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Crise Também é Oportunidade Para Inovar

Por Stela Campos,

Não há dúvidas entre os empregadores do país, sejam eles grandes ou pequenos, de que a economia brasileira vive um momento de incertezas. Mas, se para alguns setores isso significa cortar despesas e enxugar os quadros, para outros este pode ser um momento propício para encontrar boas oportunidades de negócios. Sob o ponto de vista da gestão de pessoas, a dicotomia é a mesma. A desaceleração nos negócios, afinal, também apresenta um lado positivo. Ao mesmo tempo em que ela exige direcionar o foco para o que realmente interessa, tolhendo excessos e até fazendo sacrifícios, também pode ser usada sabiamente para preparar e fortalecer as equipes para o futuro. 

Entre as 35 empresas vencedoras nesta décima primeira edição de Valor Carreira, apontadas como as melhores na gestão de pessoas, a ordem tem sido manter os investimentos e as boas práticas voltadas para a área de recursos humanos. Para elas, mesmo quando o cenário está nebuloso, não perder de vista o horizonte é fundamental. “Atualmente pode existir um ciclo de baixa, mas a situação vai se reverter”, diz Franklin L. Feder, presidente da Alcoa América Latina e Caribe. Ele ressalta que a dinâmica do seu negócio, o alumínio, não é de curto prazo, pois envolve decisões com grandes aportes de recursos. “São projetos de décadas. Portanto, mesmo com a economia em um processo de depressão, qualquer decisão relacionada aos colaboradores terá um grande impacto no futuro.”

A Alcoa não está sozinha nesta percepção. “As crises são cíclicas e não se pode parar de pensar no longo prazo”, diz Almiro dos Reis Neto, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo (ABRH-SP). As companhias deste seleto grupo de vencedoras estão cientes de que não é saudável perder a robustez por conta de dificuldades momentâneas. O presidente da Embraer, Frederico Curado, diz que a abordagem da companhia em relação aos colaboradores não está atrelada ao contexto econômico. ”Temos um conjunto de processos, sistemas e ações coordenadas que visam esse engajamento contínuo das pessoas, como o planejamento da carreira e a partilha de resultados”, explica. No Bradesco, o presidente Luiz Carlos Trabuco também não vê motivo para uma mudança de rota. “Nossa política de valorização da prata da casa é bem definida, com um programa intensivo de treinamento e desenvolvimento de talentos por meio da Universidade Corporativa Bradesco”, diz.

Em alguns casos, apertar o cinto, mesmo por precaução, significa postergar mudanças no organograma e segurar aumentos. “Depois de forte expansão nos salários nos últimos anos, agora é necessária uma atuação mais conservadora na avaliação de promoções e reajustes por mérito”, diz Dario Galvão, presidente da Galvão Engenharia. Neste contexto, o “reconhecimento emocional” ajuda a manter o pique dos times. “Se a empresa remunera de forma justa, ela consegue separar o dinheiro dos fatores de motivação”, diz Pablo Maella, professor da escola de negócios espanhola Iese Business School. “É preciso cumprimentar, dizer obrigado e demonstrar a satisfação por um bom trabalho realizado”, diz Bruno Andrade, responsável pela consultoria de engajamento da Aon Hewitt. Ele enfatiza que a cultura brasileira não reforça o elogio em relação ao acerto. “Geralmente, apenas falamos sobre os erros.”

Neste ambiente de incerteza, o papel dos gestores diretos é fundamental. “Cabe a eles continuar atuando como mentores e desenvolvedores de pessoas, mesmo não podendo garantir o emprego de ninguém”, afirma Jay Jamrog, vice-presidente sênior de pesquisa do Instituto para Produtividade Corporativa (i4cp). A maneira como esse chefe imediato conduz o grupo diante das dificuldades vai ser muito importante para que as relações sejam mantidas e preservadas. “Esta é uma tarefa que começa muito antes de qualquer crise”, diz o consultor americano.

“A chave do engajamento sempre é motivar os líderes para que eles, por sua vez, motivem suas equipes”, diz Eugênio Mattar, COO e CEO da Localiza. O diretor de gestão corporativa de pessoas do Itaú Unibanco, Sérgio Fajerman, tem a mesma opinião. “O jogo não é ganho por políticas ou comunicados, mas pela ação dos gestores”, afirma. No Banco Mercantil do Brasil, por exemplo, segundo o vice-presidente-executivo, André Brasil, o investimento é permanente na preparação dos gestores para que atuem como coachs dos colaboradores para que todos estejam alinhados com a estratégia do banco.

O vice-presidente-executivo da Belagrícola, Flávio Barbosa Andreo, considera crucial a consciência de que todos estão no mesmo barco. Em momentos de dificuldade, os chefes têm de passar a mensagem certa para os colaboradores. “Medidas devem ser tomadas pensando no coletivo e envolvendo as pessoas para que não haja uma frustração de expectativas”, afirma. Em 2008, quando foi preciso reduzir investimentos e parte do quadro, a empresa realizou várias ações que se mostraram efetivas no engajamento daqueles que permaneceram. “É preciso cuidar dos que saem, mas também dos que ficam”, diz Reis, da ABRH-SP. German Quiroga, CEO da Nova Pontocom, lembra que a postura correta da empresa, quando foi preciso fechar um centro de distribuição e remanejar pessoas, gerou consistência e ajudou a manter o engajamento depois.

Quando há dúvida sobre a conjuntura macroeconômica, ninguém melhor do que o número um da companhia para acalmar os ânimos e trazer todos para a mesma página. “Se o brasileiro ouve que alguém foi demitido, fica muito receoso e imagina que o negócio não vai crescer como previsto”, diz André Sá, presidente da Brasil Pharma. “Nosso papel como líder é manter o foco no sonho, já que um ano difícil passa e deve ser encarado como uma oportunidade”, afirma. A diretora de desenvolvimento da Fundação Dom Cabral, Beth Fernandes, ressalta que o líder confiável não se esconde, ele divide as questões com as pessoas.

A mensagem da empresa deve ser clara. Bruno Andrade, da Aon Hewitt, afirma que não existe espaço para o silêncio e conversas veladas nessas situações. “Mostrar as nossas preocupações de forma transparente transmite confiança”, diz Massahiro Tokuzato, vice-presidente da Niplan. A companhia mantém encontros trimestrais para analisar projetos e discutir a situação econômica do país. O Laboratório Sabin também mantêm reuniões mensais para discutir estratégias e apresentar indicadores. “Desta forma, elaboramos melhor nossos planos de ação”, diz a sócia-fundadora Janete Vaz.

Para o presidente da construtora OAS, Leo Pinheiro, a manutenção da política de desenvolvimento também ajuda a perpetuar esse sentimento de assertividade. Já a diretora-médica do Laboratório Leme, Marla Cruz, destaca que, quando a redução de custos se torna necessária, medidas impopulares são inevitáveis. “Ter poucos níveis hierárquicos facilita a comunicação nesses casos”, diz. Na opinião do presidente da Pfizer, Victor Mezei, os funcionários ficam mais engajados quando entendem a razão das coisas.

Uma das maneiras de gerar desafios quando há diminuição do número de projetos em alguns negócios é mudando as pessoas de lugar. “O rodízio de funções ajuda a manter o engajamento nesses períodos”, diz André Freire, CEO da empresa de recrutamento de executivos Odgers & Berndtson. Ele afirma que a tática funciona especialmente para a nova geração, que precisa de desafios permanentes.

O pulo do gato da área de recursos humanos quando a economia inspira cautela – e não é possível investir grandes somas para motivar o efetivo – é usar a criatividade. Na Lojas Renner, Clarice Costa, diretora de recursos humanos, diz que, para sustentar a expansão da rede, o RH está inovando em relação aos treinamentos e usando mais ferramentas on-line, além de rever procedimentos. “O foco não é o que você tem que fazer, mas saber o que você tem que deixar de fazer”, afirma.

A diretora de RH da Pfizer, Lisandra Ambrósio, concorda que uma conjuntura desfavorável requer ações mais diversificadas. “A meritocracia fica em evidência e os talentos precisam ser preservados”, diz. Se as pessoas trabalham com o que gostam e podem exercer todo o seu potencial, isso ajuda na superação desses períodos. “Para manter o engajamento, as companhias precisam dar autonomia aos funcionários e permitir que eles se desenvolvam naquilo que sabem fazer melhor”, diz Pablo Maella, do Iese.

Para o presidente do BB e Mapfre, Marcos Eduardo Ferreira, quando estão satisfeitas com suas atividades, as pessoas enxergam perspectivas de crescimento. “O engajamento depende da nossa proposta de valor para o colaborador. Nosso esforço é para que ele faça seu trabalho feliz”, diz Roberto Dumani, vice-presidente-executivo de desenvolvimento organizacional da Cielo. O presidente da Pormade, Cláudio Zini, afirma que hoje se ganha dinheiro com neurônios, “mas precisam ser neurônios felizes”, pois uma equipe motivada sempre vai superar outra simplesmente interessada.

Guido Savian Júnior, diretor administrativo da Embracon, afirma que o importante é reconhecer o que as pessoas fazem bem e criar espaço para que elas cresçam na empresa. Na Electrolux, o vice-presidente de recursos humanos, Valmir Buscaroli, diz que a companhia publica todas as vagas internamente para que qualquer pessoa que tenha o perfil requerido possa se candidatar. “Nosso papel é tornar a organização atrativa para que todos permaneçam em um ambiente de trabalho que seja bom”, diz o presidente da UTC, Ricardo Pessoa. Não importa que o tempo esteja nublado do lado de fora. Da porta para dentro, o céu deve sempre ser de brigadeiro.


Fonte: valor.com.br
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6 Dicas de Como Agir no Happy Hour

Autor: Caio Lauer

Quase um hábito religioso para muitos, o happy hour pós-expediente é o momento de descontração e relaxamento depois de um dia ou semana longa de trabalho. Geralmente feito em barzinhos, este encontro entre profissionais conta com elementos como bate-papo informal, boas risadas e algumas fofocas.

Mas, você sabe como agir corretamente no HH? Essa também pode ser uma situação de muita avaliação e julgamento por parte dos colegas, e para apresentar o modo correto de se postar, levantamos algumas dicas de Marcele Goes, consultora de imagem pessoal e corporativa da Estilo Sob Medida e membro da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem), e Ligia Marques, consultora de etiqueta e marketing pessoal .

1-Cuidado com sua imagem

Sempre que expomos nosso lado pessoal, nos arriscamos mais a sermos julgados. Por mais que o clima seja de descontração, não exponha uma intimidade que vá além da relação profissional, a não ser que tenha uma maior familiaridade com todos da mesa.

2-Não exagere na bebida

As pessoas não fazem separação entre momento de trabalho e de descontração quando avaliam o comportamento de um colega de empresa. Portanto, não abuse do álcool, o que também evita um provável comportamento e/ou gestual mais exagerado.

3-Evite fofocas

O happy hour é um momento informal, mas as pessoas envolvidas são as mesmas do trabalho. Não é legal falar mal de colegas pelas costas só porque está fora do ambiente corporativo, além de passar a imagem de uma pessoa falsa.

4-Organize a conta

A hora de pagar a conta também pode virar um problema, pois geralmente a divisão dos gastos nunca fica igual para todos. O indicado é fazer um acordo entre todos logo que chegam ao estabelecimento.

5-Estreite os relacionamentos

Profissionais que passam uma imagem muito séria podem se revelar descontraídos em um ambiente mais casual. O HH auxilia também no desenvolvimento do trabalho, pois podemos descobrir habilidades em colegas que nunca saberíamos na empresa, e que podem ajudar nas atividades do dia a dia.

6-Participe, mesmo que esporadicamente

Muita gente não gosta de participar ou tem compromissos que as impedem, mas, de vez em quando, se puder fazer um esforço em ir, será vantajoso. De qualquer forma, se não houver esta possibilidade, deixe claro aos colegas que não vai, pois tem motivos de força maior para se ausentar.


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5 Dicas Para Resolver Problemas de Convívio Com Colegas de Trabalho

Passar por dificuldades relacionadas à convivência com outros trabalhadores é normal. Por isso, confira 5 dicas para resolver problemas de convívio com colegas de trabalho 

Enfrentar dificuldades no ambiente de trabalho é uma situação pela qual todos acabamos passando pelo menos durante uma vez na vida. Conflitos são comuns, mesmo quando fazemos o possível para evitá-los. Por isso, é importante que você saiba como agir para superar esses desentendimentos da melhor maneira, sem prejudicar sua imagem profissional.

Confira 5 dicas para resolver problemas de convívio com colegas de trabalho:

1. Evite fofocas

Após um conflito, você provavelmente sentirá vontade de compartilhar o ocorrido com outras pessoas. Porém, você deve se lembrar de que essa nem sempre é a melhor atitude, já que pode ocasionar ainda mais problemas. Por isso, evite esse tipo de fofoca.

2. Introspecção

Para encontrar uma solução, é importante que antes de culpar outra pessoa, você tenha alguns momentos de introspecção para analisar se não foi você quem cometeu o erro.

3. Contato direto

Após avaliar de maneira mais completa qual pode ter sido a causa do conflito, você deve contatar a pessoa com quem teve problemas de maneira direta e falar sobre o que tem incomodado você. Depois da conversa, faça um pequeno relatório sobre os assuntos tratados para que você tenha um registro escrito para casos futuros quando necessário.

4. Regras da empresa

Respeitar as regras da empresa também é muito importante para encontrar a solução adequada ao seu problema de relacionamento.

5. Aprender com a experiência

Independente do resultado, considere que a experiência pela qual você passou como um aprendizado. Entenda que você teve coragem de tentar resolver um problema e conseguiu agir da melhor maneira para encontrar a solução.


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Coluna do Fred - Comunicação Empreendedora


Comunicação Empreendedora

Todos nós sabemos que o empreendedor de sucesso possui competências e habilidades como também conhece, ou pelo menos deveria conhecer, seus pontos fortes e fracos e vai além do saber, procurando otimizar seus resultados trabalhando diariamente seu comportamento em prol de melhorias pessoais e profissionais. E é neste momento que entra o grande problema, pois toda e qualquer mudança requer sacrifícios.

Na era da informação o empreendedor moderno tem que apresentar uma habilidade altamente valorizada, não sendo melhor ou mais importante que outras, no entanto a mesma facilita todo o fluxo operacional dos processos internos e externos de uma empresa bem como otimiza o relacionamento interpessoal e diminui erros corriqueiros considerados pequenos e banais dentro de uma organização, me refiro a comunicação que está diretamente relacionada com a eficiência e eficácia.

Atualmente, no mundo globalizado com facilidade de acesso a informação, a comunicação se destaca na questão empreendedora devido às relações comerciais (atendimento ao cliente, vendas, negociação, pesquisas...) que estão exigindo um alto grau de conhecimento e empreendedorismo.

O contexto de competitividade ao qual as empresas vivem levou as mesmas a buscarem um nível de inteligência que as diferenciem dos concorrentes, a estratégia que se destacou foi a comunicação que tem como objetivo várias considerações como: busca por novos consumidores, manutenção dos clientes, otimização no relacionamento com o cliente, ações promocionais (valorização da marca, promoção de produtos/serviços, promover a imagem das empresas...), diminuição dos gargalos de comunicação interna, melhoria nos processos organizacionais...

A comunicação e a motivação juntas e interligadas determinam uma relação de causa e efeito, que direcionam uma busca constante pela melhoria contínua de processos, performance nas atividades, eficiência nas ações, proatividade de colaboradores, entre outros aspectos organizacionais. Em um ambiente onde se tem uma comunicação adequada (objetiva e direta) existe motivação para enfrentar desafios como foco na solução e não no problema. Organizações de destaque prioriza a existência de uma relação de confiança e entendimento entre gestores e colaboradores, ponto crucial para determinar união e interesse em buscar inovações que favoreçam a conquistas de metas.

A produtividade nas empresas hoje é um diferencial competitivo no cenário de mercadológico, a mesma é potencializada através da promoção e consolidação da cultura do diálogo possibilitando o surgimento de ideias capazes de identificar soluções rentáveis, bem como valorizando o potencial individual dos colaboradores tornando um ambiente favorável e criativo.

No empreendedorismo não basta apenas saber, é preciso fazer acontecer. O empreendedor assume papel de agente de transformação e cabe ao indivíduo utilizar dessa habilidade, que é a comunicação, para modificar o ambiente de trabalho e assim favorecer a criação de uma rede de contatos, potencializar colaboradores com suas atividades, funções e responsabilidades. Se comunicar vai além de informar, é desenvolvimento de potencializar a eficiência de trabalhos objetivando a eficácia dos resultados.


Fred Liberato
Orientador / Gestor Empresarial


Oito Passos Para Ter Ideias Criativas

Ser criativo não é uma questão de sorte, mas de método, segundo o psicólogo Keith Sawyer, autor de um livro sobre o tema. Seu método exige dedicação, mas não genialidade

Por Ariane Abdallah

Nem todo mundo costuma ser acometido por ideias geniais no meio da noite. Mas muitos precisam – ou querem – soluções criativas para trabalhar. Se esse é seu caso, fique tranqüilo. Criatividade é questão de treino, segundo o psicólogo, Ph.D e pesquisador Keith Sawyer, autor do livro Zig Zag: The Surprising Path to Greater Creativity (Zig Zag: O Surpreendente Caminho para uma Maior Criatividade).

Em seu livro, Sawyer aponta um caminho que só exige dedicação e disciplina para ter boas sacadas. Com base em suas ideias – e em um texto publicado na revista Inc. –, a seguir, um roteiro de oito passos para aumentar a capacidade encontrar soluções inusitadas para os problemas e até a criar produtos inéditos no mercado.

1. Faça a pergunta certa.

a) Antes que você pergunte “mas qual é a pergunta certa”, aqui vão algumas técnicas para descobrir sozinho: sem pensar muito, faça uma lista de dez questões diferentes que podem ser usadas para solucionar uma mesma questão. Experimente diferentes pontos de vista. Exemplo: se você quer uma ratoeira mais eficiente, em vez de se perguntar apenas: “Como faço para criar uma ratoeira mais eficiente?”, pode questionar: “Como tornar meu jardim mais atrativo para os ratos do que minha casa?” ou “O que os ratos gostariam de comer?”, entre outras.

b) Desvende os incômodos do cotidiano. Isto é, seja crítico em relação aos produtos ou situações com os quais se depara no dia a dia. Faça uma lista do que não o agrada e por quê. Quais seriam formas possíveis de solucionar esses incômodos?

c) Faça algo novo e teste outras finalidades. Só depois de colocar em prática uma ação é que você realmente saberá como ela pode ser usada. Antes disso, são apenas suposições. Então, depois de ter uma ideia, pense em formas alternativas de aplicá-la, além da primeira finalidade que o levou a desenvolvê-la.

2. Torne-se um especialista.

Pesquisas mostram que para se tornar um expert em alguma coisa, é preciso praticá-la por dez mil horas – só uma vez ou outra, não funciona. Segundo Sawyer, apenas o conhecimento exaustivo de um assunto pode gerar algo novo em torno dele. Para isso, alguns métodos possíveis.

a) Assista a inspiradoras palestras do TED para se inspirar.

b) Conheça um assunto de várias formas diferentes. Por exemplo, se quer aprender sobre uma profissão, pesquise sobre o país em que se originou, leia a biografia de alguém da área com uma carreira consagrada, veja filmes sobre o período histórico, descubra a média de remuneração do setor em relação ao mercado e o que mais sua criatividade permitir.

c) Adote um mentor. Alguém que sabe mais que você sobre o tema e tenha a disponibilidade para lhe ensinar.

3. Fique sempre aberto e atento.

Prestar a atenção ao que acontece ao redor e fazer conexões com outros temas e possibilidades é fundamental para treinar a criatividade. Não se atenha apenas àquilo que apresenta uma finalidade clara naquele momento, mas mantenha-se disponível para encontros, leituras e experiências despretensiosamente. O conselho é dizer “sim” a quase todos os convites – explícitos ou não.

Por exemplo, um amigo quer lhe apresentar outro amigo. Aceite. Alguém que você conheceu lhe indicou uma leitura que nada têm a ver com sua área de interesse ou atuação. Compre o livro e dê pelo menos uma olhada. Ouviu alguém de que gosta falar sobre um filme que conta uma história real sobre a qual você nunca ouviu falar, vá ao cinema conferir.

Esse exercício o mantém fora do piloto automático, ajuda a manter o olhar sem preconceitos.
Outra dica é não parar em definições estereotipadas sobre pessoas, produtos ou histórias. Em vez de acreditar no que lhe disseram, busque informações até formar sua própria impressão sobre o tema.

Mesmo que não use esses conhecimentos adquiridos imediatamente, eles ficam guardados em seus arquivos mentais e, de repente, são lembrados e o ajudam na criação de algo novo, no futuro.

O livro sugere alguns caminhos para ajudá-lo a se manter aberto e alerta.

a) Crie sua própria sorte.

As pesquisas apresentadas no livro mostram que pessoas que se descrevem como sortudas tendem a perceber mais o que acontece ao seu redor do que as pessoas infelizes e pessimistas. Elas também tendem a ser mais curiosas, enquanto as que não acreditam na própria sorte são mais tensas e tão focadas em resultados imediatos que perdem oportunidades que fogem do script.

b) Não desanime se as coisas derem errado.

Antes de uma grande invenção, em geral, há dezenas ou centenas de tentativas frustradas. Não saiu como o esperado? Estude o caso, aprenda com o que não funcionou e bola para frente.

c) Brinque com brinquedos.

Segundo o autor, esses objetos infantis são ótimos para estimular conexões inusitadas. Ela afirma que as empresas que incentivam a criatividade de seus funcionários costumam ter brinquedos espalhados pelos ambientes.

4. Relaxe a mente e imagine...

Quando você se permite pensar em coisas que não existem, sua mente pode vagar e seu subconsciente tem tempo para trabalhar. Por isso é tão importante o tempo fora do trabalho para potencializar sua criatividade.

a) Imagine o futuro.

Faça o exercício de imaginar como você estará daqui a cinco anos e o que terá que fazer para estar isso. Em seguida, faça uma relação dos obstáculos que poderá encontrar no caminho e crie soluções para eles.

b) Deixe algo inacabado ao fim do dia.

Sawyer afirma que não terminar uma tarefa pode ajudá-lo a recomeçar no dia seguinte. Depois de um tempo distante do assunto, quando olhar novamente para os mesmos tópicos, a tendência é que o novo olhar ajude a gerar ideias criativas.

c) Comece alguma a praticar algo novo.

Arrisque-se a aprender alguma tarefa que não sabia fazer antes. Pode ser um esporte, uma arte, um exercício lógico, o importante é se aventurar em um ambiente novo.

5. Gere ideias.

Esta é a parte em que você começa a efetivamente a formular ideias.

a) Imagine diferentes aplicações para um objeto. Uma caneta pode ser também um prendedor de cabelo (semelhante àqueles palitos que seguram coques). Também pode fazer as vezes de régua, como suporte ao desenho de uma linha reta. Uma garrafa de vidro pode não só comportar líquidos, mas também assumir a função de vaso de flor.

Gaste alguns minutos nessa brincadeira de imaginar diferentes funções para um produto. Não importa o quanto sua ideia pareça estúpida.

b) Faça associações livres entre palavras. Sem pensar muito, deixe uma palavra puxar a outra, por diferentes conexões. Por exemplo, se pensar em um alimento, em seguida pode pensar em outro. Depois, associar a sonoridade da palavra a outra. Em seguida, lembrar o verso de uma música com aquela última. E por aí vai. Sem censura.

c) Estabeleça um horário para exercitar a criatividade. Reserve alguns minutos em sua agenda diária, de preferência sempre à mesma hora, para escrever no papel as ideias que lhe forem à mente, sem se preocupar com a natureza delas. Nesse momento, evite pensar em pendências ou compromissos. Deixe a mente o mais desocupada e livre que puder para as ideias brotarem.

6. Relacione ideias.

Junte palavras ou temas de origens diversas em histórias improvisadas.

a) Crie histórias. Um método é escolher três palavras aleatórias – ou pedir que alguém as escolha para você – e criar uma narrativa curta, que envolva as todas elas. Outra possibilidade é pegar um mesmo número de página e procurá-la em três livros. Selecione uma frase de cada um e forme um parágrafo que faça algum sentido.

b) Use analogias. Descreva objetos não pelas características evidentes deles, mas pela aplicação que eles oferecem. Procure formas inusitadas de explicar o que é um caderno, por exemplo. Em vez de dizer que é um monte de folhas presa por uma espiral, você pode dizer que é um lugar onde as pessoas fazem os registros que quiserem, como um livro improvisado e único. Repita a operação várias vezes, sobre o mesmo produto.

c) Aproxime-se de pessoas diferentes de você. Gente com profissões que você não conhece bem, comas quais não se identifica. Ou provenientes de outras cidades e países. Junte-se a quem tem uma religião com a qual não concorda. Em todos os casos, procure entender como aquela pessoa vê o mundo. Que elementos essa perspectiva pode agregar aos seus pontos de vista?

7. Escolha as melhores ideias.

a) Pegue a lista de ideias que produziu até esta etapa e faça-as a competir entre si. Uma é boa, mas a outra é melhor. Então, a boa é eliminada.

b) Banque o advogado do diabo e pense em todas as críticas que essa ideia pode sofrer. O que pode fazê-la dar errado? Antecipe os problemas para já solucioná-los.

c) Faça isso o quanto puder. Não existe o momento em que a ideia estará pronta. O que determina que o aperfeiçoamento da ideia seja interrompido, em geral, é o prazo. Enquanto tiver tempo, trabalhe nela. Sempre pode melhorar.

8. Faça algo concreto com sua ideia.

Pode ser um desenho , uma colagem ou um objeto tridimensional. Não importa se você não tem sua veia artística desenvolvida. O que vale é o exercício de transformar problemas e questões em imagens.

Mesmo que sua questão seja abstrata, como o relacionamento com outra pessoa, traduza as sensações e os questionamentos em rabiscos, formas ou mesmo uma charge. Esse exercício, literalmente, ajuda a dar forma às ideias.


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12 Esportes Que Fazem Bem Para Empreendedores

A prática de esportes ajuda a manter o equilíbrio da mente do empreendedor

Por Camila Lam

Marcar reuniões, encontrar com fornecedores e clientes e administrar as contas do negócio são atividades que fazem parte da rotina de um dono de uma pequena empresa ou de uma startup.

Praticar uma atividade física frequentemente pode ajudar tanto na preparação fisíca do empreendedor quanto na mente. Veja 12 esportes que ajudam empreendedores a trabalhar melhor e não perder o fôlego!

Natação

Para Marcelo Henrique da Silva, cofundador da startup Ingresse, praticar esportes com frequência melhora o humor e receptividade no dia a dia. “A natação, por ser relaxante, é uma ótima válvula de escape para o estresse do trabalho”, conta. Ele também pratica krav magá duas vezes por semana. Anthony Eigier, cofundador da Fanatee, uma empresa de jogos multi-plataforma, nada, corre e pratica boxe. “Para conseguir fazer as melhores escolhas, todos precisam de uma válvula de escape, e a que mais me ajudou foi praticar esporte. Por uma hora no dia descarrego meu corpo e minha cabeça”, diz. 

Corrida/Caminhada

Correr para David Pares, CEO do AvalDoc, é uma prática que ajuda na concentração no dia a dia. “Acho que principalmente a corrida de longa distância me ensinou a manter a concentração e funciona como meditação depois de um tempo correndo”, diz. “Nas caminhadas, também temos muito tempo para pensar, principalmente em nível estratégico”, explica Lucas Izoton, empresário da marca de moda jovem Cobra D’Agua e vice presidente da CNI. Patrick Sigrist, sócio da Disk Cook, afirma que a corrida alivia o estresse do dia a dia. “Quando corro, consigo refletir sobre o negócio com mais tranquilidade e acabo tendo as melhores ideias”, diz.

Futebol

O empreendedor argentino Franco Silvetti é cofundador e COO do Restorando e costumava praticar golf e futebol antes de vir para o Brasil. Em São Paulo, ele disse que jogar futebol ajudou na adaptação no país, pois acabou fazendo amigos e praticando o networking.

Yoga

Duas vezes por semana, Barbara Diniz Almeida, cofundadora do site Dress & Go, pratica yoga e pilates. Para ela, o yoga ajuda muito a manter a tranquilidade e o equilíbrio no dia a dia de trabalho. Luciano Kalil, CEO do SitePX, também pratica yoga duas vezes por semana.“É como se as baterias do corpo se carregassem durante a aula. Como é uma prática que trabalha muito a respiração e o conhecimento do corpo, depois de um tempo você se sente mais integrado e calmo”, explica.

Tênis

Raphael Carrera Lejeune, cofundador do Sappos, jogou tênis profissionalmente no Estados Unidos durante um ano e também pratica golfe. "Esportes de alto rendimento apresentam dificuldades constantes e exigem que a gente esteja preparado para as oportunidades e o que acontece ao redor. São características que se assemelham bastante na hora de empreender, ampliando sua visão nos negócios”, explica.

Para Fernando Okumura, cofundador e CEO do Kekanto, a prática de esportes é um meio de aperfeiçoar características, como o espírito competitivo, indispensáveis para quem está à frente de um negócio. “Optei por squash, por exemplo, porque percebi nesta prática tudo o que preciso para meu corpo e mente superando a falta de tempo”, explica. 

Pesca

Para o empreendedor Bruno Yoshimura, cofundador da rede social Kekanto e investidor-anjo do site de compras Rabixo, ter motivação e melhorar a concentração são as principais vantagens da prática de esportes no dia a dia. “Durante a pesca eu consigo me desligar do mundo. inclusive da tecnologia, e ter como trilha sonora apenas os sons da natureza”, diz.

Basquete

Rubens Yoshida, CEO da Aldeia Brasil, joga basquete semanalmente e acredita que a rotatividade de posições e de ações em um jogo espelha de forma efetiva a vida profissional. “É um dos poucos momentos que consigo zerar a cabeça e não pensar em trabalho. O que é essencial quando você tem uma startup que geralmente deixa sua cabeça a mil 24 horas por dia”, conta Saulo Marti, CEO do Vitrina, que além de jogar basquete faz musculação.

“O esporte me permite relaxar e abre o meu fluxo de pensamentos de uma forma mais leve. É nessa hora que muitas vezes consigo pensar em estratégias e tomar decisões sem estar na pressão do escritório”, explica Mickael Malka, CEO do Canal do Imóvel. 

Lutas

No mês passado, Rafael Siqueira, CTO do Apontador, foi campeão paulista e brasileiro de jiu-jitsu e recebeu a faixa marrom. Para ele, o jiu-jitsu é um esporte que permite atingir o limite sem se machucar. Para Mauricio Cascão, presidente da Mandic, o esporte ajuda a ter foco, disciplina, equilíbrio e paciência. “Ajuda a desconectar do dia a dia. Se você não estiver 100% focado na luta, te finalizam”, completa.

O empreendedor Jan Riehle, CEO da Itaro.com.br, está no Brasil há pouco mais de dois anos e praticou jiu-jitsu, MMA e se encontrou no muay thai. Para ele, poder praticar uma arte marcial, assim como fazia na Alemanha, o deixava mais confortável e tranquilo para encarar o dia a dia empreendendo em um novo país.

Thoran Rodrigues, fundador da Bigdata Corp, pratica kendo, uma arte marcial japonesa, desde criança. “A primeira lição foi que, não importa o quão bom em alguma coisa você seja, sempre vai existir alguém melhor, e o único jeito de crescer e evoluir é abraçar e se rodear dessas pessoas melhores”, explica.

Musculação

Para João Paulo Faria, cofundador do PiniOn, o principal benefício da prática de exercício físico é descansar a mente. “Poder tirar todas as preocupações da cabeça e voltar a respirar da maneira correta. Com isso, minha mente volta a ficar livre para ter boas ideias”, conta.

Surfe

Muita gente usa o esporte para ter um momento para si. “Além disso, mantém o equilíbrio da mente, já que ajuda a balancear os muitos momentos de pressão que o empreendedor passa diariamente em sua rotina por ser dono do próprio negócio”, explica Frederico Lacerda, sócio fundador da aceleradora 21212, que surfa e anda de skate.


Triathlon

A disciplina dos treinos e a dedicação necessária para conseguir bons resultados podem ajudar na vida profissional de qualquer empreendedor. Benedikt Voller, co-CEO do Gaveteiro, treina na equipe Medley Triathlon na USP. No ano passado, foi campão paulista de Duathlon.


Escalada indoor

Para Florian Hagenbuch, cofundador da Printi, plataforma de serviços de impressão via internet, a escalada é um esporte solitário, mas ajuda a afinar a concentração. “Mais importante que isso é o efeito psicológico da escalada: muitas vezes as paredes parecem difíceis de serem superadas, mas através do desenvolvimento do autocontrole, é mais fácil chegar no limite”, explica. 


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Sua Equipe Não Rende o Esperado? Pode Ser Medo

No livro "Smart Tribes", a colunista da Forbes Christine Comaford diz que pessoas podem ficar presas a um estado em que só reagem para se "salvar". Veja como evitar

Por Luísa Melo

Funcionários que procrastinam e fazem um trabalho apenas "bom o suficiente" podem, na verdade, ter medos inconscientes que os aprisionam em um "estado de criatura", no qual qualquer atitude é tomada na tentativa de se manter a salvo.

"Muitas práticas de gestão científica da Era Industrial, bem como nosso próprio modelo inconsciente de segurança, podem inadvertidamente empurrar nosso pessoal a agir por medo, esmagar nossa cultura e sufocar a inovação e o crescimento", defende a especialista em neurociência aplicada e colunista da Forbes, Christine Comaford, em seu novo livro "Smart Tribes: how teams become brilliant together " (tribos inteligentes: como times se tornam brilhantes juntos). A obra ainda não tem tradução para o português.

O desafio da liderança seria, portanto, conseguir levar o time até o "estado inteligente", no qual as pessoas conseguirão usar toda a sua criatividade, inovação, consciência e engajamento emocional. "Nesse estado somos capazes de acessar todos os nossos recursos internos e responder por escolha, em vez de reagir impulsivamente por medo. Nós somos capazes de enxergar um futuro existente e nos sentir completamente tragados por ele, enquanto avidamente antecipamos as recompensas emocionantes que ele nos guarda", escreveu Christine.

Segundo ela, é quando grande parte dos integrantes de uma organização consegue alcançar o segundo estado que se constitui a tribo inteligente: uma equipe focada, colaborativa, que se empenha com paixão para resolver os problemas e fazer o que deve ser feito.

Em Smart Tribes, Chistine Comaford compartilha técnicas da neurociência que ajudam a mover um time, seguindo as cinco bases do "estado inteligente": foco, clareza, responsabilidade, influência e sustentabilidade. 

Veja como funciona cada um deles:

Foco

Para Christine, o foco é a base de tudo. O controle tem que ser feito agora, não amanhã e nem ontem.

Clareza

"Clareza significa deixar suas palavras, visões e intenções explícitas".

Responsabilidade

Segundo Christine, a responsabilidade precisa ser construída no grupo como uma costura, em que um ponto é seguido de outro, e assim por diante. Segundo ela, para ser efetivamente responsável, uma equipe precisa ser como "um time de remo bem orquestrado". 

Influência

Todo líder quer ser influente. Para conseguir o feito, Christine defende que é preciso aumentar o senso de segurança, pertencimento e importância na equipe comandada. Algo que pode ajudar, segundo ela, é um simples olhar no fundo dos olhos da pessoas que se deseja influenciar para "respirar através dos pulmões dela, experimentar o que ela está experienciando". 

Sustentabilidade

Segundo Christine, sustentabilidade é uma relação em que todos ganham. Em uma organização, a ideia é proporcionar aos funcionários uma boa mistura de atividades que excitam e energizam, para compensar as coisas que inevitavelmente colocam as pessoas para baixo. "Se compensamos nosso pessoal com esforços não-sustentáveis, as chances são de que eles [os funcionários] irão ter uma boa performance até conseguir a recompensa prometida e então eles vão embora". 

Sobre Christine Comaford

Cristina Comaford, além de autora de bestselles, trabalha há 30 anos como coach, ajudando empresas a crescerem e realizarem mudanças, com base na neurociência. Como empreendedora, ela criou cinco negócios que têm uma média de retorno de 700% do investimento. Já foi diretora do conselho de administração de 36 startups e investiu em mais de 200 delas, incluindo o Google. O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clintou chegou a agradecê-la por "promover o espírito empreendedor norte-americano".


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5 Pessoas Que Você Deve Fazer Amizade no Trabalho

Autor: Nathaly Bispo

É comum os profissionais terem uma ideia errada sobre como fazer network: muitos acreditam que a única forma de alcançar o sucesso é sendo “puxa-saco” do chefe. Entretanto, os colaboradores experientes sabem que manter um bom relacionamento com as pessoas certas no trabalho é uma excelente maneira de expandir suas carreiras.

A seguir, o coaching de carreira João Motonella, preparou um resumo de perfis profissionais que devem estar na sua lista de relacionamentos diários:

1. Assistente administrativo

Uma vez que os administradores são a maioria em qualquer organização, estão em constante contato com muita gente e lidam com o trabalho praticamente bruto. Eles sabem o que está acontecendo em tempo real.

“Além disso, por se tratar de pessoas com um cargo não tão elevado, todos se sentem mais a vontade em manter uma relação de coleguismo com elas, e acabam questionando coisas que provavelmente não diriam, por exemplo, a um gerente”, diz Motonella.

2. Analista de RH

Quem trabalha no RH sabe quando é aberto o período de contratação, quais são as metas atuais da empresa, se ocorreram algumas mudanças no quadro de funcionários, etc. “Em grandes companhias, o analista de RH pode indicar até as datas dos próximos programas de desenvolvimento de liderança e dar dicas sobre como tornar-se um candidato atraente para ser incluído em tais oportunidades”, afirma o coaching.

3. Estagiário

Os colaboradores precisam lembrar que os estagiários não estão lá apenas para fazer as piores tarefas, eles podem assumir atividades menos burocráticas para que o profissional analista consiga ter um tempo maior ao desenvolver o trabalho mais crítico.

“Trabalhar com um estagiário agrega muito do ponto de vista educacional, é uma ótima maneira de aprender o que há de novo em sua área de atuação, ou até mesmo ter novas idéias sobre conceitos que você costumava conhecer de outra forma”, observa o coaching de carreira.

4. Segurança

Os seguranças veem quem está indo e vindo do prédio, se e quando ocorreu o último crime nas proximidades, se o trânsito está lento, dentre outros acontecimentos dos arredores. Se o espaço do escritório é compartilhado com outras empresas, eles conhecem quais são as políticas e condutas de cada uma delas.

João Motonella aponta que fazer amizade com esses profissionais é também uma forma de mostrar que você não acha que ninguém é inferior a ninguém.

5. Zelador

É o “sabe tudo”: sabe os problemas de manutenção do local de trabalho e conhece muita gente dentro do escritório. Geralmente o zelador é uma pessoa mais velha (em alguns casos aposentados), então o papo com esse profissional é livre de formalismos, além de ser muito produtivo por se tratar de uma pessoa com muita experiência.

O coaching de carreira adverte que focar na lábia e no networking pode funcionar por um tempo, mas só isso não vai fazer sua carreira prosperar em longo prazo. “Tornar-se referência naquilo que faz é importante, porém não podemos esquecer que um bom profissional tem que ser também uma boa pessoa, persuasiva e humilde”, conclui.


10 Males Que Afetam Empresas

Por que não conseguimos tomar decisões, mesmos as mais simples, sem causar algum tipo de problema?

Por Alfredo Pinto, 

Em muitas empresas, esses males vêm desde a alta gestão e chegam até os funcionários da linha de frente. As pessoas sabem que muitas decisões importantes demoram muito para ser tomadas, não atingem o resultado esperado ou, por razões diversas, não se transformam em ações efetivas. São essas as queixas mais comuns no ambiente corporativo.

Mas tomar a decisão errada é apenas um sintoma. A melhor maneira de enfrentar essa situação é identificar a origem do problema e corrigi-lo. Sua empresa está com algum destes males na hora de tomar decisões?

1) Visão turva. Em algumas organizações, as pessoas não têm acesso ao contexto completo para a tomada e execução de decisões importantes. Elas não sabem que rumo tomar, muito menos como tomá-lo.

2) Dupla personalidade. Há uma visão, uma perspectiva... mas as pessoas interpretam de formas distintas ou não concordam com a visão. Por exemplo: uma empresa britânica de varejo desenvolveu um plano ambicioso para abertura de lojas. Mas as várias áreas da empresa - compras, design de lojas, operações etc. - tinham ideias diferentes sobre como conduzir o que foi planejado. O resultado: decisões paralisadas e demora no lançamento.

3) Decisão travada. A empresa se esforça, mas nada acontece. As operações europeias de uma empresa automobilística quase foram à falência e, ainda assim, seus carros continuavam pouco competitivos e atrasados em relação ao mercado. Tudo isso por uma única razão: o departamento de desenvolvimento de produtos acreditava ter o que havia de mais moderno em recursos disponíveis para os carros, enquanto o departamento de marketing discordava. Resultado: decisão travada e nada era executado.

4) Estrutura disfuncional. A estrutura da organização impede que seja tomada a melhor decisão e trava a execução do plano. Uma empresa de aluguel de automóveis na Europa era organizada por países. Mas, como oferecer serviços “sem fronteiras” aos altamente rentáveis clientes que viajavam por todos esses países se a empresa funcionava como estruturas regionais separadas?

5) Paralisia nos processos. Processos tendem a parar porque ninguém os desenhou com foco nas decisões importantes. Em uma empresa farmacêutica, o time de desenvolvimento de produto gastava um esforço enorme em análises clínicas detalhadas de todas as drogas antes de chegar a um estagio final. Finalmente, alguém percebeu que poderia inverter a ordem e só fazer as análises detalhadas para as drogas aprovadas nas outras etapas.

6) Confusão de informações. As informações necessárias para tomar decisões importantes não estão disponíveis no momento ou na forma correta. Por outro lado, os tomadores de decisão são inundados com mais dados do que eles poderiam decifrar e usar.

7) Incentivos errados. Medidas e incentivos que não reforçam boas decisões. O fracasso que ocorreu em Wall Street em 2008 é um exemplo: muitos traders receberam bônus desproporcionais por decisões que podem destruir o valor de suas empresas no longo prazo.

8) Deficiência de talentos. Posições importantes para as principais decisões não são ocupadas por pessoas com a experiência e competências necessárias. Uma empresa de telecomunicações em situação difícil percebeu que apenas 40% de suas posições críticas eram preenchidas por talentos, e apenas 30% de seus melhores gerentes estavam em postos-chave.

9) Comportamentos desalinhados. Líderes minam a eficácia de tomada de decisão e execução, muitas vezes involuntariamente. O CEO de uma grande empresa de produtos de consumo reestruturou a organização em torno de uma nova visão e missão globais. Mas muitos diretores regionais continuaram a operar da mesma forma que antes, pondo os interesses locais em primeiro lugar.

10) Colapso cultural. A organização não estabeleceu uma identidade e continua seguindo em frente. As decisões desaparecem em uma cultura disfuncional. No fim de 1990, uma empresa de tecnologia para energia e automação teve dificuldade com quase todas as decisões importantes, inclusive em propostas de grandes negócios. As muitas unidades da companhia seguiam suas próprias prioridades e disputavam entre elas. Alguns gerentes respondiam a três, quatro, até cinco chefes, e tinham de obter aprovação de todos eles nas principais decisões.

Todos esses males podem ser tratados. O remédio, na maioria das vezes, é aprimorar os processos de decisão, atribuindo funções de decisão claras e, então, criar um ambiente que dê suporte às grandes tomadas de decisão e execução.

Mesmo um colapso cultural, responde bem aos tratamentos certos. Essa mesma empresa de tecnologia para energia e automação eliminou uma camada de gestão e centralizou a prestação de contas de lucros e perdas. Formou uma liderança forte e coesa, alinhada em torno de objetivos bem definidos, comunicados e compreendidos. Em 2007, a companhia estava de volta ao caminho certo, com preço das ações e valor de mercado cinco vezes maior que antes.

Alfredo Pinto é Partner no escritório da Bain & Company em São Paulo, graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (Brasil), e possui MBA pela The Anderson School da University of California, Los Angeles (EUA).


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A Diferença entre o Plano de Projeto e o Project Model Canvas



O Plano de Projeto é o documento que reúne e organiza todos os documentos da fase de Planejamento, devendo ser elaborado pela equipe de Gerenciamento de Projetos e aprovado pelo Patrocinador. O Plano de Projeto é extremamente popular e é muito utilizado em cursos acadêmicos.

Em teoria o Plano de Projeto define como o Projeto será executado, monitorado, controlado e encerrado, e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o projeto foi aprovado. Na prática, são poucos os gerentes que produzem um plano de projeto completo. Normalmente, usam fragmentos do Plano de Projeto apenas para cumprir um protocolo. Eles elaboram documentos que, em grande parte, não sabem para que serve.

Com a publicação do Project Model Canvas, o Plano de Projeto sofreu um forte golpe. Mesmo tendo a mesma utilidade, eles são completamente diferentes. Enquanto um Plano de Projeto é um documento textual e longo, o PM Canvas é uma página única. Ele, na verdade, é um diagrama visual em que você consegue avaliar um projeto inteiro integrando escopo, tempo, requisitos, entre outros.

O Project Model Canvas, criado pelo professor José Finocchio Jr., utiliza conceitos de gerenciamento de projetos, neurociência e design thinking para simplificar a elaboração do Plano de Projeto. Você pode conhecê-lo melhor em um livro muito legal chamado “Project Model Canvas - Gerenciamento de Projetos Sem Burocracia”.

O Project Model Canvas é uma ferramenta muito mais versátil e mais fácil para ser usada de maneira colaborativa entre sua equipe. Ele permite que você realize a prototipação, ou seja, na criação de várias versões do seu projeto em uma única página. Ao contrário do Plano de Projeto em que toda vez que você cria uma nova versão, deve escrever muitas páginas.

Então podemos dizer que o Project Model Canvas é a ferramenta do momento, afinal, cada vez mais empresas estão adotando este método para facilitar o planejamento e a concepção de novos projetos. Você já pode ter essa experiência ao utilizar o Project Builder, onde é possível gerar o Canvas a partir das informações do seu projeto.


Referências:

- Project Model Canvas - Gerenciamento de Projetos Sem Burocracia; Autor: Finocchio Junior, José; Finocchio Junior, José; Editora: Elsevier – Campus
Fontes (imagem e texto): www.projectbuilder.com.br

Como Trabalhar Com Uma Pessoa Que Você Não Gosta

Autor: Nathaly Bispo

Os seres humanos são orientados a viver bem e serem aceitos na sociedade desde o dia em que nascem. Essa atitude provém do contato quase que cotidiano com diversas pessoas: parentes, colegas, amigos, professores, etc.

No entanto, o convívio social também não é tarefa fácil, muitas vezes temos que “suportar” pessoas com as quais não temos nenhum tipo de afinidade. Pior do que isso é quando a rixa pessoal é confrontada numa situação de âmbito profissional.

“É muito comum haver brigas e discussões entre colegas de trabalho, porém, é mais comum ainda essas desavenças partirem de profissionais que não têm nenhum tipo de relação amigável e realmente alimentam ódio entre si. Já presenciei casos de demissão por justa causa onde os funcionários saíram ‘no tapa’ por questões que nada tiveram a ver com o trabalho”, afirma a especialista em desenvolvimento humano e organizacional, Ruth Maria Kpicioni.

É necessário ter cautela ao definir o que faz com que determinada pessoa seja vista como um desafeto e não deixar que isso atrapalhe o desempenho das funções profissionais. Estas seis dicas indicadas por Ruth podem ajudar a fazer o problema desaparecer:

1. Reformule sua perspectiva

Um bom exercício é treinar para se concentrar nas boas qualidades que essa pessoa possui. Este ato de valorização pode levá-lo a perceber quando ela está sendo agradável e ajudá-lo a ignorá-la quando for desagradável. Tente mentalmente fazer uma lista de todas as coisas boas que ela faz e intencionalmente notar essas coisas durante o dia.

2 . Não demonstre seu desafeto

Existe alguma maneira de ignorar ou evitar a pessoa que está fazendo mal? Fingir que não é afetado pelo comportamento ruim pode ser uma boa atitude para cessá-lo – especialmente se ele está agindo de maneira que é intencionalmente destinada a ferir você.

3 . Não tenha medo de dizer o que está errado

Confrontar a pessoa que não gosta e dizer o que exatamente o incomoda nela, pode fazê-la repensar a forma como age. “Na maioria das vezes, as pessoas são completamente alheias à como o seu comportamento atinge os demais, e trazer isso a tona pode ser o incentivo pra elas mudarem suas ações”, indica a especialista Ruth.

4. Seja gentil

Tente conectar-se com a pessoa para desenvolver uma relação mais próxima. Às vezes, conhecer alguém um pouco melhor e estender a mão em sinal de amizade pode fazer a pessoa começar a abrir caminho para você.

5. Seja rude

Há ocasiões em que a única maneira de conseguir que alguém perceba o que está errado é sendo grosseiro. “Tenha cuidado, no entanto, porque se o problema acabar tendo que ir a uma autoridade superior, é importante que a pessoa não tenha qualquer munição contra você”, explica Ruth Kpicioni.

A especialista acrescenta que se o profissional tentar essa abordagem, ele tem que deixar claro o porquê disso. Por exemplo, “Eu critiquei sua ideia na reunião, porque é assim que você sempre faz comigo. Se não gostou de como se sentiu, talvez não devesse fazer isso com os outros”.

6. Denuncie como último recurso

Ninguém quer ser rotulado de “fofoqueiro”, mas algumas situações são simplesmente impossíveis de se conviver. Se todas as alternativas de empatia falhar, uma intervenção é necessária para cessar o comportamento, caso ele realmente esteja prejudicando o ambiente profissional.

“Tenha uma conversa com seu superior direto, use argumentos para explicar como o desafeto com tal profissional está afetando seu desempenho, e consequentemente, a organização. Um mau relacionamento entre pessoas da mesma equipe pode reduzir o pensamento criativo, a produtividade e a moral da equipe em relação às demais, esses motivos são suficientes para o gestor intervir”, finaliza a especialista em desenvolvimento humano e organizacional.


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Série SEU NEGÓCIO - Como Está o Nível de Confiança do Seu Negócio?

A taxa de confiança empresarial cresceu em 17 países, diz estudo

Por Guy Berruyer,

Os presságios, em relação à economia, têm melhorado já há algum tempo. Em todo o mundo temos visto sinais da melhoria da recuperação financeira, particularmente entre os países industrializados. Agora, o Índice de Empresas Sage confirma este acentuado crescimento de confiança empresarial entre as pequenas e médias empresas, principalmente no que diz respeito à forma como esses estabelecimentos encaram as suas próprias perspectivas de negócios. 

É importante mencionar que a confiança nas suas próprias perspectivas de negócio subiu, de forma consistente, após anos de declínio, notáveis seis pontos percentuais em quase todos os 17 mercados inquiridos, com uma média global de 62,01 numa escala de 100. Obviamente, essas são ótimas notícias. Contudo, é preciso ter calma: não podemos nos enganar, já que estamos ainda nos primeiros passos da recuperação. A confiança dos pequenos e médios empreendedores está aumentando ainda mais, contudo ainda continua frágil. 

Apesar de manter confiança em si própria, a maioria das empresas não acredita no futuro das suas economias, muito menos da economia global, uma vez que ambos índices estão abaixo dos 50%, o que é motivo de muita preocupação. E como é óbvio, tudo depende de grandes incidentes ou choques que podem acontecer a nível econômico, político e ambiental. O regresso da confiança é um bom sinal para todos. Entretanto, é recomendável ter cautela até termos exemplos concretos de que se trata de um regresso generalizado e durável. 

Um novo elemento da sondagem deste ano centra-se nas perguntas relacionadas com a capacidade de correr riscos. Na Sage, acreditamos que correr riscos empresariais calculados é parte fundamental de uma estratégia empresarial. Se não experimentarmos coisas novas, nunca as conseguiremos descobrir. Se não falharmos não aprendemos lições preciosas. Nesta época de maior confiança, em que podemos ter a certeza de que a concorrência é a cada dia mais acirrada, considero que deve ser aplaudida uma atitude positiva face ao risco. 

As empresas precisam de líderes que estejam dispostos a correr riscos e a desenvolver os seus negócios. E isto é importante porque as PMEs são o motor da economia e a principal fonte de novos empregos. No Reino Unido, por exemplo, as pequenas e médias empresas empregam quase dois terços das pessoas do setor privado e geram metade dos rendimentos. As empresas precisam de uma atitude voltada para o risco se quiserem atingir uma velocidade de recuperação. 

Assim, é interessante ver que cerca de metade dos líderes empresariais inquiridos se considerem como afeitos ao risco. Este número é mais elevado nos países em vias de desenvolvimento, com a Alemanha, os Estados Unidos e a França, os quais estão no meio do caminho. Curiosamente, o Reino Unido juntou-se à Suíça e à Áustria como (em termos relativos) avessos ao risco. 

Por fim, algumas preocupações e problemas perenes continuam a surgir no Índice. O maior desafio a nível global foi a aquisição de novos clientes. As preocupações relacionadas com a burocracia e os impostos aumentaram exponencialmente em comparação com o ano passado. A gestão de fluxo de caixa e atrair e reter os funcionários certos ficaram classificados como o segundo e terceiro maiores desafios a nível global. Outros desafios incluíram a automatização e simplificação dos processos e a expansão para novos mercados.


Guy Berruyer é Diretor Executivo, Sage Group plc.
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Dez Dicas Para Melhoria da Comunicação no Trabalho


Por André Tadeu,

1. O melhor indicador de sucesso da comunicação é a resposta obtida. Se você não tem o retorno desejado, mude conteúdo, formato ou meio de comunicação. A responsabilidade do sucesso na comunicação é do emissor. Normalmente os grandes comunicadores são flexíveis e perceptivos sobre as necessidades das outras pessoas.

2. Direção e alta gerência devem liderar o processo de revisão dos processos de comunicação para identificar ruídos, bloqueios e distorções. O exemplo dos executivos geralmente é seguido por toda a organização. Melhorar a comunicação normalmente demanda tempo, persistência e disciplina e traz enormes ganhos de produtividade e motivação. E isso só é possível quando o exemplo vem de cima.

3. Identifique os vícios de linguagem, palavras a serem evitadas e faça uma campanha de conscientização para toda a equipe. O bom humor ajuda neste processo. Foque nos problemas e não em quem tem o problema. Valorize a melhoria da capacidade de comunicação oral e escrita. Invista em palestras e cursos na empresa e coloque a expressão verbal como item de avaliação profissional.

4. Grande parte dos ruídos e bloqueios na comunicação não está no verbal, nas palavras, e sim no não-verbal, no tom de voz, gestos, posturas corporais. Ou seja, muitas vezes o problema não é o que se fala, mas como se fala. Para eliminar problemas que não são sequer nomeados ou conscientes, é necessário criar um código interno de comunicação, uma cartilha de práticas e valores cotidianos que facilitem a comunicação.

5. Valorize todos os canais de percepção para as mensagens importantes: imagens, gráficos, cores para os visuais; conversa para os auditivos e demonstração prática para sinestésicos, que percebem pelo olfato, tato e paladar.

6. Construir a sintonia no processo de comunicação requer prestar atenção e se comunicar de maneira harmônica com o outro. Se você for flexível e deixar o outro confortável, seu poder de persuasão será maior. O grande comunicador é um bom ouvinte, observador e fundamentalmente empático - percebe o que não foi dito, mas está presente na linguagem não verbal.

7. Identifique as pessoas com quem você tem mais dificuldades de se comunicar, assim como situações nas quais sua comunicação é ineficaz e monte seu plano de gestão de relacionamentos. O importante é você assumir a iniciativa para resolver o problema. E ter a coragem de mudar a sua atitude diante do problema.

8. Um profissional bem sucedido normalmente negocia no ganha-ganha, raramente no ganha-perde - quando eu estou certo e você errado - ou no perde-ganha - você está certo e eu errado. Lembre-se que o perde-perde é para amadores! O ganha-ganha requer buscar boas soluções para todos os lados e, embora algumas vezes seja difícil e trabalhoso, essa solução resguarda as relações para o futuro. E relações duradoras com clientes e parceiros é um capital importantíssimo para qualquer profissional.

9. Reuniões e apresentações eficazes normalmente são objetivas, baseadas em informação confiável e em linguagem acessível ao público. Portanto, coloque-se no lugar de seus interlocutores e pense na melhor estratégia e conteúdo. Se você tem dúvida, discuta com alguém ou pergunte aos receptores.

10. Incentive a cultura e a rotina do feedback na sua empresa e departamento. Isso normalmente traz impacto positivo em todos os indicadores da organização. E quando se estabelece como hábito, ele se torna automático e reduz muito a quantidade de conflitos e mal entendidos na empresa.

André Tadeu Aguiar de Oliveira é autor e ator teatral voltado para teatro-treinamento e é diretor da Central Paulista de Produções e Cursos Livres Ltda.
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5 Ideias Para Fazer Uma Reunião Diferente

Brainstorming em ritmo de jogo, cronômetros e chapéus podem ser utilizados para tornar os encontros mais proveitosos e menos entediantes

Por Adriano Lira

Reuniões são importantes, claro. Mas não há como negar que muitas mais atrapalham do que ajudam: são longas, fazem com que os funcionários percam parte do expediente e podem não resolver os problemas que motivaram o próprio encontro. A boa notícia é que é possível tornar esses momentos mais dinâmicos e produtivos.

Abaixo, listamos cinco opções, sugeridas por Alair Helena Ferreira, coordenadora do curso de tecnologia e gestão de recursos humanos do Centro Universitário Senac, e por Jean Rosier, sócio da escola de atividades criativas Perestroika. Antes de escolher uma delas, porém, vale ter em mente uma observação de Alair: “A cultura do negócio e as características do time têm de ser levadas em conta na hora de decidir como a reunião será feita". Confira:

1 - Brainstorming em ritmo de game

A técnica de brainstorming é bastante conhecida no mundo corporativo e consiste em uma verdadeira “tempestade de ideias”. É nessa hora que os participantes de uma reunião fazem sugestões e propostas que podem ser aplicadas em uma empresa. Na Perestroika, com o objetivo de estimular a criatividade, foi instituído em “brainstorming gamificado”, nas palavras de Rosier.

Funciona assim: os participantes são divididos em grupos e, assim como nos jogos eletrônicos, o processo é dividido em fases. Na primeira, o que importa é a quantidade de ideias propostas – todas as sugestões, por mais absurdas que possam parecer, são anotadas por um membro do time. A equipe vencedora é aquela que pensar em mais ideias. Nas fases seguintes, as ideias são desenvolvidas pelos participantes. Em cada passo, há uma premiação simbólica para o grupo que teve o melhor desempenho. “A competição ocorre por um bem comum, o que traz benefícios para todos, não importando quem ‘ganhou’ ou ‘perdeu’”, diz Rosier.

2 - Sem liderança, com mediação

Nessa proposta, quem normalmente lidera a reunião assume o papel de mediador, uma figura que se mantém mais distante e só interfere quando é preciso manter o foco dos participantes nos assuntos que interessam. "Para que um encontro desses funcione, o mediador precisa conhecer e confiar nos membros de seu time. Ele também deve conduzir o grupo para que todos os assuntos sejam discutidos efetivamente e no tempo certo", afirma a professora do Senac.

3 - Chapéus pensantes

Um processo criativo diferente utilizado nas reuniões da Perestroika envolve o uso de chapéus coloridos. Cada um deles indica uma característica: o participante que coloca um chapéu preto só enxerga uma situação de forma negativa, enquanto quem estiver com o amarelo é o maior dos otimistas; já o portador do chapéu branco fala tudo com base em números, sem dar nenhum palpite, e quem usa o vermelho encarna o papel de quem só opina, sem se ater aos dados; por fim, a dinâmica conta com um chapéu verde, que confere a quem o usa a função de abusar de ideias criativas, e um azul, utilizado pela pessoa que vai organizar tudo o que for discutido.

De acordo com Rosier, a distribuição dos chapéus pode ser feita conforme com a personalidade de cada membro da equipe, mas pode obedecer a outros critérios. “Na verdade, o arranjo pode ignorar as características dos participantes. Isso fará com que todos enxerguem uma questão de forma diferente”, afirma.

4 - Contagem regressiva

Um cronômetro pode ser utilizado na tentativa de acelerar uma reunião. A ideia é simples: acabou o tempo, acabou a conversa. Segundo a professora do Senac, a prática surte mais efeito quando uma equipe faz encontros diários, que precisam ser rápidos. "Em outros casos, a contagem regressiva pode deixar os participantes angustiados e, por questão de segundos, impedir o surgimento de uma boa ideia."

5 - Tática antibombardeio

A timidez e o medo de ter as ideias rejeitadas fazem com que muita gente fique de boca fechada durante uma reunião. Para evitar que as sugestões dos participantes sejam “bombardeadas” por outros, a Perestroika usa uma tática batizada por eles de “Yes... And” (“Sim... E”). São essas as palavras que deverão servir como resposta a qualquer sugestão – nunca “não”.

Nesse tipo de reunião, os outros participantes sempre precisam somar conceitos à ideia inicial e nunca derrubá-la. Quando a sugestão não é das melhores, vale adaptá-la até que ela se transforme em algo que pode ser aplicado. “Dessa forma, ninguém deixa de falar o que pensa, e pode ser que uma tática como essa contribua para que coisas muito legais sejam propostas”, diz Rosier.


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