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As 10 Principais Razões Para Profissionais Odiarem Seus Trabalhos

Funcionários desmotivados podem custar caro para uma empresa. Veja como empregadores deveriam resolver cada problema

Por O Globo 

Um estudo recente da Dale Carnegie Training mostrou que quase três quartos dos trabalhadores não estão totalmente engajados em seus trabalhos. A falta de envolvimento pode ser um sinal de insatisfação com o trabalho — e funcionários desmotivados podem custar muito caro para uma empresa. Ilya Pozin, fundador da Ciplex, uma companhia de web design e marketing de Los Angeles, listou, em artigo para o LinkedIn, as 10 principais razões, em ordem decrescente, para que profissionais odeiem seu trabalho (e como empregadores poderiam resolver os problemas).

Confira:

10. Eles pensam que “a grama do vizinho é mais verde que a sua”. Se os amigos do profissional estão tendo uma experiência incrível em outra empresa, por que ele não teria inveja? A transparência de benefícios para os funcionários em outras empresas, por vezes, podem levar funcionários a sonhar em trabalhar em outro lugar. Empresários devem ficar de olho no que as outras empresas estão fazendo e tentar se igualar onde for possível. Claro, nem sempre vai dar pra ficar em pé de igualdade com o Google, mas por que não tentar dar aos funcionários algo digno de se vangloriar?

9. Os valores dos profissionais não se alinham com os da empresa. A insatisfação será certa se os funcionários não acreditam na mesma coisa que a empresa. Se a companhia valoriza a criatividade e a colaboração, é fundamental fazer uma triagem baseada nesses valores no processo de contratação. Dar feedback regularmente também pode ajudar empresa e funcionários a ficarem em sintonia no que diz respeito às necessidades e valores do negócio.

8. Os profissionais não se sentem valorizados. Se a empresa não investe em fazer um "afago" nos seus funcionários, a felicidade deles ficará, por certo, afetada. Reconhecimento dá origem a lealdade. O que você, empresário, está fazendo para mostrar para seus funcionários que eles são valorizados membros da companhia? Isso não significa dar recompensas monetárias para cada realização - em vez disso, vale elogiar o trabalho regularmente e ocasionalmente lançar mão de uma recompensa por um desempenho incrível.

7. Insegurança no emprego. É fácil não gostar de seu trabalho quando você está preocupado se ainda terá o emprego daqui a alguns meses. Se a empresa está passando por tempos difíceis, busque ser transparente e trabalhe para manter o alto astral e o envolvimento de suas equipes. Ou os funcionários podem acabar deixando você por medo do futuro.

6. Não há espaço para desenvolvimento na carreira. Qual é a política da sua empresa para as promoções? Muitos funcionários acabam se sentindo desmotivados quando não há chance de avançar dentro de sua empresa. Sua empresa pode ser pequena, mas é importante para criar um plano para os funcionários crescerem com ela.

5. Eles estão insatisfeitos com o salário. Nada apaga mais a paixão que a sensação de receber menos que merece. Aumentar os salários dos funcionários pode ser algo fora da realidade em determinados momentos, mas o empresário deveria considerar perguntar a eles o que acham que deveria ser feito — a honestidade dos profissionais pode surpreendê-lo.

4. Há burocracia demais. As regras podem arruinar sua equipe. Nada é mais frustrante do que não ser capaz de tomar suas próprias decisões. Aumentar a autonomia dos empregados, dando-lhes espaço para atingir objetivos, é fundamental. Isto estabelece um nível saudável de confiança, produtividade e benefícios para a empresa como um todo.

3. Os funcionários não estão sendo desafiados. Seus funcionários estão numa busca constante de aprimorar suas habilidades através de seu trabalho. A empresa deve investir em descobrir se seus funcionários sentem que estão adquirindo bons conhecimentos. Se eles não estão se tornando melhores, certamente buscarão um lugar onde sentem que podem melhorar.

2. A paixão se foi. Há uma enorme diferença entre viver para o trabalho e trabalhar para viver. Seus funcionários amam o que fazem? O mercado de trabalho tem levado muitas pessoas a assumirem empregos que não amam. Concentre-se na contratação de funcionários completamente apaixonados e dê-lhes condições de manter sua paixão durante todo o seu tempo na empresa.

1. O chefe é um péssimo chefe. Má gestão pode arruinar até mesmo os funcionários mais apaixonados e bem remunerados. A empresa não pode deixar que uma péssima gestão e a falta de habilidades de liderança arruínem a unidade da sua força de trabalho. Você é autoritário? Crítico demais? É um mau comunicador? Se você tem empregados infelizes, a primeira coisa que você deve olhar é para seus hábitos de gestão. A próxima coisa a fazer é conversar com seus funcionários para investigar o problema.


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8 Aplicativos Que Aumentam a Sua Produtividade

Você tem tido problemas com a sua produtividade porque não consegue manter o foco? Confira 8 aplicativos que podem aumentar a sua concentração

As redes sociais, hoje em dia, têm sido um dos maiores motivos da falta de foco de muitos funcionários. Se você está sentindo que precisa melhorar a sua concentração, veja a lista de 8 aplicativos que podem ajudar:

1 – StayFocused

Este aplicativo está disponível para usuários do Chrome. Você instala como uma extensão, e você pode cadastrar quais são os sites que você mais acha que diminuem a sua produtividade. Depois disso, você limita a quantidade de tempo que você pode ficar nesses sites por dia e, após atingir esse limite, o aplicativo bloqueia o acesso.

2 – LazyMeter

É uma lista de afazeres online que representa o seu avanço em uma tarefa, além de permitir que você risque as tarefas terminadas. O site possui uma interface gráfica que facilita a sua visão de como está indo o seu trabalho e quais metas ainda faltam serem atingidas. Você pode acessar o aplicativo do seu computador ou do seu smartphone.

3 – Wonderlist

Outra lista de afazeres online. Permite que você crie uma agenda de tarefas a serem realizadas, e ainda divide as tarefas em “áreas” da sua vida. Dessa forma, ela se torna uma ótima ferramenta para aqueles que sempre se esquecem se fizeram uma coisa, ou não.

4 – LeechBlock

É uma extensão para o Firefox, similar ao StayFocused. Também permite que você selecione quais sites deseja bloquear, além de mostrar quanto tempo do seu dia você desperdiça nas suas redes sociais e outros sites de entretenimento.

5 – Lumosity

Se você acha que a sua capacidade de atenção está diminuindo e que você não tem mais a memória que costumava ter, essa ferramenta pode ser uma boa saída. Ele disponibiliza jogos e testes online que prometem desenvolver a sua capacidade de focar em coisas e aumenta a sua memória.

6 – Fit Brains

O Fit Brains é um site que promete desenvolver o seu cérebro, aumentar a sua memória e melhorar a sua capacidade de manter o foco. Além disso, o site mostra onde você tem falhado e criar exercícios específicos para o seu cérebro.

7 – Self Control

Este aplicativo gratuito é uma maneira de realmente focar no que você precisa, pois ele bloqueia o seu navegador para receber informações de certos sites. Ele é ótimo caso você tenha um deadline quase impossível ou precise bloquear a internet para desenvolver um projeto.

8 – Focus Booster

Outro aplicativo gratuito que irá ajudar na sua concentração. Ele utiliza uma técnica que promete manter o seu foco – 25 minutos produtivos, com 4 pausas de 5 minutos entre eles. Após as 4 pausas, você pode ter um descanso mais longo.


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5 Lições Que os Empreendedores Não Aprendem na Faculdade

Eduardo Ferraz lista o que é preciso saber para fazer uma boa gestão do pequeno negócio

Por Camila Lam (Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas)

Basicamente, existem dois grandes tipos de conhecimento que podemos assimilar para fazer uma boa gestão na empresa: o conhecimento explícito e o conhecimento tácito.

O conhecimento explícito tem relação com conceitos teóricos e é aprendido desde a alfabetização até a faculdade ou pós-graduações, bem como em treinamentos técnicos, e está sistematizado em livros, teses acadêmicas ou manuais de instruções. Para simplificar, seria como fazer um bolo usando uma receita que já foi testada e funcionou bem milhares de vezes.

O conhecimento tácito é o saber como fazer e está relacionado às habilidades que se adquirem com a experiência prática. Esse conhecimento é aquele que nos permite andar de bicicleta de olhos fechados, falar ao telefone e navegar na internet ao mesmo tempo ou preparar um bolo sem usar receita. É um tipo de conhecimento que só se aprende fazendo e não há como transformá-lo em manuais de treinamento. 

Aprende-se muita teoria interessante no ensino tradicional, mas o que realmente faz a diferença são as lições que o gestor só aprende na base da tentativa e erro, ou seja, aqueles conhecimentos que só a vida ensina. Vamos a alguns exemplos:

1. Saber quando alguém está mentindo

Não existe manual técnico capaz de identificar mentiras. Entretanto, há pessoas que identificam sinais que só elas percebem.

2. Quando desistir de um projeto

Só depois de muitos anos de vivência prática o gestor aprende a hora de parar. Quem já perdeu muito por teimosia costuma aprender da pior maneira, mas jamais esquece.

3. Acertar na contratação de funcionários

Por mais que se siga um ótimo roteiro teórico, a experiência, que muitos chamam de intuição, faz enorme diferença na hora selecionar as pessoas que darão certo em sua empresa.

4. Mediar conflitos

Existem excelentes cursos de negociação, mas nenhum ensina o “timing” exato de como desarmar ou evitar conflitos graves.

5. Começar um novo negócio

Os riscos de empreender são muito altos e quem já fracassou e acertou muitas vezes tem uma chance de sucesso bem maior que os meramente teóricos.


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12 Filmes Para se Motivar Para o Trabalho (Até o Fim do Ano)

Quando a motivação para o trabalho dá sinais de enfraquecimento, o cinema pode ser uma ótima ferramenta de inspiração. Confira filmes que ajudam nesse processo

Por Camila Pati

Entusiasmo constante na atuação profissional é uma das regras que as pessoas de sucesso não quebram, dizem os especialistas. Automotivados, profissionais assim costumam subir os degraus da carreira com mais facilidade do que os demais.

Mas, quando a motivação interna para trabalhar dá sinais de enfraquecimento, é possível recorrer a fatores externos para garantir o fôlego tão necessário para encarar o expediente. E o cinema pode ser uma ótima ferramenta de inspiração para enfrentar o mundo real.

Confira 12 filmes que podem ajudar nesse processo trazendo um sopro de motivação para profissionais de todas as áreas, na opinião de quatro especialistas:

Monstros S. A.

Mike e Sulley são monstros empregados da empresa Monstros S/A, que gera energia por meio dos gritos das crianças. O lucro da empresa cai quando as crianças perdem o medo e não se assustam mais. É quando Sulley conhece uma garotinha e descobre uma nova fonte de energia.

“Indico este filme com o foco de observação na comunicação empresarial. Itens como: os aspectos da formalidade, da informalidade, das relações interpessoais, feedbacks, ruídos da comunicação, metas claras, definição de processo, busca por resultados e confiança em equipe são alguns que o profissional deve estar atento”, diz a coach Mariella Gallo.

Diretor: Pete Docter
Ano: 2001
Duração: 92 min

Forrest Gump

Sob a perspectiva do bem intencionado Forrest Gump (Tom Hanks), um jovem com inteligência limitada, o filme traz passagens marcantes de 40 anos de história dos Estados Unidos. Apesar de não ter um QI alto, Forrest Gump ganha destaque em grande parte das situações descritas.

“O filme é uma comédia e drama ao mesmo tempo e a vida da gente também é isso, comédia e drama”, diz o diretor de RH da Finnet, Yoshimiti Matsusaki. 

De acordo com ele, a grande lição que fica é que, mesmo com limitações é possível superar obstáculos e ser feliz. “Ninguém é perfeito, mas dentro dessas imperfeições conseguimos conquistar muitas coisas”, explica.

A questão da força da palavra dele também um detalhe observado por Matsusaki. “Ele cumpre a promessa feita ao amigo durante a guerra e mesmo ele tendo morrido, o Forrest mantém a sua palavra. É difícil encontrar pessoas assim hoje em dia”, diz o diretor de RH da Finnet. ]

Diretor: Robert Zemeckis
Ano: 1994
Duração: 141 min

Apollo 13

A história verídica da missão Apollo 13, da NASA, tem muito a contribuir para a inspiração, principalmente, de quem é chefe de uma equipe, de acordo com a coach Mariella Gallo.

“Indico este filme para que se observe e que seja fonte de inspiração de como um líder deve conduzir uma equipe para buscar um resultado específico sobre forte pressão e incertezas”, diz Mariella.

Algumas atitudes mostradas no filme são essenciais para os líderes. “Reparar nas perguntas, postura física, depósito de confiança, como frear o impulso das equipes de entrar em uma visão pessimista e derrotada e como elevar as atitudes para que foquem em soluções”, cita a especialista.

Além disso é possível verificar e perceber a importância de como dar apoio, direção, saber ouvir e comunicar o objetivo claramente é imprescindível tornar o que parecia impossível em possível, segundo Mariella.

Diretor: Ron Howard
Ano: 1995
Duração: 140 min

Invictus

O filme contado a partir da eleição de Nelson Mandela (Morgan Freeman) para presidente da África do Sul, quando o país ainda mantinha resquícios do apartheid. O novo presidente se une ao time nacional de rúgbi em busca do fortalecimento da identidade nacional.“O filme é interessante e fala muito da questão da liderança”, diz Alexandre Benedetti, executive manager da área de finance da Talenses.

Ele cita uma cena em que a força de influência de Mandela fica muito clara, assim como o seu papel motivacional. “Quando o Mandela chama o capitão para tomar chá e pergunta para ele como ele queria ser visto como líder, traz a motivação pelo coaching”, diz Benedetti.

Diretor: Clint Eastwood
Ano: 2009
Duração: 134 min

Um domingo qualquer

Mais um filme com boas lições de motivação vindas do esporte. Nesta trama, Al Pacino vive Tony D’Amato, treinador dos Sharks, time de futebol americano em crise que está passando por uma sequência de derrotas.

“O filme traz o conceito de liderança pelo exemplo. Tem uma cena em que eles estão perdendo e precisam virar o jogo e o técnico usa a sua experiência, citando erros que havia cometido na sua vida, para motivar os jogadores”, diz Benedetti.

Diretor: Oliver Stone
Ano: 1999
Duração:150 min

O Discurso do Rei

O filme conta a história real de George VI, rei da Inglaterra e pai da atual rainha Elizabeth II. A gagueira o impedia de discursar para grandes públicos, é um problema sério a sua vida que o faz recorrer a um terapeuta.

A postura que um líder pode exercer com seus liderados que precisam de apoio para desenvolver uma competência é o que chama a atenção no filme e pode servir de inspiração para quem é do mundo corporativo.

“Indico este filme com foco em coaching. O papel de um líder coach que é apoiar e incentivar práticas de desenvolvimento para que um colaborador competente tecnicamente consiga desempenhar melhor um determinado projeto, nova função e ou alcançar desafios que exigem novas habilidades”, diz Mariella Gallo.

Diretor: Tom Hooper
Ano: 2010
Duração: 118 min

À procura da felicidade

Este é um filme com uma história real para lá de inspiradora. Chris Paul Gardner (Will Smith) é um vendedor de aparelhos médicos, que tem o sonho de se tornar corretor de ações.

A trama mostra todos os desafios até ele conseguir atingir a sua meta e, por isso, é obrigatório para quem está precisando de um empurrãozinho motivador. O conceito de propósito e a importância de seguir perseverante são os destaques da trama, na opinião de Benedetti.

Diretor: Gabriele Muccino
Ano: 2006
Duração: 117 min.

Nascidos para matar

Dirigido por Stanley Kubrick Um dos mais clássicos filmes sobre a Guerra do Vietnã pode ser visto do ponto de vista da liderança autocrática e as possíveis consequências de seu excesso ou aplicação em circunstâncias inadequadas.

“Os primeiros 40 minutos do filme demonstram claramente como um líder pode desvalorizar, incapacitar e inferir moralmente um colaborador. Observar esta situação nos remete, como gestores, a refletir como respeitar as diferenças humanas e que há modelos de lideranças situacionais”, diz a coach Mariella Gallo. 

Também é possível observar o resultado de um mesmo estilo de liderança aplicado a colaboradores em estágios diferentes de maturidade, segundo a especialista.

Diretor: Stanley Kubrick
Ano: 1987
Duração: 116 min

Gladiador

Da velha Roma ao dia a dia de um escritório. Os altos e baixos da história do general romano Maximus podem ser bastante inspiradores, na opinião de Alexandre Benedetti, executive manager da área de finance da Talenses . “É um filme que fala de trabalho em equipe, de liderança e também de propósito”, diz ele.

Direção: Ridley Scott
Ano: 2000
Duração: 155 min

Intocáveis

Baseado em fatos reais, o filme é grande fonte de inspiração e mostra a amizade que surge entre um jovem que começa a trabalhar como enfermeiro e o milionário de quem ele cuida. “É um filme fantástico. Além da relação de lealdade, na minha opinião, retrata o pensar fora da caixa”, diz Benedetti.

Direção: Eric Toledano, Olivier Nakache
Ano: 2012
Duração: 112 min

Sociedade dos Poetas Mortos

Robin Williams vive um ex-aluno da tradicional escola Welton Academy que se torna o novo professor de literatura. Seus métodos pouco ortodoxos de motivação criam problemas com a direção do colégio.

“Trazendo o filme para a realidade corporativa, o que fica é que é preciso viver cada etapa da carreira sem ansiedade”, diz Benedetti. É bom estar de olho no futuro, diz o especialista, mas com os pés bem fincados no presente. “É necessário prestar atenção no que você faz hoje, vivendo um dia após o outro”, diz.

Diretor: Peter Weir
Ano: 1989
Duração: 128 min

Tempos Modernos

Um dos grandes clássicos do cinema fecha a lista de filmes inspiradores. De acordo com José Carlos Ignácio, diretor da consultoria JCI Acquisition, o filme deve ser observado do ponto de vista irônico, de como a cúpula e a gerência de uma empresa não devem proceder.

“No filme a meta de produção é definida de cima para baixo, por uma liderança que se mantém isolada”, diz Ignácio. A supervisão, diz ele, também não está presente para racionalizar e dividir o trabalho.

"O funcionário não é valorizado não tendo sequer o tempo adequado de descanso e não há nenhuma cena em que se insinue a discussão ou o trabalho em equipe”, destaca o diretor da JCI Acquisition.

Diretor: Charlie Chaplin
Ano: 1936
Duração: 87 min


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O Passado Como Ferramenta do Presente

Por Gabriel Rossi

A onda retrô definitivamente chegou ao Brasil. Mais e mais marcas e empresas apostam na nostalgia para conquistar clientes, investem em produtos novos que mantenham características antigas ou em produtos antigos em perfeito estado de conservação. A iniciativa é válida e aparece com mais força em momentos difíceis – políticos, econômicos ou culturais. Sim, oras. Nessas circunstâncias as pessoas tornam-se nostálgicas.

São produtos que representam integridade, estabilidade e felicidade. Nesses casos, as marcas tentam ajudar seu público a se sentir bem em relação ao mundo. Nós consumidores contemporâneos tendemos a acreditar que dias do passado são dias melhores. As pessoas sentem carinho por lugares e objetos que evocam e remetem tempos mais saudosos e aprazíveis.

Geralmente o propósito dessas marcas é apoiar a ideia da lenda, nostalgia, permanência e longevidade. Além da Havaianas, que vem apresentando propaganda em televisão rememorando estrelas de campanhas publicitárias, a Brastemp, por exemplo, tem uma linha de produtos vintage. São geladeiras, fogões e frigobares com design antiquado. Já tivemos, e ainda temos, mas em menor escala, uma onda de valorização dos anos 1980.

A cidade de São Paulo ganhou festas e danceterias temáticas, que depois passaram para o Rio de Janeiro e, em seguida, para todo o Brasil. Cabeleireiros e barbeiros com elementos dos anos 1950 surgem com força. Até aparelhos Jukebox voltaram a vender. O poder dos ‘bons velhos tempos’ para vender é bastante evidente quando as marcas evocam noções de herança, tradição e originalidade, tudo isso ligado à identidade central da marca.

Os exemplos não param por aí. A Estrela, fábrica de brinquedos, relançou produtos que fizeram sucesso nos anos 1980, como o Genius, primeiro jogo eletrônico vendido no Brasil. Todo mundo despertou para a volta do jogo. Até a imprensa destacou o retorno. Consumidores tornam-se nostálgicos para as coisas simples e genuínas, coisas que eles percebem como clássicos. Coisas autênticas que causam uma sensação de déjà vu. Nada evasivo. Nostalgia sempre foi um mecanismo de encantamento para os consumidores.

Quando os mercados, governos e outras instituições importantes deixam de entregar de alguma forma bem-estar, o consumidor recorre a outras fontes para não perder a esperança. Eles vão se dirigir para marcas que buscam os bons e velhos tempos, com a promessa de experiências seguras e familiares. Seria este um momento nostálgico, pós-manifestações em todo o Brasil? Parece-me que sim. Uma onda de Marketing retrô aparece. Saudade dos velhos tempos, literalmente. É o passado como ferramenta do presente.


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Série SEU NEGÓCIO - Como Proteger Sua Ideia

Saiba quais medidas o empreendedor deve tomar para que uma grande ideia não seja roubada

O mercado de startups tornou-se a menina dos olhos da economia global. Apenas no ano passado, foram mais de 388 milhões de profissionais que iniciaram um novo negócio. Recentemente, o Governo Federal brasileiro anunciou o programa Start-up Brasil, que incentivará os jovens a empreenderem em projetos inovadores. Ao todo, serão investidos R$ 40 milhões para estimular 150 companhias com até três anos de operação nas áreas de software e serviços digitais.

Certamente, medidas como está trazem ganhos importantes tanto ao segmento e desenvolvimento da economia nacional quanto na geração de empregos e aumento da confiança do Brasil perante aos demais países. Porém, é preciso mais do que uma ideia brilhante, umaequipe sólida para trabalhar e um estoque planejado são imprescindíveis para que uma empresa sobreviva e desabroche logo nos primeiros anos de vida.

No início das operações, os novos negócios estão no seu ponto mais vulnerável: números financeiros apertados, preocupação com as maneiras de execução do plano estratégico e colaboradores que serão contratados. Neste contexto, ativos importantes e essenciais, como os dados e informações sigilosas, não podem ser deixados de lado. Os criminosos cibernéticos sempre tem o objetivo único de roubar todas as informações das empresas sejam elas grandes, médias, pequenas para obter ganhos financeiros.

Apenas no ano passado, a área com maior crescimento de ataques direcionados foi a de empresas com menos de 250 funcionários. Para esta fatia da economia, o descuido com as informações pode causar perdas irreversíveis aos negócios. Um dos principais motivos para os cibercriminosos focarem neste público é a facilidade com que conseguem invadir sistemas e ambientes virtuais. Por exemplo, por meio dos websites originais. Outro motivo é a possibilidade das pequenas empresas serem a porta de entrada para companhias maiores e seus sistemas: dentro do universo das 500 principais empresas no mundo, cada uma apresenta 60 fornecedores externos, em média.

Para que a grande ideia não seja roubada ou a vulnerabilidade de uma pequena e média empresa não seja o meio para os cibercriminosos ingressarem nas grandes corporações, é importante que o empreendedor tome algumas medidas como:
  1. Defina o que é preciso proteger: Primeiramente, a start-up devem entender o que precisam em termos tecnológicos para proteger os principais ativos e informações da empresa. As necessidades devem estar alinhadas ao objetivo de negócios. 
  2. Torne atividades online seguras: Uma forma de segurança importante ao novo negócio e aos clientes é proteger o site com certificados fortes de autenticação e Secure Sockets Layer (SSL). O certificado SSL também permite a codificação dos conteúdos, ou seja, as informações sensíveis compartilhadas através do portal não podem ser interceptadas ou lidas por ninguém que não seja o destinatário real.
  3. Utilize software de segurança online: As start-ups estão vulneráveis a uma série de ameaças online e apenas o antivírus não basta para protegê-las. Soluções completas de segurança previnem integralmente e em um comportamento online constante. É importante sempre mantê-los atualizados, afinal, os criminosos virtuais estão desenvolvendo novas armadilhas aos usuários.
  4. Use a nuvem computacional: A nuvem é uma forma de otimizar custos Com a segurança baseada nela, as startups podem proteger seus negócios de forma rápida e sem esforço, já que é uma solução de fácil instalação e administração. Afinal, tudo acontece diretamente na web e as atualizações são feitas automaticamente.
  5. Encontre um parceiro de confiança: Geralmente, as start-ups têm restrições financeiras e não possuem profissionais de TI dedicados para realizar a segurança das informações. Aproveite o número crescente de provedores de serviços gerenciados em tecnologia, que ofereçam serviços de backup e segurança. Estes fornecedores utilizam tecnologia em nuvem e entregam soluções de alto valor agregado e baixo custo, com necessidade mínima de gerenciamento dentro da empresa.

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As Definições de Empreendedorismo Por 15 Empreendedores

Veja o que empresários bem sucedidos pensam sobre o que é ser empreendedor 

Por Vinícius Victorino

Afinal, o que é empreender? Quais são as características que tornam uma pessoa empreendedora? Como essas são perguntas que permitem várias possibilidades, preparamos uma lista com as respostas de grandes representantes do empreendedorismo de alto impacto no Brasil, que lançam uma luz sobre essa questão. Confira o que pensam alguns dos maiores empreendedores do país:

Abilio Diniz

“Empreendedor não deve ter sonho, tem que ter meta. Ele não é um cara que briga, faz negócios. Brigar é coisa de namorados.”, diz Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da BRF.

Eike Batista

“Empreender é enxergar uma oportunidade, ou uma boa ideia, e assumir o risco de botá-la em prática, executá-la. E o Brasil precisa disso, pois a vontade do brasileiro de tomar riscos ficou reprimida nos últimos 20 anos", define Eike Batista, CEO do Grupo EBX.

Wellington Nogueira

“Empreender é gostar de encrenca. Sair na chuva e se molhar, ajoelhar e rezar", indica Wellington Nogueira, um dos fundadores do projeto Doutores da Alegria.

Romero Rodrigues

“Empreender é acreditar no impossível. Se você quer empreender e está perseguindo uma ideia, não conheço nenhuma palavra que possa provocar e trazer mais sucesso, realização e felicidade do que a palavra impossível", afirma Romero Rodrigues, um dos fundadores do BuscaPé.

Pedro Passos

"O empreendedor é apaixonado por uma ideia e corre atrás dela. Ele tem que ter brilho nos olhos e vontade de fazer, mesmo que seja a segunda, terceira, quarta iniciativa", define Pedro Passos, membro do Conselho de Administração da Natura.

Salim Mattar

“Empreendedores de verdade são aqueles que vencem em um ambiente hostil”, diz Salim Mattar, presidente do conselho de administração da Localiza.

Rodrigo Azevedo

“Empreender é insistir. É ter muita gana, muita vontade de fazer acontecer, não se cansar e acreditar nesse sonho. Deveria ser a primeira opção de emprego para todas as pessoas”, opina Rodrigo Azevedo, criador do site Comunique-se.

Diego Martins

“Empreender é justamente acreditar que não existe limitador algum para você fazer aquilo que sonha. E, para ter força, você precisa se inspirar em coisas que superou no passado”, conta Diego Martins, da Acesso Digital.

Ricardo Buckup

“Empreender é correr risco, é liberdade, é autonomia, é desafio e é demais. É saber que, seja no negócio, na família ou em uma empresa, você não fica na zona de conforto. É buscar outro desafio não só nos negócios, mas na vida”, conta Ricardo Buckup, diretor geral da B2 Agência.

Bento Koike

“Empreender é curtir muito encontrar uma solução para algo que está te importunando. Se essa for uma solução que você bolou, não copiou, ela é o grande incentivador do espírito empreendedor”, indica Bento Koike, fundador da Tecsis.

Wilson Poit

“O empreendedor não tem vergonha de tentar e ter atrevimento para querer coisas maiores. Ele sabe que o ‘não’ ele já tem garantido”, diz Wilson Poit, empreendedor da Poit Energia.

Wagner Furtado

“Empreender é fácil. Continuar empreendendo é que é difícil. É simples ter uma iniciativa inovadora. Agora, quebrou? Vai de novo. Quebrou novamente? Tenta de novo. É aí que sobra só quem aguentar mais paulada. Empreender é aguentar paulada”, define Wagner Furtado, Cash Monitor.

Valério Dornelles

“Empreender é ter vontade de realizar. É você não ficar contente em apenas ter ideias, e sim de colocá-las em prática”, explica Valério Dornelles, da Tecno Logys.

Arnold Correia

“Empreender é acreditar no seu sonho, fazer com que mais pessoas acreditem nele e transformar tudo isso num sonho de um monte de gente. Sozinho fica pequeno. Tem que ser em time”, diz Arnold Correia, da Atmo Digital.

Rodrigo Teles

“Empreendedor é quem tem um sonho apaixonante, uma fé inabalável, e se joga de cabeça”, afirma Rodrigo Teles, ex-diretor-geral da Endeavor Brasil e diretor da Fundação Estudar.


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Entenda Por Que as Pirâmides Financeiras São Insustentáveis

Entenda como funcionam as empresas investigadas pela suspeita de golpe e por que o seu modelo de negócios é insustentável.



Fica a dica para não entrarem em roubadas


O Que as Empresas Precisam e os Chefes Não Têm

Estudo feito com 300 executivos revela que as características que eles mais desejam para os seus líderes não são as mais encontradas nas empresas

Luísa Melo, de exame.com

O perfil dos profissionais que atuam em cargos de liderança em empresas no Brasil está bem longe do idealizado por eles mesmos. É o que aponta uma pesquisa do Hunter Consulting Group, realizada com 300 executivos de grandes empresas com atividade no país.

A competência dos líderes mais citada como desejada pelos executivos, por exemplo, foi a capacidade de desenvolver pessoas (88%). No entanto, apenas 31% deles admitem que suas equipes possuem esta habilidade. 

O estudo levou em conta três quesitos: as competências exigidas para cargos de liderança dentro das companhias em que os respondentes trabalham, o perfil que eles consideram ideal para um líder e as características verificadas na liderança atual dessas corporações. 

Entre as competências exigidas, apontadas livremente pelos entrevistados, a primeira que aparece é o foco em resultados. Em segundo lugar, vem a gestão de pessoas, seguida pela orientação estratégica e o bom relacionamento. Por fim, foram citados o comprometimento, a confiança e a flexibilidade como alguns pontos necessários. 

Em relação às diferenças entre os perfis ideais e os reais, uma habilidade que chama atenção é a de "inspirador". A característica foi a terceira mais citada entre as ideais, com 79%, mas entre as encontradas atualmente, aparece em penúltimo lugar, com apenas 15%.

"Esse é um dado preocupante porque indica que as empresas estão indo na contramão do que é tendência no mercado hoje: garantir a retenção de talentos, ter resultados adicionais ao grupo", diz a presidente da Hunter, Ana Paula Zacharias. "A inspiração vinda da liderança leva a diversos comportamentos que desdobram o negócio: inovação, criatividade, engajamento e empreendorismo", completa. 

De acordo com o levantamento, 62% dos respondentes esperam que os líderes sejam justos e apenas 14% querem que eles sejam mais políticos. Segundo Ana Paula, um cruzamento de dados com outras pesquisas revela que esta é uma tendência da América Latina. Na prática, apenas 28% acham que a liderança de suas empresas é justa, enquanto 47% consideram que ela é política. 

A competência da informalidade, que é desejada por apenas 6% dos pesquisados, é encontrada em 40% das empresas. "Não se refere à forma de relacionamento, mas sim a fazer as coisas dentro de padrões. A informalidade, nesse caso, foi vista como um 'jeitinho' negativo", explica Ana Paula.

De uma forma geral, as habilidades mais observadas nos líderes atuais estão relacionadas à "execução do negócio". Em primeiro lugar na lista aparece conectar-se com os valores da empresa e em segundo senso de urgência. No terceiro e quarto lugar, aparecem negociador e político, respectivamente.

"Competências como desenvolvimento, clima, inspiração, não são consideradas prioritárias por quem está liderando atualmente. É como se os resultados só viessem dos resquisitos formais", destaca Ana Paula. 

Já entre as capacidades que os executivos desejam que seus líderes tenham, se destacam as mais "acolhedoras". "É uma tendência de gestão mais feminina. Não no sentido de gênero, mas sim de que essas características são mais acolhedoras, visionárias, relacionadas a valores e pessoas. As masculinas são mais práticas, de execução e pragmáticas", explica. 

Veja abaixo a tabela que mostra a porcentagem desejada e a encontrada atualmente de cada uma das competências citadas na pesquisa:

CompetênciasObservadas nos líderes atuaisPerfil ideal
Conectar-se com os valores da empresa56%79%
Senso de urgência48%54%
Negociador48%58%
Político47%14%
Colaborativo46%59%
Conservador44%1%
Informalidade40%6%
Assume riscos36%68%
Ambição35%20%
Promover o desenvolvimento de pessoas31%88%
Empreendedor29%64%
Justo28%62%
Hábil26%39%
Promover mudanças25%61%
Inovador25%59%
Feliz16%29%
Extroversão15%10%
Corajoso15%28%
Inspirador15%79%
Transformador13%56%
 

Fonte: exame.com
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5 Formas Como se Voluntariar Pode Impulsionar Sua Carreira

Você sabia que trabalhos beneficentes podem mudar o curso do seu emprego? Confira 5 formas como se voluntariar pode impulsionar a sua carreira

É sempre gratificante dar algo sem receber nada em troca. Ajudar uma instituição carente ou auxiliar em um escritório sem fins lucrativos pode beneficiar você em níveis além do dinheiro. O sentimento positivo de semear boas ações em uma causa na qual você acredita também pode ajudar a sua carreira. Quer saber como?

Confira 5 formas como se voluntariar pode impulsionar sua carreira:

1. Alimentar a sua paixão

Se o seu trabalho atual não é o ideal para você, voluntariar em algo que você gosta é uma forma alternativa de alimentar a paixão que você não sente pelo seu emprego no momento.

2. Praticar novas habilidades

Você pode encontrar uma oportunidade de trabalho voluntário que permita explorar novas funções e habilidades que você gostaria de desenvolver. Essa experiência pode fazer toda a diferença no seu currículo.

3. Conseguir um emprego efetivo

O seu trabalho voluntário pode se tornar um emprego efetivo, se você se esforçar o suficiente e for realmente apaixonado pela ação. Ser voluntário dá a oportunidade de aprender como funciona a organização, construir relacionamento e mostrar que você tem o que é preciso para fazer o trabalho.

4. Expandir seu network

Você vai encontrar pessoas que apoiam a mesma causa e até funcionários que podem ajudar você a encontrar oportunidades de emprego. Ser voluntário é uma ótima chance de expandir o seu network.

5. Trabalhar em equipe

Você vai aprender a trabalhar em equipe quando estiver fazendo um trabalho voluntário, e essa é uma habilidade imprescindível para qualquer carreira. Aproveite para interagir ao máximo com as pessoas que trabalham com você.


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Quem Ajuda Mais Tem Mais Chances de Subir na Carreira

Pesquisa mostra que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento

Caroline Marino, da você s/a

Um novo estudo feito pelo Insper, de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos.

Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional — que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário — pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.

De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa. "Funcionários confiam mais em quem olha para a coletividade", diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.

Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação.

"Quem se doa para os outros tende a ter um crescimento mais rápido", afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Segundo ele, a con­s­ciên­­cia de que a aprendizagem do grupo importa mais do que a individual é uma das características dos profissionais de sucesso.

"Meu lema é fazer para ter, pois nada vem de graça", diz Felipe Siqueira, de 33 anos, controller da subsidiária uruguaia da White Martins, fornecedora de gases industriais. Felipe diz que o segredo de manter bons relacionamentos no trabalho (e fora dele) é o comprometimento com a empresa e com os colegas de trabalho.

A receita também exige que o profissional não espere retorno imediato por sua benevolência. Para chegar aonde chegou, Felipe assumiu alguns desafios e sempre manteve a disposição para contribuir. Em 2011, quando era gerente interino de controles internos na White Martins no Brasil, resolveu ser voluntário em um projeto da empresa na Venezuela, já que nenhum dos executivos convidados aceitou ir. Não haveria aumento de salário nem promoção, e ele teria de embarcar em uma semana. 

"Decidi ir para contribuir e mostrar que estou disposto a assumir desafios", afirma. Deu certo. Depois de três meses, ele voltou para o Brasil e assumiu a gerência de uma nova área. Após um ano, foi convidado a gerenciar todas as áreas­ ligadas a finanças na unidade da empresa no Uruguai.

Mas nem sempre essa ajuda exige sacrifícios. Ela pode estar em pequenos gestos, como orientar alguém a organizar melhor suas pastas de e-mail ou se oferecer para marcar reuniões e almoços. "Quando você se mostra solidário, ganha notoriedade.

É como se estivesse acumulando créditos para outros projetos", diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Mi­narelli, consultoria em recolocação e aconselhamento de carreira, de São Paulo. Quanto mais disposição você tiver em ajudar o outro e em pensar além de sua área, mais as pessoas vão confiar em você e lembrar seu nome na hora de um novo trabalho. No fim, todos ganham.

Como contribuir

Quatro atitudes que reforçam a chamada cidadania organizacional

1 Esteja disponível

Para se destacar, é necessário ter disposição para ajudar os demais. A capacidade técnica importa, mas o profissional que vai além de sua função pelo bem-estar do grupo cresce muito mais do que aquele igualmente capacitado que apenas age dentro de sua área.

“Colocar-se no lugar do outro deve permear tudo o que fazemos”, diz Christiano Bergman, de 40 anos, gerente de pós-venda da Bematech, empresa de automação comercial de Curitiba, que no dia a dia costuma agir dessa forma.

Segundo ele, existem muitas ações que podem facilitar a vida de quem trabalha na mesma empresa, como se mostrar disponível para tirar eventuais dúvidas sobre prazos, custos e processos e sempre entregar um trabalho bem-feito.

2 Faça aquilo que ninguém quer fazer

Sabe aqueles trabalhos mais operacionais que ninguém quer fazer, como marcar reuniões ou almoços e reservar salas para eventos? Solidarizar-se para ajudar nessas tarefas mostra que você olha para a empresa de forma geral e não se importa em fazer atividades mais técnicas. Outra sugestão interessante é auxiliar as pessoas a realizar essas tarefas de maneira mais rápida, se você tem facilidade para isso.

“Sempre há um atalho que pode facilitar a vida de alguém. O Excel, por exemplo, possibilita concluir praticamente qualquer estudo de demanda, venda, controle e resultado”, afirma Victor Vieira, de 27 anos, gerente da rede de prestadores da Fácil Assit, empresa de assistência 24 horas, de São Paulo. 

3 Compartilhe conhecimento 

Se você tem domínio sobre algum processo, como redigir propostas e navegar nas redes sociais, ou tem facilidade em um segundo idioma, e percebe que um colega está com dificuldade, tente ajudá-lo.

Não se trata de fazer por ele, e sim de orientá-lo. “O que para alguém é uma dificuldade, para você pode ser algo simples”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Amcham Brasil. Por que não ajudar um colega a finalizar uma planilha? Isso gera empatia.

4 Saiba receber 

Seja atencioso com quem chega à empresa ou muda de área. Mostrar como são os projetos e apresentar as pessoas são atitudes simples, mas que mostram solidariedade.

Quando ainda estava na sede da White Martins no Brasil, Felipe Siqueira se lembra de ter trabalhado mais para ajudar uma funcionária que havia acabado de trocar de área. “Ela ainda precisava dar atenção ao antigo setor. É uma troca”, diz Felipe. “Quando precisei, também obtive ajuda.” 


Fonte: PME
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Como Identificar Seu Público-Alvo em Redes Sociais

Pesquisa e saiba interpretar os dados para falar com o público certo nas redes

Por Priscila Zuini (Escrito por Lucas Diniz, especialista em redes sociais)

Segundo dados do Ibope Media, de janeiro de 2013, o Brasil conta com 46 milhões de usuários ativos em redes sociais. Para sua marca se comunicar eficientemente com potenciais e atuais clientes dentro dessa imensa comunidade, a segmentação é uma das principais estratégias de relacionamento.

Ações voltadas a nichos de mercado ampliam as possibilidades de bom atendimento, à medida que ajudam a conhecer o público e evitam esforços depositados em outras frentes pouco eficazes, como bem ressaltou Philip Kotler. Antes de lançar sua campanha aos sete ventos, é importante atentar para quem realmente interessa notar sua presença. Confira algumas dicas para auxiliar a identificar o seu target em mídias sociais.

1. Realize suas próprias pesquisas

Quer mais detalhes sobre seu público? Monte pesquisas de mercado conforme sua necessidade de conhecimento. Ferramentas como Survey Monkey, Google Drive e Wufoo auxiliam na confecção de formulários online com questões específicas. Através de relatórios ilustrativos é possível calcular de maneira simples os resultados. 

Para estimular seu público a responder às pesquisas ofereça descontos exclusivos ou vantagens, e destaque a importância da participação para melhorias de seus produtos ou serviços. Aproveite para questionar qual rede social é mais utilizada por seus clientes. Além do Facebook e Twitter, você poderá realizar ações mais focadas, aproveitando as ferramentas disponibilizadas em redes segmentadas, como o Linkedin.

2. Analise os dados

A descoberta do público-alvo não é tarefa simples e rápida. Porém, redes sociais como o Facebook contam com ferramentas de análise de dados bastante eficientes e de fácil compreensão. 

As páginas criadas no Facebook podem ser monitoradas através do Page Insights, aplicativo que aponta informações relevantes sobre curtidas, comentários e compartilhamentos. É possível acessar rapidamente os números relativos a gêneros (porcentagem de curtidas por homens e mulheres), idade (quantos anos têm as pessoas que curtem a sua página), localização (onde vivem estas pessoas) e visitas. 

3. Ouça sua audiência

O feedback de seu público servirá como ótima base para estratégias futuras. Atente para os perfis que curtirem, e principalmente, para aqueles que criticarem. Mantenha um canal fixo de relacionamento direto com o cliente, dessa maneira será mais fácil você questioná-lo sobre seus gostos.


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3 Dicas Para Conseguir um Emprego Após Ser Demitido

Se você perdeu o emprego, é importante saber o que fazer com o seu currículo e como agir durante a próxima entrevista. Confira 3 dicas para conseguir um emprego após ser demitido

Ser demitido nunca é fácil. Você precisa se preocupar com arranjar um novo emprego e como lidar com a situação ao explicar o motivo da demissão. Além disso, é necessário cuidar do seu currículo e tomar cuidado com o que é dito na entrevista de emprego. Se isso está acontecendo com você, confira 3 dicas para conseguir um emprego após ser demitido:

1. Destaque os seus pontos fortes e realizações

Quando for reescrever o seu currículo, destaque os seus pontos fortes e realizações durante o período que passou na empresa. Você pode até mesmo considerar se a sua experiência no último emprego foi relevante o suficiente para ser incluída no documento.

2. Não insulte o seu chefe anterior

Mesmo que você tenha sentimentos negativos quanto ao seu último chefe, é importante lembrar que você deve respeitá-lo. Evite insultar seus superiores nas redes sociais ou até mesmo no momento da entrevista de emprego.

3. Não minta sobre a demissão

Se o recrutador perguntar sobre o motivo de você ter sido despedido do último emprego, seja sincero. Lembre-se de que existem formas para eles descobrirem o que aconteceu, e será pior se você não for honesto.


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A Teoria da Inteligência Multifocal



A inteligência multifocal é uma teoria sobre a construção dos pensamentos. É uma das poucas existentes do mundo, sobre o funcionamento da mente humana, o processamento de ideias e pensamentos.

Ela tem como objetivo explicar como se constrói os pensamentos, investigando quatro processos da mente humana, sendo eles: a construção de pensamentos, a transformação da energia psíquica, a formação do “eu” e a organização da história consciente e inconsciente em nossa memória.

O intuito desse estudo é conduzir a ser humano a utilizar recursos intelectuais e emocionais, a fim de ampliar a sabedoria, o pensar, a solidariedade, entre outras habilidades, através de um processo de análise de suas experiências e situações do dia-a-dia.

A teoria do funcionamento da mente visa promover o pensamento humano, expandindo seu senso crítico e racional, através de um processo de interiorização. É baseado na filosofia, na psicologia existencial e na psicanálise arquetípica, levando o homem a ser produtor de suas próprias ideias e pensamentos.

Passamos todos os dias por experiências positivas e outras não. A inteligência multifocal busca resgatar a autoestima, trabalhando de forma positiva frustrações e nos auxiliando a nos proteger das emoções negativas.

Essa teoria aborda desde as origens da inteligência humana, até o alcance mais distante das cadeias de pensamentos. Em uma sequencia minuciosa de formação de ideias.

Outras teorias estudam o desenvolvimento da inteligência, como por exemplo, a teoria da Inteligência Emocional e da Inteligência Múltiplas. A primeira estuda o reconhecimento e a capacidade de lidarmos com nossos próprios sentimentos, e com os dos outros. A segunda explica a variedade e diferenças das habilidades cognitivas humanas, devida a nossa variedade de centros neurais e suas funções.



Fonte: IBC
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Inovação é Execução

Só se transforma ideia em produto se existir uma metodologia e processos estruturados

por Eduardo Fagundes

Criatividade é diferente de inovação. A ponte entre uma ideia criativa e a inovação é a execução. O grande empresário e inventor americano Thomas Edison dizia que uma invenção era 1% de inspiração e 99% de transpiração. Não se transforma uma ideia em produto se não existir uma metodologia e processos estruturados que garantam o resultado final. Executar depende de uma liderança capaz de envolver investidores, colaboradores e clientes. Escrevo isso porque vejo muitos jovens com boas ideias, porém não conseguem tirá-las do papel.

Criatividade vem da observação e interação com as pessoas. Vá a campo. Entenda as dificuldades das pessoas e busque soluções para simplificar a vida delas. Só se compra algo quando se vê valor no produto. Identificando uma ideia você completou 1% do processo de inovação. Vamos agora para os outros 99%.

Se você quer empreender faça uma retrospectiva da sua vida até agora. Concretamente, quais foram os projetos que você conseguiu realizar? Você teve habilidade para ultrapassar obstáculos? Teve que influenciar pessoas, dentro da ética e respeito, para conseguir atingir seu objetivo? Se você respondeu sim a todas as perguntas vá em frente. Se não, execute algum projeto que não coloque em risco o seu dinheiro e de outros. Uma alternativa é associar-se com alguém que já tenha executado algo relevante.

O próximo passo é melhorar a ideia. Identifique quais os atributos de valor do seu produto. Eles estão relacionados com a utilidade e percepção dos consumidores, e as características do mercado alvo. Compare com os atributos dos produtos concorrentes. Quanto mais novos ou fortemente diferenciados forem os atributos do seu produto maior será a chance de sucesso. Nessa fase já é possível buscar um investidor para apoiar o seu projeto.

Faça um protótipo e teste seu produto em um nicho de mercado. Converse com as pessoas. Pergunte do gostaram e o que poderia ser melhorado. Use intensamente as redes sociais para divulgar seu produto. O custo é menor e você pode interagir, diretamente, com os consumidores. Avalie modificações no seu projeto.

Com os resultados da fase inicial reavalie sua estratégia de marketing. Vá em frente. Lembre-se que uma grande jornada começa com o primeiro passo.


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Acredite Nos Seus Sonhos

por Equipe IBC Coaching

“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.” A frase da ex-primeira dama americana, Elleanor Roosevelt, pode ser aplicada a vida pessoal e profissional de todos nós. Alguns reclamam de não terem a oportunidade que desejam, no entanto não buscam uma maneira para conquistá-la. Sonhar é muito mais ação do que se imagina. É desejar, acreditar e buscar os meios para que sua meta seja alcançada.

No meio corporativo podemos notar que as pessoas de maior sucesso, acreditaram em si mesmos, em seus sonhos, são autoconfiantes. Levantaram as mangas e trabalharam arduamente para conquistar seus objetivos. Aproveitaram das pequenas chances que surgiram para colocar seus sonhos em prática.

Grande parte dos profissionais escolhe manter sua posição inicial, a ter que arriscar e lutar pelas metas que desejam alcançar. Pensando nisso, trouxemos dicas extraordinárias para ajudá-lo a mudar e lutar por suas perspectivas e seus ideais. Confiram!

· Busque companhias positivas: Esteja próximo de pessoas que enxergam e trazem o que há de melhor em você. Evite expor seus sonhos para pessoas pessimistas e negativas.

· Enfrente seus medos: Você é maior que eles, acredite! Entenda o real motivo e o porquê de tê-los e trabalhe para enfrentá-los. Seja superior a eles e tome o controle de suas emoções.

· Seja grato: Agradeça por tudo que você tem, pelas oportunidades que já conquistou. Assim, quando alcançar suas metas e sonhos, saberá ser humilde e dará o real valor pela sua conquista.

· Seja determinado, porém flexível: Focar em seu objetivo não quer dizer que você deve ter a mente fechada e deixar sua meta de lado. Analise as oportunidades que aparecerem.

· Trabalhe pelo seu sucesso: Dê passos, mesmo que pequenos, mas saia da inércia. Acredite no seu potencial e vá à luta em busca de seus sonhos. Seja líder de si mesmo!


Fonte: IBC
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O Tempo Como Aliado Para a Melhoria da Produtividade Pessoal

Aprender a organizar sua vida e administrar o seu tempo é fator crucial para aumentar o nível de produtividade e melhorar a distribuição das horas do seu dia entre os diversos papéis exercidos

Por Ana Paula Platt

Uma das maiores reclamações da humanidade, sem dúvida alguma, é a falta de tempo para conciliar demandas pessoais e profissionais. A correria do dia a dia é fato consumado e ninguém mais questiona a falta de tempo para conversas, além de rápidos “bom dia” e “boa noite” nos corredores dos escritórios. As pessoas não estão se dando conta de que os anos estão passando e que o “modo automático” em que vivem não permite que utilizem as horas do dia para investir no que realmente lhes é importante.

Aprender a organizar sua vida e administrar o seu tempo é fator crucial para aumentar o nível de produtividade e melhorar a distribuição das horas do seu dia entre os diversos papéis exercidos.

A habilidade de gerir o próprio tempo nada mais é do que um hábito que deveria ser introduzido em nossas vidas ainda na infância, para ser mais facilmente assimilado. Estudos da neurociência afirmam que nossas principais conexões neurais são formadas até os sete anos de idade. Essas conexões são responsáveis pela maneira de interagirmos com o mundo externo, e essa interação ocorre a partir de ações e comportamentos que, quando repetidos por diversas vezes, tornam-se hábitos.

Com o despreparo das escolas e famílias no estímulo de técnicas de administração do tempo, precisamos buscar, já na fase adulta, medidas que permitam a adoção de novos hábitos, proporcionando o desenvolvimento de uma vida em equilíbrio.

O primeiro passo é a definição de uma de uma missão pessoal. Entender o “para quê” é importante desempenhar cada tarefa é fundamental para a realização de um propósito maior. Quando colocamos foco nos benefícios que serão obtidos após a conclusão de cada ação, conseguimos desenvolver a automotivação para nos manter firmes aos nossos objetivos.

O segundo passo é o levantamento de todos os papéis que exercemos. Entender que além de profissionais, somos pais, cônjuges, amigos, filhos e irmãos, nos mostra o quanto estamos sendo relapsos no desempenho de funções importantes para o nosso sentido de realização. No entanto, nenhuma dessas atribuições é tão relegada quanto a disposição em investir tempo em nós mesmos. Precisamos adotar em nosso cotidiano a filosofia do extremo autocuidado, que nada mais é do que a habilidade de se colocar em primeiro lugar na lista de prioridades e focar na criação de equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida.

O terceiro passo para a melhoria da gestão do tempo é a adoção do hábito de planejamento anual, mensal, semanal e diário. Planejar facilita nosso comprometimento com o desenvolvimento de ações alinhadas aos nossos verdadeiros ideais e que, portanto, são prioridades em nossa vida. Dessa forma, evitamos a armadilha de assumir atribuições que proporcionarão pouco resultado para o alcance de nossos objetivos prioritários.

No que se refere ao planejamento, recomenda-se a utilização de critérios de categorização de cada uma das atividades em: importantes, urgentes e circunstanciais, conforme a metodologia “Tríade do Tempo” de Christian Barbosa. As atividades importantes são aquelas que possuem um prazo definido e são fundamentais para os resultados de curto médio e longo prazo.

As urgências, normalmente, são atividades importantes não realizadas com antecedência e por isso tornaram-se urgentes. As pessoas com dificuldade de administrar o seu tempo, normalmente, vivem em função de tarefas urgentes e por isso são grandes candidatas a entrar num processo de estafa mental. Circunstanciais são as atividades de pouca ou nenhuma importância, desperdiçadoras de tempo, e que decorrem da dificuldade em dizer não para eventos, tarefas e pessoas.

Mais importante do que utilizar ferramentas e diferentes metodologias de gestão de tempo é a conscientização de que mudanças são necessárias para melhor aproveitar cada momento que a vida proporciona. As pessoas precisam se dar conta de que trabalhar mais nem sempre significa trabalhar melhor, e que o equilíbrio entre nossos diferentes papéis é fator determinante para o sentido de realização pessoal.


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