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Como o Seu Cliente Gosta de Ser Atendido?



Vender é ajudar as pessoas a tomarem as melhores decisões para elas mesmas

Uma das melhores maneiras de se reter clientes e fazer com que eles paguem mais por aquilo que você vende é ser muito bom no atendimento. Por isso, disponha-se a ouvir com atenção o que as pessoas pedem e ajude-as a tomar suas decisões.

Hoje, com as novas ferramentas da comunicação – web, redes sociais e telefonia celular – foram criadas formas rápidas e eficientes para se oferecer melhor atendimento. O bom representante/vendedor está sempre atento e sabe montar, junto com os seus compradores, a melhor maneira de atendê-los. É só ouvi-los com atenção, trabalhar junto e perceber como ele gostaria de ser atendido.

Transcrevo abaixo o resultado de uma conversa que organizei entre um grupo de vendedores da área de informática e o diretor de TI de uma grande indústria, que reúne dúvidas relevantes sobre o relacionamento entre vendedor e cliente.

Como os gerentes de TI gostam de ser atendidos? Quais os erros que os vendedores de software cometem quando abordam os clientes da área de TI?

Saber o aproach ideal – Os vendedores precisam, antes de tudo, fazer o dever de casa. Isto é, ter conhecimento do cliente, saber como trabalha, com qual arquitetura de informação. Isso para poder apresentar soluções viáveis e não apenas perder tempo para ambos os lados. Caso seja necessário, o vendedor deve ligar para esclarecer dúvidas sobre os processos e entrar no canal de comunicação da empresa. O investimento na abordagem é fundamental para a abertura de portas para a boa negociação.

Os vendedores de TI são bem preparados?

Preparar-se para a visita e fazer a pré-venda é a chave. Parece que alguns vendedores só nos visitam para cumprir meta. Não adianta apresentar apenas ferramentas, tem que apresentar soluções e soluções integradas. Quando não se preparam, queimam o filme da empresa. É preciso lembrar sempre que a pré-venda leva o nome da empresa. O profissional tem que entrar em sintonia com o cliente que visita. Deve, ainda, ter segurança no atendimento, dar suporte e apresentar soluções. O vendedor tem que apresentar uma proposta de valor. Tem que ser leal.

O que o vendedor de TI tem que saber?

Tem que saber do negócio do cliente e de TI. O bom vendedor sabe entender as necessidades daquele que visita e fazer as perguntas certas. Ele se coloca no lugar do comprador.

Como o vendedor deve apresentar suas propostas?

Ou a empresa é competitiva ou briga por preço. A proposta deve vir detalhada, com o escopo descrito e com o briefing passado e repassado. O detalhamento da proposta depende do estilo da empresa. O vendedor pode perguntar como o cliente gosta de receber uma proposta, se tem um modelo ou se quer uma proposta bem detalhada.


Fonte: Endeavor
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Meu Chefe Não Faz Nada o Que eu Faço?

Autor: Roni Silva

Um bom chefe é aquele que trilha o caminho que sua equipe deve percorrer e que está atento a toda e qualquer eventualidade, pois deve sempre estar um passo a frente. Mas para toda regra há uma exceção, por isso, também existe aquele tipo de chefe que não está muito conectado com sua equipe ou que não os coloca a par de suas atribuições.

Muitos colaboradores se desmotivam, pois este é um dilema quase que sem solução, afinal, como cobrar a pessoa que deveria ser um exemplo para sua equipe? Embora seja um grande desafio, é possível amenizar e até reverter a situação.

Confira na sequência uma entrevista com Erik Penna (consultor, palestrante e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender” e “Motivação Nota 10”), e saiba o que fazer quando o seu gestor deixa a desejar:

Se o chefe não colabora com a equipe o que fazer?

O ideal é que o chefe colabore e promova um ambiente motivador para toda equipe, mas se ele não faz isso, a dica para os liderados é: dê o seu melhor enquanto estiver vestindo a camisa dessa organização, pois o seu desempenho e a sua imagem estão em jogo.


Saiba que o melhor currículo que você poderá apresentar em uma eventual próxima empresa é justamente seu alto desempenho e a excelência nos resultados que conquistou. Tenha em mente que, quando você estiver em um cargo de liderança, evite cometer o mesmo erro e prepare-se para fazer diferente e melhor.

Um colaborador pode cobrar o seu chefe?

Todos nós temos falhas e o colaborador pode fazer essa cobrança, mas de uma maneira assertiva. Não caia na armadilha de ficar fofocando com os colegas de trabalho sobre os defeitos do chefe.

Espere a hora certa e a oportunidade adequada, chame-o em particular e entre outros assuntos, aborde o ponto que ele poderia melhorar. Vale refletir a frase do publicitário Duda Mendonça: “Comunicação não é o que a gente fala e sim o que o outro entende”, portanto, não se preocupe apenas com o conteúdo da mensagem, mas também com a forma que deve apresentá-la.

Como abordar este assunto na organização?

Utilize a técnica conhecida como sanduíche ou PNP, que consiste em abordar primeiramente alguma ação ou aspecto positivo do chefe. Depois, apresente o fato negativo que o desagrada e finalize com algo positivo e otimista. Fazendo desta forma, aumentará consideravelmente as chances do líder refletir e adotar novas e melhores práticas.

Se o chefe não desempenhar suas funções quais as consequências para os colaboradores de sua equipe e para a organização?

A liderança moderna é aquela que inspira e transforma os liderados não só com palavras, mas, sobretudo, por meio de belos exemplos. Aprecio muito a frase de Steve Beckman: “Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você”.

Então, se um chefe que não desempenha suas funções e não motiva sua equipe, ele tende a perder a credibilidade e o respeito dos funcionários. Isso reduz o engajamento dos integrantes e os resultados da organização tende a cair.


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Chespirito: Uma Lição Para Qualquer Ccarreira

Autor: Roni Silva

Morreu no dia 28 de novembro aos 85 anos, Roberto Gómez Bolaños, difícil relatar ao certo todas as ocupações do famoso intérprete e criador de Chaves e Chapolin Colorado, mas vamos lá: ator, escritor, comediante, dramaturgo, compositor, diretor de televisão e roteirista, sim Bolaños trabalhou e muito antes de se tornar um fenômeno em audiência que conquista o público de vários países até hoje.

Conhecido como Chespirito (pequeno Shakespeare) devido a sua genialidade e potencial para escrita, Bolaños trabalhou duro antes de obter reconhecimento, e sua trajetória não era enxergada como dura, afinal ele sempre ressaltou que a sua obra era conjunto de diversos aprendizados, ou seja, foi preciso passar por quase todas as áreas do entretenimento para criar com mais eficácia e propriedade.

Olhando a trajetória de Bolaños e comparando com a carreira sonhada por profissionais da atualidade, chegamos a um cenário onde profissionais entram no mercado de trabalho e anseiam por crescimento cada vez mais rápido, promoções, bonificações, enfim, um caminho construído a passos largos.

Estes profissionais se esquecem que junto a grandes passos vem responsabilidades maiores e demandas que só podem ser atendidas por meio de muita experiência. E Roberto Bolaños é um grande exemplo de que a carreira é uma escada em que se deve subir cada degrau com maestria, afinal, ele obteve seu tão desejado sucesso, mas veio após ter grande conhecimento sobre o universo em que atuava.

Bons trabalhos são eternos!

Outra ótima lição que Roberto Bolaños deixou que é coerente com o mundo profissional é: bons projetos não são datáveis. O humorístico Chaves, que é o programa de Bolaños mais conhecido no Brasil, deixou de ser gravado em 1992, há mais de vinte anos. No entanto, o programa faz sucesso até hoje, com isso, pode-se afirmar que um trabalho bem realizado pode render frutos por tempo indeterminado.

Acreditar em si mesmo, enxergar possibilidades e oportunidades onde ninguém mais vê nada também é uma lição que Chespirito deixou e que deve ser aproveitada. “A primeira vez que interpretei Chapolin Colorado tinha 41 anos e depois com Chaves tinha 42. Nunca é tarde para começar. E quero dizer isso especialmente para as pessoas que dizem que não têm oportunidades. Oportunidades SEMPRE existem.” – Roberto Gómez Bolaños.


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Os Empregos Que Você Não Vê

Por Luciana Lima

São Paulo - Quando busca um emprego, você procura conhecer a cultura e os benefícios oferecidos pela empresa ou se deixa seduzir apenas pela força do nome da companhia? Uma pesquisa da Page Talent, empresa especializada na seleção de estagiários e trainees, mostrou que 55% dos jovens de 18 a 25 anos priorizam a marca e a fama da empresa na hora de escolher um empregador.

Essa tática faz com que boas oportunidades sejam ignoradas — um desperdício num cenário de poucas contratações. Segundo um levantamento do site de recrutamento Vagas Tecnologia com 260 empresas de pequeno, médio e grande porte, 38% dos empregadores precisam buscar ativamente profissionais quando querem contratar, em vez de ser procuradas por eles.

Uma das que enfrentam esse desafio é a Amaggi, uma das maiores produtoras de soja do Brasil, pertencente à família do senador mato-grossense Blairo Maggi (PR), que também tem negócios nas áreas de logística e energia. Mesmo sendo uma potência do agronegócio, com faturamento de 5 bilhões de dólares e 4 000 funcionários, a empresa leva, em média, 50 dias para preencher uma função.

Para posições de supervisão e gerência, a demora pode chegar a quatro meses. A distância dos grandes centros é o principal entrave, segundo uma avaliação interna. Para se tornar mais interessante aos olhos dos profissionais, a Amaggi procura fortalecer sua marca nas universidades e adotou uma política de salários mais agressiva.

“Profissionais que estão nos grandes centros precisam de um incentivo extra para aceitar uma vaga em lugares mais afastados”, diz Nereu Bavaresco, diretor de RH da Amaggi.­ Um desses estímulos é uma espécie de test drive: a empresa oferece passagens e uma semana de hospedagem para o executivo e toda a sua família para que avaliem se vão se adaptar à nova vida.

O engenheiro ambiental José Henrique Assad Vasconcelos, de 27 anos, foi beneficiado por um pacote de remuneração mais robusto, que inclui 14o salário, ao optar pela Oxiteno, indústria química do grupo Ultrapar com sede em São Paulo. Pouco conhecida do grande público, a Oxiteno tem uma marca forte no segmento em que atua por fornecer materiais a fabricantes de diversos produtos, como detergentes e xampus.

Inscrito em outros quatro processos seletivos de trainee de empresas com marcas mais populares, José Henrique fez sua escolha após conversas com funcionários da Oxiteno. “Ao falar com pessoas que trabalham na companhia, percebi quanto me identificava com ela”, diz José Hen­rique, que hoje ocupa o cargo de vendedor técnico.

Segundo Fauze Diab, diretor de RH da Oxiteno, as áreas em que a empresa tem mais dificuldade de recrutar são TI, vendas e recursos humanos. “Apostamos em aumentar nossa presença nas redes sociais e na imprensa para levar as práticas de gestão e os valores da empresa para o mercado”, diz Fauze.

Outra empresa que recorreu às redes sociais para apresentar suas práticas e valores ao mercado de trabalho é a Getnet, pioneira no ramo de tecnologia para transações eletrônicas, com 2 700 funcionários. Desde que intensificou as ações nas mídias digitais, há dez meses, a GetNet viu o número de buscas por seu nome no LinkedIn quintuplicar. Agora, a empresa planeja visitas às universidades, com a presença do presidente, para apresentar a GetNet a estudantes de fora da área de tecnologia, entre os quais é menos conhecida.

Mesmo sendo dona de marcas de peso, como Merthiolate, Olla e Biotô­nico Fontoura, a Hypermarcas é uma das empresas que têm investido em sua marca empregadora para entrar na briga por talentos. A companhia, que possui 12 500 funcionários e fatura 5 bilhões de reais ao ano, ainda não é reconhecida pelo grande público como a fabricante desses produtos.

Em busca de tornar conhecida a empresa que existe por trás das marcas, a Hypermarcas vem participando de feiras universitárias, fortalecendo sua presença nas redes sociais e se abrindo para visitas de estudantes, como as realizadas durante a Career Week, evento do site de recrutamento 99jobs, que leva universitários para conhecer companhias de diversos setores.

“Nossos empregados participam ativamente dos eventos de atração de talentos, contando sua história e sua evolução na carreira”, diz Mauricio Christovam, diretor de RH da Hypermarcas. Como resultado, em um ano o nú­mero de contatos da empresa no LinkedIn cresceu 135%.

Diante da grande disputa por mão de obra qualificada, surgiram nos últimos anos consultorias que se propõem a fazer um trabalho de melhoria da marca de empregador das empresas, um serviço conhecido como employer branding. É uma boa ideia quando ela ajuda o profissional a conhecer melhor a companhia.

“Muita gente escolhe uma empresa só pela marca, sem conhecer sua cultura e seus valores. No dia a dia, essas questões pesam muito e acabam desestimulando o profissional”, diz André Siqueira, gerente da operação da consultoria Universum no Brasil.

Nesses casos, o profissional pode se decepcionar com o clima de trabalho da companhia ou descobrir que ela não oferece as oportunidades de crescimento que ele imaginava. “Ao entrar em uma empresa com expectativas mais baixas, você acaba se surpreendendo ao descobrir os pontos positivos”, diz Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search, empresa de recrutamento executivo.

Após uma consultoria, a Fibria, produtora de celulose de eucalipto formada da fusão entre Aracruz e Votorantim Celulose e Papel em 2009, detectou que um dos obstáculos para contratar profissionais jovens era a percepção desse público de que o trabalho em florestas de eucalipto é algo arcaico.

Outra dificuldade é que os profissionais precisam trocar de endereço regularmente para trabalhar nas áreas de floresta da empresa, espalhadas por 240 municípios. Pensando nisso, a Fibria vem focando profissionais mais próximos de suas fábricas e fazendo parcerias com escolas técnicas e institutos de pesquisa para formar profissionais e depois trazê-los para a companhia.

Mesmo empresas altamente reconhecidas pelos profissionais estão percebendo que descuidar da comunicação de sua marca empregadora pode tirá-las do radar dos profis­sionais. O Citibank é um exemplo de empresa cuja marca empregadora desbotou ao longo dos anos e que precisou investir para revitalizá-la.

Com mais de 200 anos de história, o banco americano, cuja sede no Brasil fica em São Paulo, sempre foi uma referência para profissionais que perseguem uma carreira no mercado financeiro. Com a crise de 2008, o Citi perdeu um pouco do brilho que tinha. A subsidiá­ria brasileira identificou há cerca de dois anos que sua marca, enquanto recrutadora, já não fazia brilhar os olhos dos estudantes.

O motivo, detectado pela superintendência de RH, era que o Citi estava usando a mesma fórmula, de mais de dez anos, para atingir uma nova geração de profissionais que se comunicam principalmente por computador ou celular. Isso fez com que o Citi trocasse as três empresas que atuavam no processo de atração e seleção de jovens.

“Começamos a comunicar nossos valores nas pla­taformas digitais. Tem dado certo”, diz Júlia Fernandes, diretora de RH do Citibank. Mais um exemplo que mostra que boas oportunidades podem passar despercebidas quando você só se apega à popularidade da marca ao procurar trabalho.


Fonte: Exame
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Você Sabe Receber Críticas?

Autor: Roni Silva

É muito comum não ter a visão clara do impacto de suas atitudes para as outras pessoas, no entanto, principalmente em assuntos relacionados à carreira é importante estar aberto para ouvir.

Afinal este é o exercício mais eficaz para expandir a mente e adquirir novos aprendizados, ou seja, saber receber críticas pode ser fundamental para o seu crescimento profissional.

Susanne Andrade, palestrante, escritora e coach na área de desenvolvimento humano comenta sobre a importância de lidar com críticas: “Acho que devemos ser proativos nessa questão, exercitando o “pedir feedbacks”, seja no mundo corporativo ou em nosso dia a dia, o que nos possibilita ouvir as pessoas a respeito de nossos comportamentos, criando espaços para crescermos mais e mais”.

Susanne também listou os indícios que evidenciam a dificuldade de receber e lidar com criticas confira:

Quais os indícios de que não sabemos receber críticas?

O primeiro indício é ficar chateado com a pessoa que criticou, às vezes até com ódio. Isso acontece quando o criticado não quer enxergar o impacto do seu comportamento para as demais pessoas, ou que a mudança de algumas atitudes suas podem lhe trazer benefício.

Em algumas situações pode resultar em inimizades ou conflitos no ambiente de trabalho. A forma como a crítica é feita é fundamental para uma boa aceitação. Se ela vem de forma destrutiva, ou mesmo agressiva, o emissor deve rever a sua forma.

Qual a forma certa de lidar com críticas?

É importante lembrar que não é tão fácil ouvir sobre a necessidade de mudanças. Se a própria pessoa identifica isso, é simples, pois só depende do olhar e do fazer dela, mas quando vem do outro, a história muda.

Não deve-se simplesmente sair fazendo o que os outros querem. O seu olhar sobre si mesmos é essencial, pois a sua história deve ser construída por você, levando os seus propósitos em consideração, senão vira manipulação e você passa a ser direcionado pela forma como os outros querem.

Com tudo isso, conclui-se que é importante ouvir as outras pessoas para ampliar o seu campo de visão, potencializar autoconhecimento com abertura para novas possibilidades de crescimento em sua vida e carreira.

Lembre-se que quanto mais você se abrir para criticas, mais chances terá de se desenvolver, fazendo sim a escolha do caminho que quer seguir, mas ampliando o seu nível de consciência sobre ouvir os outros. Isto é sabedoria!


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Trocar Muito de Emprego Pode Sabotar o Futuro da Geração Y?

Por Claudia Gasparini

Ficar por muito tempo num mesmo emprego não parece ser um ideal de carreira da geração Y.

A constatação é de uma pesquisa da consultoria Future Workplace com mais de mil profissionais nos Estados Unidos, segundo a qual 91% desses jovens não pretendem passar mais de três anos numa mesma empresa.

O problema é que todo esse “pula-pula” pode atrapalhar os planos de carreira de alguns, alerta Silvio Celestino, sócio da Alliance Coaching.

Para ele, quem está sempre transitando entre vagas tem mais dificuldades para conquistar os empregadores - e, consequentemente, ser alçado a cargos de confiança.

A tese do consultor tem o respaldo de uma pesquisa da Harvard Business Review (HBR) com os presidentes das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, listadas pela Forbes.

O estudo identificou uma constante na carreira dos executivos que chegaram ao topo: tempo de casa. Para chegar ao comando, o tempo médio passado com o mesmo empregador foi de 15 anos entre os homens, e 23 entre as mulheres.

Para José Augusto Figueiredo, presidente da consultoria LHH/DBM, os números refletem uma realidade fácil de compreender. As empresas procuram líderes que inspiram confiança e estabilidade, uma imagem difícil de associar a quem muda de emprego frequentemente.

Jovens que sonham em virar CEOs devem então se preocupar? Figueiredo assegura que não. “Todo mundo gosta de experimentar no começo da carreira, mas essa fase acaba passando com o amadurecimento”, diz.

Ainda assim, ele aconselha que os novos ingressantes no mercado busquem encontrar logo um lugar para se estabelecer. “É bom procurar uma empresa com a qual você se identifique, porque isso fará com que você fique, e naturalmente acabe crescendo”, explica Figueiredo

Contraponto
Alexandre Rangel, sócio da Alliance Coaching, não acredita que o tempo de casa tenha o mesmo valor para os empregadores quanto antigamente. "O mundo e a cultura das empresas mudaram muito", afirma.

Segundo ele, os CEOs ouvidos pelo estudo da HBR pertencem a uma geração anterior, que costumava interpretar o “pula-pula” como sinal de descompromisso. “Hoje essa noção foi relativizada e, até certo ponto, invertida: quem fica tempo demais no mesmo lugar é que pode ser mal visto, parecer acomodado”, afirma.

Ainda assim, ele acredita que períodos curtos demais em cada empresa não deixam de ter efeitos nocivos para um currículo. “O jovem precisa concluir seus ciclos e projetos, para levar algo de sólido de cada experiência”, diz.

De qualquer forma, Rangel defende que o tempo de permanência não será mais tão decisivo para chegar a altos cargos executivos. Engajamento e comprometimento com resultados, na visão do consultor, pesam muito mais. "A geração Y pode respirar aliviada", assegura. 


Fonte: Exame
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Como Fazer Uma Avaliação de Desempenho de Qualidade em Sua Empresa?

Como uma avaliação de desempenho pode melhorar o ambiente de trabalho do seu negócio? Saiba por que e como avaliar o desempenho dos colaboradores de sua empresa de forma efetiva.

A Avaliação de Desempenho é uma das ferramentas mais importantes em gestão de pessoas, já que objetiva analisar o desempenho individual ou de um grupo de funcionários. Por meio desse processo, o empreendedor pode diagnosticar e analisar o comportamento de um colaborador durante um período de tempo determinado.

Com o resultado de uma Avaliação de Desempenho, é possível constatar se a postura individual e coletiva do avaliado condiz com a cultura da empresa. Caso o resultado seja satisfatório, é ideal analisar o que fazer para que sigam o exemplo do funcionário em questão. Sendo insatisfatório, é preciso compreender até onde a empresa colaborou para permear aquele comportamento e como ajudar no desenvolvimento desse colaborador.

Como um líder avalia seu funcionário

Avaliar o desempenho do colaborador pode ser dividido em três etapas básicas, sendo a primeira delas a apreciação diária do comportamento do funcionário. Por meio dessa sondagem, podem ser analisados pontos como relacionamento com a equipe, comprometimento, postura, progressos e limitações, sempre oferecendo um feedback ao funcionário.

A segunda parte é saber identificar os problemas, a fim de resolvê-los junto ao avaliado e manter a produtividade da empresa. Para isso, não cabem broncas ou dispensas, e sim conversa e motivação em prol de bons resultados.

A terceira parte consiste na realização de entrevistas periódicas, que permitem analisar a evolução do funcionário e, se necessário, adotar medidas, que servem como termômetro para entender se há condições de evolução ou reversão de alguma situação fora do padrão.

A avaliação concede um raio X da empresa para os líderes. Vale salientar que não é indicado que esses líderes sejam autoritários. O processo de avaliação não consiste em punir ou demitir um funcionário que apresente desvios, mas avaliar o que ele tem de bom e, se for o caso, orientá-lo a mudar de postura quanto ao que pode ser melhorado. Dessa forma, será gasto muito menos com troca de pessoal e os funcionários responderão positivamente ao desafio.

Momento certo para a avaliação de desempenho

A Avaliação de Desempenho pode ser feita a qualquer momento e sempre que o empreendedor achar necessário. O ideal é que seja realizada uma avaliação mensal para melhor análise da evolução coletiva da empresa e de seus colaboradores. Apesar de ser apenas um item em diversos outros para a formação de um negócio de sucesso, uma avaliação de desempenho efetiva, que consegue trazer aprimoramentos, pode se tornar uma ação muito positiva para o crescimento de todo o corpo profissional.


Fonte: Endeavor
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A Tecnologia em Prol da Gestão de Vendas



O empreendedor já teve sua ideia genial, a transformou em produto, conseguiu capital e se lançou no mercado. Surge um novo desafio: conquistar novos clientes, fidelizá-los e gerir o crescimento de vendas. O primeiro passo para encarar esse desafio já descrevi em outro artigo aqui no portal da Endeavor, que é definir a estratégia de segmentação e cobertura de mercado. No artigo de hoje, vou abordar o uso de ferramentas de TI para gestão de vendas.

Num momento inicial, um usuário experiente em montagem de planilhas consegue dar conta do recado: lista de clientes, prospecções, “leads”, oportunidades e acordos fechados. Mas vai chegar uma hora em que a gestão do negócio vai demandar volume, granularidade e atualização de informações de forma que um pacote de gestão de vendas se justifica. Um dos principais motivadores é justamente quando voce precisa reportar a saúde e evolução das vendas para seus investidores.

Nos pacotes disponíveis no mercado, você consegue navegar nas informações e, rapidamente, gerar relatórios analíticos para responder aquelas perguntas-chave : Quanto estamos vendendo esta semana? Qual o “pipeline” de vendas para o próximo trimestre? Qual “win rate”? Qual valor médio dos pedidos de compras? Quanto tempo é o ciclo médio de venda? Qual desempenho de vendas por vendedor, por segmento de mercado, por produtos? Em resumo, consegue-se fazer uma avaliação se a estratégia de vendas esta sendo bem sucedida e também tem-se uma base melhor para tomada de decisões de investimento, como aumentar a força de vendas, alterar uma política de canais, gastar mais em marketing para geração de “leads”, etc.

O grande desafio para que esse tipo de ferramenta gere os benefícios descritos é a frequência e acuracidade das informações que são fornecidas ao sistema pelos vendedores. Em geral, vão reclamar de perda de tempo, burocratização, controle excessivo, mas não tem jeito: se voce quiser ter uma gestão profissional de vendas, vai ter que convencer os vendedores a entrarem e atualizarem o sistema de forma regular e constante.

A boa noticia é que as soluções de mercado tem evoluído e, além de estarem cada vez mais amigáveis e acessíveis por múltiplos dispositivos, estão sendo ofertadas na modalidade SAAS (Software as a Service), bastando uma taxa de subscrição mensal (e a contratação de uma consultoria de implementação) para disponibilizá-la a toda força de vendas, sem requerir grandes investimentos iniciais em infraestrutura própria e com prazo de implantação reduzido.


Fonte: Endeavor
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Oito Passos Difíceis e Lentos Para se Tornar um Milionário

Uma das recomendações é parar de ficar obcecado em dinheiro

O sucesso tem uma definição diferente para cada pessoa. E para muitos, o dinheiro faz parte dessa lista de realizações para se ter um sucesso. Pensando nisso, o cofundador e CTO do HubSpot, Dharmesh Shah, fez uma lista de oito passos, publicada no site Entrepreneur, que a pessoa deve fazer para aumentar as chances de se tornar um milionário. Mas eles não são fáceis e nem o caminho mais rápido. Confira:

1 - Pare de ficar obcecado em dinheiro
Pode parecer contraditório, mas a dica é parar de ficar só pensando em dinheiro. Assim, você muda o foco para fazer as coisas que realmente vão contribuir para a construção da riqueza.

2 - Comece a rastrear quantas pessoas você ajuda
De acordo com o empreendedor, as pessoas mais bem sucedidas que ele conhece são muito úteis e "incrivelmente boas" para entender outras pessoas e ajudá-las a alcançar os objetivos.

3 - Pare de pensar em fazer um milhão de dólares e comece a pensar em servir um milhão de pessoas
Quando você tem alguns clientes e o objetivo é ganhar muito dinheiro, você vai trabalhar em busca de extrair o último "dólar" do cliente. Mas outros benefícios começarão a aparecer quando você encontrar uma maneira de servir um milhão de pessoas.

Por exemplo, o efeito boca a boca é ampliado, o feedback que recebe é muito maior e, consequentemente, as oportunidades para melhorar os produtos e serviços, além disso, começa a contratar mais funcionários e inicia um ciclo para melhorar o negócio. De acordo com o empreendedor, servir bem um milhão de pessoas é uma forma de seguir o dinheiro.

4 - Veja o ato de ganhar dinheiro como uma maneira de fazer mais coisas
De acordo com o empreendedor, existem dois tipos de pessoas. O primeiro faz as coisas porque querem ganhar dinheiro. O que eles fazem não tem muita importância contanto que eles ganhem dinheiro. Já o segundo tipo quer ganhar dinheiro porque ele permite fazer mais coisas. Ou seja, eles sonham com a construção de uma empresa que faz as melhores coisas possíveis e ganhar dinheiro é o caminho para alimentar esse sonho e construir essa empresa.

O empreendedor diz que embora seja possível descobrir um produto que todo mundo quer e ficar rico, as empresas mais bem sucedidas evoluem e crescem, e investem o dinheiro em uma busca incessante da excelência. E ele cita uma frase de Walt Disney: "nós não fazemos filmes para ganhar dinheiro, ganhamos dinheiro para fazer mais filmes".

5 - Faça uma coisa melhor
Escolha uma coisa para focar e ser melhor do que a maioria. Pessoas bem sucedidas financeiramente fazem pelo menos uma coisa melhor do que quase todo mundo ao seu redor. "A excelência é a sua própria recompensa", diz.

6 - Faça uma lista das dez melhores pessoas do mundo em uma coisa
Utilize os critérios escolhidos para fazer a lista para acompanhar o próprio progresso. Se você é um programador, pode ser o número de pessoas que usam seu software, por exemplo. Para o empreendedor, não basta admirar pessoas bem sucedidas. È importante ver de perto o que as torna bem sucedidas e use esses critérios para criar as próprias medidas de sucesso.

7 - Acompanhe sempre o seu progresso
A dica é acompanhar o progresso pelo menos uma vez por semana e avaliar os principais passos do caminho para se tornar o melhor em uma coisa.

8 - Crie rotinas que garantem o progresso
O caminho para chegar a um objetivo está baseado na criação de rotinas. Se você quer escrever um livro de 200 páginas, por exemplo, o meio para conquistar esse objetivo é escrever quatro páginas por dia, que é sua rotina. Estabeleça metas, crie rotinas e acompanhe seu progresso. Conserte o que não funciona. Melhore e repita o que funciona. Trabalhe duro para ser melhor do que era ontem. "E então, provavelmente, mesmo sem perceber, você também vai ser um milionário", diz. 


Fonte: Estadao
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Sede de Gente Qualificada


Por Mariana Amaro

Menos de 10 minutos é o tempo estimado para sair da maravilhosa praia de Iracema, em Fortale­za, e chegar à se­de da Companhia Energética do Ceará (Coelce). Mas esse cálculo, ultimamente, tem ficado longe da realidade. O mesmo ocorre em São Luís, Natal, Recife e muitas outras cidades do Nordeste.

“O progresso chegou e trouxe o trânsito” é uma frase recorrente. Nos primeiros seis meses deste ano, a economia nordestina cresceu 4%, ante 0,6% da média nacional. Muitas empresas estão desembarcando na região, trazendo desenvolvimento, mas enfrentando um problema bem mais complexo do que os engarrafamentos: a escassez de qualificação.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe têm a maior taxa de analfabetismo funcional do país: 27,2%. Isso significa que, na região, uma em cada quatro pessoas com mais de 15 anos tem menos de quatro anos de estudo.

“O Nordeste vem acelerando muito à frente do resto do Brasil, mas não aproveitará essa onda sem o desenvolvimento dos profissionais”, diz Felipe Mançano, diretor do escritório da empresa de recrutamento Michael Page em Recife.

As empresas instaladas na região têm três alternativas para lidar com a carência de mão de obra qualificada. A primeira delas é trazer profissionais de fora. “Quanto mais alta é a posição, mais fácil é trazer gente de outras regiões, porque o pacote de salário e benefícios é bem atraente”, afirma Felipe.

A segunda é alocar algumas áreas do negócio em outras regiões, como Sul e Sudeste. A terceira alternativa, formar mão de obra local, é a mais demorada, mas de efeitos mais duradouros. “O governo até investe em capacitação, mas, como isso não acontece na velocidade em que o mercado cresce, muitas companhias têm tirado do próprio bolso para formar os profissionais”, diz Felipe.

Bons exemplos disso podem ser encontrados nas nove empresas do Nordeste classificadas nesta edição do Guia VOCÊ S/A — As 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar. Juntas, elas destinaram 8,25 milhões de reais ao treinamento dos funcionários em 2013. A Ale Combustíveis, com sede em Natal, tem levado os funcionários dos postos de gasolina de volta às salas de aula em seus ônibus-escola.

“Nossa rede é muito pulverizada, e fica difícil treinar todos os funcionários em um ponto central”, diz Christina Barker, gerente de desenvolvimento e estrutura organizacional da Ale. O programa já capacitou 994 pessoas. Já a Companhia Energética do Maranhão (Cemar), de São Luís, e a Cacique Pneus, de Teresina, subsidiam cursos de pós-graduação e MBA para seus gestores.

Para Felipe Mançano, trabalhar em empresas que investem no desenvolvimento dos empregados pode acelerar a carreira. “Nesse caso, até vale a pena mudar de estado por algum tempo, porque você pode saltar alguns degraus profissionalmente”, afirma. Isso fica evidente na Coelce, que criou o Junior Enel Training (JET) para reter jovens talentos.

No programa, qualquer empregado de até 31 anos classificado num teste de inglês e competências é enviado à Itália, onde recebe treinamentos em gestão e mercado de energia. O especialista em planejamento Ruy Magno, de 29 anos, participou do JET em 2011 e, desde então, já foi promovido duas vezes. “Uma vez lá fora, a gente ganha uma visão mais macro do negócio”, diz Ruy.

Para as empresas, o investimento em capacitação é interessante porque tem retorno certo. Para quem entra nessas empresas, é melhor ainda.

“A melhor coisa que um jovem pode fazer no Nordeste é buscar qualificação. Como essa mão de obra é escassa, a chance de conseguir um posto com salário bom e até de ser disputado por empresas é muito maior do que em outras regiões”, afirma Luciana Aguiar, da consultoria de mercado Plano CDE. “O salário inicial até pode ser mais baixo, mas aumenta mais rapidamente”, diz ela. 


Fonte: Exame
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Série SEU NEGÓCIO - Como Conseguir Dinheiro: as 20 Maiores Dúvidas Dos Empreendedores


Descubra de que formas você pode financiar o crescimento da sua empresa: investidores, linhas de fomento e crédito bancário.

Muitas vezes, a falta de recursos pode limitar o crescimento de um negócio. Em algum momento poderá ser a hora de o empreendedor acessar capital para alavancar sua empresa e alcançar seu sonho grande. Pensando nisso, selecionamos para você empreendedor 20 conteúdos, produzidos por grandes especialistas, que mostram caminhos para buscar financiamento.

A Endeavor entende que o momento de buscar recursos externos carrega muitos outros desafios tanto para a empresa, quando para o próprio empreendedor. Por isso, pare, respire fundo, saiba mais sobre os caminhos que existem e como você pode percorrê-los através desses conteúdos especialmente selecionados. Afinal, nenhum empreendedor de alto impacto chegou lá sem muito esforço e aprendizado. Quanto maior o sonho, maior a disposição para enfrentar os obstáculos.

1. Quando buscar recursos externos?: Acessar recursos externos também é uma questão de timing, saiba quando é o momento certo de procurar bancos ou investidores externos para sua empresa.

2. Onde buscar recursos financeiros para alavancar o meu negócio?: Quais são as principais fontes de recursos e qual é a mais apropriada para a minha empresa?

3. Como decidir quanto dinheiro preciso captar?: Nem sempre vale a crença do “quanto mais dinheiro melhor”. Veja como fazer uma captação de investimento mais eficiente.

4. Qual o melhor tipo de investimento para minha empresa?: Já está certo que precisa de investidor? Avalie qual fonte de capital de risco é a mais adequada para o momento da sua empresa.

5. O que esperar do investidor e o que ele espera de você?: Francisco Jardim desmistifica a relação entre empreendedor e investidor.

6. Como encontrar e chamar a atenção de bons investidores?: Você deve dedicar mais tempo procurando um investidor do que nas negociações em si.

7. Como preparar a empresa para receber investidores?: Antes de receber algum investimento, esteja atento a alguns pontos que podem ser cruciais para o sucesso da negociação.

8. Como passar pelo processo de investimento sem perder o foco?: O fundador da Bebê Store dá dicas para ajudar você a equilibrar os papéis na hora de acessar capital com investidores.

9. Como preparar um bom pitch para investidores?: Conheça as funções do pitch e os itens essenciais para apresentar sua empresa para investidores.

10. Como se relacionar com o investidor após receber o aporte de capital?: Construir uma parceria baseada na confiança irá ajudá-lo a alcançar o seu verdadeiro potencial.

11. Como calcular o valor da sua empresa?: Como saber se o valor que um investidor oferece pela minha empresa é o que ela vale? Entenda como funciona o processo de valuation.

12. Os Aspectos Econômicos do Term Sheet: O Preço: Durante a negociação com um venture capital, o preço do investimento é o que todos querem saber.

13. Quais são as principais agências e linhas de fomento?: Elas não são fáceis de acessar, nem vão bater à sua porta, mas as linhas de fomento governamental podem ser a melhor opção de acesso a capital para sua empresa.


15.Dinheiro não deve ser um problema: Uma certeza que todo empreendedor deve ter é que em algum momento da vida sua empresa precisará de crédito.

16. O que é crédito? Como usá-lo de maneira sustentável?: Qual a diferença entre crédito e outras formas de aporte de capital? Saiba como usar o empréstimo a seu favor.

17. Quais os principais passos para acessar um banco (dívida)?: Você busca expandir seus negócios usando crédito em bancos? Aqui estão 5 passos que podem te ajudar a planejar e organizar esse processo.

18. Qual é o processo de análise de crédito? O que os bancos analisam na minha empresa?: O que acontece no processo de análise de crédito. Marcelo Malanga, do Santander, explica como as análises dos bancos são feitas e a relação disso com a mortalidade de novas empresas. Marcelo explica que é comum uma empresa falir e reabrir com outro nome.

19. O que é e como chegar na estrutura ótima de capital?: Entenda quanto você pode tomar de dívida com bancos para ajudar a empresa a crescer, mas sem comprometer a operação.

20. Estrutura de capital: quais os erros mais comuns dos empreendedores?: Na hora de buscar financiamento para expandir seu negócio o empreendedor precisa tomar alguns cuidados para não comprometer seu caixa. Conheça os erros mais comuns e descubra como evitá-los.

Fonte: Endeavor
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Série SEU NEGÓCIO - 5 Negócios Para Montar Com Apenas um Computador

Experiência tecnológica ou com designer pode fazer do seu PC uma fonte de dinheiro

Da Redação

Se você está procurando uma forma de fazer dinheiro com um negócio em casa, talvez a solução esteja no seu computador. Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, haverá um PC para cada pessoa no Brasil nos próximos três anos. E com essa estatística, surgem opções de negócios. As opções abaixo podem ajudar empreendedores com experiência ou formação tecnológica ou em design a atingir esse crescente público e a começar uma empresa de apenas uma pessoa.

Confiram:

1. Tutor de informática

Pode parecer que com o maior número de computadores, as pessoas estariam mais acostumadas com todas as possibilidades e utilidades dessas máquinas. Mas a verdade é que novos programas crescem na mesma medida e muitos usuários não conseguem acompanhar com a mesma velocidade. Tornar-se um tutor particular, trazendo “macetes”, segredos, facilidades de usar da melhor forma um computador pode ser uma boa fonte de renda. Criar pacotes com sugestões de programas ideais para, por exemplo, empresários, professores ou médicos, pode ser uma forma de se diferenciar.

2. Técnico de informática

Se você já tem uma formação na área, pode começar como um empreendedor individual atendendo como técnico na própria casa das pessoas. Para se diferenciar, seja profissional, crie um cartão de visitas, site ou forma para as pessoas te conhecerem e contatarem facilmente. O atendimento também será algo que facilitará uma boa divulgação boca a boca.

3. Diagramação e design

Se sua especialidade é diagramar publicações como panfletos, cartões de visita, revistas ou até mesmo criar logos e outros desenhos, essa pode ser uma boa opção. Fazer alguns trabalhos freelancer pode ser o primeiro passo para você criar sua própria agência e trazer novos parceiros. Manter prazos, boas habilidade com comunicação e criatividade são pontos importantes.

4. Marketing digital

Trabalhar com mídias sociais e produção de conteúdo para marcas é outra opção para quem quer começar sozinho para, quem sabe, se expandir para uma empresa do setor. Entender sobre esses assuntos, claro, é essencial, assim como ter bons conhecimentos de comunicação e excelente domínio língua portuguesa. Lembre-se de fazer e manter o maior número de contatos possíveis para trazer bons parceiros na hora de dar o passo para se tornar um empreendimento maior.

5. Webdesigner e programador

Quase nenhuma empresa vive sem um site e muitas não têm um capital grande suficiente para pagar grandes nomes do setor para realizar o serviço. Comece conquistando esses clientes e fazendo sua marca se tornar conhecida. Sempre ofereça criatividade e modernidade. Não é só porque você é uma empresa de uma pessoa que você vai oferecer como produto final algo padronizado ou um site com cara de anos 1990.


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