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Abra Sua Empresa a Custo (Quase) Zero - Parte III

Consultores de gestão, RH e tecnologia mostram como tirar proveito da internet, de associações e redes sociais na hora de começar do zero e com pouco dinheiro

Por Ana Cristina Dib


21 > CRIE SOLUÇÕES PARA COMPENSAR HORAS EXTRAS

Em vez de pagar pelo tempo excedente de trabalho, crie um banco de horas. O funcionário pode recuperar as horas trabalhadas a mais em folgas, emenda de feriado ou férias. Estabeleça um prazo limite para que as folgas sejam tiradas. Caso contrário, elas se acumulam e não é vantajoso ter o colaborador afastado da empresa por vários dias.

22 > VEJA SE ESTÁ NO SISTEMA TRIBUTÁRIO CORRETO

Isso diminui despesas com impostos. Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real têm alíquotas diferentes, além de deduções e créditos próprios. Simule com um contador em quais enquadramentos a empresa pode entrar e quanto teria de pagar em cada um deles.

23 > BUSQUE PARCEIROS

Junte-se a outra marca que não seja sua concorrente e crie ações conjuntas. A estratégia otimiza custos, agrega valor, aumenta as vendas e permite marcar presença em espaços não habituais à marca. Só é preciso ficar atento se o parceiro é bem aceito pelo consumidor antes de fechar o acordo. Caso contrário, o resultado pode ser o inverso.

24 > INVISTA EM CAPACITAÇÃO

Sem investir em conhecimento nenhuma empresa decola. Por isso, é essencial estudar. No site da universidade de Stanford (www.stanford.edu), por exemplo, é possível ter aulas gratuitas sobre tecnologia em base de dados, segurança de rede e áreas de segurança. A rádio CBN (www.cbn.com.br) também oferece podcasts gratuitos sobre tecnologia da informação. O Sebrae disponibiliza, de graça, nove cursos on-line para empreendedores iniciantes.

25 > MUITA CALMA ANTES DE COMPRAR PROGRAMAS CAROS

Verifique se os funcionários realmente precisam utilizar programas de computador sofisticados. “O ideal é reunir-se com cada membro da equipe e decidir em conjunto o que é imprescindível para desempenhar bem as funções. Alguém que cuida da parte administrativa não precisa ter photoshop na máquina, mas certamente necessita de um bom software de gestão”, explica Roberto Mayer, presidente da Assespro-SP.

26 > ANALISE AS VANTAGENS DE SOFTWARES LIVRES

Eles vêm ganhando espaço no mercado e, apesar da interface nem sempre amigável e da falta de compatibilidade com alguns aplicativos feitos para Windows, adotá-los pode representar uma boa economia. Segundo Rodrigo Missiaggia, arquiteto de soluções da Red Hat, licenças costumam representar de 30% a 40% dos custos de um software, o que torna os programas caros. O Open Office é um pacote de ferramentas de escritório com editor de textos, planilhas e apresentações, além de banco de dados. É compatível com os programas da Microsoft, embora o banco de dados seja inferior ao Access, da empresa de Bill Gates. Outro exemplo de software livre é o navegador de internet Firefox, da Mozilla.

27 > VISITE O SEBRAE

Além de cursos, no portal da instituição é possível encontrar ferramentas de suporte para iniciar o negócio. Com o Click Marketing você monta pela internet o plano de marketing da empresa. Na Feira do Empreendedor on-line, o empresário pode encontrar ou oferecer oportunidades. No Negócio Certo, o Sebrae faz estudos sobre vários setores e dá orientações relacionadas a espaço físico adequado, número de empregados, equipamentos principais e estimativa de investimento inicial.

28 > FAÇA PERMUTAS

Quando decidiu, em 2003, criar o provedor de internet Gigalink em Nova Friburgo (RJ), Osvaldo Júnior, 44 anos, tinha R$ 30 mil para investir. Boa parte do dinheiro foi gasta em tecnologia e, com isso, faltou verba para outras áreas, como marketing. Para solucionar o problema, Júnior procurou veículos de comunicação locais e ofereceu internet em troca de anúncios. “Se a publicidade custava R$ 800, eu oferecia serviços no mesmo valor ao jornal”, diz. Hoje, a Gigalink, que atua em todo o estado do Rio de Janeiro, fatura R$ 7 milhões e deve crescer 30% em 2011.

29 > ESTIMULE A PROPAGANDA BOCA A BOCA

Não custa nada e pode ser a alma do negócio. Grande parte dos consumidores confia mais na indicação de um amigo do que em ações publicitárias. Porém, para que a iniciativa seja bem-sucedida, é fundamental oferecer produtos de qualidade a preços justos.

30 > INVISTA EM MARKETING

O marketing é a alma do negócio de Juliano Donnici, 28 anos. Desde que montou, no Rio de Janeiro, em outubro, o site de compras coletivas Sirva-se, voltado para gastronomia, ele reinveste 50% do faturamento mensal em marketing. Além de gastar R$ 3 mil em média por mês com e-mail marketing e usar links patrocinados, Donnici não dispensa ações criativas feitas off-line. “Contratamos um avião para fazer propaganda na praia. A hora sai em torno de R$ 1.200, mas o retorno é positivo, porque ajuda a fixar a marca na cabeça das pessoas”, afirma o empreendedor, que pretende fechar 2011 com um faturamento de R$ 2 milhões.




Abra Sua Empresa a Custo (Quase) Zero - Parte II

Consultores de gestão, RH e tecnologia mostram como tirar proveito da internet, de associações e redes sociais na hora de começar do zero e com pouco dinheiro

Por Ana Cristina Dib


9 > TERCEIRIZE

Terceirize tudo o que não for da sua expertise e não represente uma vantagem competitiva, isto é, atividades que não o diferenciem da concorrência. “Uma empresa de comércio eletrônico pode, por exemplo, terceirizar o serviço de delivery. Ter frota própria demanda despesas com manutenção, além do alto capital que deve ser investido na compra das motos e contratação de motoboys. A economia chega a ser de 30%”, diz Dariane Castanheira, professora do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da Fundação Instituto de Administração (ProCED/FIA).

10 > TENHA UM PERFIL NAS REDES SOCIAIS

“É uma ótima maneira de interagir com milhares de consumidores simultaneamente. Além de divulgar produtos, você pode fazer pesquisa de mercado e manter um contato mais próximo com a clientela”, afirma Silvio Tanabe, especialista em marketing. Desde que fundaram, há dois anos, a Nosh, loja de roupas para crianças, as sócias Bruna Arkalji, 31 anos, e Gisela Arkalji, 28, apostam nas redes sociais. “Usamos o Twitter e o Facebook para fidelizar consumidores e consolidar a marca. No Facebook, por exemplo, publicamos fotos que as clientes nos enviam de seus filhos vestindo peças da Nosh. Elas adoram, mandam para as amigas e para os familiares. Isso ajuda a divulgar a empresa de um jeito leve e afetivo”, diz Bruna. A empresa tem três lojas em São Paulo e fatura R$ 500 mil mensais.

11 > ASSOCIE-SE

Quando for comprar, procure unir-se a outros empreendedores que não sejam seus concorrentes diretos. Se você quer montar uma confecção em São Paulo, por exemplo, é interessante, pelo menos no começo, associar-se a empresas do mesmo setor, mas localizadas em outros estados. Isso aumenta seu poder de barganha com fornecedores e ajuda a conseguir descontos e preços mais vantajosos.

12 > DIGITALIZE

Evite criar arquivos físicos para documentos. Além da economia em papel e impressão, há um ganho de espaço. Segundo Roberto Mayer, presidente da Assespro-SP, transferir documentos para arquivos de PDF custa, em média, R$ 0,15 por folha escaneada. Além do documento digitalizado, o empresário pode solicitar uma cópia externa gravada em CD ou em pendrive como back-up.

13 > DEFINA FUNÇÕES ANTES DE CONTRATAR

É importante conhecer a fundo as etapas envolvidas no negócio para saber quantos funcionários serão necessários. “Definir o que cada um vai fazer na empresa diminui as chances de criar expectativas irreais nos colaboradores”, diz Antônio Carminhato, sócio do Grupo Soma, dedicado aos recursos humanos. O especialista aconselha também a fazer uma pesquisa de mercado e a descobrir a faixa salarial de empresas do mesmo ramo de atuação. Isso evita o pagamento de salários muito acima ou abaixo da média.

14 > RECRUTE PELA INTERNET

Recorrer a empresas de e-recruitment é uma boa alternativa. Existem modelos que saem de graça para o empresário, já que quem paga pelo serviço são os interessados em divulgar o currículo. O Trabalhe Conosco, da Catho Online, é uma ferramenta gratuita voltada às empresas. O empresário preenche um cadastro para ter a vaga anunciada no site. A ferramenta permite também gerenciar o processo. O recrutador recebe os currículos dos candidatos e pode enviar mensagens explicativas sobre a vaga, agendar entrevistas, marcar os candidatos favoritos, imprimir e fazer anotações no currículo. Os sites curriculum.com.br e precisa-se.com.br funcionam de maneira semelhante.

15 > APOSTE EM ESTAGIÁRIOS

Quando bem selecionados e com o devido acompanhamento, eles contribuem, e muito, no dia a dia da empresa. É uma maneira inteligente de formar profissionais que estarão desde cedo alinhados à cultura do negócio. Em companhias menores, o empreendedor tem maior acesso aos colaboradores e pode observar e desenvolver melhor o potencial dos jovens. Além disso, eles costumam trazer novas ideias e questionamentos às equipes. Para contratá-los, procure o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) ou sites como o estagiario.com. O serviço é gratuito e só é cobrada uma taxa caso a contratação seja efetivada. No estagiarios.com, paga-se R$ 36 ao mês por estudante contratado.

16 > SALÁRIO É BOM, MAS NÃO É TUDO

O salário não é o fator que mais pesa quando o profissional decide se vai ou não aceitar a oferta de emprego. “Ao receber a proposta, ele avalia também a flexibilidade de horários, a possibilidade de crescer dentro da empresa, benefícios e impressões que teve durante a entrevista. Por isso, se o orçamento estiver curto para recrutar, compense com outros atrativos”, diz Antonio Carminhato, do Grupo Soma, especializado em RH.

17 > DIMENSIONE CORRETAMENTE O OBJETO SOCIAL

Defina quais são as finalidades da empresa e seu foco. “Empresários iniciantes costumam querer englobar muitas atividades, até aquelas que só serão incorporadas no futuro. Com isso, pagam mais na taxa de serviço da prefeitura e mais códigos de licença. A dica é ir agregando aos poucos, na medida em que a empresa cresce”, diz José Roberto Filho, sócio-diretor da JR&M, assessoria contábil.

18 > PROCURE SUA ASSOCIAÇÃO DE CLASSE

Elas oferecem para os membros palestras e cursos baratos. É uma forma de se atualizar e fazer networking. Há também consultoria jurídica e contábil para quem paga uma taxa anual. Algumas disponibilizam planos de saúde que podem ser estendidos a seus funcionários a preços mais baixos do que os de mercado. Só tome cuidado na hora de se afiliar. Associações fantasmas inventam nomes parecidos com os de entidades honestas e cobram taxa de adesão de empresários desavisados.

19 > NÃO COMPRE UM IMÓVEL LOGO DE CARA

Mesmo que tenha o dinheiro, use o montante extra como capital de giro, quantidade de recursos financeiros necessários para que o negócio possa desempenhar as atividades do dia a dia. A falta de capital de giro é uma das principais causas da mortalidade de empresas. Sem ele, o empresário acaba por contrair dívidas, muitas vezes, irreversíveis.

20 > AVALIE A NECESSIDADE DE TER UM ESCRITÓRIO

Nem sempre faz sentido ter uma estrutura robusta. Contratar os serviços de escritórios virtuais é uma alternativa para quem quer usufruir de um endereço de prestígio sem os investimentos normalmente necessários. Essas empresas oferecem espaço físico, secretária, mobiliário, atendimento telefônico, sala de reunião e serviços de apoio administrativos. Os planos são flexíveis e com mensalidades, em geral, a partir de R$ 120, dependendo da cidade e da localização do escritório.


Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI208195-17171-1,00-ABRA+SUA+EMPRESA+A+CUSTO+QUASE+ZERO.html

Coluna do Daniel - Qual Navegador é o Melhor?



Qual Navegador é o Melhor?



Vamos deixar nossas preferências de lado e entender melhor sobre a briga dos Navegadores de Internet. Como um usuário um pouco mais avançado do que a média, não escolho o meu navegador (ou Browser) pela sua cota de utilização no mercado. Caso fosse assim, estaria até hoje utilizando o Internet Explorer.

Com o tempo podemos analisar que tudo na Internet tende a ser mais leve, limpo e mais prático. O mundo virtual e a grande rede começou a utilizar o Firefox, mas ele pecou em algumas de suas versões, ficando um pouco lento e deixando de ser a preferência de muitos e muitos voltaram para o Internet Explorer. Eis que surge o Google Chrome e me parece que ele, o Chrome é quem dita como serão os próximos, que o diga a nova versão do Mozilla que está mais parecida com o navegador do Google.

Existem outros Browsers por aí, mas o ideal é utilizar um navegador que trate suas informações com segurança, seja leve e bastante agradável para a visualização dos seus sites prediletos.

Links para Download:

Internet Explorer

Google Chrome

Mozilla Firefox

Opera

Outros Nvegadores


Daniel Almeida
designer & webdesigner
http://www.numero23.com.br/




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Abra Sua Empresa a Custo (Quase) Zero - Parte I

Consultores de gestão, RH e tecnologia mostram como tirar proveito da internet, de associações e redes sociais na hora de começar do zero e com pouco dinheiro

Por Ana Cristina Dib


A ideia é inovadora e tem potencial. Na hora de fazer as contas para saber quanto custa tirá-la do papel, porém, a coisa muda de figura. Realizar o sonho de empreender esbarra em questões burocráticas e, principalmente, financeiras, que inibem o voo de muitos ex-futuros-empresários com projetos promissores.

As questões que surgem logo de cara parecem complexas demais para o iniciante. Qual a quantia necessária para abrir a empresa e mantê-la funcionando até obter lucro? Como conseguir crédito mais barato? O que fazer para não errar na hora de aplicar o capital? Em geral, são fatores diretamente relacionados a dinheiro que abatem o ânimo de muitos empreendedores em potencial.

“As pessoas têm medo de investir as economias, não ter sucesso e se endividar. Por isso, boa parte das ideias que poderiam originar novas empresas fica apenas na imaginação”, diz Enio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae.

De fato, até há bem pouco tempo, montar uma empresa com o dinheiro contado era missão quase impossível. Porém, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou. Hoje já é possível recrutar on-line, fazer reuniões sem sair do escritório e fidelizar clientes pelas redes sociais sem desembolsar nenhum centavo. “A internet, aliada a estratégias criativas, impulsiona o empreendedorismo”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu especialistas de diversos setores e elaborou 40 dicas para ajudá-lo a cortar despesas antes mesmo de abrir as portas.


Confira a seguir as estratégias que vão fazer sua start-up decolar.

1 > CALCULE OS CUSTOS DE ABERTURA

A emissão do alvará e taxas da junta comercial são os principais gastos para abrir a empresa legalmente. Segundo Cláudio Vallim, consultor jurídico do Sebrae-SP, dependendo do estado, pode haver outras contribuições obrigatórias, mas o custo total da burocracia varia de R$ 900 a R$ 1.500. Para resolver tudo, pode-se optar por contratar um contador ou advogado. Em São Paulo, o valor cobrado pelo prestador de serviço gira em torno de R$ 2 mil.

2 > EVITE O CRÉDITO PESSOAL

Não busque dinheiro em linhas de crédito pessoal. “Bancos estatais disponibilizam financiamento para pequenas e médias empresas com taxas vantajosas. Enquanto os juros do cartão de crédito são de 10% a 12% ao mês, as outras linhas variam de 1,5% a 2% ao mês. Fuja também das linhas pré-aprovadas, similares ao cheque especial e as mais caras do mercado”, diz o consultor em finanças Alexandre Guimarães, sócio da Kaph Financial Group. Empresas iniciantes podem ainda obter financiamento de até R$ 400 mil (com prazo de até 96 meses, com 36 de carência) do Proger Urbano, disponível em bancos credenciados com juro anual de até 5,33% ao ano, mais TJLP de 6,3% ao ano.

3 > MÓVEIS? SÓ O ESSENCIAL

Mobiliário é caro. No início, gaste pouco para escolher mesas e poltronas e utilize peças de segunda mão em bom estado. Com o tempo, quando o negócio for ganhando corpo, a decoração pode ir mudando. Muitos empresários, acostumados a trabalhar em grandes empresas, montam escritórios luxuosos e depois descobrem que não têm mais dinheiro para, por exemplo, contratar mão de obra qualificada ou para capital de giro.

4 > REAVALIE OS ESTOQUES

Não ter um estoque foi a solução que os donos do Magazine 25, loja que vende artigos para festas, encontraram para viabilizar o negócio. Em 2006, Vagner Fradinho Cândido de Oliveira, 55 anos, resolveu investir R$ 100 mil e criar uma loja virtual de produtos na rua 25 de Março. Como não tinha espaço para estocar mercadorias, o empresário não comprava nada antes que os pedidos fossem feitos. “Fazíamos acordos com empresas da região para tirar fotos dos produtos e publicar no site. Ao final do dia, verificávamos quantas vendas tinham sido realizadas e só então íamos às compras”, afirma Bruno Oliveira, 27 anos, filho de Vagner. O empreendimento familiar fatura R$ 5,5 milhões, emprega 30 funcionários e ocupa 36 salas de um prédio, onde fica também a loja física.

5 > FALE DE GRAÇA

Use e abuse de programas de ligações via VoIP. Com o Skype dá para fazer chamadas gratuitas pelo computador ou smartphone, utilizar recursos de vídeo, chat e realizar conferências com até nove pessoas. “Embora seja o mais famoso, já existem outras ferramentas grátis semelhantes para baixar na internet, entre elas o Gizmo, o Adphone e o X-lite. Além de a instalação ser simples, a qualidade da chamada não deve em nada à das operadoras de telefone”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

6 > APOSTE NA NUVEM

Vale a pena hospedar na nuvem o correio eletrônico, o banco de dados, a parte contábil e o administrativo, entre outros. Acessar todas as informações da empresa de forma remota traz mobilidade. Outra vantagem dos serviços de cloud computing é a economia. Com eles, a manutenção da infraestrutura e a instalação dos softwares nos computadores corporativos diminuem, pois ficam a cargo do provedor do serviço. Não é preciso superdimensionar o servidor. Montar um parque servidor dentro da empresa sai, em média, R$ 20 mil. A mensalidade dos serviços de cloud computing gira em torno de R$ 80 por usuário.

7 > TOME DECISÕES SEM SAIR DO ESCRITÓRIO

Ao fazer reuniões opte pelos sistemas de teleconferências virtuais. Muitas vezes, o empresário tem de se locomover ou até viajar para tomar decisões importantes, o que gera gastos que podem ser evitados, pelo menos no início. “A Talkshoe oferece o serviço gratuito. Basta preencher um cadastro e abrir a conta. O Gotomeeting permite fazer videoconferências ilimitadas via web com até 15 participantes por US$ 49 mensais”, diz Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

8 > EMBARQUE NO GEOMARKETING

A ferramenta é uma pesquisa demográfica detalhada que ajuda a conhecer os moradores da região em que o negócio será criado, seu nível socioeconômico e hábitos de consumo. Isso diminui o risco e permite direcionar ações junto ao mercado de atuação. Com os dados, dá para fazer previsões de quanto o empreendimento vai faturar e analisar os concorrentes vizinhos. O Sebrae oferece, de graça, uma ferramenta de geomarketing chamada Bússola.


Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI208195-17171,00-ABRA+SUA+EMPRESA+A+CUSTO+QUASE+ZERO.html


ACTIO + Oportunidades = Empregos

Outras vagas dispníveis na cidade de Natal - RN







"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam". Bernard Shaw

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O Que é Cauda Longa nas Buscas?

O que são palavras-chave de Cauda Longa

A teoria da Cauda Longa, criada por Chris Anderson, ficou conhecida por empresas que adquiriam boa parte dos seus lucros com produtos de nicho. O efeito da Cauda Longa é observada em empresas localizadas na internet que conseguem ter uma boa fatura com produtos de nicho da mesma forma que os produtos tradicionais. Vamos entender o seguinte, em uma livraria física, o vendedor coloca em destaque as obras que estão em alta no mercado, que provavelmente serão procurados e vendidos, assim, os outros livros, pouco renomados estão em uma quantidade menor na loja. Pois, uma obra que tem muita saída, renderá um lucro bem maior que as vendas dos outros livros pouco renomados, ou que já não estão mais em alta.

O mesmo não acontece em uma livraria virtual, na qual há infinidades de livros disponibilizados. Nesse caso, a obra do momento não está em destaque, não há milhares de exemplares dele para comercialização, ele é apenas mais um entre os tantos que encontram-se disponíveis para venda. Digamos então, que na teoria da Cauda Longa, o que importa é a grande quantidade de produtos oferecidos, não apenas uma grande quantidade de livros de mesmo título. Assim, empresas virtuais que disponibilizam uma grande variedade de livros, acaba faturando tanto ou mais do que aquelas que possuem a obra do momento em destaque.

Outro exemplo bem interessante é o que se observa nas músicas. Muitos procuram pelos hits do momento, por listas de sucesso. Com a tecnologia em alta, com sites disponíveis para comprar, escutar ou baixar músicas, o usuário não vai ao encontro apenas das sensações do momento, ele busca por outros estilos musicais, músicas que o agrade. Assim, mais uma vez, aconteceu a descentralização do produto que está em alta, e o usuário encontra-se confortável à buscar outras alternativas. Deste modo, o principal fator para o surgimento de mercados de Cauda Longa é a redução dos custos para alcançar os nichos. Assim, a redução dos custos está ligado em três fatores: a democratização das ferramentas de produção (o que alonga a cauda), a democratização das ferramentas de distribuição (o que horizontaliza a curva, pois aumenta a demanda pelos nichos) e a ligação entre a oferta e a demanda (o que desloca os negócios dos hits para os nichos).

A Cauda Longa e os mercados de nicho

O principal efeito da Cauda Longa é distribuir a preferência do usuário ou consumidor para os nichos. Assim, conforme o consumidor fica mais satisfeito com os produtos, é notável que o consumo aumenta, aumentando também o tamanho do mercado na sua totalidade. No Google há um efeito bem interessante da Cauda Longa, o tempo. Um dos mecanismos que prioriza os resultados das buscas é a quantidade de links que remetem a um determinada página, deste modo, quanto mais popular maior será a ordem que surgirá no resultado da busca.

Os mercados de Cauda Longa funcionam bem no mundo virtual, pois, com bens físicos o efeito não seria o mesmo. Pensamos em um supermercado, as prateleiras estão distribuídas de acordo com o consumo e trajetória do consumidor. Os produtos estão distribuídos nas prateleiras de acordo com sua classificação. Então, se alguém for lá, trocar um produto de lugar, este mesmo produto está perdido, fora da ordem convencional. O bem físico não pode ser armazenado em várias categorias. O mesmo não aconteceria em uma loja virtual, o produto disponível, pode sim, ser visto em várias categorias, como também, pode não ser classificado em nenhuma categoria.Também não há riscos de encontrar o produto “espalhado” e o consumidor confuso por não saber o lugar correto do produto.

No livro, “A Cauda Longa” de Chris Anderson, o autor faz uma análise de algumas empresas em que a as vantagens da Cauda Longa são visíveis. Para concluir, abaixo estas empresas, retiradas da resenha que Carlos Sena publicou:

• O eBay, um site de leilões de produtos usados e de vendas para pequenos comerciantes, explora praticamente todos os conceitos da Cauda Longa. O eBay construiu um negócio que fatura US$ 5 milhões por funcionário, pois é um modelo de auto-serviço, tanto para os vendedores como para os compradores. Mais de 700 mil americanos declaram que o eBay é a sua principal fonte de renda, enquanto que mais de 68 mil pequenas empresas dependem do eBay no Reino Unido. Ou seja, o eBay é um agregador de pequenas empresas, tal como o Wikipedia é um agregador de informações e a Netflix é um agregador de conteúdo de entretenimento;

• A KitchenAid é um fabricante de eletrodomésticos e eletroportáteis conhecido pela qualidade dos produtos, e também pela variedade de cores disponíveis. Cada varejista expõe suas batedeiras em branco, preto e uma outra cor exclusiva da sua rede, cores que podem ser azul-cobalto, tangerina e outras. Os consumidores são atraídos pelas prateleiras coloridas, e no final acabam comprando mais do tradicional branco, mas eventualmente também se aventuram pelas cores. E apesar de conseguir encontrar seis ou sete cores nas lojas físicas dos varejistas, podem encontrar cerca de 50 cores na loja on-line;

• A Lego possui duas faces bem distintas, a das lojas de brinquedos e a on-line. A Lego fornece peças para adultos entusiastas, prototipistas e ferramentas. Cerca de 90% dos seus produtos são encontrados exclusivamente na loja on-line, na qual o modelo de estoques e distribuição é mais favorável para explorar os nichos. Apesar de representarem entre 10% e 15% das vendas totais, as margens de lucro são muito maiores pela eliminação dos intermediários. A Lego também aposta na interatividade e customização, como no Lego Factory, um software que permite montar virtualmente qualquer projeto e submetê-lo à fábrica. Depois de algum tempo o cliente recebe em casa o kit com todas as peças necessárias para montá-lo. É possível inclusive ver os modelos que outras pessoas criaram e encomendá-los, e o autor receberá um pequeno royalty. Nas palavras de um diretor da Lego, o que o iTunes faz com a música (ao permitir baixar faixas e montar suas próprias listas), o Lego Factory faz para as pessoas que gostam de construir;

• A Salesforce.com inaugurou o mercado de Cauda Longa de software. Depois de lançar com sucesso sua solução de gestão de pessoal de vendas como um serviço hospedado em seus servidores, em lugar de software a ser instalado nos servidores do cliente, a Salesforce.com lançou uma plataforma de software como serviços, para que pequenos produtores de software possam lançar seus produtos em escala mundial;

• O Google inovou no modelo de propaganda. Em primeiro lugar, porque se baseia em palavras-chave pesquisadas, e não em mostrar imagens em banners. Depois, porque a maior parte da propaganda focaria na cabeça da curva, ou seja nas palavras mais pesquisadas, enquanto o Google enxergou um mercado para cada palavra possível. Os anunciantes são então vinculados às palavras para terem seus links exibidos junto aos resultados, e num modelo de auto-serviço, podem ajustar constantemente as palavras-chave e anúncios.

Por Rafaela Pozzebon no Oficina da Net
Fonte de pesquisa: http://www.cursodeecommerce.com.br/blog/o-que-e-cauda-longa-nas-buscas/


Coluna do Fred - O Empreendedorismo e a Tomada de Decisão



O Empreendedorismo e a Tomada de Decisão

O novo contexto mercadológico de competição está revolucionando as estratégias empresariais, realizando transformações nas empresas, sendo estas, não somente, nos valores e crenças, mas também na tecnologia, estrutura e comportamento organizacional.

Todas essas transformações são crescentes e intensificam a necessidade de competência e senso de direção (aonde se quer chegar). Com a globalização a ação humana nas organizações é considerada como diretriz de evolução empresarial, se tornando fundamental para “tomada de decisão“.

Nesta ação, é importante ressaltar dois verbos, são eles, o “fazer“ e o “agir“, que estão diretamente integrados em prol de resultados positivos de acordo com o planejamento. Onde o “fazer" diz respeito à competência e o "agir" à conduta do profissional. Assim, o ser humano é caracterizado como um fator de competitividade permanente em uma organização.

A tomada de decisão é um dos comportamentos que compõe as características do empreendedor. E esta característica é fundamental para ampliar seus esforços dentro da percepção do negócio, mercado e competitividade. No entanto, é cada vez mais corriqueiro que, o empreendedor tenha dificuldades em relação a este comportamento, por diversos motivos. Considero o mais relevante o domínio interno do negócio, a preocupação com o fluxo de operações, com os processos internos e a comunicação, focado nestes pontos o empreendedor deixa para segundo plano o fator externo (concorrentes, clientes, tendência, tecnologia...), dificultando a tomada de decisão por falta de informações no contexto geral em que se enquadra.

O empresário que precisa tomar uma decisão de investimento em inovação de produtos/serviços, ampliação do seu quadro operacional devido ao aumento da demanda, adaptação a nova realidade do mercado, modificação de seus processos devido a novas tendências, ou numa negociação com fornecedores e acaba perdendo uma excelente oportunidade de ganho ou lucro porque no momento de tomada de decisão ele opta pela indecisão, adotando um comportamento passivo. E sabemos que, o mercado não perdoa quem não toma as decisões certas, nas horas certas.

É de fundamental importância o empreendedor estar ‘antenado’ as informações internas e externas em geral para que não perca nenhuma oportunidade por falta de ação (fazer acontecer) na tomada de decisão. Enfim, #FicaDica - A capacidade de tomar decisões firmes, claras e no tempo certo é uma importante característica do empreendedor, que deseja ser competitivo em um mercado altamente mutável.


Fred Liberato
Orientador e Gestor Empresarial

Como se Tornar Mais Competitivo

Por Werner Kugelmeier


O empresário de hoje precisa desenvolver melhor sua postura de empreendedor

Manter-se competitivo no mercado é um desafio permanente, que exige atenção, disciplina e dedicação diárias. No entanto, a correria cada vez mais acentuada, a pressão aumentando constantemente, as mudanças no mercado, enfim, uma série de fatores acabam fazendo com que o planejamento e a atuação da empresa, no dia a dia, sejam dispersos, sem foco. Conseqüentemente, perde-se em produtividade. Por isso, vale o alerta: foco é tudo, dispersão é nada. Faça dos desafios a sua grande chance.

Não há dúvidas de que a competência técnica é importante e essencial. Hoje, todos sabem que precisam estar atualizados; o conhecimento técnico é muito valorizado, mas é preciso ir além. A competência técnica, por si só, não é suficiente como diferencial. Na ânsia de querer ser competitiva, muitas empresas se preocupam apenas com aquilo que desejam e não com aquilo de que precisam, ou seja, concentram-se na busca de competência empresarial-administrativa e perdem o foco do desenvolvimento de habilidades e atitudes empreendedoras que levam a posturas vencedoras.

No entanto, é preciso lembrar que quem faz a diferença é a pessoa. Da mesma forma que nossa impressão digital é única, o seu ´DNA´ empreendedor também o é; basta desenvolvê-lo. Pensamos bastante sobre QI (quociente de inteligência) e, mais recentemente, sobre QE (quociente de inteligência emocional). Por que não pensar em um "QUEM", ou seja, "Quociente de Potencial Empreendedor", "Querer Espaço para Mudança"? Assim, vamos transformar sonhos e idéias em resultados e soluções.

O empresário de hoje precisa desenvolver melhor sua postura de empreendedor. É preciso entender que ele é o produto diferenciado, então cabe a ele reagir diante dos problemas, propor soluções criativas, tomar decisões mesmo nos momentos mais difíceis. Para estar no comando de forma eficiente que permita atingir os objetivos desejados, é preciso ter habilidade de gestor, que é aquele agente de mudança, que sabe atuar em equipe, que enfrenta um turbilhão de dificuldades, mas segue em frente.

Nossa empresa é como um avião. O primeiro passo é definir o plano de vôo. Como estamos iniciando um novo ano, isso deve ser feito já. O empreendedor precisa assumir a atitude de piloto na sua área de atuação e agir sempre pró-ativamente. Depois, é preciso cuidar de todos os outros componentes: a tripulação, que são os funcionários; o combustível, que é o nosso conhecimento; e o radar, que precisa estar ligado a todo o momento, que é a nossa percepção sobre os riscos e oportunidades que nos cercam.

Para quem quer se tornar mais competitivo, minhas dicas são:

- Propósito: Defina e compartilhe o seu "plano de vôo";

- Postura: Torne-se "piloto", independente da sua área de gestão;

- Pessoas: Forme uma equipe de talentos com dom de empreendedor;

- Processo: Diferencie o posicionamento do seu produto e/ou serviço;

- Painel de Comando: Gerencie o alinhamento dos (4) P´s acima - e decole!!!

Werner Kugelmeier é Diretor da WK PRISMA - EDUCAÇÃO CORPORATIVA MODULAR, Empresa de Treinamentos Empresariais, de Campinas – SP, www.wkprisma.com.br.
Fonte: Portal do Marketing


Coluna do Daniel - Você Utiliza Ferramentas de to-do?


Você Utiliza Ferramentas de to-do?

Hein?


Vou te dar uma dica: “Você usa” ou pelo menos deveria.

Bem, as ferramentas de “to-do” assim chamadas estão espalhadas pela Internet como um todo, em qualquer site de Download é possível encontrar. São apenas ferramentas que ajudam você a controlar seus compromissos, reuniões, médicos e tudo, como aquelas antigas “Agendas Eletrônicas” de antigamente.

Em um mundo onde temos que lhe dar o tempo inteiro com um aglomerado de informações, somos cada vez mais escravos dessas ferramentas. É bem comum ver esse tipo de Software em “Smartphones”.

Segue abaixo um link para ferramentas que podem melhorar a sua produtividade, para avisar a você quando vai ser Aquela reunião com o seu melhor cliente….



Outras opções de ferramentas to-do:

1. Todoist (online)
2. Todo.ly for Chrome (online)
3. PhiTodo 2.5.16


Daniel Almeida
designer & webdesigner
 

Nosso Colunista de T.I.


Colunista em Tecnologia da Informação


Como prometido por mim pessoal, estou apresentando o nosso mais novo colunista que escreverá sobre T.I. principalmente voltado para as pequenas empresas e o mundo corporativo, novidades no mundo virtual e muito mais.


Daniel Almeida, possui uma larga experiência como Designer e Webdesigner, é professor desta área, além de ministrar curso sobre manutenção de micros e suporte em redes, altamente conceituado e é um prazer té-lo conosco.


twitter: @danielcaico
Espero que gostem das materias do Daniel, e que possam colocar suas opniões a respeito em nossos comentários, pois com a ajuda de todos podemos está sempre evoluindo.


O Que é Uma Startup?

Nem toda nova empresa é uma startup. Saiba quais são as características que definem este tipo peculiar de empreendimento


Afinal, o que é uma startup?

Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups


Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo "startup" começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, "startup" sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.


O que os investidores chamam de startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.


Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

- Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo - ou ao menos se provarem sustentáveis.

- O modelo de negócios é como a startup gera valor - ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca - e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador - e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

- Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view - o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

- Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.


Os passos seguintes

É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups - sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar - ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.

Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata - além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup - desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.


Yuri Gitahy é investidor-anjo, conselheiro de empresas de tecnologia e fundador da Aceleradora, que apoia startups com gestão e capital semente

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/o-que-e-uma-startup?page=1&slug_name=o-que-e-uma-startup




ACTIO + Oportunidades = Empregos

Novas Vagas para o Mercado do Rio Grande do Norte

Segue as seguintes vagas:

Se você se enquadra numa dessas três requisições entre em contato com Roberto Viana, enviando currículo para seu e-mail bobviana@terra.com.br


Coordenador de Mudanças, Liberação e Configuração

Salário: R$ 4.000,00
Requisitos obrigatórios:
• Ensino superior completo, reconhecido pelo MEC, em curso de Tecnologia da Informação e Comunicação ou áreas afins;
• Habilidades de relacionamento interpessoais e comportamento ético-profissional adequado a execução dos serviços;
• Experiência comprovada de pelo menos cinco (05) anos;
• Certificação ITIL Foudantions v2.
Local de Atuação: Natal/RN


Analista de Suporte de Internet/Intranet

Salário: R$ 3.000,00
Requisitos obrigatórios:
• Ensino superior completo, reconhecido pelo MEC, em curso de Tecnologia da Informação e Comunicação ou áreas afins;
• Habilidades de relacionamento interpessoais e comportamento ético-profissional adequado a execução dos serviços;
• Experiência comprovada de pelo menos três (03) anos;
• Certificação ITIL Foudantions v2, ou superior;
• Certificação MCSA – Microsoft Certified Systems Administrator (Windows Server 2003), ou superior.
Local de Atuação: Natal/RN


Técnico de Service Desk

Salário: R$ 1.250,00
Requisitos obrigatórios:
• Ensino médio completo;
• Habilidades de relacionamento interpessoais e comportamento ético-profissional adequado a execução dos serviços;
• Experiência comprovada em atividade de suporte de Service Desk;
• Conhecimentos avançados em sistemas operacionais Microsoft Windows;
• Conhecimentos avançados em aplicativos BROffice e Microsoft Office;
• Certificação MCP – Microsoft Certified Professional, exame 70-620;
• Locais de Atuação: Natal (03 vagas), Parnamirim (01 vaga), Nova Cruz (01 vaga) e Mossoró (01
vaga).

fonte: informática em revista (RN)

ACTIO + Oportunidades = Empregos


Outras vagas dispníveis na cidade de João Pessoa - PB
"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam". Bernard Shaw

Vagas:



Para se cadastras nas vagas acima acesse o link abaixo:


ACTIO + Oportunidades = Empregos

Outras vagas dispníveis na cidade de Natal - RN


"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam". Bernard Shaw

Vagas:


Para se cadastras nas vagas acima acesse o link abaixo:



Outra forma de você conseguir um emprego é enviar currículos para as agências ou mesmo casdastrar seus currículos, clique no link abaixo para vc ver algumas oportunidades na cidade de Natal.

ACTIO + Oportunidades = Empregos

Novas vagas para cidade de Natal - RN


"A oportunidade não bate a sua porta, passa diante dela. Convide-a para entrar"

Vagas:

► O Makro Atacadista S/A seleciona Aux.de Cozinha e Cozinheira. Os interessados devem entregar seus curriculos na recepção do Makro.

► Empresa no seguimento de água seleciona profissionais p/ atuar c/ vendas Externas e Supervisão de equipe(que possua veículo). Oferecemos salário + comissão. Enviar CV: acquadobrasil@hot.com.br

► Rest. Mangai: VAGAS: Asg e Aux. Cozinha entrevista em 14/04/04 ás 08:30 hs, trazer currículo.

► Precisa-se de RECEPCIONISTA p/ HOTEL. Entregar currículum na Avª Governador Silvio Pedrosa, nº 34. Areia Preta. 2º gral Completo.

► Precisa-se de OPERADOR de LOJA c/ experiência em MONTAGEM de Sanduiche c/2ªgrau completo. Interessados deixar currículo no horário comercial, no Posto 1002 na Av.Bernardo Vieria, 3433/Lagoa Seca ,procurar Cristiana.

► Empresa em NATAL necessita, com urgência de ENCARREGADO(A) de Setor de Pessoal p/ trabalhar 44hs semanais. Exige-se Experiência comprovada em carteira. Salário R$1.350,00. Os interessados deverão enviar currículo na portaria deste jornal c/ o título.

Boa Sorte

Dê Adeus aos Problemas Financeiros VI

Furos no caixa, falta de capital de giro, preços errados, custos altos, investimentos exagerados e inadimplência. É possível, sim, resolver - e melhor, evitar - as armadilhas que fazem com que 74% dos negócios não sobrevivam, segundo dados do Sebrae. Seis especialistas em finanças e 20 empresários de sucesso apontam soluções para perguntas que vieram de todo o país e também podem valer para você

por Sérgio Tauhata, com a colaboração de Thiago Cid


MEU PROBLEMA > INADIMPLÊNCIA DE CLIENTES


"Os clientes inadimplentes chegaram a representar 20% das receitas. Como lidar com o calote?"

Patrick Kahane, 32 anos, sócio da MCo Importadora, de Londrina (PR)


O QUE FAZER PARA REDUZIR A INADIMPLÊNCIA

> Nas vendas a prazo, pesquisar a ficha da empresa ou do consumidor nos órgãos de proteção ao crédito, como Serasa, SPC e telecheque.

> Solicitar a apresentação de documentos e comprovante de residência em pagamentos com cheque - e pedir referência.

> Parcelar as vendas preferencialmente por meio de cartões de crédito e de débito, que são garantia de recebimento dos valores.

> Em negócios mais sofisticados, usar modelos de avaliação de risco disponíveis no mercado.


AS SOLUÇÕES DE QUEM SABE COMO SUPERAR A DIFICULDADE

DARIANE CASTANHEIRA, 42 ANOS, PROFESSORA DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DA EMPRESA EM DESENVOLVIMENTO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO (PROCED-FIA)


COMO EVITAR E RESOLVER O PROBLEMA

"Quando o empresário for calcular o preço de venda, tem de levar em consideração os riscos de o cliente não pagar. Ele pode embutir, por exemplo, os juros estimados de um eventual atraso. Os contratos devem prever multas, juros e garantias legais de recebimento. Para se prevenir, uma boa ferramenta são os cadastros positivos, que trazem a relação somente das empresas com histórico de boas pagadoras. Oferecer parcelamento por cartão de crédito também é mais seguro. Para lidar com os inadimplentes, é melhor negociar com os devedores antes de recorrer à Justiça. Processos custam caro e se arrastam por anos."


ROGÉRIO GABRIEL, 45 ANOS, SÓCIO-FUNDADOR DA PREPARA CURSOS

"Nossos cursos são individualizados. Com isso, temos um acompanhamento detalhado de cada aluno. Se há tendência de evasão, o coordenador liga para o estudante e tenta corrigir o problema. Como resultado, temos uma média de apenas 5% de inadimplência."


ANTONIO CARLOS DE GISSI JR., 44 ANOS, SÓCIO-FUNDADOR DA KIMBERLIT AGROCIÊNCIAS

"Nosso maior problema com inadimplência foi causado pela crise agrícola em 2005. Os calotes derrubaram o faturamento da Kimberlit, de R$ 24 milhões para R$ 16 milhões. Para resolver, formulamos uma política de crédito e cobrança. Nas vendas menores, consultávamos todos os órgãos de proteção ao crédito. Negócios maiores passavam pelo crivo de um comitê e havia exigência de garantias: duplicatas, bens ou cédula de produtor rural."




Como Usar Corretamente o Cartão de Visita

por Maria Aparecida A. Araújo


O cartão de visita é, sem dúvida alguma, um elemento importantíssimo, que rege o código dos relacionamentos pessoais, sociais e profissionais. No Brasil, ele ainda é bastante negligenciado por muitas pessoas, mas o seu uso correto destaca o profissional, principalmente no intercâmbio com outros países.

Os cartões devem ser usados tanto no convívio social quanto profissional. Em ambas as circunstâncias, ele tem as seguintes finalidades:

• apresentar pessoas e empresas
• acompanhar o envio de flores e presentes ou agradecê-los
• aceitar ou recusar convites escritos
• enviar condolências, felicitações e cumprimentos
• agradecer apoios recebidos
• substituir visitas
• acompanhar importâncias em dinheiro
• lembrar um convite feito oralmente
• comunicar mudança de endereço

São tão necessários e indispensáveis no trato profissional quanto uma boa vestimenta. Um profissional sem cartão de visita passa uma péssima imagem de si mesmo e da empresa em que trabalha. A famosa desculpa de que os cartões acabaram revela falta de organização e logística pessoal - o estoque de cartões de visita deve ser constantemente monitorado para que seja reposto antes que termine.

O cartão deve ser sempre entregue na mão da pessoa, segurado pela parte superior, entre o polegar e o indicador dobrado, com o nome posicionado de maneira que possibilite sua leitura imediata. Japoneses e chineses valorizam tanto essa forma de contato que recebem os cartões com as duas mãos.

Ao receber um cartão, leia o quê nele está escrito e se atenha ao nome da pessoa. Não tem gafe maior do que receber um cartão, guardá-lo no bolso sem ler e depois perguntar o nome da pessoa.

No trato profissional, a qualificação da pessoa mencionada no cartão possibilita o início de uma conversa amistosa. Os cartões devem ser entregues sempre antes das reuniões e devem ficar à sua frente para lembrar os nomes e níveis hierárquicos.

Outra gafe é esquecer de guardar o cartão recebido antes de ir embora. Num almoço de negócios, quando não houver oportunidade de trocá-lo antes de estar à mesa, entregue-o no final da conversa, depois que todos terminarem de comer.

Ao falar com um jornalista, dê a ele o seu cartão logo no começo da conversa para que o nome seja mencionado corretamente na matéria a ser publicada.

Após as apresentações, cabe ao executivo mais graduado oferecer o seu cartão e pedir o do outro para um futuro contato - é uma demonstração de gentileza e traquejo. Para não correr o risco de tirar do bolso um cartão amassado, use um porta-cartões (pode ser de couro, metal ou prata de lei). O cartão profissional deve conter a logomarca da empresa, o nome do executivo, seu cargo e telefone, fax, e-mail, CEP e site da empresa.

O executivo deve ter também um cartão duplo, só com seu nome, sem cargo, para acompanhar presentes. Riscar o sobrenome com caneta quebra a formalidade.

No trato social, o cartão da mulher só traz seu nome. É regra que nessas ocasiões a mulher não troca cartões com homens. Se conhecer um casal, ela dará o seu cartão para a outra mulher. No trato profissional, esta regra não se aplica. O cartão social masculino, além do nome, traz também endereço e telefone. Existe também o cartão do casal, que é duplo ou simples, de tamanho maior.

O cartão de visita, profissional ou social, deve ser branco ou marfim, em papel opaline, vergê ou linho e com letras grisé ou manuscritas e pretas. A impressão contempla várias faixas de poder aquisitivo. O relevo francês ou de chapa é o de maior custo. É feito em gráficas, especialmente para o cliente. O relevo americano é menos dispendioso, porém, fino. Só não se recomenda o chamado relevo brilhante, pois é de gosto discutível.

Se a opção recair nos cartões feitos por computador, a instrução é que sejam cortados para eliminar o micro-serrilhado, típico dos papéis vendidos no mercado para esta finalidade. Não é adequado colocar símbolos das profissões no cartão, tais como balanças para advogados. Dobrar a ponta caiu em desuso. Os cartões profissionais não devem conter o slogan da empresa.

O telefone celular pessoal não deve ser impresso em cartões de visita por ser uma informação de uso mais restrito, mas pode ser anotado, se for o caso.


Maria Aparecida A. Araújo - Consultora de Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Marketing Pessoal, Cerimonial e Protocolo, palestrante e facilitadora de cursos especiais, membro do Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear.

Fonte: empreender para todos



SORTEIO!!! O Blog do Cabra presenteia seus seguidores



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Não esqueça de confirmar seu cadastro

Número de pessoas cadastradas


Regras:
1. precisa esta cadastrado no dia do sorteio, e o cadastro precisa está com status de ativo;

2. lembre-se de confirmar o email sobre o cadastro

3. no dia do sorteio cada cadastro receberá um número, e este número entrará para competir no sorteio

4. aqueles que ja se cadastraram não se preocupem receberam o número para o sorteio também

5. dia do sorteio será em cinco de maio de 2011

6. aqueles que ja se cadastraram e não possui a conta ativa, tente se cadastrar novamente, se não conseguir entre em contato com o cabra: blogdocabra@hotmail.com


BOA SORTE A TODOS!!! 

Dê Adeus aos Problemas Financeiros V

Furos no caixa, falta de capital de giro, preços errados, custos altos, investimentos exagerados e inadimplência. É possível, sim, resolver - e melhor, evitar - as armadilhas que fazem com que 74% dos negócios não sobrevivam, segundo dados do Sebrae. Seis especialistas em finanças e 20 empresários de sucesso apontam soluções para perguntas que vieram de todo o país e também podem valer para você

por Sérgio Tauhata, com a colaboração de Thiago Cid


MEU PROBLEMA > INVESTIMENTO


"Montei uma estrutura para o dobro de alunos que tenho. Como calcular corretamente um investimento?"

Renato Maranhão, 29 anos, Sócio da Academia Benefit, de Recife (PE)

O QUE FAZER PARA DIMENSIONAR OS INVESTIMENTOS

> Analisar o público-alvo e o perfil do consumidor para definir a demanda pelos produtos e serviços.

> Conhecer a concorrência. Avaliar os pontos fortes e fracos, movimento, custos, estrutura e participação de mercado.

> Usar no máximo dois terços dos recursos em infraestrutura e pessoal e guardar o restante para um plano de marketing e formação de capital de giro.

> Calcular o prazo de retorno: se a rentabilidade mensal projetada for menor que 2% em relação ao investimento inicial, é melhor rever o projeto.

AS SOLUÇÕES DE QUEM SABE COMO SUPERAR A DIFICULDADE

SALVATORE MILANESE, 38 ANOS, SÓCIO DA CONSULTORIA KPMG E PRESIDENTE DO COMITÊ DE RECUPERAÇÃO FINANCEIRA DA TURNAROUND MANAGEMENT ASSOCIATION


COMO EVITAR E RESOLVER O PROBLEMA

"Conhecer o mercado é essencial antes de planejar qualquer investimento e isso pode ser feito visitando os concorrentes. Se a demanda está aquém da projetada inicialmente, a empresa pode aumentar sua participação de mercado com ações de marketing. Mas quando a capacidade está superestimada, o empreendedor tem de considerar a possibilidade de enxugar a estrutura."

SILVESTRE RESENDE, 62 ANOS, DONO DA VALMARI DERMOCOSMÉTICOS

"Criamos um conceito de loja em shoppings voltado ao público de alta renda. Os gastos estão sendo bem planejados. Sabemos que exagerar nos investimentos para impressionar o consumidor não garante compras."

CHARLES GHELFOND, 50 ANOS, SÓCIO-FUNDADOR DA REDE DR. GHELFOND

"Em 1999, fizemos uma compra monstruosa de equipamentos importados. De repente, estávamos endividados em dólar e não tivemos retorno suficiente para pagar o investimento. Fizemos novos aportes de capital e seguramos até a compra de clipes. Hoje, antes de investir, fazemos vários estudos, demográficos, de público-alvo e de viabilidade financeira."




Dê Adeus Aos Problemas Financeiros IV

Furos no caixa, falta de capital de giro, preços errados, custos altos, investimentos exagerados e inadimplência. É possível, sim, resolver - e melhor, evitar - as armadilhas que fazem com que 74% dos negócios não sobrevivam, segundo dados do Sebrae. Seis especialistas em finanças e 20 empresários de sucesso apontam soluções para perguntas que vieram de todo o país e também podem valer para você


por Sérgio Tauhata, com a colaboração de Thiago Cid



MEU PROBLEMA > PREÇO

"Trabalhamos com equipamentos de alto custo. Com margens baixas, fica difícil crescer. É hora de reavaliarmos nossos preços?"

Régis Camargo, 36 anos, proprietário da 4D Telecom, de Fortaleza (CE)

O QUE FAZER PARA DEFINIR CORRETAMENTE OS PREÇOS

> Calcular o preço de referência necessário para cobrir custos (mão de obra, insumos), despesas fixas (água, luz, telefone, aluguel) e variáveis (impostos, comissões de venda), e estabelecer a margem de lucro desejada. Verificar se o resultado está em linha com o mercado. Se estiver acima, será preciso rever custos e despesas ou então analisar as possibilidades de atuar em mercados mais rentáveis.

> Considerar as metas de retorno sobre o investimento, quando o lucro, em um período de tempo definido, compensa o investimento inicial. O empreendedor só começa a ganhar dinheiro quando consegue atingir esse ponto. Por isso as margens praticadas têm de prever esse retorno.

> Definir a margem de modo que o lucro seja suficiente para a formação de capital de giro e o investimento na empresa. Nunca se esquecer de que, com margem negativa, quanto maior for o faturamento, maior será o prejuízo.

> Pesquisar periodicamente os preços da concorrência. Quando estiverem abaixo do mercado, há espaço para remarcação.

> Vender diferenciais. A percepção de valor permite ganhar margem. Como estratégia de formação de preços, cabe analisar os pontos fortes e fracos dos produtos ou serviços rivais e agregar vantagens novas.

> Avaliar o percentual de inadimplência, ou seja, a proporção entre os recebimentos em atraso e o total a receber. Procurar compensar o resultado na formação do preço para diminuir a exposição a riscos.


AS SOLUÇÕES DE QUEM SABE COMO SUPERAR A DIFICULDADE

MARCOS HASHIMOTO, 43 ANOS, COORDENADOR DO CENTRO DE EMPREENDEDORISMO DO INSPER

COMO EVITAR O PROBLEMA

"Sobre preço, há três enfoques: o produto ou serviço não pode ter valor de venda menor que o custo; o preço deve ser compatível com o praticado pelos concorrentes (nesse caso, o mínimo para cobrir os custos não pode estar acima do que o mercado cobra); e, por último, deve-se considerar o valor que o cliente atribui ao produto ou serviço. Quanto mais positiva é a percepção, mais fácil será aumentar a margem."

COMO RESOLVER O PROBLEMA

"O preço tem de proporcionar uma margem que permita investir na evolução do negócio e não apenas cobrir a operação. O empreendedor tem de estabelecer metas de investimento e integrar essa estimativa em seu preço. Se o valor ficar acima do cobrado pelo mercado, será preciso reduzir ainda mais os custos ou então procurar oferecer produtos e serviços diferenciados. A partir de um patamar sustentável, é possível ter uma política agressiva de descontos e promoções, que é uma forma de diminuir um preço sem parecer que você está cortando."

ANTÔNIO ALBERTO SARAIVA, 53 ANOS, DONO DAS REDES HABIB'S E RAGAZZO

"Depois de uma tragédia, herdei a padaria de meu pai no Belenzinho, em São Paulo. Ele tinha comprado o ponto havia 19 dias, quando foi baleado em um assalto. Resolvi levar adiante o sonho dele. Mas a concorrência era grande. Então decidi radicalizar: baixei em 30% o preço do pãozinho e logo entendi que o segredo era manter a qualidade mesmo com preço baixo. Hoje vendemos salgadinhos por menos de R$ 0,50. Ganhamos no volume - uma loja da Ragazzo chega a vender 500 mil coxinhas em um mês - e rentabilizamos na verticalização da cadeia: temos centrais de distribuição para cada estado, produzimos o sorvete e até os móveis das unidades."

FLÁVIO JANSEN, 44 ANOS, FUNDADOR DO SUBMARINO, EX-CEO DA B2W E CONSELHEIRO DO GRUPO IBMEC, DA DIGIPIX E DA LOCALWEB

"Algum tipo de diferenciação é o que um empreendimento iniciante deve buscar se concorre com alguém que tem capacidade de compra maior. É preciso oferecer um serviço extra ou achar um novo canal de vendas. Mudar a forma de cobrar também pode ser uma solução, como no caso de um clube de vinho que estabelece uma assinatura em lugar de comercializar os rótulos a granel."

FILADELFIO VENCO, 55 ANOS, SÓCIO-FUNDADOR DA REDE DIAGNÓSTIKA

"Passamos por uma fase em que tínhamos perdido os parâmetros das margens dos exames. Em nossa área, os convênios, em geral, ditam os preços. Mas precisávamos entender se os custos eram compatíveis. Por meio da Endeavor, tivemos acesso ao Global Entrepreneurship Lab do Massachusets Institute of Technology (G-Lab MIT), que nos ajudou a estabelecer esses parâmetros. O G-Lab mediu a produtividade dos equipamentos, a duração dos exames, quantos e quais insumos a operação demandava. Assim conseguimos calcular com precisão nossa margem e eficiência."

BERNARDO LOBATO, 36 ANOS, DONO DA GLOBALBEV, FABRICANTE DO ISOTÔNICO MARATHON E DOS ENERGÉTICOS FLYING HORSE, ON LINE, MONSTER ENERGY E EXTRA POWER

"Eu calculo o preço de um produto de trás para a frente. Primeiro, vou ao mercado e confiro a média da concorrência. Isso me dá uma ideia de quanto o consumidor está disposto a pagar. Depois, subtraio as margens de lucro de todos os elos da cadeia. Digamos que o ponto de venda final tenha acrescentado 35% e o distribuidor, 25%. Chego, então, ao meu preço de venda. Se este estiver acima do meu custo de fabricação, o produto é inviável."

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI176137-17198-3,00-DE+ADEUS+AOS+PROBLEMAS+FINANCEIROS.html

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