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Como Perder o Medo de Falar em Público

Érica Nacarato


O medo de falar em público é um dos maiores da humanidade, entretanto, é um desafio que quase todas as pessoas precisam enfrentar em algum momento de suas vidas, seja na escola e faculdade, com a apresentação de um trabalho ou defesa de monografia, seja na vida profissional, em um congresso, reunião ou apresentação de projeto. Para vencer esse medo, e desenvolver a principal habilidade do mundo organizacional - a comunicação, as pessoas procuram cada vez mais ferramentas, como cursos e orientação profissional.

Conferencista do curso “Comunicação da Alta Performance”, da Catho Educação Executiva, executive coach e diretor de performance da E.I.T, Escola de Artes Cênicas de Comunicação e Negócios, Leonardo Calixto acredita que, no século XXI, mais do nunca, a boa oratória é mandatória. “Hoje, cada vez mais, não vale só o que você sabe, mas como você expressa o que sabe. O jeito como você lida com as pessoas, a sua capacidade de adaptação, as características ligadas à humanização, à expressão verbal, oratória, são muito solicitadas. Isso tudo porque vivemos em um mundo onde quem não se comunica, está fora do mercado devido a essa nova exigência do consumidor, em que não basta só produtos bons e baratos, tem que ser dentro das necessidades e de forma personalizada”.

Além disso, não saber se expressar pode gerar uma imagem negativa para as outras pessoas, como explica Vanessa Ferreira, diretora da ACT VOZ (Assessoria, Consultoria e Treinamento em Fonoaudiologia Empresarial): “Podemos dizer que ao se tratar de comunicação, é necessário interpretar um papel social e comunicacional diferente, dependendo do contexto e das pessoas a quem se destina. Um profissional tímido, que não gosta de se expor, fala mais baixo e é de poucos amigos, por exemplo, ao se colocar em uma situação de fala em público, deve assumir uma postura comunicativa que represente segurança, clareza e credibilidade na fala. Caso contrário, este rapaz, por mais competente que seja, pode acabar transmitindo, aos seus ouvintes, uma imagem de insegurança e individualismo”.

Mas, afinal, o que é falar bem? Para Fernando Pereira de Jesus, professor, e sócio fundador e diretor executivo do Instituto Fale Bem, falar bem é ter clareza, objetividade, e saber fazer uma boa introdução da fala, com isso, o profissional vai chamar a atenção dos ouvintes para si. “Aquele que não se coloca bem, vai deixar também uma impressão nos ouvintes, mas não uma impressão tão boa quanto o outro. Essa é a importância básica de falar bem em público: construir a imagem e o marketing pessoal, e se diferenciar”.

Entretanto, Leonardo defende que o falar bem vai além de técnicas, a pessoa precisa, primeiramente, se conhecer. “Se eu não me entendo e me compreendo, como vou entender e compreender o outro, e a partir daí estabelecer uma comunicação? Eu sou o ponto de partida, porque a vitória particular precede à pública. Não tem como eu vencer publicamente se eu não vencer comigo mesmo”. O conferencista complementa que ter uma boa oratória é potencializar a personalidade de cada um e, para isso, não se deve buscar personagens, já que é a individualidade que torna cada indivíduo especial.

Para aprender a falar em público e perder o medo, muitas pessoas procuram cursos que ensinam as técnicas da boa oratória. Nas aulas ministradas pelo professor Fernando, por exemplo, são ensinados conceitos, técnicas, e como usar as mãos, para que elas não interfiram na comunicação e chamem mais atenção do que está sendo falado. “Outro ponto importante é saber se posicionar em um local adequado, ou seja, não diante do foco de luz, e sim onde se perceba com facilidade a platéia; se houver espaço, pode se movimentar, mas com objetividade. Além disso, ensinamos a fazer o contato visual, que muitas pessoas não gostam e têm medo, mas que não deixa de ser uma forma de ter um feedback, saber se você está ou não agradando. Depois no segundo dia de curso, o aluno passa a gostar, perde a ansiedade e começa a dar show”.

Vanessa explica que, tratando-se das habilidades comunicativas, há três âmbitos em que é possível treinar para se alcançar um desempenho satisfatório: técnicas, recursos e relacionamento. A primeira trata de técnicas de flexibilização da voz, entonação, velocidade de fala, linguagem corporal (dentre outros), como uma forma de agregar traços marcantes ao discurso, possibilitando que o indivíduo apresente uma variação vocal, que é aplicada a cada contexto comunicacional. Já recursos são qualquer material que complemente a expressão oral nas apresentações em público, como, por exemplo, os recursos audiovisuiais, o microfone, o quadro, o som. “Sabe-se que, podemos aumentar a retenção da informação em até 82% se estimularmos o nosso ouvinte, não apenas pelo apoio oral, mas também pelo visual. Completando o ciclo, o relacionamento nada mais é do que o talento de se aproximar de pessoas, buscando honestamente ouvi-las para atender as suas expectativas. Afinal, a comunicação se torna eficiente somente se há uma reciprocidade nos interesses e ação dos interlocutores envolvidos”.

Por outro lado, Leonardo Calixto acredita que a pessoa que sente dificuldade em se expressar em público deve, antes de tudo, considerar qual é a sua dificuldade acerca da comunicação: ela fica com a boa seca, tem dificuldades de se colocar e ser ela mesma, ou já fica à vontade, mas não consegue conduzir reuniões e apresentações com maestria? Se o problema é a primeira opção, ela precisa passar por um processo de desenvolvimento pessoal de dentro para fora. Mas se a opção escolhida for a segunda, aí sim é o caso de procurar cursos focados nas técnicas da boa oratória. “Nesse caso, deve-se focar no gestual, na dicção e na projeção de voz, porque subentende-se que a pessoa já consegue ser ela mesma na situação, e só precisa desenvolver a estética, a técnica. Mas o que tenho visto em grande maioria, é que a massa tem dificuldade de se colocar, e vai em busca de técnicas. E aí não resolve nada, a pessoa fica frustrada duas vezes, e começa a instalar crenças limitantes pra se justificar, como, por exemplo, dizer que nasceu tímida, que é daquele jeito mesmo. Quando, na verdade, ela foi buscar um produto equivocado que não está alinhado com a sua necessidade”.

Leonardo explica ainda que muitas pessoas buscam nos treinamento, em grupo ou individuais, se exercitarem para se sentirem mais seguras, naturais, serenas e à vontade. Entretanto, essas características são emocionais e não técnicas.

Se o problema é apenas saber ministrar uma apresentação de forma a chamar a atenção dos ouvintes, Fernando alerta que o profissional precisa ficar atento às manias e vícios que todos nós temos. “As pessoas usam muito o ‘né’, ‘ok’, ‘tá bom’, eu acho, e erros muito mais graves, mas nem por isso menos freqüentes, como o ‘para mim fazer’. Já a questão da postura, do gestual, o aluno vai aprimorar com a prática. Primeiro, tem que fazer um curso, para ter contato com as técnicas, e depois, praticar, se expor ao máximo, e aproveitar os momentos e oportunidades pra desenvolver a fala”.

Com uma importância tão grande, porque tantas pessoas não sabem se comunicar ou têm medo de se expressar em público? Para Leonardo, o problema vem desde a escola, onde se ensina como fazer uma equação de segundo grau, mas não como o aluno, enquanto pessoa e profissional, deve lidar com a raiva, ciúmes, e outras emoções. “As pessoas se formam e saem da escola totalmente desabilitadas. Elas têm toda a parte técnica, sabem de física e química, mas quando chegam nas empresas, não sabem lidar e controlar suas emoções. Temos a mais plena convicção que é uma questão de punho, de prática e treinamento, já que a boa comunicação é uma habilidade, uma capacidade adquirida”.

Mas será, então, que saber se comunicar é um dom? Para Fernando, a resposta é positiva, entretanto, todos podem desenvolver a oratória: “em algumas pessoas esse dom aparece mais naturalmente, mas isso pode ser desenvolvido e aprimorado. Recebi um menino, por exemplo, que falava muito baixo e a chefe dele o mandou para o curso, e nós conseguimos fazer com que ele falasse em uma altura boa. Então, falar bem tem um pouco de dom, mas pode ser desenvolvido”. Já Leonardo, não acredita em dom, mas sim em facilidades: “Acredito que uns podem ter mais facilidades do que outros. Mas se aquele que nasceu com três ou quatro estrelas não se desenvolver e o que nasceu com uma aplicar, ele supera o de três, quatro, porque é uma habilidade”.

Vanessa lembra, ainda, que se antes era possível escolher profissões que não exigiam o falar bem, hoje se sabe e reconhece que, independente da área de atuação, a comunicação eficiente é imprescindível, seja para se integrar com os demais colaboradores e líderes do local aonde se trabalha, seja para gerenciar uma equipe com envolvimento e credibilidade, ou ainda para se relacionar de forma clara e persuasiva com o cliente.

Sendo assim tão importante, todas as pessoas deveriam desenvolver e aprimorar a sua oratória, independente da área de atuação. Segundo Leonardo, não importa se o profissional é da área de marketing, comunicação, artes cênicas, ou de qualquer outra, ele vai precisar se relacionar e comunicar com os outros; porém, as pessoas funcionam muito mais pela dor. “Infelizmente as pessoas só buscam o seu aprimoramento quando começam a sentir que não vão ser promovidas, quando vão mal na reunião, e quando começam a se sentir excluídas do meio. E se ela quiser ser líder, vai precisar liderar, trabalhar em equipe e, principalmente, saber se comunicar. Nessa hora, a maioria vira incompetente, se sabota, desiste, ou fica focando na incompetência do outro pra cobrir a sua. A comunicação é a mãe de tudo, ela é necessária pra estabelecer qualquer vínculo”.


Fonte: Carreira & Sucesso

Os 10 Mandamentos Para Uma Campanha Bem-Sucedida de Gestão de Idéias

por Nilson Cortez Junior

A Gestão de Idéias é um assunto relativamente novo dentro das empresas brasileiras. Para algumas, um tabu que confere certo receio. Afinal, o que pode acontecer se minha empresa der um passo, por mais tímido, rumo à democratização da gestão.

O ceticismo sobre a eficácia da Gestão de Idéias tem caído aos poucos, mas pode ser confirmado se a empresa fizer uma tentativa desestruturada. Uma campanha traz grandes resultados se obedecer a mandamentos simples. Nossa experiência no assunto nos permite elencar os dez principais.


1) Grandes idéias não precisam ser complicadas

Em praticamente todas as empresas e instituições nas quais implantamos nosso sistema, as grandes idéias que surgiram não foram invenções complicadas. Foram saídas simples para situações corriqueiras. Ajudaram a empresa a economizar tempo, dinheiro e a aumentar produtividade.


2) Grandes idéias também vêm do “chão de fábrica”

Nas grandes empresas, a “base” nem sempre é ouvida. Conhecer o “chão da fábrica” é um ativo que o gestor não pode desperdiçar. Traz uma visão que os executivos da diretoria dificilmente enxergam e saídas interessantes para problemas crônicos.


3) Ser ouvido é um incentivo e tanto

Uma campanha de Gestão de Idéias tem o pé fincado na democratização da gestão. Ao ser ouvido e ter sua opinião levada em conta, o colaborador se sente parte da empresa e trabalha com mais compromisso.


4) Retorno para todas as idéias

Mesmo as sugestões que não servem merecem respeito. Se o colaborador dá a idéia e não recebe retorno, sente-se desrespeitado. O feedback é um dos pontos centrais de uma campanha bem-sucedida de Gestão de Idéias.


5) Definição de metas

Primeiro, detalhe ao máximo aonde sua empresa quer chegar. Que problemas desejam corrigir? Que tipo de inovação pretende colocar em prática? Há um prazo? Quanto mais foco os desafios apresentarem, mais resultados a campanha irá colher.


6) Definição de premiações e reconhecimento

Os colaboradores participam da campanha quando sabem que resultados práticos eles terão. Defina uma premiação: valor em dinheiro, curso, folgas, viagem, um objeto ou mesmo o reconhecimento público do esforço do funcionário. Muitas vezes, uma homenagem vale mais do que um cheque.


7) O bom exemplo ao lado

O colaborador que participou do programa de Gestão de Idéias e foi premiado vira uma referência positiva na empresa. Os outros colaboradores enxergam em seu exemplo a personificação do sucesso da campanha e são incentivados a participar com mais afinco. Uma bola de neve positiva.


8) Diferencie o perfil dos seus colaboradores

Ao lançar uma campanha de Gestão de Idéias em sua empresa, você identifica perfis distintos entre seus colaboradores. Na prática, consegue apontar quem está mais comprometido com o sucesso da empresa a partir do nível de participação. Quem está de passagem e quem quer fazer carreira.


9) Idéias ajudam a sair da crise

Se a ordem é cortar custos, maximizar o tempo de cada colaborador e aumentar produtividade, a campanha de Gestão de Idéias é um caminho barato para buscar os objetivos. Pode economizar as dezenas de milhares de reais que uma consultoria externa custaria.


10) Busque o que só os outros enxergam

Nós estamos tão concentrados em nossos ofícios que, muitas vezes, não enxergamos detalhes óbvios que poderiam ser melhorados. Um case de sucesso neste sentido é a Confraria de Idéias, criado pela nossa empresa, a Ideias10. A Confraria reúne executivos com formações completamente diferentes para discutir um determinado tema, que pode ser um problema de sua corporação ou um desafio de como melhorar algo. Uma consultoria diferente que nos traz um diagnóstico que só seria alcançado mediante pesquisas externas.


O detalhe é que a Confraria funcionou para que a própria Ideias10 se desenvolvesse e corrigisse uma série de rumos, também partindo de um pressuposto básico: há uma enorme diferença entre a imagem que queremos passar e a imagem que o mercado tem da nossa atividade.

Nilson Cortez Junior é consultor em Gestão de Inovação, especialista em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas.

Fonte: Empreender para Todos

Primeiro Trimestre: Melhor Época Para Conseguir Um Novo Emprego


Érica Nacarato

Ano novo, novos planos, desejos e esperanças, principalmente para quem está desempregado ou querendo mudar de emprego. Se esse é o seu caso, arregace as mangas e prepare-se: segundo especialistas, o primeiro trimestre do ano é a melhor época para conseguir uma recolocação no mercado, já que esse é o período em que as empresas mais contratam.

O aumento do número de vagas nesses primeiros meses do ano acontece porque as empresas já têm uma previsão de crescimento e budget esperado para o ano e, para alcançar as metas propostas, precisam investir na contratação ou substituição de seus colaboradores, como explica a consultora de RH da Catho Online, Glaucia Santos: “a abertura de postos de trabalho está diretamente ligada aos planos de crescimento das empresas, sendo necessário que elas tenham bons funcionários para atingir suas metas”.

Além disso, o mercado de trabalho no Brasil mudou estruturalmente nos últimos anos. Segundo Kleber Santiago, consultor da Directa Consultoria Empresarial, o mercado brasileiro diversificou-se, com o setor de serviços crescendo e ganhando sofisticação. “Ele tornou-se mais formal e passou a contratar mais. Em 2009, a criação, até outubro, de mais de 1 milhão de vagas formais em reação à crise, não deixa dúvidas de que existe uma tendência consistente de melhora nos indicadores de emprego. Cabe, sim, ao profissional observar essa movimentação e estar flexível para essa nova etapa profissional. Vemos muitas pessoas que exerciam cargos de gerência em empresa de médio porte e, para ter uma oportunidade em outra, de porte maior, assumem desafios como supervisor de área. Estar bem preparado, ser flexível e focado aumentarão as chances de recolocação”.

Com o mercado aquecido e mais vagas disponíveis é preciso se preparar para conseguir um emprego. A primeira coisa a fazer é elaborar um ótimo currículo, destacando os seus conhecimentos, experiências e resultados alcançados. Além disso, é importante manter contato com o maior número de pessoas da sua área. “Boa parte das contratações ainda ocorrem por meio do networking, por isto, informar aos colegas e familiares sobre a sua busca por um novo emprego pode abrir boas oportunidades”, conta Glaucia.

A consultora de RH da Catho Online acrescenta, ainda, que é essencial divulgar o seu currículo para o maior número de oportunidades de sua área, utilizando todos os meios disponíveis, como classificados online de vagas, agências, jornais e, claro, exercitar o já citado networking.

O profissional desempregado, por sua vez, pode aproveitar o seu tempo ocioso para atualizar-se ao máximo e focar na área que possui mais conhecimento e experiência. “Outro ponto importante é estar preparado para ser chamado para uma entrevista. Procure, antes de tudo, conhecer a empresa, acesse o seu site, descubra sua filosofia de trabalho e seus valores, entenda em que área atua e busque o máximo de informações possíveis sobre ela. É evidente que o entrevistador perguntará se você já a conhece e questionará sobre seu conhecimento a respeito da empresa, você tendo bons conhecimentos, terá um diferencial”, explica Santiago.

É importante, também, estar atento e evitar atitudes que possam te prejudicar, entre elas, enviar o currículo para vagas não condizentes com o seu perfil, mandar poucos currículos, não ter um CV completo, com informações inadequadas, entre outras. “É comum que, na ansiedade por conseguir um novo emprego, muitos profissionais enviem seus currículos para diversos cargos. As empresas sempre buscam candidatos que atendam exatamente o perfil da vaga. Além disso, há aqueles que somente se candidatam às vagas que atendem 100% às suas expectativas, o que limita muito as suas chances de recolocação. Outra coisa que pode prejudicar muito na busca por uma vaga é a região de atuação. Algumas regiões tem um número de vagas pequeno, sendo necessário que o profissional tenha flexibilidade para atuar em cidades vizinhas. Esta disponibilidade é muito apreciada pelos empregadores e aumenta as chances de contratação”.

Kleber Santiago alerta também que a aparência deve ser analisada com cuidado pelo candidato. É importante que ele saiba de qual o segmento faz parte a empresa que fará a entrevista, e se vista de acordo com aquela área. “Entender qual o perfil da empresa é lição de casa ao candidato. Imagine um candidato ao cargo de Coordenador de Segurança chegar de calça jeans e camiseta rosa, ou mesmo um candidato ao cargo de Gerente de Controladoria apresentar-se de jeans e camisa sem gravata. Muito cuidado com a sua primeira impressão, pois, como diz o ditado, ‘não haverá outra oportunidade de causar uma primeira impressão’”.

No entanto, Glaucia adverte que, se você está empregado e em busca de um novo emprego, deve, sempre, manter a ética na hora de buscar uma oportunidade, evitando ao máximo que essa o prejudique em suas atividades na empresa. “Para isso, recomendo que nunca utilize o e-mail da empresa para envio de currículos e que procure agendar processos seletivos para horários fora do expediente de trabalho”.

O primeiro trimestre acabou e não consegui emprego. E agora?

Se chegar abril ou maio e você ainda estiver desempregado, ou em busca de um novo emprego, não se desespere ou desanime; sempre haverá trabalho. “Lembre-se que a tarefa de se recolocar no mercado exige dedicação, portanto seja disciplinado! Estabeleça no mínimo seis horas por dia de dedicação exclusiva a essa atividade; cadastre-se em sites ligados a sua área de atuação; envie currículos e cadastre-se em empresas e em todas as agências de emprego e consultorias possíveis; sites de empregos especializados, em sua grande maioria, são ótimas oportunidades para encontrar trabalho. Há pessoas com sorte, mas, essa sorte tem nome e é geralmente dedicação”, conta Kleber Santiago.

Glaucia Santos lembra, também, que é possível observar um aumento de vagas no início do segundo semestre do ano, em agosto, principalmente para estagiários. Da mesma maneira, existem grandes oportunidades nas datas festivas, como Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Natal, etc, quando o aumento da oferta de emprego acontece especialmente para temporários.

Fonte: Carreira & Sucesso

Poder, Valor e Imagem Pessoal

por Rogerio Martins

Napoleon Hill, em seu célebre livro “A Lei do Triunfo”, já afirmava por volta de 1900 que “querer é poder”. Passaram os anos, mudaram as empresas, a ciência avançou, o homem mudou seus hábitos, a sociedade está em constante transformação, mas ainda “querer é poder”.

Poder é uma das molas propulsoras da humanidade. O homem busca o poder incessantemente. Poder da influência, poder do dinheiro, poder da sedução, poder da amizade, poder do amor, poder da cura, poder pessoal, etc.

Quando tratamos de poder pessoal é preciso traçar um paralelo com valor pessoal. Um não acontece sem o outro. É como a máxima: é mais fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é mais fresquinho? Poder e valor pessoal se inter-relacionam de forma a construir a imagem pessoal. Compliquei? Então, vamos por partes:

a) Poder pessoal é a força interna para realizar tudo aquilo que se pretende, de mobilizar forças favoráveis para si mesmo;

b) Valor pessoal é o quanto você vale, baseado no seu poder pessoal;

c) Imagem pessoal é a marca que você deixa nas pessoas, é como será lembrado – positiva ou negativamente.

Com estas breves definições podemos avançar na idéia de que no mundo moderno os profissionais bem sucedidos são aqueles que mantêm uma imagem pessoal positiva. Para tanto usam seu poder pessoal para conquistar seus objetivos, superar os obstáculos, vencer as barreiras e dificuldades do dia-a-dia. Constroem uma base de valor pessoal sólida. Sabem “quanto vale o seu passe”.

A pergunta que me fazem frequentemente é: Como Fazer? Novamente, vamos por partes. Como o poder pessoal está vinculado à capacidade de se auto-motivar, o primeiro passo é encontrar o que o motiva na vida. Faça uma lista. Relacione desde pessoas e objetos até coisas intangíveis. Com esta lista de motivos em mãos, o próximo passo é traçar metas reais e estimulantes, que o façam sentir cada vez mais forte na realização de cada uma delas. Cito o exemplo dos atletas de alta-performance: quanto mais vencem, mais se sentem motivados para alcançar metas maiores. A questão é que, na maioria das vezes, eles começam por torneios menores e à medida que vencem, vão aumentando o desafio.

Pense e tenha atitudes semelhantes com suas metas pessoais e profissionais. Comece pelos desafios mais concretos e possíveis de realizar. Depois vá aumentando gradativamente os desafios. Certamente você se sentirá motivado com as conquistas, e não se deixará abater pelas pequenas decepções que possivelmente ocorrerão.

Quanto ao seu valor pessoal a estratégia inicial é fazer outra lista. Desta vez com suas qualidades, virtudes, competências e também os defeitos. De posse desta nova relação de características pessoais, reflita sobre como elas são utilizadas para fortalecer ou prejudicar sua imagem pessoal. De que forma você explora alguma qualidade pessoal? O que faz para diminuir ou administrar as deficiências?

É comum ouvir pessoas reclamando que o chefe não as valoriza, que a empresa não as reconhece, que os amigos não as convidam para alguma festa e assim por diante. O fato é que estas atitudes revelam uma postura reativa. O pior é que elas não levam a lugar algum.

Reclamar e não fazer nada só prejudica a imagem pessoal. Portanto, o primeiro passo é sair da condição de vítima e assumir o papel de protagonista da própria vida. Sem dúvida algumas atitudes que tomamos não agradam certas pessoas, mas são necessárias para o bem estar pessoal. Portanto, reveja sua postura e atitudes.

Reforce seu poder pessoal com as metas já traçadas, busque forças nas qualidades que possui e transmita uma imagem positiva, verdadeira e firme de si mesmo. Lembre-se: a chave para a mudança está em acreditar e praticar o pensamento “QUERER É PODER!”


Rogerio Martins
Psicólogo, Professor Universitário, Consultor para o Desenvolvimento Pessoal e Organizacional

Site: www.personaconsultoria.com.br

Mais Uma da Microsoft

Numa recente feira de informática (COMDEX), Bill Gates fez uma infeliz comparação da Indústria de computadores com a automobilística e declarou:

"Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores evoluiu, estaríamos todos dirigindo carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas por galão (algo como 420km/l)".

Então a General Motors divulgou o seguinte comentário a respeito desta declaração:

SE A MICROSOFT FABRICASSE CARROS:

1) Toda vez que eles repintassem as linhas das estradas você teria que comprar um carro novo.

2) Ocasionalmente, dirigindo a 100 Km/h, seu carro, de repente, morreria na auto-estrada sem nenhuma razão aparente, e você teria apenas que aceitar isso, religá-lo (desligar o carro, tirar a chave do contato, fechar o vidro, sair do carro, fechar e trancar a porta, abrir e entrar no carro, sentar-se ao banco, abrir o vidro, colocar a chave no contato e ligar) e seguir adiante.

3) Ocasionalmente, a execução de uma manobra à esquerda, poderia fazer com que seu carro parasse e falhasse. Você teria então que reinstalar o motor!

Por alguma estranha razão, você aceitaria isso também.

4) A Apple faria um carro em parceria com a Sun, confiável, cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de dirigir. Mas apenas poderia rodar em 5% das estradas.

5) Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídos por um simples "Falha Geral ou Defeito Genérico".

6) Os novos assentos obrigariam a todos terem o mesmo tamanho "default" de bunda.

7) Em um acidente, o sistema de airbag poderia lhe perguntar: "Você tem certeza?" antes de entrar em ação.

8) No meio de uma descida pronunciada, quando você ligar o ar condicionado, o rádio e as luzes ao mesmo tempo, ao pisar no freio apareceria uma mensagem do tipo "Este Carro realizou uma operação ilegal e será desligado"!

9) Se desligar o seu Carro98 utilizando a chave, sem antes ter desligado o radio ou o pisca-alerta, quando for ligá-lo novamente, ele iria checar todas as funções do carro durante meia hora, e ainda lhe daria uma bronca para não fazê-lo novamente.

10) A cada novo lançamento de carro, você teria que reaprender a dirigir, voltar à auto-escola e tirar uma nova carteira de motorista.

11) Para DESLIGAR seu carro, você teria que apertar o botão"Iniciar"...


O tio Bill bem que poderia ter ido dormir sem essas.

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