Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Como Gerir Uma Equipe à Distância

Sugestões práticas para aumentar o desempenho de uma equipe em home office

Antes de ser chefe, você também desejava ter mais liberdade para trabalhar. Acreditava que, em casa, no seu ritmo, sem tantas distrações, atingiria melhores resultados do que obrigado a bater cartão no escritório todos os dias – muitos deles, sem uma necessidade real de ir até lá. Mas agora que virou gestor, fica com a pulga atrás da orelha: será que as pessoas terão responsabilidade de cumprir suas tarefas longe de seus olhos? Se mesmo aqui, bem na sua frente, os prazos sempre atrasam... Imagina se estivessem no conforto de seus lares.

Marissa Mayer, CEO do Yahoo!, acabou com a prática de home Office em seu primeiro ano no comando da empresa. No começo de 2013, anunciou que todos os colaboradores remotos deveriam voltar ao escritório. Seu objetivo era aumentar a velocidade e a qualidade das entregas. Se ela fez certo ou não, é uma questão polêmica. Mas a motivação por trás de sua decisão é compreensível. Será que as pessoas estão prontas para organizar seu tempo sem líderes por perto?

Trabalhar em um ambiente profissional com colegas ao lado não seria mais convidativo do que fazê-lo ao lado da cama, da televisão, da geladeira e sem ninguém para conferir se está tirando um cochilo, navegando pelo Facebook ou, de fato, fazendo aquilo para o que é pago para fazer?

Algumas medidas objetivas, entretanto, pode ajudar o gestor a manter – ou até aumentar – a produtividade da equipe à distância. “As pessoas que lideram esses profissionais precisam estar preparadas para orientá-los, o que nem sempre acontece”, afirma Rubens Pimentel, sócio da consultoria de RH Ynner Treinamentos.

A seguir, alguns caminhos para você perder de vista o funcionário, mas não seus resultados.

1. Defina objetivos claros

As metas devem ser individuais e mensuráveis. Isso ajuda o profissional a priorizar as atividades, e o gestor, a avaliar o seu desempenho. Não caia na armadilha de não querer ser duro ou impingir cobranças.

O consultor Rubens Pimentel afirma que é importante ficar atento a alguns aspectos na hora de definir esses objetivos. “Ele deve ser sempre específico, mensurável, atingível, relevante e temporal”. Ou seja, devem ser metas quantitativas. “O que vejo no mercado são pessoas colocadas para trabalhar em casa sem metas claras. Isso é ruim para todo mundo”, diz.

2. Planeje-se

Alguns líderes, quando diante de uma emergência, recorrem à equipe que está logo ali para resolvê-la. Muitas vezes, por puro hábito. O fato de saber que os funcionários estão trabalhando à distância exige que o gestor também se organize. “Se der um problema, ele não poderá interromper os outros para resolver com a mesma facilidade, então é preciso evitar ao máximo os imprevistos”, diz Pimentel.

3. Tenha encontros periódicos

Para avaliar os resultados produzidos à distância, é indicado ter encontros regulares. “Essa atitude diminui a ansiedade do lado do chefe, e a solidão do lado do funcionário”, afirma Pimentel. “E pode ser muito produtiva se o encontro for estruturado”.

Segundo ele, a periodicidade dessas reuniões depende da natureza do negócio e da dinâmica da empresa, mas um bom ponto de partida seria pensar em reuniões com duração de duas a três horas, uma vez por semana. Vale, inclusive, viabilizá-los por meio de tecnologias como Skype. Nesse caso, as reuniões olho no olho seriam adiadas para, no máximo, a cada 60 dias, com duração do dia inteiro.

O consultor Andre Freire, CEO da Odgers Berndtson no Brasil, não recomenda que se espere esse tempo todo. “Uma vez por semana é o ideal”, afirma ele. “Não deixe chegar a um mês de jeito nenhum, porque aí há a tendência de perder o controle”.

4. Exija qualidade no resultado

Assim como os prazos, determine também padrões de qualidade. Parâmetros claros de como deve ficar o resultado ajudam o profissional a trabalhar dentro de alguns limites. Porém, um risco é confundir o resultado com o método adotado para atingi-lo. “Cada um tem seu jeito de trabalhar”, afirma Pimentel. “Não exija que o funcionário chegue ao resultado pelo mesmo caminho que você chegaria. Ele não precisa copiar o seu processo”.

5. Seja um líder coach

As técnicas, procedimentos e processos de coaching podem ajudar os líderes que trabalham com a equipe à distância na orientação, desenvolvimento e garantia de resultados. Entre eles, estão os feedbacks efetivos, definição de bons objetivos e cobrança de forma construtiva.

6. Não banque o bedel

“Estar no escritório não é garantia de trabalho”, afirma Andre Freire. “A pessoa pode estar ao seu lado e enrolar você. Se ela estiver em casa dormindo, não se preocupe. Certamente, o comportamento vai se refletir nos resultados”.

Se, ao contrário, a pessoa finalizar o trabalho que teria para fazer durante toda a semana em apenas dois dias, o mérito é dela. Segundo Freire, os mais produtivos muitas vezes parecem ser punidos por sua eficiência. “Qual é o problema de alguém concluir com rapidez o que tem a fazer e, se quiser, passar os outros dias tomando sorvete?”

Uma forma de estimular as pessoas a assumirem novas metas mais rapidamente seria criar programas de metas e recompensas financeiras.


Fonte da imagem: Clique aqui

O Que o Carnaval Tem a Ensinar ao Mundo Corporativo?

Algumas características comportamentais são fundamentais para uma empresa ser bem sucedida. Comprometimento, motivação, confiabilidade, disciplina, dedicação, foco no resultado e na melhoria contínua são algumas delas. Por que uma escola de samba consegue obter todos estes comportamentos altamente desejáveis dos seus integrantes?

Por Orlando Norio

Todo empreendedor bem sucedido tem paixão pela empresa que criou. No íntimo, é como se fosse um filho. Todo pai deseja que o filho tenha a mesma paixão dele, como por exemplo, torcer pelo mesmo time de futebol. Da mesma forma, o empreendedor deseja que todos os “filhos da empresa”, ou seja, os funcionários e demais colaboradores, sintam a mesma paixão.

O sucesso do negócio depende de quanto o líder consegue compartilhar a sua paixão. Steve Jobs conseguiu compartilhar e contagiar as pessoas à sua volta com a mesma visão dele. Certa vez, ele definiu a empresa que criou como sendo “feita de pessoas que pensam de modo diferente e original, que querem usar os computadores para ajudá-las a mudar o mundo, para ajudá-las a criar coisas que façam diferença e não apenas executar um trabalho”. Essa era a visão dele.

Toda vez que chega o carnaval o que chama a atenção é a paixão das pessoas pela escola de samba de sua preferência. Meu sonho, e imagino que de todos os empresários, é que os colaboradores também tivessem a mesma paixão pela empresa que trabalham. Se analisarmos o que move o carnaval, podemos tirar algumas lições.

A essência do evento mais popular do nosso país é a expressão da liberdade. O carnaval, desde a antiguidade, é uma festa onde todos se misturavam com uma descontração geral e as restrições morais eram relaxadas. O significado disso tudo é liberdade. O ser humano, no fundo, anseia por liberdade. Se sentir preso, se sente infeliz. O carnaval faz sentir livre, faz sentir alegre, sentir feliz.

No carnaval as pessoas são movidas pela sua própria decisão. Não há obrigatoriedade. São atraídas pelo relaxamento das regras morais e sociais. Por outro lado, existem regras rígidas a serem seguidas para que a escola consiga uma boa pontuação e atinja seus objetivos. No final, também existe uma recompensa.

Algumas características comportamentais são fundamentais para uma empresa ser bem sucedida. Comprometimento, motivação, confiabilidade, disciplina, dedicação, foco no resultado e na melhoria contínua são algumas delas. Mas, por que uma escola de samba consegue obter todos estes comportamentos altamente desejáveis dos seus integrantes?

Só existe uma explicação: a paixão. A paixão pelo que faz traz inspiração e entusiasmo. O quesito mais importante para uma empresa ter sucesso é o trabalho executado com paixão. Segundo Jack Welch, ex-CEO da GE, "esse é nosso maior desafio quando falamos em gestão de pessoas. Envolver nossos colaboradores de forma a despertar neles esse sentimento em relação ao trabalho”.

Paixão é um estado emocional onde o desejo, a motivação, tomam conta do corpo e empurram para a realização de algo. É um mecanismo difícil de entender para quem está de fora da arena. O significado, o resultado esperado, não é reconhecimento pessoal ou recompensa financeira. Trata-se de uma maneira de se comportar, autosuperar e as conquistas materiais são consideradas como meras consequências.

É exatamente isso que acontece na conquista carnavalesca. Não há pagamento de uma recompensa financeira em uma escola de samba. O segredo, segundo Jack Welch é saber recompensar o espírito, o coração do funcionário. Fazer sentir-se integrante da companhia. Ver o objetivo da empresa como projeto de vida, fazer do seu trabalho uma missão de vida.

Fazer com que o objetivo seja facilmente perceptível, bem visível, é o segredo para manter o pensamento focado no que faz. É o que acontece com os integrantes do desfile: a meta é ser campeã. A recompensa é a festa, a felicidade compartilhada por todos sem destaque específico para ninguém. O presidente da escola de samba não recebe sozinho todos os méritos da conquista.

Apaixonado pelo trabalho é aquele que trabalha com comprometimento total, dá o melhor de si para alcançar os objetivos da companhia. A paixão é passageira, por isso há a necessidade de renovar constantemente. É o que acontece no ciclo de carnaval anual. Todo ano se renovam enredos, máscaras, fantasias, objetivos. Só a paixão permanece sempre a mesma. Que façamos das nossas empresas verdadeiras campeãs em qualidade, inovação, excelência, e claro, em paixão.


Fonte da imagem: Clique aqui

Funcionários Preferem Crítica Construtiva a Elogio, Diz Pesquisa

Por Letícia Arcoverde

A maioria dos profissionais prefere receber críticas construtivas de seus chefes e acham que seu desempenho melhoraria se recebessem esse tipo de feedback com mais frequência – a maior parte, inclusive, prefere receber uma avaliação crítica do seu trabalho do que elogios.

É o que mostra um levantamento global da consultoria americana Zenger Folkman, com mais de 2.500 funcionários de empresas de diversos países. De acordo com os dados, 57% preferem receber feedback "corretivo", o que inclui sugestões de como melhorar o trabalho ou comentários sobre processos que poderiam ser otimizados. Em comparação, 43% dos funcionários dizem preferir feedback positivo, como elogios e comentários que reforçam a qualidade do trabalho feito.

Ao todo, 72% dos participantes acham que seu desempenho melhoraria se eles recebessem mais críticas construtivas dos superiores. "As pessoas acreditam que o feedback crítico é essencial para o desenvolvimento da carreira", diz o CEO da consultoria, Jack Zenger. "Mas com frequência seus gestores não se sentem confortáveis para oferecer esse tipo de resposta". Segundo o estudo, os participantes tendem a evitar dar feedback negativo ou crítico com a mesma proporção com que gostam de receber elogios.

Para Zenger, os resultados mostram que a capacidade de dar feedback negativo e críticas construtivas é essencial para gestores. "Essa habilidade é chave em cargos de liderança e pode ser o diferencial que melhora o desempenho da sua equipe", diz.

(Letícia Arcoverde | Valor)

Fonte: valor.com.br
Fonte da imagem: clique aqui

Por Que Todos os Gestores Deveriam Assistir "O Lobo de Wall Street"?

Filme conta a real história de um corretor de ações americano chamado Jordan Belfort, que entre os 26 e os 36 anos somou uma fortuna de bilhões de dólares

Por Diego Andreasi

Depois de ver praticamente todas as pessoas da área de negócio que sigo postarem comentários sobre o longa, chegou a minha hora de prestigiar o épico filme do diretor Martin Scorsese, e que contou com mais uma brilhante apresentação do ator Leonardo DiCaprio, ambos indicados ao Oscar. Já não aguentava mais tanta angustia!

Para quem ainda não ouviu falar, O Lobo de Wall Street conta a real história de um corretor de ações americano chamado Jordan Belfort, que entre os 26 e os 36 anos somou uma fortuna de bilhões de dólares.

Interpretado por DiCaprio, Belfort torna-se um aventureiro que cresce por méritos próprios, nem sempre dentro da lei, e que se esbalda na vida dos sonhos de todo playboy: festas alucinantes, mulheres lindas, bebidas aos montes e o direito adquirido por seu status de milionário de falar o que quiser, para quem quiser, na hora em que quiser.

É válido lembrar que o filme também sofreu diversas críticas. Muitas das vítimas de Jordan acusaram Scorsese de vangloriar uma pessoa que literalmente rasga dinheiro, trata mal as mulheres e se orgulha de enganar os outros. Obviamente, vou deixar esse delicado assunto de lado. O que me interessa aqui são as lições que esse filme ensina a todos nós gestores.

O Lobo de Wall Street mostra fielmente o retrato do mundo capitalista no qual vivemos, onde dinheiro, status, mulheres e luxo nunca são demais, não importa o quanto você já os tenha. Quem não se identifica com essa visão do capitalismo, com certeza se ofenderá com o filme.

Doa a quem doer, o fato é que REALMENTE existem pessoas que são EXCLUSIVAMENTE movidas pelo dinheiro. Para elas, não existe esse negócio de satisfazer o cliente sustentavelmente, pensando no seu bem-estar a longo prazo, como nos é ensinado em salas de aula. Se elas tiverem que vender algo que nunca utilizarão, mesmo sabendo que isso prejudicará o seu cliente futuramente, elas venderão, e ponto.

Eu mesmo já conheci uma pessoa assim e aposto que você também conhece!

O filme mostra esse fato de uma forma hilária, quando o próprio Jordan, no início de carreira, pergunta para o seu chefe se vender ações ruins não seria uma atitude incorreta, alegando que “se o nosso cliente lucrar, por consequência, nós também iremos lucrar”. Quando o chefe dele responde que “o importante é que no final do dia o dinheiro esteja no seu bolso, não importa como”, o jovem corretor logo começa a entender as regras de Wall Street.

Mas as melhores partes são mesmo as reuniões de vendas que Jordan conduz! As cenas são ESPETACULARES, você NUNCA aprenderá aquilo em uma sala de aula. Se até eu, como espectador, fiquei com vontade de pegar o telefone e sair discando para realizar vendas, imagine as pessoas que trabalhavam com ele e que ganhavam uma fortuna para fazer isso?

E como não se emocionar quando ele discursou contando a história de sua funcionária, que entrou em sua companhia sem um tostão no bolso, e que poucos anos depois, já ostentava uma vida luxuosa, tudo com base em seu próprio mérito?

Só para você ter o gosto, deixo aqui uma das frases que mais marcaram a carreira de Jordan Belfort, pronunciada em uma reunião de vendas:

“Deixe-me contar uma coisa. Não há nobreza alguma na pobreza. Já fui pobre e já fui rico. E escolho ser rico toda a porra do tempo!”

Outro detalhe importante, para quem acha que premiar seus vendedores com prostitutas após eles cumprirem suas metas é coisa de cinema, está completamente enganado. A própria AMBEV é constante acusada de promover esse tipo de incentivo, como você mesmo pode comprovar nessa matéria Sexo, Cerveja e Bônus na AMBEV.

Para terminar, a cena na qual ele desafia as pessoas a lhe venderem uma caneta é maravilhosa! Enquanto todos usam os mesmos argumentos destacando os benefícios que a caneta oferece, o funcionário contratado por Jordan vai na contramão de tudo isso e diz:

“Jordan, escreva o seu nome nesse guardanapo”.
Belfort responde: “Eu não posso, eu não tenho uma caneta”.
E o funcionário conclui: “Exatamente, é a lei da oferta e da demanda”.

A lição dessa cena é muito clara: adapte o seu discurso de vendas para os problemas do seu cliente, crie demanda para a sua oferta, e não simplesmente vomite benefícios do seu produto. (Para entender melhor sobre esse assunto, recomendo a leitura do texto Não, as pessoas não compram produtos).

Em minha opinião, todo gestor que se preze deveria não só assistir, mas também recomendar que todos os seus funcionários assistam o Lobo de Wall Street. Melhor ainda se todos se reunissem para debater o filme em seguida.

Obs: Após ser preso por diversas acusações, hoje Jordan Belfort ganha a vida como palestrante motivacional.
Fonte da imagem: Clique aqui

Descubra Atitudes Que Diminuem a Sua Produtividade e Aumentam o Seu Stresse

Algumas atitudes comprometem negativamente o seu trabalho e, consequentemente, o seu humor. Veja quais são e aprenda a evitá-las

Um bom trabalho pode ser comprometido por algumas atitudes que por vezes consideramos serem tão normais que nem nos apercebemos o quão danosas podem ser. Tudo o que faz com que você perca o seu foco sobre aquilo que está a fazer acaba por diminuir a sua produtividade e gerar stresse. Quer saber que atitudes são essas? Consulte de seguida as dez principais:

1 – Multitarefas

Algumas pessoas acreditam que o facto de conseguirem desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo as torna mais produtivas. No entanto, ao desenvolvermos várias tarefas simultaneamente podemos acabar por enviar demasiados estímulos para o nosso cérebro, que fica cansado ao perceber que não consegue processá-los da melhor forma e no tempo útil disponível, gerando assim stresse.

2 – "Gratificações Instantâneas"

As "gratificações instantâneas" (tradução livre do inglês "instant gratifications") são formadas por tudo aquilo que rapidamente gera estímulos sem que haja qualquer esforço, fazendo com que o cérebro fique viciado em receber informações e acredite que nada funcionará antes de ele receber a sua "recompensa", perdendo a capacidade de foco. E como é que isso acontece? Por exemplo, quando a uma aula começa e você pensa “antes de abrir o caderno vou só espreitar as novidades do Facebook”. Para melhorar esse hábito, é necessária bastante disciplina.

3 – Não fazer intervalos

Os intervalos no trabalho são importantes: além de propiciarem um pouco de descanso, permitem que o seu cérebro descanse e que não fique sobrecarregado. Faça pequenos intervalos para arejar, ouvir músicas ou caminhar um pouco, mesmo que seja dentro da empresa.

4 – Verificar continuamente a caixa de emails

Pode até dizer que o seu trabalho exige isso constantemente, no entanto estabeleça horários certos para ler os seus emails. Caso contrário, perderá bastante tempo útil.

5 – Ser perfeccionista

Sendo perfeccionista pode acabar por levar muito mais tempo do que o normal para desempenhar determinada tarefa. Não estamos a dizer que deva dar menos de si naquilo que se propõe a fazer, mas que deve ser menos exigente se quiser ter menos aborrecimentos.

6 – Não listar o que deve ser feito

As listas de tarefas funcionam incrivelmente bem para conseguir focar os seus esforços no que tem que ser feito num determinado período de tempo. Caso as listas estejam a ter o efeito contrário, ou seja, a causar-lhe mais stresse, tente diminuí-las e adaptá-las às suas necessidades.

7 – Não desligar o seu telefone

Infelizmente, a melhor forma de evitar distrair-se com os telemóveis é desligando-os. Caso contrário, eles continuarão a distraí-lo a cada mensagem ou chamada – e o tempo que levamos a retomar o foco é de em média 15 minutos.

8 – Não saber dizer "não"

Muitas vezes pode acontecer que algumas pessoas lhe peçam para fazer alguma atividade extra, e você, sem coragem para lhes dizer que não, acaba por aceitar – mesmo já estando com bastante trabalho. Aprenda a dizer “não”. Se souber explicar os motivos que o fizeram negar determinadas tarefas os seus colegas saberão entender e respeitá-lo-ão da mesma forma.

9 – Deixar tarefas prioritárias de lado

Quanto mais evitar fazer tarefas que sabe que têm que ser feitas, com menos vontade fica em fazê-las, acabando por ficar irritado. Portanto, evite adiá-las e comece sempre por fazer primeiro as tarefas mais importantes.

10 – Ir a mais reuniões do que deveria

Quando vai a muitas reuniões pode sentir que está menos produtivo, por ter menos tempo para desempenhar as suas tarefas. Tente comparecer apenas aos encontros realmente necessários. Mais uma vez, a chave é estabelecer prioridades.


Fonte da imagem: Clique aqui

Você Tem o Perfil Para Trabalhar em Casa?

Para fazer home office, o profissional precisa ter alguma características - ou estar disposto a desenvolvê-las

Uma das preocupações dos gestores que não aprovam a ideia de sua equipe trabalhar em home office, é que as pessoas não rendam tanto quanto renderiam no escritório. No ambiente de trabalho, sob os olhos do chefe, teoricamente os profissionais estão mais ocupados do que no conforto do lar. Distrações como a TV, o sono (e uma cama ali pertinho), a geladeira, o telefone ou a chegada de um parente poderiam dificultar a concentração e, portanto, diminuir a produtividade.

Em alguns casos, esse receio se baseia apenas em teoria. Os defensores do home office argumentam que, ao contrário do que outros pensam, no escritório são interrompidos por estímulos externos a todo momento, enquanto que, em casa, podem trabalhar em silêncio, com um planejamento próprio.

Há os casos, entretanto, em que os gestores têm razões para ficarem preocupados. “Muita gente não vai conseguir trabalhar em casa”, afirma Andre Freire, CEO da consultoria de RH Odgers Berndtson no Brasil. “O home office não funciona para todo mundo. É difícil tanto para a empresa, quanto para a pessoa se adaptar a esse esquema”.

Já Rubens Pimentel, sócio da Ynner Treinamentos, acredita que todo mundo pode se adaptar a esse modelo de trabalho. Porém, algumas pessoas têm mais facilidade do que outras por uma questão de personalidades. “O que acontece é que alguns vão precisar desenvolver as habilidades necessárias para isso”, diz.

Para saber se tem o perfil ou se será preciso trabalhar alguns pontos com afinco, aqui vão as principais características que os profissionais devem ter para que o home office funcione.

1. Organização

Ter uma agenda, lista de prioridades e organizar seu dia é fundamental para não perder a noção do tempo e das tarefas.

2. Foco

A capacidade de se concentrar em uma atividade pelo tempo necessário também é importante para não se distrair, por exemplo, cada vez que o telefone toca – e do outro lado da linha, o assunto nada tem a ver com trabalho. Conseguir manter a atenção pelo tempo que a atividade exige é pré-requisito para trabalhar à distância.

3. Comprometimento e disciplina

Há pessoas que só funcionam quando se comprometem com outra (ou nem mesmo assim). “Em home office, quem não tem comprometimento, vai começar a enrolar”, afirma Rubens Pimentel, da Ynner. Para ser seu próprio chefe no dia a dia, é preciso ser comprometido com o trabalho a ponto de não precisar que venham as ordens para fazer o que deve ser feito.

4. Capacidade de escolha em função das metas e objetivos da empresa

Cada decisão que você toma ao longo do dia – como responder um e-mail de um cliente, o que priorizar agora, para quem encaminhar uma solicitação etc. – aproxima ou afasta a empresa de seus objetivos. Sozinho, em casa, você terá que se lembrar o tempo todo sobre as metas por trás de cada tarefa, para tomar as decisões na direção esperada.

5. (Auto)controle de qualidade

Sem a referência do trabalho desenvolvido pelos colegas nem as exigências constantes do chefe, cabe ao profissional ser exigente consigo mesmo. Se satisfazer com um resultado “mais ou menos” porque se desconectou da crítica provocada pelo olhar alheio é um risco que se corre no home office.

6. Visão integrada de seu trabalho com os demais profissionais e áreas da empresa

Longe do escritório, cabe a você cultivar uma visão do todo, do contexto para não esquecer que seu trabalho faz parte de um projeto maior.


Fonte da imagem: Clique aqui

Reter e Animar Funcionários é o Que Tira o Sono Das Empresas

Estudo realizado pela SilkRoad aponta que, para 53% dos profissionais da área, esse é a principal desafio. Atrair jovens da geração Y também é preocupação 

Por Luísa Melo

Criar uma cultura organizacional capaz de engajar os funcionários é o principal desafio de quem comanda um departamento de recursos humanos atualmente. Segundo pesquisa da SilkRoad, para 53% dos profissionais da área consultados, esse é um dos três tópicos essenciais para a empresa em que trabalham.

O estudo foi realizado junto a 853 executivos que estão à frente da área em suas companhias.

Em segundo lugar na lista de preocupações está o desenvolvimento de líderes e a administração das diferenças de habilidades entre a equipe (45%); e em terceiro, recrutar os melhores funcionários (41%).

Garantir parte do orçamento e também o suporte da liderança para os programas de recursos humanos também figuram entre as necessidades citadas. Veja a tabela:


Geração Y

Já é consenso entre os profissionais de RH que será preciso investir em jovens qualificados da geração Y para substituirem os trabalhadores que já estão prestes a se aposentarem.

Entre os pesquisados, 11% se disseram muito interessados em investir na busca por talentos da Geração Y para esse fim e 45% demonstraram algum interesse. Outros 33% se disseram neutros, 10% não têm interesse e 2% estão muito desinteressados na força de trabalho dos jovens.

Tecnologia

Em relação à tecnologia, a principal preocupação do RH diz respeito a uma das necessidades mais básicas da área: ter uma ferramenta que reúna dados e análises capazes de traçar um perfil da força de trabalho. Esse item foi o mais citado entre os três principais interesses dos profissionais de recursos humanos quando o assunto é tecnologia, com 53%.

Em seguida aparecem a integração dos sistemas de RH (42%) e oferecer os instrumentos de tecnologia mais avançada para maximizar a produtividade dos funcionários (39%). Confira todas as necessidades mencionadas:


Integração

A pesquisa também perguntou aos profissionais de RH o que mais os preocupa quanto à integração do trabalho que eles desempenham e o negócio da companhia, em geral. Entre os três principais pontos de preocupação, o que mais foi mencionado foi a necessidade de desenvolver uma área de recursos humanos que atue estrategicamente e não taticamente (53%).

Garantir que o RH tenha uma papel ativo na "mesa de decisões" da empresa aparece em segundo lugar, em 41% das respostas. Em seguida, vem a administração de mudanças dentro da organização, também com 41%. Veja o que mais foi citado:



Fonte da imagem: Clique aqui

6 Passos Para Saltar do Precipício e Chegar Aonde Você Deseja

Ao se colocar em situações de risco, você ficará impressionado com sua própria capacidade de fazer grandes coisas

Por Dan Waldschmidt

Fazer coisas difíceis não é uma questão de sorte, de pensar à frente de todos ao seu redor ou de arquitetar o plano perfeito. Trata-se de se colocar em uma situação desconfortável, na qual você seja forçado a mostrar um desempenho fora do comum.

Você não saltaria naturalmente da borda de um penhasco e escalaria o caminho de volta para a segurança. Você não arriscaria propositalmente sua vida em um desafio quando é forte o suficiente para ir direto à ocasião.

Então você fica longe da borda. Joga de modo seguro

Não perca a oportunidade de testar os limites de sua grandeza. Em vez de ganhar novos músculos, desenvolver novas habilidades, aperfeiçoar novas técnicas e vencer novos desafios, você se convence de ingressar na mediocridade. Você faz tudo à sua própria maneira.

Para ser melhor, você deve se colocar em uma posição assustadora, onde a falha pareça algo provável. Você tem que encontrar situações mais arriscadas do que normalmente permitiria. Batalhe com os concorrentes que são mais fortes, mais rápidos e, às vezes, mais inteligentes.

Não é tão assustador quanto parece:

1. Dê o primeiro passo – não tente resolver o problema todo, apenas dê o primeiro e pequeno passo à frente.

2. Se assusta você, tente – você vai se educar para parar de recuar diante da incerteza e do medo.

3. Caia com a cabeça para cima – quando as coisas forem mal, orgulhe-se porque fez o possível enquanto outros recuaram.

4. Tente de novo, rapidamente. Com mais força – você pode estar à altura da tarefa se colocar mais esforço, paixão e risco.

5. Seja um pouco mais honesto – mentir é mais fácil do que tentar. Se você se sair bem no primeiro, continuará falhando no outro.

6. Cure seu corpo, mente e carteira – é difícil viver com poder quando não se está tomando decisões inteligentes.

Empurre-se para fora da borda

A circulação do ar em seus pulmões vai abastecer sua criatividade. Você descobrirá tudo que precisa saber. E quando aterrissar – e o que mais temia for apenas um sonho distante – você será mais forte pela luta. Poderoso. Iluminado. Motivado. E um pouco mais impressionado com sua própria capacidade de fazer grandes coisas.

Artigo originalmente publicado no blog Danwaldschmidt e cedido gentilmente ao Administradores.com.

Tradução: Dandara Costa
Fonte da imagem: Clique aqui

O Medo de Não Ser Tão Bom

Não importa o gabarito. Muitos profissionais, mesmo supercompetentes, passam a vida assombrados pela sensação de que, a qualquer momento, podem ser revelados uma fraude

Durante 26 anos, Eva Hirsh foi executiva de uma grande empresa de logística naval. Foi diretora de planejamento e financeira, até se tornar membro do conselho. Ao longo de todos esses anos, sempre que era promovida, sua cabeça enchia de pensamentos do tipo: “Será que vou dar conta?”, “não sei se estou pronta”, “será que uma hora vão descobrir que não sou tão boa quanto pensam?”. Ela sentia a insegurança crescer ainda mais diante da excessiva segurança que os outros aparentavam. “Nunca na vida ouvi um colega dizer: estou com medo. No máximo, eles falam em preocupação ou receio.”

Em 2001, Eva deixou a carreira na empresa e se tornou coach executiva. Logo percebeu que seu problema era igualzinho ao de um monte de outros diretores, vice-presidentes, CEOs, conselheiros. Então, decidiu escancarar o assunto nas salas de aula, nos cursos que ministra na escola de negócios Coppead, da UFRJ, e na Fundação Dom Cabral. “Sempre que falo sobre isso, 80% dos alunos ficam estáticos, não olham para os lados. Alguns piscam como quem diz: ‘Sei do que você está falando’.”

Para a coach, a origem dessa insegurança é natural. Biologicamente, o medo é um mecanismo de proteção diante de uma situação de perigo – ou desconhecida. O drama começa quando esse medo vira um fantasma silencioso que persegue a pessoa, como se, a qualquer momento e à menor falha, pudesse ser revelada uma lacuna irreparável em seu desempenho. Segundo Eva, o que faz essa insegurança crescer é uma combinação de dois fatores que se retroalimentam: a alta competitividade dentro das empresas e o tabu de falar sobre as próprias fragilidades. Com medo de se expor diante dos outros e ser passado para trás, as pessoas aparentam uma falsa segurança que, por sua vez, aumenta o sentimento de que todos parecem estar bem, menos eu. Forma-se, assim, um ciclo vicioso.

Teresa Campos Salles, ex- gestora de RH do Pão de Açúcar por 15 anos e hoje sócia da TECS Consultoria, já ouviu relatos dessa natureza de alguns executivos, em conversas particulares. Segundo ela, esse é o padrão mental de quem elucubra muito antes de agir, tentando, por insegurança, antecipar tudo o que pode dar errado em uma situação. “Essas pessoas também se sentem ameaçadas diante de alguém que consideram uma autoridade”, diz Teresa.

De acordo com a consultora, a chave para sair desse modelo mental é se voltar para a realidade. “Ficar pensando em tudo o que pode acontecer ou imaginar o que os outros vão pensar é viver no futuro”, diz. O primeiro passo é se dar conta do ciclo vicioso e interrompê-lo. “Quando começar com: ‘E se acontecer...’, ‘será que...’, volte a atenção ao que está fazendo.” Faça uma lista com suas qualidades e realizações. Assim, fica mais fácil enxergar a situação de fora. Outra sugestão é ter uma conversa franca com alguém de confiança, que lhe ajude a desmistificar suas impressões e a identificar aspectos práticos que pode melhorar – sem dar um peso desproporcional à tarefa. Pode ser um amigo, um mentor ou mesmo seu líder.

Esqueça, no entanto, a ideia de sentir-se 100% seguro no trabalho. Mesmo tecnicamente preparado, “ninguém nunca está pronto para nada na vida”, diz Eva. Pelo menos, até começar a fazer.


Fonte da imagem: Clique aqui

6 Motivos Para Criar um Blog Para Sua Empresa

Empreendedor pode usar a ferramenta para contar o dia a dia da empresa e criar um engajamento com os usuários

Por Redação

Os blogs, que foram moda no começo da década passada, perderam espaço para as redes sociais. Contudo, ele ainda é uma ferramenta importante para quem tem um negócio. A afirmação é do pessoal da Jimdo, uma startup alemã que desenvolve aplicativos para celulares e serviços web.

O empreendedor que monta um blog, dizem os especialistas, pode aumentar o número de visitas no site de sua empresa e criar um canal eficiente com seus clientes – tanto para se comunicar como para contar as novidades e inovações feitas por seu time.

Além desse beneficio, existem outros seis motivos para a empresa apostar em um blog. Conheça-os abaixo:

Melhor posicionamento no Google: A empresa que cria um blog e o deixa atualizado com frequência tem um melhor posicionamento nos motores de busca da web. O Google, por exemplo, valoriza conteúdo único, relevante e atualizado de qualquer site. Segundo pesquisas, a partir de 24 postagens no seu blog, o tráfego de busca aumenta em 30%. Em média, sites com blog conseguem mais 434% de páginas indexadas nesses buscadores.

Alcance de uma audiência maior: No Brasil, 36% do tempo dos internautas é passado nas redes sociais. O conteúdo certo e interessante tem maior possibilidade de ser compartilhado nessas mídias. E conteúdo do seu blog compartilhado nas redes vai levar a sua mensagem a uma audiência maior.

Aumenta o engajamento com a comunidade de sua empresa: Manter uma comunidade ativa é tão importante como adquirir novos visitantes. Um blog permite aos visitantes comentar e expressar a sua opinião sobre produtos e serviços da empresa e, por isso, se torna um canal importante para descobrir o que o cliente quer.

Comunidade forte e fiel: Um canal aberto como um blog vai fazer com que os seus visitantes e fãs se sintam parte da sua empresa. Isso melhora a relação com o seu produto e com a sua marca, que vai se reverter em fidelização e recomendações positivas.

Uma cara para o seu negócio: Mostrar a personalidade do seu negócio ou marca no blog pode ajudar nas vendas. Como numa relação “amorosa”, a sua audiência vai se interessar mais e mais por suas histórias contadas no blog.

Seja um “expert” no seu território: Ao usar o seu blog para compartilhar experiências e dicas com os seus leitores, o empreendedor estabelece uma posição de especialista na sua área. Este poderá ser um canal para aumentar a sua reputação e transmitir a qualidade do seu produto ou serviços.


Fonte da imagem: Clique aqui

Série SEU NEGÓCIO - Como Elevar o Padrão do Seu Negócio?

Professor de MBA da Estação Business School dá dicas para ter um negócio rentável e manter uma equipe alinhada e comprometida com bons resultados

Por Redação

Um negócio lucrativo, com uma equipe preparada e que valorize a qualidade no atendimento aos clientes nos dias de hoje ainda é considerado um privilégio para muitos empresários. A questão é que não existe filosofia empresarial que se perpetue sem resultados e não há companhia que perdure sem que haja uma filosofia de trabalho.

Por essa razão, existem negócios mais interessantes e alinhados com a realidade de mercado e outros que apenas sobrevivem. Para obter algo diferente é necessário fazer algo diferente em vez de ser apenas mais um na multidão, afinal, por qual razão os clientes deveriam comprar da sua empresa se os preços em geral se equivalem?

Eis uma questão intrigante para a qual vale a pena investir tempo e reflexão. Jerônimo Mendes, administrador, coach, escritor e professor titular das disciplinas de empreendedorismo, estratégias empresariais, negociação, execução e toma de decisão para os cursos de MBA da EBS – Estação Business School - dá dicas e compartilha alguns insights que vão ajudar muitos profissionais a mudar a maneira de pensar a respeito do seu negócio e da sua equipe.

1. Você não administra mais um Ponto de Venda qualquer: você administra um negócio que interage com outros negócios, produz renda e empregos, sustenta famílias inteiras, gera impostos e promove o crescimento econômico da sua cidade, portanto, deve pensar como empreendedor. Na prática, você pode administrar um negócio que concentra um alto volume de dinheiro, mas o lucro depende da eficiência e requer competências que vão além de abrir e fechar o caixa todos os dias. Sem uma gestão profissionalizada, estratégia convincente e diferencial nos seus produtos e serviços não há negócio que resista.

2. Você não precisa mais de auxiliares, atendentes e telefonistas: esses nomes são convenções estabelecidas pela legislação, sindicatos e planos de cargos e salários. Na prática, o que sua empresa mais precisa é de colaboradores alinhados e comprometidos com a filosofia de trabalho adotada para o negócio, não importa o cargo ocupado. É fácil obter comprometimento das pessoas? Claro que não, entretanto, isso não deve servir de desculpa para não continuar tentando. Os colaboradores são o espectro do líder e do seu estilo de liderança e ainda há muita gente disponível interessada em mostrar um bom trabalho.

3. Você não precisa mais de uma bandeira ou de uma marca específica: é importante representar uma bandeira ou uma marca de peso? A maioria dos empreendedores, se pudesse, estaria vinculada a grandes marcas, tais como: McDonalds, Apple, Burger King, Cacau Show, IBM, Montblanc e Natura, porém, isso custa caro. Na prática, o desprezo ao cliente, produtos de baixa qualidade e atendimento mal feito nunca serão compensados por uma companhia de peso, não importa a marca que você representa. Se a marca fizesse tanta diferença assim, o padrão de atendimento da maioria não seria aquela lástima que estamos acostumados a encontrar. Por essa razão, muitas franquias também não resistem ao primeiro ano de funcionamento. O nome ajuda, mas o relacionamento com os empregados, o seu jeito de fazer negócio e a sua maneira de tratar os clientes farão toda diferença.

4. Você não vende mais um simples produto, serviço ou mercadoria: arroz, chá, café, chocolate, livros, roupas e outros itens de consumo estão disponíveis na Internet ou em qualquer esquina da cidade, portanto, ninguém precisa ir até a sua loja para comprar. Na prática, o que o cliente mais deseja é visual, comodidade, cordialidade, bom atendimento, rapidez e eficiência. O preço é importante, mas a sua filosofia de trabalho com foco no cliente é ainda mais importante.

Quer elevar o padrão do seu negócio? As palavras de Ken Blanchard, especialista em liderança, são apropriadas para encerrar a lição de hoje: o lucro é o aplauso que você recebe por cuidar bem de seus clientes e criar um ambiente motivador para o seu pessoal.


Fonte da imagem: Clique aqui

Ser Bom de Conversa Fiada é um Diferencial Competitivo

Por Lucy Kellaway

Uma jovem que conheço e que trabalha em uma empresa de mídia foi levada recentemente por seu chefe para um canto, onde ele lhe disse que seu trabalho era muito satisfatório, mas que havia um problema: ela falava pouco. Minha conhecida ficou um pouco ultrajada ao chamarem sua atenção por ela se preocupar em fazer seu trabalho de forma eficiente, em vez de discutir qual é o lugar mais legal para um brunch e se é possível colocar pignoli demais no molho pesto.

Quando ela me falou sobre o acontecido, lembrei-me de ter lido algo de Inga Beale, em que ela fala de quando foi contratada, no fim do ano passado, para comandar um reduto tradicionalmente masculino no Lloyd's de Londres. Segundo ela, o que prejudica as mulheres não é a falta de ambição ou o excesso de responsabilidades domésticas. É que elas não se envolvem o suficiente em conversas fiadas com seus colegas.

Pensei: que disparate. Em primeiro lugar, todo mundo sabe que as mulheres conversam o tempo todo no trabalho. Eu, por exemplo, estou entrando em minha quarta década de bate-papos intensos no ambiente corporativo.

Em segundo lugar, bater papo certamente não é um caminho para o topo. Se tive sucesso no trabalho, isso ocorreu apesar da minha tendência de entrar em detalhes sobre a dificuldade de encontrar uma bolsa que seja adequada para o trabalho, mas que também seja boa para carregar em uma bicicleta, e não por causa dessa minha tendência.

No entanto, como já me dei mal antes por generalizar as coisas com base em um único exemplo, venho tentando descobrir se meu histórico de conversa no escritório é típico. E isso tem se mostrado muito difícil. Há um livro muito citado, "The Female Mind", lançado em 2006 por Louann Brizendine, que alega que as mulheres emitem 20 mil palavras por dia, enquanto que a taxa dos homens é de taciturnas 7 mil. Mas há outros estudos que sugerem que isso está errado e que os dois sexos emitem cerca de 12 mil palavras por dia.

Mesmo que isso esteja certo, não nos diz o quanto os homens e as mulheres falam quando se encontram no ambiente artificial do local de trabalho. Para descobrir isso, passei as últimas semanas rondando escritórios - tanto o meu como o de outras pessoas -, de ouvidos bem abertos. Minhas constatações sugerem que Inga Beale pode ter alguma razão.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi a pouca incidência de conversas em voz alta - possivelmente por causa da concorrência do Twitter e do Facebook, ou possivelmente porque todo mundo sofre hoje mais pressões do que antes. Mas, quando vislumbrei pessoas conversando, elas tendiam a ser homens. As mulheres, no geral, se encontravam de cabeça baixa, trabalhando.

Se as mulheres são mais quietas no trabalho, há muitas explicações possíveis. Poderíamos dizer que isso acontece porque a maior parte das conversas é iniciada pelos homens. Se o assunto é um jogo de futebol, fico sem ter como contribuir depois de cinco segundos. Mas não acho que essa seja a resposta.

Minha jovem conhecida trabalha cercada por homens cosmopolitas, que gostam de conversar sobre brunches e molho pesto, assuntos sobre os quais ela poderia facilmente opinar. É que ela simplesmente escolhe não participar.

Pode ser também que as mulheres prefiram conversar com outras mulheres, e na maioria dos escritórios os homens ainda prevalecem. Mas mesmo esse não é o motivo. Ele não explica a experiência recente que tive ao visitar o escritório da Mumsnet. O amplo escritório em plano aberto estava ocupado por várias dezenas de mulheres, cada uma delas debruçada sobre uma tela. É o mais silencioso e aplicado escritório que já conheci.

Isso sugere uma resposta ainda melhor. As mulheres com filhos querem fazer seu trabalho de maneira eficiente porque precisam ir para casa. Quando meus filhos eram mais novos, eu precisava deixar o escritório às 17h55 para liberar a babá e assim não era de muita conversa, para que pudesse dar conta do trabalho. As mulheres sem filhos, por sua vez, podem preferir conversar com os amigos de verdade depois do trabalho, em vez de perder tempo com conversas mais bobas no local de trabalho.

A ansiedade também pode ser uma causa. Suspeito que a maioria das mulheres não gosta de se sentir superficial no trabalho, enquanto que os homens não se importam com isso. Um colega meu conversa sobre críquete o dia inteiro e às vezes joga golfe com uma dessas bolinhas e um guarda-chuva perto de sua mesa para aliviar o estresse. Ninguém o julga um sujeito à toa; todos parecem vê-lo de uma maneira bem positiva.

Para descobrir se a mesma coisa se aplica a ocupações mais femininas, levei minhas agulhas de tricô para o trabalho na semana passada, para ver que tipo de conversa isso desencadearia. Foi um fracasso. Duas pessoas olharam para mim meio desconfiadas e uma delas perguntou: "Isso aí é mais ensaio para a sua coluna?".

Mas o fato de as mulheres conversarem menos no trabalho tem alguma importância? Temo que sim. Se você não conversa, as pessoas não gostam muito de você. Minha jovem conhecida me disse que agora está separando um tempinho todos os dias para se dedicar à conversa no trabalho. Ela agora trata o bate-papo como um tipo de trabalho e faz isso com a mesma seriedade com que faz tudo. Ainda está no começo, mas ela diz que está funcionando.

Lucy Kellaway é colunista do "Financial Times". Sua coluna é publicada às segundas-feiras na editoria de Carreira
Fonte: valor.com.br
Fonte da imagem: Clique aqui

Série ETIQUETA PROFISSIONAL - Como Elogiar no Trabalho Sem Ser "BAJULADOR"

A ciência mostra que escolher a maneira correta de fazer elogios pode ajudar na ascensão profissional. O problema é como fazer isso sem exagero

Nos jogos políticos que acontecem todos os dias no trabalho, ninguém quer ser visto como puxa-saco, embora elogios e reconhecimentos sejam trocados a todo tempo. O bajulador, pessoa que tece elogios interessados e desprovidos de sinceridade, é visto da pior maneira possível. A ciência, porém, mostra que, fantasiada de elogio, a bajulação funciona muito bem nas empresas e ajuda seus autores a progredir na carreira.

Uma das últimas pesquisas relacionadas ao tema, feita no ano passado por Ithai Stern, da Kellogg School of Management, e por James Westphal, da Universidade de Michigan, ambos dos Estados Unidos, oferece mais dados à discussão. Os dois professores entrevistaram 42 presidentes de companhias americanas para descobrir quais táticas de elogios são vistas, pela alta liderança, como influência positiva (e não como manipulação pura) e conseguiram mapear sete estratégias de amabilidades mais bem-aceitas (veja quadro Malícias Discretas).

Os pesquisadores também descobriram que os presidentes olham positivamente os funcionários que possuem a habilidade de elogiar sem exagerar e que esses profissionais são mais promovidos e mais disputados por concorrentes.

A ciência também identificou que a bajulação nem sempre é mal-intencionada. Segundo uma análise feita por Steven H. Appelbaum, professor da Concordia University, de Montreal, no Canadá, sobre 36 estudos relacionados à adulação estratégica, o comportamento puxa-saco pode ser espontâneo ou premeditado, pode ser sincero ou não.

Mas, a despeito da intenção, o elogio funciona porque encontra na outra pessoa uma espécie de disposição para ser agradada, que, por sua vez, produz um desejo de retribuir. Nos estudos de comportamento, escreve Appelbaum, isso se chama "reciprocidade social". Simplificando, o profissional elogia o chefe, o chefe retribui com uma promoção.

De acordo com os pesquisadores, a habilidade de bajular sem ser notado é mais desenvolvida em profissionais de áreas como vendas, marketing e direito, e mais difícil de ser encontrada entre engenheiros. Trata-se de uma questão de hábito: em algumas funções, a bajulação elegante faz parte do trabalho e, ao praticá-la cotidianamente, a pessoa acaba pegando o jeito.

Outra pesquisa, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, comprova a teoria ao demonstrar que consumidores caem mesmo na lábia de vendedores capazes de fazer o elogio correto aos clientes. Se duvidar, tente comprar uma calça. Se a moça da loja for boa, ela irá dizer que o modelo é perfeito para alguém refinado. Talvez você fique convencido e compre a calça. Se ela for ruim, dirá que a calça ficou ótima em você, mesmo em caso de desconforto evidente. Quando vendedores elogiam bem, segundo o estudo chinês, as vendas aumentam.

O sentimento positivo que a bajulação benfeita provoca na "vítima" não ocorre apenas no alto escalão ou entre chefe e subordinado. A habilidade de criar laços por meio dos elogios interfere, também, no relacionamento entre colegas. É o que sugere uma pesquisa divulgada na revista médica americana Journal of Basic and Applied Social Psychology que mostra que uma pessoa tende a ser mais receptiva a um pedido de favor logo depois de ter sido elogiada por um vizinho de baia. De acordo com os estudiosos, as respostas positivas aumentam de 50%, numa situação normal, para 79% após uma bajulação.

Antes de sair bajulando por aí, é importante tomar cuidado com os danos que a imagem profissional pode sofrer caso você seja identificado como um puxa-saco. "Quem só elogia para conseguir um benefício pessoal em troca é identificado rapidamente como manipulador", diz Paulo Campos, consultor do LAB SSJ, empresa de treinamento corporativo, de São Paulo.

Como qualquer transgressão ética no trabalho, a bajulação leva a uma condenação sumária. Talvez o puxa-saco não seja demitido, mas terá muita dificuldade de se livrar da pecha. Além do rótulo negativo, ser identificado como bajulador faz com que o profissional seja associado a uma pessoa de baixo desempenho, que faz de tudo para se manter no emprego. E aí o risco aumenta. "As empresas sérias têm desprezado pessoas com esse perfil para não perder a competitividade", diz Alfredo Behrens, professor de gestão multicultural, da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo.

Existe uma fronteira delicada entre o que é um elogio sincero e o que é uma bajulação. Conhecer esse limite pode ajudar na próxima vez que sentir vontade de dizer uma coisa agradável ao chefe. "Louvores sinceros são uma vontade de estabelecer laços de confiança e reciprocidade", diz Paulo Campos, do LAB SSj. Esses vínculos, no entanto, não precisam ser formados de maneira artificial. É possível desenvolvê-los com base na qualidade do trabalho. "Falar para o chefe que você pode executar bem determinada tarefa é muito mais eficaz do que elogiar a gravata", diz Behrens, da FIA.

Outra condição importante para que um elogio seja bem recebido é construir um relacionamento sólido com o chefe. E isso requer tempo e depende, principalmente, de ter resultados para apresentar. "É preciso desenvolver empatia com o chefe", diz Renata Ribeiro, consultora de recursos humanos do Grupo Empreza, de São Paulo.

"A empatia pode ocorrer porque uma pessoa é bem-educada e agradável, mas é consolidada, de fato, quando você sabe que pode confiar plenamente naquela pessoa." Na relação entre líder e subordinado, confiança significa a certeza de que a tarefa será entregue. Caso pretenda elogiar o chefe sem ter cumprido seu trabalho, o agrado vai soar falso.

"Sem confiança, a percepção de um elogio é negativa", diz Ana Cristina de Boer, diretora executiva da consultoria empresarial Choicest, de Porto Alegre. E não se engane: os chefes percebem quando há sinceridade. "Demonstrações de identificação de pensamentos só dão certo quando a relação entre os profissionais é sólida", diz Erundino Diniz, diretor-geral da LSM, metalúrgica multinacional, que no Brasil tem sede em São joão Del Rey, Minas Gerais.

Caso um profissional de bom desempenho, com uma relação de confiança estabelecida com o chefe, queira deliberadamente elogiar, ele ainda precisará fazer uma leitura correta do ambiente. Só assim é possível entender se o chefe dá abertura para congratulações, se aquele é mesmo o melhor momento para esse tipo de atitude e qual é a melhor abordagem.

Ninguém pode prescindir de uma boa relação com o chefe. Mas, em vez de adular, o ideal é ter paciência para estabelecer pontos reais e consistentes de afinidade. Melhor, sempre, manter a sinceridade e se fazer notar naturalmente pelo trabalho.

Vou ou não vou?

Quatro questões envolvidas no ato de bajular

Por quê 

O que motiva a vontade de adular. A pessoa está com desempenho baixo? Quer conquistar uma promoção? Clareza de objetivo ajuda a analisar se é hora de elogiar.

Relação custo-benefício 

O bajulador calcula se o elogio vai colar. Ou seja, o risco de parecer puxa-saco será compensado por uma promoção?

Vítima 

É preciso medir quanto o chefe ou o colega está suscetível a cair na armadilha. Se o bajulador

não tem certeza de que o elogio soará sincero, melhor não fazê-lo.

Situação 

A ocasião faz o bajulador. Deve-se avaliar o humor do chefe, a cultura da empresa para a troca de elogios e as pessoas que estão em volta ouvindo o elogio mal-intencionado. 


Fonte da imagem: Clique aqui

Série SEU NEGÓCIO - Como Pensa - e Investe - um Anjo?

O Administradores conversou com Maria Rita Spina Bueno, sócia fundadora do Anjos do Brasil, uma das principais organizações brasileiras de investidores-anjo, para entender quais os fatores que fazem esse investidores apostarem em um negócio

Por Fábio Bandeira de Mello

Eles são vistos como os verdadeiros salvadores da pátria para diversas startups e, de fato, para muitas delas, realmente são. Mas não é ter uma ideia mirabolante que o empreendedor conseguirá um caminhão recheado de dinheiro dos investidores-anjos. Há todo um critério para que um negócio receba um suporte ao invés de outro pronto.

Para entendermos quais os fatores que fazem um investidor-anjo apostar em um negócio, além de entender um pouco mais do perfil desse tipo de empreendedor, conversamos com Maria Rita Spina, sócia fundadora do Anjos do Brasil - uma iniciativa sem fins lucrativos que fomenta o investimento anjo. Confira abaixo:

Administradores.com | Você pode falar um pouco do trabalho que a Anjos do Brasil realiza?

Maria Rita Spina | Temos três vertentes de trabalho. A primeira linha de atuação é que nós somos uma rede de investimento anjo. Investimento anjo é sobre conexão, relacionamento entre investidor, troca de boas práticas, recepção de bons projetos. Também atuamos em uma linha vertical que é a criação de uma cultura de difusão de conhecimento. A gente percebe que para que tudo aconteça, nós precisamos ter uma cultura de empreender muito mais inovadora, muito mais colaborativa. E precisamos ainda colaborar explicando o que é investimento anjo e estimulando esse tipo de empreendimento.

E o terceiro foco de atuação é com políticas públicas. A gente tem conversado com uma série de redes internacionais e todas elas nos dizem que nos países onde existe um reconhecimento da importância dos investimentos- anjos, isso cresce muito. Isso é uma pauta de longo prazo, mas é uma pauta que nós atuamos. E fazemos tudo isso através de uma extensa rede de parceiros. Só vai existir um ecossistema forte de empreendedorismo e inovação no país se muitos agentes diferentes agirem com sinergia, de forma que tenhamos condições para que isso aconteça.

Houve um aumento desse tipo de investidor. Qual justificativa você daria para esse crescimento?

O que percebemos é que existe uma enorme necessidade nesse tipo de investimento no Brasil. Estamos em um momento muito oportuno e interessante. Onde o empreendedor mudou bastante. As pesquisas mostram que se há 10 anos o empreendedor empreendia por necessidade, hoje, existem uma geração de pessoas que empreendem por oportunidade. 

Eles vêm um problema real, encontram uma ação relevante e querem empreender. E nesse cenário, o investimento-anjo tem um papel muito especial. Porque o investimento-anjo não é só o capital. Quem está começando um negócio também precisa de apoio, precisa de uma visão mais experiente, precisam de networking. E o anjo pode oferecer isso.

Qual é o perfil dos investidores-anjos no Brasil?

Ele é tipicamente homem, empresários ou executivos que fizeram uma carreira corporativa. Agora, está surgindo muitos profissionais liberais. Eles têm algum capital para fazer um investimento de risco e todo um conhecimento agregado de networking e de relacionamento. Há também a iniciativa do MIA – Mulheres Investidoras Anjo, um movimento de fomento ao investimento anjo feminino, que estamos desenvolvendo.

Quais são os principais modelos de negócios investidos? Quais os setores?

Tem muita coisa sobre tecnologia. Claro, é um setor muito interessante, mas não é só isso. Você vê investimentos, por exemplo, em setores de educação, saúde e energia. Muitas vezes são projetos de tecnologia aplicados a esses setores. E são áreas que despertam muito interesse por terem problemas reais, terem um mercado amplo e serem escaláveis.

Onde estão concentrados os maiores investimentos?

Hoje ainda, você pode dizer que a maior parte dos investimentos está concentrado na região Sudeste, em especial, no eixo São Paulo - Rio de Janeiro. Mas isso vem sendo modificado. Então há investimento-anjo pelo Brasil inteiro. No Nordeste vem surgindo muitas coisas. O que acontece quando você fala a nível Brasil é que existe muita gente que faz o investimento-anjo, mas não sabe que está fazendo um. No caso, ele geralmente é feito de uma maneira esporádica. Que é o empresário que conhece um rapaz mais jovem e investe no projeto dessa pessoa, colocando capital e orienta de diferentes frentes. Isso é ser investimento-anjo. O que a gente quer incentivar é investidores que façam isso de maneira sistemática. E assim terem uma carteira de investimento anjo.

Muitos empreendedores resolvem abrir uma startup visando o dinheiro rápido. O que você poderia dizer para esse empreendedor?

Quando o foco é ganhar dinheiro, muito difícil você fazer um projeto de longo prazo e sustentável. O dinheiro é consequência de você ver um problema real e encontrar uma solução. O que a gente sempre percebe quando olhamos empresas inovadoras – e que no final acabam valendo muito – são empresas cuja motivação inicial não é fazer dinheiro, mas sim dar uma solução relevante para um problema real. O caminho tem que ser esse. O dinheiro é consequência, não pode ser o foco.

Para quem deseja começar uma startup ou virar um empreendedor, o que você considera como fundamental aos olhos de um anjo?

Tem um dito que é muito comum para o investimento-anjo, que acredito que você já tenha ouvido, que fala: “invista no jockey e não no cavalo”. Então, o fundamental é esse empreendedor cultivar dentro dele as características do empreendedor. Cultivar a capacidade de realização, fazer acontecer, ser resiliente e encontrar um problema real e dar uma solução relevante.

Empreender não é fácil, ainda mais de maneira inovadora. Você vai ter que está preparado para tudo isso, para ser flexível e isso é o fundamental. É o que a gente mais olha. Muito empreendedor acha que só é a ideia que importa, tem uma ideia e pronto. Não. A ideia vai mudar ao longo do tempo porque os projetos mudam, o mercado lhe dar respostas diferentes do que você originalmente imaginou e você tem que ser flexível para escutar esse mercado e entender o que é importante. É isso que todo investidor-anjo procura.


Fonte da imagem: Clique aqui,

Saiba Como e Quando Usar Suas Habilidades Nas Vendas

O ambiente de vendas que nossos profissionais encontram hoje não aceita mais modelos estáticos, excessivamente formais e com regras rígidas que não permitem acompanhar as flutuações e mudanças que as necessidades que seus clientes impõem 

Por Enio Klein

O profissional de vendas deve ter seu foco voltado ao gerenciamento do processo de compras do cliente, atuando de forma precisa sempre que necessário. O processo de vendas é uma reação coordenada ao processo de compras do cliente. A conclusão bem sucedida de processo de venda pode ser definida com uma sequência de ações corretas, feitas no momento adequado. Sucesso em vendas é uma questão de aplicar suas habilidades no momento certo do ciclo de vendas para cada uma das oportunidades do portfólio.

Mas como cobrar de um vendedor toda esta prontidão? Imagine um profissional que está trabalhando com dez ou até mais oportunidades de venda, simultaneamente. Por melhor que ele seja, não é realista acreditar que ele vai conseguir gerenciar todas elas como se deve.

Para isso, existe o “Sales Force Automation”, vocês irão pensar. E estarão corretos. Por outro lado, o foco do vendedor não é o computador. Assim, antes de sair procurando uma solução, é melhor prestar atenção em alguns aspectos importantes. Em um modelo de automação de vendas é conveniente que a rotina possa ser gerenciada pelo computador, enquanto o tempo do vendedor é usado para planejar e implementar estratégias e táticas.

A automação de vendas aplicada com precisão é aquela que vai ao encontro das necessidades do profissional de vendas moderno ao permitir que se gaste mais tempo na frente do cliente para fechar os negócios do que na frente do computador registrando informações. É preciso fazer as vendas e, para isso, é necessário executar o planejamento de forma precisa e estar atento a eventuais e comuns mudanças de cenário. É com este objetivo que a automação de vendas existe. Execução precisa, não controle.

O ambiente de vendas que nossos profissionais encontram hoje não aceita mais modelos estáticos, excessivamente formais e com regras rígidas que não permitem acompanhar as flutuações e mudanças que as necessidades que seus clientes impõem. Desde o inicio do ciclo de vendas até a sua conclusão, é preciso que, a partir de poucas, mas essenciais informações, o computador possa ajudar ao vendedor a monitorar atividades e mudanças através de um modelo simples, dinâmico, que encoraja atividades produtivas e orientadas a resultados tangíveis em cada passo.

Os modelos de automação existentes e usados até aqui estão obsoletos. Exigem um enorme volume de informações e o resultado requer uma intensa análise que exige horas à frente de um computador ou em reuniões intermináveis e frequentes demais. Muita informação e pouca objetividade não ajudam. Vendedores precisam de informação adequada para que possam agir rápido e conforme a necessidade de cada momento.

Conectado, disponível e responsivo é o perfil do profissional que o mercado de hoje exige. Quando as situações mudam, o que precisa ser feito muda e não se pode esperar para agir. É preciso executar e rápido. Esteja ele usando um notebook, tablet ou telefone celular. Antes que o competidor o faça! 


Fonte da imagem: Clique aqui

Não, as Pessoas Não Compram Produtos

Entender a diferença entre características e benefícios é fundamental para qualquer empreendedor emplacar uma iniciativa

Post Belle Cooper

Há um famoso boato de que quando Steve Jobs inventou o iPod, todas as pessoas dos noticiários e das outras indústrias de tecnologia coçaram um pouco a cabeça. Os MP3 players estavam no mercado havia algum tempo. O que era tão diferente no iPod? Naturalmente, as pessoas apontaram muitas diferenças, mas o aspecto principal foi como Jobs o apresentou e comercializou: “1.000 músicas no seu bolso”.

Enquanto a concorrência dizia “1GB de armazenamento em seu MP3”, a respeito do produto, a Apple saiu à frente e fez do produto uma parte de você, que carregava 1.000 músicas no bolso. Nossos amigos do site “User Onboarding” escreveram um ótimo post e também construíram um gráfico mostrando como essa estrutura se apresenta em um nível superior:

Em particular, a imagem em si provou ser popular - compreensivelmente. É uma ótima maneira de descrever que o marketing inteligente foca nos benefícios em vez das características.

Eu ouvi pessoas falarem sobre os benefícios em vez dos recursos no marketing, mas resisti em entender a diferença. Para este artigo, explorei tal informação um pouco mais detalhadamente e descobri alguns exemplos de companhias que sabem fazer isso.

Características x benefícios: como perceber a diferença

Nossos amigos do User Onboarding explicaram a diferença entre as características e os benefícios:

“Pessoas não compram produtos; elas compram versões melhores de si mesmas. Quando está tentando ganhar clientes, você elenca os atributos da flor ou descreve o quão incrível é o fato de ela lançar bolas de fogo?”

Isso inclui ainda um tweet de Jason Fried sobre o assunto:

“‘Aqui está o que nosso produto pode fazer’ e ‘Aqui está o que você pode fazer com o nosso produto’ soam parecidos, mas são abordagens completamente diferentes”.

Lendo a respeito do tema, encontrei excelentes posts de blogs que se aprofundam ainda mais no tema. Um do blog Ideacrossing descreve as características como “o que seu produto ou serviço tem ou faz” e os benefícios como “o que os recursos significam e por que eles são importantes”. Na verdade, muitas vezes, produtos contêm recursos que nunca são utilizados e que podem ser “uma gande fonte de desperdício”.

Desse modo, parece que as características são o “quê” do seu produto ou serviço, enquanto benefícios representam o “porquê” deles.

Depois de tanto ler, filnalmente resumi essa diferença em uma frase que torna mais fácil distinguir o que são as características e os benefícios:

“Característica é o que seu produto faz; benefício é o que o consumidor pode fazer com seu produto”.

Mas chega de teoria, vamos ver exemplos surpreendentes de algumas das melhores empresas lá fora. Para ter uma boa ideia de como as coisas funcionam na prática, achei que seria útil dar uma olhada em organizações renomadas que fazem uso dos benefícios na estratégia de marketing. Aqui vão alguns que encontrei:

Evernote: lembre-se de tudo

O Evernote não pode se lembrar de tudo por você. Na verdade, ele não pode se lembrar de nada – é um software. O que ele faz é oferecer recursos que permitem a você salvar e organizar coisas. Lembrar-se de tudo é o que você pode fazer com o Evernote – o benefício!

Twitter: inicie uma conversa, explore seus interesses e mantenha-se informado

O Twitter usou diferentes benefícios no slogan de sua página inicial, ainda assim ele se focou nos benefícios. Cada uma dessas três “coisas” você pode fazer com o Twitter. Não uma característica do produto.

Nest Thermostat: algo bonito é economizar energia

Gosto bastante desse exemplo por achá-lo extremamente inteligente. Em apenas seis palavras o slogan da marca diz qual é o maior benefício (você vai economizar energia), e algo sobre o que torna o produto único (ele é bem projetado; é “algo bonito”).

LinkedIn: seja ótimo no que faz

O LinkedIn foi ainda mais longe ao se referir ao consumidor no seu slogan. Ao dizer “Seja ótimo no eu faz” deixa claro que a ideia principal é que você vai ser ótimo no que faz se usar o LinkedIn. Em vez de empurrar as qualidades do produto ou o lema da empresa, ele se foca no consumidor.

Quais produtos, de fato, já impressionaram você? Eu adoraria saber suas ideias sobre o que é uma boa experiência junto a um produto.

Artigo originalmente publicado no blog do Buffer e cedido gentilmente ao Administradores.com.

Fonte da imagem: Clique aqui

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More