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Mulheres Preferem Ter Chefes Homens, Diz Pesquisa

Enquanto 76% das mulheres preferem um homem na liderança, 51% dos homens preferem uma mulher 

As mulheres preferem ter um chefe do sexo masculino, revelou uma pesquisa do site de relacionamento ParPerfeito.

Segundo o levantamento, feito em dezembro de 2012 com 2 mil usuários, 76% das mulheres preferem os homens para comandá-las no ambiente corporativo, enquanto os homens afirmaram preferir uma mulher na liderança (51%).

Para o cargo de assistente pessoal, as mulheres também preferem os homens (53%), enquanto 85% dos homens preferem ter uma assistente mulher.

Quem as mulheres preferem ter como chefe? 

Homem 76%
Mulher 24%

Quem os homens preferem ter como chefe?

Homem 49%
Mulher 51%

Quem as mulheres preferem ter como assistente pessoal? 

Homem 53%
Mulher 47%

Quem os homens preferem ter como assistente pessoal? 

Homem 15%
Mulher 85% 


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Perder o Emprego é o Fim do Mundo?

Por Carlos Faccina

Se o mundo não acabou e você está lendo este post, serviu pelo menos para você medir o que lhe aflige quando recebe aquela mensagem que não estava esperando: uma aposentadoria forçada ou uma demissão, por exemplo.

Esse é o fim do mundo?

Nessas circunstâncias, como acontece com o diagnóstico de doenças graves, a pessoa vai da negação, passando pela aceitação parcial, sofrimento, depressão até chegar a aceitação definitiva da nova situação. Passagens sempre difíceis que dragam a energia vital e dificultam a transição.

O fim é um conceito que traduz a inevitabilidade de determinada situação. Não há como estar preparado para o fim desde que ele não represente um novo começo logo em seguida. Aliás, o conceito de finito como um muro é muito difícil de aceitar. Precisamos construir elos de continuidade que projetam perspectivas pelo menos metafísicas de nossa existência.

Perder o emprego ou ser lançado a uma aposentadoria não é o fim do mundo. Primeiro porque nos lança verdadeiramente para uma nova fase. E podemos e devemos estar preparados para essa transição porque esta sim é inevitável.

No post “Primeira lição: a demissão“, destaquei que muitos profissionais reconstruíram de forma bem-sucedida suas carreiras após um episódio como este. A demissão expõe a pessoa a uma nova realidade, tirando-a de uma suposta zona de conforto. Muitas vezes é a oportunidade forçada de testar coisas e vivenciar experiência que só o cenário instável permite.

Olhar a demissão como uma experiência positiva não é fácil, mas é principal passo para que os ensinamentos possam ser aplicados no desenvolvimento futuro da carreira. A demissão inesperada é a oportunidade para uma reavaliação da vida profissional e deve ser encarada como uma passagem.

Estamos todos submetidos a limites (alguns positivos e outros negativos) em nossa carreira, na nossa vida e na nossa saúde. Prazo de validade, aqui em nossas páginas eletrônicas, está casado com o conceito de reformulação, de sustentabilidade, de reciclagem, de revisão, de redefinição, de revitalização e de correção de rota. Aqui temos uma oportunidade para refletir sobre a validade do nosso conhecimento, das nossas atitudes, da forma de encarar a vida e, porque não, da nossa felicidade. 


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O Hábito da Excelência


Por Soeli de Oliveira

Dois grandes obstáculos mantêm milhões de pessoas presas ao holocausto do fracasso. O mais notável deles é o conformismo, popularmente conhecido como a síndrome de Gabriela, cujo comportamento é: “eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim... Gabriela...”. Longe de ser contra o progresso; apenas não queremos mudar a nós mesmos. A segunda coisa é o pernicioso hábito de se fazer de vítima ou de terceirizar a culpa por nossos erros e fracassos.

A nossa vida somente muda quando incorporamos novos hábitos. Se desejamos ardentemente o sucesso, a grande notícia é que não precisamos vencer os outros, basta vencermos a nós mesmos. O notável filósofo grego Aristóteles (384–322 A.C.) advertiu que “nós somos aquilo que fazemos repetidas vezes, repetidamente. A excelência, portanto não é um feito, mas um hábito.” Sendo assim, temos duas decisões a tomar: 

1ª. Incorporar novos hábitos que nos façam evoluir.

2ª. Abandonar velhos hábitos que vêm atrasando a nossa vida.

Seja alguém que você quer se tornar. Viver em estado de excelência requer um processo de melhoria contínua. Quem quer se tornar uma pessoa melhor e um profissional reconhecido, deve responder constantemente a si mesmo as três inquietantes perguntas:

1- O que eu preciso começar a fazer?

2- O que eu preciso parar de fazer?

3- O que eu preciso aprender a fazer?

Superada a fase do diagnóstico, o que vai fazer a diferença é fazer. Para a maioria das pessoas não faltam informações sobre o que devem fazer, falta é FAZER!!! Pois, sabe-se que “saber e não fazer equivale a ainda não saber”.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.

5 Atitudes Para Ser o Próximo na Lista de Demissões

Confira quais é o sistema comportamental que, em tempos de incerteza econômica, pode resultar em uma demissão 

Por Talita Abrantes

A combinação fatal para uma demissão chega a ser até óbvia: não entregar os resultados e pisar na bola feio em termos de relacionamento. Mas por trás destes dois deslizes está toda uma estrutura de comportamentos e, em outros termos, rede de atitudes. Confira quais são elas e corte o “mal” pela raiz.


1. Ficar na zona de conforto

Em tempos instáveis, saem na frente os profissionais inovadores e ágeis para reagir a diferentes tipos de problemas. Quem não é proativo, não sai do job description ou está muito aquém daquilo que a empresa espera, facilmente pode parar na lista de possíveis futuros demitidos. E pouca chance de crescer na carreira.

"A pessoa fica na zona de conforto, não tem prontidão para a resposta, nem para conseguir resultado. Tem a ver com falta de presença”, afirma Fatima Motta, da "F&M Consultores".

“Não é porque não faz parte da sua descrição de cargo que você não deve ser gentil, trabalhar em equipe”, diz Camila Facci, gerente de negócios da Crossing BPI.

2. Apostar em tudo que é superficial

Aqui o problema não é assistir a programas de objetivo duvidoso na televisão ou amar conversar sobre assuntos fúteis. A questão, segundo Fátima, é não fazer o melhor que pode em cada uma das atividades.

“A pessoa não tem profundidade na comunicação, ao olhar um problema nem em tomadas de decisão”, diz a especialista. E aí é questão não é só entregar resultados. Mas a maneira como você os conquista.

3. Não ter propósito

Outro fator decisivo para empacar na hora de entregar resultados e se relacionar bem com o seu trabalho (fatores críticos para uma demissão) está no descompasso entre seus planos de carreira e aquilo que seu emprego atual oferece.

A falta de coragem para sair de casa, a depressão de domingo à noite e a contagem regressiva (exagerada) para a sexta-feira podem ser sinais de que aquilo que você faz das 9h às 18h não faz qualquer sentido para a sua vida. E isso pode, aos poucos, minar as chances do seu futuro profissional.

“Sem um propósito, o profissional não tem foco, não tem garra, não tem força de vontade e não briga por seus objetivos”, diz Fátima.

4. Estar alheio ao que acontece à sua volta

É essencial saber o que se passa em sua organização. Evidentemente, sem cair nos “poréns” da rádio peão. A começar por aquilo que o colega da baia ao lado faz até o que é produzido em unidades de outros países. Esta visão ampla do negócio é fundamental para pensar em soluções coesas e do impacto de cada pequena atividade do processo. Da mesma forma que um olhar atento no mercado também impacta sua rotina.

Apostar numa visão atrofiada do próprio trabalho pode acabar por diminuir também as suas chances de crescimento na carreira, ou no pior dos cenários, aumentar suas chances de aparecer na lista de nomes para cortar.

“O profissional acaba tendo uma percepção distorcida das coisas e encara todas as situações como se estivesse cego”, diz a especialista. “Ele não percebe as coisas mínimas para o processo de desenvolvimento”.

5. Não ser flexível

A agilidade para responder às mudanças e a facilidade para se adaptar a novos contextos é requisito básico para qualquer cargo ou setor. “Não existe verdade absoluta, nem procedimento que não necessite de revisão”, diz Fátima. Quem se esquece deste fato, não anda para frente. E tanto se apegar, pode ficar para trás. 


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Talentos Burros

O lado ruim das pessoas brilhantes 

Por Álvaro Oppermann

Nesses tempos de busca desenfreada ao talento, é bom lembrar as lições do mestre Chris Argyris, de 89 anos, um especialista em comportamento nas organizações. Foi o que fez Roger Martin, reitor da Escola de Administração Rotman, da Universidade de Toronto, no artigo Why I Decided to Rethink Hiring Smart People (“Por que eu decidi repensar a contratação de pessoas brilhantes”), no site da Harvard Business Review.

Há duas décadas, Martin era um diretor da consultoria Monitor, cuja política de contratação consistia em atrair os melhores alunos das melhores faculdades. A convicção era que gente inteligente podia aprender qualquer coisa – até habilidades com pessoas.

Então ele leu um artigo de Argyris, Teaching Smart People How to Learn (“Como ensinar pessoas brilhantes a aprender”). Argyris defendia a tese oposta: gente talentosa tem mais dificuldade, não mais facilidade, para aprender. “Muitos profissionais, por causa do sucesso na carreira e na vida, raramente experimentaram o fracasso. Portanto, nunca tiveram o privilégio de aprender com ele”, dizia o artigo. Eles relutam em reconhecer deficiências pessoais e por isso repetem erros, não assimilam novos padrões.

Argyris comparava o comportamento dos brilhantes a um termostato: ou liga ou desliga, de acordo com a temperatura. Se tudo está bem, o talentoso funciona. Se algo começa a dar errado, ele trava. Quanto mais bem-sucedido o profissional, mais duro de reconhecer o problema.

Martin diz que, depois desse artigo, ele modificou a política de contratação e treinamento da Monitor. Antes, tinha um lema na empresa: “burrice é para sempre”. Depois, diz ter passado a se preocupar muito mais com “esperteza é para sempre”. 


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Silenciosa, a Depressão Pode Estar Destruindo a Sua Vida Profissional

No mundo inteiro, estima-se que 340 milhões de pessoas sofram com a doença, sendo 13 milhões só no Brasil; além de enfrentar a doença, pacientes ainda lidam com preconceito 

Redação com CDN

Perda de interesse pelo trabalho, falta de concentração, dificuldade em cumprir prazos e demandas, insônia, alteração de peso: esses podem ser os sintomas de uma doença séria: a depressão. Em alguns casos, a produtividade dos profissionais que sofrem com a doença pode ser seriamente prejudicada, culminando com a demissão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 340 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo mundo. No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas são atingidas pela doença (OMS).

“As doenças neuropsiquiátricas são hoje a primeira causa de incapacidade no mundo ao longo da vida e a depressão representa quase 50% dessas enfermidades”, explica Kalil Duailibi, professor do departamento de Psiquiatria da Universidade de Santo Amaro (Unisa) e ex-coordenador de saúde mental da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo (SP).

Produtividade

Enquanto um paciente com diabetes falta 6 dias ao ano no trabalho devido à doença, uma pessoa com problemas cardiovasculares se ausenta 8 dias e quem sofre com asma falta 10 dias, quem sofre de depressão apresenta um prejuízo muito maior, perdendo cerca de 35 dias de trabalho por ano.

Segundo Duailibi, o paciente que apresenta um quadro depressivo considerado grave tem sua capacidade social e produtiva comprometida em 90%; em casos moderados, 40%, já em casos da doença em que há apenas sintomas leves, 20% de sua capacidade está afetada.

“O profissional com depressão poderá ter atrasos recorrentes, dificuldades em reter informações e de memória, dificuldade na execução de tarefas simples e, até mesmo, sentir-se incapacitado para executar sua função. Isso o tornará ainda mais deprimido e dará início a um círculo vicioso, que pode levar à demissão”, explica.

Com a queda no rendimento, a exigência dos chefes e superiores em relação a esse profissional pode aumentar, uma vez que a capacidade do indivíduo em desenvolver sua função é comprometida. “Cerca de 44% da capacidade produtiva do indivíduo fica comprometida quando ele apresenta um quadro depressivo”, ressalta Duailibi.

Outro estudo, estima que a depressão acarrete um custo anual de cerca de US$ 83 bilhões para a economia do país, incluindo perda de produtividade e uso da seguridade social (62%), custos diretos, como atendimento hospitalar, ambulatorial e dos medicamentos (31%), e custos relacionados ao suicídio (7%).

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico precoce da doença é fundamental, pois muitos indivíduos só se dão conta que perderam seus empregos em decorrência da depressão durante o tratamento terapêutico – 11% dos pacientes atribuem o desemprego à depressão.

Há um termo, ainda pouco usado no País, que designa profissionais que mesmo doentes permanecem desenvolvendo suas funções corporativas, o presenteísmo. O distúrbio, agravado pela depressão, caracteriza-se quando o indivíduo não desempenha suas funções nas condições de saúde ideais e tem a produtividade diretamente afetada.

“Atualmente, o diagnóstico é mais efetivo e sabe-se que a enfermidade está associada a inúmeros fatores, incluindo os genéticos”, afirma Duailibi. Para que esse quadro seja revertido, é preciso que o paciente seja diagnosticado corretamente e associe a psicoterapia de qualidade ao antidepressivo adequado, além de mudanças do hábito de vida. “Essa fórmula costuma apresentar um saldo positivo, evitando as recaídas do paciente”, reforça Duailibi.

Entretanto apenas dois terços dos pacientes com depressão procuram tratamento e, destes, somente 10% recebem doses adequadas de medicamentos, segundo dados do National Institute of Mental Health (NIMH) dos Estados Unidos. O médico ressalta ainda que, mesmo com sinais de melhora, é preciso manter o tratamento e, se necessário, o acompanhamento terapêutico. “O acompanhamento médico é fundamental, para evitar que a depressão torne-se um quadro crônico”, orienta o especialista.

Para combater a doença, além de ser essencial seguir corretamente o tratamento, a prática de atividades físicas também é importante. Esportes liberam endorfina, substância que causa sensações de alegria, bem-estar e melhoram a qualidade de vida do paciente.

Preconceito

O paciente com depressão precisa estar preparado, inclusive, para lidar com o preconceito das pessoas que desconhecem a doença. Por muitas vezes, será tratado com uma pessoa fraca e incapaz de encarar os desafios cotidianos como os demais profissionais.

Dualibi orienta que se busque apoio na empresa de um profissional especializado, como um médico ou funcionário do departamento de Recursos Humanos. “Durante o tratamento, é importante que o profissional se resguarde de comentários que o afetem emocionalmente ou mesmo julgamento de colegas. É o momento de se fortalecer, recuperar a autoestima e recarregar as energias para se restabelecer profissionalmente”, afirma Duailibi.

Em alguns casos, a licença médica indicada pelo profissional que acompanha o paciente pode ser uma alternativa para que o tratamento seja efetivo e o retorno ao trabalho satisfatório. 


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20 Franquias Ideais Para Jovens Com Até 30 Anos

Veja vinte opções de franquias com perfil para jovens empresários, em setores como alimentação, restaurantes, bares, presentes e cursos de idiomas 

Por Camila Lam

Gerenciar uma pequena empresa ou uma franquia demanda dedicação de tempo e capital, independente da idade do empreendedor. Hoje, muitos jovens sonham em empreender, mas não se capacitam cursando uma disciplina sobre empreendedorismo, por exemplo.

De acordo com levantamento da Rizzo Franchise, 21.707 homens e mulheres entre 26 e 30 anos estavam em busca de uma franquia em 2010. Veja 20 opções de franquias que são ideais para jovens que desejam investir no mercado.

Salad Creations

A Salad Creations é uma rede de franquia de alimentação saudável especializada em saladas, inaugurada em 2007. Hoje, a marca conta com 27 unidades franqueadas e uma unidade própria. De acordo com Ana Maura Werner, gerente de marketing da Salad Creations, 50% dos franqueados estão na faixa dos 30 anos. O investimento inicial sem o custo do ponto comercial é de 350 mil reais, e cada unidade fatura, em média, 80 mil reais. O prazo de retorno do capital é de 24 a 36 meses.

àsec

O Grupo 5àsec inclui a lavanderia 5àsec e a 5àfil. que é especializada em serviços de costura. Ao todo, a marca tem 400 unidades franqueadas. Segundo o grupo, para se tornar um franqueado é preciso ter espírito empreendedor e força de vontade. É necessário desembolsar a partir de 420 mil reais para abrir um franquia e o prazo de retorno do capital é de 36 meses.

Água Doce

A Água Doce Cachaçaria é uma rede de franquias de bares e tem 104 unidades franqueadas pelo Brasil. Como o foco da operação da marca é noturna, a franquia é ideal para jovens que querem ter um negócio do universo de bares. O capital necessário para abrir uma unidade é de 365 mil reais. O prazo de retorno estimado é de 36 a 60 meses.

inFlux English School

A escola de idiomas inFlux English School foi fundada em 2004, em Curitiba, e hoje possui 87 unidades franqueadas. Destas, 20 são comandadas por jovens na faixa dos 30 anos. É preciso investir entre 107 mil reais a 155 mil reais para abrir uma unidade da marca. O prazo de retorno do investimento é de 18 a 24 meses.

Imaginarium

Fundada em 1987, a rede Imaginarium é especializada em artigos para presentes e decoração e começou a expansão de negócios por meio do franchising em 1990. Hoje, a marca possui 127 unidades e 40% dos seus franqueados se encontram na faixa dos 30 anos. O capital necessário para abrir uma unidade é de 212 mil reais, sem incluir o ponto comercial. O prazo de retorno estimado é de 36 a 40 meses.

Mega Matte

A MegaMatte foi inaugurada em 1994 no Rio de Janeiro e hoje possui 94 unidades franqueadas. A marca, especializada no comércio de mate e lanches saudáveis, prefere jovens que tenham um estilo de vida mais saudável para comandar as franquias. O investimento inicial para abrir uma unidade é de 190 mil reais e o prazo de retorno do capital é de 24 a 36 meses.

Mr. Kitsch

A rede de franquias no comércio de moda masculina Mr. Kitsch foi criada em 1985 e em 2012 criou a marca Ms. Kitsch voltada para o público feminino. A rede está passando por uma reestruturação de gestão e tem preferência por franqueados jovens. Hoje, são 73 unidades franqueadas e o investimento inicial para abrir uma franquia é de 450 mil reais, sem o custo do ponto comercial. O prazo de retorno do capital é de 24 a 36 meses.

PBF

A rede de escolas de idiomas PBF foi fundada em 1965 e possui 200 unidades franqueadas. Dos franqueados, 30% tem menos de 35 anos e a marca tem preferência por jovens que se preocupam com novas tecnologias e a atualização da escola. Para abrir uma franquia é preciso investir de 27 mil a 120 mil reais. O prazo de retorno é de 18 a 24 meses.

Cacau Show

A Cacau Show possui 1200 franquias no Brasil e cerca de 20% de seus franqueados tem até 30 anos. “Nosso foco se baseia em pessoas que querem construir seu próprio negócio, pois para se tornar um franqueado da marca, é necessário ser um empreendedor comprometido com o negócio, além da dedicação em tempo integral”, afirma Marcelo Martins, diretor de Expansão e Novos Negócios da Cacau Show. O capital necessário para abrir uma franquia é de 130 mil reais e o prazo estimado de retorno do capital é de 18 meses.

Prepara Cursos

A rede de franquia educacional Prepara Cursos tem 530 unidades franqueadas. De acordo com o presidente do Grupo Prepara, Rogério Gabriel, a preferência por jovens à frente de uma franquia é porque os produtos também são direcionados ao público jovem. O investimento inicial necessário é de 45 mil reais e o prazo de retorno estimado é de 24 meses.

Mr. Mix

A franquia especializada em milk-shakes Mr. Mix tem 123 unidades franqueadas no Brasil. Os jovens são o público alvo da marca e, além disso, 45% dos seus franqueados têm menos de 30 anos. O investimento inicial é de 115 mil reais e o prazo de retorno do capital é de 24 meses.

Os Muzzarellas

Fundada em 2004, a rede Os Muzzarellas é especializada em delivery de pizzas, e começou a expandir seu negócio com franquias em 2010. Hoje, a marca tem 10 unidades franqueadas e 60% dos franqueados tem até 35 anos. O capital necessário para abrir uma unidade é de 200 mil a 250 mil reais e o prazo de retorno estimado é de a partir de 24 meses.

Fundição Filomena

A Fundição Filomena é uma rede de franquias especializada no comércio de acessórios e bijuterias customizadas. A marca possui 25 unidades franqueadas e oferece duas opções de modelo de franquia, loja e quiosque. O perfil do franqueado é jovem e que seja criativo. O investimento necessário para abrir uma unidade vai de 82 mil reais a 190 mil reais. O prazo de retorno é de 24 meses.

Mixirica

A rede de franquias Mixirica é especializada em fast-food saudável e foi fundada em 2009. Hoje, são 29 unidades franqueadas e o faturamento anual da rede é de 5 milhões de reais. O investimento inicial para jovens interessados em abrir uma franquia da marca é de 127 mil reais.

Uatt?

As primeiras lojas próprias da Uatt? foram inauguradas em 2006. Hoje, a rede especializada no comércio de presentes e itens de decoração tem 70 unidades franqueadas, além de contar com pontos de venda. A marca opta de ter como franqueados jovens que se identificam com a marca. O investimento inicial é de 109 mil reais, sem o custo de ponto comercial. O prazo de retorno do capital é de, em média, 18 meses.

Sr. Computador

A rede de franquias Sr. Computador, especializada na área de serviços de informática, tem 18 unidades franqueadas e duas opções de modelo de negócio, home-based ou loja. Dos novos franqueados, 90% são jovens de até 30 anos. Para se tornar franqueado da marca, o investimento é de 25 mil reais a 58 mil reais. O prazo de retorno é de 8 a 15 meses.

My Place

A rede de franquias My Place é especializada em moda feminina e possui 52 unidades franqueadas. A preferência por jovens exige que o franqueado se identifique com os produtos e com a linguagem da marca. O custo para abrir uma franquia é de 300 mil reais e o prazo de retorno é de, em média, 24 meses.

Açaí no Ponto

O Açaí no Ponto é especializado em açaí natural servido em copos com diversos acompanhamentos. Criada em Manaus, a marca tem hoje 20 unidades franqueadas. O público alvo da rede é jovem e por isso também busca franqueados neste perfil. Existem duas opções de franquias: modelo totem e quiosque. O investimento inicial é de 75 mil reais e 165 mil reais, respectivamente. O prazo de retorno estimado do capital é de até 18 meses.

Dídio Pizza

A rede de franquias Dídio Pizza tem 18 unidades franqueadas - 13 gerenciadas por franqueados até 35 anos. A pizzaria é especializada em delivery e, de acordo com Elídio Biazini, proprietário da rede, os jovens tem o dinamismo e o pique necessários para estar á frente desse tipo de negócio. O capital necessário para abrir uma unidade da marca é de 250 mil reais e o faturamento médio mensal é de 70 mil reais. O prazo de retorno é de 18 meses.

Carol Gregori

A primeira loja própria da marca de acessórios femininos Carol Gregori foi inaugurada em 2005 e um ano depois virou franquia. Hoje, a marca tem três unidades próprias e 10 franqueadas. A preferência por franqueados jovens está relacionada ao perfil do consumidor da empresa. O capital necessário para abrir uma franquia é de 120 mil reais e o prazo de retorno do capital é de 24 meses. 



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7 Erros Fatais Das Pequenas Empresas no Facebook

Brigar com consumidores ou abandonar a página são problemas que prejudicam a imagem do seu negócio na rede social

Por Priscila Zuini

Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook. Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.

A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento”, explica Tiago Luz, presidente da agência underDOGS. Para isso, é preciso seguir algumas regras que podem ajudar a melhorar a imagem do seu negócio e atrair novos clientes. “O seu conteúdo tem que ser relevante para o consumidor”, diz Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken.

Sua atuação na rede, no entanto, precisa ser planejada e ter procedimentos para trazer resultados. “A rede social faz parte do portfólio de comunicação da empresa, mas precisa ter uma linguagem específica para o meio, respeitando os anseios das pessoas que estão ali”, ensina Gustavo Chapchap, coordenador de comunicação e marketing da Associação Paulista das Agências Digitais (APADi). Veja sete erros fatais que seu negócio deve evitar no Facebook.

1. Não planejar

Segundo os especialistas, o primeiro erro é entrar nas redes sociais sem o mínimo planejamento. “Em uma empresa com estrutura menor, a tendência é alguém de dentro fazer e não conseguir colocar as informação de forma precisa, nem definir uma linguagem adequada”, afirma Chapchap. Faça um planejamento do que espera da rede, como pretende atuar e como vai responder reclamações.

2. Confundir perfil com página

Um erro bastante comum entre as pequenas empresas é criar um perfil e não uma página para a empresa. A diferença básica é que os perfis são voltados para pessoas e as páginas têm características especiais para negócios. “Muitas empresas quando entram no Facebook criam perfis, que têm limitações de aplicativos e seguidores”, diz Celso Fortes, diretor de criação da agência digital Novos Elementos.

Para fazer sua página, há um passo a passo dado pelo próprio site que ajuda a aproveitar melhor as funcionalidades. Você precisa escolher uma categoria e um nome, além de inserir o logotipo ou outra imagem como foto principal. É nesta etapa também que o empresário inclui suas informações de contato.

3. Só anunciar promoções

Um ponto crucial na atuação no Facebook é conteúdo. Para criar um relacionamento, os especialsitas concordam que informação relevante é essencial. “Conteúdo tem que ser relevante para o consumidor. Foto ou vídeo geram mais empatia. Se for lúdico, rendem mais likes e compartilhamentos”, diz Schiavon. É preciso fugir da tentação de só postar promoções ou produtos. “Para cada 5 posts de conteúdo, você faz 1 do produto”, ensina Luz.

A ideia é sempre sugerir e dar dicas, mas sem ser cansativo. “Não pode simplesmente falar do produto, mas de assuntos e temas que envolvam o consumidor, para trazer novos usuários”, explica Schiavon, que sugere uma média de quatro posts por dia. Para Fortes, isso evita uma grande taxa de rejeição, que jogaria todo o trabalho fora.

4. Não se preocupar com a aparência

Apesar do modelo padrão de página, o Facebook permite personalizações, como a foto de capa, que fica no topo. “Falta de padrão visual é um erro. Procure manter a identidade visual de sua página igual ao do website da sua empresa”, ensina Fortes. Outra dica é usar estas ferramentas para incentivar a participação do usuário. “Um exemplo que a gente costuma dar de positivo é colocar o usuário participando da sua cover”, diz Luz.

5. Não responder rapidamente

Como um canal de comunicação com a empresa, o Facebook se torna inevitavelmente um local de comentários e reclamações. A diferença entre a rede social e um SAC é o tempo de resposta esperado pelo cliente.

“Tem que ser bastante rápido na solução de problemas, porque rapidamente uma mensagem mal respondida pode se espalhar. O imediatismo na resposta, pelo menos com um posicionamento inicial, é importante”, afirma Schiavon.

6. Desrespeitar os clientes

A maior parte dos empresários não ofenderia pessoalmente um cliente porque ele reclamou de um produto. O mesmo deveria valer para a internet. Tudo nas redes sociais se multiplica com muita velocidade e algumas empresas já puderam sentir a reação dos usuários quando destratam ou ofendem um consumidor. “Não discuta com o usuário e lembre que ele tem sempre razão”, ensina Luz.

O melhor procedimento para o caso de reclamações na página é pedir desculpas pelo erro, propor uma solução e esclarecer publicamente o que aconteceu. Não delete a mensagem ou tente discutir o assunto na própria página.

7. Abandonar a página

Outro problema é criar a página e deixá-la desatualizada. “Se tem presença na rede, deve mantê-la ativa e viva. Muitas empresas simplesmente criam o canal com a configuração inicial e depois abandonam. Para manter esse canal eficiente, é importante desenvolver conteúdo e promoção”, conta Schiavon.

Além disso, há o risco de não responder as reclamações e isso dar a impressão de que a empresa não dá importância aos clientes. “É melhor não ter se não está preparado para interagir com o consumidor”, explica o executivo da Agência Enken. 


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É Hora de Parar de se Estressar Pensando Sobre o Estresse

Por Lucy Kellaway

Por mais que eu tenha ficado furiosa nestes dias insanos de festas de fim de ano, penso que as coisas poderiam ser bem piores. Ainda não cheguei ao ponto de correr para um hospital alegando ter sido atacada por um estranho com uma chave de fenda - para admitir depois que inventei tudo.

Foi exatamente isso que aconteceu com Ulrich Ruther, diretor-presidente de uma seguradora alemã. Há cerca de dez dias a Provinzial NordWest emitiu um breve comunicado informando que seu presidente havia sido ferido com uma chave de fenda do lado de fora da sede da empresa. Poucos dias depois houve um segundo comunicado. "O ataque não aconteceu da maneira como foi informado", disse a companhia.

Isso mostra, de uma maneira sombria, os danos provocados à família do executivo pelas "turbulências" que a seguradora vem enfrentando, já que é alvo de um possível 'takeover'. Ruther quer que "esta fase extremamente tensa" termine, disse o comunicado. Ele não está sozinho em querer o fim do estresse. Naquele mesmo dia, a 4.800 km de distância, Arianna Huffington escrevia uma mensagem para seus seguidores no LinkedIn sobre sua "Grande Ideia" para 2013: Menos estresse, vida mais longa.

A ideia, do jeito que foi apresentada, envolve um processo de dois passos. O primeiro é reconhecer o quanto estamos estressados; o segundo é adotar as medidas necessárias para "corrigir o rumo". Somente depois vamos encontrar nosso "ponto centrado de harmonia e equilíbrio" e "nos reconectar com nossa própria criatividade, sabedoria e alegria". Arianna disse, em convenções, como os funcionários de seu "Huffington Post" lidam com o estresse fazendo ioga e massagens, reconectando-se com sua sabedoria e alegria.

Isso pode tê-los ajudado, mas não consigo imaginar como poderia ter sido útil para Ruther. Ou para mim, para dizer a verdade. Para eu conseguir "corrigir o rumo", penso em quatro coisas - e ioga não é uma delas. São elas: a) que meus filhos fossem dez anos mais velhos; b) que meu pai fosse dez anos mais novo; c) que meu cérebro trabalhasse com mais rapidez; e d) que a Uniqlo não tivesse vendido todas as blusas do modelo que eu pretendia dar de Natal para minha filha.

O mais impressionante sobre a "Grande Ideia" de Arianna Huffington é a maneira como ela consegue ser trivial e equivocada ao mesmo tempo. Assim como a própria ideia de que menos estresse significa viver mais. Para começar, o estresse e a vida não estão em conflito. Se não passássemos por um certo estresse, não haveria um bom motivo para levantar da cama de manhã. É errado pensar no estresse como um inimigo e ainda mais errado não pensar no assunto. Quando me sinto estressada, a pior coisa que posso fazer é ceder a ele. Até mesmo mencionar a palavra é ruim.

Na verdade, a única cura confiável que conheço é passar 30 segundos com meu marido. Isso sempre acontece do mesmo jeito: reclamo do quanto estou me sentindo estressada e ele responde, sem tirar os olhos de seu laptop: "Que besteira! Você tem uma vida interessante, ativa e gosta que ela seja assim". Essa resposta sempre faz eu me sentir muito melhor. Percebo que não estou estressada, simplesmente estou com muita coisa para fazer.

E se o problema é estar muito ocupada, a resposta não é fazer uma massagem - que passa a ser mais uma coisa a ser organizada e para a qual você precisa chegar na hora -, mas deixar de lado algumas das coisas que você deveria fazer. Responder e-mails sem sentido, perder tempo fazendo salgadinhos para o dia de Natal e a passar na festa do vizinho, são coisas que podem ser facilmente dispensadas.

O maior problema sobre o estresse é sua falta de clareza. Ele é uma muleta para todo tipo de coisa. Quando digo que estou estressada, normalmente quero dizer uma de três coisas: que estou ocupada demais, cuja resposta para isso é fazer menos. Ou que estou muito cansada, cuja resposta é ir dormir. Ou que estou ansiosa, cuja resposta é lidar diretamente com o que está me deixando preocupada.

Não sei qual era o problema de Ruther. A resposta poderia ser uma medicação, um trabalho diferente ou continuar persistindo. É difícil dizer hipoteticamente. De qualquer maneira, ioga não é a melhor forma de combater o estresse. Isso serve para relaxar músculos tensos, mas apenas se você tiver paciência para ficar falando de chacras. O estresse em si não pode ser derrotado e não há nada mais estressante do que tentar fazer isso.

Portanto, eis minha grande ideia para 2013. Acabar com o estresse em um único passo, eliminando a palavra, forçando-nos assim a identificar com mais precisão aquilo que nos aflige. 


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Alice, Este Não é o País Das Maravilhas

Por Gabriel Rossi

É excessiva, em alguns aspectos, toda a empolgação obnubilada por parte de intelectuais e da opinião pública (em sua maioria) em torno da nova classe média – maior fatia de famílias com renda entre três e 10 salários mínimos. Não estou sendo sarcástico, senhores leitores (embora corteje - sem parcimônia - o sarcasmo). Aqui também guardo minha ironia e personalidade talvez elitista (embora prefira ser chamado de seletivo, acho a crítica (elogio?) justa se restrita, tão somente, ao meu encanto pela alta cultura, cinema sem explosivos (sétima arte de verdade) e pelo conhecimento em geral, pois precisarei delas depois. Também não rejeito, completamente, o argumento de sociólogos de que boa parte da população brasileira saiu do nível de pobreza. É verdade. Na verdade, meia verdade.

Esta classe C, excessivamente endividada, que hoje exibe sua TV de plasma ou o último modelo de IPhone, ainda vive em situações tristes e preocupantes, muitas vezes em comunidades sem saneamento básico ou em áreas de risco de acidentes geológicos, por exemplo. Por esse ponto de vista, o glamour brasileiro é uma comédia sem a mínima graça. O sonho brasileiro, ainda por esse olhar, é uma historinha boba. Demagoga. Muitas vezes tenho a sensação que este país, em questões específicas, é de quinto mundo (não vou descambar para essa discussão). Quero falar sobre marketing. Ele é minha única ideologia, acreditem. Vou parar por aqui porque não suporto pieguice...

Em um primeiro olhar, este cenário, para nós marketers que gostamos de desafios, é um mar de rosas. Mas será que estamos olhando a conjuntura sócio-político-econômica de forma inteligente e madura? Possuímos realmente a prerrogativa do argumento de que entendemos, de forma sine qua non, as necessidades, cenários sociais, carências e desafios deste novo consumidor, indiscutivelmente mais iconoclasta, influente e digital?

Vamos olhar pelo lado menos cético. Você já ouviu falar sobre o bônus demográfico? Este é o momento em que grande parte das pessoas está em determinada faixa etária que facilita o crescimento econômico. É, em suma, quando há um enorme contingente da população em idade produtiva e um menor número de idosos e crianças. Altas taxas de natalidade e de idosos agravam problemas sociais, já que essas duas “categorias” em geral não trabalham e demandam gastos. O Brasil, acredite, está exatamente no momento de seu bônus demográfico.

Sua população é majoritariamente adulta, produtiva. Um momento especial, anseio de todas as nações. Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a taxa de fertilidade da mulher brasileira é hoje de 1,8 filho, em média, índice baixo, bastante próximo ao dos países ricos (1,7 filho por mulher). Isso é bom, e faz parte deste chamado bônus demográfico. Se o país aproveitar, esse bônus demográfico permitirá que a renda per capita do brasileiro aumente 2,5% ao ano entre 2010 e 2050, de acordo com projeções dos especialistas. É chance de termos uma real classe média. Sonho com esse pessoal verdadeiramente incluído digitalmente (não estou falando apenas de tecnologia), além de tudo. A inclusão digital será a verdadeira revolução do consumo brasileiro.

Na política, esse público começa a fazer a diferença. Essa nova classe C é pragmática, busca gratificação instantânea (principalmente na web), se interessa e revindica aspectos da micropolítica – proximidade das escolas, qualidade de atendimento do serviço público etc. A classe média tradicional , especificamente, está interessada em questões mais abstratas. Além disso, quem trabalha com marketing político precisa considerar que este é um segmento da sociedade que não pretende perder o que conquistou e quer continuar ascendendo, e com certeza irá punir os candidatos que não têm compromisso de estabilidade econômica. Hoje ela é extremamente valorizada porque significa perspectiva de ascensão social.

O brasileiro não tolera mais sustos financeiros como os milhões vividos na época da inflação galopante e dos mirabolantes planos econômicos que chegaram literalmente a matar pessoas. Quem não se lembra do vexatório Plano Collor e de suas inúmeras vítimas que acordaram num dia qualquer e descobriram suas economias confiscadas? Você, profissional de marketing da área, precisa pensar em micro segmentação, em conteúdo verdadeiramente relevante e eliminar os preconceitos da tal (acho esse termo derrogativo) “orkutização”. Além disso, deve pensar mais coerentemente no poder do telefone celular. Geolocalização!

Se a classe média está atenta aos políticos, imagine como está se relacionando com as empresas e os prestadores de serviços. Analisando a história das relações de consumo no Brasil, desde as conquistas democráticas até o Código de Defesa do Consumidor instituído no final de 1990 e passando também por uma competição mercadológica crescente para concorrer inclusive com empresas e produtos estrangeiros, percebe-se um aumento na plasticidade do consumo. Antes tímido até para realizar uma troca, o comprador dá mais valor ao tempo, a feedbacks e relacionamento.

As redes sociais contribuíram muito (obviamente) para essa mudança de comportamento. E o público feminino é o mais representativo. Um exemplo é a mãe acima de 30 anos (mamãe facebook) que trabalha e não tem muito tempo, mas que quando utiliza a internet o faz de modo extremamente eficiente, debatendo sobre produtos, sobre serviços, seus filhos e também sobre política. Este talvez seja o público mais cacofônico da web social.

O Brasil pintado de rosa por parte de intelectuais e da opinião pública não é o da Alice, aquela do País das Maravilhas. Como diz o ditado popular, “o buraco é mais embaixo” quando olhamos com lupa a nova classe média. E os profissionais de marketing não podem se iludir. Ao contrário, devem ser os primeiros a perceber a realidade. 


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Prepare-se Para a Dinâmica

Confira as dicas para ter um bom desempenho durante esta fase tão importante do processo seletivo

Uma das etapas mais importantes na seleção de profissionais, a dinâmica de grupo é uma atividade que exige bastante preparo. Durante o processo, todas as suas atitudes serão avaliadas, desde o momento em que você chega à empresa até a hora de ir embora, além do seu comportamento diante dos outros candidatos. Confira as dicas que reunimos para ajudar você a se preparar melhor para encarar esse que muitas vezes é o primeiro passo para sua aprovação - ou eliminação - em um processo seletivo.

Cuidados com o corpo e a mente:
  • Duma cedo e não coma alimentos fortes no dia anterior;
  • Não tome nenhum medicamento que possa gerar algum efeito colateral antes da dinâmica;
  • Relaxe, tente esquecer as preocupações;
  • Leia bastante, a leitura ativa o cérebro;
  • Confirme o endereço e pesquise qual o caminho você vai seguir. Saia de casa com antecedência para não correr o risco de se atrasar.

Apresentação pessoal:
  • Muitas dinâmicas exigem movimentos como sentar, ajoelhar, subir em algum lugar. Evite roupas complicadas ou muito apertadas, minissaias e decotes nem pensar!
  • Use roupas sóbrias, mas confortáveis. Você não terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão, portanto, capriche!
  • Para os homens, a dica é terno de cor escura, com a meia sempre combinando com o sapato. Não invente moda na gravata, deixe aquela de bichinhos para uma situação mais informal.
  • Para as mulheres, um terninho vai muito bem, de preferência de cores sóbrias, como o preto e marrom escuro, evite cores vibrantes. Cuidado: se você não sabe sentar adeqüadamente, não vá de saia, prefira uma calça comprida. O mesmo vale para o salto alto. Caso a sua posição não seja nível executivo, prefira roupas mais simples, que condizem com o seu perfil profissional. Mas sem cair nos extremos. Evite calça jeans e tênis.
  • Não exagere demais no perfume e nos acessórios. Lembre-se, tudo que é em excesso faz mal, e, com certeza, você não quer ser lembrado pelo homem que tinha o perfume mais forte da sala ou a moça que abusou nos brincos e pulseiras.

Comportamento:
  • Procure ser o mais natural possível e controle a ansiedade. Nervosismo não ajuda em nada!
  • Execute as tarefas da melhor maneira possível e preste muita atenção ao que está sendo pedido e perguntado.
  • Controle a agressividade, mesmo num momento de discussão procure não se exaltar.
  • Mantenha-se atualizado, o case pode ser realizado com base em notícias e fatos que estão acontecendo no momento.

O que mais você precisa saber:
  • Leia sobre a empresa, sobre o cargo e discuta com amigos qual o tipo de comportamento esta empresa valorizaria para este cargo. Dificilmente será algo que você nunca fez, mas talvez algo que você nunca valorizou.
  • Tente avaliar suas experiências anteriores sem, entretanto, ficar controlado por elas.
  • Reserve tempo, normalmente esta atividade consome de duas a quatro horas. Caso você esteja empregado, peça a manhã ou a tarde de folga. Evite constrangimentos.

Fonte: empregos.com.br
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Como Fazer o Seu Tempo Render Mais

Na correria entre reuniões e decisões, os empreendedores precisam saber organizar o tempo para o negócio render mais

Por Priscila Zuini

Empresa, família, saúde, amigos. Os empreendedores sabem que conciliar a vida pessoal com as tarefas de uma pequena empresa exige dedicação e tempo. Apesar da rotina ser semelhante a de um executivo, há sempre uma carga maior de responsabilidade de fazer o negócio dar certo e liderar a equipe.

Para muitos, o ideal seria que o dia tivesse algumas horas a mais. “Tem algumas pessoas que querem mudar o relógio. Tem mil formas de utilizar as horas, mas não tem como esticar nem encolher esse tempo”, explica Flávia Lippi, coach do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi (IDHL).

Organizar-se é o primeiro passo para conseguir dar conta de todas as tarefas do dia, sem desespero. “Todos nós estamos sendo massacrados com a ideia de alta performance, ganho de tempo e felicidade como extremamente necessários para viver. Será que toda essa cobrança não tira o foco do que é necessário para nós mesmos”, questiona Flávia.

Além dos vários compromissos diários, Flávia defende que o tempo passa mais rápido quando há estresse. “A cobrança por automotivação, felicidade e sucesso é a fórmula perfeita para ter estresse”, diz.

Para ela, perseguir ideais de pessoas bem sucedidas pode ser um erro. “O empreendedor tem que tentar se motivar com aquilo que ele acha que é bom, ser feliz a sua medida e ele mesmo determinar o que é o sucesso”, diz. Veja as dicas da coach para conseguir fazer o seu tempo render ainda mais.

1. Tenha foco

O caminho para uma melhor administração do tempo é organizar-se e ter um foco próprio. “Ele precisa se questionar como se tornar uma pessoa mais focada naquilo que deseja e pensa que é importante”, explica.

A dica é dedicar um pouco mais de tempo ao planejamento do seu negócio. “O empreendedor tem características muito fortes de querer executar o que sonhou, mas não planeja e, por isso, perde tempo”, diz.

2. Escolha uma agenda

Na área mais prática, é imprescindível ter uma agenda para visualizar o dia e conseguir se programar com antecedência. “Tenha uma agenda eletrônica que ajuda a organizar, tem lembretes e até apita para lembrar o que fazer”, diz.

3. Não tenha mais que 8 metas

A especialista sugere que o empreendedor defina oito grandes metas por ano. “A nossa memória é seletiva e o cérebro tem alguns gaps. Se você colocar mais de oito grandes metas para serem cumpridas, vai esquecer ou deixar de fazer”, diz.

Anote estas metas na agenda e não se esqueça de incluir previsões pessoais. “Essas metas precisam estar bem definidas. Por exemplo, se for tirar férias em julho, já anote isso. Assim, o compromisso vai ocupar aquele dia da sua agenda e fazer com que você cumpra”, ensina. Estas metas devem ter prazo de validade, ou seja, uma data concreta para serem atingidas.

4. Faça a tabela do tempo

Uma forma de ajudar a entender como o tempo está sendo gasto – e onde ele está sendo perdido – é colocar no papel aquilo que tem feito. “Isso ajuda a descobrir se você faz o que determinou para sua vida com seu tempo, e o cérebro tem mais facilidade quando vê a coisa no papel”, diz.

A ideia é fazer uma tabela que indique suas tarefas, como no exemplo abaixo, tanto pessoais como profissionais, e anotar o tempo gasto e quais seriam os tempos ideal e possível para realizar aquilo. Tente listar no mínimo cinco missões muito importantes, como tempo gasto com planejamento, administração e até gestão de pessoas. “Se você quer ver que a empresa cresça 30%, mas passa 70% do tempo com atividades pessoais, não vai dar certo”, explica.




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Os Perigos de Ser um Profissional Multitarefa

Há mais de uma maneira de realizar muitas coisas ao mesmo tempo. No entanto, ser um profissional multitarefa pode fazer de você um profissional menos eficaz

Ser um profissional multitarefa virou exigência básica para trabalhar. Muitos estudos apontam, no entanto, que a ideia de que somos capazes de fazer tudo ao mesmo tempo e com eficiência não passa de um mito.

O pesquisador em neurologia Earl Miller do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, afirma que o cérebro humano não é capaz de focar a atenção em duas ou mais coisas ao mesmo tempo. O que faz é mudar o foco com uma rapidez incrível.

Imagine uma bola de ping pong pulando de um lado para o outro em uma mesa. Agora, imagine que está bola não está sozinha e outras duas ou três também pulam ao mesmo tempo. É assim que funciona o nosso cérebro nas multitarefas. Não dá para focar nos movimentos de todas as bolas ao mesmo tempo.

Engana-se quem pensa que fazer várias coisas ao mesmo tempo economiza tempo. O córtex frontal “entope” de tantas informações desacelerando a nossa atividade cognitiva. Ficamos mais lentos, menos eficientes e mais propensos a cometer erros.

Para deixar de ser um profissional multitarefa comece por organizar o seu trabalho. Eleja uma ordem de prioridade para fazer as coisas. Comece pelo o que é mais importante e não pare até concluir. Seu cérebro agradece.


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Maioria Dos Profissionais Acredita Que Sorte Influencia a Carreira


Por Letícia Arcoverde

A maioria dos profissionais acredita em sorte na carreira e boa parte se considera mais sortuda do que os outros, de acordo com uma pesquisa realizada pelo LinkedIn com sete mil trabalhadores ao redor do mundo.

Enquanto 84% dos entrevistados acreditam em sorte na carreira, os profissionais a relacionam com fatores mais concretos. Para aumentar as chances de ser sortudo, os participantes consideraram importante ter boas habilidades de comunicação, flexibilidade, ética profissional, não deixar passar oportunidades e uma rede de contatos forte.

No mundo todo, 48% dos entrevistados se consideram um pouco ou muito mais sortudos do que os outros. O país onde esse sentimento é compartilhado por mais pessoas é o Japão, com 74% dos entrevistados. Em seguida vêm a Coreia do Sul, Áustria, Alemanha, França, Suíça, Estados Unidos, Espanha e Austrália. O Brasil não participou da pesquisa.


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5 Competências Que Alavancam a Carreira em Marketing

Analisar dados para transformá-los em insights e domínio de plataformas de TI são duas delas, segundo coordenadora dos cursos de marketing do MBA da ESPM

Por Camila Pati

A expressão “marketing (ou propaganda) é a alma do negócio” é bem conhecida, mas o fato de beirar o clichê não a torna menos verdadeira. Investir em ações de marketing é essencial para o crescimento das empresas e, com o mercado em constante movimento e a concorrência em alta, os planos nesta área ganham destaque.

Afinal, no mundo corporativo a regra do jogo é apresentar resultado e sai na frente quem supera as metas. Neste cenário, algumas competências têm sido mais demandadas dos profissionais que trabalham com marketing, principalmente os gestores, de acordo com Daniela Kahuaja, coordenadora dos cursos de marketing do MBA da ESPM. Confira quais são:

1. Transformar informações quantitativas em insights

O acesso à informação é pleno e o desafio, na opinião de Daniela, é saber o que fazer com o enorme volume de dados disponíveis. “Há institutos e técnicas avançadas de pesquisa, mas a questão é o que você faz com isso tudo”, diz a professora.

Por isso, o profissional de marketing que consegue transformar dados de pesquisas de mercado e análises em insights ganha importância. “O mercado quer pessoas que saibam filtrar informações quantitativas e qualitativas e transformar em negócio”, explica Daniela.

2. Domínio do storytelling

O profissional não deve apenas buscar aumento da participação de mercado, mas também mostrar ao público como o negócio contribui efetivamente para a sociedade.

É aí que entra a técnica de storytelling, a comunicação que capta a atenção do público por meio de histórias. “As marcas hoje se diferenciam aproveitando história de pessoas, e da própria empresa”, diz Daniela.

Por isso, incentivar a prática do storytelling dentro das empresas é o “pulo do gato” do profissional de marketing que busca resultados e quer fugir das fórmulas tradicionais. “Para isso é preciso saber trabalhar conteúdo editorial, transferindo esta história para criar apelo emocional”, diz Daniela.

Exemplo de storytelling bem sucedido vem da Procter & Gamble em ação especial global para as Olimpíadas de Londres, no ano passado. A multinacional, patrocinadora oficial do evento, se apresentou como a patrocinadora oficial das mães dos atletas. Para isso criou um canal no Youtube em que apresentava série de entrevistas com mães de atletas, e relacionava a participação de sua gama de produtos desde a infância dos esportistas.

3. Gestão de pessoas

É uma habilidade que chama atenção na hora de selecionar um profissional de marketing. “Saber lidar e negociar com fornecedores, equipe e clientes tem sido mais cobrado na área de marketing”, diz Daniela.

Segundo a especialista, a gestão de pessoas é o calcanhar de Aquiles, principalmente, nas agências de comunicação. “É onde é mais crítico, porque é comum não existir uma área de Recursos Humanos”, explica.

4. Conhecimento de plataformas de TI e canais de comunicação

O surgimento de novos canais de comunicação como redes sociais e de plataformas como smartphones e tablets exige que profissionais de marketing estejam sempre atualizados para desenvolver projetos nestas áreas.

Profissionais de marketing precisam entender de tecnologia para que possam dialogar com a equipe de TI das empresas na hora de desenvolver novas ferramentas.

“O ideal é que conheçam esses novos meios e canais de comunicação com o cliente para criar ações de marketing como, por exemplo, aplicativos, jogos”, explica Daniela.

Quem sabe disso consegue uma ação de marketing mais estratégica. “Redes sociais podem ser usadas para construção da marca e não apenas como um grande Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) a céu aberto”, diz Daniela.

5. Análise de retorno financeiro

Um profissional de marketing que tenha conhecimentos de ferramentas de análise financeira está em alta no mercado.

Conseguir analisar o retorno financeiro sobre cada atividade sugerida no plano de marketing é um “talento” cobrado em processos de recrutamento.

“Saber medir o resultado de uma campanha de marketing é uma demanda porque as empresas entendem que quem está na área de negócios tem que saber medir os retornos porque quem não mede não sabe gerenciar”, diz Daniela. 


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Como "INCENDIAR" a Criatividade no Dia-a-Dia?

Só existe uma diferença entre as pessoas criativas e as que não são. Sabe qual é? A convicção.

As pessoas criativas acreditam que são e agem e se comportam como pessoas criativas! Todos nascem criativos, mas quando acreditamos na nossa natureza criativa criamos meios, processos e ferramentas para cultivar esse potencial. Quando não acreditamos na nossa criatividade nos tornamos preguiçosos e inventamos um monte de desculpas para evitar os riscos.

Pois é, criar é sinônimo de arriscar e por isso é preciso ter paixão, gostar do que faz. E para potencializar o seu lado criativo no dia-a-dia, eu costumo dar aos meus alunos alguns conselhos práticos:

primeiro: abrace o seu talento – só você pode reconhecê-lo, acredite nele!

segundo: Não peça feedback sobre o seu novo projeto, mas sim colaboração. O feedback pressupõe julgamento. E as pessoas julgam baseadas na sua subjetividade e no seu passado.

e, por fim: pense que ideias são possibilidades e gere muitas possibilidades antes de se decidir por um único caminho. Não pare na primeira ideia; sempre existe algo melhor que pode ser acrescentado ou mudado.

Confie no seu instinto. Não existe fracasso e sim aprendizado.





Cinco Dicas Para Ser Criativo Nos Negócios

Ser um administrador questionador e articulador são apenas duas das cinco dicas para ser mais criativo

Por Erick Krulikowski e Adriana Baraldi

Seja questionador - questionar o status quo e tudo mais (inclusive o próprio modelo de negócios) é a base para ser criativo nos negócios. As boas respostas começam com boas perguntas, e por isso o exercício do questionamento livre de amarras pode ajudar bastante. O teste dos “Por quês” ajuda a desmontar respostas e falsos argumentos, e utilizar a expressão “e se...” contribui para imaginar cenários. A Motorola nasceu fabricando rádios para carros, mudou radicalmente de negócio e se tornou conhecida produzindo celulares.

Seja um articulador (de ideias e de pessoas) – um ambiente criativo é um ambiente onde o fluxo de pessoas e ideias é livre. A capacidade de articular essas peças é que faz com que uma empresa seja criativa. Para isso, também é importante exercer o desapego da autoria: mais do que promover a “sua” ideia, é importante conduzir o grupo para chegar a uma boa ideia para a empresa.

Envolva e motive as pessoas – a criatividade tem mais resultados nos negócios se não ficar presa a um grupo específico da organização. Uma empresa da Costa Rica que exporta abacaxis motivou seus colaboradores da seguinte forma: se alguém tivesse uma ideia que pudesse diminuir os custos da empresa, receberia uma premiação em dinheiro – não importando em qual nível hierárquico estivesse. Um dos empregados que trabalhava carregando e armazenando os abacaxis teve a ideia de mudar o tamanho padrão das caixas de armazenamento: com apenas alguns centímetros a mais em cada caixa, foi possível armazenar mais abacaxis em um volume – e milhares em cada contêiner, fazendo a empresa diminuir seus custos de exportação.

Pense em soluções simples e diferentes para os problemas - a criatividade tem a ver com a forma que encaramos os problemas e com a combinação de ideias que utilizamos nessa abordagem. Neste sentido, as técnicas de Pensamento Lateral, que nos estimulam a ver os problema sob outra perspectiva, podem ajudar bastante. “Emprestar” soluções utilizadas em outros ramos de negócio (ou seja, geradas com outra perspectiva) pode se mostrar uma alternativa interessante: Steve Jobs, empreendedor visionário da Apple, utilizou seus conhecimentos adquiridos nas aulas de caligrafia para criar a famosa tipografia do Mac.

Encontre o equilíbrio entre a organização e a desorganização necessárias para criar – algumas vezes, músicos de jazz parecem estar tocando coisas completamente diferentes ao mesmo tempo, mas a estrutura da música é uma só e todos estão em sintonia, fazendo com que mantenham-se em perfeito equilíbrio entre o “caos criativo” do improviso e a organização. Portanto, até a criatividade deve ser, de certa forma, planejada. Nos negócios, a abordagem pode ser parecida: equilibre soluções criativas com processo já bem conhecidos pela empresa, de forma a manter todos da equipe na ‘mesma partitura’.


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O Varejo Precisa se Reinventar para Sobreviver

Por Soeli de Oliveira

A competitividade globalizada impõe novos conceitos de produtos, processos e formatos de lojas. A cada dia surgem novas tecnologias e inovações na forma de ser e de operar os negócios.

O desenvolvimento contínuo de novas tecnologias e inovações geram uma crescente ampliação de benefícios aos clientes e asseguram a competitividade das empresas. 

Por mais que essas novas tecnologias agreguem valor, o elemento humano ainda é fundamental para o bom desempenho das vendas. Sabe-se que clientes gostam e compram mais em lojas que possuem vendedores motivados, qualificados e dispostos a atendê-los.

Por maiores que sejam os avanços tecnológicos e a disponibilidade de produtos e informações na internet, gente ainda gosta de ser atendida por gente que as ajude a escolher e a tomar as melhores decisões. A prova disso é o grande número de pessoas que desligam o telefone ao serem atendidas por secretárias eletrônicas, e o espantoso volume de carrinhos de compras abandonados, sem compras concretizadas, nos sites de comércio eletrônico. Em alguns sites, o número de compras iniciadas e não terminadas é superior aos pedidos fechados.

Três tendências são hoje uma constante no varejo: a busca por conveniência, a customização e a indulgência.


Conveniência


No ritmo frenético atual as pessoas valorizam cada vez mais a oferta de facilidades e conveniências. Comprar tem de ser sinônimo de prazer e não de sacrifício. Os clientes ditam o mix dos produtos, como querem as embalagens, as entregas e o pagamento. Varejistas que não facilitam as compras, impondo formas de pagamento que favorecem apenas os seus processos internos sem levar em conta o que é mais conveniente para os clientes estão com os dias contados.


Customização


Reconhecer e respeitar a necessidade dos clientes de serem tratados e atendidos como importantes e únicos, faz parte do modo de ser e proceder do varejo contemporâneo. 

Comerciantes que concebem seus negócios apenas como transações comerciais, a simples troca de produtos e serviços por dinheiro, conseguirão no máximo ser sobreviventes “bóias-frias” do varejo. 

Para crescer e até mesmo para se manter no mercado, clonar ou apenas neutralizar as ações da concorrência não são mais suficientes.

As necessidades dos consumidores estão mais sofisticadas e o alto desempenho no varejo está reservado aos que entenderem que estão diante de um novo mercado, formado por novos consumidores, que nas suas compras buscam além de coisas comuns. Estão atrás de produtos, serviços e atendimento personalizados, feitos sob medida para eles.


Indulgência


O sentimento de “eu mereço” é cada vez mais perceptível na sociedade atual. Muitos produtos de luxo são comprados muito mais como forma de recompensa emocional do que pelo desejo de demonstrar status. 

Uma posição sólida no mercado e na mente dos clientes está reservada para os que conhecem os clientes em profundidade e buscam a inovação e a diferenciação com persistência, de forma a tornar a experiência de compra um momento inesquecível.


Soeli de Oliveira é Consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócio nas Áreas de Varejo, Vendas, Motivação e Atendimento. E-mail:soeli@sinos.net - Novo Hamburgo - RS.
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