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20 Lições Essenciais Para Felicidade e Sucesso

Todos nós buscamos sucesso, e em última essência, felicidade. Aqui está com se aproximar desse caminho 

Por André Bartholomeu Fernandes

Você já parou para pensar em sua jornada de vida, e se está feliz com o que está fazendo – se realmente está fazendo alguma coisa?

Quando a idade chega, precisamos refletir sobre isso: nossa idade, se estamos felizes em comparação à nossa juventude, se estamos em paz, contentes, confiantes e etc.

Aqui estão algumas lições que devemos aprender ao longo dos anos.

#1. Saiba que o foco pode aumentar sua mente

Essa dica, Laura Shin aprendeu em um curso incrível chamado Something Different for Women, e que o curso a ajudou a mudar sua vida – simplesmente mudando sua mentalidade.

Se você constantemente pensa em coisas ruins em sua vida, como em seu colega de trabalho chato ou um erro recente isso vai ocupar uma quantidade desproporcional de seu espaço mental.

Por outro lado, se você se concentrar em seus sucessos recentes, as novas metas e seus colegas de trabalho divertidos, seus dias não apenas serão mais agradáveis, mas coisas positivas começaram a aumentar em sua vida.

É como diz o ditado: “cuidado com seus pensamentos pois eles se tornam palavras, cuidado com suas palavras pois elas se tornam ações, cuidado com suas ações, elas tornam-se hábitos, cuidado com seus hábitos se tornam sua personalidade, cuidado que sua personalidade, ela se torna seu destino”.

#2. Não leve as coisas para o lado pessoal

Muitos escritores freelancer lançam ideias de histórias para os editores e, em seguida, se o editor não responde, imediatamente assumem que ele/ela odiou o tom e odeia o escritor – e 99,9% das vezes, o editor está apenas ocupado.

Mesmo quando as pessoas não estão ocupadas, quero dizer, não é sobre você – é sobre eles.

Eles tiveram um dia ruim, uma infância ruim ou ainda nem almoçaram.

#3. Expresse gratidão – diariamente

As 2 primeiras orientações não são fáceis de seguir. Mas um hábito que vai ser fácil de adotar é tirar um momento diário para reconhecer o bem em sua vida.

Escolha um método que funciona para você – escreva ou compartilhe com outras pessoas. (Só não faça mentalmente para si mesmo, o ritual não vai funciona).

Expressar gratidão exercita nosso músculo seu músculo da positividade e torna mais fácil manter-se mesmo firme durante tempos ruins.

Quando você for demitido, uma prática de gratidão irá lembrá-lo que você ainda tem a sua saúde, ou se você tiver um acidente de moto, você vai ser especialmente grato por seus amigos e familiares.

#4. Faça as coisas para si mesmo, mas não aja como um sabichão

Há uma linha tênue que divide as pessoas que pensam que sabem tudo e as pessoas que tem medo de pedir tudo.

Não seja ambos os lados nessa linha. Se você não tem certeza se você está sendo explorado ou tratado mal, pergunte a seus amigos e familiares o que é apropriado.

Se você acha que a outra parte está tirando vantagem de você, fale por si mesmo. As pessoas estarão menos propícias a ajudar você se você agir como se você estivesse com dívida com o mundo.

#5. Peça 100% do que você quer de 100% das pessoas 100% do tempo

Ser claro sobre suas necessidades e desejos elimina muita angústia, inconveniência e desconforto em sua vida – e abre espaço para facilitar.

Basta pedir o que você quer, em vez de torcer as mãos sobre a possibilidade de, como ou o que é razoável.

A menos que o seu pedido seja um absurdo, o que você deve saber em seu instinto (ou pedir a amigos e colegas de trabalho), o pior que pode acontecer é que a resposta seja não.

#6. Aprenda a gostar da rejeição

Cada rejeição significa algo e a cada rejeição, mais próximo do sim você está.

Como Hochman diz: “você nunca vai escrever para o The New Yorker, a menos que você fisue o The New Yorker“.

Então, sempre se coloque a disposição, e se acostumar a ser rejeitado. Ninguém nunca vai ter uma média de rebatidas perfeitas, então se acumulam as rejeições, a fim de obter os sins.

#7. Reconheça que o dinheiro lhe dá liberdade

Eu costumava estar interessado em praticamente tudo, menos dinheiro. Se isso descreve você também, lembre-se que se você não cuidar do seu dinheiro, você pode se tornar um escravo da dívida e não têm a liberdade de perseguir seus objetivos.

Obtenha um orçamento e aprenda as noções básicas de finanças pessoais para que você não desperdice seu dinheiro em coisas que você não valoriza.

#8. Negocie sempre

Qualquer pequena mudança em seu salário, contas ou dívidas precisam ser negociadas, isso significará maiores aumentos futuros e mais dinheiro ao longo de sua vida.

Isso tornará muito mais fácil para você realizar seus objetivos, seja relacionados à sua carreira, comprar uma casa, casar, mandar seus filhos para a faculdade ou viajar.

Aprenda a pedir mais dinheiro do que você está confortável a pedir.

#9. Comece a investir cedo

Investir cedo faz você poupar dinheiro, especialmente para a difícil tarefa de acumular algo para aposentadoria.

Comece a poupar e investir o mais cedo possível e torne isso um hábito ao longo da vida. Isso vai permitir que você tenha uma reserva para os tempos difíceis, ou quando você quiser se aposentar de vez.

#10. Faça uma coisa de cada vez

Essa pequena sabedoria zen é mais relevante do que nunca.

Coma quando você comer. Caminhe quando você caminhar. Desfrute dos sabores e texturas de seu alimento. Preste atenção à sensação de seu pé descalço no chão de madeira.

Não seja multitarefa. Isso requer um esforço consciente. Inundar sua mente com distrações esgota seu poder cerebral para trabalhos importantes.

#11. Aceite e aprecie o agora

A vida está sempre mudando e em breve o ritmo atual de seus dias vai se transformar em algo novo.

#12. Esteja sempre em contato com a natureza

Todos os dias, tenha contato com a natureza, de alguma forma, grande ou pequena.

Mesmo se sua agenda estiver lotada, passe um minuto observando os padrões de gotas de chuva contra sua janela.

Assista a uma árvore enquanto ela se curva e se move com o vento. E sim, cheire as rosas.

#13. Varra o seu lado da rua

Outra pérola de sabedoria. Se você tem um problema com alguém e precisa ficar bem com eles, primeiro descubra o que você fez de errado.

Você não pode encontrar uma solução para o problema até que você também saiba como você contribuiu para isso, e eles não vão trazer a paz até que você reconheça seu papel.

#14. Saiba que as pessoas que falam pelas costas dos outros também estão falando de você

Essas pessoas não são verdadeiros amigos. O mundo tem muitas pessoas que não são fofoqueiras entre as quais você pode escolher os verdadeiros amigos.

#15. Não guarde rancor

No espírito de pedir 100% do que você quer de 100% das pessoas 100% do tempo, se você precisar cortar alguém fora de sua vida, faça isso.

Mas guardar rancor suga sua energia. Assim, estabeleça limites, mas não fique agitado sobre isso. Aprenda a lição, então siga em frente.

#16. Dê sempre o melhor de si mesmo para evitar arrependimentos

Às vezes, as oportunidades especiais vem ao longo da vida. Se vai ou não obter qualquer uma em particular não é tão importante, porque mesmo se você não receber um presente, uma outra oportunidade virá junto.

Mas o que vai deixar um efeito duradouro é não fazer o seu melhor, não receber fazer o que precisa ser feito, e ficar se questionando.

Não faça isso. Coloque o seu melhor pé na frente para que você saiba se você foi julgado em seu verdadeiro mérito e não um esforço meia-boca.

#17. A mudança duradoura começa com hábitos diários

Se você imaginar um futuro diferente para si mesmo, não vai mudar a sua vida atual e se tornar uma pessoa completamente nova.

O que você pode fazer agora para chegar lá? Comece a incorporar isso em sua vida hoje.

#18. Pergunte a si mesmo: “será que isso vai importar em um ano?”

Quando você enfrenta certas decisões – seja ter alguns dias de folga para fazer uma viagem com o seu pais idosos ou recusar eventos sociais por algumas semanas para fazer um trabalho estelar de seu cliente dos sonhos – tenha certeza de que você estará feliz no ano que vem com o que você escolheu hoje.

#19. Trate os outros com bondade e compreensão

Todo mundo tem suas próprias bagagens, problemas e preocupações, e também estão se esforçando para ter felicidade e liberdade para perseguir seus próprios sonhos.

Ajudar as pessoas, ser bom para elas ou até mesmo, apenas sorrir para um estranho pode causar efeitos em série.

Se você já teve alguém fazendo algo de bom para você, você provavelmente já sentiu a compulsão de passar para frente, definir essa corrente em movimento mesmo.

Bondade custa pouco, mas recompensas a todos.

#20. Saiba que como você usa a sua mente está em seu poder

A cada momento, você tem uma escolha sobre como usar sua mente, e que, por sua vez, lhe dá o controle ao longo de sua vida.

Você pode agir com amor ou ódio, bondade ou maldade, grande coração ou mesquinhez, atenção ou distração – e quanto mais você opta pela primeira dessas escolhas, mais amor, bondade, grande coração e consciência você terá em sua vida.


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6 Perguntas Para Criar um Produto ou Serviço

Professora explica como definir seu produto ou serviço ao empreender

Por Priscila Zuini

Respondido por Cynthia Serva, especialista em empreendedorismo

Ter uma ideia de negócio é o ponto de partida para empreender, e empreendedores são pessoas de ideias. Mas ter somente uma ideia não é o suficiente para ter um negócio.

Sua ideia precisa realmente representar uma oportunidade de mercado, ou seja, é necessário que você valide a hipótese que existem clientes dispostos a pagar pelo produto ou serviço que você quer desenvolver.

Portanto, ter uma ideia de negócio que representa uma oportunidade de mercado é quando você percebe uma forma de resolver um problema (oportunidade!) de um determinado segmento de pessoas ou empresas (clientes!) através de um produto ou serviço.

É importante que a definição do produto ou serviço seja baseada em sua singularidade, sua funcionalidade e na necessidade do cliente que pretende atender. 

Nessa fase de planejamento não se esqueça de que as melhores pessoas confirmar se de fato seu produto ou serviço funciona é o seu potencial cliente. Lembre-se de sempre levar em conta a perspectiva do cliente.

Posicione seu produto ou serviço com um benefício importante e significativo, que faça com que as pessoas estejam dispostas a pagar. Clientes não compram um produto ou serviço em si, mas sim, seus benefícios. Eles pagam para ter seus problemas e necessidades resolvidos.

Nesse ponto procure refletir sobre o que torna seu produto ou serviço único, o que o torna melhor que o da concorrência. Tente responder as seguintes perguntas:

1. O que é o meu produto ou serviço e o que ele faz?
2. Como meu produto ou serviço resolve um determinado problema? 
3. Em que ele é diferente de outros produtos e/ou serviços?
4. Quem o comprará? Quem serão meus clientes?
5. Porque eles o comprarão?
6. Como o produto ou serviço poderá será promovido e vendido/oferecido?

Respondida essas perguntas, você estará muito mais preparado para definir tanto seu planejamento estratégico quanto o de marketing, e posicionar de forma correta seu produto ou serviço no mercado em que pretende atuar.

Cynthia Serva é coordenadora do Centro de Empreendedorismo e Inovação do Insper.


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O Processo Seletivo em Grandes Empresas

Autor: Roni Silva

Embora os pequenos e médios empreendimentos tenham ganhado um espaço fundamental no mercado de trabalho, ter uma carreira em organizações de grande porte ainda está nos sonhos de diversos profissionais. Conhecidas por terem processos seletivos complicados e uma série de exigências, trabalhar nestas empresas pode parecer um sonho distante.

O que estas empresas buscam exatamente? Por que tantas dificuldades no processo seletivo? O recrutamento é justo para todos os concorrentes? Muitos são os questionamentos e profissionais acabam desistindo de participar destes processos com receio das etapas.

É preciso confiar mais em si mesmo, afinal as organizações apenas zelam pelo seu capital humano e por isso, todo e qualquer processo seletivo busca encontrar os profissionais mais adequados às vagas e a cultura da organização. E é assim que um profissional deve pensar, que não importa o porte da organização, o intuito é sempre o mesmo. Isso não significa que o candidato não deva se preparar e estar afiado, o preparo é sempre necessário.

Dicas para trabalhar no Google, por Monica Santos, diretora de RH da empresa

O Google, que sempre está na lista das melhores empresas para se trabalhar, é o sonho de muitos profissionais, a empresa possui um escritório moderno, têm uma excelente taxa de crescimento e é conhecida pelo clima jovial e receptivo, no entanto a multinacional não busca candidatos autodidatas e excepcionais, claro que para que haja uma contratação o profissional deve ser muito bom no que faz, mas nada fora do normal.

“O Google possui uma cultura que visa desenvolver pessoas dentro da organização, o nosso negócio nasceu dentro de uma universidade e esta característica institucional, de valorização do ensino e do crescimento educacional é muito presente em toda a organização. Para trabalhar no Google é preciso ter esta vontade de crescer, de se desenvolver não apenas profissionalmente, mas que tenha sede de possuir novos conhecimentos sempre”, afirma Monica Santos, diretora de RH do Google.

Então quais os segredos de um processo seletivo?

Não, não há segredos em um processo seletivo! É válido ressaltar que o objetivo destes processos é sempre o mesmo, encontrar a pessoa mais adequada ao perfil da empresa e da vaga. No entanto, é preciso entender que todas as organizações buscam candidatos que compartilhem da mesma cultura e ideais que ela, por isso, é importante pesquisar sobre a empresa e sua filosofia.

Não é interessante nem para a empresa nem para o profissional que eles não compactuem dos mesmos ideais, por isso, antes de tudo é preciso entender objetivos pessoais e cruzá-los com o que a organização necessita, afinal quando se trabalha em uma instituição que compartilha dos seus ideais as chances de sucesso profissional são bem maiores.


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Uma História Real de Alguém Que Você Conhece

Uma criança rejeitada, mas que deixou um grande legado para o mundo

Por Flávio Augusto

O personagem conhecido de nossa história foi filho de uma mãe solteira, de uma gravidez indesejada, resultado de um relacionamento de ocasião na faculdade e de um comportamento irresponsável na hora da relação sexual. Sim, irresponsabilidade. Estamos falando de uma pessoa esclarecida, bem educada e com o discernimento de todos os métodos para se proteger de doenças sexualmente transmissíveis e de uma possível gravidez, mas que acabou cedendo a um efêmero momento de prazer passageiro sem pensar nas consequências.

Diante do resultado positivo no teste de gravidez, ela estava decidida a não querer o filho, para que não atrapalhasse seus planos de ter uma carreira. Apesar da existência de uma lei que permite o aborto nos EUA, ela não quis carregar a culpa por ter matado aquela criança. Decidiu assumir a responsabilidade por seu erro e passou pela gravidez até o nascimento do bebê a fim de colocá-lo disponível para adoção quando nascesse.

Mesmo rejeitando a criança, ela colocou alguns requisitos para a adoção, considerando ser a sua colaboração para o bem do futuro de seu "filho", ainda que não viesse a conhecê-lo. Ela valorizava tanto sua universidade a ponto de não querer a criança. No entanto, criou exigências para os pais que o adotassem. Ela não abria mão de que a adoção fosse feita por um casal com curso superior e que assumisse o compromisso moral de que pagariam a tão importante universidade para o menino adotado.

Estava tudo certo para um casal de advogados adotar o menino, mas, ao nascer, o casal desistiu porque chegou à conclusão de que, na realidade, queria uma menina e mais uma vez ele foi rejeitado. Com isso, o próximo casal da fila foi contatado e informado de que apareceu um menino recém nascido. Ao serem perguntados se o queriam, os futuros pais responderam imediatamente: "Sim, claro!"
Num dado momento do processo de adoção, a mãe biológica descobriu que a mãe tinha apenas o ensino médio completo e o pai não tinha sequer terminado o ensino fundamental e, por isso, se recusou a assinar os papéis para que a criança fosse adotada por esse casal. Meses adiante, ela concordou em assinar, porque o casal insistiu muito e prometeu que pagaria uma faculdade para o menino no futuro.

17 anos mais tarde, o menino inteligente e sonhador foi para a faculdade. Lá, nos primeiros meses, viu que os seus pais, assalariados, pagavam quase tudo o que ganhavam e economizaram durante toda a vida naquele curso para cumprir a promessa que fizeram e acreditando que seria o melhor caminho para o jovem. O menino não viu valor naquilo, decidiu abandonar a faculdade e, a partir desse momento, deixou de fazer as aulas obrigatórias da graduação e fez um rápido curso de caligrafia, pelo que ficou fascinado pela beleza plástica da escrita feita à mão.

Para encurtar a história, 10 anos mais tarde, esse menino aplicou seus conhecimentos de caligrafia na construção de seu projeto: a criação do Macintosh, o primeiro computador pessoal da Apple, que apresentou uma interface gráfica bonita, mais tarde copiada pela Microsoft. Sim, eu acabei de contar a história de Steve Jobs.

Jobs contou essa história em plena cerimônia de formatura dos alunos de Stanford em 2005, sem que muitos percebessem o que ele de fato pensava sobre o valor que ele percebia sobre uma universidade.

Sua mãe o rejeitou pela universidade, os que seriam seus novos pais, graduados numa universidade, o rejeitaram por preferirem uma menina. Por fim, sua mãe biológica não autorizou sua adoção para o casal simples porque eles não tinham uma universidade. Mas, por fim, quem lhe deu amor e carinho, acolhendo-o em sua família, foi um casal de gente simples que juntou dinheiro por toda vida para lhe pagar uma universidade por conta de uma promessa.

Jobs é um dos grandes personagens da história moderna. Um dos homens que mais influenciaram as novas gerações nas últimas duas décadas e um dos responsáveis pelo mundo parecido com o que conhecemos hoje. Neste momento, estou escrevendo de um Mac e me dando conta de que a beleza de seu design vem do referencial estético de um curso que muitos desprezavam: caligrafia.

Podem dizer o que for sobre a mãe biológica de Jobs, podem falar que ela foi egoísta por priorizar a tal universidade em detrimento de seu próprio filho. Mas uma coisa não podemos negar. Seja lá quem for essa mãe, quais foram seus erros cometidos, já que todos nós estamos sujeitos a falhas, eu fico muito feliz por ela ter dado a Jobs a oportunidade de nascer e não o matou num aborto. Essa decisão também nos deu a chance de termos conhecido um dos empreendedores mais admirados de todos os tempos.

Você pode encontrar o discurso completo de Steve Jobs em Stanford, no ano de 2005, "dublado" em  em português, no YouTube. 






5 Regras Indispensáveis Para Você se Comunicar Bem

Para se comunicar de forma eficaz, a chave é se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele pensa

Por Administradores online 

Você pode ter a melhor mensagem do mundo, mas o sucesso de sua comunicação vai sempre depender diretamente das emoções, concepções, preconceitos e crenças de seu interlocutor. Para se comunicar de forma eficaz, a chave é se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele pensa.

É isso que afirma Frank Luntz, autor do livro Palavras que Funcionam. Na obra, ele cita 10 aspectos que precisam ser levados em consideração na hora de se comunicar, para que os objetivos sejam atingidos: simplicidade, brevidade, credibilidade, uniformidade, novidade, segurança, inspiração, visualização, questionamento e contexto.

Separamos cinco dessas regras apresentadas por Luntz, que consideramos mais importantes, e detalhamos abaixo. Confira:

1. Simplicidade: use palavras curtas

"Evite palavras que façam as pessoas terem que recorrer ao dicionário, pois a maioria não irá", afirma Luntz. Se você elaborar demais e recorrer a palavras rebuscadas, sua mensagem pode ser ignorada. Use sempre a linguagem adequada ao seu público-alvo, ou você acabará afastando as pessoas. Evite também palavras muito longas: as pessoas tendem a desconfiar delas.

2. Novidade: ofereça algo novo

"Como indivíduos, enquanto apreciamos a previsibilidade dos amigos e da família, também amamos as coisas que nos surpreendem e chocam. Assim, a partir de uma perspectiva comercial, você deve dizer aos consumidores algo que lhes dê uma novíssima visão, mesmo que de uma ideia antiga", diz o autor.

3. Visualize

"A palavra 'imagine' talvez seja a ferramenta mais poderosa de comunicação, pois permite que os indivíduos obtenham qualquer visão pessoal em seu coração e mente", diz Luntz.

4. Faça uma pergunta

"Não é o que você diz, mas o que você pergunta que realmente importa. Uma declaração, quando feita na forma de pergunta retórica, pode ter um impacto muito maior que uma declaração simples", sugere Luntz. 

As pessoas reagem a afirmações ou reinvidicações de acordo com a opinião que possuem sobre quem está falando. Mas se as declarações são feitas na forma de perguntas retóricas, suas reações são mais pessoais e a comunicação se torna mais eficaz.

5. Apresente o contexto e explique a importância

O contexto é a última e mais importante regra de comunicação eficaz. "Você tem que dar o "porquê" da mensagem para as pessoas antes de dizer a elas o "portanto"e o "para quê". Sem contexto, é impossível estabelecer o valor da mensagem, seu impacto e, o mais importante, sua relevância.


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Os Desafios de Ser Proativo no Marketing

Profissionais da área não devem deixar que a rotina sufoque os projetos de longo prazo, dos quais costuma surgir bons resultados e inovações. Sucesso depende também de reatividade

Por Luisa Medeiros

A proatividade é um atributo almejado por boa parte das companhias e presente no dia a dia da maioria das marcas icônicas. Esta característica é imediatamente associada a habilidades de gestão, como a antecipação de tendências e um olhar treinado para se preparar para o futuro. Ao contrário do que pode parecer, esta não é uma característica inata de algumas companhias privilegiadas, mas trata-se de uma prática a ser aprendida.

A implementação de atitudes proativas dependem, antes de mais nada, do Marketing possuir autonomia de planejamento dentro da companhia. A cúpula da empresa e o departamento precisam compartilhar dos mesmos pensamentos para que as ideias não se percam pelo caminho. Além disso, a área deve reservar um espaço para investimentos de longo prazo, pois é deles que deriva a maior parte das inovações.

A rotina não pode impedir que um tempo seja reservado para a observação e análise do mercado, já que dela vêm os insights para criações disruptivas. “As emergências cotidianas do Marketing existem e fazem parte do jogo, mas o departamento não pode se aprisionar a isso. As empresas proativas param sua equipe pelo menos uma vez por ano para fazer um planejamento de cenário. Isso significa parar um pouco de olhar para a operação e pensar à frente”, analisa Leonardo Araújo, Professor da Fundação Dom Cabral, escritor e palestrante, em entrevista à TV Mundo do Marketing. 

Educação do mercado e timming

Um dos resultados mais visíveis obtidos pelas companhias que conseguem adotar uma postura proativa é a inovação. O diferencial se torna eminente nos produtos, nas tecnologias e nos processos operacionais e o caminho para se destacar no mercado. Junto a esta conquista, vem alguns desafios. O primeiro deles é acertar o timming do mercado. Os prazos de lançamentos, a comunicação e a forma de apresentar as ofertas precisam estar ajustados para não ficarem apagadas em meio aos concorrentes.

A empresa não pode perder o compasso da competição, mesmo quando o projeto de inovação parte dela. A Kodak foi uma das primeiras marcas a lançar câmeras fotográficas digitais, mas não conseguiu acompanhar comercialmente esta evolução e perdeu seu espaço no mercado. Por medo de se canibalizar, já que liderava o mercado de filmes fotográficos, a companhia demorou a entrar de vez no mundo digital e, quando o fez, já tinha perdido espaço para outras marcas. Não basta ter uma nova tecnologia ou produto, é necessário fazer com que os consumidores associem isto à sua empresa.

A Apple é um bom exemplo, já que transformou a maneira de consumir música, por meio dos iPods, que substituíram as mídias físicas por arquivos digitais. Em seguida a empresa da maçã também propôs novas formas de relacionamento entre os usuários e seus celulares com o iPhone e a interface iOS. Para que inovações tão complexas obtenham sucesso na prática, é indispensável que o público assimile estas transformações. “Diante de grandes novidades é preciso educar o mercado. Esta é uma simbiose muito rica com que as empresas precisam trabalhar”, aponta o professor da Fundação Dom Cabral.

Proatividade puxa o mercado

A inovação atual de uma marca em pouco tempo deixa de ser um diferencial e passa a ser uma característica comum do segmento. A proatividade de uma companhia acaba contribuindo também para os negócios dos seus concorrentes. É necessário olhar para o mercado, entender o que vai acontecer e se antecipar na solução de necessidades e na realização dos desejos dos consumidores. “É o momento atual do mercado de cápsulas de café. A Nespresso foi proativa e entrou nesse setor de uma forma criativa e inovadora, com um modelo de negócio diferenciado. Mas com a adesão de diversas marcas, qual será o futuro? Um mercado de competição por cápsulas talvez”, aponta Leonardo Araújo.

O mesmo acontece com a P&G que investiu fortemente no desenvolvimento de sabões líquidos para roupas na marca Ariel. A empresa detém 50% de participação no segmento, segundo a Nielsen, mas precisou rever a sua estratégia para o produto, em 2013, para não correr o risco de perder a liderança para a Unilever. A concorrente, por sua vez, recolocou no mercado a linha líquida de Omo, que estava fora das gôndolas desde 2004. A Bombril, para conquistar também sua participação, investiu R$ 5 milhões para lançar uma nova família do lava-roupas Tanto Líquido.

As mais inovadoras também precisam de reatividade Nenhuma empresa consegue ser proativa 100% do tempo, o que seria inclusive prejudicial para a sua manutenção. As criações alheias também devem ser levadas em consideração. “Quando sua empresa começa a perder negócios e os concorrentes tomam seus clientes, você tem que reagir. Defender mercado é uma ação importante em Marketing e isso é feito não só ao criar novos itens, proativamene. Temos que ver sempre os dois lados da moeda”, diz Leonardo Araújo.

Em alguns momentos, antes de lançar algo novo é necessário atualizar versões do que já está disponível no mercado. Outras vezes, o melhor caminho pode ser se ajustar às novidades trazidas pelas outras companhias para não se tornar obsoleto. A Apple, por exemplo, apesar de não ter sido a pioneira no lançamento de smart whatches e nem de smartphones de tela grande, apresentou novidades nessas categorias em seus últimos lançamentos: o Apple Watch e o iPhone 6 Plus. 

Até mesmo a companhia liderada por Tim Cook, que tem o Slogan “Pense diferente”, precisou fazer algumas concessões para não ficar desatualizada em relação ao segmento de eletrônicos. “O fundador, o próprio Steve Jobs, chegou a dizer que não faria um iPad Mini, mas teve que voltar atrás para responder à oferta criada pelo Galaxy. Toda empresa deve ser reativa e ora proativa, reatividade não é algo ruim no mundo dos negócios”, complementa o professor da Fundação Dom Cabral.


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Série SEU NEGÓCIO - 6 Passos Para Criar Uma Embalagem Impecável

Saiba como embalar um produto da melhor maneira e conquistar seu cliente

Da Redação - 

Embalagens sofisticadas, modernas e personalizáveis. Esse é um dos trunfos que uma empresa deve apostar para conquistar os clientes. Ter as ferramentas adequadas para criar embalagens lindas é um dos requisitos para ter sucesso, mas, obviamente, ela não é a única forma.

Nem todos os empreendedores têm tempo para desenhar suas próprias embalagens, mas, mesmo aqueles que terceirizam a tarefa, devem conhecer de perto as etapas do processo para poder avaliar melhor o trabalho contratado.

Confira as dicas do especialista em design Fabio Mestriner, professor coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, para ter um resultado impecável:

Entender o produto

A embalagem é a expressão do conteúdo. Não é possível desenhá-la sem conhecer profundamente o produto. Suas características, sua composição, seus diferenciais de qualidade e seus principais atributos precisam ser bem compreendidos.

Conhecer o consumidor

Saber quem compra e usa o produto é fundamental para estabelecer um processo de comunicação efetiva por meio da embalagem. As características desse consumidor, seus hábitos e suas atitudes em relação ao produto e, principalmente, a motivação que o leva a consumi-lo são um pontos-chaves que o designer deve conhecer.

Compreender o mercado

O mercado em que o produto circula tem suas características próprias. Tem história, dimensões e perspectivas. É um cenário concreto que precisa ser conhecido, estudado e analisado para que o design não seja um salto no escuro. O fabricante do produto deve fornecer as informações de que dispuser sobre o setor ou buscá-las nas fontes de pesquisa para subsidiar o projeto.

Saber quem é a concorrência

Por melhor e mais bonito que seja o design, ele não será eficaz se não conseguir enfrentar a concorrência no ponto de venda. Conhecer as condições em que se dará a competição é fundamental. Estudar cada um dos concorrentes, analisar a linguagem visual da categoria e compreendê-la são pontos importantes para o sucesso do projeto.

Conhecer o processo de produção

O designer precisa conhecer vários pontos antes de conceber a embalagem: como é a linha de produção e embalagem, a estrutura dos materiais utilizados, as técnicas de impressão e decoração, o fechamento e a abertura, os desenhos ou as plantas técnicas da embalagem a ser desenhada. Isso ajuda a obter o máximo dos recursos disponíveis e evitar erros que podem prejudicar o projeto.

Ter objetivos claros

O designer precisa entender por que está desenhando a embalagem e o que se busca com o projeto. Os objetivos de marketing e as diretrizes comerciais do produto precisam ser comunicados claramente. Depois de concluído todo o processo, cabe ao designer e ao cliente testarem a efetividade do produto final, indo ao ponto de venda e conversando com os clientes.


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Como as PMEs Podem Incentivar a Qualificação Dos Colaboradores

Autor: Samara Teixeira

O mercado de trabalho busca profissionais com uma visão multidisciplinar e ampla sobre negócios, por isso, é importante as pequenas e médias empresas (PMEs) devem estar atentas e procurarem investir nos funcionários para a movimentação do mercado.

Em geral, o ser humano está mais propenso a buscar novas qualificações quando se sente desafiado dentro do contexto em que vive. “Acredito que as pessoas evoluem somente até onde enxergam. Então, envolver as pessoas em novos desafios, contextos e envolve-las em novas experiências é uma forma produtiva de despertar o interesse pela qualificação”, explica Ricardo Ramos, CEO da Precifica.

Quais ações podem ser aplicadas para o desenvolvimento profissional dos funcionários?

Algumas ações podem ser aplicadas dentro das PMEs sem que exista um custo alto sobre este incentivo. “Incentivar a participação dos colaboradores em grupos de discussão e eventos ligados ao setor de atuação, é fundamental. Além disso, ter um processo para compartilhamento periódico de notícias e indicadores do mercado com os colaboradores também é uma maneira de envolver todos na estratégia da organização”, afirma Ramos.

Segundo Ramos, desafiar continuamente os profissionais de modo que estes não permaneçam estagnados dentro da empresa e sempre exigir autonomia, de maneira assistida, para que realizem tarefas consideravelmente importantes dentro da empresa é outra maneira de transmitir alicerces para o aperfeiçoamento dos colaboradores.

“Muitas vezes a capacitação interna tem menor custo comparado à contratação de profissionais já qualificados no mercado e gera um engajamento ainda maior junto a empresa”, enfatiza.

Existe algum instituto que ajude os empresários a encontrarem as melhores práticas?

De acordo com Ricardo, a Endeavor é um instituto muito reconhecido e com alto nível de capacitação para o empresariado. “Além do alto grau do ensino, o network com profissionais já inseridos no mercado traz muito aprendizado”, conclui.


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Como Contratar a Equipe Certa Para o Trabalho Remoto

Para a empresa virtual dar certo, contratar profissionais já experientes e determinar um período de avaliação são importantes

Por O Globo

À medida que o mundo digital está tornando o mundo real cada vez menor, mais e mais empresas estão deixando de lado a ideia de ter um escritório tradicional e optando pelo trabalho remoto.

Embora essa estratégia possa reduzir os custos em geral, como o aluguel de um espaço físico, e permitir uma maior expansão e flexibilidade, não é nada fácil. Há cinco anos, ao decidirem abrir sua empresa, David e Carri McKeegan, donos da Greenback Expat Tax Services, sabiam que a trajetória seria arriscada, principalmente porque a ideia era começar o negócio independentemente de sua localização. Como contam em artigo publicado pelo site Entrepreneur.com, o maior desafio foi encontrar a equipe certa, porque enquanto muitas companhias contam com um staff operando remotamente de várias localidades, são poucas as que têm uma força de trabalho inteira operando nos cinco continentes, com múltiplos fusos horários e atendendo clientes em mais de 100 países.

“Aprender a gerir e recrutar pessoal para nossa empresa virtual foi particularmente complicado, mas acabou dando tudo certo”, contam.

Para facilitar o trabalho na hora de recrutar bons profissionais num contexto virtual, David e Carri McKeegan listaram algumas dicas:

Contrate apenas pessoas com experiência de trabalho significativa. Enquanto os recém-graduados trazem uma enorme energia e entusiasmo para um ambiente de escritório, os funcionários virtuais precisam ter experiência profissional e maturidade pessoal para trabalhar de forma independente. “Durante as entrevistas, perguntamos às pessoas como resolveriam determinado problema. Se a primeira reação for pedir ajuda antes de tentar por conta própria, sabemos que não vão ter sucesso em trabalhar de forma remota”, explicam. A maior desvantagem em apenas contratar profissionais experientes são os custos de pessoal mais elevados. No entanto, os profissionais aptos a trabalhar virtualmente compreendem que, embora suas realizações passadas lhes garanta um salário mais alto em um escritório tradicional, no teletrabalho uma remuneração menor é compensada pelos benefícios de trabalhar em casa, como horário mais flexível e não ter gastos com deslocamentos longos e demorados nas grandes cidades, por exemplo. “Temos sido capazes de contratar pessoas extremamente qualificadas que estariam fora de nosso alcance caso optássemos por um escritório tradicional”.

Determine um período de avaliação para os novos funcionários. Já que é tão difícil avaliar uma nova contratação remotamente e é essencial para o negócio contratar as pessoas certas, que tal determinar um período de avaliação para verificar se o novo funcionário se ajusta às funções antes de contratá-lo efetivamente? Durante este período experimental, cada um terá objetivos específicos, nada muito complexo, para ver como trabalha em equipe, qual sua capacidade de cumprir tarefas de forma independente e seus conhecimentos sobre o assunto. Se durante este tempo o profissional não se adaptar ao trabalho, é só desfazer o contrato de experiência. Uma má contratação pode prejudicar a equipe e comprometer a produtividade, ainda mais quando se trata de teletrabalho.

Determine parâmetros para o processo de contratação de novas pessoas. Só gaste tempo e energia para recrutar as pessoas que realmente queiram trabalhar na empresa e que vão agregar valor ao negócio. Assim, busque formas de barrar candidatos que não se incluam no perfil desejado. No caso da Greenback, a equipe tem descrito o processo de contratação como uma busca “pelo corredor polonês”. Antes de agendar entrevista, peça aos candidatos para responderem um questionário de avaliação para saber mais sobre sua personalidade e conjunto de habilidades. No caso da empresa dos McKeegan, como a maioria dos profissionais são contabilistas, há um teste para mostrar como lidam com o estresse e outro para mostrar seus conhecimentos práticos, que inclui duas declarações de imposto de renda. Só depois disso os candidatos são convidados para uma série de quatro entrevistas. Os profissionais devem entregar uma carta de apresentação e o currículo, e se um deles — sejam quais forem suas credenciais — não fornecer tais documentos, sua possível contratação é revista.


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5 Ilusões Comuns Sobre Felicidade no Trabalho

Chefes são mais realizados do que os seus subordinados? Só tem prazer quem tem negócio próprio? Especialista destrincha ideias falsas sobre carreiras felizes

Por Claudia Gasparini

“Escolha um trabalho que você ame e você nunca terá que trabalhar um dia em sua vida”. Essa famosa frase é atribuída a Confúcio, pensador e filósofo chinês que viveu entre 551 a.C. e 479 a.C.

A citação é antiga, o que só confirma o que já sabemos instintivamente: a busca pela felicidade no trabalho - e na vida, de forma geral - sempre inquietou e provavelmente sempre inquietará a humanidade.

Mesmo atemporal, a discussão está mais presente hoje do que no passado. É o que pensa Alexandre Teixeira, jornalista e autor do livro “Felicidade S/A” (Arquipélago Editorial). Na obra, ele fala sobre o prazer na carreira como uma “utopia possível” para o século 21.

Teixeira “culpa” a geração Y pelo fenômeno. “Quando eu era adolescente, nos anos 80, vivíamos a época da ‘geração saúde’, que trouxe à baila o cuidado com o corpo e com a alimentação”, lembra ele. Agora é a vez da “geração felicidade”, como batiza o jornalista.

“Os jovens de hoje se preocupam muito mais com a busca por uma satisfação íntima com o trabalho”, afirma. Não por acaso, nos últimos 10 anos têm "pipocado" livros, pesquisas, palestras e mesmo conversas informais sobre o assunto, no Brasil e no exterior.

“Como a discussão é recente, a compreensão sobre o tema ainda está amadurecendo”, diz Teixeira. Para ele, isso pode explicar a persistência de algumas ilusões sobre o que é ser feliz no trabalho.

Você acredita, por exemplo, que os chefes são mais realizados do que os seus subordinados? Ou que só trabalha com prazer quem tem negócio próprio? Para Teixeira, ideias como essas não passam de mitos.

Com sua ajuda, listamos alguns equívocos comuns sobre o assunto. Veja a seguir:

1. Fazer o que se ama leva à realização

Segundo Teixeira, muitos livros de auto-ajuda insistem na ideia de que trabalhar com o que se ama é o suficiente para - mais cedo ou mais tarde - se dar bem. “Não é razoável nem honesto fazer uma pessoa acreditar nisso”, diz Teixeira.

Isso porque, segundo ele, ter “brilho nos olhos” não traz qualquer garantia. “Por mais que você adore o seu trabalho, existem outros fatores nessa equação, como grau de qualificação, competências, circunstâncias econômicas, e mesmo sorte”, afirma.

2. A felicidade só vem quando se chega ao topo

Muitas pessoas acham que experimentariam uma realização plena se assumissem a presidência da empresa, por exemplo. Mas, quando a rotina “bate à porta”, todo o prazer trazido por uma promoção se dissipa.

“A realidade não é tão cor de rosa quanto se imagina: conheço muitos executivos que chegaram ao topo e, lá no alto, só encontraram mais estresse e cobrança”, afirma o autor.

3. Só é feliz quem é dono do próprio negócio

Outra ilusão lembrada por Teixeira é a de que a felicidade no trabalho só é alcançada quando se pode “fazer as coisas do próprio jeito”, ou seja, abrindo uma nova empresa. “Existe muito glamour no mundo das startups”, afirma.

Ele lembra que, no Brasil, a maioria das empresas vai à falência nos primeiros anos de existência. “Esse tipo de iniciativa é muito mais arriscado, tenso e problemático do que parece num primeiro momento”, diz.

4. Certos empregadores são sinônimo de felicidade

Alguns empregadores “perfeitos” povoam o imaginário das pessoas. “Muita gente pensa: ‘No dia em que eu for contratado pelo Google, aí sim serei feliz”, ilustra Teixeira.

Para ele, depositar esse tipo de expectativa em algumas empresas “eleitas” é desaconselhável. “Mesmo que você acabe sendo contratado por quem mais deseja, a euforia de estar no ‘lugar ideal’ é passageira”, explica.

5. Felicidade no trabalho é uma coisa, na vida pessoal é outra

Teixeira não acredita na distinção clara entre realização profissional e pessoal. “É difícil acreditar quando alguém diz que o trabalho está ruim, mas que o resto vai bem, ou vice-e-versa”, afirma.

Isso porque, segundo ele, o trabalho ocupa uma parte muito grande da vida. “Descobrir prazer no trabalho tem a ver com maturidade, e essa é uma conquista que afeta a vida inteira de uma pessoa”, conclui Teixeira.


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Cultura Ágil: Você Sabe o Que é?

Por Samara Teixeira

A cultura ágil é uma nova forma de pensar dentro dos modelos de gestão já existentes, os valores consistem em conferir maior responsabilidade no trabalho em equipe, de uma forma que todos têm conhecimento dos desempenhos individuais e cobram resultados um do outro, sem hierarquias.

Ao mesmo tempo, oferece também maior liberdade individual – já que cada um se auto organiza – e, por consequência, aumenta a confiança no profissional, uma vez que o principal objetivo é sempre a entrega de valor de negócio e cumprimento das metas, independentemente de como se utiliza o tempo.

Na Just Digital, Rafael Cichini, CEO da empresa, passou por um período de depressão, após começar a perder o controle da empresa, já que a rotatividade dos funcionários era muito grande.
Cichini conseguiu reverter a situação com uma mudança radical com a implementação da Cultura Ágil. “Quando falamos em Cultura Ágil, inicialmente estamos falando em uma mudança no pensamento. É uma maneira diferente de enxergar a interação entre as pessoas, clientes e processos de trabalho. O Ágil surgiu em 2001 com o Manifesto Ágil que prega alguns mandamentos que visam resolver alguns problemas muito comuns nas empresas”, explica Rafael.

O Manifesto Ágil

O Manifesto Ágil surgiu no segmento de desenvolvimento de software, e aos poucos está se estendendo para outras áreas. Ele leva alguns valores que devem ser preservados, como confiança, transparência, empoderamento das pessoas, energização das pessoas, delegação de responsabilidades, maior interação entre pessoas e menos ferramentas e geração de valor de negócio no menor tempo possível.

Como este pensamento pode alterar os resultados de uma empresa?

Segundo Rafael se o Ágil realmente passar a fazer parte do DNA da empresa, será possível ter seus clientes e colaboradores muito mais próximos e engajados, além de conseguir um modelo mais escalável horizontalmente sem ter que criar uma pirâmide em sua empresa.

“Isso faz com que as decisões sejam tomadas com mais rapidez, que a empresa possa rapidamente mudar de direção. Clientes bem atendidos, por pessoas motivadas e felizes garante vida longa para esta relação”, enfatiza o CEO.

De que forma as empresas podem aplicar este modelo em suas demandas?

Para Rafael não existe fórmula mágica e sim vontade de fazer diferente, “é mudar a maneira de pensar, é entender as pessoas, entender que cada pessoa é um ser individual, único, que tem motivações e anseios, muitas vezes, completamente diferentes e que ações em massa nem sempre são a melhor solução”, explica.

Além disso, ele enfatiza que cada pessoa precisa ser cuidada de uma maneira diferente. “É necessário criar um modelo, uma forma de trabalhar que respeite o que cada pessoa dentro da sua empresa espera. Não é fácil, mas é possível, mantendo sua mente aberta, testando as coisas e sendo transparente as pessoas também serão mais tolerantes quando uma ação não der certo”, ressalta Rafael.

O que mudou na Just Digital?

Segundo o CEO da empresa um ponto que ajudou diretamente para diminuir a rotatividade, foi alterar completamente o processo de contratação.

“Hoje em cada entrevista gastamos entre 1 a 2 horas. Cerca de oito pessoas da JUST participam do mesmo papo. Nós colocamos o entrevistado em uma roda e vamos batendo papo com ele. Acreditamos que as áreas e que os times que irão lidar diretamente com a nova pessoa que entra na empresa, deve estar totalmente confortáveis”, conta Rafael.

Com isso, a rotatividade da Just Digital diminuiu e chega a quase zero. “Hoje temos um fluxo totalmente aceitável de saída de pessoas. No ano passado apenas uma pessoa saiu e neste ano duas pessoas saíram. Em compensação entraram outras 30 pessoas nos últimos dois anos”, concluiu o Rafael.


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Pausas no Meio do Expediente Ajudam a Ser Mais Produtivo

Um novo estudo revela a quantidade exata de tempo que você deveria trabalhar

Você não precisa passar as oito horas em que está no escritório com os olhos fixos na tela do computado. É o que defendem pesquisadores da empresa de redes sociais Draugiem Group.

Utilizando um aplicativo para medir o tempo produtividade de voluntários, a empresa descobriu que os 10% dos trabalhadores com a maior produtividade, surpreendentemente, não usavam mais tempo do que as outras pessoas para fazer suas atividades. Muitos nem mesmo completavam oito horas por dia.

O que o grupo dos mais produtivos fazia era dar pausas regulares. Segundo os pesquisadores, parar 17 minutos a cada 52 minutos de trabalho pode tornar as pessoas mais produtivas."O segredo de manter o mais alto nível de produtividade durante o dia todo não está mais funcionando — mas, sim, trabalhar de forma inteligente, com pausas frequentes", diz Julia Gilford, do Draugiem Group.

De acordo com ela, os 17 minutos devem ser gastos completamente longe do computador — sem verificar e-mail ou vídeos na internet. A dica é fazer um passeio, conversar com colegas (não vale assuntos de trabalho), ou relaxar lendo revistas e livros.

Um estudo realizado no início do ano por pesquisadores da Universidade de Toronto já havia revelado que trabalhar sem pausas afeta de maneira negativa a produtividade de funcionários. Um dos autores do estudo, John Trougakos, professor de comportamento organizacional e gestão de RH, argumenta que o nosso cérebro tem um conjunto limitado de energia psicológica.

"Todos os esforços para controlar o comportamento, desempenhar tarefas e se concentrar demandam energia psicológica. Uma vez que a fonte de energia está esgotada, as pessoas se tornam menos eficazes em tudo que fazem", diz.

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Série SEU NEGÓCIO - 9 Pontos Para Ter um Negócio Competitivo, Diferenciado e Lucrativo

Por Arnaldo Rabelo

Pergunte a diferentes empresários qual é o ponto central de um negócio. As respostas deverão variar bastante. Uns dirão que o mais importante é ter bons produtos, outros dirão que as vendas é que geram recursos para a empresa, alguns dirão que o marketing é o que conquista clientes. A visão que cada empresário tem do seu negócio é bem específica. Normalmente destaca o ponto que o tornou competitivo.

O dramaturgo Bernard Shaw disse que para todo problema complexo, existe uma solução clara, simples e errada. Empresas são assim: não há receitas simples. Temos que lidar com fatores externos, que não controlamos, além de fatores internos à empresa, mais controláveis. Para definir o negócio, temos que unir uma atividade na qual podemos ser mais fortes e competitivos com um setor que seja uma oportunidade de crescimento e lucro.

Vários pontos são importantes para termos um bom modelo:

1. Proposta de valor: Chamamos de valor aquilo que é valorizado pelos clientes. Eles estarão dispostos a pagar por um produto se perceberem algo que valorizam. Que tipo de valor ou benefício você entregará aos clientes? Por que isso fará uma diferença significativa? O que você entrega deve ser uma ótima solução de um problema ou desejo dos clientes.

2. Segmentos de clientes: Quais são os grupos de clientes que você poderá atender melhor que os outros? Em que tipo de cliente você vai se especializar? Ter foco na definição do público lhe permite atendê-lo melhor. Afinal, não se pode agradar a todos.

3. Canais: Você precisa de canais de venda, distribuição e comunicação para entregar sua proposta de valor aos clientes. Esses canais precisam ser definidos e geridos para que os clientes sejam conquistados.

4. Relacionamento com clientes: Cada segmento de clientes precisa ter o relacionamento estabelecido e mantido. Só vendemos àqueles com quem nos relacionamos. Portanto, uma relação com os clientes em potencial deve ser construída e aprofundada. E, como em toda relação, há uma troca. Não pratique o monólogo, mas dedique-se a ouvir e compreender os clientes, especialmente suas necessidades.

5. Fluxo de receitas: Como resultado da proposta de valor entregue aos clientes, haverá um fluxo de receitas. Essa receita é peça fundamental de qualquer negócio, mas não é o objetivo final. Lembre-se: uma empresa não vive de faturamento, mas de lucro.

6. Recursos chave: Defina os recursos mais importantes para que você possa oferecer e entregar os elementos anteriores. Caso você não possua todos eles, poderá buscá-los no mercado.

7. Atividades chave: Quais são as atividades centrais no seu negócio? Dedique-se a elas e terceirize as outras. Dessa forma você diminui custos e foca no que é mais importante.

8. Parceiros chave: Algumas atividades poderão ser feitas por parceiros externos, que podem ajudar a desenvolver melhores produtos, obter custos mais competitivos ou inovar. Alguns parceiros podem também auxiliar na gestão de processos específicos.

9. Estrutura de custos: O modelo de negócio gerará uma estrutura de custos. Combinada com o fluxo de receitas, ela deverá resultar em lucro. Mas não se iluda: todo negócio novo demora um tempo até gerar os primeiros lucros. Esteja certo de que possui os recursos para aguardar esse momento. E trabalhe para que isso não demore demais. Outro ponto importante é a combinação das datas e valores de pagamentos com as datas e valores de recebimentos. É o chamado fluxo de caixa, calcanhar de Aquiles de muitas empresas. Esses pontos devem ser cuidadosamente planejados e perseguidos.

Com esse conjunto de fatores bem definidos, podemos ter um negócio competitivo, diferenciado e lucrativo. Defina metas, desmembre-as em indicadores de desempenho e acompanhe-os de perto. Segundo o lendário executivo Jack Welch, as três coisas mais importantes que você precisa medir em seu negócio são satisfação do cliente, clima organizacional e fluxo de caixa.

Com todos esses pontos definidos e planejados, temos garantia de sucesso? Não temos, pois todo negócio envolve risco. Mas, planejando, diminuímos os riscos. Uma coisa é certa: se você deixa de planejar, está planejando o fracasso.


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8 Lições Que Aprendemos no Primeiro Emprego

A experiência do primeiro emprego é única e vai te moldar para o resto da carreira

Por Juliana Américo Lourenço da Silva

Qual foi seu primeiro emprego? Como estagiário de um escritório, vendedor de loja de shopping ou entregador? Seja qual for a sua resposta, provavelmente você trabalhou duro por pouco dinheiro e não trocaria essa experiência nem pelos melhores cargos que você teve desde então.

A revista Forbes listou, junto com alguns leitores, quais são as lições que as pessoas aprendem quando estão recebendo o primeiro salário. Confira:

1- Um emprego ruim pode te levar a focar em seus objetivos profissionais

Seja porque o trabalho é entediante, estressante ou simplesmente porque você não se adaptou: quanto você está fazendo algo que não gosta, fica mais fácil entender com o que você pretende trabalhar no futuro.

Além disso, você fica motivado a procurar outro emprego e se especializar naquilo que você gosta.

2- Quanto mais cedo melhor

Ultimamente, os jovens estão entrando no mercado de trabalho cada vez mais tarde. No entanto, o melhor é começar o mais cedo possível, pois assim, a pessoa aprende a receber feedback, ser mais responsável, atender clientes, trabalhar com prazos e o valor do dinheiro.

3- Salário baixo é melhor do que salário nenhum

Normalmente, os primeiros empregos não são aqueles que pagam melhor, mas mesmo o salário baixo ensina às pessoas sobre responsabilidade, orçamento e compensação. Além disso, você vai ganhar seu próprio dinheiro, o que significa o início independência financeira.

4- Não sinta vergonha do seu trabalho

Independente de qual seja o seu cargo, todos precisam trabalhar duro para entregar os melhores resultados e crescerem na carreira. Muitas pessoas aprendem a não ter vergonha de empregos mais simples ou que paguem pouco, pois você nunca sabe para onde a vida irá te levar. Aproveite a experiência e aprendizagem.

5- Vista-se adequadamente

Seguir o código de vestimenta do trabalho é muito importante, seja para quem está começando a carreira ou para quem está se aposentando. O “dresscode” ajuda a mostrar os valores da empresa e o que ela quer passar para os seus clientes.

6- O trabalho é o que você faz dele

O primeiro emprego muitas vezes é aquele que ninguém quer, mas lembre-se que a qualidade de um serviço depende, única e exclusivamente, de quem faz ele. Ou seja, o sucesso da sua carreira é mérito seu, aproveite ao máximo todas as suas oportunidades.

7- Não se envolva com superiores

Em um ambiente de trabalho, onde as pessoas passam oito horas ou mais juntas, é inevitável que surjam sentimentos e até relacionamentos amorosos. Porém, tome cuidado ao namorar algum superior, pois a tendência é de que você deixe de ser levado a sério por seus colegas de trabalho.

8- Faça o que você ama

Seu trabalho deve ser uma das coisas mais gratificantes de sua vida; se não for, mude de emprego. 


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Aprenda a Lidar Com um Trabalho Extremamente Estressante

O seu estresse está o matando e a origem dele está no trabalho? Veja 6 dicas para lidar com ele da melhor forma

Você pode até ter um trabalho estressante, mas é loucura deixar que ele altere o seu humor e interfira negativamente na sua vida pessoal. Isso já está acontecendo com você? Neste caso, leia as 5 dicas que a Universia Brasil separou para que você aprenda a lidar com o seu emprego, por mais estressante que ele seja:

1 – Pratique atividades externas

Nada de virar um "escravo" do seu trabalho. Pratique atividades físicas, trabalhos voluntários e qualquer tipo de atividade externa que tire o seu foco do emprego e o faça se distrair.

2 –Ouça música

Se o seu escritório for muito barulhento e isso o deixar estressado, pergunte ao seu chefe se você pode ouvir músicas durante o expediente. Apresente os seus motivos e diga que você acredita que fará um trabalho melhor. Ele dificilmente negará o seu pedido.

3 – Não passe da hora

Se o seu trabalho já é estressante, porque ficar ainda mais tempo nele? Cumpra suas atividades dentro do prazo estipulado e vá embora. Faça horas-extras apenas quando necessário.

4 – Reserve um tempo para divagar

Acredite: isso é possível. Planeje o seu dia e reserve um tempo para divagar em seus pensamentos, que, obviamente, deverão ser positivos. Vale planejar as suas férias, pensar no final de semana, pesquisar lugares para sair com amigos... Tudo que o faça se sentir menos pressionado é válido.

5 – Afaste-se de colegas ruins

Grande parte do estresse que sentimos no trabalho é ocasionada pelo ambiente. Se você tem colegas de trabalho negativos, chatos ou que o fazem se estressar com facilidade, comunique-se apenas basicamente com eles. Não permita que pessoas assim entrem efetivamente na sua vida, caso contrário o seu estresse aumentará ainda mais.

6 – Se necessário, mude de emprego

Por mais dicas que possamos lhe dar sobre manter a calma no emprego, não tem jeito: se você não gostar do trabalho, dificilmente conseguirá olhá-lo sob uma perspectiva menos negativa. Portanto, se o seu estresse estiver fora de controle, procure por outra atividade. Talvez um emprego novo e novos ares o ajudem a reequilibrar o seu emocional.


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Lições de Liderança Que os Livros Não Ensinam

Nem tudo sobre liderança pode ser aprendido com um livro. Aqui estão algumas dessas lições

Por André Bartholomeu Fernandes 

Jake Gibson é co-fundador da NerdWallet, e afirma que quando olha para trás, pensando nos 3 primeiros anos de bootstraping de sua startup, a lição que gostaria de ter descoberto mais cedo é que você não pode ler a solução de um problema seu.

Quando eles lançaram a empresa, os conselhos necessários para fazê-la dar certo era pegar um livro e ir para algum lugar descobrir como escalar suas operações, contratar um incrível talento ou motivar os funcionários, entre outros detalhes.

Enquanto estes livros não fornecem um grande insight nem segredos sobre essas ideias, Jake percebeu que uma conversa de meia hora com um mestre especialista fornecia informações valiosas de liderança que não conseguimos em um livro.

Esse profissional ofereceu para Jake grandes experiências e muita sabedoria acumulada ao longo do tempo.

Aqui estão algumas dessas lições.

#1. Inicie o desenvolvimento de sua capacidade de liderança mais cedo

Perceba que você nem sempre vai estar no meio da programação, do marketing, e fazendo tudo.

Em algum momento, a sua organização vai olhar para você precisando de orientação. E esse momento vai acontecer mais cedo do que você imagina.

Quando começaram a NerdWallet, em 2009, comportamentos relacionados à gestão e liderança não faziam parte do processo de pensamento dos fundadores.

Mas quando eles cruzaram a linha de 10 funcionários para mais de 20, a comunicação começou a se tornar um problema.

Eles precisavam ser mais ativos sobre a transmissão de sua missão, e como o papel de cada pessoa se encaixa com o resto da equipe.

Os mal-entendidos podem, rapidamente, se tornar uma bola de neve e ferir a moral das pessoas. Você precisa pensar sobre como não ser apenas jogador, mas treinador e, em seguida, chefe de equipe.

#2. Mantenha-se sempre pedindo ajuda

Para as empresas que recebem aporte em investimentos, essa pode ser uma preocupação menor: quando você tem investidores, você tem conselhos.

Você já tem pessoas que ajudam você a contratar, identificar os maiores desafios e dar conselhos pessoais.

Para uma empresa que optou por um modelo de, bootstrap, ninguém vai dar conselhos a menos que você peça.

É importante ser proativo. Saia do prédio, comece a buscar um conselho consultivo e pergunte a tantas pessoas quanto possível sobre os desafios de expandir seu negócio.

Como fazer isso? Para Jake, ele encontrou a solução vasculhando as conexões do seus contatos do LinkedIn e fazendo uma abordagem educada.

Quando ele ligou para as pessoas com quem ele esperava aprender, a sua taxa de sucesso foi superior a 50%.

Quando ele foi apresentado através de um contato mútuo no LinkedIn, a sua taxa de sucesso foi de 100%. Lembre-se, você não está lançando um produto, você está buscando alavancar o conhecimento dos outros.

As pessoas são generosas com conselhos, se você pedir.

#3. Delegue

Conforme a empresa cresce, o mesmo acontece com o seu impulso para trabalhar mais horas e fazer mais tarefas.

Mas você acabou de ver a sua to-do list crescer cada vez mais. Para fazer seu negócio crescer, você precisa delegar a tempo de crescer sozinho.

Então, o melhor investimento que você pode fazer é contratar pessoas que você pode confiar para fazer as tarefas que você precisa.

Encontre pessoas que podem dar uma mão na tomada de decisões. Se você não delegar a responsabilidade de tomar algumas decisões, você vai ficar no gargalo na ampliação de suas operações.

#4. Aprenda a fazer perguntas

Ao trabalhar com relatórios diretos, a coisa mais difícil para aprender é que eles não dizem o que fazer, mas ajudá-los a ver a luz por conta própria.

A chave é tentar, tanto quanto possível fazer perguntas, não declarações. E essa pergunta não deve ser “por que”.

Do tipo, por que não fazer isso, ou por que você fazer isso?

Em vez disso, as perguntas devem ser mais do tipo: qual foi o seu processo de pensamento? Qual foi o seu objetivo? Como você chegou a essa lista? Quais são os prós e contras disso?

Aprenda a acabar com a questão no ponto de interrogação. Deixe-a em aberto.

Isso não é intuitivo – seu instinto vai querer apenas dizer a seus funcionários o que fazer. Se você fizer isso, você vai substituir uma extensa lista de afazeres com uma fila longa em sua porta de funcionários que procuram orientações do que fazer.


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