Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Brainstorming, uma ferramenta poderosa

O brainstorming (ou "tempestade cerebral"), mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo, colocando-a a serviço de seus objetivos.
.
Método do Brainstorm
.
Dentre diversos outros métodos, a técnica de brainstorming propõe que um grupo de pessoas - de uma até dez pessoas - se reunam e se utilizem das diferenças em seus pensamentos e idéias para que possam chegar a um denominador comum eficaz e com qualidade, gerando assim idéias inovadoras que levem o projeto adiante.
.

É preferível que as pessoas que se envolvam nesse método sejam de setores e competências diferentes, pois suas experiências diversas podem colaborar com a "tempestade de idéias" que se forma ao longo do processo de sugestões e discussões. Nenhuma idéia é descartada ou julgada como errada ou absurda. Todas as idéias são ouvidas e trazidas até o processo de “brainwrite”, que consiste na compilação ou anotação de todas as idéias ocorridas no processo de brainstorming, em uma reunião com alguns participantes da sessão de brainstorming, e assim evoluindo as idéias até a chegada da solução efetiva.


A técnica de brainstorming tem várias aplicações, mas é freqüentemente usada em:
  • Desenvolvimento de novos produtos - obter idéias para novos produtos e efetuar melhoramentos aos produtos existentes.
  • Publicidade - desenvolver idéias para campanhas publicitárias.
  • Resolução de problemas - consequências, soluções alternativas, análise de impacto, avaliação.
  • Gestão de processos - encontrar formas de melhorar os processos comerciais e de produção.
  • Gestão de projetos - identificar objetivos dos clientes, riscos, entregas, pacotes de trabalho, recursos, tarefas e responsabilidades.
  • Formação de equipes - geração de partilha e discussão de idéias enquanto se estimulam os participantes a raciocinar.
Há 3 principais partes no brainstorming:
  • Encontrar os fatos;
  • Geração da idéia;
  • Encontrar a solução.
Da busca dos fatos na resolução de um problema existe duas subpartes:
  • Definição do problema;
  • Preparação.
Inicialmente, define-se o problema. Poderá ser necessário subdividir o problema em várias partes. A técnica de Brainstorming funciona para problemas que têm muitas soluções possíveis tal como a geração de idéias para o seu desenho.

Depois é necessário colher toda a informação que pode relacionar-se com o problema.

Princípios do Brainstorming

Os dois princípios são:
  • Atraso do julgamento
  • Criatividade em quantidade e qualidade
Na maioria das más idéias, inicialmente são boas idéias. Atrasando ou adiando o julgamento, é dada a hipótese de se gerarem muitas idéias antes de se decidir por uma.

De acordo com Osborn, o humano é capaz tanto do julgamento como da criatividade. Embora, a maioria da educação nos ensine apenas a usar o julgamento. Nós apressamos o julgamento. Quando praticamos o atraso do julgamento, permitimo-nos a nós próprios usar a nossa mente criativa para gerar idéias sem as julgar. Primeiro, não parece natural, mas depois tem as suas recompensas.

O segundo princípio é relativo à quantidade e qualidade da criatividade. Quanto mais idéias forem geradas, será mais provável encontrar uma boa idéia. A técnica de brainstorming tira vantagem de associações que se desenvolvem quando se consideram muitas idéias. Uma idéia pode levar a uma outra. Idéias más podem levar a boas idéias.

Por vezes, não conseguimos pensar num problema enquanto não houver algumas respostas. Brainstorming dá-nos a hipótese de pôr as idéias que passam pela cabeça no papel, de maneira a conseguir obter as melhores delas.

Regras

As quatro principais regras do brainstorming são:

  • Críticas são rejeitadas: Esta é provavelmente a regra mais importante. A não ser que a avaliação seja evitada, o princípio do julgamento não pode operar. A falha do grupo ao cumprir esta regra é a razão mais crítica para que a sessão de brainstorming não resulte. Esta regra é aquela que primariamente diferencia um brainstorming clássico dos métodos de conferência tradicionais.
  • Criatividade é bem-vinda: Esta regra é utilizada para encorajar os participantes a sugerir qualquer idéia que lhe venha à mente, sem preconceitos e sem medo que isso o vá avaliar imediatamente. As idéias mais desejáveis são aquelas que inicialmente parecem ser sem domínio e muito longe do que poderá ser uma solução. É necessário deixar as inibições para trás enquanto se geram idéias. Quando se segue esta regra, cria-se automaticamente um clima de brainstorming apropriado. Isso aumenta também o número de idéias geradas.
  • Quantidade é necessária: Quanto mais idéias forem geradas, mais hipóteses há de encontrar uma boa idéia. Quantidade gera qualidade.
  • Combinação e aperfeiçoamento são necessários: O objetivo desta regra é encorajar a geração de idéias adicionais para a construção e reconstrução sobre as idéias dos outros.
Brainstorming Individual

A técnica de brainstorming é a clássica técnica criativa de um grupo. De qualquer forma, muitas pessoas adaptaram o brainstorming e usam-no como uma técnica criativa individual.

Isto significa que é sempre possível realizar uma sessão de brainstorming a qualquer altura - e quantas vezes for necessário - sem dinheiro, tempo dispendido a organizar um grupo de pessoas. De fato, muitos indivíduos podem encontrar mais criatividade sozinhos do que fazendo parte de um tradicional grupo de brainstorming. Aliás, a liberdade de estar sempre disponível para um brainstorming individual é incrivelmente fácil de atingir.

Condições em que pode ser necessária a realização de um brainstorming individual:

  • Trabalha-se sem cooperação, sozinho.
  • Trabalha-se sem cooperação, e emprego por conta própria.
  • Não há disponibilidade para uma sessão em grupo.
  • As pessoas que o rodeiam não gostam de sessões de brainstorming.
  • As pessoas que o rodeiam não seguem as regras do brainstorming.
  • É demasiado dispendioso e caro para si a realização de uma sessão.
  • O problema é demasiado pequeno para justificar a reunião de um grande conjunto de pessoas.
Quando se utiliza o brainstorming individual, pode ser de grande ajuda o uso de mapas mentais ou semanticmaps para organizar e desenvolver as idéias.

E claro, não se esqueça que o brainstorm é uma “arte” que vai ser aprimorada com o passar do tempo. Não espere resultados fenomenais na primeira vez e nem desista se não conseguir na terceira! Ser simples não significa que é fácil. Porém, melhora com a prática. Você pode intercalar as diferentes fases do processo com jogos de teatro, jogos ou outras técnicas de trabalho em grupo. Experimente e tente estilos diferentes.

O CEGO NA CALÇADA

Era uma vez, um cego na calçada. Essa calçada não era uma calçada qualquer. Era em Paris!
Aos pés dele havia um boné vazio e uma tabuleta onde estava escrito:
“Por favo, ajude-me, sou cego”.
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras.
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
“É primavera em Paris, mas eu não posso vê-la”.
E essa frase tocou a alma dos que por ali passavam...

Moral da história:

Mudar a estratégia quando nada nos acontece pode trazer novas perspectivas.
É preciso saber qual é a forma certa de nos comunicamos...

Em vez de simplesmente falar, que tal escolher a melhor mensagem, aquela que vai tocar ao coração? Pense nisso quando você for vender um produto, criar um projeto, ou mesmo cuida de seu próprio caminho na vida.

Técnicas para Vender Mais e Melhor (parte III)

Identifique Problemas

Se já estabeleceu uma relação de confiança com os clientes, é tempo de detectar e resolver os seus problemas. Eles não têm consciência de como os seus produtos ou serviços irão ajudá-los na solução dos seus problemas. Logo, a sua tarefa é questioná-los. Para isso, deverá usar dois tipos de perguntas:
  • Questões de Localização - visam detectar qual a atitude atual do cliente, face ao seu tipo de produto ou serviço. Pergunte, por exemplo, "Que tipo de produtos usa atualmente? Está satisfeito com eles?".
  • Questões de sondagem - visam detectar a forma como esses problemas afetam os clientes. Pergunte, por exemplo, "O produto que usa é eficaz ou não? Está disposto a experimentar um novo produto?".
Apresente Soluções
.
Se já tem um bom conhecimento das carências, necessidades e problemas do seu cliente, está na hora de lhe propor uma solução. A apresentação deve ser totalmente direcionada para a resolução dos seus problemas. A melhor forma de fazer resume-se em três palavras:
  • demonstre as características do produto (mostre);
  • refira de que forma é que elas lhe trazem benefícios (explique);
  • pergunte se esses benefícios são interessantes e por que (questione).
Uma outra técnica, a ser utilizada nesta fase de apresentação, é a de mencionar a excelência dos seus serviços pós-venda. Último conselho nesta fase: não se esqueça que a compra é, em grande parte, uma decisão emocional. Logo, ao apresentar soluções, esteja atento aos sinais emocionais do cliente como o grau de atenção, os gestos, a expressão facial ou o tom de voz.
.
Como Lidar com as Objeções
.
Qualidade, valor, serviço e preço são os quatro elementos necessários à venda. Só que são insuficientes. Por melhor que seja a sua proposta, há sempre o risco do cliente levantar objeções. Mas, ao contrário do que se pensa, as objeções até podem ser positivas, já que demonstram interesse na compra. O pior cliente é o que assiste silencioso e quieto à apresentação de um produto. Por outro lado, as objeções podem ser úteis, pois revelam as áreas em que os clientes são mais sensíveis. Em vez de reagir emocionalmente a uma eventual objeção, procure antecipar qual será a sua estratégia de resposta.


Antecipe as Razões da Recusa
.
Em regra, as objeções podem ser agrupadas em cerca de seis categorias:
  • qualidade;
  • preço;
  • competidores;
  • eficiência;
  • durabilidade;
  • serviços pós-venda;
  • garantias.

Determine quais são estes seis critérios para o seu produto ou serviço. Prepare, antecipadamente, argumentos sólidos para cada uma delas.

Em suma, trate sempre as objeções, como pedidos para mais informações. Ouça com atenção. Aceite as recusas com gratidão e siga em frente. Não se esqueça de que muitos problemas, não têm, de fato, solução.

Antecipe a Questão do Preço

Esta questão é a mais importante, pois pode ser levantada desde cedo nas questões de vendas. É habitual o cliente perguntar o preço mesmo antes de ouvir a proposta comercial. Mais habitual ainda, é afirmar que é caro, qualquer que seja o preço a que nos referimos. A primeira atitude a tomar, é a de diferir a questão do preço para o momento mais oportuno. Se a dúvida for esclarecida muito cedo, a discussão será centrada a partir daí no fator preço, em vez de na descrição das características e benefícios do produto. Quando chegar a hora de se defrontar com esta questão, tente perceber se o preço é ou não uma objeção real. O cliente pode ter razões legítimas para a recusa, como a mera falta de dinheiro ou o conhecimento de um preço mais baixo. Neste último caso, você deve de ser capaz de demonstrar que o seu produto, apesar de implicar um investimento maior, gerará maior valor para o cliente. O objetivo, nesta fase, é o de centrar a discussão no valor global da sua proposta e não apenas no preço. Não espere que seja o cliente a lhe dizer que os concorrentes têm preços melhores. Isso é um sinal de que o vendedor não fez o seu trabalho de casa.

Como Fechar o Negócio

A fase da conclusão de uma venda é, geralmente, acompanhada de uma reunião final com o cliente. Este é um momento difícil e decisivo. Redobre, por isso, as cautelas. Não seja manipulador. Procure reduzir a pressão associada à venda, e evite usar técnicas que possam destruir um relacionamento futuro. Mas, se está confiante do sucesso da venda, siga um dos procedimentos seguintes:

  • Fechamento por convite - convide o cliente a experimentar o produto na sua frente.
  • Fechamento direto - assuma que a resposta será afirmativa, e passe à fase seguinte: quando deverá entregar o produto.
  • Fechamento alternativo - assuma que o cliente vai comprar, e passe a lhe propor várias alternativas de pagamento, de entregas ou qualquer outro aspecto que considere relevante.
  • Fechamento secundário - permita que o cliente tome pequenas decisões, em primeiro lugar como, por exemplo, qual é a sua embalagem preferida. A resposta afirmativa a esta questão significa uma confirmação tácita da compra.
  • Fechamento por ultimato - pegue no contrato, mostre a página onde deve assinar e desafie o cliente a fazê-lo. Aguarde com um sorriso a resposta.
  • Fechamento por pedido - inicie o preenchimento do pedido. Se o cliente não o impedir é porque a sua decisão está tomada.

Use a Tática Final

Se no final da reunião, o cliente lhe disser que quer pensar no assunto, estas palavras significam que a recusa é provável. Nesse caso, arrume as coisas, dirija-se para a porta e ao despedir-se, lhe pergunte qual é a razão que o leva a querer pensar no assunto. Pergunte, por exemplo, se é o preço de venda. Se o cliente responder afirmativamente, ou se lhe indicar uma outra objeção considere essa informação preciosa. Ela pode ser útil nessa e em outras vendas futuras.

Fonte: SEBRAE SP

O que é RSS? Como assinar um blog?

O RSS (Really Simple Syndication) é a forma mais prática e eficiente de se manter informado sobre as atualizações de sites, blogs e podcasts. Quem deixa blogs nos favoritos e visita-os só quando lembra, ainda vive na idade da pedra da tecnologia e não sabe.
Assim, o RSS nada mais é do que uma ferramenta que disponibiliza as atualizações de um determinado endereço da internet a seus assinantes, otimizando assim o tempo de quem o lê.
A grande maioria dos blogs e sites de notícia disponibiliza feeds RSS para seus leitores. Neste tutorial irei ensinar como utilizar duas ferramentas bastante conhecidas para assinar feeds de blogs e podcasts.


.
Como assinar feeds de blogs


Em primeiro lugar, devemos escolher um programa chamado agregador de feeds para poder receber as atualizações de um site. Meu preferido é o
Google Reader, e é baseado nele que farei este tutorial. Por enquanto ele não está disponível em português.
1. Visite a página do
Google Reader e entre com os dados de seu email ou conta do Google. 2. Após logar, vá até o lado esquerdo da tela e clique em Add subscription.3. Um campo verde aparecerá. Escreva (ou copie e cole) nele o endereço do feed a ser assinado.
Neste exemplo, usei o feed do meu
blog: http://cabradm.blogspot.com/ Clique em Add.
4. Um aviso em amarelo aparecerá no meio da tela. Clique em Dismiss this message. Agora é só navegar entre os posts do site assinado para lê-los e esperar novas atualizações.
Em geral, o feed de um site está indicado por:
Basta procurar por um destes símbolos no site para encontrar o feed desejado.

Que saber mais sobre produtividade pessoal?

Acesse o Efetividade.net Agenda em dia e caixa de entrada vazia. Blog sobre produtividade pessoal, efetividade, lifehacking, GTD e truques espertos para o seu dia-a-dia. Os leitores do Efetividade.net estão sempre atualizados sobre produtos, serviços e técnicas que fazem sua vida mais produtiva, efetiva e... agradável. Mantido por Augusto Campos.
Recomendo este blog do Augusto Campos para sua leitura semana, como o mesmo fala, "agenda em dia e caixa de entrada vazia", então aproveite para adquirir novas dicas atraves dos ótimos textos.
Um recomendação do C@BR@DM, o Administrador Cabra da Peste.
Alguns links dos muitos do efetividade.net:
Aproveite a visita e descobra a parte II sobre entrevista de emprego.
Boa leitura e descobertas.


O QUE É... PRODUTIVIDADE?

É quando o funcionário reage a uma preocupação genuína da empresa com ele.
.

Uma das lembranças mais vívidas que tenho de meu primeiro emprego era o grande escritório. Todo aberto, com um pé-direito enorme e paredes nuas. O ambiente era tão espartano que a única coisa que podia ser vagamente chamada de "decoração" eram os dois pomposos retratos dos fundadores, pendurados na parede do fundo. E era ali, sob os retratos, que ficavam as mesas dos diretores, estrategicamente posicionadas para que eles tivessem uma visão total do local. De frente para a diretoria ficavam todas as outras, e a hierarquia funcionava por fileiras de mesas. Na primeira fila estavam situados os chefes, para que eles pudessem ir rapidamente até a mesa dos diretores quando fossem chamados. Na última fila, ficavam os supervisores. E no meio, observados todo o tempo tanto pela frente quanto pela retaguarda, ficávamos nós, o resto dos funcionários. Cada funcionário tinha a sua mesa, e só.

.
Mesmo os cestos de lixo ficavam junto às mesas dos supervisores, para que eles pudessem conferir tudo o que estava sendo descartado.

.
Um dia, apareceu na empresa um pessoal estranho, bem vestido e bem falante. Eles se definiam como "atualizados com as tendências da administração moderna", algo que nós ali nem desconfiávamos que pudesse existir. Esse povo tinha sido contratado com o objetivo de mudar a mentalidade já meio ultrapassada da empresa, e começou alterando o layout: construíram salas para os gerentes, salinhas para os supervisores e minissalões para cada departamento. Como tudo isso requeria espaço, o escritório teve de ser ampliado. E aí, aproveitando o embalo, foram inseridos vários itens, digamos, mais atualizados com as tendências da administração moderna, como vasos com flores, reproduções de pinturas clássicas e persianas coloridas nas janelas.

.
O efeito foi incrível. A produtividade geral dobrou da noite para o dia. E, para nós, tudo pareceu óbvio: quando se dá ao ser humano mais espaço e mais tranqüilidade, ele funciona melhor. O escritório havia deixado de ter aquele aspecto de estádio de futebol para se transformar num ambiente que privilegiava a individualidade. E o agradecimento se resumiu em uma palavra que qualquer empresa entende e aprecia: produtividade.


Há um mês, eu me encontrei com um funcionário de uma grande instituição financeira e ele me contou, todo entusiasmado, a grande mudança pela qual o escritório acabara de passar. Dezenas de salas e salinhas tinham sido colocadas abaixo e o local havia sido transformado em um imenso salão, onde todo mundo podia ver todo mundo. E o resultado tinha sido positivo, em todos os sentidos: de repente, passou a haver mais espaço, mais luminosidade, mais contato humano e, principalmente, muito mais produtividade!


"Isso é o século 21!", ele me disse. E eu, tentando não melindrá-lo, expliquei que aquilo, a bem da verdade, era o século 19. Grandes escritórios abertos, sem paredes, divisórias ou baias, foram o início de toda a história, lá pela época da Revolução Industrial. O fato de a produtividade melhorar quando a empresa constrói ou derruba salas, tanto faz, é resultado não da engenharia, mas da mensagem que a empresa está passando: estamos mudando para oferecer melhores condições de trabalho. E, quando o funcionário sente que existe uma preocupação genuína com ele, fica mais produtivo. Até no escuro.

.

Texto de Max Gehringer, revista você s/a, n.º 55.

Marketing Pessoal – você precisa ter um

Por que ótimos funcionários muitas vezes não conseguem ser promovidos? Porque eles estão fazendo tudo certo, mas esquecem de algo muito importante: o marketing pessoal.

Marketing é o conjunto de ferramentas que uma empresa usa para fazer com que seus produtos sejam conhecidos, apreciados e comprados. Marketing pessoal é um profissional fazer exatamente a mesma coisa, só que em benefício da própria carreira, ou seja, O Marketing Pessoal é um conjunto de elementos harmoniosamente colocados para atenderem às necessidades do ambiente e da própria sociedade como um todo. O produto pessoa, além de vestir-se, ainda anda e fala, portanto, isso também pede cuidados especiais.

“Nós começamos a aplicar isso às nossas carreiras a partir do momento em que o nível dos candidatos no mercado de trabalho começou a ficar muito igual. É a habilidade que um funcionário tem de aparecer sem ser chato e de conseguir a simpatia da chefia sem ser puxa-saco.”

Na dose certa e de forma planejada, é possível criar e desenvolver uma imagem coerente e consistente, envolta em associações psicológicas positivas que dêem visibilidade necessária para que uma pessoa se transforme em uma referência no seu ambiente vivencial e possa fazer parte dos projetos de vida das outras pessoas.

Irving Rein em seu livro Marketing de Alta Visibilidade, postula que, para entender o Marketing Pessoal e o processo de estar em evidência, explica porque algumas pessoas ganham fama, atingindo o topo do sucesso, enquanto outras permanecem obscuras mesmo tendo capacidade para realizar um excelente trabalho. Visibilidade é o que todo executivo em início de carreira quer e o que todo profissional incógnito almeja.

Para ser eficaz no marketing pessoal, o conhecimento da dimensão humana e seu aprimoramento pessoal, são fundamentais, porque acima de tudo, o marketing pessoal é um processo de desenvolvimento pessoal e o sucesso é apenas conseqüência de se procurar sair do primário da vida. Para realizar um Marketing Pessoal gratificante em todos os sentidos da vida, é necessário saber utilizar, de forma coerente e consistente, as novas tecnologias, a mídia e o marketing como ferramentas estratégicas, valorizando a imagem que se pretende transmitir.

Trabalhe sua imagem

Muita gente competente passa uma imagem contrária e essa aparência negativa acaba por limitar suas oportunidades. É preciso ter cuidado para com a imagem e buscar eliminar dela qualquer item que possa trazer impacto desfavorável. A imagem é formada principalmente por:

.....a) aparência;
.....b) comportamentos;
.....c) comunicações;
.....d) resultados apresentados;
.....e) outros aspectos, que jugue importante para sua imagem.

O ideal é fazer uma análise tipo "pente-fino" da própria imagem, levando em conta cada um desses tópicos.

O que as empresas procuram

As empresas de hoje analisam muito mais do que sua experiência profissional. A preocupação com o capital intelectual e a ética, são fundamentais na definição do perfil daqueles que serão parceiros/colaboradores.

Alguns detalhes merecem atenção especial:

  • Estar sempre pronto e capacitado para enfrentar mudanças;
  • Ter consciência da importância da atitude para a concretização de objetivos;
  • Saber focar os problemas e controlar a preocupação e os sentimentos de frustração e angústia;
  • Entender e acreditar a própria capacidade de realização e de superação de obstáculos;
  • Manter-se motivado;
  • Usar uma forma gentil e atenciosa de tratar as pessoas, de forma que ela trabalhe como seu diferencial;
  • Seja absolutamente pontual;
  • Preocupe-se com a objetividade e a honestidade para que você não seja traído com detalhes de menor importância;
  • Observe com cuidado a roupa que vai usar, adequando-a cuidadosamente à situação e ambiente; ela pode abrir ou fechar portas;
  • Preocupe-se com o seu linguajar, seu gestual e com o tom da sua voz. Evite gírias ou expressões chulas, controle suas mãos e braços, fale baixo e devagar;
  • Controle suas emoções mas não as anule, elas são muito importantes para mostrar o seu envolvimento ou comprometimento com o tema que está sendo tratado;
  • Cuidado com o uso do celular;
  • Não fale demais nem de menos.

Saber trabalhar sua imagem é uma competência em si, e deve ser desenvolvida para fazer seu trabalho aparecer. Então preste atenção em como você está sendo visto em sua empresa e assuma controle de sua imagem.

Parafraseando Max Gehringer, em uma empresa séria, quem tem marketing pessoal recebe atenção da chefia e apoio dos colegas. Em uma empresa medíocre, a mesma pessoa pode ser vista como uma ameaça. Em num caso assim, não adianta querer mudar a empresa. É mais sábio mudar de empresa.

Motivação e Sucesso - podemos sempre aprender

Texto sobre os gansos é muito utilizado para motivação, não só em treinamentos como também para explicitação do conhecimento. Lembre-se motivação não é incentivo, pois motivação vem de dentro, algo tem que tocar você para que você reaja e se motive, muitas vezes precisamos de incentivos para seguirmos motivados.
Não sei quem foi o autor original, mas adoro esta s lições.
..
Vamos aprender com os gansos
Como os períodos de mudanças, quando partem, é o aviso que o frio esta chegando. Ao retornarem, é chegado o verão. Guiados pelo sol e pelo campo magnético da Terra, cumprem a rota mais curta e só estabelecem grandes curvas para evitar desertos e oceanos.
.
Quando um ganso bate as asas, cria um “vácuo” para o pássaro seguinte. Voando numa formação em “V”, o bando inteiro tem seu desempenho 71% melhor do que se a ave voasse sozinha.
Lição: pessoas que compartilham uma direção comum e senso de comunidade podem atingir seus objetivos mais rápida e facilmente;

Sempre que um ganso sai da formação, sente subitamente a resistência por tentar voar sozinho e, rapidamente, volta à formação, aproveitando a “aspiração” da ave imediatamente à sua frente.
Lição: se tivermos tanta sensibilidade quanto um ganso, permaneceremos em uma formação com aqueles que se dirigem para onde pretendemos ir nos disporemos a aceitar a sua ajuda, assim como prestar a nossa ajuda aos outros;

Quando o ganso líder se cansa, muda para trás na formação e, imediatamente, um outro ganso assume o seu lugar, voando para a posição de ponta.
Lição: é preciso acontecer um revezamento das tarefas pesadas e dividir a liderança. As pessoas, assim como os gansos, são dependentes uma das outras;

Os gansos de trás, na formação, grasnam para incentivar e encorajar os da frente a aumentar a velocidade.
Lição: precisamos nos assegurar de que o nosso “grito” seja encorajador para que a nossa equipe aumente o seu desempenho;

Quando um ganso fica doente, ferido ou é abatido, dois gansos saem da formação e seguem-no para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que ele esteja apto a voar de novo ou morra; assim, eles voltam ao procedimento normal, com outra formação ou vão atrás do outro bando.
Lição: se nós tivermos bom senso tanto quanto os gansos, também estaremos ao lado dos outros nos momentos difíceis;

Gostaria que você, nesta semana, pensasse bem nessas lições dos gansos. Leia com atenção, reflita sobre cada item transpondo-o a sua realidade; mostre esses itens e discuta-os com seu pessoal. Até com os gansos podemos aprender...

Técnicas para Vender Mais e Melhor (parte II)

Não Receie a Rejeição


A maior causa das falhas nas vendas é o medo da rejeição que, muitas vezes, representa um sinal da falta de confiança nas suas capacidades. Quem não tem uma atitude de vitória, tende a encarar a rejeição para o lado pessoal. Elimine este sentimento. O cliente que não aceita uma proposta está rejeitando uma transação, e não a pessoa. Estar consciente desse fato ajuda o vendedor a manter-se calmo, paciente e persistente - três dos principais requisitos para uma boa venda.
Quem compra um produto ou serviço deseja melhorar a sua situação, resolver um problema ou poupar dinheiro.


Faça uma Prospecção de Vendas

A prospecção da venda é uma das partes mais importantes do processo. Antes de marcar a primeira entrevista, com um potencial cliente, é necessário estar devidamente preparado para esse objetivo, e antecipar a melhor forma de responder às suas perguntas.

Antecipe as Perguntas dos Clientes


Tente responder às seguintes questões que antecedem uma venda:
- O que estou vendendo? Os clientes não procuram produtos e serviços, mas sim, soluções para os seus problemas específicos.


- Quem é o seu cliente ideal? Compare-o com os seus clientes habituais através de critérios como sexo, condição socioeconômica, cultural, profissão e idade.


- Por que compram? Saiba quais são as vantagens tangíveis e intangíveis que os consumidores procuram.


- Onde estão os clientes potenciais? Veja se poderão pertencer, por exemplo, a uma dada área geográfica ou a um grupo específico de consumidores.


- Quando é que eles compram? Conheça a freqüência e os hábitos de compra (por ex: no início do mês quando recebem o salário).


- Quem são os concorrentes? Veja quais os seus pontos fortes e fracos, e que necessidades satisfazem.


- Quem ainda não é seu cliente? Saiba quem poderá se beneficiar do seu produto, mas ainda não o conhece ou não esteja comprando.


Antecipe Rejeições


Se existe uma situação para a qual o vendedor tem de estar sempre bem preparado, nesta fase de prospecção, é a da argumentação junto ao cliente. Para fazer corretamente, responda às seguintes questões:
- Liste três motivos de um cliente comprar um determinado produto, ou serviço, quer seja comercializado por você, quer pela concorrência.


- Apresente três razões para que uma pessoa, que já decidiu comprar o produto ou serviço, prefere a sua oferta à da concorrência.


- Descreva três motivos para comprar o produto, ou serviço, de você, e não de outro vendedor da sua empresa.


Como Marcar a Visita


Quando tentar marcar uma visita, é bem provável que o seu cliente tente evitar. Nesse caso, será mais importante do que nunca preparar-se para responder às objeções características deste ponto. Vejamos alguns exemplos:
- Se você está ao telefone, e o cliente pergunta por que deve recebê-lo, apresente a ele, de forma clara e rápida, as vantagens do que quer vender. Diga, por exemplo, que se trata de uma idéia que vai lhe fazer poupar muito dinheiro.


- Se o cliente lhe perguntar diretamente, quanto custa o produto antes de conhecê-lo, ou se demonstrar desinteresse pelo assunto, talvez seja hora de desistir. Mas, se o cliente lhe pedir mais informações sobre o produto, diga que precisa de apenas dez minutos para apresentá-lo pessoalmente, e que ele julgará se é ou não interessante. Desta forma, estará esclarecendo que a visita será rápida, não existindo um compromisso de compra.


- Caso o cliente insista em conhecer o produto pelo telefone, ou lhe peça para lhe enviar informações pelo correio ou fax, mostre relutância. É sempre mais fácil vender cara a cara do que indiretamente.
Em quaisquer casos procure ser cortês e delicado, mas decidido. Há uma regra de ouro neste processo: não confunda persistência com insistência.



Como Negociar com o Cliente


O medo é uma presença constante do ato da venda. Já vimos que os vendedores têm de ultrapassar o medo da rejeição. Mas, não nos devemos esquecer que os clientes também receiam falhar. Eles têm medo de se enganar, de comprar em demasia, de estarem pagando mais do que a concorrência, ou de apostar num produto sem ter as provas do seu sucesso. A compra é, em suma, um ato de risco. Para vender, terá de convencer o cliente de que esse risco é mínimo. Logo, quando estiver frente a frente com o cliente, não procure apenas vender imediatamente, mas sim criar uma relação duradoura de confiança.



Reforce a Sua Credibilidade


Para estabelecer essa relação de confiança com os clientes, é necessário inspirar credibilidade. Eis algumas técnicas para conquistá-la:
- Primeiras impressões - preste especial atenção à sua aparência, atitude, ou traços de personalidade, três indícios de credibilidade no primeiro contato.


- Reforce a credibilidade da empresa - leve sempre consigo, um material promocional e alguns dados históricos sobre a sua empresa, para o caso do cliente não conhecê-la devidamente.


- Referências - não hesite em recorrer aos testemunhos e referências dos consumidores satisfeitos com o seu produto ou serviço.


- Testemunhos de formadores de opinião e peritos - não se esqueça de que clientes valorizam mais os elogios de uma entidade, como os artigos de uma revista da especialidade ou um estudo de mercado, do que os esforços promocionais da sua empresa.


- Garantias - são as melhores formas de demonstrar que você acredita no produto que está vendendo.


- O produto - mostre-o, faça experimentar, ofereça manuais de instruções e características de funcionamento. Prove por que o produto responde às necessidades e aos anseios do seu cliente.




Um último conselho: saiba ouvir. Falar muito, e ouvir pouco, irrita o cliente e diminui a sua credibilidade. Os bons ouvintes demonstram estar genuinamente interessados nas necessidades e aspirações dos clientes.

fonte: Sebrae de SP

Não perca a terceira e última parte nos próximos dias. Aguardem.

Curso Básico de Contabilidade – Módulo I

Contabilidade – é a ciência que estuda, interpreta e analisa, os fatos ocorridos no patrimônio das entidades econômicas e administrativas, com o intuito de prestar informações deste mesmo patrimônio através das diversas demonstrações contábeis decorrente de uma gestão.

Se o objeto da ciência contábil é o PATRIMÔNIO, estão vamos conhece-lo melhor:

PATRIMÔNIO

2.1. Conceito contábil e componentes patrimoniais

Patrimônio: é o conjunto de bens, direitos e obrigações.

BENS: tudo que pode ser avaliado economicamente e que satisfaça as necessidades humanas;

- Tangíveis: têm existência física, existe como coisa ou objeto. Ex.: Dinheiro, mercadoria p/ revenda, imóveis, máquinas, veículos, móveis, equipamentos, etc.

- Intangíveis: Exs.: Marcas e patentes, ações ou Quotas de Capital.

DIREITOS: são bens de nossa propriedade que se encontram em poder de terceiros. (valores a receber). Ex.: duplicatas a receber, títulos a receber, notas promissórias a receber, aluguéis a receber, clientes, dinheiro em banco, aplicações financeiras, etc.

OBRIGAÇÕES: são bens de propriedade de terceiros que se encontram em nosso poder. (valores a pagar). Ex.: duplicatas a pagar, títulos a pagar, notas promissórias a pagar, aluguéis a pagar, fornecedores, impostos a recolher, etc.

(Propriedade Plena - quando uma entidade tem posse e domínio sobre determinado bem)

2.2. itens Patrimoniais

ATIVO: conjunto de bens e direitos (parte positiva). Chamado de Patrimônio Bruto

PASSIVO: conjunto de obrigações (parte negativa). Também chamado de Capital de Terceiros ou Passivo Exigível.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO: diferença entre o Ativo e o Passivo. Representa as obrigações da entidade para com os sócios ou acionistas. É a parte do Patrimônio que vai medir ou avaliar a situação ou condição da entidade; é chamado, também, de Passivo não exigível ou Situação Líquida.

2.3. Equação Patrimonial e suas variações


2.3.1. Situações Patrimoniais

a) ATIVO > PASSIVO à Patrimônio Líquido é POSITIVO / SUPERAVITÁRIO
· Situação Favorável à PL + ou SL +
· Ocorre quando os bens e direitos (Ativo) excedem o valor das obrigações com terceiros (Passivo Exigível)


b) ATIVO <>
· Situação Desfavorável à PL (-) ou SL (-) ou Passivo a Descoberto
· Ocorre quando os bens e direitos (Ativo) forem menores que as obrigações com terceiros (Passivo Exigível)

c) ATIVO = PASSIVO à Patrimônio Líquido é NULO / EQUILIBRADO
· Situação NULA, Equilíbrio Aparente à A = PE, logo PL = 0
· Ocorre quando os bens e direitos (Ativo) forem iguais às obrigações com terceiros (Passivo Exigível); nessa hipótese o patrimônio líquido será nulo.

d) ATIVO = PATRIMÔNIO LÍQUIDO à
· Situação Plena ou Propriedade Total à A = PL, logo PE = 0
· Ocorre quando os bens e direitos (Ativo) forem iguais ao patrimônio líquido; nessa hipótese , as obrigações com terceiros (Passivo Exigível) serão nulas.

e) PASSIVO EXIGÍVEL = PATRIMÔNIO LÍQUIDO à
· Situação de Inexistência de Ativos à PE = ( PL ) , logo A = 0
· Ocorre quando as obrigações com terceiros (Passivo Exigível) for igual ao patrimônio líquido negativo; nessa hipótese, o ativo será nulo.


2.4. Representação Gráfica dos Estados Patrimoniais


Na representação gráfica apresentada temos, de um lado, os Bens e os Direitos, que formam o grupo dos elementos positivos; e, do outro lado, as Obrigações, que formam o grupo dos elementos negativos.

Na maioria das empresas comerciais, o Ativo suplanta o Passivo Exigível (obrigações). Assim, a representação mais comum do patrimônio de uma empresa comercial assume a forma:


Diz-se que a:

Situação Líquida é Negativa quando o Ativo Total é: menor que o Passivo Exigível.
Situação Patrimonial inconcebível quando a: situação Líquida maior que o Ativo.

Aumenta o patrimônio líquido quando há: recebimento de duplicatas com juros.
Diminui o patrimônio líquido quando há: pagamento de duplicatas com juros.

NOTA:
Verificamos aqui que o PATRIMÔNIO LÍQUIDO é resultado da equação (bens+direitos-obrigações). E podemos chegar a conclusão que o PATRIMÔNIO LÍQUIDO é parte integrante do PATRIMÔNIO, ou seja, a definição final do objeto da contabilidade é:


Em seguida podemos demonstrar de forma clara o gráfico patrimonial:


Chegamos ao final do módulo I, esperem os próximos módulos, vocês irma aprender passo a passo sobre contabilidade.
FIQUEM APOSTOS.

Por Marcelo Lima Cabral





O QUE É... ARGUMENTO?

São duas ou mais premissas curtas e uma conclusão

Pode até parecer que não para muita gente, mas no exato momento há mais de 1 Milhão de boas vagas abertas no mercado brasileiro. Mas também existem, pelo menos, dez fortes candidatos para cada uma delas. Esses candidatos formam um contingente heterogêneo: há o universitário que ingressa no mundo corporativo, o funcionário da casa que batalhou por "aquela" promoção, o profissional disposto a trocar de emprego, o desempregado tentando recolocar-se... No fim, nove dos dez postulantes se verão obrigados a "aguardar uma próxima oportunidade" (expressão que não resolve nada, mas que ameniza um pouco o drama).

Como se dá esse processo de escolha? (Ou, em outras palavras, "por que outro postulante foi escolhido e não eu, que sei postular muito melhor?") A resposta é uma simples palavrinha: "argumento". A grande maioria das pessoas não é escolhida porque seus argumentos não conseguem sensibilizar o responsável pela decisão final.

A estrutura de um argumento é lógica: duas ou mais premissas curtas e uma conclusão. A conclusão é a parte mais fácil: "Portanto, eu sou o candidato ideal". O problema está nas premissas. Os candidatos criam premissas em que eles sinceramente acreditam, mas que na visão do selecionador se mostram ineficazes para sustentar a conclusão. Durante centenas de entrevistas que eu conduzi na vida, não foram poucos os momentos em que as premissas que ouvia me remetiam ao chamado "argumento irrefutável" criado por meu primo Altair.

Premissa 1: pássaros voam. Premissa 2: pássaros não têm dentes. Premissa 3: vovó não tem dentes. Conclusão: vovó pode voar.
Claro, há processos justos e injustos. Embora quem não foi escolhido sempre se considere injustiçado, existem algumas injustiças óbvias. Premissa 1: meu tio me mandou vir aqui. Premissa 2: meu tio é seu chefe. Conclusão: ou você me contrata ou terá de se entender com meu tio. Em processos com cartas marcadas, não há como competir com o apadrinhamento e com o nepotismo. Mas há processos justos, e é saudável para quem participa deles saber de antemão quais premissas não funcionam. Aqui vai uma listinha delas: Premissas subjetivas. Tenho muita força de vontade. Sei que posso contribuir. Sou bom no relacionamento com pessoas. Tenho espírito de liderança.

Premissas acusatórias. Meu chefe atual é um tapado. Minha última empresa tolhia a criatividade. Eu estava cercado por invejosos que impediam o meu progresso.
Premissas de auto-indulgência. Eu perdi muito tempo, mas agora quero recuperar o atraso. Dei o azar de só ter trabalhado em empresas que não investiam nas pessoas. Meu inglês ainda não é fluente porque não tive condições de fazer um bom curso.
Premissas de transferência de responsabilidade. Todas as referências que tive sobre a empresa foram ótimas. Eu só preciso de uma oportunidade. Vocês não vão se arrepender.

Selecionadores só escutam três premissas:
1. O que você já fez de prático e mensurável?
2. O que você sabe sobre nossa empresa?
3. Qual a contribuição imediata que você pode trazer?

A primeira chama "currículo". A segunda pode ser conseguida na internet ou com ex-funcionários (e essa preparação é vital). E a terceira é a junção inteligente das duas primeiras, traduzida em fatos e números. Conclusão: Você é o candidato ideal.

Por Max Gehringer – revista você s/a – n.º 50.

Gestão da qualidade total e o Ciclo PDCA

Gestão da qualidade (TQM) consiste numa estratégia de administração orientada a criar consciência de qualidade em todos os processos organizacionais. O TQM (Total Quality Management) tem sido amplamente utilizado em indústria, educação, governo e serviços. Chama-se total porque o seu objetivo é a implicação não só da empresa inteira mais também a organização estendida: fornecedores, distribuidores e demais parceiros de negócios. O TQM é composta de estágios tais como: planejamento, Organização controle, liderança. Tanto qualidade quanto manutenção são qualificadas de total porque cada empregado que participa é diretamente responsável pela realização dos objetivos da empresa.

Atualmente a gestão da qualidade está sendo uma das maiores preocupações das empresas, sejam elas voltadas para a qualidade de produtos ou de serviços. A conscienciatização para a qualidade e o reconhecimento de sua importância, tornou a certificação de sistemas de gestão da qualidade indispensável para as micro e pequenas empresas de todo o mundo.


Uma organização que se propõe a implementar uma política de gestão voltada para a "qualidade" tem consciência de que a sua trajetória deve ser reavaliada. As mesmas precisam pôr em prática atividades que visam estabelecer e manter um ambiente no qual as pessoas, trabalhando em equipe, consigam um desempenho eficaz na busca das metas e missões da organização.

CICLO PDCA

É uma das formas que a empresa tem para começar a gestão de qualidade é se preocupar com seus processos, e para isso pode se utilidade de uma ferramenta chamada de CLICO PDCA, essa ferramente é de grande utilidade na busca da melhoria continua.

O ciclo PDCA, ciclo de Shewhart ou ciclo de Deming, foi introduzido no Japão após a guerra, idealizado por Shewhart e divulgado por Deming, quem efetivamente o aplicou. O ciclo de Deming tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da gestão, como por exemplo na gestão da qualidade, dividindo-a em quatro principais passos. O PDCA é aplicado principalmente nas normas de sistemas de gestão e deve ser utilizado (pelo menos na teoria) em qualquer empresa de forma a garantir o sucesso nos negócios, independentemente da área ou departamento (vendas, compras, engenharia, etc...).

O ciclo começa pelo planejamento, em seguida a ação ou conjunto de ações planejadas são executadas, checa-se se o que foi feito estava de acordo com o planejado, constantemente e repetidamente (ciclicamente), e toma-se uma ação para eliminar ou ao menos mitigar defeitos no produto ou na execução.

Os passos são os seguintes:

Plan (planejamento) : estabelecer missão, visão, objetivos (metas), procedimentos e processos (metodologias) necessários para o atingimentos dos resultados.
Do (execução) : realizar, executar as atividades.
Check (verificação) : monitorar e avaliar periodicamenteos resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios.
Act (ação) : Agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios, eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade,
eficiência e eficácia, aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas.

Veja a tabela de etapas do PDCA:

Há dois tipos de metas no clico PDCA:
  • Metas para manter
O PDCA utilizado para atingir metas padrão, ou para manter os resultados num certo nível desejado, pode então ser chamado de SDCA (S de standard).
  • Metas para melhorar
De modo a atingir novas metas ou novos resultados, a "maneira de trabalhar" deve ser modificada, ou seja, melhorada.

Melhoria contínua


A melhoria contínua ocorre quanto mais “rodado” for o Ciclo PDCA.
Observe na figura abaixo, como a melhoria ocorre em função do tempo no processo anterior e após a aplicação do PDCA.

A melhoria contínua otimiza a execução dos processos, possibilita a redução de custos e o aumento da produtividade.

A aplicação do Ciclo PDCA a todas as fases do projeto leva ao aperfeiçoamento e ajustamento do caminho que o empreendimento deve seguir, mesmo os processos considerados satisfatórios são passíveis de melhorias. A introdução de melhorias gradativas e contínuas aos processos só tendem a agregar maior valor aos resultados do projeto e a assegurar maior satisfação dos clientes.

Técnicas para Vender Mais e Melhor (parte I)

As técnicas vão ser apresentadas em três partes. Assim fica simples para a leitura, e se gostar voltará para ler as demais partes.

Cerca de 80% do sucesso de um vendedor se deve à sua atitude. Só os restantes 20% são relativos à sua aptidão técnica. Os vendedores de sucesso são pessoas confiantes, sabem como provocar uma compra de modo firme, mas amigável. Têm uma atitude positiva perante a vida. É essa mentalidade vencedora que faz a diferença entre o sucesso, e o fracasso, de uma venda.
Em cada passo do processo de venda é necessário aprender técnicas que mantenham essa atitude vencedora:

  • Na fase de prospecção, deve preparar as perguntas aos clientes antes de pegar no telefone ou ir bater em sua porta.
  • Ao apresentar um produto, deve concentrar-se em vender soluções que respondam aos problemas concretos do cliente.
  • Ao fechar uma venda, deve antecipar as eventuais objeções, incluindo as relativas ao preço.
  • Antes de conhecer melhor cada uma destas fases, nunca se esqueça que a diferença entre boas e más vendas não está no produto, nos clientes ou na área geográfica onde atua, mas somente em você.

Adquira Autoconfiança


Como já foi dito, os vendedores que vendem 100% mais do que os outros não são 100% melhores, mas, acima de tudo, eles têm melhor atitude. Mas como adquirir essa mentalidade vencedora? A primeira barreira a ser vencida é a psicológica. Um bom vendedor tem de começar a mudar a forma como vê a si próprio.
Essa auto-avaliação deve ser baseada no conjunto de idéias, medos, opiniões, dúvidas e valores adquiridos ao longo da vida, e que afetam tudo o que nós fazemos e sentimos. Pode ser dividida em três partes:

  • a auto-imagem, ou seja, como nos vemos;
  • auto-ideal, ou seja, como gostaríamos de ser;
  • e a auto-estima, isto é, o quanto gostamos de nós mesmos.

Represente Vários Papéis

Se quiser ser um vendedor de sucesso, veja a si próprio como alguém que desempenha os seguintes papéis:

  • Empresário - você é o seu patrão. Se algo corre mal, cabe a você resolver o problema.
  • Consultor - o seu papel não é vender, mas sim detectar e solucionar os problemas dos seus clientes.
  • Médico - você atua nos melhores interesses do paciente. Examina o problema, faz um diagnóstico e apresenta a prescrição, que é o seu produto ou serviço.
  • Estrategista - você tem objetivos semanais, mensais ou anuais para cumprir, e deve procurar fazer tudo para atingi-los.
  • Administrador - você é alguém orientado para os resultados. Raramente perde tempo, escolhendo as ações adequadas, que conduzam ao cumprimento de objetivos.
  • Atleta olímpico - você sabe que é o melhor porque faz tudo para o ser. Só o primeiro lugar lhe serve.
  • Sacerdote - você vende aos outros, da mesma forma que gostaria que lhe vendessem. Ou seja, de forma honesta, ética, compreensiva e ponderada.
  • Operário - você tem de trabalhar mais do que os outros. O esforço diário e a tenacidade são as melhores formas de obter resultados.

Nos próximos dias estaremos disponibilizando a parte 2.


fonte: Sebrae de SP

Curso Básico do MS Project – Módulo 01

Boas Vindas!

Estamos iniciando o curso de MS PROJECT, espero que possa contribuir para uma abordagem simples, e de fácil entendimento, levando a um conhecimento explícito desta ferramenta de real importância para a gestão de projetos.

Fundamentos de Gerência de Projetos

O aprendizado no MS Project 2000 envolve muito mais do que o simples entendimento de como funciona este software. Diferente de outros softwares, o MS Project está intimamente interligado com a disciplina ou a prática da qual este vem auxiliar, o gerenciamento de projetos. Portanto, não basta apenas entender como é o funcionamento desse software, faz-se necessário aliá-lo ao conhecimento da gestão de projetos.

O que é um Projeto e seu gerenciamento?


Sugerimos que você leia a postagem sobre Gestão de Projetos, onde você poderá verificar o seu significado, e as áreas de conhecimento já descritas pelo PMI - Project Management Institute.

Os Fatores Gerenciáveis no MS Project

Estes fatores são interdependentes e sujeitos a alterações no decorrer do processo, sem que isso signifique a ruptura do planejamento com a execução. A gerência dessas variáveis é feita sob o ponto de vista de um modelo matemático, onde se admite que a modificação do valor de uma delas terá um impacto previsível em todas as demais. Qualquer que seja a mudança que ocorra em uma das variáveis, o gerente deve ter um modelo que permita uma rápida tomada de decisão que corrija a mudança de curso. É importante lembrar que toda e qualquer modificação no conteúdo das variáveis acima deve ser negociada, em geral, com o cliente e os fornecedores internos e externos ao projeto.

Em Projetos, Planejar é Excencial.

O planejamento em qualquer atividade de uma organização é sempre encarado como uma rotina essencial. Entretanto, em grande parte dos projetos existentes, pouco se planeja, muito se executa e muito, mas muito mesmo, gasta-se refazendo um trabalho que, com um devido planejamento, poderia ter sido evitado.

Etapas essenciais do Planejamento no MS Project




Deveremos seguir uma estrutura simples, mas eficaz, de planejamento. Na figura acima, são apresentadas as etapas essenciais para que se possa elaborar o escopo do projeto no MS Project 2000. Durante o curso, cada etapa acima será definida no software.

Próximo Módulo
Vamos ver o MS Project - em uma visão geral

  1. MS Project 2000;
  2. Barra de menus;
  3. Barra de ferramentas;
  4. Barra de formatação;
  5. Barra de modos;
  6. Barras de rolagem.

Aguardo você em nossas próximas atividades.

Lembre-se “a oportunidade favorece a mente preparada”.

Curso Básico de Contabilidade

Na busca de novos conhecimentos, será disponibilizado nas próximas postagens um CURSO BÁSICO DE CONTABILIDADE, com o intuito de fornecer aos nossos leitores informações, sejam elas para pequenos empresários, administradores, e demais interessados em aprender os conceitos básicos da Contabilidade.

Como no curso de MS Project, vamos dividir este CURSO BÁSICO DE CONTABILIDADE em módulos, de forma que não fique cansativas a leitura e consequentemente o aprendizado.

Alguns tópicos que trataremos no curso:

  • Conceito de contabilidade;
  • Patrimônio;
  • Gráfico Patrimonial;
  • Lançamentos;
  • Despesas e receitas;
  • Plano de Contas;
  • Depreciação e Amortização;
  • Fechamento de Balanço;
  • Etc.

Tudo de forma clara e bem explicativa, para que todos possam compreender a importância da contabilidade na analises de fatos passados, e com isso efetuar decisões em um futuro próximo, tendo como base as informações previstas na contabilidade. Esta análise nos dias de hoje possui uma área especifica de estudo, chamada de Contabilidade Gerencial.

Abaixo veremos uma breve definição de Contabilidade, e no decorrer do curso, você passará a compreender melhor a definição.

Contabilidade – é a ciência que estuda, interpreta e analisa, os fatos ocorridos no patrimônio das entidades econômicas e administrativas, com o intuito de prestar informações deste mesmo patrimônio através das diversas demonstrações contábeis decorrente de uma gestão.


FIQUEM APOSTOS.

Por Marcelo Lima Cabral

Curso Básico do MS Project

Com o objetivo de demonstrar a importância da gestão de projetos para os administradores, foi elaborado um pequeno curso básico de como utilizar o MS Project no gerenciamento de um projeto.

Este curso será dividido em capítulos, de forma a compreender o funcionamento do sistema e como devemos seguir este planejamento.

O Curso será baseado no Microsoft Project 2000 que é um poderoso programa de gerenciamento de projetos que você pode usar para planejar, gerenciar e trabalhar como uma valiosa fonte de informações para seu projeto.

Não é objetivo deste curso, dispor todas as ferramentas ou propriedades do sistema, mas demonstrar conceitos básicos de sua utilização. Trata-se, portanto, de trabalho realizado tendo em vista atender a necessidades específicas de novos conhecimentos sobre o assunto. Dessa forma, muitos dos recursos do MS Project não foram contemplados, apesar de sua importância. Recomendamos, portanto, àqueles que pretendem trabalhar com gerência de projetos, a complementação através dos bons livros que tratam do assunto a fim de obter visão mais completa.

Não tratamos, por exemplo, da etapa de execução do projeto.

Então vamos à busca do conhecimento.


O que é o Microsoft Project?

O Microsoft Project é um programa do ambiente Windows com interface gráfica e amigável, vem sofrendo melhorias e dispondo de novos e poderosos recursos. Indicado para o planejamento e acompanhamento de projetos, através dele você poderá visualizar seu projeto centrado em diversos interesses: centrado em tempos, custos e recursos. Poderá ainda comparar o planejamento inicial com o efetivo andamento do projeto.

Características Básicas do MS Project

Dentre os diversos recursos disponíveis, destacamos:

Geral

  • Baseia-se no modelo Diagrama de Rede (ou diagrama de precedências): as tarefas do projeto são criadas na forma de blocos interligados, formando uma rede. Portanto, ele não trabalha com o Diagrama de Setas, muito popular em programas da década de 60, mas totalmente superados;
  • Utiliza tabelas no processo de entrada de dados. Existe um conjunto padrão de tabelas e o usuário pode criar suas próprias tabelas. Em muitas situações, um Gráfico de Gantt é gerado automaticamente, auxiliando o processo de entrada de dados;
  • Aceitam relações de precedências entre tarefas tipo Fim-Início, Início-Início, Fim-Fim, e Início-Fim;
  • Permite tarefas recorrentes (ocorrem de forma repetitiva). Por exemplo, em um projeto podem-se planejar a realização de reuniões todas as segundas-feiras;
  • Permite estabelecer níveis hierárquicos através de “tarefas de resumo”. Este aspecto é muito útil na criação da Estrutura de Decomposição do Trabalho;
  • Permite uso de subprojetos;
  • Possui recursos para agrupar, filtrar e classificar tarefas;
  • Possui um conjunto padrão de relatórios e o usuário pode criar seus próprios relatórios;
  • Permite a inclusão de “campos do usuário”, que aceitam diversos tipos de operação;

Tempo (Datas e Folgas)

  • O cálculo da rede é feito automaticamente com a entrada de dados. Esta opção pode ser desativada, caso conveniente;
  • Permite definição de “semana de trabalho”, expediente de trabalho e feriados;
  • O cálculo da rede pode ser feito “do início para o fim” ou “do fim para o início”;
  • Permite o uso de “datas programadas” para as tarefas;
  • Permite o uso do modelo probabilístico.

Recursos

  • Os recursos são ligados diretamente às tarefas;
  • Permite redistribuição de recursos (ou nivelamento de recursos), manual ou automática.

Custos

  • Os custos são ligados diretamente às tarefas na forma de custos fixos ou de custos dos recursos alocados.

Vamos ao curso, nas proximas postagens estarei divulgando o primeiro MÓDULO do curso MS PROJECT

Você sabe o que é uma matriz BCG

Vamos fazer uma breve exposição sobre o assunto, para que possamos nos atualizar e verificar a funcionalidade desta ferramenta.

A Matriz BCG (Boston Consulting Group) é um modelo utilizado para análise de portfolio de produtos ou de unidades de negócio baseado no conceito de ciclo de vida do produto. Para garantir a criação de valor a longo prazo, a empresa deve ter um portfolio de produtos que contenha tanto mercadorias com altas taxas de crescimento no mercado (que precisam de investimentos) e mercadorias com baixo crescimento (que geram receita).
A matriz tem duas dimensões: crescimento do mercado e participação relativa de mercado (que é a participação da empresa em relação à participação de seu maior concorrente). Quanto maior a participação de mercado de um produto ou quanto mais rápido o mercado de um produto cresce, melhor para a empresa.
Os produtos devem ser posicionados na matriz e classificados de acordo com cada quadrante:


  • Em questionamento (também conhecido como "ponto de interrogação" ou "criança-prodígio"): tem a pior característica quanto a fluxo de caixa, pois exige altos investimentos e apresenta baixo retorno e tem baixa participação de mercado. Se nada é feito para mudar a participação de mercado, pode absorver um grande investimento e depois de tornar um "abacaxi". Por outro lado, por estar em um mercado de alto crescimento pode-se tornar um produto "estrela".
  • Estrela: exige grandes investimentos e são líderes no mercado, gerando receita. Ficam freqüentemente no equilíbrio quanto ao fluxo de caixa. Entretanto, a participação de mercado deve ser mantida, pois pode virar uma "vaca leiteira" se não houver perda de mercado.
  • Vaca leiteira: os lucros e a geração de caixa devem ser altos. Como o crescimento do mercado é baixo, poucos investimentos deverão ser exigidos. Pode ser a base de uma empresa.
  • Abacaxi (também conhecido como "cachorro", "vira-lata" ou "animal de estimação", expressões que não traduzem bem o conceito em português): os "abacaxis" devem ser evitados e minimizados em uma empresa. Cuidado com os caros planos de recuperação. Invista se for possível a recuperação, senão desista do produto.

A Matriz BCG tem a vantagem de não apresentar uma só estratégia para todos os produtos.
Tem a função de equilibrar a carteira de negócios e produtos em : geradores e tomadores de caixa.
Algumas desvantagens deste modelo são:

  • alta participação de mercado não é o único fator de sucesso;
  • crescimento de mercado não é o único indicador de atratividade de um mercado;
  • às vezes um "abacaxi" pode gerar mais caixa que uma "vaca leiteira".

De acordo com Bruce Henderson (criador da Matriz BCG): "Para ter sucesso, uma empresa precisa ter um portfolio de produtos com diferentes taxas de crescimento e diferentes participações no mercado. A composição deste portfolio é uma função do equilibrio entre fluxos de caixa. Produtos de alto crescimento exigem injeções de dinheiro para crescer. Produtos de baixo crescimento devem gerar excesso de caixa. Ambos são necessarios simultaneamente."

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More