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Série SEU NEGÓCIO - Os 5 Segredos da Precificação


A precificação pode ser considerada um grande desafio para os empreendedores. Como não se distanciar dos valores oferecidos no mercado sem deixar de valorizar o seu trabalho?

Para decidir como agregar o valor adequado aos seus produtos – ou serviços – você deve pensar em diversos tópicos, como quanto eles valem para os seus clientes, qual o gasto para produzir ou oferecer esse tipo de produto/serviço, etc. Confira os 5 segredos da precificação:

1. Entenda o que é especial no seu produto

Você precisa saber exatamente qual é o diferencial do seu negócio. Descubra o que ele tem de mais interessante, atrativo ou especial e certifique-se de que isso vai ser destacado e comunicado para os seus potenciais consumidores.

2. Entenda o leque de potenciais consumidores

É preciso que você conheça todas as áreas nas quais pode atuar como fornecedor dos seus produtos ou serviços. Pense naqueles que querem adquirir os seus serviços por estratégia, por comodidade, por preço... Tudo isso vai fazer com que você defina de forma consciente quanto vai cobrar.

3. Crie um mercado de potenciais consumidores

Quando não existe mercado em funcionamento as avaliações são sempre difíceis, o que prejudica as vendas. Por isso, é ideal que você saiba criar um mercado para os seus produtos, ou seja, abra espaço para ser competitivo, avalie seus concorrentes e identifique em quais aspectos você pode ganhar deles.

4. Seja confiável

Que os seus clientes querem pagar menos pelo melhor produto você já sabe, e deve, inclusive, levar isso em conta ao definir preços. No entanto, há outro fator amplamente considerado pelos consumidores: a confiança. Isso significa que, por mais que os seus clientes queiram pagar menos, eles ficarão desconfiados ao receberem um produto com qualidade tão alta por um preço baixo demais. Pense nisso ao definir valores.

5. Lembre-se de que você está vendendo o futuro

Mantenha em mente que os seus consumidores estão preocupados em como o seu produto pode ajudá-los no futuro. Constantemente eles temem que você saiba de algo que eles nem desconfiam, portanto, considere isso na hora de dar valor aos seus serviços. Quanto mais útil para os clientes – especialmente no futuro – mais um produto deve valer.


Série SEU NEGÓCIO - Como fisgar mais clientes para o seu negócio

Chamar a atenção não é suficiente e ter uma mensagem relevante é fundamental

Por Priscila Zuini (Respondido por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia)

Dentro dos vários modelos de marketing, o que acho mais útil para prestadores de serviço é o AIDA. Esse modelo basicamente diz que o cliente passa por essas etapas na hora de comprar algo: Atenção (ficar sabendo), Interesse (buscar informações gerais), Desejo (buscar informações específicas) e Ação (a compra em si).

Um dos erros mais comuns que vejo em prestadores de serviço é focar apenas na 1a etapa, chamar atenção. Pensando só nisso, dificilmente se consegue gerar interesse o suficiente para avançar o cliente nas outras etapas da compra.

No caso, o maior problema de tentar chamar a atenção a qualquer custo é que todos querem fazer isso, normalmente usando métodos muito parecidos. O cliente interpreta todo esse barulho como um grande ruído e não presta atenção em nada.

Em compensação, se algo soa ligeiramente diferente, isso aumenta muito a chance do cliente prestar atenção e, consequentemente, se interessar.

Por exemplo, imagine que você está no Maracanã lotado e uma pessoa tenta chamar sua atenção gritando bem alto o nome do jogador que todos estão gritando. Ela pode até chamar sua atenção, mas dificilmente você se interessará em saber mais sobre o que ela tem a dizer.

Em compensação, se você ouve seu nome no meio da multidão, o som pode até ser mais baixo, mas muito provavelmente você buscará a origem daquilo, querendo saber mais. Personalização faz toda a diferença.

Em um exemplo mais prático, digamos que você vende serviços de consultoria que podem servir tanto para agências de publicidade quanto pet-shops. Ao invés de criar o mesmo anúncio e simplesmente atingir o maior número de pessoas, tente criar um anúncio do tipo “Consultoria para agências de publicidade” e mandar só para esse público e assim por diante.

O retorno dessa personalização será muito maior do que atirar para todos os lados.


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2 Tipos de Sinais de Que o Seu Marketing Está Ultrapassado

Especialista afirma que a demora para mudar a estratégia de marketing da sua empresa pode provocar rejeição do mercado

Por Camila Lam (Respondido por Eduardo Andrade, especialista em marketing)

Já diz o ditado que o sucesso no passado não garante conquistas no futuro. Ações de marketing podem ter mistificado importantes resultados, mas novas conquistas dependem de novas estratégias. É importante que a empresa se oriente para o mercado de forma a identificar possíveis mudanças e antecipar-se aos concorrentes. Tais mudanças de ambiente implicam em atualizações de estratégias de marketing.

Entretanto, tão importante quanto captar esses sinais é entender o grau de impacto que cada um deles representa no seu negócio. 

Sinais internos

Podem ser percebidos por instrumentos e indicadores de gestão. Identifique se há diminuição do fluxo de clientes, diminuição do ticket médio de vendas, migração dos clientes fiéis para a concorrência ou redução crescente dos níveis de rentabilidade por metro quadrado da área de vendas.

Verifique também o ciclo médio de vida dos produtos. Se este indicador tornar-se longo, gerará produtos encalhados e promoções indesejáveis que comprometem o lucro.

Outros sinais internos importantes: índice de vendas perdidas, erosão na base de clientes, perda de quota de mercado, aumento de custos e redução de rentabilidade. Sobretudo, monitore a satisfações dos clientes, fornecedores e colaboradores que podem lhe dar sinais de problemas de gestão.

Sinais do ambiente externo

É importante entender que o declínio de participação de mercado pode ser lento, como no caso das máquinas de costura e carburadores automotivos, ou pode ser rápido como foi o caso de impressoras matriciais e vídeo cassetes. As vendas podem despencar a zero ou congelar em um nível baixo.

Nesses casos, fique atento à menor eficiência das atividades de marketing da sua empresa e maior sensibilidade às atividades de marketing dos concorrentes. Avanços tecnológicos, mudanças no comportamento do consumidor, reconhecimento de marca, mudanças na legislação, acirramento da concorrência nacional e internacional podem provocar excesso de capacidade, redução de preços e erosão nos lucros. 

Com o agravamento dos sinais de performance internos e externos, as vendas e lucros declinam eliminando algumas empresas do mercado. Lembre-se de que, no mundo dos negócios, a mudança é tida como processo natural ao longo da existência das organizações.


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Programa de Fidelidade é Estratégia Empresarial


Por Eduardo Souza Aranha

Nesta época de incertezas sobre a economia, fidelizar e reter clientes passam a ser prioridade para as empresas vencedoras.

A prioridade é assumir os desafios da gestão de clientes. Assim, os esforços se concentram em evitar a queda do ticket médio de compras, impedir a redução da frequência de compra e refrear o avanço das taxas de inatividade dos clientes.

O programa de fidelidade é planejado e estruturado, exatamente, para sobrepujar estes desafios típicos da gestão de clientes. Assim, o ganho para a empresa será enorme, se o seu principal executivo colocar o programa de fidelidade no centro das suas estratégias.

Nesta mesma linha, deve se considerar os benefícios de convocar o responsável pelo programa de fidelidade para as reuniões de planejamento estratégico. Em programas bem alicerçados, esta pessoa tem profundo conhecimento sobre o comportamento de compra dos clientes. Como também, possui informações detalhadas sobre os Clientes de Valor da empresa. Fundamentais nas épocas de incertezas, como a atual. Para todos nós que estamos envolvidos com este tema, uma das grandes questões é sobre qual a razão para confinarmos o programa de fidelidade às quatro paredes do departamento de marketing.

Quanto a empresa não ganharia com a participação efetiva da alta administração, das áreas de finanças, de produção, de qualidade e das demais, na gestão do programa de fidelidade?

Comprovação? Basta verificar o “Programa Fidelidade TAM” em conjunto com o “Km de Vantagens” e agora o Smiles se tornando empresas independentes. Mais do que isto: eles têm alto desempenho em termos de resultados.

Lógico, nem tanto ao céu e nem tanto a terra. No fundo, o que se propõe é a área de fidelidade ser percebida pela na sua contribuição empresarial.


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Como se Comunicar Como Shakespeare

Autor: Samara Teixeira

Em meio a inúmeras possibilidades de comunicação, com um mundo cada vez mais imediatista nos fatos e notícias, o grande problema ainda vivido pelos seres humanos e, principalmente, pelas corporações é a péssima comunicação.

A habilidade da boa comunicação foi comprovada por séculos com grandes nomes da literatura, filosofia e antropologia, para exemplificar, a qualidade e intenção de comunicador do William Shakespeare conseguiu em uma época difícil alcançar seus objetivos e expressar, de inúmeras maneiras, suas críticas da sociedade do século XVI.

Shakespeare era guardador de cavalos, ator, autor e poeta, realizou muito mais do que belas obras escritas porque nos mostrou que a linguagem não é um meio apenas para argumentar e convencer, mas para expressar situações e sensações para as quais invariavelmente dizemos: “faltam palavras para expressar o que penso e sinto”, explica Maristela Guimarães André, consultora do Instituto KVT – Desenvolvimento da Consciência Empresarial.

Nas peças de Shakespeare os diálogos foram feitos para revelar o que está quase sempre oculto, até para nós mesmos, não são para provar quem está certo ou errado, quem tem ou não tem razão, mas para falar das questões humanas nas suas várias situações de vida.

“Seus temas não são os conflitos entre seres imortais divinos e os seres humanos das tragédias gregas, mas as situações que cada um de nós enfrenta diariamente, como a insegurança perante o desconhecido, as dificuldades no relacionamento amoroso, as incertezas perante momentos de difícil decisão, e as consequências impensadas de nossas ações”, enfatiza Maristela.
Lição Shakespeareana

O teatro é a arte do diálogo aberto entre personagens de uma cena, e Shakespeare nos mostra que, independente de nosso cargo, posição social ou status, qualquer um de nós é acometido pelos mesmos dilemas, alguns mais profundos outros mais superficiais, mas é importante saber o que é preciso guardar só para si e o que pode ser dito.

Para mudar este cenário e tornar o nível da comunicação superior dentro das organizações, a consultora sugere que você:

- Assim como Shakespeare, aprenda que as paixões levam ao excesso, por isso é preciso conduzi-las com palavras que fiquem na memória como um presente recebido de alguém de quem gostamos e confiamos.

- Aprenda a usar palavras diferentes, mas, não é importante escolher palavras bonitas só para causar um efeito aparente e passageiro. O efeito nasce da coerência entre o conteúdo e a forma.

- Evite uma fala ou escrita rebuscada, pois afasta a compreensão. Se não sabe como se expressar ou o que dizer, não invente. Atenha-se ao foco e fale o essencial.

“Shakespeare foi inovador e criativo ao abrir as cortinas que separavam nossas ambiguidades das múltiplas e infinitas possibilidades de nos expressarmos com clareza, nos presenteando com uma chave para o conhecimento. Indicando também um caminho para sermos autores de nossa presença pessoal e não meros espectadores do enredo que construímos diariamente com nossas vidas”, conclui a consultora.


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Dependência Tecnológica: Você é um Conectholic?

Autor: Samara Teixeira

É comum observamos pessoas que possuem o hábito de conferir a todo o momento o aparelho telefônico móvel, verificando a todo instante se receberam uma mensagem, ligação, caixa-postal, e-mail, atualizações em redes sociais e, até mesmo, checam os sites de notícias. Todas essas características podem ser atribuídas a um transtorno chamado conectholic ou dependência de celular.

Quem possui o transtorno tende a ser uma pessoa ansiosa que prejudica a rotina de trabalho e particular para se encarregar de checar o celular a todo  momento. “Este transtorno impede que a pessoa realize atividades comuns sem estarem com o celular em mãos a todo o momento, ou seja, em meio a um jantar com amigos ou família a pessoa não terá foco e passará o tempo todo focada no aparelho, causando desconfortos e brigas com os companheiros”, explica Dora Sampaio Góes, psicóloga do Ambulatório de Transtornos do Impulso (ProAmiti) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC).

Segundo a psicóloga a dependência de celular não é enquadrada como um transtorno obsessivo compulsivo (TOC), porém, uma pessoa pode conter o TOC e, também, a dependência por celular.

“Diferente do TOC, que tem por característica atos repetitivos para afastar um pensamento ruim, por exemplo, lavar as mãos a todo o momento serve para prevenir a contaminação de uma doença, por isso, quem possui o transtorno com esta característica lava as mãos a todo o momento. Já o conectholic, não age para prevenir algo pior e sim por curiosidade”, contextualiza a psicóloga.
Qual o tratamento para dependência de celular?

No Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC), existe um grupo sendo analisado e um departamento específico estudando transtornos relacionados com a internet e os celulares. Dentro do departamento são realizadas inúmeras pesquisas que são bases para tratamentos de inúmeros transtornos, no caso, a dependência de celular é uma das pautas.

O tratamento para as dependências possui abordagens multidisciplinares. Após a pré-triagem para averiguar o quadro de sintomas, o psiquiatra realiza uma consulta para avaliação, só então é oferecido ao paciente um plano terapêutico em grupo e/ou individual que constitui de acompanhamento psicológico e psiquiátrico.


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6 Razões Que Fazem do "NOVO" o Céu (ou o INFERNO) Das Marcas

Destruição criativa, hipercompetição, globalismo, consumo anabolizado e uma celebração da inovação, tudo em uma tendência só 

O "novo" nunca esteve mais na moda. Para aqueles que cresceram em uma economia da expectativa, exigindo o melhor do melhor, o conceito do que é "novo" se tornou positivo.

O mundo inteiro está lançando produtos e serviços novos (e ainda melhores) que podem ser testados com facilidade (especialmente online) com poucos – ou nenhum – risco. Em síntese: novo significa interessante, novo significa legal, novo signifca (mais) experiências, o primeiro, novo significa... bem, "novo"! E, é hora de prosseguir e atender a paixão que seus clientes têm pelo "Newism".

Seis fatores que dão uma importância ainda maior ao "Newism":

1. Creative > destruction

A destruição criativa pode acionar um alerta, mas deve ser comemorada (apesar das recessões, bancos quebrados e moedas em queda). Com o volume e o ritmo das inovações mais rápido do que nunca, a "criação" está superando a "destruição".

Na verdade, o mundo todo, de economias emergentes* até as mais desenvolvidas, já está criando produtos, serviços e experiências novas a cada dia - se não a cada hora - em todos os segmentos da indústria B2C, e fazendo o "novo" deixar de ser uma estratégia de marketing ultrapassada usada por marcas "antigas" ("novas e melhoradas!") para ser uma proposta real e atraente para os consumidores.

Conte-nos sobre um dia em que uma marca (ou pessoa) anteriormente desconhecida não lance uma proposta nova – e melhor, mais prática e surpreendente – que prometa uma experiência inédita ou mais rica. É mesmo uma celebração mundial da inovação.

2 milhões de patentes foram registradas em 2010, mais do que o 1,4 milhão em 2000 (Fonte: Organização Mundial da Propriedade Intelectual, dezembro de 2011)

2. FSTR

O mundo virtual, com sua aceleração e crescimento (de informações, empolgação e atenção) contínuos, é, obviamente, uma grande contribuição ao "Newism".

Veja fenômenos como o Instagram (10 milhões de usuários em menos de um dia) ou o Draw Something (35 milhões de usuários em 6 semanas!). E para ressaltar a natureza geralmente passageira do "Newism", muitos usuários do Draw Something já largaram o aplicativo, com certeza em busca de algo novo.

Isso também vale para produtos: veja o Pebble, que gerou mais de USD 10 milhões em 37 dias no Kickstarter*. Na verdade, qualquer inovação recente que corresponda a uma demanda latente vai virar febre e se espalhar mais rápido do que nunca. A Taco Bell vendeu 100 milhões dos novos Doritos Locos Tacos em 10 semanas, se tornando a disseminação de produto mais rápida da rede.

* O Kickstarter é uma grande capacitadora do "novo" ecossistema de inovações: qualquer pessoa pode testar, financiar e lançar quase qualquer ideia nova.

“A ansiedade e a atenção estão sendo aumentadas e aceleradas.”

3. Experience Cramming

A vontade de contar "histórias de status" interessantes está alimentando ainda mais o desejo interminável dos consumidores por experiências novas, especialmente intensas em um mundo onde a maior parte da identidade é apresentada online.

Qualquer experiência que poucas pessoas possam ter ou já tenham tido indica um status de sucesso. Entretanto, com cada vez mais pessoas em busca de experiências "únicas", esse tipo de status está ficando mais difícil de encontrar e mais caro.

A alternativa (mais barata e prática) é que aqueles ávidos por status recorram ao "Experience Cramming": a arte de colecionar e misturar o maior número de experiências novas possíveis.

“Os consumidores querem colecionar e misturar o maior número de experiências novas e diversificadas possíveis.”

4. Status Stream

Além de colecionar experiências em um mundo onde tudo é passageiro, aquele que se manter firme no fluxo global e interminável de produtos e serviços novos (veja o indicador 1), mostrar-se conectado, "ligado" no que está acontecendo será uma fonte ainda mais rica de status social (especialmente para os consumidores "social-lite). Sim, o "novo" é o novo prestígio ;-)

Na verdade, apoiar os consumidores na busca pelo que há de mais novo ou facilitar que eles sejam os primeiros, que descubram, conheçam, façam, ou possuam algo novo é uma oportunidade.

Basta um exemplo inovador: em abril de 2012, a Nike lançou uma edição limitada de tênis altamente colecionável por um sistema de reservas pelo Twitter. As lojas deveriam tuitar hashtags aleatórias de produtos específicos no dia do lançamento, e os primeiros seguidores que as usassem em uma mensagem direta à loja conseguiriam reservar os tênis.

“O status social virá de “estar ligado” no que está acontecendo, sendo assim parte do 'novo'.”

5. Trysumers

O ecossistema movimentado pela inovação descrito no parágrafo acima também é completamente transparente, com todos os processos revisados e avaliados pelos consumidores no momento do lançamento da novidade. Isso significa que o risco dos consumidores experimentarem um produto ou serviço novos está perto do zero.

Além disso, novos modelos de negócios estão permitindo que os consumidores desfrutem do que é "novo" com menos compromisso e custos menores.

“O risco de tentar algo novo está perto do zero.”

6. To have is to (h)old

Muitos itens não (necessariamente) ficam ultrapassados. Para os consumidores que adotaram as soluções "owner-less", alugar ou compartilhar tudo (desde carros até roupas e eletrônicos), as experiências "novas" e os upgrades perpétuos podem estar a um clique de distância.

E, graças à tendência de "recommerce", até mesmo para os consumidores que já compraram os produtos, nunca foi mais fácil destravar o valor de compras antigas. Recompras de marcas novas, esquemas de troca, plataformas online e lojas móveis oferecem opções práticas e inteligentes para os consumidores que gostam de "mudar para melhorar".

E, pela internet, todos os produtos, serviços e experiências são infinitos, se não forem automaticamente renovados e atualizados (sejam eles "comprados" ou apenas acessados online).

"Muitos itens não (necessariamente) ficam ultrapassados."

O que "Newism" não é (e a inevitável contratendência)

Agora, o "Newism" não é "apenas" uma inovação tradicional de produtos. O "novo e melhor" de ontem foi superado por uma explosão realmente inovadora e criativa que tomou conta do mundo todo.

Ele também não é apenas uma loucura emocionante, ambientalmente incorreta e insana que substitui os produtos (veja o fator 6).

Por último, mas não menos importante, ele não significa que toda a atenção do consumidor seja concentrada no que é novo. Ainda haverá um valor inestimável nas marcas tradicionais, conhecidas por entregar constância, qualidade comprovada e legado. Ainda haverá valor nas histórias de marcas envolventes e bem contadas. Ainda haverá valor no conforto, na tradição, no local, na curadoria de produtos já existentes, na personalização e em qualquer uma das dimensões já vistas dos Trend Briefings anteriores.

Lembre-se, nenhuma tendência é válida para todos os consumidores a todo momento, e o "novo" nem sempre invalida o que é antigo.

Implicações

O "Newism" é a destruição criativa, hipercompetição, globalismo, consumo anabolizado e uma celebração da inovação, tudo em uma tendência só.

Para as marcas, sejam elas novas ou já estabelecidas, ele se resume a capturar e manter a atenção dos consumidores.

Como o intervalo de atenção dos consumidores pode ser cada vez mais curto, as recompensas ao se investir nele podem ser instantâneas e enormes. E, na verdade você não tem muitas escolhas se não aplicar e se engajar.


Coluna do Marcelo - Reivindicar e Não Fazer Nada...


Reivindicar e Não Fazer Nada...

Já vi acontecer, cobranças e mais cobranças de algo que simplesmente escutaram em algum lugar.

Vamos ser racionais, e tentar fazer por onde as coisas deem certo. Pois não temos certeza de como será o futuro, este não passa de especulação e previsões. 


Já passei por isso de cobrar ter boas aulas, mas quando o professor faltava eu não reclamava e ia para quadra do colégio estadual onde estudei jogar bola.

Tento ser o melhor no trabalho que faço, mesmo sabendo que é muito difícil e complicado, repasso para meus alunos o maior número de informações que puder, e digo os caminhos, e eles farão as suas próprias escolhas.

Em um modelo arcaico de metodologias usadas nas universidade e colégios, somos todos igualados, somos colocados no colégio por idade e não por capacidade, e ao final do ensino médio, o nome já diz estamos todos medianos. Se possuíamos algo para se destacar como atletas, empreendedores, pesquisadores e etc. foram podados. Passaram anos dizendo que se a gente estudasse teríamos sucesso, se estudássemos seriamos alguém, e esta premissa não garantia de que vai acontecer, o certo é que existe a probabilidade de nos darmos melhor estudando, mas não é garantido, novamente são previsões. 

Então tente ao máximo trabalhar com suas previsões, se organize a ponto de tentar prever o mais rápido possível um caminho a seguir, para que você consiga aumentar sua chance de sucesso, e sempre, mas sempre observe o mercado, pois em um mundo capitalista é ele que possui as informações que te levará ao caminho mais acertado.

Enfim, como dica, deixo os seguintes recados, aprenda a gostar do que faz, e não se martirize procurando fazer apenas o que você gosta, o mundo é construído pela maioria das pessoas que não fazem o que gostam, mas que precisam ser feitas. E o segundo recado é que faça sempre o melhor trabalho, não culpe a empresa pelo seu pequeno salário, o que vejo são pessoas que dizem não fazer o melhor porque ganham pouco, atletas como Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho, Romário, Pelé, e tantos outros, duvido que eles fizessem gol contra porque ganhavam pouco, que não jogavam bem porque o salário era pequeno, eles eram os melhores por isso foram encontrados e são as referências que temos.

Pensem nisso, e relembrem um pensamento sempre colocado por aqui aqui no Blog do Cabra:

"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam"
Bernard Shaw

Marcelo Cabral
Consultor


Publicidade em tempo real começa a chegar ao Brasil

Real time-bidding permite que anuciantes e publishers aproveitem espaços de anúncio com mais eficiência 


Um novo modelo de propaganda online, que cresceu incríveis 203% em 2011 segundo um estudo da IDC (International Data Corporation), finalmente começa a ser usado por agências de publicidade brasileiras. Trata-se do real time bidding (RTB), um sistema de compra de mídia em tempo real através de leilões que promete alterar bastante o atual cenário da publicidade digital por aqui. Nos Estados Unidos, mais de 85% das agências e anunciantes já aderiram ao modelo e estima-se que 20% dos investimentos em mídia digital serão efetuados através de RTB até 2014. Até o Facebook anunciou nesta semana que está desenvolvendo um sistema para vender anúncios no modelo do RTB. 

Utilizando-se do RTB, as empresas agora poderão comprar - de forma instantânea e com menos intermediários - banners que atingirão justamente o seu público alvo. Através de um software que usa dados particulares (1st party data) e de terceiros (3rd party data), é possível que os anunciantes identifiquem se as pessoas que navegam em determinada página se aproximam do seu target, o público-alvo de determinada campanha, e possam fazer lances em tempo real pelo espaço. Se a empresa vencer o leilão, a publicidade pode ser entregue em instantes.

Quem explica é Ana Maria Nubié, sócia da Agência Click, o principal escritório de publicidade digital do Brasil. "Agora as agências poderão comprar espaços com mais eficiência, com todo o processo sendo feito através da rede, e com isso haverá menos dispersão da publicidade", resume. Antigamente, a compra de publicidade online era feita por volume, sendo calculada pela quantidade de banners adquiridos em uma determinada página por um determinado período de tempo – com isso, o anúncio atingia muita gente que nem sequer estava interessada em vê-lo. Agora será possível que a compra de espaços seja feita por performance, de acordo com a audiência que frequenta determinado site, e com muito mais rapidez.

Segundo o publicitário Fabrício Bruzetti, diretor da Adnetik, a tendência é que a publicidade fique menos setorizada se o real time bidding for usado como complemento em ações publicitárias. "Fizemos uma campanha para vender carros sedan de luxo e usamos o real time bidding, e por isso conseguimos atingir um público específico sem termos que apostar necessariamente nos sites da mídia especializada em carros. Nós usamos dados de terceiros que nos mostraram quais os espaços frequentados por homens de 25/48 anos, com renda de até 180 mil dólares, que fizeram buscas por sedans de luxo nos últimos meses. Com esse modelo conseguimos atingir justamente as pessoas que buscamos".

Mas nem tudo será fácil para as agências, que terão que investir na recapacitação dos profissionais de publicidade. "O publicitário agora terá que ser muito mais focado em dados e terá que entender de tecnologias mais sofisticadas”, opina Ari Meneghini, diretor do Internet Advertising Bureau (IAB).

Meios de comunicação digitais e portais também terão que se adaptar ao novo sistema, mas devem ganhar bastante com a inovação. Com o RTB, os sites conseguirão vender a maior parte dos seus espaços publicitários através do novo sistema. Também será possível uma maior automatização do processo de vendas, e com isso virá uma redução de custos e um maior retorno sobre os investimentos. Os publishers podem definir quais áreas do seu site venderão através do RTB e qual o preço mínimo aceitável para cada uma delas. A principal vantagem é a venda de espaços que anteriormente poderiam ficar ociosos, já que é raro o site que consiga preencher todos os seus espaços com anunciantes. A tendência é que os portais comecem a se aproveitar melhor dos dados dos seus usuários, oferecendo um perfil específico de audiência para as agências e anunciantes.

8 Dicas Para Usar o E-mail de Maneira Mais Eficiente

Quer utilizar o seu e-mail sem deixar de ser produtivo? Confira dicas simples que podem ajudá-lo a estabelecer um processo mais eficiente de envio de correspondência eletrônica 

O e-mail é um meio de comunicação eficiente no ambiente de trabalho, mas também pode ser bastante contra-produtivo. Para evitar perder tempo com e-mails sem propósito é preciso colocar em prática algumas regras simples. Confira quais são elas:

1. Desligue as notificações

Seja no seu celular ou no seu Outlook, ter notificações surgindo na sua tela a todo minuto não vai ajudar em nada a sua produtividade. A não ser que você esteja esperando por um contato de extrema importância, sua caixa de e-mails pode esperar até que você esteja menos ocupado. Modifique as suas configurações para não se sentir tentado a abrir cada novo e-mail.

2. Não assine newsletters desnecessárias

É muito comum receber convites para assinar newsletter via e-mail. Talvez o assunto de uma delas até seja do seu interesse, mas as próximas podem apenas lotar a sua caixa de entrada. Para não correr esse risco, evite realizar assinaturas de newsletters. Mesmo que elas sejam enviadas diretamente para a caixa de spam, isso vai fazer com que o seu e-mail trabalhe de maneira mais lenta.

3. Não use imagens na assinatura

Em alguns casos será necessário realizar buscas no seu e-mail e filtrá-las por aquelas que incluem anexos. Se a sua assinatura é composta por uma imagem, ela, automaticamente, se tornará um documento anexo. Isso pode prejudicar suas buscas futuras.

4. Não trate de assuntos difíceis

Se alguém no trabalho quer resolver um problema particularmente complicado, prefira fazer isso pessoalmente. Manter longas discussões sobre temas confusos via e-mail dificulta a comunicação e a interpretação do assunto, fazendo com que ele se prolongue mais que o necessário.

5. Fique atento às suas informações confidenciais

Não importa quantos programas de proteção você tenha instalados no seu computador, seu e-mail nunca será totalmente seguro. Portanto, esteja completamente atento às informações que você fornece nesse meio.

6. Prefira links a documentos anexos

Existe uma série de programas gratuitos que permite a você enviar documentos por meio de links, ao invés de anexá-los. Você pode fazer isso por meio do Dropbox, do Google Drive ou do Microsoft Skydrive. Esse tipo de recurso facilita o envio de e-mails, uma vez que ele fica mais “leve”.

7. Crie uma lista de contatos

Decorar endereços de e-mail e digitá-los a cada vez que você precisar enviar algo é bastante trabalhoso e faz com que você perca muito tempo. Em vez disso, prefira criar uma lista de contatos que inclua os nomes com os quais você mais se corresponde.

8. Preencha o destinatário por último

Enviar um e-mail sem conteúdo é muito vergonhoso e dá a você o retrabalho de enviá-lo novamente, da maneira correta. Para evitar esse tipo de imprevisto, preocupe-se em preencher primeiro o assunto e o corpo do e-mail.


Fonte da imagem: Clique aqui 

O Que as Pessoas de Alto Desempenho Fazem Diferente

Livro mapeia quais são as características comuns de pessoas que saíram da curva em suas devidas áreas de atuação; veja quais são 

Por Talita Abrantes

Apenas 5% das pessoas conseguem aproveitar ao máximo o próprio potencial. É o que defende o autor Alex Bonifácio no livro “Pense Grande” (Editora Belas Letras), que deve ser lançado no final do mês.

Integrar este grupo, contudo, tem pouca ou nenhuma relação com questões genéticas, dons sobrenaturais ou outras justificativas do tipo, explica Bonifácio. A chave, segundo ele, para usar todo seu potencial e ter sucesso está, na verdade, ligada à maneira como este grupo dos 5% encara o mundo e age diante dos próprios incômodos e falhas, por exemplo. E este tipo de postura pode ser fundamental para a ascensão profissional

Não aceitam o mundo como ele é

Premissa básica para existir por inteiro e integrar o grupo descrito por Bonifácio? Seja inconformado. Calma. Isso não significa que você deva sair por aí quebrando ou reclamando de tudo. O conceito aqui tem mais relação com a ideia de não tomar a forma, não aceitar como as coisas estão postas.

Os achados científicos, as inovações e revoluções mais relevantes da história da humanidade surgiram a partir do incômodo que cutucou algumas pessoas.

Grandes mudanças surgem dos inquietos, daqueles exploradores que questionam o mundo e visualizam oportunidades onde muitos só enxergam problemas. O sociólogo italiano Domenico de Masi observa que, antes de 1687, tantas maçãs caíram na cabeça de várias pessoas, mas só Newton soube deduzir a teoria da gravidade, porque há anos atormentava-se com o problema”, afirma o autor no livro.

Encaram o conflito interno (e saem do conforto)

Mas não basta apenas se incomodar. “O que vemos nas pessoas de um modo geral é que elas são visitadas de vez em quando por estes sentimentos, mas preferem não lidar com eles”, disse em entrevista à EXAME.com. “Já os naturalmente inconformados veem nisso um aliado”. Uma oportunidade para mudar o status quo, o mundo em que vivem.

Exatamente por encararem a fonte de incômodo, tais pessoas tendem a ter coragem suficiente para sair da própria zona de conforto. E isso é fundamental para que a realidade mude.

Não se focam nas recompensas

Para essas pessoas, segundo o especialista, as recompensas financeiras são apenas um efeito colateral das suas ações, nunca o objetivo. “Pesquisas comprovam que quem trabalha pensando apenas na recompensa tem um desempenho inferior. Quem não foca nisso, lida melhor com as frustrações e é mais criativo”, afirma.

Isso porque, ele explica, a base da motivação é o significado que o profissional confere aquilo que faz. Quem ficou deslumbrado com um aumento de salário no primeiro mês e, em pouco tempo, almejou outro reajuste sabe bem o que o ele está falando. Afinal, os desejos mudam e tudo encarece. A única coisa que permanece são seus valores.

Sabem tirar o melhor da escassez de recursos

De acordo com o especialista, quem integra este grupo tende a não ver os poucos recursos como um obstáculo, mas sim como uma oportunidade para inovar. A fundadora da Pastoral da Criança Zilda Arns é, segundo o autor, um exemplo claro disso.

“Para combater a desnutrição infantil, ela criou a multimistura a partir dos ingredientes que já estavam disponíveis”, explica.

Encaram o fracasso como uma etapa para o sucesso 

“Fomos criados para dar certo, não para dar errado”, afirma Bonifácio. As pessoas de alto desempenho, contudo, não sucumbem a esta visão. “Elas sabem que o fracasso é uma condição para chegar lá”, diz.

E, por isso, segundo ele, elas erram intencionalmente, algumas vezes: “Elas produzem muito mais, erram muito mais”. Por conta disso, acertam muito mais também.

Aceitam as recompensas de longo prazo

Segundo estudo de um professor da Universidade de Stanford, crianças que conseguem resistir à tentação de comer um doce para ter uma recompensa maior no futuro têm mais condições de desenvolver uma carreira bem sucedida do que as impacientes.

Para provar isso, Michael Mischel (o responsável pela pesquisa) ofereceu um marshmallow a cada criança com uma regra clara: ela deveria esperá-lo sem comer o doce. Se não cedesse à tentação, ganharia como prêmio mais um doce.

Anos mais tarde, em 1981, as crianças que foram mais pacientes apresentaram uma postura mais positiva durante a adolescência. Eram mais motivadas, persistentes em situações difíceis e capazes de atrasar alguma recompensa em favor de seus objetivos de longo prazo.

De acordo com especialista, estas características são fundamentais para as pessoas de alto desempenho. Elas entendem que a excelência em alguma tarefa, por exemplo, leva tempo. E, como consequência, exige treino, experiência, paciência e persistência.

O sucesso tem outro sentido

Para o grupo dos 5%, como Bonifácio chama no livro, sucesso não é sinônimo de poder, status ou dinheiro. Antes, sucesso é “você conhecer o seu propósito na vida, atingir seu potencial máximo e levar esta semente para outras pessoas”, afirma o especialista.


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Deu “tilt” no Mundo

Rever sua confiança em sua competência principal, estar pronto para fazer apostas estratégicas e combater o monstro do curto prazo: são conselhos que o consultor e coach de altos executivos, Ram Charan, dá para quem já percebeu que será preciso mudar a maneira como conduz seus negócios. A razão para isso? Deu “tilt” na economia mundial, ou seja, o eixo da economia se deslocou. 


Após a grande crise de 2008, o cenário global mudou drasticamente e o poder mudou de mãos. Se, antes, Estados Unidos, Europa Ocidental e Japão eram os jogadores mais fortes, agora o hemisfério sul –mais especificamente Oriente Médio, China, Índia, Indonésia, Brasil e algumas regiões da África– pode ditar o tom dos mercados. Afinal, é nessa parte do mundo que reside o potencial de crescimento.

Executivos experientes estão, assim, diante de novas, e até confusas, regras do jogo. Em entrevista concedida ao The Times of India, o consultor explicou que muitos, especialmente do hemisfério Norte, não estão prontos para a transformação. Eles são inflexíveis e estão presos às suas competências principais, que têm vida útil limitada. Os líderes de sucesso do futuro, ao contrário, construirão competências em função das oportunidades de grande escala e longo prazo que emergirão.

Outro grande entrave que líderes encontram para abraçar a mudança é o fato de que, nos novos mercados, as margens de lucro são mais baixas. É preciso, então, convencer os acionistas a apostarem no longo prazo, quando o “monstro do curto prazo” é quem reina. Charan afirma que é possível entregar resultados de curto prazo que constroem o futuro de longo prazo sem padecer diante do pensamento imediatista à moda Wall Street.

Nova postura estratégica

A nova ordem mundial não é para todos. Ela requer lidar com complexidade, volatilidade, velocidade e incertezas, exigências que são analisadas no livro Global tilt: leading your business through the great economic power shift (ed. Crown Business), lançado em fevereiro de 2013. Nele, Charan e os coautores, Geri Willingan e Charles Burck, procuram estimular os executivos a se prepararem para as apostas estratégicas.

Durante o Fórum HSM Estratégia 2013, que será realizado em São Paulo nos dias 11 e 12 de junho, Charan irá expor sua visão sobre gestão e liderança de alto impacto neste mundo em "tilt", que exige que os líderes saibam quando é a hora certa de mudar de rumo ou de recursos. “Você precisará ter coragem para decidir com base em informações ambíguas e firmeza para enfrentar a resistência que provavelmente virá com tais decisões”, alertam os autores.

Se é sabido, por exemplo, que as vendas virão, em maior proporção, de um mercado novo, é quase certo que será necessário contar com mais tomadores de decisão naquele país estrangeiro e reduzir o contingente no país da matriz da empresa. Não é fácil anunciar e realizar tal medida.

Outro aspecto relacionado a recursos diz respeito ao fato de que o crescimento faz com que aumente a concorrência por eles. Talvez seja necessário desenvolver fornecedores alternativos ou até mesmo adotar a integração vertical.

As abordagens estratégicas tradicionais podem, como diz Charan, “fazer você perder algumas das melhores oportunidades que o tilt traz”, ou “as maiores oportunidades de liderança na história moderna dos negócios”. Para enfrentar tantos desafios, o líder e sua equipe têm de adotar uma abordagem “de fora para dentro”. Isso significa conhecer o cenário externo –quão dinâmico é, como muda e quais são os catalisadores da mudança– antes de pensar na realidade interna à organização.


Fonte: www.hsm.com.br 
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Não Existem Más Ideias

No início de um programa de cultura de inovação, é importante encorajar e lidar com todo tipo de ideias, por mais trabalho que isso possa gerar. 

Por Marcos Hashimoto

Uma vez, assessorando uma empresa que estava implantando um programa de ideias, eu falava que, para criar uma cultura de inovação, todos os funcionários devem ser estimulados a trazerem suas ideias e, para dar credibilidade ao programa, todos deviam receber uma resposta sobre as ideias propostas. Um dos membros da equipe me perguntou se um feedback negativo para alguém que deu uma ideia ruim não poderia inibir a disposição desta pessoa de voltar a contribuir com novas ideias no futuro. Eu perguntei então, o que é uma ideia ruim. Falei a todos então que não existem más ideias, todas as ideias são boas. Insisti bastante nisto, pois senti um certo desconforto deles em aceitar este paradigma.

Como que para me testar, me chamaram duas semanas depois para perguntar minha opinião sobre uma ideia que foi apresentada por um funcionário. A campanha era sobre sustentabilidade e este funcionário deu uma ideia simples para economizar papel toalha nos banheiros. Bastava subir os toalheiros meio metro acima de onde estavam. No começo ninguém entendeu, aí veio a explicação do funcionário: Quando a pessoa estica os braços para pegar o papel, o excesso de água escorre pelos braços e a própria camisa cumpre o papel de enxugar uma boa parte da água e a pessoa, assim, usa menos papel!

Eles me olharam com ar de desafio e me perguntaram: E então, você vai nos dizer que a ideia dele é boa? Aceitei o desafio e pedi para chamarem este funcionário. Quando ele chegou, pedi a toda a equipe do programa acompanhar nossa conversa. Depois de agradecer a participação no programa de inovação da empresa, pedi para ele responder algumas perguntas sobre sua ideia: O que você acha que as pessoas vão sentir com suas camisas molhadas? ‘Ah, mas é por uma boa causa, tenho certeza que eles não vão se importar!’. Você já consultou as pessoas sobre isso? ‘Bem, ainda não’. Pedi então que fizesse uma pesquisa com os colegas e, se possível uma experiência prática para observar a opinião das pessoas.

Bem, não preciso nem dizer que ele nunca mais voltou, mas o recado ficou claro para a equipe. Por mais que a ideia seja ruim, não cabe a eles julgarem isso, pois isso gera um estímulo negativo e inibe a participação das pessoas. Pode dar mais trabalho, mas é preciso que o próprio dono da ideia chegue à conclusão que sua ideia não é tão boa quanto parecia. E isso é feito por meio de perguntas que forcem a pessoa a repensar a sua ideia. Eventualmente ele virá com respostas aos seus questionamentos e, de duas uma, ou ele de fato te convence que sua ideia é boa ou ele acaba se convencendo que sua ideia não é boa. Quando o próprio dono da ideia mata a própria ideia, ele não vai se desestimular a continuar participando do programa.

Esta é a parte mais trabalhosa no início de um programa de cultura de inovação, mas é também um processo educacional. As pessoas, estimuladas, vão refinando seus critérios e vão trazendo cada vez mais propostas mais consistentes, maduras e estruturadas, e este trabalho de lidar com ideias ruins diminui bastante com o tempo. Não se esqueça: Não mate as ideias das pessoas, deixe que elas mesmas as matem.


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15 Habilidades Que Farão de Você Uma Pessoa Contratável

Quer garantir o sucesso no mercado de trabalho? Basta investir no desenvolvimento das habilidades certas. Confira uma lista com 15 características-chave para uma vida profissional bem-sucedida 

Atualmente, ter apenas conhecimento na sua área de formação não é suficiente para garantir um emprego. Embora esse tipo de experiência ainda seja necessário, é fundamental se adaptar a novas práticas. É isso que os empregadores esperam de você. Por isso, é fundamental que você apresente uma lista variada de novas habilidades, desde saber se comunicar até ser capaz de liderar e ser liderado.

Se você quer desenvolver novas habilidades para se tornar uma pessoa contratável e não sabe em que deve investir, confira a seguir uma lista com 15 características consideradas chave no mercado de trabalho:

1. Delegar responsabilidades

2. Lidar com crises

3. Atenção aos detalhes visuais

4. Avaliação do trabalho próprio e dos demais

5. Gerenciamento de tempo

6. Capacidade de trabalhar em mais de uma tarefa

7. Apresentações orais e escritas

8. Lidar com reclamações

9. Manutenção de registros

10. Coordenação de atividades

11. Planejamento e desenvolvimento de atividades

12. Utilização de softwares específicos

13. Capacidade de treinar outras pessoas

14. Capacidade de motivar outras pessoas

15. Identificação e gerenciamento de problemas éticos



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Colocou um Piercing ou Fez Uma Tatuagem? Saiba o Que o Mercado Pensa de Você


Por Eliane Quinalia

Se no passado o uso de tatuagens e piercings era excessivamente mal visto por recrutadores e empresários dos mais diversos segmentos, hoje a situação já não é mais a mesma: os desenhos e ‘brincos’ passaram a ser considerados verdadeiros adereços pessoais, servindo, por vezes, para identificar um pouco mais do perfil profissional de quem se candidata à uma vaga de emprego.

E é aí que mora o problema, afinal, nem sempre uma tatuagem ou piercing, por mais discretos ou exóticos que possam ser, conseguirão agradar a todos.

“Os recrutadores avaliam primeiro as competências do candidato e, posteriormente, sua imagem. O profissional com um perfil como esse pode ser muito bem aceito em uma agência de publicidade, mas nem sempre em outros segmentos, pois muitas companhias ainda têm uma visão equivocada destas pessoas, atribuindo a elas uma certa rebeldia”, diz a especialista em Soluções de RH da De Bernt Entschev Human Capital, Aline Lumi Takushi.

Mas será que apenas observando uma imagem é possível obter dados do perfil de um candidato? De acordo com a psicóloga, Clarice Barbosa, sim, mas essa conclusão apenas será válida se for obtida após uma série de entrevistas que ajudarão a traçar outros aspectos do profissional.

“Quem está avaliando deve evitar o pré-conceito, os esteriótipos e checar, primeiramente, se o candidato está dentro dos padrões exigidos pela companhia. Após uma série de entrevistas e dinâmicas, aí sim, ele poderá ter o seu perfil traçado”, explica.

Como eles veem

Aprovado no quesito competência, o profissional pode então ser avaliado por sua imagem. E não há como negar: uma imagem ainda vale mais que mil palavras.

“Se o candidato se apresentar em uma entrevista com suas tatuagens cobertas, isso contará pontos positivos. A atitude mostrará que o candidato tem consciência, critério e que sabe como certas imagens podem não ser tão bem aceitas pelos demais”, diz Clarice.

Mas e se o desenho for grande demais? Neste caso, a avaliação é outra. “Tatuagens em excesso e muito expostas podem indicar uma vontade desse profissional de atrair o olhar para si, de chamar a atenção do outro. É como se o ele buscasse reconhecimento de um grupo ou, dependendo do conteúdo do que está desenhado, mostrasse a sociedade o que ele gostaria de ser e não é”, explica Clarice.

Segundo ela, em muitos casos as pessoas apresentam desenhos que se tratam de projeções, ou seja, formas de tentar mostrar algo que elas gostariam de ser.

“Ter uma imagem agressiva não significa que ele é violento, mas sim que o colaborador quer passar a imagem de um indivíduo rebelde, transgressor. No fim das contas ele pode se revelar uma pessoa conservadora, que aceita as regras e que é até submissa”, avalia a psicóloga.

Positivo x Negativo

Mas nem sempre essa inversão de valores é verídica. “O tamanho da imagem ou a quantidade de desenhos e piercings podem também demonstrar um verdadeiro aspecto agressivo que deve ser melhor investigado, mas que nem por isso desclassificará o profissional”, diz o consultor da Muttare, Marcos Zimmerl Moreno.

Segundo ele, alguém com um perfil mais agressivo costuma ser muito bom em empresas meritocráticas, na áres de vendas ou em outros segmentos em que esse comportamento seja desejado.

Além disso, um profissional com esse tipo de desenho também pode se destacar por outras características positivas. “Ele pode ser criativo, inovador, liberal e questionador”, complementa Clarice.

Áreas mais aceitas

Para facilitar a entrada de tais candidatos no mercado, os mesmos devem tentar procurar oportunidades em companhias onde seu perfil seja aceito com mais facilidade. Um exemplo de tais empresas são as agências de publicidade, propaganda, comunicação, artes, entre outras. Mas é bom lembrar: o fato da pessoa ter tatuagem ou piercing não significará que ela não possa conseguir um emprego em outros segmentos.

“Empresas com um perfil mais jovem ou que atendem um público mais novo costumam receber bem essas pessoas. Já as companhias mais conservadoras, como as ligadas ao direito e à medicina, nem tanto”, diz Moreno.


A Qualidade Das Estratégias


A incapacidade de escolher o planejamento do tipo “formulário” estão na raiz de estratégias ruins, segundo afirma o professor de negócios e sociedade da Anderson School of Management, da University of California em Los Angeles. Para ele, uma boa estratégia não salta de uma ferramenta de gestão e “não é ambição, liderança, visão ou planejamento; é uma ação coerente apoiada em um argumento”.

Segundo Rumelt, o estrategista tem a missão de descobrir os fatores cruciais de uma situação e saber coordenar e focar ações para lidar com eles. Em artigo publicado por HSM Management, o professor esclarece que as boas estratégias possuem a seguinte estrutura:
  1. um diagnóstico, que é a explicação da natureza do desafio.
    O bom diagnóstico simplifica a complexidade ao identificar os principais aspectos da situação;
  2. uma política-guia, isto é, a abordagem geral escolhida para superar os obstáculos apontados no diagnóstico;
  3. ações coerentes: passos que são coordenados para apoiar a realização da política-guia.

Autor do livro Estratégia boa, estratégia ruim: descubra suas diferenças e importância (ed. Campus/Elsevier), Rumelt ressalta que a estratégia implica escolher objetivos, renunciando a uns em favor de outros. Se isso não é feito, a estratégia é fraca, como era a da Digital Equipment Corporation (DEC) nos anos 1990. A empresa havia sido líder na revolução dos microcomputadores nas décadas de 1960 e 1970 e perdia terreno.

Um dos executivos da companhia dizia que a DEC deveria continuar integrando hardware e software em sistemas. Outro, afirmava que ela poderia tirar proveito de seu diferencial em relações com clientes e propunha uma estratégia de “soluções” a eles. Um terceiro defendia que era preciso focar o desenvolvimento de chips melhores.

Para resolver o dilema, o CEO, Ken Olsen, pediu ao grupo um consenso. O grupo, então, chegou a termos em torno da declaração: “A DEC se compromete com a oferta de produtos e serviços de alta qualidade e com a liderança no processamento de dados”. A decisão de Olsen foi, para o professor, um erro, porque resultou em uma declaração política, superficial e amorfa que não significava estratégia. Afinal, ao adotar o consenso, a empresa não fez escolhas sobre o que deixar de lado. Quando o fez, mediante um novo CEO, Robert Palmer, já era tarde. Em 1998, foi adquirida pela Compaq que, mais tarde, passou às mãos da HP.

Não preencha as lacunas

Rumelt recorda que, no início dos anos 2000, a justaposição de liderança guiada pela visão com o trabalho estratégico produziu um sistema de planejamento estratégico que se parece com o preenchimento de um formulário. “Basta digitar ‘visão missão estratégia’ no sistema de busca na internet que se encontram milhares de exemplos disso”, comenta o autor. De acordo com ele, tal estilo é “a mais pura obviedade apresentada como insight decisivo”. Trata-se de retórica vazia.

Que erros de concepção conduzem a uma estratégia ruim? Esse será um dos pontos que o especialista abordará em sua palestra do dia 11 de junho no Fórum HSM Estratégia 2013, em São Paulo. Em resumo, ele alerta para o fato de que muitas estratégias não definem o desafio a ser enfrentado e, por isso, não levam ao enfrentamento do problema. Além disso, existe confusão entre os conceitos de metas e estratégia, entre sugestões de stakeholders e objetivos estratégicos e entre situação desejada e objetivos estratégicos. Para completar, a redação rebuscada e abstrata da estratégia muitas vezes disfarça a superficialidade e a ausência de pensamento estratégico.


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