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“Coisas Procuradas no Lugar Errado Jamais Serão Encontradas”

Por Fabio Mestriner

O presidente Kennedy pronunciou um discurso que ficou famoso por convocar os americanos para uma importante mudança de atitude; “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer pelo seu país”, afirmou ele. Depois de percorrer boa parte do nosso país visitando empresas, conhecendo seus problemas e conversando com seus dirigentes, cheguei a conclusão que o discurso do presidente Kennedy bem que se aplica aos empresários brasileiros que vivem se queixando dos “fatores externos” que prejudicam seus negócios e tornam sua vida difícil.

É claro que os problemas externos existem. O Brasil tem uma carga tributária exorbitante, uma das maiores do mundo, nosso sistema fiscal é complicado e o governo é hostil, se comportando muitas vezes como verdadeiro inimigo das empresas nacionais. Tem ainda outros fatores como a entrada de produtos importados de países onde os governos ajudam as empresas a serem competitivas e a exportarem mais, tem o custo das matérias primas, enfim, não é nada fácil tocar uma empresa neste país. Por mais adversa que seja, esta situação não pode servir de desculpa para o mal desempenho da empresa, pois neste mesmo cenário existem aquelas que evoluem e prosperam.

Na realidade, tudo indica que os principais problemas que afetam de forma decisiva o desempenho de uma empresa estão dentro dela. Um estudo realizado pela escola de Administração e Economia FGV mostrou que a influência do mercado internacional, da situação do país e das características peculiares do ano corrente respondem por menos de 20% no resultado obtido por uma empresa. Pouco mais de 80% do resultado se deve única e exclusivamente a “Gestão” que esta empresa recebeu.

Recentemente assisti na TV um programa especial dedicado ao presidente da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, que nasceu em Guajara Mirin, em Rondônia, e acabou se transformando num dos executivos mais admirados da indústria automobilística mundial e está na lista dos 25 executivos mais influentes do mundo.

Em 99, quando era presidente da Renault e vivia muito bem em Paris, recebeu a missão de mudar com a família para o Japão onde deveria recuperar uma empresa pré-falimentar que devia US$ 6,5 bilhões e tinha uma estrutura pesada e deficitária. Carlos não só conseguiu recuperar a Nissan, como a transformou na segunda montadora do Japão, (atrás apenas da Toyota, líder mundial), e numa estrela em ascensão no mundo das montadoras globais.

O segredo revelado por ele na entrevista que deu a este programa surpreende pela impressionante simplicidade e convicção que demonstrou ao explica-lo: “Os problemas da Nissan estavam todos dentro da empresa e as soluções também estavam lá. Não trouxemos nada de fora, tudo já estava dentro da empresa, precisava apenas ser encontrado”. De forma muito didática, este super-profissional que se tornou referência mundial concluiu dizendo: “Os principais problemas sempre estão dentro da empresa, se você não encontrou é porque não procurou direito”.

Este é um exemplo marcante que deve ser levado em conta por todos nós. Outro exemplo impressionante está sendo visto e confirmado a cada edição de uma série de Seminários Técnicos que está acompanhei em 2013. Neste ano, uma grande indústria trouxe para conduzir um exercício de planejamento estratégico feito ao vivo com a plateia de seus seminários um tarimbado facilitador de Workshops. O facilitador, um especialista reconhecido, que já conduziu este tipo de workshop para as maiores multinacionais e empresas do país, levou os empresários participantes a fazerem uma importante reflexão sobre o que está acontecendo com seu negócio.

Sem interferir no resultado, mas apenas conduzindo o processo de reflexão, o facilitador levou os participantes a identificar os sintomas, estabelecer os objetivos desejados, fazer um diagnóstico sobre o que os está impedindo de alcançar seus objetivos e a partir daí gerar ideias sobre como superar os obstáculos identificados.

Foi interessante notar, seminário após seminário, que o resultado obtido é sempre semelhante. Os empresários começam apontando onde dói, quais são os males que os afligem e indicam que todos os problemas relatados estão todos fora de sua empresa e fora do seu poder de solução. Mas, conforme o workshop avança, eles vão se dando conta que os problemas que realmente os impede de alcançar seus objetivos estão na verdade dentro de suas empresas e ao alcance de suas próprias soluções.

Estas conclusões são alcançadas pelos participantes dos Seminários Técnicos, entre os quais se encontram dezenas de empresas diferentes, que de forma simultânea e sem a interferência do facilitador chegam as mesmas conclusões; “os principais problemas que as impedem de alcançar seus objetivos estão dentro delas e podem por elas mesmas serem solucionados”.

É isso que tem surpreendido todos os participantes. Neste caso, vale lembrar a regata de vela olímpica onde todos os barcos são idênticos, o mar e o vento são os mesmos para todos os participantes, mas tem barcos que se destacam deixando longe seus adversários. Na vida empresarial também é assim, o mar e o vento estão para todos.

A conclusão deste artigo se baseia nos três exemplos aqui mencionados, mas principalmente no pensamento lapidar cunhado pelo presidente da Nissan: “O problema e a solução estão sempre dentro da empresa, se você ainda não encontrou, é porque ainda não procurou direito”. Eu acrescentaria apenas: “ou procurou no lugar errado...”


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Série SEU NEGÓCIO - O Crescimento é Religioso

Antes de sua empresa passar por uma expansão, considere se você vai ser rígido ou flexível sobre seus padrões. Entenda a importância

Por Enrico Cardoso

Quando se trata de estratégia de negócios, você é católico ou budista?

Em outras, palavras, quando o seu negócio cresce, você se concentra em um conjunto padronizado de abordagens (católico), ou você difunde uma mentalidade geral que permite a interpretação (budista)?

Esta é uma das questões mais importantes que acontecem quando as empresas tentam escalar, afirma Bob Sutton, professor de ciência do gerenciamento na Universidade de Stanford.

Esta metáfora surgiu pela primeira vez quando Stanford e seus colegas foram decidir a forma de espalhar novas ideias em torno do design thinking, um tipo de metodologia de resolução de problemas.

Michael Dearing, um ex-executivo do eBay que era um católico devoto, fez uma pergunta ao grupo: “será que vamos ser católicos ou budistas?”, assim essa terminologia nasceu.

Sutton revelou um pouco de suas preferências quando se trata de suas abordagens.

Na realidade, é provável que você precise usar as 2 estratégias ao longo de sua expansão, mas é melhor começar com a católica, defende Sutton.

Há muitas evidências de que é mais fácil começar com um modelo padronizado fixo, e depois que você iniciar, pode começar a flexionar o seu modelo, defende Sutton.
Por exemplo, considere a abordagem da Starbucks para a expansão do café em seus primeiros dias.

A empresa queria que cada loja evocasse a sensação do café italiano, então eles instalaram máquinas de espresso italiano e, todas as lojas tocavam música clássica.

Os americanos, por exemplo, não gostaram muito disso. Eles queriam sentar e saborear o café, enquanto ouviam música pop suave. Então a Starbucks ajustou.

Mas a rigidez do início serviu como ponto de ajuste para que fosse possível fazer os ajustes. E o que a Starbucks sabe hoje é resultado de 40 anos de ajuste.

Essa é uma daquelas coisas que não acabam. Se você acha que tem uma resposta, espere até amanhã. Você vai ter que mudar novamente.
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Este artigo foi adaptado do original, “Bob Sutton: Think About Growth as a Religion (Yes, Really)”, da Inc.
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5 Hábitos Bem Vistos Por Lideres

Autor: Samara Teixeira

Todo mundo espera ser reconhecido pelo chefe para evoluir na carreira, porém, poucos demonstram atitudes e hábitos que os líderes admirem ou notem para ganhar um destaque.

As lamentações são infinitas e, muitas vezes, o teor negativo faz com que os profissionais procrastinem atitudes positivas e de destaque na empresa, gerando assim, um olhar menos especial da chefia.

Segundo Marcos Guariso, Consultor e Blogueiro Oficial da SER – empresa especializada em soluções e serviços para a gestão do capital humano-, todos os líderes admiram características que vão desde ser proativo até sair da caixa para execução de uma demanda.

Abaixo ele destaca 5 hábitos que os líderes adoram:

Protagonismo:

Protagonismo é o oposto de vitimismo e inação. É o hábito mental mais básico e fundamental. Em resumo, é a capacidade de tomar nas próprias mãos a carreira e as atividades profissionais, como se fossem um negócio do qual se é dono. Ser protagonista implica em não culpar somente as circunstâncias ou o chefe pelas coisas não darem certo, mas sim buscar a solução. Autonomia é um bom sinônimo, algo que as pessoas emocionalmente maduras possuem.

Como desenvolver: Aumentar o autoconhecimento, ficar atento aos feedbacks das pessoas de valor. Desconfiar quando nos sentimos vítimas o tempo todo, seja das circunstâncias, seja do chefe, seja da empresa. Sempre há uma ação alternativa.
Colocar-se nos sapatos do chefe:

Os chefes gostam de pessoas que, além de maduras, sejam capazes de entender o contexto geral. Ou seja, tenham uma visão dos objetivos da área e das pressões pelas quais eles mesmos passam. Com isso, terão com quem falar e também pessoas que possam contribuir com ideias e soluções. Lembremos que ser líder é padecer na solidão.

Como desenvolver: Estudar um pouco mais sobre sua área de atuação para entender o contexto no qual ela funciona dentro da empresa. Procurar conhecer os objetivos da área, os fatores que fariam a área ter maiores resultados e suas limitações. Às vezes, uma conversa com o chefe pode trazer grandes informações.
Trazer as soluções e não só os problemas:

Uma pessoa madura e com visão geral, conseguirá fazer algo que os chefes adoram. Trazer problemas à pauta, mas acompanhados de soluções sugeridas. Naturalmente, é preciso estar bem embasado para trazer as sugestões, mas o colaborador que trabalhar o tempo todo com um tema, será a melhor fonte de ideias. E se for possível antecipar, melhor ainda. Chefes não gostam de surpresas.

Como desenvolver: Desenvolver o hábito de pensar em como fazer as coisas melhores. Assim, quando aparecer problema, a solução deve surgir mais naturalmente.
Iniciativa – antecipar-se para colocar o ombro:

Maturidade, trazer soluções aos problemas que aparecem, mas também trazer soluções para problemas que podem aparecer. Os chefes gostam de pessoas que colocam o ombro mesmo que não sejam chamados a isso. Não significa que se metam em atividades que não são deles, mas sim que assumam as responsabilidades não previstas, mas que sejam correlatas à sua área de atuação. Todo chefe adoraria perceber que o colaborador se antecipou a uma demanda da área e já tomou medidas para dar conta dela.

Como desenvolver: Isso exige uma visão mais ampla do que se faz, ao invés de pensar somente na sua descrição de cargo, foque no seu papel, ou seja, não pense que você faz determinadas tarefas, mas sim que possui uma determinada missão.
Trabalho em time:

Todo chefe precisa de uma equipe trabalhando em sintonia. Que tal ter um colaborador que promova e colabore com o trabalho em time? Com isso, evite conflitos, fofocas e um ambiente tenso de trabalho.

Como desenvolver: Ser responsável pelo seu trabalho, sim, mas não individualista. Trabalhar em equipe exige exercício constante de aceitar e buscar a contribuição dos outros, superar preconceitos, diminuir a suscetibilidade e aprender a compartilhar ideias e méritos.


Fonte: Carreira e Sucesso
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As 10 Causas Mais Comuns do Fracasso

Muitas pessoas estudam o sucesso, mas poucas procuram saber as causas do fracasso.

Identificar os pontos que levam alguém a fracassar em um projeto, na profissão ou até mesmo na área pessoal é essencial para corrigirmos nossa rota a fim de alcançarmos nosso objetivo e sucesso.

Estarmos atentos aos principais pontos que causam o fracasso é uma das maneiras mais pertinentes de se obter o aprendizado contundente que crie anticorpos e que o ajudarão a se proteger da vontade de manter comportamentos que, com frequência, impedem o sucesso.

Reflita: É mais inteligente atuar na causa, do que no efeito.

Conheça algumas das causas mais comuns do fracasso e aja sobre elas:

1ª – O velho truque de pôr a culpa nos outros. Você é daqueles que tem sempre um belo discurso para se esquivar? Cuidado

2ª – O oposto da 1ª. A tendência imediata a se culpar e se rebaixar. A auto- piedade gera auto censura que gera auto- desprezo

3ª – Não ter objetivos. A pergunta é: quando começaremos a viver como se compreendêssemos a urgência da vida?

4ª – Escolher objetivos errados. Fazê-lo, é dedicar esforços e orientar toda sua vida em função de algo que não o realizará

5ª – O atalho. São muitas as formas de ceder a tentação e seguir pelo caminho aparentemente mais fácil e não fazer o necessário

6ª – Escolher uma estrada longa demais. Não ver a linha de chegada pode desanimar e cansar, por isso planeje a rota antes

7ª – Negligenciar pequenas coisas. A falta de atenção aos detalhes põe abaixo grandes obras

8ª – Desistir cedo demais. Os homens não falham, eles desistem de tentar. Não pare em qualquer topada

9ª – O fardo do passado. As crenças e padrões do passado continuarão cobrando o preço caso você não se resolva

10ª – A ilusão do sucesso. O momento mais perigoso vem com a vitória. Com ela vem a negligência e falta de concentração fatais


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3 Tipos de Esgotamento

Milhares de profissionais estão enfrentando, nesse momento, o esgotamento. Você é um deles?

Por Enrico Cardoso

Nós pensamos tipicamente sobre o esgotamento como o resultado de trabalhar muitas horas sob estresse.

No entanto, uma nova pesquisa mostra que o esgotamento podem vir de 3 lugares diferentes, e cada um deles requer uma estratégia diferente e uma atitude diferente de nossa parte.

1. A sobrecarga

O empregado que trabalha freneticamente em direção ao sucesso até a exaustão, acaba se esgotando pela ventilação emocional.

Estas pessoas podem tentar lidar com o estresse reclamando da hierarquia organizacional no trabalho, sentindo-se como se ela impedisse a realização de seus objetivos e ambições.

Essa estratégia de enfrentamento, sem surpresa, parece levar à uma sobrecarga de estresse e uma tendência a jogar a toalha.

2. Falta de desenvolvimento

Mais intimamente associada a uma estratégia de evitar o confronto. Essas pessoas são desafiadas e tendem a tentar gerir o estresse distanciando-se do trabalho, uma estratégia que leva a despersonalização e ao cinismo.

Essa é a desculpa para o esgotamento e para repensar as escolhas.

3. Negligência

A negligência parece resultar de uma estratégia de enfrentamento com base em desistir quando o estresse aparece.

Mesmo que as pessoas queiram atingir um determinado objetivo, falta-lhes motivação para cavar mais fundo através das barreiras para alcançar suas metas.

Fique atento a esses sintomas

Algum nível de estresse é algo inevitável em qualquer trabalho. Mas em que ponto tais fatores atrapalham, tornando as pessoas arrogantes? Que combinação de fatores faz com que um indivíduo desista enquanto o outro suporta?

A síndrome do esgotamento, ou seja, o cansaço, o cinismo e a ineficácia profissional que vem com o estresse relacionado ao trabalho pode desempenhar um pape significativo no desempenho dos profissionais.

Conhecer os sinais de cada tipo (por exemplo, um funcionário falando mal de seu chefe, tornando-se arisco, perdendo prazos e etc.) é a chave para o reconhecimento do esgotamento.

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Este artigo foi adaptado do original, “The 3 Kinds of Burnout”, do 99u.
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10 Argumentos Que Podem Acabar Com as Vendas (e Como Rebatê-los)

Especialista dá dicas de como contornar objeções na hora de vender

Por: Redação


Vender não é uma tarefa fácil. Inúmeras objeções costumam surgir em uma apresentação ou uma simples conversa com potenciais clientes. Com base nos argumentos mais comuns que costumam arruinar vendas, o especialista em empreendedorismo digital Conrado Adolpho elenca quais são as 10 objeções mais frequentes no momento de vender, seja pelo mundo online ou off-line.

“Todas as objeções podem ser vencidas, basta técnica e prática. Os argumentos clássicos que matam vendas envolvem, por parte do cliente, falta de confiança, insegurança e preocupação”, diz o especialista. “A técnica de desconstrução de objeções, chamada de copywriting, exige raciocínio rápido e conhecimento amplo do negócio e do mercado em que ele está inserido”, completa Conrado.

Os 10 argumentos que podem acabar com as vendas:

1. Desconfiança

Como resolver: com autoridade – é preciso construir a imagem do empreendedor e da empresa.

2. “Isso não dá certo para mim”

Como resolver: apresentando cases de pessoas que compraram a ideia e/ou conceito apresentado e, efetivamente, gostaram do que compraram.

3. “Não vou conseguir implementar”

Como resolver: mostrar case ou situação semelhante em que tenha sido superada essa mesma dificuldade de infraestrutura ou planejamento.

4. “Não preciso disso agora”

Como resolver: apontando as reais necessidades do cliente que ele não está levando em consideração.

5. Dependência da opinião de alguém próximo

Como resolver: argumentar logicamente para que o cliente consiga explicar sozinho para esposa, marido, etc, as ideias/conceitos que ele se interessou.

6. Sigilo

Como resolver: quando questionado, apresentar a política de privacidade da empresa e garantir a discrição do negócio.

7. “É tão bom que o meu negócio não aguentaria”

Como resolver: é uma boa objeção porque a pessoa já está pensando em implementar seu produto ou conceito, mas não tem a infraestrutura necessária para atender a nova demanda que seria gerada, por isso, ofereça formas de aprimorar a infraestrutura do cliente.

8. “Não tenho dinheiro”

Como resolver: mostrar a importância do seu produto/conceito para a vida dela e flexibilizar a forma de pagamento.

9. “E se eu não gostar?”

Como resolver: deixar muito clara a política de devolução do pagamento e quais são as garantias para seu produto.

10. “Não quero nem saber” ou “Ouvi falar que não é bom”

Como resolver: não argumentar contra a “fofoca” ouvida; aproveitar o gancho para mostrar que se a pessoa já ouviu falar da sua empresa, certamente ela já ouviu coisas boas também e pontuar as qualidades.


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Você Tem Potencial Para Aprender Novas Habilidades?

O comportamento do passado não garante mais o sucesso no futuro

Por: Paulo Campos

Em um ambiente cada vez mais volátil, incerto, complexo e ambíguo (ou VUCA, pelas iniciais desses termos em inglês, um acrônimo de origem militar que expressa também o atual mundo corporativo) os profissionais começam a ser avaliados pela perspectiva do potencial para aprender novas habilidades. Segundo Cláudio Fernández-Aráoz, que é conselheiro sênior da Egon Zehnder, a caça aos talentos no século XXI mudou seu foco de competências para potencial, ou seja, o que vale atualmente é a sua capacidade de se adaptar a ambientes de negócio em constantes mudanças e crescer em novas e desafiadoras atribuições.

Aráoz indica as 5 qualidades que são características de um profissional com potencial:

Motivação: um forte empenho para se destacar na busca de objetivos altruístas.
Curiosidade: uma propensão para buscar novas experiências, conhecimento e feedback sincero e uma abertura para a aprendizagem e a mudança.
Percepção: a capacidade de reunir e dar sentido a informações que indicam novas possibilidades
Engajamento: uma habilidade para usar a emoção e a lógica para comunicar uma visão convincente e conectar-se com as pessoas.
Determinação: os meios necessários para lutar por objetivos difíceis, apesar dos desafios, e para se recuperar das adversidades.

Por outro lado, se você é líder deve ficar atento aos profissionais que tenham uma forte motivação para se destacar na busca de metas desafiadoras, juntamente com humildade de pôr as necessidades do grupo à frente das pessoais; uma curiosidade insaciável que as impulsione a explorar novas ideias e caminhos; uma percepção aguçada de lhes permita ver conexões que outras não veem; um forte engajamento com seu trabalho e com as pessoas ao seu redor; e a determinação para superar contratempos e obstáculos.

E aqui vai uma dicaduka: as perguntas sempre nos ajudam a refletir e nos conhecer. Aqui estão algumas perguntas que podem ajudá-lo a identificar em quais das qualidades você está hoje mais preparado: Como você reage quando alguém o desafia? Como você convida outros membros da sua equipe a das ideias? O que você faz para ampliar seu pensamento, sua experiência ou seu desenvolvimento pessoal? Como você promove aprendizagem na sua organização? Que passos você dá em busca do desconhecido?


Fonte: Exame Abril
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4 Dicas Para Lidar Com Quem Não Pensa Como Você no Trabalho

Pessoas com opiniões diferentes são benéficas para uma empresa; saiba o que fazer para conviver harmoniosamente com elas

É impossível agradar a todo mundo. E vice-versa, por mais que você se esforce. Na maior parte dos casos, uma pessoa "não vai com a cara" das outras por ter opiniões diferentes. Na vida, nada impede que você se afaste dessas pessoas. No trabalho, por outro lado, pessoas que não pensam como você podem trazer benefícios para sua empresa.

É difícil conseguir o consenso em novas decisões para a empresa. Pode ser que a única pessoa que discordou das suas deliberações, ou a insistência dela em aceitar o que você propôs, o obrigue a enxergar pontos fracos que ninguém tinha visto na sua ideia.

Mas mesmo reconhecendo os benefícios de uma equipe plural, às vezes é complicado manter boas relações com quem nada contra a corrente. Além disso, algo que você diga pode fazer um bom profissional procurar outro emprego.

Lewis Holmes, escritor, especialista na rede social LinkedIn e colunista da revista Entrepreneur, listou dicas para empreendedores que querem ter boas relações com quem tem opiniões divergentes no trabalho. Segundo ele, apenas quatro práticas são necessárias para isso. Saiba quais são:

1) Discuta, não brigue – É importante deixar claro que ter uma discussão não significa falar de forma agressiva com alguém. Discutir é expor e ouvir argumentos de pessoas que discordam de você. Portanto, não desça o nível. Elevar o tom pode indicar que você quer ganhar a discussão "na marra" e ainda pode magoar pessoas importantes para a sua empresa. Caso o seu interlocutor fique agressivo demais, acalme-o e peça para que ele exponha seu ponto de vista calmamente.

Outra coisa: pode ser que a discussão não leve a lugar nenhum. No entanto, mais vale ter um bate-papo improdutivo e educado do que fazer um debate terminar com uma troca de impropérios.

2) Valorize quem pensa diferente – Por mais democrática que seja uma empresa, a decisão final sempre é do empreendedor e nem todo mundo pode ficar satisfeito com o caminho a seguir. E é importante pensar que ninguém discordou de você só porque não gostam de você ou outro motivo pessoal qualquer – eles simplesmente querem o melhor para a empresa. É importante valorizar quem discorda de você da mesma forma que as pessoas que sempre estão ao seu lado nas escolhas. Isso fará com que, apesar das divergências, todos continuem convergindo para o sucesso do seu negócio.

3) Justifique suas decisões – Mais uma vez, uma empresa não é uma democracia, mas não é nenhuma ditadura, contudo. Tomou uma decisão que encontrou a resistência de um ou mais colaboradores? Justifique. Mostre todos os argumentos que o motivaram a seguir tal caminho. Se sua decisão tem lados positivos e negativos, reconheça o risco que tomou.

4) Reconheça que você pode falhar – Mais uma dica para quem não quer transformar a gestão em ditadura. Mostre que é humano. Em sua trajetória, empreendedores falham e há vários colaboradores para assistir aos erros. Não omita o que foi feito de errado – deixe claro que esses erros foram necessários para sua melhora como líder e que, quanto mais equívocos cometemos, menor a chance de "escorregarmos" novamente.


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O Desconforto é o Maior Ingrediente do Sucesso

Acredite, para ter sucesso, você precisa estar confortável com o desconforto. Isso é crucial ao sucesso

Por Enrico Cardoso 

Em um mundo cada vez mais competitivo, cauteloso e acelerado, aqueles que estão dispostos a correr riscos, sair da zona de conforto e trabalhar no desconforto da incerteza são aqueles que irão colher as maiores recompensas.

Quando eu saí pela primeira vez de casa, rumo à São Paulo, tinha 23 anos. Olhando hoje eu acho que estava novo.

Mas, se compararmos esse hábito ao hábito em outros países, em que os pais se separam dos filhos aos 18 anos, eu já estava bem maduro para isso. Ou não.

Isso me deixou parte muito animado, parte aterrorizado, mas totalmente fora da minha zona de conforto. Hoje, um pouco mais experiente e velho, eu entendo que nenhuma aspiração ou sonho pode ser realizado dentro da nossa zona de conforto.

E, por isso, sou muito agradecido à São Paulo pela acolhida e pelo amadurecimento forçado.

Apenas desistir da segurança daquilo que conhecemos pode nos ajudar a criar novas oportunidades, construir novas influências e entender o valor de estar fora da zona de conforto.

Ao fazermos isso, vamos expandir o perímetro de nossa zona de coragem e nossa tolerância para assumir desafios maiores no futuro.

Essa é uma visão que foi reforçada através da entrevista com líderes talentosos em uma ampla variedade de campos enquanto Margie Warrell fazia pesquisas para o seu livro, “Stop Playing Safe”.

Enquanto cada líder forjou seu caminho para o sucesso, o traço comum de sabedoria entre eles foi que no atual mercado competitivo que vivemos, nunca podemos esperar alcançar o sucesso, a menos que estejamos dispostos a aceitar a mudança e arriscar o desconforto do fracasso.

Resumindo, devemos estar dispostos a nos sentir confortáveis com o desconforto envolvido na tomada de riscos.

Um desses líderes foi Lori Garver, que trabalhou seu caminho pela indústria aeroespacial dominada por homens a partir de um papel de assistente administrativo até se tornar diretor da NASA.

Como tantas outras pessoas bem-sucedidas, Lori sempre foi mais influenciada por aquilo que inspira do que aquilo que assusta.

Ela está sempre disposta a desafiar suposições, e empurrar os limites da possibilidade. Ela nunca deixa o medo da incerteza para ir além dos limites da sua zona de conforto e expandir sua confiança para correr riscos, experimentar coisas novas, falar e agir com coragem.

Embora seja fácil supor que Lori está coberta com uma carcaça psicológica, a realidade é que ao longo do seu caminho para o sucesso, ela experimentou inúmeros contratempos, juntamente com milhões de críticas.

Ela só não deixou o medo segurá-la e impedi-la de agir.

A verdade é que, ao longo de nossa carreira, temos que avaliar continuamente se estamos deixando o nosso medo do fracasso, ou estamos fraquejando diante das decisões que vão nos impulsionar para frente.

Temos que decidir:

- Posso continuar fazendo o que sempre foi feito, ou desafiar velhas suposições e tentar novas abordagens para os problemas?
- Eu proativamente busco novos desafios ou apenas gerencio aqueles que já estão lá?
- Eu corro o risco de ser exposto e ficar vulnerável, ou ajo para proteger meu orgulho com o poder?
- Eu sei o que eu realmente quero, ou apenas o que eu acho que os outros vão me dar?
- Eu mostro a minha capacidade para garantir que os outros saibam o que eu sou capaz de fazer, ou apenas espero que meus esforços sejam notados?
- Eu falo o que penso ou engulo as minhas ideias para não ter que me sujeitar às críticas?

Claro, estar disposto a correr riscos não significa que tudo que você tentar vai dar certo.

Mas, como cada pessoa bem-sucedida irá lhe dizer, a disposição de cometer erros e tentar algo novo pode leva-lo a fazer mais do que aquilo que já foi feito antes.

Muitas vezes deixamos os nossos erros nos definirem. No entanto, como Dr. Martin Seligman, fundador do Positive Psychology afirmou,

Não são as nossas falhas que definem o nosso sucesso futuro, mas como podemos podemos explica-las a nós mesmos.
Da mesma forma, se você soubesse que não importa o que aconteceu, você poderia lidar com isso, quais ações você tomaria que não está tomando agora? Que conversas você deveria se envolver e está adiando?

Pense nos próximos 10 anos e sobre a vida que você quer ter. Então, o que você vai fazer? Com quem? Quem você quer se tornar durante esse processo?

Daqui a 10 anos vão haver pessoas que alcançaram o sucesso extraordinário. Enquanto não sabemos o que essas pessoas vão ser, uma coisa é certa: elas não serão pessoas presas à zona de conforto.

Ao contrário, elas serão as pessoas que continuarem arriscando, mesmo quando as coisas estão indo bem, e que estão dispostas a falhar ou arriscar, sabendo que o maior risco que assumem e não correr risco nenhum.

A pergunta que precisa ser respondida é: você será uma dessas pessoas?

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Este artigo foi adaptado do original, “Why Getting Comfortable With Discomfort Is Crucial to Success”, da Forbes.
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Aprenda a Trabalhar de Qualquer Lugar

Trabalhar dentro do escritório não é mais uma necessidade. Veja como ser produtivo de qualquer lugar

Por André Bartholomeu Fernandes

Já se passaram os dias em que as pessoas trabalhavam trancafiadas em seus escritórios, e precisavam trabalhar em um computador com um telefone preso a seu ouvido.

Estamos em um novo mundo, onde você não necessariamente precisa de um escritório para trabalhar.

O mundo evolui para uma plataforma dinâmica que não é definida por limites físicos. Em vez disso, está fortemente ligado à evolução da tecnologia da informação e comunicação sem fio.

A qualquer lugar e, a qualquer momento, a cultura ultrapassada do trabalho é o que torna cada vez mais difícil para os profissionais trabalharem de maneira eficaz.

A comunicação sem fio nos permitiu ser mais produtivo, pois trabalhamos em movimento com pessoas de todo o mundo diariamente.

Com a ajuda de nossos smartphones e tablets podemos enviar e receber arquivos, conversar por chamada em vídeo, participar de reuniões virtuais e assim por diante, independente de onde estamos.

Aqui estão algumas dicas sobre como trabalhar de qualquer lugar.

1. Partilhe a sua agenda

Faça um cronograma com antecedência e compartilhe-o com pessoas importantes, incluindo detalhes de como elas podem chegar até você.

Isso irá manter seus encontros organizados com colegas de trabalho e outros partidos. As pessoas que dependem de você para fazer o seu trabalho precisam conseguir falar com você também.

Tome cuidado especial com a sua agenda e faça todos os esforços para estar disponível para aqueles que dependem de você, apesar de estar fora do escritório.

2. Não perca o foco

É fácil se distrair com belas paisagens ao seu redor. Não deixe que o seu ambiente distraia você de concluir o seu trabalho.

Atenha-se ao horário que você definiu para si mesmo. Você está fora do escritório e, você não tem ninguém para manter o controle sobre você, assim você é o seu próprio motivador e uma grande quantidade de pessoas dependem de você para fazer o trabalho.

Seguir rigorosamente sua programação, e mantenha uma lista de coisas a fazer para não se perder.

3. Seja seu próprio salvador

A vida não vem com um manual de instruções: você pode resolver seus problemas da maneira como achar melhor.

Sempre que você se encontra em uma situação fora do conforto de seu escritório, você tem que ser um pouco criativo e sensível para superar os desafios.

Avalie a situação e tenha em conta os recursos à sua disposição, improvisar, se você tem que ter o problema resolvido o mais rápido possível.

4. Tire um tempo para socializar

É fácil se perder na rotina do trabalho. Você começa a se sentir um pouco perdido em suas interações sociais habituais.

Faça uma pause e tome um fôlego.

Saia com pessoas que você tem interagido recentemente, e se você ainda não teve tempo para ter contato pessoal com as pessoas, tire tempo para socializar com elas.

Considere agendar coffee breaks com colegas de trabalho e parceiros de negócios que também trabalham remotamente. Isso vai lhe dar um impulso de energia para que você possa se concentrar em seu trabalho novamente.

5. Faça backups

Se você viaja com frequência, está sujeito a percalços e problemas.

Você pode ser roubado, o equipamento pode funcionar mal ou você pode perder o seu equipamento. Portanto, mantenha backups de dados. O mais conveniente é levar seus dados em dispositivos USB, ou em nuvem.

Além disso, faça também backup de seus telefones, porque seus contatos são inestimáveis. Em caso de avaria ou perda, você pode recuperar seus contatos.

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Este artigo foi adaptado do original, “5 Great Ways To Work Effectivelly From Anywhere”, do Lifehack.
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Os 10 Setores Com os Profissionais Mais Depressivos


Um estudo publicado pela Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology revelou os setores com profissões que têm as maiores taxas de depressão. No topo da lista estão os cargos ligados ao setor de transporte público urbano, com uma taxa de depressão de 16,19%.

O estudo foi elaborado com base em 214.413 trabalhadores norte-americanos em 55 setores da economia. Ele também conta com dados de seguro de saúde e pedidos de médicos entre 2001 e 2005.

Conforme disseram os pesquisadores ao Business Insider, as profissões com as maiores taxas de depressão tendem a ser aquelas que exigem interações frequentes ou difíceis com o público ou clientes e têm altos níveis de estresse e baixos níveis de atividade física.

Confira abaixo os setores com os profissionais mais depressivos:

Transporte público - 16,19%
Mercado imobiliário - 15,65%
Serviços sociais - 14,60%
Indústria de manufatura - 14,25%
Serviços pessoais - 14,25%
Serviços jurídicos - 13,44%
Gestão ambiental - 13,42%
Organizações de associados - 13,28%
Corretor de seguros - 12,60%
Impressão e publicação - 12,43%


Fonte: Economia UOL
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Seis Regras Simples Garantem a Produtividade no Home Office

Thais Carvalho Diniz
Do UOL, em São Paulo

Trabalhar em casa, ou home office, está se tornando cada vez mais popular no Brasil. Segundo o último censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2010, mais de 30 milhões de pessoas estão recorrendo à modalidade de trabalho no país. 
Seja por maior comodidade ou necessidade de mais contato com a família, poder realizar em um dos cômodos da sua casa as tarefas que antes eram feitas no escritório pode ser vantajoso e ainda mais produtivo.

"Ganhamos muito tempo trabalhando em casa, sem interrupções. Em um escritório tradicional, você é abordado várias vezes ao dia, seja por colegas, chefias, telefonemas ou reuniões desnecessárias. Está provado que aqueles que trabalham em casa produzem até 20% a mais, segundo pesquisa feita pela Telework Research Network, que faz parte do Global Workplace Analytics, empresa norte-americana especializada em consultoria sobre trabalho remoto", afirma Marina Sell Brik, especialista e consultora em home office e coautora do site GoHome e do livro "As 100 Dicas do Home Office" (Editora AB). 

A seguir, veja seis dicas para manter (ou aumentar) a sua produtividade no home office:


1. Trabalhe no horário em que se sente mais disposto 

Trata-se de conhecer seu organismo e disciplinar o horário de início e fim do trabalho com aquele no qual se sente melhor para realizar as tarefas. "Ser produtivo é entender quando estou mais disposto. Se eu me conheço bem e sei que produzo melhor à tarde, posso me dar ao luxo de flexibilizar meu horário e aproveitar as melhores horas do meu organismo", aconselha Andrea Piscitelli, consultora, professora da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e do MBA FIA (Fundação Instituto de Administração) em de gestão humana.

A maleabilidade é uma das grandes vantagens do home office. Mas é indicado trabalhar em horário fixo. "Assim, você consegue se disciplinar a trabalhar sempre neste mesmo horário, o que facilita o contato com clientes, colegas, fornecedores etc. Porém, se aquela apresentação de final de ano do seu filho for bem no meio da tarde, não há problema em acompanhar. É só estar ciente dos seus compromissos e prazos", explica Marina Sell Brik. 

2. Não comece pelo mais fácil 

Antes de começar a trabalhar, reveja as prioridades e questione-se: "Se eu fosse meu chefe, o que julgaria mais importante?". Quando trabalhamos em casa, a tendência é pensar sempre no que é mais confortável, e nem sempre isso será o mais importante para aquele dia. "Estabeleça uma ordem do que realmente deve ser prioridade e escreva para não se perder", fala Andrea Piscitelli.

Outra dica sobre a organização das importâncias, segundo Claudia Klein, é não realizar mais de uma atividade ao mesmo tempo. "Comprometer-se formalmente com prazos de entrega ajuda a cumpri-los. A tecnologia pode ser uma grande aliada, como aplicativos para gerenciamento de atividades".

3. Não deixe problemas domésticos interferirem no seu trabalho

O grande desafio dessa regra é fazer valer com seus familiares, amigos e vizinhos o compromisso de que não é porque você está trabalhando em casa que está sempre disponível. "O profissional pode estabelecer, com quem mora junto, códigos como um aviso de porta ou uma faixa vermelha na cadeira quando precisar de concentração e silêncio. Depois de um período, vira rotina e todos se acostumam", diz Marina Sell Brik. 

4. Equilibre a vida

Segundo Claudia Klein, consultora empresarial da Argumentare, empresa de estratégia e diagnóstico de Recursos Humanos, o estresse físico e emocional gera a perda de eficiência e, por isso, é importante equilibrar a carga horária de trabalho com as horas destinadas às atividades de lazer. Assim, a mesma disciplina exercida com a carreira deve se repetir na vida pessoal. "Isso inclui dormir bem e evitar os excessos. Essas atitudes são fundamentais para qualquer um que deseja produzir mais", explica. 

5. Faça uma pausa de no mínimo dez minutos e no máximo 15 a cada 1h30 de trabalho

Para exercer essa prática também é preciso ter muita disciplina, afinal, não vai ter ninguém te fiscalizando para que você volte ao trabalho no tempo certo. De acordo com Andrea Piscitelli, essa quebra de ritmo amplia o nível de produtividade.

"O período de 1h30 é o tempo máximo para trabalhar concentrado sem desviar a atenção e é considerado o pico de produtividade. A tendência é que depois disso a eficiência diminua. Após a pausa, é possível reiniciar esse ciclo", explica. Nesses minutos, Andrea aconselha fazer qualquer coisa que não tenha a ver com o trabalho. "Você pode andar pela casa, ligar a TV, ler alguma reportagem em uma revista, entre outras coisas". 

6. Preserve seu espaço de trabalho

É importante ter um ambiente apenas para o trabalho, mesmo que não tenha muito espaço em casa. Para a consultora em gestão humana Andrea Piscitelli, trabalhar em um lugar desorganizado, poluído e que cruza informações profissionais com pessoais, atrasa o processo de produção e aumenta a chance de distração.


Fonte: UOL
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Nem Todo Mundo Sabe Para Onde Está Indo

Steve Ballmer falou aos formandos da Universidade de Washington sobre decisões nas carreiras e, confessou que, ficar perdido pode ser normal

Por André Bartholomeu Fernandes

Os recém-formados da Universidade de Washington – e todos aqueles que recentemente se encontram em uma etapa decisiva em suas carreiras – provavelmente ficaram confortados com as palavras do ex-CEO da Microsoft, Steve Ballmer.

Tenho 58 anos e, eu também não sei o que estou fazendo de novo, disse Ballmer, sob aplausos no domingo, durante o seu discurso na Universidade de Washington.

Ballmer foi CEO da Microsoft por 14 anos antes de deixar o cargo em fevereiro. A maioria dos especialistas e comentaristas concordam que estava no momento de sua aposentadoria.

O valor das ações da Microsoft caíram ao longo de 10 anos, e a empresa estava se esforçando para perseguir a Apple e o Google durante grande parte do período que Ballmer esteve à frente da organização.

Com uma voz potente e gestos radicais, ele mostrou a mais de 5 mil formando o mundo real com alguns conselhos. Aqui estão alguns deles.

Carpe diem

Não tenha medo de cometer um erro. Porque você sabe o que deve fazer quando encontra a oportunidade errada. Largue-a e pegue outra.

Tenha um ponto de vista

Às vezes seu ponto de vista vai criar oportunidades. E às vezes você vai encontrar algumas oportunidades, antes de ter a chance de conseguir um ponto de vista.

Seja hardcore

Ser hardcore é difícil de definir. Mas é uma ótima expressão.

Não importa o que você faça. Você terá que ser paciente e trabalhar muito, além de correr atrás das coisas.

Não se debruce apenas sobre 1 coisa

Aproveite as oportunidades que estão à sua frente. Acredito que as pessoas precisam ter mais de uma coisa em sua vida. Isso deixa as pessoas mais felizes.

Elas se sentem bem ao terem parceiros de vida, filhos e uma família.

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Este artigo foi adaptado do original, “Steve Ballmer to New Grads: ‘I, Too, Don’t Know What I’m Doing’”, da Inc.


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7 Dicas Para se Tornar um Excelente Comunicador

Quer melhorar suas habilidades de comunicação? Temos algumas sugestões para ajudar

Por Enrico Cardoso

A comunicação é um dos fundamentos de qualquer negócio, e ainda assim, muitos empreendedores não são grandes comunicadores.

Afinal de contas, o que um grande comunicador deve fazer?

Nós varremos a web para trazer algumas dicas e melhores conselhos e recursos para conseguir se comunicar bem em todos os sentidos da palavra. Desde melhorar sua escrita a ser mais eficiente com sua equipe, aqui está a ajuda que você precisa:

Quer tornar a sua comunicação por e-mail mais inteligente? Aqui estão 9 erros na hora de escrever e-mail que você provavelmente está cometendo.

Você não acredita que suas habilidades de escrita são importantes? Uma pesquisa da MetLife prova o contrário, quando 97% dos executivos no estudo listando grandes habilidades de escrita como necessidade absoluta para os funcionários.

Se você não começou o seu trabalho, você pode ter cometido um dos pecados de comunicação no local de trabalho, mesmo sem perceber.

Aprender a comunicar-se de maneira eficaz em reuniões pode transformar você em uma estrela em ascensão.

Há milhares de maneiras de se comunicar melhor com o seu chefe e clientes, começando por se colocar no lugar deles.

Uma grande comunicação não verbal é crucial para o sucesso em sua carreira.
Você sabia que seu negócio é tão bom quanto a sua escrita?
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Este artigo foi adaptado do original, “8 Tips for Becoming an Amazing Communicator”, do The Muse.

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Série SEU NEGÓCIO - Como Evitar Brigas Entre Sócios da Sua Pequena Empresa

Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia, afirma que estabelecer responsabilidades e prazos claros para cada sócio é essencial 

Editado por Camila Lam

Escrito por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia

Tudo na vida é uma questão de expectativas, principalmente quando falamos no relacionamento com pessoas. No caso do relacionamento com sócios, essa questão de expectativas possui um impacto grande no dia-a-dia, principalmente quando falamos sobre divisão de tarefas.

Para evitar desentendimentos e estresse, estabelecer responsabilidades e prazos claros para cada um é essencial.

Por exemplo, se eu falar que necessitarei de ajuda em um projeto, um sócio pode interpretar que existe uma tarefa que ele precisará executar. Mas, outro sócio pode pensar que eu o chamarei quando precisar realmente de ajuda. Ou seja, chegará ao prazo dessa tarefa e ela não estará completa. 

Isso vale também para os consumidores e fornecedores da sua empresa, em que contratos prévios precisam definir muito bem divisão de responsabilidades, prazos e escopo das tarefas.

Quanto mais tempo você investe em planejar exatamente o que será entregue, menos dor de cabeça você terá mais para frente.

Por isso, mesmo que pareça redundante, sempre que estiverem dividindo um projeto, definam exatamente quem será o responsável por cada tarefa e como ela precisa ser executada. Seu bem estar agradece.

Millor Machado é empreendedor, sócio-fundador da rede social Empreendemia e escreve no blog Saia do Lugar.


Fonte: Exame Abril
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Série SEU NEGÓCIO - Confira 11 Dicas Para Ganhar Audiência na Internet

Por Redação Olhar Digital

A infinidade de domínios que surgem diariamente deixa a internet cada vez mais abarrotada de opções. Nas redes sociais, a disputa pela atenção do leitor é tão acirrada que o Facebook recentemente reorganizou seus algoritmos para filtrar o conteúdo e balancear a quantidade de atualizações nas timelines. Diante da dificuldade de atrair o público nas plataformas digitais, a empresa de internet Incomedia listou 11 práticas que podem ajudar a dar relevância à sua página.

1. Melhorar o design: O aspecto visual de um site deve cumprir duas funções essenciais: ser atraente e ao mesmo tempo funcional. Para isso, é recomendável não usar cores estridentes, recorrer a um tamanho de fonte adequado para a leitura e optar por um design elegante. Com relação ao seu funcionamento, os visitantes devem poder encontrar o que lhes foi prometido facilmente. 

2. Otimizar o posicionamento do site (SEO): O usuário deve definir as 10 primeiras palavras-chave pelas quais quer que sua página online seja encontrada nos buscadores, tendo em consideração as práticas da concorrência e alternativas de diferenciação. Depois, é recomendável incluir as descrições das páginas e também os seus títulos com informaões relevantes sobre o que o site oferece. O Google, por exemplo, conta com ferramentas como o Analytics, que ajuda a obter estatísticas detalhadas sobre o tráfego. Melhorar o SEO de um site é uma tarefa que abrange muitos aspectos e está em constante evolução, portanto, é importante estar sempre atualizado com relação às novidades.

3. Adaptar o site para dispositivos móveis: Se um site não pode ser visualizado corretamente através de um smartphone ou tablet, com certeza perderá visitas. 

4. Otimizar a navegação: É recomendável a criação de um mapa do site porque isto facilita que a informação e conteúdo contidos nele sejam encontradas tanto pelos visitantes quanto pelos motores de pesquisa. Incluir um campo de pesquisa pode ajudar em questões mais específicas.

5. Atualizar o conteúdo: Para chamar a atenção de um visitante e conseguir que ele volte a visitá-lo, é importante oferecer algum tipo de novidade frequente. Uma página web não pode ficar estática e parada no tempo. É importante pensar como redator, anotando ideias que podem ser originais, divulgando ocasiões especiais ou notícias que valem a pena destacar e realizar atualizações sempre.

6. Redes sociais: São os canais ideais para compartilhar as atualizações e interagir com o público. Com isto, favorece-se o posicionamento de uma página e pode-se conhecer a opinião da audiência com relação a uma marca, produto ou serviço. 

7. Diminuir o tempo de carregamento do site: Este aspecto é fundamental tanto para usabilidade quanto para os motores de busca, que consideram este fator muito relevante para determinar o posicionamento das páginas. Uma boa estratégia é não abusar de elementos multimídia, utilizar sistemas de cache (para reduzir a largura de banda consumida e tempo de download) e eliminar complementos que não estão sendo usados.

8. Plano de marketing: Para que os visitantes se tornem clientes, é importante definir objetivos, estratégias e ferramentas que se usará para isso. É essencial planejar as ações que serão realizadas (por exemplo: ofertas, mailings informativos ou qualquer tipo de promoção), definir orçamento e agendar no calendário o tempo a ser reservado para executá-las.

9. Contato: Os visitantes agradecem quando encontram espaços claramente identificados para se expressarem, solicitar mais informação e avaliar o conteúdo publicado. 

10. Personalizar a página de erro: É possível modificar a página padrão de erro 404 por uma mensagem no idioma local. Também pode-se redirecionar o visitante para uma página determinada automaticamente e incluir um link para a página principal do site, para que o visitante possa continuar navegando normalmente.

11. Conteúdo multimídia: Este tipo de recurso atrai a atenção do público, por isso vale a pena publicar fotografias e vídeos do YouTube ou Vimeo que podem interessar aos visitantes. Identificar os tópicos e principais interesses da audiência facilita a tomada de decisões com base em suas preferências.


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10 Maneiras Inteligentes de Proteger Seu Sonho

Neste artigo, falo da importância de protegermos nossos sonhos, criando escudos estratégicos que farão com que os mesmos tenham uma base forte e impenetrável

Na mitologia nórdica, Asgard, que era o reino dos deuses, ostentava um muro que foi erigido por um gigante que ofereceu seu trabalho em troca de casar-se com Freya, que era uma deusa imponente e encantadora do local. Todavia, o contrato perderia o valor se a obra não fosse concluída dentro de um período específico.

Mesmo assim, para o gigante, não havia possibilidade alguma de insucesso, haja vista que o mesmo possuía atributos fabulosos que aliados ao seu cavalo mágico Svadilfari o fazia invencível nesta missão. Porém, ele se esqueceu de uma lição fundamental no que tange um acordo entre seres inteligentes, a saber: a de que não podemos nunca baixar nossa guarda, independentemente das vantagens que possuímos.

Aconteceu da seguinte forma: Loki, filho de Odin (o grande deus nórdico) usou seus poderes e se transformou em uma égua formosa para distrair e aliciar o imponente cavalo do gigante, ceifando o mesmo para um lugar estratégico e comprometendo assim, todo o seguimento da referida construção, algo que acarretou no não cumprimento do tempo acordado e na consequente perda da recompensa por parte do gigante.

Com absoluta certeza, da mesma forma como a história acima foi desenhada, nossa vida também é cercada de pessoas que buscam destruir nossos projetos e objetivos, agindo de maneira sorrateira e sádica em nossas costas e comprometendo assim, todo o nosso futuro.

Desta forma, elaborei 10 formas inteligentes de proteger nossos maiores desejos, de modo que possamos não cometer o mesmo erro do gigante. Confira:

1 – Não dê crédito a pessoas de autoestima baixa: algumas pessoas existem para minimizar os talentos e dons que ostentamos, fazendo com que acreditemos que não somos tão competentes como pensamos ser. Deste modo, elas semeiam palavras para nos diminuir, tentando transmitir uma mensagem que diz apenas uma coisa: você não pode sair do lugar, porque é comum e nada mudará em sua vida. Sendo assim, basta usarmos uma estratégia simples e muito eficaz, a saber: tudo que esses vampiros emocionais propagarem façamos o contrário e tudo que eles recomendarem atiramos para além da nebulosa de Andrômeda.

2 – Se desenvolva constantemente: ficar estagnado esperando as coisas acontecerem é um ato medíocre e inaceitavelmente patético. Grandes lideres não esperam as coisas acontecerem, eles fazem as coisas acontecerem, de sorte que as variáveis passam a existir através de suas atitudes e decisões. Vale mencionar ainda que essas decisões sempre possuem uma gota de ousadia que faz com que a sociedade se sinta atingida bem no fundo de sua alma, pois é desta forma que nasce uma grande ideia, ou seja, ela é gerada da utopia e das esferas mais impossíveis que se possa imaginar, até mesmo para o seu criador.

3 – Aprenda a cair com estilo: a única maneira do ser humano aprender o que é a vida é confrontando o fantasma da derrota de perto e por inúmeras vezes, haja vista que para uma criatura descortinar seus talentos ocultos ela precisa obrigatoriamente passar pela fogueira da vaidade. Em outras palavras, um ser somente obtém um crescimento pleno quando tem seus brios afetados, de modo que é na derrocada que passamos a ser mais fortes mentalmente. Portanto, que possamos fazer das adversidades nossa maior oportunidade de crescimento e dos infortúnios nossa melhor forma de adquirir o dom da perseverança.

4 – Destrua qualquer forma de medo em sua vida: o medo não serve para nada a não ser para gerar em nossos corações sentimentos de autossabotagem, como a ansiedade, a timidez, a dúvida e a insegurança. Assim, que possamos ser intrépidos, valentes e aguerridos, fazendo do nosso cotidiano uma atmosfera onde a valentia seja a nossa principal ancoragem e nossa singular estrada.

5 – Faça as escolhas certas: você tem duas opções: ou você agrada a si mesmo ou agrada as vontades de seu semelhante. Por isso é fundamental ter suas próprias convicções, não se importando com as opiniões alheias. Sem dúvidas, um grande homem não é aquele que é uma unanimidade perante a comunidade e sim aquele que conhece os próprios desejos e os vive intensamente, como um farol que nunca se apaga, mesmo com ventos e tempestades.

6 – Seja concentrado e disciplinado em tudo que fizer: os japoneses me ensinaram que com disciplina é possível fazer tudo, tendo em vista que otimizamos nosso senso de organização e aumentamos nossa eficiência nos processos existentes, fazendo com que o alto nível seja uma vertente constante em nossas atividades. Da mesma forma é a concentração, que existe para limpar nossa mente e mantê-la sempre no alvo, não deixando que as distrações afete nosso objetivo principal.

7 – Tenha entusiasmo em todas as tarefas: em tudo o que fizer, desde as coisas mais simples até as mais complexas, tenha sempre consigo os ingredientes dos vencedores, que são a energia positiva e a alegria. Se assim proceder, as forças superiores conspirarão a seu favor, pois não há quem resista á motivação sempar de um ser que acredita em seus sonhos e se alimenta de criá-los.

8 – Não busque a obviedade: somente preguiçosos percorrem estradas curtas (atalhos). Quem ostenta fibra empreendedora e feeling de campeão deseja coisas magníficas e sublimes. Em outros termos, quem tem a aura dos líderes correndo em seu cosmo busca sempre a suprema excelência, fazendo com que o impossível inexista e criando novas dimensões através da mágica indizível de seus raros atributos.

9 – Tenha sempre ao seu lado pessoas de caráter e de conhecimento: a convivência com pessoas virtuosas e sábias eleva o patamar de todos nós, de forma que quanto mais evoluídas forem as criaturas que convivem conosco, mais desenvolvidos seremos. Desta maneira, se cerque ao máximo de homens e mulheres que possuam essa bagagem sólida e diferenciada, pois assim procedendo, você estará galgando os degraus mais rapidamente e eficazmente.

10 – Tenha humildade: primeiramente, reconheça sua mediocridade e identifique seus pontos fracos. Após isso, trabalhe exaustivamente para eliminar um pouquinho dessas negatividades todos os dias. Faça isso e você estará em um curto espaço de tempo colhendo bons frutos e sendo estimado por grande parte das pessoas de seu convívio.

Sem dúvidas um homem que possui esperança e um profundo desejo de vitória em seu coração ruma para a glória absoluta, tendo em conta que todos aqueles que ostentam tais preciosidades são banhados na cachoeira dos deuses, ou seja, são pessoas que conseguem ir além da excelência, entregando para o universo muito mais que simples tarefas, mas variáveis capazes de dar mais paz, regozijo e felicidade para todas as criaturas aqui existentes.


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Existe um Momento Certo Para Arriscar Uma Mudança na Vida?

Leia o texto e entenda porque as melhores respostas podem ser perguntas

Será que existe um momento ideal para largar o certo pelo incerto? De arriscar algo diferente? Sem dúvida você passou por isso ou conhece alguém que tenha dúvidas similares. Certamente, em algum momento da vida passaremos por questionamentos como: estou em um bom emprego, seguro, mas não estou feliz ou ganho mal, porém faço aquilo que gosto.

Ou seja, você sente um incomodo, mas não sabe o que fazer com ele. O problema é que essas dúvidas, consomem muito tempo de nossas vidas e, muitas vezes, um tempo completamente inútil. E a verdade é que ninguém pode ter uma resposta para isso a não ser você mesmo.

Diante disso, sempre que tenho um impasse ou algo que está emperrado eu paro para me perguntar e não para pensar! Perguntas são as respostas! Se a sugestão valer para você, seguem algumas perguntas que podem ser feitas:

1 – E se eu mudar e optar por esse novo rumo? O que pode acontecer de bom? O que pode acontecer de ruim? Tem mais vantagens ou desvantagens?

2 – Alguém será prejudicado com essa minha decisão? É possível evitar ou minimizar o impacto?

3 – O que me impede de tomar essa decisão? O que preciso fazer para vencer essas barreiras?

4 – É ético? Honesto? Vou conseguir dormir de noite?

5 – Minha família vai junto comigo?

6 – Vai ajudar a realizar meus sonhos e objetivos?

Faça uma ponderação sobre as respostas, você vai reparar que o problema não é tão grande quanto parece. Geralmente, a dúvida é mais simples do que se achava e o que impede você é o medo do desconhecido.

Quando não arriscamos, eliminamos as chances de progredir. Porém, não faça nada apressado, planeje, planeje e, quando estiver cansado, planeje novamente. Não existe planejamento que seja executado 100% do jeito que foi criado, mas sem ele tudo fica mais difícil e só aumenta o medo do desconhecido. Planejar torna o desconhecido no conhecido.

Melhor ter a certeza do erro por ter feito aquilo que acreditava ser certo do que ficar estagnado. Pergunte sempre e, quando achar que deve, arrisque. Tenha cuidado apenas para não ficar parado e conformado com tudo.


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