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Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Experiência Socialista...

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo.'

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas em testes."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas.' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém repetiria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um A...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam Bs. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média dos testes foi D.

Ninguém gostou. Depois do terceiro teste, a média geral foi um F.

As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram...

Para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foram seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.

"Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros, sem seu consentimento, para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

____________________

O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931!!!


"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.

Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.

O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.

Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931

Pense nisso e comentem!!!

Saiba Quais São as Competências Desejadas em um Profissional

por Marília Almeida

Frente a um mercado dinâmico e competitivo, algumas características comportamentais são cada vez mais valorizadas pelas empresas. É o caso do trabalho em grupo, cuja importância se intensificou no atual cenário econômico.

“A empresa não é mais um quadrado. Com o maior acesso à informação e maior sinergia entre as áreas da empresa, o funcionário tem de saber trabalhar com uma equipe multidisciplinar. Por isso, deve ter e preservar uma rede de relacionamentos”, diz Ricardo Tasinato, diretor da consultoria Interathiva.

Além dessa característica, a capacidade de adaptação também conta, mas não basta: deve acontecer de forma rápida, principalmente em casos de fusões de empresas. “A comunicação objetiva com superiores, colegas e colaboradores se torna essencial. É necessário aprender a dar um retorno claro das atividades desempenhadas”, pontua Arlindo Felipe Júnior, diretor executivo do Grupo Soma.

Algumas dessas qualidades poderiam até ser consideradas como defeitos em outras épocas, como separar a vida pessoal e a profissional no ambiente de trabalho. “Já está comprovado que isso é impossível e pode impactar no trabalho desempenhado. É necessário viver perdas e lutos. Os gestores devem estar atentos a isso”, explica Tasinato.

Um mercado de trabalho mais competitivo também exige profissionais que consigam desempenhar tarefas diversas. “Antes, a empresa oferecia dois projetos, e o funcionário dizia que poderia cumprir apenas um. Isso mudou. A cobrança é maior e deve ser compensada por uma qualidade de vida e capacidade de desligar do trabalho nas horas de folga”, completa o consultor.

Felipe Júnior, por outro lado, faz um alerta aos funcionários “robôs”, que, certo ou errado, fazem tudo o que lhes pedem. “Os executivos costumam dizer que demitem dois tipos de funcionários: aquele que faz tudo e aquele que não faz nada”, conclui.

Para ele, reciclagem não deve ser sinônimo de cursos no currículo, mas também boa formação cultural e acompanhamento de novas tendências de um mercado em constante movimento. “Isso vale para todos os níveis hierárquicos. Um porteiro que trabalha em edifícios inteligentes precisa ter conhecimentos atualizados de informática”.

A secretária Sandra Britto, 27 anos, conta que aprendeu a ponderar traços de sua personalidade no trabalho, mas sem falsear sentimentos. “Sou extrovertida, falo o que penso até que soube que incomodava colegas. Recebi as críticas com bom humor. Agora, me controlo mais, mas não anulo minha personalidade”, explica.

Ela percebe que as empresas cada vez mais valorizam o funcionário que toma iniciativa, é curioso, perspicaz, sabe se impor sem ser inconveniente e tem capacidade de aprender e ensinar. “A formação acadêmica faz falta, mas procuro ser clara e franca, além de ter um plano de carreira. Experiências anteriores abrem diversas portas”.

“As empresas buscam profissionais com forte habilidade de gestão, foco em resultado e com intuição acurada, capazes de analisar e encontrar pistas de caminhos do mercado em um cenário ainda nebuloso. Isso envolve capacidade de reflexão e empreendedorismo”, afirma o gerente de operações da Gelre, Toni Camargo.

NO AMBIENTE DE TRABALHO:

-SOBE

• Trabalho em grupo

• Comunicação objetiva

• Foco em resultados

• Intuição

• Empreendedorismo

• Poder de adaptação

• Visão global da empresa



-DESCE

• Padrões e crenças rígidas

• Falta de empatia

• Falsear sentimentos

• Profissional “robô”

• Dispensar tarefas

• Desatualização

• Workaholics



Fonte: Jornal da Tarde



E você já providenciou trabalhar estas características? Porque em algum lugar existe um profissional mais antenado que já está desenvolvendo estas competências. Dê a sua opinião sobre o post.

O Palestrante

Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, com surpresa, deu com o auditório vazio.

Só havia um homem sentado na primeira fila.

Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele.

O homem respondeu:

- Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.

O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado.

Quando terminou, perguntou ao homem:

- Então, gostou da palestra?

O homem respondeu:

- Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

Moral da História:

Uma das tarefas mais importantes na nossa vida profissional é saber mudar os planos, quando a situação muda. O cliente sempre quer trabalhar com empresas que têm estratégia.

Todos têm um plano, mas nem todos sabem o que fazer quando ele não dá certo.



(Autor desconhecido)

Gestão do Tempo

Por Ernesto Artur Berg

1. Estabeleça os objetivos com clareza.

Tenha estabelecido bem claro para você o que pretende atingir de mais importante em dois ou três meses ou nas próximas semanas. Anote essas metas com destaque numa folha de papel e deixe-as sempre bem à vista. Isso fará com que não esqueça de suas metas. Lembre-se: barco sem rumo não chega a porto algum.


2. Faça uma lista diária e priorize as atividades.

Isto é tão básico quanto o Manual de Primeiros Socorros. Relacione diariamente, numa folha de papel ou em sua agenda (pode ser notebook, também), todas as atividades a serem cumpridas nesse dia e estabeleça prioridades começando sempre pelas mais importantes. Assim poderá monitorar o andamento dos trabalhos, em vez de perder tempo com picuinhas que engolem o seu tempo, deixando-o dopado, mas sem nada renderem de efetivo.Uma folha de planejamento diário será de muita utilidade para sua definição de prioridades, tanto de atividades a serem executadas quanto de telefonemas a serem feitos.


3. Delegue.

Passe a bola aos seus subordinados, começando pelas rotinas e procedimentos operacionais.Depois, se puder, delegue também atividades e trabalhos de maior responsabilidade, desde que a pessoa esteja apta para assumir a tarefa. Caso contrário, treine-a. Delegando você estará livre para vôos mais altos e fazer coisas mais nobres. Esse assunto (delegação) será abordado numa newsletter futura


4. Saiba tomar decisões.

Não existe carteirinha de chefe que o salve de tomar, algumas vezes, decisões erradas. Uma decisão errada é, quase sempre, melhor do que não tomar nenhuma decisão. Mas abusar do erro é pior do que não tomar nenhuma decisão. Tente identificar as causas do problema mediante as clássicas perguntas:O Quê?, Quando?, Por Quê?, Onde?,Quem?, Quanto?. Isolado o problema e descobertas as causas, tome a decisão.

Se estiver em dúvida quanto à melhor decisão , pergunte às pessoas que já enfrentaram o problema como o resolveram. Pesquise também em livros, ou reúna seus subordinados e peça-lhes sugestões.Uma boa idéia é também procurar um especialista no assunto.


5. Saiba dizer NÃO.

Não recusar nenhum serviço, por menos volumoso que seja, quando você já está atolado de trabalho até a ponta do nariz, não lhe trará nenhum reconhecimento de outros. Acabará apenas ganhando a taça do “Engole Sapo”. Trabalhar muito é uma coisa,mas ser soterrado pelo trabalho é outra bem diferente. Se alguém (como seu chefe, por exemplo) quiser lhe empurrar um serviço e você estiver atolado, diga claramente que não tem condições de assumir mais um trabalho,sob o risco de comprometer seriamente o prazo e a qualidade do que você já está fazendo. Sugira outra pessoa e,se mesmo assim seu chefe insistir, faça com que ele assuma a responsabilidade pelos atrasos que advierem nas atividades que você já estava desempenhando.


6. Seja breve ao telefone.

Ligações telefônicas constantes atrapalham e atrasam o trabalho. Depois das rápidas gentilezas iniciais vá direto ao assunto, seja breve e objetivo, sem entretanto perder a simpatia. Concluído o diálogo, agradeça e encerre o contato. A menos que você seja relações públicas, vendedor ou algo semelhante, não há motivo para esticar um telefonema. Imunize-se também contra interrupções telefônicas quando estiver concentrado num trabalho importante ou em reunião. Peça à secretária – ou a alguém – para anotar o número e ligue mais tarde.


7. Faça reuniões produtivas.

Nada mais fácil do que dinamitar uma reunião. É só introduzir assuntos não agendados, discutir o sexo dos anjos, abordar assuntos irrelevantes e deixar que dois ou três galos de briga monopolizem a reunião e fiquem discutindo entre si. Reuniões eficazes exigem um coordenador (para disciplinar a discussão e também marcar o tempo), assuntos previamente agendados do conhecimento de todos, participação e envolvimento dos participantes e, ao final,cópia para todos das decisões tomadas na reunião, com os compromissos assumidos por cada um (quem são os responsáveis pelas tarefas ou projetos) e as datas de realização.

Entre no site www.quebrandobarreiras.com.br e faça o download gratuito do livro “Como Se Tornar Um Líder”, de Cristian H. Godfroy. Você encontrará ali um teste de liderança e muitas “dicas” sobre o assunto.


8. Evite o perfeccionismo.

“O perfeito é inimigo do ótimo”, diz o ditado. A perfeição é desejável, mas raramente necessaria. Isso parece estar acima do nível de compreensão do perfeccionista, o qual acha que tudo – de um simples bocejo à mais avançada astronave – deve ser impecável. Nada pode ter andamento sem antes passar pelo seu neurótico controle de qualidade – relatórios, projetos, digitação, cartão-ponto, limpeza, etc -, e assim decisões importantes e essenciais deixam de ser tomadas, porque o “deus-da-perfeição”,excessivamente comprometido com a importância das picuinhas desnecessárias, não consegue ver as oportunidades passando ao lado. Se o ótimo já está ótimo, deixe o rio continuar fluindo, e não o impeça. Quase sempre o perfeito custa tempo, dinheiro e esforço que não compensam o trabalho. O perfeito só deve ser buscado quando for realmente imprescindível.


9. Saiba como usar sua energia trabalhando a seu favor.

Todos temos um “relógio biológico” que regula nosso fluxo de energia no decorrer das 24 horas do dia. Pesquisas científicas comprovaram que nossa capacidade de raciocínio, criati-vidade e tônus muscular atingem seu auge entre oito e onze horas da manhã. Esse ritmo diminui quase pela metade no período da tarde e à noite não chega a 20%. Nada melhor então do que remar a favor da maré. Pela manhã, sempre que possível, execute atividades nobres, que exijam clareza de raciocínio, dedique-se a um projeto importante, faça reuniões produtivas (e rápidas), estabeleça contatos essenciais etc.À tarde, de preferência, dedique-se mais a rotinas e trabalhos corriqueiros. Agora, se você gosta de testar seus limites de atleta olímpico, então na hora do almoço faça sempre refeições substanciais, com muita comida gordurosa e regada a muito vinho ou cerveja e, em seguida, vá a uma reunião importante ou desenvolva um trabalho que exija concentração e veja os resultados. Entretanto, se você não for “aquele” atleta, nem quiser testar seus limites, então almoce com frugalidade e evite bebidas alcoólicas.Você continuará produtivo no período da tarde e com disposição até para algum trabalho à noite, se precisar. Reserve, de preferência, o fim de semana para colocar em dia suas necessidades gastronômicas e etílicas, se sentir essa necessidade.


10. Organize-se.

Os sintomas da desorganização são: deixar tarefas inacabadas, fazer várias coisas ao mesmo tempo, incapacidade de concentração, adiamentos constantes, não programar suas ativida-des. Existem tarefas que exigem dias, semanas ou meses de trabalho, e muitas vezes não temos condições de alocar períodos de tempo sem que haja várias interrupções. Use então a “técnica da mortadela”. Quem se propuser a comer uma mortadela de dois quilos de uma só vez é sério candidato a uma inesquecível indigestão. Mas, se ela for fatiada e consumida aos poucos, depois de alguns dias, não existirá mais nenhum pedaço dela.

O mesmo se dá com tarefas trabalhosas e difíceis. Divida-as em porções menores e depois complete-as passo a passo. Neste caso é essencial estabelecer prazos e dividir o trabalho em etapas, completando um segmento de cada vez. Assim, você se sentirá gratificado ao perce-ber que já completou uma parte do projeto e estará motivado para iniciar a próxima etapa.


11.Saiba o que fazer com os papéis (vale também para e-mails).

Se você coleciona papéis em cima da mesa ou entope as gavetas com eles e sente-se incomodado com isso, então utilize estas alternativas:

a. Jogar Fora. Pergunte-se:“Qual a pior coisa que poderia acontecer se eu jogasse esse papel no lixo (ou deletasse)?” Se a resposta for “nada”, então jogue no lixo (ou delete) sem o menor constrangimento.Exemplos de papéis descartáveis: intermináveis folhetos de propaganda, folders de seminários e conferências a que não irá assistir, notícias obsoletas, informações que não são de seu interesse.

b. Transferir. Transfira os papéis (ou e-mails) que não são de sua alçada ou do seu interesse ao chefe, colega ou subordinado etc. e que poderão ser de utilidade a eles.

c. Agir. Se tiver que tomar alguma atitude em relação a algum papel (ou e-mail),tome logo,contanto que não interfira nas suas prioridades, a menos que seja algo mais importante do que essas prioridades. Se você mesmo não puder executar as tarefas, então delegue-as a alguém.

d. Arquivar. Se o papel (ou e-mail) tiver alguma utilidade futura, arquive-o. Assim poderá recuperar o documento futuramente quando necessitar dele. Não esqueça de entrar no site www.quebrandobarreiras.com.br e de fazer o download gratuito do livro “Como Se Tornar Um Líder”.


12. Pratique a relação 80/20.

Já no final do século XIX, o economista italiano Vilfredo Pareto afirmava: 80% das riquezas do mundo são produzidas por 20% das nações; 20% das riquezas restantes são produzidas por 80% das nações. Essa relação vale também para a administração: 80% que de importante você produz num dia vem de 20% de suas atividades; enquanto que 20% da produção de um dia vem de 80% de outros trabalhos.

Descubra quais os 20% do seu trabalho diário (isto é, o que é realmente essencial em seu trabalho) que lhe dão 80% de produtividade. Descubra também quais as picuinhas, rotinas e atividades que tomam 80% do seu tempo e que lhe trazem apenas 20% de produtividade. Descarte-as quanto antes, pois elas o estão fazendo cair na armadilha da improdutividade, camuflada sob a forma de muito trabalho. É bom lembrar que os “super” bem-sucedidos raramente trabalham tanto quanto os meramente bem-sucedidos: é que eles trabalham de um jeito mais inteligente.

Falta de tempo é o eterno álibi dos incompetentes. A alta produtividade é o resultado dos que aprenderam a esgrimir com o fantasma do tempo.

Aos Que Acessam o Blog do Cabra

O Blog do Cabra posta esses agradecimentos a todos que acessam e seguem este blog. Em especial aos nossos irmãos portugueses pelo número de acesso no exterior, nossos patrícios constantemente vêem ao blog em busca de notícias e novidades na área de gestão, entre outras matérias, e esta foi a forma que encontrei de agradecer. Muito Obrigado!

Abaixo segue a lista atualizada dos acessos ao Blog do Cabra por internautas do mundo inteiro, ressaltando nos amigos portugueses, mas de forma alguma esquecendo os demais freqüentadores do Blog do Cabra, inclusive nossos acessos no Brasil que não para de aumentar.



Neste ano pretendemos continuar a postar matérias interessantes, fazer novas parcerias e atrair novos seguidores, que já chegam a 124 (cento e vinte e quatro), e contamos com a ajuda de todos.

Muito obrigado a todos.


Marcelo Cabral
Blog do Cabra

Você Sofre Com A Síndrome Da Segunda-Feira?

Naísa Modesto

Conforme anoitece o domingo, parece que a energia que esbanjamos durante todo o final de semana também vai minguando. O início de um dos programas dominicais mais tradicionais também parece ser o fim. O descanso acabou! Agora você só pensa em ter de acordar logo cedo e ir trabalhar. Para muita gente, é isto que o começo de uma nova semana significa: tortura.

Talvez seja só uma fase ruim ou um final de semana mais gostoso que deixa saudade, mas se isso acontece a cada semana, é possível que você esteja sofrendo com a Síndrome da Segunda-Feira.

Ainda que esta síndrome possa não existir formalmente, ela descreve bem os sintomas que alguns profissionais apresentam antes de iniciar uma nova jornada de trabalho. "Eles apresentam sintomas como falta de ânimo, indisposição, cansaço... Logo na segunda-feira, quando, em tese, deveríamos estar com a energia recarregada depois do final de semana", explica Rita Calegari, chefe do setor de Psicologia do Hospital São Camilo - Unidade Pompéia.

O quadro não é afetado exclusivamente pela falta de motivação. Pode acontecer de o profissional ser realmente apaixonado pelo que faz e estar encontrando um período difícil, com muitas pressões e cobranças, por exemplo. Os sintomas podem indicar desde estresse até insatisfação profissional, situações agravadas pelo regresso ao trabalho nas segundas-feiras.

Rita explica que muitas vezes temos dificuldades para conseguir identificar os primeiros sintomas, geralmente psicológicos, como o sentimento de descontentamento. "Nem todas pessoas conseguem fazer esta auto-análise. A maioria de nós consegue entender quando os sintomas físicos começam a aparecer, mas o começo do problema é emocional", conta.

 
A psicóloga ainda explica que esse perfil é bem diferente de um quadro depressivo, pois a pessoa com depressão sente os sintomas todos os dias. Quem sofre com a Síndrome da Segunda-Feira sente este desânimo no começo da semana e fica inclusive satisfeito e animado em outros dias, como às sextas-feiras, em virtude da proximidade do final de semana.

"Todos nós vamos ter altos e baixos na vida profissional, isso é inerente às profissões. Por isso, temos de ter o bom senso de entender que é preciso escolher uma profissão que nos agrade", aconselha Rita. Outra dica importante é ficar atento às suas reações. Os períodos difíceis que os profissionais enfrentam têm de ter começo, meio e fim. Se, com o passar do tempo, os sintomas não desaparecem e o desânimo for sempre presente, é hora de fazer uma reavaliação da carreira.

Fonte: Carreira & Sucesso

Estudo de Caso - HARLEY-DAVIDSON

O RUÍDO ENSURDECEDOR DE UMA MARCA DE ESTILO DE VIDA

Se marketing de relacionamento significa a criação de uma comunidade em torno de uma marca, poucas demonstrações de marketing foram melhores do que essa. Em 13 de junho de 1998 fazendo um barulho ensurdecedor e formando um rio de couro preto e de cromados ofuscantes, mais de 50 mil motocicletas Harley-Davidson, seguiram rumo ao leste dos Estados Unidos para o centro de Milwaukee, como parte das comemorações do 95º aniversário da empresa. Era uma imagem atordoante, respeitável por seu escopo e emo-cionalmente poderosa como mensagem: ter uma Harley torna você membro de uma comunidade muito especial.

Os executivos e gerentes da Harley e uma grande parte dos 5500 empregados, têm uma conexão visceral com a marca, não só porque fazem e vendem as motocicletas, mas porque são clientes. Para eles a Harley é mais do que uma simples motocicleta, é um estilo de vida, uma obra de arte, um vínculo emocional com uma vasta e única comunidade.

Os executivos estudaram cuidadosamente o vínculo emocional entre os motoqueiros das Harleys e o produto, e respeitaram parâmetros rígidos em todos os aspectos do design, da fabricação, e do marketing das motocicletas para acentuar a mística e fortalecer ainda mais o vínculo.

Assim como outras empresas que fazem o Marketing de Relacionamento, a Harley-Davidson apenas se reinventou, transformando imagens negativas em positivas. Para acabar com a imagem esteriotipada e ameaçadora das gangues de motoqueiros, por exemplo, ela criou um clube internacional, se associou a uma instituição de caridade de renome e promoveu a união dos com seus clientes organizando ralis e reuniões anuais.

Para se defender de um ataque agressivo desferido pelos concorrentes estrangeiros, a Harley-Davidson decidiu apoiar-se rigorosamente nos padrões de qualidade, mesmo diante de uma grande demanda não atendida, estabele-cendo um amplo sentido de comunidade em torno do produto; e fortalecendo seus elementos mais importantes - empregados, revendedores e clientes.

Dessa maneira, a empresa emergiu como uma marca capaz de ultrapassar uma série de fronteiras formidáveis: idade, sexo, renda, educação, grupo étnico e opinião política.

Em 1997, a Harley-Davidson Inc., uma empresa que quase faliu em 1985, registrou seu 12º ano consecutivo de vendas e lucros recordes, vendendo um total de 132 mil motocicletas, mas os revendedores disseram que poderiam ter vendido o dobro se a empresa tivesse conseguido fabricá-las. Sendo que em 1997, a empresa gastou apenas um milhão de dólares em publicidade, contra nenhum gasto no ano anterior. Em comparação, a Toyota gastou quase cem milhões de dólares com a publicidade de um único modelo de automóvel, o Carmy.

A Harley não tem grandes gastos em publicidade para atrair o público porque ela simplesmente não precisa. A demanda por suas motocicletas hoje é tão grande que os revendedores dizem ter listas de espera de um ano ou mais.

Os empregados da Harley assumem a responsabilidade pessoal de manter o brilho da marca. Eles não só desfilam as roupas de motoqueiro vendidas no catálogo, como também são guias de passeios pela fabrica, participam de ralis e vestem camisetas da Harley na linha de montagem.

Os executivos descartam o uso de grupos de discussão e de pesquisas e dados de mercado para conseguir uma maior aproximação com os clientes: eles preferem andar de moto, conversando e colhendo opiniões diretamente dos clientes!


Site Relacionado - www.harleydavidson.com

O Processo de Melhoria Contínua

Por Antomar Marins e Silva


Não existe mais dúvida para ninguém que a abertura dos mercados e a consciência da importância da preservação do meio ambiente e a se transformaram em competitividade para as organizações. Por outro lado, as empresas “redescobriram” um capital relegado a segundo plano por muitos anos: as pessoas da empresa, o seu maior capital.

Na maioria das empresas seus colaboradores foram selecionados, contratados, treinados e postos a trabalhar sob rígidos modelos ultrapassados. Toda a experiência acumulada nas tarefas aprendidas e gerada nas anteriores ou nas posições anteriores tinha servido muito pouco, já que o uso do intelecto para desafiar as metas e paradigmas instalados não estava sendo usado pelas pessoas detentoras das funções.

Esquemas competitivos foram gerados baseados, principalmente, em performances individuais que ao invés de promover a cooperação e melhoria dos resultados gerou desgastes e “lutas” entre indivíduos e áreas, em nome do “estar fazendo o melhor”.

Dentro deste panorama surge uma grande revolução trazida pela Qualidade e Produtividade. Elas mostraram para todos os gerentes do mundo todo o que se pode obter quando se trabalham juntos na solução de problemas comuns. Quando os colaboradores focam objetivos comuns mudanças ocorrem na empresa e dentro deles mesmos. A combinação de múltiplas inteligências individuais e funcionais resulta na soma de resultados nunca antes atingidos.

É sobre esta mudança que estaremos escrevendo neste trabalho.


Evolução das Equipes de Melhoria


Como sabemos e os livros comprovam, a condução dos “empregados” durante mais de um século no Ocidente foi baseada nas idéias de Frederick W. Taylor, condensadas na denominada “Administração Científica”. Através deste enfoque o “empregado” estava sendo considerado apenas como uma extensão da máquina. As melhorias de produtividade e de métodos eram somente implementadas segundo a visão de “especialistas”. Os proprietários das empresas ou diretores tomavam suas decisões e transferiam suas informações e determinações através de “capatazes, chefes ou supervisores” para, assim, serem passadas aos “empregados” nas linhas de produção.

Sobre o assunto escreve A. Maximiano: Enquanto Taylor, Pierre du Pont e Sloan desenvolviam as idéias fundamentais que evoluíram para a moderna teoria da administração, algo muito interessante estava acontecendo nas linhas de produção massificada inventada por Ford: outra escola estava nascendo, a escola da qualidade. A escola da qualidade teve um desenvolvimento paralelo ao das outras escolas até a metade do século XX, quando se juntou a outros conceitos e tornou-se um enfoque também sistêmico.

No início do século XX, quando a produção em massa se tornou comum, qualidade significava uniformidade (ou ausência de variação). Nessa época, percebeu-se que era necessário fazer peças em grandes quantidades, como parafusos, virtualmente idênticas, de forma que cada uma pudesse ser montada, indiferentemente, em qualquer produto. Qualidade era então, como continuou a ser até meados do século XX, uma questão de uniformidade.

A partir de 1948, no Japão, iniciava um processo que modificaria o mundo da qualidade e os negócios no mundo. Paradoxicamente esse processo foi inspirado por pensadores norte-americanos (Feigenbaum, Deming e Juran), derivando-se em 1962 nos primeiros Círculos de Qualidade, predecessores das atuais Equipes de Melhoria Contínua.

No mundo atual praticamente não existe nenhuma empresa importante que não tenha um sistema ou equipes de melhoria, utilizando diversas variações derivadas da mesma metodologia.


As Equipes de Melhoria na Atualidade


As atuais Equipes de Melhoria Contínua como conhecemos e aplicamos hoje, superaram em muito o conceito atual dos Círculos de Qualidade japoneses, já que a sua natureza interdisciplinar permite abordar os problemas crônicos das organizações, de forma organizada e sistemática, na busca de soluções.

Melhoria Contínua é o conjunto de atividades planejadas através das quais todas as partes da organização objetivam aumentar a satisfação do cliente, tanto para os clientes internos quanto externos. Esta é uma das filosofias do Total Quality Management – TQM (Gerenciamento Total da Qualidade).

Demonstra que os esforços de melhoria da concorrência são constantes e que as expectativas dos clientes estão aumentando. É preciso melhorar se quisermos manter a parcela de mercado. Requer a concentração de todos, mas especialmente a dos altos gerentes que têm o poder de orquestrar e planejar as melhorias sistemáticas exigidas.


Kaizen: O Modelo de Melhoria Japonês


Kaizen é o termo japonês cujo significado literal é melhoria. O conceito implica um esforço contínuo (daí melhoria contínua), envolvendo todas as funções de todos os níveis da organização.

O termo Kaizen é tão comum no Japão que é aplicado a todos os aspectos da vida. Fala-se em Kaizen em termos de meio ambiente, sistema educacional, sistema rodoviário, relações externas etc. No trabalho, é muito comum que todos os colaboradores de uma organização se perguntem como o procedimento, máquina, pacote, produto etc. podem ser melhorados.

O Kaizen é aplicado em processos (tanto de produção quanto processos de negócio) e em produtos ou serviços.

No Ocidente, a abordagem padrão tem sido melhorias em função de etapas, normalmente obtidas através de nova tecnologia (kairyo). O investimento necessário para desenvolver e aplicar esta tecnologia é justificado através de cálculos de retorno do investimento. Esta abordagem de melhoria também é atraente, já que produz resultados imediatos. No entanto, há um problema com esta abordagem isolada. O novo padrão atingido como resultado da inovação diminuirá com o passar do tempo se as atividades de manutenção forem limitadas, e a qualidade e produtividade serão prejudicadas. Para recuperar esta vantagem, a organização tem que recorrer a outros investimentos; o benefício total da inovação só é gozado por um período de tempo curto e apenas a um custo considerável. Além disso, os benefícios totais da melhoria contínua (baixo custo de investimento) nunca são atingidos.


Melhoria da Qualidade


A Melhoria da Qualidade é a abordagem sistemática, coordenada e baseada em prioridades relacionadas à melhoria das normas de desempenho da qualidade e à redução dos custos em todas as funções da organização.

A Melhoria da Qualidade é basicamente olhar para frente, procurando atingir níveis de desempenho, significativos e mais altos, através da identificação e solução de problemas da qualidade. Deve concentrar-se no cliente (inter e externo). As fases básicas para a Melhoria da Qualidade são as seguintes:

1. Definir a política, os objetivos e as estratégias da qualidade da organização;

2. Desenvolver um plano anual de ação para a melhoria da qualidade;

3. Criar equipes de melhoria da qualidade para trabalhar sobre os problemas estratégicos vitais.


Já a norma ISO 9001:2008 estabelece que a organização deve melhorar continuamente a eficácia do sistema de gestão de qualidade... (Cap. 8.5.1), e a norma ISO 14001:1996, determinam a necessidade de estabelecer o melhoramento contínuo do sistema de gestão ambiental...

Isto quer dizer: nada perpetuará no mercado sem haver melhoria contínua!


Benefícios da Melhoria Contínua


Como mencionamos a Melhoria Contínua se aplica a partir do uso de metodologias sistemáticas que utilizadas por equipes multifuncionais e interdisciplinares permitem uma análise rigorosa dos problemas crônicos que afetam os resultados, detectando, assim, suas causas raízes e permitindo o desenvolvimento de planos de ação que rompem com os paradigmas e preconceitos instalados.

Os benefícios são medidos a partir dos custos evitados, apesar de manter-se a melhoria da qualidade de produtos e serviços entregues aos clientes.

Os custos da “não qualidade” (Cost of Quality), são a fundamentação econômica dos programas de Melhoria da Qualidade, segundo os expressados por Armand Feigenbaum, um dos mais proeminentes autores sobre o tema. Estes custos, normalmente ocultos, podem chegar entre 20% e 30% dos níveis de faturamento da empresa.

A redução dos custos de falhas (erros, enganos e omissões) apresenta normalmente a maior oportunidade de obter benefícios rápidos dos resultados da empresa.

Recente estudo realizado no Brasil com empresas de médio e grande portes indicou que empresas que investem em Melhoria Contínua têm um aumento de produtividade que superam em cerca de 3 pontos as empresas que não investem em melhorias. Este estudo também mostra que a produtividade média por colaborador é cerca de 25% superior nas organizações que contam com um programa de Melhoria Contínua.

Pesquisa similar realizada pela revista Industry Week, nos Estados Unidos, registrou melhorias em ciclos de tempo, redução de inventários, entregas a tempo, lucros, participação de mercado e ritmo de crescimento naquelas empresas que adotaram sistemas, práticas e ferramentas de Melhoria Contínua.


Pense e discute sobre isso!
 
 
Antomar Marins e Silva é Escritor e Consultor de melhoria de resultados de negócios das organizações e especialista em gestão estratégica.

Gestão de Projetos - Frases – parte 03

Se ainda continuam as semelhanças será pura e mera coincidência, será????


56 – Respeito de forma geral protege os dentes.

57 – Membro canalha da equipe, é como cobra, só não te morde se estiver morto.

58 – “Bandido” em equipe de trabalho não é ser humano é doença oportunista.

59 – Os maus funcionários de uma equipe tendem a cada dia serem piores, pois todas noites de suas vidas eles são obrigados a dormir com um incompetente.

60 – Funcionária incompetente que sabe administrar a “piriquita” estraga a equipe e prejudica a empresa.

61 – Superior que transa com funcionária incompetente dando em troca favores profissionais, atingiu o nível mais baixo de inferioridade que o ser humano pode chegar.

62 – Ver um ser humano julgando a outro, é um espetáculo que me mataria de rir se não me causasse pena. Pitigrilli.

63 – Estola de peles é um animal que trocou de dono. Pitigrilli.

64 – Ninguém engole sapo pelo valor nutritivo do bicho. Veríssimo.

65 – Tirado de uma fonte é cópia, tirado de duas é plágio, porém, tirado de três é pesquisa.

66 – Não importa a qualidade de seu trabalho, a banca formada por acadêmicos só sabe ver a forma.

67 – Para ferrar o projeto da concorrência, indique um doutor para ajudá-los.

68 – Reconhecimento de chefe e coice de porco são parecidos, ambos são raros e quando ocorrem são curtos.

69 – Quando o gerente encontra a equipe feliz, ele fica infeliz, se perguntando onde foi que errou, não entendendo porque as pessoas estão contentes e rindo.

70 – Dize-me do que te gabas e direi o que te faltas. Freud.

71 – Em sistemas deve ser abolido o termo subentendido.

72 – As relações humanas contrariam as leis da física: quando efetivas, o somatório das partes é maior do que o todo; e quando falsas, o somatório do todo é menor do que as partes.

73 – O diabo tem dois nomes: esposa e gerente.

74 – Em projetos para calcular a parábola formada por uma pedra atirada a 30 metros, existem analistas que entrevistam a pedra.

Fazer Network Abre Portas Profissionais?

Angelica Kernchen


Fazer network, trocar experiências, informações e aprendizados com pessoas diferentes pode trazer benefícios em diversas áreas da vida de uma pessoa, especialmente a profissional. Porém, tudo isso requer movimento, ação e doação, o que provoca a troca constante entre os envolvidos.

Pedro Antonio Morbach, consultor de recursos humanos e carreira profissional, define network como uma rede de contatos ou de relacionamentos que podem ser pessoais, acadêmicos, profissionais ou familiares, sendo que todos os contatos mantidos podem ser classificados por ordem de importância e interesse, e utilizados em momentos adequados.

Mas quem pensa em network somente como forma de fazer e manter amigos, pode estar com uma visão um pouco incompleta. Não é mais novidade para ninguém que manter uma boa rede de relacionamentos é essencial para que profissionais alcancem objetivos e descubram novas oportunidades em seus ramos.

“Os contatos podem ter um fim que não seja o da amizade, mas sim a troca de informações sobre determinado produto, lugar e, principalmente, interesses profissionais. O LinkedIn, rede social profissional mais conhecida no mundo, conecta amigos, mas também os liga a colegas de trabalho, de faculdade e desconhecidos com interesses profissionais semelhantes”, diz Guilherme Tossulino, palestrante, consultor e coach de carreira para jovens e recém formados.

Sim, fazer network abre portas profissionais. Morbach diz que o mais importante é entender que as pessoas que fazem parte do nosso ciclo de amizades podem ser úteis de várias formas. “No âmbito profissional, por exemplo, não perder relações com os antigos empregadores, amigos da época, turma acadêmica, grupos profissionais, Conselhos Regionais e sindicatos/entidades/associações de classe, podem beneficiar um profissional. Todos estes relacionamentos podem ser catalogados por interesse e atualizados constantemente. Faça a sua rede saber o que você está fazendo, onde está trabalhando, se está escrevendo algum livro, se atua com serviços voluntários. Coloque-se na vitrine do mercado de trabalho”, completa.

Tossulino diz que a internet é um grande meio para manter relacionamentos, pois ela oferece inúmeras oportunidades de contato em redes sociais, como o já citado LinkedIn, que guiam o profissional a preencher campos do cadastro como se fosse um currículo online e ligam pessoas a empresas e instituições de ensino. “Todos esses links fazem com que surjam oportunidades de emprego, palestras e negócios”, informa.

Porém, para se construir uma rede de relacionamentos consistente, alguns pré-requisitos devem ser levados em consideração. Os principais deles são a constância e consistência, pois de nada serve ter um grande leque de contatos se você está sempre ausente, ou pior, se você não apresenta conteúdo com o qual possa contribuir. “É preciso manter-se ativo e conectado, pois quem não é visto, não é lembrado", afirma Tossulino. E Morbach completa: “a qualidade da sua rede depende exatamente do interesse em mantê-la produtiva e de fácil acesso, além de constantemente atualizada”.

Quando um profissional começa a pensar em network, a princípio ele pode achar que o importante é a quantidade de pessoas que possui em sua rede. No entanto, mais do que quantidade, a qualidade desses contatos deve ser valorizada. É preciso ter bons contatos, com pessoas que possibilitem a troca, que te enxerguem como um profissional competente, que saibam das suas qualidades e conheçam seu trabalho.

Neste ponto, podemos identificar uma linha que liga o network ao marketing pessoal. E fazer essa ligação não é equivocado. “Marketing Pessoal é a embalagem que você dá ao seu produto (conquistas e competências) e o NETWORK é a divulgação deste produto. Então, sem dúvidas, os dois estão interligados”, afirma Morbach, que continua: “se um produto na prateleira do supermercado tiver embalagem atraente, mas não for de boa qualidade, o seu consumo será temporário. Um produto de boa qualidade, porém, sem uma embalagem atrativa, não será consumido. Mas um produto de boa qualidade e com boa embalagem terá uma venda eterna. É importante que o profissional tenha pré-disposição em iniciar este trabalho, pois com os recursos (informática, internet) hoje existentes, não é difícil e nem trabalhoso criar um pequeno banco de dados que o permita utilizá-lo para pesquisa, obter dados e informações, divulgar produtos e currículos, parabenizar por datas comemorativas (aniversário, Natal, Páscoa) e muito mais. Criar o programa, alimentá-lo e desenvolver grupos de interesse (profissional, acadêmico, social, familiar) permitirá que ele tenha em mãos um excelente instrumento de relacionamento. Não pense nas dificuldades, mas sim no retorno e nas oportunidades”, finaliza.

Fonte: Carreira e Sucesso

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