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Oito Principais Razões Pelas Quais as Pessoas Falham no Trabalho

Para especialista, os problemas dos profissionais tendem a se originar em uma sucessão de fatores



A falha é inevitável, na vida pessoal ou profissional. De forma geral, ela ocorre porque a pessoa não está preparada para lidar de forma adequada com uma situação. Mas para Geoffrey James, jornalista especializado na área de negócios e autor de livros sobre esse tema, algumas situações tendem a se repetir quando os indivíduos erram no trabalho.

Em artigo escrito no site BNet, James elenca as oito principais razões pelas quais os profissionais falham. E, segundo ele, de forma geral, os problemas ocorrem por mais de um desses fatores.

Fator 1: Sua auto-estima depende do que os outros pensam
As pessoas que se motivam apenas a partir do que chefes, colegas de trabalho e clientes pensam a seu respeito, tendem a ficar extremamente magoadas com qualquer crítica. Como resultado, vivem uma montanha-russa no trabalho, cheia de altos e baixos.

Fator 2: Medo de falhar
Algumas pessoas acham que falhar é algo tão desagradável que tentam, a todo custo, evitar o erro. Como resultado, evitam qualquer situação que possa resultar em falha. No entanto, como os projetos mais importantes dependem que os profissionais assumam risco, evitar o erro pode ser encarado como uma falha para quem quer fazer algo que seja, realmente, significativo.

Fator 3: Crença na sorte, destino ou intervenção divina
Parte dos profissionais acredita que seu status e seu potencial humano são determinados por eventos externos e incontroláveis. Tais crenças, no entanto, deixam esses profissionais constantemente focados no que não podem mudar (por exemplo, o destino), em vez de ficarem preocupados em melhorar algo concreto, como seus conhecimentos.

Fator 4: Falta de atitudes adequadas
Atualmente, o sucesso nos negócios exige três características básicas dos profissionais: empatia - entender o que motiva as pessoas; confiança, para convencer e inspirar; e resiliência, para que obstáculos temporários não o desmotive a seguir em frente. 

Fator 5: Vontade de fazer outra coisa
Muitas pessoas trabalham em algo que está longe do que elas consideram ideal e, na maior parte das vezes, se mantêm nessa condição por conta da necessidade de ganhar dinheiro. Quem se encaixa nessa situação está, de forma indireta, sabotando o próprio sucesso ao gastar tempo com algo que não dá prazer.

Fator 6: Dificuldade de aprender com os próprios erros
Quando lidam com o erro, as pessoas tendem a se apegar a ele tão seriamente que não conseguem lidar com a situação ou, ainda, tentam esquecê-lo, fingindo que nada aconteceu. No entanto, só quando os profissionais entendem como, por que e aonde falharam conseguem descobrir formas de evitar que os mesmos problemas se repitam no futuro.

Fator 7: Resistência ao novo
O ser humano, por natureza, tende a ser resistente a mudanças, em especial, quando isso significa ter de aprender algo novo. A situação só fica pior se as pessoas já atingiram um patamar na carreira no qual são consideradas especialistas em suas áreas. No entanto, isso representa uma falha, já que muitas vezes o trabalho exige que os profissionais estejam abertos e comprometidos a aprender algo novo.

Fator 8: Você pode, mas não quer fazer o que é necessário
Algumas falhas no dia-a-dia das empresas ocorrem porque as pessoas sabem o que tem de ser feito, mas não apresentam a disposição necessária para fazer um esforço voltado a garantir que as coisas aconteçam.


Fonte: Olhar digital 
Fonte da imagem: gettyimages

As Mil e Uma Lições Para Lidar Com a Concorrência

por Gisela Kassoy

Diz à lenda que um poderoso sultão tinha o péssimo hábito de se servir de suas concubinas e depois matá-las. Uma delas, chamada Sherazade, achou uma forma de garantir sua sobrevivência: a cada noite, ela contava uma história para seu sultão. Curioso para saber o desenlace final, o sultão não a matou – pelo menos durante 1001 noites.

E o que isso tem a ver com concorrência? Ora, comparemos o sultão com um cliente. Podemos dizer que, atualmente, um cliente descontente, ou simplesmente pouco entusiasmado , não chega a matar, mas apaga, esquece, passa para outra. O que fez Sherazade para não ser eliminada?

1. Optou Pelo Diferente Em Vez do Melhor - Sherazade teve a sabedoria de perceber que melhor não existe. O que existe é o mais apropriado para cada cliente. Querer ser melhor em tudo elimina o foco estratégico, leva a contradições (por exemplo, querer vender o produto mais luxuoso e mais barato ao mesmo tempo) e tira a identidade dos produtos ou serviços. Por outro lado, o diferente já trouxe consigo a vantagem da surpresa.

2. Usou Seus Pontos Fortes – Imagino que Sherazade sabia que era uma boa contadora de histórias. É muito mais fácil conquistar um cliente aproveitando os próprios pontos fortes do que tentar vencer usando os pontos fortes de outros. Em vez de se desesperar ou invejar as outras concubinas, Sherazade teve coragem e objetividade para detectar o seu talento específico, aquilo que a fez única e insubstituível.

3. Usou a Intuição e a Percepção – Como é que Sherazade ia saber que o sultão se interessaria por lendas? Bem, talvez ele não fosse exatamente o tipo atlético... Um cliente emite sinais do que vai agradá-lo. De forma dedutiva ou intuitiva, Sherazade soube captá-los.

4. Não Agrediu a Concorrência – Para vencer, Sherazade não precisou derrotar ninguém. Pelo contrário, ao criar um novo nicho de mercado, Sherazade mostrou às demais concubinas que havia outras possibilidades. Quem sabe não foi Sherazade que estimulou o surgimento de concubinas massagistas, quituteiras ou dançarinas?

5. Correu Riscos - Sem dúvida. Mas qual risco é maior do que o de ser abandonado pelo cliente? Isto não significa que o risco não possa ser administrado. Provavelmente, Sherazade foi muito tática ao iniciar a contar histórias, observando a reação de seu cliente a cada momento.

6. Criou Uma Nova Necessidade - A inovação de Sherazade não terminou na primeira noite. O cliente ficou extremamente satisfeito, mas não saciado. Os contos sempre terminavam com uma sensação de ”quero mais”.

7. Contribuiu Para a Vida do Sultão - Com algo novo, Sherazade ampliou os horizontes do sultão. Talvez ele nem soubesse que apreciava histórias.

8. Não Se Limitou às Pesquisas - Imaginem o sultão aguardando Sherazade para uma grande noitada. Naquela hora, adiantaria perguntar se ele queria ouvir uma historinha? Provavelmente, ela simplesmente o envolveu com seu primeiro conto. Produtos novos requerem experimento, degustação.

9. Evoluiu - Visando a continuidade, Sherazade não parou de se desenvolver, criando novas lendas para o sultão não perder o interesse. Um produto pode dar certo, o que não significa que ele está finalizado.

10. Ampliou Seu Mercado - As lendas foram criadas para um cliente específico. Mas foram transcritas e se transformaram num livro, por sinal um Best seller. Sem que o cliente inicial se sentisse lesado, Sherazade criou uma forma de ampliar seus rendimentos.

11. Contribuiu Para a Sociedade – Toda inovação promove uma alavancagem. A cada invento nossa sociedade se sofistica. Tornamo-nos mais abertos, mais criativos, mais exigentes. Isto é evolução.

Em princípio, a concorrência nos parece algo excelente quando somos clientes e péssimo quando somos fornecedores. Mas o grande desafio não é ser o fornecedor eleito. Mais importante é a chance de crescer e contribuir.

Gisela Kassoy
Formada em Comunicação Social e em Metodologia do Ensino da Criatividade pela Creative Education Foundation da Universidade de Nova Iorque.

Quem Atende Bem Vende Mais (e por mais tempo)

Com o consumidor cada vez mais exigente, como empresas que levam isso a sério podem conhecer melhor o comportamento dos clientes?

Por Edmour Saiani

Todo mundo já sabe: fica cada vez mais difícil ser o preferido do consumidor. O que mais tem por aí é marca oferecendo o que a nossa oferece.

Ainda dá para se diferenciar em produto. É balela ou ‘preguiça empresarial’ dizer que não. Toda empresa, quando nasce, se sobreviver por mais de um ano, tem produto diferenciado. Aí vem alguém e imita. Pobre da empresa que não faz um zag quando o concorrente a imita no zig estratégico. As espertas fazem zig-zag o tempo todo.

Mas há um diferencial que pode mudar tudo no jogo das marcas de sucesso.

O que então pode ser diferente por mais tempo? Inimitável por mais tempo? E, se tudo der certo, se for bem construído e mantido, até raro no mercado? A resposta é atendimento.

Uma das melhores marcas em atendimento dos Estados Unidos – a Nordstrom - resiste à concorrência de todos os tamanhos fazendo AIDDU - atendimento incrivelmente diferente do usual – há décadas.

Eles sabem que quem atende bem, vende mais, por mais tempo, para mais clientes, com mais margem, gastando menos dinheiro em marketing. Parece milagre, mandinga da pesada, mas não é. Marcas com AIDDU se transformam em reputação sólida e imbatível.

O truque é que não há truque para se conseguir AIDDU. Há trabalho incansável. Quando perguntado sobre o que a Nordstrom fazia de diferente nos últimos anos para conseguir o atendimento que tinha, o executivo de RH da empresa disse:

“Há 50 anos só fazemos o mesmo. Procuramos, sem parar, gente maravilhosa. Sabemos que quem treina esse pessoal são os pais deles em casa. Encontramos. Se não encontramos, não contratamos. Quando os encontramos, contratamos. Mostramos nossa filosofia de pirâmide invertida: quem está em cima é o cliente e quem trabalha para ele e quem está embaixo são os líderes dando suporte e, assim, colocamos o cara para trabalhar. Não temos manual de treinamento. Temos uma única regra para o dia a dia: Bem-vindo à Nordstrom. Nós estamos contentes de ter você em nossa Companhia. Nosso principal objetivo é fornecer serviços com excelência. Esperamos que você tenha sempre objetivos pessoal e profissional de alto nível. Temos grande confiança em atingi-los. Nosso manual é muito simples.

Temos apenas uma única regra... Nossa única Regra: use bom senso em todas as situações. Se você errar, a responsabilidade é nossa, afinal a gente contratou você, treinou. Temos que confiar no que você decidir.”

Durante décadas a Nordstrom tem tido sucesso.

Essa filosofia cria uma magia. Cada funcionário vira porta-voz da marca para o cliente e do cliente para a marca. A primeira parte é conhecida de todos. Todas as marcas pedem que seus funcionários façam isso. A segunda é sabedoria pura. Funcionários competentes sabem mais a respeito do cliente que qualquer pesquisa formal possa revelar. Eles ficam muito mais felizes porque são ouvidos. Quando suas ideias são implementadas, melhoram ainda mais o atendimento. Um círculo virtuoso sustentável.

Muitas marcas pregam: atenda o cliente como você gosta de ser atendido. As marcas de reputação dizem: atenda o cliente como ele gosta de ser atendido. Só você gosta de ser atendido do seu jeito.

Então, construa uma cultura forte de atendimento, contrate gente AIDDU, pratique AIDDU, ouça o que eles têm a dizer. E aproveite as ideias dos caras mais importantes para a evolução da sua marca. Os que já estão incluídos no seu custo fixo. Todo dia ouvindo e atendendo o cliente.

E que vão ganhar muito se sua marca os ouvir.

A vida da sua marca vai mudar. Simples, desde que sua marca foque nisso todos os dias. Pra sempre.


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4 Passos Para Manter o Foco no Seu Diferencial


Destacar-se da concorrência é um passo fundamental para quem quer crescer. Entre os vencedores do Extreme Makeover 2012, esta é uma preocupação constante. Na Altura Andaimes, a estratégia é diferenciar-se pelo alto padrão de qualidade no atendimento. Na Ecoville Brasil, produtos com fórmulas exclusivas dão competitividade à marca. E na Suklaá Chocolates, a personalização é o diferencial.

“Muitas empresas baseiam sua estratégia no preço, outras em logística, mas é a diferenciação que realmente fideliza o cliente”, diz Ladmir Carvalho, diretor executivo da Alterdata. Confira dicas para manter o foco no seu diferencial:

Identifique sua proposta

Tenha claro qual é o valor que seu negócio traz para os clientes e certifique-se de que eles o percebem. “É o cliente que precisa ver que há uma diferença no que a empresa faz em relação aos concorrentes”, destaca Carvalho. Faça um exercício. Descreva a estratégia da empresa por escrito, em uma folha de papel. Sua descrição é centrada em fontes cruciais de diferenciação? É afiada e convincente para os outros, incluindo clientes e investidores? É sustentada por dados? As respostas vão ajudar a entender se você está no caminho certo.

Espalhe a mensagem

Não basta que o líder entenda o diferencial do negócio. Toda a empresa deve perceber este valor. “Quanto mais a companhia cresce, mais dificuldades ele terá para manter todos alinhados, uma vez que o contato com a base da pirâmide diminui expressivamente”, diz Carvalho. Para contornar o problema, é preciso criar uma estrutura de comunicação eficaz. “É fundamental que sua palavra chegue a todos, seja por e-mail, quadro de avisos, intranet, discursos ou reuniões”, diz o executivo.

Mapeie os gargalos

Faça verificações periódicas para entender se a mensagem correta está sendo passada e se a estratégia de diferenciação é colocada em prática. “Uma ideia é pedir que cada um diga, por escrito, qual seria o diferencial do negócio e agrupar os resultados, para fazer uma discussão”, diz Carvalho. Parta das seguintes questões: Quais as grandes fontes de diferenciação competitiva da empresa na opinião dos principais clientes? Como sabemos disso? Estas fontes estão ficando mais ou menos robustas? Compare os resultados e veja se toda a equipe está de acordo. Sondagens anônimas podem ajudar nesta tarefa.

Monitore

Não basta ter claro quais são os diferenciais da empresa. É preciso monitorar constantemente se eles estão sendo postos em prática e percebidos pelos colaboradores e clientes. Criar indicadores para que isso possa ser medido no dia a dia permite tanto ajustes no curto prazo quanto investimentos em longo prazo. 


Fonte: www.santanderempreendedor.com.br
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Como Fazer Amigos em um Trabalho Que Você Odeia

Fazer amigos em um emprego que você detesta pode ser a solução ideal para ajudá-lo a melhorar sua situação no trabalho. Confira dicas para superar esse desafio

Quando você está em um trabalho que odeia pode ser difícil encontrar pontos positivos no emprego. Você pode se sentir estressando, frustrado, triste e até mesmo irritado com as circunstâncias que o rodeiam. Contudo, há pelo menos uma coisa que pode ser usada para ajudar você a se sentir melhor no trabalho: as amizades que você faz nesse ambiente. O truque é manter uma atitude equilibrada e se focar naquilo que você pode aproveitar por meio de seus amigos.

Confira a seguir mais dicas para fazer amigos em um trabalho que você odeia:

1. Não se identifiquem pela negatividade

Se você odeia seu trabalho é muito provável que seus colegas também se sintam assim. Você pode pensar que essa é a oportunidade ideal para estabelecer um contato maior com eles. No entanto, tenha cuidado ao se identificar pela negatividade. Fazer isso pode ser uma armadilha. Procure outras coisas pelas coisas podem se identificar como interesse pelos mesmos hobbies e senso de humor parecido, entre outras.

2. Procure pessoas positivas

Pode parecer mais fácil se relacionar com alguém que também odeia o trabalho, mas uma estratégia melhor é se focar naqueles que são mais positivos no escritório. Você irá perceber que a conversa com essas pessoas ajuda você a enfrentar as dificuldades na empresa com uma perspectiva menos cansativa e a se concentrar melhor nas coisas boas de sua vida fora do trabalho. Isso vai ajudar você a combater aquilo que o incomoda no emprego e buscar uma situação melhor.

3. Cuidado com suas reclamações

Seu emprego pode ser horrível, mas isso não confere a você toda a liberdade para reclamar sobre ele com quem e onde quiser, principalmente nas redes sociais. Além de perder a credibilidade, você também pode acabar sem o emprego.


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Líderes Despreparados: Por Que Muitos Deles Têm Tido Sucesso?

Quando um profissional deseja ser o principal líder da organização simplesmente para ganhar dinheiro, ter status e poder, empresa e equipe devem ficar em alerta

Por Sílvio Celestino

Em geral, o sucesso leva ao orgulho. E o orgulho, ao fracasso. É comum um profissional almejar o posto mais alto da companhia. Esse desejo é saudável, desde que seja acompanhado de um propósito empresarial – e pessoal – maior. Ou seja, é válido querer ser o presidente da empresa por ter um pensamento novo, de como ela poderia atender melhor os clientes, crescer e oferecer melhores condições aos seus funcionários. Entretanto, quando o indivíduo deseja ser o principal líder da organização simplesmente para ganhar dinheiro, ter status e poder, causa grandes danos à organização e às pessoas.

A soberba de estar em uma posição de poder, acrescida da ausência de propósitos elevados, promove as condições para que o indivíduo, principalmente aquele de má índole, se deixe levar por ambições negativas.

O que faz um bom líder é o seu propósito. Esse desígnio pode ser de construção, no qual identificamos elementos de coexistência e de desenvolvimento. Ou pode ser destrutivo – e nesse caso observamos evidências de desconstrução, desrespeito a normas e pessoas.

Não é fácil fazer frente a um líder de destruição, quer seja individualmente ou em grupo. Afinal, o ato de destruir é muito mais fácil que o de construir. Um edifício demora anos para ser erguido. Exige planejamento, técnica, método e pessoas trabalhando em conjunto até a sua conclusão. Para destruí-lo, um explosivo pode fazê-lo em questão de segundos. Por isso é que um líder de destruição não precisa ser tão inteligente quanto aquele que constrói. E, em geral, não é.

O mesmo ocorre com as empresas. Décadas de construção podem ser arrasadas com a simples ascensão de um líder destrutivo a uma posição relevante. Geralmente, adotam estratégias equivocadas, removem pessoas-chave de postos fundamentais, promovem indivíduos despreparados – mas que são bons puxa-sacos – e desdenham regras, auditoria e planejamento. Com frequência, se beneficiam de acordos obscuros e questionáveis com fornecedores.

Normalmente, o líder destruidor chega a essas posições por sua capacidade de gerar resultados financeiros. Isso chama a atenção de acionistas e, com a habilidade de esconder seus métodos, acaba por ser visto de forma favorável.

Somente no longo prazo aparece o verdadeiro resultado de suas ações, e do grupo que o acompanha: a destruição. Ela pode vir em forma de um dano à marca, à reputação da empresa, alta rotatividade e, nos casos mais agudos, acidentes e falência da companhia.

Por essa razão é que existe a necessidade, cada vez maior, de formar bons líderes e fazê-los se interessar em ocupar posições relevantes nas empresas, no governo e no mundo. Não adianta que pessoas de boa índole se graduem em excelentes universidades, aprimorem suas competências em cursos, workshops e coachings executivos, se não tiverem energia e desejo de ocupar cargos de grande responsabilidade. É preciso fazer isso imbuídos de propósitos elevados.

Infelizmente, nossa cultura, até nas organizações, valoriza demais quem fala bem e não necessariamente quem pensa bem. Muitas vezes observamos que a liderança é selecionada pela forma como expressa ideias, e não pelo conteúdo de sua fala e capacidade de reflexão. O mundo e as empresas estariam em melhores condições se refletissem profundamente sobre o significado das palavras pronunciadas por líderes. E se avaliassem, com severas restrições, seus resultados no curto prazo, carisma e capacidade de emocionar a plateia. Vamos em frente!


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Negociar ou Não? Conheça as 14 Armadilhas


Para Robert Mnookin, nas negociações que ocorrem em situações extremas, há sete armadilhas negativas e sete positivas que precisam de atenção 

Qualquer um percebido como um adversário danoso –porque já o prejudicou no passado ou tem intenção de lhe causar dano futuro– é o “diabo”, na nomenclatura adotada por Robert Mnookin, diretor do Harvard Negociation Research Project, da Harvard Law School. Com figura tão perniciosa, pode ser melhor negociar do que brigar, mas também pode ser interessante partir para a luta. Como saber?

O livro Negociando com o Diabo – Quando Dialogar, Quando Lutar (ed. Gente) tem origem com o histórico atentado do “11 de setembro”, que deflagrou o debate sobre se os Estados Unidos deveriam negociar com o Taleban. Mnookin, então, começou a se perguntar: como decidir se faz ou não sentido negociar em situações tão drásticas?

Tais situações extremas serão abordadas na palestra que este experiente mediador ministrará durante o Fórum HSM Negociação 2012, evento que será realizado em São Paulo nos dias 25 e 26 de setembro.

Em podcast veiculado por Negotiate! Radio, ele explica que é preciso saber comparar a relação custo versus benefício de negociar com os custos e benefícios das alternativas à negociação. Porém, haverá muitas emoções em jogo, pois a outra parte não é vista como confiável. É fácil, assim, cair em armadilhas, as quais ele classifica, em seu livro, como negativas e positivas.

As armadilhas negativas, segundo Mnookin, levam-nos a rejeitar a negociação (ao exagerar seus custos), quando deveríamos partir para ela:

1. tribalismo: o grupo com que você se identifica é familiar e confiável e, portanto, melhor do que o outro lado;

2. demonização: o outro lado é o mal em si, e não apenas responsável por alguns comportamentos ruins;

3. desumanização: o inimigo é menos do que humano e está fora da ordem moral, o que justifica tratá-lo como objeto;

4. moralismo: o outro lado é sempre culpado, enquanto você só acerta;

5. falácia de soma zero: tudo é competição, isto é, o que um lado ganha, o outro perde. Qualquer coisa que beneficie o inimigo lhe prejudica;

6. lutar ou fugir: trata-se de irrefletidamente entrar em batalha ou, da mesma maneira, ceder o que é importante para você, a fim de evitar o conflito;

7. chamado à luta: mobilizar outros para uma cruzada contra o mal. Usando a linguagem de guerra, faz parecer que os interesses particulares de um líder são os interesses coletivos.

As armadilhas positivas são igualmente danosas, pois nos levam a fugir da luta (ao superestimar seus custos) e abraçar uma negociação inglória:

1. universalismo: as pessoas são essencialmente iguais;

2. racionalização: perdoa-se facilmente erros da outra parte;

3. reabilitação: as pessoas são capazes de mudar e merecedoras de nova oportunidade;

4. responsabilidade compartilhada: há erros dos dois lados e a responsabilidade deve ser compartilhada;

5. ganha-ganha sempre: os dois lados podem ganhar sempre;

6. apaziguamento: inclinação a evitar o conflito cedendo à outra parte;

7. chamado à paz: considera que quase qualquer conflito pode ser evitado ou finalizado por meio de iniciativas de paz sensatas.

A dualidade intuição-razão entra em cena ao decidirmos negociar ou brigar. Ao abordar a influência da intuição e da análise racional na decisão sobre negociar ou não, Mnookin diz, conforme publicado por The Daily News: “Nossa porção intuitiva se apressa em emitir um julgamento: ‘Temos de brigar’. Mas, em vez de colocarmos a parte analítica do nosso cérebro para pensar com cautela, nós contratamos nosso cérebro como nosso advogado, de modo que ele procure por evidências que justifiquem nossas conclusões intuitivas”.


Fonte: hsm.com.br
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Em Vez de Defeito, Fraqueza Pode Ser Virtude


Gerson Correia

Quem está passando por um processo de seleção mais rigoroso para um emprego certamente vai se deparar com perguntas difíceis e desafiadoras. Mas, por maior que seja seu preparo, não é possível --e nem seria recomendável-- participar de uma entrevista com respostas ensaiadas. O segredo, como já vimos, é estar bem treinado para falar a seu respeito, tanto dos pontos fortes como dos fracos.

A primeira pergunta normalmente feita pelo selecionador é bem aberta, do tipo "fale-me sobre você". Alguns cuidados com este tipo de questão: evite respostas longas; fale no máximo três minutos, abordando basicamente sua experiência profissional, escolaridade e seu principal diferencial de competência. Deixe para o entrevistador a incumbência de perguntar mais sobre algum destes tópicos, caso ele ache necessário.

Se perceber que a pessoa que o entrevista é do estilo emocional, que se interessa por informações de sua vida fora do trabalho, como hobbies e família, você pode falar um pouco mais sobre isto, desde que se sinta à vontade, evidentemente. Mas sem exageros.

Outras questões freqüentes, como já avisamos, são: "quais são os seus pontos fortes?" ou "quais são suas principais realizações?". O desafio para muitos candidatos, neste caso, é responderem sem parecer prepotentes, num extremo, ou excessivamente modestos, do outro. Tenha claro que ninguém melhor do que você pode comunicar os seus resultados. E que as pessoas só conhecerão suas competências se você divulgá-las. Não se trata de auto-elogio, mas de prestação de contas.

Fale sobre dois ou três projetos dos quais participou ou liderou, e apresente os ganhos para a empresa em que trabalhava. Por isso, é fundamental estar sempre medindo os resultados de sua atividade. Dizer que ela foi proveitosa para a organização não basta. Também não é obrigatório saber qual foi o impacto de sua ação no balanço financeiro. Mas deve-se, ao menos, informar se o projeto do qual participou trouxe mais agilidade ou reduziu custos em determinada área, e dar exemplos da situação antes e depois de sua atuação. E forneça ainda um quadro fiel do seu grau de importância nas realizações mencionadas, sem subestimar-se ou superestimar-se.

Normalmente, a pergunta a seguir é sobre seus pontos fracos, que pode vir sob as mais variadas formas, como: "o que você mudaria em si próprio?" Dizer que não mudaria nada pode até passar uma imagem de alguém feliz consigo mesmo, mas também pode denotar alguém sem auto-crítica -e isso sim seria um grande defeito.

Não tenha medo de falar sobre as características que suas avaliações em empregos anteriores apontaram como negativas. Você tem duas opções diante delas: ou mostrar que está trabalhando para modificá-las ou assumi-las como parte importante de sua personalidade.

Alguém, por exemplo, que sempre foi apontado pelos colegas como tímido pode não ter o perfil ideal para funções mais agressivas comercialmente, porém tem chances de se dar muito bem em áreas que exijam um comportamento reservado.

O importante é não se deixar levar por modismos, segundo os quais determinados tipos são mais destinados ao sucesso do que outros nas empresas em geral. Há lugar para todos, desde que cada um encontre o seu foco e saiba desenvolver e aplicar suas competências na gestão de sua carreira.

Gerson Correia é psicólogo e consultor da DBM do Brasil
Fonte: Folha Online

14 Coisas Que Você DEVE Fazer no Início e Fim do Expediente

Começar e terminar seu trabalho com determinadas atitudes pode ajudar a aumentar sua satisfação profissional, produtividade e eficiência. Confira 14 coisas que você deve fazer para iniciar seu dia de trabalho e 14 atividades para finalizá-lo 

As primeiras horas do seu trabalho influenciam muito no rendimento do resto do expediente. A produtividade, o bem-estar e a eficiência podem aumentar consideravelmente com determinados hábitos. É por isso que é importante que você crie uma rotina matinal que o coloque em foco e preparado para o sucesso. Da mesma forma, as últimas horas no escritório também são determinantes para o rendimento do dia seguinte. Nesse sentido, é importante lembrar que o planejamento eficiente é uma das melhores maneiras de evitar o estresse.

Para ajudar você a aproveitar essas vantagens separamos duas listas com as 14 coisas que você DEVE fazer tanto pela manhã, quanto no final de seu expediente para aumentar seu desempenho. Confira:

As 14 coisas que você DEVE fazer no INÍCIO do expediente:

1. Ser pontual

Pode parecer óbvio para muitas pessoas, mas ser pontual ajuda você a evitar estresses desnecessários que atrapalham o andamento inicial das suas tarefas.

2. Respire profundamente

O fato de ter chegado no horário ajuda você a estar mais relaxado e concentrado para as prioridades do dia. Além disso, você deve iniciar seu trabalho com uma pequena rotina que o coloque no estado de produtividade e concentração necessário. Arrumar a mesa, fazer a lista de tarefas, pegar o café ou quaisquer atividades que ajudem você a se estabelecer com calma no escritório.

3. Cinco minutos para se preparar

Separe cinco minutos iniciais para se localizar entre as pendências do dia anterior, o que precisa ser feito hoje e aquilo que é urgente. Estabelecer prioridades é essencial para que você se sinta no controle daquilo que precisa ser feito, sem perder prazo nenhum.

4. Trate cada dia de maneira individual

Se as pendências do dia anterior são estressantes e causaram desconforto, não traga esses sentimentos para o dia presente. Procure tratar cada dia individualmente, sem acumular estresses e aumentar a ansiedade.

5. Cuidado com seu humor

A sua inteligência emocional não é importante apenas para seu rendimento, mas também no relacionamento com outros. Por conta disso, observe quais são os períodos mais críticos. A sua primeira hora no escritório funciona como um termômetro para o humor do resto do dia.

6. Organize seu dia

Se perceber que muitas tarefas chegam e você está ficando sobrecarregado, tire mais cinco minutos para se reorganizar de maneira que nada seja deixado de lado ou fique mal feito.

7. Esteja presente

Essa dica é válida especialmente se você está em uma posição de liderança. Se você não costuma “funcionar” muito bem pela manhã, faça um esforço maior para estar presente de maneira eficiente, crítica e comunicativa.

8. Confira com seus colegas

Uma pequena reunião informal com os colegas de sua equipe pode fazer com que todos trabalhem mais efetivamente para alcançar os objetivos do dia. Delegar tarefas, estabelecer prioridades e eliminar as arestas, sejam elas de relacionamento ou alguma atividade que ficou de lado, ajuda você a crescer como líder e como time.

9. Tenha um espaço organizado

Nenhuma dessas dicas irá apresentar a eficiência necessária se o seu espaço de trabalho estiver desorganizado ou sujo.

10. Não se deixe distrair por sua caixa de entrega

Essa dica pode ser muito difícil de encarar, já que os e-mails chegam sem o controle de quem recebe. Entretanto, é melhor que você escolha horários específicos para conferir e responder seus e-mails de forma que eles não atrapalhem seu rendimento ou concentração.

11. Ouça seu correio de voz

Muitas pessoas de concentram no computador, mas esquecem das mensagens que podem receber pelo correio de voz. Por mais ultrapassado que esse meio de comunicação tem se tornado, ele ainda é utilizado por muitas empresas para comunicação interna ou com clientes.

12. Fale com quem você precisa

Se você depende da resposta de outras pessoas para concluir seu trabalho, então não espere para mandar os e-mails ou fazer as ligações. Logo que chegar ao escritório faça os contatos necessários para que receba o retorno o mais rápido possível.

13. Aproveite a criatividade

Para muitas pessoas, a manhã é o período em que estão mais criativas e eficientes. Se esse for seu caso, aproveite esse horário para fazer as tarefas mais exigentes.

14. Faça uma pausa

Dentro de seu planejamento, procure separar de 10 a 15 minutos para fazer uma pausa de suas atividades. Aproveite esse período para ir ao banheiro, tomar água ou café e descansar a mente para promover a oxigenação no cérebro necessária para o armazenamento de novas informações e concentração.

Veja 14 coisas que você DEVE fazer no FINAL de seu expediente:

1. Avalie sua lista de tarefas

A avaliação que você fizer de sua lista de tarefas no fim do dia irá ajudá-lo a organizar as pendências para o dia seguinte de maneira equilibrada e objetiva.

2. Revise a lista do dia seguinte

Se possível, você deve adiantar a lista de tarefas para o dia seguinte. Assim, quando poderá aproveitar melhor os primeiros minutos da manhã seguinte com tarefas menos específicas.

3. Converse com seu chefe e colegas

Dependendo da dinâmica de seu chefe, da empresa ou do departamento, procure conversar com ele sobre as atividades do dia, seus resultas e aquilo que espera para o próximo.

4. Arrume suas coisas

Não deixe a bagunça de sua mesa esperando você na manhã seguinte. Tire os últimos cinco minutos para jogar papel fora, limpar a mesa e arrumar outras coisas organizadamente.

5. Aproveite a calma

As horas de pico já passaram e você pode aproveitar a calma para fazer tarefas que não exigem contato por telefone ou outro tipo de distração.

6. Conclua

Não há nada pior do que sair do escritório com coisas sem conclusão ou a sensação de ter deixado algo mal feito. Evite esse tipo de coisa e procure concluir seus trabalhos de forma que nada permaneça em sua mente depois de sair do trabalho.

7. Crie estratégias

Se perceber que seu rendimento não está satisfatório ou que precisa de uma nova abordagem para conseguir completar as coisas, crie estratégias que podem ser aplicadas no dia seguinte. Compare resultados para testar aquilo que é melhor para sua dinâmica de trabalho.

8. Reflita sobre o dia

Fazer as coisas de maneira automática ou reproduzir padrões de comportamento em seu trabalho irá prejudicar seu desenvolvimento. Além de impedir que você se destaque, esse tipo de postura também demonstra falta de iniciativa. Para impedir que isso ocorra, procure refletir sobre seu dia, identificando os pontos altos e aqueles mais frágeis, que precisam de aprimoramento.

9. Se despeça

Muitas pessoas reconhecem a importância de como chegam ao escritório pela manhã, mas se esquecem que a despedida também conta e pode fazer diferença para a maneira como você se sente depois de sair da empresa e como chegará no dia seguinte.

10. Deixe um recado positivo

Separe uma frase que possa inspirá-lo para o dia seguinte em sua mesa e deixa visível para quando você chegar. Você pode fazer isso para outras pessoas também, como sinal de apoio e motivação.

11. Seja sustentável

Não se esqueça de cuidar do planeta. Ao invés de jogar fora folhas inúteis, faça rascunho para anotações aleatórias. Apague as luzes e não se esqueça de desligar o monitor do computador, que também consome energia sem necessidade.

12. Desconecte-se

O expediente acabou, mas seu trabalho continua. Não leve isso para sua casa ou para a volta. Desligue e-mails corporativos, celulares e quaisquer outras fontes de comunicação com a empresa que podem atrapalhar seu período merecido de descanso.

13. Deixe o estresse

Quando sair da porta da empresa, imagine que está deixando para lá todo o estresse que carregou com você durante o dia. É essencial saber separar os espaços e papeis que você desempenha em cada lugar para que nenhum contamine e prejudique o outro.

14. Vá para casa

Não seja a pessoa que sempre vai embora por último. Aquilo que pode ser feito amanhã, deixe para o dia seguinte. Produtividade não significa ultrapassar suas horas de trabalho e prejudicar o tempo que deveria passar com sua família, amigos e lazer.



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Série SEU NEGÓCIO - Sua Empresa Está em Declínio? Faça Uma Autoanálise (com coragem)


Por Adriana Salles Gomes

No livro Como as gigantes caem, o pesquisador Jim Collins desenha a anatomia do declínio padrão de uma empresa, divisando cinco estágios. Em épocas em que a economia está em crise, ou em que há muitas indefinições em termos de modelos de negócio por conta das ameaças das inovações, as etapas descritas abaixo ficam particularmente visíveis (em minha opinião).

Sugiro aproveitarem essa estrutura para analisar sua empresa; eu, pelo menos, consigo reconhecer várias que aparentemente estão nos estágios 1 a 4. Segundo Collins, os estágios 1 e 2 correspondem às raízes do declínio; os estágios 3, 4 e 5, à resposta equivocada dos gestores a tais raízes. Até o estágio 4, o declínio não é bastante visível. No estágio 3, inclusive, a empresa pode parecer estar ótima, mas seus pés encontram-se bem na beirada do precipício. Sempre dá para reverter, então sempre vale essa análise. Mas não tem elegância nessa decadência.

1. Excesso de confiança proveniente do sucesso

Indicadores

• Arrogância, sentir-se com direito ao sucesso.
• Distração com ameaças irrelevantes e aventuras que leva a negligenciar algo de potencial.
• O “o quê” substitui o “por quê”
• Queda na orientação para o aprendizado
• Minimização do papel da sorte no sucesso obtido

Exemplo

A Motorola continuou apostando no sucesso do StarTac mesmo diante de celulares mais avançados.

2. Busca indisciplinada por mais

Indicadores

• Busca insustentável pelo crescimento, confundindo grande com excelente
• Saltos descontínuos indisciplinados
• Proporção cada vez menor de pessoas certas em posições-chave
• Um caixa fácil desgasta a disciplina de custos
• A burocracia subverte a disciplina
• Sucessão problemática de poder
• Interesses pessoas acima dos interesses organizacionais

Exemplo

A varejista Ames decidiu que dobraria de tamanho em apenas 12 meses e fez uma aquisição gigantesca e desastrosa.

3. Negação de riscos e perigos

Indicadores

•Enfatizar o positivo, minimizar o negativo
• Grandes apostas e metas ousadas sem validação empírica
• Correr um enorme risco com base em dados ambíguos
• Desgaste da dinâmica saudável da equipe
• Eternalização da culpa
• Reorganizações obsessivas
• Desapego arrogante

Exemplo

Quando o negócio de mainframes da IBM começou a declinar, um dos diretores fez um relatório apontando os perigos, mas não foi levado a sério.

4. Luta desesperada (vale-tudo) pela salvação

Indicadores

• Uma série de “balas de prata”
• Agarrar-se a um salvador
• Pânico e afobação
• Mudança radical e “revolução” com grande alarde
• Badalação precede os resultados
• Uma melhora inicial seguida de decepções
• Confusão e ceticismo

Exemplo

A carismática Carly Fiorina tomou decisões arriscadas como CEO da HP e comprou a concorrente Compaq. A fusão não funcionou como previsto e ela foi demitida.

5. Entrega à irrelevância ou morte

Indicadores

• Muitos gestores desistem da luta
• Opções vão se esgotando

Exemplo

A Scott Paper acabou sendo comprada pela Kimberly-Clark.


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Crescimento Não é igual Desenvolvimento

É importante entender que são fenômenos distintos entre si – e da real situação dos nossos negócios. 

Por Yoshio Kawakami

Enquanto a América do Norte ainda se recupera lentamente da crise financeira de 2009 e a Europa ainda se debate para encontrar uma saída viável para a sua crise, os países emergentes apontam para um crescimento menor para o próximo ano.

O Brasil tem conseguido manter-se afastado dos piores aspectos da crise e segue crescendo, apesar dos índices mais moderados que do passado.

Neste estágio, que lições podemos extrair desta experiência de crescimento dos países emergentes para nossos negócios e nossa vidas familiares?

Creio que muitas já se deram conta de que o crescimento e o desenvolvimento são fenômenos distintos. Assim como as economias de países como o Brasil cresceram nos últimos anos, nossos negócios também cresceram rapidamente, de forma até inesperada para muitos de nós.

E embora as economias destes países tenham crescido de forma exuberante, notamos que os problemas sociais continuam, a segurança não melhora e a educação segue em níveis inaceitáveis. Nem mesmo a criminalidade, que era tida como um subproduto da pobreza, mostra queda apesar da economia ter crescido.

E nos nossos negócios? Os negócios cresceram, mas a eficiência continua abaixo do desejável, a qualidade pode até ter piorado e o fluxo de caixa continua apertado? É necessário manter o olhar crítico para dentro das nossas “casas” também, pois o crescimento mascara todas mazelas e cobre as ineficiências estruturais.

É preciso entender que o crescimento e o desenvolvimento são fenômenos distintos também do nosso negócio. Ele pode ter crescido, mas a sua competitividade pode ser a mesma ou até mesmo menor devido ao crescimento do negócio.

É preciso estender o seu olhar crítico para além do DRE e dos indicadores financeiros antes de seguir festejando o crescimento. A sustentabilidade do seu negócio não é assegurada pelo crescimento, mas sim pela melhoria da qualidade da sua performance e pelo desenvolvimento equilibrado de todos aspectos.

Uma forma de analisar se a estrutura da empresa está mais robusta com o crescimento é a simulação do “worst case”, ou “pior cenário”. Muitas vezes uma queda simulada do faturamento e do nível de atividade pode expor de forma visível a sua vulnerabilidade.

A sua competitividade é determinada pelos aspectos menos consistentes e pelas maiores debilidades do seu negócio, mesmo que em outros aspectos a sua empresa seja superior aos concorrentes. O que fazemos quando buscamos uma ação contra o nosso concorrente? Não procuramos seus pontos fracos? 

Vale a pena fazer algum tipo de análise crítica, como o SWOT, em que você lista os seus pontos fortes (interno), seus pontos fracos (interno), oportunidades (externo) e riscos (externos), para avaliar as exposições existentes.

Aliás, normalmente um crescimento rápido impõe uma necessidade maior de recursos e cria pressão de capital. As empresas são compelidas a buscar alternativas de capitalização que podem ir do aporte dos acionistas ou sócios, passando por estratégias agressivas de endividamento e até mesmo ao deliberado atraso de pagamentos de impostos e tributos. Cada qual estabelecendo seus custos e seus riscos. Quais foram as suas escolhas?

Muitas vezes a busca do crescimento gera um enfraquecimento temporário da empresa, além da maior dependência ao volume de negócios ou ao faturamento. Uma análise com cenários menos otimistas pode indicar a real situação do seu negócio.

Por isso, o desenvolvimento da sua empresa, para estabelecer novos patamares de eficiência e competitividade é essencial para o restabelecimento da sua sustentabilidade. Grande empresas não são empresas apenas grandes. São empresas que se desenvolvem ao mesmo tempo em que crescem e estabelecem uma posição competitiva superior. 

Se, com uma redução moderada do crescimento, você estiver percebendo uma situação menos confortável, verifique se o seu negócio desenvolveu-se adequadamente enquanto cresceu. Pode ser interessante direcionar o seu olhar crítico para esta situação.


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O Desafio da Liderança é Pessoal

Não pense que é, saiba que é. 

Por Paulo Campos

Quando um profissional passa a ser líder, o primeiro desafio é ele se promover. Não estou dizendo que o “novo líder” precisa contratar uma assessoria de imprensa, e sim, que ele precisa olhar de outra maneira a forma de usar o seu tempo, e reconhecer as ações prioritárias e que não devem ser delegadas. O desafio da liderança começa com duas perguntas: Quais as principais características de um líder? Quais comportamentos refletem a prática de uma liderança eficaz?

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, destaca quatro características que observou em executivos, gestores e alunos. São essas as palavras-chave: seguidores, resultado, exemplo e responsabilidade. Segundo Drucker, “O líder é alguém capaz de fazer com que os outros o sigam, sendo principalmente esta o tipo de habilidade que melhor o descreve. O líder eficaz não é alguém que se adore ou se admire. A qualidade da liderança não se mede pela popularidade que gozam, mas pelos resultados que ele consegue produzir. Os líderes estão em grande evidência. É por isso que lideram pelo exemplo. A liderança não é uma questão de classificação, de privilégios, de títulos ou de dinheiro. É uma questão de responsabilidade”. Essa responsabilidade é avaliada pelas decisões que o líder toma. Boas decisões geram credibilidade e a confiança mutua passa a existir entre o líder e o liderado.

Liderar significa um ato involuntário. Os líderes, no geral, estão conscientes da missão que lhes compete. Alinham suas metas com o seu propósito e falam diariamente a sua própria definição de liderança. É necessário que as pessoas conheçam a causa e a sua percepção sobre o que é liderar. Consistência gera credibilidade e a partir daí, a influência se estabelece. O nível de eficácia do líder é estabelecido a partir da melhor ou pior percepção que os seguidores possuem a respeito dele.

Como ser um líder eficaz? Acredito que o ponto de partida é o autoconhecimento, o desenvolvimento da liderança é, em última análise, um autodesenvolvimento, portanto, o desafio da liderança é pessoal. Busque ser um líder moral. Tenha um interesse genuíno pelas pessoas, principalmente, as da sua equipe. A precisão de conhecimento do outro é uma atitude indispensável ao exercício da influência de um líder. Trate o outro da forma que ele gosta de ser tratado.

E aqui vai uma Dica: Contratar pessoas talentosas faz sentido como tática, mas não como estratégia. Desenvolver pessoas é premissa da Liderança. A natureza de cada indivíduo tem a sua própria beleza: você é o maior especialista em você mesmo! Foque nos seus pontos fortes! Ajude as pessoas a descobrirem o que gostam de fazer e o que o que fazem muito bem.


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O Empreendedorismo Como Opção de Vida

Por Soeli de Oliveira

Antes de tudo, ser empreendedor é detectar uma necessidade não satisfeita ou falta de qualidade em algum produto ou serviço e apresentar uma solução diferenciada. E isso, sem dúvidas, gera diversos benefícios à sociedade, amplia as possibilidades da economia, gera novos empregos e riquezas para a sociedade.

Existe uma confusão entre o que é ser um empreendedor e o que é estar empresário. Ter espírito empreendedor não é simplesmente ter ousadia para abrir uma empresa. Empreendedorismo está ligado à inovação, à exploração de uma brecha de mercado, de um nicho de mercado que ninguém viu. Uma das maneiras para encontrar um espaço em meio ao cipoal de concorrentes já estabelecidos e conseguir permanecer no mercado é estar sempre atento às oportunidades. Para McClelland, um dos mais conceituados estudiosos na área do empreendedorismo, empreendedor “é o sujeito com forte necessidade de realização e poder, que possui habilidade de influenciar pessoas, sente necessidade de ter seu próprio negócio e aproveita oportunidades que surgem.”

Diferente do que muita gente acredita, uma idéia de negócio não significa necessariamente uma oportunidade de negócio. Uma idéia é uma oportunidade quando traz em si a solução concreta para alguma necessidade. Descobrir uma oportunidade significa encontrar respostas para uma série de perguntas, tais como:

- Existe uma necessidade de mercado que não é suprida ou é atendida com deficiência?

- Que valores o novo produto/serviço agrega para os clientes?

- Qual a quantidade de potenciais clientes para este negócio? Qual é o seu perfil psicográfico?

- Quais são os seus principais concorrentes? Quais os seus pontos fortes e fracos?

- Como funcionam as empresas estabelecidas que se propõem a atender esta necessidade?

- É possível inovar? Em que aspectos?

- Existem ameaças?

- Será que o momento correto é realmente este?

- Existem aspectos legais específicos a considerar?

- Há uma vontade pessoal de atuar neste negócio?

- E muitas outras

Algumas características são fundamentais para quem pretende se aventurar pelo mundo dos negócios:
  • Estar atento e perceber as oportunidades que o mercado oferece – quanto mais o futuro empresário dominar o ramo em que pretende atuar, maiores serão suas chances de sucesso
  • Buscar informações e aproveitar oportunidades
  • Assumir e administrar riscos. É preciso ter confiança em si mesmo e coragem para enfrentar desafios
  • Ter senso de organização. Desenvolver a capacidade de utilizar recursos humanos, materiais e financeiros de forma lógica e racional
  • Ser decidido. Avaliar friamente as situações e elencar alternativas para escolher a solução mais adequada
  • Liderança. Saber definir objetivos, estabelecer indicadores, incentivar pessoas no rumo das metas definidas, treiná-las e orientá-las na realização de tarefas

Quando uma empresa fecha, ocorrem diversos impactos negativos na sociedade. Empregados ficam desempregados, empresários ficam desempresados, o governo deixa de arrecadar impostos e todo o investimento realizado e esperança depositados no negócio é perdida. Por isso, antes de empreender, conheça e procure desenvolver essas características empreendedoras.


Soeli de Oliveira é consultoria e palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação. E-mail: soeli@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.
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4 Lições Dos Super-Heróis Para o Ambiente de Trabalho

Os exemplos que seus personagens favoritos passam não estão restritos a infância. Você também pode aprender com eles para o desenvolvimento de sua carreira. Confira quatro lições dos super-heróis para o ambiente de trabalho 

O exemplo de super-heróis não é algo limitado para as tardes de desenhos infantis. Você pode aprender com eles para o desenvolvimento de sua carreira também. Liderança, trabalho em equipe e outras lições fazem parte do currículo de exemplos que você pode tomar de seus heróis favoritos, estejam eles nos quadrinhos ou na televisão.

Aprimore suas habilidades com a prática

Os super poderes dos heróis não seriam úteis para ninguém se eles não conseguissem controlá-los. Da mesma forma, você também não irá aproveitar toda a capacidade de seus talentos e habilidades se não aprimorá-los com a prática.

Encontre seu sistema de apoio

Ninguém consegue evoluir sem a ajuda de um sistema de apoio, ou seja, amigos, familiares, colegas de trabalho ou outras pessoas que além de servirem de suporte, também o incentivam. Batman, por exemplo, precisa da ajuda de seu mordomo Alfred e do cientista Lucius Fox para conseguir esconder sua verdadeira identidade e desenvolver as tecnologias que o ajudam durante os combates. Da mesma forma, você também precisa de pessoas ao seu lado que o ajudem a alcançar seus objetivos e tomar as melhores decisões.

Saber lidar com críticas

Um bom profissional sabe que quando suas ações atingem outras pessoas, ele precisa saber lidar com críticas e repercussões negativas de maneira equilibrada e respeitosa. Em sua carreira como super-herói, o Homem Aranha teve que enfrentar os artigos negativos de tablóides que não apoiavam suas ações e queriam prejudicá-lo. É importante que você se mantenha confiante enquanto examina com cuidado e atenção as críticas que recebe para que seu trabalho possa ser sempre melhor.

Lembre-se que você é apenas humano

Os super-heróis não são, necessariamente, apenas humanos, mas eles também erram. Da mesma forma, você irá cometer erros durante sua carreira que podem prejudicá-lo momentaneamente e fazê-lo recuar em seu progresso. Entretanto, nessas horas é essencial que você saiba se recuperar como os super-heróis, que não aceitam a derrota e aprendem a utilizar seus pontos fracos como degrau para o desenvolvimento.


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Criatividade a Seu Serviço

por Antonio Carlos Teixeira da Silva

Todo mundo pode inovar. Mas, antes de mais nada, é preciso superar o medo e demonstrar iniciativa.


Atualmente os executivos mais valorizados pelas empresas são os que têm a criatividade bem desenvolvida, que são capazes de gerar inovações em negócios e produtos. Mas ser criativo não é apenas uma característica que diferencia o profissional. É, muitas vezes, o que permite a ele sobreviver na empresa e reinventar aquilo que sempre fez da mesma maneira.

Passei por um desafio desses quando trabalhava na Kolynos. Eu acabara de ingressar na empresa como gerente de marketing da divisão de produtos para o lar. Estava em lua-de-mel com o trabalho, motivado e com um desempenho reconhecido. Um ano depois de ter começado, porém, a empresa vendeu toda linha de produtos. Identifiquei duas ameaças: ser demitido ou ter meus planos profissionais interrompidos.

Preparar o currículo, contatar headhunters e procurar um novo emprego seria repetir um comportamento conservador, que evita novas idéias. Preferi criar uma oportunidade para minha permanência na empresa. Mudei o foco da situação, vendo a empresa não como minha empregadora, mas como uma cliente para quem eu tinha o desafio de criar um novo "produto". Questionei: "O que posso oferecer à minha cliente que ninguém ainda ofereceu?" Usando o processo criativo, identifiquei uma oportunidade de mercado em países sulamericanos.Dessa vivência, tirei várias lições que hoje transmito em palestras e workshops sobre criatividade e inovação. Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que o medo é companheiro do fracasso. Dos medos que temos 90% não acontecem e os 10% restantes nunca são tão ruins quanto imaginávamos. Temos de superar esses medos para ter idéias.

O próximo passo é levantar a maior quantidade possível de informações referentes às idéias, selecionar a melhor e preparar um plano de ação. E não se pode esquecer a iniciativa para apresentar a idéia, o que significa estar preparado para receber críticas construtivas e destrutivas. É preciso ter energia para enfrentar reações do tipo "sua sugestão vai trazer mais problemas do que vantagens", "nunca precisamos disso antes" ou ainda "você não poderia ter uma idéia melhor do que essa?"
.
O potencial criativo existe em todos nós. Ele é altamente desejado pelas empresas, pois permite aos funcionários iniciar projetos, buscar oportunidades, resolver problemas, enfrentar concorrentes e muito mais. Muitas corporações já identificaram a correlação entre inovação e sucesso e estão empenhadas em desenvolver o potencial criativo de suas equipes. E cada vez mais pessoas percebem que, se estiverem treinadas para gerar idéias inovadoras, será bem mais fácil solucionar os problemas e aproveitar as oportunidades que surgem a cada momento. A propósito, minha idéia de explorar novos mercados me permitiu desenvolver e gerenciar uma nova área na Kolynos com sucesso por oito anos.

Mais tarde, empreguei o processo criativo para iniciar uma nova carreira profissional: a de conferencista e escritor sobre criatividade e inovação. Sempre existe algo novo a ser descoberto que lhe fará feliz.

Antônio Carlos Teixeira da Silva

Saiba as 14 Coisas Que Você Precisa Fazer no Horário de Almoço

Seus afazeres podem variar de acordo com seu ritmo, carreira ou necessidades pessoais, mas veja o que você não pode deixar de fazer neste horário 

Por Luiza Belloni Veronesi

Para alguns, um dos momentos mais esperados durante o horário do expediente é o horário do almoço. A pausa para comer é um bom momento para papear com os colegas, descansar de seus afazeres ou até aproveitar o tempo para fazer compras ou pagar contas.

Mas muitos, em vez de aproveitarem o momento para descansarem e se desligarem das cobranças e prazos, utilizam essa hora para adiantar suas atividades, comendo lanches ou saladas com os olhos colados no computador ou então até vai comer em um restaurante, mas não desgruda do celular.

Mas será que esse tempo encurtou? Para o psicólogo organizacional, Michael Woodward, a sociedade está obcecada pelo trabalho e acabam perdendo a noção de fazer uma pausa. “Assim como os atletas, todo nós precisamos de calorias para nossas mentes funcionarem melhor. Ter um tempo para recarregar as energias também”.

Outra especialista no assunto, a autora de “Tame Your Terrible Office Tyrant”, Lyann Taylor diz que um profissional deve ser tão estratégico na hora do almoço quanto no começo ou no término de seu dia. Pois esse momento é uma pausa, no qual você precisa reabastecer e reenergizar para continuar seu trabalho sem se sentir cansado até o final da jornada.

“Está comprovado que se você ter um intervalo entre seus afazeres, de modo que consiga organizar sua agenda em torno dos seus picos de energia, tornará seu dia de trabalho muito mais produtivo”, aponta a autora de “Blind Spots: the 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success”, Alexandra Levit.

O que você faz durante esse horário pode variar de acordo com seu ambiente corporativo, carreira ou necessidades pessoais, mas a Forbes publicou 14 coisas que você não pode deixar de fazer na hora do almoço, confira as dicas:

Planeje

“Não pense que só porque é almoço que seu tempo seja livre”, adverte Taylor. O tempo não é um recurso renovável, por isso, tente planejar antes como aproveitará esse horário.

Você também deve planejar suas atividades após o almoço, sugere o especialista de carreira, Michael Kerr. “Pensar como você irá priorizar e agendar eventos no período da tarde pode maximizar sua produtividade. Por exemplo, agendar uma reunião ou conferência logo após o almoço causará estresse durante este tempo ou você pode acabar diminuindo o horário para adiantar as pautas da reunião”.

Faça uma pausa real

Fazer uma pausa do trabalho por 60 segundos comendo na frente do computador não vale. “Faça um descanso verdadeiro, o tempo tem de envolver uma quebra real de trabalho”, sugere Levit. Tente não acessar seus e-mails, falar do trabalho durante o almoço ou levar junto suas atividades.

Saia de onde estiver

“Continuar em sua mesa na hora do almoço é um erro, mesmo que desligue o computador. Há relatórios e outros afazeres que irão te lembrar das suas obrigações. Então, se tiver de comer na empresa, se levante de onde estiver e vá comer em outro lugar, nem que seja para a mesa de um colega”, afirma Kerr.

Coma

Não tente fazer aquelas dietas malucas e passar fome na hora do almoço. “Você vai pagar por isso mais tarde, quando não conseguir se concentrar, ter vertigens ou ganhar uma dor de cabeça”, diz Taylor.

Aprecie sua comida

Almoço deve ser aproveitado. “Prepare-se para algo que você goste e que se encaixe na sua dieta”, acrescenta Woodward. “Se você tem um restaurante favorito ou um alimento de preferência lembre-se de procurá-lo pelo menos uma vez por semana”.

Faça o que você não pode fazer em outros horários

Muitos profissionais utilizam a hora do almoço para adiantar alguns afazeres pessoais, como ir ao banco ou comprar determinado remédio. As vezes, isso é inevitável, mas Taylor alerta sobre o cuidado de fazer essas tarefas com frequência. “Veja se elas podem ser feitas antes ou depois do trabalho, ou mesmo nos fins de semana. Se sempre utilizar esse tempo para pagar contas em filas intermináveis de bancos você só irá trocar um estresse por outro”.

Conheça pessoas novas

Interações no trabalho podem ser tão pequenas que um profissional pode passar anos para realmente conhecer um colega de empresa. “Quando você não conhece outros profisionais se torna fácil desumanizá-los. Tire o tempo do almoço para sair do escritório e conhecer melhor aqueles que te cercam todos os dias”, sugeriu Woodward.

Se encontre com os amigos

Se você tem algum amigo que trabalhe ou more próximo ao seu trabalho, convide-o para um almoço ocasional. Woodward lembra que sua vida pessoal tem necessidades iguais a sua vida profissional, por isso, não deixe de utilizar seu tempo livre para fazer o que gosta.

Sua pausa do meio-dia é uma boa oportunidade de recuperar seu “social”, mas não perca a noção do tempo e não trate o momento como um happy hour.

Faça os outros saberem lidar com sua ausência

Nada mais chato do que estar pronto para almoçar e alguém vem com algum problema para você resolver. Nesse caso, você precisa pensar em estratégias para seus colegas ou chefes saberem o que fazer quando você estiver no horário de almoço. Isso ajudará não apenas para acalmar os ânimos daqueles colegas desesperados, mas também fará você aproveitar melhor o seu tempo ausente.

Se envolva em atividades que recarreguem sua bateria

Naqueles dias em que o estresse está batendo à sua porta desde cedo, utilize o almoço para fazer um passeio, visitar um ginásio ou mesmo meditar. Faça algo que você se sinta bem e que não te lembre os problemas deixados na empresa.

Networking

Por mais que você esteja em um bom emprego, sempre é bom investir em sua rede de contatos profissionais. Se você não tem tempo de fazer isso em casa, por que não usar seu almoço para fortalecer esses laços? “Estrategicamente, o almoço é um momento excelente para construir relacionamentos e contatos com um simples convite para um restaurante”, acrescenta a executiva coaching de carreira, Anita Attridge.

Não se prenda à rotina

Hábitos fazem parte da existência humana. Talvez você vá ao mesmo restaurante todos os dias, come com os mesmos colegas ou você sempre use o horário de almoço para adiantar funções ou resolver problemas pessoais. Tente misturar as coisas, alterne e conheça novos lugares e rotinas.

Evite as tecnologias

Tente ficar longe de seu IPhone, IPad, Blackberry ou o computador. “Dê aos seus olhos uma pausa”, afirma Taylor. A maioria dos profissionais que trabalha em escritórios utilizam o computador com frequência, então tente no horário do almoço descansar de outras tecnologias que, assim como computador do trabalho, cansam seus olhos e podem causar dor de cabeça ao final do dia.

Não exagere no curto ou prolongado tempo

Se você tiver uma hora de almoço, aproveite seus 60 minutos. Talvez você possa não ter isso todos os dias, mas quando você puder aproveite da melhor forma. No entanto, se todos os outros no escritório fazem intervalos mais curtos, preste atenção para você não exagerar.

“Não faça almoços prolongados com frequência, pois as pessoas vão começar a perceber e comentar. Também não pressione seus colegas a aderirem sua programação planejada, pois não se esqueça que você está lá para trabalhar também”, alerta Levit.


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