Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Lavar, Enxaguar e Repetir

Scott Cook, o fundador da Intuit, revela a fórmula de sucesso para inovar: criar uma cultura de experimentação rápida

As grandes empresas são capazes de inovar? Scott Cook, fundador da Intuit, empresa líder na gestão de finanças online, responde: "Sim, as grandes empresas podem inovar." O segredo, segundo ele, está em criar e estimular uma cultura de experimentação de ciclo rápido.

O método chamado “fast cycle experimentation”, em inglês, se transformou no motor da inovação para a Intuit. Consiste em formular hipóteses, fazer testes rápidos em contextos da vida real, e aprender a partir das diferenças entre as hipóteses e resultados concretos. Uma vez testado e avaliado um experimento, imediatamente começa o seguinte. Um sistema simples e eficiente. "Como lavar, enxaguar e repetir", comparou Cook.

O começo

Nem tudo, porém, foi assim tão claro e simples para a Intuit em seus primeiros anos. A empresa, conhecida mundialmente pelo Quicken, seu software de finanças pessoais, e pelo TurboTax, para pagamento de impostos, teve de enfrentar obstáculos difíceis no caminho que a levou de uma start-up a uma multinacional.

"No começo, o desafio era para sobreviver", disse Cook em entrevista à HSM Management. Sem qualquer capital adicional em vista, teve de lutar para conseguir investidores e, ao mesmo tempo, enfrentar grandes concorrentes. Tão sombrio era o panorama que chegou ao ponto de a Intuit não poder pagar os salários dos funcionários.

Essa etapa de dificuldades foi superada pelos executivos da empresa graças a um claro foco no cliente e na inovação. E, ainda hoje, apesar de ser uma grande companhia, a Intuit mantém muito do espírito empreendedor de seu início.

Cultura diferente

A mudança radical que levou Intuit a se tornar uma "máquina" de experimentar foi a passagem de uma cultura de líderes que tomam decisões para uma cultura de experimentação assume a dianteira no processo de tomada de decisões. "A prática de fazer experiências para impulsionar as decisões é a marca da liderança na era da inovação", afirma Cook.

Na Intuit, qualquer funcionário que tem uma idéia pode facilmente transformá-la em aprendizagem por meio da experimentação. Já não se trata de seguir as ordens do chefe, mas de ouvir os clientes e descobrir como eles reagem e se comportam diante da idéia. "As centenas de inovações que reunimos no processo de testes, nas mãos de centenas de inovadores, não existiria se os funcionários não tomasse decisões", explica o fundador.

Conseguir, porém, que esse sistema funcionasse de forma satisfatória exigiu grandes esforços. Tanto Cook, nos primeiros anos, como Brad Smith, o atual presidente da empresa, se encarregaram de levar a cabo um profundo trabalho em toda a organização, incluindo os líderes e os gestores responsáveis por testar as novas idéias.

Com os líderes, este trabalho concentra-se em detectar as expectativas e analisar a velocidade com que acreditam que é possível fazer com que uma idéia chegue ao estágio de provas. Por sua vez, trabalha-se com as equipes para desenvolver suas habilidades para aprender a dar contexto ao experimento, estabelecer as hipóteses básicas da idéia, realizar os testes rapidamente, aprender a ler corretamente os resultados e tomar decisões tendo em conta a feedback obtido.

Liberdade para decidir e criar

O que é mais liberador para a capacidade criativa de um funcionário: seguir a intuição e deixar que a ideia se comprove por si própria ou conseguir, antes de tudo, a aprovação do chefe?

A pergunta não guarda segredos para Cook. A resposta reflete anos de sucesso consecutivo da Intuit, graças à cultura de experimentação compartilhada por todos os funcionários, e outro fato de destaque: há 11 anos a empresa aparece no ranking das 100 melhores lugares para trabalhar, elaborado pelo Great Place to Work Institute, e publicado pela revista Fortune.

Entre os fatores que fazem da Intuit uma empresa valorizada pelos funcionários, Cook enfatiza o respeito obtido por seu foco no cliente e por fornecer um serviço que encanta os consumidores. Não importa que seja um pequeno negócio ou um agricultor na Índia, o que prevalece é a disposição para ajudar. Além disso, o fato de a empresa ser capaz de fazer a diferença na vida cotidiana das pessoas e contribuir para melhorá-la implica um comportamento ético firme, assegura Cook. “Isso encabeça nossa lista de valores", acrescenta.

Ao mesmo tempo, a constante realização de experimentos é sinônimo de oportunidades. "Se, em um grupo de 20 pessoas, 140 experimentos são realizados em três meses,qual a chance de sua idéia ser escolhida para um teste?", pergunta Cook. Ele mesmo se encarrega de responder: "muitos". E também é bastante provável que todos possam ser parte do ciclo de experimentação, em algum momento. Em última análise, essa dinâmica não é boa apenas para o negócio da Intuit, porque a mantém na vanguarda da inovação, mas também porque contribui para atrair, desenvolver e reter os melhores talentos.

Consciência social

Quais serão os próximo desafios em sua trajetória de inovação constante? Segundo Cook, ainda que o objetivo histórico da empresa tenha sido o registro das finanças das pessoas, agora a Intuit quer ir um passo além: contribuir para que as pessoas, especialmente aquelas que vivem em comunidades de baixa renda, ganhem mais dinheiro. Soa como uma missão difícil, mas Cook está confiante que sua meta será alcançada se a gestão financeira for simplificada tanto quanto possível, de modo que uma tarefa que normalmente leva horas, consumo alguns poucos minutos. Assim, o foco pode estar em ajudar os outros, fornecendo informações valiosas.

Nesse sentido, uma de suas iniciativas mais recentes envolve a população da Índia. A ideia original era conseguir que os agricultores indianos obtivessem um preço melhor pela venda de sua produção de grãos. Como?

A iniciativa previu enviar aos telefones celulares dos agricultores, na época da colheita, informações sobre o preço dos grãos. Depois de passar por rigorosos testes da empresa, e mesmo depois de várias tentativas de "matar a ideia" por alguns líderes, o experimento foi conduzido. O resultado?


A Intuit oferece agora informações para mais de 900 mil agricultores da Índia. E eles, graça a esse serviço gratuito, registraram faturamento 16% maior pela venda de sua produção. “Tudo porque uma pequena equipe entendeu a situação e soube como oferecer uma solução”, diz Cook.


Dessa maneira, a cultura muito particular e bem sucedida de experimentação da Intuit não apenas está transformando a vida dos funcionários da empresa, como também a de milhares de clientes num país distante da sede da companhia. Tão simples quanto observar, testar e voltar a tentar.

Como criar uma cultura de experimentação

• Comece a mudar seu paradigma de inovação. Deixe de lado o velho modelo de “opinião ou decisão do líder” por outro, em que vale “testar as ideias na realidade de seus clientes”.

• Fomente uma cultura de experimentação rápida. Promova um espaço em que se testem constantemente as ideias das pessoas na empresa. O importante colocar em prova o tempo todo.

• Dê liberdade para experimentar. Os integrantes de sua equipe se sentem mais motivados quando podem experimentar suas próprias ideias.

• No tema reação das pessoas diante do fracasso. Os benefícios de fazer testes capazes de levar ao sucesso são muito maiores.

• Meça a reação dos clientes a seus testes. Assim, será possível obter resultados bons e maus resultados, mas certamente valiosos em todoso os casos. Como se sabe, aprende-se nos fracassos.

• Apaixone-se pelo problema dos clientes. Em vez de se concentrar na solução, estabeleça um vínculo íntimo com as necessidades. 


Fonte da imagem: Clique aqui

5 Tendências Que Podem Reinventar o Varejo Tradicional

Comércio aposta em novos formatos para competir com e-commerce. Canal precisa absorver conveniência do digital, adotar estruturas móveis e investir na educação do cliente

Por Luisa Medeiros

O varejo vive um momento de reinvenção. Os pontos de venda físicos não só disputam a clientela com as lojas virtuais, como também precisam aprender a transitar entre o consumidor omnichanel. Com a adesão às compras pela internet, o público encontrou uma forma prática, rápida e na maioria das vezes mais barata de adquirir produtos. O e-commerce, contudo, ainda fica devendo para as lojas físicas em quesitos como contato interpessoal e encantamento. Sabendo disso, o varejo passa a focar em seus pontos favoráveis para se destacar e se inspira no universo online para somar novas competências. Cindo tendências ficam claras nesse movimento de modernização do comércio.

O desafio atual é agregar conveniência ao formato de vendas, para competir com as lojas online, às quais esse atributo é inerente. Já o diferencial do varejo deve estar no desenvolvimento da experiência de compra que se perdeu em meio à tecnologia. Se antes o consumidor precisava reservar um tempo para se deslocar até um ponto de venda, pesquisar, escolher e adquirir o produto desejado, agora, isso pode ser sintetizado em poucos cliques. A possibilidade de comprar a qualquer hora, a partir de todo lugar, reduziu a urgência do ritual de compra que levava o target até a loja.

Se o consumidor não precisa mais se deslocar ao comércio por necessidade, as empresas devem fazer com que o público escolha visitar o seu ponto de venda. Para continuar encantando e atraindo, as empresas diversificam seus pontos de contato. “Existe uma banalização do consumo, feito em qualquer lugar. Antes existia o ritual de sair para comprar no sábado à tarde, por exemplo, e isso acabou. O online trouxe conveniência e agora o ponto de venda físico tem que ir além do comercial, entregando o charme e o glamour que o e-commerce não tem”, diz Luciana Stein, Head of South & Central America da Trend Watching, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Varejo sobre rodas
Se o consumidor não vai até a loja, ela vai até o cliente. A primeira grande tendência apontada pelo estudo “Retail Retold”, da Trend Watching, é o investimento no varejo sobre rodas. A floricultura colombiana Botánicus apostou no formato ao customizar caminhões para vender plantas nos bairros de Bogotá. Os clientes ainda podem agendar a entrega pelo site da empresa. No México, os trailers que abrigam lanchonetes se tornam cada vez mais populares. Quase um quinto dos moradores do país fez ao menos uma refeição em estabelecimentos com esse formato no ano passado, de acordo com o estudo da consultoria.

A tendência das lojas se desprenderem de estruturas fixas e irem ao encontro dos seus consumidores alia conveniência ao fator surpresa. Essa fórmula impacta ao gerar curiosidade. Primeiro surge um interesse pelo espaço, que em seguida acaba também incentivando as compras por impulso. “Antigamente, tínhamos cada tipo de produto sendo vendido em um tipo de frente. Tudo será vendido em todos os lugares. Modelos que eram desprezados começam a ganhar uma nova roupagem e a serem aprimorados”, aponta Luciana Stein.

Para se posicionar no lugar certo e na hora certa, a marca deve enxergar as redes sociais como uma importante aliada. Elas são um terreno fértil para a coleta desses dados. A função dessas ferramentas é a de ser um medidor para identificar o melhor momento e forma de intervir e gerar consumo. “No Facebook, as pessoas dividem com o mundo seu estado de ânimo, suas emoções e sua localização física”, diz Luciana Stein.

Busca por interação personalizada
Todo conteúdo gerado pelo consumidor está diretamente relacionado ao seu repertório pessoal e deixa pistas das demandas dele. Apesar do monitoramento desta produção já ser uma realidade para muitas companhias, a reação e resposta das empresas ainda é massiva. A meta é que as interações sejam personalizadas e individuais para gerar proximidade. “As marcas têm que aprender a escutar os consumidores e conversar pessoalmente por meio do que publicam nas suas redes sociais. A proposta é oferecer agrados, soluções e propostas de venda pertinentes, que vão de alguma forma suavizar a dor e melhorar o dia daquele consumidor”, analisa a Head da Trend Watching.

No Brasil, as marcas ainda não se relacionam, em sua maioria, de forma individualizada porque empregam muito esforço em lidar com a demanda de novos consumidores, em crescimento exponencial nos últimos anos. Para que a teoria do diálogo um a um se torne prática, as marcas precisam se empenhar em sair da posição de poder total sobre o seu discurso e adotar uma postura empática e solidária de cooperação com o consumidor. “A vulnerabilidade é um valor muito importante a ser agregado, pois se trata da capacidade de se colocar no mesmo lugar de quem sente a dor. É preciso se alinhar com as pessoas com que se está falando com autenticidade”, diz Luciana Stein.

À medida que o varejo analisa comportamentos e desejos por meio das redes sociais e aplica isso em seus produtos e no seu ponto de vendas as fronteiras se alargam. O mundo ideal do varejo contemporâneo seria a fusão entre os recursos do online e o contato obtido no off-line. “Não é uma disputa. Cada vez mais são duas camadas de realidade que serão costuradas. Todas as tendências que vemos no varejo físico atualmente são reações ao e-commerce, de tentar suprir suas deficiências e se igualar em suas qualidades”, aponta a Head da Trend Watching.

Lojas no caminho
A segunda tendência é atrair consumidores durante seus deslocamentos diários. As marcas que criarem combinações inesperadas entre transporte e varejo, colocando fim a qualquer “tempo morto” no dia das pessoas, sairão à frente. Um trajeto típico de um habitante de São Paulo, Cidade do México, Buenos Aires, Bogotá ou Lima dura uma hora e 28 minutos, período que não pode ser desconsiderado pelas empresas.

A rede Los Paleteros notou essa oportunidade ao lançar seu drive-thru. O modelo, que já é comum em fast foods, ganhou uma versão para a entrega de paletas mexicanas. O serviço foi incluído na sua unidade de Sorocaba, em São Paulo. As vending machines, por sua vez, deixam de entregar apenas snacks e refrigerantes. A marca Coquetel de revistas de passatempo adotou o modelo de vendas, assim como a Beauty Bazar que oferece por meio do equipamento itens como lixas, esmaltes, unhas postiças e adesivos.

O delivery também ganha espaço e supera as entregas de refeições, supermercado e itens de farmácia. O sistema passa a ser aplicado também para suprir a falta de tempo das clientes de irem até os salões de beleza. Criada há seis meses, a Nail Delivery leva serviços de manicure e depilação para escritórios e residências em um raio de 2,5 km na região do Jardins, em São Paulo. “Quando uma cliente solicita a manicure, a espera é de no máximo 20 minutos pelo serviço. No futuro tudo será delivery, não só a manicure. As empresas precisam se inserir no contexto do consumidor. Tudo vai estar ao alcance do cliente a qualquer hora” , diz Silvio Vallim, Diretor da Nail Delivery, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O que todos esses modelos têm em comum é a entrega criativa. As empresas enxergaram em métodos antes considerados secundários a chance de atenderem ao seu cliente dentro da rotina cotidiana. Em vez de o consumidor ir até o produto ou serviço, são as marcas que se colocam no caminho dele. “O Brasil ainda é visto como inspiração para o varejo da América Latina, mas cada vez mais devemos olhar para modelos considerados primitivos como os carroceiros e os vendedores de porta em porta”, aponta Luciana Stein.

Integração off e on
A terceira tendência aponta para o fim das barreiras entre off-line e online, diante de consumidores grudados em seus smartphones. Eles agora querem que as plataformas de e-commerce ofereçam o melhor dos dois mundos: a sociabilidade e a mão na massa do atendimento ao cliente da loja física, e a conveniência e os benefícios dos preços online. “Estamos em um mundo onde tudo é conectado e interligado. As barreiras dos canais começam a cair e criar uma liberdade de experimentação”, garante Luciana.

As expectativas crescem na medida em que as tecnologias avançam e chegam ao Brasil. As melhorias do 3G e da banda larga possibilitam mais rapidez nas experiências online e a integração entre os espaços digital e físico. Segundo a Trend Watching, a receita do varejo online no Brasil, na Argentina e no México vai mais que dobrar, passando de US$ 20 bilhões em 2013 para US$ 47 bilhões em 2018.

Uma das inovações nesta área é o iLove Mall, shopping virtual que imita a experiência no ambiente físico, com visualizações em 3D de lojas de e-commerce. Os varejistas participantes contam com corredores e vitrines virtuais. A plataforma ainda será lançada este ano com até 720 lojas. Outra que embarcou na tendência foi a Leica, que passou a oferecer aos consumidores brasileiros a possibilidade de comprarem a câmera da marca pelo Instagram. As pessoas tinham que se registrar na plataforma Arco, que conecta a conta da rede social com a do PayPal, e então apenas digitavam “comprar” no comentário da foto do perfil @LeicaBrasil.

Lojas sociais
Os consumidores são cada vez mais atraídos pelo e-commerce, mas isso não significa que as lojas físicas tenham perdido seus encantos. A quarta tendência surge com o amor das pessoas por varejistas que se engajam em questões locais e ambientais e que promovam mudanças positivas. De acordo com a Trend Watching, 95% dos compradores mexicanos que têm vasto conhecimento, são influentes e adquirem itens com regularidade acreditam que as empresas têm a mesma responsabilidade que governos de gerar impactos sociais no entorno.

Há exemplos de marcas que estão aproveitando para cativar as pessoas com esse atributo, como é o caso do varejista chileno que criou uma loja no festival de música Lollapalooza, em Santiago, para estimular participantes a trocarem roupas velhas por prêmios. As doações eram recompensadas com cortes de cabelo, camisetas customizadas e fotos. As peças deixadas no local foram entregues a uma ONG que ajuda mulheres empreendedoras.
Ensinar em vez de pregar

Diante do lançamento frequente de produtos inovadores, surge a quinta tendência: o Edu commerce. Mais do que nunca, o varejo deve ensinar, aconselhar e orientar seus clientes quanto a produtos e serviços. Acabou o tempo em que bastava se pregar os benefícios dos itens à venda, senão as pessoas não saberão como extrair o máximo de valor deles.
A tendência não serve apenas às empresas especializadas em tecnologia. Em Lima, no Peru, uma agência bancária incluiu em seu ambiente áreas destinadas especificamente para o aprendizado. Lá, os clientes podem conhecer as melhores formas de otimizar suas finanças, em vez de ficarem aguardando em filas. Quando chega a hora do atendimento da pessoa, ela é acionada por SMS.


Fonte da imagem: Clique aqui

As lições do futebol para a gestão de equipes

A maneira de lidar com talentos dentro de campo pode ensinar lições valiosas para administrar seus funcionários

O futebol e demais esportes têm seus próprios métodos de gestão de atletas, mas alguns conceitos podem ser levados para dentro das empresas e ajudar na administração de talentos. Selecionamos as principais dicas do diretor executivo do Palmeiras, José Carlos Brunoro, do diretor da Agência Ideal, Fabio Kadow, e do ex-jogador e empresário Oscar Bernardi. Eles debateram o tema "Gestão de Talentos" no Insights Época NEGÓCIOS da última segunda-feira (05/05), no Museu do Futebol, em São Paulo. Confira:

Liderança
“Ser líder não é querer que as pessoas sejam iguais a você, é fazer com que todos desempenhem seu papel em prol de um objetivo em comum. Cada um com a sua característica”, diz Brunoro, que dirigiu a seleção brasileira de vôlei, a carreira do piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz na Fórmula 1 e, atualmente, o Palmeiras.

Lembrando do time palmeirense do final dos anos 90, campeão da Copa Libertadores e bicampeão brasileiro, ele afirma que existia esse conceito: “Todos eram diferentes individualmente. Acabava o jogo e cada um ia pra um lado. Mas, dentro de campo, eram amigos e estavam unidos em busca de um objetivo comum.”

Conhecimento
O segundo pilar apontado pelo dirigente esportivo é a postura exemplar do líder quando o assunto é habilidade técnica. “A primeira coisa que as pessoas que trabalham pra você vão reparar é se você conhece sobre o assunto. Às vezes, naturalmente somos líderes pelo conhecimento, porque as pessoas precisam nos olhar e se sentir seguras das atitudes que elas estão tomando.”

Transparência
Um grupo unido, focado no objetivo principal, precisa de um ambiente transparente: “Caso aquele craque tem algum tipo de ‘regalia’, ele só tem aquilo pelo que conquistou. Então, aquele menino mais novo tem que entender isso, como esse processo funciona”, afirma Brunoro.

Esclarecer a filosofia do clube/empresa
Na mesma linha, Oscar Bernardi garante que todos devem saber claramente quais são as regras: “O jogador que vem pra uma nova equipe precisa saber como as coisas funcionam dentro da organização. A empresa ou o clube devem estar sempre acima de quem trabalha nela. Só assim se consegue o sucesso.”

Rodízio e possibilidade de ascensão
Por outro lado, a possibilidade de crescimento dentro da organização também precisa ser vislumbrada por todos. “Qualquer funcionário pode chegar ao topo da empresa, sempre deve haver uma possibilidade de subir na hierarquia de acordo com um determinado período de tempo”, diz o ex-zagueiro do São Paulo e da seleção brasileira.

Conquiste a confiança
“Uma das maiores dificuldades é pegar o cara que joga pra caramba e convencê-lo de que, sim, é importante também ter um trabalho de imagem. Então, conquistar essa confiança do atleta é um trabalho primordial: eu não estou no campo com você, mas jogo contigo fora dele”, diz o publicitário Fabio Kadow, que trabalha com o craque Neymar, do Barcelona e da seleção, além de nomes de peso como o lutador Anderson Silva e a surfista Maya Gabeira.

Kadow explica que essa resistência é aplicável às empresas, como quando é necessário um treinamento, por exemplo: “As pessoas mostram-se resistentes a ouvir quem sabe mais sobre um determinado assunto por dominarem suas respectivas áreas.”

A melhor publicidade é a performance
Se alguém não joga bem, é metade do caminho na contramão de qualquer imagem positiva externa ou interna. “Esse ponto de equilíbrio é a chave para o sucesso: o primeiro ponto é o desempenho, o segundo é a imagem. O Cristiano Ronaldo, por exemplo, tem esse equilíbrio: está jogando no ápice e trabalhando a sua imagem ao mesmo tempo”, diz Brunoro. Dentro das empresas, é possível ver os funcionários da mesma maneira. É necessário entregar resultados antes de qualquer coisa.

Seja um líder consultivo
Brunoro afirmou que procurava consultar sempre seus jogadores quando técnico de vôlei: “Apresentava todo o plano tático antes da partida e falava: ‘Vocês querem mudar alguma coisa?’. Na quadra, eles têm dificuldades que eu, como treinador, não teria e não enxergaria. Então eu reunia todo mundo e pedia a opinião deles.”

Cuidado para não mimar jovens talentos
Quando um atleta é considerado prodígio, ele pode adotar uma postura "mimada", segundo Oscar Bernardi: “Jogador no Brasil é muito mimado. Qualquer coisinha que acontece, ele vai à diretoria e reclama. Tem que ter pulso forte do diretor e da comissão técnica, fazê-lo entender como funcionam as coisas no clube e até onde vai o limite dele”.

Muitas vezes, entretanto, o comportamento é influenciado pela forma como ele é tratado na organização. “Alguns [são mimados] sim, mas não sei se nascem mimados. Às vezes, o ambiente o torna mimado. Mas não é culpa só dos atletas: tem gente pagando, passando a mão, fazendo uma porção de coisas para eles”, afirma Kadow.


Fonte da imagem: Clique aqui

Como Medir o Seu Marketing

Já é possível pensar em campanhas que integrem o virtual e o mundo físico para promover o seu negócio

Campanhas de marketing em mídias tradicionais, como veículos impressos e televisão, ainda tomam parte das estratégias de propaganda das empresas. Mas pouco a pouco, a web também tem se mostrado um ótimo canal publicitário. Por isso, uma marca deve considerar os dois caminhos na hora de definir os planos e orçamentos de marketing.

Mais do que isso, hoje já é possível integrar o marketing convencional e o digital, e medir o alcance a eficiência de uma campanha. Publicidades integradas podem trazer um retorno melhor sobre o investimento feito e oferecer mais interação com o público-alvo. Se você consegue criar um modelo de propaganda para rádio, televisão e internet (e pensar em uma forma de conectá-los) isso pode causar mais engajamento e garantir resultados mais assertivos.

É claro que o que vai definir a saúde da sua campanha, tanto no off quanto no online, é o monitoramento. Há muitas maneiras de analisar como andam suas campanhas no mundo físico, e inclusive utilizar dados da web para se basear. Considere as seguintes opções:

Use análises web

• Compare as tendências de “tráfego direto” (digitação da URL no navegador) com datas e locais das campanhas. Assim você consegue saber se a sua publicidade offline está terminando no ambiente online. Por exemplo, se a propaganda da sua empresa passa na TV no intervalo da novela das oito, você consegue monitorar a web e descobrir se nesse período houve acessos no site da sua campanha.

• Cheque como e quanto as palavras-chave da campanha estão sendo usadas nos motores de busca da web. O Google tem algumas ferramentas como o Trends que conseguem exibir as palavras mais buscadas do momento. Dá para ter uma ideia do quanto andam pesquisando por aquelas que tem a ver com a campanha da sua empresa.

• Faça landing pages, que são páginas específicas da sua campanha. Ali você mostra ao público-alvo o que está oferecendo com detalhes e consegue se promover com mais foco.

• Adicione códigos de monitoramento a suas URLSs. Assim você consegue medir quantos cliques o seu link conseguiu, se eles levaram o usuário ao objetivo final da campanha (comprar o produto, compartilhar algo, entre outros). Isso pode ser feito através de ferramentas de Analytics.

• Use URLs curtas. Objetividade na hora de criar esses links vai garantir mais atenção do usuário. O Google tem um serviço de criação de URLs que pode ajudar com campanhas personalizadas (acesse aqui).

• Crie um QR code para impressão ou exibição e adicione monitoramento à URL de destino. Os QR codes tem ajudado a conectar campanhas do mundo real com o virtual, através delas você consegue levar o público de um anúncio impresso para o site da campanha em pouco tempo.

Use monitoramento por telefone 

• Associe números únicos de telefone. Pode servir para um monitoramento mais específico.

Monitore a adesão

• Use códigos de desconto únicos para cada campanha para atribuir à venda. No caso dos e-commerces, isso é válido para saber os resultados de uma liquidação, por exemplo.

• Fomente a formação de fãs, que sigam e reproduzam o conteúdo da campanha. Cada vez mais o marketing de conteúdo vai servir como base para campanhas integradas. Se você conseguir levar uma campanha interessante da televisão para a internet, de uma forma divertida e envolvente, as chances de ganhar compartilhamentos e engajamento são grandes.

• Use um sistema de CRM (Custumer Relationship Management) para monitorar ligações. Nada mais são do que mecanismos de gerenciamento do relacionamento com o cliente que podem ajudar a organizar o diálogo com o público final.

Determine o retorno ideal sobre investimento feito

• O que você quer que as pessoas façam quando verem sua campanha? Estime o valor de cada ligação, requisição de catálogo ou assinatura na newsletter e implemente monitoramento de e-commerce. Você não quer jogar dinheiro pela janela, então é importante estar de olhos abertos para o que está dando errado para saber a hora de agir. Investir na campanha certa é investir naquela que mais estará dando retorno ao seu negócio, afinal.


Fonte: Revistaw
Fonte da imagem: Clique aqui

Aumente Seu Grau de Empregabilidade


Por José Roberto Marques

Estar preparado é um dever de todo profissional moderno. Você deve ter diferenciais que o qualifiquem e sejam interessantes para o mercado de trabalho. Una as qualidades profissionais e pessoais, pois os recrutadores valorizam igualmente os dois quesitos. Então, o que você tem acrescentado para a empresa que trabalha? A sua bagagem profissional é relevante para o mercado?

Para responder a essas perguntas, devemos entender que a empregabilidade é a capacidade que toda pessoa deve ter para manter-se empregada. Esta questão está ligada diretamente à formação pessoal do indivíduo, seus diferenciais competitivos e à sua história de vida.
Para aumentar seu grau de empregabilidade, siga as dicas abaixo:

Confiança

Esse é um pré-requisito essencial para quem quer enfrentar os desafios profissionais e pessoais. Confie em si mesmo e em seu currículo e faça do seu comportamento o diferencial para manter-se empregado.

Marketing Pessoal

Informe seu valor para o mercado. Use as ferramentas de marketing a seu favor, de maneira ética e verdadeira. Não fale aquilo que não condiz com a verdade, você poderá cair em descrédito. Seja alguém de valor que o mercado irá te reconhecer.

Satisfação

A satisfação envolve todos os aspectos da vida. Ter boa saúde, dinheiro reservado e relacionamentos estáveis. Nem sempre é fácil e possível encontrar equilíbrio em tudo, porém alguns fatores dependem exclusivamente de você. Para esses, procure estar satisfeito.

Mente aberta

O profissional que possui a “mente aberta” é capaz de transitar por ambientes multiculturais e agregar valor a estes. Se você colaborar nos ambientes em que está inserido, seu grau de empregabilidade irá aumentar cada vez mais.
O mercado demanda por profissionais competentes, éticos e com visão de futuro. Lembre-se sempre que a empregabilidade depende diretamente da sua capacidade de gerir sua própria vida e carreira. Seja lembrado e desejado pelo mercado, e torne-se um profissional de sucesso!


Fonte da imagem: Clique aqui

Série SEU NEGÓCIO - Cuidados Importantes ao Abrir o Próprio Negócio

Por via de regra, o negócio é sempre algo muito idealizado pelos que o fazem, sejam start-ups ou os já estabelecidos no mercado. Por isso, é preciso cautela

Por Luiz Fernando Garcia

Abrir o próprio negócio é um passo muito importante na vida de qualquer pessoa, trata-se da concretização de um sonho. Justamente por isso, a atitude deve ser extremamente calculada e tomada com muito cuidado, pois pode ser irreversível e prejudicial a uma situação financeira estável. Estudar o mercado, ouvir conselhos de quem já está no ramo e respeitar as experiências na carreira são algumas atitudes que, certamente, contribuem para a evolução da empresa e a chegada dos lucros.

Por via de regra, o negócio é sempre algo muito idealizado pelos que o fazem, sejam start-ups ou os já estabelecidos no mercado. Essa idealização, no entanto, deve ser controlada para que o resultado não seja o oposto do imaginado e o sonho não se torne um pesadelo financeiro. Para iniciar um empreendimento, é preciso respeitar o lápis e o papel e fazer contas sobre o que será investido com equipamentos e pessoas, sem precipitações.

Além de calcular os custos, o empreendedor iniciante deve fazer uma investigação minuciosa sobre o ramo em que atuará - o ideal é que cerca de cinco empresários já estabelecidos sejam ouvidos. Avalie o que está em falta, abrir um negócio não é suprir a nossa necessidade, mas, sim, as deficiências do mercado! Outro ponto fundamental é o respeito a alguma afinidade ou habilidade adquirida durante a carreira profissional, fator que, com certeza, irá colaborar para o desenvolvimento da empresa.

Tão importante quanto todos esses fatores é a aceitação que a pessoa deve ter de sua nova posição no mercado, a de empreendedor. Há uma diferença brutal entre administrar a própria empresa e trabalhar com 13º salário e cumprimento de horário. Quem pretende empreender deve, previamente, compreender que, especialmente nos primeiros anos, terá de dedicar de 12 a 17 horas diárias à empresa e abrir mão de uma série de atividades por conta disso. Ter o próprio negócio exige muita dedicação e entrega afetiva, é uma escolha de vida que pode não ter volta. Por conta disso, todo cuidado é pouco na abertura de um empreendimento. 


Fonte da imagem: Clique aqui

3 Dicas Para Reinventar Você Mesmo

Cansou da sua carreira, do seu emprego ou simplesmente quer testar um caminho novo para a sua vida? Confira 3 dicas para reinventar você mesmo

Muitas pessoas sentem a necessidade de experimentar coisas novas de tempos em tempos. Elas podem estar entediadas com a sua carreira e querem explorar outras áreas do mercado de trabalho ou simplesmente ser uma pessoa completamente nova. Qualquer que seja o motivo, você ocasionalmente vai precisar reinventar você mesmo.

Confira 3 dicas para reinventar você mesmo:

1. Teste o seu caminho

Não tente reinventar você mesmo de uma só vez. Se você quer começar uma nova carreira, aprenda sobre o mercado de trabalho da área e faça alguns cursos que ajudem você no novo trabalho. Tenha certeza do que você quer fazer antes de abandonar o que tem no momento.

2. Procure mentores

Procure mentores que possam ajudar você a entender o objetivo da sua reinvenção. Esse mentor deve ser alguém com experiência no que você quer fazer e que vai ser capaz de dizer o que você precisa para reinventar você mesmo.

3. Use as redes sociais

As redes sociais vão ser a sua companhia na hora de reinventar você mesmo. Você pode utilizá-las para se conectar com pessoas com os mesmos interesses e que estão no caminho que você quer seguir. Se o caso for a sua carreira, elas são perfeitas para você começar a construir o seu network.


Fonte da imagem: Clique aqui

4 Pensamentos Que Podem Afastar Você de Uma Carreira de Sucesso

Se você deseja ter um bom futuro profissional mas não sabe como chegar lá, confira 4 pensamentos que podem afastar você de uma carreira de sucesso

Encontrar uma carreira de sucesso depende, em primeiro lugar, de você mesmo. Portanto, se você sente que está muito distante de suas conquistas, talvez seja a hora de mudar seus pensamentos e suas atitudes. Para que você saiba como dar início a essa mudança tão importante, existem algumas dicas que você pode seguir.

Confira 4 pensamentos que podem afastar você de uma carreira de sucesso:

1. “Todos vão pensar que sou louco”

Mesmo quando você parece ter certeza sobre o que quer para o seu futuro profissional, é comum que você fique preocupado com o que todas as outras pessoas vão pensar sobre a sua escolha. Não deixe que esse pensamento atrapalhe seus planos. Se você sente que ficará bem com sua carreira, siga em frente.

2. “Não posso começar de novo”

Pensar que você não pode fazer outra escolha e começar de novo não é verdade. Você sempre terá a chance de reiniciar um projeto. Pode ser difícil ter que passar por diversas etapas por mais de uma vez, mas se você não tentar, nunca saberá se teria valido a pena.

3. “Outro lugar não será melhor”

Como você pode saber se outra oportunidade não seria melhor antes mesmo de tentar? Se você não seguir suas vontades, você corre o risco de ficar estagnado na sua vida profissional. Por isso, planeje o que seria ideal para sua carreira e passe pela experiência antes de concluir se será bom ou não.

4. “Nem se preocupe em tentar, você vai falhar”

Mais uma vez, você não tem como saber antes de passar pela experiência. Portanto, tire o pensamento derrotista de sua mente e se esforce para conseguir o que deseja e alcançar sua carreira de sucesso.


Fonte da imagem: clique aqui

É Possível Comprar a Felicidade?

Segundo estudo, sim, mas desde que o dinheiro seja gasto de maneira "correta"

Por Mônica Carvalho

Os estudos em torno do que o que as pessoas com renda crescente desejam comprar têm grande importância para os profissionais de marketing e empresas, sempre com foco nos mercados de alto potencial de crescimento de consumo. Entretanto, uma área de estudo do comportamento do consumidor vem ganhando corpo: aquela que procura medir a diferença de satisfação que proporciona o simples consumo de bens e o consumo de “experiências”.

Os professores Elizabeth Dunn e Michael Norton lançaram recentemente o livro: “Happy Money: The Science of Smarter Spending” (Simon & Schuster, 2013), onde procuram explorar o prazer do consumo que não se traduz em um aumento da riqueza tangível, mas sim da realização de expectativas e desejos, ou seja, da satisfação de ver realizado um sonho ou simplesmente a doce espera por ele. No livro, os professores do Departamento de Marketing da Universidade de Harvard exploram testes conduzidos por eles próprios sobre a natureza da motivação ao consumo. Segundo eles, há cinco vetores que demonstram a possibilidade de uma satisfação superior na aquisição de experiências quando comparadas com o simples acúmulo de bens materiais.

Em primeiro lugar demonstram que, por exemplo, as pessoas têm uma sensação de longa satisfação quando adquirem um imóvel maior ou mais bem localizado; entretanto, suas pesquisas mostram que, apesar da sensação de completude proporcionada pela compra do bem material, quando inquiridas sobre o nível de satisfação com a sua vida, de forma geral, sua percepção não mudou em nada. Ou seja, a aquisição do bem não proporcionou mais felicidade.

Da mesma forma, os autores colocam que a limitação do acesso às coisas que proporcionam sensação de felicidade faz com que esta sensação de completude seja amplificada. Um teste interessante analisou a forma com que os donos de carros caros descrevem a sensação de felicidade que experimentam ao dirigir: os adjetivos diminuíam a cada novo relato, junto com a sensação de felicidade, à medida em o bem já não era mais “novidade”.

Em terceiro lugar, constataram que considerar os ganhos de tempo pessoal quando procedemos alguma compra proporciona mais sensação de felicidade do que a aquisição de objetos em si. Por exemplo, a compra de uma lavadora de louças – que me daria mais tempo para ler bons livros – me faria mais feliz do que, inclusive, comprar mais livros. Sem falar que a disponibilidade de tempo (para fazer o que se quer) supera, em termos de satisfação, o cumprimento de papéis quase que compulsórios que acompanham atividades necessárias quando se tem mais dinheiro.

Em quarto lugar, os pesquisadores confirmam a máxima: “o melhor da festa é esperar por ela”; no âmbito do consumo, trazem a ideia que inverte a lógica das compras a crédito, afirmando que pagar antecipadamente (e completamente) por um bem qualquer amplifica a satisfação do consumo deste mesmo bem. O fato que a maioria das pessoas ama as sextas feiras (dia útil) e odeia os domingos (dia de folga) seria um bom exemplo desta situação: a expectativa da folga é mais saboreada do que a antecipação do novo início de semana. Por último, constatou-se também que o investimento de dinheiro na felicidade de terceiros – ou o investimento no bem do outro – é um gerador de mais satisfação do que a aquisição de um bem para nós mesmos. O exercício do altruísmo – ou da sensação de ser capaz de proporcionar felicidade – seria um elixir revigorante e muito mais potente do que a auto-gratificação.

Por fim, o livro fornece valiosas informações não só para consumidores na busca de prazer, mas também para empresas que buscam aumentar a felicidade tanto de funcionários (que podem ter como parte da sua remuneração um “tempo pessoal” ampliado) quanto os clientes, através de produtos que tenham foco em trazer à tona estas formas quase óbvias, mas pouco exploradas de satisfação. Com certeza, são nichos de mercado de um público mais exigente, que vê na simplicidade e na qualidade mais valor do que na pura ostentação da posse.


Fonte da imagem: Clique aqui

Os Dez Sintomas do Endividamento

ESPECIALISTAS DÃO DICAS DE COMO SABER QUE SUA VIDA FINANCEIRA NÃO VAI BEM E DE COMO VOLTAR A FICAR NO AZUL

Por Michelle Ferreira

Descobrir que está ficando endividado pode trazer inúmeros sentimentos. Para alguns, vida normal, para outros, noites sem dormir. Com angústias ou não, ter a vida financeira prejudicada nunca é recomendável. De acordo com Wilson Justo, diretor de marketing e relacionamento com o cliente da financeira Sorocred, diagnosticar o quanto antes a origem das dívidas é importante. Segundo ele, você pode estar tranquilo e nem imaginar que está entrando no grupo dos endividados ou que já faz parte dele há algum tempo.

Se a soma das suas despesas fixas ultrapassam 70% de seu salário líquido ou se você precisa de mais de um cartão de crédito para pagar as suas contas, você já é considerado endividado, o que, segundo Justo, não significa que você tem contas em atraso ou que é um inadimplente. O endividado tem muitas dívidas programadas, como o cartão de crédito, cheque especial, carnês de lojas, empréstimos e prestações de carro, seguro ou imóveis. Veja se você é um deles:


Os 10 sintomas do endividamento

1) Você faz promessas de redução de gastos mesmo com um comportamento de compras pouco controlado

2) Pequenos deslizes no controle do orçamento deixam de ser pequenos

3) A somatória das despesas fixas ultrapassam 70% do salário líquido

4) O limite do cartão de crédito passa a ser insuficiente para as compras, pois está tomado com compras parceladas

5) Você passa a atuar com mais um cartão de crédito e utiliza linhas de crédito complementares, como o cheque especial, para passar o mês

6) Você começa a pagar dívidas com atraso e entra no rotativo do cartão de crédito

7) Inicia processos de renegociação de dívidas

8) Interrompe pagamentos de renegociações

9) Tem que privilegiar pagamentos de contas mais importantes, como aluguel, escola e contas de consumo

10) É obrigado e se desfazer de bens quitados, por valores menores que os de mercado, para saldar dívidas


Depois de perceber que o problema existe, é necessário agir. Samy Dana, professor da FGV e especialista em finanças, aconselha que para não ficar no vermelho é preciso planejar. "É necessário viver dentro do orçamento e para isso é preciso saber o quanto se gasta, muitas pessoas não sabem". Para estar de bem com a calculadora, o especialista aconselha fazer dois orçamentos: um mensal e outro anual. "Tem que levar em conta a sazonalidade das despesas". Para ele, outra maneira de não ficar endividado é usar o cartão de crédito com consciência. "Planejar é a palavra de ordem". 

Para Mary Helen Souto, superintendente da área financeira da Sorocred, além de anotar os gastos e os ganhos, é importante tentar conseguir taxas e condições melhores com os bancos. “No Brasil, não se tem o costume de pesquisar taxas de juros. O consumidor brasileiro tem o costume de pesquisar preços de produtos, mas não de melhores serviços de bancos e taxas. O brasileiro também não tem cultura de poupar e de fazer reserva em caixa, o que também prejudica muito”.

Outra dica é não comprar nada por impulso, além de evitar parcelar a fatura do cartão de crédito e não contar com o cheque especial todo o mês. “Não utilize o limite do cartão como se ele fosse o seu dinheiro. As taxas de juros são muito altas. Você usa, mas existem outras formas mais baratas. Não use o que é mais fácil e está na mão. Fale com o seu gerente”, afirma Mary.


Fonte da imagem: Clique aqui

As Empresas Não Sabem Dar Feedback

Especialista em negociação diz que as chefias devem transformar as avaliações de desempenho em oportunidades de crescimento, não em fontes de tensão

Por Lucas Rossi,

Professor de direito da Universidade Harvard, Douglas Stone é um dos autores do recém-lançado Thanks for the Feedback: the Science and Art of Receiving Feedback Well (Obrigado pelo Feedback: a Ciência e a Arte de Receber Bem um Feedback), com publicação prevista no Brasil para este ano pela Portfolio-Penguin.


Especialista em negociação, já ajudou empresas como a montadora Honda e gigantes de tecnologia, como HP e IBM, a gerenciar situações de conflito. Stone vem a São Paulo no início de maio para um evento da HSM.

1) EXAME - Por que as conversas sobre avaliação de desempenho costumam ser fonte de frustração?

Douglas Stone - O problema não está em quem faz as avaliações. A grande questão é a falta de preparo de quem recebe o feedback. Todos sabemos que precisamos aprender e melhorar. Ao mesmo tempo, temos a necessidade de nos sentir amados. O feedback é uma ótima ferramenta para crescer, mas também mostra a forma como somos vistos pelos outros.

2) EXAME - Qual é o erro mais comum das empresas?

Douglas Stone - Hoje há muito investimento em sistemas de avaliação e muito esforço para ensinar os líderes a conversar com suas­ equipes. Mas a maioria se esquece de quem vai receber a mensagem. É importante desmistificar esse processo. Todos devem aprender a ouvir. Por isso, as empresas deveriam ensinar também os líderes a receber feedback. 

3) EXAME - Por que é tão importante que o líder saiba ouvir?

Douglas Stone - As transformações na liderança são a arma mais poderosa em qualquer processo de mudança nas empresas. Os líderes determinam o caminho a ser seguido. O que importa é o que eles fazem, não o que o pessoal de recursos humanos diz. 

4) EXAME - Um ajuste na maneira como se dá o feedback pode mesmo mudar toda uma empresa?

Douglas Stone - Sim. Os funcionários costumam prestar muita atenção em seus chefes. Se eles passarem a ouvir mais nas sessões de feedback, a tendência será que todos sigam o exemplo. Isso sem contar que, ao ajustar sua atuação, os líderes se transformam em profissionais melhores.

5) EXAME - Quanto as empresas perdem por não saber dar feedback a seus funcionários?

Douglas Stone - As empresas sofrem com baixa produtividade e aumento da rotatividade da mão de obra. É preferível ter uma relação com o chefe baseada na sinceridade ou ter um superior que não escuta? Uma pesquisa recente nos Estados Unidos mostrou que 63% dos trabalhadores acham que a última conversa que tiveram sobre desempenho foi imprecisa ou injusta.

6) EXAME - Mas isso não é próprio da natureza humana? Não buscamos sempre mais reconhecimento?

Douglas Stone - Sim. Mas, à medida que a indústria perde espaço e as economias ficam mais dependentes do conhecimento, torna-se mais crucial aprender a dar retorno. Algumas companhias começam a valorizar o que está sendo chamado de “humildade intelectual”, ou seja, a capacidade de aprender com os próprios erros e de dar espaço aos colegas. 

7) EXAME - Quais empresas estão à frente nessa área?

Douglas Stone - O Google é um bom exemplo. A empresa sabe o tamanho do desafio, debate isso internamente, faz um grande esforço para contratar as pessoas certas e depois para treiná-las. Nas companhias que dependem de inovação para crescer, essa mudança é uma questão de sobrevivência. Seus times realmente precisam aprender com os sucessos e os fracassos.


Fonte da imagem: Clique aqui

Coluna da Quelly - O Mantra Nosso de Cada Dia



O Mantra Nosso de Cada Dia 

Por Quelly Sales 

A questão do dia é: Como posso ser tão bom se tantos torcem contra? Encare a sua vida como um jogo de futebol, vôlei de praia, tênis, ou qualquer outro jogo onde dois times se enfrentam. Sendo você um desses times, sempre haverá torcida a seu favor e contra. Se parar para pensar, realmente, uma torcida pode sim contar como um elemento a mais no jogo, mesmo que ela seja apenas uma pessoa gritando na arquibancada. Há quem acredite que a torcida é quase como um jogador a mais em campo. Pense nisso como um bom sinal de que deve cultivar relacionamentos saudáveis ao ponto de garantir aquela boa torcida ao seu lado. Pessoas dispostas a apoiar você nas suas lutas diárias e também dispostas a dar a mão para ajudar nos momentos em que lhe faltar equilíbrio. Por outro lado, nunca esqueça de que também haverá, no jogo da vida, torcida adversária e quanto a isso você não poderá fazer grandes coisas. Apesar de você não pode evitar a existência dessa torcida desfavorável, que não lhe apoia, que julga suas decisões como sempre sendo erradas, que acho que você nunca faz o suficiente ou o correto... há sempre como aprender a lidar com o barulho que ela pode causar. Primeiro identifique de onde está vindo o barulho da torcida: São pessoas que gostam de você? Converse com elas e diga o quanto e porque isto lhe incomoda. Entretanto, não se esqueça de ouvir estas pessoas, pois elas podem mostrar grandes oportunidades de conquistar vitórias. Estas pessoas que gostam de você, mas que emitem opiniões vistas por você como “jogando contra” seus sonhos ou suas decisões, podem apenas demonstrar o que elas enxergam nas suas atitudes. Se você está construindo o alicerce de uma casa, para quem vê de fora a obra pode parecer um monte buracos, tijolos e madeiras, mas enquanto na sua cabeça está a imagem daquela linda casa que você está construindo. Conversar com essas pessoas podem mostrar para elas que os buracos em que você está trabalhando vão se tornar algo maior e importante, então tudo se tornará mais claro e fácil de ser apoiado. Agora se pergunte novamente: “a torcida negativa vem de pessoas que não gostam de você?” Se elas forem pessoas com quem realmente precise conviver. Faça um exercício para entender como pode mostrar para essas pessoas o seu projeto maior que motiva as suas ações. Se você não precisa conviver com a torcida negativa - Ignore o barulho e aprenda a conviver com o que não se pode mudar. 

Não estou aqui para dizer que sonhe isso ou aquilo ou que mudar os sonhos para agradar alguém é um solução. Nem mesmo estou dizendo que mudem invariavelmente para agradar a quem quer que seja. Entendam bem. Só quero dizer que deve olhar para a situação e reconhecer o que é importante e o que é irrelevante. Não olhe para o seu problema por tempo demais para não perder tempo no jogo. Não se coloque em uma situação de vítima da torcida contra, pelo simples fato de que isso fará você baixar a guarda, desistir do jogo e se entregar menos do que você é capaz. 

Na história dos esportes houveram lutas que times conseguiram ganhar mesmo nas condições de maior “pressão” da torcida adversária. Muitas histórias demonstram que você pode se apegar ao que realmente lhe motiva a entrar em campo, que você pode lembrar de todo o seu esforço pessoal durante o treinamento, podem vir a mente lembranças das pessoas que acreditam em você, ou simplesmente fechar os olhos para se concentrar ao ponto de abafar todo o barulho ao seu redor e fixar a mente nas simples ações que você precisa fazer bem feito para que a vitória chegue. Aprenda a conviver com o que você não pode mudar, se for por um bem maior. Aqui vai um bom mantra para quando o barulho estiver lhe perturbando: “Seja tão bom que ninguém poderá ignorá-lo” (Steve Martin). Quem sabe um dia a torcida contra reconheça sua vitória?



5 Passos Para Ser Pontual

Ser pontual é uma tarefa difícil para você? Siga os 5 passos a seguir e consiga alcançar esse objetivo

Uma das características mais admiradas no mundo empresarial é a pontualidade. Chegar no horário e estar presente em reuniões, por exemplo, são fatores tão cruciais quanto a qualidade do trabalho que você desenvolve, afinal é muito importante para os seus colegas saberem que eles poderão contar com você. Se você sabe que precisa melhorar nesse aspecto, mas não tem a menor ideia do que deve fazer para conseguir isso, veja como se tornar uma pessoa pontual em 5 passos:

1 – Tenha boas noites de sono

É claro que nem sempre conseguimos dormir bem, entretanto é essencial que você se esforce para ter noites de sono de qualidade. Quando você tiver um compromisso no dia seguinte, planeje-se para dormir pelo menos 8 horas e repousar bastante, pois quanto menor for a quantidade de horas de sono, maiores serão as chances de perder a hora quando o despertador tocar.

2 – Acorde com antecedência

Não deixe para acordar em cima da hora: calcule o tempo que será necessário para que você se vista, tome café da manhã e chegue ao seu trabalho sem correrias ou estresses. É melhor acordar com antecedência do que atrasado.

3 – Planeje o seu trajeto

Contratempos acontecem, portanto é essencial que você esteja preparado para eles. Uma boa forma de conseguir isso é planejando o seu trajeto e criando “planos B” para possíveis congestionamentos e falhas no transporte público. Na dúvida, o melhor é conhecer rotas alternativas.

4 – Crie estratégias para si mesmo

Por mais que tentem bastante, algumas pessoas simplesmente não conseguem ser pontuais. Se esse é o seu caso, crie estratégias: faça apostas consigo mesmo, adiante o seu relógio em 10 minutos e crie metas.

5 – Tenha consciência da importância de ser pontual

Para fazer todas essas mudanças, é crucial que você esteja ciente da importância que a sua pontualidade tem – não só para si mesmo, mas também para o trabalho dos seus colegas. Entenda a importância da sua presença e esforce-se para cumprir os seus horários.


Fonte da imagem: Clique aqui

Por Que a Rotina Pode Atrapalhar o Seu Sucesso Profissional

Especialistas listam os principais prejuízos para a carreira dos profissionais que sempre fazem mais do mesmo

Por Camila Pati

Se os versos da música “Cotidiano” de Chico Buarque parecem ter sido feitos para ilustrar a sua vida profissional, cuidado: “fazer tudo sempre igual” pode estar prejudicando sua carreira.

É claro que um pouco de rotina no dia a dia de trabalho é necessário. Isso traz segurança e permite que você domine tarefas e processos da empresa. “A rotina ajuda o profissional a aperfeiçoar a execução das tarefas”, diz Danielle Torres, sócia da Affero Lab.

Mas, se você já sabe exatamente o que vai fazer do minuto que você chega à empresa até o fim do expediente pelos próximos meses (ou mais!) pode ser a hora de repensar a rigidez de sua agenda. Confira os prejuízos de ficar preso à rotina, segundo duas especialistas:

1 Sua criatividade é limitada

Se a rotina é importante para adquirir excelência em determinada ação, ela é matadora das novas ideias, segundo Helena Ribeiro, presidente do Grupo Empreza.

“A pessoa tem que ter espaço para desenvolver pensamento estratégico, para pensar em novos meios para o que ele está fazendo”, diz Helena. Preso às mesmas tarefas - e ocupado demais com elas - o profissional acaba passando longe da inovação.

2 Você não enxerga as oportunidades

Com os olhos voltados sempre para o mesmo lugar, é possível que boas oportunidades passem ao seu lado sem serem notadas.

“Andar no trilho e não sair dele leva a um só caminho, mas existem outros que podem até ser arriscados, mas são novos e podem trazer crescimento”, diz Helena.

3 Você não se desafia, nem é desafiado

Se a zona é sempre a de conforto, nela não entram desafios. Por isso, Danielle da Affero Lab fala no perigo do comodismo gerado pela rotina. Isso porque nada como desafio novo para sacudir o dia de trabalho e exigir mais energia de uma pessoa. 

“Essa questão de não sair da zona de conforto está relacionada ao medo de errar. O profissional se mantém na sua rotina porque sabe que assim ele não erra”, diz Helena Ribeiro. Assim, além de não procurar, ele foge de qualquer atividade diferente por receio de não conseguir acertar de primeira.

4 O aprendizado é mínimo

A soma de todos os itens anteriores só poderia resultar na falta de aprendizado. Sem ele, a trilha de carreira que leva ao crescimento perde seus contornos e some do campo de visão do profissional.

“A pessoa que fica só na rotina acaba vivendo de passado”, diz Helena. E a especialista lembra que o que você faz hoje determina o seu futuro.

Ou seja, deixar de aprender agora é ficar para trás amanhã. “Em minha opinião, ficar preso à rotina é um desperdício de potencial e de talento”, diz a especialista.


Fonte: EXAME
Fonte da imagem: Clique aqui

Sete Erros ao Usar a Inteligência Coletiva

Projetos de mineração de dados e gestão de conhecimento proliferam há algum tempo nas organizações. Mas dão resultado?

Ricardo Engelbert 

Várias empresas já perceberam que os investimentos em tecnologia da informação conseguiram organizar uma grande massa de dados dos processos de negócio. Entretanto, esses mesmos investimentos não tiveram o mesmo nível de sucesso em gerar uma real inteligência que possibilite a inovação e a criação de diferenciais competitivos para as empresas.

Projetos de mineração de dados e gestão de conhecimento proliferam há algum tempo dentro das organizações buscando obter informação relevante, que ajudasse na formulação de estratégias e na tomada de decisões.

A inclusão digital, as novas tecnologias móveis e o uso crescente das aplicações identificadas atualmente como “redes sociais”, possibilitam que uma grande massa de pessoas gerem, compartilhem, promovam, comentem e avaliem informações dentro e fora das empresas. Indo além das aplicações de mídias e redes sociais, esse movimento de participação e colaboração é identificado como um fenômeno de “Inteligência Coletiva”.

Não é um fenômeno novo. O homem só se desenvolveu por conta de sua capacidade de formar grupos sociais e assim criar coletivamente uma inteligência, que está presente na nossa língua, na escrita, na cultura, nos ensinamentos compartilhados, nos livros e, atualmente, nas inúmeras redes às quais nos conectamos.

Filósofos, pensadores e pesquisadores têm estudado o tema da inteligência coletiva e um sumário desses trabalhos e experiências práticas, nos levam a uma lista de sete erros crassos que as organizações cometem ao tentar capitalizar algum valor a partir da colaboração e participação de indivíduos de dentro e de fora de seus limites. Estes erros são:

1- Não definir o que se espera da multidão ou do grupo

O coletivo é muito valorizado por suas capacidades de criação e de decisão. Um time de profissionais, que colaboram para uma solução, pode superar o conhecimento de um expert no assunto. Um exemplo bem simples dessa melhora da qualidade da informação de um grupo em relação a um indivíduo é o exercício de tentarmos adivinhar o peso de alguém. Se perguntarmos para uma única pessoa e depois fizermos a mesma pergunta para cem pessoas, para então calcularmos a média das estimativas, teremos um valor muito mais próximo do real a partir da média que de uma única observação. O coletivo oferece uma melhor estimativa.

2- Não saber quem exatamente deve realizar a ação coletiva

Devemos definir se a atividade será realizada por um grupo livre ou regido por alguma hierarquia. As organizações são exemplos de hierarquias empenhadas em solucionar problemas e produzir conhecimento. Mesmo em empreendimentos movimentados por multidões de colaboradores, como é o caso da Wikipedia, existem fases do processo que dependem de uma certa hierarquia de aprovação para que um verbete seja incluído ou excluído de suas bases.

3- Não estabelecer a forma de motivar as pessoas para a colaboração

Precisamos identificar as motivações que levarão os indivíduos a executarem o que se espera deles. Pesquisadores do MIT identificaram que os participantes de empreendimento coletivos motivaram-se ou pelo dinheiro (motivações extrínsecas), ou pela glória (motivações intrínsecas), ou pelo amor (motivações intrínsecas e transcendentes). A base de comentários e avaliações de produtos da Amazon é construída por uma multidão de colaboradores que fazem isso pelo prazer em falar de um tema que gostam, mas também pela glória de serem identificados como especialistas no tema.

4- Não esclarecer a forma como a ação será realizada

Podemos usar brainstormings, concursos, colaborações, votações, estimativas, avaliações, entre outras estratégias. Se queremos, por exemplo, criar uma nova logomarca para uma empresa. Uma estratégia é fazer um concurso, coletando uma grande quantidade de ideias, e novamente usar o poder da multidão para uma votação na melhor proposta. Outra estratégia é permitir que pessoas discutam e proponham mudanças nas logomarcas apresentadas e assim obter um resultado que é formado pela soma das contribuições.

5- Não disponibilizar as estruturas ou infraestruturas para a colaboração

Ou seja, ter disponível um sistema que possibilitará as pessoas participarem. Isso dependerá muito de projeto para projeto, mas pode ser genericamente descrito como um ambiente ou plataforma de colaboração. Um mural, uma Wiki, uma Intranet, um fórum de debates, um sistema de votação, todos são exemplos desses ambientes. Locais em que as pessoas possam expressar sua ideia ou opinião, e debater as ideias dos demais.

6- Não orientar e treinar os indivíduos para a colaboração

As pessoas devem ter o conhecimento necessário para participarem e colaborarem. Quanto mais sofisticado e difícil for a plataforma disponibilizada para isso, tanto mais necessário vai ser oferecer treinamento de uso. Se as pessoas não conseguirem interagir por meio da plataforma tecnológica (mesmo que for um mural de post-its), a construção coletiva ficará prejudicada.

7- Não patrocinar uma cultura de colaboração

Devemos criar, e nutrir, uma cultura de colaboração. A motivação é uma das peças chave, mas o processo deve analisar os valores e as crenças da própria organização, e ir até os aspectos mais operacionais e práticos. Um contrato social de participação e envolvimento pode ser instituído entre os participantes e a organização. Um equilíbrio entre competição e colaboração pode ser usado para iniciar a implantação em um grupo menor, como uma espécie de projeto piloto que possa servir de time “campeão” para o engajamento dos demais.

Empresas como Natura e Fiat já têm envolvido seus clientes e fornecedores em processos de inovação aberta (open innovation) que nada mais é que tentativas de capturar a inteligência coletiva das massas para apoiá-los no desenvolvimento de novos produtos. Se antes as empresas limitavam-se à pesquisas de opinião (que também são forma de inteligência coletiva), hoje em dia elas abrem as portas de seus processos de negócio para que outros stakeholders participem abertamente da criação de novas estratégias.

Precisamos observar os casos de sucessos presentes em empreendimentos da “nova economia” (Wikipedia, Linux, Crowdfunding) e criarmos formas de estes conhecimentos serem aplicados à empresas da velha economia e seus processos internos e externos.


Fonte: Cio
Fonte da imagem: Clique aqui

Dez Indícios Que Mostram Que Você é Consumista

Mentir sobre suas compras, ir ao shopping constantemente sozinho ou descontar no cartão de crédito frustrações com a vida pessoal são características de quem exagera nas compras e pode, um dia, se tornar um comprador compulsivo 

Ser adepto do consumo excessivo pode acarretar muitos problemas — que variam desde a dificuldade de relacionamento à ruína financeira. Nem sempre o exagero nas compras indica um distúrbio ou comportamento excessivo, mas isso não significa que não mereça atenção. Em tempos de crédito farto, juros altos e facilidade de acesso aos produtos, sobretudo no varejo on-line, consumir demais pode se tornar um caminho sem volta. Confira a lista com dez características daqueles que podem se tornar futuros oniomaníacos — mais conhecidos como compradores compulsivos.

1. Mentir sobre seus gastos

Esconder compras de familiares ou guardá-las em casa e fazer de conta que são itens antigos são sinais de que você está gastando muito e não tem consciência disso. Em breve, esse comportamento pode se tornar um problema. Fique atento.

2. Mentir sobre as escapadas ao shopping

Mentir sobre quando você vai às compras ou para onde você está indo (quando vai ao shoppinh) é outro sinal de que você está gastando além dos limites. As pessoas que gastam compulsivamente têm vergonha de admitir ou não querem que outros interfiram em seu vício — ou hobby, como alguns preferem dizer.

3. Descuidar do relacionamento

Esconder dívidas ou mentir sobre compras podem afetar seriamente os relacionamentos. Afinal, nenhuma relação consegue permanecer sólida por muito tempo baseada em mentiras. Companheiros podem tentar ajudar, mas diante da dificuldade da pessoa consumista em admitir o próprio descontrole, brigas e separações podem ocorrer.

4. Fazer compras sozinho

Fazer compras na companhia de um amigo por significar controle de gastos. Por isso, pessoas que gastam demais tendem a ir às lojas sozinhas para não ter de dar satisfação sobre os gastos.

5. Dizer a si mesmo que fazer compras é um hobby

Se fazer compras é sua atividade favorita (a ponto de ser chamada de hobby), fique atento, pois você pode ser um gastador compulsivo. Neste caso, terapeutas recomendam substituir as compras por outras atividades que não envolvam gastar dinheiro, como praticar um esporte ou cozinhar.

6. Fazer compras para melhorar a autoestima

Fazer compras para se sentir mais seguro ou melhor consigo mesmo é outro sinal de que você está gastando mais do que deveria. Pessoas viciadas em compras geralmente afirmam que, ao adquirir uma nova peça de roupa, por exemplo, se sentem mais felizes e confiantes. O problema é que a sensação é tão efêmera quanto superficial.

7. Sentir demasiada euforia ao fazer compras

Pessoas que não conseguem controlar seus gastos geralmente sentem-se temporariamente alegres ao realizar novas compras. De acordo com especialistas, essas pessoas deveriam evitar lojas, galerias e shoppings ou, ao escolher um produto, aguardar 24 horas antes comprá-lo. Só assim teriam a certeza de que a compra não é por impulso.

8. Ver seus objetivos indo por água abaixo

Pessoas que gastam além dos limites deixam de realizar seus objetivos, como comprar uma casa ou liquidar dívidas, por causa de seu vício. Além de buscar terapia, utilizar ferramentas para controlar finanças pessoais é outra sugestão para quem deseja equilibrar suas contas.

9. Utilizar cartão de crédito

Utilizar cartões de créditos para bancar compras compulsivas é outro sinal de que você pode estar gastando demais. Com o cartão de crédito, as compras podem sair do controle e levar a uma enorme quantidade de dívidas. Nesta caso, usar somente dinheiro pode ser uma maneira de manter o orçamento sob controle. Se você não consegue abrir mão do cartão, pode ser o momento de buscar ajuda.

10. Detestar olhar o extrato no banco

Pessoas que gastam compulsivamente muitas vezes tentam ignorar os prejuízos que isso pode trazer às suas vidas. Viver na negação é, de certa forma, uma fuga da realidade. Se você não tem ideia em que seu dinheiro está sendo gasto ou qual a quantia que você costuma dedicar às compras, é hora de reavaliar seus hábitos — antes que seja tarde demais.


Fonte: VEJA
Fonte da imagem: Clique aqui

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More