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Trabalhe Para Empresas em Todo o Mundo, Sem Sair de Casa

Sites permitem que profissionais encontrem trabalhos em qualquer local. Maioria das oportunidades é para programadores e desenvolvedores

Com equipes internas de TI (Tecnologia da Informação) menores do que eram há alguns anos, as empresas tendem a, cada vez mais, terceirizar parte das tarefas ligadas à área. E, além de recorrerem aos grandes fornecedores, essas companhias começam a utilizar sites específicos para buscar colaboradores para projetos pontuais. Com isso, profissionais brasileiros já conseguem oferecer produtos e serviços para corporações em qualquer lugar do planeta.

Esses sites se baseiam no conceito de ‘crowdsourcing’ (o equivalente em português a ‘busca na multidão'). Na prática, as empresas ou pessoas divulgam oportunidades de trabalhos pontuais e os internautas que tiverem o perfil para atender o projeto enviam uma proposta online.

De forma geral, as ofertas encontradas nesses sites de crowdsourcing são para trabalhos que possam ser feitos a distância e que permitam uma transação (negociação, aprovação e entrega) 100% pela internet. No caso de TI, existem muitas oportunidades para programadores e desenvolvedores.

Uma das barreiras para quem quiser aproveitar esse tipo de site para ganhar um dinheiro extra é a questão da língua. Já que boa parte dos trabalhos exige a comunicação em inglês com o contratante. O que, por outro lado, pode representar uma excelente oportunidade para aprimorar o idioma, cada vez mais demandado na área de tecnologia.

A seguir, veja uma lista de alguns sites de crowdsourcing gratuitos nos quais os profissionais de TI podem cadastrar-se para oferecer trabalhos pontuais:



Uma das mais novas plataformas online para conectar profissionais e empresas que demandem serviços pontuais, a Socialance funciona por meio de indicações. Ou seja, apenas pessoas indicadas por usuários da plataformas podem acessar os serviços.

No entanto, os 200 primeiros leitores do Olhar Digital que acessarem o endereço http://www.socialance.com/invite/uol/ poderão participar da rede sem qualquer indicação prévia.



O site está disponível em cinco idiomas (alemão, espanhol, holandês, inglês e norueguês). Ele permite que pessoas busquem trabalhos ou empresas procurem profissionais que possam atendê-las em projetos pontuais.



Funciona como um sistema de leilão online. As empresas detalham os trabalhos que elas querem contratar e estabelecem um valor e um prazo para receberem propostas dos profissionais interessados.



Assim como no caso do DoNanza, o site opera no sistema de leilão de projetos. A diferença é que, além da versão internacional, ele está disponível para diferentes regiões (Inglaterra, Europa, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Hong Kong, Cingapura, Filipinas e África do Sul)



O site é bastante parecido com os demais, ou seja, permite que os profissionais busquem trabalhos e façam propostas. A grande diferença dele está no formato de pagamento, uma vez que todos os projetos são medidos por um banco de horas, utilizado para calcular o valor final de cada iniciativa.


Fonte: Olhar Digital
Fonte da imagem: gettyimages

Os Sete desafios do Trabalhador do Conhecimento


Por José Cláudio Terra, Dr.Uma das mudanças mais profundas no ambiente das grandes organizações é a crescente participação na força de trabalho do trabalhador do conhecimento, ou seja, aqueles profissionais cuja principal característica do trabalho é a produção de intangíveis, isto é, idéias, informações, decisões, fórmulas, códigos, planos, imagens, etc. Esta profunda mudança tem sido, no entanto, apenas mais recentemente analisada pelos teóricos da administração, gurus e empresas de consultoria em gestão.

Modelos e conceitos de gestão que permeiam boa parte das empresas e mesmo escolas de administração pecam por não fazer, de maneira contundente, uma distinção entre o que significa gerenciar trabalhadores mais braçais e gerenciar aqueles que trabalham essencialmente criando, utilizando e transferindo conhecimento.



A própria teoria organizacional, por sua vez, não tem feito um bom trabalho no sentido de caracterizar a dinâmica e os desafios da produtividade e da eficácia dos trabalhadores do conhecimento. O modelo dos 7 Desafios do Trabalhador do Conhecimento, que propomos abaixo, é uma tentativa no sentido de caracterizar de forma estruturada o debate. Esperamos com isso ajudar a repensar modelos organizacionais e de gestão de pessoas na Era do Conhecimento.

1. Operação e AdministraçãoEmbora seja o mais óbvio dos desafios, não poderíamos deixar de começar pelo desafio que todo o trabalhador do conhecimento precisa enfrentar e contribuir: manter as operações correntes rentáveis, eficientes e funcionando conforme normas internas e leis da sociedade.

2. Projetos e TarefasNos últimos 10 ou 15 anos, empresas de médio e grande porte investiram muito na qualificação para a gestão de projetos. Trabalhadores do conhecimento estão invariavelmente envolvidos em múltiplos projetos, algumas vezes com pessoas de outras organizações e outras localidades.

3. Conhecimento e ComunidadesAs responsabilidades dos trabalhadores do conhecimento não se limitam mais à operação e aos projetos que estes estão alocados. Crescentemente, eles são responsáveis também pela construção do conhecimento coletivo da organização. Isto ocorre tanto de maneira mais individualizada via contato direto com subordinados e colegas, como por meio de Comunidades de Prática bem estruturadas.
Os três desafios acima têm a ver com entregas bem específicas para as quais os trabalhadores do conhecimento têm que alocar seu tempo, atenção e esforço diariamente. Embora não ofereçamos aqui regras ou soluções sobre como deva ser esta alocação, é importante para gestores e profissionais ter noção que estas decisões são críticas para os indivíduos e para as organizações. Neste sentido, os mecanismos de reconhecimento e recompensa organizacionais têm que incorporar de maneira bem explícita este desafio inerente ao trabalho do conhecimento.
Os próximos três desafios têm menos a ver com entregas e alocação de tempo e esforço e mais com comportamentos e atitudes. Eles são os seguintes:

4. Mudança e InovaçãoAqueles que trabalham com conhecimento precisam necessariamente aplicar suas habilidades e conhecimentos no sentido de trazer e implementar novos conceitos, produtos, processos e tecnologias para suas organizações. De certa maneira, trabalhadores do conhecimento podem ser, de maneira inequívoca, agentes de mudança e líderes de processos inovadores em suas áreas de influência nas organizações. Não faz sentido se pensar em trabalhadores do conhecimento atrelados ao passado.

5. Cultura e ValoresRepresentar os valores centrais da organização de maneira visível e proeminente por meio de grandes e pequenos gestos, atitudes e comportamentos são, provavelmente, um dos desafios mais importantes e, talvez, um dos desafios menos discutidos dos trabalhadores do conhecimento. Na Era do Conhecimento, cultura e valores estão entre as principais formas de uma organização direcionar as ações diárias de seus profissionais. Cultura e valores, no entanto, não vicejam apenas em memorandos, cartazes e documentos. Eles precisam ser vividos diariamente. É, sem dúvida alguma, uma das principais contribuições dos líderes organizacionais.
Mas, em organizações intensivas em conhecimento em particular, este é um desafio permanente de todos.

6. Liderança e PessoasA capacidade de ensinar, transmitir conhecimentos, posturas e habilidades e se preocupar sistematicamente com o desenvolvimento de capital humano de uma organização é um traço que se deve buscar permanente junto aos colaboradores de uma organização. Empresas intensivas em conhecimento dependem de pessoas motivadas e curiosas. Elas precisam também estar dispostas a aprender constantemente, aprimorando suas qualidades e minimizando suas dificuldades e defeitos.
Os seis desafios acima logicamente já são bastante abrangentes e não facilmente atingíveis simultaneamente. O último desafio talvez seja um dos que mais tem aumentado em importância na última década e por isso é destacado de forma isolada, embora seja bem mais específico que os desafios descritos acima.

7. Tecnologias de Comunicação e InformaçãoNo Século XXI, a habilidade de utilizar de maneira efetiva e eficaz a miríade de ferramentas para encontrar, acessar, organizar, compartilhar, publicar e proteger informações valiosas é um diferencial que alguns profissionais que trabalham com conhecimento detêm. E estas habilidades estão, crescentemente, associadas ao aumento de produtividade individual e organizacional. Este é um desafio, que sem dúvida alguma, deve continuar a crescer de forma acelerada e que representa um importante diferencial para certos indivíduos que disputam seu espaço na Era do Conhecimento.

“Empresa contrata super-homem e mulher maravilha”. Uma análise mais irônica ou mais cética poderia levar a idéia que estamos de fato nos referindo as estes personagens tão conhecidos do mundo animado. Não cremos nisto. Como disse o recém falecido Peter Drucker, o desafio do trabalhador do conhecimento não é cumprir tarefas, mas descobrir e implementar novas tarefas que gerem valor para a organização. Vamos, no entanto, mais além. Os trabalhadores do conhecimento precisam não apenas inventar novas tarefas, mas precisam ter uma enorme habilidade para priorizá-las, executá-las e extrair valor para si mesmo e para suas organizações. Estes são desafios diários. A compreensão profunda desta realidade é altamente importante para todos os profissionais e para as lideranças das organizações do conhecimento do Século XXI.


José Cláudio C. Terra é presidente da TerraForum Consultores. Atua como consultor e palestrante no Canadá, nos Estados Unidos, em Portugal, na França e no Brasil. Também é professor de vários programas de pós-graduação e MBA e autor de vários livros sobre o tema.

Coluna do Marcelo - Os seus dias parecem iguais, cuidado!!!


Os seus dias parecem iguais, cuidado!!!

Estresse ou stress pode ser definido como a soma de respostas físicas e mentais de uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências e expectativas pessoais. Pela definição, stress inclui a resposta de componentes físicos e mentais. O termo estresse foi publicado pela primeira vez em 1936 pelo médico Hans Selye na revista científica Nature. Existem dois tipos de stress: crônico e orgânico.

O stress pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Quando os sintomas de estresse persistem por um longo intervalo de tempo, podem ocorrer sentimentos de evasão (ligados à ansiedade e depressão). Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade de vir a ocorrer doenças, especialmente cardiovasculares.

Podendo também relacionamos o estresse com a Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho. Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação, mas alguns consideram que trabalhadores com determinados traços de personalidade (especialmente de neuroses) são mais suscetíveis a adquirir a síndrome. O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço. Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda. Hoje, entretanto, as observações já se estendem aos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem a técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas às avaliações.

Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.

Sairemos agora do campo da medicina e vamos para o campo da administração, onde podemos fazer uma breve comparação entre as causas do estresse com a falta de objetividade e por conseqüente a entrada do trabalhador ocupacional nas rotinas de suas atividades diárias. Na vida empresarial como na pessoal, podemos utilizar a Teoria Geral de Sistemas que não busca solucionar problemas ou tentar soluções práticas, mas sim produzir teorias e formulações conceituais que possam criar condições de aplicação na realidade empírica - é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias. Uma observação do seu trabalho, da empresa onde atua, e dos fatores que podem está levando você à zona de conforto, não vislumbrando uma saída, e ocasionando uma fadiga metal e física por falta de perspectivas futuras.

Na observação dos fatores que desencadeia um ambiente não favorável a desenvolvimento profissional deve ser evitado, e mudado constantemente, pois a rotina esta ligada a atividades corriqueiras que por falta de inovação perceptível ao nosso cérebro, este passa a realizar todas as atividades de forma automática.

Uma das características das organizações na teoria de sistemas é Homeostasia versus adaptabilidade: a homeostasia (auto regulação) garante a rotina e a permanência do sistema, enquanto a adaptabilidade leva a ruptura, à mudança e à inovação. Rotina e ruptura. Estabilidade e mudança. Ambos os processos precisam ser levados a cabo pela organização para garantir a sua viabilidade.



Sugerimos aqui algumas estratégias utilizadas, segundo pesquisa, para lidar com o estresse são:
  • Realizar atividades de relaxamento;
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
  • Manter uma dieta balanceada e fazer exercícios;
  • Discutir os problemas com colegas de profissão;
  • Tirar o dia de folga;
Então vamos buscar nossa válvula de escape, “happy hour”, um chopp com os amigos, um cineminha, um “hobby”, algo que faça você se sentir livre e desprendido do trabalho, comece a pensar em algo que sempre desejou fazer e até este momento de sua vida você vem adiando. É hora de colocar as idéias em prática.

Uma dica fundamental é para diminuir o estresse em sua vida profissional, é realizar um planejamento para tudo que você for colocar em prática, mas não se esqueça que o planejamento tem que ter um certo nível de flexibilidade, senão você criará outro motivo para se estressar.


Marcelo Cabral
Consultor e coach


Vender, Atender e Encantar os Clientes

Uma historia para começar...

Um garotão inteligente, vindo da roça, se candidatou a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade.
Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado nesta loja.
O gerente perguntou ao rapaz:
Você já trabalhou alguma vez na vida?
- Sim, eu fazia negócios na roça.
O gerente gostou do jeitão simplório do moço e disse:
Pode começar amanhã, e no final da tarde venho verificar como você se sai.
O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17h30min o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:
Quantas vendas você fez hoje?
- Uma!
- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. De quanto foi a venda que você fez?
-Dois milhões e meio de reais!
- O quê? Impossível! Como VOCÊ conseguiu isso?
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Daí eu lhe vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa, para pescaria pesada. Eu lhe perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Então sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então eu acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha, levei-o a seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
O gerente levou um susto e perguntou:
- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui pra comprar um pequeno anzol?
- Não senhor, ele entrou aqui, de fato, para comprar um pacote de absorvente para a esposa, e eu disse a ele: “Já que o final de semana do senhor está perdido, porque o senhor não vai pescar?”.

Preço, qualidade e um bom ponto comercial já são apenas requisitos mínimos no varejo. Num mercado aberto e globalizado, a diferença entre se destacar da concorrência, planar na média ou fracassar nos negócios depende, mais do que nunca, de um fator básico: atendimento.

As empresas precisam se conscientizar da importância de treinamentos na área de vendas, ninguém nasce vendedor, ele se torna um. Para que isso aconteça precisa está preparado, e conhecer técnicas que ajudam a encantar os clientes.

Relembrem seus momentos como consumidores, que nunca passou por um mau atendimento em algum estabelecimento na tentativa de realizar uma compra, algo que proporciona a qualquer pessoa um prazer mágico, pois comprar é um orgasmo psicológico. Veremos alguns tipos de atendentes segundo Paulo Lima
 (http://www.sergipe.com.br/balaiodenoticias/artigon56.htm):

O Atendente Desligado - Você chega na loja e ninguém o percebe. Você visita todos os produtos, e nada de aparecer alguém para lhe dar atenção. O atendente está sempre ocupado, fazendo “algo mais”. Você sente até impulso de furtar alguma coisa, só para testar o grau de vigilância da loja.

O Atendente Excessivamente Zeloso - É aquele que não larga do seu pé. Deveria até ser denominado de “sombra”. Você anda daqui, gira dali, dribla, e lá está ele nos seus calcanhares. Nesse momento, você até imagina que isso poderia render um jogo divertido de esconde-esconde.

O Atendente Curto e Rápido - Aquele que aborda o cliente em dois tempos. Deseja-lhe bom dia ou boa tarde ou boa noite, pergunta se você deseja alguma coisa - e some para sempre. Você fica até preocupado, imaginando que o atendente foi vítima de algum fenômeno de abdução.

O Atendente Muito Gentil - É a típica pessoa boazinha, muito solícita, uma simpatia, mas que não conhece o produto que vende, sempre diz um “peraí” e corre para chamar o colega mais informado.

O Atendente Mui Amigo - Você sabe que o cara está lhe roubando, você já viu aquele produto mais barato em algum lugar. Mas o cara jura pela mãe dele que o seu produto é o mais em conta e o melhor do mercado.

O Atendente Juiz - É o tipo que lhe estuda dos pés à cabeça e determina: bom para você é o que ele acha que é bom. Às vezes você mal abriu a boca, e o cara já vai sugerindo mil coisas. Detalhe: nenhuma lhe interessa.

Ah, e existe também aquele tipo que não tem o produto de que você precisa, mas não se rende. Faz você acompanhá-lo por toda a loja mostrando as demais opções. Você está aguardando o tempo certo para cair fora, mas o cara continua desmontando a loja, insistindo em lhe oferecer algo.

Humor à parte, precisamos acreditar que a excelência no atendimento ao cliente pode ser uma realidade também em nosso país. Todos ganhariam com isso. Happy end? Sim, mas esse final feliz vai depender de todos, numa busca constante pela qualidade e pelo aperfeiçoamento das técnicas de venda, oferta de produtos melhores e baratos e melhor atendimento ao cliente.

Todos esses tipinhos existentes no mercado, poderia ter um contexto diferenciado a empresa optasse por treinamentos palestras, e outras formas de aprendizagem, de forma a tornar a vida de seus clientes mais fácil.

Alguns acontecimentos corriqueiros que vocês presenciaram, podem ser evitados como estes descritos abaixo:

- A rotineira pergunta: “posso ajudar?”, quando alguém se aproxima das vitrines ou entra na loja. A resposta, invariavelmente, será: “Não, estou só olhando!”. O cliente prefere se sentir livre para escolher o vendedor, que deve, no entanto, estar atento e solícito;
- Rodinhas de vendedores no fundo da loja. Eles sinalizam negativamente. O eventual comprador certamente se sentirá um intruso, que chega para incomodar;
- Oferecer produtos adicionais sem retirá-los das prateleiras. Eles devem ser manuseados à vontade pelo cliente;
- A frase: “se não gostar, pode trocar” na conclusão da venda. A disposição, nesse sentido, deve ser expressa de maneira positiva. Se for um presente, por exemplo, melhor dizer algo como: “tenho certeza de que a pessoa vai gostar, mas se quiser outro tamanho ou modelo, basta falar com a gente”;
- Mentir, na falta de algum produto ou serviço. Se você não tiver em estoque de determinado tamanho de roupa, deixe isso bem claro, sem oferecer algo maior ou menor, que o cliente poderá até levar para se arrepender em seguida.


Dicas básicas:

1. Cumprimente o cliente com um aperto de mão na entrada e na saída;
2. Pergunte o seu nome e se apresente;
3. Deixe bem claro, na imposição de voz e na postura, que ele está diante de um prazeroso com sua atividade;
4. Ofereça água ou café;
5. Se possível, tenha à mão amostras, pequenos brindes e descontos inesperados (arredondar centavos no caixa, por exemplo);
6. Pergunte-lhe se conhece o produto ou o atendimento da casa. Se a resposta for negativa, dê-lhe informações a respeito. Com simplicidade, mas transmitindo muita segurança;
7. Saiba o que o cliente procura, exatamente, e apresente a ele propostas condizentes com sua expectativa;
8. Sugira, quando necessário, mas sempre levando em consideração o estilo da pessoa à sua frente.
9. Aprenda a escutar, inclusive nas entrelinhas, assim poderá oferecer mais do que o cliente veio comprar.
10. Cuide do visual, demonstre ser uma pessoa ética e educada.

Se no mundo globalizado o atendimento é essencial, vamos pensar nessas dicas para que possamos realizar mais encantamentos juntos aos nossos clientes, e transforma-los nos nossos maiores propagadores da marca.

Passos para Chegar a uma BOA Solução na Administração de Conflitos

Se houver um conflito, enfrente-o, usando para isso a abordagem que melhor coadunar com o momento. Não ignore a situação, nem contemporize achando que o tempo sanará o desentendimento. O tempo quase sempre só agravará a discórdia. Pode, no entanto, haver situações especiais em que é mais vantajoso não encarar o conflito do que enfrentá-lo, pois a relação custo-benefício seria desfavorável. Neste caso, use o seu bom senso para discernir quando fazê-lo.

Não varra os problemas para debaixo do tapete

Vamos relacionar alguns passos, que você poderá tomar para solucionar um conflito, ou possíveis conflitos no seu ambiente de trabalho.

1. Procure soluções, não culpados:
É evidente que todo problema ou conflito tem uma causa, e, se você procurar, vai encontrar o culpado também.
Focalize sua atenção na solução que, a rigor, é a única saída para o desentendimento.
Em grande parte das vezes, uma conversa sincera, respeitosa e objetiva evitará a repetição do ocorrido, desde que as causa sejam tratadas.

2. Analise a situação:
Faça as seguintes perguntas: QUAL? QUEM? O QUE? Desde QUANDO? ONDE? POR QUE ocorreu o conflito? Poderia ter sido evitado?
Busque alternativas de solução.
Escolha a melhor alternativa com base nas informações à sua disposição.
Implante e avalie. Ao implantar a solução, faça acompanhamentos periódicos.

3. Mantenha um clima de respeito:
Ao dialogar com a(s) parte(s) envolvida(s), Evite todo o tipo de sarcasmo, ironia ou agressividade.
Aperfeiçoe a habilidade de ouvir e falar:
Não interrompa quando outra pessoa estiver se explicando.
Saiba ouvir e ouça também as entrelinhas.
Faça perguntas que levem ao esclarecimento do problema.
Pergunte qual é a sugestão da outra pessoa para sanar o conflito.

4. Seja construtivo ao fazer uma crítica:
As pessoas sentem-se acusadas e colocam-se na defensiva quando ouvem frases como: ”Você fez isso” ou “Você fez aquilo”.
Evite também críticas vagas ou malfeitas do tipo: “Seu trabalho tem deixado muito a desejar”.
Da mesma forma, quando alguém lhe dirigir críticas vagas: ”Você é muito negativo” ou “Seu trabalho está abaixo da média”, solicite esclarecimentos.

5. Procure a solução ganha-ganha:
O ganha-perde ou perde-perde são as piores formas de solucionar conflitos. Procure a relação ganha-ganha em que ambos os lados saiam ganhando, sem impor ou humilhar a outra parte.
Por outro lado – felizmente – todas as pessoas evitam conflitos e tornam-se cooperativas sempre que percebem algo vantajoso para elas ou para o grupo.
Mostre, portanto, à outra parte o que ela tem a ganhar com a solução do conflito (ou o que ela tem a perder se perdurar), e terá dado um grande passo para a solução do desentendimento.

6. Aja sempre no sentido de eliminar conflitos:
Existem muitos métodos para eliminar comportamentos de resistência. Você poderá utilizar um ou vários desses métodos:
a. Mostre um exemplo de sucesso.
b. Dê uma garantia.
c. Faça uma demonstração.
d. Tente simplesmente ouvir.

7. Evite preconceitos:
Preconceitos são, talvez, os piores bloqueadores na administração de conflitos. Então relacionados aos valores e crenças profundamente arraigados no íntimo das pessoas.
A própria palavra preconceito explica o seu significado: pré-conceito, isto é, conceito prévio.
É difícil libertar-se desses estereótipos, mas uma das melhores arma contra eles é imbuir-se e conscientizar-se de que cada casa é um caso, cada pessoa é uma pessoa, e que o problema deve ser administrado dentro de sua realidade única e específica.
Pense nisso da próxima vez em que tiver de solucionar um conflito sobre o qual você ache que já sabe tudo a respeito por já ter enfrentado situações iguais e pessoas parecidas.

8. Mantenha a calma:
Não reaja mal às más-notícias e, sobretudo, não se irrite se alguém discordar do seu ponto de vista.
Administrar conflitos significa também administrar a si mesmo e seu humor.
Devido a essa postura, os outros aceitarão sua liderança e passarão a confiar em você.
Converse com o objeto da discórdia exclusivamente entre os envolvidos, e abstenha-se de fazer propaganda, fofoca ou lançar boatos a respeito.
Convoque uma reunião para mais tarde ou para o dia seguinte e, enquanto isso faça o seu dever de casa. Analise bem a situação para estabelecer sua estratégia de abordagem.

9. Quando estiver errado, reconheça o erro:
Isso não vai diminuí-lo ou torná-lo vulnerável, como muitos supõem.
Seu interesse não é provar que você é perfeito ou infalível, mas sim buscar a melhor solução para o conflito.

10. Quando estiver errado, reconheça o erro:
Isso não vai diminuí-lo ou torná-lo vulnerável, como muitos supõem.
Seu interesse não é provar que você é perfeito ou infalível, mas sim buscar a melhor solução para o conflito.


Fonte: condensado do livro “Manual do Chefe em Apuros”, de Ernesto Artur Berg, editora Makron Books, São Paulo.
Fonte da imagem: gettyimage

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A Disputa Continua Grande



13 Aplicativos Essenciais Para Seu Negócio

Fazer reuniões virtuais, recuperar arquivos remotamente, criar apresentações para PowerPoint: essas são apenas algumas das facilidades proporcionadas pelos novos recursos para iPad

por Bruno Dias Ferrari


No início, os tablets conquistaram o mundo por sua interatividade e visual atraente. Mas bastaram poucos meses para que as empresas enxergassem nessa nova categoria de eletrônico um forte aliado para seus negócios. Uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Frost & Sullivan mostra que apenas 5% dos 18 milhões de tablets vendidos no mundo em 2010 foram destinados a empresas. Mas, segundo a consultoria, essa participação deve aumentar para 30% em 2015, quando as vendas irão superar os 200 milhões de aparelhos.

Por enquanto, a Apple lidera o mercado, com 90% das vendas de aplicativos. Não é difícil entender por quê: até pouco tempo atrás, a empresa não tinha concorrentes à altura; além disso, é dona da mais completa loja de programas para tablets, a App Store, com 65 mil aplicativos. Lançado quase um ano depois do iPad, seu maior rival é o Android Honey-comb, sistema criado pelo Google que é compatível com aparelhos Samsung, LG e Motorola. Mas, por enquanto, existem algumas poucas centenas de programas para esse tablet. A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios foi atrás de novidades para todos os tipos de aparelhos e selecionou os aplicativos mais úteis para seus negócios.
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1 > MEMEO CONNECT READER

Sincroniza automaticamente todos os seus documentos do Google Docs. É compatível com os formatos do Office, PDFs, fotos e vídeos. Indicado para fazer apresentações de PowerPoint, consultar planilhas e ainda escrever textos no tablet da Apple. Os diferentes tipos de arquivos ficam agrupados por pastas.

QUANTO CUSTA: gratuito
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS (iPad e iPad 2)
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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2 > DOCUMENTSTOGO FULL VERSION

Voltado para quem precisa editar e não apenas ler os arquivos do programa Office, da Microsoft. É compatível com a maioria das versões do Office, de 1997 a 2007. Permite criar textos no Word, planilhas do Excel e apresentações do PowerPoint. Também é um leitor de arquivos em PDF. Há uma versão gratuita do programa, mas não permite a edição dos arquivos.

QUANTO CUSTA: US$ 15 (para Android), US$ 10 (para sistemas iOS)
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS (iPad e iPad 2) e Android (Motorola Xoom, Samsung Galaxy Tab, LG Optimus Pad e outros)
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes e https://market.android.com/
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3 > ADOBE IDEAS

Voltado para quem trabalha com design e usa programas como o Photoshop ou o Illustrator. Os dedos e a tela substituem o lápis e o papel. Excelente para exercitar a criatividade, criar esboços ou simplesmente anotar ideias para novos projetos. É possível trabalhar em até dez camadas diferentes, definir a opacidade de cada uma delas e incluir imagens.

QUANTO CUSTA: gratuito
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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4 > WEBEX

O programa da Cisco, usado para fazer reuniões virtuais no PC, ganhou uma versão para o tablet da Apple, gratuita e muito simples de usar. O aplicativo permite criar reuniões virtuais com diversos participantes. As imagens de cada um aparecem na tela do iPad intercaladas à apresentação de slides. Na nova versão, lançada para iPad 2, é possível interagir com sua imagem e som em alta definição.

QUANTO CUSTA: gratuito
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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5 > THINGS

Um gerenciador de tarefas criado para empreendedores. Sua versão para iPad segue a lógica do programa originalmente desenvolvido para Mac: é muito fácil de usar e traz recursos avançados. Inclui gerenciador de compromissos, de projetos, calendário e agenda. Se você tiver um computador Mac, a sincronização é automática.

QUANTO CUSTA: US$ 20
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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6 > BENTO

Trata-se de um banco de dados criado pela empresa FileMaker especialmente para pequenas empresas. Faz todo o controle do seu inventário e de seus projetos. Destaque para o visual atraente. Também permite gerenciar contatos e controlar sua agenda. É ótimo para quem passa muito tempo na rua visitando clientes e fazendo reuniões.

QUANTO CUSTA: US$ 20
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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7 > PULSE

Transforma a tarefa essencial de ler notícias em um passatempo divertido. Você escolhe os sites e blogs que quer acessar e as informações são apresentadas na forma de um mosaico animado. Se você já usa o Google Reader para guardar seus sites favoritos, basta sincronizá-lo com o Pulse. O aplicativo guarda as últimas notícias em modo off-line, caso você perca a conexão. Permite ainda compartilhar o conteúdo de sites em redes sociais.

QUANTO CUSTA: gratuito
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS e Android
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes e https://market.android.com
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8 > DROPBOX

É um daqueles aplicativos indispensáveis para quem precisa viajar com frequência. O Dropbox é uma espécie de HD virtual, que acompanha você para todos os lugares. É compatível com computadores, smart¬phones e, claro, com os tablets. Tem uma versão gratuita, para quem usa até 2 GB.

QUANTO CUSTA: US$ 10 (para armazenar até 50GB) e US$ 20 (até 100GB)
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS e Android
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes e https://market.android.com
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9 > LOGMEIN

Saiu para uma reunião importante e esqueceu um arquivo indispensável na área de trabalho do seu computador? O programa resolve o seu problema. Basta instalá-lo no PC e acessar o seu desktop remotamente, pelo tablet. Permite enviar qualquer arquivo que esteja no seu computador do trabalho para um e-mail ou exibi-lo no tablet. A transferência é criptografada.

QUANTO CUSTA: US$ 30
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS e Android
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes e https://market.android.com
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10 > TWEETDECK

Com o aplicativo, fica mais fácil usar o Twitter para acompanhar as principais tendências em tempo real. O programa divide a tela do tablet em duas grandes colunas, onde é possível visualizar seus contatos e os tópicos mais comentados no microblog. Pode ser uma boa maneira de manter contato constante com clientes e fornecedores.

QUANTO CUSTA: gratuito
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS e android
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes e https://market.android.com
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11 > IWORK

Pages, Numbers e Keynotes são os programas que integram o iWork, similar ao Office, da Microsoft, mas com visual mais interessante. Os recursos de toque do tablet são muito bem aproveitados pelos três programas do grupo. Serve para criar uma apresentação de última hora — ou, para os mais entusiastas do tablet, pode substituir de vez o computador.

QUANTO CUSTA: US$ 10 (cada programa)
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS (iPad e iPad 2)
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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12 > PRINTCENTRAL

Transforma seu iPad numa central de impressões. Com o aplicativo, é possível enviar documentos, fotos e páginas na internet para impressoras conectadas à internet por Wi-Fi. O programa aceita diversas impressoras ao mesmo tempo. Se você estiver fora do escritório, dá para enviar os documentos por rede 3G.

QUANTO CUSTA: US$ 9
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS (iPad e iPad 2)
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes
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13 > IMOVIE

Com o programa da Apple, editar vídeos no tablet vira uma tarefa lúdica. Criado originalmente para o Mac, foi adaptado para o tablet, facilitando os comandos dados com a ponta dos dedos. É bastante intuitivo e proporciona um ótimo resultado. Serve tanto para apresentar um produto quanto para complementar o material de divulgação da sua empresa.

QUANTO CUSTA: US$ 5
COMPATÍVEL COM: sistemas iOS (iPad e iPad 2)
ONDE ENCONTRAR: www.apple.com/itunes



Melhorar ou Criar

Por Glauberto Lourenço


Começamos com as de pedra, depois vieram as de madeira, as de ferro, mas hoje temos as de alumínio, magnésio, inúmeras funções foram desenvolvidas e criadas: polias, rolamentos, engrenagens, mas todas são rodas. Então deduzimos que, mesmo antes de o conceituarem, o benchmarketing já existia. Isso é notório, caso contrário a evolução antes descrita não teria ocorrido.

Imaginemos então quanto tempo teríamos perdido se esses espetaculares homens tivessem se eximido a responsabilidade de melhorarem a roda pelo simples fato de não os pertencerem a invenção.

Agora nos respondamos quantas vezes fizemos isso? Por quantas vezes nos negamos a oportunidade de aprendermos com as demais pessoas pelo simples fato de não aceitarmos que suas idéias, métodos, fórmulas, funcionem melhor ou mais eficazmente do que as nossas?

Do mesmo modo, por quantas vezes trancamos e escondemos a “fórmula da coca-cola” por medo de ganharem os nossos créditos ou de com mais criatividade e afinco melhorarem nossas idéias. Será que isso nos tiraria o crédito da criação? E o que ou quem te garante que você realmente criou algo? Talvez aquilo que hoje faça como inédito tenha sido, quem sabe, arquivado por várias vezes antes!

Compartilhar idéias, abrir portas, ouvidos e ter a humildade de se permitir e de pedir para que se veja como o “dele dá certo” é uma boa estratégia. Pouparemos tempo, energia, inheiro e aprenderemos mais, pois além de trabalho estaremos consumindo sinergia humana, e esta é rara, em tempos tão competitivos e turbulentos.

Não necessariamente precisamos sair de onde estamos. Podemos simplesmente olhar ao redor, o colega do lado, a outra filial, uma matéria de jornal, revista ou até mesmo na imensa Internet. O importante é ter a certeza que o método se aplica a nossa situação.

A competitividade no mercado não pode impedir que grandes idéias sejam copiadas, einventadas, melhoradas ou até como arriscaria Lavoisier: “transformadas”. O respeito a criação deve ser rigoroso, isso há de ser dito e cumprido. No entanto, a disseminação da idéia deve ser perpétua e rápida. Olhemos para os japoneses e o seu brilhante Kaizen que pede antes de uma nova criação o contínuo melhoramento. Até me pergunto se benchmarketing, não seria uma “dor de cotovelo” dos americanos, pois se bem lembrarmos os vídeos-cassete Beta Max inventados pelos “Yankes” foram dissolvidos pela melhoria japonesa e mundialmente substituídos pelos VHS. Sem falarmos dos automóveis aprimorados por Ford, reinventados pelos europeus e hoje, novamente, melhorados pelos japoneses, já imaginou quanto a Mitsubishi vem melhorando seus carrinhos e os coreanos da Nissan estão a desejar?

Então vamos começar agora ou com benchmarketing ou com kaizen, vamos olhar para os lados, abrir nossas portas, olhos e ouvidos, vamos aprender a pedir e como diria Bial: “Ta na hora de dá uma espiadinha”.

Você conhece seu concorrente, sabe suas diferenças e quais seus diferenciais? Como aquele seu colega conseguiu aquela promoção? O que terá feito seu vizinho que chegou em casa hoje com uma medalha ou troféu? O que sabes fazer, o que podes ensinar a alguém e por isso se destacar entre os demais? Qual foi a última vez que você tentou fazer algo melhor do que já vem sendo feito?

E como já falei de muitos, diria Joelmir Beting: Tudo isso “é para pensar na cama”.


GLAUBERTO LOURENÇO com 19 anos de atuação no mercado. Iniciou suas atividades no mercado financeiro, como Operador de Crédito. Atuou em empresas como: Banco Real, Banco ABN AMRO (Aymoré Financiamentos), Decagi Auto-Socorro, DCG Rent a Car, Domínio Treinamentos- S.O.S Educação Profissional.

Fonte: Portal do marketing

Cinco Maneiras das Empresas Usarem o iPAD

Site mostra como as corporações podem transformar o tablet em uma ferramenta para aumentar a produtividade da equipe


Ninguém duvida que os tablets são hoje uma verdadeira febre de mercado. Graças ao lançamento do iPad, da Apple, essa categoria virou o sonho de consumo de muitos consumidores, que usam o equipamento para ver vídeos, fotos, jogar e, principalmente, navegar na internet. Mas esses dispositivos são adequados para o ambiente de trabalho? Sim, de acordo com uma reportagem divulgada pelo site Mashable e que mostra os cinco usos mais comuns que as empresas têm feito desses dispositivos.

A seguir, descubra os cinco exemplos de uso dos iPads no ambiente corporativo indicados pelo Mashable:

1. Compartilhar documentos:

Os tablets são ideais não só para ler documentos, como para compartilhá-los e realizar ações como assinar contratos eletronicamente. Para isso, já existe diversos aplicativos disponíveis voltados a mostrar e fazer anotações em arquivos de texto, PDF e DOC.

Um dos muitos exemplos de como isso pode ser útil é quando as pessoas recebem documentos por e-mail e precisam devolvê-los assinados. Alguns aplicativos, como o EasySign – oferecido na AppStore – permitem fazer isso eletronicamente, sem o uso de uma impressora ou máquina de fax.

2. Processar pagamentos

A startup norte-americana Square está mudando a forma de pagamento móvel ao criar um leitor que transforma dispositivos móveis (iPhone, iPad e iPod) em terminais de pagamento com cartão.

Hoje, já existem diversos aplicativos que permitem às empresas oferecerem mercadorias, tíquetes e outros produtos por meio dos tablets.

3. Realizar apresentações

Hoje, graças ao uso do Keynote para iPad, é possível preparar apresentações utilizando o tablet e, com um adaptador VGA ou HDMI, rodá-las diretamente na TV, em um projetor ou em um monitor secundário. O equipamento pode ser usado ainda para guiar as pessoas durante a apresentação.

Já existem uma série de aplicativos na AppStore voltados a ajudar os usuários a preparar e realizar apresentações.

4. Fazer conferências online

O fato de o iPad contar com uma tela relativamente grande e de ser fácil de carregar tornam o equipamento interessante para as empresas que precisam realizar conferências na internet (web conference) entre funcionários, parceiros e clientes.

A nova versão do tablet (iPad 2) conta ainda com uma câmera frontal, que permite ao usuário mostrar sua imagem enquanto fala online com outras pessoas, por meio de diversos aplicativos específicos para web conference.

5. Coletar informações

Por meio do tablet, profissionais que estão em campo podem acessar informações que estão no banco de dados das empresas ou, ainda, incluir dados de clientes, transações, entre outros. No entanto, algumas corporações começam a fazer um uso mais sofisticado do equipamento ao adotar um aplicativo que escaneia o código de barras e, automaticamente, envia as informações para o servidor corporativo.

Também para coletar informações, é possível baixar aplicativos para tablets nos quais os participantes de um determinado evento assinam a lista de presença e deixam suas informações de contato diretamente no iPad.

Fonte: Olhar digital

Sugestão de postagem do Colunista Daniel Almeida, nosso colunista sobre webdesign e T.I.

Coluna do Daniel - Guia para usar o Google+


Guia para usar o Google+

Olá pessoal, estava eu preparando um post sobre o google+, a novidade da GOOGLE para concorrer com o FACEBOOK, TWITTER e outras redes sociais recentemente lançadas. Mas antes que eu concluísse a minha coluna encontrei este post da TECHTUDO, como o post era muito parecido com o que estava escrevendo resolvi postar o artigo deles para todos que acompanham a Coluna do Daniel.

O artigo abaixo vem do Techtudo:



Nível: Básico

Recursos necessários: Conta no Google+

Número de passos: 6

Se você é ligado em todas as novidades da internet, certamente já está no Google+. Mas você já conhece todos os seus comandos e atalhos? As combinações e comandos substituem algumas tarefas e tornam sua experiência mais dinâmica na hora de formatar textos, segmentar mensagens, visualizar postagens de maneira mais rápida, e muitos outros recursos. Tudo isso é possível conhecendo um pouco dos seus atalhos.

No passo a passo abaixo veremos algumas dicas de comandos e atalhos para usar no seu Google+:

Passo 1. Acesse sua conta no Google+ pelo link https://plus.google.com/.

Passo 2. Existem três opções de formatação de texto:

Negrito: Coloque aspas entre a(s) palavra(s) desejada(s) *Palavra* = Palavra

Itálico: Coloque underline entre a(s) palavra(s) desejada(s) _Palavra_ = Palavra

Tachado: Coloque traço entre a(s) palavra(s) desejada(s) -Palavra- = Palavra

Passo 3. Uma possibilidade para segmentar o conteúdo é postar para grupos específicos. Quando inserir um conteúdo, ele automaticamente virá marcado como Público (box verde), porém, basta passar o mouse sobre ele e clicar no X para fechar. Logo quando você clicar novamente aparecerão opções de grupos de amigos (box azul). Marque os que você desejar.

Segmentando amigos no Google+ (Foto: Reprodução/Teresa Furtado)


Passo 4. Assim como no Twitter e no Facebook, você pode citar pessoas em suas postagens. Para isso, basta inserir o sinal de + ou @ e começar a digitar o nome da pessoa. Ex.:+techtudo ou @techtudo. Se você fechar o compartilhamento público, a mensagem será privada.


Passo 5. Para facilitar a visualização de conteúdo e seu gerenciamento, abaixo seguem alguns outros atalhos:

Espaço: desce a página

Shift + espaço: sobe a página

J: desce um post

K: sobe um post

Q: ir para o chat

Enter: iniciar comentário

Tab, enter: finalizar comentário.

Passo 6. Se você não quer que alguém compartilhe o que você postou, basta clicar na seta, no canto superior direito do post, e marcar a opção “Desativar Compartilhar de Novo”

É importante salientar que, ao clicar no botão +1, ele não será publicado em sua página, mas apenas servirá de referência ao Google para mostrar aos seus amigos que aquele conteúdo lhe interessa, ajudando o dono do link a melhorar sua posição, quando houver buscas dos seus amigos sobre o assunto.

Espero que seja útil para todos e caso sujam novidades no Google+ criarei um novo post para vocês como forma de atualização das informações. Enquanto isso algumas novidades são que o Google+ será dividido em módulos, com a intenção de facilitar a compreensão sobre a função de cada um, vamos abordá-los individualmente abaixo.


+Círculos

O Google+ vai permitir o compartilhamento de informações somente com as pessoas que devem ter acesso à elas. Algumas informações apenas com os colegas de classe, outras com os colegas de trabalho e algumas outras com familiares, por exemplo. "Da família aos colegas da escola, descobrimos que as pessoas já usam os círculos da vida real para se expressarem e para compartilhar de forma precisa com as pessoas certas. Assim, fizemos o mais lógico: trouxemos os +Círculos para o software. Simplesmente crie um círculo, adicione pessoas e compartilhe novidades, assim como um dia qualquer”, disse a empresa.


+Sparks

O objetivo de permitir que o usuário acompanhe os seus assuntos favoritos e, o que é melhor, compartilhe com os seus amigos que têm o mesmo gosto, o Google criou o +Sparks. “Graças ao expertise do Google, o +Sparks exibe um feed de conteúdos atraentes de todas as partes da Internet. Sobre qualquer assunto que você queira, em mais de 40 idiomas. É simples: adicione seus interesses e você sempre terá alguma coisa para ler e compartilhar com o círculo certo de amigos”, explica o Google.


+Hangouts

Para facilitar a comunicação entre os usuários, além de tornar qualquer bate-papo muito mais agradável e descontraído, o Google criou o +Hangouts. “Com o Google+ nós queremos fazer os encontros on-line mais divertidos, naturais e espontâneos e, por isso, criamos os Hangouts. Combinando encontros casuais com vídeos ao vivo, os Hangouts permitem que você pare quando for possível e passe um tempo com seus Círculos. Cara a cara.”, disse a empresa.
Por enquanto é isso pessoal, estou a espera de mais novidades, pois a Google está devagar em melhorar o Goggle+.

Daniel Almeida
Webdesigner

As Revoluções da Informação

Por Clemente Nobrega


Em 1999 - no auge do ôba ôba da Internet pré estouro da bolha - Peter Drucker escreveu: ”a verdadeira revolução da informação ainda não aconteceu. Ela não terá a ver com TI,computadores ou artefatos. Será sobre o “fora” das organizações.Vai enfatizar mais o “I” que o T”. Para ele, o que estava em curso era o desdobrar de uma dinâmica iniciada quando o homem inventara a linguagem. Era uma coisa “gramatical”. Ninguém entendeu nada, mas hoje parece mais claro. Veja.

Nossa revolução da informação é a quarta na história - depois da escrita, do livro manuscrito e da palavra impressa. Nas anteriores, o que sempre ocorreu foi, digamos, um movimento “para fora”, uma expansão de limites. A palavra escrita foi inventada para registrar transações comerciais entre dois indivíduos, o livro manuscrito expandiu o alcance da comunicação para mais gente e a palavra impressa levou nuances novas de imaginação e conhecimento para além das clausuras dos mosteiros (que era onde o saber dos manuscritos se concentrava). A informação digital fragmenta mais ainda tudo o que é monolítico e concentrado. O efeito dessa “coisa” se manifesta de múltiplas formas.

Pense em profissões: um técnico manipulando softwares CAD/CAM produz o que há 20 anos exigia times inteiros de especialistas. A animação digital da PIXAR desconstruiu os ilustradores da Disney. Os algoritmos de risco de crédito detonaram a pose dos analistas financeiros. Fotografar virou uma câmera digital que até sua avó manipula.

Inovação que muda o mundo vem sempre da eliminação de barreiras que impediam que alguma coisa ganhasse escala (pense em redes sociais contribuindo para derrubada de tiranos). O mainframe vira um PC que se fragmenta em dispositivos de mão. Lugares onde tínhamos de ir foram eliminados - o centro de processamento de dados (CPD) evaporou-se, agora temos múltiplos datacenters e a “nuvem”. O centro de cópias deu lugar a uma pequena impressora em sua mesa. A autoridade migra do supervisor para o operário da linha de montagem, que pode interromper a produção quando detecta um erro. O processo de P&D sai da Procter&Gamble, da Merck ou da Pfizer, torna-se “open” e vai para uma rede externa. Idem para estruturas de comando militar - do ponto de vista da informação, trabalhadores operando estruturas enxutas numa linha de produção e um comando autônomo que captura uma base terrorista – são processos análogos: em ambas as operações, a decisão, a cada momento, é tomada na ponta. Quem lidera não manda nem controla, apenas orquestra. Não precisa estar lá supervisionando nada. O banco vai até você (caixa eletrônico, bank line), o supermercado vai até você (e-commerce). Educação e saúde - os setores mais impermeáveis a essa dinâmica - também irão até você. Sistemas de ensino irão até o usuário. O hospital, os exames, o médico e o tratamento irão até você.

Era disso que Drucker falava. Não é TI. Palavras, leituras e significados mudam porque as barreiras ao “imaginar” e ao “fazer” desmancham-se no ar dissolvidas pela informação.

Clemente Nobrega do Blog inovação

Série CRIATIVIDEO - Homenagem aos Eduardos e Mônicas do Brasil

Filme feito pela VIVO (operadora de telefonia) com base na música da Legião Urbana "Eduardo e Mônica". Particulamente nunca gostei desta música, mas achei o video show de bola, e em total combinação entre as cenas e a música.

Vale a pena ver como algo pode juntar a real tecnologia móvel de comunicação com uma das músicas de marior sucesso da década de 80.


E para todos que se idenficam com a música espero que tenham se identificado com o vídeo.

Medo do Fracasso?

Por Paulo Araújo



Estrondo de coisa que cai ou se parte; fragor; estrépito; baque; ruína; mau êxito; malogro; desastre. Essas foram somente algumas palavras que encontrei que podem definir a famosa palavra fracasso.

Dez em cada onze profissionais tem medo desta palavra, ou ainda pior, de ser considerado um fracassado, um perdedor na vida.

Assim quando algo dá errado vamos logo rotulando pessoas ou situações e ao invés de aprender com o erro ficamos um bom tempo sofrendo, procurando culpados, como se o fracasso fosse o pior dos mundos e nada nos traria de bom. Vasto engano, meu caro leitor!

Vejamos alguns exemplos de pessoas que no passado foram consideradas fracassadas, mas que ao final deram uma grande volta por cima. Você conhece as histórias abaixo?

“Não sabe representar! Ligeiramente calvo! Dança um pouco!” – Conclusões de um diretor da MGM sobre Fred Astaire, um dos maiores dançarinos o cinema mundial.

“É um compositor sem futuro”, comentava o professor de Beethoven.

“Despedido por falta de idéias.” Essa foi a justificativa de um jornal para demitir Walt Disney. Disney foi demitido por falta de idéias. Dá para acreditar?

“Ele é burro demais para aprender alguma coisa.” Este era o consenso entre os professores de Thomas Edison, inventor da lâmpada entre outras tantas coisas.

“Mentalmente lento, insociável e eternamente mergulhado em sonhos imbecis.” Era o que dizia o relatório dos professores de Albert Einstein, que não falou antes dos quatro e não leu antes dos sete anos de idade, ou seja, se até hoje você mal lê ou escreve, fique feliz! Você pode ser um gênio!

Como vimos até grandes personalidades tiveram seus dias de fracasso, então porque tanto medo em relação ao tema? O fracasso faz parte da vida de qualquer profissional e a diferença entre sucesso e fracasso está justamente na sua resiliência, que nada mais é do que a capacidade de enfrentar as adversidades sem se deixar abater. Quanto mais resiliente sou, maiores minhas chances de aprender logo com os fracassos e utilizar esse aprendizado em meu favor.

Na próxima vez que algo der errado e você sentir vontade de virar avestruz para poder colocar a cabeça dentro do buraco lembre-se de que a vida na verdade está lhe ensinando alguma lição, de uma forma que por vezes pode até ser dolorida, injusta ou inadequada ao seu ponto de vista, mas foi a forma que ela encontrou para lhe dizer algo. Cabe a você tentar decifrar a mensagem, aceitar o que já passou e encontrar a solução do problema e não criar mais problemas dentro do problema, o que vai gerar mais problemas e aí... Ajam problemas! Portanto chega de problemas, pois já repeti essa palavra por seis vezes só neste parágrafo.

Não tema o fracasso! Pois as palavras bom resultado, êxito e resultado feliz, são sinônimos de sucesso, que você merece e o que todo profissional almeja.


Paulo Araújo - palestrante e escritor. Autor de Motivação - Hoje e Sempre (editora Qualitymark), entre outros livros. Site: www.pauloaraujo.com.br
Fonte: Portal do Marketing
Fonte da imagem: gettyimages

Como Evitar ser um Comprador Compulsivo

Compulsividade por compras, muitos possuem, mas não sabem, e você?


Hoje em dia está bem mais fácil ter um cartão de crédito, mas o grande problema é que se torna bem mais vulnerável ao fato de haver uma possibilidade de exceder os limites do cartão. Algumas pessoas não conseguem se controlar e acabam por comprar sem controle alguns utensílios desnecessários, isso já chega a ser um grande problema que atinge muitos brasileiros, um problema sério que exige tratamento. O nervosismo, ansiedade, tensão e um desejo incontrolável de saciar seu desejo, sem medir as consequências, uma doença chamada de compulsão, que faz com que o compulsivo tenha a necessidade de repetir a ação e que escapa de seu controle, assim ao matar esse desejo ele fica mais calmo e se sente mais feliz em viver. O problema é que o comprador compulsivo começa a dedicar sua vida a seus atos compulsivos e perde a noção dos danos que essa atitude causa a ele e as pessoas ao redor. Para alguns compulsivos que conseguem se controlar precisam reforçar este controle, senão depois de algum tempo essa vontade de se entregar ao impulso volta.
Uma das teorias mais aceitas defende que a compulsão é resultado da combinação de vários fatores, podendo envolver alteração nos níveis da serotonina (mensageiro químico do cérebro ligado a sensação de bem-estar e satisfação), dificuldade em lidar com a frustação e de se proporcionar prazer. A compulsão seria a busca de satisfação para: angustia, o stress, carência afetiva ou familiar, entre outros.
É muito difícil se auto diagnosticar como comprador compulsivo, a doença é muito complexa, dificultando uma auto avaliação, necessitando sim de um profissional especializado para diagnosticar se o paciente é um comprador compulsivo. Como exemplo: existem pessoas que mesmo dentro de um carro em movimento conseguem analisar minuciosamente um casaco bege em um manequim dentro da loja e se sentir atraído pelo mesmo. Essa capacidade mais desenvolvida ajuda manter ou mesmo maquiar a compulsividade.

O que precisa ficar claro é que comprar é um "orgasmo" psicológico, temos que saber que a maioria sente prazer em comprar, o problema é que a compulsividade torna este ato de comprar uma doença que sempre começa como simples prazer e satisfação, e em alguns casos uma fulga dos problemas reais que enfretamos no dia a dia.
Podemos identificar os principais sintomas da compulsividade por compras, abaixo temos alguns deles. Pergunte a você mesmo se os sintomas abaixo recaem sobre você, se suas respostas forem afirmativas para a maioria das opções abaixo, se cuide, pois isso será um sinal de alerta.
Principais sintomas: 
  1. Sensação de felicidade e estase ao saber que sua compra foi aprovada e/ou ao sair com sacolas de lojas; 
  2. Admiração por vitrines e manequins; 
  3. Perspicácia ao analisar com detalhes o interior de uma loja em pequeno intervalo de tempo;
  4. Parcelamento de dividas de faturas anteriores, ou, até mesmo, pagamento mínimo constante;
  5. Comprometimento de dinheiro de outras despesas em coisas desnecessárias;
  6. Medo de não comprar e perder algo que parece ser tão necessário;
  7. Atração por parcelamento devido a ilusão do “ Dividimos sem Juros no Cartão”;
  8. Estourar limite do cartão, pensar em aumentar o limite ou, quando isso não for possível gastar em carões alheios ou se envolver em empréstimos bancários para quitar dividas inadimplentes;
  9. Vontade de presentear pessoas queridas fora de tempo;
  10. Sentimento de perda quando se pensa em cancelar ou quebrar o cartão;

Como evitar a compulsividade
Abaixo seguem algumas dicas para conseguir evitar a tentação, e controlar a compulsividade por compras:  
  • Evite entrar em lojas ou centros comerciais nas ocasiões em que estiver triste, ansiosa ou desanimada. 
  • Não faça das compras o seu passatempo ou meio de lazer. Procure outras atividades que possam te manter feliz. 
  • Para cada item que pensar em comprar pergunte a si mesma se está realmente precisando disso. 
  • Estabeleça limites para os seus gastos com certos itens por mês, e seja disciplinada.
  • Se tiver que sair para ir às compras, vá acompanhada por quem possa te ajudar a se controlar, pessoa em que você realmente confie.
  • Não ande no seu dia a dia com vários cartões de crédito, tenha apenas um para emergências e este não tenha um limite algo, apenas o suficiente para pequenos valores. 
ATENÇÃO: A compulsividade por compras é considerada uma doença caracterizada pela mudança de comportamento, antes, durante e depois das compras, existe tratamento. Dessa forma, fique atento aos sinais acima e procure um especialista se for necessário.

E se todas as tentativas falharem, quebre os cartões e procure ajuda com profissionais que irão ajudar você a ter domínio sobre seus desejos de compras.

por Marcelo Cabral (adaptação e complemento)

Fonte das imagens: gettyimages

O Sucesso Consiste em Não Fazer Inimigos

Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, nos prestigia com mais um artigo brilhante.


Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:


Regra número 1:

Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:

A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:

Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.


Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."

 
Fonte: enviado por email

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