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O RH e a Inovação nas Empresas - Oportunidades e Responsabilidades

Por Gisela Kassoy


"Inovação é uma nova idéia implementada com sucesso que produz resultados econômicos". Esta definição é de Ernest Gundling da 3M. Dá para contestar uma definição tão explícita? E quem ousaria, já que a 3M é tida como uma das empresas mais criativas do planeta?

Gundling deixa claro como a inovação é uma das principais armas para garantir a competitividade das empresas. Vejo aí uma grande oportunidade para o RH, já que há muitos aspectos de gestão de pessoas envolvidos quando o item em pauta é a inovação.

Eis um exemplo:

Recentemente, no Pão de Açúcar, um funcionário saudava amigavelmente os compradores e oferecia um pedacinho daquele lindo pêssego que estava à venda, tal qual fazem os animados feirantes.

Para um supermercado, é sem dúvida uma inovação. Saímos do paradigma das gôndolas, do auto-serviço, da impessoalidade para retornar ao velho relacionamento com a freguesia.

E qual foi provavelmente a área que contratou, treinou e motivou esse funcionário? Mais do que isso, quais teriam sido as ações do RH que estimularam a sensibilidade do colaborador com as necessidades de relacionamento, o olho no cliente e a análise de padrões de comportamento, como o da feira livre, que deram origem a essa idéia?

Fico me perguntando também qual foi o papel do RH na criação e manutenção da estrutura que permitiu com que a inovação tivesse sido não só criada, mas comunicada, aceita, testada e implementada.

Vou além. A questão não é saber quanto o RH participou de fato na concretização dessa idéia, mas perceber neste exemplo do Pão de Açúcar o quanto o RH pode ampliar sua participação.

Basta acompanhar o cotidiano das empresas, as metas desafiadoras a serem cumpridas, o constante monitoramento dos rumos e a obrigatoriedade absoluta de estarmos inseridos num empreendimento lucrativo para reconhecermos a dificuldade de se integrar na produção de inovações.

Trata-se de uma corrida perversa, pois zanzamos tanto atrás do lucro que não temos tempo nem espaço para a inovação, potencial fonte de lucratividade.

O RH pode inserir as inovações na roda sem atravessar o samba.

Como? O RH tem um papel fundamental na criação e manutenção de um ambiente que favorece a criatividade. Lembra do nosso sempre presente discurso do respeito ao ser humano, da importância da motivação, da necessidade de líderes inspiradores? Pois bem, são as inovações que trarão a possibilidade de quantificarmos seus benefícios. São as tais “novas idéias implementadas com sucesso produzindo resultados econômicos”.

E a competência dos colaboradores na geração e avaliação das idéias? Na administração do risco? Na busca de oportunidades? Desenvolvimento de competências é responsabilidade de todos e de cada um, mas é - novamente - o RH que vai colocar a mão na massa (e a mente nas decisões estratégicas) para garantir o recrutamento e/ou desenvolvimento e aplicação dessas competências.

Há muito a ser feito. No macro e no micro.

Falando sobre ações mais simples, o RH pode ser solicitado a contratar uma pessoa dita criativa que tenha um lado questionador forte e pode acabar descontentando o cliente interno. Ou pode também não ter coragem de contratar essa pessoa e assim frustrar o solicitante e as necessidades da área. Aí está uma oportunidade para se chegar a um consenso sobre a definição de “pessoa criativa” e até gerar uma discussão sobre a estratégia de inovação da empresa.

Há também o risco de se confundir inovação com modismo e criar uma cultura novidadesca para os programas de T & D, na qual o inédito é mais importante que a real necessidade da empresa ou confundir inovação com dinâmicas de alto impacto ou outras parafernálias didáticas.

Quando está em pauta a inovação, o RH exerce um papel muito maior: ampliar espaços para que as pessoas tenham como germinar as idéias que trarão lucratividade.


Gisela Kassoy - Consultoria em Criatividade
Fonte: portal do Marketing

Respeito ao Cliente - Um Compromisso de Todos

Por Nildo Leite Miranda Filho


Costumo, em minhas “pesquisas de observação” por shoppings, pequenos centros comerciais, comércio de rua, etc, observar atentamente e analisar o que fazem (ou não fazem) muitos dirigentes em relação ao consumidor/cliente.

Em muitos casos, lamento profundamente ao ver o baixo nível de atendimento, o mix e a má exposição de produtos, as técnicas de merchandising utilizadas, as estratégias e as políticas de preços inadequadas, as mecânicas de promoção de venda mau trabalhadas, as incompatibilidades na apresentação pessoal dos funcionários em relação ao que deveria ser para o seu público-alvo, etc, etc, etc.

Como são tantos os assuntos, abordarei, com objetividade nesta mensagem, a questão do atendimento para com o cliente externo.

Ao lembrarmos de que na “concorrência genérica” todas as empresas disputam cada centavo de cada consumidor e de uma frase de Sam Walton, o fundador da Wal-Mart, “clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar” não entendemos como tantos dirigentes, sejam eles donos de lojas, diretores, gerentes, encarregados, etc, ficam a discursar sobre a importância do consumidor ou do cliente, mas na prática, trata-o com desleixo, indiferença, menosprezo.

Não entendemos como não possam enxergar que, depois do cliente interno, o consumidor/cliente externo é a pessoa mais importante do negócio, é aquele que merece todo respeito, toda atenção e cortesia, que é a razão da empresa existir, que é aquele que, na grande maioria das vezes não depende da empresa e sim a empresa que depende dele, que é aquele que não interrompe, completa, que é aquele que faz um favor quando procura e compra produtos, que é aquele que paga todos os salários e pró-labores, que é aquele que sustenta empregos e famílias.

Será que esses dirigentes, não conseguem enxergar que entre outras estratégias e ações, podem e devem criar vantagem competitiva através das pessoas, que podem estabelecer objetivos mensuráveis para o atendimento, que podem e devem ter uma equipe treinada, que podem e devem criar um programa de incentivos e recompensas para que esta equipe possa oferecer um tratamento excepcional aos consumidores e aos clientes existentes?

Será que esses dirigentes não se dão conta de que devem entregar valor ao consumidor/cliente através dos produtos e/ou serviços (ou os dois) que comercializam ou que prestam, do conhecimento e da habilidade de seus funcionários e da formatação das suas imagens? Será que não pensam em quanto custará para um consumidor, afora o que irá pagar pela aquisição que for fazer, o seu tempo, a sua energia física e psíquica para procurá-los?

Será que esses dirigentes, ao invés de “mandar” seus colaboradores, funcionários, ou seja lá qual for a terminologia que utilizam, fazerem cursos de “Qualidade no atendimento ao cliente” (ou outros com mesmos objetivos), não deveriam eles mesmos, buscarem estas informações para compatibilizarem seus discursos com a prática e servirem de exemplo?

É para refletir e agir, pois com tanta competição no mercado, já passou da hora de pensar no consumidor/cliente com mais seriedade.


Nildo Leite é Consultor de Empresas, palestrante, coordenador e professor de cursos de pós-graduação e graduação em instituições de ensino em Salvador-Bahia nas áreas de Gestão Estratégica e Marketing.

Fonte: Portal do Marketing

Qual é o problema da concorrência?

por Jeffrey Gitomer

“Competição é saudável!”, “Há bastante espaço para todos!”. Hã?! Quem diz esse tipo de coisa? Certamente, ninguém em minha vizinhança. A grande verdade é que a maioria das pessoas quer que a concorrência morra, feche as portas do negócio e nunca mais se ouça falar dela.


A realidade

As vendas ainda estão abaixo do esperado para muitas empresas e existem menos prospects disponíveis. Consequentemente, a busca por mais e novas vendas e, especialmente, a busca pelo cliente da concorrência se intensificou.


Atenção

Neste exato momento, um concorrente seu está tendo uma reunião. Os profissionais estão planejando baixar o preço, roubar seus clientes e enterrar sua empresa sem dó nem piedade. Sim, é uma guerra disputada cliente a cliente, ação a ação. E o vendedor precisa ter as armas certas para usar nesse campo de batalha, como:

• Oferecer valor que signifique algo para o cliente.

• Mostrar que você oferece algo diferente do que a concorrência tem e por quê.

• Disponibilizar um serviço inesquecível.

• Possuir a melhor presença na internet.

• Ter os indivíduos mais amigáveis e que ajudam da melhor maneira.

• Obter a resposta mais rápida e precisa.

• Ter as pessoas que entendem melhor aquele produto/serviço.

• Estar disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias no ano – é o mínimo aceito hoje em dia.

• Ter a melhor reputação, com uma longa história de sucesso e de clientes felizes.

• Ah, sim! E, muito de vez em quando, ter o melhor preço.



As estratégias

• Respeite sua concorrência. Se falarem mal de você, não entre na guerra de lama.

• Conheça a fraqueza dos outros, mas concentre-se na sua própria força e valor.

• Se a concorrência ganhar um cliente, descubra por que aquilo aconteceu.

• Saiba o que eles falam de você e coloque respostas em sua apresentação. Mostre por que aquela afirmação é errada (suas vantagens), mas não ataque-os!


Ideia

Meu amigo Ray Leone fala para os vendedores se referirem à concorrência como “padrão do mercado”, e isso é brilhante! Ele diz algo como: “O padrão do mercado é X, mas nós oferecemos X mais Y”.


Segredo

Testemunhais também são valiosos. Deixe que seus clientes falem sobre seus produtos ou serviços, pegue depoimentos de pessoas que compravam da concorrência e agora estão com você. Encontre alguém que era seu cliente, foi para a concorrência e voltou! Quando você fala sobre outras empresas, é venda da pior qualidade, mas, quando seus clientes falam, é evidência.

Você não ganha comissão para falar mal dos outros e sim para conhecer o cliente, desenvolver um relacionamento, criar uma comunicação aberta, falar e receber a verdade, criar credibilidade, ganhar confiança e provar seu valor – e você consegue tudo isso ao fazer perguntas para o cliente.
Se a concorrência aparecer nesse meio-tempo, será quando o cliente falar. Tudo o que você tem de fazer é dizer: “Puxa! E depois disso, o que aconteceu?” ou similar. O processo da venda continuará a fluir a partir daí.

Lembre-se de que sua vitória sobre o concorrente acontece quando o cliente assina o pedido com você!


Jeffrey Gitomer é autor de A Bíblia de Vendas e um dos palestrantes mais respeitados e requisitados do mundo. É colunista de importantes revistas de negócios.

Fonte: Revista VendaMais

Trabalhando Com Um Líder Coach

por Cássio Quintão Vaz de Mello


Muito se tem falado sobre o Líder Coach. Palestras, livros, artigos, todos falam sobre este tema. O próprio Jack Welch, um dos maiores líderes de todos os tempos, já dizia que nos dias de hoje todo líder deve ser um líder coach e que para crescer profissionalmente essa competência é essencial.

O coaching é uma parceria entre o coach e o coachee (liderado, cliente). Na essência o que o coaching faz é ajudar as pessoas a pensar e para isso o coach precisa saber, muito bem, fazer as perguntas certas nos momentos certos. A função é extrair as melhores respostas, fomentando aqueles recursos que já estão nas mentes dos liderados, dos clientes (seu conhecimento) alimentando a criatividade.

Segundo Randy Di Stéfano, o Líder Coach é aquele que gera o desenvolvimento e o amadurecimento profissional de sua equipe, ensinando-os a pensar como líderes, para que eles se responsabilizem por criar alternativas.

Então a função do líder não é mais dizer para as pessoas o que elas devem fazer? É isso mesmo, o Líder Coach é aquele que pára de dizer para a sua equipe o que é para fazer.

- Agora embananou tudo, como vou trabalhar com um cara que não me diz o que fazer? Para que ele está sendo pago? Eu estou aqui para aprender e ele não vai dizer como, assim é fácil!

Na verdade as coisas não são tão complicadas assim, vamos ver na prática como isto funciona. Suponha que seu chefe é um Líder Coach. Quando você chegar a ele com alguma pergunta, por exemplo:

- Como eu resolvo este caso?

Você obterá qualquer resposta nesta linha:

- Quais são para você as melhores soluções para este caso, qual é o investimento necessário, que impacto isto terá sobre nossos clientes?
- Nossa, eu fui com uma pergunta e o que ele fez foi responder-me com outra? Não entendi nada. Ele deveria ter dito tudo o que eu deveria fazer.

No mundo organizacional atual é assim que as coisas ainda estão acontecendo. O colaborador tem dúvidas, levanta o “bumbum” da cadeira, pergunta ao “chefe” o que fazer, sai da sala dele com um checklist enorme e vai fazer o seu levantamento de dados. Levanta todos os dados da “listinha”, mas como ainda não aprendeu o que fazer, volta à sala do “chefe” para perguntar:

- E agora, tenho todas as informações, o que faço?

Imagina o seu Líder te apontando todos os passos. De que modo você seria criativo? De que modo aprenderia a ter iniciativa? E quando você tivesse qualquer outro problema semelhante o que você faria? Iria a ele com a questão para obter uma nova resposta, não é isso? E se ele estiver de férias? A quem você recorrerá para te dar o “caminho das pedras”?

Para trabalhar com um Líder Coach a sua postura deve ser diferente. Lembre-se: o Líder Coach é aquele que, não necessariamente, é tecnicamente melhor do que você, mas é aquele que faz as perguntas certas nos momentos certos. Você agora já conhece o perfil do seu líder, então qual deverá ser a sua postura?

- Fulano, estamos com este problema, eu pensei em três alternativas para o caso e quero compartilha-las com você.

- Ok – responderá o líder – vamos conversar.

- Olha, a primeira alternativa incorrerá nos seguintes custos, impactará em X% os nossos resultados e nossos clientes sentirão seus efeitos desta forma... a segunda alternativa...

Desta forma você se inserirá no processo de solução e de decisão. As suas alternativas serão discutidas com o líder, vocês buscarão um consenso. O líder saberá que sempre poderá contar com sua iniciativa, pedirá sua opinião nas tomadas de decisão e, com certeza, terá mais liberdade para trabalhar. A confiança do seu chefe em você irá crescer. E principalmente, você além de estar preparado para trabalhar em qualquer organização, também estará preparando a si mesmo para se tornar um Líder de sucesso, um Líder Coach.

Antes de levantar-se para apresentar qualquer questão ao seu líder pense no QUAL desta questão.

Qual o problema?
Quais as possíveis opções?
Quais as conseqüências de cada uma delas?
Quais os primeiros passos?
Quais serão os acompanhamentos?
Quais os possíveis resultados?

Diferenças entre os tipos de liderados:

 
 
Cássio Quintão Vaz de Mello

International Coaching Certificate

Não Transforme Sua Vaca Leiteira Em Boi de Piranha

por Marcelo Caetano


Quando a guerra de preços atinge seu produto mais importante, isso pode significar um horizonte vermelho logo à frente. Então, defender seu mix de produtos deve ser uma tarefa estrategicamente pensada, caso contrário sua lucratividade pode ser comprometida rapidamente.

Existe uma matriz chamada BCG, que é uma análise gráfica desenvolvida, em 1970, por Bruce Henderson, para a empresa de consultoria empresarial americana Boston Consulting Group, mas que, até hoje, pode e deve ser usada. Essa matriz divide os produtos em quatro quadrantes, de acordo com a participação deles no mercado e suas possibilidades de crescimento:

1. Em questionamento (também conhecido como “ponto de interrogação”) – Nesse quadrante, estão os produtos que não geram lucro, mas que, se o mercado crescer, podem ser levados pela onda.

2. Estrela –Produtos em destaque que exigem grandes investimentos para continuar dando resultado. E, devido ao alto investimento necessário, têm sempre uma lucratividade baixa.

3. Vaca leiteira –Produtos que vendem muito sem exigir grandes investimentos. Normalmente, ajudam a sustentar uma empresa e os produtos que estão nos outros quadrantes.

4. Abacaxi –Aqueles produtos que já deram tudo o que tinham de dar ou que nunca decolaram. Os produtos nesse quadrante devem ser riscados da carteira, salvo por motivos de distribuição de custos. Atenção: no mercado de alta competitividade em que vivemos, a maioria dos produtos tende a se tornar abacaxi rapidamente. Mesmo aqueles que sustentam sua empresa hoje.

A maioria dos produtos passa por todas essas etapas. Ou seja, o produto que hoje é altamente lucrativo, e sustenta toda a operação, amanhã pode se tornar de baixa participação no mercado – por isso é tão importante a empresa inovar constantemente.

O grande problema de não ter inovações é que as empresas acabam colocando suas “vacas leiteiras” na linha de frente da guerra de preços – a posição que costumo chamar em minhas consultorias de “boi de piranha” (no pantanal, tem sempre um boi que atravessa o rio antes da boiada para atrair as piranhas e não sacrificar outros bois).

É inevitável que, mais cedo ou mais tarde, sua “vaca leiteira” se torne um “boi de piranha”. O problema acontece quando, atrás dela, não há mais produto algum para atravessar o rio. Ou seja, você acaba sacrificando fortemente a margem do produto que sustenta sua empresa e não está pensando, ou melhor, agindo para colocar outro no lugar. Nesses casos, você fica em uma posição muito delicada, pois, quando as empresas param de investir no desenvolvimento de novos produtos e passam a tentar sobreviver apenas dos já existentes, seu fracasso é iminente no médio ou longo prazo.

Tenha uma atenção especial a essa situação: se o produto que sustenta sua empresa está sendo bombardeado pelo preço dos concorrentes, é preciso que ele tenha um substituto em lucratividade, caso contrário suas margens cairão rapidamente e, portanto, sua lucratividade também.

Veja só uma situação no mercado de informática: os chips dos computadores dobram de velocidade, em média, a cada dois anos. Por isso, você sempre paga em torno de R$800 por um PC. Caso isso não acontecesse, os PCs já custariam cerca de R$200 – arrasando a margem de lucro das empresas.

É claro que esse é um caso extremo, mas é preciso cuidado e atenção para não tornar toda a sua empresa num grande “boi de piranha”.

________________________________________
Marcelo Caetano é palestrante em encantamento ao cliente e vendas. Autor do livro "Vendedor Fiel, Cliente Fiel".

Fonte: Revista VendaMais

Empreendedorismo e Liderança nas Empresas

Por Sonia Jordão


A quantidade de empreendedores no Brasil é muito grande e isso é muito bom. Geralmente estas pessoas começam um negócio quando conhecem muito bem um produto, um segmento de mercado ou um determinado setor de empresas; estão com alguma reserva financeira disponível e querem ser seus próprios patrões; ou têm dificuldades para voltar ao mercado de trabalho. Muitas vezes, esquecem que terão de ser bons líderes para conseguir fazer o negócio crescer e correm o risco de terem uma empresa com um só funcionário: o proprietário.

Ser líder é diferente de ser administrador, gerente ou chefe. Liderar é lidar com pessoas e administrar é lidar com recursos, papéis, processos... Um chefe pode ser nomeado numa hierarquia, independentemente de possuir ou não as qualidades necessárias. Você pode ser um gerente e não conseguir ser o líder da equipe e pode ser o líder da equipe sem ser o chefe.

Um bom líder precisa das seguintes virtudes: competência (conhecimento, habilidades e atitude/ação), ética (integridade e honestidade), entusiasmo, empatia, autoconfiança, sensibilidade, humildade, imparcialidade, saúde, autoconhecimento, motivação e inteligência acima da média. É fundamental, também, que goste de se relacionar com pessoas, saiba ouvir e seja observador.

O empreendedor precisa atentar para o fato de que a presença de um líder é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. O ideal é que, caso não seja um líder nato, procure desenvolver habilidades de liderança. É necessário que o líder seja alguém capaz de tirar um grupo de onde ele está e levá-lo aonde deveria estar. Assim, fará com que a equipe realize voluntariamente o que precisa ser feito, extraindo o melhor de cada colaborador e alcançando resultados positivos.

Alguns pequenos empresários cometem determinados erros na administração de seus negócios, muitos por falta de liderança, entre eles temos:

* Não se conhecem suficientemente para saber as competências que lhes falta para, então, buscar treinamento ou pessoas com tais capacidades.

* Não conhecem o ponto de equilíbrio de seu negócio e gastam mais do que podem.

* Contratam pessoas que não são adequadas às funções. Não é proibido contratar amigo ou parente, mas é proibido contratar gente incompetente para a função.

* Adiam decisões que precisam ser tomadas rapidamente.

* Não investem em seus colaboradores e nem em si mesmos através de treinamentos e cursos.

* Assumem compromissos que não têm capacidade de cumprir.

* Esquecem que o maior patrimônio das empresas é o cliente. Todos os colaboradores na organização precisam “servir” o cliente e não o patrão. Sem clientes o negócio está fadado ao fracasso.

Ser líder é difícil, mas é bom. Para se tornar um bom líder é preciso procurar estar preparado, ser proativo e reflexivo. É importante ainda se auto-avaliar, procurar melhorar continuamente e ter entusiasmo e otimismo.

Um problema muito comum em algumas empresas é que o empreendedor transfere toda a responsabilidade de liderança para o gerente. Quanto mais delega atribuições, mais o líder penetra na essência de sua função: que não é “fazer” e sim “fazer os outros fazerem”. Agora, o empresário não pode ignorar que quando ele delega continua com a responsabilidade pelo êxito ou fracasso do empreendimento. Por isso, ele precisa acompanhar a realização das tarefas e pedir que prestem contas temporariamente dos resultados obtidos. Além disso, deve controlar o uso de todos os recursos, inclusive os recursos humanos. Caso o gerente não tenha sucesso ele será o culpado: ou por ter contratado errado, ou por não ter treinado da maneira correta, ou ainda por não ter controlado suficientemente.

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.
fonte: portal do marketing

Qual o Desenho do Seu Sonho?

* Nicolai Cursino


Você realmente sabe o que quer para a sua vida?

A maioria das pessoas e empresas que iniciam processos de mudança conosco, seja coaching ou treinamentos aqui na Reserva Ecológica do Japi, sabe muito bem o que não quer, mas poucos sabem o que querem.

“Eu não quero mais trabalhar nesta empresa”, “computação não é o meu ramo”, “gostaria de fazer outras coisas”, “há muitos problemas de conflito em nossa empresa, não queremos mais isso”, “nossos líderes são controladores, não sabem delegar”.

De fato, poucas pessoas vão ao médico dizendo “eu quero me sentir leve, livre e cheio de disposição”. É muito mais fácil ouvir “não quero mais sentir essa dor de cabeça” ou “não quero mais tossir”.

Muito poucos sabem de fato a vida que querem construir.

Você sabe? Sua empresa sabe?

Pergunte-se neste momento, o que mais quer mudar na sua vida hoje? E perceba se a resposta aparece em forma de algo que você não quer, ou se ela aparece bem definida, claramente mostrando o que você quer.

É preciso que você defina a vida que quer viver e o mundo que quer construir em vários níveis.

Primeiro você precisa conhecer o ambiente do seu sonho. Onde você estará quando conseguir o que quer? Será uma casa, um escritório?Em qual cidade? Qual o tamanho? Qual a cor das paredes, o formato das mesas? Que cheiro você sente neste lugar? Que temperatura? Janelas abertas ou ar condicionado? Há pessoas junto com você? Quem? Você ouve as vozes delas? Há música no ambiente? O que diz a voz que fica dentro de sua cabeça?

Em seguida você precisa saber o que fará dentro do seu sonho, quais as ações básicas do seu dia a dia. Você vai falar com pessoas, atender clientes, dançar, fazer comida, escrever no computador? O que você fará especificamente no seu dia a dia básico quando tiver atingido isso? Sinta esses comportamentos em seu corpo. Quais músculos eles precisam? Como você se sente quando faz isso?

É preciso que você saiba também que habilidades você vai precisar para chegar lá. Você terá que se comunicar melhor? Como especificamente? Falar em público, escrever? Você precisará saber organizar finanças? Gerenciar pessoas? Gerenciar uma empresa? Saber negociar? O que você precisará saber fazer para que seu sonho aconteça, que ainda não sabe hoje? Quais são exatamente essas capacidades? Feche os olhos e veja cada uma delas.

E quando seu sonho estiver realizado, quando já estiver vivendo a nova vida, também estará vivendo novos valores. Quais são eles? Liberdade, segurança, amor, alegria, bem-estar, família? Quais deles estão mais presentes quando você vive o seu sonho? E quais são as coisas que acreditará quando viver a nova vida? É evidente que acredita em coisas diferentes do que acreditava. Acredita que é capaz? Acredita que merece? Acredita que é possível?

Mais importante ainda, você não será mais exatamente a mesma pessoa. Será a mesma em essência, porém não será a mesma em crenças, em habilidades, em comportamentos. O fato é que o que você é hoje só te levou até onde você está. Para que você possa ir além, você precisa ser uma nova pessoa. Uma nova vida exige uma nova pessoa, uma nova identidade, uma nova missão. Feche os olhos. Que imagem representaria esse novo “eu” de sonho realizado?

E por último e talvez o mais importante de tudo. Como você afetará seus familiares, seus colegas de trabalho, sua cidade, seu planeta. Como o seu sonho vai afetar o mundo ao seu redor? Quem mais se beneficiará dele? Como será o mundo quando você estiver vivendo a sua missão?

Pense no seu sonho e releia este texto em silêncio. E a cada passo, a cada parágrafo, veja as imagens do seu sonho, ouça os sons e sinta as sensações. E você vai ficar surpreso e impressionado com a emoção de construir de fato, o futuro que quer ter.

Tenho acompanhado muitas pessoas nesse processo. Minha vida e minha carreira hoje é resultado dele.

E minha melhor maneira de agradecer é ajudar você a fazer o mesmo.

Só depende de você. Agora é a hora e este é o lugar.

*Nicolai Cursino é consultor, treinador e palestrante em desenvolvimento humano e liderança, com foco no crescimento sustentável das pessoas e das empresas. Sua atuação abrange América Latina, Estados Unidos e Europa. É sócio-diretor da Iluminatta Brasil Desenvolvimento Humano.

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 405ª Edição

Lidando Com Pessoas Difíceis

*Leila Navarro


No ambiente de trabalho, é muito comum termos dificuldades de relacionamento com algumas pessoas. Pode ser um chefe arrogante e autoritário, que trata a todos como se fosse o dono da verdade. Um cliente grosseiro, que fala conosco como se estivesse fazendo um grande favor. Pode ser um colega com quem divergimos o tempo todo e nem precisa abrir a boca para nos tirar do sério. Ou o gerente de outro departamento, que não está nem aí para a urgência de nossos projetos e demora séculos para assinar uma folhinha de papel. Se pelo menos fosse possível evitar o contato com “aquela” pessoa... O problema é que temos de nos relacionar com ela, trabalhar com ela, vender para ela. Como fazer, então?

Não é fácil lidar com pessoas que colidem conosco, são mal-educadas, negativas, cabeça-dura ou antipáticas, mas é possível, e a primeira coisa a fazer é não entrar na sintonia delas. Procure pensar assim: se a pessoa é arrogante, pessimista, provocadora ou seja lá o que for, o problema é dela. Você não tem nada a ver com isso! Cada um é como é, fazer o quê?! Assim, durante a conversa, mantenha a consciência de quem você é, o que quer e o que não quer. Sinta seus pés no chão, mantenha atenção à respiração e converse com calma. Pense antes de falar, evitando disparar reações automáticas, mantenha o controle emocional e o discernimento. Tente não se deixar “contaminar” pelo astral do outro e a conversa pode fluir muito melhor!

Caso você não consiga manter o equilíbrio e acabe ficando alterado, com vontade de esganar o sujeito, relaxe com a terapia da risada: ela é ótima para amenizar situações de tensão e raiva. Quando você estiver sozinho, faça o exercício de rir de boca fechada, deixando o som da risada ecoar por todo o corpo. Rir por dentro pode parecer coisa de maluco, mas tem lá sua lógica, pois as vibrações do riso têm a propriedade de combater as tensões. A propósito, o riso de boca aberta tem o mesmo efeito.

Pode ser que, nos encontros seguintes, você tente não entrar na sintonia da pessoa difícil, mas não consegue evitar bater de frente com ela. Então fica nervoso de novo e tem de relaxar mais uma vez. Pode ser que a situação se repita várias vezes, mas uma coisa é certa: no decorrer do tempo, algo pode mudar. Se você verdadeiramente persistir na idéia de manter o equilíbrio, sem perder de vista o que realmente quer e o que não quer, perceberá que a outra pessoa o afeta cada vez menos.

Na verdade, o relacionamento com pessoas que parecem atrapalhar nossa vida nos traz uma grande oportunidade de auto-aperfeiçoamento, pois o que nos incomoda nos outros é justamente o que não apreciamos em nós mesmos. Em outras palavras, os defeitos que vemos no outro são os mesmos que nós temos. Compreende? Suponhamos que você tenha dificuldades para se relacionar com uma pessoa extremamente competitiva, que deseja mostrar que é a melhor em tudo o que faz. No fundo, no fundo, você fica incomodado porque também é competitivo e não quer se sentir inferior a ninguém. Faz sentido, não faz? Se não fosse competitivo, não daria a menor bola para a mania de "aparecer" dos outros. Simplesmente trataria com eles da melhor forma possível e depois diria a si mesmo: “Eu, hein?!”

A dura verdade é que os outros nada mais fazem do que refletir o nosso próprio interior, apontando os aspectos da personalidade que precisamos trabalhar. Quer saber de uma coisa? Deveríamos mesmo é agradecer às “pessoas difíceis” de nossa vida, pois, mesmo sem querer, elas estão nos ajudando a crescer.


*Leila Navarro é coach, escritora e palestrante há mais de 10 anos, tendo consolidado, neste tempo, um forte nome no Brasil e no exterior. Para saber mais sobre Leila Navarro, acesse: http://www.leilanavarro.com.br/

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 407ª Edição

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