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Os 10 + 1 Mandamentos Do Gestor Integrador: O Código de Acesso ao Perfil Mais Procurado de Um Gestor

por Werner Kugelmeier



Uma empresa bem-sucedida deve focar, principalmente, no fator humano, em particular, no perfil do gestor que sabe integrar objetivo, ação e resultado. Nesta perspectiva, gostaria de decodificar neste artigo o “código de acesso” a este perfil do gestor tão cobiçado hoje em dia, apresentando “os 10+1 Mandamentos do Gestor Integrado”.


Um gestor com visão empreendedora zela pelo princípio de colocar o ser humano em primeiro lugar, ou seja, ele cria condições para a expansão pessoal e o crescimento dos membros do time, forma equipes coesas e comprometidas com as diretrizes estabelecidas e estimula-os para encarar dificuldades como desafios ou limites a serem superados. O gestor integrado forma colaboradores empreendedores.


O gestor deve agregar valor, priorizando o que realmente faz a diferença na condução do negócio: equipe capacitada e motivada, organização fluida, serviços e produtos diferenciados, conhecimento compartilhado, investimento com benefício maior que custo. O gestor integrado agrega valor através da sua conduta focada em negócios.


Evidentemente, ele precisa se preocupar com resultados. Para isso, deve agir focando produtos e serviços mais rentáveis, eliminar atividades ou pessoas que não agreguem valor, bem como incentivar inovação e mudança. O gestor integrado concentra-se, sob pressão constante, na busca de resultados através de pessoas lideradas por ele.No mundo de hoje, pouco adianta a técnica, se não houver no gestor a constante busca de excelência. A meu ver, existem três excelências-chave: excelência comportamental, que busca formar uma equipe de talentos e líderes, excelência gerencial, que busca avançar na gestão corporativa com suporte da tecnologia de informação e excelência operacional, alinhando propósito, pessoa e processo. É através do equilíbrio destas excelências que o gestor integrado supera seus limites e ajuda os outros no mesmo propósito.


Como o gestor, sozinho, não consegue chegar aos resultados esperados, precisa do apoio da sua equipe. Este apoio é resultado de uma liderança que exige do gestor que ele pratique o que prega, que derrube barreiras entre ele e sua equipe, que busque o feedback sobre sua performance sem medo de críticas. Ele deve ser visível quando as coisas vão mal, invisível quando as coisas vão bem, e, principalmente, precisa saber delegar, na proporção de 10% direcionando e corrigindo e 90% do tempo dando autonomia, espaço e responsabilidade aos membros da equipe. Assim, o gestor integrado torna-se o facilitador para alcançar o sucesso.


O gestor pode – e deve - aplicar liderança situacional, ou seja, variar o seu estilo de liderança conforme requer a situação. Falaremos de cinco variantes: o estilo visionário, propício para o momento de mudanças no rumo dos negócios; o estilo conselheiro, para quando os funcionários precisarem ser conectados às metas da companhia; o estilo agregador, quando o processo de gestão ou relacionamento requer uma “oxigenização”; o participativo, quando contribuições de cada um devem ser valorizadas ou estimuladas e, por fim, o estilo enérgico, quando é preciso “puxar a orelha” daquele que compromete o resultado esperado. O gestor integrado é “bússola, remo e capitão” conforme contingência da situação e maturidade da equipe.


Desafios crescentes e condições adversas exigem do gestor auto-estima e auto-confiança. Espera-se dele que prove ter coragem de quebrar paradigmas, ambição de propor objetivos e padrões de desempenho distendidos, bem como capacidade de pensar além nas competências, habilidades e posturas vencedoras. Aceitando isso, o gestor integrado não faz parte de um problema; ele entende que deve fazer parte da solução.



É preciso reforçar que a gestão dos outros, porém, começa com a gestão de si próprio. Pergunte ao espelho: como estou me saindo como pessoa e profissional de vanguarda? Tenho espírito empreendedor? Afinal, excelência pessoal significa 20% conhecimento e 80% postura. Qualidade pessoal gera qualidade profissional. O gestor integrado sabe que o principal fator de sucesso – ou fracasso – é ele mesmo.

No seu dia-a-dia o gestor dirige seu trabalho como se estivesse sentado num cockpit, numa cabine de comando, interagindo com os subordinados, colegas e superiores, mantendo sempre a visão total do “painel de controle”. É este raio de ação que faz o Gestor Integrado assumir a responsabilidade pelo todo. À frente do painel de controle, o gestor deve estar sempre atento, monitorando os sete comandos-chave da sua área de atuação, tais como, objetivos ousados; estratégia com foco e responsabilidade; prioridades que agregam valor; pessoal ousado, atuante e vencedor; produto ou serviço diferenciado; processo racionalizado e cliente satisfeito (externo ou interno).

O gestor integrado é o líder, pronto para decolar rumo à liderança de fato. Todo líder é um gestor, mas nem todo gestor é um líder. O líder consegue que a equipe seja o espelho da sua gestão, conquista seguidores, faz com que seus liderados se expandam, ajuda o negócio a crescer e, por fim, faz a empresa vencer.

Resumindo, os 10 mandamentos do gestor integrado são:

1. Forme colaboradores empreendedores;
2. Agregue valor através da sua conduta focada em negócios;
3. Concentre-se, sob pressão constante, na busca de resultados através de pessoas;
4. Supere seus limites e ajude os outros no mesmo propósito;
5. Torne-se o facilitador para alcançar o sucesso;
6. Varie o seu estilo de liderança conforme requer a situação;
7. Não faça parte de um problema; entenda-se como parte da solução;
8. Saiba que o principal fator de sucesso – ou fracasso – é você mesmo ;
9. Assuma a responsabilidade pelo todo;
10. O comandante é você – esteja pronto para decolar;
O apelo dos “10+1 Mandamentos” significa: aplique os 10 mandamentos, sempre!
Enfim, seja mais que um simples gestor. Seja um Gestor Integrado: integrado consigo mesmo, integrado com aqueles estão em sua volta e integrado com o negócio da sua gestão. Os especialistas garantem: qualquer um pode ser um gestor integrado, basta treinar.


Werner KugelmeierDiretor da WK PRISMA – EDUCAÇÃO CORPORATIVA MODULAR, de Campinas.

No meio da crise, perdeu o emprego? Confira dicas sobre o que fazer

Após demissão, profissionais experimentam súbita redução na autoestima, mas precisam dar a volta por cima


SÃO PAULO - "Pesquisas já demonstram que a carga estressante que advém da demissão é significativa, superada apenas pelos eventos mais dramáticos da vida humana, como morte de cônjuge ou familiares próximos, divórcio, prisão. Perfeitamente explicável, pois o emprego tem posição central na vida das pessoas, associa-se com sua identidade, ocupa a maior parcela do seu tempo, organiza suas relações com os outros".

Trata-se de um trecho do livro "Empreendedorismo e excelência em RH", escrito pelo presidente da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Hélio Rangel Terra, e publicado pela Editora Gente.
Ele explica que o impacto da demissão se observa nos âmbitos social, profissional, econômico e psicológico. A pessoa tem uma súbita redução em sua autoestima, sente culpa, fica ansiosa, se vê obrigada a cortar gastos. Ainda mais no momento atual, de crise mundial, muitos profissionais estão se vendo nessa situação. Porém, a carreira precisa voltar aos eixos, de forma que é essencial dar a volta por cima.

O que fazer?

O presidente da curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, elaborou dez dicas indispensáveis para quem perdeu o emprego recentemente e não sabe por onde começar: Organize sua rotina: Procurar trabalho é um trabalho. Como se estivesse trabalhando 44 horas semanais, dedique no mínimo oito horas por dia à busca de um novo emprego. Além disso, divida seu tempo para cada atividade - contatos, entrevistas, preparação de currículos e cartas e envio de correspondências. Estabeleça prazos e metas. Dessa forma, além de ampliar suas chances de sucesso no processo, você se mostrará um profissional altamente organizado e, ao ser contratado, já estará habituado a uma rotina de trabalho normal;

Planeje suas despesas: Calcule até quando suas reservas serão suficientes para mantê-lo. Se acreditar que é necessário esticar seus recursos, revise seus gastos, busque alternativas para eles e encare a possibilidade de outras fontes de renda durante o período em que estiver buscando um emprego;

Busque informações sobre sua área de atuação e se atualize: Leia os livros mais recentes sobre sua área, assim como revistas, periódicos e artigos na internet. Participe também de fóruns de debate, palestras, congressos e cursos. Toda informação sobre sua área de interesse é valiosa tanto para o seu próprio desenvolvimento quanto para a troca de informações, o que, por sua vez, irá favorecer o desenvolvimento de seu networking;

Prepare um bom um currículo: O currículo continua sendo a mais importante peça de marketing para quem procura emprego. Para ter um bom currículo, relembre tudo o que você já realizou em sua carreira e escreva, sem julgar o que é importante e o que não é. Em seguida, selecione as mais importantes realizações. Cuidado para não colocar informações em excesso no currículo, bem como para fugir de clichês como "sou proativo, criativo e sei trabalhar em equipe". Prefira contar, na entrevista de emprego, situações do passado que comprovem suas competências profissionais;

Ative seu networking: A rede de relacionamentos é crucial para a recolocação. Retome contatos que foram deixados para trás e solicite orientações aos seus contatos. Todo o conteúdo produzido anteriormente para compor seu currículo é igualmente útil para quando você for se apresentar aos seus contatos e às suas indicações. Por isso, aprenda a fazer uma rápida e eficaz apresentação sobre quem é você e o que você faz de melhor;

Cadastre seu currículo: A internet é um dos principais meios utilizados pelas empresas na hora de contratar. Não deixe de colocar seu currículo nos principais sites de emprego. Além disso, entre nos sites das empresas que gostaria de trabalhar e veja se há um banco de talentos. Não raro, o canal para o cadastro de currículo é chamado "Trabalhe Conosco". Caso a empresa não tenha esse espaço em sua página da internet, entregue o currículo pessoalmente na portaria da empresa ou envie pelo correio, tendo o endereço correto;

Candidate-se a vagas: Além de ampliar suas chances de fazer entrevistas, seu contato contínuo com as vagas e oportunidades ajudam você a se manter informado e em sintonia com os movimentos do mercado de trabalho. Retorne aos sites em que cadastrou seu currículo e candidate-se a vagas compatíveis com seu perfil, seus conhecimentos e suas habilidades;

Prepare-se para entrevistas: O conteúdo que você produziu para o currículo também será útil para as entrevistas, ao responder a perguntas sobre suas realizações. Mas prepare-se também para questões difíceis como "quais seus pontos fracos?", "por que você saiu do emprego anterior?" ou "por que acredita ser o melhor candidato para trabalhar conosco?". E lembre-se de estudar sobre a empresa antes da entrevista: analise sua cultura organizacional, o modo como ela se comunica com o mercado, o que ela oferece e as atividades empreendidas. E atenção: colha informações durante as entrevistas. Elas poderão ser úteis não só para sua atuação no processo seletivo em questão, mas também para todo o seu processo de busca;

Mantenha otimismo e foco durante o processo: A negatividade apenas irá afastar as oportunidades. As pessoas gostam de gente otimista, de bem com a vida e que sabe o que quer. Além disso, o pessimismo apenas irá deixá-lo mais nervoso e ansioso durante as dinâmicas e entrevistas;

Em época de crise, seja mais flexível ao negociar sua remuneração: O ditado popular "mais vale um pássaro na mão do que dois voando" pode ser verdadeiro. Em caso de longos períodos desempregado, seja flexível na hora da negociação. Caso a empresa ofereça remuneração abaixo da pretendida, avalie em quanto tempo ela pode oferecer crescimento para você, incluindo promoções e aumentos. Às vezes, pode valer a pena começar com um salário um pouco menor, mas com bons benefícios ou um bom plano de carreira definido dentro da empresa. Se não conseguir o salário desejado, tente compensar com bônus. É uma forma inteligente de conseguir novamente o antigo salário, comprometendo-se com sua performance. Em último caso, talvez seja sábio aceitar um salário menor, mas continuar a buscar o emprego e o salário que deseja. O importante é não ficar muito tempo afastado do mercado!

Fonte:
http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=17556278

Motivando com Criatividade - Parte final

Final das apresentações "Motivando com Criatividade", espero que tenham gostado, vocês podem ver novamente sempre que desejarem aqui mesmo no blog do Cabra ou no youtube, pois foi la que achei... como gostei bastante resolvi compoartilhar com todos os leitores do blog.
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Demitir na Crise Pode Aumentar Gastos de Pequenas Empresas

Especialistas ouvidos pela ASN sugerem maior controle de custos fixos e liquidações para amenizar os efeitos da crise

Beatriz Borges

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Brasília - Em tempos de crise, uma das notícias mais divulgadas pela imprensa diz respeito às demissões em massa. Muitos empresários vêem nessa medida uma saída para ajustar as contas de seu negócio e reduzir custos na tentativa de minimizar os efeitos da crise. No entanto, especialistas do Sebrae afirmam ser esse um erro clássico, apesar de ser a primeira opção para muitos empresários.

O gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae Nacional, Enio Duarte Pinto, afirma que o empresário deve colocar na ponta do lápis os custos com a rescisão contratual de um empregado, já que os encargos são altos e acabam sendo um gasto a mais num momento crítico como esse. Além disso, como as micro e pequenas empresas são muito voláteis, a necessidade de contratar pessoal virá em um curto espaço de tempo.




“Com isso, além de ter gasto com a rescisão contratual, o empresário terá de gastar na hora de contratar, com o processo seletivo, com o contrato, com treinamento. É um pensamento contraprodutivo demitir hoje para contratar pouco tempo depois”, avalia.


Em vez de demitir, a pequena empresa tem outras opções de ajustar seus custos como promover férias em rodízio, o que é muito propício nesse primeiro trimestre, ter mais rigor nos controles de custos fixos, como estoque e contas a pagar e a receber, fazer um controle de caixa mais seguro e procurar renegociar prazos de pagamentos em contratos já firmados. “Ninguém quer perder cliente nesse momento de crise. Os fornecedores de pequenas empresas também não. Esse é o momento para dilatar prazos de pagamento”, exemplifica Enio Pinto.


É hora também de o empresário repensar e reorganizar suas formas de aprovação de crédito junto ao cliente. O gerente do Sebrae explica que vendas a prazo, que antes eram mais facilitadas, hoje devem ter um maior rigor, até mesmo para não cair numa inadimplência alta. Buscar alternativas de obtenção de crédito com juros mais atrativos é também outra dica em momentos de incerteza. Além disso, o gerente do Sebrae aconselha aos empresários a socializar a compra de seus insumos. Ou seja, procurar seu concorrente para fazer compras conjuntas ajuda a reduzir os valores dos insumos e barganhar o preço e o prazo de pagamento com os fornecedores. "Unir esforços é uma saída importante nesse momento", avalia.


Investir em liquidações dos produtos para gerar uma rotatividade de mercadorias paradas no estoque é uma opção para quem tem contas a pagar e não pode perder tempo e dinheiro.


A gerente comercial da indústria paulista de tijolos ecológicos Tijol-Eco, Juliana Magalhães, informa que a empresa não sentiu até agora os efeitos da crise. Pelo contrário, com o setor da construção civil em alta, a indústria teve que contratar mais funcionários para operar as máquinas que produzem os tijolos de maneira ecologicamente correta.


Uma das alternativas estudadas pela indústria é a mudança de horário dos funcionários para que atuem das 6h às 18h, em vez de trabalharem em três turnos. Isso porque, depois das 19h, a empresa de energia do estado cobra da indústria uma taxa extra por ela estar funcionando. “Isso vai nos dar uma economia interessante”, diz Juliana. Além disso, a gerente comercial conta que foi contratado um profissional para fazer a manutenção das máquinas, reduzindo assim os gastos com conserto de equipamentos.

Juliana Magalhães explica que o processo de produção dos tijolos utiliza terra e cimento e um sistema hidráulico de secagem, o que torna o custo final da obra 40% menor em comparação com o uso de outro tipo de tijolo.

Esse tipo de alternativa é bastante recomendada pelos especialistas em gestão de crise. O economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Francisco Barone diz que a pequena empresa também sente os efeitos de uma crise na medida em que negocia com fornecedores, toma crédito e precisa ajustar seus custos.

No entanto, Barone afirma que há um ponto positivo para os pequenos empresários: o de ter maior proximidade com os funcionários e poder negociar com eles, de maneira mais fácil, as questões trabalhistas, diferentemente do que ocorre com as grandes empresas. “Flexibilizar a jornada de trabalho é sim uma opção interessante que não onera o empregador, não dispensa o empregado e ainda há certa economia de gastos fixos na empresa, como água, luz e telefone”, defende o economista.

Barone aconselha aos donos de pequenos negócios procurar nichos de mercado diferentes para atender a vários públicos. Outro conselho é não usar o crédito pessoal para pagar dívidas da empresa. “Esses empréstimos têm juros muito mais altos. O mais interessante é procurar linhas de crédito voltadas para pequenas e microempresas, principalmente de bancos públicos, que já estão orientados para praticar juros menores”, afirmou.

Por fim, o economista acredita que a crise pode representar uma oportunidade de investimento para quem deseja abrir um negócio. A dica, segundo ele, é não perder a oportunidade. “Com um plano de negócios bem estruturado e um estudo de mercado em mãos, o empresário pode sim investir e ter bons resultados, mesmo em época de crise”, afirmou. “Além disso, a busca por consultorias e orientação para pensar o empreendimento a longo prazo também são boas alternativas para se planejar e até mesmo se preparar para momentos econômicos mais complicados como esse”, conclui.


Serviço:Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 ou 2107-9362
www.agenciasebrae.com.brTijol-eco - (19) 3481-5226
FGV - (21) 2509-5399

7 Sinais de um Empreendedor

Por Joseph Anthony

É preciso ter sangue empreendedor nas veias para iniciar um negócio — fazê-lo funcionar — e nem todos têm isso.

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Como saber se você tem o que é preciso para iniciar um negócio? Não há, de fato, uma maneira de saber ao certo. Mas existem alguns elementos comuns no tecido emocional e familiar que envolve as pessoas preparadas para se aventurar em um empreendimento.

Você não tem que se enquadrar em todas as sete categorias para tornar-se um candidato ao empreendedorismo. Porém, não seria nada mal. Em geral, quanto mais você tiver destas características, mais perto estará, provavelmente, de poder tentar a vida por conta própria.

1.
Você vem de uma linhagem de pessoas que não conseguem trabalhar para terceiros. Não falo isso em tom pejorativo. As pessoas bem-sucedidas com seus próprios negócios costumam ter pais que trabalhavam por conta própria. Em geral, é mais fácil conseguir um emprego em uma empresa do que começar seu próprio negócio; as pessoas que começam por conta própria costumam ter o exemplo direto do pai ou da mãe como referência.

2.
Você é um empregado relapso. As pessoas que começam seu próprio negócio costumam ter sido demitidas ou ter saído de mais de um emprego. Isso não significa ser dispensado por falta de trabalho ou transferido de um emprego para outro com melhor salário — você foi convidado a sair ou saiu antes de ser demitido. Imagine isso como o mercado lhe informando que a única pessoa que pode motivá-lo e gerenciá-lo com eficácia é você mesmo.

3.
Você vê mais de uma definição de "segurança profissional". Tenho profunda inveja das poucas pessoas que conheço que permaneceram com o mesmo empregador por 25 ou 30 anos. Parecem ter uma vida incrivelmente estável. Mas quantas pessoas que você conhece são capazes de permanecer em uma empresa por tanto tempo? Em uma economia em constante transformação, a segurança no emprego pode ser assustadoramente fugaz.

4.
Você já avançou tudo que podia ou não vai chegar a lugar nenhum. Certas vezes, a motivação para iniciar um novo empreendimento advém de chegar ao topo de uma certa hierarquia, olhar para os lados e se perguntar: "E agora, para onde ir?" O sucesso rápido pode ser uma maravilha, mas a aposentadoria precoce pode, certas vezes, abater totalmente pessoas muito energéticas e motivadas.

5.
Você já fez uma pesquisa de mercado. Nem fale comigo sobre sua brilhante idéia comercial se não tiver feito uma pausa para observar se há mercado para seu produto ou serviço. Conforme muita gente por trás de vários empreendimentos virtuais fracassados poderá lhe contar, "legal" não chega a ser o melhor sinônimo de "rentável". Nem pense em montar algo sem antes vislumbrar boas chances de atrair clientes.

6.
Você tem o apoio da família. Iniciar um negócio é estressante, mesmo nas melhores circunstâncias. Tentar fazer isso sem o apoio do cônjuge ou de outros familiares significativos ou amigos seria, provavelmente, intolerável.

7.
Você sabe que não pode fazer isso sozinho. Você pode ser o máximo como promotor de negócios. Ou talvez adore administrar as finanças da empresa. Você pode ser o tipo que inicia um negócio por ter o dom ou o conhecimento técnico exclusivo de criar um produto.


Qualquer das opções acima é possível, mas é improvável que você seja bom em todos as tarefas — ou em tudo que é preciso para tocar um negócio. Pode esquecer esse papo de "lobo solitário". Por mais que você seja adepto do "faça você mesmo", em algum momento vai precisar da ajuda de alguém.

A disposição de obter essa ajuda — ter funcionários, parceiros ou consultores para as áreas das quais não entende — é um indicador de provável sucesso futuro. "Nenhum empreendedor bem-sucedido jamais teve êxito sozinho", escreve o consultor em desenvolvimento Ernesto Sirolli em "Ripples From the Zambezi" (Ondas de Zambezi). "Aquele que for mais capaz de captar o apoio de outras pessoas terá mais chances de vencer".

Por Joseph Anthony
Fonte: Microsoft

Motivando com Criatividade Parte 4

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Motivando com Criatividade - Parte 3

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Motivando com Criatividade - Parte 2

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Motivando com Criatividade - Parte 1

Emprego de A a Z: a temível entrevista de seleção

Dicas do Max no Fantástico...

Da Garagem ao Sucesso


por Tom Coelho


“Existem três fases: impossível, difícil e feito.”
Frank Crane


O ano é 1975. A cidade é Cambridge. Dois jovens estudantes egressos de Harvard desenvolvem um sistema operacional para microcomputadores. Seus nomes são Paul Allen e William Gates, mais conhecido como Bill Gates. Anos depois fundariam uma empresa chamada Microsoft que viria, em 1981, a ser contratada pela IBM como fornecedora de software para seus computadores pessoais.



O ano agora é 1978. A cidade é Brasília. O país vive o início da abertura política com a revogação do AI-5. Ao som de Sex Pistols, Ramones e The Clash, dois jovens se conhecem e descobrem imediatamente suas afinidades. Um é baterista e atende pelo nome de Felipe Lemos, ou simplesmente, Fê Lemos. O outro é baixista e guitarrista, e mais ainda, um grande compositor e vocalista. Trata-se de Renato Russo e a banda que viria a ser formada tempos depois se consagraria pelo nome de “Aborto Elétrico”.A Microsoft tornou-se uma das empresas mais valorizadas e lucrativas. Numa época em que todos apostavam suas fichas no hardware, Gates vislumbrou a hegemonia futura do software. O serviço em lugar do produto. A inteligência acima da máquina. O Aborto Elétrico foi extinto em 1982, mas aquela banda de punk rock viria a influenciar toda uma geração de músicos brasileiros. Fê Lemos e o Capital Inicial, Renato Russo e a Legião Urbana. Da garagem para o mundo. Do mundo, para a história.


Visto sob este prisma parece que tudo aconteceu de maneira linear, harmoniosa e previsível. Da simplicidade da garagem, onde aconteciam os ensaios da banda e onde, madrugadas adentro, códigos binários eram combinados, ao sucesso, há certamente uma instigante ocorrência de eventos revestidos por angústias e frustrações, alegrias e conquistas.


Escrever composições difíceis de serem ritmadas. Constituir uma banda que não será agenciada por qualquer empresário. Fazer uma fita demo que não será ouvida por qualquer gravadora. Tocar para platéias apáticas, talvez apenas desinteressadas, talvez até mesmo hostis, talvez simplesmente ausentes.Empreender em um negócio incerto, intangível, talvez apenas um sonho que pode se transmutar em pesadelo. Enfrentar a falta de crédito e a descrença alheia. Errar, insistir, persistir, apostar. Saborear as pequenas vitórias.A estrada para o sucesso é uma via não pavimentada. Carece também de sinalização e iluminação. Botinas nos pés, uma bússola, uma lanterna e um guarda-chuva nas mãos, são poucos aqueles dotados da capacidade de se embrenhar por um terreno árido, pisar as pedras, queimar a face no calor do sol e permanecer na mesma trilha com determinação.


Pasteur dizia que a diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana. Que esta vontade se manifeste em você pela iniciativa, pela perseverança, pelo comprometimento e pela autoconfiança. Que seus desejos ganhem asas; seus olhos, brilho; seu rosto, sorriso. E que seus projetos se ampliem de poucos metros quadrados de uma garagem para as dimensões que o sucesso almejado demandar.


Tom Coelho, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP, é empresário, consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting e Diretor Estadual do NJE/Ciesp.

O Que é Adversidade?

por José Diney

Adversidade é sinônimo de infortúnio ou revés. Mas também costuma ser entendida como derrota, principalmente quando significa perda de controle de algo ou a não realização de desejos pessoais. É justamente por isso que não gostamos dela.


O profissional consciente precisa aprender a lidar com a adversidade, pois ao lidar com pessoas, está naturalmente exposto a ocorrências que podem trazer infortúnios e reveses para si mesmo e para os outros. Saber lidar com pessoas (diversidade) significa estar apto a lidar com problemas (adversidade), pois é a partir das idiossincrasias individuais que surgem os atritos e os conflitos que geram situações inesperadas no dia-a-dia das trocas profissionais.


Saber lidar com o inesperado é pressuposto essencial daqueles que têm a missão de liderar e conduzir pessoas. Essa qualidade é chamada de resiliência, termo emprestado à física que significa a propriedade que certos corpos têm de voltarem à sua forma original após algum tipo de deformação. O líder resiliente conta apenas com seus talentos e capacidades para enfrentar a adversidade, sem criar expectativas quanto a uma possível ajuda externa. Ele é confiante e consciente do seu talento para lidar com as surpresas da vida, pois sabe que é capaz de reverter situações adversas e reconduzir seus liderados a uma trajetória de equilíbrio e bom senso.

Na prática, o líder resiliente é acima de tudo um profissional seguro de si. Ele lida com a adversidade de um modo absolutamente criativo, pois leva em conta o conhecimento que tem da diversidade humana e a sabedoria de quem aprendeu que a vida se caracteriza pela transformação e transitoriedade.Vemos então que se por um lado, a ocorrência da adversidade é inevitável, por outro, percebemos que ela mesma possui o seu antídoto, que é a resiliência. A natureza é sábia, pois quando cria algo, imediatamente propicia o seu oposto. Isso é o que produz o equilíbrio que faz com que haja evolução e reconstrução, reciclagem e recriação, ocorrências que transformam a vida numa experiência maravilhosa e estimulante.


A adversidade nos ensina a crescer e transformar a vida numa experiência única e enriquecedora. Precisamos aprender a lidar com ela, mas acima de tudo precisamos compreender que sem ela não temos a menor chance de crescer e evoluir.



José Diney

Educador, consultor de empresas, conferencista e especialista em gestão de pessoas e gestão de carreiras.

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