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Empreendedor também trabalha no fim de semana

Ana Fontes conta a sua experiência na organização do Startup Weekend São Paulo - Women

Por Ana Fontes

Sou, em alguma medida, organizadora de eventos. Esse não é o meu papel principal, mas assumi essa faceta porque eles são importantes para os empreendedores. Faço muitos eventos – um exemplo é a Virada Empreendedora, um acontecimento gigante que organizo uma vez por ano. É tão trabalhoso que parece mais um desfile de escola de samba.

Em 2011, fui convidada para ser mentora de um evento chamado Startup Weekend. Como o nome diz, a ideia é transformar uma ideia em uma startup em um final de semana. Achei o modelo fantástico. De lá pra cá, acompanhei várias edições da iniciativa pela internet. Como meu maior foco de trabalho são as mulheres empreendedoras, resolvi encarar o desafio de organizar a 1ª edição do Startup Weekend São Paulo – Women. É claro que não encarei a missão sozinha, mas sim com outras supermulheres: Fernanda Nascimento (Stratlab), Silvia Valadares (Microsoft), Camila Achutti (Mulheres em Computação) e Marianne Oliveira (Raízes).

Desafio dado é desafio aceito. Afinal, empreendedores que somos, não fugimos do desconhecido. Enfrentamos tudo, mesmo com medo. Foram dois meses de trabalho para planejar e estruturar o evento. No último final de semana, ele finalmente aconteceu.

Foram 54 horas de trabalho na veia. Mais de 170 pessoas, entre mentores, jurados e participantes, reuniram-se no coworking da Fiap, em São Paulo. Foi uma maratona que, desde a sexta-feira, incluiu a apresentação de 56 ideias. Delas, 16 foram selecionadas por votação. E lá partiram 125 pessoas (a maioria mulheres) para o desconhecido mundo de pitches, validações, MVPs, canvas, prototipação e mentorias. Houve muito sangue, suor e lágrimas – empreendedor chora, sim, e muito. Frases como “Os clientes não gostaram da minha ideia, e agora?”, “Como vou ganhar dinheiro com isso?” e “As pessoas vão comprar?” eram ouvidas aos montes. E muitas perguntas não tinham resposta.

O final de semana foi cheio de emoções. Nós mulheres somos mais emotivas, sim. Isso é do nosso DNA, e não é ruim, como algumas pessoas falam. Muito pelo contrário: as empresas também são feitas de emoções.

A primeira dinâmica de construção dos grupos, em que cada pessoa recebeu um crachá numerado, já gerou euforia e entrosamento. Na sequência, em outra atividade, os grupos tiveram de criar uma startup fictícia a partir de palavras ditas pelos participantes. Tudo isso em 10 minutos. A iniciativa foi ótima para quebrar o gelo e um pouco da tensão. Todos perceberam que trabalho em equipe era o nome do jogo.

Os participantes apresentaram as suas 56 ideias em pitches de apenas 1 minuto. Foi um show à parte, com muita descontração. É claro que os donos das ideias que não foram escolhidas ficaram um pouco decepcionados. Mas logo os líderes das ideias vencedoras convocaram os participantes a ajudar na construção da startup, e tudo ganhou espírito de equipe de novo. 

Os facilitadores Tony Celestino e André Hotta (Up Brasil) e os mentores convidados acompanhavam os grupos e os ajudavam quando o trabalho insistia em não andar da forma desejada.

Antes de fazer o pitch final, todos se reuniram no meio da avenida Paulista para tirar foto com um drone – o que, claro, chamou muita atenção. Mas a grande preocupação do momento era a melhor forma de apresentar a startup.

No final da tarde, as pessoas ensaiavam seus pitches onde fosse possível, nos corredores, nos banheiros, no chão. Muitos desabafavam, preocupados: “Eu não vou conseguir falar”. E a banca estrelada aguardava. Ninguém perguntava qual era o prêmio para os vencedores. O que importava mesmo era a jornada.

Depois das apresentações dos projetos, muitos suspiros de alívio e música para descontrair na área aberta do coworking da Fiap. Em uma sala reservada, os jurados conversavam. Com muita discussão e votação, eles escolheram os três melhores: Take Car-e, Up2u e Conserta.me.
No final, foi lindo ver aquela pessoa que chegou com muitos medos e dúvidas superar tudo e subir ao palco para contar como será a sua startup.

E, se você pensa que havia um perfil comum aos participantes, sabia que, apesar da palavra “women” no nome do evento, houve muita diversidade. Concorreram também homens, e desde jovens até pessoas da terceira idade. Ainda acredita em estereótipos? #sabedenadainocente


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A Inveja Que Constrói é Diferente da Que Destrói

Muitos empreendedores obrigam seus vendedores a ir atrás dos clientes da concorrência sem parar para pensar se é uma boa ideia

Renato Romeo, da PME

Lembro como se fosse hoje o dia em que ingressei oficialmente em vendas. Havia arranjado um emprego no departamento técnico de pré-vendas de uma distribuidora de softwares. Logo nas primeiras semanas, conheci, na salinha de café, um sujeito simpático e bem-vestido.

Começamos a conversar e ele me contou uma piada. Ri e contei outra de volta. Aquela situação se repetiu por uns três dias. Foi quando ele me chamou para conversar. Ele tinha uma sala exclusiva. Só então me toquei que era o gerente comercial da empresa. Recebi um convite para trabalhar com ele. Aceitei.

Logo no primeiro mês como vendedor, bati a meta com folga e recebi o triplo do meu salário anterior como técnico. Não sei como souberam, mas todos os colegas do antigo departamento começaram a me olhar diferente, de um jeito meio desagradável, como se eu fosse malvado ou culpado por eles não terem sido promovidos. Comentei com meu novo chefe. “Eles estão com inveja”, disse-me ele.

A inveja, também conhecida como olho gordo ou dor de cotovelo, é o sentimento de cobiça que surge quando queremos ter o que o outro tem. Pode ser provocada por coisas materiais, realizações ou características — o outro é mais rico, mais bem-sucedido, mais charmoso ou mais qualquer coisa. Ela pode surgir até em relação ao que os outros estão sentindo — o cara ao lado é mais feliz do que eu.

A inveja pode tornar nebulosos pensamentos e ações. Vou dar um exemplo de minha área. Muitos empreendedores empurram a equipe de vendas para os clientes da concorrência. Se o concorrente tem, por que nós não temos, certo? Se o raciocínio é esse e nada mais, trata-se de uma visão medíocre.

Quando se pensa assim, sem parar para pensar se é de fato uma boa ideia, é difícil brotar algo inteligente. É a hora em que a equipe de vendas fica mais perdida do que o Brasil na Copa do Mundo e só resta dar descontos e mais descontos, deixando a rentabilidade desabar.

O empreendedor inseguro dá bola demais para a concorrência — o que é tão danoso quanto ignorá-la. O foco deve ser o cliente. Do que ele precisa? Como podemos entregar mais valor?

Querer algo que o outro tem pode ser saudável — se essa emoção funciona como um motor de arranque para comportamentos positivos. Se alguém deseja ganhar muito dinheiro, ser prestigiado com um prêmio de vendas ou comprar um carro novo, que então arregace as mangas e vá à luta.

Isso é fazer com que a inveja trabalhe a nosso favor de forma construtiva. Caso contrário, acaba resultando somente em aflições, fofocas, mentiras, ódio e daí para pior.

Aceitar que não somos o outro e que devemos estabelecer nossos objetivos e metas com base no que acreditamos é um princípio fundamental. Devemos buscar ser o melhor que podemos ser, e não ser igual a quem julgamos melhor. Vale para vendas, para toda a empresa — e vale também para a vida.


Fonte: Exame PME
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Autoestima: Sonhos e Realizações

Autor: Sergio Dal Sasso

Se eu fosse redefinir os dogmas da vida não permitiria que estes ultrapassassem a barreira dos sonhos, já que existe uma grande diferença entre o que idealizamos e a dificuldade que temos de transpor para a sua realização.

Muitos dizem que o gosto vem das batalhas, e que o prazer tem mais sabor quando a conquista é suada. Gosto muito de valorizar cada fase e etapa construída, mas sei que às vezes alguns parâmetros ofuscam as verdades, pois somos condicionados a buscar realizações atreladas a compensações e em muitas vezes acabamos por abandonar o que queríamos pela convivência contínua imposta pela razão e sua influência nos medos. A primeira coisa a ter relevância na vida é o fato de que temos que gostar do que vemos no espelho.

O principio de tudo é achar que valemos a pena, e isso se inicia pelo aprender a gostar de si próprio, tendo sempre a consciência de que num plano maior, olhando lá de cima, somos apenas formiguinhas, e que estando em baixo, no chão da terra, temos a oportunidade de ser a semente, o adubo, a água. Você pode passar a vida toda atrás da estabilidade e isso não tem nada a ver com o equilíbrio.

Dependemos da regularidade, tanto quanto do sentir a liberdade e mesmo quando nos limitamos para não afetar a dos outros, nossas construções e sucesso vão depender da intensidade “do seu eu satisfeito” e a sua forma de saber se incluir na aceitação dos outros pelo prevalecer dos bons casamentos. Seja tudo o que puder ser, mas não se enquadre no grupo dos que comem para se manter em pé, dos que pensam que o melhor amigo é o isolamento, dos que tomam cerveja apenas para ver a barriga crescer e dos que pensam que sexo só serve para ter filhos.

Quando nossos caminhos estão migrando para o fim, encurte seu tempo refinanciando-se para um novo começo, mude a cor da tua roupa, corte o cabelo, vá a uma praia, suba a montanha mais alta e tente recuperar as energias para que você mesmo não se veja como uma formiguinha.

Pense! Se o tempo é o responsável pelos parâmetros comuns a todos, dê um jeitinho de enriquecer o seu, pois é dele que temos que abusar quando da administração eficiente dos propósitos para que os resultados comessem a substituir os vazios que impedem os caminhos.

Um dos grandes problemas comportamentais do ser humano está na tendência de querer encostar-se à estabilização, fingindo-se satisfeito e se definindo no grupo daqueles que não tem tudo o que querem, mas amam tudo que tem. Queira mais, sempre, pois até para se manter é preciso avançar, mudar para continuar.

Não pense que a vida tem que ser a mesma coisa todo dia, pois ela deve sempre estar envolvida por uma válvula motivadora para medir o índice “tesão” de tudo que alveja ser. Nem tudo vai dar certo, mesmo porque sempre pensamos mais do que realmente podemos conquistar, mas tenha para si que a qualidade possível do que colhermos dependerá do quanto achamos que valemos à pena.


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7 Erros Imperdoáveis Para Quem Quer Ficar Rico

Para empreendedor que ficou milionário antes dos 30 anos, há alguns clichês do mundo corporativo que devem ser evitados

Da Redação - 

Ficar rico é um sonho para a maioria das pessoas. No entanto, realizá-lo não é uma tarefa fácil e, por isso, muita gente "derrapa" nessa escalada rumo ao sucesso.

O empreendedor americano Grant Cardone frequentemente dá dicas sobre o que fazer para atingir esse objetivo – inclusive para quem quer ficar milionário antes dos 30 anos, meta alcançada pelo próprio colunista. No entanto, em artigo recente publicado no site da revista "Entrepreneur", Cardone listou o que não fazer. Confira abaixo alguns erros "imperdoáveis", segundo ele, para quem quer conquistar um saldo bancário com muitos zeros:

1) Procurar conforto, não liberdade

Cardone afirma que o conforto é elemento mais perigoso do mundo das finanças. No entanto, o foco do empreendedor deve estar na liberdade. Em outras palavras, não se deve pensar em ficar rico para se aposentar. O certo é fazê-lo para poder fazer o que quiser.

2) Diversificar os negócios

Não são poucos os que defendem a diversificação como uma alternativa para os empreendedores. Afinal, se o negócio em uma área de atuação quebrar, a falência poderia ser atenuada pelos negócios em outros setores. Para Cardone, essa linha de raciocínio está errada por uma razão: ele afirma que quem diversifica não se especializa. Para o colunista, quem quer ficar rico deve aprender tudo o que puder sobre um tipo de negócio e prosperar nele.

3) Depender de apenas uma fonte de renda

Vale ressaltar que o foco em uma área de atuação não obriga um empreendedor a ter só uma fonte de renda. Cardone recomenda que uma parte dos lucros seja investida: o americano, por exemplo, investe em apartamentos e fundos de investimentos. Segundo ele, isso não é uma diversificação – é uma fortificação de renda.

4) Comparar-se a outros

Cada um tem problemas e habilidades diferentes. Por isso, não se compare a outras pessoas. Não é nada saudável fazer um paralelo com crianças na África ou bilionários como Mark Zuckerberg. No primeiro caso, uma comparação pode levar ao conforto; no outro, a um sentimento de impotência. Para Cardone, neste caso, o que importa é pensar em si mesmo.

5) Investir em tendências

O equívoco em apostar em negócios "da moda" se explica por meio do próprio significado da palavra "tendência": algo que surge e dura pouco. Pense nos mercados de cupcake, que enfrentam dificuldades, e na atuação de empreendedores como Warren Buffett, um homem que investe em negócios pouco glamourosos, como ferrovias, seguros, refrigerantes e doces, mas que é bilionário. Prefira seguir por uma estrada lenta, mas com destino certo, do que embarcar em uma montanha-russa.

6) Confiar em pessoas sem fundamentos

Algo óbvio, mas comum. Cardone, inclusive, cometeu um deslize parecido. Ele afirma que "o maior erro de sua vida" foi acreditar em um grupo de pessoas simpáticas, mas sem informações suficientes para abrir um negócio. O colunista afirma que os sentimentos por seus contatos devem ser deixados de lado e que fundamentos que garantam o sucesso devem ser sempre levados em conta.

7) Não confie na poupança

Cardone diz que não é possível criar riqueza ao colocar seus ganhos na poupança. De acordo com o especialista, essa modalidade de investimento rende pouco e nos motiva a "criar emergências" para gastar o que está no banco. Tais "emergências" não são tão urgentes assim. Na verdade, são uma razão que encontramos para fazer algo que adoramos: comprar coisas.


O colunista diz que, para garantir riqueza, ele move seu dinheiro para investimentos que não podem ser resgatados facilmente. Além de evitar a queima das economias, essa postura garantiu que Cardone sempre fizesse o possível para faturar mais.


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O Que eu Faria se Tivesse 18 Anos

"Jamais teria um emprego" é a primeira dica

Por Flávio Augusto,

Um GV perguntou recentemente: “Flávio, se você tivesse minha idade (18 anos), com seu conhecimento e experiência, o que você faria?

Respondi:

1. Jamais teria um emprego.

2. Venderia algum produto. Qualquer um: picolé, bala, bombom, relógio, pão etc. Identificaria o produto com o qual mais me identifico e estudaria tudo sobre ele.

3. Jamais me envolveria com pirâmides.

4. Numa segunda fase, depois de conquistar um pouquinho de capital, criaria modelos recorrentes de venda desse produto, tipo um serviço de entrega de pães todas as manhãs com consumidores associados. Me dedicaria a vender esse plano. Tudo sem muito capital, mas que me permitisse começar pequeno e sonhar grande e com escala.

5. Viveria com não mais do que 50% do que ganhasse para ampliar meu capital de giro.

6. Me dedicaria a estudar todas as fases do processo a fim de começar a fabricar meu próprio produto e investiria em minha própria marca.

7. Ampliaria meu mix de produtos.

8. Criaria canais de distribuição alternativos, por exemplo, franquias, online, venda direta, B2B etc.

9. No auge da companhia, venderia para um fundo, banco ou concorrente, embolsando uma enorme liquidez.

10. Com 5% do capital conquistado, começaria tudo de novo e investiria os 95% em investimentos conservadores em moeda estrangeira.

Sabe quais são os problemas mais frequentes?

1. O sistema de ensino convencional não prepara para nada isso.

2. A sociedade discrimina os que começam esse tipo de jornada, mas bajula os que chegam ao final dela.

3. As pessoas têm medo de sair do quadrado.

4. Você raramente terá apoio se disser que não quer mais seguir a boiada.

5. Capital é bom, mas é possível conquistá-lo vendendo.

6. Pessoas convencionais têm preconceito com vendas.

7. Muitos, ao conquistarem seu primeiro sucesso, querem logo comprar um carro zero como sinal de status e, em vez de ampliarem seu capital de giro, ampliam suas dívidas.

8. Outros ficam apegadas e por isso perdem o timing para vender seu negócio.

9. Lucro não é pecado e sonhar não é para alienados.

10. Você vai atrair interesseiros. Saiba quem é quem nesse game.

O mais legal é que muitos desavisados quando leem isso acham que é tudo teoria e logo abrem o bocão para dizer: "Falar é fácil, mas a prática não é tão simples assim". Bem, nos últimos 20 anos, fundei uma dezena de empresas. Comecei minha vida vendendo relógios do Paraguai e, em seguida, vendi curso de inglês. Hoje, vendo empresas. Não, não é nada simples, mas uma coisa eu tenho a certeza: se eu tivesse 18 anos de idade com o conhecimento que tenho hoje, certamente não seguiria a boiada nem o modelinho convencional para o qual a grande multidão é diariamente treinada dentro das escolas e universidades.

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A Regra Que Vai Ajudar Você a Atingir Suas Metas

Você tem metas grandiosas mas não sabe como tirá-las do papel? Aqui está a solução

Por André Bartholomeu Fernandes 

Todos nós temos metas grandiosas: uma ideia de bilhões de dólares que precisa dar certo. Um projeto matador que tornaria nosso trabalho muito mais fácil e etc.

O problema é que nem sempre conseguimos realizar esses projetos e tirá-los do papel.

Com zilhões de e-mails, reuniões e listas de tarefas em nossas agendas, as tarefas de longo prazo vão cada vez mais ficando pra trás, pacientemente esperando por alguns minutos de boa vontade e dedicação de nossa parte.

O especialista em liderança Robin Sharma recentemente sugeriu um plano para realizar a ideia dos seus sonhos: a regra 90-90-1. Ele afirmou:

Nos próximos 90 dias, dedique os primeiros 90 minutos do seu dia de trabalho para a melhor oportunidade de sua vida. Nada mais. Zero distrações. É só pegar e trabalhar nesse projeto durante esse período.

Isso significa: fechar os e-mails, colocar o telefone em modo silencioso, se marcar como invisível no bate-papo, e deixar de fazer qualquer outra coisa que você precisar para certificar-se que você não será interrompido.

Então, qualquer que seja o seu projeto, mantenha o foco sobre ele por 90 minutos.

Faça isso por 3 meses (90 dias), e você terá feito um grande progresso em tudo que você sonhou.

E se os 90 dias pode parecer assustador, tente começar com uma regra 30-30-1, ou 45-45-1. Isso já é o suficiente para começar.

A questão aqui é começar. E criar um sistema que vai garantir que você continue executando as coisas.


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Como Absorver Melhor as Informações Que Você Lê

Alguns textos são extremamente entediantes, mas não significa que você deixar de lê-los. Alguns colunistas do site Inc. compartilharam suas dicas para não cair no sono quando você está com sua leitura acumulado em pilhas de tédio

Por Redação,

Por mais necessária que seja a leitura de diversas fontes de informação, sabemos que alguns textos sobre negócios podem ser extremamente entediantes. Entre planos de negócios, contratos, documentos legais e livros teóricos, você pode facilmente se pegar desejando por um cochilo e não deve se envergonhar de admitir isso.

Pensando em ajudar, alguns colunistas do site Inc. compartilharam suas dicas para não cair no sono quando você está com sua leitura acumulado em pilhas de tédio. Você vai precisar fazer algum esforço para concluir tudo, mas vai ser recompensador.

Kevin Daum: "Primeiro, eu reservo um tempo sem distrações. Sem telefone, e-mail, ou TV para chamar a minha atenção. Então, eu acho um lugar com muita luz natural. Por fim, coloco uma música suave que eu sei que vai me fazer entrar no ritmo. Antes que você perceba, a pilha se foi, e eu me sinto melhor por ter sido produtivo.”

Peter Economy: "Não há nada pior do que ter que se arrastar através de uma escrita chata ou muito densa. Quando me deparo com esses artigos, livros, ou outras informações, eu preciso de toda a força de vontade que eu possa reunir para lê-lo e não empurrá-lo de lado e fazer outra coisa em seu lugar. A única coisa que me ajuda a passar por esse material e realmente aprender alguma coisa no processo é destrinchá-lo em vez de tentar ler tudo de uma vez. Eu anoto os pontos principais em um caderno e depois que termino, posso então rever os principais pontos que coletei e ter uma boa idéia do que eu preciso saber."

Maria Tabaka: "As pessoas absorvem informação em grande parte com base em seu estilo de aprendizagem; meu estilo muda com diferentes tarefas. Se eu tiver que montar alguma coisa, eu sou cinestésica; só tenho que colocar minhas mãos sobre ele e consigo fazer. De muitas maneiras, eu sou visual, mas na leitura técnica ou chata eu sou mais auditiva. Se eu não puder acessar uma versão em áudio do material, então eu realmente leio as peças resistentes em voz alta. Mas tem algo inesperado adicionado: enquanto eu leio, eu tenho que colocar um visual para isso também. Processo a informação de duas maneiras, então eu acho que eu sou uma leitora multitarefa!"

Eric Holtzclaw: "Descobri cedo na vida que eu sou um aprendiz auditivo, o que significa que eu compreendo melhor quando ouço conteúdo e novas informações. Meu trabalho me obriga a rever os planos de negócios e documentos de estratégia corporativa. É aí que o meu smartphone e tablet entram. Ambos têm funcionalidade interna que suporta o meu estilo de aprendizagem. Eu posso usar a tecnologia que transforma texto em áudio para ler o conteúdo para mim. Como eu escuto cada para, propositadamente resumo na minha cabeça o que eu aprendi para que eu tenha certeza que eu compreendi totalmente a informação veiculada. Essa funcionalidade também é uma ótima maneira de aproveitar o tempo não seria tão fácil de ler - a pé através de um aeroporto ou no meu carro, por exemplo.


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Quem Quer, dá um Jeito

Quem não quer, arranja uma desculpa (Roberto Shinyashiki)

Por Leonardo Posich, 

O verdadeiro vencedor é aquele que sabe extrair de suas dores motivos suficientes para não desistir da luta. Já o verdadeiro perdedor é aquele que desiste da luta antes mesmo de tentar. O perdedor vive a recuar, já o vencedor só volta para trás se for para buscar impulso para ir adiante.

Será que você já engavetou seus sonhos ou quem sabe nem sequer colocou em prática aqueles velhos projetos de vida por medo de não conseguir realizá-los? Ou quem sabe já desistiu de conquistar a pessoa amada por medo de sofrer ou simplesmente levar um fora?

Estamos acostumados a arrumar inúmeras desculpas para aquilo que não queremos de verdade. Quando buscamos dar forma e tornar real aquilo que vivia em nosso imaginário, arrumamos motivos mais que suficientes para ir à luta, sem medo de perder ou mesmo de sofrer.

Quantas mulheres vivem correndo atrás daquele "cara" que vive a desprezá-las? Homens quando querem, dão um jeito. São capazes de dançar tango no teto ou limpar os trilhos do metrô. Quando realmente queremos algo, somos capazes de mover o mundo. É comumente se deparar com inúmeros indivíduos reclamando da falta de emprego ou da falta de oportunidades, porém os mesmos não são capazes de levantar do sofá, munir-se de currículos e ir à luta.

E, quer saber, hoje é muito mais fácil buscar um emprego. Existem diversos sites que vivem a ofertar vagas de emprego, ao invés de arrumar desculpas pela falta de oportunidades, busque ter atitudes. Saia da vala comum e rompa a barreira do comodismo.

Algum tempo atrás quando ainda levava uma jornada árdua de trabalho, achava comum ficar dentro daquela bolha chamada conforto. Já estava habituado a rotina de trabalho e com a convivência de profissionais que lá conheci. Em meio aquele turbilhão de coisas para fazer, sentia que me faltava algo. Vivia reclamando, e meus amigos diziam que eu deveria largar o emprego e procurar algo que realmente me fizesse feliz profissionalmente.

Era normal arrumar desculpas, afinal o meu "eu" amante do comodismo estava super feliz com aquele situação. Depois de muito sofrer com o paradigma entre largar o velho emprego e empreender um grande sonho que há muito tempo estava empoeirado no fundo de uma gaveta, resolvi fazer algo por mim e pela minha própria felicidade.

Lembre-se que o passo para trás pode significar dois para frente. Hoje sou realizado com o que faço, além de ter maior autonomia de tempo, gero mais resultados, já que as desculpas não me prendem mais. Quem quer dá um jeito, que não quer arruma uma se não várias, desculpas!

Vejo inúmeros colaboradores insatisfeitos com seu atual emprego, vivem a reclamar e nada fazem para mudar sua situação. O perdedor faz de suas mentiras "desculpas" as suas verdades. Vive ancorado em suas lamentações, faz da zona de conforto sua casa. O perdedor acha mais fácil colocar a culpa nas circunstâncias ou na vida alheia, ao invés de assumir seus próprios erros e fracassos. O vencedor, por sua vez, toma para si suas responsabilidades. É inconformado e vive a colocar em prática seus projetos. Faz de seus sonhos sua realidade.

Nossa maior luta é contra nós mesmos. O maior vencedor é aquele que consegue se sobrepor as suas mazelas, que não vive acorrentado a suas próprias desculpas. Se fosse para contar nos dedos quantas pessoas sofrem ou vivem debaixo da síndrome do coitadismo, me faltariam mãos para fechar a contagem.

Transformar suas palavras e promessas em ações é o que vai diferenciar você dos perdedores. Prefiro mil vezes perder uma batalha lutando do que enterrar meus sonhos antes mesmo de tentar realizá-los!

E aí, quem você é? O conformado que vive arrumando desculpas ou o vencedor que visa criar suas próprias oportunidades?

Não adianta estar completo por fora, quando se está quebrado por dentro. Os pensamentos, se mau administrados, funcionarão como correntes ou limitadores de sonhos. Se você colocar na sua cabeça que não consegue conquistar um emprego melhor ou quem sabe empreender algum negócio por falta de tempo, tenho certeza que você nunca irá dar um jeito de arrumar tempo para concretizá-lo.

Com certeza você já deve ter ouvido falar de Nick Vujicic palestrante motivacional e diretor da Life Without Limbs. Se você não conhece, sugiro procurar pelo seu nome nos buscadores da internet, tenho certeza que você se emocionará com sua história.

Nick nasceu sem braços e sem pernas, poderia ser alguém conformado com sua realidade, poderia ser mais um na multidão e que sofreria aos olhos de muitos "com a síndrome do coitadismo" não fosse sua vontade de viver e fazer a diferença. 


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5 Conselhos de Empreendedores de Sucesso

As dicas podem ser usadas como inspiração para vencer os desafios do dia a dia

Da Redação - 

Ao contrário do que afirma a sabedoria popular, conselhos podem ser uma ótima fonte de crescimento e inspiração (e, às vezes, eles podem vir de graça, por que não?). Pensando nisso, a consultora Jen Kushell, do blog YSN, selecionou alguns dos melhores conselhos compartilhados publicamente por grandes líderes do mundo dos negócios. Vale a pena conferir. Afinal de contas, não é todo dia que o Richard Branson tem algo a dizer para você ;) .

“Encare a realidade como ela é, não como você gostaria que ela fosse” – Jack Welch

É importante manter uma certa dose de foco e pragmatismo. Visões ambiciosas são positivas quando inseridas em contextos de mercado bem definidos.

“Oportunidades de negócios são como um ônibus: sempre tem outra vindo” – Richard Branson

Perder um contrato ou um cliente é sempre ruim, mas não é o fim da linha. Não se desespere e lembre que momentos como esses são ótimas oportunidades para enxergar pontos fracos e preparar-se melhor para oportunidades futuras.

“Aprenda a fazer não só as coisas de que você gosta, mas também as que são boas para a empresa” – Michael Dell

Empreendedores devem estar dispostos a fazer sacrifícios pessoais e desenvolver novas habilidades além de suas preferências pessoais. Faça um esforço para sair de sua zona de conforto.

“Você não precisa ser o maior para competir com os maiores” – Ross Perot

Ninguém precisa ter a maior estrutura do mundo para oferecer produtos e soluções excelentes. Lembre-se de que toda empresa, por maior que seja, já começou do zero um dia.

“Já que você vai pensar em algo, pense grande” – Donald Trump

Diferentemente de estabelecer metas ingênuas e impossíveis, pensar grande tem a ver com explorar todo o potencial da sua empresa. Todo produto ou serviço pode ser melhorado ou expandido.


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Série SEU NEGÓCIO - Maneiras Simples de Fazer Seu Negócio se Desenvolver

Levar a sua empresa em direção ao crescimento pode parecer complicado, mas se você não fizer a coisa certa pode duplicar o trabalho. Uma empresa estagnada é, muitas vezes, resultado de uma liderança fraca. Se você já alcançou um nível “razoável” e não consegue mais ir adiante com o crescimento da companhia, confira 3 práticas simples que podem ajudar.

1. Prepare-se para mudar

Procure identificar se você está preparado para fazer alguns sacrifícios, como mudar a maneira como você havia imaginado as coisas e até mesmo a cultura da empresa. Para alcançar certos objetivos é preciso realinhar as expectativas da organização ao mercado. Não fique preso ao que você imaginou no início. Para que sua empresa cresça é preciso desapegar de valores antigos e aceitar os novos.

2. Cresça como pessoa

É preciso aceitar que para fazer o seu negócio crescer, você precisa crescer pessoalmente. Uma boa dica para fazer isso é procurar um mentor, uma pessoa mais experiente (não necessariamente mais velha) que já tenha passado por obstáculos parecidos com os que você enfrenta. Peça ajuda para desenvolver as áreas em que mais tem dificuldade. E seja humilde para aceitar críticas e sugestões.

3. Saia do caminho

Após conseguir todas as habilidades necessárias para liderar, saia do caminho. É claro que a sua empresa precisa de você para crescer, mas isso não significa que você deva estar “super-presente”. Saiba a hora exata de sair de cena, dê um passo para trás e observe a sua companhia se desenvolver nas mãos dos funcionários e pessoas de confiança. Dessa maneira você consegue uma visão generalizada e tem maior clareza ao tomar decisões.


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Como Criar Uma Campanha de Divulgação no Facebook

Especialista Lucas Diniz lista as principais recomendações para pequenos empresários que desejam fazer campanhas da sua marca no Facebook

Editado por Camila Lam,

Sua empresa já possui uma fanpage no Facebook? Ótimo, mas lembre-se que cada vez mais marcas estão atuando em redes sociais a fim de disputar a atenção do público. Isso exige uma dedicação cada vez maior na criação de campanhas, que além de buscar novos públicos, devem estimular os clientes já conectados à sua página. Essas táticas devem levar em consideração, principalmente, os objetivos da campanha. Destacamos abaixo alguns passos importantes no momento de disseminar sua campanha ação no Facebook.

1. Mapeie seu público

Além de identificar qual é o público que se interessa por sua marca, é imprescindível entender o que ele necessita e o que deseja consumir. Realize pesquisas de mercado indagando o seu consumidor. Essas informações permitirão segmentar suas campanhas por públicos, direcionando-a por gêneros, idades, região e interesses em comum. Outros hábitos como permanência em redes sociais também podem ser bastante proveitosos.

2. Identifique comportamentos

Através de mecanismos como o Google Trends e Ubersuggest é possível detectar quais palavras-chaves podem estar relacionadas aos interesses de seu público. Atentando para o que o seu consumidor busca na web, fica mais fácil entregar conteúdo relevante.

3. Produza conteúdo exclusivo

Quais são as vantagens de seu produto? Quais são os diferenciais de seu serviço? O que os clientes pensam sobre a sua marca? Com base nas pesquisas anteriores, busque desenvolver conteúdo exclusivo para seu público. Artigos, notícias, imagens motivacionais e infográficos podem ser bons recursos. Evite apenas reproduzir conteúdos de outros canais e ofereça novas informações.

4. Mantenha as portas abertas

A partir do momento que sua empresa se dispõe a desenvolver uma campanha de divulgação é preciso aceitar que as opiniões, tanto negativas, quanto construtivas, podem surgir. Para isso, disponibilize canais de contato para os usuários e não se esqueça de atendê-los com atenção e pessoalidade. É crucial que seu cliente se sinta atendido e que sua opinião seja levada em consideração.

5. Analise os resultados

Um bom indicativo pode ser encontrado em ferramentas como Facebook Insights. Entre meu público, quem está interagindo mais com a página? A que horas minha fanpage é mais acessada? Qual a taxa de rejeição da minha campanha? Quantos cliques houveram por post? Elencar estas informações pode ser decisivo para o desenvolvimento das próximas campanhas de divulgação e ações de relacionamento.


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Os Quatro Princípios Das Empresas Conscientes

José Luiz Weiss, um dos fundadores do movimento capitalismo consciente no Brasil, fala sobre o novo modelo de organização, durante o congresso nacional sobre gestão de pessoas (Conarh)

POR ARIANE ABDALLAH

No ano passado, foi fundado no Brasil o capitalismo consciente, um movimento que começou nos Estados Unidos e que tem um propósito que pode soar utópico: gerar empresas nas quais o lucro é uma consequência de um bem maior, a criação de valor para seus clientes funcionários, fornecedores, investidores, comunidade e meio ambiente. Segundo seus fundadores, John Mackey, co-CEO da rede Whole Foods, e o consultor indiano Raj Sisodia, autores do livro que leva o nome do movimento (editora HSM), companhias como Google, Southwest Airlines e Costco se encaixam nesse perfil.

Um dos fundadores do movimento no Brasil, o executivo José Luiz Weiss, diretor de RH para a América Latina na empresa Syngenta, fez uma palestra sobre o tema nesta terça-feira (19/08), no CONARH 2014. De acordo com ele, uma nova forma de encarar e vivenciar esse modelo econômico se faz necessária. Para justificar essa defesa, o executivo ressalta, por um lado, um aspecto positivo do capitalismo: o aumento da renda per capita no mundo, gerada nas últimas décadas. Por outro, reconhece a queda de confiança das pessoas em relação às empresas em decorrência da má distribuição dessa renda e também de crises de ética. Outro problema apontado por ele foi a explosão dos salários, incentivando os executivos a priorizar os ganhos de curto prazo.

Weiss apresentou os quatro princípios que definem uma empresa inserida no capitalismo consciente. “Não se trata de um modelo perfeito”, afirmou. “Mas, sim, de estar em uma jornada de evolução. Esses princípios não foram criados por ninguém, mas reconhecidos nas empresas que têm o perfil consciente”. O que o RH tem a ver com isso? “Os profissionais de Recursos Humanos são fundamentais para, ao lado das lideranças, garantirem esses quatro pilares”.

1. Ter um propósito além do lucro

Para gerar lucro com consciência, a empresa deve focar em “fazer o bem” para a sociedade, para o mundo e para os clientes.

2. Liderança consciente

“São os líderes que definem muitos dos princípios, valores, estratégias e visão de mundo da empresa”, disse Weiss. Segundo ele, os gestores conscientes, tem uma diferença principal em relação aos demais: “Buscam o que é melhor para a empresa e para os stakeholders, e não a satisfação de seus egos e ambições”.

3. Impacto consciente

A relação ganha-ganha com todos os envolvidos no negócio é essencial em uma empresa com esse modelo. “O objetivo dessas organizações é maximizar o valor do negócio para acionistas, colaboradores, clientes, sindicato, governo e imprensa.”

4. Cultura consciente

O modelo de gestão permeia todos os sistemas e processos da empresa e se reflete em cada detalhe. Por exemplo, na remuneração. Weiss usa como exemplo a rede Whole Foods. A empresa tem como premissa que o salário mais alto seja, no máximo, 19 vezes mais que o mais baixo. “A maioria dos concorrentes tem salários até 200 vezes maiores que outros, dentro da mesma organização”, diz ele. Ele usa a Whole Foods para ilustrar outro indicador de uma cultura consciente: a transparência de resultados em relação aos funcionários. “Noventa por cento deles são sócios”.


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6 Sinais de Que Você Irá Fracassar Como Empreendedor

Sem alguns atributos, muitos empreendedores podem fracassar na hora de começar o próprio negócio 

Por Camila Lam

O comportamento do empreendedor influencia muito no sucesso de seu negócio. Para Edison Kalaf, professor de empreendedorismo e inovação da Business School São Paulo (BSP), pessoas muito conservadoras têm mais dificuldades para ter sucesso como empreendedor. “O comportamento natural do empreendedor é se envolver com o risco”, afirma.

É importante ressaltar que empreendedor não é somente aquele que é dono de um negócio. “Um funcionário público ou um dono de uma franquia também podem ser considerados empreendedores”, explica Thiago de Carvalho, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.

Para o professor de empreendedorismo, João Bonomo, do Ibmec/MG, não ser uma pessoa resiliente é um dos sinais de que irá falhar como empreendedor. Veja outros aspectos que sinalizam de que o caminho para obter sucesso no empreendedorismo poderá ser um pouco mais longo do que o esperado.

1. Não gosta do que faz 

Escolher uma atividade que não o motiva diminui bastante a chance de a pessoa se dedicar ao negócio. No começo de uma empreitada, a dedicação e a paixão do empreendedor pelo negócio farão diferença. “Energia é fundamental, principalmente no inicio”, afirma Kalaf.

Além disso, é importante que o empresário se preocupe em alinhar os seus valores com o empreendimento. Caso contrário, a frustração impedirá que ele busque soluções para que a empresa cresça.

2. É arrogante

O medo de receber críticas acaba limitando o empreendedor. Pior do que não gostar de receber críticas, segundo Carvalho, é não identificar quais são os seus pontos fracos e que precisam ser desenvolvidos.

Para Kalaf, se o empresário é arrogante e não está disposto a ouvir os sócios, os clientes e os funcionários, as chances de fracassar aumentam bastante.

3. Busca estabilidade

Um empreendedor não pode esperar um salário regular como retorno do negócio. Para Bonomo, pensar em possibilidades, em resolver um problema e em crescer deveriam ser as principais preocupações.

Um dos principais mitos de quem deseja abrir um negócio é achar que será autônomo e terá segurança. Pelo contrário, os desafios para manter a empresa em dia faz com que a jornada de trabalho se estenda facilmente para mais de 12 horas.

4. Não tem visão gerencial

Para empreender, não basta ter conhecimento técnico sobre o produto ou serviço que oferece. Para Bonomo, é fundamental ter uma visão do mercado, saber planejar, organizar os recursos e desenvolver um estilo de liderança.

5. Não consegue passar por uma crise

Errar e lidar com incertezas e problemas na empresa faz parte da rotina de um empreendedor. Mas, saber lidar com o fracasso não é para qualquer um. “Tem gente que tem medo de falhar”, afirma Carvalho.

Ter um bom plano de negócios e escolher bons sócios são algumas atitudes que podem ajudar a controlar o medo de empreender.

6. É uma pessoa muito introvertida

Ter dificuldade para se relacionar, não saber expor as suas ideias e ser uma pessoa tímida são algumas características que podem dificultar, e muito, a vida de um empreendedor. Entretanto, quando há a figura de um sócio extrovertido esse fator já não pesa tanto.

Para Bonomo, saber negociar com clientes, fornecedores e potenciais investidores faz parte do cotidiano de qualquer empresário.


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10 Passos Para Ser Uma Pessoa Mais Admirada

Comece sendo mais divertido e verdadeiro com seus colegas

Da Redação - 

Você já percebeu como sempre há alguém muito admirado no trabalho? Pois então, essas pessoas costumam assumir seus pontos fracos com mais facilidade, em vez de esperar o tempo necessário para que outras pessoas os percebam.

No ambiente profissional, existem táticas para aumentar a popularidade. Os 10 passos seguintes explicam como.

1. Faça perguntas
Pessoas que questionam e expõem suas dúvidas são admiradas porque sentem prazer em compartilhar o que sabem e o que não sabem. Por causa dessa característica, sempre estão prontos para ajudar quem precisa - e isso conta pontos em qualquer grupo.

2. Fale mais
Uma característica em comum de pessoas admiradas é a capacidade de conversar com todos. Elas não escondem o que pensam. Isso não significa que elas são diretas e grossas, mas fazem questão de ser detalhistas e prestativas.

3. Doe seu tempo... sem esperar algo de volta
Ajudar os outros por vontade própria aumenta sua popularidade. Pense na pessoa que você mais gosta no trabalho – provavelmente quem poderia ajudar em um dia difícil, ou mesmo quando o seu computador não estiver funcionando. Cuidado, porém, ao ajudar só para ser admirado. A iniciativa precisa ser genuína.

4. Ouça melhor
Esse passo não elimina a segunda dica, que continua sendo verdadeira. Comunicação facilita relações entre pessoas, mas é importante fazer uma pausa de vez em quando para ouvir. Pessoas admiradas estão sempre curiosas para aprender e ouvir algo novo. Fale tudo que for preciso, mas na hora de ouvir, faça isso com toda a atenção.

5. Preocupe-se de verdade
Como desenvolver a preocupação e o carinho ao próximo em uma era tão narcisista com as redes sociais? Importar-se requer deixar seus interesses e ambições de lado para ajudar o próximo. Isso exige esforço. Você precisa conscientemente decidir que vai se preocupar com alguém. Ao fazer isso, verdadeiramente, você notará que as pessoas vão admirá-lo.

6. Admita: você não sabe tudo
Todos sabem como é importante evitar ser o arrogante do escritório. Parte porque sabemos que essa pessoa não irá pedir por ajuda, e muitas pessoas gostam de se sentir úteis e ajudar. Mais importante ainda porque pessoas arrogantes estão sempre tentando se promover. Elas exibem um tipo de orgulho que não é atraente.

7. Prefira a risada
É difícil não gostar de alguém que encare a vida com leveza. Frequentemente, as pessoas mais admiradas conseguem encher um ambiente de risadas e sorrisos. Se a sua natureza não for tão brincalhona, não tem problema. Só não se esqueça de enxergar humor em acontecimentos cotidianos. Seja alguém de riso fácil e você conquistará as pessoas ao seu redor.

8. Não esquente tanto a cabeça
A seriedade é uma característica importante no ambiente profissional, mas o excesso dela ofusca a visão mais ampla de algumas situações. Pessoas sérias demais são essencialmente mais egoístas, pois estão sempre se focando em seus problemas particulares. Indivíduos admirados no trabalho reconhecem problemas de colegas e são altruístas.

9. Não seja insistente demais
Você pode ter suas preferências pessoais, mas seja flexível quando necessário. Vá almoçar em lugares diferentes, ouça músicas sugeridas por amigos, não espere que todos gostem das mesmas coisas que você. Ajuste-se às situações.

10. Assuma suas fraquezas
Eventualmente, seus colegas no trabalho irão descobrir seus pontos fracos, por que não abri-los com mais facilidade? Não aja como vítima ou compartilhe seus problemas com a próxima pessoa que for apresentada. Mas, no trabalho, não é nenhum pecado expor seus pontos fracos com a intenção de se esforçar para melhorar. Seus colegas farão boas sugestões e poderão ajudá-lo.


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Faltam Ousadia e Inovação na Área de RH Das Empresas

Por Letícia Arcoverde

O tema da edição deste ano do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (Conarh), que começou na segunda-feira, em São Paulo, defende a ousadia e a inovação dos departamentos de RH como fórmula para alcançar bons resultados nas empresas. O desafio se mostra bastante relevante no momento econômico atual do Brasil - de companhias registrando índices abaixo do esperado e clima de pessimismo entre os comandantes das organizações -, mas não é exclusivo do país.

É o que mostrou uma palestra com representantes de organizações internacionais de profissionais de recursos humanos. Segundo Filippo Abramo, presidente da Associazione Italiana per la Direzione del Personale, um estudo realizado no ano passado com profissionais de RH europeus mostrou que os grandes desafios atuais são a gestão de talento e liderança, a capacidade de planejar a estratégia de pessoas e comunicá-la para o comando da empresa, e a dificuldade de mensurar aspectos como engajamento e motivação.

Mesmo os altos índices de desemprego na Europa não excluem o continente das dificuldades de encontrar mão de obra qualificada. "Não é suficiente contratar talentos, é preciso desenvolvê-los para conseguir retê-los." Para ele, o fato da desocupação ser maior entre jovens gerou, ao menos, uma boa notícia: a maior criação de pequenas empresas. "Essas companhias são menos tradicionais e mais inovadoras. As pessoas entendem que não podem mais depender de grandes corporações."

Outra tendência é a maior mobilidade entre países - inclusive com a vinda de europeus para o Brasil. "Vemos isso como uma vantagem competitiva, porque essas pessoas podem voltar e trazer competências novas", diz.

Para Pieter Haen, presidente da World Federation of People Management Associations, o Brasil precisa ser mais aberto e conectado com o resto do mundo. "Há uma enorme distância entre a produtividade atual e o que pode ser alcançado", diz. Para ele, é importante que os RHs superem o perfil tradicional, avesso ao risco, e encarem esse desafio de inovar como um projeto - com planejamento, visão financeira e estratégica. "Falta coragem e ousadia para agir."


Fonte: VALOR
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4 Regras Para Melhorar o Clima Organizacional Nas Empresas

Seus funcionários não estão motivados e engajados? Saiba como mudar isso

Por Fabiano Cândido e Marina Salles

Melhorar o clima organizacional não é só tarefa das grandes empresas. Empreendedores de negócios de pequeno e médio porte também devem ter essa preocupação – e podem fazer programas deste tipo sem gastar nenhum tostão.

O diretor de relações empresariais da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Ruy Shiozawa, lista quais os fatores que melhor contribuem para o engajamento dos funcionários. E avisa: a recompensação em dinheiro não está mais entre os principais atrativos que estimulam a dedicação dos profissionais.

Confira, abaixo, o que tem feito a diferença no comportamento de empregadores e empregados para aperfeiçoar as relações entre as pessoas:

Administre a meritocracia de forma transparente. Evite promover o reconhecimento de funcionários por meio de um sistema de trocas, em que maior dedicação resulte em um aumento de salário, por exemplo. Claro que o fator financeiro também faz parte das relações entre empregadores e empregados, mas essa é uma medida que não gera engajamento. A meritocracia deve ser trabalhada em paralelo, sem se sobrepor às demais formas de incentivo para se criar um ambiente favorável ao desenvolvimento dos negócios.

Ofereça oportunidades para que os membros da equipe possam crescer e se desenvolver. Empresas que tendem a valorizar o trabalho de seus funcionários são bem percebidas no mercado. E isso vai além de promoções e bonificações. Críticas construtivas, que demonstram o interesse dos superiores na melhoria das atividades realizadas fazem a diferença na imagem que os funcionários constroem a respeito do negócio.

Promova o equilíbrio da vida pessoal e profissional. Ter flexibilidade de horários para organizar-se é outro ponto positivo na construção de um bom clima organizacional. Nesse caso, é importante ter em mente que prazos e qualidade dos serviços prestados não devem ser prejudicados.

Comunique-se com os funcionários. Líderes bem preparados conseguem aumentar a produtividade de sua equipe por meio de atitudes simples, como cumprimentar os colegas de trabalho e estarem abertos ao diálogo.


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O Que os Recrutadores Querem Saber ao Buscar Referências

De acordo com pesquisa, quase 60% das pessoas afirmam ser transparentes na hora de passar referências; veja o que os recrutadores perguntam para "pescar" dados

Por Talita Abrantes

Buscar referências do trabalho de candidatos a uma oportunidade profissional até pouco tempo era uma prática restrita a alguns cargos específicos no Brasil. Mas com a expansão do mercado de recrutamento no país e a, consequente, necessidade de minimizar ao máximo os erros na contratação, os headhunters estão se valendo mais da prática.

Enquanto em outros países, o hábito mais corrente é o antigo chefe enviar uma carta de recomendação, por aqui, os recrutadores entram em contato por telefone com chefes, subordinados e clientes internos de empregos anteriores – geralmente, indicados pelo candidato. Todas as informações prestadas, garantem os especialistas, são mantidas em sigilo. 

“Na checagem de referências, é possível captar aspectos subjetivos que não conseguimos perceber na entrevista”, diz Gabriela Coló, da Havik. Por isso, segundo Adriana Prates, da Dasein Executive Search, geralmente, aos recrutadores com mais experiência é delegada a tarefa de contatar as pessoas que já trabalharam com o candidato em questão. 

Segundo levantamento da Havik, 59% das pessoas que já foram abordadas para contar sobre a experiência que tiveram com um antigo colega admitem serem transparentes durante toda a conversa de checagem de referências. De acordo com a pesquisa, tais pessoas mencionam não só os pontos positivos, mas até o que o candidato em questão ainda tem para desenvolver profissionalmente. 

Para 14%, a estratégia é apenas citar os pontos negativos – sem aprofundar. Já 9% dos entrevistados afirmam que só mencionam as qualidades do profissional em questão.

Confirmar informações

O objetivo mais básico dos recrutadores ao entrar em contato com antigos colegas de trabalho é simples: checar se as informações passadas pelo candidato são verdadeiras, de fato. Neste momento, cargos, promoções, funções, salário e motivo/contexto para a demissão entram na conversa. E, muitas vezes, o recrutador até entra em contato com o setor de RH da empresa para checar detalhes específicos. 

Quem doura a pílula ou conta uma mentira menos sutil pode ser desmascarado já neste momento, contam os especialistas. “Cerca de 80% dos profissionais falam que pediram demissão. Quando falamos com os antigos empregadores, percebemos que não foi bem assim”, conta Adriana Prates, da Dasein Executive Search. 

Checar valores e estilo

Confirmadas as informações básicas, é hora de saber, na prática, como era o profissional em questão. Primeiro, de acordo com Gabriela Coló, da Havik, o hábito é fazer perguntas abertas. 

“O que você tem a dizer sobre fulano?” ou “Como era a sua relação com ele?” são algumas das perguntas básicas para iniciar uma conversa do tipo. “As perguntas abertas trazem o que foi mais marcante sobre o profissional”, diz Gabriela. 

O estilo de gestão, a maneira como a pessoa lidava com a pressão ou com o trabalho em equipe, entre outros fatores, são colocados na mesa.

Descobrir problemas de comportamento

A partir do parecer da pessoa que está dando referência, o recrutador consegue “pescar” alguns indícios de problemas de comportamento por parte do candidato em questão. Se eles aparecerem, a regra é aprofundar. Mas, segundo Gabriela, a ideia é buscar essas informações de maneira natural, sem forçar.

Se tudo correr bem, todos os recrutadores lançam mão de uma pergunta chave: “Você trabalharia com esta pessoa novamente?”. A resposta (ou o simples titubear) podem revelar muito. 

Veja algumas das perguntas mais comuns na hora de checar referências

1. O que você pode me dizer sobre o profissional X?

2. Como era a sua relação com ele? 

3. Ele foi demitido sem justa causa, o que aconteceu?

4. Como a pessoa executava o trabalho? 

5. Qual o principal resultado que o profissional trouxe para a companhia? 

6. Nos momentos em que era preciso agilidade para resolver uma questão, como ele reagia? 

7. Ele provocou algum conflito na empresa? 

8. Como era o relacionamento com os colegas, subordinados e chefes?

9. Como o profissional lidava com prazos? 

10. Você trabalharia novamente com esta pessoa?


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4 Dicas Para Lidar Com Quem Não Pensa Como Você no Trabalho

Pessoas com opiniões diferentes são benéficas para uma empresa; saiba o que fazer para conviver harmoniosamente com elas

Da Redação

É impossível agradar a todo mundo. E vice-versa, por mais que você se esforce. Na maior parte dos casos, uma pessoa "não vai com a cara" das outras por ter opiniões diferentes. Na vida, nada impede que você se afaste dessas pessoas. No trabalho, por outro lado, pessoas que não pensam como você podem trazer benefícios para sua empresa.

É difícil conseguir o consenso em novas decisões para a empresa. Pode ser que a única pessoa que discordou das suas deliberações, ou a insistência dela em aceitar o que você propôs, o obrigue a enxergar pontos fracos que ninguém tinha visto na sua ideia.

Mas mesmo reconhecendo os benefícios de uma equipe plural, às vezes é complicado manter boas relações com quem nada contra a corrente. Além disso, algo que você diga pode fazer um bom profissional procurar outro emprego.

Lewis Holmes, escritor, especialista na rede social LinkedIn e colunista da revista Entrepreneur, listou dicas para empreendedores que querem ter boas relações com quem tem opiniões divergentes no trabalho. Segundo ele, apenas quatro práticas são necessárias para isso. Saiba quais são:

1) Discuta, não brigue – É importante deixar claro que ter uma discussão não significa falar de forma agressiva com alguém. Discutir é expor e ouvir argumentos de pessoas que discordam de você. Portanto, não desça o nível. Elevar o tom pode indicar que você quer ganhar a discussão "na marra" e ainda pode magoar pessoas importantes para a sua empresa. Caso o seu interlocutor fique agressivo demais, acalme-o e peça para que ele exponha seu ponto de vista calmamente.

Outra coisa: pode ser que a discussão não leve a lugar nenhum. No entanto, mais vale ter um bate-papo improdutivo e educado do que fazer um debate terminar com uma troca de impropérios.

2) Valorize quem pensa diferente – Por mais democrática que seja uma empresa, a decisão final sempre é do empreendedor e nem todo mundo pode ficar satisfeito com o caminho a seguir. E é importante pensar que ninguém discordou de você só porque não gostam de você ou outro motivo pessoal qualquer – eles simplesmente querem o melhor para a empresa. É importante valorizar quem discorda de você da mesma forma que as pessoas que sempre estão ao seu lado nas escolhas. Isso fará com que, apesar das divergências, todos continuem convergindo para o sucesso do seu negócio.

3) Justifique suas decisões – Mais uma vez, uma empresa não é uma democracia, mas não é nenhuma ditadura, contudo. Tomou uma decisão que encontrou a resistência de um ou mais colaboradores? Justifique. Mostre todos os argumentos que o motivaram a seguir tal caminho. Se sua decisão tem lados positivos e negativos, reconheça o risco que tomou.

4) Reconheça que você pode falhar – Mais uma dica para quem não quer transformar a gestão em ditadura. Mostre que é humano. Em sua trajetória, empreendedores falham e há vários colaboradores para assistir aos erros. Não omita o que foi feito de errado – deixe claro que esses erros foram necessários para sua melhora como líder e que, quanto mais equívocos cometemos, menor a chance de "escorregarmos" novamente.


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Série CRIATIVIDEO - Janela da Namoradeira

Simplicidade e criatividade

O sucesso não é medido por sua grandiosidade, mas medido do ponto de partida até onde você se encontra agora.

E esta ideia é simples e compartilháveis para muitos brasileiros país a fora, que neste momento precisam de inspirações para criarem seu próprio empreendimento, veja o vídeo e diz tudo.




Marcelo Cabral
Consultor e multiplicador

3 Estratégias Para Estimular o Marketing Espontâneo

Uma mensagem "esperta" pode se transformar num viral

No mundo online, uma mensagem “esperta” pode criar uma campanha viral – e gratuita – do seu produto. Os internautas agem assim porque querem também ser considerados inteligentes e legais. Na vida em carne e osso, um produto comum pode gerar mais comentários do que se imagina, de acordo com um estudo de Jonah Berger, professor da Escola de Negócios Wharton, e do doutorando Eric Schwartz, baseados em campanhas da agência BzzAgent. Eis algumas estratégias que costumam dar certo:

+ dê visibilidade ao produto

As pessoas falam sobre o que veem e é relevante para elas no momento, seja um copo de bebida ou a cor do batom. Nada inovador ou interessante, e mesmo assim mais falado do que se supõe.

+ dê brindes

O estudo confirma que eles aumentam em até 15% o boca a boca sobre o produto.

+ estimule a interação

Ninguém pode falar do que não experimentou. Mas não basta distribuir amostras grátis para estabelecer uma conexão com o consumidor. Peça ideias de como melhorar e usar de maneiras criativas o produto.


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O Que São os Tais de Marketplaces?


Segundo Clayton Christensen, o papa da inovação disruptiva, existem três tipos de modelos de negócio: (i) a oficina de soluções, (ii) a cadeia de valor agregado e (iii) a rede de negócios. Todas as indústrias, ao longo de sua evolução, invariavelmente passam por todos esses modelos. Nessa evolução, a rede de negócios, ou marketplace, é o destino de qualquer setor da economia.

As oficinas de soluções são organizadas para diagnosticar e resolver problemas não estruturados. Empresas de consultoria, agências de publicidade e escritórios de advocacia são exemplos típicos desse modelo de negócio. Geralmente, esse tipo de negócio cobra pelo input de suas atividades (homem/hora).

As cadeias de valor agregado transformam insumos (partes, peças, etc.) em produtos completos de maior valor agregado. Varejo, fábricas, restaurantes e escolas são exemplos desse formato. Normalmente, essas empresas cobram pelo output, ou produto final produzido.

As redes de negócios, ou marketplaces, são ambientes aonde pessoas ou empresas trocam produtos uma com as outras. Empresas de seguro, cartão de crédito, telecomunicações são exemplos desse modelo. Tipicamente, essas empresas cobram por facilitar essas trocas.

Existem três principais fatores que causam o amadurecimento de um modelo para o outro e que explicam especialmente o surgimento de inúmeras startups, em diversos setores, atuando como marketplaces: (a) o amadurecimento da computação em nuvem (IaaS, PaaS e SaaS), (b) a adoção maciça da Internet e smartphones e (c) o amadurecimento da infraestrutura comercial (meios de pagamento, mídias digitais, etc.).

Ao contrario das oficinas de soluções e das cadeias de valor agregado que apresentam inúmeras empresas competindo entre si, as redes de negócio tendem a um número reduzido de empresas competindo, muitas vezes criando verdadeiros monopólios (o sonho de qualquer empreendedor e investidor!), resultando em empresas duráveis e lucrativas.

Isso se dá devido ao efeito de rede, ou seja, quanto mais gente usa, mais valor ou liquidez existe, e uma vez atingida uma certa escala, torna-se muito dificil suplanta-la. Algumas empresas atingiram um estado icônico justamente por terem atingido essa escala: MercadoLivre, Paypal, Airbnb, oDesk, OpenTable, Ebay, Angie’s List, Yelp, etc.

Mas nem todos os setores da economia estão maduros para o surgimento de marketplaces, também conhecidos como mercados de dois lados, e mesmo quando estão, mobilizar dois públicos distintos simultaneamente (compradores e vendedores) não é tarefa fácil.

A principal caracteristica que determina o sucesso de um marketplace em qualquer setor é a fragmentação tanto da oferta quanto da demanda. Ou seja, setores com alta concentração de fornecedores e/ou consumidores, não são propícios para esse modelo.

Outro fator importante que indica o potencial de um marketplace é a dificuldade de contatar, avaliar e precificar fornecedores. Setores aonde os fornecedores são facilmente encontrados, contatados e avaliados, não costumam oferecer grandes oportunidades para agregação.

Ainda, a frequência de consumo em um determinado setor, também indica a predisposição para a agregação. Assim, produtos e serviços consumidos com frequência (semanalmente, mensalmente) são muito mais apropriados que aqueles de consumo esporádico.

Uma vez que tanto os aspectos qualitativos (fragmentação, fricção e frequência) quanto quantatitativos (tamanho do mercado) sejam relevantes, o desafio passa por atrair tanto oferta quanto demanda em volume suficiente para gerar interesse (liquidez), e escalar rapidamente para assumir a posição de liderança (viralização).

Criar liquidez para um marketplace equivale a responder o paradoxo do “ovo ou a galinha”, quem veio primeiro, a oferta ou a demanda? Algumas empresas conseguem atrair os dois lados ao mesmo tempo, outras oferecem alguma solução para um dos lados e mais tarde atrai o outro. Endereçar esse paradoxo é a alma de um marketplace vencedor.

Para mais detalhes e idéias sobre o tema:




Fonte: Endeavor
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