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Exemplos de Ações de Empresas em Mídias Sociais

Ações da Nokia, Dell e Coca-Cola em mídias sociais norteiam profissionais de marketing e comunicação ainda pouco experientes no relacionamento online.

Por Daniela Machado

O sucesso de uma empresa depende também do relacionamento que ela mantém com seus clientes. Além de vender, é preciso fidelizar. E com o advento das mídias sociais a Internet tornou-se um novo espaço de aproximação entre marcas e clientes.

Através de blogs e perfis em ambientes muito frequentados como no Orkut, Twitter, Facebook e YouTube, entre outros, é possível compartilhar conteúdos, novidades, opiniões e experiências.

A presença de uma empresa na Internet reforça e dissemina os valores da marca e facilita a participação do seu público alvo, abrindo espaço para a conservação e a comunicação dirigida.

Mas não basta estar, é preciso saber estar e interagir. Um estudo divulgado este ano pela Associação Comercial de São Paulo mostrou que apenas 17% das empresas paulistanas têm cadastros ativos em mídias sociais.

Estes números comprovam que é fácil criar uma conta, o difícil é mantê-la atualizada.

Quem trabalha como analista de mídias sociais precisa conjugar diversos conhecimentos, como conhecer as potencialidades e limitações dos sites de redes sociais, saber qual o perfil e as expectativas dos seus clientes, entender o que eles buscam nestes espaços, definir objetivos de comunicação nesses canais, planejar ações, ficar atento às novidades e escolher a melhor forma de interagir com o público.

Não corra do seu cliente online

A presença de uma marca nestes espaços implica estar ativo e também receptivo. Dúvidas e reclamações sobre os serviços prestados pela empresa vão surgir e, neste tipo de situação, ficar calado pode gerar um sentimento de indignação no consumidor.

A empresa pode escolher em dar o retorno publicamente ou através de contato direto via e-mail ou telefone, mas o importante é não fugir do consumidor.

Cedo ou tarde ele vai voltar à rede social e agradecer a atenção ou elogiar o seu produto. Mas se você o ignorar ele vai espalhar a sua insatisfação e isso poderá impactar nas suas vendas, pois a troca de opiniões em redes sociais influencia fortemente na decisão de compra do cliente.

Com a facilidade de acesso à Internet cada vez mais as pessoas pesquisam um produto ou serviço antes de ir até a loja para adquiri-lo. Acessam blogs, sites e, claro, as redes sociais para ver quais são as vantagens e desvantagens do produto.

Siga o exemplo das grandes marcas

Se a marca não é muito conhecida pode-se criar promoções e concursos para ganhar amigos/seguidores e ir investindo em conteúdo interessante sobre o seu segmento de mercado.

Se a marca é conhecida, certamente seus fãs já criaram uma comunidade no Orkut para expressar seu amor. A Coca Cola possui uma comunidade chamada “Eu Amo Coca-Cola” que possui mais de 300 mil membros.

Nesses casos uma boa saída é se relacionar com o administrador da comunidade e interagir com os participantes.

Uma ação feita pela Nokia, chamada de Nokia Guru, reúne os fãs de seus aparelhos para ajudar a empresa a responder dúvidas de usuários que se relacionam com a marca das mídias sociais.

A recompensa pelo esforço vem através de prêmios que são dados todos os meses ao participante de cada categoria que fizer o maior número de pontos. Ideais como essas não aumentam apenas o capital social da marca na Internet, mas também se reverte em satisfação dos clientes e no aumento das vendas.

O perfil da Dell no Twitter é outro exemplo de empresa que exemplo sabe fidelizar seus clientes através do contato direto com seus mais de 23 mil seguidores.

A Camiseteria, empresa que vende camisetas com estampas exclusivas feitas por designers de todo o Brasil, criou um perfil no Twitter chamado SAC Camiseteria apenas para responder as dúvidas dos seus clientes.

A confiança com o cliente é construída através de respostas rápidas e do acompanhamento diário feito por um especialista no assunto. O grande erro de muitas empresas é pensar que qualquer pessoa sabe usar as redes sociais para promover uma marca.

Estar atento as novidades do mercado e contratar especialistas no assunto vai ajudar a sua empresa a se posicionar corretamente nas mídias sociais e conquistar e manter o prestígio junto aos seus consumidores.

…………………………

Sobre o autor

Daniela Machado (danielamachado.jor@gmail.com) é estudante de jornalismo da Unisinos e trabalha como assessora de imprensa na Fatto Comunicação.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/06/14/empresas-nas-midias-sociais-exemplos-para-iniciantes/

O Fator Decisivo





Clemente Nobrega - Coluna na Época Negócios

Recomeno ainda de Clemente Nobrega

Inovação coluna_epneg36 - clemente nobrega

III ENCONTRO PARAIBANO DE EMPREENDEDORISMO


Os empreendedores são os heróis populares da moderna vida empresarial. Eles fornecem empregos, introduzem inovações e estimulam o crescimento econômico, e são vistos como energizadores que assumem riscos necessários em uma economia em crescimento, produtiva. A cada ano, milhares de indivíduos desse tipo, de adolescentes e cidadãos mais velhos, inauguram novos negócios por conta própria e assim fornecem a liderança dinâmica que leva ao processo econômico.

O Encontro Paraibano de Empreendedorismo (ENPE) têm como principal objetivo reunir grandes empreendedores do Brasil e do mundo para difundirem suas experiências para os estudantes, empresários e professores de todo o País, fomentando assim suas capacidades empreendedoras.

Programação

Inscrições pelo site do evento:

http://www.enpe2010.com/

Objetivos Específicos




* Difundir o Empreendedorismo entre os estudantes, empresários e professores do Brasil;

* Buscar maior integração entre os estudantes, empresários e professores de todo o país;

* Trazer a Paraíba grandes empreendedores do Brasil e do mundo com a finalidade de servirem como exemplo aos estudantes e futuros empreendedores;

As Novidades do Varejo Americano Interessam ao Mercado BR?

Por Luiz Marinho

 
Uma das perguntas mais frequentes que escuto diz respeito à adequação das tendências internacionais de varejo a realidade brasileira. Afinal, modelos de sucesso lá fora funcionariam bem aqui em terras tupiniquins?

Para tentar responder essa pergunta, a TNS INTERSCIENCE fez uma pesquisa com 500 paulistanos, de ambos os sexos, com idades variando entre 18 e 50 anos, das classes A, B e C. Essas pessoas foram confrontadas com vários conceitos bem sucedidos no varejo americano, para medir o nível de interesse que eles provocariam nos consumidores brasileiros.

As conclusões, apresentadas em um evento realizado ontem em SP, foram bem interessantes. As idéias mais bem avaliadas foram a das lojas verdes, como as que o Wal-Mart está testando nos EUA, e as redes de vestuário que vendem produtos básicos, por preços baixos, porém com alta dose de design e estilo, como a japonesa Uniqlo e a sueca H&M. Estas estariam prontas para arrebentar hoje mesmo por aqui.

Já os quiosques de atendimento virtual, como os que a Circuit City lançou nos EUA, estes seriam bem aceitos principalmente pelos consumidores inovadores. Para quem não conhece, esse serviço permite aos clientes tirar dúvidas sobre os produtos na loja por meio de um totem interativo, ligado por áudio e vídeo a um especialista localizado nos escritórios centrais da empresa.

Produtos orgânicos, pop-up stores e gift cards, 3 grandes tendências no varejo americano, por aqui constituiriam somente nichos promissores. A grande surpresa da pesquisa da INTERSCIENCE, pelo menos para mim, foi a rejeição dos brasileiros ao sistema de aluguel de filmes pela web, como faz a Netflix, com muito êxito.

De uma maneira geral, esse estudo mostrou que os movimentos internacionais devem ser observados com atenção pelos varejistas brasileiros em busca de novidades e diferenciação. Mas uma boa idéia seria adaptar e não simplesmente copiar. Afinal, uma pitada de tempero local não faz mal a ninguém, não acham?

 
Fonte: Blue Bus

Os Quatro “I”s da Comunicação Digital

Identificar (algo relevante ou inovador), Ideia (que vai gerar negócios), Intenção (do cliente em abraçar a ideia) e Investimento (ao alcance do cliente).

Por Felipe Morais

Não pretendo ser nenhum teórico dizendo que os 4 Ps (price, policy, product, promotion) do marketing acabaram ou que hoje estamos na era dos 5 Ps – afinal, Kotler não incluiu o P de público-alvo em sua teoria.

O objetivo aqui é apenas dividir um conceito que tem me ajudado na construção dos meus processos de planejamento estratégico digital. Compartilhar uma ideia é o pilar básico das redes sociais.

Nos meus processos de planejamento, tenho como primeiro passo construir uma “espinha dorsal” para depois nela incluir o conteúdo.

Ou seja, monto uma espécie de índice com itens como objetivo, mercado, público-alvo, estratégias, táticas, mensuração, plano de ação, régua do planejamento, investimento e análise de ROI – basicamente esses pilares. E depois começo a destrinchar cada um delas.

Fora isso há outros processos que nós, planners, devemos ter: como pensar a pesquisa; como avaliar o mercado; como traçar uma estratégia; como entender as novas tendências, Enfim, o planejamento final passa, também, por uma série de metodologias, processos e análises que juntas montam um planejamento.

E não existe um único modelo – cada planner tem a sua maneira de agir, pensar e como executar o que pensou. Alguns planos podem dar mais certo que outros, claro, e dar certo quer dizer trazer mais resultados ao negócio do cliente. Mas para que o plano dar certo, além de uma boa estratégia é preciso dedicação e mensuração “minuto-a-minuto” (ok, nem tanto ao pé da letra, mas ficar em cima é essencial).

A minha modesta teoria dos 4 Is se resume a: Identificar, Ideia, Intenção e Investimento.

Essa metodologia pode ser usada em vários momentos. Cada um tem a sua percepção; eu particularmente a uso no início do processo e vou mostrar o porquê:

Identificar

Olhar o que está acontecendo e pensar em algo diferente, relevante e inovador.

Sei que nem sempre isso é possível, como também sei que em muitos casos uma simples ação pode resolver o problema do cliente, mas é preciso que nós, planners, estejamos atentos diariamente para identificar oportunidades relevantes às nossas marcas e consumidores que sejam impactantes. Em muitos casos, uma nota no rodapé de uma revista de credibilidade pode render dar um insight altamente interessante.

Ideia

O insight veio, mas como transformá-lo em algo tangível que possa ser apresentado ao cliente?

Insights nem sempre, aliás quase nunca, são ideias prontas. Precisam ser desenvolvidos com calma – analisando todos os lados, olhando o que essa ideia trará de relevante à comunicação, se será impactante ao consumidor e se vai gerar negócios para o nosso cliente.

Em muitos casos, uma mega ideia fica inviável de ser feita enquanto uma ação de e-mail marketing segmentado é mais simples, ágil e eficaz. É preciso analisar caso a caso para tomar uma decisão estratégica.

Intenção

O cliente (da agência) tem a intenção de fazer algo baseado na ideia identificada? É hora e momento? O consumidor (do nosso cliente) está preparado para ser impactado por uma comunicação baseada naquela ideia?

Um aplicativo para iPhone, por exemplo, pode ser uma moda ou altamente relevante para a marca de forma a gerar mais vendas.

Muitas marcas têm em seu DNA a inovação, mas nem todas tem no seu dia-a-dia esse conceito. As marcas são geridas por pessoas, que decidem se querem ou não arriscar em alguma coisa, sempre entendendo que se der certo receberão “parabéns” e se der errado estão “na rua”. O mundo corporativo não é fácil.

Investimento

Identificada a oportunidade. A ideia é uma grande sacada que agradou a todos (agência, cliente, potencias consumidores). A marca tem a intenção de realizar uma ação alinhada com o que a agência propôs.

Mundo ideal. Mas há verba? Vivemos em um mercado onde a TV detém 70% da verba publicitária no Brasil, deixando os outros 30% para brigar com rádio, jornal, revista, outdoor, cinema, guias. A internet ainda é uma mídia nova, logo, fica com uma “sobra” (3,8% do volume gasto em propaganda vai para a web). Será que a marca tem verba destinada para a web, para aquela ação?

Convencer o cliente a fazer uma ação na web nem sempre é fácil. Por um lado nós agências temos que ser inovadores, entender tendências, movimentos, comportamentos; por outro os gestores de marca têm que avaliar se vale mais a pena fazer aquele hotsite com ações no Twitter, Orkurt, Facebook, YouTube e links patrocinados ou se um banner na home do UOL não vai gerar mais resultados.

Em alguns casos, gera. Entender o potencial de intenção e investimento do cliente é evitar uma palavra altamente desmotivante: a frustração é péssima para o ambiente de qualquer empresa, ainda mais para uma agência que tem que ser alegre, comunicativa, com troca de informações entre as pessoas.

A ideia neste artigo não é matar os 4Ps do marketing como já vi muita gente tentando; é apenas ter uma metodologia para entender se o nosso trabalho de planejamento vai ser em vão ou não. É uma forma que pode, repito, pode, nos ajudar a não planejar “à toa” para chegar no cliente e ele dizer: “Muito legal, mas não tenho verba” ou “esse não é o momento que a empresa vive”.

Continuemos a ser pró-ativos como agências, claro, mas vamos tentar acertar mais sendo pró-ativos entendendo o momento dos nossos clientes e o quão aberto eles estão para boas ideias. O Brasil é um dos países mais criativos do mundo e na propaganda não poderia deixar de ser uma das potenciais mundiais. Temos que aproveitar e valorizar essa nosso lado.

A teoria dos 4 Is pode ajudar, mas você pode ter a sua própria metodologia e até mais precisa que essa. Vai da percepção de cada um.

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Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/06/29/os-quatro-is-da-comunicacao-digital/
Sobre o autor

Felipe Morais (felipemorais2309@gmail.com) é gerente de planejamento estratégico digital, mantém o blog Planejamento e media a rede PEDigital.

Dez coisas que fazem as mulheres comprarem mais

Promoções, sonhos, raridade, combinações, rapidez e outros itens importantes explorados no e-commerce que fazem as mulheres comprarem mais pela internet.

Por Mauricio Salvador

Com Solange Oliveira *

Alguns anos atrás as mulheres passaram os homens em participação nas compras pela internet brasileira. Junto com isso, veio o crescimento acentuado das categorias moda e acessórios, beleza e saúde.

O tíquete médio dos homens é mais alto, uma vez que compram mais produtos eletrônicos e informática. Mas as mulheres compram em mais quantidade e uma vez fidelizadas, tornam-se evangelistas da marca.

Quando surgiu a ideia de escrever esse artigo, veio junto o receio de parecer “machista” ou ganhar outros adjetivos desagradáveis. Então convidei minha amiga Solange, a E-commerce Girl, especialista em comércio eletrônico, para fazermos a quatro mãos. O resultado está aí.

Não tivemos a pretensão de querer entender as mulheres, é só uma lista com dicas baseadas em nossa experiência adquirida ao longo de mais dez anos nos bastidores do e-commerce e de três anos ensinando e ouvindo lojas virtuais nos cursos de e-commerce da Ecommerce School. Vamos lá:

1. Não venda produtos, venda sonhos

Mulheres são apaixonadas e sonhadoras por natureza. A roupa do personagem da novela ou do filme, aquilo que “está na moda” ou que “está todo mundo usando” devem estar na vitrine da loja virtual que quer agradar esse público. Como descobrir isso? Ninguém mais antenado do que os jornalistas. Vá até uma banca de jornal e dedique algum tempo lendo as manchetes de revistas femininas e de variedades. São elas que ditam tendências e mostram o que está em alta.

2. A paixão

Algumas categorias se destacam no gosto feminino. Despertam verdadeira paixão. Mulheres amam sapatos e bolsas. Também compram online artigos de beleza e saúde. Se olharem e amarem… nada vai impedi-las de comprar. O produto em si é importante, mas boas imagens e descrições ajudam a despertar paixão.

Mostre detalhes dos produtos; uma fivela dourada ou um pequeno laço vermelho fazem toda diferença. Explore o zoom. Publique depoimentos de outras consumidoras apaixonadas. Descreva aromas e texturas com sentimentos.

3. O inacessível

Inclua em seu mix de produtos coisas que normalmente não são encontradas nas lojas tradicionais, artigos importados, grifes e novidades que não são muito fáceis de comprar. A Victoria Secrets, que é de difícil acesso no Brasil, por exemplo. A mulher vai na loja física e lá eles fazem um cartãozinho com as medidas dela, calcinha e soutien… depois é só comprar pela numeração do cartão pela loja virtual. Algumas maquiagens de grife, também são de difícil acesso no Brasil.

É um desafio que deve ser feito a quatro mãos: você e seu fornecedor. Por isso é importante manter bom relacionamento e amizade com esses fornecedores, são eles que vão lhe ajudar num bom mix de produtos e na sua margem de lucros.

4. Novidades

O inconsciente coletivo feminino é diferente do masculino, elas sabem o que é new, o que quase ninguém tem, então eu quero ter. A internet é o lugar perfeito para isso. Um ótimo lugar para tirar ideias: a banca de jornal, de novo.

Navegue em sites e portais femininos, acompanhe atentamente o que elas dizem nas redes sociais e fóruns. Assim como na vida real, seja um ouvinte atencioso ao que as mulheres estão dizendo.

5. Use e abuse de promoções

Poucas mulheres resistem ao: “Era 100,00 agora (só para você) por R$ 25,00″.

Dizem as más línguas que “um homem é capaz de pagar o dobro do preço por uma coisa que ele precisa e uma mulher é capaz de comprar uma coisa que ela não precisa se está pela metade do preço”. Brincadeiras à parte, habilite ferramentas de marketing viral e redes sociais para elas compartilharem as “barganhas” com as amigas.

6. Crie combos

Eexplore ofertas do tipo “compre um e leve dois”. É uma das melhores jogadas para quem vende produtos femininos… mulheres adoram ser prestigiadas. Se elas sentirem que por comprar algo, levam outra coisa de graça… vão comprar!

7. O indispensável

Toda mulher precisa de um “esfoliador multitasksuperx”. Sabem que não é indispensável, mas a frase “Você precisa ter um” toca fundo no “eu” consumista feminino. Misture esse ponto com os itens 5 e 6 dessa lista e você terá uma receita infalível.

8. Venda praticidade

Busque produtos que facilitem a vida. Mais uma vez é importante o uso de boas imagens e descrições mostrando o “como usar” e o “como fazer”. De novo: depoimentos de outras consumidoras satisfeitas influenciam na decisão. Elas irão comprar.

9. Facilidade de pagamento

É possível pagar facinho? Em várias vezes no cartão? Sem ter que por a mão na carteira? Ela compra! Sem culpa!

Lembre-se que as classes C e D estão presentes com força no e-commerce brasileiro. Esse público não olha para o preço à vista, mas para o valor da parcela. Algumas lojas já parcelam em boletos e cheques. É um risco, mas em qual retorno alto não há riscos?

10. Rapidez

Os sites que querem vender (muitos) produtos femininos precisam seguir essa dica: poucos cliques para fechar a compra… porque se a compra se estender ela abandona o carrinho! A rapidez de fechar a compra é o que faz a mulher finalizar o processo.

Você já fez um teste de usabilidade em sua loja virtual? Convide sua avó, tia, priminha, enfim, diferentes perfis de internet users, dê um vale compras para elas e peça para comprarem algo em sua loja enquanto você observa. Esteja atento à principais barreiras encontradas. Faça testes A/B.

Há empresas que vendem pesquisas de comportamento de compras detalhadas e específicas por sexo, idade e classe social. Claro que há muitos outros fatores psicosociais envolvidos no ciclo de compra, mas o que pretendemos aqui é dar alguns toques para que as lojas virtuais que atendem esse tipo de público melhorem seus serviços e… seu faturamento, claro. Deixando as clientes satisfeitas, fica bom pros dois!

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* Solange Oliveira é especialista em e-commerce, trabalha em tecnologia há 20 anos e já dirigiu os melhores e maiores e-commerces da América Latina.
Mauricio Salvador (mauricio@ecommerceschool.com.br) é Mestre em Comunicação e Administração
Fonte:
http://webinsider.uol.com.br/2010/08/02/dez-coisas-que-fazem-as-mulheres-comprarem-mais/

Em Busca da Excelência

Por Jerônimo Mendes


Excelência é uma palavra recorrente na vida das pessoas e das empresas. É possível encontrá-la na visão, na missão, nos valores e também nos objetivos estratégicos das organizações. Quando se trata de qualidade, é praticamente impossível não mencionar a palavra com todas as suas variantes: profissional, pessoal, empresarial, no atendimento aos clientes e assim por diante.

Em todas as empresas existe alguém com o discurso da excelência na ponta da língua: é preciso buscar a excelência, atingir o nível da excelência, fazer da excelência uma bandeira, pensar em excelência como um caminho irreversível para conquistar a confiança dos clientes.

Meu discurso não é diferente em termos de desenvolvimento pessoal e profissional. Depois de algum tempo você adquire consciência de que a busca da excelência, principalmente em relação ao que pretende morrer fazendo, é o único caminho para o sucesso e para a realização pessoal.

A busca da excelência passa antes pelo entendimento do conceito. O que significa ser excelente? O que a excelência tem a ver com você? Por que algumas pessoas são mais equilibradas no trato com os demais? Por que alguns profissionais conseguem manter uma carreira mais consistente? Por que a excelência deve fazer parte do seu vocabulário? Por que a excelência deve se tornar um valor importante na sua vida e na sua carreira?

A resposta para todas as questões podem ser desdobradas em três pontos fundamentais:

Excelência é um compromisso irreversível com a efetividade e com o aprendizado: operar, avaliar, realizar e trabalhar com excelência significa fazer o melhor possível e utilizar recursos de maneira ótima para produzir resultados que vão além das expectativas alheias.

Excelência é um processo de aprendizado: ainda que você não tenha atingido seus objetivos, a consciência de ter realizado o melhor o permitirá aprender com a experiência para se tornar mais efetivo nos próximos desafios.

Excelência é o oposto da mediocridade: contentar-se com o mínimo, procrastinar, botar a culpa nos outros e arranjar desculpas nunca lhe permitirão enfrentar a triste realidade da sua incompetência, pelo menos em determinado momento, e a necessidade da sua evolução.


Obstáculos à conquista da excelência costumam aparecer por conta da atitude defensiva do ego. Se você considera mais importante ter razão do que ser efetivo, torna-se impossível refletir, melhorar e aprender com as equipes. Assim, a busca da excelência se perde de vista escondida numa cortina de fumaça destinada a estabelecer o ganhador e o perdedor.

Por fim, excelência combina com humildade. Assim como nas empresas, se você não tiver a capacidadee de aceitar o fato de que as ideias estão condicionadas aos modelos mentais e, portanto, não se constituem verdade absoluta, dificilmente será capaz de entender que outras maneiras de interpretar a realidade poderão ser mais efetivasdo que as suas.

Pense nisso e seja feliz!


Jerônimo Mendes
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Administrador, Escritor e Palestrante, Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo.

Fonte: gestão de carreira

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