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Saiba Como Motivar Sua Equipe Sem Gastar Muito

Conheça 6 dicas para criar um clima positivo na empresa e melhorar os resultados

Por Redação

Se você acha que para manter sua equipe motivada é preciso um grande orçamento, aqui vai uma boa notícia: com boas ideias na cabeça e uma calculadora na mão, dá pra investir em pequenas ações que trazem bons resultados. Conheça algumas abaixo:

1. Faça um café da manhã especial.

Quanto você vai gastar para fazer um café da manhã na última sexta-feira do mês para seus funcionários? Pense bem, a empresa não vai quebrar por conta disso.

2. Mande um e-mail positivo.

A arte de dar retorno pelo trabalho desenvolvido é fundamental. Às vezes, um e-mail de reconhecimento pode ter um poder enorme. É preciso criar um processo de feedback constante, baseado em fatos e ações concretas realizados pelos funcionários.

3. Faça um evento.

O convite para um simples café, para um almoço ou um happy hour são ações simples que não exigem grandes recursos, mas mexem com o espírito das pessoas porque quebram a rotina hierárquica entre chefe e funcionário.

4. Converse com todos.

Cuidado para não se relacionar apenas virtualmente com sua equipe, através de e-mail e celular. Em uma empresa pequena, é possível – e necessário – manter um forte relacionamento interpessoal com cada um dos colaboradores.

5. Celebre vitórias.

Se não dá para passar o fim de semana com seu time em um hotel para comemorar algum acontecimento importante ou uma meta atingida, invista em um almoço ou jantar especial. O importante é celebrar com a equipe as vitórias da empresa.

6. Monte um espaço de lazer.

É preciso criar um clima agradável dentro da empresa, um ambiente legal para trabalhar. Reservar um espaço para pequenas pausas, onde se possa tomar um café, folhear uma revista e bater um papo com os colegas, por exemplo, custa pouco e pode trazer grandes resultados.


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Como Garantir um Bom Dia de Trabalho

Se você está desmotivado com o emprego e não sabe como resolver esse problema, veja formas de garantir um bom dia no trabalho 

Sentir-se cansado com a rotina de trabalho é um problema frequente que muitas pessoas já passaram. No entanto, essa questão pode ser facilmente resolvida se souber como agir. Para garantir um dia produtivo e agradável no trabalho, não deixe de ler as dicas abaixo:

1. Organize-se previamente

Antes de se deitar, separe todos os itens que terá que tratar no dia seguinte. Desta maneira, ao acordar, terá mais tempo livre para fazer outras tarefas.

2. Procure uma motivação

Um dia satisfatório também depende do fato de você se sentir motivado. Caso você acredite que não tem inspiração suficiente para uma rotina produtiva no trabalho, encontre coisas que garantam essa motivação que falta. As suas opções podem variar entre músicas, filmes e até mesmo pessoas.

3. Seja solidário com os problemas das outras pessoas

Muitas vezes, ficamos tão presos aos nossos próprios problemas que nos esquecemos de que as outras pessoas também estejam passando por situações difíceis. Por isso, tente colocar-se no lugar dos seus colegas de trabalho. Isso ajudará a evitar situações de estresse.

4. Divida as suas tarefas

Tente dividir as suas tarefas para garantir um dia mais produtivo. Escolha uma ordem de prioridade de acordo com o prazo de entrega ou relevância para a sua área profissional no trabalho. Desta forma, sentirá que as suas tarefas foram terminadas e que o tempo que passou a trabalhar foi bem aproveitado.


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7 Atitudes Que Bloqueiam Sua Criatividade

Autor: Roni Silva

Nosso cérebro é capaz de produzir ideias até mesmo quando estamos dormindo, a complexidade das coisas que podemos fazer é infinita de modo que todos os dias pode-se aprender e criar algo novo. Embora a capacidade de inovar seja grande, a maneira com que cada um se comporta pode ajudar ou dificultar o seu processo criativo.

O comportamento é uma chave importante para as pessoas e quando se trata de criatividade esta característica é fundamental. Vale lembrar que o comportamento é algo natural, mas que pode ser moldado a favor de necessidades específicas, sendo assim, uma pessoa que deseja ser criativa deve prestar atenção em todas as suas ações para não se prejudicar.

Conheça as ações e atitudes que mais podem bloquear a criatividade:

Medo

O medo é um grande vilão da criatividade, medo do novo, medo de receber críticas, medo de tentar, não importa qual seja o medo, ele irá te bloquear. A melhor dica para se esquivar dele é trabalhar duro. Dê o melhor de si sempre e se algo der errado lembre-se que o melhor foi feito e que se o resultado não foi o esperado o seu desempenho não é o erro.

Objetividade

A objetividade pode ser favorável em diversas áreas e momentos, mas quando se trata de criatividade ela pode ser um forte empecilho. Quando se corta caminhos para chegar rapidamente a uma solução ou linha de raciocínio, automaticamente as possibilidades se limitam e soluções originais e criativas tendem a ser trocadas naturalmente por opções mais simples.

Passividade

A dedicação e a vontade são fatores cruciais para o processo criativo, por isso, sentar e esperar não é a postura correta para um profissional. Participe, se envolva, faça a diferença e expulse qualquer resquício de passividade. Uma pessoa passiva tende a ser um ótimo ouvinte, mas para criar e inovar é preciso fazer mais, ouvir é importante, mas a criação surge de ideias e ideias só têm valor quando são expostas.

Resistência a mudanças

Faz parte do processo criativo mudar constantemente de ideias, experimentar novas perspectivas e enxergar além, mas para isso é preciso não temer as mudanças. Rotinas não combinam com inovação, por isso, o novo deve ser algo desafiador e não um motivo para se proteger, confie no seu potencial e na sua capacidade.

Falta de perseverança

Ao construir novos conceitos é preciso entender que nem tudo será tão fácil e rápido. Normalmente o processo criativo exige pesquisas, planejamento, planos de ação e muita paciência. A perseverança pode ser a sua maior aliada, saber esperar o momento certo para agir, questionar e cobrar pode definir o sucesso de seus ideais. Persevere!

Excesso de métodos

Métodos são úteis para diversas atividades e procedimentos, mas pode ser perigoso quando se perde a medida. Uma pessoa metódica normalmente não enxerga novas possibilidades e perde assim a capacidade de fazer diferente. Seja metódico, mas na hora de exercer a sua criatividade esqueça os padrões e aja com naturalidade.

Falta de humildade

Uma das experiências que mais proporcionam possibilidades de aprendizado é o contato humano, mas para isso é preciso de humildade. No mundo organizacional cada pessoa, cada área e setor faz parte de um todo e os resultados positivos e negativos afetam todos, de cima a baixo. Esteja aberto a novas conexões, converse, interaja, absorva tudo de bom que as pessoas possam oferecer e deixe sua capacidade de criar mais aguçada.



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Conciliar Freelancer Com Emprego Formal?

Autor: Roni Silva

Ter uma renda extra é sempre bom não é mesmo? Por isso, o número de profissionais adeptos a prática de freelancer cresce cada vez mais. O termo freelancer retrata as atividades não formais, ou seja, qualquer forma de trabalho que não exige necessariamente de um contrato de trabalho ou de ligações legais com empresas.

Antigamente o trabalho de freelancer não era bem visto no mercado de trabalho, mas hoje é considerado como qualquer outra experiência no currículo. Sebástian Siseles diretor do Freelancer.com, comenta sobre esta mudança: “Acumular trabalhos temporários no currículo já não é mais malvisto pelos empregadores. Cada vez mais as pessoas estão em busca de freelancers para adquirir experiência, e/ou buscar independência profissional” afirma.

Há muitos adeptos do freelancer que obtêm sua renda total por meio destas atividades, mas o número de profissionais que possuem um emprego formal e que também fazem algum trabalho como freelancer é crescente. Conciliar freelancer ao seu emprego é possível, mas pode não ser fácil. Confira algumas dicas para obter rendimento de qualidade em ambas as funções.

Tenha foco

Ser um profissional focado irá lhe ajudar e muito na conciliação de suas atividades. Saber o que é mais importante no dia a dia é primordial para organização de sua rotina de trabalho. Afinal, quando se sabe aonde se quer chegar é muito mais fácil planejar um caminho para não se perder em meio a múltiplas tarefas.

Organize-se

O sentido de organização aqui deve ser aplicado em todas as etapas de trabalho, ser um profissional organizado é desde saber aonde buscar informações para fazer um relatório, até saber encontrar uma caneta em seu ambiente de trabalho. Um profissional organizado é muito mais produtivo e para ser eficaz conciliando formas diferentes de trabalho a organização é essencial.

Tenha Prioridades

O mercado está cada vez mais rápido e com isso, todas as atividades são tachadas de “urgentes”, mas é impossível tratar todos os assuntos com extrema urgência. Por isso, é inevitável entender quais atividades necessitam de mais atenção e qual pode esperar um pouco. Claro que desempenhar mais de uma atividade às vezes é necessário, mas há pendências que requerem todo o seu esforço e em tempo recorde, estas são as prioridades.

Respeite seus clientes e sua empresa

Quando uma empresa te contrata, ela conta com todas as suas horas de trabalho, ou seja, você deve estar empenhado em suas funções quando a serviço de sua organização. Não leve o seu trabalho de freelancer para sua empresa, além de ser uma questão legal, esta situação envolve ética no trabalho, respeite o seu empregador!

Isso vale também para os trabalhos freelancers, normalmente este tipo de trabalho não possui horários firmemente estipulados, mas o seu cliente tem um prazo e espera resultados, entregue o que foi combinado e se possível supere expectativas. Os trabalhos de freelancer normalmente são feitos por indicação e manter uma boa impressão é fundamental.

Valorize tempo e qualidade

Embora você tenha duas atividades para conciliar, a qualidade será cobrada intensamente por ambos os contratantes de seus serviços. Cumpra prazos, se cobre e esteja sempre a frente do que é esperado. 

Faça o seu trabalho valer a pena e sempre será requisitado.


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Série SEU NEGÓCIO - Cortar Custos Tem Custo - Prepara-se

Por que é tão importante planejar os gastos necessários para diminuir as grandes despesas de uma pequena ou média empresa — não é simples como pode parecer à primeira vista

Por Carla Aranha

Podem-se reunir os custos em dois grandes grupos. Um é dos custos que podem ser cortados já — como usar metrô em vez de táxi ou mudar o papel da impressora por um inferior. O segundo é dos custos que requerem gastos, às vezes altos, para ser reduzidos. É o caso dos abordados nesta reportagem.

Demitir, por exemplo, significa pagar indenizações previstas em lei. Trocar equipamento velho por novo para economizar em manutenção faz gastar mais durante um tempo — e, justamente, com manutenção.

É perverso que o custo extra seja inevitável quando não se pode drenar o caixa, pois em boa parte dos casos são providências fundamentais para melhorar a saúde financeira da empresa quando as coisas vão mal. Se não houver dinheiro para promover os cortes, aí é que esses custos (que são os que farão grande diferença) não baixam mesmo. “Cortar custos tem custo”, diz o empreendedor Jimmy Cygler, de 65 anos, da Proxis. Veja a seguir como lidar com isso.

1 - Pessoas

Mudar o modelo do negócio pode resultar numa estrutura menor do que a anterior. Demissões, então, são inevitáveis. Dependendo da transformação, podem ser muitas. “Nesses casos, é frequente não haver caixa para demitir todos de uma vez”, diz o consultor Artur Brito, da Método Gestão Empresarial.

Uma opção é dar férias coletivas (se a convenção do sindicato permitir) por alguns meses enquanto se junta o dinheiro das indenizações. Uma fonte óbvia é pedir empréstimo.

Como os prazos de pagamento longos costumam encarecer o custo do dinheiro, o ideal é propor ao banco o menor prazo possível — mas que não seja tão curto a ponto de, mais tarde, ter de pedir uma renegociação. Para estimar o prazo ideal deve-se considerar a variação da receita no período e a economia gerada pelo fechamento das vagas.

2 - Mudança no imóvel

A Abramundo, fabricante de material para aulas de ciências, está passando por uma boa fase. Em 2013, o faturamento chegou a 20 milhões de reais — 35% mais do que no ano anterior. Mas 2011 foi um ano difícil. “O negócio estava tendo prejuízo”, diz Ricardo Uzal Garcia, de 40 anos, sócio da Abramundo.

Na reestruturação, Garcia fechou quatro de cinco fábricas. Essa e outras reformulações deixaram a empresa mais leve. A reorganização espacial de equipamentos e pessoas ajudou a cortar metade das despesas com aluguel e manutenção dos imóveis. As contas mostraram que o custo para cortar 50% do custo com imóveis seria de 2 milhões de reais.

O montante era necessário para pagar o transporte de materiais frágeis e desenvolver o novo layout. “Não havia esse dinheiro disponível, e resolvi pedir um empréstimo”, diz Garcia. “Pode parecer estranho se endividar para mudar de prédio, mas a economia com o aluguel cobriu os juros.”

3 - Troca de sistema

Em 2011, o empreendedor Jimmy Cygler, sócio da Proxis, empresa paulista de call center que faturou 25 milhões de reais em 2013, deu um passo importante para aumentar a produtividade do negócio. Cygler comprou um programa de computador para rodar em todos os departamentos de apoio ao negócio, como o financeiro e o RH.

Antes, cada setor tinha o próprio sistema. Como os programas não se interligavam, as tarefas tomavam mais tempo do que deveriam. “Havia retrabalho a ponto de precisar pagar hora extra”, diz Cygler. Como se sabe, ineficiência leva a custos extras, que devem ser combatidos.

Cortar esses custos na Proxis custou 250.000 reais. Além do novo sistema e do treinamento para utilizá-lo, o dinheiro foi usado para pagar a manutenção do sistema antigo, que precisou ser mantido durante alguns meses até que todas as informações fossem transferidas para a nova ferramenta.

4 - Substituição de maquinário

Em 2013, o empreendedor Adriano Verdade, de 37 anos, sócio da fabricante paulista de doces Pastoriza, viu o faturamento atingir 30 milhões de reais. “Foi o momento de comprar máquinas novas”, afirma Verdade. “Eficiência é fundamental.”

Agora a Pastoriza está custeando a manutenção das máquinas novas e das antigas — a ironia é a manutenção ser uma das despesas mensais que mais caem quando se troca equipamento ve­lho­­­­ por­ novo. No total, Verdade gastou 300.000 reais. A compensação virá no médio prazo, quando, ao fim da transição, os custos relacionados às máquinas caírem 8% ao mês.


Fonte: Exame
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O Segredo Para Definir Seus Preços

Está pensando em como chegar à fórmula do preço ideal? Aqui está um segredo que pode ajudar

Por Enrico Cardoso

Muitos empreendedores se estressam quando chegam na parte do preço. Por uma boa razão. O preço de seu produto, quando muito alto, pode fazer você perder clientes para seus concorrentes.

Se ele estiver muito baixo, você pode perder dinheiro.

Não importa se você está ajustando seus preços pela primeira vez ou alterando seus preços pela décima vez, o especialista em vendas Grant Cardone diz que você precisa ter algo importante em mente: valor.

Você não precisa ter os preços mais baixos para ser o melhor. O valor do seu produto ou serviço tem que ser superior ao preço definido.

A ideia é que o valor fornecido transcende a mercadoria e se torna um recurso necessário para seus clientes.

Quando o valor excede o preço, as pessoas vão esquecer o dinheiro e dizer a todo mundo o quanto amam a sua empresa.


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Como Absorver Melhor as Informações Que Você Lê

Alguns textos são extremamente entediantes, mas não significa que você deixar de lê-los. Alguns colunistas do site Inc. compartilharam suas dicas para não cair no sono quando você está com sua leitura acumulado em pilhas de tédio

Por Redação,

Por mais necessária que seja a leitura de diversas fontes de informação, sabemos que alguns textos sobre negócios podem ser extremamente entediantes. Entre planos de negócios, contratos, documentos legais e livros teóricos, você pode facilmente se pegar desejando por um cochilo e não deve se envergonhar de admitir isso.

Pensando em ajudar, alguns colunistas do site Inc. compartilharam suas dicas para não cair no sono quando você está com sua leitura acumulado em pilhas de tédio. Você vai precisar fazer algum esforço para concluir tudo, mas vai ser recompensador.

Kevin Daum: "Primeiro, eu reservo um tempo sem distrações. Sem telefone, e-mail, ou TV para chamar a minha atenção. Então, eu acho um lugar com muita luz natural. Por fim, coloco uma música suave que eu sei que vai me fazer entrar no ritmo. Antes que você perceba, a pilha se foi, e eu me sinto melhor por ter sido produtivo.”

Peter Economy: "Não há nada pior do que ter que se arrastar através de uma escrita chata ou muito densa. Quando me deparo com esses artigos, livros, ou outras informações, eu preciso de toda a força de vontade que eu possa reunir para lê-lo e não empurrá-lo de lado e fazer outra coisa em seu lugar. A única coisa que me ajuda a passar por esse material e realmente aprender alguma coisa no processo é destrinchá-lo em vez de tentar ler tudo de uma vez. Eu anoto os pontos principais em um caderno e depois que termino, posso então rever os principais pontos que coletei e ter uma boa idéia do que eu preciso saber."

Maria Tabaka: "As pessoas absorvem informação em grande parte com base em seu estilo de aprendizagem; meu estilo muda com diferentes tarefas. Se eu tiver que montar alguma coisa, eu sou cinestésica; só tenho que colocar minhas mãos sobre ele e consigo fazer. De muitas maneiras, eu sou visual, mas na leitura técnica ou chata eu sou mais auditiva. Se eu não puder acessar uma versão em áudio do material, então eu realmente leio as peças resistentes em voz alta. Mas tem algo inesperado adicionado: enquanto eu leio, eu tenho que colocar um visual para isso também. Processo a informação de duas maneiras, então eu acho que eu sou uma leitora multitarefa!"

Eric Holtzclaw: "Descobri cedo na vida que eu sou um aprendiz auditivo, o que significa que eu compreendo melhor quando ouço conteúdo e novas informações. Meu trabalho me obriga a rever os planos de negócios e documentos de estratégia corporativa. É aí que o meu smartphone e tablet entram. Ambos têm funcionalidade interna que suporta o meu estilo de aprendizagem. Eu posso usar a tecnologia que transforma texto em áudio para ler o conteúdo para mim. Como eu escuto cada para, propositadamente resumo na minha cabeça o que eu aprendi para que eu tenha certeza que eu compreendi totalmente a informação veiculada. Essa funcionalidade também é uma ótima maneira de aproveitar o tempo não seria tão fácil de ler - a pé através de um aeroporto ou no meu carro, por exemplo.


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7 Dicas Para Ser um Verdadeiro Líder no Empreendedorismo

Saiba como ser um gestor que cativa a equipe em todos os tipos de projetos

Por Jeff Wuorio 

Na superfície, a diferença entre um passo e um tropeção parece ser óbvia. Porém, no mundo dos negócios, aquele que planeja calmamente o caminho para chegar a um cargo de chefia nem sempre é fácil de distinguir daquele que, de surpresa, recebe o cargo.

A verdade é que, independente de você dar um passo de caso pensado ou tropeçar no cadarço do tênis, você pode acabar no mesmo lugar. Em outras palavras, muitas pessoas que têm um foco em chegar ao topo demoram o mesmo tempo para chegar lá que aquelas que recebem a oportunidade de serem líderes.

Ainda assim, saber a diferença entre uma liderança bem pensada e aquela que acontece por acidente é fundamental, não apenas para a sua capacidade de crescer e se desenvolver como líder, mas para conquistar um sucesso intencional e não milagroso. Aqui estão sete características que separam o líder verdadeiro do líder por acaso:

1. A liderança verdadeira é liderar a si mesmo

Dar ordens é tão fácil quanto entregar cartões de visita. No entanto, um líder prudente também sabe liderar a si mesmo, não apenas para dar o exemplo às outras pessoas, mas para ser uma peça importante da máquina da empresa. É importante os líderes terem a habilidade de focar e motivar a si mesmos da maneira como motivam os outros.

2. Não seja um rei

Uma liderança bem pensada provavelmente significa que você tem uma força de trabalho talentosa na empresa. Isso é fantástico. Mas seja cuidadoso para não transformar sua sala em um trono.

Líderes por acaso frequentemente estabelecem um sistema de orientação restritivo demais. Oriente os funcionários, mas não crie mais parâmetros do o necessário. É importante influenciar as pessoas com as quais você trabalha. Não veja a sua empresa como um reinado.

3. Esteja aberto para novas maneiras de fazer o trabalho

Uma boa aposta para uma operação bem sucedida é repetir o que deu certo outras vezes. É difícil argumentar contra isso, mas um líder desavisado irá se esforçar além do necessário para não mudar o que já funcionou uma vez. Por outro lado, uma liderança atenta reconhece o sucesso, mas também reconhece que sempre há maneiras de fazer melhor.

4. Estabeleça um senso verdadeiro de compromisso

Devo admitir que é um assunto delicado para mim. Já vi muitos slogans de empresas cujo significado é tão valioso quanto o papel no qual estão impressos. Quer se “comprometer com um serviço de qualidade superior”? Isso dará mais poder a você, mas um verdadeiro líder sabe que não são só palavras. Ele coloca recheio nessa receita: estabelece como avaliar a excelência, desenvolve um plano convincente para alcançá-la e define um cronograma possível e real para isso.

5. Termine o trabalho

Muitos líderes de empresas falam dos trabalhos realizados, mas quantos realmente terminam o que dizem que vão iniciar? Um líder relaxado e que nunca termina nada perde a confiança dos clientes. Essa falta de conclusão é repassada para os seus funcionários também. Em vez disso, defina objetivos e estabeleça medidas práticas e justificáveis para terminar o que você começou. A capacidade de concluir as tarefas é fundamental. Nada é útil a não ser que seja concluído.

6. Mostre uma valorização verdadeira

Líderes relaxados precisam de braços fortes como os do Popeye, de tantos tapinhas nas costas que eles dão. Isso não é errado, mas um bom desempenho precisa de uma resposta mais significativa.

Líderes que enxergam o futuro fazem elogios, mas com recompensas reais: promoções, aumentos de salário, bônus e outros sinais visíveis de valorização. Isso motiva a sua equipe, não apenas para trabalhar com entusiasmo, mas para ficar na empresa por mais tempo do que ficaria caso a situação fosse outra.

7. Saiba que habilidades de liderança também vêm com o aprendizado

Muitos executivos acham que as habilidades de liderança vêm de uma maravilhosa revelação ou outro momento de iluminação. É claro que ótimas ideias podem surgir na mente de qualquer um de nós, mas ser um bom líder também significa ter que estudar. Leia livros sobre liderança efetiva, participe de seminários e peça ideias de colegas para saber o que funciona nas empresas deles. Pode ser um estudo longo, mas ele trará recompensas que irão se multiplicar quanto mais conhecimento você tiver.


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A Vida Ficou Mais Dura

Os executivos estão estressados com tanta pressão – e ressentidos com as avaliações “injustas” sobre seus esforços

POR ARIANE ABDALLAH

Imagine passar o dia trabalhando com um saco de areia sobre as costas. É assim que se sentem os executivos brasileiros, segundo uma pesquisa feita com 4.194 profissionais brasileiros. No discurso, as empresas falam em “retenção de talentos” e “desenvolvimento de pessoas”. No dia a dia, o que conta é resultado, resultado, resultado, segundo 92% dos gerentes, diretores, superintendentes, vice-presidentes e presidentes de empresa ouvidos na segunda edição da pesquisa Empresa dos Sonhos dos Executivos, realizada pela consultoria DMRH com a Nextview People.

A pressão é generalizada. Uma reação ao momento que vive o Brasil: a economia caminha devagar, mas há espaço para crescimento, demanda por mão de obra qualificada e uma taxa de rotatividade entre as altas lideranças maior do que a média em outros países – entre os CEOs, o índice de demissões foi de 19,8% em 2012, ante 15% no resto do mundo, segundo a consultoria Booz & Company.

O cenário acirra a competição. Muitas empresas ficaram aquém das metas que traçaram, e exigem mais entrega, mais dedicação, mais criatividade. “Estamos em um momento de crise”, afirma Danilca Galdini, sócia-diretora da DMRH. “Em vez de as pessoas pensarem ‘vamos agir com calma porque o momento é delicado’, o comum é o contrário. Todo mundo quer bater meta, se superar, remar para não cair na cachoeira.”

Nesse clima, muita gente acha que as exigências são injustas: 44% dos executivos se sentem mal avaliados. Pior: mais de um terço acredita que a empresa quer resultado a qualquer preço (leia o quadro). Nem quem ocupa o topo da hierarquia está livre dessa sensação: 21% dos presidentes ou vices de empresas consideram injustas suas avaliações de desempenho. Entre os diretores, a insatisfação sobe para 41%; para gerentes, 49%. A inadequação da avaliação se deve, segundo os executivos, à falta de preparo dos líderes, à falta de uma boa política de avaliação e à pura e simples falta de reconhecimento.

De duas coisas, porém, os executivos não se queixam. “Eles estão felizes com a remuneração no Brasil, em muitos casos acima da média mundial”, diz Danilca. Também não estão temerosos de sentir tédio: a maioria acha que os desafios que tem pela frente estão de bom tamanho. 


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Formação em Outra Área Amplia Visão do Negócio

Por Edson Valente

Se na hora de prestar vestibular e escolher qual carreira seguir existe uma divisão clara entre as áreas de exatas, humanas e biológicas, no mercado de trabalho atual conseguir transitar entre especialidades diversas é uma vantagem competitiva para executivos - sobretudo em um cenário econômico em que as oportunidades estão mais restritas.

Profissionais com boa capacidade analítica, por exemplo, têm ocupado vagas em áreas que originalmente concentram pessoas de humanidades, como os engenheiros que são cada vez mais frequentes no comando de departamentos de recursos humanos. "Eles enxergam soluções de maneira mais racional e prática. Entendem a lógica dos perfis e analisam padrões de comportamento", afirma Daniela Ribeiro, gerente sênior da empresa de recrutamento Robert Half.

A especialista ressalta que não se trata de substituir alguém com capacidade de avaliação mais voltada para aspectos emocionais e psicológicos, e sim complementar esse tipo de visão com um olhar mais frio e objetivo. "É uma função híbrida, que comporta executivos com grande bagagem em exatas", afirma.

O caminho contrário também ganha força. Atividades antes estritamente técnicas como as do setor de tecnologia agora exigem outras habilidades, que não são aprendidas nos cursos. "É essencial que esse profissional saiba se relacionar e se comunicar bem, pois ele vai precisar interagir com diversas áreas da empresa."

Finanças e marketing também têm multiplicado seus pontos de intersecção, uma vez que o caráter analítico da formação no campo financeiro é bastante útil para quem necessita de uma abordagem estatística de seu público-alvo. Outro movimento que tem se tornado comum, na percepção de Daniela, é o da migração da área de vendas para a de marketing. Nesse caso, a vantagem é que o profissional, ao atuar na linha de frente da comercialização de produtos ou serviços, passa a ter uma visão mais ampla do perfil do consumidor e a entendê-lo melhor - o que se traduz em competência na hora de trabalhar estratégias mercadológicas.

Essa transição foi apenas um entre os muitos passos que o engenheiro químico André Marques deu em sua carreira. "Muitas vezes, a melhor forma de atingir um objetivo é tentar se moldar para seguir caminhos não tão convencionais", afirma. Ele conta que, ao se formar, no início dos anos 2000, o mercado não era favorável para a engenharia. Foi o que o impulsionou a trabalhar em projetos estratégicos e de "downsizing" em uma empresa de consultoria, beneficiado por seu pragmatismo na leitura de cenários e de processos que configuram, a seu ver, transformações tanto no universo da química quanto no dos negócios.

No setor bancário, colaborou com BankBoston, Santander e American Express, onde passou a cuidar da área de inteligência de negócio e, em seguida, a gerir operações de venda. "Tornei-me gerente de marketing e mudei para a área de emissão de cartões", lembra. Em 2006, foi para a Credicard, onde exercitou seu caráter profissional mais híbrido. Ali, foi o responsável por projetos, processos e o planejamento dos orçamentos de todos os canais de venda. "Aprofundei minhas habilidades comerciais, de negociação e de alianças com outras empresas para fazer os canais crescerem". Passar por várias áreas, segundo ele, foi um movimento planejado. "Em cada uma delas, fiquei tempo suficiente para entregar resultados e adquirir conhecimento e experiência."

Ao final de 2011, foi procurado pela Englishtown, empresa de cursos de inglês on-line, que buscava alguém com competências comerciais para assumir o negócio como diretor geral. De acordo com o executivo, a receita cresceu quatro vezes em dois anos. "Ganhamos eficiência em operações de venda e processos internos. Tenho uma visão muito detalhada e muito próxima de todas as áreas devido à minha experiência", diz. Para Marques, as empresas têm trabalhado com recursos muito controlados e precisam de profissionais versáteis, de perfil mais generalista.

Murillo Marques, gerente de recursos humanos da Delta Air Lines, enfatiza que muitos processos seletivos ainda dão preferência para perfis tradicionais e buscam profissionais especializados para os departamentos de RH. No entanto, ele também já participou de processos seletivos em que ser mais generalista e ter competências distintas era uma vantagem.

Formado em economia, o executivo exerceu as funções de auditor e de gerente administrativo-financeiro em empregos anteriores. Tais habilidades, em sua avaliação, o ajudam a enriquecer as análises das opções estratégicas. Em sua opinião, uma pessoa de RH "puro" teria dificuldades para lidar com a parte de números, análise de orçamento, partilha dos lucros e resultados, acordos coletivos e o impacto dos benefícios no negócio.

Para Murillo Marques, não se pode pensar apenas em nichos - é necessário "ver as coisas na transversal e construir um cenário mais macro". O executivo conta que, em sua trajetória, sempre foi movido pela curiosidade de buscar novos conhecimentos, como ao fazer um MBA e um mestrado em psicossociologia. "É preciso ter um olhar multifacetado para o negócio. Analisar o presente e a estratégia para o futuro com base nos dados, mas de diferentes ângulos, colocando-se no lugar do acionista, dos clientes e dos funcionários."

Contudo, há ocasiões em que desenvolver um perfil híbrido é uma necessidade específica da companhia, que leva o profissional a adquirir competências que o credenciem a atuar em áreas diversas. Para Carlos Alberto Bitinas, sócio da Voc Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, em uma fase de crescimento da empresa, por exemplo, funcionários da área de produtos, mais técnicos, terão de migrar para a de negócios e passar a lidar com atendimento a clientes.

"Às vezes, a companhia passa a atuar em um novo segmento e remodela sua estrutura. Os profissionais precisam estar preparados para esses tipos de movimento", diz. Desse modo, é essencial que os funcionários tenham interesses que não sejam apenas os de suas profissões. "Especialistas devem ampliar seu campo de visão. Isso os dará 'insights' para lidar com um ambiente em mutação", aconselha. Os gestores das corporações, porém, não podem perder de vista os pontos fortes de seus talentos ao promover mudanças.

No hotel Grand Hyatt São Paulo há a preocupação de municiar profissionais de diferentes departamentos com conhecimentos de outros, com o objetivo de facilitar o fluxo de trabalho como um todo. Durante um período - previsto inicialmente para ser de um mês, mas que poderá chegar a dois ou três -, o diretor de alimentos e bebidas, Reinaldo Queija, e a diretora de hospedagem, Alexandra Bueno, vão trocar de funções entre si.

Segundo Thierry Guillot, gerente-geral do Grand Hyatt SP, é uma oportunidade de desenvolver competências de liderança, mais que se aprofundar em especificidades técnicas. "Quando o líder não conhece bem uma área, tem que confiar em seus colegas e gerentes e escutá-los", diz. Alexandra enfatiza que a intenção é aprimorar ambas as áreas, adquirindo uma visão mais holística do funcionamento do hotel e discutindo sobre o que pode ser mudado para melhor. "O conhecimento técnico será importante, mas vamos focar o movimento de gestão de pessoas e de desenvolvimento de talentos", complementa Queija.


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Como Seus Amigos Influenciam Seu Sucesso

As pessoas que estão ao seu redor podem influenciar, ou prejudicar o seu crescimento. Aqui está como isso funciona

Por Enrico Cardoso 

Você pode dizer muito sobre uma pessoa pela empresa em que ela trabalha. Há um ditado que diz: “você se torna a média das 6 pessoas que você passa mais tempo junto”.

Se você olhar para sua empresa, outros colegas de trabalho, empreendedores e profissionais do mercado que você interage mais frequentemente – quem são eles, o que eles significam e o que dizem sobre você?

Como seu círculo está influenciando você?

Onde você está entre seus colegas profissionais? Você é sempre o líder da matilha ou você está certificando-se de se cercar de pessoas que irão empurrá-lo para seu melhor?

Quando você joga tênis, a melhor maneira de melhorar o seu jogo é jogar com alguém superior a você.

Isso permite você enfrentar o desafio de trazer seu jogo ao nível do outro jogador, ao invés de segurar ele.

Mesmo se você uniformemente esteja combinando com um concorrente, pode ser difícil para você melhorar. Quando eu aprendo uma nova habilidade ou me insiro em uma nova área, procuro pessoas de alto nível.

Às vezes, isso significa pagar por esse privilégio.

Quando você faz uma aula de teatro, você pode começar com a turma iniciante, mas isso pode colocar você em um ritmo mais lento, uma vez que um grupo só consegue avançar nesse ritmo.

Em vez disso, você pode escolher um curso personalizado em que é o único aluno e as pessoas que estão com você já são atores.

Isso torna de você o mais lento na turma, e você precisa se dedicar com toda a sua força para se manter no nível dessas pessoas.

O mesmo exemplo pode ser usado para uma aula de música, escolinha de futebol, basquete, natação e etc.

Você pode ser o melhor, e ser puxado para baixo pelo pior, ou pode escolher uma turma um passo a frente, e lutar para conseguir acompanha-los.

Alcançando o próximo nível

As pessoas ao seu redor podem fornecer as oportunidades que você está procurando e ajuda você a chegar no próximo nível?

Se você está apenas fazendo networking, planejando e interagindo com pessoas de seu nível que têm os mesmos tipos de contatos, eles não podem empurrá-lo e ajudar você a subir para o próximo nível, e será improvável serem capazes de encaminhá-lo para o próximo nível de oportunidades que você procura.

Podemos enxergar isso como um desafio, especialmente para as mulheres que ficam em grupos de networking somente de mulheres.

Enquanto esses grupos têm valor, às vezes, as mulheres estão perdendo oportunidade de se conectar com os indivíduos (que incluem homens com cargos mais altos) que podem ajudar a recomendá-las para novas oportunidades.

Seguindo em frente

Você não pode sempre ser o aluno, então enquanto você pode, lembre-se que há outros que podem se beneficiar de sua orientação.

Ao passo em que você melhorar suas habilidades de tênis, deixe um aprendiz jogar com você de vez em quando para obter exposição. Da mesma maneira, permita sempre que os alunos iniciantes usem você, seja no teatro, na aula de música, na natação ou futebol.

Quanto mais aprendemos e compartilhamos, mais reaprendemos.


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Estudo Indica Que Tédio Não é o Oposto de Estresse; Entenda

Descubra por que ficar sem fazer nada pode ser tão estressante quanto trabalhar horas a fio 

Segundo estudo intitulado “Characterizing the psychophysiological signature of boredom”, o estresse não é apenas obtido quando se está sobrecarregado no trabalho. Na verdade, o profissional pode ter uma descarga de exaustão semelhante caso não tenha o que fazer.

Colleen Merrifield e James Danckert, autores da pesquisa e professores da Universidade de Waterloo, no Canadá, chegaram a esta conclusão quando encararam o tédio não como simplesmente não ter o que fazer, mas sim como perceber que seus esforços não são o suficiente para se engajar com o trabalho.

Um dos experimentos conduzidos por eles demonstrou que, quando as pessoas assistiam a filmes tediosos, seus níveis hormonais, batimentos cardíacos e outros fatores intimamente ligados ao estresse aumentavam numa proporção superior do que quando estavam diante de um longa-metragem triste.

Esta constatação é agravada quando se analisa outra pesquisa publicada há três anos. “Bored employees misbehaving: The relationship between boredom and counterproductive work behaviour” indica que o estresse decorrente do tédio é capaz de propiciar comportamentos improdutivos no ambiente de trabalho, como acessar a internet para assuntos não relacionados ao ofício, fofocas e, em casos mais graves, até roubos.

Portanto, tente encontrar o equilíbrio. Embora se estressar faça parte do dia-a-dia de qualquer profissional, não se sobrecarregue de atividades e muito menos se livre de todas as responsabilidades. Lembre-se de que não é vantajoso para o seu bem-estar, sua carreira e seus colegas de empresa que você tenha tamanhos níveis de exaustão, independentemente da razão.


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Ser um EXEMPLO é Fundamental Para a Liderança Integral

Autor: Roni Silva


Sabe-se que para ser um bom líder é preciso de diversas competências para exercer a a função com excelência, entre estas atribuições fundamentais, destaca-se o “ser exemplo”. A liderança como ato de encabeçar equipes exige que a pessoa que ocupe o posto, inspire e seja guia tanto em suas ações como em seu comportamento.

Com gerações cada vez mais diferentes entrando no mercado de trabalho faz-se necessário um novo perfil de líderes, de pessoas que gerenciam equipes com seu exemplo, o exemplo faz com que as pessoas ao redor parem para observar e tomem boas atitudes como referencial. Um bom líder deve acolher sua equipe, ele pode não ser o dono de toda e qualquer informação, mas sabe aonde encontrar, sabe delegar de maneira com que cada um chegue a excelência.

Waleska Farias, Coach e Consultora de Carreira e Imagem afirma: “ O exemplo conquista seguidores. Precisamos de líderes que estejam dispostos a desenvolver pessoas, que sejam úteis para sua equipe, e que tenham bom comportamento, afinal se a palavra ilustra o exemplo mostra. O líder deve saber que o que ele faz deve ecoar de maneira positiva nas pessoas ao redor.

Liderança Integral?

Waleska salienta também que um líder não é apenas aquele que lidera equipes, mas aquele que é gestor de si próprio em todos os âmbitos, pois para atingir a liderança integral é necessário agir como líderes, tomar as rédeas da vida em todo e qualquer lugar. Um líder integral também sabe como deve criticar, sabe que críticas são aceitas de melhor forma quando o apontamento de erros também traz sugestões de melhora, isso faz um líder ser diferente.

Encontrar líderes que sejam exemplos e que sejam inspiradores está cada vez mais difícil segundo uma pesquisa realizada pela consultoria de gestão de negócios e recursos humanos Kienbaum, 63% dos executivos de alta administração das organizações consultadas acreditam que há carência de líderes em suas empresas. A pesquisa ainda constatou que 85% dos profissionais que estão em posição de liderança não possuem as competências necessárias liderar de forma integral.


Carreira – o “Patinho Feio”

Por Carlos Faccina

Não há como negar que sobre carreira muito se fala, analisa e recomenda, incluindo a mim.

Publicações especificas sobre o assunto vicejam nas bancas de jornais, livrarias e demais pontos de venda. Uma quantidade respeitável de seminários, congressos e Workshop tratam do assunto.

Não é, portanto, um problema de divulgação, análise e esclarecimento, mas carreira continua sendo o “Patinho Feio” dos quesitos importantes nas principais publicações que destacam as Melhores Empresas, quer por resultados, quer por ambiente de trabalho.

Se o critério da publicação é a nota atribuída pelos próprios funcionários, carreira aparece como uma das mais baixas, se não a mais baixa, entre as que possibilitam que a empresa seja considerada um lugar bom para se trabalhar.

Quando a classificação ocorre por resultados, as questões de recursos humanos e carreira, em especifico, raramente ocupam um lugar de destaque.

Por essas razões, veio-me à cabeça a fábula de Hans Christian Andersen, onde o patinho feio, que serve de exemplo como se fosse uma roupa que se veste de forma justa, deselegante, prejudicando a performance do seu portador para a vida.

O patinho feio,como sabemos, era, na realidade, um belo cisne,(como muitos, nasceu ou estava no lugar errado) correu risco de não ter sobrevida.

Abandonado, espezinhado pelos seus irmãos “patos”, sobreviveu e demonstrou toda a sua elegância, beleza e poesia para o mundo. Mas sofreu, quase pereceu e teve que ser muito forte para consolidar seu papel e posição na sociedade.

Assim ocorre com a carreira - fundamental para as pessoas e principalmente para as empresas, continua a ser tratada como patinhos feios (aqui não vai nenhuma rejeição aos patos). Quaisquer dúvidas sobre a questão carreira, não tratada como deve ser, importante e estratégica , pode ser esclarecida nesse sentido, ao se analisarem as principais publicações sobre as melhores empresas, quer por resultados, quer por ambiente de trabalho. Coincidentemente, as empresas, que obtêm os melhores resultados, apresentam as melhores notas sobre carreira.

Se carreira é importante, por que as empresas não dão o devido valor? Porque não a tratam como um belo cisne? listo a seguir, pontos que podem esclarecer a questão:

Carreira é ainda tratada de forma burocrática (no questionário sobre gestão de desempenho, existe um espaço para o gestor e avaliado preencherem as alternativas futuras,( normalmente permanecem no papel).

Carreira é promessa e raros são os gestores que se atrevem a fazer promessa com receio de não poderem cumprir com o prometido. Torna-se secundária, o objetivo é sobreviver (os assuntos não considerados “urgentes” são relegados a planos inferiores).

Receio de ser superado pelo subordinado (uma boa parte dos gestores teme promover e incentivar,( visto erradamente recearem perder no futuro sua posição).

Poucas empresas têm um plano realmente objetivo e definido de carreira – é difícil pela natureza do imponderado (mas não é impossível de ter um plano básico, pelo menos).

Assim, o ideal seria que a fábula de Andersen se tornasse realidade no quesito CARREIRA. Os patinhos feios são, na realidade, os belos cisnes do futuro.


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Série ETIQUETA PROFISSIONAL - Os 7 Erros Mais Comuns Durante Uma Conversa

Conheça os erros mais comuns durante uma conversa e saiba como você pode evitá-los 

A forma como você se posiciona durante uma conversa pode ser decisiva para que as pessoas gostem ou não da sua companhia. Se não conseguir estabelecer um diálogo fluído, pode ser prejudicado em várias áreas da sua vida, inclusive na sua carreira. Por isso, tente dar mais atenção à forma como age quando fala com alguém. A seguir, confira os erros mais comuns e aprenda como evitá-los:

1. Falar muito rápido

Falar muito rápido durante uma conversa pode fazer com que a pessoa com quem está conversando não entenda bem a mensagem que você pretende transmitir. Além disso, essa atitude pode causar nervosismo ao seu interlocutor. Por isso, faça pausas entre as suas frases.

2. Fazer muitas perguntas

Fazer muitas perguntas pode causar a impressão de interrogatório, deixando a outra pessoa desconfortável com a situação. Para evitar isso, basta fazer perguntas menos específicas. Espere pela resposta em vez de disparar de imediato outra pergunta, e desenvolva as conversas a partir do que a pessoa possa responder.

3. Falar muito sobre si

Procure perceber se nas suas conversas você tem o hábito de chamar a atenção o tempo todo sobre si mesmo, falando sobre os seus problemas, ambições, trabalhos, entre outras coisas. Se esse for o seu caso, é preciso mudar já, caso contrário poderá cansar as pessoas, deixando a impressão de ser uma pessoa egocêntrica. Mostre que tem interesse pelo que os outros têm a dizer e desenvolva os assuntos a partir disso.

4. Querer estar sempre certo

Algumas pessoas agem como se estivessem num campo de batalha durante uma simples conversa, querendo provar que os seus argumentos são sempre os corretos. Caso tenha esse hábito, o melhor a fazer para evitá-lo é aceitar que cada um tem uma opinião diferente e como tal deve respeitá-las para que receba esse mesmo respeito de volta.

5. Não ouvir o que o outro tem a dizer

Um dos maiores erros que pode cometer durante uma conversa é não ouvir o que o outro tem a dizer, interrompendo a pessoa sempre que ela começa a falar. É possível que faça isso sem se perceber, no entanto, é importante que tenha cuidado. Preste atenção ao que os outros dizem.

6. Ser rude

Lembre-se de ser sempre gentil durante uma conversa. Tentar mostrar-se superior aos outros é um erro que deve evitar. Isso pode afastar muitas pessoas.

7. Linguagem corporal

Já alguma vez tentou analisar a sua linguagem corporal durante uma conversa? Tente observar se a maneira como se posiciona não afasta as pessoas. Por exemplo: manter os braços cruzados pode causar a impressão de que não quer ter um diálogo. Por isso, tente relaxar e manter-se neutro, fazendo contato visual e sorrindo algumas vezes para mostrar simpatia.


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Fique Melhor em Qualquer Coisa Com Apenas 2 Minutos Por Dia

Marshall Goldsmith sugere uma lista com 32 perguntas para responder diariamente e, melhorar o seu desempenho. Faça o teste 

Por André Bartholomeu Fernandes

O mundo do coaching de liderança é cheio de promessas. Marshall Goldsmith é nativo para os 2 mundos: ele é um treinador experiente e autor de 34 livros de gestão.

E ele tem uma promessa que parece boa demais para ser verdade. Sim, ele está lá em cima, no título: fique melhor em qualquer coisa com apenas 2 minutos por dia.

Se o seu detector de besteiras está disparando em todos os sentidos, fique tranquilo. Goldmith diz que a maioria das pessoas não terá êxito em usar o seu plano encantadoramente simples.

Mas, ele avisa que, apesar de serem apenas 2 minutos, não é algo simples. São 2 minutos difíceis.

Qual é a grande ideia?

Primeiro, você vai querer tomar conta de tudo em sua vida que é dispensável: qualquer coisa em sua vida que seja sem importância para você. Fofocas, reuniões desnecessárias e etc.

Em seguida, se concentre no que é realmente importante para você. Faça uma lista de tudo que você quer e sinta que é possível alcançar tudo aquilo que quer.

Goldsmith sugere fazer 7 colunas em uma planilha, uma para cada dia da semana. Faça a lista de tudo que você quer fazer, como o que fazer para melhorar seu relacionamento, o que fazer para melhorar sua forma física, seus problemas de desempenho, etc.

Essa é a parte mais difícil, porque a experiência de examinar suas próprias falhas para realizar seus objetivos de maior prioridade a cada dia, não é apenas humilhante, mas também doloroso.

O seu desafio é manter isso diariamente, e manter-se responsável pelas perguntas e pela sua melhoria. Ele mesmo paga uma telefonista para ligar para ele diariamente e ouvir a sua lista em voz alta.

Elabore uma lista com 32 perguntas sobre como melhorar a sua vida e pense por 2 minutos sobre as respostas.


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Ser Feliz no Trabalho é Questão de Escolha

Ser feliz no trabalho é mais fácil do que se imagina, entretanto, é necessário rever alguns conceitos e perseguir algumas metas com uma vontade interior incontrolável de mudar para melhor 

Por Jerônimo Mendes

Nas minhas andanças pelas empresas, tenho constatado um número cada vez maior de profissionais carentes, apreensivos, cheios de dúvidas e infelizes, apesar de estarem bem colocados no mercado de trabalho e de receberem bons salários.

Depois de uma palestra ou mesmo durante o desenrolar de um projeto de consultoria, profissionais de todas as idades se aproximam e, num gesto de desabafo, entregam suas vidas na esperança de encontrar uma luz no fim do túnel para suas trajetórias equivocadas na vida e no trabalho.

Fazer o que se gosta é muito diferente de gostar do que se faz. Se fosse possível optar, penso que mais de 50% das pessoas mudaria de ocupação a fim de se encontrar na vida profissional, porém as estatísticas comprovam e a experiência nos ensina que a diferença entre o sonho e a realidade ainda é um abismo.

A felicidade no trabalho deve estar associada a um projeto de vida, algo a ser perseguido com muita energia e disposição, foco e persistência. O resultado financeiro seria uma mera consequência do trabalho bem feito.

Diante desse dilema comum, aqui vão algumas lições com intuito de provocar uma reflexão mais elaborada a respeito da sua vida, da sua carreira e da sua própria felicidade. Segui-las ou não é um critério muito particular e nada disso terá efeito se não houver, de sua parte, uma vontade interior incontrolável de mudar para melhor.

1. O mundo é dos otimistas. Os pessimistas morrerão falando mal de tudo e de todos. Não há mais espaço nas organizações para pessoas carrancudas, bicudas, negativas, cujo passatempo predileto é dar socos na mesa, falar mal do chefe, do colega recém promovido, da falta de benefícios ou ainda viver em estado de queixa permanente, portanto, sorria mesmo tendo que conviver diariamente com pessoas que você não gosta. Faz parte do aprendizado, faz parte da evolução.

2. O ser humano é naturalmente indissociável: as emoções da relação pessoal e da profissional estão intimamente ligadas. Ninguém sai de casa feliz deixando o filho doente com 40 graus de febre nas mãos da empregada assim como ninguém sai do trabalho feliz depois de levar um esculacho no meio do corredor. Em casa pensamos permanentemente nos problemas do trabalho e vice-versa. Fé, equilíbrio e paz de espírito são imprescindíveis.

3. No mundo corporativo, manda quem pode, obedece quem precisa, muda quem tem juízo.Isso não significa que você deve mandar tudo para o espaço no dia seguinte, mas a relação de submissão existe e tende a ser mais dolorosa de acordo com o grau de aceitação que conferimos a ela. Em resumo, não trabalhe para empresas cujo dono, diretor ou gerente é espiritualmente fraco. Seja mais forte do que ele e procure uma empresa compatível com o seu modo de viver e agir.

4. Se você sai de casa para o trabalho na segunda-feira indignado e já pensando na sexta-feira, possivelmente está no lugar errado. Lembre-se: fazer o que se gosta é diferente de gostar do que se faz. Eis uma excelente razão para você perseguir a primeira parte sem se descuidar da segunda, porém não se iluda, encontrar o lugar certo e a profissão certa é algo que demanda tempo e desprendimento.

5. Faça o que for possível para realizar o seu projeto de vida, mas seja ético. Fuja do sentimento de vingança, da perseguição, da inveja e da malícia que permeiam o mundo corporativo. Para crescer profissionalmente não é necessário puxar o tapete alheio nem viver grudado no saco do chefe. Existem maneiras inquestionáveis de demonstração da competência e do senso de contribuição. Você pode perder o emprego, mas força de vontade e inteligência ninguém lhe tira.

6. Mais importante do que a pressão exercida no ambiente de trabalho, acredite, existe vida fora dele. Lembre-se que a família te espera em casa, são e salvo, de braços abertos, a menos que você seja um perfeito alienado e tenha casado com o trabalho. Nesse caso é uma questão de opção. Evite o perfil do tipo “my name is job”. Seu sobrenome tem mais valor do que aquele que está no seu crachá.

7. Nenhuma empresa tolera colaboradores desleais, portanto, honre seus superiores, subordinados, colegas e, principalmente, seus clientes. Tudo na vida é resultado e a vida também é feita de princípios. O fato de você conviver com pessoas de cores, credos e sexos diferentes exige muito mais perspicácia do que se imagina. Respeito é o mínimo que se espera num ambiente onde a convivência não é tão simples quanto deveria.

8. Não tenha receio de trabalhar com subordinados melhores do que você. No passado os “chefes” temiam os profissionais com maior grau de conhecimento com medo de que esses lhes puxassem o tapete ou lhe fizessem sombra. Isso não acabou por inteiro, é fato, mas o verdadeiro líder é aquele que procura montar equipes com profissionais melhores do que ele tecnicamente, o que, em momento algum, há de lhe tirar o mérito. Ao contrário, torna-se uma grande oportunidade para mostrar suas verdadeiras habilidades como líder extraindo o que há de melhor do grupo.

9. A maneira mais fácil de conseguir aumento de salário é fazer algo diferente e produtivo.Pedir aumento pode até resolver, mas uma negativa pode se tornar uma verdadeira frustração, principalmente pelo fato de termos em mente que sempre valemos mais do que ganhamos. A segunda maneira é mudar de emprego ou ainda se tornar empreendedor, atitude mais sensata do que passar a vida se lamentando em algo que não lhe traz o mínimo de felicidade.

10. Reconhecimento nem sempre vem com o trabalho duro, mas com o tempo. Passar a vida esperando esse bendito reconhecimento é uma heresia imperdoável que acaba em frustração, dor e tristeza. Reconhecimento é algo relativo e ao mesmo tempo subjetivo. Quantos “Ronaldinhos”, “Einsteins”, “Pelés” e “Madres Teresa de Calcutá” você conhece? Conta-se nos dedos. Trabalhe duro sem depender do reconhecimento alheio para não se frustrar. Reconheça você mesmo o seu valor, acorde cedo, levante os ombros, respire fundo e cresça por si mesmo. O resto é consequência.

11. Em momentos de crise, o importante é manter a lucidez e o foco. Seja humilde, deixe o orgulho de lado, não perca o contato com os amigos e não tenha vergonha de pedir. Pedir não ofende. Quando fui demitido pela primeira e única vez, o mundo desabou, mas o importante foi manter a calma. O discurso de durão e a pose de orgulho não valem nada numa hora dessas. Lembre-se de um velho ditado dos nossos avós: é no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam. Naquela ocasião eu me lembrei do Jack Welch, CEO da General Electric nos Estados Unidos, que afirmou: “até um pé no traseiro te empurra para frente”.

12. Passar a vida correndo atrás de uma profissão estável, tranquila e segura é uma utopia.Isso não existe, portanto, o melhor a fazer é estar pronto para o mercado todos os dias. Estar pronto para o mercado significa manter o currículo atualizado, estabelecer um bom networking, dominar definitivamente um segundo idioma e jamais esquecer dos amigos, principalmente os de infância, adolescência e de faculdade. São eles que poderão ajudá-los nas horas mais difíceis, se os tiver em alta conta e puder realmente chamá-los de amigos.

Existem pessoas que vivem procurando alguém para motivá-las como se a motivação fosse algo transferível a qualquer tempo, mas a carência humana não tem limites e a motivação é praticamente um estado de espírito, algo que vem de dentro, da alma.

Para ser feliz no trabalho é necessário rever conceitos, dentre eles o próprio conceito de felicidade. Lembre-se das palavras de Albert Camus, grande pensador francês: “não existe dignidade no trabalho quando nosso trabalho não é aceito livremente”.

Pense nisso, aja diferente e seja feliz!

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14 Comédias Que se Inspiram no Mundo do Trabalho

Por Claudia Gasparini

Levar o trabalho um pouco menos a sério pode ser um ótimo antídoto contra o stress. A seguir, você vê filmes e séries de TV que partem desse princípio para extrair humor da vida profissional. Confira:

"The Office"

Inspirada pela série original britânica, a versão americana de "The Office" mostra a rotina de colegas de escritório, com todo o seu mau humor, tédio e disputas de ego. ("The Office", 2005-2013)

"30 Rock"

Na sitcom, a roteirista Liz (Tina Fey) tem que driblar a imprevisibilidade da nova estrela do seu programa. Enquanto isso, precisa lidar com Jack (Alec Baldwin), seu chefe arrogante e controlador. ("30 Rock", 2006-2013)

"Archer"

Com visual de animação, a série mostra a vida desregrada de Archer, um espião perigoso que também é um péssimo colega de trabalho. A série satiriza a vida profissional, fazendo rir com situações absurdas. ("Archer", 2009-)

"Quero matar meu chefe"

O filme apresenta três amigos transtornados com as loucuras dos seus respectivos chefes. Sem alternativas, acabam tomando uma decisão radical: assassinar os patrões. ("Horrible bosses", 2011)

"O diabo veste Prada"

Andy (Anne Hathaway) consegue um disputado emprego em uma revista, mas acaba mudando sua vida para atender aos desmandos da impiedosa Miranda (Meryl Streep), sua nova chefe. ("The Devil Wears Prada", 2006)

"Como enlouquecer seu chefe"

O filme mostra três colegas que, cansados de seu emprego em uma empresa de software, decidem sabotar o trabalho e se rebelar contra o chefe. ("Office Space", 1999).

"Mensagem pra você"

Kathleen (Meg Ryan) e Joe (Tom Hanks) são rivais nos negócios e se detestam. Mas, quando começam a se comunicar anonimamente pela internet, acabam se apaixonando sem perceber. ("You've got mail", 1998)

"Parks and recreation"

Da entusiasmada Leslie (Amy Poehler) a seu sarcástico assistente Tom (Aziz Ansari), a série explora de forma cômica a rotina de funcionários públicos. ("Parks and recreation", 2009-)

"Amor sem escalas"

Com toques de humor e melancolia, esta comédia dramática expõe a vida de Ryan Bingham (George Clooney), um homem cujo trabalho é viajar pelo mundo demitindo pessoas. ("Up in the air", 2009)

"Ugly Betty"

A série mostra as desventuras de Betty, a inteligente secretária de uma revista de moda. Distante dos padrões estéticos impostos pela sociedade, ela precisa exibir competência para ganhar respeito. ("Ugly Betty", 2006-2010)

"Uma secretária de futuro"

Nesta comédia romântica, a secretária Tess (Melanie Griffith) aproveita a ausência da chefe para se passar por ela. Com a ajuda de Jack (Harrison Ford), ela aproveita para concretizar suas próprias ideias de negócio. ("Working girl", 1988)

"Em boa companhia"

O filme mostra como Dan (Dennis Quaid), um experiente executivo, tem que lidar com a chegada de um novo chefe que tem metade da sua idade e, para completar, está envolvido com sua filha. ("In good company", 2004)

"Como eliminar seu chefe"

Esta clássica comédia mostra como três colegas de trabalho encontram, juntas, uma forma de dar o troco em seu chefe machista, egoísta e mentiroso. ("Nine to five", 1980)


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14 Hábitos Que te Deixam Mais Rico

Por Marília Almeida

Dinheiro não cai do céu. O caminho para a riqueza, seja para obter um padrão de vida que inclua mansões e iates ou apenas para viver de forma confortável, exige muitos esforços e, principalmente, disciplina.

Hábitos simples podem fazer a diferença na hora de construir um patrimônio para a vida inteira. Veja alguns deles a seguir.

1. Compre o que precisa e não o que quer

Gastar uma parcela representativa da renda com lazer com o intuito de recompensar a si mesmo por mais um dia difícil de trabalho pode prejudicar o futuro de quem compra o que deseja, e não o que precisa.

Gastos diários com refeições fora de casa, festas, roupas, etc. podem ser nocivos para as finanças ao ocupar, no orçamento doméstico, o lugar de investimentos e economias que tenham efeitos duradouros.

"Quem vê gastos pequenos e frequentes como conquistas que o incentivam a continuar a trabalhar está conquistando pouco", diz o consultor financeiro Mauro Calil. "As justificativas emocionais devem ser trocadas por decisões racionais".

2. Gaste menos do que ganha

Mesmo alguns milionários, que têm maior flexibilidade no orçamento, em alguns casos levam uma vida mais simples do que a sua renda permite. Dessa forma, é possível continuar a enriquecer, pois a folga no orçamento pode ser destinada aos investimentos e reservas financeiras.

Isso não significa que o padrão de vida não se deve ser elevado conforme a renda aumenta, apenas mostra que é necessário ter equilíbrio.

Em caso de aumento do salário, por exemplo, Mauro Calil recomenda destinar metade do dinheiro que será recebido com o incremento na renda para consumo e despesas do mês e a outra metade para investimentos e a formação de uma reserva financeira.

Assim, é possível economizar e elevar o padrão de vida ao mesmo tempo, diz o consultor financeiro. "Essa estratégia pode ser aplicada sempre que a renda do investidor aumentar".

3. Calcule se você pode pagar pelo que compra

Ao parcelar compras o consumidor deve ter consciência de que as parcelas mensais devem ser pagas rigorosamente em dia para evitar o pagamento de juros.

Para assegurar que a aquisição não coloque em risco a saúde do orçamento no futuro, é necessário monitorar os pagamentos e não comprometer mais do que 20% da renda líquida do mês com o crédito.

"É recomendável evitar financiamentos e preferir pagar as compras à vista", diz o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Samy Dana.

4. Tenha paciência

Nas palavras do megainvestidor americano George Soros, enriquecer é um processo enfadonho. Geralmente, grandes fortunas não são construídas da noite para o dia. Quanto maior o planejamento e o prazo para investir, maiores e mais sólidos tendem a ser os ganhos.

"Quando o objetivo é enriquecer, todo mundo quer ser a lebre ou a cigarra retratadas em fábulas infantis, que trabalham pouco e desfrutam dos benefícios. Mas é preferível ser a formiga ou a tartaruga, que se esforçam e demoram mais para atingir suas metas", diz Mauro Calil.

Segundo o consultor financeiro, investimentos fáceis e rápidos costumam ser caracterizados por picos de ganhos, que podem ser seguidos por um período longo de dívidas, resultantes de eventuais prejuízos. Já os investimentos menos arriscados, que não possuem promessas de retornos absurdas, podem não gerar um rendimento tão alto, ou imediato, mas são mais garantidos.

5. Busque se livrar das dívidas

Os altos juros cobrados no Brasil podem destruir o patrimônio de quem fica inadimplente. As taxas podem dobrar o valor das dívidas em um ano, caso o consumidor utilize o cheque especial, por exemplo. Portanto, eliminar as dívidas devem ser sempre uma prioridade.

Samy Dana recomenda que o consumidor evite cair na cilada de acreditar que, se as parcelas cabem no bolso, o financiamento é barato.

"O crédito só deve ser usado em caso de emergência ou necessidade, como no caso da compra de um veículo que será utilizado como ferramenta de trabalho", diz o professor da FGV.

6. Use o tempo a seu favor

No caminho para enriquecer, o tempo oferece vantagens.

Caso o investidor opte por aplicações de renda fixa, os rendimentos serão maiores e as alíquotas de imposto de renda menores ao deixar o dinheiro render por mais tempo.

O prazo de investimento longo também é um aliado das aplicações de renda variável, como as ações.

"Um período mais longo torna possível investir em uma empresa que está passando por uma crise mas que tem potencial para crescer, cujas ações estão baratas, mas podem oferecer maiores ganhos no futuro", diz Samy Dana.

7. Entenda que dinheiro não compra felicidade

Enriquecer sem objetivos não é garantia de uma vida com realizações. Para que os investimentos e as economias façam sentido, é necessário ter objetivos financeiros no curto, médio e longo prazo.

Dessa maneira, é possível direcionar esforços e evitar gastos desnecessários, impulsionados por frustrações que podem comprometer o orçamento no futuro.

8. Tenha consciência de que imprevistos acontecem

Como é impossível prever o futuro, é necessário se prevenir para que as finanças não saiam do controle caso ocorram imprevistos, como uma situação de desemprego, ou uma doença na família.

Samy Dana recomenda formar uma reserva financeira, com aplicações de médio e longo prazo, com o intuito de pagar gastos inesperados. Nessa reserva, também chamada de colchão financeiro, é recomendável ter uma quantia que equivalha à soma da renda de pelo menos seis meses de trabalho.

As aplicações devem permitir que o dinheiro possa ser facilmente resgatado e sem a cobrança de penalidades altas. O ideal é diversificar o valor da reserva de emergência entre aplicações extremamente líquidas, como a poupança, e outros investimentos de renda fixa menos líquidos, mas que não sejam arriscados, como CDBs, fundos de renda fixa e títulos públicos.

9. Não se iluda com pessoas que enriqueceram da noite para o dia

É comum associar a riqueza a ganhos fáceis, diz Mauro Calil. "Todo mundo sabe quando o atleta é campeão, mas ninguém vê que ele treinou 12 horas por dia para atingir este objetivo".

O consultor financeiro recomenda não transformar casos raros, como de empresários que tiveram ideias brilhantes e enriqueceram de forma rápida, como regra. "A melhor maneira de construir um patrimônio financeiro sólido é trabalhar", afirma Calil.

10. Não tenha medo de pensar grande 

A ambição pode ajudar a enriquecer ao manter o investidor mais motivado e envolvido, na visão de Mauro Calil.

Para o consultor financeiro, grandes metas mantêm a vontade de perseguir objetivos financeiros. Quem pensa grande não deve temer frustrações. "O investidor pode não conseguir chegar até a sua meta, mas no mínimo vai chegar mais longe", diz.

11. Aprenda a administrar o dinheiro

É importante aprender a gerenciar o próprio patrimônio, para que as decisões não sejam sempre terceirizadas. Ao entender como administrar o patrimônio, é possível filtrar conselhos ruins e manter bons hábitos financeiros diariamente, sem depender de outra pessoa.

Fazer as aplicações corretas e utilizar as ferramentas adequadas é apenas uma pequena parte do processo, diz Mauro Calil. "O mais importante é saber controlar emoções para evitar gastos desnecessários".

12. Faça o que gosta

Se sentir realizado no trabalho pode ser importante na construção de um patrimônio financeiro. O envolvimento incentiva o crescimento na carreira.

Gostar do que faz também afasta frustrações, que podem levar a gastos indevidos, diz Mauro Calil. "Trabalhar no que interessa exige menos esforços do que trabalhar apenas para pagar as contas no final do mês".

13. Vá atrás do dinheiro

Aplicar o dinheiro no banco no primeiro produto que aparece pode até gerar uma falsa sensação de dever cumprido, mas não é suficiente para fazer com que o patrimônio cresça.

É necessário monitorar de forma ativa os investimentos e comparar, periodicamente, os rendimentos oferecidos por diversas instituições financeiras.

A pesquisa pode incluir, além de grandes bancos, bancos médios e bancos de investimentos, onde aplicações de até 250 mil reais também são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no caso de falência da instituição financeira.

14. Invista em si mesmo

Especialistas recomendam investir em aplicações financeiras, mas, principalmente, em si mesmo. "Quem tem maior nível de educação costuma ganhar maiores salários, o que é essencial para sustentar o patrimônio no futuro", diz Mauro Calil.

Em outras palavras, pode valer mais a pena investir em um curso no exterior, que pode revolucionar a carreira, do que investir os recursos em uma aplicação financeira.

Ainda que uma aplicação possa trazer retornos mais palpáveis inicialmente, seu potencial é muito mais limitado do que um investimento feito na carreira, cujos retornos podem não ter limites.


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