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5 Grandes Lições de Carreira Que as Animações da Disney Ensinam

Quer descobrir o que os desenhos da Disney podem ensinar a você sobre a sua vida profissional? Confira 5 grandes lições de carreira que as animações da Disney ensinam

É muito fácil se apaixonar pelas animações da Disney. Os filmes que contam histórias repletas de magia conquistaram um lugar especial no coração de crianças e até mesmo adultos. O que pouca gente sabe é que esses desenhos podem ensinar lições valiosas sobre carreira e a sua vida profissional.

Confira 5 grandes lições de carreira que as animações da Disney ensinam

1. Vida de Inseto - Não tenha medo de falar

Flik sempre foi ignorado pelo resto das formigas, que achavam que ele era desleixado. Na verdade, Flik era o mais inovador do formigueiro. Se você tiver uma ideia que sabe que será valiosa, não tenha vergonha de falar sobre ela em reuniões. Destaque-se. Todo formigueiro precisa de um Flik e toda empresa precisa de alguém inovador.

2. Alice no País das Maravilhas - Seja curioso

Alice pode ter enfrentado muitos desafios e entrado em apuros, mas o País das Maravilhas era intrigante demais para ser ignorado. Não tenha medo de mudar e encarar o desconhecido. Seja curioso e corajoso o suficiente para fazer o que você sonha.

3. Mulan - Seja fiel ao seu coração

Se existe um guerreiro dentro de você, mostre-o como fez Mulan. Ser uma mulher não impediu a guerreira de lutar pelo que ela acreditava. Tenha a certeza de que você está fazendo o que acha que é certo e honre a sua empresa ao defender os seus ideais.

4. Hércules - Pratique

Chega a ser inacreditável comparar o Hércules do começo da animação com o Hércules do final. Mas aquele menino fraco teve que treinar bastante para conseguir se tornar o herói forte pelo qual ficou conhecido. Lembre-se de que a prática leva a perfeição e a única forma de desenvolver as suas habilidades é treinando.

5. Toy Story- Não tire conclusões precipitadas

Woody odiava Buzz porque ele pensava que o astronauta roubaria o seu lugar de brinquedo favorito. No fim, os dois se tornaram grandes amigos e fizeram parte de um time mais eficiente e criativo. Por isso, não tire conclusões precipitadas e tente colaborar com os seus colegas de trabalho.


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Série SEU NEGÓCIO - Os 7 Principais Problemas Que Sua Franquia Pode Ter

Entender os desafios é importante para ter um melhor resultado no negócio 

Por Priscila Zuini (Escrito por Adir Ribeiro, especialista em franquias)

As franquias tendem a ter melhores resultados se comparadas com negócios independentes, que não fazem parte de uma rede de negócios formatada, inclusive com menores taxas de mortalidade comparadas.

Porém, isso não é requisito de sucesso garantido em nenhuma hipótese e deve ser avaliada, sempre, como um negócio de risco. Para isso, veja alguns dos principais problemas existentes nas franquias nos dias atuais e que podem ter grande impacto no sucesso do negócio.


1. Entender a essência da franquia: franquia é sinônimo de padrões, processos e regras. Cabe ao franqueado entender claramente que o modelo de negócios já foi testado e validado e deve ser operado dentro dessas diretrizes. Obviamente melhorias poderão ser implementadas e/ou sugeridas pelos franqueados, mas sempre com a autorização da empresa franqueadora.

2. O papel das partes: uma das principais causas de desgaste no relacionamento entre franqueadores e franqueados está na falta de clareza sobre quem faz o que no decorrer da relação. Expectativas e frustrações são comuns para ambos os lados e é preciso entender que a visão estratégica e as diretrizes são responsabilidades da franqueadora e aos franqueados cabe a execução de um planejamento anual de negócios.

3. Entrega da promessa da marca: a experiência de consumo no ponto de venda será um dos elementos fundamentais para a perenidade do sucesso do negócio e essa entrega da promessa da marca é responsabilidade do franqueado, que deverá operar a sua franquia de maneira a encantar os clientes.

4. Atuar como gestor do negócio: transformar-se em empresário é um dos maiores desafios, agir não somente como franqueado, mas como um gestor envolvido no negócio, abrangendo as áreas de finanças, pessoas e marketing/vendas e desenvolvendo continuamente essas competências.

5. Altos custos: seja da parte imobiliária ou mesmo a redução geral que ocorre nas margens dos negócios, os custos tendem a ser crescentes nos negócios e atualmente trazem forte impacto para a lucratividade dos negócios. Podem ser um problema se não forem bem geridos.

6. Rotatividade de mão de obra: é um dos maiores problemas do varejo brasileiro e tem tornado a vida do empresário difícil para gerir pessoas. Manter equipes treinadas, motivadas e engajadas com um propósito de uma marca é um dos principais problemas na condução dos negócios.

7. Outras opções de consumo: a concorrência está cada vez mais preparada e isso tem gerado ao consumidor uma enormidade de escolhas, não somente em lojas físicas, mas também no digital. O acesso a informações também é bastante amplo, o que exige cada vez mais dos empresários em termos de preparação e serviços excelentes.

Enfim, é importante que haja uma reflexão clara desses aspectos e uma preparação efetiva para evitá-los e assim obter o sucesso esperado no negócio franqueado.


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ESPECIAL - Saiba Como o Coaching Pode Ajudar Você a Eliminar Problemas Financeiros

Recebi este email da http://www.agenciamestre.com/  dando a sugestão de postar este infográfico para os leitores do Blog do Cabra, e ficamos lisonjeados e honrados. Sou leitor da Sociedade Brasileira de Coaching, acompanho sempre os artigos do site e os recomendo para todos os profissionais das mais diferentes áreas. Então abaixo segue esta EDIÇÃO ESPACIAL no nosso blog conforme indicação da Agência Mestre, a primeira de muitas.

Uma das principais razões para os problemas financeiros é a falta de disciplina e autocontrole, bem como a incapacidade de dominar a si mesmo e optar por gratificações a curto prazo. As pessoas tendem a gastar tudo o que ganham e um pouco mais, geralmente se “beneficiam” de empréstimos ou do popular cartão de crédito.

Confira nosso infográfico e algumas dicas sobre como economizar e sair do vermelho através do coaching.

Infográfico como economizar e sair do vermelho

Infográfico:Confira o infográfico sobre como economizar e sair do vermelho | Sociedade Brasileira de Coaching.

O momento é favorável para trilhar o caminho da riqueza

Atualmente vivemos em uma época cheia de oportunidades para conquistar prosperidade, a independência financeira e a tão sonhada fortuna. Mas é preciso ter planejamento, focar em atividades que vão te retornar o resultado esperado.

Mas o que fazer para organizar suas finanças?

A principal razão para a maioria das pessoas ter problemas para obter mais dinheiro e atingir uma vida financeira plena, nada tem a ver com baixos rendimentos. O motivo é a falta de disciplina.

O segredo é a disciplina e autocontrole

À medida que uma criança cresce, ela desenvolve o que os psicólogos chamam de “resposta condicionada”, ou seja, a mente dessa criança responde ao estímulo de ganhar dinheiro ao prazer momentâneo de que é preciso empregá-lo em algo que possa satisfazer sua vontade. Assim ela cria o pensamento de gastar esse dinheiro para ser mais feliz, pelo menos temporariamente.

Por que eu gasto tanto?

Quando você se torna um adulto e você ganha ou recebe seu querido salário, usualmente a reação automática, aquela que você desenvolveu quando criança e continua a te acompanhar, é pensar: “Como posso gastar esse dinheiro para obter prazer imediato?”, isso está ligado ao modo que você associa o prazer momentâneo à felicidade.

Quando você viaja e se depara com ruas repletas de lojas que vendem bugigangas “inúteis”, como roupas e outros itens (que você nunca iria pensar em comprar se não tivesse ido ao passeio) então você não resiste e leva um pouco de tudo. Quer saber por que age assim? Simples. Quando você está de férias e se sente feliz, isso também é uma resposta condicionada a associar felicidade ao ato de gastar dinheiro.

Como aumentar sua disciplina em prol de um futuro mais próspero? 

O ponto de partida para alcançar seus objetivos e eliminar problemas financeiros é se disciplinar. É preciso modificar a maneira que você associa prazer e felicidade ao dinheiro, bem como mudar o pensamento, passar a pensar em investimento, economia e cortar gastos com algo bom e que é o caminho para sonhos de médio a longo prazo.

Para reforçar esta mudança de pensamento, e eliminar os problemas financeiros pense em economizar como sua “conta para a liberdade financeira” em seu banco ou pense em cortar gastos, como “cortando o mal pela raiz”. Atitudes como essas, farão com que você resolva não gastar com supérfluos e focar na sua liberdade financeira.

Você já está economizando?

Todos os que já praticavam este princípio de poupança constantemente podem se beneficiar e utilizar isso para ir além e passar a aumentar as economias e quando perceber já terá uma poupança bem recheada.

Gostou? Compartilhe e ajude seus amigos a também eliminar problemas financeiros com dicas de coaching.

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7 Autores Indispensáveis Para a Carreira


Não dá para perder tempo nem dinheiro com livros que têm jeitão de autoajuda. Se você quer crescer na carreira, confira estas dicas 

Por Rosana Tanus

Peter Drucker - O mestre dos mestres

Comece com Drucker – O Homem que Inventou a Administração (Campus/Elsevier).

Na verdade, todos os livros dele deveriam estar nesta lista, pois Drucker é da categoria "obra completa". O livro recomendado traz uma coletânea dos artigos mais importantes do autor, publicados pela Harvard Business Review. Drucker é o grande mestre da administração.

Ele a tornou uma disciplina respeitada e mostrou que seus princípios têm aplicação no dia-a-dia das empresas e na vida dos profissionais. “A fantástica lucidez de seu pensamento possibilitou uma diversidade de novas idéias, em especial sobre processos e pessoas, e fez expandir a visão sobre gestão”, diz o consultor Gutemberg de Macêdo.

O consultor Luiz Carlos Cabrera, que foi aluno do mestre, completa: “Drucker viveu num tempo em que os processos industriais, econômicos e comportamentais estavam em plena transformação, o que possibilitou que ele pensasse e escrevesse sobre a carreira, a gestão de pessoas e seus desafios”.

Hoje os novos pesquisadores focam em questões muito específicas. Peter Drucker nasceu na Áustria, onde viveu até a adolescência. Estudou na Alemanha até a ascensão do nazismo. Aos 26 anos, casado com Doris Drucker, emigrou para os Estados Unidos, onde foi economista, analista financeiro, jornalista, conferencista, consultor, autor e professor. Ele morreu em novembro de 2005, aos 95 anos.

Peter Senge

A Quinta Disciplina (Editora BestSeller)

Esse livro apresenta o conceito “da organização que aprende” — inovador nos anos 90 e ainda hoje na ordem do dia. Para Senge, o crescimento das empresas está mais relacionado à capacidade de aprender de seu pessoal do que com a estrutura material e tecnológica.

Mas ele afirma que aprender não tem a ver com memorização ou com a cópia de estilos de comportamento. E não espere que os outros mudem antes de você mesmo.

“Seu conceito criou uma vantagem competitiva, pois hoje todos têm de se renovar e aprender sempre — as pessoas, as organizações e as nações”, diz o professor Eugenio Mussak. Peter Senge é diretor do Programa de Aprendizagem Organizacional e Raciocínio Sistêmico na Faculdade de Administração Sloan, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

Domenico de Masi

O Ócio Criativo (Editora Sextante)

Domenico De Masi constrói nesse livro a idéia de que as pessoas devem trabalhar, aprender e ter prazer — tudo ao mesmo tempo, agora. Ele quer dizer que o trabalho é um meio importante para atingir nossos objetivos (sucesso material, entre outros), mas que, sem prazer, vamos todos enlouquecer.

“Ele contesta a idolatria ao trabalho. Ao mesmo tempo, Domenico faz uma linda defesa do tempo livre”, diz o professor Antonio Carvalho Neto. De Masi nasceu no sul da Itália, morou em Nápoles, Milão e Roma. Prodígio, aos 22 anos já lecionava na Universidade de Nápoles. Mais recentemente assumiu a cadeira de professor de sociologia do trabalho na Universidade La Sapienza, de Roma. É o fundador e também o diretor da S3 Studium, escola de especialização em ciências organizacionais.

Jim Collins

Empresas Feitas para Vencer (Editora Campus/Elsevier)

O autor mostra os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para a grande organização. O livro foi escrito a partir de uma pesquisa com companhias americananas e apresenta os fatores que criam organizações duradouras de qualquer setor da economia. Não é à toa que presidentes de grandes companhias têm esse livro como uma excelente obra.

Existe no mercado uma profusão de empresas que pegam carona numa onda de crescimento e depois acabam estourando, como uma bolha. Tome o máximo cuidado com elas. Jim Collins começou sua carreira na escola de negócios da Universidade Stanford (EUA), onde recebeu o Prêmio de Eminência no Ensino, em 1992. Depois, fundou seu próprio laboratório de estudos sobre gestão, onde atua como pesquisador.

Daniel Coleman

Inteligência Emocional (Editora Objetiva)

Este é um livro que, de acordo com Cabrera, o autor mirou num público e acertou em outro. É que Daniel Goleman escreveu a obra para a comunidade científica, mas foi descoberto pelos executivos e caiu no gosto do mundo corporativo. “A vantagem é justamente essa: pegar o conceito de inteligência emocional e aplicá-lo na empresa”, diz Cabrera.

O autor investiga questões polêmicas por meio de uma “viagem” pelo cérebro humano e demonstra que o controle das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência das pessoas. Seu objetivo é ensinar como atuar diretamente sobre a inteligência emocional, para que problemas comportamentais sejam “deletados”. Goleman é presidente do Emotional Intelligence Services, consultoria com sede em Massachusetts (EUA).

Thomas Friedman

O Mundo É Plano (Editora Objetiva)

Ao explorar o acontecimento econômico mais importante da última década — a transferência de tecnologia e de capital para a Índia e China —, o autor revela outros países que ingressaram na cadeia socioeconômica global, o que permitiu que a riqueza se multiplique nas classes médias dos países emergentes.

Para você interessa saber que a sua carreira depende da compreensão desse fenômeno. Thomas Friedman vive em Maryland, nos Estados Unidos. Ele escreve para o jornal The New York Times e conquistou três vezes o Prêmio Pulitzer por sua coluna de política externa.

Joel Dutra

Competências* (Editora Atlas)

A obra de Joel Souza Dutra trata do conceito “competência”. Ele faz uma reflexão dos equívocos e dos futuros desdobramentos desse tema em empresas consideradas modernas por sua gestão de pessoas.

É interessante conhecer que t ipo de profissional o mercado valoriza e mantém em alta para você mesmo conhecer sua empregabilidade. Joel Dutra é professsor da FEA-USP e da FIA e tem experiência em concepção e implementação de sistemas de gestão de pessoas, e na adaptação de estruturas globais de recursos humanos para a realidade brasileira.

* O nome completo do livro é Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa Moderna


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Dicas Essenciais Para Empresas Que Vão Começar a Usar Mídias Sociais

Não é teoria não, são lições importantes de quem vem trabalhando com redes sociais corporativas nos últimos anos

Por Mauro Segura

Eis algumas dicas básicas para as empresas que pretendem entrar no maravilhoso mundo das mídias sociais. Não é teoria não, são lições importantes de quem vem trabalhando com redes sociais corporativas nos últimos anos.

1 - Cultura

Esteja certo de que a cultura corporativa de sua empresa admite partir para um projeto de mídia social, que exige colaboração e transparência. Não caia na esparrela daqueles que falam que a implementação de mídias sociais numa empresa vai mudar a cultura corporativa vigente.

2 - Suporte executivo

Garanta o apoio, participação e envolvimento do time executivo (presidente e diretores). Algumas empresas adotam a estratégia de nomear "padrinhos" para projetos estratégicos, esta pode ser uma boa ideia para que o seu projeto tenha o acompanhamento de dois ou três executivos da empresa. Eles dariam suporte executivo, acompanhariam a evolução e agiriam no caso de surgir algum desvio ou se algo der errado.

3 - Grupo multifuncional

Crie um grupo de trabalho para o projeto de mídias sociais com representantes de diversas áreas da empresa, como por exemplo: marketing, atendimento ao cliente, recursos humanos, vendas, fábrica, finanças e outras áreas que julgue importante. Tente evitar que o primeiro projeto de mídias sociais da empresa seja algo isolado, de uma área específica e sem o comprometimento de todos. Ter um grupo heterogêneo trará mais visibilidade e comprometimento da empresa.

4 - Objetivo

Defina claramente o objetivo do seu projeto de mídias sociais. Tem que ter um objetivo, né? Não vale dizer que a meta é somente aumentar a colaboração entre os funcionários ou com os clientes.

Tem que ser mais específico. Qual é o resultado que você pretende com o projeto? Abrir um canal de atendimento com os clientes? É geração de conteúdo? Será um canal de relacionamento com parceiros? É para geração de ideias? Enfim, deixe bem claro o que busca com o projeto. Após definir o objetivo central, tente desmembrá-lo em objetivos menores. Isso vai facilitar o planejamento. Por sinal, isso tem conexão direta com a forma como você vai medir o sucesso e a evolução do projeto.

5 - Acesso e engajamento

Desbloqueie o acesso às redes sociais e monitore o comportamento dos funcionários. Ou você acha que dá para lançar um projeto de mídia social dentro da empresa mantendo todos os funcionários presos às amarras? O sucesso de um projeto deste tipo depende totalmente do engajamento das pessoas, portanto, liberte-as.

6 - O primeiro passo

Comece pequeno e dentro de casa. Sugiro fazer uma primeira incursão dentro da própria empresa, como por exemplo lançar uma rede social interna, um wiki ou um blog interno. Criar um ambiente contido para aprender e para se desenvolver é importante. Mas não fique afobado se nos primeiros meses o projeto demorar para decolar. É assim mesmo. Não se preocupe com a "síndrome do elefante indiano", ela vai ocorrer, tenha certeza disso. Mas aos poucos o projeto vai levantar vôo.

7 - Planejamento e flexibilidade

Faça um planejamento. Não embarque nesta viagem sem saber onde deseja chegar, quando e como. Mas esteja preparado para rever e ajustar o seu plano. Trabalhe com flexibilidade todo o tempo. Esta é uma jornada de aprendizado.

8 - Guia de uso

Estabeleça orientações de uso de mídias sociais, e que sejam claras e objetivas. A introdução de um guia é muito importante, é pré-requisito mesmo, mas não pense que os funcionários mudarão o comportamento por conta de um guia publicado.

9 - Papéis e responsabilidades

Crie uma equipe para tocar o projeto, mesmo que ela seja bem pequena, mas com papéis e responsabilidades bem claras.

10 - Comunicação e aprendizado

Trabalhe com o time de comunicação interna para desenvolver uma comunicação contínua frente às 3 principais preocupações dos executivos nos projetos de redes sociais corporativas: reputação da marca, vazamento de informações e perda de produtividade. Ou seja, tais preocupações podem ser endereçadas através do foco em esclarecer: qual é o objetivo da rede social lançada pela empresa, como tratar a informação que cada um possui e domina, e insistir no ponto que a rede social deve ser usada para atender os objetivos da empresa. Na minha percepção, o ponto mais crítico diz respeito ao tratamento da informação, ou seja, é importante desenvolver uma consciência nos funcionários de como tratar a informação que cada um possui, o que pode e o que não deve ser compartilhado. Este é um processo de aprendizado contínuo.

11 - Embaixadores

Crie um time de funcionários-embaixadores. Para as empresas que estão começando pode ser uma boa montar um grupo de 10 ou 20 funcionários, que participariam do projeto contribuindo com posts e comentários, ou seja, para fazer a rede social funcionar nos primeiros 3 meses. Este grupo agiria como alimentador de conteúdo de sua rede social. Eles seriam reverberadores e disseminadores do projeto, atuando como influenciadores e "stakeholders". Esta seria uma forma de garantir que o projeto realmente se mantenha aquecido nos primeiros meses.

12 - Medição

Antes de tudo, não fique paranóico com as métricas. Ainda existe muita polêmica em como medir o sucesso dos projetos em mídias sociais. Basicamente, existem 3 dimensões que podem ser consideradas: número de menções, características e qualidade destas menções, e quem está falando de sua marca. Existe um outro conceito que é o engajamento, que é uma combinação de quantidade com qualidade, é entender o comportamento espontâneo e genuíno do cliente/usuário. Enfim, escolha um caminho para medir a evolução do seu projeto.

13 - Surpresas

Esteja preparado para percalços e surpresas. A empresa não pode desistir no primeiro obstáculo ou problema. Será uma jornada de aprendizado contínuo. Prepare o espírito da moçada, especialmente do time executivo. Por isso é importante trabalhar com governança flexível. A dica de criar um grupo de embaixadores é importante, pois serão eles que vão segurar a onda diante dos imprevistos.


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5 Pessoas Que Você Vai Conhecer no Trabalho

Você vai encontrar diversas personalidades durante a sua carreira. Confira 5 pessoas que você vai conhecer no trabalho e como lidar com cada uma delas 


Ninguém é igual a ninguém, por isso você vai encontrar muitos tipos de personalidade durante toda a sua vida profissional. Alguns desses personagens são muito comuns em escritórios, e enquanto alguns deles podem ajudar você a conquistar os seus objetivos, outros podem se tornar um obstáculo para a sua carreira.

Confira 5 pessoas que você vai conhecer no trabalho e como lidar com cada uma delas:

1. O Amigo

O dia pode estar feio e chuvoso, mas o Amigo ainda estará ao seu lado com um sorriso no rosto. Esse é aquele que está sempre animado e disposto a ajudar, sem se importar com quão ruim as coisas estão. O Amigo vai manter você motivado e inspirado, portanto ele é o tipo de pessoa da qual você quer estar próximo.

2. O Inapropriado

O Inapropriado é conhecido por ultrapassar limites. Ele vai falar fora de hora em reuniões e fazer comentários que ninguém quer ouvir. O Inapropriado não tem fronteiras, portanto você quer ficar longe dele. Evite constrangimentos e tente conversar com ele, indicando que o seu comportamento não é legal.

3. A Distração

Eventualmente, você vai conhecer alguém que será a sua Distração. Essa é uma pessoa atraente, engraçada, amigável e fácil de conversar, ou seja, tudo o que você precisa para perder o foco no trabalho. Você vai precisar se lembrar dos seus objetivos e ficar atento aos seus deveres, tentando ao máximo tirar a Distração da sua cabeça.

4. O Ambicioso

O Ambicioso é aquele que está disposto a cruzar todas as linhas para alcançar o seu próprio sucesso, sem se importar com os objetivos e sentimentos dos seus colegas de trabalho. Aproveite o Ambicioso para crescer na sua própria carreira, pois uma pessoa competitiva incentiva você a superar os seus próprios limites. Não seja ambicioso, seja confiante.

5. O Preguiçoso

O Preguiçoso é aquele que sempre entrega os relatórios atrasados ou incompletos. Ele vai procrastinar as suas tarefas ao máximo e evitar projetos grandes que precisem de muito esforço. Aproveite o Preguiçoso para se destacar, sendo um profissional produtivo e mostrando que você não se deixa vencer pela preguiça.


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BYOD: Uma Batalha Perdida Pelas Empresas

Autor: Caio Lauer

Impedir os funcionários de usarem seus próprios celulares e computadores para a realização das suas tarefas profissionais já não é mais possível. Este é o resultado de uma pesquisa realizada com 4.371 trabalhadores de 19 países de companhias com no mínimo 50 funcionários, pela Ovum, empresa de análise e inteligência de mercado.

Esta tendência empresarial, mais conhecida como BYOD (Bring your own device, em português, “traga seu próprio dispositivo”), estimula os colaboradores a utilizarem seus aparelhos pessoais também para cunho profissional. A vantagem para a organização é que, muitas vezes, seu funcionário pode trazer recursos ainda mais qualificados do que a empresa oferece, como, por exemplo, um iPad ou um iPhone.

De acordo com o estudo da Ovum, quase 70% dos smartphones ou tablets pertencentes aos respondentes acessam informações profissionais. A pesquisa também perguntou aos funcionários sobre os softwares que utilizam em seus dispositivos móveis. O e-mail e o calendário são as aplicações mais utilizadas, porém outras vêm ganhando espaço, como redes sociais corporativas (25,6%), arquivos de sincronização e compartilhamento de serviços (22,1%) e mensagens instantâneas e VoIP (30,7%).

“Empresas e áreas mais ligadas a tecnologias, como as de TI, Internet, Marketing e Comercial, que pedem mais deslocamento e flexibilidade por parte do profissional, já tem essa cultura bastante enraizada”, Anderson Figueiredo, gerente de pesquisa e consultoria da IDC, empresa de inteligência de mercado e TI.
Facilidades do Bring your own device

O principal fator que impulsiona o BYOD é a mobilidade. As pessoas querem trabalhar e ter acesso a seus documentos em qualquer lugar, a qualquer hora e, de preferência, no seu próprio dispositivo. Para isso, as empresas precisam disponibilizar recursos como cloud computing e virtualização como respaldo. Atualmente esse tipo de tecnologia já não é tão custoso, e a principal missão está em definir quais são as políticas de acesso e segurança.

Existem algumas ressalvas na adaptação do BYOD, pois são inseridos dispositivos e softwares que não fazem parte da realidade e do padrão da empresa. Questões como segurança dos dados e políticas de compartilhamento devem ser bem claras para os funcionários, pois um dispositivo pessoal pode conter informações sigilosas da organização. “O BYOD passa por três ‘Ps’: processos, procedimento e políticas. Isso bem definido engaja o funcionário sem a necessidade de coibi-lo a usar um ou outro software ou máquina”, aponta Anderson Figueiredo.

De acordo com o gerente da IDC, gadgets mais complexos já permitem que os usuários criem seus próprios aplicativos. “Esta é uma preocupação para a segurança da empresa, pois assim fica difícil garantir a confidencialidade das informações, já que seria utilizado algo totalmente fora do padrão”, alerta.



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8 Histórias Que Provam: O Sucesso Vem Dom Derrotas

Walt Disney teve de comer comida de cachorro para economizar dinheiro, Oprah Winfrey foi demitida de uma emissora de TV, e J.K Rowling enfrentava uma depressão enquanto escrevia Harry Potter

Não é sempre que o sucesso vem fácil. Na maior parte das vezes, ele só dá as caras depois de muito esforço e muitas tentativas fracassadas. A regra é bem ilustrada por uma frase de Wiston Churchill: "o sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo". Veja, a seguir, as histórias de pessoas que se deram bem na vida - mas não sem antes passar por bons bocados.

1. Oprah Winfrey

A maior apresentadora da televisão americana chegou a ser demitida de uma emissora no início de sua carreira. No começo da década de 1980, Oprah trabalhava como âncora de um jornal do canal WJZ-TV, a TV local da cidade de Baltimore, do estado de Maryland. Segundo seu chefe, ela se deixava envolver demais nas histórias que contava em seu programa e, por isso, foi mandada embora.

Poucos anos depois, em 1986, seu talk show, o Oprah Winfrey Show, começava a ser exibido em cadeia nacional. O programa foi renovado até à 25ª temporada e rendeu à apresentadora muitos prêmios de reconhecimento, inclusive sua primeira aparição na lista da revista Time de pessoas mais influentes do mundo. Além desta, Oprah passou a figurar também em outro importante ranking: o dos mais ricos do mundo. Segundo a revista Forbes, o patrimônio da americana é de US$ 1,4 bilhão.

2. Harrisson Ford

A primeira vez que Harrisson Ford apareceu no cinema foi para fazer um pequeno papel em "O Ladrão Conquistador", de 1966. Da estreia, no entanto, não vieram grandes oportunidades para o ator. Com uma esposa e dois filhos para manter, ele largou tudo, em 1970, para se tornar carpinteiro - uma profissão que ele julgava mais estável financeiramente.

Coincidência ou não, Ford começou a construir gabinetes para o cenário de "Loucuras de Verão", filme dirigido por George Lucas, em 1973. O contato com o diretor lhe rendeu uma participação no longa e, mais para a frente, o papel de Han Solo em "Star Wars IV: Uma Nova Esperança". Conhecido também por sua atuação em Indiana Jones e Blade Runner, o artista possui, hoje, dois recordes hollywoodianos no Guinnes Book: o de ator que gerou o maior lucro de bilheteria e o de ator com mais filmes que ultrapassaram a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos.

3. Tim Allen

Pouca gente sabe, mas Tim Allen passou dois anos preso por posse e tráfico de cocaína. A prisão ocorreu pouco depois de Allen iniciar sua carreira como comediante - ele fazia apresentações de stand up comedy em casas noturnas de Detroit.

Em sua condenação, Allen recebeu uma sentença reduzida após concordar em testemunhar contra seu parceiro no tráfico. Ele cumpriu pena na Prisão Federal de Sandstone, onde se tornou conhecido por conquistar tanto os guardas quanto os prisioneiros mais difífeis com seu senso de humor.

4. Andrea Bocelli

Antes de se tornar tenor, Andrea Bocelli se apresentava em bares da cidade de Pisa, na Itália. O dinheiro que ganhava à noite garantia não só o pagamento das aulas de canto, mas também da faculdade de direito que ele cursava.

Depois de se formar, em 1987, e trabalhar durante um ano como advogado, Bocelli optou pela música como carreira definitivamente. Ele começou a ter aulas de canto com o maestro Luciano Bettarini e passou a se dedicar ao canto em tempo integral.

Tanto trabalho teve retorno. Quatro anos depois de iniciar suas lições com Bettarini, quando já tinha 33 anos, a voz do cantor chegou aos ouvidos de Luciano Pavarotti. O experiente cantor se tornou "padrinho" da carreira de Bocelli.

5. Walt Disney

Acredite se quiser: muito antes de o Mickey ser criado, Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua "falta de imaginação e boas ideias". Ele trabalhava como ilustrador de anúncios publicados nas páginas do veículo.

Quando saiu do emprego, em 1921, ele se juntou ao seu irmao Roy e o amigo Ub Iwerks para fundar a produtora Laugh-O-Gram, que criava animações de contos de fadas - a predecessora do Walt Disney Studios. Os desenhos feitos pelo trio começaram a ser exibidos nos cinemas da cidade do Kansas antes das sessões de filmes.

Durante um período, o estúdio fechou um acordo com uma distribuidora de Nova York que apenas pagava pelas animações seis meses depois de recebê-las. Foram tempos difíceis para Disney, que precisou reduzir as despesas e a equipe ao máximo para fazer a empresa sobreviver. O ilustrador não poupou esforços: no final do ano de 1922, ele estava morando no escritório da Laugh-O-Gram, comendo comida de cachorro e tomando banho uma vez por semana em uma estação de trem.

Depois de fazer uma animação sobre higiene dental para um dentista da região, Disney obteve dinheiro o suficiente para levar a Laugh-O-Gram para Hollywood, em 1923. Lá, o estúdio fechou um contrato com Universal Studios, que passou a comprar e a exibir as animações da equipe. Foi nesse período que Disney criou um de seus importantes personagens, o Coelho Osvaldo, que se tornou bastante popular quando foi lançado.

O ilustrador, no entanto, não colocou sua assinatura no desenho do pequeno coelho - uma brecha que permitiu à Universal roubar a figura, levando consigo a equipe de desenhistas do Laugh-O-Gram. Quando isso ocorreu, Disney enviou um telegrama ao seu irmão dizendo para ele não se preocupar, pois ele já tinha um novo personagem em sua mente: Mickey Mouse. O sucesso obtido pelo camundongo tirou o ilustrador e seus sócios da miséria.

6. Steve Jobs

A história de como a Pixar foi criada começa com um fato intrigante: a demissão de Steve Jobs da companhia que ele próprio fundou, a Apple.

É conhecido o fato de que Jobs não era um chefe fácil. Pelo contrário, ele era extremamente exigente e tinha uma maneira cruel de cobrar seus funcionários. Esse jeito tornou sua imagem desgastada no conselho da empresa, que, chefiado por John Sculley, optou por uma reestruturação. Nela, Jobs não teria o controle de nenhuma divisão, mas poderia ficar na empresa com o título de presidente do conselho. O empresário não aceitou e saiu da Apple.

Um ano depois, em 1986, Jobs comprou um estúdio de computação gráfica chamado Lucasfilm. Rebatizada de Pixar (uma mistura das palavras pixels e arte), a empresa desenvolveu uma parceria estratégica com a Disney, com a qual criou, produziu e lançou animações de 3D de sucesso, começando com Toy Story.

7. J. K. Rowling

Joanne Rowling, ou J. K. Rowling, era mãe solteira e estava desempregada quando começou a escrever sobre Harry Potter, seus amigos e a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Ela conta que a figura do bruxo com uma cicatriz em formato de raio na testa surgiu inesperadamente em sua cabeça, durante uma viagem de trem em 1990. A história criada ao entorno do personagem Harry Potter ajudava Rowling a passar o tempo, enquanto enfrentava uma depressão e dificuldades financeiras.

A escritora apresentou "Harry Potter e a Pedra Filosofal", o primeiro livro da sequência, a oito editoras diferentes antes de conseguir publicá-lo, em 1997, pela Bloomsbury Press. A obra conta hoje com mais de 120 milhões de cópias comercializadas.

Toda a série Harry Potter foi traduzida para mais de 67 idiomas e vendeu cerca de 1 bilhão de exemplares até dezembro de 2011. Com o grande sucesso de seus livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura.

8. Ricardo Nunes

“A dificuldade faz a gente aprender mais rápido”. A frase é de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e o principal acionista da Máquina de Vendas. O empresário sabe bem do que fala: seu pai morreu aos 40 anos, fazendo com que ele, filho mais velho, começasse a trabalhar para ajudar a mãe com a renda da casa.

Nunes começou, então, a vender tangerinas na porta de uma faculdade. Em pouco tempo, notou que muitas pessoas não compravam as frutas porque não queriam descascá-las. Assim, passou a vender tangerinas descascadas.

Depois de algum tempo, o empresário começou a vender liquidificadores. Vendo que existia muita concorrência no mercado, optou por uma estratégia intrigante: cobrir qualquer oferta. Por causa disso, ele conta que perdeu muito dinheiro com os liquidificadores. O lado bom era que os clientes que vinham à loja acabavam saindo de lá com outros produtos. 

No final das contas, as teorias aplicadas na venda de tangerinas e no comércio de liquidificadores deram resultado. Nunes hoje está à frente de uma rede de varejo que fatura R$ 9 bilhões por ano.


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Geração X Está Mais Perto de Chegar ao Topo


Por Letícia Arcoverde

Com a proximidade da aposentadoria dos profissionais da geração dos "baby boomers", nascidos antes de 1964, as próximas décadas serão marcadas por uma transição geracional nas empresas. No entanto, segundo um estudo da consultoria Odgers Berndtson e da escola de negócios britânica Cass Business School, boa parte dos executivos não acredita que sua organização está preparada para isso.

A próxima geração a ocupar esse espaço é a X, formada pelos nascidos entre 1965 e 1979. Segundo o presidente da Odgers Berndtson no Brasil, André Freire, há um descompasso entre os dois grupos. "Os que chegam agora têm expectativa de fazer as coisas de um jeito diferente". De acordo com o estudo, que entrevistou cem executivos seniores em todo o mundo, 43% não se sentem confiantes que os gestores com mais de 55 anos estão preparados para lidar com profissionais da geração X e da Y - nascidos depois de 1980. Para 68%, as empresas dependem demais de CEOs homens da geração mais velha e 58% dizem que uma nova forma de liderar será necessária para motivar as pessoas.

Quando a questão é mais diversidade de gênero, idade e etnia no quadro de funcionários, a confiança diminui: 65% concordam apenas em parte que sua companhia está preparada. Ainda que não perceba uma preocupação direta das empresas com os desafios da transição geracional, Freire vê uma tendência da busca por executivos com idade por volta dos 45 anos para ajudar nesse diálogo.

Os mais jovens, conhecidos pela exigência por mais mobilidade entre empresas, ainda estão nos primeiros passos rumo a cargos executivos. Seu perfil, porém, está mais próximo da geração antecessora do que os X estão dos "baby boomers", o que tornará a próxima transição mais suave.


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Como Criar Uma Rede de Contatos Promissora Para Seu Negócio

Fazer networking é essencial para empreendedores que querem ver o negócio crescer


Por Priscila Zuini

Ter uma rede de contatos pode ser simples e não custa quase nada. Por que então muitos empreendedores não prestam atenção nisto? Provavelmente porque exige tempo e dedicação. O networking bem feito, segundo especialistas, pode ajudar muito a fazer o negócio crescer.

A vida digital tem contribuído para que os empresários exercitem mais a habilidade de se conectar com pessoas e empresas que podem ser interessantes para a pequena empresa. Veja as sugestões de Victor Trujillo, coordenador dos Cursos de Férias PME da ESPM, e Thiago de Carvalho, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, para criar uma rede de contatos sólida no seu negócio. 

1. Use as redes sociais

As redes sociais devem ser vistas como ferramentas para a empresa. Segundo Trujillo, o investimento é praticamente nulo e só exige tempo do empreendedor. “Ele precisa ter a visão de que é uma ferramenta de trabalho e autorizar os funcionários a acessarem”, diz. 

Com a trama de contatos virtual, fica mais fácil localizar pessoas interessantes e contatos que podem ser úteis para o negócio. “A ausência das mídias coloca a empresa em posição de desvantagem”, explica Trujillo. Vale lembrar que mandar uma mensagem igual para várias pessoas oferecendo seus serviços não é uma boa forma de uso. 

2. Pense nos laços fracos

Para Carvalho, manter contato sempre com as mesmas pessoas pode ser um problema na vida do empreendedor. “É importante criar uma rede de laços fracos, que vai fazer as informações chegarem ao empreendedor. Se só convive com o sócio, chega uma hora que não tem mais novidades e anda em círculos”, diz. Os tais laços fracos seriam pessoas que você conhece, mas não passa tanto tempo junto. 

3. Participe de eventos

Os eventos são ótimos lugares para conhecer pessoas que tenham a ver com sua empresa. Nas feiras, é preciso se planejar para conversar com os contatos certos. “Muita gente vai a feiras como faz no supermercado, parando aqui e ali”, opina Trujillo. É importante pesquisar quais empresas vai visitar e realmente desenvolver uma conversa no local.

Para os negócios que costumam expor nestes eventos, é importante ter funcionários capacitados para estas conversas. “Muitos expositores não colocam o primeiro escalão da área comercial na feira, chegando a terceirizar o atendimento”, critica o professor da ESPM. 

Em cursos e palestras, vale a pena aproveitar os momentos de intervalo, como o coffee break. “Este contato é o ganho secundário, além do conteúdo do evento. Vale até uma aproximação com o concorrente, trocar um cartão, aproveitando um espaço neutro”, sugere. 

4. Invista em qualidade

Não se preocupe demais em ter muitos contatos. O importante é ter uma rede consistente e que possa de fato ser útil para o negócio. Acumular muitos contatos pode ser prejudicial para o networking. “Algumas pessoas se preocupam com quantidade de contato. Não é a quantidade, é a qualidade que importa. Se não vai conseguir nutrir os contatos, perde o foco”, diz Trujillo. 

5. Seja cordial

Forçar uma aproximação ou mesmo enviar mensagens padronizadas para muita gente são ações que não ajudam a compor sua rede. A relação deve ser sempre cordial. “Não é legal forçar as coisas. Não é só pedir um favor. É estabelecer um canal de comunicação que pode usar para alguma coisa no futuro. Quanto mais tempo passa nutrindo, mais a rede vai se moldando”, explica Carvalho. 

6. Deixe a timidez de lado

Na hora do networking, a timidez pode atrapalhar. Por isso, não se intimide em pedir licença e se apresentar para alguém. A troca de cartões é saudável e esperada em muitos momentos. “As pessoas não procuram as outras, por medo ou vergonha. Eu tive casos sérios de empreendedores que poderiam ter se beneficiado se tivessem falado com as pessoas”, diz Carvalho. Vale também dar atenção a quem te procura para networking. 


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O Perigo da Estagnação Profissional

Autor: Samara Teixeira

Existem momentos na carreira em que as incertezas e a estagnação tomam conta da rotina e fazem o profissional ter a sensação de estar regredindo ou completamente perdido em relação à carreira. Alguns sinais da estagnação são claros, fazem com que o profissional fique desmotivado e podem causar níveis maiores de mal estar e, até mesmo, desencadear doenças psicológicas e reações no organismo.

Segundo o consultor Eduardo Ferraz, quando você percebe que colegas do mesmo nível e mesma área estão sendo promovidos, estão sendo convidados para outras funções mais atraentes e com você nada acontece, é hora de reavaliar sua carreira.

“Outro indício é quando mesmo mudando o gestor, sua situação continua igual. Outro indicativo importante é ficar mais de dois anos sem um aumento real de salário ou qualquer tipo de bônus”, explica Ferraz.

Já para Mariana Almeida, gerente de Recursos Humanos da Mega Sistemas Corporativos, fazer sempre as mesmas coisas do mesmo jeito também não contribuem para o avanço da carreira. “Não dá para esperar resultados diferentes se estiver sempre executando as suas atividades da mesma maneira, sem buscar a inovação ou renovação de suas práticas por melhores resultados. Já conheci muitas pessoas que dizem não serem reconhecidas, mas não entenderam que a dinâmica da empresa e a exigência do mercado não são mais as mesmas de 10 anos atrás”, analisa a especialista.

A experiência é fundamental para o profissional, mas a visão real do cenário e a adaptação às mudanças fazem a diferença para o crescimento. Para que a situação mude, é necessário ter atitude e buscar ferramentas criativas e inovadoras para alcançar os objetivos.

De acordo com Eduardo é fundamental ter noção do trabalho e esforço que se realiza para crescer e não somente querer subir sem se dedicar para isso. Porém, quando todos os passos estão sendo dados, é necessário avaliar se aquela empresa merece a dedicação empenhada.

“A principal atitude é agir e fazer por merecer. Não adianta apenas fazer planos. Tem que mostrar dedicação, comprometimento, proatividade e mostrar resultados, de preferência, mensuráveis. Só assim o profissional terá argumentos sólidos para fazer qualquer reivindicação. Além disso, será importante ter uma conversa franca com o chefe imediato e pedir orientações de como pode proceder daqui em diante”, orienta o consultor.

Mariana Almeida comenta que é fundamental ter transparência com os gestores e conversar sobre as necessidades. “Até mesmo para a organização, se ela não tem a possibilidade de atender ao crescimento que esse profissional busca, orientá-lo para que procure novas oportunidades no mercado e evitar ser corresponsável pela sua estagnação e contaminação dos demais”, destaca.

Dicas para quem corre o perigo da estagnação:
  • Apareça mais. Mostre seus resultados;
  • Estude alternativas para melhorar tecnicamente seu desempenho;
  • Coloque-se à disposição para fazer trabalho extra;
  • Participe de treinamentos em sua área de ação;
  • Peça dicas para seus colegas e chefes de como melhorar seu desempenho;
  • Ajude os demais a fazer suas tarefas;
  • Melhore seu relacionamento interpessoal.


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Como Liderar Com as Ideias de Maquiavel

Autor: Samara Teixeira

Muitas pessoas quando assumem papéis de liderança transformam-se em seres frios e calculistas e esquecem dos degraus que subiram até liderar uma equipe. A visão maquiavélica, vista por muitos pejorativamente, vai muito além da frase famosa que muitos reproduzem sem saber o porquê.

Para muita gente Nicolau Maquiavel talvez não passasse de um burocrata a serviço de governantes interesseiros e dominadores, como por exemplo, Cesar Borgia, explicar melhor quem é, onde viveu etc. Mas, se analisarmos a fundo sua história, seu trabalho e seu legado, encontraremos um observador atento e aguçado das habilidades humanas para conquistar, manter e também perder influência e poder.

“Como diplomata, poeta e também músico, tornou-se um hábil negociador na esfera política, e suas andanças se traduziam em relatos descritivos de fatos que interpunham objetivos conflitantes no jogo político de sua época, em um cenário onde não importavam os meios para se atingir determinados fins. Daí a fama de Maquiavel em ser considerado um articulador estratégico que desconsidera a ética em se tratando de política”, explica Maristela Guimarães André, Instituto KVT.

O fato é que o que encontramos em seus escritos não é a célebre frase “os fins justificam os meios”, mas um novo padrão de base empírica sobre os fatos sociais. Por isso Maquiavel é considerado o pai da moderna teoria política, nos revelando um princípio básico do comportamento humano, ou seja, o de que tendemos a agir e reagir da mesma maneira perante problemas similares, por exemplo, vencer desafios ou atingir metas que dependem do relacionamento com outras pessoas.

De acordo com Maristela, Maquiavel aponta para a importância de se desenvolver a habilidade de se autoconduzir ou autoliderar para sabermos escolher entre alternativas possíveis, daí nasce o pensamento estratégico, e, nesse sentido, saber escolher entre o que pode trazer bons resultados e o que pode acarretar consequências não desejadas. “Maquiavel ampliou nossa visão sobre a maneira como podemos agir perante situações conflitantes em relação a outras pessoas, ou mesmo nossos objetivos”, enfatiza a especialista.

Alcançar o sucesso a qualquer preço pode significar perdas significativas em termos de imagem, credibilidade, confiabilidade, e reconhecimento público. Assim, principalmente quem é líder ou busca alcançar a liderança precisa desenvolver a sabedoria de conhecer suas necessidades, condições e recursos, para vencer seus desafios, sem abrir mão de valores essenciais na convivência coletiva, como cooperação, solidariedade, companheirismo e lealdade.

Maquiavel foi criativo e inovador quando descreveu como a ação humana cria fatos sociais construtivos e destrutivos, pois embora “ser maquiavélico” tenha uma conotação negativa, nos alerta para a necessidade de observarmos nossos princípios de moral e consciência, uma vez que se “os fins justificam os meios”. Isto significa que o que fazemos é em sintonia com aquilo que sentimos, pensamos e queremos.

Com isso, Maquiavel nos ensinou que:
  • Ser competitivo exige clareza de princípios e sólidos valores;
  • Tudo aquilo que fazemos tem consequências diretas e indiretas no ambiente e nos relacionamentos que construímos;
  • Cabe a nós escolhermos entre consequências negativas ou positivas;



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6 Regras Que as Pessoas de Sucesso Não Quebram

Especialistas reconhecem um padrão na atitude de profissionais bem sucedidos, confira quais as características comuns a quem chegou bem ao topo

Por Camila Pati

Alguns aspectos são comuns às pessoas bem sucedidas, dizem os especialistas. Seja qual área de trabalho for, é possível encontrar certo padrão de atitude que impulsiona a escalada na carreira profissional.

“Encontro características comuns às pessoas que tem maior sucesso”, diz Eliane Figueiredo, diretora – presidente da consultoria Projeto RH. Ou seja, conforme escreveu a blogueira Penelope Trunk, há, sim, algumas regras que profissionais que chegaram ao topo não quebram. Confira quais são elas, na opinião de duas especialistas:

1. Ação permeada pelo entusiasmo

“São pessoas que têm entusiasmo pelo que fazem”, diz Sueli Volpiano, consultora em desenvolvimento profissional e coach. Ela relaciona o entusiasmo e prazer pela ação ao alinhamento da atividade à missão que a pessoa entende ter no mundo. 

“O entusiasmo vem quando a pessoa sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é e ao propósito da sua vida”, diz Sueli. Sem entusiasmo não há superação, destaca Eliane. “A pessoa faz por fazer e não vai sair daquilo, fica na mesmice”, diz.

Mas, estar em um emprego ainda distante dos seus sonhos não precisa ser uma razão para perder o entusiasmo, segundo Sueli. Ela ressalta que muitas vezes o trabalho atual pode ser distante missão que a pessoa entende ter na vida, mas se for encarado como uma etapa de um plano maior, a motivação não diminui. “Isso acontece quando a pessoa entende importância daquela etapa”, diz.

2. Não ter medo de errar

O medo paralisa e o risco é não sair do lugar. “Um dos aspectos marcantes é que são profissionais que não têm medo de errar”, diz Eliane Figueiredo. Segundo ela, são pessoas que têm objetivos e se lançam em ações sabendo do risco de dar errado. “E se as coisas dão errado, lançam alternativas, e a gente sabe que muitas boas ideias surgem a partir de erros”, diz.

3. Comprometer-se com o resultado

O prazer está no processo, na ação para o resultado. Mas as pessoas bem sucedidas não perdem de vista a meta. O comprometimento com ela é visível, segundo os especialistas. “São pessoas que não prometem o que não podem cumprir”, diz Eliane.

Encarar obstáculos e não se deixar vencer por dificuldades é uma das características de quem mantem o compromisso com o resultado, lembra a especialista. “São pessoas que vão atrás, não se abatem e resolvem os problemas”, explica Eliane.

4. Ter em vista o objetivo de carreira

Uma das regras do sucesso profissional é saber aonde se quer chegar. O prazer está no caminho, mas ele leva a um destino e defini-lo, ainda que deixando espaço para eventuais ajustes na rota, é um ponto importante para saber qual trilha seguir. “É desfrutar do caminho, mantendo em vista aonde quero chegar”, explica Sueli.

5. Investir na comunicação e no poder de influência

“A habilidade de comunicação é um aspecto fundamental nas pessoas de sucesso”, diz Sueli. Um bom comunicador também sabe ouvir e tendo em vista o seu destino sabe que no meio do caminho existem pessoas, destaca a especialista.

“A gente não trabalha sozinho”, diz Eliane. Daí a importância em construir um bom relacionamento com os pares. “Quando se constrói alianças é possível influenciar as pessoas”, diz Eliane lembrando que pessoas de sucesso são inspiradoras. “Elas motivam outras pessoas a comprar suas ideias e a ir junto com elas”, diz a diretora presidente da Projeto RH.

Sueli também lembra que dentro desta habilidade na comunicação há também a capacidade de ser flexível para se adaptar ao contexto. “São profissionais que percebem os sinais do meio e das pessoas e promovem ajustes”, diz. 

6. Não se esquecer da vida pessoal

O sucesso é genuíno quando ele não tem como custo a anulação da sua vida pessoal. “ Em executivos de nível sênior ter deixado a vida pessoal de lado é motivo de grande arrependimento e até depressão”, diz Eliane.

Por isso, o equilíbrio é deve ser a regra de ouro e as duas especialistas recomendam a inclusão de um tempo de descanso na agenda. 
“Reservar um momento para si é bom para fazer uma avaliação da trajetória. Quando a pessoa está mergulhada no processo pode perder elementos importantes até relacionados aos seus objetivos finais”, diz Sueli.



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10 Qualidades Dos Líderes Criativos

Há 25 anos, o publicitário David Ogilvy listou as qualidades de um líder criativo

Por David Ogilvy

Em um de seus discursos motivacionais, o “Mad Men” original, o publicitário David Ogilvy listou as 10 qualidades que espera encontrar em um líder criativo. As características fazem parte do livro ‘The Unpublished David Ogilvy’, publicado pela primeira vez há 25 anos.

Confira a lista abaixo:

1. Possuem valores pessoais e senso de ética

2. Pensam grande, sem mesquinhez

3. Mentes brilhantes

4. Capacidade de trabalhar arduamente e durante a noite

5. Carisma – charme e poder de persuasão

6. Inspirar entusiastas – com confiança e prazer no trabalho

7. Gosto pelo diferente – criatividade e inovação

8. Coragem para tomar decisões difíceis

9. Senso de humor

10. Resilientes nas derrotas 

Com informações do Blue Bus

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Série SEU NEGÓCIO - 8 Dicas de Campanhas de Marketing Sem Gastar Muito

Fazer ações de afinidade de consumo, investir em redes sociais e enviar mensagens de texto são algumas dicas do especialista

Por Camila Lam (Respondido por Eduardo Andrade, especialista em marketing)

Ainda há empreendedores que acreditam que marketing é custo e não investimento. A julgar pelas mídias tradicionais como TV, rádio e jornal, de fato os números de investimento podem ser desanimadores.

Por isso, a empresa precisa considerar ações de baixo custo para suportar o orçamento, muitas vezes, escasso. Tudo vai depender do contexto do negócio, localização, público alvo e posicionamento da empresa.

1. Faça ações de afinidade de consumo

Pessoas que praticam determinados hábitos de consumo, especialmente aqueles ligados a hobbies, gostam de conhecer outras pessoas com mesmo comportamento. Promover ações que socializem esses clientes pode ser uma alternativa. Um pet shop pode promover em um fim de semana o encontro de criadores de determinadas raças. Palestra e, exposição de animais trariam a também a venda de acessórios, por exemplo.

2. Envie mensagens de texto

O torpedo ou SMS é uma forma de ofertar promoções. Existe uma série de empresas especializadas que oferecem o serviço através de uma taxa de adesão mais o custo adicional por mensagem enviada. O valor depende da quantidade de caracteres do texto e do pacote de benefícios do contrato. A empresa pode inclusive direcionar campanhas diferentes para cada público.

3. Oferecer uma degustação

Tanto para produtos quanto serviços, a degustação tem um papel fundamental no primeiro contato do prospect com a oferta. A intenção por trás dessa ação está relacionada ao processo de decisão do consumidor. Na medida em que se experimenta um produto/serviço antes do compromisso do pagamento, diminui-se o risco de insatisfação no processo de aquisição. Logo, as chances de compra tendem a aumentar. Cursos de línguas, escolas de música e academias oferecem aulas gratuitas para facilitar a escolha do cliente.

4. Aposte em soluções digitais gratuitas

Através do Google Place uma empresa pode colocar à disposição do mercado sua localização geográfica. O Google Analytics é outro serviço que informa ao empresário as estatísticas de visualização do site da empresa. Toda ação de marketing digital deve prever metas, por isso, o Analytics ajuda a identificar possíveis necessidades de alterações nas campanhas de forma a atingir metas de visualização. Ambos os serviços são gratuitos e existem minicursos na web que ensinam a extrair todo o potencial de cada ferramenta.

5. Envie e-mail marketing

Essa é uma alternativa que deve ser utilizada com critério. Ninguém gosta de receber lixo eletrônico. Planeje bem o uso dessa ação propondo questões relevantes para públicos segmentados por interesse na oferta. Observe sempre as regras de boas maneiras e de privacidade, além de acrescentar uma alternativa ao leitor de apontar se deseja parar de receber comunicados da empresa.

6. Invista em redes sociais

Nosso país é referência em uso de redes sociais. São milhões de pessoas conectadas e dispostas a se associar a empresas que sejam relevantes na hierarquia de valores do cliente. Comunidades online, fóruns de discussão, blogs, sites de relacionamento e fotologs são campos férteis para ações de marketing bem direcionadas. Mas existem cuidados a serem tomados.

7. Aposte no friend sell

Na busca pelo relacionamento com o cliente, ações simples podem trazer grandes resultados. A empresa pode estruturar uma campanha de indicação. Pode-se pensar em uma empresa que oferte cursos técnicos de informática. O cliente que trouxer um novo aluno ganha pela indicação um desconto de 50% na próxima mensalidade. 

8. Incentive a fidelização

Uma pequena empresa pode incentivar o consumo constante de sua oferta através da troca de benefícios. Um hotel pode oferecer uma estadia gratuita após o consumo de dez hospedagens no ano.

Uma pizzaria pode promover a coleção de oito imãs de geladeira para ganhar uma pizza grande. Essas ações incentivam o consumo apenas naquela empresa, blindando-a contra a concorrência e fomentando o acúmulo de consumo.


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Por Que as Mulheres Brasileiras Não Chegam à Liderança Nas Empresas

Consultoria fez estudo para entender o motivo de apenas 4% das 250 maiores do País terem mulheres em seus principais cargos

Apesar da enorme quantidade de mulheres extremamente qualificadas disponíveis no mercado, apenas 4% das 250 maiores empresas brasileiras têm mulheres entre seus principais cargos. O dado é alarmante e fez a consultoria Bain & Company realizar uma pesquisa para entender por que a representatividade das mulheres em altos cargos de liderança é tão baixa.

Segundo a pesquisa, os pontos-chave que impedem as mulheres de atingirem posições de liderança são:

1. Além dos já conhecidos desafios associados à percepção de prioridades conflitantes entre trabalho e vida pessoal, o estilo das mulheres é diferente dos homens e menos valorizado no mercado de trabalho;

2. Homens e mulheres reconhecem que têm estilos diferentes, mas homens veem menos obstáculos dessa diferença às chances de promoção das mulheres;

3. As empresas tendem a valorizar mais atributos tipicamente reconhecidos como masculinos (solucionar problemas, influenciar) do que aqueles mais identificados como femininos (apoiar e dar coaching).

Homens e mulheres concordam com os pontos de estilo de liderança que são mais valorizados pelas empresas: solucionar problemas, encorajar times, influenciar equipe, inspirar e delegar. Nestes quesitos, os homens são mais bem avaliados do que as mulheres. Quando a pesquisa solicitou aos entrevistados homens que avaliassem outros homens e outras mulheres nos atributos de liderança, o resultado foi que homens apareceram como mais bem capacitados que mulheres em quatro das cinco principais características citadas.

Eles acreditam que outros homens são 50% melhores que as mulheres em delegar trabalho, 37% melhores em solucionar problemas e 35% melhores em influenciar equipes. Por estes resultados, o estudo da Bain conclui: como o estilo de liderança das mulheres não é tão bem avaliado pelos homens e são eles os gestores responsáveis pelas promoções, as mulheres acabam tendo menos oportunidade na hora de uma promoção.

Segundo a consultoria, um total de 514 pessoas respondeu à pesquisa, com igual representatividade de mulheres e homens. Deste total, 42% dos entrevistados ocupa posições de gerência sênior ou executiva.


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