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Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA



1. INTRODUÇÃO

A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista como uma forma de Economia aplicada, que se baseia amplamente em conceitos econômicos, como também em dados contábeis para suas análises.

Vamos a Leitura...

Precisando está sempre nos atualizando, nos últimos dias foi postada uma matéria sobre as etapas para abertura de um pequeno negócio, agora precisamos aprender mais sobre a parte financeira para manter o negócio aberto e sempre prosperando.

Clique no link abaixo para baixar mais um ótimo material:



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Obs.: Este material eu possuo a mais de 5 anos, e não tenho a fonte, se algum dos leitores conhecer a fonte, me envie que será dado os devidos créditos.

Estratégias para emergências emocionais

Por Virgílio Vasconcelos

31 possibilidades para lidar com estados difíceis

Emoções são energias muito poderosas, que merecem respeito. Elas lembram vulcões: às vezes uma entra em erupção e podemos reagir a ela com pensamentos ou escolhas que nem sempre são os melhores. Nesse caso, convém restabelecermos logo o nosso centro, o nosso eixo, e se possível também conseguindo algo de bom com a situação. O fato de nossas emoções serem processos em andamento, isto é, estão acontecendo agora, momento-a-momento, permite-nos influenciar nosso sistema mente/corpo em uma direção escolhida.

Para fazer uma transição para um estado melhor rapidamente, você pode experimentar uma ou mais das 31 possibilidades abaixo. Como é você que está aí dentro para ter as percepções, só você pode saber qual estratégia é melhor; sugiro que você experimente e descubra o que funciona para o que quer. Antes, e como agimos a partir da combinação de pequenas ações disponíveis, faça um pequeno teste para você saber com o que está podendo contar.

Verificação de ações básicas disponíveis

Tente executar cada comportamento descrito abaixo. Se algum lhe parecer óbvio ou "bobo", ótimo, isto significa que o domina tão bem que está sob seu total controle.

Vamos a Leitura ...

Como o texto é grande, você poderá baixar o arquivo completo para ler quando e onde desejar, para isso clique no link abaixo:


Estratégias para emergências emocionais
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Obs. Sei quem é o autor, mas não lembro a fonte, então se algum leitor do blog conhecer a fonte me comunique para dar os devidos créditos.



O Que Fazer Para Vender Mais No Fim Do Ano


por Redação VendaMais

O relógio e o calendário não param. Por melhor que estejam suas vendas nos últimos meses, no fim do ano o faturamento dispara. Lojistas procuram seus fornecedores atrás de estoques de última hora, empresas buscam brindes para agradar seus clientes, pessoas querem presentes para suas famílias e amigos, nem que sejam lembrancinhas. Uma multidão que precisa ser atendida de um jeito ou de outro.

O que fazer

1. Comece planejando

Gustavo Carrer, consultor do Sebrae, diz que no fim do ano indústrias e varejo lidam com quantidades de serviço e clientes para as quais não estão preparados nem dimensionados. “Impactos ocorrem em todas as áreas: compras, estoques, vendas, financeira, etc. Para não perder negócios na melhor época do ano, empresários e gerentes precisam realizar um planejamento minucioso e acompanhar de perto a operação da loja – depois, avaliar os sucessos e fracassos das ações para aperfeiçoá-las nos próximos anos”, explica.

Então, prepare-se para colocar tudo na ponta do lápis. O consultor João Alberto Costenaro avisa: “Certas coisas como definição de política de preço, descontos e lucratividade não devem ser deixadas nunca para última hora. Planeje isso antes, bem como as metas que você pretende atingir durante o fim do ano”.

Luciana Burko, diretora da indústria de cosméticos Julie Burk, diz que muitas decisões sobre o Natal devem ser tomadas nos primeiros meses do ano anterior. “Todos os anos, iniciamos nosso Natal já no começo do ano, com os projetos de lançamentos de produtos para o fim do ano. A partir de agosto, elaboramos a expectativa de venda com nossa produção de fábrica e iniciamos a produção do que estará nas lojas nessa data”. Para aqueles que dizem que é impossível planejar ou saber como será o próximo Natal, o consultor João Alberto Costenaro explica: “Ou tem ou não vende. Tudo precisa ser arriscado antes. Faça projeções otimistas, pessimistas e talvez escolha o caminho do meio. Consulte o maior número de colegas e especialistas que puder, decida e coloque seu fim de ano em ação”.

2. Qual cliente você quer?

Não é porque nessa época do ano todas as pessoas vão às compras que você esquecerá do seu posicionamento. Primeiramente, é necessário perceber que há dois tipos de público à sua procura: aqueles que já são clientes e os que vão até você pela primeira vez. Com o primeiro grupo, a comunicação é mais fácil, como diz Luciana Burko: “O nosso público-alvo, segundo pesquisas entre nossos clientes efetivos, é formado pelas classes B e C. Para ele, a comunicação via site é bem forte. Além disso, temos um mailing ativo que faz com que nos comuniquemos com nossos clientes freqüentemente”. Você pode controlar seu cliente. Estimule compras antecipadas, abra diversos canais de comunicação para eles; lojistas podem até dedicar uma noite da semana para que venham e façam suas compras com tranqüilidade, acompanhado de refrigerante e salgadinhos.

Agora, o segundo público é um pouco mais complicado, pois não tem muitas informações sobre sua loja ou produto – quando muito viram uma propaganda ou falaram com seu vendedor. Eles têm um problema e querem resolvê-lo de forma rápida e satisfatória. Gustavo dá algumas dicas: “Embora o ‘excesso’ de clientes não possa ser evitado, qualquer empresa possui condições de se organizar em função dos horários de pico, colocando, por exemplo, um número maior de vendedores, além de priorizar, nos momentos de maior movimento, a atuação dos melhor preparados.

Uma dica importante é evitar, em determinados horários, apenas vendedores temporários na loja. O ideal é sempre mesclar a equipe com profissionais temporários e permanentes – esses últimos funcionam como apoio para os novatos”.

3. Contrate temporários e pessoal de apoio

A primeira providência que você deve tomar para se preparar para o Natal é realizar o recrutamento de vendedores temporários antecipadamente. “Quanto mais cedo a empresa iniciar o processo de seleção, mais rápido encontrará à sua disposição os melhores profissionais. Além disso, contratando com antecedência, a companhia terá mais tempo para o treinamento e incorporação do vendedor temporário à sua equipe de vendas”, explica Gustavo.

O palestrante e instrutor de vendas Antônio Braga diz que esse é um ponto em que muitas empresas já começam seu fim de ano com o pé esquerdo. “É fundamental contratar pessoas com aptidão para vendas, qualificadas e, de preferência, com experiência, pois o tempo para treinamento é curto. Entre outros fatores, devem ser levados em consideração a motivação e o entusiasmo dos profissionais contratados. Em outras épocas, você pode contratar pessoas sem experiência, pois conseguirá treiná-las à vontade. Nesse momento, é importante encontrar candidatos já com noções de vendas e que gostem de contato com gente, pois se joga contra o relógio”, conta.

Isso também vale para outros setores da empresa, conforme diz Luciana Burko: “Para a indústria, procuramos indivíduos que já tenham trabalhado na área de produção, porque geralmente precisamos de bastante gente no chão de fábrica”.

4. Mesmo assim dá para treinar

Antônio Braga ressalta que esta é mais uma das vantagens de escolher cedo os temporários para seu comércio ou indústria: você tem mais tempo para treiná-los. Concentre-se nas mecânicas básicas de sua venda – como funciona, operação de laptops, registradoras e outras ferramentas, localização de tudo o que o vendedor precisa e, em seguida, passe para seus produtos, explicando o que cada um deles faz pelos clientes, ou seja, os benefícios que possuem. Forme, de preferência, grupos de vendedores novatos com experientes, que agirão como professores de campo. Reforce em seu treinamento o fato de que o cliente merece um atendimento simpático, cordial e com um sorriso, seja às 8h ou às 23h.

5. Na hora de atender

Gustavo Carrer diz que para minimizar o cansaço das longas jornadas de trabalho dessa época do ano, a empresa pode oferecer ginástica laboral para seus vendedores. “Além disso, pode montar um espaço para relaxamento e até mesmo massagens. Recomenda-se também deixar à disposição da equipe alimentos leves e bebidas energéticas para o consumo nos intervalos, que devem ocorrer preferencialmente a cada duas ou três horas de trabalho intenso”, comenta. O palestrante João Alberto Costenaro adiciona: “Se o ambiente estiver com um bom astral e as pessoas ganhando mais por isso, não haverá problema de motivação. Os líderes precisam ter plena consciência de que devem manter o ambiente bem-humorado. Se a barra está pesando, distribua um bombom para cada um ou elogios nos ouvidos. Se tiver de dar bronca em dois, jamais o faça para todos. Ache o que comemorar todos os dias e crie motivos para alegria”.


Antônio Braga concorda: “A motivação dos vendedores não é obtida somente através de dinheiro, mas principalmente pelo reconhecimento, valorização, tratamento, relacionamento, bom ambiente de trabalho, respeito e individualidade”.

7 PRESENTES PARA VOCÊ MELHORAR SEU NATAL

Luis Paulo Luppa, autor de O Vendedor Pit Bull

Natal é prazer de compra para uns e obrigação de compra para outros. Definir sua abordagem de vendas para cada tipo de consumidor trará resultados práticos e objetivos na sua meta de vendas. Não foque na quantidade, pois é através da qualidade da venda que se cumpre a meta”

Pedro Luiz Roccato, autor de A Bíblia de Canais de Vendas e Distribuição

“Planejamento é a palavra-chave sempre. No caso de eventos sazonais como o Natal, a única saída para não ser pego despreparado para as vendas é planejar muito bem o mix de produtos, equipe de vendas e apoio e ações promocionais cooperadas com os fornecedores”

JB Vilhena, presidente do Instituto MVC

“Se você quer ser muito bem-sucedido neste Natal, mentalize seu sucesso e viva-o antes mesmo que ele aconteça. Como todos sabemos, o poder do pensamento positivo é muito grande. O sucesso começa na nossa crença nele”

Maurício Góis, palestrante

“Faça uma campanha publicitária assim: ‘Neste Natal, dê um presente para si mesmo, afinal, você merece!’. Uma pesquisa mostrou que nessa data as pessoas não compram apenas presentes para parentes e amigos, elas pensam: ‘Eu agüentei este ano difícil, me mantive em pé na dificuldade, estou viva e mereço essa celebração’. Então, diferencie-se dos concorrentes e invista nos presentes que a pessoa compra para si”

José Teofilo Neto, educador profissional

“Ouça e argumente com o coração, feche com um sorriso e receba a gratidão do cliente”

Tom Coelho, palestrante

“Aproveite a expansão do crédito para apresentar condições de pagamento facilitadas. Estimule ‘compras adicionais’, incentivando os consumidores a adquirirem presentes para outros familiares”

Adriane Werner, palestrante

“Se o vendedor espera aumentar exponencialmente suas vendas só porque é Natal, poderá nem atingir as metas. Prepare-se lapidando melhor sua comunicação, conhecendo muito bem seus produtos e serviços, sabendo tudo o que puder sobre seus clientes, sem ser invasivo ou deselegante”

Para saber mais:

Antônio P. B. Braga é palestrante e instrutor de vendas e qualidade no atendimento da Sagra Consultoria em Vendas. É autor do livro Quer Vender Bem? Deixe de Ser Vendedor!


Gustavo Carrer é consultor de marketing do Sebrae-SP e autor de pesquisas sobre o aumento das vendas no fim do ano.

Tel.: 0800 570-0800

Marcelo Caetano é palestrante e consultor de fidelização de clientes e vendas.

E-mail: marcelocaetano@solucaocomercial.com

João Alberto Costenaro é palestrante e consultor de vendas da Seleta Educação Profissional.

E-mail: seleta@seleta.com.br

Colaboraram nesta matéria: Brasílio Andrade Neto, Mateus Redivo e Natasha Schiebel

Inteligência Emocional Aplicada Ao Trabalho


Angelica Kernchen


Segundo o psicólogo americano Daniel Goleman, conhecimento técnico não é garantia de sucesso. Após estudar cerca de 500 organizações em todo o mundo, Daniel concluiu que os profissionais que mais conquistavam sucesso em suas carreiras não eram os mais inteligentes ou com mais conhecimento acadêmico, mas sim aqueles capazes de lidar com as emoções de forma favorável, canalizando-as para a realização de um objetivo. Eram aqueles que sabiam trabalhar com Inteligência Emocional (I.E.).

A I.E. baseia-se em alguns pilares específicos, que são: autoconsciência, motivação, persistência, empatia e entendimento e habilidades sociais. Podemos pensar que ela apenas nos ajuda a controlar as emoções, mas a Dra. Márcia Resende, psicóloga, coach e advanced trainer em PNL, garante que não é bem assim: “conhecê-las é mais sábio do que controlá-las. Controlar é uma tensão desnecessária, gerenciar emoções é a grande oportunidade que a Inteligência Emocional proporciona, além de propiciar que elas sejam usadas de forma mais favorável ao indivíduo. Esse é o objetivo maior da I.E., saber como aprender com todas as emoções. Exemplo: a raiva pode ensinar uma pessoa a se posicionar. Também vale considerar que toda emoção tem uma intenção produtiva, assim como a raiva pode ter a intenção de valorização, o medo pode ter a intenção de proteger. Descobrir a intenção por trás de uma emoção facilita a mudança da mesma.”

A I.E. pode sofrer influência do ambiente em que uma pessoa é criada, porém, convém ressaltar que ela pode ser desenvolvida sob o aspecto pessoal por meio da autoconsciência e do autogerenciamento. “Sob o aspecto social, pode-se desenvolver a consciência social e a gestão de relacionamentos. Toda competência emocional pode ser aprimorada, mediante o emprego da conduta correta”, garante o professor Marcos Alberto de Oliveira, coordenador técnico dos cursos de pós-graduação em Gestão Estratégica de Projetos e Administração de Empresas da FAAP.

Acredita-se que, hoje em dia, o êxito no emprego está fortemente atrelado ao grau de Inteligência Emocional do profissional. Nunca se falou tanto em trabalho em equipe, iniciativa, liderança, empatia e flexibilidade como se tem falado atualmente, e, nesse sentido, a I.E. é fundamental para o desenvolvimento no ambiente de trabalho. “Ela norteia as relações, e o sucesso é composto dos resultados de relações, interações e comunicação. Nesse contexto, temos maior oportunidade de expressar a habilidade para gerenciar as emoções. Quanto mais habilidade, maior será seu sucesso”, garante a Dra. Márcia.

Marcos Alberto diz que tão importante quanto a formação, a especialização e a nossa inteligência, é a maneira como lidamos com nós mesmos e com os outros. Dra. Márcia complementa: “um profissional que lida bem com suas emoções, comunica-se melhor, respeita mais as pessoas e suas escolhas, inspira os demais e sabe alcançar suas metas. Construir estratégias e gerenciar as emoções favorece o amadurecimento profissional. As empresas teriam melhores resultados se utilizassem essa estratégia, mas como nem sempre isso acontece, cabe ao profissional buscar formas de lidar com suas emoções para crescer, seja por meio de um coaching ou de um curso específico.”

A Inteligência Emocional interfere, também, na tomada de decisão. Se pensarmos nas emoções como condutoras para determinadas atitudes, quando desenvolvemos a habilidade de nos distanciarmos de um contexto e identificamos nossas próprias emoções, conseguimos canalizá-las de uma forma mais positiva e a tomada de decisão se torna mais assertiva e consistente. Decisões pautadas em emoções limitam a percepção da realidade e podem comprometer os resultados.

“Quando um indivíduo desenvolve a capacidade de identificar suas emoções, poderá utilizar esse autocontrole para se sair bem diante das dificuldades nos relacionamentos pessoais e profissionais. Essa capacidade afeta tanto as decisões pessoais quanto as coletivas. As pessoas raramente nos dizem em palavras aquilo que sentem, porém este sentimento não declarado interfere, sim, na tomada de decisão”, declara Marcos Alberto.

Recentemente, ouvimos muitos especialistas dizerem que profissionais são contratados por suas competências técnicas, mas sempre são demitidos por comportamento. Esse fato está, mais uma vez, atrelado à dificuldade de gerenciar as próprias emoções. “O mais interessante é que grande parte dos profissionais continua investindo no desenvolvimento técnico e se esquecendo da importância das relações interpessoais, que representam mais de 80% das nossas atividades. Estamos em contato com seres humanos o tempo todo. Saber lidar com as nossas emoções e com as das pessoas que estão em nossa volta tornou-se essencial para o desenvolvimento profissional”, analisa a Dra. Márcia. Marcos Alberto diz que “é claro que as aptidões necessárias para se ter êxito começam com a força intelectual, mas as pessoas também precisam de competência emocional para concretizar todo o potencial de seu talento. A razão pela qual não se obtém a utilização de todo o potencial de uma pessoa está na incompetência emocional.”

Nesse sentido, o modo de se comunicar, de causar empatia e de se associar às pessoas ganha grande destaque. Também aqui as emoções dão o direcionamento para o sucesso das relações, pois quanto mais o ser humano sente-se compreendido, melhor será a comunicação. E para isso, tão importante quanto saber falar e se expressar, é saber ouvir.

À parte da vida profissional, a I.E. também pode, e deve, ser utilizada. “Em todas as áreas de nossa vida, saber orientar as emoções traz qualidade, bem-estar e equilíbrio. Uma pessoa que vive bem com suas emoções é uma pessoa inteira e que reconhece suas limitações e suas potencialidades. Além de reconhecê-las, utilizá-las com orientação torna a vida uma grande experiência de oportunidades”, atesta Dra. Márcia. O professor Alberto, por sua vez, finaliza a questão dizendo que “uma visão da natureza humana que ignore o poder das emoções é lamentavelmente míope. As emoções ocupam espaço representativo em nossas vidas”. E isso, certamente, é um fato a ser considerado.

Fonte: Carreira & Sucesso

A Aprendizagem Organizacional e a Educação Corporativa


A boa educação corporativa não ensina só a apertar botões. A corporação gera o emprego, paga o salário, desenvolve o conhecimento, aperfeiçoa as habilidades, educa e capacita para uma realidade onde o discurso e a prática andam juntas.

Carlos Rodrigues

Segundo Davenport e Prusak, no livro “Conhecimento Empresarial”, aprender em organizações significa testar nossa experiência e transformá-la em conhecimento acessível a toda Organização.

Conhecimento em organizações é “uma mistura fluida de experiência condensada, valores, informação contextual e insight experimentado, a qual proporciona uma estrutura para a avaliação e incorporação de novas experiências e informações. Nas organizações , ele costuma estar embutido não só em documentos ou repositórios, mas também em rotinas,processos, práticas e normas organizacionais.”

Em adição entendo a Educação Corporativa como formar e desenvolver profissionais, promovendo a geração, assimilação, difusão e aplicação do conhecimento organizacional, através de um processo de aprendizagem corporativa contínuo para alinhar as competências individuais às competências institucionais e transformando o conhecimento em valor agregado aos produtos e serviço da empresa.

Em resumo a Educação Corporativa é um dos processos práticos de aplicação da aprendizagem organizacional.

Hoje os cursos superiores de tecnologia, como exemplo, tem uma grade curricular voltada para a preparação daquilo que o mercado esta carente. Em nível universitário, tem durações de dois ou três anos e procuram seguir o atual modelo americano de curta duração e especificidade requerida de mercado.

O aluno adquire conhecimentos em uma área de saber e parte mais cedo para o mercado onde adquirirá as habilidades complementares e desenvolverá atitudes práticas de um ramo de negócio ou que exija competências específicas.

Se este aluno der a sorte de iniciar sua carreira em uma empresa de ponta que possua uma Universidade Corporativa, as ditas habilidades e atitudes específicas desta organização lhe serão transmitidas e rapidamente terá condicões de estar formado do jeitinho que o mercado precisa dele.

A idéia é muito boa!

Hoje nos EUA cerca de 50% dos matriculados em cursos universitários o estão em cursos de curta duração. Soma-se a isto que lá , continuada a expansão atual da Universidades Corporativas, se prevê-se em 2010 que numericamente se tenha mais Universidades Corporativas que Universidades Tradicionais.

Acredito que este modelo, depois de devidamente tropicalizado, mostrará uma luz no fim do tunel para os atuais entrantes no mercado de trabalho que, em função do alarmante nível de desemprego, não estão hoje sequer conseguindo enxergar o tunel.

Em áreas cuja velocidade de renovação do conhecimento é muito alta, o ensino universitário tradicional de cinco anos(60 meses) já se desatualiza totalmente em 18 meses.

O saber geral das várias expressões culturais nunca acabará. O que muda e a forma de se adquirir competências. O ensino superior de curta duração pressupõe a educação continuada após conclusão do curso.

O conhecimento universal não precisa e não deve ser unicamente em salas de aula. Outras formas de ensino e aprendizagem hoje disponiveis devem ser utilizadas e desenvolvidas.

A Educação e Aprendizagem Corporativa são voltadas ao alinhamentos das competências humanas com as competências essenciais do negócio. Sonhos pessoais e necessidade de maior competitividade podem e devem andar juntos.

Trabalhabilidade é chave neste momento do mundo globalizado onde tempo é dinheiro, qualidade é fundamental e competitividade é fator de sobrevivência.

A Educação Corporativa não preconiza a extinção do Ensino Tradicional. Pelo contrário, as grandes Universidades Corporativas do mundo tem como principais parceiras as Universidades Tradicionais.

A boa Educação Corporativa não ensina só a apertar botões. A corporação gera o emprego, paga o salário, desenvolve o conhecimento, aperfeiçoa as habilidades, educa e capacita para uma realidade onde o discurso e a prática andam juntas.

Considerando resumidamente os fatores e características básicas de cada tipo de ensino/educação:

1.COMPETÊNCIAS
Enquanto o ENSINO TRADICIONAL desenvolve as competências para o mercado de trabalho genérico, a EDUCAÇÃO CORPORATIVA foca as competências essenciais do negócio específico.

2.APRENDIZAGEM

Enquanto o ENSINO TRADICIONAL é baseada em sólida formação conceitual e universal, a EDUCAÇÃO CORPORATIVA calca-se nas práticas e estratégias de um ramo ou setor de negócios.

3. SISTEMA EDUCACIONAL

Enquanto o ENSINO TRADICIONAL é formal e acadêmico, a EDUCAÇÃO CORPORATIVA se fundamenta na gestão de competências e na formação profissionalizante.

4.ENSINAMENTO

Enquanto o ENSINO TRADICIONAL desenvolve crenças e valores universais, a EDUCAÇÃO CORPORATIVA se preocupa também com crenças e valores da empresa e do segmento de mercado onde atua.

5.CULTURA
Enquanto o ENSINO TRADICIONAL desenvolve cultura só acadêmica, a EDUCAÇÃO CORPORATIVA desenvolve também a cultura organizacional

6.RESULTADO
Enquanto o ENSINO TRADICIONAL forma cidadãos para a comunidade genérica, a EDUCAÇÃO CORPORATIVA forma cidadãos competentes para o sucesso da empresa, dos clientes, fornecedores, empregados, acionistas e comunidade setorial onde atua.

O que nós queremos dos futuros profissionais e cidadãos é desenvolver-los sim para a Trabalhabilidade, para o trabalho e não para o cada vez mais raro emprego.

Essa educação voltada para a necessidade prática de mercado, socialmente responsável, não aliena o indivíduo e nem busca reproduzir doutrinas e valores retrógrados, busca sim formar cidadões capazes de produzir e viver com dignidade e principalmente trabalhar e aplicar na prática aquilo que aprendeu.

- Nos tempos atuais, que empresa produtiva (Indústria/Serviços) contratará um acadêmico com uma sólida formação conceitual e universal e uma competência genérica fabulosa, mas no qual terá que investir durante dois anos em formação específica e de negócios? Porque esta mesma empresa já não propicia o desenvolver das competências de seus mais habilidosos colaboradores ou da comunidade que ela está inserida?

Carlos Alberto Dias Rodrigues, Engenheiro pela UNIFEI, especialização em gerenciamento pela FEA USP, pós-graduado em E-Management pela FGV, educador, consultor, palestrante, gestor e formador de e-formadores,
cadre@ymail.com

Fonte: Web+proativa

Escritórios virtuais possibilitam redução de custos e prévia do mercado



por Raquel Rezende

Abrir um novo negócio exige uma análise cuidadosa e geralmente os custos com aluguel de imóvel, compra de móveis e as diversas taxas para manter o espaço da empresa são empecilhos que podem impedir o sucesso do novo empreendimento. Fugindo dessa realidade, muitos empreendedores apostam nos escritórios virtuais para reduzir custos e se estabelecer no mercado.

A possibilidade de adiar as questões práticas que envolvem aluguel de espaço e compra de móveis também podem auxiliar o futuro empresário a avaliar o mercado antes de se comprometer com o investimento exigido pelo escritório real. “Embora negócios possam ser feitos em hotéis, restaurantes ou até mesmo em casa, é útil ter um endereço de referência, além disso, os escritórios virtuais contam principalmente com o fator agilidade”, avalia Murilo Nogueira, mestre em metrologia para qualidade e inovação e sócio diretor do Escritório Virtual Espaço 2D.

Nogueira destaca que reduzir os custos, utilizando os serviços de um escritório virtual, pode significar desde a recuperação mais rápida do investimento inicial até a possibilidade de praticar preços inferiores aos da concorrência, permitindo à empresa recém formada abocanhar uma fatia maior do mercado. “Se a empresa vai vender algo que não é original e nem pioneiro no mercado, certamente vai enfrentar um mercado competitivo e por isso deve pensar em alternativas para reduzir custos”, analisa.

O setor de escritórios virtuais cresce, em média, 10% ao ano no Brasil e já são 480 escritórios em todo o País, segundo informações da Associação Nacional dos Centros de Negócios e Escritórios Virtuais (ANCNev). Com foco nesse setor desde 1994, a empresa Virtual Office dispõe, atualmente, de quatro unidades distribuídas em São Paulo e uma unidade que será inaugurada no Rio de Janeiro em outubro deste ano.

A empresa, que conta com uma carteira composta por 1,5 mil clientes ativos, tem crescido em média 15% ao ano com uma unidade nova a cada 18 meses, aproximadamente. “Este segmento tem sido muito procurado nos últimos três anos, quando o brasileiro começou a perceber a economia em torno de 60% em relação à montagem do próprio escritório”, ressalta Mari Gradilone, diretora do Virtual Office.

A empresa disponibiliza suas salas de reuniões de segunda a sábado e oferece preços variados conforme as horas utilizadas e o número de pessoas. “Para usar as salas são cobrados R$ 40 por hora, em salas de 4 até 16 pessoas, com no mínimo 2 horas de uso e mais 10% de serviço acrescido. Caso o cliente necessite de mais de 2 horas, fora dos horários convencionados, é cobrado meio período no valor de R$ 180 por 5 horas ou período integral no valor de R$ 300 por 10 horas. Aos sábados são cobrados R$ 70 por hora, R$ 320 por meio período e R$ 420 pelo período integral. Nas salas de reunião da unidade paulista, com capacidade para 16 pessoas, são cobrados R$ 450 pelo período integral e R$ 300 por meio período”, explica a diretora do escritório virtual.

Segundo Mari Gradilone, os profissionais liberais e advogados são os que mais procuram pelos serviços. As empresas estrangeiras e áreas de telecomunicações também integram a lista dos clientes mais assíduos da empresa. A empresária explica que o escritório virtual não oferece ambientes personalizados, mas garante espaços exclusivos. “Caso o cliente alugue uma sala por um mês ou por um ano, ele tem garantido o uso desta. O espaço se torna seu escritório permanente e, nestes casos, ele pode personalizar a sala ao seu gosto. Nas salas de reunião, por serem de uso comum, não é possível a personalização”, esclarece.

Para regulamentar seu funcionamento, os escritórios virtuais contam com uma legislação municipal na cidade de Santos (SP). A Lei Complementar de número 616, de 26 de dezembro de 2007, do prefeito João Paulo Tavares Papa, foi aprovada em sessão extraordinária pela Câmara Municipal.

O vereador Fábio Nunes, responsável pela criação da Lei, inspirou-se no exemplo da cidade de Barueri, na grande São Paulo, para defender a sua criação. “Checamos se a cidade de Santos tinha algum empreendimento que já praticava os serviços de acolher várias outras empresas no mesmo endereço e nos surpreendemos positivamente, pois encontramos escritórios aptos a prestar os serviços nos moldes dos virtuais”, diz o professor. “Com a divulgação dessa lei, prevemos um aumento na procura pelos serviços, a ampliação do mercado, a criação de novos postos de trabalho e uma maior arrecadação de impostos para a cidade”, avalia.

Contatos
Virtual Office: 0800559533 / www.virtualoffice.com.br
Escritório Virtual Espaço 2D: (21) 2195-1300 / www.espaco2d.com.br

Fonte: empreendedor

Os Sem Currículos

Uma apresentação pessoal, por telefone ou numa reunião, vale muito mais do que o envio do seu currículo por e-mail ou em papel bonitinho

Muita gente pensa no currículo como a maneira mais prática de se apresentar para disputar uma vaga. É o bom e velho hábito de transferir a responsabilidade para a eventual leitura que o executivo que decide a contratação. Então, prepara-se um belo currículo, com muitas verdades e pequenas mentiras, alguns auto-elogios e pronto, você se sente psicologicamente livre para aguardar que o outro decida por você.

Mas as pessoas que decidem estão cada vez mais sem tempo. Lêem de maneira seletiva. Muitas vezes nem chegam ao final dos parágrafos. E gastam cada vez menos tempo com a leitura de e-mails.

Então se você já é um profissional tarimbado e reconhecido pelo mercado e está de olho numa oportunidade numa empresa concorrente, tente outras aproximações que reforcem ou substituam o currículo. Aja como fosse um “sem currículo” e assuma a responsabilidade pelo contato telefônico ou pessoal.

É um tipo de contato mais desgastante. Vai exigir que você prove numa conversa telefônica de no máximo três minutos que acredita de verdade nas suas qualificações. Para ganhar tempo, sugiro que faça uma pesquisa das pessoas que trabalham com o executivo ou executiva da empresa que tem a vaga disponível. Durante a conversa, você menciona tais pessoas para ajudar a situá-lo dentro da perspectiva profissional do executivo.

Pesquise também o telefone direto e tente descobrir o nome da secretária. E se prepare com cuidado para a conversa. Sem antecipar as respostas do seu interlocutor.

A conversa deve ser tranqüila, como você não precisasse do emprego imediatamente. Lembre-se, você está sondando a empresa concorrente enquanto ainda está empregado. Faz, apenas, o que acha correto para ampliar seus horizontes, aprimorar seus conhecimentos e seguir sua vida profissional.

“O mercado já está informado que você tem uma vaga que acredito ser do meu perfil profissional”, pode ser uma linha de condução da conversa. “Sou Fulano de Tal da empresa Tal e acredito que você já me conheça profissionalmente, aí na sua empresa a Fulana e o Beltrano já interagiram profissionalmente comigo. Gostaria de agendar um café da manhã com você (ou almoço ou reunião etc.)”, seria a seqüência da conversa.
Tente ouvir a pessoa do outro lado da linha. Verifique se ela está receptiva e se confirma a vaga. E tente encerrar a conversa apontando para uma reunião. Não se ofereça para enviar currículo. Lembre-se você é “um sem currículo”.

Mas se seu interlocutor pedir um currículo, peça o e-mail pessoal dele e o da secretária. Envie uma cópia para os dois, já confirmando ou lembrando da reunião que foi agendada. E respeite, claro, as indicações que fizer para você começar a negociar a vaga. É provável que o indique para falar com o diretor de recursos humanos. Tudo bem, já é um passo que contornou a frieza de um currículo.

Lembre-se que sua apresentação por telefone e depois pessoalmente valem muito mais do que o envio do seu currículo por e-mail ou em papel bonitinho.

Cenários Estratégicos - Marco Roza
Fonte: Isto é dinheiro

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