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Criatividade a Seu Serviço

por Antonio Carlos Teixeira da Silva

Todo mundo pode inovar. Mas, antes de mais nada, é preciso superar o medo e demonstrar iniciativa.

Atualmente os executivos mais valorizados pelas empresas são os que têm a criatividade bem desenvolvida, que são capazes de gerar inovações em negócios e produtos. Mas ser criativo não é apenas uma característica que diferencia o profissional. É, muitas vezes, o que permite a ele sobreviver na empresa e reinventar aquilo que sempre fez da mesma maneira.

Passei por um desafio desses quando trabalhava na Kolynos. Eu acabara de ingressar na empresa como gerente de marketing da divisão de produtos para o lar. Estava em lua-de-mel com o trabalho, motivado e com um desempenho reconhecido. Um ano depois de ter começado, porém, a empresa vendeu toda linha de produtos. Identifiquei duas ameaças: ser demitido ou ter meus planos profissionais interrompidos.

Preparar o currículo, contatar headhunters e procurar um novo emprego seria repetir um comportamento conservador, que evita novas idéias. Preferi criar uma oportunidade para minha permanência na empresa. Mudei o foco da situação, vendo a empresa não como minha empregadora, mas como uma cliente para quem eu tinha o desafio de criar um novo "produto" . Questionei: "O que posso oferecer à minha cliente que ninguém ainda ofereceu?" Usando o processo criativo, identifiquei uma oportunidade de mercado em países sulamericanos.

Dessa vivência, tirei várias lições que hoje transmito em palestras e workshops sobre criatividade e inovação. Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que o medo é companheiro do fracasso. Dos medos que temos, 90% não acontecem e os 10% restantes nunca são tão ruins quanto imaginávamos. Temos de superar esses medos para ter idéias. O próximo passo é levantar a maior quantidade possível de informações referentes à idéias, selecionar a melhor e preparar um plano de ação. E não se pode esquecer da iniciativa para apresentar a idéia, o que significa estar preparado para receber críticas construtivas e destrutivas. É preciso ter energia para enfrentar reações do tipo "sua sugestão vai trazer mais problemas do que vantagens", "nunca precisamos disso antes" ou ainda "você não poderia ter uma idéia melhor do que essa?"

O potencial criativo existe em todos nós. Ele é altamente desejado pelas empresas, pois permite aos funcionários iniciar projetos, buscar oportunidades, resolver problemas, enfrentar concorrentes e muito mais. Muitas corporações já identificaram a correlação entre inovação e sucesso e estão empenhadas em desenvolver o potencial criativo de suas equipes. E cada vez mais pessoas percebem que, se estiverem treinadas para gerar idéias inovadoras, será bem mais fácil solucionar os problemas e aproveitar as oportunidades que surgem a cada momento. A propósito, minha idéia de explorar novos mercados me permitiu desenvolver e gerenciar uma nova área na Kolynos com sucesso por oito anos.

Mais tarde, empreguei o processo criativo para iniciar uma nova carreira profissional: a de conferencista e escritor sobre criatividade e inovação. Sempre existe algo novo a ser descoberto que lhe fará feliz.


Antônio Carlos Teixeira da Silva

Gestão de Projetos - Frases – parte 02

Qualquer semelhança será pura e mera coincidência, será????


31 – Em projetos – quando um cachorro te morde, não é boa política correr e morder a perna do cachorro (porém, você pode sutilmente, colocar veneno na sua comida).

32 – O mérito por um projeto bem sucedido é como o funcionamento de um haras – A égua é um animal tão forte quanto o cavalo, e quando ela entra no cio, se torna violenta e trata o seu pretendente a coices e mordidas durante as preliminares sexuais. Como o cavalo puro-sangue é um animal muito valioso, o haras, para não machucá-lo, mantém um plantel de cavalos de baixa categoria (pangarés), chamados de rufiões e durante as preliminares sexuais, é sempre colocado um ou mais desses pangarés para exaurir a fêmea e esse animal (normalmente menor do que a égua) sofre o diabo nas patas e dentes da fêmea no cio, adicionalmente, esses pangarés têm uma cirurgia em seu pênis de forma a deixá-lo torto para evitar que acidentalmente consiga êxito. Quando a égua está exausta e receptiva ao macho, o pangaré babando é retirado e é substituído por um puro-sangue para a parte final do processo (óbvio a melhor parte). Em projetos de sistemas, sempre existe um plantel de pangarés que sofre todos percalços do projeto, isto é, todos coices e mordidas, e na hora da inauguração são substituídos, isto é, será chamado o puro-sangue de plantão para receber a melhor parte (promoção, prêmios, parabéns, elogios, etc.).

33 – Quando tudo estiver perdido – finja-se de morto. [pelo menos, por enquanto, as pessoas ainda respeitam os mortos (por um dia)].

34 – Equipe muito grande em projetos é como chinês fazendo túnel, eles colocam um buzilhão de chineses de um lado da montanha e outro buzilhão do outro lado. Se tudo der certo eles fazem um túnel, se der errado eles fazem dois.

35 – Equipe muito grande é como dinossauro, você tira um bife da ponta do rabo, até a dor chegar ao cérebro leva dois anos.

36 – Grupo de trabalho – quando você está dentro é equipe ou grupo de trabalho; quando você está fora é panela.

37 – Todo chefe tende a ser incompetente. (Peter, L.J.)

38 – Para tocar o seu projeto, conheça bem: o organograma, o mandograma, o orfacograma, o mafiograma, e fundamentalmente, o secretariograma.

39 – Se tudo aparentemente está andando bem, é porque você não olhou direito.

40 – A empresa só te paga para trabalhar, quando você fica nervoso isso é de graça.

41 – Todo membro incompetente da sua equipe é zelosamente pontual nos horários de entrada, almoço e saída. Porém, sua presença não agrega conteúdo, portanto, atrapalha a pontualidade dos prazos do projeto.

42 – A inteligência total do universo é constante, porém, continuam nascendo mais pessoas.

43 – A proporção de analfabetos de ontem com os de hoje, continua a mesma, porém, os analfabetos de hoje, sabem ler e escrever. (Moravia, A.)

44 – Nem se deita vinho novo em odres velhos; do contrário se rebentam, derrama-se o vinho, e os odres se perdem; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam. (Bíblia, Matheus 17). Leitura sistêmica, não desperdice códigos novos em sistemas velhos e nem remonte sistemas velhos para ficarem novos.

45 – Quando seu chefe diz que vai colocar alguém para te ajudar, provavelmente você já foi demitido, é só uma questão de tempo.

46 – Quando o teu chefe pede para colocar no papel a sua brilhante idéia, é porque ele nunca vai vê-la.

47 – Reunião com mais de 2 horas, vira big brother.

48 – Não existe conflito quando a hierarquia é diferente.

49 – Quando um funcionário lhe procura para contar sobre uma idéia e você pede para que ele coloque no papel a sua idéia, essa atitude é a melhor maneira de bloquear a criatividade.

50 – Só erra quem esta inovando.

51 – O inferno não é tão ruim quando você é amigo do diabo.

52 – Qualquer que seja o seu projeto, ele nunca andará se a liderança estiver não mãos de um acadêmico, principalmente se o mesmo for doutor.

53 – A melhor maneira de um projeto não sair é designar uma equipe para decidir sobre a implementação do mesmo.

54 – Decisões são processos democráticos (toma-se em grupo), fazer é um processo ditatorial (deve ter um mandando). Adizes.

55 – Respeito aos membros da equipe alem de humano, protege os dentes.

As Três Faces do Respeito em Vendas


por Tom Coelho


“Há os quase cegos, pois só enxergam o que querem ver. Há os quase surdos, porque só ouvem a sua própria voz”.
(Valmor Vieira)

Um empresário decide expandir sua atividade mercantil. E, consciente da importância de um departamento comercial forte, resolve estruturá-lo mediante a criação de uma Gerência Nacional de Vendas e de Gerências Regionais, além da contratação de vendedores e representantes por todo o país.

O processo seletivo é tecnicamente o melhor possível. Anúncios em jornais de grande circulação sem especificação da empresa contratante; triagem inicial dos currículos recebidos, com base em critérios predeterminados; dinâmicas de grupo conduzidas por psicólogos e em lugar neutro; entrevistas finais com participação do RH.

Formada a equipe, esta segue para um trabalho de imersão em um final de semana, num hotel-fazenda, num ambiente capaz de promover a integração de todos, ocasião na qual os valores, missão e visão da empresa são compartilhados e, fundamentalmente, os produtos são apresentados detalhadamente, permitindo o conhecimento de todas as suas características técnicas, pontos fortes e fracos, principais concorrentes e argumentos de venda.

Findo o treinamento, o exército está formado. Todos estão alinhados, imbuídos do mesmo sentimento e propósitos. Metas estão estabelecidas. O fardamento é novo, o armamento é adequado. O empresário está certo de que, em breve, começará a colher os frutos.

Todavia, decorridos três meses, os resultados são pífios. Poucos negócios fechados, raros clientes fidelizados. A estrutura corporativa sequer tem seu custo operacional suportado. O empresário sente-se traído. E questiona-se: “Onde errei? Afinal, contratei os melhores profissionais, procurei treiná-los e motivá-los, concedi-lhes toda infra-estrutura e suporte possíveis...”

Um profissional de vendas decide ampliar sua carteira de empresas representadas. Compra um jornal de grande circulação no domingo e sente-se seduzido por um anúncio muito ponderado, com proposta de trabalho interessante, porém sem contratante especificado.

Ele envia seu currículo, é chamado para uma dinâmica de grupo, depois para uma entrevista com o diretor da área, acompanhada de perto pelo RH. Sua contratação é efetivada e ele participa de um evento promovido pela empresa em um hotel-fazenda, quando confraterniza com seus novos colegas de trabalho, conhece os propósitos e diretrizes da companhia, além de tomar ciência de toda a linha de produtos.

Porém, transcorridos três meses, os resultados não são satisfatórios. Vários contatos foram feitos, muitos clientes potenciais foram cadastrados. O profissional realizou visitas, efetuou telefonemas, despachou folders e amostras. Conquistou algumas contas, mas em número insuficiente para atender às suas necessidades financeiras imediatas. Ele recorre à empresa, que lhe nega antecipação de comissões – menos porque foge da política de remuneração e mais porque as metas não foram atingidas. O profissional sente-se desrespeitado. E questiona-se: “Onde errei? Afinal, dediquei-me à empresa, coloquei seus produtos em novos pontos de venda, tornando-os conhecidos, vesti a camisa...”


Onde mora a razão?

A verdade está em ambos. Tanto o empresário quanto o profissional de vendas sentem-se frustrados por conta dos resultados em curso muito embora tenham se empenhado. Porém, preocupados em encontrar justificativas, buscam-nas não em si próprios e menos ainda nas dificuldades enfrentadas pelos colegas de batalha. Buscam apenas transferir ônus e responsabilidades.

Ao empresário, falta-lhe a sensibilidade para compreender que alguns frutos demoram a amadurecer por conta da peculiaridade de sua própria semente. Clientes precisam ser conquistados e isso, não raro, demanda tempo. Além disso, para o profissional de vendas, infra-estrutura não é tudo. Mesmo que a empresa lhe disponibilize um veículo, cota semanal de combustível, vale-refeição, material promocional e de apoio a vendas, enfim, mesmo com todo este arsenal, há uma pessoa com necessidades, desejos, anseios e inseguranças por trás desta armadura. Assim, sem suporte financeiro e estabilidade emocional, não há quem tenha disposição de realizar bons negócios. Por isso, recomendo aos empresários que sejam criteriosos e rigorosos na escolha de suas equipes e estejam preparados para investir nestes talentos o tempo suficiente para que possam mostrar a que vieram.

Ao profissional de vendas, falta-lhe a percepção de valor, às vezes intangível, presente nas ações corporativas engendradas pela empresa. Reconhecer os esforços feitos e os investimentos realizados em termos de ambiente, qualificação e capacitação. Observar que há outros departamentos na empresa, prioridades diversas e um fardo representado pela elevada carga tributária e juros extorsivos. E compreender que o negócio somente se torna perene quando rentável.

Quando os dois lados, empresário e vendedor, passarem a enxergar sob outra ótica e a ouvir outras vozes, respeitando-se mutuamente, ainda será preciso que eles se lembrem de que apenas ofertando produtos e serviços diferenciados, prestando atendimento personalizado e superando expectativas, ou seja, apenas respeitando os interesses do cliente, será possível prosperar.

Tom Coelho, com formação em Economia pela FEA/USP,  consultor, professor universitário, escritor e palestrante.  Visite: www.tomcoelho.com.br


Fonte: empreender para todos

FELIZ 2010

Um ótimo ano para todos.

E uma mensagem para refletirem:
"tudo aquilo que se faz se cansa, feliz é aquele que não perde as forças" - autor desconhecido


Temos muito para fazer este ano, e nada melhor do que conheçar tudo agora, não deixar para depois. Vamos iniciar um novo tempo, uma nova visão da vida, e continuar se atualizando, por isso estamos aqui aqui. O blog do cabra agradece a todos que nos acompanham e nos ajuda a seguir a diante.

Agora vamos ao trabalho, depois de bom descanso, pois desde o dia 23 de dezembro não olho para o blog, mas vamos voltar com tudo que temos direito para o ano de 2010. e contamos com todos os que sempre nos apoiaram e nos acompanham.

Um abraço a todos um ótimo ano.

Marcelo Cabral

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