Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

É Mais Difícil Contratar ou Demitir?

A resposta pode parecer óbvia, mas não é; entenda

É mais difícil contratar ou demitir? A resposta fácil é: demitir, afinal irá mudar a vida da pessoa, mexerá com a família, filhos e isso não pode ser tratado de maneira leviana. Contratar é fácil e se não der certo, demita.As atividades para se iniciar um processo de contratação na maioria das empresas são semelhantes: o gestor possui uma vaga, solicita ao RH ao menos três candidatos que atendam os pré-requisitos, disponibiliza algumas datas para as entrevistas e aguarda os candidatos.

No dia e horário, o candidato aparece para a entrevista. Depois de esperar mais que o desejável é entrevistado por uma pessoa quase sempre despreparada, recebe um pedido de desculpas, com a justificativa que a vida do gestor é sempre ocupada.

O resultado é ruim. A escolha é na maioria das vezes realizada por avaliações subjetivas, ocasionando para as empresas prejuízos, atrasos, desmotivações e no final: demissões!

Os grandes gestores, quando perguntados qual é a atividade mais difícil da liderança, respondem: contratar e demitir, porque nos dois casos a chance de errar e mudar a vida das pessoas e da empresa é muito grande.

Uma boa contratação começa com a análise correta das necessidades, identificar se alguém da equipe pode ocupar a posição. Olhar para dentro de casa é o primeiro passo para manter um time motivado e uma empresa coesa.

Se não existir o perfil na empresa, não coloque na solicitação necessidades de um profissional sênior, com muitos títulos e experiência, para uma vaga de pleno e querendo pagar salário de júnior. Este é um erro grave que só atrai aventureiro.

Conhecer o perfil dos profissionais que trabalham no time é fundamental para a escolha do candidato. Um time unido, fechado e com particularidades deve ser respeitado em prol do sucesso da empresa.

Durante a entrevista entenda o momento do candidato e o porquê ele se candidatou à vaga. Converse por no mínimo 30 minutos, deixe o candidato à vontade o suficiente para errar e tire-o do estado de concentração, aquele em que ele está tão duro e concentrado que não fala nada além do que está no script de qualquer entrevista.

A ideia não é derrubá-lo ou desclassificá-lo, pelo contrário, é conhecê-lo e entender o seu momento pessoal e profissional, e o que será melhor para ambos.

Gasta-se tempo e preparo com a contratação, mas com certeza o investimento é muito menor do que contratar alguém que não desempenha direito, desagrega a equipe, não entrega no prazo e ainda transmite para o cliente a impressão errada sobre a empresa, causando prejuízos financeiros e institucionais.

E agora, pensando bem, o que é mais difícil: contratar ou demitir?


Fonte da imagem: Clique aqui

Faça dos Problemas o Momento de Sua Virada

por Roberto Shinyashiki

As dificuldades não estão baseadas no tamanho dos problemas, mas na capacidade de lutar para dar a volta por cima.


Quando eu era criança e começava a reclamar da vida, minha mãe costumava contar a seguinte história:

Havia um homem que estava muito infeliz com sua cruz. Um dia, ele pediu a Deus para trocar de cruz, e o Criador, em sua suprema bondade, o autorizou a procurar uma nova. O rapaz foi até o depósito de cruzes para ver se encontrava uma de seu agrado, mas ficou angustiado com o tamanho delas.

Todas eram imensas e, para piorar, algumas eram de mármore ou de chumbo. Já frustrado, estava se preparando para ir embora quando viu, num canto, uma cruz tão pequena que parecia um crucifixo. Olhou para Deus e, quase envergonhado, pediu a ele se podia levar aquela. Com um sorriso, o Mestre fez sinal positivo. Quando ele examinou atrás da cruz, viu seu nome escrito".

Enfim, uma das maiores batalhas da minha vida tem sido mudar a mentalidade das pessoas que tomam o tamanho dos seus problemas como o maior empecilho de serem felizes. É uma luta sangrenta: querem me convencer de que problemas grandes são sinônimo de infelicidade. Mentira! A vida é um constante exemplo de pessoas que são felizes apesar de problemas dramáticos. 

As pessoas que eu mais admiro na vida não são aquelas que nasceram em berço esplendido, mas aquelas que agem e realizam, apesar das dificuldades. Muita gente, mesmo em situações críticas, consegue ter paz no coração e superar angústias, ao passo que indivíduos com todo o tipo de conforto não encontram estímulo para sair da cama. 

Há exemplos de empresários que perdem suas empresas e experimentam o gosto amargo do fracasso. Os inimigos chegam a comemorar a derrota, mas muitos conseguem dar a volta por cima e recriam seus negócios mais fortalecidos. Em períodos de crise, quantos profissionais são demitidos, mergulham em um novo projeto e voltam em uma empresa muito melhor? Quantas pessoas experimentam dramas na vida, mas fazem dessa dificuldade o alimento do seu espírito e transformam as suas vidas? 

Ao analisar o seu problema minuciosamente, você pode perceber que ele não é dos mais pesados de carregar. A tendência é cada um pensar que o seu problema é o pior do mundo. Mas as dificuldades não estão baseadas no tamanho dos problemas, mas, sim, na capacidade de lutar para virar o jogo. Portanto, logo depois de sentir a dor gerada por uma adversidade, saia atrás de uma solução, porque esse é o caminho para deixar a existência leve. Chorar em um momento de infortúnio é normal, mas ficar chorando a vida inteira é masoquismo. 

Os líderes conseguem, em meio a uma desgraça, analisar a situação, pensar em novas opções e dar a grande virada na carreira e na empresa. São nesses momentos de dificuldade que você tem a oportunidade de ser o modelo para sua equipe. As pessoas sempre vão se inspirar em você mesmo que você não saiba. Se desanimar, elas também desanimarão. Se lutar com bravura, todos vão seguir o seu exemplo. 

Eu, particularmente, fico muito feliz quando vejo o presidente da organização trabalhando junto à equipe com fé e determinação. Pois esse compromisso incendeia o time e todos superam os obstáculos com certeza e coragem. 

Napoleão Bonaparte, sem dúvida, foi um dos maiores líderes que este mundo já conheceu. Certa vez, seu exército estava se preparando para uma importante batalha, contra um contingente três vezes superior e equipamento mais evoluído. Napoleão avisou os generais de que estava indo para a frente da batalha, e estes procuraram convencê-lo a mudar de idéia. 

Tudo em vão, não houve nada que dissuadisse Napoleão da idéia. Disse ele: 

- É mais fácil puxar do que empurrar! 

E Napoleão tem razão: quando você está junto, as pessoas deixam-se contagiar por sua energia vencedora. Quando o líder assume os riscos com a equipe, suas palavras ganham credibilidade. Quando o líder toma para si as conseqüências de suas decisões, obtém o respeito de seus colaboradores. 

Quando você vai para a frente da batalha com seus funcionários, a sua equipe se sente protegida para arriscar. A simples presença do líder faz despertar a coragem e a confiança de todos.

Roberto Shinyashiki
é escritor, conferencista e idealizador do programa de treinamento academia de Líderes.

Desafios do Management em Marketing


Postado por Marcos Facó

Há até bem pouco tempo, um profissional da área de comunicação e marketing usufruía de certa estabilidade profissional. Não entendam incorretamente. Aqui não me refiro à estabilidade no emprego, mas sim à estabilidade do conhecimento profissional. Esta realidade se passava no mundo da comunicação e do marketing, onde o conhecimento sobre a profissão mantinha-se relativamente estável. Este tempo acabou. Gone forever and ever!

Para ser um bom profissional da área, bastava ter cursado uma graduação em comunicação social, administração ou áreas afins e ter feito um bom estágio que se estava preparado para encarar o mercado de frente. Sem medos ou receios de um mundo desconhecido, pois tudo que havia estava lá.

Havia uma grande estabilidade, um status quo quase que fixo do saber. Mas além deste fato, havia outra grande estabilidade: um formato consagrado do business em si, onde os atores possuíam papéis bem definidos, em que as plataformas utilizadas eram dominadas em todos os seus aspectos, dos mais rudimentares à ponta tecnológica. O cenário, os atores e as ferramentas faziam parte de uma engrenagem que se repetia cotidianamente, desde a inauguração do que se chamou de “mídia de massa”. Por décadas, profissionais das agências de comunicação, do departamento de marketing dos anunciantes e dos veículos se entenderam de forma a criar o mundo da comunicação global. O mundo da mídia massificada, que atendia à sociedade capitalista no formato de produção, promoção e consumo. Happy days.

Com o surgimento do mundo digital, tudo mudou. Those days are gone! O mundo, o consumidor, o comércio, a comunicação, tudo foi alterado. Sem exageros. Onde havia subjetividade há objetividade. Onde o emocional imperava, passa a imperar o racional. O formato do negócio da comunicação foi destroçado. Posto abaixo, tijolo por tijolo. Neste novo palco, alguns ainda não estão se dando conta do que está acontecendo. Não percebem as mudanças ocorridas, tentam tapar os olhos para os novos desafios e insistir que os conhecimentos adquiridos nos velhos bancos das faculdades ainda lhes são úteis. Não querem acreditar. Nem os profissionais de marketing, nem os de mídia e muito menos os das agências de comunicação. Mas a realidade é mais forte. Ela se impõe de forma arrasadora, tornando constrangedora a visão daqueles que tentam sobreviver ao naufrágio
de um modelo de negócios que sai de cena.

Vejamos como o antigo modelo funcionava. Um agente queria vender seu produto ou serviço. Contratava uma agência de comunicação que lhe preparava um belo plano de mídia e a produção de peças muito criativas. Filmes para a televisão, spots para o rádio, anúncios para revistas e jornais. Tudo muito bonito e interessante. O consumidor potencial ficaria encantado e provavelmente compraria o tal produto, uma vez que o planejamento fosse aprovado e, como se dizia, “fosse ao ar” – uma romântica forma de dizer “veiculado”. Good times. As vendas viriam. As mídias de massa fariam o seu trabalho. Atenção quase que total do consumidor e, thanks god!, pouca concorrência de outros produtos. Pouca programação, pouca interrupção, pouca informação. Quase nada de tudo.

Analisemos ao menos duas visões distintas. Primeiramente, a visão do profissional de marketing. Tenho um belo produto, poucos concorrentes, pouca informação disponível no mercado e contrato uma grande agência de comunicação. Uma que seja acima de qualquer dúvida. Uma que traga uma marca ganhadora de prêmios. Acima de qualquer suspeita. Quem poderia me criticar? Este é o certo.

Passo o briefing para a agência, que anota todos os detalhes. Nada se perde. Até a fábrica querem conhecer. Excelentes profissionais, saídos dos melhores assentos universitários. Após algumas semanas uma apresentação é realizada. Conceitos apresentados e um planejamento de mídia com alguns meses de programação é posto à mesa. Após algumas horas de subjetividades a campanha é aprovada. Algumas vezes, uma nova rodada se repetia.

A aprovação da campanha já representava a quase totalidade do trabalho do profissional de marketing do anunciante. Como a veiculação era em mídias de massa, restava pouco a fazer. Apenas verificar a reação das pessoas aos anúncios e se as vendas aconteciam. Caso houvesse problemas com a parte comercial, isto poderia ser problema da economia, do câmbio, etc. Sempre se encontrava uma justificativa plausível. A beauty. Done.

A visão da agência

Após receber o briefing a dupla de criação da Agência iniciava o seu árduo trabalho na busca de um filme vencedor. Será que poderemos inscrevê-lo em Cannes? Tem potencial para competir? Buscavam a criatividade no formato aprendido na faculdade. Algo impactante, que mexa com as pessoas. Algo que será lembrado. Mas será comprado? Isto não é problema da agência.

Ao mesmo tempo, ou seja, concomitantemente, o pessoal de mídia estava preparando o seu planejamento. Escolhendo os veículos e quantidade de inserções baseadas na verba passada pelo anunciante. Até softwares baseados em pesquisas informavam a melhor segmentação, público-alvo, penetração, etc. Algumas vezes a tarefa poderia se tornar monótona, não fosse a bonificação. Glory days. Uma vez a campanha aprovada pelo cliente: a beauty. Done. See you till next job. Talvez antes, para comemorarmos algum prêmio.

Mas eis que o digital jogou o custo no fundo do poço. Em vários sentidos. Os custos de produção, por exemplo, caíram drasticamente. Qualquer um passou a poder comprar um Macbook, softwares e câmeras digitais de alta definição, além de poder aprender de forma gratuita o uso deste ferramental, bastando acessar a internet. Os equipamentos foram simplificados de tal forma que qualquer pessoa pode produzir um filme ou um layout digno e, ainda, disponibilizar este material para acesso do grande público ainda mais facilmente.

Milhares de portais, redes sociais, ferramentas de busca e plataformas de comunicação vieram tomar o espaço das mídias tradicionais. Quebraram fronteiras e alteraram comportamentos. Nivelaram o antigo poder detido pelos grandes veículos com os pequenos. Deram voz aos consumidores, permitindo um equilíbrio de forças nunca antes visto. Uma nova comunicação surge, em que a multiplicidade de canais e sentidos faz com que o conhecimento antigo seja questionado.

Nos tempos de Google, Facebook e Youtube, a coisa fica mais complicada. No início dos anos 2000 surgem as primeiras métricas sérias da comunicação digital. O banner passa a ser comprado por CPM (ou custo por mil impressões). Começou a corrida pela contabilização das impressões, seguidas pelos cliques e visitas. Iniciou-se o entendimento do comportamento do consumidor em tempo real e contínuo. Os famosos “always on” e “everywhere anytime” passaram a fazer parte do léxico dos profissionais de marketing. As agências passam a criar campanhas on e off-line, como se houvessem dois mundos distintos. Aparecem agências especializas no online.

O que acontece com o profissional de marketing? Ele passa a ter que entender um novo mundo para o qual não foi treinado. Precisa fazer um briefing para uma agência que, muitas vezes, também não está preparada. Tudo passa a ser Beta. Quase tudo de tudo é novo. O pré-teste que as agências propunham pode ser testado no mundo real, sem custo. As otimizações, ou melhorias na redação, layout etc, podem ser feitos a todo momento. O consumidor passa a responder a todo estímulo, quer seja preço, tamanho, cor etc...

Algoritmos e uma infinidade de estatísticas entram na discussão cotidiana de um profissional que não tinha muita amizade com números. Gráficos e tabelas o tiram da zona de conforto. O subjetivo passa para o segundo plano. Como para o homem das cavernas o controle do fogo passou a lhe dar poder, as métricas imbuem o profissional de um poder incontestável. Tudo pode ser medido, contabilizado e monitorado.

Daí o desafio. Aprender este novo mundo, que se impõe com disciplinas como a estatística e matemática, até então desconhecidas deste profissional. Análises diárias, resultados instantâneos e propostas de correção de rumo em sequência alteram o seu dia a dia. A campanha que acabou de ser aprovada já precisa ser revista. O trabalho não cessa mais na aprovação, apenas começa. Os resultados gritam aos olhos dos que querem ver, suplicando correções. Uma ansiedade com os números e entendimento do que está se passando permeia o pensar do profissional, que passa a cobrar a agência de comunicação.

O business mudou para a agência de comunicação também, talvez até mais fortemente. A campanha aprovada e enviada não existe mais. O online gera a criação de equipes inteiras para subir peças, monitorar e otimizar. Não há mais início e fim, mas um always on. A agência precisa responder às demandas do cliente com novos custos, porém com a mesma receita. Sente-se espremida num mundo onde o ato de anunciar passa a ser cada vez mais automatizado, concorrendo com as próprias mídias. Passa a ter que se esforçar para mostrar a que veio, que serviço presta, que valor agrega, dentro de um orçamento restrito ao máximo.

Um novo paradigma exige um novo profissional, tanto dos anunciantes como das agências. Um profissional que esteja disposto a se renovar continuamente, a reaprender o que já havia aprendido. A estudar as novas ferramentas e as novas formas de se comunicar com o público. Que aprenda a dialogar e a interagir. Que goste de uma realidade mais racional, mais exata, permeada por métricas, conversões, números e tabelas. Um profissional com todos estes requisitos, mas sempre em Beta.


Fonte da imagem: Clique aqui

O Que Faz um Relacionamento Com Clientes Ser Realmente Bom?

Especialista em marketing fala sobre os desafios de manter um bom relacionamento 

Editado por Priscila Zuini

O que faz um relacionamento com clientes ser realmente bom?

Respondido por Eduardo Andrade, especialista em marketing

Vivemos tempos difíceis, tempos controversos. Vivemos em um momento de busca por profissionalização no atendimento, em paralelo ao desrespeito ao consumidor. Gastam-se fortunas com treinamentos com custos jurídicos dirigidos a clientes insatisfeitos.

Temos a impressão de que convivemos com várias empresas sem rosto, que mudam seus produtos de nomes e versões de quando em quando. Sempre mais do mesmo com algum sobrenome ponto zero. Acostumamo-nos a call centers com milhares de atendentes de vozes idênticas, doutrinados em comportamentos quase robóticos e decisões rasas e engessadas. Ecoam gerundismos de forma orquestrada e pedem repetidas vezes os mesmos dados que já foram entregues a uma máquina.

Estimulam-nos expectativas de produtos que não são nem razoavelmente cumpridas, quanto mais superadas; e esperam que recompremos. Vivemos tempos de discursos maravilhosos sobre a importância do cliente e recordes de ocorrências nos Procons. Fala-se ruminosamente no quanto é mais caro recuperar um cliente a mantê-lo na carteira. Curiosamente o maior budget de marketing continua com a promoção de vendas e não em ações de relacionamento. Esses são tempos de desafios.

Como recuperar a confiança do cliente e tratá-lo verdadeiramente como alguém que é a razão de ser da empresa? Nunca acharemos uma resposta baseada em um único elemento para essa pergunta. Na verdade, um conjunto de ações e políticas de gestão de relacionamento com o cliente (não confunda CRM com software) deve ser seriamente conduzido.

Aqui não cabem discursos sem prática, promessas sem entrega. Da validação da experiência do cliente, depende a sobrevivência de qualquer negócio. No final de tudo, marketing é simplesmente uma guerra de percepções. Portanto, se o cliente não percebe valor na experiência com a marca, no trato relacional, no serviço prestado ou no bem consumido, tudo se perde.

Todos buscam a fidelidade do cliente. Ainda que seja aquela utopia romântica vendida em palestras motivacionais. Mas fidelização não significa exclusividade até o fim dos tempos. Pode ser entendida como um compromisso de comprar ou recomendar repetidamente um produto ou serviço no futuro. Levando-se em consideração a super oferta de produtos, a facilidade da compra à distância, a explosão informacional e as sedutoras promoções da concorrência, fica fácil entender porque fidelizar é uma tarefa hercúlea.

Relacionamento com o cliente envolve mais que fluxo de pedido, venda e pós-venda. Criar pretextos relevantes para manter contato com o cliente pode ser a diferença entre ter ou não sucesso no negócio. Nas segundas e terceiras intenções de uma gestão de relacionamento com o cliente, não importa quem entrou em contato primeiro, a empresa ou o cliente.

Tão pouco a forma como essa comunicação se deu. Mas sim, como a empresa pode e deve aproveitar esse momento para continuar aprendendo e entendendo sobre o comportamento e as preferências do cliente. Aqui vale a máxima: entender para atender. Em alguns segmentos o “namoro” com o produto, antes mesmo da concretização do negócio, já deve ser cercado de atenções e entendimento do “querer” do prospect.

Com dedicação na área descobre-se que são muitas as táticas e práticas de uso do CRM: pipeline, cross-sell, up-sell, re-sell, categorização de prospects e clientes, geração de leads e tantas outras. Contudo, na labuta do cruzamento de variáveis e no garimpo de dados, algo se descobre com o tempo. Quem de fato dá valor à informação, cria conhecimento e gera oportunidades criativas para relacionamento é você, e não o software de CRM.


Fonte da imagem: Clique aqui

Quanto Tempo de Vida Você Tem?

por Marcos Hashimoto


Norma e Jussara são irmãs, mas são muito diferentes entre si. Norma nunca se casou, não teve filhos e jamais precisou trabalhar. Ela sempre viveu com os pais e foi assim muito protegida, como a ‘coitadinha’ que não conseguiu se casar. Depois da morte deles, continuou na mesma casa, vivendo da pensão e aposentadoria de anos dedicados pelo pai ao governo. Hoje, com 72 anos, passa o dia assistindo televisão e fofocando com as vizinhas. Não desenvolveu nenhuma habilidade, nunca teve uma atividade regular e constante, nunca fez nada por ninguém, nem sequer prosseguiu os estudos depois de se formar no colégio, quase não tem amigas e nunca produziu nada de valor.

Jussara, por outro lado, fez faculdade de Pedagogia e lecionou em escolas até os 75 anos, completados no ano passado. Casou-se com 20 anos e teve 4 filhos que lhes deram 12 netos. Todos os filhos estão bem casados e levam uma vida confortável de classe média-alta. Ela já foi proprietária de uma escola, mas não deu certo, fechou-a depois de perder uma boa parte de suas economias. Está em seu terceiro casamento e desistiu de procurar o grande amor de sua vida, estando satisfeita com um companheiro fiel e amigo. Tem muitas amigas, que ocupam o seu tempo nos finais de semana. Embora já aposentada, seu tempo é preenchido com um trabalho voluntário a uma creche perto de sua casa, onde alfabetiza crianças carentes. Caminha regularmente para manter o coração e a pressão em forma, pois não quer passar por outra cirurgia de emergência como há 20 anos quando implantou uma ponte de safena.

Norma se declara feliz por sua vida tranqüila e sem sobressaltos. Ela testemunhou as muitas desventuras de sua irmã que só confirmavam que sua decisão de não se casar e não ter filhos foi certa e agradece a Deus por nunca ter tido a necessidade de trabalhar. Diante de tudo pelo que passou na vida, Jussara até admite que às vezes inveja a irmã, pelas já incontáveis vezes em que lamentou as encrencas em que se meteu e poderia ter evitado se pensasse um pouco como ela.

A pergunta que faço é: Se você tivesse que escolher, qual destas duas vidas você preferiria ter?

Se olhar um pouco para seus próprios problemas, não é difícil imaginar que gostaria de ter a vida mansa de Norma, sem atropelos, sem grandes problemas, sem estresse. Mas, se você for empreendedor, provavelmente acharia que, embora tranqüila, Norma não VIVEU de verdade. Ela passou pela vida, mas não fez nada com ela. Livre de preocupações, mas também livre de realizações.

Se você é empreendedor vai se emocionar com um mero cartão de aniversário feito pelo filho, a despeito das dificuldades para criá-lo e educá-lo. Vai se regozijar com as primeiras matrículas em sua escola, a despeito dos problemas para administrá-la. Vai se lembrar com carinho do primeiro beijo que deu, a despeito das brigas de casal. Vai perceber que o mais importante é sentir-se VIVO e que as desventuras, frustrações e decepções apenas fazem parte desta aventura que é viver.

Gosto de reproduzir uma fábula que recebi pela internet há algum tempo. Era uma vez um viajante que, perdido, foi parar num pequeno vilarejo. Entrou num cemitério para buscar informações e não encontrou ninguém. Reparou então nas inscrições nas lápides e ficou intrigado: ‘Bento Teixeira, viveu 8 anos e 4 meses’, ‘Anita Pedreira, viveu 12 anos e 9 meses’, ‘Maria Carolina, viveu 15 anos e 8 meses’. Túmulo após túmulo ele ia ficando cada vez mais angustiado! ‘Este é um cemitério de crianças!’ pensou, até cair desolado ao constatar a quantidade de vidas abortadas tão cedo. ‘Que terrível tragédia aconteceu aqui? Só uma epidemia justifica tantas mortes prematuras.’

Sentado no chão, cabisbaixo e enternecido com tudo aquilo, quase não percebeu a presença de um velho homem que se aproximou e perguntou porque ele estava tão atormentado. Diante da explicação, o velho se senta ao seu lado e o conforta. ‘Não fique assim meu jovem. Todas estas pessoas morreram bem velhinhas. Acontece que temos um hábito nesta cidade. Todos aqui, desde que nascem, ganham um caderninho em que registram momentos de suas vidas em que viveram algum tipo de emoção’. Diante da estupefação do rapaz, o velho logo complementa:

‘Recebeu uma promoção? Por quanto tempo esta euforia tomou conta de você? Registra no caderno. Soube que ficou grávida? Quantas emoções decorreram desta notícia? Anota o tempo, mesmo que sejam meses ou dias. Seu pai faleceu? Por quanto tempo conviveu com a tristeza desta perda? Escreve no caderno. Aqui nós acreditamos que nossas vidas não devem ser medidas pelo tempo cronológico, mas pelo tempo que efetivamente vivemos. Quando alguém morre, ao invés de registrar na lápide sua idade cronológica, marcamos o seu tempo verdadeiro de vida’.

E você? Quanto tempo você já poderia ter marcado no seu caderno?


Marcos Hashimoto
Doutorando em Administração pela EAESP/FGV, sócio-diretor da Lebre Consulting, Coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec-SP, Coordenador da Pós Graduação em Empreendedorismo no Uirapuru Superior, colunista no site da Revista Você S/A, foi executivo no Citibank e na Cargill Agrícola.

Fonte: empreender para todos

Empresas Precisam Prestar Mais Atenção Aos Seus Anúncios

Anúncios com erros de ortografia e com marcas escritas erradas podem ser engraçados, mas também podem trazer uma imagem negativa para a empresa

Por Lívia Pereira,

Algumas empresas precisam prestar mais atenção aos anúncios que anda colocando por aí. Pelo menos é o que sugere algumas imagens espalhadas pela internet, mostrando cartazes em supermercados com erros.

Há todo tipo de erro - desde "frango bovino" até erros de digitação como "roupas de inferno", em vez de inverno.

Apesar de engraçados, os anúncios errados alertam para a necessidade de uma maior fiscalização das empresas antes de divulgar o material nas vitrines de suas lojas, afinal confundir "glúten" com "glúteos" pode causar prejuízo a imagem da marca.

Confira algumas imagens que encontramos:














Trabalho em Equipe é Valorizado Por Mulheres Empreendedoras


Por Eliane Quinalia

Um recente estudo de mestrado realizado pela administradora Cintia Salomão na EESC-USP (Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo) revelou que as mulheres empreendedoras tendem a valorizar mais o trabalho em equipe.

De acordo com o levantamento, que consultou profissionais de pequenas empresas do setor de comércio de São Carlos (interior de São Paulo), ao tentar identificar os estilos de aprendizagem de tais mulheres, os perfis mais encontrados foram o "acomodador" e o "divergente", com 39,7% cada. "Ambos os estilos se caracterizam por uma preferência pelo trabalho em equipe", revela Cintia.

Segundo a pesquisadora, as mulheres pertencentes ao estilo 'acomodador' têm preferência pela execução de planos e pelo desenvolvimento de novas experiências. Já as demais, que se enquadram na categoria 'divergente', costumam ter como ponto forte a percepção dos valores e do significado do aprendizado, focando geralmente em novas ideias.

Os estilos

Identificados por meio de questionários, os estilos de aprendizagem seguiram o padrão adotado pelo pesquisador norte-americano David Kolb, que costuma dividir os estilos em: acomodador, divergente, convergente e assimilador. Já para identificar a liderança, os padrões (transformacional, transacional e o Laissez-Faire) utilizados pelo estudioso norte-americano Bernard Bass foram considerados.

Liderança

No aspecto da liderança, por exemplo, o estudo aponta que todas as empreendedoras consultadas apresentaram uma pontuação maior no estilo transformacional, que se trata de um processo compartilhado que envolve as ações dos líderes em diferentes níveis da organização.

“Os líderes transformacionais procuram aumentar a percepção dos seguidores por meio de valores como liberdade, justiça e igualdade, ao invés de trabalharem com sentimentos como o medo, a ganância, o ressentimento e a aversão”, explica a Cintia.

Além disso, o levantamento constatou ainda que 79% das dirigentes entrevistadas apresentavam curso superior - o que revelou um alto grau de instrução entre tais mulheres. “Entre elas, 19% fizeram especialização, 2% mestrado e 2% doutorado”, disse Cintia.

O estudo

Para realizar a pesquisa, a estudiosa adotou como base as respostas de 63 questionários aplicados em empresas identificadas pela parceria com o CME (Conselho da Mulher Empreendedora) da Acisc (Associação Comercial e Industrial de São Carlos). No total, foram consultadas profissionais do setor de vestuário, calçados e tecidos (64%) e da área de artigos de uso pessoal e doméstico (24%).


fonte da imagem: gettyimage

Ciência: Descubra Quando Você Está Mais Criativo

Saiba como identificar seus momentos de criatividade e em quais situações sua imaginação fica mais fértil

Todo mundo tem um momento especial do dia em que se sente mais disposto e criativo. E alguns estudos, publicados pelo site Life Hacker, afirmam que é possível identificá-los. 

Segundo o site, a criatividade foi ignorada pela ciência até a década de 1950, quando a Associação Americana de Psicologia JP Guilford sugeriu que o tema valeria alguns estudos. Desde então, a ciência criou algumas teorias sobre os momentos em que estamos mais criativos. 

Uma delas sugere que a criatividade fica mais aguçada quando estamos sonolentos e cansados. Sim! A pesquisa aponta que o nosso cérebro gera soluções mais criativas para os problemas quando estamos com aquela sensação de moleza. Para alguns, isso acontece pela manhã, para outros durante a tarde ou a noite. Obviamente, o estudo afirma que cada organismo possui uma característica individual, portanto, o ideal é prestar atenção nestes três momentos e tentar identificar o seu.

Já outra pesquisa acredita que a bebida alcoólica explora a criatividade do ser humano. A ideia é a mesma da teoria anterior: quando você permite que seu cérebro relaxe, você consegue obter respostas mais criativas. Em outras palavras, esta sensação de sonolência, causada pela bebida e pelo cansaço, deixa a sua mente mais leve e, consequentemente, mais criativa.

Na mesma linha, uma teoria afirma que o cérebro continua buscando por soluções criativas quando você vai dormir com algum problema na cabeça. Oestudo ainda diz que a criatividade entra em ação se, ao acordar, você retomar o assunto.

O oposto também já foi considerado eficaz. A prática do exercício físico pode ajudar quando o assunto é criatividade em alta. A teoria afirma que quando você se foca no seu corpo, você deixa sua mente mais livre para gerar ideias. 

Uma outra pesquisa descobriu que quando a criatividade está relacionada a uma rotina, ela tende a aparecer na hora certa. Basicamente, o estudosugere que se você for uma pessoa organizada, que sempre elabora listas de afazeres e segue sua agenda, você pode "decidir" o momento de ser criativo. Dessa forma, a primeira dica para conseguirmos gerar nosso próprio momento de criatividade é: seja organizado.

Outra dica é criar uma planilha onde você possa marcar os momentos e dias em que esteve mais criativo. Assim, é possível começar a identificar como o seu cérebro funciona e quais os momentos em que você pode contar com sua imaginação. Uma sugestão: use aplicativos que permitam inserir comentários em cada faixa de horário do dia, assim você terá ainda mais precisão.
Uma sugestão simples e que também dá bastante resultado é anotar o horário em que você teve uma ideia. Anote em um bloquinho ou post it e coloque a hora exata. Com o tempo, analise as "eurekas" e tente identificar em qual momento do dia você esteve mais propenso à criatividade. O app para iOS e Android, chamado "Moment Diary", é ideal para isso.

A criatividade pode ser bastante irregular. Mas, com as dicas acima, dá para começar a entender como a sua funciona. Seja em uma corrida pela manhã, soneca à tarde ou uma bebedeira com os amigos, todo mundo tem um momento certo para criar e solucionar os problemas que, às vezes, nos parecem impossíveis.

Você tem alguma dica para "encontrar" sua criatividade? Sabe algum macete para aflorar sua imaginação? Compartilhe com a gente nos comentários abaixo.

Fonte do texto e da imagem: Olhar Digital

Os 4 Principais Medos Dos Empreendedores

Receio da sua empresa não ter clientes é um dos principais medos dos empreendedores iniciantes

Por Camila Lam

A decisão de abrir o próprio negócio não é fácil e a sensação de frio na barriga, por conta das incertezas, nem sempre passa. Não fazer comparações, planejar bem cada passo e fazer uma autoavaliação são algumas maneiras de driblar o medo na hora de empreender.

Para Renê José Rodrigues Fernandes, diretor de projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), um dos principais receios dos empreendedores é de largar a segurança de um emprego para tocar o próprio negócio.

Pamella Gonçalves, gestora de Pesquisa e Políticas Públicas da Endeavor, conta que tanto aqueles que desejam empreender quanto aqueles que já estão no universo do empreendedorismo têm um receio em comum: a possibilidade da falência do negócio. Veja outros medos que os empreendedores sentem.

1. Incerteza em relação à renda

Ter o próprio negócio não significa ter um salário muito alto e regular. O retorno financeiro de uma pequena empresa ou startup pode levar um tempo e, às vezes, pode até mesmo não acontecer da forma que foi planejado.

Uma pesquisa da Endeavor feita em parceria com o Ibope Inteligência, sobre os perfis e percepções dos empreendedores brasileiros, mostra que 30% dos entrevistados apontam que o principal risco para quem deseja empreender é a incerteza em relação à renda. Divulgado em maio deste ano, o estudo teve como base entrevistas de mais de três mil pessoas, entre empresários, potenciais empreendedores e empregados.

2. Medo de fracassar

Para muitas pessoas, o fracasso é associado a uma experiência ruim e que não deve ser lembrada nunca. “Mesmo fracassando você pode aprender muita coisa”, resume Fernandes.

O negócio pode até não dar certo, mas especialistas afirmam que o mais importante para superar um fracasso e empreender novamente é refletir e anotar os erros cometidos.

3. Receio de não ter clientes

Como saber se a sua empresa terá demanda? Essa é uma das priniciais preocupações para empresários que estão investindo em um novo negócio.

Para Fernandes, fazer uma boa pesquisa de mercado pode aliviar esse temor. “Ele tem o risco de não conseguir clientes, mas não deve ser encarado como um medo porque ele deve ser amenizado por um bom planejamento”, recomenda.

4. Medo de crescer

Ampliar a empresa significa delegar mais, utilizar mais recursos financeiros e enfrentar mais burocracias. Para Pamella, a falta de recursos financeiros é um dos principais receios de quem deseja crescer.

Nesse momento, Fernandes afirma que o mais importante para o empreendedor é focar na sua equipe. “Ele precisa saber colocar as pessoas certas nos cargos corretos e confiar na formação de equipe”, ensina.


Fonte: exame.abril.com.br
Fonte da imagem: Clique aqui

Redes Sociais: Tudo Muda, Tudo se Transforma

A hegemonia do Facebook pode estar chegando ao fim, e é a hora de rever o destino dos investimentos

Por Jack London

Se você usa as redes sociais para divulgar seus produtos ou serviços, criar perfis de empresas ou para aprofundar vínculos com os usuários, é a hora de abrir o olho e prestar atenção no que está acontecendo nessa área tão importante da internet. Se você é apenas um usuário das redes, também é a hora de repensar sua atuação e abrir seus horizontes. São várias as notícias de grande importância, que listamos a seguir:

1. Nos Estados Unidos, a empresa responsável pelo monitoramento dos investimentos de empresas nas mídias sociais avisa: mudou tudo. A rede que recebe hoje mais clientes com investimentos é o LinkedIn: 98% dos administradores de contas acham que esta é a rede com melhor custo-benefício. Em segundo lugar, aparece o Twitter e, em terceiro, o antigo líder, o Facebook, já acossado muito de perto pelo YouTube. Outras quatro redes que não tinham 5% de participação já passam dos 10%. Ou seja, hora de rever suas decisões de onde colocar seu rico dinheirinho.

2. Surpreendentemente, o próprio diretor de relações com o mercado do Facebook vem a público divulgar uma estatística que até agora era uma suspeita, mas daqui por diante é uma realidade: os jovens estão abandonando o Facebook em massa. Há três anos, a participação dos menores de 24 anos no Face era de mais de 60%. Hoje, não passa de 27%, a menor de toda a história da rede. 73% dos usuários atuais têm mais de 24 anos e, destes, cerca de 25% têm mais de 50 anos. Ou seja: os adultos a caminho da terceira idade vão tomar conta do Facebook. Que coisa, hein?

3. Nos Estados Unidos, o grande hype na área da tecnologia é a abertura de capital do Twitter, que dá um passo gigantesco para seu crescimento. Praticamente todas as matérias que você encontra nas mais diversas mídias ressaltam “a honestidade e a transparência” do processo de abertura do capital do Twitter, em comparação com a “perturbadora e inquietante” abertura de capital do Face. 82% dos jornalistas das TVs americanas só usam o Twitter como fonte de informação. É lá que vocês podem encontrar o Papa Francisco, o Obama, a Dilma, o Messi, o Neymar e as celebridades e os atletas mais famosos.

4. No Brasil, dados divulgados recentemente mostram que, ao contrário do que se esperava, esse movimento também está em curso aqui. O Twitter alcançou recentemente 41,2 milhões de usuários, e o Linkedin chegou aos 15 milhões. Se você somar a estes dois números os adeptos que o Orkut ainda tem no Brasil, você encontrará 64,2 milhões de usuários, número já muito próximo ao total do Face, que é de 73 milhões. Um crescimento médio de mais de 15% dos três sites acima (e outros com menor acesso) significará o fim da hegemonia do Face no Brasil. A previsão é que isso aconteça até meados de 2014. Atenção: fim da hegemonia não significa acabar, significa não ter mais um controle significativo do mercado. Isso sem contar os 65 milhões de usuários do YouTube, que caminha, ele sozinho, para ser o site mais acessado do Brasil.

5. A revista Wired, na sua edição de outubro, que você pode acessar pela rede, criou numa página inteira, com tom de ironia e bom humor, um fluxograma que traz o seguinte título: veja aqui qual é a hora (se for o caso) de sair do Face e ir para o Twitter. Vale a pena dar uma olhada para saber qual é o seu caso, e se ele tem cura. No texto, a revista diz que o Twitter adora “this crap”, os exilados e os fugitivos de outros sites.

Enquanto isso, cresce a importância do Google como principal site da rede. A empresa não divulga seus dados, mas os especialistas calculam que ele já seja usado por mais de 2,5 milhões de humanos, ou seja, 1 em cada 3 bípedes. Para a surpresa geral, o Google acaba de investir US$ 1 bilhão numa empresa de tecnologia biomédica e genômica chamada Calico. O objetivo declarado do Google e da empresa é pesquisar e criar formas de dar à população mundial mais cinco anos médios de vida útil e saudável. Estive outro dia, a convite, visitando uma aceleradora de empresas em Guarulhos, administrada por uma agência chamada Agende. Com grande dificuldade de sobrevivência, vi uma startup de pesquisa e estudos farmacológicos que pode ter um grande futuro, se você, investidor, der um pulo até lá e, como o Google, tirar do bolso alguns trocados (não para eles) e apostar nesta alternativa.

A notícia da ação do Google só surpreende os mal informados, pois é aí que está o futuro da tecnologia, e não mais no Vale do Silício. Quando dezenas de países com fraco desempenho na área do desenvolvimento tecnológico começam a falar em criar “o nosso vale do Silício” é porque, mais uma vez, estão atrás do passado, do que já está no fim, envelheceu e não é mais o motor de nenhuma economia que se quer avançada e moderna.


Fonte da imagem: Clique aqui

Como Despertar o Espírito Empreendedor


Autor: Caio Lauer 

O Brasil é o 3º país mais empreendedor do mundo, segundo estudo da Global Entrepreneurship Monitor. Com 27 milhões de empresários ou de pessoas que se dizem envolvidas na criação de um negócio próprio, ficamos atrás apenas dos Estados Unidos, com 39 milhões, e da China, com 369 milhões de empreendedores.

A realidade e a economia brasileira atual têm grande influência em nossa posição no ranking. Segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 70% das pessoas abrem o próprio negócio por uma questão de necessidade. Por conta do insucesso como empregado no mercado de trabalho, muitos optam por se tornarem empreendedores como melhor alternativa. Os 30% restantes acabam investindo em uma nova empreitada para por em prática uma ideia ou oportunidade que enxergam.

Para aqueles que se tornam empreendedores por não encontrar outra saída, é fundamental que invistam em uma área que já dominam ou conheçam bem. A expertise e a vivência na trajetória profissional devem ser levadas em consideração, pois o negócio torna-se menos arriscado. “Um engenheiro civil de profissão não deve abrir, de repente, uma loja de roupas, por exemplo. É importante que invista naquilo que conhece e domina porque saberá os atalhos e macetes, além de usar sua bagagem como uma vantagem competitiva”, comenta Ruy Leal, superintendente geral do Instituto Via de Acesso e autor do livro “Superdicas para Empreender seu Próprio Negócio”. De acordo com Leal, outro ponto benéfico é utilizar a rede de relacionamentos (networking) já existente, pois terá contato mais próximo com fornecedores, possíveis compradores e com o mercado em geral.

A criatividade é uma das características que acompanha o empreendedorismo. Fazer mais do mesmo não é recomendável por uma questão de concorrência e espaço no mercado. Uma ideia genuína faz surgir novas possibilidades e cabe ao investidor estudar se o negócio será praticável e rentável.

Saber se relacionar com pessoas é uma habilidade fundamental, pois depende diretamente de pessoas, seja dos funcionários ou dos clientes. Ter a consciência de que deixou de ser um empregado para se tornar o dono do negócio também é um ponto-chave. “Não se pode misturar pessoa física com pessoa jurídica. O dinheiro arrecadado pela empresa deve ser destinado a ela. Muitos misturam isto e acabam se perdendo na questão financeira”, orienta Wesley Garcia Gomes, diretor comercial da Wesco, empresa que fundou aos 25 anos de idade.

Ter o próprio negócio não pode ser encarado como uma aventura. Diversos pontos devem ser pensados e trabalhados antes do investimento, além de executar um mapeamento sobre o segmento da empresa. Para o diretor comercial, por melhor que seja a ideia, não se pode imaginar que logo no início a lucratividade será grande. “Este é um erro recorrente das pessoas, pois depositam todas as fichas no empreendimento, mas acabam se frustrando e fracassando a curto prazo”, relata.

Comprometimento

A atitude empreendedora é uma das competências obrigatórias de qualquer profissional. Para ser empreendedor não necessariamente o indivíduo precisa ser proprietário de uma empresa – esta habilidade é importante também para o empregado que enxerga a empresa como dele, é automotivado e tem um desempenho acima da média dos colegas de trabalho. “Ele cuida da atividade dele como se fosse o dono da organização, então tudo que faz é pensando como se fosse seu próprio negócio. Esta postura faz o profissional se destacar dos demais”, enfatiza Ruy.

Características

Poucas pessoas já nascem sabendo que querem ser empreendedoras. Existem diversas habilidades e competências pertinentes para que o profissional tenha sucesso na carreira, seja em um negócio próprio ou praticando o empreendedorismo na empresa onde atua:
  • Identificar oportunidades de negócio;
  • Identificar necessidades dos clientes;
  • Corres riscos para implementar novas ideias;
  • Antecipar-se em relação à concorrência;
  • Tomar decisões.

“O indivíduo deixa de se preocupar apenas com sua vida e passa a ter responsabilidades sobre outras pessoas. Quando o empregador contrata um profissional, existe um compromisso mútuo. No meu próprio negócio, me preocupo primeiro com quem atua na empresa, para depois pensar no meu lado”, finaliza Ruy Leal.


Fonte da imagem: clique aqui

Como Cortar os Gastos Desnecessários ao Sair de Casa

Você está gastando além do necessário nos fins de semana? Veja o que fazer para cortar os pequenos gastos

Bárbara dos Anjos Lima - Edição: MdeMulher 

Sua carteira ficou fechada de segunda a sexta. Mas passa o fim de semana - e dois drinques, um jantar francês e aquele almoço demorado de domingo - e sua conta está pedindo socorro. Antes de sair de casa, confira por onde, provavelmente, seu dinheiro está se esvaindo.


1. O perigo do caixa 24h

A armadilha: você só lembra que precisa de dinheiro para o táxi e a entrada da balada tarde da noite. Por isso, tem que sacar o dinheiro no 24 horas e pagar uma taxa.

A solução: ataxa nem é alta - cerca de 2,50 reais. Mas é um gasto desnecessário. Que tal colocar um lembrete no seu celular? Quando o alarme tocar, você saberá que está na hora de abastecer a carteira. "E prefira usar o cartão de débito a recorrer ao caixa 24 horas", aconselha o especialista financeiro Kisty Lamont. Hoje você encontra até táxis que aceitam essa forma de pagamento. Outra dica é ter sempre uma quantia de reserva em casa para emergências.

2. Turma classe A

A armadilha: suas amigas ganham mais e marcam jantares e baladas em lugares bem caros. Para não ficar de fora, você vai junto.

A solução: "Tudo bem se dar o luxo de vez em quando. Mas não deixe seus amigos acharem que seu padrão é mais alto do que o real", aconselha Mara Luquet, especialista em finanças pessoais e autora do livro O Assunto É Dinheiro. Abra o jogo. Se elas realmente forem suas amigas, vão entender e topar. "Seja criativa e proponha outros lugares mais baratos", sugere Mara. Que tal procurar promoções em sites de compras coletivas? Muitas vezes você consegue descontos de até 75%!

3. Mensagem para você

A armadilha: você deu seu telefone a um carinha lindo na balada e passou o domingo trocando SMS com ele. E com suas amigas, claro. Afinal, precisa pedir conselhos para as respostas, certo?

A solução: conta de celular alta é um grande vilão no orçamento. "Você pode economizar adaptando seu plano às suas necessidades, com um número de SMS ilimitado, por exemplo", aconselha Samy Dana, professor de finanças. Além disso, já existem aplicativos que enviam mensagem de texto de graça, como o Ping e o WhatsApp, que estão disponíveis para a maioria dos smartphones.

4. Amar não tem preço

A armadilha: o novo gato é lindo, carinhoso e sempre a leva aos melhores restaurantes. Mas na hora de pagar a conta ela não cabe no seu orçamento.

A solução: é normal querer impressionar, mas tome cuidado. "Um fica querendo manter os gastos do outro e coloca o namoro em um padrão financeiro insustentável", analisa Mara. Que tal impressionar o moço cozinhando aquele prato especial em casa? Você gasta 30% do valor de um restaurante e os dois podem beber uma taça a mais de vinho sem se preocupar em dirigir depois.

5. No escuro do cinema

A armadilha: uma inocente ida ao cinema sai uma fortuna quando você soma o ingresso, a pipoca, a água, aquela balinha e o estacionamento do shopping.

A solução: comece escolhendo o melhor dia e local. Sessões costumam ser mais baratas nos primeiros horários da tarde. Também é legal checar se seu banco não oferece desconto em algumas salas - essas parcerias são cada vez mais comuns. Evite as lanchonetes do cinema, sempre mais caras. Compre suas bebidas e comidinhas antes, no mercado. E, já que pipoca combina com filme, invista nos combos, que já vêm com desconto.

6. Cartão viador

A armadilha: você usa o cartão de crédito - vivam as milhas! - para pagar a balada, o estacionamento, o cinema... Mas, quando chega a fatura, leva um susto.

A solução: redobre sua atenção. Como não vê o dinheiro saindo da sua conta na hora, pode esquecer que "só mais uma blusinha" vai fazer sua conta entrar no negativo. Por isso, consulte a fatura regularmente pela internet e tenha em mente que, no dia do vencimento, um grande valor vai ser simplesmente abduzido da sua conta. Se não faz o tipo organizada, melhor nem cogitar essa prática.

7. Divisão desigual

A armadilha: você divide a conta mesmo quando come e bebe menos do que a galera porque acha que pega mal fazer o cálculo separadamente.

A solução: esse tipo de programa vai lhe render mais dor de cabeça do que diversão. "Pequenos gastos são perigosos quando recorrentes", lembra Mara. Se já sabe que vai comer ou beber pouco, avise o pessoal no começo da noite. Depois, anote o que consumir e puxe o celular para calcular sua parte quando chegar a conta. É chato, mas a economia vai fazer o esforço valer a pena. Outra opção é apostar em bares de comanda individual.

Fonte: mdemulher.abril.com.br
fonte da imagem: gettyimages

Matéria da parceria com a empregos.com.br - Síndrome da Segunda-Feira, Saia Dessa!

Quem nunca sentiu aquele frio na barriga no domingo à noite? Aquela sensação de que vai começar tudo outra vez, como se todos os problemas estivessem prestes a cair sobre você! 

Yngrid Paixão - Empregos.com.br

Pois é, muitas vezes o domingo à noite é ainda pior que a segunda-feira pela manhã. Isso tudo são sintomas da “síndrome da segunda-feira”. Calma, não é uma doença, é apenas um mal estar que pode ser reversível. Existem coisas que você pode fazer para o peso da segunda-feira ser um pouco menor. Saiba como: 

- Não leve para a semana seguinte os problemas que podem ser resolvidos naquela semana, assim quando a nova semana começar ela será mais tranquila. Logo no início dela, faça um planejamento para se sentir menos perdido e tudo ficara bem mais fácil. 

- No domingo tente fazer exercícios e coisas relaxantes, vá ao parque, corra, pegue uma piscina, tome um sol. Verá como terá muito mais pique na próxima semana. 

- Tome um café da manhã bem reforçado, coma carboidratos e cafeína, para dar disposição e energia. Escute uma música que te agrada durante o café. 

- Calma, é normal que você se sinta um tanto quanto devagar na segunda-feira, portanto, não exija tanto de você no começo do dia, faça as coisas no seu tempo, sem querer atropelar o seu próprio ritmo. Tente acordar um pouco mais cedo, para não se atrasar. Mas nada de preguiça, a semana está só começando e você tem que ter energia para todo o resto dela. 

- Pense nas coisas boas do seu emprego. Seus colegas, que você passa a maior parte do dia e que tem afinidade para contar sobre o fim de semana. Suas tarefas que muitas vezes apesar de estressante te distrai e faz com que as horas passem rápido. Coisas que te motivam. 

Após pôr em prática essas dicas, verá que a segunda-feira não é tão apavorante assim. Além do que, você vai perceber que o seu domingo pode ser mais sereno só de saber que no dia seguinte tudo começa novamente, só que de uma forma bem mais tranquila.

Como Responder à Seguinte Pergunta: "o que você espera de um emprego"?


Por Viviam Klanfer Nunes

Durante uma entrevista de emprego, os candidatos devem responder a uma série de perguntas, que são formuladas para que o entrevistador consiga construir o perfil do profissional, identificando seus interesses, desejos e expectativas quanto à posição a que está concorrendo. Entre as perguntas mais comuns está a seguinte: “o que você espera de um emprego?”.

De acordo com a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Mailara Germanowicz, o objetivo principal dessa pergunta é identificar qual a expectativa do profissional em relação ao emprego. Conhecendo essa expectativa, o entrevistador consegue definir se está compatível com a posição em questão.

O perfil do candidato

Na prática, se o profissional responde que busca, por exemplo, um emprego que ofereça um plano de carreira e crescimento rápido, o entrevistador já consegue avaliar se o candidato é interessante para a vaga. Se a empresa não tem um plano de carreira muito bem estruturado, o candidato possivelmente, caso aprovado, vai acabar se frustrando.

Mas a resposta a essa pergunta nem sempre é determinante. Mailara explica que a contratação de um profissional não é um processo tão rígido. Se a empresa, em um primeiro momento, mostra que não tem plano de carreira, mas a consultoria identificou um profissional muito qualificado, existe uma conversa entre a empresa e os consultores no sentido de entender se realmente não existe a possibilidade de aproveitar tal profissional.

Em muitos casos, as empresas podem ser flexíveis e inclusive criar situações que atraiam e retenham tal profissional. “A consultoria faz um trabalho com a empresa vendo se realmente não há possibilidade de crescimento. A própria empresa pode repensar a situação e propor algo”, diz Mailara.

A especialista explica que muitas vezes a empresa não tem uma boa visão do mercado e é papel do consultor – responsável pela seleção, mudar ou ajudar a mudar o pensamento da empresa.

A resposta que o candidato der a essa pergunta também pode revelar outros pontos do seu perfil profissional que vão ajudar a consultoria enquadrar o melhor candidato a vaga em questão. A empresa, por exemplo, pode ter uma postura bastante agressiva no setor em que a atua. Caso o profissional responda à pergunta revelando que não é um perfil agressivo ou que não tem a flexibilidade suficiente de se adequar a essa cultura, ele pode não ser o mais adequado.

De acordo com o consultor da Cia de Talentos, Felipe Bruno, a forma como o candidato responde à pergunta também mostra muito sobre ele. “Se ele começa a falar muito, mostra que ele é uma pessoa bem extrovertida. Se ele fala pouco, mostra que é mais introvertido”, pontua Bruno.

Dessa forma, novamente, os entrevistadores vão construindo o perfil do candidato e observando se ele realmente se encaixa ao perfil da vaga.


fonte da imagem: gettyimages

O Segredo de Como as Pessoas Ricas Ganham Dinheiro

Por que algumas pessoas fazem mais dinheiro que outras?

Por Juliana Américo Lourenço da Silva

Alguma vez você já se perguntou por que algumas pessoas conseguem mais dinheiro do que as outras? A resposta pode estar na personalidade da pessoa. De acordo com o MBTI (Myers-Briggs Type Indicator), um questionário psicotécnico, os indivíduos mais racionais tendem a ser mais ricos.

Segundo o site Business Insider, existem 16 tipos de personalidade possíveis, que são divididas em quatro categorias: artesãos, protetores, idealistas e racionais. O último grupo possui a maior renda em comparação com os outros, pois são mais visionários e práticos.

Além disso, os racionais sabem lidar com dinheiro, gostam de liderar, não se contentam em ficar no segundo lugar e detestam incompetência e ineficiência. Para os especialistas, não é uma surpresa dizer que os bilionários Bill Gates, Warren Buffett e Steve Jobs se encaixam nesse perfil. Por outro lado, as pessoas com perfil racional são vistas como arrogantes, pois têm a auto estima elevada e não hesitam em ser diretas. 


Fonte da imagem: Clique aqui

Trabalhar Mais de Oito Horas Aumenta Risco de Morte, Revela Pesquisa

Os resultados revelaram que a combinação de estresse e um expediente muito longo podem ser a causa de centenas de doenças graves em profissionais 

Por Universia

Pesquisadores do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional avaliaram os resultados de diversos estudos realizados nos últimos 50 anos e descobriram que trabalhar por muito tempo pode aumentar de 40 a 80% as chances de uma doença no coração.

Os resultados da pesquisa foram publicados no American Journal of Epidemiology e revelaram que a combinação de estresse, pressão sanguínea elevada, dietas não saudáveis e um expediente muito longo podem ser a causa de centenas de doenças graves em profissionais.

Foram avaliados dados de 12 pesquisas feitas desde 1958, quando pela primeira vez cientistas começaram a relacionar doenças cardiovasculares com muitas horas de trabalho. No total, participaram cerca de 22 mil pessoas provenientes da Inglaterra, Estados Unidos, Japão, Finlândia, Dinamarca, Suécia e Holanda. As descobertas confirmam um estudo inglês feito em 2011, que revelou que mais de 11 horas de trabalho aumenta em 67% o risco de doenças no coração.

A líder do estudo, Dr. Marianna Virtanen, explica que "há muitos mecanismos potenciais que podem motivar a associação entre trabalhar muitas horas e doenças no coração. Um deles é a exposição prolongada ao estresse psicológico". Outras causas poderiam ser níveis elevados de cortisol, hábitos ruins de alimentação e falta de atividade física devido a tempo limitado de lazer.


Fonte da imagem: Clique aqui

11 Empreendedores Contam Como Superaram Seus Piores Erros

Aprender com os próprios erros e com os de outros empresários pode ser uma boa forma de evitar problemas na empresa

Por Priscila Zuini

Além de inspiração, ouvir a experiência de outros empreendedores é também uma forma de aprender. Todos os dias empresários precisam tomar decisões e fazer escolhas e muitas podem levar a erros. O mais importante é aprender a superar esses problemas e dar a volta por cima, levando a experiência como saldo positivo. A pedido de Exame.com, 12 empreendedores contaram quais foram seus piores erros nos negócios e como deram a volta por cima. 

“Errei no modelo do negócio”
Marcelo Ostia, fundador do Grupo Camisetas da Hora, começou o negócio como uma revenda. Depois de algum tempo, percebeu que teria resultados mais concretos se virasse franquia. “Meu erro como empresário foi no planejamento no modelo de negócio. Precisamos remodelar todo o negócio, o que nos custou muito dinheiro. Foram quatro meses para remodelar, testar e dar andamento ao novo modelo e tivemos que investir 300 mil reais para a correção”, explica. 

“Não estava pronto para crescer”
Para Nelcindo Nascimento, diretor geral da América Latina da 5àsec, seu maior erro foi não estar preparado para crescer. “No final dos anos 1990, a 5àsec obtinha um crescimento acelerado anual que girava em torno de 30% e 40%, chegando até 50%. Com este ritmo, a rede acabou crescendo sem a padronização necessária para manter a sua qualidade e sentiu a necessidade de realizar uma reestruturação nos processos internos”, conta. Para ele, “mais viável do que sair na frente da sua concorrência ou alcançar um grande número de lojas rapidamente é construir um negócio sustentável e duradouro”. 

“Aprovei um ponto comercial sem conhecer”
No início da construção de sua rede de franquias, a ShoeShop, Luiz Salles deixou a pressa falar mais alto e para inaugurar uma loja a tempo das festas de final de ano aprovou um ponto comercial sem conhecer o local. “Era uma de nossas primeiras operações e na correria de véspera de final de ano eu não pude ir visitar para aprovação, e a loja foi inaugurada. Logo depois, a malha viária do entorno do shopping entrou em obras para melhorias e a franquia infelizmente não sobreviveu ao impacto”, diz. Com isso, ele aprendeu que a aprovação de um ponto vai além de dados do mercado e precisa ser bem feita. “Dependemos do fluxo em nossa porta ou no shopping para sobreviver, não só dos números de mercado ou do shopping em si”, diz. 

“Não me planejei”
Maria Eduarda Pessôa de Queiroz é dona da Play Space, uma empresa de recreação infantil em shoppings. Com o negócio ainda no começo, Maria Eduarda abriu duas unidades e teve que fechar uma delas em pouco tempo. “Meu erro foi abrir uma unidade em um momento que não tinha maturidade para o negócio, sem planejamento, em uma época que não existia público para o serviço oferecido”, conta. Para não perder a unidade que sobrou, ela passou a oferecer pipoca na porta do espaço, para atrair o público pelo cheiro. Hoje, tem três unidades próprias e acaba de aderir ao mercado de franquias, com planos de abrir 120 unidades em cinco anos.

“Focamos no público errado”
O portal de e-learning Sabixão foi criado para atender a demanda de acadêmicos da área de exatas. Depois de um ano, Patrícia Guedes, fundadora do site, percebeu que o caminho não era por aí. “Mudamos o foco do público, atraindo acadêmicos de todas as áreas, de vários lugares do mundo e especialistas de diversas áreas da economia que ensinam gratuitamente o que sabem para estudantes, profissionais e donas de casa”, diz. 

“Diversifiquei antes da hora”
Edson Carli, empresário à frente do Grupo GDT Brasil, tinha uma empresa na área de gestão de pessoas, em 2003, quando abriu uma representação de software. “Confundimos pepino com oportunidade. Quase quebramos”, diz. Além disso, concentrou quase todo o negócio nas mãos de poucos clientes e sofreu com a crise. “Batíamos recordes de vendas trimestre após trimestre até que a crise atingiu em cheio três grandes clientes e da noite para o dia perdemos 70% do faturamento. Aprendemos a redesenhar os produtos para atender mais clientes de menor porte”, explica. 

“Negociamos mal com o fornecedor”
Samadhi Muller, da Loja das Torcidas, sabe bem o preço de uma negociação conduzida às pressas com fornecedores. Em uma compra de grandes quantidades, teve um prejuízo de quase 40% do valor investido. “Fizemos uma negociação de uma grande quantidade de copos e, no decorrer da negociação, avaliamos que o preço do copo estava errado e que precisávamos de um preço menor para que o produto girasse da maneira correta. Porém, na empolgação, acabamos fechando negócio”, conta Muller. 

Isso prejudicou inclusive a aceitação do produto pelo público. “Com essa experiência negativa, aprendemos que não devemos entrar em negociações de grandes volumes sem fazer uma análise real do mercado e testar a aceitação tanto do produto quanto do preço”, ensina. 

“Prometemos mais do que podíamos cumprir”
Na ansiedade de conseguir um primeiro cliente importante, Wagner Rover, diretor da AzDirect, uma agência de live media, teve um prejuízo significativo no começo do negócio. “O cliente disse que a ação teria que iniciar em 15 dias, mas o problema é que este era o prazo só da produção, sem contar a logística. Alinhamos com o fornecedor que disse conseguir produzir em menos tempo, mas não conseguiu atender o prazo prometido”, diz. Para não deixar o cliente na mão, a empresa precisou bancar um frete muito mais caro do que o valor que receberia pelo negócio. “Depois disto, aprendemos a não assumir mais responsabilidades quando dependemos de terceiros”, diz. 

“Confiei nos especialistas errados”
Depois da crise de 2008, André Oliveira, diretor da CredFacil, rede de financeiras, perdeu 18 das suas 20 lojas próprias. Para voltar a crescer, resolveu abrir franquias. “Não sabia nada sobre isso e contratei um advogado que sabia menos ainda para fazer o contrato que seria assinado pelos futuros franqueados. Depois de algum tempo, os franqueados se reuniram e foram devolver as franquias, alegando que o negócio não funcionava. Tive que fechar a maioria das lojas e, mais uma vez, quase quebrei”, conta.

Para acertar no modelo, passou dois anos formatando uma nova rede, com a ajuda de uma consultoria. “Hoje, a rede Credfácil é a maior rede de franquias de crédito, com 90 unidades espalhadas pelo país e cerca de 9 milhões de reais de faturamento em 2012”, diz. 

“Não investi em mão de obra”
O empreendedor Fabiano Belmonte só levava em conta um fator na hora de contratar equipe para a empresa de appsMegaleios: o dinheiro. “Tinha um time muito sem experiência, montei ele visando o custo de mão de obra barata, mas o tempo me mostrou que ter profissionais mais experientes na equipe não tem preço. Aí, mudei a estratégia”, conta. Para chegar a isso, precisou refazer a equipe com novos critérios e investir em mão de obra qualificada e experiente. 

“Perdi o foco da estratégia”
Toda pequena empresa comemora novos clientes, ainda mais quando são grandes. Conrado Adolpho tinha uma agência de publicidade digital e se acostumou a atender pequenas empresas para ter volume. Quando surgiram grandes clientes, perdeu o foco no negócio. “Passamos a ter duas estratégias diferentes dentro da mesma empresa. Não pode, você tem que seguir um caminho”, diz. Sem funcionários preparados, resolveu deixar esse negócio de lado e atuar com cursos de marketing online, a Webliv. “Também aprendi que é importante ter um plano B, porque no segmento de tecnologia, que eu atuo, as coisas podem dar errado e isso não é difícil de acontecer”, ensina. 


fonte da imagem: Clique aqui

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More