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TOP 10 Razões Para se Tornar um Empreendedor


O empresário palavra é derivada da palavra francesa "entre" o que significa que para entrar e "prendre" que significa tomar. Em um sentido geral, aplica-se a qualquer pessoa iniciar um novo projeto. Empreendedores são pessoas que aceitam riscos financeiros e embarcar em novas aventuras financeiras. Um empreendedor deve ser criativo, disposto a tomar decisões na ausência de dados sólidos, e devem estar dispostos a assumir riscos. Um empreendedor de sucesso leva tempo para investir em si mesmo antes de investir em um negócio.

Os empreendedores são pessoas de negócios, mas ao contrário da abordagem convencional adotada por um empresário eles são geralmente mais criativo e inventivo. Empresários começaram seus negócios a partir do zero e eles cortaram o seu próprio caminho até encontrar o seu mercado e obter a sua própria marca ou produto lançado. Por outro lado, pessoas de negócios começar um negócio usando uma plataforma existente no mercado organizado pelo empresário.

Você pode estar pensando em se tornar um empresário, no entanto você pode estar com muito medo de começar seu próprio negócio. Os empreendedores bem sucedidos têm razões para ir em sua carreira empresarial. Aqui estão 10 razões para se tornar um empreendedor:

1) Satisfação

Ajudar outras pessoas e melhorar a vida de outras pessoas é muito gratificante. Na verdade, os empresários experimentar a satisfação pessoal muito ajudando outras pessoas. Muitas vezes, seu novo empreendimento é benéfico para os outros, e que atende às necessidades de outras pessoas através de serviços e produtos oferecidos. Tocando a vida de outras pessoas dá uma grande sensação no final do dia.

2) Independência

Começar a trabalhar em seu próprio país é uma das melhores razões para se tornar um empreendedor. Ser o chefe, você começa a chamar os tiros. Um empresário pode definir seu próprio horário; pode trabalhar em horários regulares, ou sempre que ele ou ela se sente é mais necessário em um dado período de tempo. Um empreendedor pode gerenciar seu próprio negócio de forma independente e pode ter tempo de qualidade com sua família a qualquer hora que eles querem.

3) Sentimento de orgulho

O trabalho de um empreendedor sempre acompanha sacrifícios. Um empreendedor é recompensado com um sentimento de orgulho, quando eles dão tudo para conseguir.

4) Construindo Relacionamentos

Você pode ter a oportunidade de conhecer novas pessoas e construir novas relações, tornando-se um empreendedor.Você terá uma maior chance de conhecer outras pessoas que estiveram em situações semelhantes e lutando com alguns dos mesmos problemas, se você se envolver em empreendedorismo. Seu círculo de amigos e conhecidos vão crescer, compartilhando dicas e pedindo conselhos, bem como parcerias com outros empresários.

5) Viagens

Um empresário pode viajar o mundo e trabalhar em conjunto com pessoas que estimulem as economias das nações em desenvolvimento. Viajar pode aumentar a desenvoltura e aumentar o conhecimento, bem como alargar as suas experiências.

6) Networking

As pessoas são geralmente motivado de se tornar um empreendedor, pois reforça os laços e melhorar a rede. rede de negócios desenvolve relacionamentos de longo prazo para ganho mútuo e cria uma impressão duradoura com as pessoas.

7) Criar Alterar

O empresário detém o poder de moldar uma geração e mudar princípios significativos. Mudanças podem ser oportunidades de crescimento pessoal, a melhoria das competências, expandir a influência e fazer uma maior diferença na vida dos outros, muitas maneiras de ajudar o seu negócio a crescer.

8) A segurança de trabalho

Uma das razões para se tornar um empreendedor é a segurança do emprego. Se você possui o seu negócio, você é o chefe e você não vai ser demitido. Ser o chefe, você é responsável pelas vidas de muitas pessoas e que te motiva a estar no seu melhor em todos os momentos.

9) Potencial de Renda

Uma das razões próprias de se tornar um empreendedor é que você não vai ser amarrado a um determinado salário anual. Você pode gerar o seu nível de renda própria, quando você possui seu próprio negócio. Você pode recompensar-te com mais dinheiro se você trabalhar duro, trabalhar de forma inteligente e trabalham mais horas. A renda potencial pode mantê-lo motivado a fazer o seu melhor.

10) Escolha pessoas para trabalhar com

Como um empreendedor pode contratar as pessoas que queriam trabalhar. O empresário está envolvido em cada decisão de contratação única para que ele ou ela pode escolher para estar com pessoas que compartilham de sua unidade, visão e valores.

Como um empreendedor pode fazer sua própria decisão .. Você tem a oportunidade de ganhar dinheiro fazendo algo que você gosta, ao invés de estar preso em um trabalho muito infeliz com o seu. A personalidade de saída de um empreendedor ajuda a ter sucesso em circunstâncias difíceis. Além disso, os empresários que estão preocupados com a qualidade de seus produtos e a satisfação de seus clientes ao invés de preocupados demais com seus ganhos são destinados para o sucesso.

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Como Superar o Trauma do Microfone


Por Jacílio Saraiva 

A necessidade de falar durante apresentações de negócios para parceiros, imprensa, acionistas e diretorias internacionais tem feito as empresas procurarem, cada vez mais, cursos de expressão verbal e oratória para seus executivos. Em alguns, o aumento de matrículas foi de mais de 40% entre 2010 e 2011 e quase todos os alunos ocupam cargos de média gerência ou superior.

"Uma das minhas conferências mais recentes teve de ser feita em inglês, para a equipe da matriz da Accor, na França", lembra Cláudia de Barros Barbosa, gerente de marketing da marca Novotel na América Latina, que já realizou dois treinamentos em oratória custeados pelo grupo hoteleiro, dono de bandeiras como Sofitel e Mercure.

O programa de treinamento para porta-vozes da companhia foi iniciado em 2010. Segundo Felipe Boni, gerente de comunicação corporativa da Accor para a América Latina, a diretoria sentiu a necessidade de capacitar os executivos para falar bem durante encontros com a imprensa e em palestras de negócios.

No ano passado, foram treinados mais de 60 gestores de áreas como operações, recursos humanos, vendas, marketing, compras e desenvolvimento de novos negócios. "Por conta do ambiente competitivo em que atuamos, é essencial ter profissionais preparados para representar adequadamente a empresa", diz Boni. Este ano, o plano é qualificar dez executivos, com investimentos de cerca de R$ 40 mil.

Segundo Cláudia, no grupo desde 2003, uma boa expressão verbal é fundamental na sua função. "Na época do curso, estávamos em processo de expansão. Havia necessidade de expor a marca de maneira forte e convincente diante de investidores, equipes e da imprensa", conta.

O último curso da executiva na área durou três meses e a ensinou como manter uma comunicação objetiva, segura e com recursos de persuasão. "É possível corrigir pequenos erros e nos preparar melhor para situações reais". Antes dos treinamentos, além de se preocupar com o conteúdo das conferências, Cláudia precisava também conter o nervosismo. "Passar segurança é fundamental no mundo dos negócios."

De acordo com Reinaldo Polito, professor de oratória há 35 anos e autor de vinte livros sobre o tema, os executivos querem se apresentar com naturalidade nas reuniões de trabalho. "Os alunos não se conformam em ocupar funções importantes e se sentir desconfortáveis ao falar em público". No ano passado, a escola de Polito formou cerca de 1,6 mil pessoas, um aumento de 20% em relação a 2010. A maior parte dos alunos era formada por executivos patrocinados pelas empresas. "Com o mercado mais aquecido, os executivos aproveitam para alavancar a carreira. Falar bem é essencial."

De acordo com ele, tem crescido a procura por parte dos profissionais de empresas de tecnologia e do setor farmacêutico. "Embora as multinacionais sejam as que mais investem no desenvolvimento da comunicação dos colaboradores, as organizações brasileiras passaram a patrocinar muitos cursos nos últimos cinco anos", ressalta.

A Bematech, do setor de tecnologia, que fatura R$ 394 milhões ao ano, começou a investir nesse quesito a partir da abertura de capital, em 2007. "Foi quando intensificamos a atuação internacional, com a aquisição de uma companhia sediada em Nova York", afirma o gerente de recursos humanos Nilson Nascimento. Nos últimos três anos, a empresa, que tem mil colaboradores em quatro países, treinou 166 funcionários na área de expressão verbal, inclusive com cursos a distância ministrados pela universidade corporativa do grupo. "As aulas contemplam módulos para líderes sobre relações com a imprensa, técnicas de negociação entre outros."

Segundo Nascimento, a Bematech banca os cursos para que os colaboradores mostrem desenvoltura nas ocasiões em que representam a companhia, além de buscar melhores resultados nos negócios. "É preciso cativar os interlocutores e mostrar clareza na exposição de ideias", afirma.

O gerente de parcerias da organização, Luis Luize, na empresa desde 1994, já está no segundo curso na área. O último treinamento, realizado no final do ano passado, durou quatro horas. "Por atuar no departamento responsável pelo contato com desenvolvedores de soluções de automação comercial, as apresentações em eventos fazem parte das atividades", explica. Luize pretende também frequentar sessões de fonoaudiologia para tornar a dicção mais clara. "O objetivo é conseguir gravar vídeos com uma maior desenvoltura."

Segundo Fernando Pereira, fundador do Instituto FaleBem, que treinou 350 alunos no Rio de Janeiro (RJ), São Paulo e Campinas (SP) durante 2011, a maioria dos executivos procura ajuda quando precisa desempenhar novas tarefas no escritório. "Eles querem amenizar a ansiedade e superar o medo de falar". No ano passado, a demanda no instituto aumentou 17% ante 2010 e 75% das matrículas foram de profissionais em cargos de liderança. "É comum também as empresas nos procurarem para melhorar a postura dos funcionários e eliminar vícios de discurso como erros de plural e concordância verbal", diz. Cerca de 40% das aulas do FaleBem são no modelo 'in company', com duração de oito horas. As maiores demandas vêm de consultorias, indústrias, comércio e terceiro setor.

Para o professor Reinaldo Passadori, presidente do instituto que existe há 27 anos, boa oratória e liderança caminham de mãos dadas no mundo corporativo. "Embora a comunicação verbal seja um dos principais recursos do profissional moderno, ela ficou para trás nas grades das escolas e das universidades", afirma. "Os executivos, principalmente os de gerações mais recentes, correm atrás do prejuízo para desenvolver essa habilidade. Sem ela, dificilmente irão se destacar". Em 2011, o Instituto Passadori recebeu 2,5 mil alunos, 43% a mais do que no ano anterior. A maioria dos cursos é realizada dentro das organizações e setores como construção, serviços e governo estão entre os que mais procuram o treinamento.

Existem, contudo, profissionais que investem parte do salário em cursos dessa natureza. Viviane Pasko, gerente de marketing da Arcon, de serviços de segurança em TI, bancou recentemente um curso de apresentação. "A necessidade de aprimoramento deve ser uma constante na carreira de qualquer executivo", justifica.

Antes de saber como se expressar, no entanto, Viviane diz que é essencial dominar o assunto que será apresentado. "As técnicas de expressão servem para nos ajudar a fazer uma palestra mais interessante", diz.


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Jovens Têm Menos Profissionalismo


Por Letícia Arcoverde

Para pelo menos um terço dos gestores de recursos humanos e líderes de empresas americanas os funcionários mais jovens estão cada vez menos profissionais. É o que indica uma pesquisa da York College of Pennsylvania, que também revela um conflito de opiniões entre membros de gerações distintas.

Para 36% dos gerentes entrevistados, o nível de profissionalismo entre novos empregados está diminuindo, e um terço (33%) dos gestores de recursos humanos concorda. No entanto, quando observados apenas os profissionais de RH mais jovens, com menos de 35 anos de idade, esse número cai para 24%.

“Os gestores não acreditam que a definição de profissionalismo deve mudar com o tempo”, explica David Polk, um dos professores responsáveis pelo levantamento. “Eles dizem que os mais jovens devem se adaptar aos ‘padrões atuais’, ao invés de os padrões se modificarem em resposta às grandes mudanças sociais.”

Algumas das razões que levam os líderes a considerar que a nova geração deixa a desejar no profissionalismo são os abusos relacionados à tecnologia e a falta de foco no trabalho.

Mais da metade (52%) dos profissionais de RH entrevistados em 2011 diz ter identificado aumento no uso inadequado da internet durante o expediente, sendo que, em 2010, esse número era de 38%. Para Matthew Randall, também envolvido com a pesquisa, essa mentalidade dos gestores acaba resultando na saída de alguns profissionais das empresas. “Isso significa que vícios em mídias sociais, uso inapropriado de mensagens SMS e da internet no ambiente profissional podem estar provocando demissões”, diz o professor.

O uso de aparelhos eletrônicos, internet e mídias sociais também foi citado por mais de um quarto dos gestores (27%) como uma das razões da falta de foco de profissionais mais jovens. Outras causas são problemas pessoais relacionados ao mau momento econômico americano (21%) e a falta de domínio do próprio trabalho (19%).


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Flexibilidade Aumenta a Produtividade, Para 73% Das Empresas, Diz Estudo

Levantamento da Regus aponta que prática pode proporcionar também aumento na receita das empresas 

Por Infomoney

A adoção de práticas flexíveis no trabalho tem favorecido a maioria das empresas. Prova disso é que 73% das companhias brasileiras declaram ter percebido melhorias de produtividade, após a mudança de perfil, se beneficiando ainda de um aumento na própria receita. As informações fazem parte de uma pesquisa da Regus, fornecedora global de soluções para o local de trabalho.

De acordo com o estudo, cerca de 70% das companhias entrevistadas afirmaram relacionar receitas maiores às novas condições de trabalho. Além disso 72% dos entrevistados alegaram se sentir mais motivados e estimulados, graças a tais condições propostas pelas empresas.

Para a realização do levantamento, foram consultados mais de 16 mil gerentes seniores de todo o mundo, esclarece a Regus.

Motivação em alta

E, se a motivação dos colaboradores está nas alturas, a produtividade também. Isso sem mencionar o principal atrativo desse benefício para as companhias, que podem se valer desse recurso para reter seus talentos.

“Ao proporcionarem melhores condições de saúde para seus funcionários, as práticas flexíveis de trabalho também desempenham um importante papel na retenção de talentos”, diz a Regus.

Para se ter uma ideia, 68% dos entrevistados afirmaram que os profissionais de sua empresa levam uma vida mais saudável, graças às condições mais flexíveis de trabalho, e 76% dos consultados disseram que trabalham mais ao se deslocarem.

"Os profissionais trabalham mais enquanto se deslocam de um ponto a outro, fazendo da disponibilidade de centros empresariais nas principais cidades uma proposta cada vez mais interessante e necessária. Essa tendência vem para ficar”, diz o diretor-geral da Regus no Brasil, Guilherme Ribeiro.

Por porte

Segundo o levantamento, outro dado é apontado: que as pequenas empresas têm aderido ao trabalho flexível de forma mais rápida que as grandes companhias. Ao que parece, 81% dos colaboradores das pequenas empresas disseram que as condições de trabalho são mais flexíveis hoje, enquanto somente 61% dos entrevistados que trabalham em grandes empresas têm a mesma opinião.


Fonte: infomoney
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4 Sinais de Que Você Está Sabotando Seus Planos de Carreira

A folia terminou, mas ainda não colocou suas resoluções de carreira em prática? Cheque se você está trapaceando a si mesmo na carreira 

Por Talita Abrantes

Há quem insista que, no Brasil, o ano propriamente dito começa apenas depois que o relógio badala o meio dia da quarta-feira de cinzas. Verdade ou não, o fato é que o fim do carnaval pode sinalizar que já é mais do que hora de olhar para sua carreira em 2012 de uma maneira proativa.

“Se você ainda não deu dois passos em direção aos seus planos profissionais, precisa cair na real: está se fazendo de vítima ou de protagonista de seu projeto de vida?”, diz o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki. Confira, abaixo, quais os sinais de que, na prática, você está sabotando sua carreira:

1. Tem desculpas na ponta da língua

Você até pode ter feito planos bem sérios para sua carreira em 2012. Mas, até agora, achou desculpas tão convincentes para deixá-los de escanteio? Sinal vermelho, então. De acordo com o especialista, você pode estar trapaceando a si mesmo – sem perceber.

“Esse tipo de trapaça, geralmente, é aceita socialmente”, explica. “A pessoa arruma maneiras de fazer com que terceiros olhem para ele e sintam pena”.

As pretensas justificativas até podem soar como uma lista de boas intenções. Exemplo, a pessoa deixa de fazer o prometido curso de pós-graduação porque precisa de mais tempo livre. O problema é que, no fundo, essas explicações não passam de estratégias para que a carreira permaneça inerte.

O que fazer: Examine se as justificativas para que você esqueça dos seus propósitos de carreira são, realmente, válidas. Feito isso, avalie quais as consequências de deixar esse plano para depois. Se tiverem um efeito muito negativo, reavalie sua decisão.

2. Tem uma lista de culpados

Outro sinal clássico de sabotagem da própria carreira é delegar a responsabilidade por essa inércia para terceiros. Em outras palavras, as pessoas que aderem a essa estratégia teimam em culpar outras pessoas pelo fato da carreira delas estar empacada.

Jogando as culpas sobre os ombros da chefia, da companhia e até da trajetória profissional até agora, os profissionais que seguem essa prática adotam uma postura de vítimas do destino, nunca como responsáveis e donos do próprio futuro profissional. “As pessoas não se dão conta de que as maiores ´puxadas de tapete’ são feitas por elas mesmas”, diz o especialista.

O que fazer: Assuma que quem determina o seu futuro profissional é você mesmo – não seu chefe ou a companhia para a qual você trabalha. Defina planos de ações para tirar sua carreira da acomodação e tome a responsabilidade de colocá-los em movimento.

3. Compra ilusões facilmente

Há quem, por outro lado, prefira projetar soluções que têm probabilidade quase nula sair do campo das ideias. Exemplo: o profissional planeja ficar milionário ao ganhar na loteria ou quer uma carreira internacional sem falar uma palavra sequer em outro idioma.

“São pessoas que se iludem com o fato de que a realidade pode mudar sem que elas mesmas façam nada”, diz Shinyashiki.

O que fazer: Analise seu contexto e cheque se seus planos de carreira são coerentes com isso. Não desanime se a realidade conspirar contra seu projeto. Antes, crie planos de ações para transformá-la. Por exemplo, você quer trabalhar fora do Brasil, mas não fala um outro idioma, matricule-se o mais rápido possível em um curso de línguas.

4. Os planos não apontam para um norte

Seus planos de carreira tem o objetivo único de tornar seu currículo mais bonito? Sinal vermelho. A inércia, muitas vezes, é um resultado direto de projetos mal delineados. Ou em outras palavras, planos que, no fim , não têm muita relação com aquilo que move ou define quem você é.

O que fazer: O primeiro passo para colocar seus projetos de carreira em movimento é dar um real sentido para cada um deles. “Ao invés de patinar durante dez anos para ter um salário melhor, as pessoas precisam ter uma percepção do que elas precisam fazer para se sentir felizes e se perguntar: ‘Qual a minha vocação? Qual a minha missão?’”, diz o especialista.


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Série ETIQUETA PROFISSIONAL - Cinco Regras de Etiqueta Para as Empresas Nas Mídias Sociais


Marcar presença nas mídias sociais não significa apenas ter um perfil corporativo; é inaceitável para uma marca estar nas mídias sociais sem uma política clara e bem estruturada com base no perfil do público 

Por Mário Almeida

As regras de etiqueta são condutas para um relacionamento harmonioso entre as pessoas. Aplicadas à presença das empresas nas mídias sociais, essas normas servem para que elas relacionam-se com o seu público. E se a "educação vem de berço", as regras para relacionar-se nas mídias sociais vêm das políticas definidas para a comunicação da marca na internet.

Segundo a ferramenta Google AdPlanner, só no Brasil, a rede social Facebook possui 60 milhões de visitantes únicos e o Twitter alcança a casa dos 13 milhões. Com tamanha audiência em busca de informação, entretenimento e relacionamento, é inaceitável para uma marca estar nas mídias sociais sem uma política clara e bem estruturada com base no perfil do público.

Há algumas regrinhas básicas para se conseguir estabelecer as políticas de comunicação de uma marca:

1. Vamos dialogar! O tempo do monólogo ficou no século passado. Não utilize a mídia social apenas para informar as promoções e conquistas da marca. É fundamental estabelecer um diálogo saudável com os seguidores. Eles optaram em seguir a marca, ou seja, estar por dentro das atitudes da empresa. O mínimo que eles esperam é atenção;

2. Você gosta de ficar na fila, esperando? Eu não! O internauta necessita de informação e de preferência à pronta entrega. Defina um tempo adequado para responder às solicitações do seu público. Pense, enquanto você demora em atendê-lo, ele pode estar na mídia social do seu concorrente se relacionando ou até mesmo comprando;

3. Quando o filme chega ao clímax, aparece o comercial. Mensagens com caráter publicitário devem ser enviadas nos canais já consolidados para tal fim. A mídia social foi criada para gerar relacionamento. Pense muito a respeito disso e adeque às suas mensagens. Acredite! Muitas marcas e planners "digitais" tratam as mídias sociais e outras ferramentas do universo da internet como se fossem outro local para exibição de um comercial televisivo ou anúncio impresso.

4. Pare; olhe; escute. Ou melhor, leia com muita atenção. Monitorar a interação dos seguidores de uma marca é uma atividade fundamental para definir as estratégias de comunicação nas mídias sociais. Além disso, é uma pesquisa gratuita recheada de informações sobre o interesse do público e as suas necessidades. Uma ferramenta valiosa para a melhoria em serviços, inovação e criação de novos produtos.

5. A grama está maravilhosa e radiante, porém é artificial. Praticar o astroturfing (derivado do termo astroturf que significa grama artificial) cria um buzz (movimento) artificial para gerar rumores em torno de uma marca, surte efeitos negativos. Pode mobilizar centenas e milhares de pessoas por uma causa, até que descubram que tudo não passou de uma mentira passem a olhar para a empresa como tal. Todos os esforços e investimentos em marketing serão anulados com uma ação que, com certeza, manchará a imagem da marca.

Mário Almeida é diretor da S4W, agência de marketing digital e branding.
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Auto-Estima! Quem é você?

Em casa, junto à nossa família, ou no trabalho onde passamos boa parte do nosso tempo, encontramos seres humanos exercendo suas funções e atividades. Cada um com suas peculiaridades. Alguns se enquadram nos estilos citados abaixo, outros não. Por que?


É muito simples, é tudo uma questão de auto-estima. As pessoas de bem com a vida, por conseguinte de bem consigo mesmo, sabem mover-se nos mais diversos ambientes com uma maestria impecável. Essas pessoas, nos dão o prazer da sua inteligente companhia. Enquanto outras nos impõem a sua necessária companhia.


Analise com sinceridade os itens abaixo. Faço votos que VOCÊ não esteja incluído em nenhum deles. Caso estiver, recomponha-se, pois sua presença não deve estar sendo agradável para ninguém, nem para você mesmo!




O Arrogante:


No trabalho, reúne o grupo, e em casa reúne a família, para fazer de conta que está dividindo tarefas e decisões, porém ele já está com tudo pronto e decidido. O resultado desta atitude é provocar a frustração geral e o desperdício do tempo de todos que foram envolvidos no processo.

O de mal com a vida:

Que acredita que o dia está sempre cinzento e com isso contamina a todos com sua cara fechada. Desequilibra o ambiente impedindo que as atividades evoluam.

O Negativo:

Usa frases do tipo " nós já tentamos isso tantas vezes e nada", " não há nada que possamos fazer", "não vai dar certo"... Enfim, com estas atitudes desmotiva todos que o cercam.

O Nervosinho:

Por insegurança extrema e a auto-estima em baixa, sente prazer em agredir para se defender dos outros. Não sabe ouvir sem achar que estão querendo ofendê-lo.

O Tanto Faz:

Não acrescenta nada ao grupo, ao contrário, ocupa o espaço de alguém com opinião. Não assume nenhuma responsabilidade e também não se envolve.

O Destrutivo:

Só crítica e destrói as iniciativas dos outros. Elogiar alguém, nem pensar. Nada está a altura das suas exigências nunca.

O Desligado:

Tem sempre uma piada ou uma aventura para contar. É claro, que isso acontece num momento completamente inoportuno.

O Auto-Suficiente:

É do contra, jamais aceita o que o grupo decidiu, mas também não contribui com nenhuma idéia criativa.

O deixa prá mim:

Tudo é com ele, e tudo ele promete. Porém com um detalhe, nada ele cumpre. Compreender isso é fácil. Assume responsabilidades para passar por bonzinho, e ai não tem estrutura para arcar com o prometido.

Bem, é isso aí, faça sua análise e boa sorte.

Fonte:
http://www.gilbertowiesel.com.br/html/artigos/quem_voce.asp

Nova Liderança: Como se Destacar no Mercado

Autor: Caio Lauer 

Os profissionais de hoje têm muito mais anseios e desejos de desenvolvimento do que tinham em um passado recente. A busca pela capacitação fez com que o nível de expectativas das pessoas aumentasse em relação as suas carreiras. Sendo assim, hoje, o gestor não pode ser mais aquela figura que apenas delega funções. O líder moderno é aquele que compreende as mudanças no nível profissional de seus subordinados e nas organizações.
Ser um líder mais participativo e que engaje seus subordinados no negócio da empresa é uma nova realidade no mercado. A liderança precisa entender que sua participação nas atividades de uma equipe é fundamental. Por conta do aumento da informação e do nível de conhecimento, hoje, é recorrente que os subordinados sejam mais preparados que seus próprios gestores. “O líder deve ter a consciência que existem profissionais na empresa que têm conhecimentos específicos e aprofundados. Ter a humildade de saber seu papel como mais um membro dentro da equipe garante longevidade na companhia e na carreira”, explica Bernardo Leite, especialista em Comportamento e Desenvolvimento Organizacional.

A tecnologia da informação também se desenvolveu muito e este advento veio para facilitar a relação entre profissionais. Mas, em contraponto, o fator determinante na Comunicação ainda são as pessoas. O gestor de sucesso precisa ter grande preocupação com esta questão. Desenvolvendo esta questão com cuidado, ações como feedback se tornam colaborativas para fluir o trabalho do grupo. “A Comunicação ainda é feita de uma maneira muito informal. Reuniões de corredor e conversas de elevador, por exemplo, ainda são creditadas como ações eficazes. As pessoas confundem velocidade com resultados. Isso tem prejudicado muito os processos de gestão, principalmente hoje em dia, onde há mais recursos e canais e tudo parece mais simples”, conta Bernardo.

Motivar e desenvolver colaboradores é premissa para o líder considerado moderno. Profissionais que buscam aprimoramento constante por meio da educação executiva têm como objetivo um salário melhor, mas principalmente desenvolvimento dentro da carreira. De acordo com Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online, o líder é o facilitador, tem as repostas certas e sabe como encontrá-las quando necessário: “É autoconfiante para tomar iniciativas, se motiva a cada desafio proposto e consegue motivar as pessoas para alcançar um objetivo determinado, tem postura, sabe planejar, se organizar e é capaz de obter resultados”.

Um bom líder consegue extrair o melhor de cada colaborador, dando autonomia para que tenha suas próprias ideias e liberdade de ação. O gestor moderno deve dar a oportunidade para que seus subordinados participem mais de ações e processos de decisão da empresa. Segundo Bernardo, nunca na história da gestão, uma equipe teve tanta importância quanto tem hoje, principalmente porque o nível de informação é muito amplo e se faz necessário pessoas que dominem determinados assuntos para completar o resultado geral.

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Vendas: a Lei do Camaleão


Por Rudson Borges


Foco no cliente

Há um antigo pressuposto (repito, antigo) que diz: “O cliente tem sempre razão”. Isso é, no mínimo, questionável; no entanto, existem prerrogativas verdadeiras:
  • Não são os empresários, os sindicatos ou os governantes responsáveis por garantir todos os empregos. São os consumidores. (John Hicks).
  • Custa cinco vezes mais caro conseguir um novo cliente do que manter um que já se tem. (Tom Peters).

Os clientes nem sempre serão os donos da razão, mas uma coisa é certa: para nós, vendedores, eles são a razão. A empresa deve ter o foco nas pessoas – colaboradores e clientes –, em todos os momentos, em todas as circunstâncias. O cliente é a razão.
O cenário atual

A informação é importante, sempre foi, mas tornou-se essencial em nossos dias – ou você sabe ou está perdido. Com o avanço da informática e do uso da internet como necessidade “básica”, muitos consumidores usam buscadores para pesquisar produtos, novidades, características, funcionalidades e preços. É preciso ter cuidado e conhecer realmente aquilo que vendemos, pois é comum encontrarmos clientes que conhecem mais dos produtos do que os próprios vendedores. Sem falar no crescimento doe-commerce e da venda não-loja.

Nos tempos atuais, os clientes estão mais informados e também mais exigentes: querem comodidade, praticidade e agilidade.
  • Agilidade, pois o tempo está cada vez mais escasso. É muito incômodo fazer uma ligação para cancelar um plano de assinaturas, ir à lotérica, ir ao banco, encarar um caixa lento no supermercado... é muito irritante quando você encontra um atendente que parece uma tartaruga com pressão baixa, que leva horas pra lhe atender. E quando você fica sendo “jogado” de um lado para o outro sem que ninguém saiba responder suas perguntas ou resolver seus problemas?

Dica: ofereça o máximo de soluções, no mínimo de tempo. Evite inconvenientes e sempre pense como o cliente.
  • Praticidade, pois esta geração de consumidores está acostumada com o fast food. Enlatados e pré-prontos estão em alta... até o feijão já pode ser comprado pronto. Não é preciso carregar máquina digital, mp3, calculadora, relógio, computador, videogame, pen drive, agenda, televisão e outras coisas, se você pode ter tudo isso em um único aparelho – e na palma da sua mão. Meu escritório se resume a um smartphone.

Dica: o cliente sempre busca soluções para os seus problemas, então, descomplique; ou melhor: simplifique. Apresente o benefício e faça seu cliente desfrutar facilmente dele.
  • Comodidade, pois o cliente não quer fazer o que o vendedor pode fazer por ele, por isso, toda empresa que vende produtos também presta (vende) serviços. A comodidade deve ser um valor agregado, e a maioria dos consumidores não se importa em pagar a mais por isso.

Dica: tenha como buscar, tenha como levar. Tudo o que puder fazer pelo seu cliente, faça. Se você não fizer, o concorrente fará.
E agora?

O perfil do consumidor mudou e isso quer dizer que vendedores e empresas devem se adequar a essas mudanças, às suas necessidades e expectativas.

É inaceitável que os profissionais de vendas não se qualifiquem, não leiam, não conheçam pessoas, não se modifiquem. Vendedores bem-sucedidos são como camaleões.

Entre todas as características, a mais famosa e instigante é a capacidade de camuflagem. Um camaleão pode mudar de cor quando está com fome, quando a luz do ambiente é diferente, quando está fora do seu habitat natural, enfim, muda de acordo com as suas sensações.

É preciso ser um vendedor camaleão. E o que esse tipo de profissional faz?

O vendedor camaleão deve ser adaptável, deve se ajustar às necessidades dos clientes, ao contexto do atendimento, da empresa e do mercado.

  • Algumas características do vendedor camaleão:
  • Sabe usar a linguagem adequada para cada tipo de cliente.
  • Sabe se colocar no lugar do cliente, descobrindo suas necessidades e expectativas.
  • Sabe ser flexível e tolerante, consegue agir de acordo com a oportunidade.
  • Está sempre atento a tudo: concorrência, mercado, público-alvo, novidades, etc.
  • Está sempre estudando, participando de treinamentos, reciclando-se; por isso, ele evolui.
  • Preocupa-se com o cliente, e não com a venda, então, ele faz pós-venda e dá acompanhamento.
  • Sabe que o relacionamento com o cliente é fundamental para fidelizá-lo, pois isso vai “além da loja”.

Conclusão

Se o camaleão não se adaptar ao ambiente, ele morre. O mercado é cruel; grandes empresas já morreram. Muitos profissionais estão desempregados ou não possuem os resultados que desejam simplesmente porque não se modificaram para viver neste novo ambiente, em que o cliente está diferente e a concorrência está cada vez mais acirrada.

O seu cliente está mudando. Sua empresa já mudou? Você já mudou? Pense nisso!

Rudson Borges é palestrante e treinador de atendimento, vendas e motivação. É um dos mais contratados conferencistas brasileiros da atualidade.
Fonte: Revista Vendamais
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Veja Dicas Para Voltar Com Tudo à Rotina de Trabalho Depois Das Férias


Retornar das férias e recomeçar o trabalho pode ser difícil. Siga as dicas e saiba como tirar proveito da rotina

Com certeza, você também acha que os dias livres de obrigações são bênçãos para o corpo e para a alma, certo? Mas, como tudo o que é bom, as férias também acabam. Chegou a hora de desarmar a barraca, organizar a agenda do ano, tirar o pé da areia e colocá-lo de volta na rotina. Para ajudá-la a engrenar novamente para enfrentar desafios, conversamos com especialistas que deram estratégias para fazer seu retorno mais suave. 

1. É melhor lutar contra a tristeza que toma conta da gente quando terminam as férias. Tente trazer para o dia a dia os hábitos saudáveis que adquiriu durante as férias. Você pode continuar a caminhar sempre que der. Asfalto não é tão divertido quanto areia, porém traz quase os mesmos benefícios para a saúde.

2. Nas férias é comum deitar-se mais tarde e levantar também fora do horário. Mas, cerca de quatro dias antes de retomar, vale a pena voltar aos horários de rotina, deitando-se mais cedo e saindo da cama no horário normal.

3. Fracionar as férias pode ser uma boa ideia. "Se tirar os 30 dias, o retorno costuma ser bastante frustrante, porque você sabe que só poderá sair outra vez depois de 12 meses", diz Anderson Cavalcante, administrador de empresas especializado em psicodinâmica aplicada a negócios.

4. No trabalho, tente atualizar-se rapidamente sobre o que é importante, mas sem afobação.

5. "Não caia na tentação de agendar muitas atividades para os primeiros dias depois das férias", diz o psicólogo Armando Ribeiro das Neves Neto. O ritmo está alterado, é natural que realize as coisas mais lentamente.

6. Nem pense em ficar telefonando para os colegas de trabalho durante as férias, ou não vai conseguir desligar-se. Resista, mesmo que saiba que está rolando uma fofoca daquelas bem interessantes.

7. Pense que a rotina, afinal, não é tão ruim assim. O ritmo de férias pode ser bastante exaustivo também: imagine a cada dia ter de fazer algo diferente, planejar onde vai estar e não saber a que horas vai chegar em casa... A rotina nos proporciona pontos de referência para chegar aonde queremos. E nos dá segurança.


Conteúdo do site: BONS FLUIDOS
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Fábula - Lição do Rato


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: 

- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !! 

A galinha: 

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e: 

- Há ratoeira na casa, ratoeira ! 

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e: 

- Há ratoeira na casa, 

- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não! 

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. 

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. 

Ela voltou com febre. 

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. 

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. 

A mulher não melhorou e acabou morrendo. 

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História: 

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos! 

"Começar não é apenas um tipo de ação. É também um estado de espírito, um tipo de trabalho, uma atitude, uma consciência."

A FÁBULA DA GALINHA NA TERRA DA TRIBUTAÇÃO E DA SOLIDARIEDADE (re-postagem)

Qualquer semelhança não é mera coincidência... é que o autor se inspirou na realidade brasileira mesmo!!!
Era uma vez uma galinha que encontrou alguns grãos de trigo no quintal. Chamou a vaca, o porco, o pato e o cão, para ajudar a plantá-los.

“Eu não”, a vaca mugiu.
"Nem eu", grunhiu o porco.
"Deixa para lá", grasnou o pato.
"Tô fora!", latiu o cão.

A galinha, então, plantou o trigo, sozinha. Assim que estava próxima a colheita, voltou a convocar os amimais para colhê-lo. Teve as seguintes respostas:

"Não recebi treino para fazer estas coisas!" (vaca)
"Quem, eu? Trabalho me cansa!" (porco)
"Estou de férias" (pato)
"Serviço pesado não é comigo!" (cão)

Não houve jeito de convencer a bicharada a colaborar, de forma que a galinha teve que colher o trigo sozinha.

Chegou a hora de assar o pão com o trigo colhido. "Quem vai me ajudar?", foi a pergunta da galinha, diante da qual obteve as seguintes evasivas:

"Estou no seguro desemprego, e por isso não preciso trabalhar" (vaca) "Está muito quente, deixa isto para um dia mais frio!" (porco) "Ei, você tem que me pagar hora extra, senão não faço!" (pato) "Se eu trabalhar e aumentar minha renda, perco a bolsa-ração, eu preciso dela!" (cão)

Então a galinha assou o trigo e obteve 5 pães como resultado.Satisfeita, mostrou-as à bicharada. Todos exigiram uma parte, mas a galinha prontamente cacarejou: "Não! Fiz todo o trabalho sozinha! Eu é que devo consumir estes pães, e não vocês!".
Como resultado, recebeu vários impropérios, entre os quais:

"Sua verme burguesa!" (vaca) "Exijo direitos iguais!" (porco) "Que falta de solidariedade, sua ..!" (pato) "Gananciosa, capitalista, exploradora! " (cão)

Houve alvoroço, protestos, discursos contra a atitude da galinha.

Logo chega um funcionário do governo e exige da galinha os vários impostos sobre a produção do pão.

Diante de tamanha pressão, a galinha alegou que trabalhara sozinha, e que ninguém a ajudara, nem o governo, nem a bicharada, portanto, tinha direito a dispor do pão como bem entendesse.

O funcionário do governo chamou então a polícia e falou: "você se arriscou a produzir, pelas nossas leis, você deve pagar os impostos aos trabalhadores produtivos devem dividir os lucros com todos, para a paz e a justiça social".

Desta forma, 2 pães foram entregues ao governo, como pagamento de impostos, e os 3 pães que restaram foram divididos em fatias e distribuídos em partes entre a bicharada.

Todos comeram e se fartaram, achando muito justas as leis do país da tributação e da solidariedade.

Porém, a bicharada não entendeu porque, nunca mais, a galinha voltou a fazer pão...

*Fonte: Júlio César Zanluca, 07/03/2007.

Série CRIATIVIDEO - Inovação - Video

Video de Clemente Nobrega de março de 2009, falando sobre inovação. O mesmo comenta sobre sua coluna na revista Época...
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Vale a apenas assistir...

"Geração Y" é Passado; Agora é a Vez da "geração C", de Conectados

Nova denominação foi criada pela Nielsen e descreve os jovens digitais que têm entre 18 e 24 anos de idade 

O nome "geração Y" é dado àqueles nascidos a partir das décadas de 70 ou 80. No entanto, nunca se criou um termo para determinar os jovens que vieram depois dessa turma, que já nasceram em um mundo com excesso de conteúdo, onde a socialização e o compartilhamento de experiências se dão através de dispositivos móveis ou conectados à internet. Por isso, a Nielsen, empresa de pesquisas digitais, criou o termo "Geração C" para rotular esse pessoal.

O grupo representa jovens que têm entre 18 e 24 anos de idade, definidos pela conectividade digital. Esse grupo já representa 23% da população dos EUA, segundo o Mashable.

Essa fatia populacional é responsável por assistir a 27% dos vídeos online, constituir 27% dos visitantes de redes sociais, possuir 33% dos tablets, usar 39% dos smartphones e representar 23% dos telespectadores de televisão.

A Nielsen ainda fez um gráfico mostrando divisões sexuais, etárias e étnicas sobre cada um dos segmentos citados. No caso dos telespectadores de televisão, por exemplo, o infográfico mostra que pessoas brancas assistem mais TV que as negras e asiáticas. Também aponta que mulheres assistem mais vídeos online que os homens.

A Nielsen diz que "a posse e o uso de dispositivos conectados faz com que a geração C seja composta por consumidores únicos e incríveis, representando desafios e oportunidades para os fabricantes e provedores de conteúdo. A geração C está se engajando em novas maneiras de se comunicar e nelas, há mais pontos de contato para os fabricantes os alcançarem".

Veja abaixo o gráfico (clique para ampliar):


fonte: olhar digital
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Pouco Retorno: Varejistas Estão Fechando Suas Lojas no Facebook

Empresas abandonam o f-commerce por não obterem o lucro esperado, mas analista acredita que o motivo do fracasso é a falta de inovação nas vendas 


Em 2011 diversas lojas resolveram se arriscar em um novo modelo de e-commerce, o f-commerce. Varejistas do mundo inteiro estabeleceram sua marca noFacebook pela primeira vez no ano passado. No entanto, segundo um relatório publicado pela Bloomberg, muitas destas lojas virtuais na rede social já estão fechando.

De acordo com a publicação, a GAP e outras lojas de roupas norte-americanas fecharam suas "portas" no Facebook, minando as expectativas de que a rede social se tornaria umas das principais geradoras de renda para os varejistas durante a próxima década.

A VP de marketing da GameStop, uma das varejistas que fechou a sua loja virtual, disse que não estava obtendo o retorno do investimento, por isso decidiu acabar com o f-commerce rapidinho. "Para nós foi um espaço onde nos comunicamos com os clientes, mas não foi um lugar para vendas", afirmou a VP Ashley Sheet, que permaneceu com o canal aberto por apenas seis meses.

Segundo um analista da Forrester Research, Sucharita Mulpuru, houve muita expectativa de que o Facebook se tornaria um novo local de compras. Mas, o que ninguém pensou é que vender algo ali seria como tentar vender produtos para as pessoas enquanto elas estivessem no bar, conversando com seus amigos. Ou seja, o Facebook é um espaço de socialização e não de compras.

Apesar disso, Mulpuru não acredita que o f-commerce acabará. Mesmo que algumas lojas não tenham obtido retorno e o Facebook ainda seja uma rede mais social do que comercial, ainda não há provas de que o site não tenha potencial para se tornar um bom canal de vendas. O analista sugere que os varejistas podem não ter aproveitado o poder das plataformas da forma correta.

A maioria das marcas criou suas lojas na rede social importando seus catálogos para o Facebook. No entanto, a experiência de compra é exatamente igual à das lojas virtuais da empresa, porém, com um ponto negativo: os aplicativos na rede são muito mais lentos do que o próprio site da marca. Isso significa que o f-commerce ainda não trouxe diferenciais e, portanto, tem poucas chances de sucesso.

Outro problema apontado pelo analista é que as empresas têm oferecido pouca quantidade de produtos. Normalmente, as lojas exibem promoções de um ou dois itens por um curto período e isto não tem chamado atenção do público. Com isso, muitas empresas têm perdido dinheiro, pois o desenvolvimento de aplicativos de compras para o Facebook é caro e sua manutenção também. 

Mulpuru diz que ainda é muito cedo para lamentar o desaparecimento do f-commerce, mas o fato é que os varejistas deverão inventar novas maneiras de gerar receita através da rede social se quiserem obter sucesso nessa empreitada.

Quer deixar sua opinião? Conte nos comentários abaixo se você já comprou algo no Facebook e como foi sua experiência. E para saber mais sobre o f-commerce, leia aqui uma matéria sobre o assunto.

fonte da imagem: google imagens

Liderança Questionada

Difícil não é alcançar a liderança, mas permanecer no topo

*por Tom Coelho


“Lidere, siga ou saia do caminho.”
(Ted Turner)

A cada dois anos, o mês de outubro é marcado em nosso país pela ocorrência de eleições. Já dentro dos muros das empresas, as eleições não têm data agendada. Elas acontecem constantemente, em campanhas não declaradas de candidatos a cargos hierarquicamente mais elevados. Chefes que querem se tornar supervisores, que desejam assumir gerências, que sonham com diretorias, que pensam estar preparados para a presidência da companhia. Acredite, seu cargo pode, neste momento, estar sendo alvejado por terceiros, provenientes do seio da empresa ou de fora dela. Afinal, toda liderança é situacional e transitória.

É da natureza humana postular sempre o “mais”. Se você tem um carro popular, trabalha para adquirir um mais completo. Se reside em um imóvel alugado, quer comprar sua casa própria. Se ocupa um cargo operacional, tenciona uma posição estratégica e de maior remuneração.

Analogamente, as empresas esperam maior participação de mercado (market share), maior reputação de marca (share of mind), maior lucratividade e rentabilidade (Ebitda). Assim, para potencializar os resultados, acredita-se que o caminho ideal seja promover mudanças. Neste caso, invariavelmente o atalho é trocar a liderança.

Uma pesquisa sobre os motivos das demissões, realizada em maio de 2000 pela H2R e Right Management, a pedido da revista Você S/A, apontou que 61% dos profissionais acreditavam que poderiam perder seus empregos por problemas de atualização, conhecimento e habilidade técnica ou por falta de experiência. Entretanto, 87% das organizações declararam, naquela ocasião, demitir profissionais por causa de suas atitudes, temperamento, falta de garra ou por problemas de relacionamento interpessoal.

Em junho de 2007 pesquisa similar voltou a ser realizada. Desta vez, apenas 32% das organizações informaram demitir profissionais devido às suas atitudes; porém, 29% apontaram como principal motivo os resultados gerenciais não alcançados. De fato, o nome do jogo é “fazer acontecer”.

Quando um time de futebol não vai bem, o técnico é demitido e não todo o elenco. Se em uma sala de aula o rendimento da maioria dos alunos em uma disciplina é insatisfatório, o professor é modificado. Quando cai o número de fiéis em uma igreja, o pastor é substituído. Se a empresa não atinge suas metas, são os líderes que pagam o pato!

A esta altura, você deve estar se questionando sobre o que deve ser feito para defender sua posição. A resposta está em reinventar-se. Seu maior risco é a acomodação. Acreditar que o bom é suficiente onde o ótimo é esperado. Contentar-se com o azul da última linha do balanço, quando a expectativa era cravar indicadores com dois dígitos.

O segredo do sucesso está em demonstrar real interesse pelas pessoas, descobrindo o valor e potencial individual de cada membro de sua equipe, inspirando-os e despertando-lhes a vontade de fazer, e não de cumprir ordens.

Abraham Shashamovitz, ex-vice presidente da Nextel, dizia que para gerenciar uma organização você utiliza os músculos e a razão, mas para liderar de verdade deve usar também o coração.

O mais difícil não é alcançar a liderança. É permanecer no topo. O alto da montanha é de acesso restrito, normalmente de trajeto íngreme, repleto de armadilhas e emboscadas. Mas lembre-se: nunca há lugar para sentar!


Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Fonte: www.tomcoelho.com.br
fonte da imagem: gettyimages

Plano de Negócios Não é Um Caderno Fechado na Gaveta

O plano de negócios é uma das ferramentas mais importantes para o empresário e deve ser escrito “a lápis”, pois é ajustado freqüentemente..



Por Por Jayme Nigri

Muitos empreendedores não conseguem alavancar seus negócios por não conseguirem enxergar erros estratégicos ou de gestão. Um plano de negócios é uma ferramenta essencial e viva, mas muitas empresas não entendem a necessidade do planejamento e, por isso, acabam fechando suas portas.

Segundo dados do Sebrae, cerca de 31% das novas empresas fecham no primeiro ano e 60% fecham até o quinto ano. A grande questão é descobrir porque o empreendimento não alcança crescimento, buscar ferramentas para reverter o quadro e definir novas estratégias.

O planejamento não garante o sucesso, mas serve principalmente para minimizar os erros e otimizar as potencialidades e oportunidades.

É um mal sinal quando pode ser aplicada a frase “Para quem não sabe onde vai chegar, qualquer caminho serve”.

O plano de negócios é uma das ferramentas mais importantes para o empresário e deve ser escrito “a lápis”, pois é ajustado freqüentemente. O dono do próprio negócio muitas vezes precisa recorrer a uma consultoria para ajudar a encontrar os “erros”, o motivo da falta de crescimento ou da crise.

A crise e a falta de dinheiro são responsáveis por 56% do fim das empresas, seguidas pelo fluxo de caixa e a falta de clientes, em 35% dos casos. A concorrência responde por 31% e o acesso a crédito 15%.

Na maior parte dos casos, o fechamento poderia ser evitado ou o prejuízo minimizado se houvesse planejamento.

É fundamental entender a organização, ou seja, conhecer seus pontos fortes e pontos fracos. Quem investe pretende ter o retorno deste investimento, normalmente a curto ou médio prazo, além da compensação a médio e longo prazo.

A compensação é o resultado do investimento e do trabalho. E deve vir na forma que foi planejado: dinheiro, tempo livre, poder, status, patrimônio, etc. Entenda claramente se você quer “sobreviver” ou “sobrar e viver”?.


Caixa, lucro e perpetuação

A motivação é um outro fator essencial, pois leva a pessoa a seguir seu caminho sem cair em ciladas, que podem vir disfarçadas de uma oportunidade ou mesmo de uma ameaça capaz de gerar reação. Quando a motivação está alinhada com o caminho escolhido, o sucesso é muito mais provável (mas isso não significa nenhuma garantia).

Ainda no âmbito humano, verifica–se que as grandes empresas, além de ter mais recursos, têm como propósito extrair o máximo de seus profissionais. Por saber que ‘gente é que faz a diferença’, buscam fazer com que seus profissionais se sobreponham aos processos.

Conceitos como perfil comportamental, pipeline ou PDCA normalmente são utilizados apenas em empresas que estão realmente em busca de resultados superiores.

O ideal é que a empresa esteja baseada nos três pilares de sustentação - caixa, lucro e perpetuação.

Este posicionamento é fator essencial para que o Plano de Negócios seja elaborado com consistência, seja implementado com comprometimento, tenha seus resultados verificados e seja ajustado freqüentemente.


Fonte: Webinsider



Terceirização de Vendas


*por Tom Coelho

“Não tem sentido dizer que fazemos o melhor que podemos. 
Temos de conseguir fazer o que é necessário.”
(Churchill)

Em minha trajetória profissional encontrei companhias cujos dirigentes assumiram pessoalmente sua incapacidade em administrar sua força de vendas, após vários insucessos e tentativas infrutíferas.

Neste momento, uma opção pode ser considerada: a terceirização das vendas. Como fazê-la?

1. Pode ser aberta uma empresa de prestação de serviços a partir de sua equipe atual. Seus profissionais de vendas seriam demitidos constituindo uma corporação independente, sem vínculos trabalhistas. Para tanto, precisarão de apoio no âmbito jurídico (definição do quadro societário e dos termos contratuais), contábil (escolha do regime tributário menos oneroso) e administrativo (orientações sobre a gestão).

2. Caso você não tenha uma equipe própria, poderá buscar no mercado uma empresa especializada em intermediação e terceirização de vendas. Esta opção apresenta prós e contras. O aspecto positivo está na experiência deste tipo de organização no exercício da atividade. O negativo, na falta de exclusividade e possível dispersão, pois lidam com várias companhias de diversos segmentos.

3. Independentemente do caminho trilhado, um aspecto fundamental está nas pessoas, ou seja, na equipe que irá comercializar seu produto ou serviço. Por isso, o perfil destes profissionais deve ser detalhadamente definido e estar alinhado à sua cultura e valores. É recomendável buscar o subsídio de profissionais da área de RH na avaliação de competências dos candidatos.

4. O próximo passo envolve capacitação e treinamento. Toda venda hoje é consultiva, o que demanda conhecimento técnico do produto ou serviço ofertado, e ainda relacional, pois envolve a percepção das reações emocionais do comprador. Somente é possível ofertar soluções adequadas quando se conhece bem o mercado, o produto e as necessidades dos clientes. Durante esta fase, é aconselhável que os vendedores interajam também com a área de produção, objetivando reduzir o risco de atritos futuros. Lembre-se de que a corporação é um organismo vivo que deve ter todos os seus departamentos trabalhando em sinergia.

5. Com relação à política de remuneração, o sistema deverá combinar pagamento fixo com variável.

a) O valor fixo dificilmente será evitado porque poucos terão interesse em lançar-se ao mercado, com despesas de prospecção, deslocamento, alimentação, entre outras, além do custo de oportunidade do tempo e do capital (que poderiam estar sendo dirigidos para outra atividade) sem ter um valor mínimo que possa cobrir seus gastos. Isso se torna ainda mais relevante quando o ciclo de venda do produto é maior, demandando uma longa sequência de visitas para lograr êxito.

b) A remuneração variável deverá ser um percentual das vendas brutas ou líquidas (descontados os impostos). No segundo caso, o sistema de demonstração do resultado deverá ser transparente para não fragilizar o relacionamento com a terceirizada. Talvez seja melhor trabalhar com um percentual menor sobre o faturamento bruto, facilitando as contas. O percentual que será adotado dependerá de vários fatores. Primeiro, quanto maior o valor da remuneração fixa, menor o percentual da remuneração variável e vice-versa. Segundo, considerar as peculiaridades do produto ou serviço comercializado, pois alguns apresentam uma estrutura de preços rígida enquanto outros permitem descontos elásticos. Terceiro, analisar o potencial de geração de caixa do negócio, considerando-se se há, por exemplo, possibilidade de se firmar contratos de manutenção que proporcionarão renda permanente à terceirizada. Quarto, olhar para o mercado e para a estrutura de custos da empresa calculando o percentual de comissionamento que pode ser suportado pelo preço sem torná-lo economicamente inviável, perdendo competitividade.

6. Deve-se definir se a terceirizada concentrará a gestão das vendas em sua totalidade ou se haverá delimitação de área territorial. Como serão tratadas as vendas internas? E o comércio eletrônico, caso exista?

7. Metas devem ser estabelecidas, com prazos definidos e métricas para avaliação dos resultados. Tudo dentro de um planejamento estratégico traçado no início do relacionamento e revisado periodicamente.

8. Um contrato de prestação de serviços deve ser firmado com a terceirizada estabelecendo todas as regras desta parceria. É desejável que haja uma cláusula de exclusividade dentro do mercado de atuação, evitando-se o risco subsidiário de o vendedor terceirizado, na reta final de fechamento de um negócio, oferecer o cliente a um concorrente. Além disso, deve-se prever uma cláusula de saída, ou seja, em caso de distrato, como ficarão as relações comerciais entre as partes (o que fazer com os contratos de manutenção, por exemplo).

Finalizando, dois cuidados especiais devem estar presentes durante o processo de terceirização das vendas.

Primeiro, cuide do endomarketing, lembrando-se sempre de que há uma categoria de vendas que não pode ser delegada: as vendas internas.

Segundo, tenha a qualidade no atendimento e o comprometimento como bússolas. O contraexemplo no mercado atual é dado pela maioria das empresas de telefonia celular, que terceirizaram suas vendas corporativas, assim como as companhias de administração de planos de saúde. Assuma o seu papel de cliente para julgar se está na rota certa.


Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros.
Fonte: http://www.tomcoelho.com.br/artigos/artigos.asp?r=164
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E na Quarta-feira de CINZAS














Fonte da imagem: SLIDE 1    SLIDE 2    SLIDE 3    

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