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Quem Disse Que em Time Que Está Ganhando Não se Mexe?

Por Alexandre Hohagen

Então chega aquele momento em que você percebe que tem alguma coisa errada. Até então tudo correu como o esperado e, enterrado na rotina, não notou as mudanças que estavam acontecendo a sua volta até que estivessem perigosamente perto. Acontece muito.

Seja pela situação da economia ou algum tipo de questão administrativa, muitas empresas enfrentam dificuldades financeiras e, nesses momentos, a luz vermelha acende na cabeça de todos os funcionários. Um grande ponto de interrogação e a insegurança que caminham de mãos dadas. Vou ser demitido?

Com o pânico instalado, inicia-se a correria para mostrar trabalho. Ganhar destaque entre os demais colegas, tentar cair nas graças do chefe, mostrar comprometimento - ainda que tardiamente - e investir longas horas de trabalho na esperança de não entrar na lista de corte viram prioridade de uma hora para a outra. O fato é que grande parte das pessoas têm o péssimo hábito de só se mexer quando a situação chega a um ponto crítico.

Já vi diversos artigos e tutoriais falando sobre como se comportar em situações assim. Especialistas dando dicas de como se fazer notar ou mostrar o valor do seu trabalho quando o emprego está em risco, até o ponto de como desenrolar as finanças pessoais quando nenhum conselho dá certo e você acaba no olho da rua.

Como se recolocar? Como fazer um bom currículo? E mais, como explicar o motivo da demissão em uma entrevista de emprego? Tudo isso, claro, ajuda muita gente em momentos difíceis, mas não vejo nada a respeito da hora das vacas gordas.

O que fazer quando tudo vai bem? A empresa cresce a um ritmo constante ou mesmo acelerado, os projetos estão dando certo, os clientes estão satisfeitos. A verdade é que a tendência nesses casos é se acomodar, manter o status quo.

Uma das maiores mentiras dos últimos tempos é que não se mexe em time que está ganhando - ao menos no âmbito empresarial. Profissionalmente, esse é o momento no qual há a maior oportunidade de crescer, e ainda assim muitas pessoas parecem se fechar em uma bolha e não fazer nada além do que é demandado. Sem ideias novas, sem troca de experiência com outros times ou aspirações profissionais extravagantes.

Quem fica parado perde pontos. Quando o dinheiro está entrando é a hora de propor aquele projeto que tinha ficado na gaveta, chamar o colega de outra área para desenvolver atividades conjuntas e aprimorar sua expertise. É a hora de fazer a diferença, e isso vale também para aqueles que almejam uma oportunidade fora do país ou querem expandir a equipe. Sem contar que se mostrar indispensável nesse momento poupará muito estresse caso o cenário mude abruptamente.

Companhias da internet são especialistas nisso. Desde o processo seletivo leva-se em conta a capacidade do profissional de fazer diferença durante toda a sua carreira na empresa. Estimulam-se a liderança de projetos e a exposição de ideias diferentes. Espera-se desse profissional uma postura proativa para encontrar soluções criativas para questões do cotidiano ou projetos extraordinários. Isso tudo em um ambiente de crescimento ou vacas gordas, como disse anteriormente.

Não vou ignorar o fato de que nem todas as empresas bebem na cultura do Vale do Silício ou são tão flexíveis a ponto de dar um montante significativo de liberdade aos funcionários. Mas, como eu disse, as saídas inteligentes para problemas cotidianos, sejam da equipe ou do processo, podem ter grande impacto em uma empresa e talvez valha começar daí.

Vale ter em mente que a grande maioria das empresas não valoriza profissionais acomodados ou que seguem na inércia do que já foi iniciado - ou, como dizem, no vácuo de seus colegas.

A mudança no comportamento do profissional nos tempos de bonança, no sentido de tentar fazer a diferença em tudo o que desenvolve, é algo que deve ser exercitado constantemente, independentemente do cargo. Até porque a consistência na geração de resultado é indispensável para uma carreira sólida. Mexa-se!

Alexandre Hohagen é vice-presidente do Facebook para a América Latina

Fonte: valor.com.br
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Veja Por Que Cartões de Visita São Importantes Para a Sua Marca Pessoal

Ter um cartão de visita é uma das formas mais eficientes para reforçar a sua marca pessoal. Veja dicas para fazer o seu lado profissional ser reconhecido

Criar uma marca pessoal forte e de fácil reconhecimento é importante para todo profissional que deseja alcançar o sucesso. Afinal, fazer com que pessoas da sua área conheçam o seu trabalho é a melhor forma de se desenvolver e criar uma ótima rede de contatos. Confira algumas dicas fáceis que irão fazer com que as pessoas reconheçam a sua marca pessoal:

1 – Invista em redes sociais

Ter uma presença forte no mundo online é uma das melhores maneiras de tornar o seu trabalho reconhecido. Crie uma conta no Twitter e siga outros profissionais da área e pessoas que inspiram você. Ter um LinkedIn também é uma ótima pedida, já que ele pode aproximá-lo de diversas oportunidades. 

2 – Tenha cartões de visita

Durante reuniões e eventos, é essencial que você tenha um cartão de visita. Além de trazer uma boa impressão, investir em cartões é uma maneira eficaz de construir contatos profissionais duradouros. Na hora de elaborar o seu cartão, tome cuidado para não inserir muitas informações e imagens: prefira um design mais simples, com o seu telefone celular, e-mail profissional e, caso você acha necessário, uma foto sua. 

3 – Consiga recomendações

No LinkedIn, é possível pedir por recomendações de outros profissionais que trabalharam ou estudaram com você. A partir do momento que você possui recomendações, a sua credibilidade aumenta, e isso é essencial para qualquer profissional de sucesso. 

4 – Seja visto

Para que a sua marca pessoal seja reconhecida pelos outros profissionais, é importante que você seja visto. Portanto, compareça a eventos da sua área e crie um portfólio, ou um blog, em que você pode compartilhar os seus cases de sucesso. Demonstrar a sua competência e eficácia é o segredo para que os outros conheçam o seu trabalho. 

5 – Desenvolva um bom currículo

Se você deseja uma boa posição no mercado de trabalho, o seu currículo deve refletir isso. Escreva um documento em que os recrutadores consigam ver, de forma clara e concisa, toda a sua experiência profissional e suas principais qualidades. Se você deseja ser reconhecido como um bom líder, transforme o seu currículo em um aliado.


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4 Lições Para Construir Uma Marca de Sucesso

Shaun Neff, CEO da Neff Headwear, empresa de material para snowboarding, compartilha suas dicas para a construção de uma marca bem-sucedida

Quer você goste ou não, seu sucesso depende da sua habilidade de construir uma marca: da sua carreira, do seu produto, departamento ou empresa. Aqui estão algumas lições de um homem que construiu uma popular marca de snowboarding ainda na universidade, tendo pouco conhecimento sobre o setor com o qual trabalhava, ou sobre marketing e negócios no geral.

Shaun Neff, fundador e CEO da Neff Headwear, agora tem seus produtos distribuídos em 3.500 lojas em quarenta países, e tais produtos são usados de pistas de ski às ruas, por celebridades como Holly Madison (ex-namorada de Hugh Hefner, dono da Playboy) e o rapper Lil’Wayne.

Veja o que Shaun diz sobre construir uma marca de sucesso:

Encontre o comprometimento “pré-existente” em você

Apegamo-nos à fantasia de que grandes empreendedores são oráculos que de alguma forma reconhecem e avançam em novas oportunidades mais rápido do que todos os outros. Na verdade, o que se percebe na prática é que eles se comprometem antes mesmo da oportunidade surgir e por isso estão prontos para aproveitá-la quando ela aparece.

Neff sabia que ele queria iniciar uma marca bem antes de entrar na faculdade. Ele notou quais eram as marcas que as pessoas usavam e era fascinado por seu poder. Sua determinação e motivação não vieram de um cálculo de mercado exato, mas de uma paixão interna e pessoal. Quando você escolhe se comprometer com algo termina desenvolvendo um faro que está sempre procurando e filtrando informações em relação àquela ideia.

Que comprometimento pré-existente você está disposto a perseguir, independente de quando o mercado lhe ofereça uma oportunidade lucrativa para fazê-lo?

Sua marca é uma base de fãs, não uma logo

O termo “marca” remete a logos, cores, produtos. Mas quando Neff é perguntado sobre o que é uma marca ele não fala de nenhuma dessas coisas. Ele traduz a palavra em outras três: “base leal de fãs”, é o que diz. Quando você pensa que uma marca é algo para ser olhado, você volta as costas para o que realmente importa: essa base de fãs. Ao invés de pensar no aspecto visual da marca, apenas, pense em quem são esses fãs em potencial: quais são suas paixões, em que eles gastam seu tempo?

Se você encarasse sua marca como sua base de fãs, ao invés de elementos e cores e seus significados, o que faria diferente?

Defenda algo além de um produto

Shaun diz que muitas marcas “ficam presas em um produto: se a empresa é de calçados, você está sempre vendendo calçados. Se é de óculos, da mesma forma”. Uma marca definida por um produto é limitada. A Neff Headgear tem relógios, óculos e luvas para ski que vendem bastante. Quando eles pensam em expandir para um novo produto fazem duas perguntas: “nossos revendedores sabem vender isto?” e “nosso instinto diz que funciona, encaixa no nosso conceito?”. Conceito é a palavra-chave.

Se sua marca não fosse definida por um produto ou uma categoria, sobre o que ela seria?

Procure incansavelmente pela oportunidade

Com seu comprometimento pré-existente em seu coração e a base de fãs em sua mente, encontre uma abertura. Se um ângulo não funciona, volte e tente de novo, e de novo, até que você ache o caminho. Neff começou vendendo camisetas. Ele colocava adesivos em placas e procurava as lojas de snowboard mais descoladas, onde apresentava seu produto. Essa prática criou um pequeno ecossistema no qual sua marca começou a vender. Mas ele queria replicar isto em larga escala. Para isso era necessário que snowboarders nacionalmente conhecidos usassem a Neff, mas logo aprendeu que os melhores atletas não podiam usar camisetas de outras marcas que não a de seus patrocinadores.

Shaun então estudou os contratos desses atletas e uma noite percebeu que os acordos com relação à aparência não diziam nada sobre os capacetes. Praticantes de snowboard patrocinados não podiam usar suas camisetas, mas podiam usar produtos na cabeça. Infelizmente, Neff não produzia nada do tipo. Então ele foi a uma loja popular, comprou várias toucas de frio, tirou suas etiquetas e escreveu seu sobrenome em todas com uma caneta em hidrocor preto. No torneio seguinte ele convenceu vários competidores a usá-las. Quando dois desse subiram no pódio com “Neff” escrito em suas cabeças, Shaun viu que tinha encontrado sua abertura. “Os céus se abriram… eu não sou mais Neff roupas; agora sou Neff Headwear (acessórios de cabeça)”, diz ele.

Você está preso procurando apenas uma abertura? Se sim, pense em mais três que você pode tentar este mês. O ângulo ideal pode ser surpreendente!


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2 Dicas Para Empreendedores Recuperarem o Ânimo

A falta de ânimo vem muitas vezes da frustração de perceber que as coisas não acontecem exatamente como se espera

Por Priscila Zuini (Respondido por Flavia Lippi, especialista em business mentoring)

Hoje, mais do que nunca, o ser humano enfrenta uma frustração existencial. Para Viktor Frank, isso se deve ao fato de que, diferentemente dos animais, nós, seres humanos, não temos instintos que nos revelem o que temos de fazer - muito pelo contrário, constantemente somos condenados a tomar decisões sobre nossas atividades.

A falta de ânimo vem muitas vezes da frustração de perceber que as coisas não acontecem exatamente como queremos. Então, nos vemos diante da necessidade da maturidade empresarial também. Nem tudo que planejamos no plano de negócios dá certo.

Quando você construiu a ideia você tinha um sonho. Uma das maneiras de fazer com que o cérebro se movimente para a solução de conflitos é falar sobre eles. Usando a técnica de coaching, faça três perguntas que podem te tirar você do desânimo. A resposta abrirá portas para soluções escondidas.

1. Você têm humildade para aprender com o público impactado pelo seu negócio?
2. Você se considera um criador do futuro? Explique como ele pensa?
3. Você já descreveu as 15 principais características de um líder sustentável? Qual delas descreve você como um empreendedor?

Outra dica é a técnica do comprometimento e atitude. Funciona assim: liste 108 coisas que você pode fazer por si mesmo em 108 dias. Existem algumas regras. A primeira é fazer uma lista de a sincera em apenas um dia. Sente e escreva uma abaixo da outra. Do item mais simples, como “tomar um sorvete no meio da tarde” até “ouvir uma palestra de um autor interessante” que você nunca tem tempo de ir.

Deixe a lista em um lugar visível, por exemplo, na porta da sua sala no escritório. Risque cada item concluído. Não é necessário seguir a ordem estabelecida. Mas é necessário fazer apenas um por dia.

Comemore cada item cumprido com outra lista chamada “presentes”. Esta lista vai ser, no final das contas, o equilíbrio entre obrigações e desejos. Caminhe até o fim dos 108 dias e perceba que a cada item realizado você chegou mais perto de seu sonho original e de sua própria essência. Isso vai motivá-lo a seguir em frente.

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Conheça as Duas Emoções Que Podem Mantê-lo Equilibrado

Existem duas emoções complementares que são essenciais para quem quer se manter equilibrado no ambiente de trabalho. Confira quais são

Muitas pessoas buscam por segredos e estratégias para conseguir equilibrar as suas emoções enquanto trabalham. Por mais que isso pareça um bicho de sete cabeças, a solução é mais simples do que você imagina: existem dois sentimentos que você deve cultivar que irão ajudá-lo a manter o equilíbrio.

O primeiro é a empatia. Analisando de forma mais superficial, a empatia é importante para que você possa respeitar e entender os defeitos e diferenças que existem em qualquer ambiente de trabalho. Além disso, ser empático é o segredo para realizar um bom atendimento ao cliente, já que você poderá compreender as críticas e reclamações deles.

Agora, analisando a empatia mais profundamente, conseguir se envolver de forma completa com um problema ou um serviço - ou seja, ser empático com eles - é a melhor forma de desenvolver boas soluções e ter um ótimo desempenho. Envolva-se, de maneira positiva, com as suas dificuldades, e você se sentirá mais em paz consigo mesmo e com o seu trabalho.

O segundo sentimento importante para um profissional equilibrado é a empolgação. Para você se sentir realmente feliz com o seu trabalho, ele deve deixá-lo empolgado e com vontade de se envolver cada vez mais. O emprego certo para você é aquele em que os desafios não o deixam desanimado e os problemas são somente uma parte do percurso. Se você não consegue sentir empolgação em nada relacionado ao seu trabalho, é melhor repensar o seu emprego.

A sua empolgação, entretanto, não deve ser em vão: correr sem destino é a pior maneira de gerenciar o seu lado profissional. A sua disposição deve ter metas e objetivos definidos, ou ela vira apenas um desperdício de tempo e energia.

Tendo em mente essas duas emoções, você será um profissional mais competente e preparado para enfrentar os desafios mais difíceis. Que tal começar a cultivá-las desde já?


Fonte: noticias.universia.com.br
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Como Voltar a Ser Produtivo

Você era uma pessoa produtiva, mas agora parece não conseguir mais desenvolver suas atividades da mesma forma? Veja dicas para voltar a ter um bom desempenho

A produtividade é algo a ser conquistado diariamente. No entanto, existem casos de pessoas que costumavam ser bastante produtivas e, de uma hora para outra, parecem ter perdido a habilidade de fazer várias tarefas no mesmo dia. Isso tem acontecido com você? Então veja o que deve ser feito para retomar a sua produtividade:

1 – Priorize atividades

Faça uma lista com aquilo que você deverá fazer ao longo do dia e, em seguida, estabeleça quais são as tarefas mais importantes. Dessa forma você saberá exatamente o que merece mais atenção e agilidade. 

2 – Faça atividades físicas

As atividades físicas não fazem bem só ao seu corpo, mas também à sua mente, visto que são ótimas formas de se acabar com o estresse e manter o cérebro acordado e funcionando ao máximo. Então, que tal começar o dia se alongando um pouco, ou fazendo uma caminhada? 

3 – Limites

Competir é uma ótima forma de estimular a nossa rapidez, então que tal você começar a competir consigo mesmo? Estabeleça horários para o término de determinadas atividades, apresse-se... Enfim: ganhe a corrida contra o tempo e se surpreenda com os seus próprios resultados. 

4 – Intervalos

Não adianta trabalhar o tempo todo sem tirar nenhuma pausa, pois isso só irá te deixar mais cansado e esgotado do que você gostaria. Ao invés disso, tire intervalos de descanso entre as suas tarefas – pelo menos meia hora por dia. Você voltará para o trabalho mais tranquilo e renderá muito mais. 

5 – Peça ajuda

Alguém está fazendo a mesma tarefa que você? Peça ajuda a essa pessoa! Pedir ajuda não é nenhuma vergonha e, na verdade, ajudará você a conquistar a sua meta de atividades de uma nova forma. Tente aprender o que a pessoa que o está ajudando faz de maneira diferente da sua e aplique essa diferença à sua rotina caso você a considere útil.


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7 Maneiras de Manter a Calma em Momentos de Crise

O líder do século 21 deve enxergar oportunidades em circunstâncias adversas

Glenn Llopis, em um artigo para a Forbes, deu dicas de como manter a calma em situações conturbadas e salientou a importância da compostura em um líder. Trabalhar com gestão significa lidar constantemente com mudança e renovação. Por esse motivo, no ambiente de trabalho, líderes devem, mais do que todos, manter a compostura. Eles precisam ter equilíbrio, agilidade e paciência para minimizar o impacto da incerteza. Preparação, maturidade e perspicácia, qualidades intrínsecas aos líderes, são percebidas na maneira como eles respondem a crises e aos demais tipos de pressão. 

A compostura de um líder é refletida em sua atitude, linguagem corporal e presença global. Com a evolução no âmbito dos negócios, foi visto que liderança não está apenas em elevar o desempenho e o desenvolvimento das pessoas, mas em fazê-las segurança no ambiente corporativo. Nenhum colaborador vai se dedicar 100 % à corporação se trabalhar sendo impulsionado pelo medo de perder o emprego.

O líder do século 21 deve enxergar oportunidades em circunstâncias adversas. Ao em vez de entrar em pânico, quando surpreendido com um contratempo, eles se aproveitam da compostura e do bom senso para encontrar as causas do problema e resolvê-lo imediatamente. Muitas vezes as crises resultam da falta de compostura.

Em tempos de mudança e incerteza, quando um líder apresenta qualquer sinal de imaturidade e falta de preparação, os funcionários se sentem inseguros e desprotegidos. Aqui estão sete maneiras de manter a compostura durante momentos de muita pressão:

1. Não deixe que suas emoções assumam o controle

Gritar e se deixar levar pelas emoções em tempos difíceis é o menos indicado a fazer. Líderes experientes demonstram preocupação e cuidado, mas não ao ponto de deixar que as emoções se tornem uma distração. Eles são controlados e acostumados a não transparecer nervosismo.

2. Não leve as coisas para o lado pessoal

Caso os planos não se desencadeiem como foram concebidos, não leve para o lado pessoal. As decisões de negócios nem sempre são bem-sucedidas porque há fatores circunstanciais que interferem no processo.

Como líder, você deve manter a calma e lembrar que não precisa justificar suas ações. Quando as coisas são levadas para o pessoal, é difícil manter a compostura e fazer os demais funcionários acreditarem que você tem tudo sob controle.

3. Mantenha uma atitude positivo

As ações do líder estão sempre sob o olhar atento dos colaboradores, por isso, a chefia deve permanecer com uma atitude positiva, mesmo em situações temerárias. Assim sendo, crie uma dinâmica positiva para um ambiente de trabalho mais saudável e para manter os funcionários inspirados,

Uma atitude positiva pode neutralizar o caos e permitir que o líder mantenha-se focado.

4. Permaneça sem medo

Em períodos de crise, temer as circunstâncias desfavoráveis, além de aumentar nossa vulnerabilidade, faz com que deixemos de agir racional e objetivamente. Quando você entra em pânico, sua mente perde o foco. 

Projetar confiança é uma função do líder que. Nos momentos de incerteza, sobretudo, ele deve permanecer destemido e passar seriedade - ao invés de fraqueza - para aqueles que lidera.

5. Responda decididamente

Se você mantiver compostura, nunca vai apresentar qualquer sinal de dúvida. Quem trabalha com líderes que se comunicam repassando convicção, confiança e autoridade, tem a sensação de que tudo está como deveria.

6. Assuma responsabilidade

Quando você toma a decisão de assumir toda responsabilidade, está agindo verdadeiramente como um líder. E é preciso ser bastante responsável para ter a iniciativa de adotar as medidas necessárias para resolver os problemas antes que a situação saia de controle.

7. Aja como se já tivesse estado lá

Grandes líderes sabem que um dos métodos mais eficazes de não perder a compostura ao enfrentar dificuldades é agir como se já tivesse passado por “isto” antes. Os donos de uma forte presença executiva tratam seus conflitos com elegância e naturalidade. Pela experiência que possuem, tendo solucionado inúmeros problemas similares, vão ser pacientes e compassivos com as inquietações dos servidores.

Durante tempos de crise e de mudança, é muito fácil perder a compostura e se deixar contaminar pelo medo e preocupações. E são essas situações que diferenciam os líderes dos demais. Líderes enfrentam os impasses com calma e controle; sempre de cabeça erguida.

Com informações da Forbes.

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10 Dicas Para o Empreendedor Que Quer Criar Uma Startup

Persistência e a construção de conteúdo para a empresa são algumas delas

Startup já virou sinônimo de negócio lucrativo. Entretanto, ingressar neste modelo de empreendimento requer mais do que ter uma ideia brilhante na cabeça. Para levar o projeto adiante é importante ter afinidade com a inovação, persistência e muito conhecimento técnico acerca da atividade que se pretende desenvolver e do setor em que se deseja atuar. Além disso, fazer contato com investidores também é outro passo fundamental. Afinal, acreditar na própria ideia é fácil, o desafio é convencer outra pessoa de que seu negócio é algo realmente significativo, com poder de transformar a vida das pessoas.

Para quem deseja criar uma startup de sucesso, o vice-presidente de Negócios e Relacionamento do Angels Club, Junior Borneli, reúne 10 dicas fundamentais. Confira abaixo:

1- Antes de tirar o negócio do papel verifique se a ideia original se encaixa nas premissas de uma startup. Esteja aberto a ouvir opiniões, pesquisar o mercado e suas necessidades, identificar o público em potencial e a concorrência. Conversar com quem conhece o mercado e extrair o máximo de informações é fundamental para identificar a oportunidade real do seu negócio;

2- Estude, pesquise, investigue. Adquirir conhecimento sobre administração, finanças, marketing e demais assuntos pertinentes ao mundo do empreendedorismo é essencial para a abertura e gestão do negócio. Além disso, trocar vivência com outros empreendedores, fazer cursos ou buscar informações nas redes sociais é mais uma forma de ganhar conhecimento e ampliar o seu negócio;

3- Fique atento aos principais cuidados jurídicos básicos, entre eles, a abertura formal da empresa, o registro da marca, dos produtos e dos serviços que serão oferecidos pela startup. É importante ressaltar que qualquer alteração contratual na empresa deve ser informada e atualizada junto às autoridades competentes;

4- Nem sempre os empreendedores dispõem de recurso financeiro próprio, suficiente para investir no negócio. Nesses casos, contar com a ajuda de um ou mais investidores é a melhor alternativa para fazer a empresa crescer. Eles são profissionais experientes, capitalizados e dispostos a participar da criação da startup. Nesse sentido, o Angels Club pode ajudar. Com a missão de democratizar o empreendedorismo no Brasil, o Angels Club é uma plataforma que conecta investidores dispostos a movimentar a economia de forma proativa e multiplicadora a empreendedores de diversos perfis e segmentos de atuação. De tecnologia ao setor imobiliário. De agronegócios a projetos sociais. De automação a biotecnologia. Estes empreendedores podem ainda estar com as suas ideias em fase embrionária ou iniciada (startups), mas precisando de capital e expertise para se consolidarem. Além de poder divulgar o seu projeto por um ano, com o Angels Club o empreendedor terá a chance de participar de eventos com executivos ligados ao universo das startups, o que ampliará consideravelmente o seu networking, terá acesso a cursos e treinamentos e, ainda, receberá clipping e material de apoio, tudo isso gratuitamente;

5- Pense globalmente. Ideias globais são sempre mais interessantes. Se a startup criada tem uma solução universal, isso atrai a atenção de investidores, sempre em busca de novas oportunidades;

6- Mantenha-se antenado e com foco na inovação. Em um ambiente tão competitivo como o mundo dos negócios, ter diferencial e criatividade são fatores que podem definir quão longe sua empresa pode chegar;

7- Invista em networking. Se você está seguro que sua rede de contatos criará ambientes de geração de negócios e ajudará a ativar sua startup, vá em frente e aposte no negócio;

8- Determine regras claras de organização, sobretudo, quando se tratar de funcionários. A contratação informal, por exemplo, pode acarretar em sérios problemas trabalhistas futuros;

9- Gere conteúdo para sua startup. Faça-a aparecer. Crie um blog, compartilhe o conteúdo gerado no blog em sua fan page, faça parceria com sites e demais redes sociais;

10- Nunca desista. Não ache que sua ideia não possui concorrentes e que existe uma fórmula mágica para que seu negócio dê certo. A concorrência fortalece e estimula a evolução e qualificação constantes. Saiba lidar com críticas negativas e até possíveis mudanças no projeto sem se deixar abater. Os segredos do jogo são perseverança e resiliência.


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De Onde Vêm as Ideias de Negócios?

Especialista explica como conseguir uma ideia para começar um negócio

Por Priscila Zuini (Respondido por Cynthia Serva, especialista em empreendedorismo)

Talvez uma das maiores habilidades dos empreendedores de sucesso seja a capacidade de transformar ideias em negócios rentáveis. Mas, afinal, de onde vêm as (boas) ideias de negócios?

Antes pensar em qual área ou negócio empreender, é necessário avaliar o que você verdadeiramente gosta de fazer, e claro, se possui todas as competências necessárias para transformar uma ideia em um negócio rentável.

Nesse caso, uma técnica bem simples pode ajudar no processo de busca. Pense em duas abordagens: ideias que possam surgir a partir do seu perfil pessoal e ideias que surgem a partir da observação do mercado.

A primeira abordagem, que segue o seu perfil pessoal, funciona assim: reflita e faça uma lista de todas as suas preferências, paixões, crenças e competências. O momento agora é responder para si mesmo: do que eu gosto? Trata-se de um trabalho de reflexão pessoal muito rico que irá ajudá-lo a reconhecer as áreas de atuação mais adequadas a você.

Feita a atividade de reflexão pessoal, responda quais são suas competências, habilidades e capacidades. Aqui, vale listar o que você está disposto a aprender ou desenvolver no futuro. Lembre-se que ninguém precisa saber tudo, mas podemos aprender!

Na segunda abordagem, ideias a partir do mercado, o exercício é a busca por inspiração a partir de necessidades e/ou oportunidades em mercados já existentes. Ideias podem surgir através do processo da observação e da análise do que está acontecendo no mercado a sua volta.

O importante é refletir se existe uma oportunidade de negócios a partir de necessidades não atendidas no seu dia a dia ou eventualmente que não estejam sendo bem atendidas por empresas já estabelecidas.

Explico: já parou para pensar que, ao invés de apenas reclamar de um mal atendimento que você tenha sido “vítima” em algum estabelecimento, aquele momento pode ser uma excelente oportunidade para desenvolver um negócio onde o diferencial seja justamente a excelência no atendimento em relação ao seu concorrente?

Vale também pesquisar quais são as tendências que estão despontando nos setores que você gosta. Fique atento ao que seus amigos falam sobre preferências e percepções de mercado. Leia muito, pesquise na internet. Viaje para outros lugares com o olhar da curiosidade.

Como escreveu Tina Seelig, professora de empreendedorismo e inovação de Stanford, o mais importante na busca por uma ideia de negócios é encontrar uma área de intersecção entre suas paixões, seus conhecimentos e as necessidades de mercado. E lembre-se: você não precisa de uma ideia fantástica para iniciar um negócio, e sim, de uma ideia viável.


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Chefes São Mais Felizes Com a Vida Pessoal, Financeira e Profissional

Enquanto 69% dos gestores afirmaram estar "muito satisfeitos" com a posição atual, 48% dos trabalhadores compartilham a satisfação

Por Luiza Belloni Veronesi

Objetivo de carreira de muitos profissionais, cargos gerenciais podem trazer benefícios além dos salários atraentes. Um estudo recente da Pew Research Center mostra que os chefes são mais satisfeitos com a vida profissional, pessoal e com a situação financeira, em comparação aos empregados.

De acordo com o estudo, 69% dos chefes norte-americanos entrevistados afirmaram estar “muito satisfeitos” com a posição atual. Já entre os trabalhadores, esse percentual cai para 48%.
A diferença de satisfação também alcança a situação financeira: quatro entre dez gestores se dizem satisfeitos com finanças pessoais, enquanto, apenas 28% dos profissionais têm a mesma visão. A explicação, nada surpreendente, está relacionada ao salário, já que mais da metade dos chefes ouvidos tem renda familiar de US$ 75 mil ou maior. Já entre os funcionários, apenas 32% recebem a mesma quantia.

Vida pessoal vs. trabalho

Quando o estudo se volta para a vida pessoal dos entrevistados, a situação permanece em contraste. Oito em cada dez líderes se descrevem como “muito satisfeitos” com a atual situação familiar. Em contrapartida, cerca de sete em cada dez trabalhadores são igualmente satisfeitos com o núcleo familiar.

Além disso, menos gestores disseram que ser pai representa um obstáculo para o crescimento profissional, em comparação aos profissionais. Os chefes são mais propensos a dizer que a posição atual foi um objetivo alcançado, em vez de ser apenas um trabalho para sustentar a família.

O estudo também mostrou que mais gestores têm formação acadêmica. Cerca de 16% dos chefes têm diploma universitário, 15% possuem algum curso na faculdade e 8% dos superiores têm apenas ensino médio completo.


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Série SEU NEGÓCIO - 3 Termos Muito Comuns Sobre Franquias Que Você Precisa Saber

Há expressões específicas deste mercado que os futuros franqueados devem conhecer

Por Priscila Zuini (Respondido por Lyana Bittencourt, especialista em franquias)

O número de novos empreendedores no Brasil cresce a cada dia. Segundo estudo de 2012 da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), ter o próprio negócio é o terceiro maior desejo dos brasileiros.

Muitos desses novos empreendedores têm escolhido o franchising para investir, porque encontram no sistema de franquias um modelo de negócio mais seguro. Para quem está pensando em investir em uma franquia, existem alguns termos muito comuns que todo franqueado precisa conhecer.

1. Know how

O termo em inglês significa “como fazer” e é uma das premissas do franchising. Know-how é o conhecimento desenvolvido por determinado empreendedor no desenvolvimento de um negócio de sucesso.

Consiste na metodologia de administração, operação e desenvolvimento de produtos e serviços que, em conjunto com a marca, formam um negócio replicável. É por meio de um contrato de franquia que o franqueador cede a terceiros o direito de uso dessa fórmula negocial, visando a obtenção de lucro. Não há franquia sem know-how e a forma como ocorrerá a transferência de know how pela franqueadora é um ponto fundamental para a sustentabilidade de qualquer negócio em franchising.

2. Território

É a definição e delimitação do espaço territorial que será concedido pela franqueadora para a atuação do franqueado. No franchising, esse território poderá ser exclusivo – o que significa que a franqueadora não concederá outra franquia naquela região delimitada; ou poderá ser preferencial, o que significa que a franqueadora poderá conceder outra franquia na região, motivada por fatores que geralmente estão ligados ao desenvolvimento do local ou por demanda não atendida e o franqueado já instalado tem a preferência.

3. Estrutura organizacional da franqueadora

O crescimento de uma rede de franquias sofre influência da capacidade de gestão da franqueadora e isso está diretamente relacionado a sua estrutura organizacional. O importante é dimensionar a estrutura que a franqueadora comporta e definir o papel de cada recurso. Preferencialmente, essa estrutura deve ser separada do “negócio” da franqueadora para que as pessoas possam ter dedicação exclusiva à rede, otimizando o suporte aos franqueados.

A equipe da franqueadora precisa estar muito bem dimensionada e treinada para oferecer todo suporte necessário aos franqueados. Afinal, a segurança do negócio está balizada no desempenho da franqueadora e dos franqueados, cada um dentro de seu papel, somando esforços em prol do sucesso da rede.


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4 Habilidades Que Brasileiros Têm e as Multinacionais Adoram

Brasil é celeiro de executivos para multinacionais, diz o headhunter Thiago Pimenta, da Flow. Entenda por que os brasileiros se destacam

Por Camila Pati

“Com toda a certeza, o Brasil é um celeiro de executivos para as multinacionais”. Quem diz isso é o headhunter e sócio da FLOW, Thiago Pimenta.

De acordo com ele, os profissionais brasileiros têm características muito valorizadas pelas grandes empresas nacionais e estrangeiras, sobretudo as multinacionais.

Prova disso é que nunca o número de brasileiros no comando de companhias globais foi tão alto quanto agora, diz Pimenta. E, a tendência é de crescimento, de acordo com ele.

“No caso de expatriações longas, é analisada a performance do profissional no Brasil e a transferência passa a ser parte do plano de carreira dele, visando a troca de experiências entre matriz e filial, e desenvolvimento do profissional”, diz Adriana Freddo, sócia da EMDOC - Consultoria Especializada em Mobilidade Global.

Mas o que torna os executivos brasileiros tão disputados pelas multinacionais? Para o especialista, trata-se de uma conjunção de qualidades ligadas à própria história político-econômica do país. Confira quais são:

1. Habilidade de gestão com restrição de recursos e instabilidade

Com o histórico de instabilidade econômica e política do Brasil, Thiago Pimenta afirma que os executivos na faixa dos 45 anos “já viram de tudo”.

De acordo com ele, quem começou a carreira há 30 anos enfrentou a hiperinflação e cenário de liquidez restrita, entre outros muitos desafios próprios das décadas de 1980 e 1990

“Tendo em vista esta curva de aprendizado, quando há um cenário estável, esses executivos tiram de letra”, diz. Executivos que viveram profissionalmente esta época se acostumaram a seguir o lema: “fazer mais com menos”.

Inovação e criatividade são qualidades que despontam em quem consegue trazer resultados mesmo em cenários adversos, segundo Pimenta. E as multinacionais reconhecem esse talento e a necessidade de profissionais com esta bagagem, diz o especialista.

2. Capacidade de lidar com gap educacional da equipe

As empresas brasileiras tentam suprir deficiências de seus funcionários - no que diz respeito à qualificação técnica - com a oferta de treinamentos e cursos. O gap educacional, diz Pimenta, é um problema que afeta companhias instaladas no Brasil, há tempos, por isso os executivos já estão preparados para lidar com isso.

Ao chegar no exterior e trabalhar com equipes altamente especializadas, a evolução é natural, segundo o especialista.

3. Trabalho em cenários multiculturais

A heterogeneidade da população brasileira é fato. Diferenças culturais são uma constante nas empresas brasileiras e não assustam mais os chefes. “Operar em uma cultura heterogênea é um desafio e as multinacionais enxergam no executivo brasileiro este potencial, o que naturalmente conta pontos a favor”, diz Pimenta.

Ele explica que o aprendizado a que o executivo está exposto no Brasil não se repete em outras localidades. 
“Países como Noruega, Suécia são muito homogêneos e não incitam este tipo de oficina. No Brasil o executivo precisa ser um camaleão para extrair informações e desenvolver a equipe”, diz.

4. Saber operar em áreas territoriais extensas

País de dimensões continentais, o Brasil só perde, em tamanho, para Rússia, Canadá China e Estados Unidos. Aliada ao enorme território a carência de infraestrutura dá contornos ainda mais desafiadores às operações das empresas por aqui.

“Um diretor de uma mineradora de ferro, há alguns anos, tinha dois portos para escoamento da produção, por exemplo”, diz Pimenta. Para ele, todos esses obstáculos provocam os profissionais a achar soluções que “não estão na mesa”. “Os brasileiros são criativos, e não estou falando do jeitinho brasileiro, me refiro à criatividade responsável, o executivo está acostumado a trabalhar com pouco”, diz.


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Quando é a Hora de Terceirizar a Folha de Pagamento?

A terceirização busca reduzir os custos para a empresa, direciona os recursos para áreas estratégicas e adota as melhores práticas mercadológicas

Por Cesar Rossi

A complexidade do mundo contemporâneo, globalizado, que detém um mercado cada vez mais competitivo, lança diariamente novos desafios estratégicos e operacionais às empresas, que devem estar alinhadas às tendências, e ao imprevisível dinamismo econômico. Diante de inúmeras instabilidades e incertezas, o atual perfil mercadológico tem mostrado uma atividade que não só cresce constantemente, como firma-se em solução eficaz (e por que não, necessária?) para diversas empresas: o outsourcing (terceirização) de atividades não estratégicas. Tal fator contribui diretamente para o direcionamento do foco da companhia em seu core business, alcançando resultados mais eficientes em seus negócios, ao terceirizarem atividades operacionais que são custosas e trabalhosas.

A tendência é mundial. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Serviços de Apoio Administrativo (ABRAPSA) o Brasil está caminhando a passos firmes para o amadurecimento operacional, assim como já ocorre em outros países, como nos EUA, onde cerca de 30% a 35% da folha de pagamento das empresas é terceirizada. Enquanto a perspectiva de crescimento do PIB brasileiro até 2016 é em média de 4% ao ano (Goldman Sachs), o da terceirização, em geral, atingirá cerca de 10% (dados da IDC).

A terceirização é uma estratégia que tem sido adotada pelas empresas, mas existem algumas corporações que ainda têm a cultura contrária a este tipo de serviço, principalmente, por não saberem o momento certo para a contratação. Por isso, baseado em ampla experiência com a atuação das empresas do Bestway Group, pontuo algumas dicas para o empresário fique atento para não desperdiçar o momento oportuno para a contratação. Tais fatores são encontrados em empresas brasileiras com know how para realizar o serviço de outsourcing com confiabilidade e segurança.

Cuidados na hora da contratação de uma empresa terceirizada:

Antes de qualquer coisa, quem irá contratar, deve procurar referências: saber se o fornecedor tem credibilidade institucional e reputação no mercado. Avaliar se possui especialização nas questões trabalhistas, tributárias e fiscais, para que não haja problemas futuros; Todos os comprovantes de pagamentos das obrigações, relativos ao trabalho da contratada, devem ser exigidos e, periodicamente apresentados;

A partir de quantos funcionários:

Empresas que possuem a partir de 50 funcionários já terceirizam suas folhas de pagamento através de seus contadores, entanto, a partir de 2014, entrará em vigor o Sped Social (Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas - o eSocial) que exigirá detalhamento técnico das informações e muitas destas contabilidades têm de estar preparadas para atender às exigências legais. Percebo ainda que empresas que já possuem o perfil de terceirização de folha de pagamento buscam melhorar suas práticas de mercado e otimizam seus esforços para questões estratégicas.

Processos no RH que podem ser terceirizados:

Execução e processamento dos processos operacionais de Recursos Humanos, incluindo a elaboração e processos da folha de pagamento mensal e adiantamentos; admissões, documentação e benefícios legais; administração de férias individuais ou coletivas; emissão de documentos, guias, holerites e encargos sociais; geração das diversas guias de recolhimento: DARF, GPS, GRFC, relatórios e arquivos eletrônicos operacionais e legais, tais como, crédito de salários, pensão alimentícia, SEFIP e CAGED; gerenciamento total das informações e históricos dos funcionários e rescisões contratuais com acompanhamento nos sindicatos ou no Ministério do Trabalho para homologações. Assim como o desenvolvimento de projetos de estruturação de políticas e processos mais estratégicos através de consultoria de empresas especialistas. Remuneração variável, pesquisas de clima, cargos e salários são alguns exemplos.

O que esperar de uma empresa de terceirização de folha de pagamento?

- Ter a capacidade de fornecer outros serviços que a diferenciem de um contador ou de uma empresa que apenas processa a folha de pagamento. Poder apoiar o cliente com soluções de RH, a nível estratégico e com alto valor agregado, com certeza é um diferencial.

- Possuir uma equipe multidisciplinar com advogados trabalhistas, especialista em recursos humanos, economistas, equipe de tecnologia dedicada e contadores à disposição para atender e sanar as eventuais dúvidas;

- Utilizar ferramentas para gestão de pessoas, com tecnologias de ponta, que suporte os processos e gerenciamento dos colaboradores da contratante adequado as melhores práticas de mercado.

- Ter uma visão consultiva, que possibilite gerar soluções integradas, frente a eventuais necessidades de: diagnósticos de processos de gestão de pessoas, pesquisas de clima e salarial, políticas de contratação/remuneração/cargos & salários e participação de lucros (PLR), gestão por objetivos e competências, etc.

- Gestão de benefícios: Possibilitar a contratação e gerenciamento do programa de benefícios corporativos como: assistência médica, odontológica, vale refeição, alimentação, transporte, seguros de vida, perda de renda, previdência privada, entre outros. A estruturação das políticas de benefícios aderentes com o mercado em que a empresa atua, é uma ferramenta fundamental no processo de atração e retenção de talentos.

- Velocidade nas respostas, desenvolvimento de SLAs e matriz de responsabilidade (RACI): O modelo de comunicação com o fornecedor, alinhamento das responsabilidades entre as empresas e o prazo de execução/entrega devem ser acordados e monitorados no início da relação entre as empresas para que todas as obrigações legais sejam cumpridas.

Quando não há terceirização da folha de pagamento o que as empresas podem perder?

As empresas costumam ver apenas os custos diretos ( headcount, horas extras e materiais de consumo), mas também há os custos indiretos (espaço físico e tecnologia); custos alocados (centro corporativo, parte da gestão do RH e tecnologia corporativa).

Enfim, a terceirização pode ser uma ótima ferramenta para o empreendedor, e, mais do que uma tendência, tem se mostrado elemento necessário para atingir altas performances operacionais, estratégicas e mercadológicas. Entretanto, a sua contratação deve ser realizada com cautela e dotada de um cuidadoso estudo preliminar.


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As Perguntas Para o Jovem Responder Antes da Entrevista

Confira um roteiro de questões para se preparar antes de encarar o recrutador em seleções para estágio ou trainee, indicadas pela gerente da Page Talent

Por Camila Pati

Uma boa preparação antes de encarar o recrutador é essencial para ter sucesso na entrevista de emprego. Disso, muitos jovens, mesmo sem experiência, já sabem.

O problema reside mais nas táticas de preparação. Por onde começar, o que estudar sobre a empresa e o que saber sobre si mesmo são algumas das dúvidas que podem surgir nesta fase pré-entrevista.

A seguir estão algumas perguntas para responder antes da etapa presencial dos processos seletivos, indicadas por Manoela Costa, gerente da Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees.

A dica da especialista é anotar as respostas para conseguir expor as informações de maneira organizada. Confira:

1. Qual o momento econômico e as tendências deste mercado?

Fazer a conexão com o que está acontecendo no setor em que está inserida a empresa é uma das primeiras etapas da preparação.

De acordo com Manoela, procurar matérias sobre o assunto conta pontos a favor do candidato. “O jovem em geral lê pouco e o risco é ter uma visão simplista, pequena do cenário”, diz. Evite repetir frases que ouviu. Faça você a pesquisa.

Normalmente, uma percepção mais geral já faz com que o jovem se destaque. Mas se a oportunidade é no mercado financeiro, atenção. “Nesse caso é mais importante entender a economia como um todo. Em empresas de outros segmentos é mais uma pincelada sobre o assunto”, diz.

2. No que você é bom?

Como você é reconhecido por seus colegas? Pense em suas qualidades e em que elas podem contribuir para a empresa para a qual você se candidatou.

“São perguntas simples, mas que normalmente os jovens não se fazem e aí, chega na hora da entrevista, parece coisa de outro mundo”, diz Manoela.

3. Por que você quer trabalhar na empresa?

A cultura da empresa e a sua missão podem fazer toda a diferença no seu desejo de vestir o crachá daquele lugar. Procure entender como as coisas funcionam, qual a maneira de trabalhar.

“O jovem acaba se inscrevendo em muitos processos de trainee ou estágio. Muitas vezes está tão desesperado para conseguir uma vaga que deixa de pensar sobre aquela empresa”, diz Manoela.

A especialista garante: quem tem o tal do “brilho nos olhos” pela empresa ou área vai se sair melhor que a maioria.

4. Quais as suas principais conquistas e aprendizados?

Segundo Manoela, o autoconhecimento é etapa obrigatória da preparação. Reflita sobre seus pontos fortes, conquistas, vitórias. Mas não deixe de lado também os desafios, derrotas, pontos de melhoria. Saber extrair aprendizado de situações difíceis é uma qualidade valorizada pelas empresas.

Às vezes, os candidatos ficam tão preocupados porque não têm experiência ou a consideram insignificante já foi pouco tempo, explica Manoela.

“Mas saber explicar o que aprendeu fazendo intercâmbio, o motivo da escolha da cidade e expor principais vivências pode ser bastante positivo se fizer sentido”, diz.


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Série ETIQUETA PROFISSIONAL - Gafes em Redes Sociais Podem Comprometer Profissionais em Seleções de Emprego

"Mais cedo ou mais tarde todas as pessoas estarão expostas de alguma maneira, seja através de um parente ou amigo", afirma especialista

Antes de postar no Youtube o vídeo daquela farra do último final de semana em que você aparece bêbado com os amigos falando mal do ex-chefe, é bom pensar duas vezes. As empresas estão cada vez mais antenadas nos perfis sociais dos profissionais e gafes como essas podem ser problemáticas na hora de uma seleção, por exemplo.

Para Nelson Novaes Neto, CSO do UOL, os usuários precisam estar atentos ao que inserem na rede. "As mídias sociais têm muita informação, basta saber usá-la. O cuidado com a privacidade online é uma questão de responsabilidade social", ressalta.

Ele alerta ainda que é importante tomar cuidado com as próprias atitudes, pois muitas vezes a exposição independe da iniciativa pessoal de postar um conteúdo particular na internet. "Mais cedo ou mais tarde todas as pessoas estarão expostas de alguma maneira, seja através de um parente ou amigo", disse Nelson.

"Mais cedo ou mais tarde todas as pessoas estarão expostas de alguma maneira, seja através de um parente ou amigo", afirma especialista

Por outro lado, de acordo com Neto, esse tipo de veículo pode ajudar empresas também com informações estratégicas e a perceber o movimento do mercado. "Caso o usuário monitore o perfil do concorrente nas redes sociais pode antever uma negociação comercial", analisa.

Outro ponto positivo para empresas, segundo o CSO, é o monitoramento dos seus colaboradores, prevendo possíveis mudanças em seu quadro de funcionários.


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7 Comportamentos Dos Pais Que Impedirão Seus Ffilhos de se Tornarem Líderes

Veja quais são e como evitá-los

Por Redação

Kathy Caprino, que escreve para a Forbes, costumava trabalhar como terapeuta familiar, antes de se tornar coach de carreira e liderança. Nesse longo tempo, em contato com casais, famílias e crianças, Caprino diz ter testemunhado uma variedade de comportamentos funcionais, mas também disfuncionais, por parte dos pais que conheceu. Impedir os filhos de ganhar independência, perseverança e se tornarem os líderes em potencial que são eram práticas frequentes, ainda que inconscientes.

Buscando informações sobre o assunto, Kathy se deparou com os livros do Dr. Tim Elmore, escritor e fundador de uma organização que busca empoderar jovens através de um trabalho de mentoria. O especialista confirmou suas constatações: muitos pais têm tratado suas crianças e adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo seu crescimento pessoal e podando suas capacidades de liderança - de si mesmos e de empreendimentos ao redor do mundo.

Aqui estão 7 desses comportamentos, identificados por Elmore, e que devem ser evitados se você quer que seu filho se torne um líder capaz:

1. Não deixar as crianças se arriscarem

O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para protegê-las. Isso é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.

2. Correr ao seu socorro muito rápido

Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes. Do contrário, serão adultos acomodados e inconsequentes.

3. Elogiar com facilidade

Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que "todos são vencedores" pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.

4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança

Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga "não" ou "agora não" e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.

5. Não compartilhar nossos erros

Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.

6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade

A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como responde às pequenas responsabilidades que lhes forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!

7. Não fazer o que dizemos

Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo aquelas mais simples). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho, com certeza, as estará observando.

Com informações da Forbes


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5 Ideias Que Podem Mudar Sua Sina na Entrevista de Emprego

Especialista em comunicação sugere alguns princípios básicos para encarar a entrevista com mais leveza e eficiência

Por Talita Abrantes

Primeiro, a oportunidade profissional atraiu seus olhos. Depois, foi a vez do currículo cativar a empresa ou headhunter. O resultado da interação rendeu um convite para fazer uma entrevista de emprego. O momento em que, olhos nos olhos do recrutador, a carreira de qualquer profissional pode mudar.

A pressão não poderia ser menor. E as chances de sucumbir a ela, idem.

O problema está na maneira como se encara esta etapa da seleção. Na prática, muita gente se esquece de que, antes de tudo, a entrevista é um diálogo e que a pessoa do lado de lá da mesa está interessado em conhecê-lo melhor.

Agora, para que isso aconteça, é essencial atentar para alguns princípios básicos de comunicação - como ouvir o recrutador e não apenas vender a si mesmo.

Confira quais os conceitos que você não pode se esquecer durante a entrevista de emprego:

Desarme-se, você não está em um interrogatório

“Não se deve sentar na cadeira como se fosse interrogado pela polícia. Reto, sem respirar”, descreve Joyce Baena, da consultoria La Gracia. Como ela mesma diz, antes de tudo, a entrevista de emprego deve ser encarada como uma conversa. Nada além disso.

Só tome cuidado para não abusar na informalidade. É uma conversa? Sim. Mas não em uma mesa de bar. “Você não pode ficar desleixado como se estivesse falando com seu melhor amigo”, diz.

Na prática, a medida é ser leve sem perder a compostura.

Também não está em uma sabatina

Munir-se de informações sobre a empresa antes da entrevista é essencial. Isso não significa, contudo, que você deve repetir tudo o que aprendeu para o recrutador. “Ele não quer que você fale coisas que ele já conhece”, afirma a especialista.

Neste grupo estão os famosos clichês de entrevista decorados com afinco por aí. “A pessoa se engessa de uma tal maneira que chega armada”, diz.

Com um monte de fórmulas prontas na cabeça, o candidato pode perder a capacidade de processar a informação que está sendo transmitida pelo recrutador por meios verbais - ou não.

“Você até pode ter estudado como irá responder, mas deve ir desarmado, aberto a tudo o que acontecer”, diz Joyce. E, pronto para conectar sua experiência prévia com o que é colocado na mesa pelo recrutador.

Uma estratégia para possibilitar este processo é levar um caderno de anotações para a entrevista. Isso mesmo. Além de dar um objetivo para as mãos (que tendem a canalizar muitos sintomas de nervosismo), o objeto pode ser um forte aliado para elaborar suas respostas.

“Anote os pontos mais importantes para organizar o raciocínio”, sugere Joyce. “Isso demonstra objetividade e estratégia”. 

Só não vale ficar com o rosto grudado no papel sem faer contato visual com o recrutador. Use o caderno apenas para escrever pontos importantes.

Permita o silêncio

Não tenha medo das pausas - e nem do inquietante silêncio que jaz entre a pergunta e sua resposta.

A entrevista não é uma corrida contra o tempo em que ganha quem responder mais rápido. Respeite seu pensamento lógico ao dar a ele condições para elaborar uma boa resposta.

“Quando o recrutador estiver falando, não fique formulando milhões de respostas na cabeça”, aconselha a especialista. “Permita-se uma pausa. Na ansiedade, para impressionar, você pode falar sem pensar”.

E, nunca interrompa o recrutador.

Tire o foco do umbigo

OK, a entrevista de emprego existe exatamente para que o recrutador o conheça melhor. Isso não é justificativa, porém, para ativar o botão narcisista e falar apenas de si.

“Ao se vangloriar, a pessoa pode sair do foco”, diz a especialista. Então, como fazer marketing pessoal neste contexto? “Traga algo externo que fale sobre você. Pode ser um caso, uma experiência, um resultado, algo alinhado com a necessidade da vaga”, afirma Joyce.

Fale só a verdade - literalmente

Além de não mentir - em hipótese alguma -, sempre passe informações que você acredita e que demonstrem quem você é, de verdade. Segundo a especialista, a pior experiência que um recrutador poderia ter na entrevista é perceber que a resposta foi manipulada - mesmo que sutilmente. 


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7 Dicas Para Feedbacks Produtivos

Especialista Eduardo Ferraz lista recomendações que podem ajudar donos de pequenas empresas a dar feedback para a sua equipe 

Por Camila Lam (Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas)

Feedbacks são informações dadas a um indivíduo para indicar como está seu desempenho e como sua atuação está afetando outras pessoas. O feedback pode motivar ou desmotivar o profissional dependendo de como for utilizado.

Para funcionar, é preciso ter conteúdo, lógica e justiça. Todos precisamos de elogios, para manter atitudes construtivas, e também de críticas, para ajustar deficiências. Para o feedback tornar-se realmente produtivo, sugiro algumas dicas para empreendedores:

1. Seja justo

Antes de fazer críticas ou elogios, analise se são realmente merecidos.

2. Seja específico

Dizer "este relatório ficou excelente" é melhor que dizer "você faz bons relatórios". Se for uma crítica, diga "este parágrafo não está claro" ao invés de "o relatório tem falhas".

3. Seja criterioso

Elogiar demais ou criticar por qualquer motivo perde rapidamente o efeito, pois as pessoas se acostumam e não dão muita importância.

4. Não faça críticas destrutivas

Não misture a situação criticada com a pessoa. Diga: “Esse trabalho merecia mais atenção” ao invés de “Você é um desleixado”.

5. Mantenha uma postura equilibrada

Modere seu tom de voz e seu gestual. As pessoas prestam mais atenção e absorvem melhor informações que venham de pessoas que demonstram equilíbrio emocional.

6. Fale na hora certa

Um elogio quando dado em público será ainda mais relevante para a autoestima de quem recebe. Uma crítica sempre deve ser em particular, para não humilhar a pessoa.

7. Seja sincero

As pessoas percebem facilmente quando o feedback é "forçado". Portanto não "doure a pílula". Sinceridade ainda conta muito.


Muitas pesquisas têm indicado que estes requisitos, quando seguidos consistentemente, melhoram muito o ambiente de trabalho e também a produtividade das empresas, pois aumentam a confiança da equipe na capacidade e na habilidade do líder em manter as pessoas sempre bem informadas sobre o próprio desempenho.


Fonte: exame.abril.com.br
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Gestão do Conhecimento Faz Bem Aos Negócios

Em sua plataforma de gestão do conhecimento, a Brasil Kirin integra todas as suas frentes e iniciativas, garantindo e disseminando um conhecimento que agrega força e foco às pessoas e à empresa.

Promover o desenvolvimento das pessoas em busca dos melhores resultados, atrair e reter os escassos talentos em nosso mercado de trabalho, conseguir conciliar os investimentos em treinamento com a melhoria do desempenho das organizações e manter este conhecimento dentro da empresa têm sido as grandes questões da área de gestão de pessoas.

Como enfrentar com sucesso essa realidade? Como investir nas pessoas e manter esse conhecimento na empresa? Como transformar as competências humanas em organizacionais? A resposta para isto pode estar na gestão eficaz do conhecimento.

Estabelecer nas empresas um programa de gestão do conhecimento em que tenha um elo entre o desempenho das pessoas e do negócio é o caminho que trará bons frutos e uma relação adequada entre investimento e retorno da área.

As empresas enfrentam um mercado dinâmico, instável, inovador e competitivo, o que as obriga a captar e buscar o conhecimento necessário para que se mantenha competitiva e à frente no mercado.

Como colocar em prática

1 - O primeiro passo é gerar um ambiente que incentive a criação de novos conhecimentos inspirados pelas competências instaladas na organização, bem como nas individuais. Essa busca deve permear toda a empresa e deve ser baseada na cultura organizacional, na visão de médio prazo e nas necessidades de curto prazo da empresa.

Mais do que criar, as empresas também devem capturar os conhecimentos existentes no mercado, entre os stakeholders e também entre os profissionais que atuam em toda a sua cadeia de valor.

2 - A necessidade de criação e captura do conhecimento só trará o resultado esperado e o impacto nos negócios se aliada à gestão do conhecimento bem estruturada, que proporcionará subsídios e conhecimento necessário para superar os desafios.

A organização de todos esses conhecimentos, por meio das ferramentas adequadas, garante que a informação seja perene e faça parte do dia a dia de todos. O registro também é uma das formas de manter esse conteúdo dentro da organização.

3 - O compartilhamento em todas as esferas da organização do que foi construído é fundamental, pois proporciona que seja estendido a um ambiente de conhecimento e de constante troca de ideias.

4 - Disseminar é outra prática relevante, pois permite o engajamento das pessoas em receber e agregar, fortalecendo o desenvolvimento das competências organizacionais e humanas.

A proteção do conhecimento é uma das principais atribuições da gestão do conhecimento, pois permite manter dentro da empresa as competências e informações estratégicas do negócio, bem como os direitos de utilização do que foi construído e desenvolvido como propriedade da empresa. O coletivo deve ser prioritário neste aspecto, já que fortalecerá a busca de desafios e a retroalimentação do que foi aprendido, retido, compartilhado e disseminado.

“É preciso capacitar e desenvolver”

A capacidade de inovação e adaptação também deve estar presente. Saber adaptar-se às demandas e não ficar preso a soluções consagradas é, com certeza, um dos fatores fundamentais de sucesso.

Para que esta gestão seja uma aliada para o desenvolvimento de pessoas e para a retenção do conhecimento, é necessário que o conteúdo desenvolvido seja construído em conjunto. A empresa deve proporcionar esta interação, seja das áreas especialistas como das áreas de negócios.

As ferramentas de desempenho individual e coletivo e os planos de desenvolvimento devem estar diretamente correlacionados com a gestão do conhecimento. Não basta treinar, é preciso capacitar e desenvolver, preparando a equipe para os desafios do negócio e da carreira.

*Américo Garbuio Junior é diretor de desenvolvimento humano e organizacional da Brasil Kirin.


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