Mostre para seus amigos

Conte para seus amigos sobre o Blog do Cabra, e curtam nossa página no Facebook!!!

Actio Consultoria e Treinamento

A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

O Blog do Cabra recomenda

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros, continue lendo no Blog Administrando Você.

Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Como Mostrar ao Seu Chefe Que Você Está Pronto Para Uma Promoção

Acredita que merece uma promoção, mas não sabe como mostrar isso para o seu chefe? Confira 5 dicas para mostrar que está pronto para ser promovido

Por Universia

Se você está no seu trabalho há bastante tempo e acredita que você aprendeu tudo o que poderia no seu cargo, você provavelmente acredita que merece uma promoção. E você provavelmente está certo. Infelizmente, essa decisão não é sua, mas existem algumas dicas que podem ajudar você a conseguir o que quer.

Confira a seguir 5 dicas para mostrar ao seu chefe que você está pronto para uma promoção:

1. Se vista bem

As roupas que você usa não influenciam na qualidade do seu trabalho, mas elas com certeza mostram profissionalismo e dedicação.

2. Seja pontual

Pontualidade é sinônimo de responsabilidade. Seja o tipo de funcionário que nunca se atrasa e, se possível, chegue alguns minutos mais cedo para organizar as suas coisas. 

3. Faça perguntas e sugestões

Ter dúvidas e sugestões é um ótimo sinal, pois mostra que você está realmente interessado no que acontece dentro da empresa.

4. Seja positivo

Você precisa ser uma pessoa confiante, positiva e motivada no seu ambiente de trabalho. Assim, o seu chefe verá que você gosta do que faz e está disposto a dar o seu melhor para e empresa.

5. Fale sobre o seu desejo

Você pode conversar com o seu chefe sobre como acha que merece uma promoção sem ser presunçoso. Explique os seus motivos de forma clara, mostrando que você realmente é digno de uma promoção.


Fonte da imagem: Clique aqui

Veja Erros Bobos Que os Inteligentes Cometem ao Buscar Emprego


Pense e não cometa os erros apontados: Quando se trata de carreira e do desenvolvimento da trajetória profissional, os erros não estão reservados apenas aos desatentos e despreocupados. Pessoas inteligentes e bem-sucedidas também cometem alguns deslizes, e, o maior deles, é se considerar inteligente demais para cometer erros bobos.

Na hora de procurar uma posição, há diversos erros possíveis de serem cometidos, inclusive por profissionais inteligentes. Lembre-se que a inteligência pode tornar o profissional confiante demais, o que fatalmente leva a erros.

Veja cinco erros 'estúpidos' que são cometidos na busca por um emprego, selecionados pela equipe do InfoMoney, com base em depoimentos de especialistas da área de carreiras:

Não se apegue tanto aos resultados do passado: Uma empresa não vai contratar um profissional apenas por conta dos resultados que este obteve no passado. A contratação se dará se o candidato conseguir demonstrar que será capaz de entregar resultados para a empresa em questão. Existe uma sutil, mas importante diferença aqui.

Assim, ao invés de falar sobre suas promoções passadas e sobre seu desempenho na empresa anterior, fale como você está preparado e como suas características podem contribuir para o crescimento da nova organização. É isso que eles querem. Para isso, reserve um tempo para estudar quais os requisitos do profissional que estão procurando.

Se você souber, por exemplo, que a empresa tem planos de se expandir para a Ásia, destaque o fato de você ter feito um curso de japonês, ou de algum negócio que fechou na região quando estava na empresa antiga, ou, ainda, quais suas competências que te fazem o profissional perfeito para esse desafio. Isso será muito mais útil e interessante do que ficar ressaltando suas conquistas do passado.

Você é e se considera um cara esperto. Você tem uma vida interessante e várias informações que considera altamente necessárias para serem postas no currículo. Lembre-se, porém, que os recrutadores estão interessados em apenas uma coisa: em como você vai contribuir para a empresa.

Logo, por mais que você queria colocar todo tipo de informação sobre você, lembre-se que o espaço do currículo é limitado e o mais importante é selecionar as informações que realmente fazem sentido e são importantes para a posição que você está se candidatando.

Por exemplo, se você é um contador, se candidatando para uma posição de analista sênior, o fato de ter feito um curso de culinária na França não deve ser citado, pois o espaço deve ser preenchido com informações mais relevantes para a vaga em questão.

Dando uma de espertinho: Muitos profissionais levam a entrevista de emprego para o lado errado. Acreditam que esse momento é uma batalha: de um lado o profissional, do outro, os recrutadores. Com algumas exceções, a maior parte dos selecionadores está no ramo para encontrar o cara ideal, que melhor se encaixará na organização. E o profissional que quer dar uma de espertinho, dificilmente será essa pessoa.

Você pode ser e se considerar esperto e inteligente o quanto quiser, mas não tente ser o esperto na entrevista, esse não é o melhor caminho. Pense nos selecionadores como parceiros e não inimigos. Pergunte-se como você pode tornar esse momento mais leve e como facilitar as coisas para que os recrutadores entendam como você é ideal para o cargo.

Não perca seu tempo pensando como você pode enganar os selecionadores para que eles achem que você é o profissional que deve ser contratado.

Não pense que você é impressionante demais para ter um perfil online: Desde sempre os selecionadores buscam informações sobre os profissionais. Hoje em dia, com a internet, as coisas só ficaram mais fáceis. Não pense que só porque você é bom e tem um excelente currículo que não será feita uma busca com seu nome na rede.

É importante estar preparado. Faça, portanto, uma busca na internet e veja se suas informações profissionais relevantes são facilmente encontradas. Ainda, crie perfil nas redes sociais profissionais o quanto antes. Lembre-se que a reputação é muitas vezes determinante em processos de contratação.

Ignorar ajuda da rede de contatos: Quando se trata de procurar uma nova posição, as pessoas inteligentes sabem que ter uma mente aberta é a chave para ter sucesso. A sua rede de contatos é uma fonte inestimável de oportunidades e dicas. Peça, portanto, a amigos e ex-colegas de trabalho, de confiança, que avaliem seu currículo e critiquem o que foi feito. A ajuda da sua rede de contatos pode ser essencial na busca por um novo emprego.


10 + 1 Frases de Gente Famosa (e mais inteligente do que eu)


Por Raúl Candeloro


Tenho dedicado meu tempo ultimamente a estudar o assunto da Alta Performance. Poucos assuntos me apaixonam tanto como esse, pois basicamente ele define nosso propósito de vida: “a quais coisas na minha vida darei mais atenção e energia”? Por isso acho o assunto tão apaixonante.

Nestes meses de estudo, colecionei algumas frases interessantes sobre gestão do tempo, prioridades, foco – todos assuntos diretamente ligados à alta performance.

Algumas delas merecem ser impressas e colocadas em lugar visível para que não nos esqueçamos nunca da sua sabedoria (e do impacto positivo que podem ter nas nossas vidas).

Muitas vezes sabemos exatamente o que queremos e o que precisamos fazer, mas não fazemos.

Em outras precisamos parar e definir (ou redefinir) o que queremos, ou o que precisamos fazer para chegar lá.

Seja qual for sua situação, acredito que algumas das frases cairão como uma luva para você (ou talvez você conheça alguém que precise ouvi-la e pode mandar para ela).

Espero ter sido útil!
  1. “Você não pode ficar esperando que a vontade apareça. Você nunca vai atingir seus objetivos se deixar isso acontecer. Sua mente precisa entender que ela precisa arregaçar as mangas e trabalhar”. Pearl S. Buck
  2. “Não é o peso que derruba você. É o jeito que você o carrega”. Lena Horne
  3. “Você não pode ‘tentar’ fazer as coisas – você simplesmente precisa fazê-las”. Ray Bradbur
  4. “Não adianta só passar o dia ocupado. As formigas passam o dia ocupadas. Precisamos nos perguntar: estamos ocupados fazendo o quê?" Henry David Thoreau
  5. “A forma mais básica de estupidez humana é esquecer nosso objetivo principal no meio do caminho”. Nietzsche
  6. “O trabalho verdadeiramente criativo e produtivo, muitas vezes, precisa necessariamente que você elimine suas pequenas e grandes distrações”. E.B White
  7. “Diga-me no que você presta atenção e eu te direi quem és”. José Ortega y Gasset
  8. “A diferença entre pessoas de sucesso e pessoas de muito sucesso é que as pessoas de sucesso dizem “não” muito mais”. (Foco!) Warren Buffett
  9. “Lembre-se do que significa “responsabilidade”: nossa habilidade de escolher a resposta”. Stephen Covey
  10. “Sua mente responderá a maior parte dos questionamentos que você lhe fizer, se você aprender a relaxar e ouvir a resposta”. William S. Burroughs
  11. “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, então, não é um ato: é um hábito”. Sócrates 


Abraços produtivos,

Raúl Candeloro
Fonte: Revista VendaMais
Fonte da imagem: Clique aqui

Jovens Brasileiros Apostam na Carreira de Empreendedor Social


Por Karin Sato 

O ano era 2006. Tiago Dalvi começou a reparar no talento dos artesãos brasileiros, que criavam produtos de qualidade a preços competitivos. O único problema é que eles não faziam ideia de como vendê-los. Assim nasceu a empresa social Solidarium Comércio Justo, que leva produtos artesanais para grandes redes varejistas.

Dalvi, 26 anos, lembra as dificuldades no início do empreendimento. "Comecei com aquela intenção inocente de mudar o mundo, tropecei muito mas aprendi com os erros", relata. O primeiro alvo do empreendedor foi a rede Walmart. Foram precisos seis meses para que ele conseguisse passar da secretária. Um dia, um dos diretores ligou para marcar uma reunião. Dalvi encheu duas malas de produtos e foi correndo para o encontro. Em um primeiro momento, conseguiu vender apenas para uma loja, depois passou a negociar com 56. "Foi uma vitrine que ajudou a abrir portas", afirma. A Solidarium ganha uma comissão de 10% sobre cada transação e faturou R$ 450 mil no ano passado.

Não é ONG. Não é filantropia. A empresa social tem CNPJ como outra qualquer, paga impostos e dá lucro. Na verdade, em alguns casos, muito lucro. Os empresários do setor explicam que é importante se manter sem o apoio financeiro do governo ou de terceiros. A independência é a maneira mais eficaz de fazer a diferença em larga escala - uma das principais características desse tipo de negócio - e de forma sustentável.

As empresas sociais avançam em ritmo acelerado no mundo todo. Em países europeus e nos Estados Unidos, já há quem diga que em pouco tempo todas as companhias nascerão híbridas, isto é, terão a vocação social em sua essência. Muitos dos especialistas e profissionais que trabalham no setor criticam o fato de a área de responsabilidade social das empresas ser separada, como se fosse um apêndice e não uma parte efetiva do negócio.

O Brasil surge como uma referência do setor, na visão de especialistas, e com uma característica peculiar: por aqui, as empresas sociais são comandadas por jovens. Entre os donos de negócios tidos como promissores, há pessoas com 20 e poucos anos. "O país possui gente bem formada e talentosa. Além disso, tem muitos desafios sociais para superar", afirma Daniel Izzo, sócio da Vox Capital, fundo de venture capital que só investe em negócios de impacto social.

No exterior, Dalvi está fazendo história. A Solidarium foi eleita uma das cinco maiores inovações do mundo para o desenvolvimento socioeconômico. Ela concorreu com 900 negócios de 83 países em uma competição da Fundação eBay em parceria com a Ashoka.

O empresário enxerga longe. "Depois de mudar a realidade dos nossos artesãos e de outros da América Latina, vamos expandir o negócio para a China e a Índia, que enfrentam problemas parecidos. Em 2013, estaremos lá fora", garante Dalvi.

Izzo, da Vox, comenta que o que chama mais atenção é que esta geração "não acha esquisito unir impacto social com lucro". Eles têm ainda uma vantagem em relação às gerações anteriores - o ambiente propício ao empreendedorismo. Com a estabilidade da economia brasileira, eles podem se dar ao luxo de buscar menos segurança no início da carreira e fazer algo que dê sentido às suas vidas. "Os jovens cada vez mais unem o trabalho a um propósito", afirma Izzo.

O investidor lembra ainda que crescem os eventos de empreendedorismo social, os mentores, os fundos de investimentos e as aceleradoras- empresas que fazem um trabalho parecido com as incubadoras, a diferença é que seu foco está no desenvolvimento do modelo de negócio.

O próprio Daniel Izzo tinha 32 anos quando criou a Vox, em 2009. Mas a história começou mesmo quando ele tinha 28, trabalhava na Johnson & Johnson como gerente de produto de Sundown e teve uma crise de origem profissional. "Eu não tinha como métrica aumentar o número de pessoas que se beneficiavam do protetor solar, e sim o lucro. Mas acho que a finalidade dos negócios deve ser tornar a vida melhor", afirma.

Um dos negócios de impacto social no portfólio da Vox Capital é o Banco Pérola, que concede microcrédito a jovens excluídos do sistema financeiro. Alessandra Gonçalves de França, diretora-presidente da entidade, cuja sede fica na cidade de Sorocaba, em São Paulo, tinha 16 anos quando leu o livro "O banqueiro dos pobres", de Muhammad Yunus. Nele, o pai do microcrédito, que em 2006 ganhou o prêmio Nobel da Paz, relata a criação de um banco para emprestar dinheiro à população carente. "Encantei-me com a história de Yunus", afirma a empreendedora.

O Banco Pérola é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que funciona sob a coordenação dos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, no âmbito do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado.

O modelo de negócio do Pérola surgiu a partir de uma pesquisa, que mostrou que 3,9 milhões de jovens no país sonham em empreender, mas não têm acesso a crédito. A vocação de Alessandra para o empreendedorismo social surgiu cedo, já que ela trabalha no terceiro setor desde os 15 anos. Hoje ela coleciona casos que graças a ela tiveram desfechos positivos. "Por exemplo, dois jovens que catavam lixo nas ruas para reciclar tomaram um empréstimo conosco e atualmente ganham R$ 10 mil por mês com uma empresa de reciclagem", conta.

Tony Marlon, 24 anos, também optou pela carreira de empreendedor social. Em 2011, fundou no bairro de Campo Limpo, na periferia de São Paulo, a Escola de Notícias, uma produtora sociocultural que trabalha com a formação de jovens em comunicação e geração de conteúdo. "Pedi demissão dos dois empregos, comprei três computadores, uma filmadora e transformei a casa dos meus pais em sede", conta. "Para mim, a comunicação tem três papéis fundamentais: informar, inspirar e mobilizar."

O próprio Marlon conseguiu se formar e trabalhar por conta de projetos sociais dos quais participou. "O que me faz levantar todos os dias é a possibilidade de fazer de fato algo para mudar as coisas", afirma.


Fonte da imagem: gettyimage

Dez Passos Para Saber se o Home Office Funciona na Sua Empresa

Com base em pesquisas e entrevistas, dois brasileiros lançam um livro que mostra quando e como o home office pode dar certo no Brasil 

Por Ariane Abdallah

Já pensou em implantar o home Office na sua empresa, mas tem medo que a produtividade caia? O assunto virou polêmica principalmente no final de fevereiro deste ano, com o barulho em torno da decisão da CEO do Yahoo, Marissa Mayer, que aboliu a prática da empresa.

No Brasil, trabalhar fora do escritório já é uma realidade para muitos profissionais, mas ainda encontra resistências nas empresas e dúvidas em relação à sua eficácia. Com a intenção de esclarecer as principais delas, o casal curitibano André Brik e Marina Sell Brik, lançam, em junho, o livro Trabalho Portátil, pelo Instituto Trabalho Remoto.

André, arquiteto, publicitário e presidente da Brik mkt+design, e Marina, jornalista, já haviam escrito, em dezembro de 2012, As 100 Dicas do Home Office.

Desta vez, a dupla estudou modelos em países em que a prática já está consolidada: Estados Unidos, Austrália, Inglaterra e Canadá. Além disso, entrevistou 30 executivos brasileiros, de 18 empresas, entre elas Volvo, HSBC, O Boticário e Gol.

Para escrever a introdução do livro, eles convidaram o sociólogo italiano Domenico de Masi, autor de O Ócio Criativo e defensor convicto da flexibilidade das relações de trabalho. “Por que o trabalho remoto não se difunde com grande rapidez, sobretudo em cidades milionárias?”, escreveu.

André, arquiteto, publicitário e presidente da Brik mkt+design, e Marina, jornalista, já haviam escrito, em dezembro de 2012, As 100 Dicas do Home Office.

Desta vez, a dupla estudou modelos em países em que a prática já está consolidada: Estados Unidos, Austrália, Inglaterra e Canadá. Além disso, entrevistou 30 executivos brasileiros, de 18 empresas, entre elas Volvo, HSBC, O Boticário e Gol.

Para escrever a introdução do livro, eles convidaram o sociólogo italiano Domenico de Masi, autor de O Ócio Criativo e defensor convicto da flexibilidade das relações de trabalho. “Por que o trabalho remoto não se difunde com grande rapidez, sobretudo em cidades milionárias?”, escreveu.

A seguir, a Época NEGÓCIOS antecipa com exclusividade 10 sugestões dos autores, para você avaliar os impactos dessa prática no dia a dia da organização.

1. O que a empresa espera do programa?

Antes de elaborar um projeto, é importante se fazer algumas perguntas: aonde a empresa quer chegar com o programa de teletrabalho (termo usado no livro)? Existem metas de economia ou de sustentabilidade? E, se for este o caso, a proposta de home Office é suficiente para atingi-las? As expectativas com o retorno financeiro e com os ganhos indiretos do programa são realistas? É fundamental estabelecer uma escala real para a eficácia do programa, evitando projeções superestimadas e frustrações.

2. A empresa tem vocação para o home office?

O perfil da empresa é aglutinador, centralizador? As chefias sentem-se mais à vontade com toda a equipe ao alcance dos olhos? Certos paradigmas corporativos são difíceis de serem quebrados e algumas empresas possuem dinâmicas específicas de trabalho com as quais estão habituadas. Então, antes de planejar um programa de escritório em casa, é importante avaliar o perfil cultural da empresa e das pessoas que ali trabalham.

3. Comece com um projeto-piloto

Se a empresa quer apenas testar o home Office com alguns colaboradores ou departamentos, pode ser interessante criar um piloto antes de formatar um programa completo de teletrabalho.

Desta forma, é possível confirmar se a modalidade funciona com determinado colaborador, assim como se consegue germinar na cultura corporativa. O piloto também permite que muitas inseguranças sejam dissipadas e que candidatos possam provar que são elegíveis a permanecer no home Office após o test-drive.

Sônia Gurgel, sócia-proprietária da RH Soul Consultoria, aconselha que esta é uma iniciativa importante. “Uma versão testada e ajustada do projeto tem mais chances de sobreviver”, diz. Para ela, é possível avaliar se o piloto deu certo após seis meses.

4. Quem faz o projeto dar certo?

É necessário decidir quem serão os responsáveis pela organização, planejamento e suporte da ação na empresa. Geralmente, os escolhidos são os profissionais de departamentos estratégicos.

Por questões culturais, alguns colaboradores ou gestores podem ter uma certa resistência à novidade. Por isso, é fundamental que o programa seja “apadrinhado” por um ou mais líderes na empresa.

No final da década de 1990, a consultora Sônia Gurgel trabalhou em um projeto na Volvo, que foi por água abaixo, segundo ela, justamente por falta de preparo dos gestores. “Começamos o programa com um profissional do setor jurídico que tinha problemas de concentração”, afirma. “Fizemos um teste e ele se candidatou. Infelizmente, na época não deu certo, pois o restante da equipe não compreendia a dinâmica do trabalho remoto e marcava reuniões com ele todos os dias, levando-o a invariavelmente comparecer ao escritório. Faltou trabalhar melhor as lideranças”.

Vera Saicali, diretora de RH do HSBC, empresa que adotou o home Office, confirma a relevância da participação dos líderes no projeto. “Acredito que os principais desafios estão ligados à mudança cultural”, diz ela. “Ainda é comum que gestores tenham uma resistência inicial a este modelo. Normalmente são os que não tiveram ainda a experiência de coordenar times virtuais”, comenta Saicali.

5. Quanto custa para a empresa?

Existem três custos que devem ser considerados no orçamento do programa: com tecnologia, para equipar os trabalhadores aonde quer que estejam; com treinamento para colaboradores, gestores, secretárias e todos os envolvidos no novo modelo; e gastos fixos, como contas de telefone, internet, upgrade de softwares, equipamentos, sistemas de proteção de dados e antivírus, entre outros.

Uma vez definidos os custos, é necessário avaliar qual departamento será responsável pelo pagamento de cada um deles e, em alguns casos, quais contas serão divididas entre empresa e colaborador.

6. O que a empresa lucra com o novo modelo?

Vera Saicali cita alguns benefícios vivenciados no HSBC: “Para a empresa, há o aumento da satisfação e do engajamento do colaborador”, diz ela. “Além disso, o aumento da capacidade de atração e retenção de talentos. Sem contar benefícios para o planeta, com a redução da emissão de gases de efeito estufa como resultado da diminuição do deslocamento de pessoal”.

7. Home Office depois de licença-maternidade pode ser um começo

Uma das situações em que o home Office tem sido aplicado com sucesso por empresas brasileiras é depois de licença-maternidade. Na Volvo, o projeto-piloto aconteceu com uma funcionária que até hoje trabalha na empresa. Na sequência, outras colaboradoras puderam receber o benefício. Foi a consultora Sônia que implantou esse projeto na companhia. “Nosso programa foi inspirado no modelo sueco”, diz ela. “Neles, os profissionais podem ficar até dois anos de licença maternidade ou paternidade. Na Volvo, veio para ajudar na transição entre maternidade e carreira, que está cada vez mais difícil, uma vez que as mulheres estão trabalhando mais”, afirma.

8. Como proteger as informações sigilosas da empresa?

No HSBC, todos os colaboradores que possuem acesso remoto ao sistema da empresa têm que passar por um treinamento no qual as questões de segurança da informação são apresentadas. “Só depois do treinamento eles recebem a autorização para acesso fora do escritório”, diz Vera, diretora de RH da empresa. “Temos também políticas detalhadas sobre esse tema e a leitura desse material é obrigatória”.

9. Quem deve ser incluído no programa?

O teletrabalho pode ser aplicado individualmente (no caso de um piloto com um colaborador), setorialmente (vendas, por exemplo), em filiais da empresa ou em uma seleção de profissionais terceirizados. Em alguns casos, pode ser uma combinação entre estes modelos. O alcance do programa vai depender de cada caso, e sua escala pode sofrer alterações no decorrer do tempo.

Seja qual for a condição, é importante identificar se o profissional tem o perfil para aderir ao programa. Embora as exigências variem de acordo com a empresa e o segmento, algumas características básicas são consideradas fundamentais pelos profissionais que trabalham com home Office.

Entre elas, estão disciplina; organização; capacidade de agir frente aos imprevistos; comunicação; estilo sistemático; perseverança; compromisso; instrução; ética e confiabilidade já comprovados sem situações passadas; competência; flexibilidade e capacidade de adaptação; concentração; equilíbrio; autossuficiência; automotivação; resiliência; familiaridade com tecnologia.

10. Como zelar pela produtividade?

Tawan Pimentel e Luíz Lombardi são sócios da HOM, empresa que desenvolveu um sistema de gestão do trabalho remoto. Eles fazem algumas sugestões na tentativa de garantir a eficiência dos profissionais fora do escritório. “Uma solução de monitoramento e comunicação pode incluir diversos tipos de ferramentas”, dizem. “Entre eles, mensagens instantâneas, videoconferências, ligação Voip, compartilhamento de arquivos, compartilhamento de telas e lembretes, além do monitoramento do trabalho a distância”.

O custo das ferramentas citadas por Pimentel e Lombardi, depende da quantidade de características inclusas no pacote adquirido e do número de colaboradores que as utilizarão.

Já Fernanda Soares, líder de Desenvolvimento Humano e Organizacional da DP6, afirma que, para implementar o programa, a empresa investiu em notebooks e smartphones. Além disso, utiliza sistemas que contabilizam o tempo trabalhado e ferramentas de colaboração para troca de informações e gestão de projetos. “Assim é possível saber quantas horas cada colaborador trabalhou para cada projeto ou cliente”, afirma. “Com estas informações em mãos, é possível trabalhar com valores mais precisos na hora de cobrar dos clientes. Além disso, o sistema evita que o trabalho seja realizado fora do horário combinado ou que tarefas que não pertencem ao programa sejam computadas no banco de horas do colaborador”.


Fonte da imagem: foto 1 - Clique aqui / foto 2 - Clique aqui 

O Que o Google Conta Para os Recrutadores Sobre Você

De interesses até um passado profissional condenável, veja o que o Google pode contar para o headhunter 

Por Talita Abrantes

Os limites e cuidados para não acabar com sua reputação nas redes sociais já foram mais do que alardeados. No dia a dia, vale lembrar que a vida digital não se resume ao que você posta ou vivencia no Facebook, LinkedIn, Twitter e afins. E isso se estende para questões de carreira também.

Embora as redes sociais sejam figuras carimbadas no processo de seleção, quase todos os recrutadores consultados por EXAME.com afirmam que uma busca no Google é indispensável para determinados cargos. “Eu deixo isso para os três finalistas em cargos de alta gestão”, conta João Marco, diretor-executivo da Michael Page.

E ele admite que informações encontradas no Google já ajudaram a mudar os rumos de um processo de seleção – como quando descobriu que um dos candidatos finalistas a um cargo executivo foi um dos pivôs de um escândalo financeiro numa antiga companhia.

Agora é fato que os dados coletados na internet não acabam com as chances de um candidato sozinhos. “É uma ferramenta e como tal faz apenas parte do processo. Não é o fim do processo”, afirma Paulo Weinberger, da 2GET.

Mas pode dar algumas pistas valiosas para os recrutadores. “A mentira sempre teve perna curta, mas hoje com o acesso a mais informações é desmascarada mais rápido”, diz o diretor da Michael Page.

1. Contexto da sua experiência profissional

Quem não é prolixo e segue as regras para um currículo ideal lista apenas as empresas que trabalhou, o período, atribuições e resultados. Mas, em alguns casos, uma busca básica no Google pode revelar a situação da companhia no período que você trabalhou por lá. Dados que, dependendo do contexto, podem revelar muito sobre seu perfil profissional.

Por exemplo, se a pessoa trabalhava na área de logística da empresa, posso encontrar notícias que apontem problemas na cadeia de distribuição que geraram um prejuízo justamente na época em que o candidato atuava na companhia.

“Com base nessas informações, posso fazer um novo contato com ele para checar qual foi a participação dele, por exemplo”, diz o diretor da Michael Page. “Mas é preciso bom senso para avaliar a situação”.

2. Referências mais “desbocadas”

É fato que quase ninguém colocaria na sua lista de referências alguém que pode criticar seu trabalho. Certo? Pois, alguns recrutadores conseguem descobrir na internet outros nomes capazes de avaliar seu perfil profissional, como ele realmente é.

“Se sentirmos que o contato não passa credibilidade, buscamos outro contato para verificar aquela informação”, afirma Leonardo Rebbit, CEO da Curriculo Autêntico, empresa de auditoria de currículos.

3. Seus hobbies e afinidades

Na equação final, descobrir quais fóruns você participa na internet ou encontrar seu nome no site de algum grupo específico, evidentemente, não será mais importante do que sua experiência ou formação. Mas pode revelar se seus valores, por exemplo, podem ser compatíveis com o da empresa.

As suas interações em ferramentas como o Yahoo! Respostas também podem revelar mais do que você imagina. “Há pessoas que vão à internet perguntar informações sobre doenças, por exemplo. Dependendo da periodicidade desta prática, é possível conhecer o histórico de saúde do candidato”, diz Rebbit.

4. Palestras, artigos e entrevistas

“No início de carreira, você encontra mais dados pessoais do profissional na internet. Mas conforme ele vai crescendo na carreira, isso começa a se inverter”, afirma Weinberger, da 2GET.

Isso significa que, dependendo da sua área de atuação e posição hierárquica, todas as palestras que participou, artigos que escreveu e entrevistas que deu podem aparecer no radar do recrutador. E podem contar ou subtrair pontos da visão que ele terá de você.

5. Atos falhos

Inscrever seu currículo em diversas plataformas de recrutamento pode ser uma boa estratégia para ampliar suas chances. Mas, para os discípulos de Pinóquio de plantão, este pode ser o caminho para a própria cova.

“Se há discrepâncias entre estes currículos pode ser sinal de que há mentira ali”, diz Rebbit, que criou um método próprio para se blindar contra mentirosos profissionais.


Fonte da imagem: gettyimage

Estudo Revela Que Cerveja Deixa Homens Mais Inteligentes

Homens que beberam cerveja resolveram mais problemas em menos tempo que os sóbrios

Por Luiza Belloni Veronesi

Para aqueles que gostam de tomar cerveja, uma boa notícia: pesquisadores da Universidade de Illinois, Chicago, descobriram que homens que bebem cerveja ficam mais inteligentes.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores elaboraram um jogo de quebra-cabeça com 40 homens, informou o site Daily News. Eles foram divididos em dois grupos: um tinha em mãos dois litros de cerveja e outro não.

O resultado? O grupo que bebeu cerveja resolveu 40% mais problemas que o grupo “sóbrio”. Além disso, aqueles que beberam resolveram os quebra-cabeças em 12 segundos, enquanto os “sóbrios", em 15,5 segundos.

Segundo a psicólogia Jeniffer Wiley, o álcool no sangue deixou o grupo menos produtivo com as tarefas de trabalho. Já em tarefas criativas, como resolução de problemas, ele teve um resultado superior. 


fonte da imagem: Clique aqui

Boas Notas na Faculdade Não Fazem Diferença no Escritório


Por Lucy Kellaway

Recentemente Lord Winston, o cientista de bigode grande que adora a mídia, revelou que não gosta de contratar pessoas formadas com as melhores notas. Para ele, é muito melhor recorrer a pessoas que conseguiram notas medianas e não passaram três anos se matando de estudar na universidade. Uma pessoa mais aberta se torna um cientista melhor do que um nerd bitolado que nunca tirou o nariz de uma biblioteca.

Li isso com prazer durante o café da manhã. Como detentora do grau de formatura favorito de Lord Winston, vi grande sabedoria no que ele disse. Certamente é encorajador. Mas será que está certo? Para descobrir, mandei um e-mail atrevido para 40 funcionários graduados do "Financial Times" querendo saber com que faixa de notas eles se formaram. Os resultados não foram bem aqueles que eu esperava.

O "FT" está cheio de gente que Lord Winston desaprovaria: quase metade dos funcionários mais graduados se formou com as melhores médias de notas. Isso não é uma surpresa. Estranho é quem conseguiu as melhores notas e quem não conseguiu. Não importa o fato de eu ter tido décadas para avaliar a inteligência de meus colegas - fui ruim nas previsões. Só acertei em alguns casos óbvios.

Meu teste mostra que aqueles que tiveram as melhores notas não são jornalistas melhores nem piores do que aqueles que não conseguiram notas tão boas. Pode haver uma ligeira tendência - aqui estou falando por conta própria - de aqueles com notas menores serem melhores em originalidade e humor, e os que conseguiram as melhores notas serem melhores em termos de consistência e rigor.

Mesmo não sendo uma cientista famosa, posso afirmar que há três coisas que criam alguém que termina a faculdade com as melhores notas: trabalho duro, capacidade mental e sorte. Assim, você pode ser um aluno "CDF", "cabeça" ou "sortudo" - e todos são diferentes.

O mesmo se aplica a outras faixas de notas. Eu era uma infame CDF mediana - passava muito tempo na biblioteca, um período de tempo um pouco menor no pub e o resto dele escondida em meu quarto. Eu não tinha interesses diversificados, embora no primeiro ano de faculdade tenha dado uma aula a alunas da graduação sobre como fazer tricô. Portanto, eu represento o pior de todos os mundos para Lord Winston - uma "CDF" limitada que nunca teve as melhores notas. Mas e daí? Acabei me tornando um exemplo muito bom.

A coisa mais reveladora sobre as respostas que obtive foi a maneira como elas responderam. A primeira indicação disso foi a ligação entre o grau das notas e a velocidade de resposta. Quanto maiores as notas, mais pressa as pessoas tiveram para me informar. A resposta mais rápida foi de uma pessoa que ficou surpresa que eu pudesse ter alguma dúvida sobre suas notas altas. "Adivinha só!", respondeu ela por e-mail. As pessoas com notas menores demoraram mais para responder. Algumas simplesmente mandaram um e-mail com a média das notas, mas a maioria enviou mensagens longas explicando por que não se saiu melhor. Uma doença. Gostar demais de se divertir. Tempo demais dedicado aos esportes.

Uma delas respondeu: "Me formei com notas medianas (mas com notas máximas em rugby e cricket)". Outra chegou a me informar as notas exatas que teve em diferentes provas, para provar que sua média inferior era uma aberração estatística.

Isso tudo não é porque somos jornalistas inseguros. Essa obsessão com notas é uma falha, especialmente grande (imagino) entre as pessoas que foram para Oxford. Há poucos dias entrevistei o arcebispo de Canterbury e senti que ele precisou me dizer que não se esforçou muito para se formar pela Universidade de Cambridge com uma média de notas um pouco mais baixa. Vejo agora que foi uma loucura termos perdido tempo falando disso. Desde que se formou, ele vem provando sua inteligência todos os dias.

O mesmo se aplica para o resto de nós. E mesmo assim, continuamos totalmente obcecados em relação a uma semana de testes que fizemos há 10, 20, 30 e até mesmo 40 anos atrás. É uma insanidade. Imagino que isso acontece porque: a) para a maioria das pessoas, o exame de formatura é a última vez que recebemos uma nota objetiva; b) ninguém pode tirá-la de nós; e c) o sistema de notas das universidades britânicas é estúpido.

Assim, a escolha dos patrões está em escolher entre alguém que tem um pequeno ressentimento por causa das notas inferiores ou alguém que se sente membro vitalício do clube das pessoas inteligentes, por causa das boas notas. Uma amiga que contrata estagiários diz não gostar daqueles que têm as melhores notas por este motivo: "Eles têm uma visão sobre sua própria inteligência da qual eu posso não compartilhar".

Mas mesmo ela não cria regras rígidas sobre isso. Encontrar a pessoa certa para um emprego é tão difícil que a única coisa sensata a fazer é não ter regras. Não contratar pessoas com as melhores notas na faculdade faz tanto sentido quanto não contratar pessoas que usam bigode.


Fonte: valor.com.br
Fonte da imagem: Clique aqui

Por Que Não Oferecer Descontos Aos Clientes do Seu Negócio

Especialista em vendas ensina como fechar a venda mesmo sem a possibilidade de dar descontos

Por Priscila Zuini (Escrito por Mário Rodrigues, especialista em vendas)

Na rotina do vendedor existe uma situação muito recorrente, o temido momento em que os clientes da pequena empresa pedem descontos. É quando o consumidor afirma ter outra oferta em vista, de um produto melhor e mais barato. E também é nessa hora que o vendedor pensa que vai perder uma venda e o tempo investido na negociação.

Por várias vezes, quando o cliente pede um desconto, ele não busca apenas ou simplesmente um valor menor a pagar pelo produto ou serviço, ele busca a sensação de que está fazendo um bom negócio.

É como se ele lhe perguntasse: “esse é o melhor negócio que posso fazer?”. Você pode responder que sim, negando o desconto, ou dizer que sua primeira oferta não é o melhor negócio e que o melhor negócio seria mesmo um desconto de preço. Em vez de segurança, nesse caso, o desconto vai demonstrar que o valor de sua oferta inicial era falso.

Não ceda tão rápido, pois o desconto não garante um negócio fechado, diga a frase mágica: “fique tranquilo, esse é o melhor negócio que você pode fazer”.

O cliente está sempre procurando “torcer” o vendedor em busca da sensação do melhor negócio e é exatamente isso que você deve oferecer a ele, minimize a sensação de risco e maximize o valor de sua oferta. Lembre-se de que a barganha demonstra interesse.

O segredo é ser assertivo durante a venda, aumentando o valor agregado da oferta, utilizando argumentos sólidos, como a qualidade do produto, seu custo-benefício e suas soluções. Fortaleça o seu conceito de pós-venda impecável, com um ótimo atendimento. São estes os detalhes que fidelizam um cliente e o convencem a comprar um produto, ou serviço, sem reclamar de seu preço.

É fato que o cliente pode ter outra oferta em mente, analisando os prós e contras entre a sua oferta e a da concorrência. É um dos passos que faz parte do processo da tomada de decisão do consumidor, mas no qual o preço não é um fator decisivo. Por isso, é importante aprender a dizer pelo menos quatro “NÃOs”:

Não é possível mexermos nesse preço;
Não, esse é o preço justo para remunerar o valor de nosso produto;
Não tenho como alterar o preço sem tirar parte do que estou lhe oferecendo;
Não tenho como diminuir o preço, quero que fique seguro de que está fazendo o melhor negócio.
Se você não acredita nisso pense na seguinte questão: tudo que você compra é sempre o que há de mais barato? Por quê? Vale a reflexão.


fonte da imagem: Clique aqui

Quer Montar Uma Loja na Web em 1 Hora? Tente o Jimdo

O Jimdo permite criar rapidamente um blog, uma loja online, um site institucional para uma pequena empresa ou um portfólio profissional

Por Maurício Grego

Crie seu site em menos de uma hora. Essa é a promessa do Jimdo, serviço para a montagem rápida de sites na web. Com ele, é possível criar um blog, uma loja online, um site institucional para uma pequena empresa ou um portfólio profissional, por exemplo. E isso não requer conhecimento técnico.

O Jimdo foi fundado há seis anos na Alemanha e ganhou versão em português há dois anos. Ele lembra alguns serviços que prosperaram nos anos 90, como o Geocities, que chegou a ser o terceiro site mais acessado na internet em 1999, quando foi comprado pelo Yahoo!.

O Geocities permitia que qualquer pessoa criasse seu próprio site rapidamente. O Jimdo é uma versão atualizada dessa ideia. Há uma modalidade gratuita do serviço, com restrições como não poder usar um domínio próprio (um endereço na forma www.nome.com). Além disso, sites gratuitos mostram anúncios do próprio Jimdo.

Um plano pago para profissionais custa 228 reais por ano. Um para empresas sai por 600 reais por ano. Os sites podem conter galerias de fotos, vídeos, um quadro com informações do Facebook e outros componentes. As lojas online incluem carrinho de compras e sistema de pagamentos via PayPal.

O serviço também inclui ferramentas de otimização para busca (SEO), usadas para adequar o site a mecanismos de pesquisa na web, como o Google. Também inclui uma versão móvel do site, que mostra, na tela dos smartphones, informações básicas da empresa, seus contatos e sua localização.

A Jimdo vem trabalhando para ampliar sua presença no Brasil. Matthias Henze, um dos fundadores, esteve em São Paulo recentemente e conversou com EXAME.com. “Achamos que é hora de fazer uma ofensiva no Brasil. Há muitas pequenas empresas aqui que devem estar interessadas em criar ou refazer seu site na web”, diz ele. 

Com sede em Hamburgo, na Alemanha, a Jimdo tem também escritórios em São Francisco, Tóquio e Xangai. A sede em Hamburgo é descolada. Tem até um chef de cozinha que prepara pratos personalizados.

Em sua visita ao país, Henze falou em workshops para webdesigners e pessoas interessadas em montar um site na web. “Queremos estar perto dos clientes brasileiros. Por isso, estamos avaliando a possibilidade de ter um escritório aqui”, diz.

Segundo Henze, o Jimdo já foi usado para a publicação de mais de 8 milhões de páginas na web, das quais 3 milhões foram criadas nos últimos 12 meses. Em 2012, houve quase 15 milhões de fotos publicadas nele. E o serviço cresce ao ritmo de 10 mil novos usuários por mês. Nada mau.


Fonte da imagem: clique aqui

Sucesso Vem Antes do Trabalho só no Dicionário


Por Soeli de Oliveira

Sonhos se tornam realidades com mais frequência do que muitos imaginam. Ninguém deve parar de sonhar porque não sabe como chegar lá. O grande desafio é assumir a responsabilidade por sua vida e carreira. Determine o que você quer alcançar, sem preocupação com o “como” alcançar. O “como” a sua mente dará um jeito. Transforme as boas intenções em propósitos, afinal, a gente pode fazer tudo que quiser. Segundo a Neurociência, em nossa essência existem todas as possibilidades e a escolha é nossa.

A responsabilidade de cada um é assumir o comando da sua vida e comprometer-se com o seu próprio destino. “O mundo se afasta e dá passagem para o homem que sabe aonde vai”, porém infelizmente, cada vez mais encontramos pessoas na casa dos 40 anos sem referências e sem rumo, desperdiçando os seus talentos e o tempo que não volta mais. O presente só tem sentido, vivido em função do futuro. Como você se enxerga daqui a cinco anos?

Na vida há crenças que são limitantes e outras impulsionadoras. As dificuldades de alguns não residem nas adversidades, mas nas suas crenças limitantes. Só há uma pessoa capaz de limitá-lo – você mesmo. Nada muda se você ficar sentado no sofá, na frente da televisão, vendo novela todas as noites. Para Thomas Edson o sucesso é determinado por 1% de inspiração e 99% de transpiração.

A verdadeira performance é ir além do esperado. O sucesso vem antes do trabalho só no dicionário, pois na ordem alfabética o “s” vem antes do “t”. Quase sem exceções, atrás de todas as grandes realizações há foco, ação e melhoria contínua. Ninguém nasceu sabendo. Sabe-se que a evolução comportamental é mais lenta do que a tecnológica. Por isso é preciso urgentemente identificar e aumentar rapidamente as suas competências.

Nossa participação na mudança das pessoas é muito menor do que pensamos. A vida muda quando o indivíduo muda. A chave das grandes realizações, com muita frequência, começa com a descoberta e paixão por um objetivo. Quem não sabe o que quer, como vai reconhecer quando chegar lá?

Relevante é o que contribui para alcançarmos os objetivos. Quem quer ter sucesso põe mais foco nas metas do que nas dificuldades. Os novos tempos requerem o aumento do potencial humano e muita inovação. A evolução, a mudança e a transformação só são aceleradas quando o indivíduo aplica mais energia para reforçar os seus pontos fortes do que para melhorar os seus pontos fracos.

Muitas vezes a visão que a pessoa tem do problema é que é o problema. Muitos desconhecem que nossa mente é dotada de um mecanismo automático perseguidor de objetivos, que não dorme. Motivo porque desperdiçam o precioso potencial dos seus cérebros deixando de definir a situação atual versus a situação desejada, e o que deve ser feito para atingir os objetivos.

Na ânsia por alcançar o sucesso, não mate a “galinha dos ovos de ouro”, que é você. Equilibre a roda da vida, determine mini-metas em direção ao topo, saboreie e comemore as pequenas vitórias com as pessoas que você ama. Pois, o bom da vida é a doce ilusão da caminhada.

Soeli de Oliveira é consultora e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios, nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.

Série CRIATIVIDEO - Empreendedorismo e Criatividade

Vejam este vídeo de um vendedor de picolé (disseram que era de Fortaleza), o que importa mesmo é a criatividade na hora de vender, surpreender o cliente na hora oferecer um simples picolé na praia.

Isso é empreendedorismo, temos que valorizar e motivar mais pessoas, vendedores, ambulantes a estimularem sua criatividade no momento do atendimento.

video

Vamos passar adiante...

Marcelo Cabral

Observe 5 Elementos Para Ter Uma Comunicação Altamente Eficaz

Saber se comunicar muitas vezes é mais importante do que o próprio conhecimento técnico dos profissionais, avalia especialista 

Por Infomoney

Um dos principais problemas em qualquer equipe e em qualquer área é a comunicação. Saber se expressar e passar corretamente suas ideias, muitas vezes, é ainda mais importante do que o próprio conhecimento técnico dos profissionais.

Pensando nisso, a Equipe InfoMoney elaborou, em parceria com a consultora organizacional, Meiry Kamia, 5 elementos a serem observados para que os ruídos na comunicação não atrapalhe o desenvolvimento das atividade e dos projetos.

Antes de mais nada, Meiry destaca que quando estamos nos comunicando com alguém, apenas 7% do que nós dizemos são palavras. Isso mesmo, 38% da comunicação é o tom de voz e 55% é a expressão corporal. Dito isso, entramos na primeira dica:

1. Observar os demais aspectos da comunicação - isso quer dizer, simplesmente, que os profissionais que querem se comunicar da melhor maneira possível deve trabalhar sua expressão facial e corporal. “Esses elementos são mais importantes do que o que você está falando”, diz Meiry.

2. Certifique-se de que o outro entendeu - muitos chefes reclamam de suas equipes enquanto muitas equipes reclamam dos seus chefes. Essa insatisfação, normalmente, é motivada pelo fato de que uma ou outra parte não realizou a tarefa da forma como o outro estava esperando.

Isso, porém, nem sempre acontece porque a equipe é ruim ou o chefe é ruim. Pode estar acontecendo por um motivo muito mais simples, problemas na comunicação. A ideia, portanto, é se certificar de que passou a mensagem corretamente.

“Quando o chefe, por exemplo, termina de passar alguma orientação, ele deve perguntar se a equipe entendeu. Ele tem que pensar em uma maneira de se certificar que a equipe está alinhada, para evitar qualquer desentendimento”, diz Meiry.

3. Delegação de tarefas - na mesma linha do item anterior, quando estiver estabelecendo as diretrizes do projeto, o chefe tem que deixar bem claro quais são as responsabilidades de cada um. “É importante deixar claro quem tem a responsabilidade de quê”, diz Meiry.

Além disso, outro ponto importante é envolver todos os membros da equipe no projeto. “É interessante deixar que todos expressem suas ideias e opiniões, pois, assim, se tornam mais comprometidos com o projeto”.

4. Separar ideias de pessoas - na hora do feedback, é importante deixar claro que as críticas são em relação ao trabalho da pessoas e não em relação a ela. De acordo com Meiry, o ser humano é muito mais emocional do que se pensa. Para evitar problemas pessoais, portanto, deve-se separar pessoal do profissional.

5. Faça reuniões - segundo a consultora, é importante criar um ambiente onde os profissionais saibam que podem falar sobre seus problemas. Através das reuniões, as pessoas vão se tornando mais próximas e mais a vontade para falar.


Fonte: www.infomoney.com.brwww.infomoney.com.br
Fonte da imagem: gettyimage

Qual a Melhor Maneira Para se Resolver um Problema no Trabalho?

Descubra o que pode solucionar algumas dificuldades dentro de uma empresa 


Qual é a melhor solução para dar fim a alguma dificuldade dentro de uma organização? De acordo com um novo estudo, a resposta é simples: basta fomentar o trabalho em grupo. Mas, primeiro, é necessário que os empregados, de forma individual, levem seu conhecimento e habilidades para os problemas organizacionais. Segundo o New Scientist, um dos autores do estudo, Bryan Bonner, afirma que "para que grupos obtenham sucesso, eles precisam explorar o conhecimento de seus membros efetivamente". Para Bonner, tudo o que se tem a fazer é sentar com as pessoas por um determinado tempo, pensar o que você já sabe sobre o problema e como pode ajudar a encontrar a solução.

"As pessoas geralmente descobrem que sabem mais do que pensam. Elas talvez não saibam a resposta completa, mas associam uma ou duas informações que podem ajudar o grupo a encontrar a solução", disse.

Por fim, captar o que os indivíduos já sabem é a chave para resolver uma série de problemas. Desenvolver a habilidade de transferir conhecimentos antigos e aplicá-los em novos problemas, em conjunto com várias pessoas fazendo o mesmo, pode trazer a solução.

A pesquisa analisou pessoas em grupo e individualmente, que responderam a difíceis questões. Entre elas, estavam perguntas como qual a distância mínima (dirigindo) entre as cidades americanas Salt Lake e Nova York, e qual o peso do homem mais gordo do mundo. A resposta para esses problemas teve de ser pensada em conjunto.

Fonte/imagem: Olhar digital

Inove na Gestão de Processos Para Transformar Seu Negócio

Roger Burlton explica como gestores podem promover uma inovação incremental, estrutural ou contínua nas empresas

O termo “Inovação” anda em alta nos tempos recentes, mas, claramente, não se trata de um conceito novo, considerando que sua existência data de mais de mil anos atrás. As organizações sempre tentaram ser inovadoras. Um empreendedor cria algo novo quando inicia um novo negócio e um gerente é inovador ao introduzir um novo processo. Naturalmente, organizações irão empregar diferentes abordagens para inovação em função de sua história, seu ambiente, seus objetivos e suas limitações.

Ao nos concentrarmos na inovação sob o contexto de mudança de processos de negócios, podemos dividir a literatura recente em duas grandes categorias: a escola do pensamento criativo com ênfase no brainstorming e em uma variedade de técnicas relacionadas que podem ajudar as pessoas a pensarem em maneiras alternativas de realizar algo.

Em uma segunda categoria, o termo inovação é empregado na mudança de um negócio para ser mais ágil, pró-ativo e competitivo às demandas. Michael Hammer frequentemente escreveu sobre a importância da inovação nos processos de negócios como um sinônimo de 'reengenharia’, estimulando grandes mudanças que possam efetivamente transformar o negócio.

Outra visão sobre inovação é fornecida por Charles A. O'Reilly III e Michael L. Tushman que propõem o chamado ‘continuum’, o qual oscila entre três categorias: ‘Inovação Incremental’ (pequenas melhorias em produtos e serviços existentes), ‘Inovação Estrutural’ (avanços tecnológicos ou de processos que alteram consistentemente um componente ou elemento do negócio) e ‘Inovação Descontínua’ (avanços radicais que alteram profundamente as bases de competição da indústria). Traçando uma analogia às abordagens existentes de mudanças de processos, o termo ‘Melhoria de Processos’ assemelha-se às ‘Inovações Incrementais’. Traçando um paralelo com ‘Inovações Estruturais’, podemos considerar o ‘Redesenho de Processos’, no qual há diversos modelos de referência como o proposto pelo BPTrends e o SCOR. Já a ‘Inovação Radical ou Descontínua’ compartilha com os princípios da ‘Reengenharia’ de Hammer.

A Gestão de Processos de Negócios ou Business Process Management (BPM) é uma abordagem bem mais ampla para a identificação e estruturação de mudanças nos processos de negócios. Compreende desde inovações incrementais de pequena escala até transformações organizacionais, passando pelo redesenho de processos. Assim, BPM auxilia qualquer tipo de inovação que uma organização demandar.

Como exemplo, a impressão 3D é uma das mais recentes inovações tecnológicas que causará impacto sobre as operações de negócios. Em essência, um computador verifica um objeto tridimensional e utiliza a imagem digital para produzir uma cópia física, utilizando um ou mais tipos de materiais para construir o objeto 3D.

O mercado de impressoras 3D está crescendo rapidamente e os preços estão caindo na mesma velocidade. Inúmeras organizações terão que modificar seus modelos de negócio e seus processos para tirar proveito desta nova abordagem e aqueles que mudarem rapidamente e de forma eficiente ganham uma vantagem competitiva significativa.

Esta é apenas uma ilustração de inovação e há muitas outras acontecendo. Meios de comunicação social, tecnologias móveis, novos materiais e mudanças regulatórias são algumas das áreas que oferecem oportunidades para a inovação.

A Gestão de Processos de negócios pode aproveitar essas oportunidades, mas também pode ser a fonte de inovação em si. Novas formas de condução do negócio, tais como processos em que o cliente soluciona sozinho sua demanda ou multi-canais de suporte também podem gerar redução de custo ou aumento do valor entregue. BPM está preocupado com a análise de como o trabalho é feito em uma organização para criar valor para as partes interessadas. Ele fornece ferramentas e técnicas para modelar processos e metodologias de trabalho para mudar sistematicamente os processos de trabalho. Traça um caminho para entender onde a mudança é necessária e descreve como implementar essa mudança de forma holística. Inovação de processo é uma necessidade para transformar uma ideia inovadora em realidade.

Roger Burlton (Tradução: Alice Erthal e Rafael Paim).


Fonte: hsm.com.br
Fonte da imagem: Clique aqui

Cinco Passos Para se Tornar um Líder Diferenciado

O livro "O Desafio da Liderança" apresenta cinco ações importantes para o sucesso de um líder 

Por Administradores


Liderança. Um característica que pode adquirida ou que nasce com o indivíduo? Em seu livro "O Desafio da Liderança", da editora Elsevier, os autores Barry Posner e James Kouzes afirmam que a liderança é um relacionamento que precisa ser alimentado e que pode ser aprendido, desde que haja esforço por parte do líder. 

O livro apresenta cinco ações importantes para o sucesso de um líder:

Demonstre seus valores

Quando o líder expõe seus valores com clareza e objetividade, conquista e sustenta sua credibilidade pessoal. Além disso, também é preciso ter certeza de que os liderados concordam com seus princípios, para que seja construído um conjunto de valores comuns.

Inspire uma visão comum

No livro, os autores contam a história de uma líder que, ao passar por uma crise, resolveu buscar os ideais comuns, para combater o pessimismo de sua equipe. A ideia era mostrar ao grupo que o trabalho era importante e que era possível fazer a diferença, através da motivação da equipe e de uma visão compartilhada.

Saia da zona de conforto

Questionar o atual processo de produção na tentativa de buscar novas oportunidades é uma atitude que beneficia a empresa como um todo. O livro conta que, certas vezes, os desafios revelam os líderes e, outras, são os líderes que descobrem os desafios. Um líder exemplar deve mostrar à equipe a importância do comprometimento com desafios e oportunidades que possam surgir.

Estimule a colaboração

Todo gestor deve compartilhar sua habilidades de liderança com seus liderados e explicar de que forma isso pode contribuir para o crescimento de uma organização. Workshops e Coffee Talks são considerados boas ferramentas para transmissão de conhecimento aos colaboradores. Desta forma, os liderados terão mais motivação para colaborar, pois será criado um ambiente de confiança e respeito recíproco.

Reconheça as qualidades do liderado

Todo colaborador necessita receber um feedback do líder. Através de reuniões semanais, esse retorno pode ser feito. Nesse sentido, é importante que o líder reconheça as competências de sua equipe para a cultura da empresa. Os especialistas também recomendam aos líderes que demonstrem confiança no trabalho dos liderados.


Fonte da imagem: Clique aqui

Liderança Situacional e a Teoria de Hersey e Blanchard

Autor: Nathaly Bispo

As organizações nos tempos de hoje exigem cada vez mais líderes que saibam trabalhar com poucos recursos e em curto espaço de tempo. Quanto maior a sua eficácia e maior o número de equipes otimizadas, melhor o resultado. Neste contexto, a Liderança Situacional é uma poderosa ferramenta para suprir essa necessidade das empresas.

O líder situacional é aquele com “jogo de cintura”, e que, de acordo com as demandas e o ambiente, consegue adaptar-se rapidamente e contornar os problemas de forma a eliminá-los, seja qual for seu estilo de liderança (autocrático, democrático ou liberal). Assim, a liderança situacional se apresenta melhor em momentos de crise, e neste caso, o trabalho do gestor é fundamental.

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Coaching José Roberto Marques, para que a liderança situacional tenha sucesso, o líder precisa dispor de suas competências e habilidades, e saber guiar e delegar as funções de acordo com o perfil dos profissionais que compõem sua equipe. Entretanto, para sair-se bem neste papel de líder situacional, o gestor precisa ter sensibilidade, conhecer bem cada profissional e contar com a maturidade dos seus liderados.

Neste sentido, para os autores de “Psicologia para Administradores: A Teoria e as Técnicas da Liderança Situacional”, Paul Hersey e Kenneth Blanchard, podemos classificar os níveis da maturidade dos colaboradores de acordo com o modelo de liderança adotado e o relacionamento destes com seus líderes.
Liderança pela Maturidade profissional

A principal diferença deste tipo de liderança em relação às demais são as habilidades em diagnosticar o liderado, considerando o seu desempenho atual nas tarefas, não na pessoa que é ou no seu potencial, e conhecer quais são os estilos de liderança para usá-los nos momentos adequados.

A receptividade de suas estratégias depende do nível de maturidade dos demais profissionais da equipe e de como estes estão prontos para receber este modelo de liderança. Assim, de acordo com o Paul Hersey e Kenneth Blanchard, sob a influência da liderança situacional, existem quatro estágios distintos de maturidade numa organização e, estes influenciam diretamente no estilo de agir do líder para alcançar o sucesso da gestão do pessoal:

Estilo 1 • Determinar – neste nível, os autores classificam a maturidade dos liderados como baixa para executar determinada tarefa, uma vez que estes não sentem plena confiança em suas capacidades ou mesmo vontade para executar as tarefas, e para que sejam cumpridas, o líder deve delegar e acompanhar de perto a execução.

Estilo 2 • Persuadir – neste nível entendemos que o colaborador tem maturidade de média a moderada, e suficiente para cumprir a tarefa, porém não as habilidades que a mesma exige. Neste caso, o líder situacional além de direcionar o trabalho, deve apoiá-lo e incentivá-lo para que alcance a autoconfiança e motivação necessárias para agir.

Estilo 3 • Compartilhar – neste nível o colaborador tem a maturidade entre moderada e alta, e as habilidades para executar a tarefa, porém não tem interesse em ajudar o líder. Esta indisposição pode estar relacionada a fatores como desmotivação e falta de confiança em seu trabalho e, o papel do líder buscar sua participação e colaboração na tomada de decisões.

Estilo 4 • Delegar – no último nível encontramos o colaborador com maturidade alta e, com habilidades e a disposição que a tarefa exige. Neste nível o líder não precisa apoiar e direcionar efetivamente seu trabalho, uma vez que o colaborador tem autonomia e a confiança do líder para criar as melhores soluções e executá-las, independente de seu acompanhamento.

“Os colaboradores começam a entender esse tipo de liderança, pois graças a ele os liderados são capazes de entrar no ciclo de desenvolvimento e não sentirem-se esquecidos ou meros executores. O líder situacional cria potenciais sucessores e equipes extremamente eficazes”, observa o diretor executivo da Brimberg Associados – Treinamentos de Liderança Situacional, Paulo Crepaldi.

Saiba agir como um líder situacional

Tendo em conta que o líder situacional predispõe-se a adaptar-se às características dos seus colaboradores, estes por si só atuarão de acordo com a estratégia de gestão estabelecida pelo seu líder.

Os especialistas José Roberto Marques, Paulo Crepaldi e Ricardo Costa dão dicas de como desenvolver sua maturidade como líder situacional:

- Mantenha um canal de comunicação aberto, procure ouvir na essência e comunicar-se assertivamente com seus colaboradores;

- Respeite as características comportamentais e profissionais de cada colaborador, busque identificar seus diferenciais e use-os a favor da empresa;

- Guie, ensine e conduza os profissionais e equipes, e ofereça a estes oportunidades reais de desenvolvimento de suas habilidades e capacidades coletivas e individuais;

- Dê avaliações assertivas, exponha com clareza os motivos de um feedback positivo e evidencie o bom trabalho de seu colaborador. Do mesmo modo, quando o feedback não for positivo, foque em destacar os pontos de melhoria e busque junto com o seu colaborador as soluções mais adequadas para que os mesmos erros não se repitam;

- Procure alinhar as expectativas profissionais dos colaboradores com os interesses e resultados da empresa;

- Faça com que colaboradores conheçam a missão e os valores da organização, sintam-se mais engajados e responsáveis e com isso reconheçam sua importância dentro dos processos de trabalho, em seu autodesenvolvimento e no alcance dos resultados como um todo;

- Ofereça suporte, conhecimentos, experiências e possibilidades reais de crescimento e ascensão na carreira e busque sempre desenvolver o máximo seus liderados;

- Conheça a si mesmo;

- Demonstre aos seus colaboradores que você está lá para ajudar a todos com suas necessidades e não com suas vontades;

- Defina devidamente as competências de cada colaborador de sua equipe;

- Estimule a autonomia na apresentação de melhorias para a organização.



Fonte da imagem: Clique aqui

Indo Além da Promessa da Marca


Por Fernando Byington Egydio Martins

Você já parou para pensar qual é a promessa de marca que sua empresa transmite ao mercado e como ela é percebida pelo público? Já parou para pensar se a promessa da sua empresa é entregue na prática, em todas as atividades do dia a dia?

Em um mundo em constante transformação, a inovação passa a ser parte obrigatória da atuação de todas as empresas. Entretanto, para ser um diferencial, ela precisa estar alinhada a algo maior do que simplesmente a busca pelo novo. Para ser significante, ela precisa estar alinhada a essência, aos valores e a visão de mundo da empresa. Só assim pode-se entregar o melhor para seus stakeholders.

Recentemente conheci uma empresa que, em minha opinião, é um grande case de sucesso com relação à “ir além”. Vocês já ouviram falar na Zappos? Essa empresa viu suas vendas crescerem em velocidade astronômica: em nove anos após sua fundação, viu seu faturamento crescer de US$ 1,6 milhões para invejáveis US$ 1 bilhão. Hoje, ela ocupa a 20ª posição na lista das 100 companhias mais inovadoras do mundo (ranking produzido pela Fast Company).

Quando li a “Inspiração Zappos”, fiquei intrigado: “Nossa intenção é ser a melhor empresa em atendimento, e a melhor experiência já vivida pelo consumidor”. Não parece utópico demais? Afinal, como uma loja online de sapatos, roupas e outros itens de vestuário pretende proporcionar a melhor experiência em termos de consumo? Pois é exatamente isso que eles fazem, e muito bem. Vista de fora, ela é apenas mais um site de vendas, entretanto, o seu diferencial em relação aos concorrentes está na maneira como eles encaram o negócio: eles são uma empresa de serviços que, no caso, resolveu vender sapatos.

A filosofia da empresa, criada por um jovem executivo chamado Tony Hshie, que estará no Brasil em 26 e 27 de agosto, é construir uma relação sólida e eterna com seus clientes, e isso deve ser sentido em todas as interações que o cliente tenha com a marca. Um exemplo disso é o nome dado ao call center: “Time de Lealdade ao Consumidor” – e não simplesmente “atendimento ao consumidor”. Esse time tem a missão de atender cada cliente de forma humana e realmente próxima, via chat ou telefone. Essa equipe de atendimento não usa roteiro ou script. Nada é mecânico. Eles procuram atender sempre da maneira mais pessoal possível, exercitando o lado humano de seus atendentes. Esse modo de serviço dá conforto aos clientes e gera confiança. Parece muito complicado, não? Mas é possível a partir do momento que todos os funcionários realmente se identificam com os valores da empresa. E os da Zappos são contratados essencialmente com base neles.

Para vocês terem uma ideia de como essa empresa opera, se o atendente percebe que não tem o item desejado pelo consumidor, ele faz uma pesquisa nos concorrentes e indica três opções ao cliente. Tudo isso para não deixá-lo “na mão”, estabelecendo uma relação de parceria e credibilidade. Além disso, as entregas são gratuitas e feitas em até 24 horas, graças a um sistema de estoque que funciona em 24/7 – 24 horas por dia, sete dias por semana. As trocas e devoluções também são rápidas, fáceis e sem custo adicional.

A Zappos, embora não esteja fazendo nada de outro mundo, está inovando ao preocupar-se, nos dias de hoje, com o humano; algo que às vezes, com todos os modismos corporativos e novas teorias de gestão, esquecemos de fazer. Nesse raciocínio, o lucro nada mais é do que um sinal de que a organização está servindo ao seu propósito: atender bem o cliente, afinal, ele é o dono da marca. É importante nos atentarmos a essa volta às origens: servir bem, para servir sempre... Tão simples, mas nem sempre muito fácil.

Esse case reforça que empresas com um modelo voltado para relacionamento transparente e geração de boas experiências em todos os pontos de contato, têm mais clientes satisfeitos, leais e, também, mais rentáveis. Por exemplo, na própria Zappos, cada consumidor realiza uma média de 2,5 compras por ano, sendo que 75% deles voltam após a primeira compra, que tem um ticket médio de U$ 111,98, contra U$ 143,22 da segunda compra.

Quando uma empresa sabe claramente quais são seus valores, qual é seu papel no mercado e qual o benefício que pode proporcionar às pessoas, fica mais fácil transformar a promessa da marca em uma experiência e, assim, ir além. No exemplo apresentado, a intenção é proporcionar excelente experiência de atendimento e consumo. E, para isso, foca no foco do cliente e inova o tempo todo para que essa essência seja experimentada por todos os públicos em todos os pontos de contato da organização de forma consistente.

Pense nas marcas que você confia e nos atributos e promessas que te levaram a essa lealdade. Imagine-se cliente da sua própria empresa e analise se sente o mesmo pelos produtos ou serviços que vende. Avalie a promessa da marca: ela é um reflexo dos meus valores? Pode ser percebida em todos os pontos de contato e por todos os públicos? Depois disso só é preciso pensar o que é possível fazer para executá-la de maneira consistente e sempre que possível, como ir além. E boa sorte.

Fernando Byington Egydio Martins é Diretor executivo de Estratégia da Marca e Comunicação Corporativa do Grupo Santander Brasil.
fonte: mundo do marketing

Related Posts with Thumbnails

Envie para sua rede

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More