Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Bola da Vez

Bancos Precisam Entender Lógica da Baixa Renda

Pouco utilizados pelas classes D e E, cartões de crédito, débito e conta corrente aparecem como oportunidade

Se o varejo já percebeu o poder de consumo da base da pirâmide, o mercado de produtos financeiros, por sua vez, precisa descobrir o verdadeiro potencial das classes D e E. Poupança, conta corrente e cartões de débito e crédito ainda são pouco utilizados, o que sinaliza oportunidade para quem souber entender este consumidor.

Motivos para investir neste público não faltam. Dados do estudo “Dossiê Brasil Emergente – Consumo, crédito e produtos financeiros”, realizado pelo Data Popular/Data Folha, indicam que, juntas, as classes D e E movimentarão cerca de R$ 400 bilhões este ano. Dinheiro no bolso significa maior potencial de consumo. “O mais importante é pensar que a classe D é a classe C de amanhã. Se estes consumidores estão melhorando de vida, quem primeiro conquistá-los terá fidelidade no futuro”, aponta Renato Meirelles (foto), Sócio-diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para atraí-los, cabe aos bancos e seguradoras entenderem o seu mundo e falarem a sua língua. Hoje, apenas 23% dos consumidores DE possuem conta corrente, como indica o estudo do Data Maioria. Em relação aos cartões de débito, este número cai para 22%, enquanto somente 21% da população da base da pirâmide possui cartão de crédito. A falta de adesão pode ser explicada pelo modelo de segmentação utilizado pelos bancos.

Modelo de segmentação precisa mudar

O primeiro passo seria trocar a lógica societária, de um relacionamento exclusivo com o indivíduo, por uma lógica comunitária, presente no consumo popular. “O modelo tradicional da indústria de cartões de crédito rebaixa e desclassifica o consumidor de baixa renda, já que a segmentação é feita pela renda disponível”, aponta Meirelles, explicando que é preciso qualificar os clientes de outra forma, a partir de uma segmentação que esteja mais ligada à utilização do cartão do que ao tipo de pessoa.

Foi o que fez o Banco PanAmericano, que lançou, no último mês, um cartão em parceria com supermercados e atacadistas, podendo ser emitido nas bandeiras Visa e Mastercard. O investimento de R$ 55 milhões do Grupo Silvio Santos teve como objetivo credenciar 100 estabelecimentos e atingir R$ 250 mil cartões ainda este ano. Pensando no estilo de vida e necessidades do público-alvo, o cartão tem como vantagem a isenção de anuidade, além do programa de fidelidade Maxi Bonus.

Acumulando pontos, os consumidores podem trocá-los por recarga de celular, ingressos de cinema e até passagens aéreas. Outro exemplo são os cartões próprios do varejo, também conhecidos como private labels, especialmente os de lojas de departamento. O sucesso está nas facilidades no momento da compra, como a pré-aprovação de crédito e a possibilidade de poder pagar em até 40 dias sem juros.


Instituições financeiras devem orientar o consumidor


Orientar também é importante na hora de se aproximar deste consumidor. É papel das instituições financeiras explicar benefícios, vantagens e até mesmo estratégias de otimização do uso do produto, já que muitos dos consumidores que possuem cartões de crédito não sabem como utilizá-lo da melhor forma. A Visa e a Mastercard procuram satisfazer esta demanda por meio dos programas Finanças Práticas e Consumidor Consciente, respectivamente.

Uma das primeiras regras da economia doméstica também não é amplamente adotada pela baixa renda. Apenas 27% da classe DE possui conta poupança. A situação é ainda pior quando se pensa que, destes, a maioria utiliza uma conta corrente sem taxas. O que não quer dizer que estes consumidores não estejam preocupados em poupar. Pelo contrário.

A questão é que eles precisam de um objetivo para juntar dinheiro. “A classe A gosta de saber que tem dinheiro guardado, já o consumidor de baixa renda precisa estar focado em consumo para juntar dinheiro”, conta o Sócio-diretor do Data Popular. Com poucas opções, devido ao orçamento apertado, a poupança é direcionada para os gastos com a casa, a compra de um carro ou o pagamento de uma entrada para o parcelamento de um produto sem juros.

Mulher é quem manda no orçamento

A ausência da poupança, na hora da emergência, dá ao cartão de crédito um papel fundamental. Ao contrário do que acontece na classe AB, em que ele é ferramenta de pagamento, para a baixa renda o cartão é instrumento de crédito e acaba sendo um concorrente do seguro. Vale até pegar emprestado na hora do aperto, para quem está com o nome sujo ou para o consumidor que prefere não ter o cartão de crédito para não acumular dívidas.

Além de fonte de crédito, o cartão também é uma ferramenta de inclusão social, permitindo a compra a prazo sem o constrangimento da fila do crediário. Ao endividar-se, este consumidor dá prioridade às dívidas com parentes, amigos e o famoso fiado. “Isto acontece porque este consumidor dialoga com a lógica comunitária. As instituições financeiras têm muito a aprender com o pequeno varejo”, conta Meirelles.

Se é difícil ver o dinheiro sobrar no final do mês, pagar um plano de saúde nem sempre está no planejamento dessas famílias. Quando é possível, a apólice destina-se apenas a alguns membros, na maioria das vezes os filhos. A oportunidade para o mercado estaria no seguro saúde, com mensalidades mais baratas, consultas limitadas e seguro de acidentes pessoais, que podem ter grande apelo para a baixa renda.

Aí aparece outro ponto pouco explorado pelo mercado. Na base da pirâmide, as mulheres têm o poder de decisão de compra, mesmo que os homens sejam os responsáveis pela renda. A comunicação, entretanto, é voltada para o público masculino. “Os serviços financeiros e o mercado imobiliário exploram o homem. Mas é a mulher quem manda no orçamento. A marca que quiser ser preferida precisa falar com ela”, acredita Meirelles.

Quem quiser conquistar o mercado de baixa renda precisa, definitivamente, entrar no universo deste consumidor. “Tem que fazer um exercício de humildade e entender a lógica do cliente. Não se pode falar que uma pessoa que sabe em detalhes sobre o preço do leite não entende como administrar o orçamento. Ela não administra na lógica do economista”, completa Meirelles.


Fonte:
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing
23/04/2010

ACTIO + Oportunidade = emprego

VAGAS: ++++



Mais oportunidades, basta se preparar e aproveitar, estas oportunidades abaixo são para o estado da Paraíba.



Não perca tempo cadastre seu curriculo no link abaixo:

Fim de ano começo de ano...

Lá vamos nós mais uma vez na aventura do tempo, esperando que na virada do ano tudo se renove, e quando a champanha(e) ou espumante espocar sua rolha (póc) uma nova chance nos será dada. Zera o cronômetro e podemos começar de novo, como um jogo de videogame em que se pode voltar a fase e tentar vencer os desafios com um pouco mais de destreza do que fizemos antes, afinal já aprendemos errando no naco do tempo chamado de ano passado e agora temos um ano novinho para que renovemos as atitudes e façamos melhor aquilo que não conseguimos fazer antes.

Os Titãs tem uma musica chamada “ Nem sempre se pode ser Deus” em que dizem

“Não é que eu vou fazer igual

Eu vou fazer pior”

De resto, todo mundo que eu conheço só promete que vai fazer melhor.

Aprendi que o tempo teve que ser domado para que os compromissos assumidos, por escravos e trabalhadores, com as obras a serem realizadas em que os imperadores, papas e detentores de grandes fortunas desejavam que estas obras, coubessem dentro de um compartimento este compartimento se convencionou chamar tempo (minutos, horas, dias e vai por ai)

“ Você tem 3 horas para resolver aquilo...”

“...Você tem um ano para mudar isso...”

Mudar, resolver, fazer, concluir e vários outros verbos devem caber no tempo.

Penso que conjugar o verbo viver parece ter pouco tempo, é sempre pouco tempo para conter uma vida.

Mas vá lá...

De certa forma é um conforto que se convencione um prazo (que é tempo) para mudanças e afazeres, dá para passar cheques pré datados e marcar encontros e contar as horas de forma regressiva.

Contar o tempo de forma regressiva não é só importante no fim de ano em que contamos 10, 9, 8, 7, etc...

Melhor assim senão seria um desencontro total de fogos e comemorações.

Fico pensando se os astronautas também não se preparassem com a contagem regressiva...

Quando menos se espera a nave explode pra subir e dá aquela arrancada... Se o cosmonauta (que não é necessariamente torcedor do time do Cosmos de NY) não estiver preparado e ainda continuar preparando as malas de viagem para a lua no compartimento de bagagem, leva um tombo daqueles e é cueca, pijama e camisa furada no suvaco flutuando por todo lado na nave.

Parece que sem a contagem do tempo o caos seria implantado.

Mas voltemos para a virada do ano.

Eu, tu, ele(a), nós, vós eles(as)

Enfim, todos desejam uma nova chance, um restart para errar menos. A gente, no entanto, sente e sabe no fundo que não é bem assim que funciona. Somos filhos legítimos de nossos atos, mesmo os ilegítimos. E infelizmente uma noite regada a vinho, com pulos nas ondas ou orações consternadas de arrependimento ou agradecimento não vão fazer com que as mudanças se processem num passe de mágica. Porque o ano começa ou outro se foi e assim como um grande tapete, cobrindo nossos erros e pecados que vão sendo varridos para baixo do tapete do tempo e lá ficam muitas vezes escondendo coisas que não queremos mais ver, não significa que começamos ali a partir daquele momento.

Nosso processo de melhora e crescimento como seres humanos é feito no dia a dia, noite a noite, ato para ato para conosco e para com os outros.

Fatiar o tempo como uma pizza de quatro queijos ou como um pedaço de mortadela e destes abocanharmos o que supomos ser o pedaço razoável para nos atender é uma boa estratégia pra tentar organizar as coisas.

No entanto o tempo não cabe em si, contém tudo, mas não pode ser contido por nada.

A vida é um eterno seguir... Hoje, agora, amanhã, depois, ontem são convenções para tentarmos enquadrar os fatos de nossas vidas.

Mas para mim, o fato mais importante é que chega ao fim ou ao começo um novo momento (que também é tempo) e estamos vivos.

O tempo é dos vivos,

Aqui e agora só quem pode agir e viver é quem aqui está e assim para nós que aqui estamos, feliz tempo sem fim até o fim dos tempos


by Marco Antonio Cordeiro
grande amigo

 

[09.12.2010] ACTIO + Opotunidade = emprego

VAGAS: ++++

Mais oportunidades, basta se preparar e aproveitar

Não perca tempo cadastre seu curriculo no link abaixo:

[07.12.2010] ACTIO + Opotunidade = emprego

02 VAGAS

Função: SUPERVISOR DE PISTA

Obs.: As vagas precisam ser preenchidas ainda nesta semana

Informações:

a. disponiveis no mercado
b. do sexo masculino
c. de preferência morem em Parnamirim - RN


Pessoas que desenvolveram perfis de liderança podem se candidatar a vaga enviando seu curriculo para:

O Raio-X das Lanhouses Brasileiras

Estabelecimentos ainda são opção para acesso à Internet


Na recentemente pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), foi traçado o perfil das Lanhouses do Brasil. O levantamento inédito foi motivado porque uma parte significativa de internautas ainda usar Lanhouses. Segundo números do próprio comitê, em outra pesquisa, 39% dos entrevistados eram usuários da internet, porém somente 25% dos domicílios eram dotados de conexão.

"Uma parte muito significativa do acesso dos brasileiros à Internet acontece nas Lanhouses. Sem elas, o crescimento do número de internautas no Brasil teria sido bem menor. Portanto, os estabelecimentos são um importante instrumento para a inclusão digital", diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

Foram ouvidos 412 estabelecimentos em 120 municípios, e 80% declararam ser um negócio familiar, e em sua maioria absoluta (97%) declararam ter até três funcionários. Existe um equilíbrio entre a formalidade (49%) e informalidade (51%) dos estabelecimentos.

Os estabelecimentos que oferecem produtos e serviços complementares somaram 44% dos pesquisados. Comércio de informática, assistência técnica de computadores, papelaria e lanchonete são algumas das atividades oferecidas

Uma curiosidade é a diversidade de serviços oferecidos com valor adicionado, além do acesso à Internet. Dentre eles, destacam-se jogos e aplicativos de comunicação (Skype, MSN etc), serviços de cópia e impressão, cursos de informática e Internet, além de serviços de conveniência, como recarga de celular.

Uma parcela considerável, 46%, disponibiliza entre seis e dez computadores aos seus clientes. Outros 22% possuem entre um e cinco equipamentos, e apenas 32% das Lanhouses possuem dez ou mais computadores para acesso dos usuários.

Os dados sobre velocidade de conexão revelaram que as Lanhouses aproximam-se mais de um perfil de conexão domiciliar do que propriamente de um negócio empresarial: 23% das Lanhouses oferecem velocidades entre 256 Kbps e 1Mbps; 32%, entre 1 Mbps e 2 Mbps; 12%, entre 2 Mbps e 4 Mbps; e apenas 25% oferecem velocidades maiores de 4 Mbps.

A maioria das Lanhouses está em funcionamento há até dois anos, período crítico do ciclo de vida do negócio, e precisam de auxílio e incentivos para que sejam viáveis economicamente no médio e longo prazo. Pelos dados, 31% das Lanhouses pesquisadas funcionam há menos de um ano, enquanto outros 27% funcionam entre um e dois anos.


Fonte: Olhar digital

Os Intocáveis Corporativos

por Osni Gomes


Um profissional habilitado para exercer a sua função, com excelente formação e bastante atualizado pode se considerar intocável dentro da empresa? Com certeza não. Se tiver um comportamento duvidoso, pode ser surpreendido a qualquer momento.

É cada vez maior o número de empresas que estão dispostas a dar muito valor aos aspectos relacionados às condutas de seus profissionais, mas infelizmente a maioria das pessoas que estão no mercado de trabalho, e também as que querem entrar, não perceberam este cenário.

Controle emocional, atitude, relacionamento, proatividade, liderança, etc., são fatores determinantes para o sucesso ou insucesso profissional. O mercado de trabalho avalia constantemente não só as características profissionais, mas também as pessoais.

Do ponto de vista das habilidades e conhecimentos técnicos e específicos das funções, os profissionais estão se tornando cada vez mais semelhantes. A grande diferença se concentra nas características comportamentais. Pessoas que divergem do restante da equipe à qual faz parte devido a condutas negativas, não têm espaço para utilizar toda a experiência específica acumulada ao longo do tempo. Vale lembrar que neste contexto, divergir não significa necessariamente ter comportamento “errado”, mas também não conseguir se adaptar ao convívio de uma equipe. É exatamente por este motivo que é fundamental ter sabedoria para entender como e quando interagir dentro de um grupo.

Quem ainda não acordou para esta realidade (lamentavelmente são muitos) precisa aterrissar antes que seja tarde e cuidar não apenas do seu perfil profissional, mas principalmente do pessoal. O profissional deve ficar bastante atento ao feedback que recebe de seus colegas, superiores, subordinados, fornecedores, clientes, etc., pois só assim perceberá se seu comportamento está agradando ou não às pessoas com as quais se relaciona. Depois não adiantará nada ficar reclamando e dizendo “eu não sabia que agia assim” ou “ninguém me avisou nada”. Recorro a um provérbio que já utilizei em um artigo anterior para ilustrar a importância do feedback : “Se uma pessoa disser que você é um cavalo, sorria. Se duas pessoas disserem que você é um cavalo, pense a respeito. Se três pessoas disserem que você é um cavalo, então compre uma sela”.

É preciso reconhecer que tipo de reação é a mais indicada para as diversas situações do dia a dia do trabalho, saber controlar os impulsos, ou seja, aprender a ter o famoso jogo de cintura para sobreviver dentro de um mercado competitivo.

Até que dá para conviver com alguém que ainda não domine vários idiomas, que ainda não domine totalmente a técnica necessária para exercer a sua função ou que ainda não seja uma pessoa bastante atualizada, mas que contribua positivamente para o bem-estar do grupo. Já o contrário é bastante difícil de tolerar.

E você? É intocável?


Osni Gomes
Consultoria e Treinamento Empresarial

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More