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Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

Recomendação do Blog do Cabra

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Destaque do Blog do Cabra

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Não Venda: Ajude o Cliente a Comprar!!!!

Daniel Godri Junior

O bom vendedor é aquele que joga ao lado do cliente. Ele sabe que a tendência natural do consumidor é ser desconfiado e ter medo de realizar qualquer compra.

Por isto, mais do que convencer o cliente a comprar, é preciso ajudar o cliente a comprar. Ou seja, transformar-se de vendedor a amigo e solucionador de problemas do cliente.

Vendedores que tem esta postura pensam em um relacionamento de longo prazo. É possível até que algumas vezes deixem de fazer algumas vendas, pela sinceridade com que ajudam o cliente, mas é absolutamente certo que ganham muitos clientes e admiradores potenciais que certamente aumentarão seu sucesso em vendas por terem confiança neste profissional solucionador de problemas.

A grande verdade em vendas é que se o cliente não acreditar antes no vendedor, dificilmente ele irá comprar os produtos que este vendedor oferecer. Bons vendedores são aqueles que se preocupam primeiro em construir e vender a sua imagem para depois vender seus produtos e serviços.

O vendedor bem sucedido é aquele que faz com que o cliente pense que foi ele que comprou não que venderam algo para ele. O cliente quer ter a sensação de que tomou a decisão certa.

Então o novo conceito é este: Jogue no time do cliente.

Consultoria: Profissão de Presente e Futuro



No momento das difíceis decisões, profissionais desempenham papéis indispensáveis nas grandes empresas

Cada vez mais presente nas empresas, os serviços de consultoria caracterizam-se pela realização de diagnósticos e processos e têm o objetivo de identificar soluções e recomendar ações. Com esses dados, o consultor desenvolve, implanta e viabiliza um determinado projeto de acordo com a necessidade de cada cliente.

Vários motivos levam à contratação de um profissional para realizar um trabalho de consultoria. Quando são verificados problemas que demandam know-how específico, a organização necessita da presença de um consultor especialista. Há ainda certos trabalhos cujos funcionários possuem a capacidade para realizá-los, mas, em função das atividades rotineiras, não encontram tempo hábil para executá-los. Nestes casos, o consultor assume o projeto até que ele esteja pronto para ser incorporado.

Por outro lado, muitas empresas contratam profissionais que transmitam know-how ao pessoal interno e terceirizado para que os mesmos possam fazer o trabalho. O consultor fica responsável pelo treinamento de equipes em novas técnicas, repassa informações sobre novos produtos e depois presta assessoria complementar para implementação.

Outro fator é a necessidade de um parecer independente sobre determinado projeto ou procedimento da empresa. Nestes casos, o empresário busca minimizar as possibilidades de falhas no projeto, evitando gastos imprevistos.

Os consultores podem ainda ser contratados para trabalhar em conjunto com os executivos da organização para a avaliação de processos e/ou análise de dados estratégicos.

Etapas

Para Dino Mocsányi, empresário e consultor especializado em desenvolvimento de negócios, a consultoria não é uma profissão. "O consultor trabalha as mudanças organizacionais, como, por exemplo, alterações nos processos de trabalho, alterações em sistemas, mudanças comportamentais e outras. O campo de trabalho sempre é ligado a alguma alteração na empresa, na qual o consultor assessora e proporciona apoio técnico. Ele ainda possui uma experiência diversificada em projetos diferentes e companhias diversas", define.

Mocsányi segmenta a atividade de consultoria em sete momentos. O primeiro consiste na prospecção de mercado e marketing, seguido pelo contato com o cliente. O segundo momento baseia-se no entendimento da questão ou problema a ser resolvido pelo consultor e na elaboração do projeto. No terceiro momento estão o estabelecimento do contrato de trabalho com o cliente e a definição dos resultados a serem obtidos. A avaliação inicial detalhada e o estabelecimento do planejamento de trabalho fazem parte do quarto momento. O quinto, por sua vez, é marcado pela execução do plano, quando o cuidado maior é manter o escopo do trabalho, sem desviar do projeto inicial. O sexto momento é a avaliação de resultados, seguido pela sua finalização.

O empresário avalia que existem no mercado muitos profissionais “não-empregados” que passaram a atuar como consultores sem nenhum tipo de preparação. "Há uma extrema competição entre os que são e os que estão consultores, uma vez que os que estão realizam um trabalho inferior que acaba denegrindo o trabalho dos que são efetivamente consultores". Segundo ele, a consultoria na Europa e em outros países desenvolvidos é uma atividade extremamente comum. No Brasil, porém, esta tradição existe há apenas 20 anos. "Há um desconhecimento sobre como trabalhar com consultores, pois o hábito ainda está em evolução", analisa.

Uma boa consultoria levará em consideração as reais condições da empresa, do mercado e da conjuntura geral para atuar de forma efetiva e atingir os resultados esperados. Outro aspecto fundamental é a relação consultor vs. cliente, que exige confiança e responsabilidade mútuas.

Quando intervenções profundas nos processos, no foco ou na própria estrutura das organizações se mostram necessários, o consultor não deve hesitar. Ele deve se portar como um mensageiro, destacando questões não detectadas pela empresa ou ressaltando situações que eram acobertadas em função do receio de se alterar as estruturas. "O consultor é uma espécie de médico das empresas.

Mesmo que o paciente tenha uma doença séria, a função do médico é alertá-lo com relação ao problema, independentemente da sua gravidade".

Experiência

A atividade de consultora passou a fazer parte do seu currículo há exatos cinco anos. Sua experiência teve início na Teknisa, líder em segmentos de gestão, incluindo o Tecfood, software voltado especificamente para o mercado de refeições coletivas. Os sistemas da empresa estão implantados em cerca de 3.000 empresas, totalizando aproximadamente 15.000 sistemas comercializados. "O trabalho surgiu na própria Teknisa. Comecei a atuar na área de suporte e, em pouco tempo, passei a prestar consultoria. Com a ampliação dos serviços prestados, foram surgindo oportunidades e como eu já conhecia bastante as contas dos clientes da empresa, fiz alguns cursos de gerenciamento de projetos e comecei a prestar este serviço", revela a consultora de negócios da Teknisa, Juliana Diniz.

Enquanto consultora, ela desenvolve atividades principalmente na área de Gerenciamento de Projetos, na qual é trabalhada toda a parte comercial, administrativa e financeira. "Para que uma corporação atinja uma posição competitiva, é necessário que ela supere as expectativas de seus clientes, usando poucos recursos, mas usando-os eficientemente, gastando menos e mantendo o objetivo definido no projeto. A consultoria, através do gerenciamento de projetos, pode detectar e controlar essas limitações, fazendo com que a organização tenha mais controle sobre as mesmas", destaca. Ela cita os benefícios que uma organização pode obter com o gerenciamento de projetos: aumento da confiança e da segurança do empreendedor, melhor controle de projetos, melhor administração de mudanças e aumento da eficiência e eficácia.

A consultora ainda ressalta que o desafio para o gerenciamento de projetos é ajudar a organização a desenvolver uma consciência dos temas globais, bem como dos mecanismos para responder efetivamente a eles. "O gerenciamento e os gerentes de projetos são a chave para o crescimento e o sucesso organizacional", resume.

De acordo com ela, o Tecfood entra nas atividades de consultoria enquanto projeto. Normalmente, após a aquisição dos sistemas, o cliente necessita de um auxílio ou orientação para a implantação dos mesmos. Esta implantação torna-se um projeto e a consultoria passa a ser responsável pela condução do mesmo. "Este sistema executa o controle dos custos de produção, identificando desvios do planejamento e suas causas e é uma poderosa ferramenta para a monitoração e a redução de todos os custos envolvidos na produção. Possibilita também a realização de análises diferenciadas, comparando os custos planejados com os custos realizados", salienta. O programa ainda é fundamental para a visão da viabilidade das refeições, identificando os pontos de desvio e as causas dos erros de execução.

Fonte:
Publicado na mídia
Esta entrevista foi publicada na revista Foodservice News, edição No. 11, e pode também ser encontrada no site www.foodservicenews.com.br

Conheça os Quatros Passos Para Um Líder Formar o Seu Sucessor


Por: Luana Cristina de Lima Magalhães

Assim como os pais procuram sempre indicar o melhor caminho para os seus filhos, mostrando os comportamentos mais adequados e incentivando-os a aprender, o líder precisa preparar alguém da sua equipe para ocupar o seu lugar no futuro.

Partindo desse pressuposto, os líderes eficazes, de acordo com o livro "O Código da Liderança", de Dave Ulrich, Norm Smallwood e Kate Sweetman*, são aqueles que ajudam os empregados a aprender e a crescer por meio de coaching, de apoio e de vibração com o sucesso dos seus subordinados. Assim, os gestores precisam trabalhar para que haja correspondência entre as pessoas de hoje e os cargos de amanhã, a fim de garantir a sustentabilidade do sucesso da empresa.

Força de trabalho
O primeiro passo para um líder ter sucesso profissional, e também promover a ascensão dos seus colaboradores, é definindo qual é a pessoa mais indicada para executar determinada função. Para isso, o trabalho precisa ser dividido em três funções: as críticas, de apoio e as transacionais.

A função crítica é para aqueles profissionais cujo impacto do seu trabalho influencia diretamente no desempenho da empresa, como os executivos seniores. Para realizar bem o trabalho, quem exerce a função crítica necessita de um apoio, aqueles profissionais conhecidos como "o braço direito" da organização. Já fechando o ciclo, estão as funções transacionais, os cargos com maior número na companhia que são essenciais para manter a produtividade. Com os cargos definidos, o líder deve revisar regularmente os planos de formação da sua equipe de trabalho.

Criar uma marca
Ao ter interesse em desenvolver talentos futuros, o gestor precisa criar uma "marca do empregado" a partir da identidade da empresa. Assim, a identidade da empresa com os clientes deve reproduzir a identidade do líder com os empregados. Por exemplo: se a empresa fabrica artigos esportivos e sempre vende seus produtos partindo da ideia de que praticar esportes é sinônimo de vida saudável, não podem trabalhar nessa companhia pessoas que odeiam praticar esportes e não acreditam em seus benefícios na vida das pessoas.

Por isso, o líder precisa fazer uma análise cuidadosa do seu próprio comportamento para ver se ele está incorporada à sua vida a marca do empregado que defende e articula para a empresa, ou seja, o gestor precisa praticar o que prega para que os outros o sigam.

Dessa forma, ao construir uma marca do empregado, o líder assume um compromisso com os atuais e futuros empregados sobrem como eles devem esperar ser tratados no trabalho.

Administrar carreira
Outra tarefa delegada ao líder é que esse ajude os seus profissionais a terem um desenvolvimento nas suas carreiras. Então, uma conversa sincera e positiva sobre o que cada empregado pode esperar de sua carreira é a priori.

Para auxiliar nessa jornada, o líder pode planejar e explicar para a sua equipe quatro estágios de carreira: o primeiro será composto por profissionais que irão trabalhar com o auxílio e o comando de pessoas mais experientes na área. Logo, os profissionais nesse estágio nunca fazem um trabalho sozinho, mas realizam tarefas que complementam um projeto maior.

No segundo estágio os profissionais começam a desenvolver trabalhos sozinhos, assumindo a responsabilidade por determinado setor da empresa. Em seguida, o funcionário passa para o terceiro estágio, no qual ele participará da empresa sugerindo novas ideias e projetos para o líder, sendo assim um futuro gestor. Já o quarto estágio é composto por aquelas pessoas que representam a empresa tanto internamente quanto externamente.

Gerando talentos
Investir em talentos futuros é uma das metas do líder, logo tudo que estiver ao seu alcance para desenvolver tecnicamente e profissionalmente os seus colaboradores ele deve fazer, como oferecer o auxílio de um coach, delegar e dar poderes e compartilhar os incentivos, isto é, oferecer para esses profissionais oportunidades para aprender e crescer, para que eles estejam preparados quando surgirem oportunidades de liderança.

Por último, o líder precisa auxiliar no desenvolvimento da rede social de sua equipe, criando um ambiente de trabalho no qual todos se ajudam.

*Reportagem baseada no livro "O Código da Liderança" dos autores: Dave Ulrich, Norm Smallwood e Kate Sweetman

Fonte: Infomoney

6 Regras Para Atacar a Poluição Visual

Por Luiz Renato Roble

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Ao nos comunicarmos verbalmente, se tentarmos falar tudo o que desejamos de uma só vez, ou acabamos engasgados ou temos que repetir tudo várias vezes e com calma, para que possamos ser claramente compreendidos por quem nos ouve.

Na comunicação visual acontece exatamente a mesma coisa. Se formos com muita sede ao pote, podemos levar uma rasteira. A hora é esta, declare guerra à poluição visual utilizando estas 6 regras simples, porém letais para se fazer entender na hora de se comunicar com seu público e, principalmente, sem ferir o meio-ambiente:

1. SAIBA ESCOLHER: Não queira dizer tudo, a todo mundo a toda hora. Lembre-se de que a quantidade de cartazes, banners ou posters deve ser usada com muito cuidado em uma loja. Caso contrário, só ajudarão a poluir visualmente, em vez de comunicar algo de novo e imperdível.

2. SAIBA DIZER ADEUS. Sua loja não é um museu. Ande por ela e veja se não existem cartazes e informações que já caducaram, seja pelo tema, data ou mesmo pelo próprio estado físico do material.

3. SAIBA DECIDIR. É necessário adicionar mais um cartaz à parede, aumentando ainda mais o tumulto, ou o melhor é juntar mais informações em apenas um ou no máximo dois cartazes, de preferência, maiores e bem-feitos? A decisão é sua.

4. SEJA CLARO. É preciso ter clareza e objetividade para que se obtenha a atenção, a compreensão e a memorização do público. Da mesma maneira que devemos falar de forma clara e pausada, na comunicação visual devemos ser mais sintéticos. Um cartaz, por exemplo, para que seja eficaz, deve ter informações básicas, distribuídas em diferentes camadas de visualização, para que sejam absorvidas em diferentes níveis.

5. TRABALHE COM LIMPEZA. Muitos lojistas confundem as coisas e, por terem seu foco em um público de baixo poder aquisitivo, acreditam que podem transformar o ambiente de vendas em um quarto de despejo, com cartazes rasgados, sujos e pessimamente escritos. Lembre-se de que as pessoas, independentemente de suas classes sociais, apreciam as coisas bem-feitas e sentem-se respeitadas por isso.

6. CONSIGA MAIS COM MENOS. É muito mais fácil sentir a força de um aviso ou anúncio fixado em uma parede quando ele está sozinho, destacado pela sua própria presença, do que sendo mais um no meio de dezenas. Algo como procurar uma agulha no palheiro. A simples repetição não garante uma boa comunicação, apenas a confusão geral. Lindos banners pendurados desajeitadamente em colunas ou uma loja maravilhosa que vê seu visual comprometido pela profusão de cartazes espalhados por ela, são exemplos de que é preciso pensar antes de sair batendo com o martelo pelas paredes.



Apesar de simples, essas seis regras garantem uma loja clara, vendedora, limpa e principalmente, em sintonia com sua identidade visual. Elas são simples, mas não são óbvias. Existem muitas marcas boas que investem verdadeiras fortunas em mídia para vender uma imagem, que é distorcida, quando se vê pelo interior das lojas, papéis escritos de qualquer jeito, com caneta hidrográfica, por alguém da equipe de vendas, colados nas paredes com fita adesiva, dizendo: "Conforme anunciado". Lembre-se: Poluição visual não vende nada, só confunde.


Fonte: portal do marketing

A Era do Buzzmarketing


Marcelo Miyashita

O estudo do marketing vem aprimorando cada vez mais suas ferramentas. No início, marketing era simplesmente estudar o mercado e sua composição, depois, partiu para o desenvolvimento de produtos e, na metade do século passado, para o estudo do preço, da distribuição, dos serviços, da logística e da comunicação sob a ótica do cliente. Quanto mais profundidade, mais valor é dado a cada aspecto da relação de consumo e compra, ampliando a abrangência das atividades de marketing.

Hoje, estamos na era do relacionamento, que é um passo à frente da era anterior, a era do cliente – em que todas as decisões de marketing eram tomadas colocando o cliente como centro, mas ainda enxergando esse cliente como o prospect a ser conquistado. Os profissionais dessa era tornaram-se especialistas em conquistar clientes, puxando-os para o ponto-de-venda e conseguindo sua conversão. Inclusive, é por essa capacidade, importante para os negócios, que o profissional de marketing é conhecido até hoje.

A era do relacionamento

Porém, a competitividade faz da melhoria contínua uma necessidade. O aprimoramento e a inovação são questões básicas para continuar vencendo a concorrência, cada vez maior, no mundo dos negócios. Já não é suficiente conquistar o cliente uma vez, é preciso conquistá-lo sempre, mantendo-o fiel o maior tempo possível, de preferência durante todo seu ciclo como consumidor. Essa é a era do relacionamento, em que vivemos atualmente. Com o cliente mais crítico, consciente dos seus direitos, com percepção afinada de qualidade e com conhecimento das opções existentes no mercado. Nessa situação, mais que tentar oferecer mais e mais a todo o momento, o que tem um limite, o importante é conseguir compreendê-lo e, na medida do possível, oferecer-lhe um atendimento mais prestativo, com mais serviços, qualidade e personalização.

Muitas empresas têm buscado esses objetivos, algumas se tornam referências, mas estas ainda são poucas e, por isso mesmo, admirada e reconhecida como de excelência. No entanto, da mesma forma que a melhoria contínua fez as ferramentas da era do cliente ser trabalhadas por todas as empresas, diminuindo sua diferenciação de marketing, esse movimento tende a acontecer também na era do relacionamento. Poderá chegar um dia em que atendimento de alto nível ao cliente será comum para todas as empresas. A partir daí, qual será o novo paradigma?

A era do buzzmarketing

Antes, bastava colocar o produto à venda, pouco tempo depois, isto já não era mais suficiente - era necessário trabalhar a melhor combinação de oferta e dispor o produto certo, na hora certa, no lugar certo e com a comunicação certa. Agora, quando todos já dominam ou buscam dominar essa prática, tornam-se importantes o relacionamento e a proximidade com o cliente. E quando estas tornarem-se práticas constantes nas organizações, o marketing irá caminhar para o estudo das conseqüências, positivas ou não, das próprias ações de marketing, nas opiniões dos clientes e das pessoas que se relacionam direta ou indiretamente com a organização em todos os níveis, os chamados stakeholders – público agente, influenciador, com poder e voz para disseminar posições e imagens favoráveis ou difamatórias.

Cada vez mais as organizações buscam se preocupar com a sua imagem “falada”, que é diferente da imagem publicitária, oficial, transmitida pelos canais formais de comunicação. A imagem comentada é aquela transmitida nas conversas entre amigos, é o burburinho, o buxixo, enfim, o boca-a-boca. É sabido que uma opinião transmitida por alguém que conhecemos, e a que damos crédito, é tão ou mais forte que uma mensagem transmitida pela própria empresa ou por seus vendedores.

A questão é como podemos, de forma gerencial, influir nesse processo, que sempre aconteceu informalmente. Ou seja, como as organizações podem promover e disseminar o boca-a-boca e, ainda por cima, positivo. Há no mercado editorial várias obras que abordam e buscam responder a essa questão diretamente (recomendo os títulos: Buzzmarketing, da editora M.Books; e Marketing IdeiaVírus, da Campus) e outros que abordam a questão das redes de relacionamento (Wikinomics – como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio, da Nova Fronteira; e O Ponto de Desequilíbrio, da Rocco). Muitos profissionais vêm estudando esses assuntos, também influenciados pelo poder disseminador da Internet e suas trocas constantes de informações via e-mails.

Gestão do buzz

Do muito que já foi publicado, que ainda é pouco se comparado ao que vai acontecer nos próximos anos, listo algumas recomendações para as organizações interessadas em estudar e gerir o buzz em volta de sua marca e ações:

• Gerencie muito bem a expectativa e a entrega. É a velha lição de casa. A satisfação vem dessa boa gestão, portanto, é importante ser prudente na promessa e rigoroso no controle da qualidade dos produtos e serviços. É daí que nasce a reputação: da expectativa atendida continuamente.

• Dê atenção a quem lhe dá atenção. Há clientes que se aproximam mais, seja para aprender e colher mais dados, seja para reclamar e exigir seus direitos. Nunca deixe de atendê-los, ouvi-los e respondê-los. O pior para sua imagem é não dar atenção a quem resolveu se aproximar. O ponto crítico é que, para dar essa atenção a mais, será preciso investir mais no atendimento e nos canais de atendimento, será preciso criar processos de feedback e gerenciar também esse grupo de clientes.

• Dissemine seu conhecimento e seja falado por isso. Clientes não compram apenas seu produto. Compram sua história, sua técnica e sua experiência. Dissemine seu saber, crie narrativas em volta do seu produto e da sua organização, quanto mais o cliente aprender, mais ele terá o que comentar e mais significados ele encontrará para manter-se cliente. A disseminação, inicialmente, é promovida pelos meios de comunicação formais, mas sua força vem, principalmente, do envolvimento das pessoas, clientes e stakeholders, que replicam suas opiniões e experiências para frente.

• Crie redes formais e alimente seu crescimento. Não há nada mais eficiente que clientes satisfeitos se conhecendo e trocando suas opiniões. Por isso, uma organização pode se colocar também como um “hub” – um conector entre as pessoas que se relacionam com elas, formando redes de relacionamento e estimulando seu desenvolvimento. Quanto mais conexões, formando grupos, clubes e clusters, uma organização conseguir criar, mais as pessoas se manterão à sua volta, comentando. Para isso, será necessário também, continuamente, alimentar essa rede com mais conhecimento e, principalmente, com novidades. O que mantém essas redes ativas é seu compromisso em alimentá-las.

O buzz, além de manter clientes, tem poder para trazer novos. Verifica-se isso em qualquer pesquisa com novos clientes. A opção “conheci por indicação e comentários de amigos e colegas” sempre recebe muitas afirmativas. O ponto é que esse resultado costuma ser tratado como conseqüência natural do bom marketing. Porém, num ambiente cada vez mais concorrencial, com boas práticas de marketing da era do cliente e do relacionamento, torna-se importante enxergar o buzz e seu valor para os negócios. Portanto, não é só saber o quanto sua marca é conhecida, mas como ela é reconhecida e comentada pelas pessoas que têm contato com ela. Ou com as pessoas que têm contato com as pessoas que têm contato.

Fonte: consultores.com.br

Criatividade

Uma nova forma de fazer propaganda, é o Busdoor, pois com tantos ônibus circulando nas grandes cidades do mundo, nada como usar a criatividade e um espaço móvel para mostrar a sua marca.






Estas imagens foram enviadas por email, por minha esposa.

Profissional: Como Sobreviver no Mercado Financeiro?


Por: Karin Sato

A crise trouxe às empresas brasileiras muitas dificuldades, que acarretaram demissões. Mas uma indústria em particular foi muito afetada: a financeira.

Segundo o consultor sênior da Transearch Brasil, Cláudio Takao, que por 20 anos atuou na indústria financeira, o canal de comunicação entre quem tem dinheiro e quem não tem, que é o setor financeiro, sofreu com o colapso do mercado imobiliário norte-americano, bem como das operações dele derivadas.

Por exemplo, com as bolsas de valores em baixa, os bancos de investimentos que dependiam de operações de IPO e de fusões e aquisições sentiram a paralisação do mercado e muitas demissões foram inevitáveis.

Com a crise, profissionais qualificados perderam o emprego, não por uma questão de performance, mas "por excesso de contingente" e, enquanto o mercado não se reaquecer, com a retomada dos negócios e a chegada de novos players, essas vagas ficarão congeladas.

Manual de sobrevivência
O consultor deu dicas de como sobreviver no mercado financeiro. Para ele, apesar de o setor ser altamente especializado - com exceção das operações bancárias de varejo -, porque oferece produtos estruturados e, não raro, complexos, em tempos de crise, o profissional com visão mais generalista, capaz de migrar entre as várias áreas da empresa, pode acabar sendo valorizado.

"Ser generalista, entretanto, não é conhecer superficialmente as coisas. É desenvolver competências que permitam transitar entre as várias operações e especializações de acordo com o que o momento do mercado está pedindo. Assim, um profissional que domine uma gama maior de conhecimento e estruturas tem mais chances de se manter empregado do que um outro que é especialista em apenas uma delas", explica.

Janela de oportunidade
Para um profissional que procura uma recolocação, é necessário avaliar em que tipo de instituição ele gostaria de trabalhar, em qual nível hierárquico e a remuneração que estaria disposto a aceitar até que o mercado retome seu ritmo normal e ele possa voltar a ter os rendimentos que tinha antes da crise, de acordo com o especialista.

Segundo ele, em meio a essa situação, é criada uma janela de oportunidade às empresas, que podem contratar profissionais talentosos por salários mais baixos. Por outro lado, justamente esses profissionais costumam usar a empresa como um trampolim, algo temporário. Eles esperam a retomada da economia para mudar de emprego.

"Mas também é no bojo da crise que aparecem alternativas. Numa fase de mercado difícil, as funções de controle tendem a ser mais valorizadas, assim como as relacionadas à gestão de custos. Da mesma forma, a questão de derivativos e de operações complexas pode provocar uma nova demanda de especialistas, não para executar, mas para evitar riscos".

Não fique parado!
Ele lembra ainda que, para quem busca uma recolocação, existe a opção de investir na carreira e turbinar o currículo, corrigindo possíveis gaps, como a falta de fluência em um idioma. É possível ainda se dedicar a um MBA no exterior, para retornar ao mercado quando este estiver mais aquecido.

Por fim, aos profissionais experientes que acreditam que o mercado não irá remunerar mais nos níveis de antes, resta a opção de fazer uma carreira solo, nas palavras de Takao.

"Não são poucos os casos de especialistas que se associam para criar uma gestora de fundos ou uma butique de IPO, M&A e/ou assessoria financeira a empresas. Mas não se trata de uma tarefa para principiantes, já que o sucesso do negócio depende, geralmente, de um bom volume inicial de recursos, de um excelente networking e do amplo domínio das operações e do mercado de atuação", completa.

Fonte:Infomoney

Paes cria 'usina de ideias' com jovens do setor privado


Quando o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), precisa formatar projetos ou encontrar inovações para reorganizar órgãos da prefeitura, logo decreta: “Quero um ‘japonês’ na reunião!” Convoca-se um dos três jovens paulistas de origem oriental, coisa rara entre os cariocas, que integram uma espécie de "usina de ideias" na Casa Civil. A missão deles é ouvir os problemas, seja de que área for, e bolar soluções.

Fábio Sakamoto, de 29 anos, Paulo Andrade e Fabiano Tiba, de 27 anos, são um retrato do investimento de Paes em uma nova geração de gestores oriundos da iniciativa privada com formação multidisciplinar, que está mudando a cara da administração municipal carioca. Há dois meses, a administradora Renata Maragno, de 30 anos, trocou São Carlos (SP) pelo Rio para reforçar o time.

Em meio a uma equipe de 20 pessoas, cuja faixa etária vai dos 22 aos 45 anos, eles arregaçaram as mangas e já marcaram gols em parcerias com a iniciativa privada, projetos como a revitalização do Porto, o remodelo da companhia de limpeza, a unificação de ouvidorias, metas para a educação. Em agosto, finalizam um ambicioso plano estratégico, com metas para o Rio até 2020.

Lançados em áreas estratégicas para Paes, da saúde ao transporte, eles avaliam o cenário, organizam ideias dos servidores, cotejam experiências similares, identificam oportunidades e apresentam um plano da ação. “Nosso papel é estrutural. Ajudamos o gestor a organizar e concretizar o que está na cabeça dele”, resume Tiba, engenheiro de computação com mestrado no Canadá.

Na sala onde instalou o cérebro da prefeitura, Paes une jovens qualificados do setor privado com técnicos experientes do quadro da prefeitura para acelerar resultados. O modelo é parecido com o do primeiro mandato do ex-prefeito Cesar Maia (1993-1996), que projetou novos políticos como o próprio Paes e executivos como Maria Sílvia Bastos Marques, que dirigiu empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Icatu depois de passar pela Secretaria de Fazenda.

Gestão pública

Com o limite salarial do setor público, que a iniciativa privada não tem, a experiência na gestão pública é o que atrai os jovens executivos para a prefeitura. O canto da sereia do secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho, é a promessa de que pretende formar uma vitrine exemplar de gestores e projetos bem-sucedidos. “Eles estão aprendendo aqui numa área que está crescendo no mundo inteiro.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Último Segundo

O Novo Papel do RH

Marcos Hashimoto

A natureza da minha atividade me obriga a manter contato constante com profissionais de RH de empresas de diversos portes e setores. Este relacionamento me proporcionou uma visão bastante privilegiada sobre o papel que os profissionais de RH estão desempenhando em suas empresas. Normalmente, em empresas de pequeno e médio portes, o RH, quando existe, se limita a atividades burocráticas e legais, como administração de pessoal, folha de pagamento, obrigações trabalhistas, etc, o que se conhece normalmente como atividades de DP (Departamento Pessoal).

Mas se a empresa está inserida em setores da economia ligados a serviços ou produção intelectual, como bancos, consultorias ou empresas de software, independente do seu porte, o RH costuma ganhar uma relevância um pouco maior, cuidando também de benefícios, gestão de carreira e salários e modelos de avaliação de desempenho e competências.

Na medida em que a empresa cresce, se desenvolve, sofistica seu modelo de gestão e se insere em ambientes mais competitivos, é natural que o RH evolua junto e desenvolva outras características. A preocupação com o clima organizacional, a oferta de benefícios cada vez mais atrativos, salários tentadores e perspectivas de crescimento e desenvolvimento se juntam a outros artifícios para aumentar sua capacidade de atrair talentos.

A atual encruzilhada na qual o RH destas empresas se encontram envolve o seguinte dilema: Especialização ou generalização? O RH deve se especializar cada vez mais em gestão de pessoas, se aprofundando mais nos seus fundamentos de aquisição, aplicação, desenvolvimento e manutenção do seu capital humano ou deve ampliar seu escopo de atuação se preocupando em conhecer mais o negócio da empresa para adequar as competências humanas à estratégia organizacional?

Para não parecer leviana a resposta de que os dois caminhos devem ser perseguidos, prefiro procurar explicar como isso deve ser feito. No seu novo papel, o RH deve delegar o papel de cuidar das pessoas para os gestores de equipes. São eles que precisam aprender a cuidar do seu pessoal dentro de políticas institucionalmente definidas, mas com a sensibilidade e flexibilidade que só o líder pode aplicar. O RH então, neste contexto, deve desempenhar o papel de consultor interno destes líderes, assessorando-os e desenvolvendo suas habilidades de comunicação, liderança e negociação.

Com isso, é esperado que o RH se libere mais para aprender sobre o negócio, contribuir com a construção e implementação das estratégias corporativas de longo prazo e aumentar a aderência entre competências organizacionais e pessoais.

Vivemos numa era em que o capital é abundante no mundo - embora os investimentos sejam mais criteriosos; Uma era em que a tecnologia está se tornando cada vez mais comoditizada e acessível – apesar de ainda representar condição mínima para atuar no mercado; Uma era em que o mercado cresce numa velocidade espantosa – ainda que os competidores também crescem na forma de novos entrantes constantemente; O principal fator de competitividade é a capacidade de inovar, de pensar diferente, de agregar valor. E não é capital, tecnologia nem mercado que vão gerar isso, mas as pessoas. Assim, o RH deve se preparar para ocupar uma posição estratégica ao lado da alta administração que já foi ocupada por Finanças, Tecnologia e Marketing.

Não dá mais para tapar o sol com a peneira, a organização é feita de pessoas. São elas que promovem as mudanças necessárias. São elas que estabelecem os limites e potencialidades das empresas. São elas que tomam as decisões que conduzem a organização para o futuro. Por outro lado, lidar com pessoas representa um dos maiores desafios dos gestores. Conduzi-las nesta direção é um trabalho complexo e incerto, que envolve mudanças profundas em toda a organização que só se efetivam no longo prazo. Neste sentido, preparar a organização para este futuro implica em iniciar processos de mudanças já. Se o RH não se livrar dos paradigmas que lhe foram impostos e na qual ela se acomodou ao longo dos anos e não assumir de vez a importância e responsabilidade que lhe é devida, ela poderá no máximo continuar cuidando do desenvolvimento de seus colaboradores, mas acabará abandonando o seu principal papel: Cuidar do desenvolvimento da organização.

Fonte: gestão de carreira

Manual de sobrevivência em mudanças corporativas - Parte 04

Conheça Seu Cliente

Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta . . .
- "Oi de casa, tô entrando!"
Ela se depara com um homem jogando esterco de cavalo em seu tapete da sala.
A Mulher apavorada pergunta:
- "O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?"
O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde:
- "Boa tarde! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete em 10 minutos, eu prometo que irei come-lo!"
A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada. O vendedor curioso,
perguntou:
- "A senhora vai aonde? Não vai ver a eficiência do meu produto?"
A mulher responde:
- "Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel. Também uma cachaça para lhe abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica!

Moral da história:
"Conheça o seu cliente antes de oferecer qualquer coisa"

Cinco Dicas Para Falar Bem Em Público


Por Rogerio Martins


Falar em público é uma atividade cada vez mais corriqueira para empresários, executivos, profissionais liberais, administradores, consultores, palestrantes e o cidadão comum.

Seja em uma ocasião solene ou em uma reunião de condomínio ou da faculdade, falar em público requer alguns cuidados especiais.

Aponto abaixo cinco dicas úteis para quem precisa falar em público e quer causar uma boa impressão. As dicas não estão em ordem de importância e muito menos são suficientes para uma boa apresentação, mas ajudam a quem está começando ou aprimorar quem já realiza apresentações no cotidiano.

1 - Saiba para quem você vai falar

Quanto mais informações sobre seu público melhor. Tem pessoas que se sentem mais a vontade de falar para gente conhecida. Outros preferem o contrário. O importante é que esta informação poderá fazer com você ajuste sua linguagem, forma de apresentação, exemplos etc. Imagine fazer uma apresentação para um grupo de crianças falando como se estivesse diante de adultos.

2 - Informe-se sobre o local

Tão importante quanto o item anterior, saber como é o local onde fará sua apresentação ajuda a adequar o uso de recursos, vestimenta, atividades etc. Você já viu pessoas que não sabem falar atrás de um púlpito? Espaço pequeno ou grande? Dá para se movimentar ou tem que ficar parado? Sentado ou em pé? Há diversas possibilidades e quanto mais você souber a respeito mais fácil controlar estas variáveis.

3 - Saiba o que vai falar

Um bom conteúdo é fundamental para uma apresentação de sucesso. Prepare-se pesquisando, estudando, aprimorando o conhecimento sobre o que irá falar. Há aqueles que acreditam que o improviso é o mais importante. Errado. O improviso deve ser o último recurso. Mesmo para improvisar é preciso ter preparo, conhecimento, bagagem. O improviso pode tornar uma apresentação rasa e desinteressar o público.

4 - Use o humor corretamente

Usar humor de forma adequada torna uma apresentação leve, agradável. Humor não significa contar piada ou fazer as pessoas rirem o tempo todo. Aqueles que tentam fazer graça com frequência acabam tornando a apresentação fútil e podem ser inoportunos. Ajuste esta característica para cada público, como já foi comentado na primeira dica.

5 - Treine, treine, treine

Não há apresentação de sucesso que aconteça sem algum preparo anterior. Por isso, aproveite todas as oportunidades que tiver de falar em público para se expressar. Tome cuidado para não exagerar, claro. Mas treine antes diante de um espelho ou sozinho(a). Treine com uma pessoa assistindo e opinando. Faça cursos de aprimoramento e treine, treine, treine.

Sucesso em suas próximas apresentações.

Rogerio Martins é Psicólogo, Consultor de Empresas e Palestrante. Especialista em Liderança e Motivação.

Manual de sobrevivência em mudanças corporativas - parte 03


Resolvendo Problemas

A empresa sugere que o supervisor procure um psiquiatra. E assim é feito.

- Doutor - diz ele - estou com um problema. Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos - diz o psiquiatra - Venha três vezes por semana, e eu soluciono o seu problema.

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o supervisor.

- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.

- Bem, eu vou pensar - conclui o supervisor.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psiquiatra.

- A 120 paus a consulta? Um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? - pergunta o psiquiatra.

O supervisor responde:

- Por R$ 10,00 ele me sugeriu cortar os pés da cama…

Moral da História:
Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!

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