Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Mulheres Não Seguem os Dois Primeiros Passos Para Enriquecer

Pesquisa da Visa mostra como mulheres lidam com o dinheiro e revela erros na administração financeira pessoal

Por Priscila Yazbek

Diversas pesquisas mostram que as mulheres poupam menos que os homens. Ainda que alguns atribuam isso ao fato de a mulher ser mais “gastona”, autores que estudam o assunto mais a fundo mostram que as mulheres acumulam menos dinheiro ao longo da vida por razões bem diferentes: elas ainda ganham menos e gastam mais dinheiro com a família do que os homens.

Uma pesquisa mundial da Visa, realizada com 25 mil pessoas de 27 países, traz novos dados que contribuem para a compreensão sobre a relação das mulheres com as finanças pessoais. Segundo os dados levantados é possível concluir que as mulheres lidam de forma precária com dois importantes pilares do enriquecimento: a formação de uma reserva de emergência e a elaboração de um orçamento pessoal.

O estudo, que foi divulgado com exclusividade para EXAME.com, mostrou que em 22 países a maioria das mulheres tem um valor equivalente a menos de três meses de sua renda guardado em uma reserva de emergência ou não tem reserva alguma. 

A formação desse tipo de poupança, chamada no jargão das finanças pessoais de reserva de emergência ou colchão financeiro, é altamente recomendada por consultores financeiros e deveria equivaler a, no mínimo, seis meses de renda. Essa reserva tem o objetivo de impedir que o poupador se endivide em uma situação imprevista, como a perda de emprego, ou diante de uma doença, por conta das despesas médicas.

De acordo com a pesquisa, apenas na Austrália as mulheres guardam mais dinheiro do que os homens e, entre os brasileiros sem poupança, 51% são mulheres e 41% são homens.

Outro dado do estudo diz respeito aos orçamentos familiares. A pesquisa constatou que, em apenas quatro países (Brasil, Estados Unidos, Canadá e África do Sul), as mulheres seguem um orçamento na maior parte do tempo. Nos demais 23 países, a maioria das mulheres não têm qualquer tipo de orçamento.

Assim como a formação do colchão financeiro, colocar no papel todas as despesas e receitas mensais é uma das principais orientações dadas por consultores financeiros a pessoas que querem começar a organizar sua vida financeira. Eles justificam que quanto maior a consciência sobre os gastos, maior é a sensibilidade com o dinheiro.

E quando todos os gastos são anotados, até mesmo os menos significantes, fica mais claro qual é o destino exato do dinheiro. Dessa forma, é possível usar a receita de maneira inteligente, evitando gastos tolos e investindo o dinheiro no que realmente faz sentido. 


Fonte da imagem: Clique aqui

6 Dicas Para Ter Melhores Ideias

Melhores ideias podem não vir facilmente, mas existem dicas que podem estimular seu cérebro a pensar de formar criativa. Confira 6 conselhos que podem ajudar!

Sempre que precisamos ter novas ideias, ouvimos conselhos como: "pense fora da caixa", ou "analise o problema de outro ângulo". Entretanto, se você não souber como pensar fora da caixa, ou como ver as coisas por outro ângulo, esses conselhos são vazios. Veja dicas concretas que te ajudam a pensar de forma inovadora:

1 – Aumente o seu volume de ideias

Nem todas as ideias que você tiver serão boas, mas quanto mais ideias você tiver, maiores as chances delas serem inovadoras. Não tenha medo de pensar e não desanime, mesmo que, a princípio, nenhuma delas pareça boa.

2 – Mude os seus caminhos

Pode parecer estranho, mas mudar os seus trajetos pode te ajudar a ter boas ideias. Se você vai para o serviço de metrô, tente ir de ônibus. Você verá coisas novas, e isso te estimula a pensar em coisas novas.

3 – Converse com crianças

Crianças, ao contrário dos adultos, ainda não estão presos a nenhuma linha de pensamento. Para eles, tudo é possível. Mesmo que as ideias deles sejam impossíveis, pode ser que, no fundo, tenham um fundo de razão.

4 – Leia o que você não está acostumado a ler

Leia revistas de temas diferentes ou livros que abordam assuntos fora do seu conhecimento. Entrar em contato com outros temas pode ajudá-lo a ver situações de diferentes ângulos.

5 – Descubra conexões

Existe um joguinho que pode estimular a sua criatividade: pegue qualquer objeto da sua casa e tente solucionar um problema usando aquele objeto. Faça isso umas três vezes por semana, e seu cérebro ficará muito mais preparado para lidar com situações adversas.

6 – Imponha limites

Impor limites a si mesmo fará com que seus pensamentos tenham que sair da zona de conforto. Se você usa sempre o mesmo caminho para solucionar um problema, proíba você mesmo de usá-lo. Tente atingir os seus objetivos por caminhos inovadores.


Fonte da imagem: Clique aqui

Treinar é Desenvolver Pessoas: A Importância Dos Multiplicadores Internos Nas Organizações

Por Carolina Manciola*

Mesmo nos dicionários modernos ainda não há referência à palavra “multiplicador” no sentido de “multiplicador do conhecimento”. No entanto “o que multiplica” enquanto definição permite a clarificação do que se espera de líderes de todos os níveis.

Há alguns anos a preocupação com a transmissão do conhecimento deixou de ser exclusiva das escolas e universidades. Dentro das organizações o conceito tem sido cada vez mais difundido, seja através de programas de capacitação formal, seja através da criação de um clima organizacional que permita um ambiente de constante aprendizado.

Segundo Peter Senge, autor do livro A Quinta Disciplina, “a verdadeira aprendizagem está intimamente relacionada com o que significa ser humano”, ou seja, aprender é algo intrínseco a natureza humana. O desafio está em tornar o “ensinar” também um hábito. 

Caminhando nessa direção, muitas organizações têm investido na capacitação de multiplicadores, sejam eles colaboradores que atuam exclusivamente com esse papel, o de multiplicador interno, sejam eles colaboradores de diversas áreas que possuem dentre as suas atribuições propagar o conhecimento. 

Ambas as situações são desafiadoras. 

No caso das pessoas que exercem a função de multiplicador interno e têm como principal responsabilidade treinar outros, os desafios estão relacionados à sua preparação para capacitar colaboradores de diversos níveis e áreas distintas. O multiplicador precisa possuir uma visão sistêmica do negócio e muita clareza do seu papel para não entrar em situações delicadas onde a sua falta de experiência no tema coloca em check sua capacidade de treinar outras pessoas. É preciso entender os impactos do que se difunde na empresa e que seu papel está em assimilar a informação e atuar exclusivamente na sua propagação, preparando outras pessoas para sua utilização. Um exemplo disso são multiplicadores que nunca exerceram papel de liderança, mas atuam em projetos cujo tema é liderança.

Do outro lado, existem os colaboradores cuja parte de sua atribuição está em multiplicar conhecimento. Eles exercem funções diversas como analista de produto, gerente administrativo financeiro, dentre outras e precisam, por vezes, “entrar em sala” para ensinar aquilo ou parte daquilo que fazem ou são especialistas. O desafio aqui está em adequar a linguagem, quase sempre técnica, ao público, conectar a informação ao nível de maturidade da audiência e, muitas vezes, encontrar tempo para cumprir com essa obrigação de forma planejada. 

Se por um lado, temos especialistas em educação e treinamento aos quais falta conhecimento técnico de áreas e processos organizacionais, por outro lado temos especialistas no negócio cujo desafio está relacionado ao método de ensino aprendizagem. É preciso treinar treinadores para o exercício pleno dessa atividade que permite o desenvolvimento não só das pessoas, mas da organização. 

Reforçar a importância desse papel é crucial para que toda a engrenagem se movimente, afinal mais do que ensinar, ajudar a aprender é desenvolver a organização, expandir a capacidade de criar resultados, é estimular padrões de comportamento novos e abrangentes, é dar liberdade à aspiração coletiva e é permitir o exercício do “aprender junto”.

O processo de treinar pessoas permite o desenvolvimento constante daqueles que multiplicam o conhecimento. O pressuposto para a coerência nesse processo é permitir-se aprender para ensinar e como dizia Cora Coralina: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. 

*Carolina Manciola é gerente de consultoria e treinamento do Grupo Triunfo, consultora e palestrante.
Fonte: Empreender para todos
fonte da imagem: Clique aqui

Bombeiro, Não. Gerente de Projetos, sim!


Saiba quais os principais conflitos que os gerentes de projetos enfrentam e como lidar com eles para evitar problemas

A principal função do gerente de projetos é planejar e garantir a execução de tarefas e atividades de forma a serem realizadas dentro de prazo, custo e escopo definidos. Na prática, muitos gerentes acabam correndo atrás do prejuízo o tempo todo, minimizando problemas e entregando o “melhor resultado possível” no lugar do que seria o ideal.

Dá aquela sensação de estar sempre apagando incêndios. Mas você é bombeiro ou gerente de projetos? Afinal, porque as coisas saem do controle, e como reduzir ao máximo essa possibilidade?

Vamos por partes.

Até agora, não falamos dos chamados recursos. São as pessoas que vão tirar do papel – ou do computador – o projeto em questão. E lidar com pessoas é um tanto quanto delicado. Pessoas têm sentimentos, famílias, habilidades e dificuldades.

Mesmo que você tenha a equipe mais competente ao seu lado, pode ser que um dia algum membro tenha uma dor de cabeça que o afaste do trabalho, mesmo que de forma inconsciente. Ou então dois profissionais brigam por terem pontos de vista muito diferentes. Pessoas não são exatas como nossas planilhas nos tentam fazer crer.

Como lidar?

Pessoas têm origens e histórias diferentes, o que faz com que cada um tenha seus próprios valores e referências. O que facilita a boa integração de uma equipe é o diálogo. Se existe falha nessa comunicação, o conflito é inevitável.

Conflito é o combustível do incêndio que o gerente de projetos terá de apagar. Ele dificulta a tomada de decisões e prejudica o trabalho de todos os envolvidos. O cliente e os stakeholders não têm nada a ver com a briga entre dois profissionais da equipe e não podem ser prejudicados por isso.

Veja as principais causas de conflitos observadas pelos gerentes de projetos: 
  • Referências muito diversas entre os integrantes da equipe; 
  • Falta de compreensão dos objetivos do projeto; 
  • Falta de comunicação e comprometimento com responsabilidades e funções; 
  • Cronogramas e metas não muito claros; 
  • Grupos que atuam de forma independente e distante; 
  • Clientes difíceis; 
  • Falta de qualidade nas entregas; 
  • Recursos não disponíveis; 
  • Indefinição das prioridades. 

O conflito, por si só, não é negativo por definição. Ao contrário: é na crise que enxergamos as oportunidades! Isso vale também para a gestão de projetos. A forma de lidar com os problemas vai dizer se a experiência foi boa ou ruim.

Um conflito pode ter sido positivo se: 
  • Gerou um debate produtivo entre a equipe para encontrar a solução; 
  • Promoveu a união entre os profissionais, reforçando os laços de confiança e respeito; 
  • Estimulou a criatividade e fez surgir ideias inovadoras; 
  • Motivou as pessoas a pensar criticamente os detalhes do projeto. 
Nem sempre as coisas dão certo. Avalie o conflito como negativo se: 
  • Gerou estresse e desentendimentos entre a equipe; 
  • Tornou difícil o ambiente de trabalho; 
  • Atrapalhou o processo de comunicação; 
  • Interferiu no trabalho da equipe; 
  • Estimulou lideranças autoritárias. 
Não dá para prever quando o conflito irá ocorrer. Mas dá para se preparar e evitar que o mesmo aconteça. Veja esses cenários e dicas e identifique se aplica ao seu caso.

1) Análise de riscos

No planejamento do projeto, tenha um olhar crítico sobre as possibilidades de conflitos. Estude o histórico da empresa, do cliente e da equipe. Veja as lições aprendidas.

2) Desenvolvimento de lideranças

Ter pessoas na equipe que possam tomar decisões é bastante recomendável. Treine futuros líderes, desenvolva habilidades que faltam e colha os frutos! Existem testes de personalidade que identificam características e preferências pessoais. Um deles é a ferramenta MBTI (Myers-Briggs Type Indicator) reconhecida mundialmente. Esta ferramenta foi baseada na teoria de Tipos Psicológicos do psiquiatra suíço Carl Jung.

Com essas informações, as empresas conseguem encaminhar profissionais para atividades que tenham mais a ver com seus talentos, com maior motivação e produtividade. A partir dos resultados, é possível desenvolver habilidades e competências.

3) GP Administrador

Líderes também são pessoas. Como todo mundo, são resistentes a mudanças. Uma sugestão é ter a figura do gerente de projetos administrador, que auxilia o gerente de projetos técnico. O administrador se responsabiliza pelas questões comportamentais e a comunicação, responde aos stakeholders internos, faz o levantamento de impactos e prepara treinamentos. Uma alternativa é reunir esses dois perfis numa pessoa só. A equipe, nesse caso, teria lideranças técnicas para cada área do projeto.

4) Autogestão de equipes

É uma opção ousada que conta com a maturidade profissional de toda a equipe. Tem seus prós e contras e deve ser avaliada com bastante critério. Estude não só as pessoas, mas também o cenário como um todo.

Em resumo, é importante celebrar e tolerar as diferenças! Habilidades complementares são benéficas para seus projetos.

O que achou? Gostou? Então compartilhe!


Fonte da imagem: Clique aqui

8 Dicas Para Introvertidos Terem Mais Facilidade Para Falar em Público

Se você também é uma pessoa que teme apresentações para grandes audiências, confira 8 dicas para introvertidos terem mais facilidade para falar em público

Falar em frente de grandes audiências não é uma tarefa fácil para todas as pessoas. É comum que nos sintamos nervosos quando temos que passar por esses momentos, mas para que isso seja resolvido, a única alternativa é enfrentar os medos para que possamos superá-los e aprimorar nossas habilidades.

A seguir, confira 8 dicas para introvertidos terem mais facilidade para falar em público:

1 - Conte uma história

Uma boa característica de pessoas introvertidas é que elas normalmente dão melhores discursos por estarem mais interessadas em conseguirem se conectar com o público do que se autopromoverem. Por isso, para facilitar o momento de contato, tente contar uma história que explique tudo o que você precisa falar na palestra. Dessa maneira, você consegue persuadir e entreter o público.

2 - Fale sobre a coisa certa

Falar em público é uma tarefa muito mais fácil quando você fala sobre algo em que realmente acredita. Seja um produto ou uma filosofia, tente encontrar pelo menos alguns pontos que se conectam com você no momento da apresentação.

3 - Controle sua energia

Para fazer o melhor que você pode durante seu contato com o público, procure controlar sua energia e seu foco. Alguns momentos em silêncio antes da apresentação podem ajudar nessa tarefa.

4 - Prove a você mesmo que tem capacidade

Enxergue seu medo de falar em público como um obstáculo a ser superado. Quando você conseguir ultrapassá-lo, perceberá que não era nada que precisasse ser temido e verá que você tem capacidade de realizar outras conquistas.

5 - Mude sua perspectiva

Se você pensar que odeia falar em público antes mesmo do momento chegar, você só será prejudicado. Por isso, tente mudar sua perspectiva para o lado positivo e enxergar isso como uma oportunidade.

6 - Continue

Para que você se sinta cada vez mais confortável com algo que não costuma ser agradável para você, uma boa alternativa para solucionar esse problema é continuar a enfrentá-lo. Aceite todas as chances que você tiver para falar em público para que você se acostume com isso e não encare mais como algo a ser evitado.

7 - Descubra o que funciona para você

Encontre qual é a melhor maneira de falar em público para você. Talvez um posicionamento específico ou até mesmo um tom de voz pode fazer você se sentir mais confortável durante a apresentação.

8 - Grave um vídeo das suas práticas

Uma alternativa que pode ajudar a observar as características que agradam você e o que deveria ser mudado é gravar um vídeo do momento em que você está praticando ou até mesmo da apresentação. Dessa maneira, você pode fazer uma análise mais completa de você mesmo.


Fonte da imagem: Clique aqui

Para Empreender, Comece Pequeno, Mas Sonhe Grande

Entenda porque é importante começar pequeno, mas sonhar sempre grande na hora de empreender

Por Endeavor

As startups mais admiradas dos dias de hoje – os Facebooks, Googles e LinkedIns do mundo – são empresas globais que começaram em mercados locais. Mark Zuckerberg começou o Facebook em um nível bastante local, testando o conceito original na Universidade de Harvard. Com o tempo, o Facebook cresceu nacionalmente, e depois globalmente. Hoje, a rede social tem mais de 800 milhões de usuários ativos, dos quais mais de 75% vivem fora dos EUA.

Reid Hoffman, fundador e presidente do LinkedIn, falou sobre a importância de “Começar pequeno, mas sonhar grande” no Endeavor Entrepreneur Summit em São Francisco.

“É claro que você pode mirar em um alvo maior, porque você pode acabar com algo menor de qualquer forma. E parte da razão de isso ser uma regra no empreendedorismo é porque se você não começar mirando alto, quase nunca vai conseguir chegar lá. Tem que ser assim: ‘Como posso ter um impacto global?’. Eu acho que todas as empresas de alto impacto devem pensar em escala global por natureza hoje em dia, por causa da forma como o ecossistema do mercado funciona. Aí você pensa ‘OK, como eu posso entrar nesse jogo?’. Um dos maiores desafios é como construir algo muito forte com o foco local e então partir para o jogo global. Por exemplo, nós lançamos o LinkedIn com 13 países na lista, e acho que completamos todos os países em 4 meses, porque para cada pessoa que reclamava que seu país não estava na lista, nós o adicionávamos.”

Uma pesquisa da Endeavor mostra que a maioria dos empreendedores de sucesso começou localmente, mas planejou em escala global.

Entre os melhores empreendedores entrevistados – aqueles cujas empresas cresceram em média 20% ou mais nos últimos três anos – 74% focaram em ter sucesso localmente no começo, para conseguirem aperfeiçoar os aspectos mais fundamentais dos seus modelos de negócios. Mas aspiravam tornar suas empresas globais e desenharam seus negócios de uma forma que fosse possível expandir globalmente no futuro.

Quando a Empreendedora Endeavor colombiana Lilian Simbaqueba fundou a LiSim em 1996, ela sabia que teria de expandir sua empresa além das fronteiras da Colômbia para ter alto impacto.

No começo, a LiSim tinha muitas oportunidades de negócios na Colômbia, então Lilian decidiu focar primeiro em construir um negócio que fosse muito forte no mercado local. Quando a crise financeira atingiu a Colômbia, no entanto, os riscos para o core business da LiSim aumentaram substancialmente. Lilian decidiu que era hora de fazer uma expansão internacional. Um dos clientes da LiSim era um banco no Equador – o que criou um link natural para o novo mercado.

Depois do Equador, a expansão geográfica continuou, na maioria dos casos puxada por clientes e contatos que já existiam. A ACCION International levou a LiSim ao Peru e à Bolívia, e o Banco Mundial a levou para o Egito e África do Sul. Por todo o processo de expansão, Lilian teve de fazer pequenos ajustes no modelo de negócios, mas o modelo original do core business que ela aperfeiçoou na Colômbia permaneceu o mesmo. Hoje, a LiSim opera em 20 países.


Fonte da imagem: Clique aqui

Segmentação: 5 Dicas Para Criar Negócios Únicos

Então, se você pensa em empreender ou se está reavaliando seu negócio, o que fazer na prática? Veja minhas cinco sugestões 

Por Marcelo Lombardo

Já parou para pensar no contexto em que, milênios atrás, um ancestral nosso começou a pintar cavernas? Penso que foi aí que nasceu o primeiro ser humano fora da curva. Afinal, o “normal” era caçar e não pintar. Podemos comparar o comportamento deste indivíduo com o de empreendedores capazes de cultivar a inovação e quebrar paradigmas.

A evolução permitiu ao ser humano o poder de empreender e buscar crescer em direções que antes eram impossíveis. O fato é que quanto mais ricos nos tornamos como espécie, menos “normais” acabamos sendo, pois temos oportunidade de fazermos mais e mais do que nos inspira.

Portanto, o processo de morte do “normal” é algo que vem acontecendo há muito tempo. Foi um longo caminho que percorremos entre a existência de um único modelo de automóvel até os dias de hoje, onde mais de cento e oitenta marcas de carros, cada uma com dezenas de modelos e cada modelo com dezenas de cores inundam o planeta. Temos cada vez mais escolhas personalizadas, e é por isso que vamos ao mercado e uma simples pasta de dente do mesmo fabricante pode ser encontrada em inúmeras versões.

Para colocar um pouquinho mais de tempero nesta história, a internet hoje é massivamente disseminada no mundo todo, em todas as classes sociais. Só no Brasil, são mais de 94 milhões de usuário ativos. O ritmo da falência do “normal” foi tremendamente acelerado pela rápida adoção do digital pelo consumidor.

Com a internet, cada um de nós pode dar vazão aos próprios gostos e preferências em termos de consumo e de comportamento com uma velocidade inesperadamente maior, e encontrar vários outros como nós mesmos mundo afora. O resultado disso é que temos cada vez mais coisas específicas para pequenos grupos de pessoas únicas. É a magia da segmentação.

O velho e bom “one size fits all” (expressão que significa “um modelo serve para todos”) já era, pelo simples motivo que hoje não existe um consumidor que queira ser tratado igual a outro. Consumidores querem uma experiência personalizada, e o maior erro que se pode cometer no planejamento de um negócio é tentar agradar a todos.

Então, se você pensa em empreender ou se está reavaliando seu negócio, o que fazer na prática? Veja minhas cinco sugestões:

1 - Reposicione-se. Não caia na armadilha de “sendo mais genérico eu atendo um público maior (o dito consumidor normal)”. Sendo generalista, a tendência é você atender de forma mediana ou parcial uma fatia do público que ainda tolera isso. Lembre-se que o consumidor “normal” está em extinção.

2 - Pense nos aspectos comerciais. Assim como existe um grupo de consumidores que curtem determinados recursos de um produto, existem aqueles que compram pela forma como ele é vendido. O que quero dizer é que a diferenciação pode estar na oferta comercial e não apenas no produto.

3 - Segmente sua atuação. Se está claro que você não atende a todo o mundo, quem você atende? Muitas vezes se faz confusão aqui. Segmentar é muito mais do que escolher um ramo de atividade como público alvo. Entram em questão critérios geográficos, psicográficos e até comportamentais.

4 - Faça tudo ao mesmo tempo. O ideal é que todas as frentes (produto, praça, preço e promoção) sejam diferenciadas ao mesmo tempo. Um produto inovador, para um público específico, ofertado de uma forma única. É disso que estamos falando!

5 - Use o marketing a seu favor. Marketing de massa virou um erro em si mesmo - ao menos para as pequenas empresas com recursos limitados para investir em divulgação. Se cada consumidor é único, a massa não é mais assim tão massa, e certamente boa parte do investimento (ou todo ele) será desperdiçado. Em suma, segmentando fica muito mais fácil descobrir onde está o seu cliente e dirigir seus esforços de forma mais eficiente.

Se você pensa em empreender, acreditem em mim: o mundo não precisa de mais gente medíocre fazendo coisas medianas para pessoas “normais”. Considere morto o “normal” e aproveite as grandes oportunidades que esse novo universo pode abrir. Viva a individualidade!


Fonte da imagem: Clique aqui

Como Criar um Negócio de Alto Impacto

Buscar uma ideia extremamente inovadora não é sempre o principal caminho; veja novo livro da Endeavor

Por Camila Lam

Você sabe o que é necessário para se tornar um empreendedor de alto impacto? Ter brilho nos olhos, sonhar grande e ter capacidade para inovar são algumas características que diferenciam os empreendedores de sucesso.

Com base em uma pesquisa com 55 empreendedores em 11 países, a Endeavor lançou o seu primeiro e-book “5 conselhos para se tornar um empreendedor de alto impacto” com dicas para quem deseja se destacar no empreendedorismo. 

O empreendedor de alto impacto é aquele que consegue identificar vantagens competitivas em um mercado e cria uma empresa com base nos seus conhecimentos. Buscar uma ideia extremamente inovadora não é sempre o principal caminho, segundo a instituição.

Outro conselho do e-book é de sonhar grande, mesmo começando com um pequeno negócio. Facebook e Google, por exemplo, começaram como startups atuando em mercados locais. Hoje, o crescimento atingiu um nível global. 

Segundo dados da Endeavor Insight, muitos empreendedores de alto impacto nunca escreveram um plano de negócios. Por isso, para quem deseja começar um negócio, é importante não se deixar prender a esse documento.

Para ter acesso aos outros conselhos, é possível fazer o download do e-book gratuitamente no site da Endeavor

Fonte da imagem: Clique aqui

35 Dicas Práticas de Marketing

O consultor americano Trey Ryder descreveu 35 práticas de marketing que ele observou das “estrelas da advocacia” para as quais trabalhou.

Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

São dicas boas, algumas óbvias, outras nem tanto. São dicas que se colocadas em prática fazem a diferença.

Vamos a elas:

Conheça os hábitos, os comportamentos e as técnicas de marketing que o consultor identificou entre os advogados estudados e avalie o que pode ser útil em seu esforço para desenvolver sua prática ou sua firma de advocacia:

1. A prioridade número um é o marketing, a chave do sucesso. Contratam advogados altamente qualificados para se encarregar do trabalho jurídico, para que possam focar sua atenção no desenvolvimento de relacionamentos e no trabalho de conquistar os clientes que querem.

2. Sabem que nada é mais importante de que sua credibilidade. Evitam, portanto, o marketing baseado em vendas, o que lhe atribuiria o papel de vendedor. “Vender” serviços jurídicos mina a credibilidade e leva as pessoas a pensar se o “vendedor” realmente merece confiança. Em vez disso, preferem o marketing baseado na “educação” dos clientes. Esse tipo de marketing atrai clientes, porque eles admiram os conhecimentos, as qualificações, a experiência e a capacidade de discernimento do advogado.

3. Conquistam a posição número um em seu nicho. A “lei da liderança” estabelece que é melhor ser o número um do que ser o melhor. Há uma diferença. Todos sabem que Charles Lindbergh foi a primeira pessoa a fazer um voo solo sobre o Oceano Atlântico. Ninguém sabe quem foi o segundo ou quem o fez da melhor forma. Sob o ponto de vista de marketing, ocupar o segundo lugar não é muito diferente de ocupar o terceiro, o quarto ou o quinto. Para se obter a vantagem máxima, em termos de marketing, é preciso ocupar a primeira posição em seu nicho.

4. Se não conseguem ocupar a primeira posição em seu nicho, criam um novo nicho, no qual pode ocupar a posição número um. Você sabe quem foi a terceira pessoa a cruzar o Oceano Atlântico em voo solo? Se não sabe quem foi a segunda, você pode assumir que ninguém ouviu falar da terceira. Mas, muita gente ouviu. Foi Amelia Earhart. As pessoas se lembram dela porque ela foi a primeira mulher a fazer essa proeza. Portanto, quem não pode ser primeiro em uma categoria, cria uma nova categoria.

5. Tornam-se autoridades em uma área do Direito ou em um assunto, em todo o país. Sabem que, quando um possível cliente vê o advogado como uma autoridade em sua área de atuação, sente-se atraído a negociar com ele tanto em nível consciente, quanto inconsciente. Quanto mais ampliam a área geográfica de reconhecimento, mais os clientes valorizam seus conhecimentos, qualificações e experiência. Assim, procuram focar seus esforços de marketing em uma área geográfica cada vez maior.

6. Tomam partido do “mistério da distância”. Sabem que, de quanto mais longe vem um cliente, mais isso significa que seus conhecimentos, qualificação e experiência o sensibilizam. Há uma expressão que define esse conceito: “você nunca é um especialista apenas em sua cidade”. Para o verdadeiro especialista, não há fronteiras geográficas. Quanto mais amplo for o mercado, maiores serão as oportunidades de trabalhar em grandes casos.

7. Criam uma mensagem educativa única. Sabem que a educação é a maior e mais pura forma de marketing. Sua mensagem educativa contém uma explicação do problema do possível cliente, sua extensão e suas consequências, bem como uma descrição da capacidade ou qualificação do advogado (ou da firma), um relato de casos de sucesso com outros clientes e recomendações de medidas que podem ajudar o possível cliente a resolver seu problema e atingir seu objetivo. Quanto mais bem explicadas forem as qualificações e a experiência na mensagem, mais probabilidade haverá de resultar em contrato de serviços jurídicos.

8. Criam seu próprio método operacional e promovem sua singularidade no meio jurídico. Não há duas pessoas no mundo com a mesma coleção de conhecimentos, qualificações e experiência. Assim, duas pessoas não resolvem um problema jurídico da mesma maneira. Isso posto, desenvolve um método único de ajudar as pessoas a resolver seus problemas ou cumprir objetivos. Um método único de solucionar problemas jurídicos pode ter repercussão na comunidade jurídica e na imprensa.

9. Produzem material informativo para enviar suas mensagens de marketing a possíveis clientes, onde quer que estejam. Assim, podem colocar ideias de solução nas mãos do cliente, no momento em que ele menciona um problema. Muitos clientes em potencial ligam para o escritório, quando descobrem que o advogado oferece informações gratuitamente. Com esse material em mãos, os clientes dificilmente chamam outros advogados. Eles oferecem seu material informativo através de cartas, boletins, blogs e sites na internet.

10. Estabelecem uma presença na internet. Fazem com que sua mensagem educativa se torne facilmente encontrável por possíveis clientes, por colocá-la em um site. Sabem que o alcance da internet é tão amplo e o seu uso tão variado, que o “quebra-cabeça” de marketing não fica completo sem essa ferramenta. A internet vem se tornando, rapidamente, uma pedra fundamental do marketing das firmas de advocacia. A maioria das pessoas ainda busca advogados por recomendação, mas muitas pesquisam por advogados na internet. Advogados de outras cidades também podem buscar por um correspondente local na internet.

11. Transmitem sua mensagem em várias formas, para que possíveis clientes possam escolher a que lhe parecer mais adequada. Possíveis clientes podem comparecer a palestras ou oficinas (workshops) oferecidas por eles; podem assinar o boletim impresso ou eletrônico, na internet, que são distribuídos semanalmente; podem ler seus blogs ou ouvir fitas gravadas. Criam uma mensagem forte, que finca raízes e se desenvolve como o tronco de uma árvore frutífera. E a mensagem se espalha por todos os ramos dessa árvore, sejam eles o site na internet, os blogs, os boletins semanais, os artigos nos jornais, o relacionamento com os jornalistas ou o que for — todos eles dão frutos.

12. São altamente acessíveis. Fornecem a seus clientes e a possíveis clientes seus números de telefone direto do escritório, número do celular, endereço de e-mail, número de fax e do pager, etc. Podem dar aos clientes o número de telefone de casa. Certificam-se de que os clientes vão encontrá-los, quando precisarem, a qualquer tempo, estejam onde estiverem.

13. Prestam serviços aos clientes acima de qualquer comparação. Retornam chamadas que não podem atender rapidamente. Trabalham duro para concluir projetos. Têm um plano 2, para o caso do plano 1 não funcionar, e um plano 3, caso seja necessário. Dão valor à prudência. Contratam equipes de suporte competentes e responsivas. Sempre fazem um esforço maior do que o esperado. Sempre atendem às expectativas dos clientes, por mais complexa que seja a situação. Suas equipes são comprometidas com uma política de resultados, em tempo e dentro do orçamento.

14. Sempre dizem a todos que recebem com satisfação novos clientes e mais trabalho. Alguns advogados levam seus colegas de profissão a pensar que já têm clientes e casos suficientes — ou demais. Assim, não são recomendados pelos colegas. Ao trabalhar para conquistar novos clientes, acreditam que é melhor receber muitas consultas, do que poucas. Deixam claro a seus atuais clientes, a ex-clientes, a possíveis clientes e as suas fontes de recomendação que novos clientes são bem-vindos. Se há um excesso de consultas, escolhem os clientes com os quais quer trabalhar e recomenda os demais a colegas de profissão.

15. Transformam as pessoas em sua lista de mala direta em embaixadores da boa vontade. Cada pessoa na lista de mala direta conhece pelo menos mais duas ou três pessoas que podem precisar dos serviços do advogado. Estimulam as pessoas em sua mala direta a encorajar outras pessoas a ligar para o escritório e solicitar informações — ou seu material educativo.

16. Distribuem boletins (ou newsletters) periodicamente (semanal ou mensal). Procuram manter todas as pessoas (ou empresas) em sua mala direta bem informadas ou atualizadas. O boletim traz: 1) fatos e aconselhamentos sobre a legislação; 2) sumários de casos, descrevendo uma situação e sua resolução; 3) programação de palestras, oficinas e outros eventos; 4) artigos educacionais e comentários sobre legislação nova; 5) endereço do website da firma; 6) perguntas e respostas; 7) fatos sobre o advogado ou sobre a firma; resumo de notícias importantes na imprensa, de preferência com algum comentário do advogado. E sempre mantém suas linhas de comunicação abertas, para obter retornos.

17. Mantêm um programa agressivo de publicidade. A melhor forma de buscar publicidade é a derivada de relações públicas (não de anúncios, que são proibidos). É a publicidade gratuita que resulta de publicação de press releases e artigos nos jornais. Ou de se tornar uma fonte de informações para jornalistas. São atividades normalmente exercidas com a ajuda de serviços de assessoria de imprensa especializados na área jurídica.

18. Promovem seminários, palestras e oficinas para informar clientes e possíveis clientes e também para distribuir seu material educativo. Esses eventos, que são ferramentas de marketing, podem ser feitos em um auditório, por telefone (teleconferência) ou pela Internet (videoconferência). As teleconferências e videoconferência são especialmente úteis para possíveis clientes de outras cidades ou, mesmo, de outros estados, com um custo considerável para comparecer a um evento.

19. Desenvolvem a poderosa capacidade de ouvir. Sempre que um cliente ou um possível cliente os contatam, por qualquer meio, fazem uma pausa no trabalho e dedicam toda sua atenção a ele, até que entendam seu problema e começem a arquitetar uma solução. Por sua atitude, passam ao cliente a mensagem de que cuidar dele e de seu problema é mais importante do que qualquer outra coisa.

20. Cobram honorários acima da média do mercado — muitas vezes, os mais altos. Sabem que uma das formas de possíveis clientes determinarem o valor de um advogado é pelo valor dos honorários que cobra. Sabem também que é melhor ser o advogado mais caro da cidade e ser respeitado por seus conhecimentos, qualificações e experiência, do que ser o mais barato e despertar desconfiança sobre sua capacidade.

21. Valorizam o comportamento, a postura e as atitudes profissionais, nobres e confiantes. Prestam muita atenção em detalhes e até mesmo na questão da aparência. Não querem que clientes possam ver qualquer coisa que reflita descaso ou que fira suas credibilidades. Sabem que os clientes se impressionam com a segurança, a autoconfiança e as convicções do advogado. Clientes podem imaginar, por exemplo, a “figura” do advogado, não diante deles, mas diante de um juiz ou de um desembargador.

22. São simpáticos e amigáveis. Sabem que a chance de ganhar um novo cliente aumenta consideravelmente se houver empatia e se o cliente gostar do advogado. Chamam cada possível cliente pelo nome, sorriem e mantêm contato visual, ao falar com ele; sabem que o contato visual denota honestidade e confiança. Desenvolvem laços de amizade, de confiança e de suporte mútuo que dificilmente podem se quebrar.

23. Realmente respeitam e cuidam dos clientes ou possíveis clientes. Sabem que as pessoas percebem quando um advogado está mais preocupado com o dinheiro, do que com elas. Elas se colocam em uma posição defensiva e passam a oferecer resistência, até quando o advogado tenta oferecer soluções para seus casos. Mas, quando o advogado realmente se importa com elas e com seus problemas, elas sentem isso bem claramente. O bom advogado mantém uma atitude de quem está disposto a resolver a situação apresentada pelo cliente. E isso faz o cliente a confiar nele e se sentir à vontade para discutir seus problemas. Essa é uma razão emocional forte para um cliente contratar um advogado.

24. Mantêm uma atitude positiva, agradecida e cortês. Sempre veem as coisas de uma forma positiva e otimista. Apreciam o sucesso e são gratos a todas as pessoas que o ajudaram em sua empreitada. Expressam, de uma maneira genuína, o refinamento que se espera de uma pessoa altamente educada, de um profissional altamente refinado. É uma pessoa agradável.

25. Mantêm distância de pessoas desonestas, negativas e preguiçosas. Sabem que o negativismo gera negativismo. As atitudes negativas, quando se convive com elas por muito tempo, tornam-se a norma. Preferem dispensar clientes que querem levar vantagem em tudo e clientes que os querem induzir a erro ou a procedimentos que desrespeitam a lei, a lisura profissional ou a ética. Clientes que tentam levar o advogado para o campo da desonestidade não merecem atenção.

26. Nunca usam técnicas de fechamento de vendas de empreendimentos comerciais para pressionar pessoas a contratá-los. Defendem suas boas reputações. Educam os possíveis clientes sobre seus conhecimentos, qualificações e experiência. Mencionam seus sucessos, se for necessário. E enfatizam a importância de se escolher um advogado competente para representá-los. Expressam sua vontade de ajudar, mas jamais pressionam possíveis clientes a tomar uma decisão. Ao contrário, deixam os clientes à vontade, para decidir. Isso leva qualquer cliente a respeitá-lo ainda mais e aumenta a possibilidade de iniciar um relacionamento duradouro.

27. Criam uma rede de empreendedores com mentalidade semelhante. Algumas pessoas nascem para exercer a liderança, outras para seguir um líder. Eles preferem criar uma rede de colegas de profissão e amigos (clientes, entre eles), que compartilham a mesma energia, motivação e determinação. Então, os integrantes da rede se apoiam e encorajam os esforços de cada um, de forma que não sejam inibidos por pessoas que não apreciam seus desejos de sucesso profissional e pessoal.

28. Contratam consultores que os ajudem a alcançar o sucesso. Há tantas coisas a fazer e tantas distrações no caminho dos advogados, que podem levá-los a se distanciar de seus objetivos. Uma espécie de “técnico do sucesso” pode levá-los a identificar o que é bom e o que não é, em meio a tantas atividades. E ajudá-los a se manter no curso do sucesso. Grandes estrelas esportivas dificilmente teriam feito o sucesso que fizeram, sem técnicos para orientá-los e para motivá-los.

29. Trabalham duro, mas valorizam o descanso. A prática da advocacia exige esforços acima da média, se comparada com outras profissões. Assim, para manter a saúde física e mental, esses advogados valorizam o tempo que dedicam ao descanso, aos exercícios físicos, à família, aos amigos, ao entretenimento, às férias e a todas as outras atividades fora do escritório ou dos tribunais. É preciso recarregar as baterias. O merecido descanso melhora o desempenho do profissional e evita que se torne uma pessoa rabugenta, com o tempo.

30. Desenvolvem relacionamentos que vão além da relação advogado/cliente. Sabem que clientes e possíveis clientes são, antes de tudo, pessoas. Sabem que muitos clientes não têm amigos em quem podem confiar e confidenciar seus problemas – a não ser o advogado e, quem sabe, uma ou outra pessoa. Se um cliente quer contar alguma de suas histórias de sucesso, eles as ouvem. Se quer discutir algum assunto fora da área jurídica, eles o fazem com prazer. Às vezes, um cliente precisa simplesmente de alguém que o ouça. E ouvi-lo com atenção pode ser a melhor coisa que um advogado pode fazer por ele, em um determinado dia. Faz parte da vida e da atividade profissional.

31. Formam organizações sem fins lucrativos para atrair clientes. Iniciar uma organização sem fins lucrativos, que atrai muita gente, rende muitos relacionamentos proveitosos e publicidade positiva – e gratuita. Por isso, instituem uma organização e convidam outros advogados, que atuam em áreas diferentes, para integrar o conselho. Convidam também pessoas influentes em sua área de atuação. O advogado, na condição de fundador da organização, é seu guardião. Convida membros do conselho para fazer palestras sobre assuntos de interesse de seu público. Então, envia press releases para a mídia sobre o que foi falado nas palestras e os palestrantes. Quanto mais colocar os holofotes sobre os palestrantes, mais clientes eles irão recomendar ao advogado. Quando precisam de um palestrante sobre assuntos jurídicos, o advogado é o preferido. E eles vão cuidar de colocar os holofotes sobre o advogado.

32. Nuncam para de educar sua audiência. Possíveis clientes, clientes e fontes de recomendação querem acreditar que o advogado tem os conhecimentos, as qualificações e a experiência para justificar os honorários que cobra. Se houver alguma dúvida sobre isso, podem hesitar em recomendar alguém. Por isso, se dedicam a esclarecer as pessoas sobre sua competência, sempre que há uma oportunidade — e sempre de uma forma sutil, inteligente e apropriada, que não se assemelhe de forma alguma a uma atividade de venda. Isso também reforça a sua credibilidade, o que é muito útil para atrair clientes.

33. Compartilham com os colegas de profissão o que aprenderam. Não têm medo de ensinar seus segredos e métodos aos colegas. Ao contrário, oferecem cursos de educação continuada ou promovem seminários para ajudá-los a desenvolver a carreira. Também com essa mesma finalidade, produzem material impresso ou em multimídia. Desfrutam muito a ideia de ser um mentor para outros advogados. Sabem que essa é uma árvore que dá frutos.

34. Fazem o que planejam. Não dormem em cima de planos de marketing e reuniões de gestão de escritório. Identificam os passos de um processo de marketing e entram em ação. Começam a trabalhar neles, um por vez. No início, é possível que alguns erros aconteçam. Aprendem com eles e vão em frente. Entendem que o resultado da ação é mais gratificante do que não ir além do planejamento.

35. Contratam ajuda profissional e aceitam orientações. Alguns advogados se tornam excelentes marqueteiros. Porém, a maioria dos programas de marketing requer mais tempo e energia do que ele pode empenhar. Mais que isso, algumas ferramentas de marketing exigem planejamento cuidadoso, atenção esmerada a detalhes e execução precisa. Entendem que mesmo o melhor cavalo de corrida precisa de um jóquei competente, para estimulá-lo e conduzi-lo até a linha final, em meio a concorrentes fortes. Sabem que é preciso ter a ajuda de alguém que entende bem o mercado. Mantêm esse relacionamento confidencial, mas aceita toda ajuda e orientação que pode vir de um especialista qualificado em marketing para advogados — desde que sua filosofia de marketing seja consistente com a sua e respeite os ditames da profissão.


Quais destas dicas você aplica?

Pareceu prático para faze-las?

Se você tem tempo, vontade e principalmente quer chegar lá, mãos a obra. Marketing é mais do que apenas palavras, marketing é resultado da ação!


Fonte da imagem: Clique aqui

A Colméia e o Conhecimento

O que uma colméia de abelhas tem a ver com a gestão do conhecimento? Tudo? Nada? O empresário Carlos Legal fez um interessante comparativo publicado no blog HSM que transcrevo parte abaixo para deleite de todos nós.

Sobre a função do conhecimento

Na colmeia, as abelhas interagem por meio de uma complexa comunicação e a ação de cada abelha serve a um propósito comum que é buscar, criar, disseminar, utilizar e transformar matéria-prima (néctar, pólen, própolis, água) em produtos úteis para comunidade, garantindo a sua manutenção e sobrevivência. Na empresa, os talentos buscam, criam, disseminam, utilizam e transformam informações em conhecimentos uteis para a empresa para garantir sua sustentabilidade e capacidade de inovação. Isso só é possível se os talentos tiverem um forte senso de identidade com a organização a que servem, com orgulho de pertencer a ela.

Sobre o conhecimento em si

Na colmeia, as abelhas jovens produzem a geleia real por uma glândula localizada em sua cabeça, alimento nobre, que nutre a rainha por todo seu ciclo de vida. Na empresa, os talentos disponibilizam seus conhecimentos tácitos (que estão em suas cabeças) para nutrir o grupo, o líder e a organização em seu intento estratégico.

Sobre a liderança

A única função da rainha é produzir filhos (germinar, fecundar, fertilizar). Quando uma rainha não cumpre seu papel ela é substituída pelas operárias (é a comunidade quem comanda e não a rainha). Nas empresas, a função do líder é nutrir e fertilizar os talentos e os acionistas. O líder que não desenvolve, não germina, não cumpre sua função essencial, perde legitimidade e credibilidade, sendo substituído cedo ou tarde. A liderança que fomenta e estimula o processo de aprendizagem organizacional é um líder polinizador da criatividade e da inovação.

Sobre a utilização do conhecimento

Cada produto colhido ou produzido tem uma função para a colmeia. Nada é desperdiçado. As abelhas armazenam seus produtos em formas hexagonais para otimizar ao máximo o espaço na colmeia. Cada conhecimento tem uma relevância e função estratégica para a organização, devendo ser armazenado apropriadamente (sistemas de informação, banco de dados, processos internos, manuais, etc.) e com livre acesso pelos talentos, para ser usado quando oportuno.

Sobre o contexto capacitante

Há uma interação muito estreita entre a colmeia e o ambiente. Para que a vida da colmeia seja garantida é preciso um contexto que capacite a vida, assim como uma atuação sábia do apicultor para perceber e respeitar os ritmos, as necessidades, o clima e os ciclos das colmeia e assim conseguir alta produtividade. A ganância do apicultor pode destruir a colmeia. A empresa deve garantir um contexto capacitante para que o conhecimento possa fluir. Um bom clima organizacional, onde as pessoas se sintam seguras, encorajadas, reconhecidas e amparadas e donas do processo. Isso é viabilizado por um estilo de gestão que possibilita o desenvolvimento do potencial criativo de todos os talentos, num ambiente de confiança mútua, autonomia e políticas coerentes.

Sobre estratégia

O intento de cada abelha, assim como o da colmeia, é prosperar a vida. O foco central não está num ganho imediato, ou individual, utilizando os recursos naturais, sem destruir a natureza, pois instintivamente sabe que “está nela”, que precisa dela para continuar produzindo e vivendo. Sustentabilidade faz parte de sua estratégia, pois retira da flor só o que precisa e quanto mais trabalha, mais contribui para a polinização, garantindo recursos no futuro. Na empresa, o foco central deve estar na estratégia e no valor de seu capital intelectual e não na perspectiva de um lucro imediato. A sustentabilidade deve ser incorporada nas estratégias empresariais, não como retórica, mas como um compromisso genuíno com a vida, com as gerações futuras e com a felicidade no presente. O conhecimento, quanto mais circular, mas se multiplica. 


A gestão do conhecimento é algo que cada vez mais os escritórios e empresas devem se atentar. Não podemos perder tempo em procurar algo que a gestão e o conhecimento da empresa já passaram por isto. Ao perder tempo com isto, estamos deixando de produzir e buscar novas soluções.

Vamos investir nosso tempo em documentar os processos, criar regras e opor gestão nestes processos internos, de modo a que nosso tempo seja resultado de somas constantes evolutivas e não de retrabalho constante.


Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr
Fonte: Empreender para todos
Fonte da imagem: Clique aqui

10 Passos Para Começar a Carreira Com o pé Direito

Ao iniciarmos nossa vida profissional, várias questões passam a permear nossa mente. Como se isso não bastasse ainda temos que assimilar muitas responsabilidades que este novo mundo apresenta 

Por Gisele Meter

Ao iniciarmos nossa vida profissional, várias questões passam a permear nossa mente. Como se isso não bastasse ainda temos que assimilar muitas responsabilidades que este novo mundo apresenta. Somos bombardeados por questões pessoais e habilidades sociais que normalmente não aprendemos no meio acadêmico.

A intenção deste artigo é justamente trazer a oportunidade de reflexão além de alinhamento pessoal e profissional, para que assim, você possa iniciar sua carreira com o pé direito. Estes conselhos não me foram dados, mas aprendidos através da experiência, creio que se tivesse ouvido algumas das recomendações abaixo, no inicio de minha carreira, muitos caminhos teriam sidos mais rápidos. Confira:

1. Tenha bem definido o que é sucesso para você – Todos temos uma definição de sucesso que parece comum para grande maioria, mas se pensarmos mais sobre o assunto, podemos ver que o que é sucesso para uma pessoa pode não ser para outra. Alguns, acreditam que sucesso é ter retorno financeiro, outros, que sucesso é ser reconhecido e outros ainda pensam que é fazer o que se gosta. Lógico que você pode também pensar que sucesso é ter todos estes fatores juntos, no entanto um destes acaba se sobressaindo. Ter claro qual é a sua motivação para o sucesso, ajuda a manter o foco.

2. Aprenda a fazer networking – Este é um fator essencial para quem quer se destacar. Fazer networking pode até parecer fácil e de fato é! Porém o grande segredo, está em manter o relacionamento de forma que possa agregar valor a sua carreira. Nem sempre está ligado a valor financeiro, você pode aprender muito com um contato, estabelecer parceria ou mesmo conhecer outros contatos através de um networking bem feito. O que sugiro é; ao receber um cartão ou trocar e-mails, não demore para retornar, dando início a conversa e assim fortalecendo a sua rede. Aumente seu capital social, você só tem a ganhar.

3. Não seja exigente demais consigo mesmo – É claro que devemos estar atentos as procrastinações, adiamentos e busca por resultados cada vez mais eficazes. No entanto a questão é quando isso foge ao nosso controle. Exigir-se em demasia, pode provocar uma série de obstáculos em sua vida profissional, causando insegurança, frustração e até mesmo problemas de saúde como a síndrome de burnout*.

4. Pergunte – Ninguém nasceu sabendo, nem mesmo os mais experientes. Perguntar, é uma grande ferramenta para crescer profissionalmente de forma adequada, pois te direciona exatamente para o alvo certo, poupa tempo e reduz a angústia de ficar quebrando a cabeça em algo que não sabe. Não se preocupe, ninguém vai te achar idiota por perguntar, mas há grandes chances de parecer um caso não tire suas dúvidas.

5. Tenha um mentor – De todas as dicas que posso dar, talvez esta seja a única que não depende exclusivamente de você. Ter um mentor não é algo que escolhemos e pronto. Neste quesito, não temos total controle. Não se pode pedir que alguém seja seu mentor, isso acontece naturalmente, mas é preciso estar atento. Um mentor dificilmente vai se identificar assim para você, mas será aquela pessoa que te ajudará a desenvolver seu potencial e impactará positivamente suas escolhas. Isto não significa que tudo são flores. Um mentor saberá ser firme quando necessário.

6. Leia conteúdos interessantes – Procure ler conteúdos relacionados a sua carreira, mas também busque informações fora do meio comum, ler um livro de ficção ou poesia por exemplo, podem despertar um grande potencial criativo e também ampliar seu conhecimento acerca de diversos temas.

7. Identifique oportunidades – Saiba ler o ambiente e buscar chances que se apresentam favoráveis. Ler o ambiente significa estar atento, focado e alerta aos sinais de mercado. A leitura neste caso, pode ser um bom caminho.

8. Não pare de estudar – Formar-se não implica automaticamente em abandonar os estudos, muito pelo contrário, para quem deseja o melhor profissionalmente, estudar é apenas o começo. Aproveite a tecnologia disponível, hoje podemos aprender muito com ela.

9. Esteja disposto a aceitar desafios – Isto não significa que você pode pular de uma ponte para conquistar um projeto (a menos que você seja professor de bungee jumping, mas esta é outra história). Aceitar desafios está diretamente relacionado a autoconfiança, estar confiante na medida certa, instiga e demanda maior empenho e dedicação, aumentando assim sua expertise.

10. Aprenda a lidar com a ansiedade – Deixei este item por último propositalmente pois na certa afetaria muitos leitores ansiosos que poderiam se desligar pensando em sua ansiedade, comprometendo assim a leitura deste artigo. A ansiedade fecha canais de comunicação e percepção, impedindo o avanço no tempo adequado, por isso é necessário que você saiba qual é o timing de cada situação e entenda que nem tudo ocorre no tempo que desejamos.


Espero que estas dicas possam lhe ser útil e que de alguma forma, você possa desenvolver-se como um profissional de excelência em sua área. E saiba que seu sucesso é orientado pela proporção e direção de suas ações.


Fonte da imagem: Clique aqui

5 Conselhos Para Quem Quer Ser Autônomo

Se você deseja sair do seu emprego e abrir seu próprio negócio, confira as dicas que reunimos para que você se torne seu próprio chefe

Muitos jovens sonham em largar seus empregos e virar autônomos, mas saiba que sem planejamento e muita dedicação as chances de dar certo diminuem. Confira 5 conselhos que podem te ajudar a ter sucesso no seu próprio negócio:

1 – Colete experiência em empregos difíceis

Não há dúvidas que trabalhar muito por pouco dinheiro é exaustivo para qualquer pessoa. Porém, esses serviços que exigem muito dos funcionários são os que mais geram conhecimento e experiência profissional: dois anos trabalhando dessa forma, e você será capaz de contornar toda e qualquer dificuldade que cair no seu colo. A habilidade de lidar com adversidades é essencial para autônomos, já que não existe uma empresa por trás dele que possa ajudá-lo em situações difíceis. Se quiser adquirir experiência que será útil futuramente, escolha um emprego difícil.

2 – Dedique um tempo para planejar o seu negócio

Por mais cansativa que seja a sua semana, é importante que, pelo menos duas vezes ao mês, você use seus dias livres para desenvolver o seu negócio. No começo, você vai trabalhar o básico: o nome do seu projeto, criar um plano de negócio, criar um site, promover o seu trabalho, etc. Faça divisões do que você tem que fazer e crie uma agenda para não se perder nas tarefas.

3 – Crie um plano de desenvolvimento profissional

É essencial que você defina o que é importante para você e sua vida profissional, e faça isso acontecer. Tenha objetivos concretos e veja formas de chegar lá. Leia artigos sobre sua a área, leia livros, assista palestras, faça cursos: invista em tudo que melhore a sua carreira. Ser um bom profissional te diferencia dos outros e ajuda a consolidar o seu negócio.

4 – Economize

Quando você decide ser autônomo, tem que estar ciente que, no início, sua vida financeira ficará um pouco apertada. A partir do momento que você decidiu seguir esse caminho, comece a guardar dinheiro. Diminua as contas, crie uma poupança, deixe de gastar em coisas desnecessárias. O dinheiro guardado será muito importante quando você estiver ainda instável no seu novo negócio.

5 – Não tenha medo de começar

Não fique esperando pelo momento certo, ou para quando estiver se sentindo realmente pronto. Entenda que você nunca estará realmente pronto, afinal começar seu próprio negócio é sempre um risco. Você só tem que ter certeza que está preparado para lidar com as novidades que virão, tanto as boas quanto as ruins. Ou seja, tome certas precauções: guarde dinheiro, tenha um bom número de clientes, e saiba o que você terá que enfrentar


Fonte da imagem: Clique aqui

A Importância da Mobilidade no Atendimento Aos Clientes

Os números comprovam que os brasileiros estão cada vez mais conectados e o que se espera é que as empresas sigam no mesmo caminho

Por João Moretti

Os dispositivos móveis já são intrínsecos ao dia a dia de grande parte dos brasileiros. Empresas dos mais diversos segmentos também já encontraram maneiras de se aproveitar das facilidades oferecidas pela mobilidade para ganhar vantagens competitivas. Mas percebo que ainda há muito a ser explorado nesta área da tecnologia, principalmente quando se trata de implementar soluções que auxiliem no atendimento aos clientes.

A venda de dispositivos móveis só cresce no Brasil e em todo o mundo. Números divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e pela consultoria IDC mostram que no mercado de telefones celulares, o crescimento das vendas no primeiro trimestre foi de 14,6%, atingindo 14,1 milhões de unidades. Este desempenho positivo foi impulsionado pelos smartphones, que cresceram 85,7%, chegando a 5,4 milhões de unidades vendidas. Já os celulares convencionais tiveram retração de 7,3%, com 8,7 milhões de unidades vendidas. A participação dos smartphones no mercado total de celulares, em unidades, chegou a 38,2% no trimestre, enquanto a dos celulares convencionais atingiu 61,8%.

O uso da internet através de dispositivos móveis também aumentou no último ano. Segundo um relatório divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o acesso à internet através de banda larga móvel aumentou 45% em maio de 2013 em relação a maio de 2012. A internet rápida pela rede móvel alcançou um total de 81,7 milhões de acessos, sendo 67 milhões de conexões de celulares 3G, incluindo os smartphones.

Os números comprovam que os brasileiros estão cada vez mais conectados e o que se espera é que as empresas sigam no mesmo caminho. Uma pessoa que possui um smartphone e utiliza a internet através deste aparelho espera que uma empresa da qual ela contrata um determinado serviço possua um site em versão mobile. Se as pessoas estão cada dia mais utilizando novas tecnologias, as organizações precisam acompanhar este ritmo.

Um bom exemplo são as empresas que ainda não possuem soluções móveis para atendimento aos clientes. Além de demonstrarem que estão defasadas tecnologicamente, ainda perdem tempo. Vamos imaginar que precisamos do serviço de uma empresa de manutenção de ar condicionado. Ligamos para a empresa e solicitamos a visita de um técnico. Quando temos um problema, esperamos que ele seja solucionado com rapidez, mas só conseguimos agendar a visita para dali a uma semana.

Mas e se esta empresa contasse com uma solução que aponta o local exato onde cada técnico está e o status do atendimento que está sendo realizado? Com base nestes dados, a atendente poderia constatar a possibilidade de deslocar para o atendimento um técnico que está finalizando uma solicitação em um local próximo ao endereço da minha chamada. Desta forma, haveria menor gasto com o deslocamento do técnico e eu ficaria satisfeito com a rapidez no atendimento. Certamente, a empresa sairia ganhando.

Esta é uma solução simples e que para muitos parece até óbvia. Porém, muitas empresas ainda pecam por utilizarem soluções obsoletas ou até mesmo por não contarem com o uso de tecnologia nestas situações. No atual momento em que nos encontramos, as organizações devem se munir com soluções tecnológicas que auxiliem no dia a dia. É claro que cada empresa possui uma estrutura e uma necessidade, mas existem diversos tipos de soluções disponíveis no mercado para diferentes tipos de empresas. Vivemos em uma sociedade que a cada dia consome mais tecnologia, as empresas que não acompanharem este movimento certamente perderão espaço.


Fonte: Clique aqui

Geração Y: Não é Bem Assim

Quando o estereótipo não condiz com a realidade

Por Alexandre Santille

Há algum tempo se fala em geração Y, de como as pessoas desse grupo são ambiciosas, exigentes, como questionam tudo e têm pressa em ocupar posições de liderança, exigindo razões e recompensas. É comum ouvir que buscam qualidade de vida acima de tudo, que não têm lealdade pelas empresas e nem o comprometimento necessário para assumir responsabilidades mais complexas.

Mas quanto disso tudo é real ou apenas mito? Ao tentar encontrar esse típico profissional da geração Y, começamos a perceber que esse era um retrato que não condizia tanto com a realidade. Vimos também que pesquisas atuais sobre o tema revelam como o senso comum acabou reforçando ideias, aceitas como verdades, sem uma análise mais apurada.

Estudos recentes mostram que esses profissionais não são tão diferentes assim dos jovens da geração X ou Boomer. A pesquisa “The Generation Myth”, do Australian Institute of Management, perguntou para mais de mil colaboradores: “o que faz um ambiente ser bom de trabalhar?”. De 95 fatores testados, a resposta unânime de todos os colaboradores independentemente da idade foi: “uma gestão capaz” que tem confiança e respeito pela competência do colaborador. Isso demonstra que pessoas de todas as gerações querem ter como líderes pessoas em quem possam confiar e se apoiar.

Outra revelação feita pela pesquisa “Generation Y: Realising the Potential”, realizada pela ACCA com mais de 3.200 pessoas de 22 países, é que remuneração e salário, ao contrário do que se pensa, não é o aspecto mais valorizado por esta geração. O principal fator de retenção para essas pessoas são as oportunidades de aprendizagem oferecidas pela empresa. Isso indica como todo mundo quer aprender – mais do que qualquer outra coisa. No fundo, as pessoas querem aprender coisas relacionadas ao seu trabalho, não à sua geração.

Esses dados mostram como todas as gerações basicamente querem e valorizam coisas parecidas. A questão é que as prioridades, expectativas e comportamentos variam visivelmente. Com relação a mudanças, por exemplo, pessoas de todas as gerações acreditam que de alguma forma podem ser afetadas negativamente. O que significa que gestores gostam tanto de mudanças quanto estagiários.

É claro que existe sim uma diferença entre as gerações. Não se trata de negar isso, mas de constatar um certo exagero na forma como a geração Y vem sendo retratada. Os estereótipos criam expectativas que acabam influenciando a forma de perceber certos comportamentos. Além disso, o jeito de ser das pessoas muitas vezes pode estar mais relacionado à fase de vida do que a características específicas de uma geração. Ou seja, existem atitudes que são comuns em jovens – seja de que geração for. Nesse sentido, um profissional da geração Y pode demonstrar tanta ansiedade quanto um Boomer quando estava em início de carreira.

As circunstâncias, o contexto, também exercem influência no comportamento das pessoas – e esse é um fato que não pode ser subestimado. Atualmente, com tanta informação ao alcance da ponta dos dedos, não é difícil entender que essa geração tenha expectativas tão altas em relação ao que o mundo pode oferecer para suas vidas na esfera pessoal e profissional. Mas isso serve para qualquer geração, porque o ritmo produzido pela tecnologia já afetou a todos. Hoje, qual geração não está conectada acessando a internet e se comunicando via SMS? Ninguém mais trabalha sem email ou sem celular. Então, o rótulo de “interconectados” já não faz mais sentido para caracterizar apenas aqueles que pertencem à geração Y.

No fundo, a geração é apenas uma lente, um dos ângulos pelos quais é possível analisar as questões do ambiente de trabalho. O cuidado que se coloca é não tratar jovens como uma classe diferente, não julgar os outros baseados apenas em idade, pois essas são atitudes que não favorecem a diversidade.

É preciso lembrar que todos os colaboradores, jovens e mais velhos, de algum modo competem por reconhecimento e recursos e que a maioria reclama de colegas de outras gerações. Mas quando percebemos que as pessoas no trabalho buscam mais ou menos as mesmas coisas, começamos a entender que o conflito entre gerações é justificativa fácil para não enfrentar outros aspectos que realmente desestabilizam o ambiente de trabalho – como uma liderança despreparada, por exemplo.

Para promover um ambiente de trabalho construtivo, temos que entender que é possível trabalhar com (ou fazer a gestão de) pessoas de todas as gerações efetivamente. Basta buscar a conexão e a troca por meio do que há em comum entre os profissionais. O ideal é aproveitar as melhores qualidades de cada geração, aprender continuamente de pares e colegas mais experientes e, ao mesmo tempo, criar oportunidades para que os jovens possam descobrir suas aspirações e limites.



Fonte da imagem: Clique aqui

6 Formas de Driblar o Medo Para Empreender

Veja as dicas para quem quer abrir um negócio, mas ainda tem medo de arriscar

Por Priscila Zuini

Incerteza, medo, risco. Quem começa um negócio do zero sabe que essas sensações são potencializadas na hora de, enfim, tirar a ideia do papel. Muitos empreendedores estudam o mercado, pesquisam e, mesmo assim, ficam paralisados na hora de assumir o compromisso do próprio negócio.

A boa notícia é que essas sensações são perfeitamente normais no empreendedorismo e fazem parte do processo. Para superar o medo e se arriscar, os especialistas Thiago de Carvalho, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, e Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Criatividade e Empreendedorismo da FAAP, dão dicas para driblar a incerteza e ter uma pequena empresa de sucesso. 

1. Não faça comparações

Uma das principais dúvidas na hora de empreender é se as condições do emprego, como salário, benefícios e horários, serão mantidas na nova atividade. “Mais do que risco e medo, as pessoas ficam comparando o que elas têm hoje e esperando a grande ideia”, diz Carvalho. Segundo ele, é mais importante se encontrar em uma atividade que traga satisfação do que medir apenas pelo aspecto financeiro. 

2. Entenda o que é risco para você

A percepção de risco, segundo Hashimoto, é algo muito particular. “Se você é o tipo que olha para o céu claro e mesmo assim tem um guarda-chuva, indica que é menos receptivo a risco”, diz. É importante avaliar, com base nas escolhas diárias e de investimentos, qual é o seu limite para se arriscar. 

3. Descubra de onde vem a dúvida

Entender de onde vem o medo ao risco é essencial para poder solucioná-lo. “É legal saber quais são as origens dessa insegurança. É uma insegurança muito específica de cada um”, indica Carvalho. Descubra se o medo é impulsionado por falta de capital, de habilidades técnicas ou mesmo por circunstâncias pessoais. 

4. Planeje-se

Um planejamento de médio e longo prazo ajuda a amenizar o medo e também reduzir os riscos. “Esse planejamento ajuda a pessoa a entender melhor o negócio. Algumas pessoas acabam ignorando retornos dos consumidores que não gostam do produto delas. Elas criam modos de pensar e acabam não observando o mercado”, explica Carvalho. 

Este planejamento é essencial se o negócio for em uma área em que o empresário tem pouca experiência. O mais indicado é conversar com o máximo de pessoas possível para entender o mercado. 

5. Avalie o impacto dos riscos

Entender o que o risco vai causar na sua vida é importante para avaliar quais ameaças serão priorizadas. “Na avaliação de risco, precisa saber quais são as ameaças que podem sair do controle”, diz Hashimoto. Segundo ele, uma ótima forma de reduzir a incerteza é participa de cursos e seminários e conversar com especialistas. 

O passo seguinte é entender quais são os maiores riscos, avaliando o impacto e a probabilidade de cada um. “Se o impacto é pequeno e a chance de acontecer é grande, o risco talvez seja alto”, indica. 

6. Faça uma autoavaliação

O autoconhecimento é essencial para entender como cada empreendedor lida com o risco e com a ideia de abrir um negócio. “Esse autoconhecimento é importante para quem está buscando uma carreira como o empreendedorismo. Não tem certo ou errado em termos de carreira”, diz Carvalho. Avalie-se e meça até que ponto você está disposto a ir pelo próprio negócio. 


Fonte da imagem: Clique aqui

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More