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SCHINCARIOL MUDA MODELO GESTÃO PARA DAR ÊNFASE ÀS PESSOAS

Como parte do processo de reorganização da gestão, a Schincariol mudou, há pouco mais de um ano, a nomenclatura do setor de recursos humanos, que passou a chamar área de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO). De acordo com Marcos Cominato, diretor do departamento, a mudança aconteceu porque o profissional não pode ser visto apenas como recurso. "O RH advém de uma estrutura na qual as pessoas eram vistas como recursos. Para a Schincariol, os profissionais não são vistos dessa maneira. Somos uma área que deve estar estritamente ligada ao business para que possamos ajudar no desenvolvimento humano e da organização, visando aos seus atendimentos e objetivos estratégicos", disse.

Na entrevista a seguir, Cominato explica para a FNQ em Revista, como a empresa trabalha a gestão de pessoas.

Qual o principal desafio do DHO?

Temos de ajudar no desenvolvimento das pessoas e da organização. O ser humano é um conjunto formado por racionalidade, sociabilidade, emoções e espiritualidade. Temos de achar esse equilíbrio e olhar o homem nessa integralidade, assim ele terá maior produtividade na Schincariol e poderá se tornar um ser humano melhor. Entendemos também que a organização é um organismo vivo, feito de pessoas que precisam ter competências estratégicas para suportar a organização. Ou seja, precisamos desenvolver as competências organizacionais estratégicas para suportar a visão da empresa. A área de desenvolvimento humano deve ser uma grande prestadora de serviços.

É uma área que tende a deixar de existir?

Sim. Meu objetivo é que em 2012 não exista mais o DHO. Se chegarmos ao ponto de inexistirmos significa que capacitamos as áreas para serem responsáveis pelo desenvolvimento da liderança nas pessoas. Enquanto isso não acontece, somos um setor que aporta tecnologia, conhecimento e que inspira a organização a refletir sobre a necessidade de desenvolvimento das pessoas, de criar sustentabilidade, da gestão do conhecimento. É difícil dizer para sua equipe que seu objetivo é deixar de existir, mas temos um pensamento sistêmico e uma visão de futuro que nos permite galgar este esse sonho.

O senhor acredita que a tendência do DHO é se tornar cada vez mais uma consultoria interna?
Sim. Temos de oferecer ferramentas para que o funcionário possa utilizar o auto-serviço seja na emissão de holerite, pedido de férias, recebimento de salário, solicitação de treinamento, seja na hora de se inscrever para uma vaga, atualizar dados pessoais, ou seja, uma série de ações que ainda hoje são feitas dentro da nossa área. Eu não acredito que deveríamos mantê-la. O importante é agregar valor ao negócio, desenvolver as pessoas e a organização para o cumprimento dos resultados.

Quais os principais valores da Schincariol?
A companhia tem, basicamente, três valores: pessoas, serviços e resultados. O resultado é extremamente importante, mas é oriundo de pessoas com alta performance, desenvolvidas na sua integralidade. O resultado também é uma conseqüência de atitudes diferenciadas em serviços internos e externos.

O que caracteriza um bom líder?

É aquele que consegue ser inspirador para sua equipe, que tem o discurso coerente com a prática, que consegue unir a estratégia ao indivíduo. Ele precisa ter a capacidade de trazer a realidade do mercado para dentro da organização de maneira equilibrada, para que as pessoas se sintam percebidas também dentro do contexto competitivo, não apenas como 'mais uma dentro da empresa'. Capacidade de criar e executar a estratégia e gerar resultado é outro aspecto fundamental que compõe uma boa liderança. Além disso, ela deve ter a competência de traduzir o papel e a missão da empresa na prática do dia-a-dia.

É fácil identificar uma pessoa com esse perfil?
Não. O ser humano tem a característica de se transformar ou esconder, dependendo da situação na qual é envolvido. São camaleões, que se moldam ao momento. A gente não pode viver só de percepção. Para identificar lideranças a empresa precisa desenvolver um ferramental que possibilite ter uma visão sistêmica e real da liderança. É muito difícil, podemos cometer muitos enganos, mas faz parte do DHO criar metodologia que tragam a realidade e veracidade à tona.

Quais as ferramentas utilizadas pela Schincariol para identificar essas pessoas?
Feedback 360. Traduzimos os valores por meio de uma ferramenta que gere atitude concreta. Mas só valor não sustenta a companhia, precisa ter a estratégia. É preciso gerar competências. Temos de fazer com que a estratégia da empresa saia do papel e seja entendida e assimilada pelas pessoas que estão trabalhando. É necessário fazer com que as pessoas percebam na estratégia da organização um significado pessoal. Todas as ações da empresa têm que fazer sentido para cada pessoa que trabalha ali. Não tem lógica uma pessoa desenvolver um trabalho que ela não entenda e que não faça sentido para ela.

É imprescindível que os valores das pessoas estejam alinhados com os valores da empresa? E se isso não acontecer?
É fundamental. Pode ser que haja funcionários que apresentem excelentes resultados, mas se não tiverem alinhamento de valores, pode ser que para aquela empresa eles não sirvam. Sob pena de surgirem conflitos e desgastes, tanto para a pessoa quanto para a organização. As pessoas precisam estar felizes. Se não estiverem, talvez seja o momento de buscar uma outra empresa cujos valores sejam mais coerentes com os seus próprios. Não há sentido em fazer parte de uma organização vivendo valores diferentes.

O que o profissional precisa ter para ser competitivo hoje?
O mercado brasileiro passa por um momento de grande avanço tecnológico. Na minha opinião nenhum empregado sobrevive sem ter uma elevada capacidade de inovação, adaptação à mudança e percepção do autodesenvolvimento. Ele não deve se tornar apenas empregável e ser considerado um mero custo. Ele tem de se sentir com alta capacidade de iniciativa, criatividade e espírito de equipe.

Como disseminar a cultura da inovação dentro da empresa?

Infelizmente, na escola, as pessoas aprendem a decorar e não a inovar. Modelo educacional brasileiro é de baixa flexibilidade da criatividade. Precisamos despertar a capacidade de inovar nas pessoas que, às vezes, está escondida ou não foi desenvolvida. Temos de desafiar as pessoas. Trabalhar as pessoas fora do quadrado, fazer com que elas deixem de trabalhar na zona de conforto e se exponham na zona de risco. É no desconhecido que elas aprendem e se desenvolvem.

Qual a importância de um bom clima organizacional?
Clima é o que sustenta a organização. Se ela é feita de organismos vivos e as pessoas podem escolher hoje a empresa em que querem ficar, o clima organizacional é um dos pesos que são colocados na balança na hora da decisão. O clima é a ferramenta principal de fidelizar as pessoas que são talentos dentro da organização.

As empresas que se preocupam com a excelência da gestão tendem a sair mais fortalecidas desta crise econômica?
As empresas que já possuem uma alta performance no seu modelo de gestão sairão menos impactadas. Aquelas que tiverem uma gestão mais fortalecida, em todos os aspectos da sua cadeia, talvez sejam menos impactadas. As organizações com modelos de gestão mais frágeis não terão a competência necessária para sobreviver a este momento.

Tatiana Assumpção

As Emoções do Vendedor

Vez por outra, você vê na televisão uma disputa entre um computador superpoderoso e o melhor enxadrista do mundo. E os fabricantes da máquina trombeteiam: ela é capaz de fazer milhões de cálculos a mais do que o cérebro humano, e muito mais rapidamente. Centenas, milhares de possibilidades e combinações de movimentos de peças cruzam seus chips e fios em frações de segundos para que a mais adequada seja, invariavelmente, escolhida. Precisão cirúrgica. Eficiência absoluta. Verdades matemáticas em estado puro.
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E, ainda assim, o computador perde. Empata. O ser humano ali, na sua frente, que não teve nenhum aperfeiçoamento de peças ou programas entre um desafio e outro continua derrotando a lógica. Porém, o mais impressionante acontece meia hora depois da partida.
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O computador analisa todos os movimentos. Guarda no seu banco de dados todas as possibilidades. E é desligado. O ser humano pensa na partida. Seus pontos fracos e fortes, o que poderia ser feito de diferente. E, enquanto isso, brinca, faz piada com os fãs e repórteres, combina uma “esticadinha” num bar para tomar alguma coisa. Enquanto não for capaz de tirar sarro, de fazer piada, de blefar, de usar a intuição, o computador está fadado a perder algumas partidas.
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O computador usa a razão. O homem usa a razão e a emoção. Essa capacidade de rir e fazer rir, de ter aquele “acho que” inesperado na mente, de ir em frente contra todas as possibilidades é o nosso trunfo. É aqui que todos, sejamos enxadristas ou vendedores, podemos vencer a concorrência e atingir nossos objetivos. Ou podemos perder uma venda, se não controlarmos essa força. Veja algumas emoções que são importantes no seu dia-a-dia:
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Intuição
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É estranho falar sobre esse fenômeno em relação ao trabalho. Intuição é aquela “emoçãozinha” na coluna, aquela voz que faz com que você saiba o que vai acontecer, assim, sem mais nem menos. Alguns têm mais, outros têm menos. Mas não há nada de sobrenatural ou místico na maioria dos casos. A intuição pode ser treinada.
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Bombeiros com anos de serviço nas costas chegam a descobrir incêndios antes mesmo que qualquer alarme seja acionado ou fumaça seja vista. Como? Essas pessoas, mesmo sem saber, treinam-se diariamente em identificar sinais. Alterações imperceptíveis no ambiente, movimento no rosto das pessoas. Direção do vento, postura corporal. Não peça para elas colocarem em palavras, é inútil. São dezenas de sinais que nos chegam pelos cinco sentidos e não são captados conscientemente ou de propósito. Vão direto àquela área adormecida do cérebro que em segundos dispara o “algo me diz que...”
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E esse algo está sempre certo. É por isso que os agentes do FBI, polícia federal norte-americana, aprendem a identificar dinheiro falso estudando notas verdadeiras por semanas a fio. Quando encontram a falsificação, sabem que “sei lá, tem alguma coisa esquisita aqui”. Podem não saber o que, mas sabem que há algo. Algumas dicas para você aumentar a sua intuição:
  • Preste atenção no que você faz. É comum falarmos ao telefone com um cliente enquanto procuramos um folheto e assinamos o documento que a secretária coloca na nossa frente, a mão mal largando a caneta para alcançar o cafezinho. Nessa situação, o vendedor acabou de perder a oportunidade de descobrir o que o cliente quer exatamente e como ele reage em determinadas situações. Dê toda a sua atenção, coloque toda sua mente e seu coração em uma ação de cada vez.
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  • Simule. Ao enfrentar uma situação, rode-a na sua cabeça primeiro. É aí que você vai perceber aquelas “sacadinhas” óbvias, mas que podem fazer a diferença. Ao atender um cliente em cadeiras de rodas, por exemplo, essa simulação permitirá que você não fique no caminho dele, atrapalhando seus movimentos.
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Coragem
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A frase é do escritor Ernst Schumacher: “Qualquer tolo que ponha a cabeça para funcionar pode tornar as coisas maiores, mais complexas e mais violentas. É preciso ser um gênio – e ter muita coragem – para fazer algo na direção contrária.”
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A coragem venceu guerras, construiu impérios, mudou o mundo. Colocou tanto Santos Dumont como a Gol no ar. E é indispensável aos vendedores. Algumas dicas:
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  • Respeite o medo. Uma pessoa sem medo ou não entendeu os perigos ou não acredita neles. O vendedor corajoso sabe exatamente em que situação ele está se metendo. Sim, ele pode sentir medo. Sim, ele pode temer o desfecho. Porém, controla esses sentimentos, projeta os cenários possíveis e vai em frente. Coragem não é ignorar o medo, é conhecê-lo, estudá-lo e mantê-lo por perto, abaixo das suas decisões, como um conselheiro que pode ser ouvido mas não tem, de maneira nenhuma, a palavra final.

  • Crie sua própria segurança psicológica. Toda vez que você realizou algo que deu certo contra as possibilidades, dê-se um presente. Pode ser um bom jantar, uma roupa nova, um passeio. Ensine a si mesmo os benefícios de se arriscar.
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Felicidade
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Há um velho provérbio árabe: “Quem não sabe sorrir, não deve abrir uma loja”. O sorriso é a grande arma do vendedor, mas você pode e deve ir além. Pense no que você conquistou, nos clientes que você deixou satisfeitos, nas pessoas que dependem de você para ganhar dinheiro, realizar sonhos, vencer. Dê-se o direito de, ao andar na rua, sentir o sol, erguer a cabeça e sorrir. Até aquele momento, você já conquistou muito. E tem todos os motivos para, a partir do próximo segundo, conquistar muito mais.
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texto de: Brasílio Andrade Neto

Emigração fornecerá mão-de-obra a países desenvolvidos

A emigração proporcionará às nações industrializadas a mão-de-obra de que necessitarão nos próximos 50 anos devido ao envelhecimento de sua população, e, até 2010, 2,5 milhões de pessoas emigrarão por ano em busca de trabalho.

Estas são algumas das conclusões do relatório anual da Organização Mundial das Migrações (OIM), apresentado hoje. Segundo os cálculos da OIM, a população dos países desenvolvidos com idades entre 20 e 60 anos diminuirá 23% até 2050.

Esse retrocesso representará uma perda de população ativa de 170 milhões de pessoas, assinala o relatório. De fato, as estimativas indicam que nos próximos 50 anos, por conta das quedas nas taxas de natalidade, haverá "o dobro de idosos de 60 anos que de crianças". No entanto, sempre segundo a OIM, os fluxos migratórios para esses países proporcionarão a mão-de-obra necessária para manter o sistema em funcionamento.

Um dos argumentos é de que, durante o mesmo período, a população em idade de trabalho da África terá triplicado, passando de 408 milhões em 2005 para 1,12 bilhões em 2050. Na Ásia, a população entre 20 e 64 anos aumentará 40% , de 2,21 bilhões em 2005 para 3,08 bilhões em 2050. Na América Latina e no Caribe, a população ativa crescerá 45%, de 303 milhões para 441 milhões no mesmo período. "Durante as próximas quatro décadas, os países em desenvolvimento poderão proporcionar facilmente o número de pessoas em idade de trabalhar necessárias nos países desenvolvidos, cuja população é cada vez mais velha", indica o relatório.

O documento assinala que o número anual de emigrantes que se transferiram ou que se transferirão a regiões mais desenvolvidas durante o período 2005-2010 será de 2,5 milhões de pessoas. No período 2005-2050 emigrarão 2,3 milhões de pessoas por ano, segundo a previsão da OIM. "Isto representa um aumento de 40% do número médio anual de 1,6 milhões de pessoas que se deslocaram rumo aos países desenvolvidos entre 1960 e 2005".No entanto, o relatório deixa claro que a migração Sul-Sul (61 milhões) é tão importante como a Sul-Norte (62 milhões).

Atualmente, no mundo, há 200 milhões de imigrantes, 2,5 vezes a mais do que em 1965.Os analistas da OIM consideram que este número não fará mais do que crescer, dado "que as demandas de maior eficácia na produção, resultantes da feroz concorrência mundial, fazem com que os trabalhadores, de quaisquer localizações geográficas, vivam agora, como nunca antes, em um mundo interconectado que leva a maior mobilidade".

O relatório considera que a mobilidade humana já é "uma opção de vida dentro e através de todas as regiões". Segundo os dados da entidade, atualmente um terço dos trabalhadores imigrantes vivem na Europa. O relatório destaca que aproximadamente metade dos imigrantes são mulheres - 49,6%.

Segundo os dados da OIM, todas as regiões do mundo se vêem afetadas pela imigração irregular, que representa aproximadamente de 10% a 15% do total.A respeito das remessas, em 2007 foram enviados US$ 337 bilhões, um aumento de 99% em relação a 2002. Deste total, US$ 251 bilhões foram para países em desenvolvimento.

(Agência EFE)

BUSINESS INTELLIGENCE: A Ferramenta para Identificar e Ganhar a Guerra


por Werner Kugelmeier

A evolução do mundo dos negócios resume-se a uma palavra: velocidade.

Mas não é qualquer uma; é a “rapidez da internet”. Para acompanhar este ritmo e assegurar o sucesso, as empresas precisam planejar, decidir, operar e aprender cada vez mais rápido. A solução para enfrentar esta nova situação chama-se Business Intelligence - BI, que, em português, significa Inteligência Empresarial.

BI é o nome que se dá a aplicativos de Tecnologia de Informação - TI, usados para acessar grandes volumes de dados e realizar a análise dos mesmos, gerando informações categorizadas sobre a empresa, seus concorrentes, clientes e fornecedores bem como sobre aspectos conjunturais que podem influenciar os negócios.

A utilização situacional da BI transforma estas informações em conhecimento compartilhado, capaz de criar um diferencial decisivo de competitividade: ela apóia a tomada de decisões através de input preciso, atualizado e relevante, conduzindo a uma avaliação inteligente do ambiente empresarial, do posicionamento estratégico e da satisfação do cliente. Organizações competitivas acumulam e aplicam inteligência como recurso central para sustentar o crescimento rentável.

Tecnologia de BI

Pessoas envolvidas em processos de BI podem usar softwares para traduzir sua estratégia em ação, rumo à excelência da gestão do negócio. Uma referência anterior a esta “inteligência vencedora”, mas não relacionada aos negócios, encontra-se no livro de Sun Tzu – A Arte da Guerra. O autor prega que para suceder na guerra uma pessoa deve deter todo o conhecimento de suas fraquezas e virtudes assim como todo o conhecimento das fraquezas e virtudes do inimigo. Segundo o autor, a falta deste conhecimento pode resultar na derrota. 

Na era do “Marketing de Guerra”, o apelo de Sun Tzu, formulado há mais de 2500 anos, se aplica diretamente às disputas atuais nos negócios, nas quais empresas “guerreiras” são bem sucedidas porque aprendem com seus casos de fracasso e de sucesso; além disso, ficam de olho nos seus pontos fortes e fracos e se preparam para contornar as ameaças e explorar as oportunidades.

A “guerra” não permite gastarmos muito tempo coletando informação, montando planilhas e distribuindo relatórios. A velocidade da evolução dos negócios exige análises assertivas, em tempo real, para otimizar a tomada de decisão; a BI fornece de “bate pronto” os indicadores chave de desempenho e torna a gestão pró-ativa do seu negócio uma realidade.

Sendo assim, a ferramenta de BI é hoje a “menina dos olhos” dos executivos de grandes e médias empresas e, por tabela, de “grandes pequenas empresas”. No entanto, as empresas somente usufruirão das vantagens da BI se criarem o hábito de alinhar os indicadores precisos da BI ao processo decisório do seu planejamento estratégico.

Com softwares customizados e apenas com um clique no mouse pode-se, por exemplo, ver graficamente, na tela do computador, a concentração do uso de uma marca e produto até no nível de uma rua de uma cidade!

A BI, quando implantada com os sistemas informatizados corretos, é uma “mina de ouro” para as empresas. Tais sistemas constituem um “canhão” poderoso para a execução bem sucedida de uma estratégia vencedora, que deve responder a duas perguntas:

1. Em qual guerra vamos entrar?
2. Como vamos ganhar essa guerra?

Torna-se fácil entender agora o porquê de palavras como “mercado alvo”, “combate” e “desempenho superior ao concorrente”. Aquelas organizações que não medem esforços para conquistar e manter um cliente, com certeza, não se perderão no meio do caminho. Bom para todos nós, clientes e consumidores; melhor ainda para nós, parte integrante de empresas. Afinal, temos muito que fazer e, mais ainda, a resolver...


Werner Kugelmeier
Diretor da WK Prisma, Educação Corporativa Modular

Série CRIATIVIDEO - Videos para você refletir e Botar Prá Fazer

O Bota prá Fazer é um movimento do empreendorismo mundial e dado a conhecer por um site e publicidade na televisão, bem na hora. Com a crise mundial de liquidez e solvência financeira, nada como setores se rearticularem em torno de novas idéias, novos projetos.

Este movimento foi criado por estudiosos, que perceberam que muitas das grandes ideias eram deixadas de lado Então Bota pra Fazer.

Aproveite e ja se inspire nos videos abaixo:





Coloque em prática seu lado empreendedor. Bota pra fazer.

Produtividade!!!!

Veja o video e observe o que competência, ou seja, habilidade, conhecimento técnico e atributos. E depois reveja seus conceito sobre produtividade...



E então...



Recomendação de leitura:


O QUE É... PRODUTIVIDADE?

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