “nós” e, não, um “eu”, diferente da manipulação, em que as boas qualidades são utilizadas para conseguir uma vantagem pessoal”, explica Eduardo Shinyashiki, palestrante, consultor organizacional e escritor.

Geralmente são pessoas agradáveis e que todos gostam de “estar junto” a elas, possuem alto astral, autoimagem e autoestima muito positivas. Muitas vezes, desenvolvem trabalhos que beneficiam muitas pessoas, pois através do carisma, as pessoas carismáticas acabam por conquistarem condições e oportunidades que se abrem para elas, muitas vezes de forma mais “fácil” do que para outras.

“Desta forma, o carismático tem tendência para ser líder e estar a frente de trabalhos fortes e de amplitude maior (social, político, religioso e econômico). O carismático possui um grande potencial dinâmico, é muito ativo e produz bastante”, enfatiza Ramy Arany, co-fundadora do Instituto KVT.

Toda pessoa carismática é profundamente sedutora e este é um de seus pontos fortes, entendendo que a sedução não é a amorosa ou sexual, mas sim de atrair e conquistar pessoas, coisas e situações.
Onde o carisma pode contribuir para o profissional?

O carismático sabe bem aproveitar as oportunidades e marcar sua presença. Por se destacar em meio a demais pessoas ele é geralmente um líder. Com isso, a pessoa torna-se mais confiante, alegre, positiva, bem humorada e também mais assertiva, pois seu emocional é mais equilibrado em relação a ter menos dúvidas.

“A parte negativa é abusar da própria força carismática e direcioná-la somente para interesses pessoais. Usar da força de sedução para conquistar coisas, pessoas, situações que o beneficie bem como a seus interesses particulares. É importante que o carismático desenvolva uma consciência mais voltada para um benefício que abranja um maior número de pessoas. Penso que o ponto mais difícil e negativo é o uso indevido do poder carismático”, explica a especialista.
É possível desenvolver o carisma?

De acordo com Eduardo Shinyashiki, toda pessoas pode desenvolver o seu lado carismático, pois, é importante ressaltar que o carisma não é uma qualidade ou um dom que nasce com a pessoa. “Ele é uma característica que pode ser desenvolvida ao longo da vida. Também vale lembrar que elemento principal presente em quem tem carisma é a intenção verdadeira e honesta de inspirar, servir e se dedicar às pessoas, a um objetivo comum e ao interesse dos envolvidos. É a intenção autêntica de honrar e respeitar os outros que torna a pessoa magnética e carismática”, conta o consultor.

Para evitar desconfortos e ser mal interpretado quanto a habilidade carismática é necessário manter a própria intenção interna verdadeira e honesta. “O carisma não é sedução ou manipulação, mas é se dedicar às pessoas, se for uma pessoa de valores essenciais não acredito que terá algum problema de ser confundido em suas intenções, porém, há pessoas que, por escolha própria, exercem poderes que deixam dúvidas em relação aos seus propósitos. Penso que a consciência é a maior condição de autoproteção”, ressalta Ramy Arany.

Quais as principais características de uma pessoa carismática?

Existem quatro tipos de características que identificam uma pessoa carismática. São elas:

Capacidade de se comunicar, que significa saber ouvir com atenção os outros para poder transmitir uma visão, um sonho, uma missão e construir consenso;

Capacidade de se relacionar, ou seja, compreender as outras pessoas, suas vontades, opiniões, cultura, as motivações e se colocar no lugar do próximo para poder flexibilizar os próprios comportamentos e atitudes e poder motivar o grupo e representá-lo nos seus valores como um de seus integrantes;

Capacidade de conhecer a si mesmo, saber direcionar os pensamentos em direção ao resultado, construir uma autoimagem positiva, em que a autoconfiança e a automotivação estejam presentes e fortaleçam a identidade;

Capacidade de realizar, que é saber colocar em prática e concretizar as palavras e intenções, com o objetivo de gerar resultados, satisfazendo as necessidades do grupo representa.


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Você é Feliz no Seu Trabalho?


Prof. Abraham H. Maslow afirma: “As únicas pessoas felizes que conheço são as pessoas que estão trabalhando direito em algo que consideram importante. Todos os seres humanos preferem trabalho com significado a trabalho sem significado”. Qual é o seu significado do trabalho?

Já vi pessoas felizes e infelizes no trabalho. Já vi pessoas felizes que ganham pouco e pessoas infelizes ganhando um bom salário. Eu mesmo já vivi momentos infelizes no trabalho ganhando bom salário. Era um “garotão” na época vindo de uma família de poucos recursos financeiros. O dinheiro significava ter acesso aos sonhos de consumo.

Mesmo assim não me sentia feliz. Segunda-feira de manhã era muito dolorido ter que acordar e sair para o trabalho. O caminho de ônibus até a empresa parecia o corredor da morte. Por que o trabalho que me permitia ter acesso a coisas antes impossíveis não me entusiasmava, não me deixava feliz?

Pensava: “não gosto do trabalho, do chefe, nem da empresa”. Mas eu não tinha nenhuma razão para não gostar. Ele me proporcionava independência financeira. Não tinha o que reclamar: tinha bom ambiente, pagava em dia.

O trabalho significava dinheiro. Era a forma de ganhá-lo. Por isso, me esforçava para ser competente porque isso significava melhor salário. Assim era algo incompreensível não me sentir feliz com o que justamente me proporcionava uma boa renda.

O atrito interior e a falta de entusiasmo, refletiram no corpo e passei a ter problemas de saúde. Somando problema físico com falta de dedicação e alegria com o trabalho, acabei perdendo o emprego. Incrível, mas a sensação que tive com a notícia foi: “que bom, ótimo”. Deveria ficar triste, chateado. Mas, foi como se livrar de um peso, uma chateação.

Mais tarde o trabalho continuou sendo a fonte de recursos financeiros para sustentar a minha família com conforto. Assim teria sido por muito tempo, talvez por uma vida inteira, até ler o livro “A Verdade da Vida”, do Prof. Massaharu Taniguchi, e abrir os olhos da espiritualidade: “Trabalho é a ação que beneficia o próximo”.

Conceituar corretamente, ter a visão correta da vida, ter o conceito claro do trabalho faz toda a diferença. É o autoconhecimento que faz o homem ser feliz com o trabalho, com a empresa, com o chefe, com os colegas. É de dentro de si que deve brotar a alegria, a felicidade, o entusiasmo.

Prof. Taniguchi afirma: “O ser humano possui cinco desejos fundamentais: ser reconhecido, amado, elogiado, livre e útil. Quando esses desejos são satisfeitos, o homem encontra a razão de viver”. O trabalho é o meio para satisfazer os cinco desejos fundamentais. O trabalho é a sua identidade profissional, o seu valor pessoal.

Para que o trabalho signifique satisfação, cada um precisa reconhecer o significado e o valor dele. Reconhecer é conhecer duas vezes. Uma coisa é aquisição do conhecimento e outra é incorporá-lo. É o que os religiosos chamam de fé. Fé é mais do que conhecer, é a aceitação incondicional.

No livro “Maslow no Gerenciamento”, o Prof. Abraham H. Maslow afirma: “As únicas pessoas felizes que conheço são as pessoas que estão trabalhando direito em algo que consideram importante. Todos os seres humanos preferem trabalho com significado a trabalho sem significado”.

Cada pessoa deve encontrar o seu “significado do trabalho”. Para isso é necessário ter a definição correta do trabalho dentro de si. Se a definição for apenas “dinheiro” não é uma definição correta. Não é importante o suficiente para se sentir feliz, ter o entusiasmo necessário para ser bem sucedido.

Quando reconhecemos o verdadeiro valor e significado do trabalho, sentimos que estamos fazendo algo útil, livre do dever e necessidade de ganhar dinheiro. O autorreconhecimento vem naturalmente. Acaba com a preguiça ao acordar de manhã. Entusiasmo e dedicação ao trabalho vem naturalmente. O sucesso também


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5 Hábitos Das Equipes (muito) Produtivas no Trabalho Remoto

Atitude de profissionais envolvidos em equipes que trabalham de forma remota faz toda a diferença. Veja como eles se destacam, segundo pesquisa

Por Camila Pati

Home office já é um termo “antigo” para designar o teletrabalho. É que, como explica Humberto Cagno, presidente da operação brasileira da Unify, a casa do profissional não tem sido mais o local exclusivo para esta modalidade de trabalho.

“Nós temos estudado uma nova forma de trabalho que é remota, móvel e com equipes distribuídas por diferentes locais”, explica. 

As facilidades tecnológicas de acesso à internet e de compartilhamento de informações em ambientes remotos tornam possível o que o especialista define como "anywhere worker" (o profissional que trabalha em qualquer lugar que estiver, na tradução do inglês).

No entanto, não é apenas a tecnologia que faz este tipo de trabalho funcionar para as corporações. Pesquisa realizada pela Unify mostra que a maneira de atuação de seus membros faz toda a diferença na produtividade e organização do trabalho e isto influencia diretamente no sucesso destas equipes.

Desta forma, o levantamento, feito com 300 executivos de várias partes do mundo, indica os hábitos desses grupos de profissionais muito bem-sucedidos no teletrabalho. Confira quais são:

1 Conexão torna a distância um mero detalhe

Segundo a pesquisa, 68% das equipes que se dão bem no trabalho remoto têm mais da metade de seus integrantes trabalhando em locais diferentes e 85% delas, mais de um quarto dos seus membros atuando em outros locais.

Ou seja, a distância é, sim, uma realidade. Mas, pelo fato de estarem constantemente conectados, esses profissionais a transformam em mero detalhe, segundo Cagno.

De certa forma é o que já acontece entre milhões e milhões de pessoas, só que sob a ótica do trabalho. Facebook, Twitter, Whatsapp, Skype, Viber, LinkedIn e diversas outras redes encurtam as distâncias e facilitam o contato. Estas equipes, então, lançam mão destas e também de outras ferramentas corporativas para estarem conectados o tempo todo.

2 As pessoas se comunicam mais entre si

E não só para assuntos de trabalho. O levantamento revela que 86% dos profissionais destas equipes de sucesso no trabalho remoto conversam regularmente com seus colegas de outras localidades apenas para estreitar o relacionamento.

“Essas pessoas usam as ferramentas de conexão remota que têm disponíveis para todos os tipos de comunicação. Já é natural para elas”, diz Cagno.

3 A colaboração e o compartilhamento acontecem em tempo real

As equipes muito produtivas em ambientes remotos têm atitude colaborativa, por excelência. Compartilham documentos, sanam dúvidas e trocam informações de trabalho em tempo real, de acordo com o presidente da Unify no Brasil.

“Um exemplo de sucesso é a área de saúde, com médicos em diferentes locais discutindo diagnóstico por meio do compartilhamento virtual de exames clínicos”, diz o presidente da Unify.

4 Foco é a palavra chave para conferências virtuais

É fato que reuniões e conferências podem ser uma grande perda de tempo. E é justamente contra essa maré de horas perdidas que os integrantes das equipes remotas remam. 

Como isso é possível? Simples, só participam de reuniões as pessoas diretamente envolvidas (mesmo). A pesquisa mostra que 51% dos profissionais de equipes remotas bem sucedidas e produtivas nunca (ou raramente) participam de conferências em que grande parte do conteúdo é irrelevante para seu trabalho.

5 Menos monólogo, mais diálogo

Outro ponto relacionado a reuniões e conferências é a natureza da interação, de acordo com Humberto Cagno. Segundo o estudo, 77% das pessoas de equipes de sucesso no trabalho remoto dizem que menos de um quarto das reuniões são monólogos unidirecionais.

Ou seja, há mais abertura para a interação entre os participantes. “As reuniões por videoconferência, por exemplo, tendem a ser mais bem organizadas e feitas com grupos menores, o que aumenta a interação”, diz ele.


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10 Passos Para Driblar a Falta de Dinheiro e Ter Mais Prosperidade

A falta de dinheiro é um desses problemas em que, muitas vezes, a mente convencional não nos ajuda muito

Um dos maiores obstáculos de quem está infeliz no trabalho ou carreira e tem vontade de mudar de vida é a falta de dinheiro. E a falta de dinheiro, além de ser um problema porque adia ou mesmo impede a mudança de vida, causa um efeito ainda mais grave: o seu alinhamento com a energia da escassez.

Uma das características do universo é a abundância, uma infinidade de potencial e possibilidades. E como nós fazemos parte do universo, a nossa vida funciona muito melhor quando estamos alinhados com a vibe do todo: o que eu chamo de “vibe correta”, que é a vibe da abundância.

Mas como se alinhar com a vibe da abundância quando estamos sem dinheiro?

Diante de situações como essa, uma reação muito comum é ficarmos paralisados pelo medo e não fazermos nada. Ou ficarmos pensando no que pode ser feito. Mas, na maioria das vezes, a mudança só acontece quando nos colocamos em movimento. Grande parte dos nossos problemas na vida simplesmente não podem ser resolvidos de forma intelectual, usando a nossa mente.

A falta de dinheiro é um desses problemas em que, muitas vezes, a mente convencional não nos ajuda muito. Se hoje você está se sentindo falido – que é uma sensação horrível, por sinal – e pra todo lado que você olha, tudo o que você pensa é “não tenho dinheiro”, provavelmente você está também se sentindo bem frustrado ou até mesmo deprimido.

Vou dar algumas sugestões, hoje, para você sair do pensamento de “não tenho dinheiro” para “talvez eu tenha dinheiro”. Talvez você vá até mais longe e, ao final desse texto, pense: “eu tenho o dinheiro!”.

1. Venda alguma coisa que você não usa maisa Desapegar de jóias antigas, coisas que estão guardadas há muito tempo, coleções e coisas que já não serve mais pra você pode não só destralhar a sua casa, mas também ajudar você a conseguir algum dinheiro. Volta e meia, quando percebo que tem algo na minha casa que não quero mais, não tenho o menor pudor em transformar meu Facebook em Classificados. A última experiência foi quando parei de beber e, claro, me dei conta de que não precisaria mais ter uma adega em casa. Resultado: um post e algumas horas depois, tinha feito R$1 mil, me livrando de uma coisa que não tinha mais utilidade nenhuma na minha vida. E ainda fiz espaço pra colocar um par de atabaques novinho que eu estava a fim de comprar. Win-win!

2. Aumente seus preços

Se você já tem um negócio funcionando, e oferece produtos ou serviços, você precisa considerar aumentar o seu preço. Sempre pergunto para os meus alunos: se você aumentar seu preço 100%, você vai perder mais da metade dos seus clientes? Se a resposta for não, a solução é simples: aumente! Muitas vezes, meus alunos ficam com medo de perder clientes, mas às vezes perder clientes pode ser uma coisa BOA: se você vai ganhar o mesmo dinheiro atendendo a metade das pessoas, isso significa mais tempo livre! E se tem uma coisa que me deixa ainda mais feliz do que fazer dinheiro fazendo aquilo que amo é fazer tempo!

3. Promova para seus atuais clientes

Se você for aumentar seus preços, você pode avisar para os seus clientes já existentes que você vai aumentar a partir da data x, mas que para os clientes antigos você vai oferecer um preço especial. Então, por exemplo, se você for aumentar a sua hora de 100 para 200 reais, você pode oferecer uma hora de 150 reais para seus atuais clientes. Com isso, ao mesmo tempo você aumentou o seu preço AND eles ficaram felizes por ter um valor diferenciado.

4. Crie um pacote para seus atuais clientes

Pra quem trabalha com serviços, um movimento muito bom é sair da cobrança por hora e começar a oferecer pacotes. Então, em vez de oferecer uma sessão de massagem, de coaching, ou de consultoria, você oferece um pacote de várias sessões, oferecendo um pequeno desconto no valor da sessão única. Dessa forma, você já recebe antecipadamente o valor de várias sessões e consegue não só se capitalizar, mas também organizar a sua agenda de trabalho com mais antecedência.

5. Faça uma vaquinha: crowd-funding

Tem um montão de sites hoje que permitem que você mobilize os seus amigos e leitores e faça a famosa vaquinha pra realizar o seu projeto. As pessoas costumam ser muito generosas quando elas entendem “o que” e “por que” você está pedindo ajuda.

6. Antecipar o pagamento de uma conta mensal

Essa é uma estratégia mais difícil se você estiver totalmente falido, mas possível se você estiver ainda com um pouquinho de grana. O resultado dela é a longo prazo, mas você pode conseguir um bom dinheiro. Você pode perguntar ao seu locador, ou na escola do seu filho, se há um desconto se você pagar 3, 6 ou 12 meses antecipado. Quando eu morava em São Paulo, a escola do meu filho dava um desconto bem alto para quem pagasse a anuidade em vez de mensalidades, e com isso eu ganhei uma ótima grana. Dica pra quem está com pouco dinheiro: essa estratégia não se limita às suas contas grandes. Pode ser que você consiga negociar dessa mesma forma com seu personal trainer, sua diarista, o professor particular do seu filho. (Percebeu como essa é a estratégia de “criar um pacote para os seus clientes”, só que ao contrário?) 

7. Dívidas perdidas

Alguém, em algum lugar, deve algum dinheiro pra você. Pode ser um amigo, ou um cliente, mas o importante é que chegou a hora de você ligar pra ele. Se você deixa o seu dinheiro parado por aí na mão dos outros, a mensagem que você está enviando para o universo é de que você não está precisando de nada.

8. Porquinho esperto

Em cima da minha geladeira, eu tenho uma jarra onde coloco todos os dias as minhas moedas. Talvez você tenha uma parecida. Uma vez, li uma dica interessante sobre cofrinhos: colocar esse dinheiro no banco em vez do porquinho. Se você se comprometer a, toda semana, colocar em uma poupança todas as moedas E todo dinheiro ou cheque abaixo de R$30 que estiver dando sopa pela casa, você vai se surpreender com quanto dinheiro você consegue juntar aos poucos. Pensa que você ia acabar gastando esse dinheiro em besteira, sem nem sentir.

9. Se ofereça pra fazer o que você faz bem, remuneradamente

O que você faz sem esforço nenhum? Organiza festas? Arruma a casa? Brinca com as crianças? Administra página do Facebook? O que quer que seja, esteja certo de uma coisa: tem alguém no mundo que contrataria você pra fazer exatamente essa coisa. No começo, pode ser esquisito ganhar dinheiro pra fazer coisas que são tão “fáceis” pra você, mas essas são justamente as coisas pelas quais você pode cobrar mais caro, porque você faz mais rápido e melhor do que a grande maioria.

10. Se ofereça pra fazer o que ninguém quer fazer

Se você estiver disposto a fazer aquilo que as pessoas em geral detestam fazer, você vai ser contratado imediatamente. Pense em contadores fazendo declaração de imposto de renda. Foi assim, também, que surgiram os passeadores de cachorro, personal organizers, etc.


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Gestão Profissional de Uma Empresa Familiar

Um dos pontos fracos apontados na empresa familiar é a falta de profissionalização e a centralização de poder. Mas, só é possível pensar nestas coisas se pensarmos em etapas. Na primeira fase a necessidade é garantir a sobrevivência

Por Orlando Norio, 

Montar uma empresa é o grande sonho de muitas pessoas. As motivações iniciais geralmente são financeiras: ter uma fonte de renda sem depender da assinatura na carteira de trabalho, não ter que só cumprir ordens dos outros, não trabalhar para enriquecer os donos, etc. Logo o empreendedor se depara com uma dura realidade. É muito mais difícil do que se imaginava!

O primeiro cliente, mais do que alegria, revela a importância dessa conquista para pagar as contas da empresa e seu pró-labore. Cai a primeira ficha: se quiser sobreviver, se quiser ter uma empresa, necessitará de funcionários, clientes e fornecedores. Mesmo tendo 100% das cotas, nada serve sem estas pessoas.

Esta mudança interior é algo que ocorre no âmago do fundador da empresa. Se não ocorrer esta mudança será impossível garantir a sobrevivência e longevidade. Provavelmente a coisa mais importante e mais difícil para o empreendedor é compartilhar este sentimento com os outros, inclusive seus sócios. Não são todos os sócios que tem esta percepção e mudança.

Um dos pontos fracos apontados na empresa familiar é a falta de profissionalização e a centralização de poder. Mas, só é possível pensar nestas coisas se pensarmos em etapas. Na primeira fase a necessidade é garantir a sobrevivência.

Em um primeiro momento a empresa é o que chamo de lançamento do foguete. Para fugir da força da gravidade é preciso muita força. O empreendedor é o executor das tarefas operacionais. Fazer tudo, trabalhar duro até altas horas da noite é a rotina diária. Nessa hora é querer demais falar em profissionalização e descentralização de poder.

Não é a profissionalização que vai fazer a empresa decolar, vale muito mais o coração do que qualquer técnica de gestão. O importante nesta fase não é o grau de profissionalização da empresa. É em que nível os assuntos são tratados profissionalmente, ou seja, o interesse da empresa deve vir em primeiro lugar. É preciso saber separar a pessoa física da jurídica. São três os aspectos a serem considerados quando se fala na profissionalização. Um é tratar os assuntos comerciais de forma profissional, ou seja, sem sentimentalismo. Outro é contratar profissionais especializados. O último é a gestão profissional de verdade, ou seja, entregar a direção na mão de profissionais do mercado. Tratar tudo profissionalmente deve ser o primeiro aprendizado do empreendedor iniciante. A relação familiar é comandada por laços afetivos, de proteger a família, ajudá-la, etc. Tratar profissionalmente a empresa significa na prática uma coisa só: a empresa não pode ser usada como instrumento para manter, proteger ou ajudar a família.

A empresa não é composta unicamente de elementos internos: sócios e funcionários. Ela é composta também de elementos externos sem a qual a empresa não sobrevive. São os seus clientes, fornecedores e parceiros comerciais. Assim, a empresa deve satisfazer a todos estes elementos, não especificamente a vontade do dono da empresa.

Konosuke Matshshita, fundador da Panasonic dizia que “a empresa é da sociedade, da comunidade que pertence. Se a sociedade perceber que nela não existe vontade de servir ao público, certamente ela acabará falindo”. A empresa não é para servir exclusivamente ao dono da empresa, portanto, não deve ser utilizada para beneficiar os seus familiares.

Os parentes também fazem parte da sociedade, portanto podem ter a oportunidade, desde que seja merecida. Desta forma, será necessário estabelecer algumas regras para manter harmoniosas as relações familiares. Há a necessidade de englobar os membros atuantes e não atuantes na empresa. De alguma forma, todos estão interligados à empresa.

As regras são para separar claramente a família da empresa. Separar dinheiro: conta bancária pessoal e empresarial. Admissão de parentes. Estabelecer a remuneração (pró-labore) mensal dos sócios. Utilização de bens da empresa, especificamente sobre o uso de veículos. Viagens a negócio são para negócios e não para levar a família para passear.

São pequenas ações que precisam estar bem claras. É até compreensível usar o veículo ou levar a família na viagem de negócio. Mas se considerar que a empresa deve servir a todos (internos e externos) está totalmente errado. Estas pequenas regras aplicadas desde o início evitam o maior ponto negativo apontado nas empresas familiares: conflitos e disputas que acontecem depois que a empresa começa a ganhar dinheiro.


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10 Frases Que Nunca Devem Ser Ditas no Trabalho.

Algumas expressões podem ser mal interpretadas por seu chefe ou subordinado.

TUDO QUE DISSER PODERÁ SER USADO CONTRA VOCÊ 

A escritora Darlene Price, autora do livro Well Said! Presentations e Conversations That Get Results (Apresentações e conversas que dão resultado) selecionou para o site da revista Forbes algumas das frases que nunca devem ser ditas no ambiente de trabalho. Selecionamos aqui dez exemplos. Confira e lembre-se de banir essas expressões do seu vocabulário durante o expediente. 

"Não é justo" - em vez de dizer que você está sendo injustiçado porque só o seu colega ganhou aumento ou porque só você precisou trabalhar no feriado, tente juntar dados e informações que apresentem bem o seu trabalho e façam com que ele seja reconhecido. 

"Não é problema meu", "Não sou pago para isso" - atitudes egoístas podem limitar o crescimento profissional. Por mais que um pedido feito a você seja inconveniente ou inapropriado, imagine que ele é importante para quem o fez, portanto, tente não se mostrar indiferente ou insensível ao problema de outras pessoas. 

"Eu acho" - Que frase soa melhor: "Eu acho que a nossa empresa pode ser uma boa parceira para você?" ou "Eu acredito que a nossa empresa pode ser a uma boa parceira para você? O "Eu acho" transmite uma certa insegurança para o interlocutor. 

"Eu vou tentar" - Quando dizemos que iremos tentar fazer algo, está implícito que há a possibilidade de falharmos. Quando for falar com alguém no ambiente de trabalho, especialmente com seus superiores, prefira usar palavras como "Eu vou fazer". 

"Ele é um idiota", "Ela é uma preguiçosa", "Odeio essa empresa" - Evite fazer esse tipo de comentário imaturo sobre seu trabalho e seus colegas, pois isso poderá se voltar contra você. Se você tiver uma reclamação realmente pertinente sobre alguém ou alguma coisa, tente comunicar seus superiores com tato e neutralidade. 

"Mas nós sempre fazemos desse jeito" - Os líderes valorizam a inovação, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Uma frase como esta revela exatamente o oposto, ou seja, que você está fechado para novidades. Em vez de dizer isso, tente falar: "Que interessante, como poderíamos fazer esse trabalho?" Ou "Isso é bem diferente do que temos feito, vamos discutir os prós e contras". 

"Isso é impossível" ou "Não há nada que eu possa fazer" - Ao falar dessa forma mostrando uma atitude pessimista, passiva e sem esperança. Será mesmo que todas as possibilidades de solucionar o caso já foram checadas? Para não deixar uma impressão negativa entre seus colegas, prefira dizer "Vamos discutir as possibilidades diantes das circunstâncias" ou "O que eu posso fazer é isso". 

"Você deveria ter feito assim" ou "Você poderia ter feito de tal forma" - O ambiente de trabalho precisa ser um lugar de colaboração e trabalho em equipe. Ao apontar o dedo e dizer como alguém deveria ter feito seu trabalho, criamos um desconforto para todo mundo. Ao dar um feedback, tente usar expressões como "Da próxima vez, me passe as informações imediatamente" ou "Recomendo que no futuro você...". 

"Eu posso estar errada, mas..." ou "Esta pode ser uma ideia boba, mas..." - Quando usamos uma expressão depreciativa, você acaba depreciando também a ideia que vem a seguir. Não é necessário usar esse tipo de expressão ao fazer uma sugestão. Em vez de dizer "Posso estar enganado, mas acho que estamos gastando tempo com essa discussão sem importância", prefira falar "A meu ver estamos gastando tempo com essa discussão sem importância". 

Eu não tenho tempo para isso agora" ou "Estou muito ocupado" - Ainda que isso seja verdade, ninguém quer se sentir menos importante que alguém ou alguma coisa. Prefira dizer: "Será que podemos discutir isso outra hora?" ou "Que tal se eu passar na sua sala em 15 minutos para discutirmos isso?".


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Veja os 8 Principais Indícios de Que Você AMA o Seu Emprego

Você sabia que existem 8 aspectos que provam que você é apaixonado pelo seu emprego? Descubra quais são esses sinais

Gostar do local onde você trabalha é importante, mas melhor do que isso é amar o seu emprego. Se você não tem certeza se está realmente apaixonado pelo seu emprego, veja quais são os 8 principais sinais de que você ama o seu trabalho:

1 – Fofoca

Quando você ama o seu emprego, você não cria fofocas e nem ajuda a espalhá-las. Ao invés de fofocar, você comenta sobre as boas atitudes e iniciativas dos seus colegas.

2 – Você se sente confortável para falar

Mesmo que a sua opinião seja diferente do seu gestor e você se sente confortável para falar sobre ele, isso é um forte sinal de que você ama o seu emprego e realmente só deseja trazer boas ideias.

3 – Você gosta de reuniões

Apesar de parecer difícil, existem pessoas que gostam de reuniões, e elas gostam porque reuniões são a chance para mostrarem suas ideias, sugestões, críticas construtivas e encontrar soluções.

4 – Você deseja vencer

Ao invés de manter em mente que você deve “sobreviver” a esse trabalho, uma pessoa que ama o seu emprego pensa que ela deve “vencer” na empresa. Elas não se preocupam tanto com os momentos ruins, já que eles podem ajudá-la a chegar onde querem.

5 – Não olhar no relógio

Se o seu dia passa voando e você mal olha no relógio, isso é um dos sinais mais fortes de que você está totalmente apaixonado pelo seu emprego.

6 – Ajudar sem pensar

Se você ajuda os seus colegas de trabalho sem pensar duas vezes, isso demonstra que você só deseja ver o desenvolvimento dos seus colegas de trabalho e, por isso, ama o seu trabalho.

7 – Você não fica ansioso pelo salário

Obviamente o salário é uma parte essencial do emprego, mas ele não é a única coisa com que você se preocupa.

8 – Você se sente realizado

Acima de tudo, uma pessoa apaixonada pelo o emprego se sente realizada profissionalmente. Se você acredita que está perto de onde sempre quis estar, isso é sinal de que você ama o seu trabalho.

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Qual é a Visão da Sua Empresa?

Em muitas conversas com empresários vejo uma dificuldade deles saberem claramente para onde caminham e onde querem chegar com sua empresa

Por Robson Nasc,

Na maior parte das conversas, observo que a frase agradável que esta na parede, pode não ter sido descoberta, e sim produzida, e isso não tem nenhum efeito na organização.

Esta "simples" frase, além de impedir o crescimento acelerado da sua empresa, pode causar falta de comprometimento da equipe, por não terem um foco a longo prazo definido e claro.

Visão é uma palavra inspiradora escolhida por empresários de sucesso de forma clara e concisa para transmitir a direção da organização. Ao elaborar uma declaração clara de visão, você pode poderosamente comunicar as suas intenções e motivar sua equipe ou organização para realizar uma visão comum, atraente e inspiradora do futuro para todos.

A visão também define a finalidade da organização, mas desta vez eles fazem isso em termos de valores da organização, em vez de medidas de linha de fundo os valores estão guiam a organização sobre como as coisas devem ser feitas.

A declaração de visão comunica tanto o propósito quanto os valores da organização . Para os funcionários, dá direção sobre como eles devem se comportar e inspira-os a dar o seu melhor. Compartilhado com os clientes, ela molda a compreensão dos clientes da razão pela qual eles devem trabalhar com a organização.

Lembre-se: "Missão" e "Visão" são dois trabalhos distintos."

Então, como descobrir a visão real e clara da sua empresa?

Caso não descubra a visão real e clara da sua organização, onde você se vê, daqui 5 anos?


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5 Frases Típicas de um Chefe Fraco e Inseguro

Confira as expressões e entenda como lidar com cada um dos perfis apresentados

Por Flávio Augusto

1 – “Aqui, quem manda sou eu” 

Essa é clássica e muito presente na vida de uma equipe aos cuidados de um chefe fraco e inseguro. É uma das mais rudimentares formas de auto-afirmação, bradadas por chefes sem moral em busca de intimidar suas equipes a fim de conquistar uma migalha de atenção. Se você tem um chefe desses, só lamento. Tomara que você também não seja tão fraco como ele e escolha viver se sujeitando a levar essa na cara todos os dias. Sugestão: chefes fracos, quando percebem que você não se intimida (mas, ao contrário, respeitosamente, olha em seus olhos durante uma conversa franca), logo desiste de esbravejar e lhe escuta. Em alguns casos, ficará muito clara a fraqueza dele, pois diante do confronto respeitoso, não sabe o que dizer, sua olheira escurece, gagueja, treme e quase baba na gravata.

2 – “Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço”

Essa é uma das principais diferenças entre um chefe e um líder. O líder lidera pelo exemplo, enquanto o chefe acha que só será respeitado e honrado pelo poder hierárquico. Geralmente, chefes assim estão acomodados e odeiam seu trabalho, não são nem um pouco comprometidos com a empresa e logo deverão ser substituído. Caso contrário, representam uma excelente oportunidade para você mostrar seu trabalho e sua competência. Destacar-se com chefes acomodados é bem simples, pois seus resultados logo serão percebidos e esse chefe acomodado sairá de seu caminho.

3 – “Não está satisfeito, a porta de saída fica bem ali”

De novo, é um perfil que aposta que na intimidação conseguirá chicotear a sua equipe para atingir suas metas. No fundo, morre de medo de sua equipe ir embora, pois, se isso acontecer, ficará em maus lençóis com seus superiores. No fundo, é fraco, preguiçoso e usa dessa estratégia medíocre por considerar ser o caminho mais fácil para que ele alcance seus objetivos. Minha sugestão é, mais uma vez, de forma sempre respeitosa, olhar no olho, sem se intimidar, para uma conversa franca. É impressionante como chefes fracos podem ser facilmente liderados por seus subordinados.

4 – “Você não é pago para pensar. Você é pago para fazer o que eu mando”

Esse perfil é geralmente centralizador. Não gosta de novas ideias, porque é inseguro, tem medo de perder seu espaço e preguiça para sair de sua zona de conforto onde domina todos os processos. Talvez esse seja um dos perfis mais danosos para um jovem promissor, pois corta na raiz sua chance de ser mais criativo e o coloca dentro de uma caixa hermeticamente fechada. Minha sugestão é que você procure outra empresa para trabalhar ou então assuma o risco de desenvolver processos diferentes que alcancem maiores resultados e assim ganhe a confiança dele. Mas, de novo, é um risco, pois isso não significa que isso vai agradá-lo e você ainda fica exposto a uma demissão por insubordinação.

5 – “Estou aqui há mais de 10 anos fazendo isso e você vem com novas ideias pra reinventar a roda?”

Esse é o chefe limitado. Ele sequer tem vergonha de dizer que está há 10 anos fazendo a mesma coisa. Essa frase, no entanto, não expressa intimidação. Por isso, ele pode ser mais flexível a ser convencido a implantar seu projeto. Chefes limitados geralmente são muito gente boa. Investir num contato mais próximo a fim de conquistar a sua confiança pode ser a melhor estratégia para introduzir novas práticas sugeridas por você. E ele fará questão de divulgar que a ideia foi sua.

Feliz é aquele que encontra em seu caminho um líder. Alguém que estimula sua criatividade, que antes de tudo dá exemplo e através dele extrai o melhor de sua equipe. O líder entende que sua missão é prover sua equipe de inspiração, visão macro da organização e sabe que não adianta usar de subterfúgios mentirosos para motivar os integrantes de seu time. O líder aplaude a equipe pelas vitórias e assume a responsabilidade pela derrota. Ele tem prazer na vitória de seus alunos e, com isso, alcança maiores resultados para a companhia.

Nunca encontrou um líder em seu caminho? Então seja você esse líder!

Artigo publicado originalmente no Geração de Valor e cedido gentilmente ao Administradores.com.

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5 Passos Para Ser Pontual

Ser pontual é uma tarefa difícil para você? Siga os 5 passos a seguir e consiga alcançar esse objetivo

Uma das características mais admiradas no mundo empresarial é a pontualidade. Chegar no horário e estar presente em reuniões, por exemplo, são fatores tão cruciais quanto a qualidade do trabalho que você desenvolve, afinal é muito importante para os seus colegas saberem que eles poderão contar com você. Se você sabe que precisa melhorar nesse aspecto, mas não tem a menor ideia do que deve fazer para conseguir isso, veja como se tornar uma pessoa pontual em 5 passos:

1 – Tenha boas noites de sono

É claro que nem sempre conseguimos dormir bem, entretanto é essencial que você se esforce para ter noites de sono de qualidade. Quando você tiver um compromisso no dia seguinte, planeje-se para dormir pelo menos 8 horas e repousar bastante, pois quanto menor for a quantidade de horas de sono, maiores serão as chances de perder a hora quando o despertador tocar.

2 – Acorde com antecedência

Não deixe para acordar em cima da hora: calcule o tempo que será necessário para que você se vista, tome café da manhã e chegue ao seu trabalho sem correrias ou estresses. É melhor acordar com antecedência do que atrasado.

3 – Planeje o seu trajeto

Contratempos acontecem, portanto é essencial que você esteja preparado para eles. Uma boa forma de conseguir isso é planejando o seu trajeto e criando “planos B” para possíveis congestionamentos e falhas no transporte público. Na dúvida, o melhor é conhecer rotas alternativas.

4 – Crie estratégias para si mesmo

Por mais que tentem bastante, algumas pessoas simplesmente não conseguem ser pontuais. Se esse é o seu caso, crie estratégias: faça apostas consigo mesmo, adiante o seu relógio em 10 minutos e crie metas.

5 – Tenha consciência da importância de ser pontual

Para fazer todas essas mudanças, é crucial que você esteja ciente da importância que a sua pontualidade tem – não só para si mesmo, mas também para o trabalho dos seus colegas. Entenda a importância da sua presença e esforce-se para cumprir os seus horários.


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Você é Dono do Seu Próprio Tempo?

Por Marcelo Reis

O dia tem apenas 24 horas, mas é incrível como para algumas pessoas parece durar mais. Fui um workaholic durante vários anos. Trabalhava mais de 12 horas por dia porque acreditava que essa era a receita para alcançar o sucesso e realizar meus sonhos.

Ledo engano. Um problema de saúde me fez rever meus conceitos. Fui obrigado a trocar pelo menos duas horas do meu tempo de trabalho pela prática de exercícios físicos.

O curioso é que, depois de promover essa mudança, mesmo trabalhando menos, minha produtividade aumentou.

Então, percebi que não era dono do meu tempo. Outras pessoas o comandavam sem que eu percebesse e, por isso, ele se esvaia como as águas de um rio, sem o meu controle. Passei a observar pessoas que conseguem realizar grandes projetos e vi como elas são donas do seu tempo.

Percebi como mantém o foco em seus objetivos de forma organizada. Quando alguém diz não ter tempo para algo, na verdade está dizendo que aquilo não é sua prioridade.

Entre as diversas pessoas que entrevistei durante meus estudos sobre motivação e empreendedorismo, estava Carlos. Ele era um empresário do ramo do turismo e trabalhava muito. Acreditava que esse era o caminho para conseguir realizar seus objetivos e fazer sua agência de viagens crescer.

Ele tinha um sócio que, pontualmente, fechava suas gavetas às 18h e ia para academia de ginástica. Carlos achava que deveria ser melhor remunerado, uma vez que trabalhava mais. O clima entre os dois ficou ruim quando alguns negócios não se concretizaram e Carlos culpou a falta de dedicação de seu parceiro.

Pouco tempo depois, Carlos foi surpreendido com a notícia de que sua filha estava com leucemia. Foram meses de tratamento que exigiram que ele também fechasse suas gavetas mais cedo para cuidar de sua filha.

Ele teve que priorizar as tarefas da agência e se concentrar no que era realmente importante. A história teve um final duplamente feliz. A filha de Carlos ficou curada e a agência continuou a crescer. Carlos também percebeu como o segredo do sucesso não está na quantidade de trabalho que realizamos, mas na qualidade do trabalho.

Tenho inúmeros amigos da chamada Geração Y que vivem "conectados" 24 horas. Acham que isso significa ganhar tempo, mas, na verdade, estão perdendo foco. Cultivamos a ideia de que quanto mais rápido atingirmos nossos objetivos, melhor.

A partir dos meus estudos criei um ciclo para administração do nosso tempo divido em quatro etapas fundamentais: o tempo para despertar, o tempo para aprender, o tempo para construir e o tempo para compartilhar.

O tempo para despertar é a etapa da nossa vida em que devemos focar nossos objetivos na descoberta da nossa essência e identificar quais são nossos talentos e o trabalho capaz de nos apaixonar e motivar.

A segunda etapa é o tempo de aprender. Nesse período, você investirá na aquisição dos conhecimentos para se tornar uma pessoa capaz de realizar seu sonho. Só depois de aprender podemos iniciar a etapa que chamo do tempo de construir, que é o momento em que você, de fato, começará a produzir e construir uma carreira ou realizar um projeto.

Por fim, nunca devemos esquecer a última e importante etapa do ciclo: o tempo de compartilhar. Classifico essa etapa como uma grande missão em nossas vidas. Todos devem dividir seus conhecimentos e experiências para ajudar pessoas a traçar caminhos melhores. Então, vá em frente, seja dono do seu tempo e realize grandes objetivos.


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Você Faz Parte ou Faz a Diferença?

Optar entre ‘fazer parte’ ou ‘fazer a diferença’ pode ser o que falta para sua carreira decolar

Por Eduardo Zugaib

Existem dois tipos de profissionais existentes no mercado, e o fato de optar por estar em um ou outro grupo pode ser um fator decisivo de empregabilidade.

O primeiro tipo de profissional é aquele que faz as coisas apenas quando pode. E esse poder depende de uma série de fatores, que vão desde os mais próximos (‘se o chefe deixasse’, ‘se pedissem eu faria’, ‘se aumentassem meu salário eu seria melhor’, ‘se me desse um cargo gerencial eu mostraria meu valor’) até os mais improváveis (‘se o governo incentivasse’, ‘se minha família fosse rica’, ‘se o horóscopo estivesse a favor’, ‘se o ano fosse bissexto, eu teria mais tempo’).

Frente a todo momento decisivo, este profissional não encontra soluções, mas sim desculpas. E assim passa seus mais produtivos anos, sempre pautando sua ação pela reatividade, pensando como pobre e trabalhando como rico (ou, ao menos, como ele imagina que os ricos trabalham: apenas quando dá vontade). Sua perspectiva é sempre futurista, pois acredita que quando finalmente ‘fizer aquilo que gosta’, vai conseguir ser feliz.

Por esse conjunto de crenças limitantes, ele encara o trabalho como emprego. Emprego é causa, não efeito. E, por nunca arriscar-se, passa boa parte do tempo gabando-se de não errar nunca, de conquistar melhorias na base do grito e abrir portas na base da pressão.

O outro tipo de profissional, apesar de lidar com os mesmos elementos, combina-os de outra forma: tomando a frente das situações e evitando a vitimização. Este profissional é aquele que faz as coisas acontecerem, avaliando todas as variáveis que podem ajudá-lo ou prejudicá-lo na conquista de seus objetivos. Frente a momentos decisivos, não busca desculpas, mas sim soluções. Ele está mais sujeito aos erros, que não encara como o ‘fim da linha’, mas como métrica para os resultados que sabe que vai atingir.

Este profissional costuma pensar como rico - sempre prezando pelo melhor - e trabalhar como pobre - sem parar nunca -, pois sabe que os resultados vêm em medida proporcional ao ‘viver de verdade’ aquilo que se faz. Para ele, fazer o que gosta é consequência: mesmo não atuando no que um dia sonhou, ele vive o presente e, nele, pavimenta o futuro. Nos momentos decisivos não busca desculpas, mas sim soluções. No seu modelo de crenças, encara emprego como trabalho. Emprego é efeito, não causa. As conquistas são os resultados das portas que costuma abrir com suavidade.

Estar em um ou outro grupo é uma decisão legítima, que cabe apenas a você. Porém, optar entre ‘fazer parte’ ou ‘fazer a diferença’ pode ser o que falta para sua carreira decolar.


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Como Controlar o Medo na Hora de Empreender


Abrir um negócio é lidar com incertezas. As dúvidas vão desde se os clientes chegarão, se as vendas vão crescer até se a empresa vai dar certo mesmo.

Para acalmar os nervos e não se preocupar tanto, a recomendação é estar bem preparado. “O medo é normal porque estamos falando de uma incerteza. Você tem que aprender a se virar”, diz Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.

O plano de negócios é o começo ideal. Com planejamento, o empreendedor tem um pouco mais de ideia do que o espera no futuro da empresa. Além disso, é importante conhecer o dia a dia de um negócio. Visitar lojas semelhantes e conversar com outros empresários é um passo. 

Além disso, com os nervos aflorados, o dono da pequena empresa tende a tomar decisões mais pessoais e nem sempre favoráveis para o negócio. "O empresário tem que se preparar lendo também. Acho que a gente lê pouco sobre gestão de negócios. A leitura ajuda a acalmar os ânimos”, diz Nakagawa.

1. Tenha bons sócios

Dividir as angústias da pequena empresa com alguém já é um bom caminho para acalmar o medo do empreendedor. “Brasileiro ainda tem um pouco de preconceito em querer dividir poder. Mas sócios são muito bem vindos quando têm competências complementares”, diz Nakagawa.

Ouvir a opinião de outras pessoas do negócio ajuda a amenizar um pouco esse medo. Por isso, não escolha o melhor amigo ou cônjuge para ser sócio antes de analisar como a pessoa realmente pode contribuir com o negócio. 

2. Faça um planejamento financeiro

Fazer contas, planilhas e previsões financeiras costuma ser, segundo o professor, a parte considerada chata pela maioria dos empreendedores, principalmente aqueles com mais facilidade para vendas e tarefas operacionais.

Fazer o planejamento financeiro, no entanto, é essencial e pode aliviar bastante o medo inicial. “O empreendedor tem que fazer planilhas para o negócio, projetar fluxo de caixa, desenvolver cenários otimista, realista e pessimista”, diz.

Outro passo importante para não surtar, especialmente nos primeiros dias, é ter uma planilha também para organizar o tempo. Assim, é possível saber se os esforços estão sendo dedicados ao que realmente importa. 

3. Busque mentores

Ouvir opiniões externas é uma forma de melhorar seu negócio e não custa nada. O professor recomenda que os empresários tenham pelo menos um mentor para conversar sobre a empresa, tirar dúvidas, ouvir recomendações e ter exemplos.

“O fato de ter mentor e de conversar sobre o negócio com alguém que está olhando de fora pode dar uma maior confiança e uma opinião sincera”, indica.

Um bom mentor pode ser um empresário, um professor ou mesmo um amigo. “Precisa ajudar a enxergar o negócio como sistema”, diz.

Participar de grupos ou redes com outros empresários é uma boa dica. “Pode ser para comer uma pizza de tempos em tempos e discutir negócios. Isso tira um pouco da ansiedade”, afirma Nakagawa. 


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Série SEU NEGÓCIO - 7 Técnicas Para Manter Seu Negócio no Ritmo

Clareza e confiança são fatores importantes para não perder a motivação de empreender

Por Priscila Zuini, 

Respondido por Flavia Lippi, especialista em business mentoring

O dia a dia dos empreendedores pode ser tão corrido que fica difícil manter o ritmo e a motivação. Para isso, usamos algumas técnicas que lembram a importância de não desanimar

1. Clareza: um empreendedor deve estar seguro de sua clareza na comunicação. De outro jeito, as pessoas começam a falhar ou a não fazer nada.

2. Apoio: significa apoiar a equipe, contribuindo com a ajuda necessária, seja informação, material, conselhos ou simplesmente compreensão.

3. Construção da confiança: permite que as pessoas da equipe saibam que o empreendedor crê nelas e no que fazem. Reconheça as boas práticas e os sucessos.

4. Mutualidade: significa partilhar a visão das metas comuns. Para estar seguro do que foi dito anteriormente, é necessário tomar tempo para explicar em detalhes suas metas. Assegure-se de que os membros de sua equipe possam responder a perguntas como: por que esta meta é tão boa para a equipe e para as organizações? Quais passos devem ser dados para alcançar as metas? Quando?

5. Perspectiva: significa compreender o ponto de vista dos colaboradores, dos liderados. Faça perguntas que revelem a realidade da equipe. Quanto mais perguntas fizer, melhor compreenderá o que acontece no interior dos indivíduos. Não suponha que já sabe o que sentem e pensam, pergunte-lhes.

6. Riscos: é permitir que os membros da equipe saibam que os erros não serão castigados com a demissão; todo mundo deve aprender com seus erros.

7. Paciência: o tempo e a paciência são fundamentais para prevenir que o líder simplesmente reaja: sempre que possível, deve-se evitar respostas viscerais e intempestivas.

Flávia Lippi é especialista em business mentoring e diretora-presidente do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi (IDHL).


Fonte: Exame
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Síndrome de bombeiro: o Mundo Está Pegando Fogo!

Se tudo o que você faz no seu dia é urgente, está na hora de ler este artigo

Por Vivian Zanchin

“Todos os emails, ligações e solicitações que recebo são urgentes e não sei por onde começar.” 

“Por que os problemas estouram sempre na minha mão?” 

“Tenho a sensação de que não produzi nada ao longo do dia mas nunca trabalhei tanto na minha vida!” 

“Não consigo cumprir prazos pois sempre estou apagando incêndios e resolvendo problemas urgentes.” 

“Minha equipe não cumpre seu papel e tenho que resolver até as coisas pequenas.” 

Não sei se você vive essa realidade mas me defronto com essa situação todos os dias e em diversas empresas. Será que essas frases refletem o cotidiano de um gestor ou profissional capacitado? Resolver coisas importantes, atender o que é urgente, trazer a solução para os problemas com certeza reflete o nível de qualificação e responsabilidades de um profissional. Mas será que você é um super profissional ou está apenas sofrendo da síndrome de bombeiro?

Não se ofendam, nem bombeiros e nem outros profissionais que se identificaram com as frases acima. O ponto desta discussão está em entender o que realmente é urgente no seu dia a dia para otimizar seus resultados.

Se as frases acima manifestam a sua realidade, meu amigo, você está com dificuldades. Classifico como síndrome de bombeiro o imediatismo que acomete a grande maioria atualmente, não por incompetência, mas pura e simplesmente pelos atropelos do dia a dia. Você se acostuma a simplesmente agir sem planejar suas ações e acaba perdendo muito tempo em coisas que não eram tão urgentes e importantes. 

As empresas não precisam de bombeiros, elas precisam, sim, de profissionais capacitados e que cumpram seu papel de forma eficiente e precisa. As empresas precisam de gestores capazes de nortear uma equipe e estabelecer prioridades a seus colaboradores. 

Faça um exercício. Liste as atividades que são de sua responsabilidade e também as diversas tarefas que são designadas a você com caráter de urgência. Classifique as em quatro quadrantes: tarefas urgentes e importantes, não urgentes e importantes, urgentes e não importantes e, por final, não urgentes e não importantes, conforme o quadro abaixo.

Veja o quadro de prioridades!

Após você fazer essa análise e organizar suas atividades por importância, você irá perceber que são nas atividades não importantes e urgentes que você investe a maior parte do seu tempo. Por isso, muitas vezes, nos sentimos improdutivos, porque as urgências são facilmente identificáveis mas não trazem resultados significativos. 

São nas atividades importantes que devemos nos concentrar, principalmente naquelas pertencentes ao quadrante II – importantes e não urgentes – que impactam diretamente na nossa produtividade. Portanto, faça um esforço e avalie sua rotina. Antes de apagar incêndios classifique se a atividade não pode ser remanejada para um momento adequado. 

Não pare tudo para sair correndo e resolver urgências, que muitas vezes podem esperar algumas horas ou até dias, ou seja, não são tão urgentes assim. Designe a maior parte do seu dia as atividades dos quadrantes superiores e você ganhará em produtividade e resultados. Determine momentos específicos para as atividades dos quadrantes III e IV. Elas também precisam ser executadas, mas podem ocupar apenas 1/3 do seu dia. 

Você gestor também deve utilizar esse quadro como instrumento de comunicação com sua equipe. Experimente classificar os projetos ou clientes nessa metodologia e comunique a seus colaboradores. Se eles souberem o que é importante, o que é urgente e o que pode esperar um pouco, terão mais autonomia para resolverem por si as dificuldades que se apresentam no dia a dia. Assim, o número de incêndios que chegará a você será muito menor. Desta forma, você poderá ocupar-se com as atividades do quadrante II e obter resultados muito melhores!

Que os bombeiros, sejam bombeiros! E que você, seja organizado!

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Com Que Nome eu Vou?


Por Marcelo Nakagawa

Se Eike Batista tivesse fundado a Kodak, o nome da empresa provavelmente seria Xodax, já que ele é fascinado pela letra X, que na sua crença representa a multiplicação, acelera a criação da riqueza.

E não é que X tem funcionado! Mas George Eastman, fundador da Kodak era fascinado pela letra K. 

Quando fundou a empresa em 1892, tentou várias combinações com a letra K até chegar a Kodak, que em si, não tinha nenhum significado, apenas a suposta beleza de ter dois Ks. Vai entender...

Isto mostra que não é de hoje que empreendedores gastam um bom tempo encontrando um nome que lhe pareça apropriado. 

Para muitos, a escolha foi rápida. Optaram pelo sobrenome. Michael Dell, Walt Disney, Henry Ford, Henry Nestlé. 

Mas alguns sobrenomes não ajudaram. Gordon Moore e Robert Noyce pensaram Moore-Noyce para a empresa que fundaram, mas chegaram à conclusão de que isto remeteria a "more noise", "mais barulho" em inglês. Preferiram chamar a empresa de Intel. 

Mas outros empreendedores deram um jeitinho no sobrenome. Shojiro Ishibashi fundou a Bridgestone em 1931, mais de trinta anos depois que Harvey Firestone tinha fundado a... 

Firestone! Acertou! Bridgestone, Firestone? Hum? Bom, a tradução de ishi (pedra) e bashi (ponte) do japonês para o inglês daria próximo a Bridgestone. 

Mas isto não é um problema porque atualmente a Bridgestone e Firestone formam uma empresa só. O fato é que muitos empreendedores japoneses prefeririam não utilizar seus sobrenomes. 

Massaru Ibuka e Akio Morita fundaram a Tokyo Tsushin Kogyo em 1946, mas os americanos, seus clientes, não conseguiam pronunciar o nome da empresa. 

Por esta razão, Morita foi achar no latim, a palavra sonus, que remete a som. Deu uma americanizada na palavra e mudou o nome da empresa para Sony. 

Outra empresa japonesa que foi buscar um nome latino foi a ASICS. Fundada por Kihachiro Onitsuka em 1949 sempre fabricou tênis esportivos com a marca Onitsuka Tiger. 

Como queriam ser mais agressivas no exterior, mudaram o nome da empresa para Anima Sana In Corpore Sano (mente sã em corpo são), ou simplesmente ASICS. 

Além do latim, muitos empreendedores também se debruçam no dicionário grego para achar os nomes das suas empresas. 

Por coincidência, Kihachiro Onitsuka ajudou um jovem norte-americano, Phil Knight, que visitava o Japão em 1963 a criar sua própria empresa.

A Blue Ribbon passou a revender os tênis Tiger nos Estados Unidos.

O negócio deu tão certo que Phil Knight e seu sócio Bill Bowerman criaram uma marca própria e adotaram o nome da deusa grega da vitória como nova razão social da empresa. Ah, a deusa grega da vitória é a Nike.

Fundada em 1906, a Haloid achava que seu nome já não era apropriado diante das inovações que havia desenvolvido até 1958, principalmente sua tecnologia de fotocópia seca.

Descobriram que seco em grego é xeros e gostaram do termo. Mas os executivos da empresa acharam que cabia mais um x na questão e optaram por substituir o s, seguindo a lógica que outra empresa do estado, a Kodak, tinha adotado. Assim, o nome da empresa passou a ser Xerox.

Pensando bem, acho que o Eike não ia gostar muito da ideia da Xodax. 

O nome adaptado parece ser de remédio e pela situação atual da empresa, de remédio bem amargo.

Vou pensar em outras empresas com Xs no nome e que consigam multiplicá-los como fotocópias...


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Meritocracia: Sonho ou Pesadelo?

Estabelecer uma cultura de méritos dentro da organização pode ser sonho para alguns e pesadelo para outros, porém, o objetivo principal da prática da meritocracia é reconhecer um colaborador pela dedicação e foco nas metas estabelecidas.


Autor: Samara Teixeira 

Este modelo de gestão é importante, pois, usado corretamente, pode motivar e incentivar o trabalho em equipe. Quando as metas são traçadas de acordo com a aptidão do funcionário dentro de um plano de metas global é mais fácil todos chegarem ao resultado e ganharem o reconhecimento em equipe.

Algumas empresas costumam traçar metas quase impossíveis, frustrando o funcionário ou premiando erroneamente os colaboradores. Com isso ocorre a desmotivação, pois o colaborador sentirá que não estará participando do desenvolvimento da empresa. O que acontece, geralmente, é que existe muito discurso e pouca prática correta deste modelo.

O consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, explica que a meritocracia, para funcionar, deve partir de uma solicitação da presidência em trabalho conjunto com o RH, sendo definida como diretriz estratégica da empresa. O RH atuará como administrador das competências dos funcionários e as metas serão traçadas pela diretoria.

Quando se traça um plano estratégico de metas é possível controlar o desempenho dos profissionais e identificar competências a serem desenvolvidas, “com isso haverá a diminuição do absenteísmo, o aumento do rendimento e a diminuição das reclamações”, explica David Plink, CEO do CRF Institute.

A melhor maneira de aplicar a meritocracia é estabelecendo uma meta global que estará atrelada a uma bonificação ou premiação dos funcionários. “Quando se estabelecem metas globais, onde cada regional ou departamento estará responsável por uma quota da meta geral, ocorrerá à motivação e um companheirismo por parte dos colaborados”, explica Ferraz.

Segundo Márcia Assim, gerente de RH do Kalunga, “a meritocracia é mais uma ferramenta de recursos humanos, em que os funcionários são alinhados aos objetivos da companhia. A vantagem inicial é a motivação dos colaboradores e a retenção de talentos. Porém, para a empresa, é delicado mensurar o desempenho de colaboradores que possuem as mesmas condições de trabalho, remuneração e cargos semelhantes, uma vez que isso pode trazer insatisfação dos que não forem premiados”.

Para que as características acima sejam aplicadas com sucesso é necessário um trabalho analítico de toda gerência e diretoria, para que os feedbacks sejam passados com antecedência, evitando o desconforto entre o colaborador e a equipe.

Como premiar?

Mais do que dinheiro, hoje em dia, os colaboradores estão buscando benefícios que agreguem valores, como mais tempo com a família ou, até mesmo, alguns dias de folga para realização de viagens, cursos ou congressos.

Para que a meritocracia tenha o efeito desejado para as duas partes, é interessante o diálogo entre todos os envolvidos, “incentivamos os colaboradores com reconhecimento, aceitação e promoção de carreira. Não necessariamente trabalhamos com benefício em dinheiro. O reconhecimento de um trabalho diferenciado traz status e a alegria de um trabalho bem feito, que cresce junto com a organização”, explica Márcia.

Algumas empresas traçam as metas atreladas ao retorno financeiro, fazendo com que os funcionários participem dos lucros anuais da empresa ou criando eventos diferenciados, por exemplo, custeando uma viagem para todos os colaboradores, “consideramos que os pilares do programa são: avaliação periódica, transparência nas informações e nos objetivos, aliados ao constante feedback”, finaliza a gerente de RH da Kalunga.


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Você é Ansioso? Veja Como Contornar Esse Problema

A ansiedade pode ser um grande empecilho para o sucesso de estudantes e profissionais. Veja 8 dicas que podem ajudá-lo a se sentir menos ansioso

A ansiedade é uma das piores coisas que podem afetar um estudante ou um profissional, afinal, ela faz com que você não consiga se focar, diminui a sua produtividade e pode prejudicar o seu humor. Por isso, se você quer diminuir o seu lado ansioso, veja 8 dicas para conseguir isso:

1 – Crie planos

Uma das melhores atividades para diminuir a ansiedade é criar planos. Por meio deles, você cria pequenas metas e se sentir satisfeito todas as vezes que conseguir alcançá-las. Isso é importante para você ter mais segurança e, consequentemente, diminuir a ansiedade.

2 – Respire

O exercício de respirar fundo é ótimo para controlar a ansiedade. Todas as vezes que você achar que não está conseguindo segurar o seu lado ansioso, pare tudo o que está fazendo e respire fundo três vezes. Respirar fundo faz com que o cérebro entenda que ele não precisa entrar em pânico.

3 – Coma bem

Ter uma boa alimentação faz com que você tenha disposição para aguentar um dia inteiro de estudos ou trabalhando. Além disso, pessoas famintas costumam se sentir mais irritadas e ansiosas.

4 – Durma

Um dos maiores sinais de que você precisa dormir mais é a ansiedade. Portanto, se você se sente muito ansioso todos os dias, crie uma rotina para que você consiga dormir pelo menos uma hora a mais por dia.

5 – Sorria

Pesquisas comprovaram que sorrir pode diminuir o estresse e ansiedade. Por isso, se você estiver muito ansioso, comece a conversar com alguém que você goste ou assista a vídeos engraçados na internet.

6 – Fique quieto

Falar para todos ao seu redor que você está ansioso pode aumentar ainda mais a sua ansiedade. Evite ficar repetindo esse sentimento em voz alta e a ansiedade pode até diminuir.

7 – Visualize coisas boas

O medo é diretamente ligado à ansiedade. Se você começar a se sentir muito ansioso, comece a visualizar as coisas boas da sua vida e as que ainda estão para acontecer. Mande uma mensagem para um grande amigo, pense nas dificuldades pelas quais você passou e conseguiu contornar, etc.

8 – Saia

Se você está dentro de um escritório ou local de estudos e está se sentindo ansioso, saia deste local e comece a andar em outros lugares. Além de refrescar a mente, receber estímulos diferentes ajuda a deixar a ansiedade de lado.


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