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Contratados Pelo Currículo, Demitidos Pela Atitude

Baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira


Diversos são os motivos que levam as empresas a demitirem seus funcionários. Uma pesquisa realizada pela Catho, em 2009, com 12.122 profissionais de empresas privadas de todo o Brasil, revelou os principais fatores para a demissão no país. Segundo o levantamento, dentre as cinco primeiras razões, três estão relacionadas à personalidade.

O estudo aponta que, além dos motivos relacionados à incompetência e à falta de resultados, também estão as questões comportamentais, como o mau relacionamento com o grupo, falta de dinamismo e inaptidão para a liderança. Se prestarmos a devida atenção à questão, podemos perceber que o fato tem grande relação com a falta de Inteligência Emocional.

Até o lançamento do livro “Estruturas da Mente”, do psicólogo americano Howard Gardner, em 1983, para a grande maioria das pessoas, a inteligência era atribuída a pessoas com alto QI (Quociente de inteligência). Gardner confrontou este paradigma, mostrando em seus estudos que as pessoas são habilidosas de diferentes formas, e que nem todos aprendem da mesma maneira. Dentre as inteligências múltiplas apresentadas pelo psicólogo, as que tratam da capacidade do indivíduo se relacionar com as pessoas e consigo mesmo, somadas, resultam no QE, ou Inteligência Emocional.

Normalmente, o baixo QI tende a limitar o crescimento profissional, já o baixo QE pode destruir uma carreira, por mais alto que seja seu QI. As pessoas com pouca inteligência emocional têm um autoconhecimento limitado, e esse é o maior problema. Normalmente este indivíduo não tem consciência de seus comportamentos, e tem dificuldade em avaliar o impacto que suas atitudes causam nos demais. Como consequência, costuma ser egocêntrico, lidar mal com o estresse, ter baixa tolerância a frustrações, além das outras questões comportamentais citadas na pesquisa como razões para demissão.

Diferentemente do QI, que muda muito pouco na idade adulta, a Inteligência Emocional pode ser aprimorada. Embora não seja um processo rápido, o primeiro e grande segredo é o autoconhecimento. É preciso que, antes de qualquer coisa, percebamos o efeito que nossos comportamentos estão tendo sobre as pessoas, no ambiente de trabalho, e até mesmo na vida pessoal. Para isso, é essencial que se leve em consideração os feedbacks recebidos, seja de um superior, um subordinado ou de parentes e amigos.

Saber usar os pontos fortes, controlar os pontos limitantes, relevar os pontos fracos e persistir diante de frustrações são elementos que fazem parte das competências de um profissional com alta Inteligência Emocional. É importante ressaltar que isso não é importante somente na vida corporativa. Um alto nível de QE nos permite perceber melhor quem somos, estabelecer relacionamentos mais saudáveis com aqueles que nos rodeiam, e termos atitudes capazes de tornas nossas vidas muito melhores.


* Eduardo Ferraz é consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência. Possui mais de 30.000 horas de experiência em empresas que precisam de diagnósticos e resultados rápidos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro “Por que a gente é do jeito que a gente é?”, da Editora Gente. Para mais informações, acesse: www.eduardoferraz.com.br

Como Demitir Um Funcionário


O momento de despedir um funcionário é um dos mais difíceis na carreira de um gestor (sei disso por experiência própria). É um momento negativo, com uma forte dose de emoção (de quem está sendo despedido) e dependendo da situação requer muita frieza e jogo de cintura por parte do chefe. Por isto, a primeira coisa que você deve fazer é reconhecer que este é um processo desagradável e desconfortável qualquer que seja a condição da demissão. Aceite isso e entenda que a preparação é o melhor caminho para reduzir o stress do processo.

Lembre-se também que o fundamento da relação empregado / empregador é a comunicação bidirecional. Se, como chefe, você criou uma cultura de comunicação aberta, e cada funcionário conhece seu papel e seu desempenho na empresa, a comunicação de uma demissão será mais tranqüila. Este é um processo de longo prazo que deve ser cultivado em todos os momentos, bons e ruins.
Em minhas pesquisas, encontrei várias dicas de como realizar o processo de demissão da forma mais tranqüila possível. Separei estas dicas de acordo com a fase do processo:
ANTES
1. Tenha certeza de sua decisão. Após a comunicação ao funcionário, não existe mais volta atrás. Avalie se a decisão está baseada em fatos concretos, se não deve dar mais uma oportunidade ao funcionário ou se existem outras alternativas.
2. O funcionário não pode ter uma enorme surpresa ao ser comunicado da decisão. Nas últimas semanas ou meses, o seu chefe direto o deve ter alertado sobre seu fraco desempenho e necessidade de melhoria. Se os processos de avaliação de funcionários da empresa são eficientes, o funcionário já sabe que está deixando a desejar e a demissão não será totalmente inesperada. Se o funcionário ficou muito surpreendido, a gerência deve revisar seus métodos degestão.
3. Prepare toda a documentação necessária e garanta que não fiquem lacunas que permitirão processos trabalhistas no futuro. Esta é uma tarefa que deve ser coordenada pelo departamento de Recursos Humanos. Para a reunião de demissão, tenha em mãos documentos que suportem a decisão, como avaliações de desempenho e atas administrativas.
4. Defina os detalhes. Temas como: último salário, equipamentos que estão com o funcionário, se ele poderá ficar até o final do dia ou semana, assistência que será oferecida pela empresa, como ele voltará para casa (caso use o transporte da empresa), etc. Isto agilizará o processo.
5. Proteja a informação. Faça um back-up de todos os arquivos do funcionário antes de comunicar a demissão. Isto não é excesso de desconfiança, é segurança do patrimônio intelectual da organização.
6. Evite o excesso de confiança. Você pode achar que conhece o funcionário bem e que não precisa tomar todos os cuidados no processo de demissão, mas na realidade nunca passou por um momento tão forte com este funcionário, e não sabe realmente como será sua reação. Lembre-se da pressão e stress que ele terá quando receber a notícia, e isso pode alterar o comportamento de qualquer um.
7. Não deixe a informação vazar. Somente devem saber da demissão as pessoas estritamente necessárias. A empresa deve ter processos que garantam a confidencialidade deste tipo de informação e a punição dos que a quebrarem.
DURANTE A REUNIÃO DE DEMISSÃO
1. Faça-o você mesmo. Não delegue esta tarefa ao RH ou qualquer outra pessoa. A demissão deve ser feita pelo chefe direto do funcionário naquele momento, mesmo que tenha mudado de área há pouco tempo.
2. Dê preferência ao começo da semana. Desta forma, o resto da equipe absorverá a notícia nos próximos dias e você estará disponível para qualquer dúvida ou questionamento que surgir. Também é bom para o demitido, que poderá tomar atitudes profissionais imediatas ao invés de ficar “sofrendo” durante o fim de semana.
3. Escolha o local e ambiente corretos. A reunião deve ser realizada em uma sala fechada, para evitar a humilhação pública do demitido. Se a sala tiver paredes de vidro, as cortinas devem ser fechadas. Evite qualquer tipo de exposição da pessoa. O ideal é que você esteja acompanhado de uma pessoa de RH, que servirá como testemunha e poderá responder qualquer dúvida sua ou do demitido quanto aos procedimentos de demissão da empresa.
4. Chame o funcionário da forma correta. Ligue para ele ou passe pela sua mesa e peça que vá até sua sala, em um tom natural. Não diga que tem más notícias ou seja brincalhão. Seja somente sério e breve.
5. Seja educado e cordial. Isto ajudará a manter um clima tranqüilo na reunião. Além disso você não quer criar um inimigo… quem sabe ele é contratado pelo departamento de compras de seu cliente.
6. Vá direto ao ponto. Uma de suas primeiras frases deve ser algo do tipo “João, esta reunião é para lhe comunicar que devido a ____________, você não poderá continuar trabalhando na empresa”. O funcionário nunca deve ficar em dúvida se a reunião é mais uma “bronca” ou uma demissão.
7. Mostre segurança. Qualquer tipo de hesitação de sua parte incentivará o demitido a dizer algo a mais ou questionar a decisão. Olhe nos olhos da pessoa e seja firme. Se ele perguntar de quem foi a decisão, afirme que foi sua (mesmo que não tenha sido).
8. Explique tudo, mas de forma breve. Você deve explicar de forma muito clara a causa da demissão, mas evite longas explicações ou discussões com o funcionário. A decisão já foi tomada, e quanto mais os dois falarem sobre a causa, maior será o stress envolvido. A exceção da regra é quando o funcionário assume uma postura muito aberta, aceita a causa da demissão e lhe pede recomendações para melhorar em empregos futuros. Isto é raro, mas se acontecer, use sua experiência para uma breve seção de coaching.
9. Não se comprometa com o que não pode cumprir. Por exemplo, o funcionário pode pedir uma carta de recomendação. Se você não sabe se vai dar a carta depois, não diga que sim somente para evitar o conflito naquele momento. Isto vai contra a ética profissional e mostra fraqueza em sua gestão.
10. Nunca peça desculpas ou elogie em excesso. Frases como “Desculpe ter que fazer isto…”, “sei que é injusto, mas…” e “não queria tomar esta decisão…” somente alimentarão os questionamentos e a raiva do demitido. Se você quer destacar os pontos positivos da pessoa para levantar seu ânimo, faça isso de forma discreta, ou também acabará tendo que explicar novamente porque o mandou embora.
11. Tenha paciência. Depois de ouvir a palavra “demissão”, a pessoa pensará em mil coisas ao mesmo tempo provavelmente não prestará muita atenção no que você está dizendo. Esteja preparado para repetir algumas coisas e seja paciente. O momento é difícil para você, mas para ele é muito pior.
12. Fique prevenido. Em alguns casos o demitido pode perder a cabeça e ficar agressivo, e em algumas situações extremas pode até partir para a violência. Mantenha a calma, e deixe que a segurança ou a polícia cuide disso. Nunca responda às agressões, verbais ou físicas.
DEPOIS
1. Documente a reunião. Normalmente existe um processo de RH para isto, mas de uma forma ou outra a informação discutida na reunião deve ser registrada oficialmente na empresa.
2. Comunique a equipe. Antes que os rumores se espalhem, junte sua equipe e explique breve e objetivamente a causa da demissão, sem entrar em detalhes que exponham o demitido. Garanta que não fique uma impressão de injustiça. Aproveite o momento para deixar claro que quem trabalha bem é premiado (se isso realmente acontece) e quem não tem bom desempenho não pode fazer parte da organização. Reforce a cultura de execução e a meritocracia.
3. Reflita. O erro não foi somente do demitido. Foi também seu e da empresa, que não souberam escolher a pessoa certa para a função, ou não a souberam treinar e controlar. Avalie o que poderia mudar na organização para reduzir os casos futuros de demissão.
A lista é grande, mas com certeza não é completa. Existem muitos outros fatores que podem ser específicos a seu caso. O mais importante é que qualquer demissão seja cuidadosamente planejada. O improviso somente causará problemas profissionais, éticos, gerenciais e legais.
Fonte: ogerente.com

Planejamento Estratégico X Pensamento Estratégico - com Mario Persona


Existe sempre questionamento entre meus alunos, o que vem a ser Planejamento Estratégico e a diferença com Pensamento Estratégico, principalmente voltado para suas carreira. E em minhas pesquisas pela internet encontrei este video no youtube de Mario Persona comentando sobre o assunto de forma clara e simples, e resolvi disponibilizar, e agradecendo antecipadamente a pessoas como Mario Persona por disponibilizar um material tão rico para abrir nossas mentes com assuntos que nos fazem pensar, e decidir melhor o que fazer com nossa vida profissional.


Dica: continuem em busca do conhecimento, e fiquem atentos as mudanças que acontecem ao nosso redor.

62% das Pequenas e Médias Empresas da América Latina Usam Algum Tipo de Publicidade Online

A maioria prefere utilizar as ferramentas de busca para divulgação

Por Wilson Gotardello Filho


Mais da metade das pequenas e médias empresas latino-americanas usam algum tipo de publicidade online. É o que diz pesquisa realizada pelo instituo Pyramid Research em parceria com a americana Google. O levantamento, que ouviu 3.600 empresas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, apontou que 38% das empresas utilizam as ferramentas de busca para divulgação, 16% preferem os banners e displays e 8% as plataformas multimídia. Para Alexandre Hohagen, brasileiro que é diretor geral da Google na América Latina, os pequenos e médios empresários representam o principal mercado para a multinacional. "Estamos muito otimistas. Essas PMEs vão se transformar em grandes empresas e ser o motor da região", disse Hohagen, durante a divulgação da pesquisa, nesta quinta-feira (15), em Buenos Aires.

De acordo com o executivo, a América Latina tem hoje cerca de 580 milhões de habitantes, mas apenas 200 milhões têm acesso à internet. Apesar do número de internautas ser proporcionalmente baixo, Hohagen afirma que esse não é o maior obstáculo da gigante na região. "O maior desafio da Google é fazer com que os pequenos e médios empresários entendam quais são as características e os benefícios da publicidade online", diz ele.

A pesquisa apontou ainda que 86% das empresas da região têm um site, mas apenas 18% deles conta com plataforma de comércio eletrônico. No entanto, nesse sentido, as perspectives são positivas: 24% das empresas que não vendem pela rede pretendem implementar um sistema de pagamento virtual no prazo de seis a 18 meses. No Brasil, 25% das PMEs têm site com plataforma de vendas. "O nível de sofisticação de tecnologia da informação ainda é muito baixo na América Latina", diz Hohagen.


Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Coluna do Marcelo - Liderar é Dar Exemplos, Educar Também...



Liderar é Dar Exemplos, Educar Também...

Muito se fala sobre a importância de darmos educação a nossas crianças, falamos em deixar um mundo melhor para nossos filhos, mas acredito muito na educação fornecida pelos pais, e não concordo em repassar a educação para o meio escolar. Minha convicção é que para formar verdadeiros lideres, precisamos começar cedo como pessoas exemplares, nada de deixar a escola educar, o papel da escola é complementar, tornar comum um conhecimento, incentivar o desenvolvimento através do saber.


As crianças aprendem principalmente por observação, e através deste olhar visualizam as figuras de seus pais como algo a ser copiado e seguido. Vejam este vídeo, e talvez ele o ajude a se tornar algo melhor, ou deixar melhores pensamentos, quem sabe lideres melhores para um mundo futuro.

Acredito que nosso papel como profissional na área de liderança ou mesmo qualquer profissional é ser um exemplo a ser seguido por alguém que é uma criança ou melhor um iniciante no meio empresarial. Tais exemplos podem ser seguidos e passados adiante, não apenas nas organizações, mas como um padrão de educação e liderança.


Repasse este vídeo como uma corrente de atitude para que possamos sempre expressar o melhor do caráter humano.


Marcelo Cabral
Consultor & Coach

O Poder da Rádio Peão, Tudo Começa Com um Boato


Cuidado com os boatos nas oranizações, não os alimentem pois podem sair do controle, se você não tiver tato pra não se envolver, você pode se tornar o motivo do próximo boato.

Marcelo Cabra
Consultor e Coach

Coluna do Marcelo - Muitas Empresas Acreditam Nisso



Muitas Empresas Acreditam Nisso

Esta sensação é reconhecida por muitos profissionais, principalmente em empresas familiares.

Muitas organizações acreditam ter o domínio e posse de seu colaborador, que a vida deste está em suas mãos, e que nada irá mudar isso, muito se engana quem pensa desta forma.

Recentemente tomei conhecimento de uma patroa "chefe" que em reunião disse que algumas das funcionárias iriam sofrer, que ela as faria chorar de raiva e ainda se vangloriou dizendo que fazia isso com outra integrante da equipe como exemplo... NOOOOSSSSAAAA como pessoas assim se acham chefes e neste caso ainda se acha empreendedora.

Ela não sabe, mas 2/3 de suas funcionárias me enviaram currículos para encontrar algo melhor, e uma delas já pediu demissão, pois tem mais o que fazer do que ser esculachada profissionalmente.

Não podemos deixar que situações como essas continuem acontecendo. Sei e acredito que, em muitos casos as pessoas precisam, mas enquanto estão precisando continue na empresa, mas em paralelo trabalhe um plano de mudança, crie um "plano de ação" para sair de situações como está de ficar dependente mesmo que parcialmente de uma empresa, ou de pessoas que são sem escrúpulos.

Precisamos saber que não estamos na idade média, que os colaboradores possuem direitos, e que existem maneiras de processar a empresa ou o chefe por Assédio Moral, que existe na legislação a possibilidade se solicitar uma “RESCISÃO INDIRETA”, a qual você terá todos os seus direitos garantidos, tais como uma demissão sem justa causa.

Aos poucos situações como a descrita acima param de acontecer, e alguns dos motivos são à entrada das novas gerações no mercado de trabalho, gerações estas que independente do nome dado a elas, possui uma maior auto-estima, e que procuram empresas que tenham seus valores identificados em seu estilo de vida. E se você não é dessa geração, não custa se adaptar.

Para refletir, se você não acredita ser parte da empresa, se você não consegue contribuir com a empresa, se você não pode ou não consegue mudar a empresa, então MUDE DE EMPRESA.


Marcelo Cabral
Consultor e Coach


Humor - Jobs e Calvin

Padronização também é marketing...

Mesmo Perseguidas, Sacolas se Afirmam Como Ferramenta de Marketing

Investir em embalagens diferenciadas é uma importante estratégia para promover marcas



Foi-se o tempo em que lugar de sacola era em casa ou no lixo. Cada vez mais criativas, as embalagens são verdadeiros outdoors ambulantes, que promovem marcas e transmitem a identidade das empresas. Com o aumento da demanda por ações sustentáveis, elas também representam uma oportunidade para as marcas que desejam criar sacolas retornáveis para manter-se por mais tempo nas ruas e na vida dos consumidores.

O Boticário, Richards e Pão de Açúcar são alguns dos muitos exemplos de marcas que apostam em embalagens cheias de atitude e podem chamar tanta atenção quanto os produtos que carregam. Com a crescente preocupação com o meio ambiente, no entanto, as empresas têm vivenciado o desafio de transformar suas sacolas de vilãs para mocinhas.

Uma alternativa é criar embalagens que podem ser utilizadas como ecobags. Foi o que a Richards fez. Quem compra as roupas da marca carioca de moda masculina recebe uma sacola que pode servir posteriormente, por exemplo, para uma ida à praia. Ganha o consumidor, o meio ambiente e, principalmente, a marca, que aumenta o tempo de vida da sacola que estará sendo desfilada por aí.


Clichês sustentáveis

As companhias e a indústria precisam estar de olho nas tendências e necessidades quando o assunto é cuidar do meio ambiente. O foco em sustentabilidade tem feito com que as sacolas e as embalagens de produtos fiquem em uma posição de risco e acabem por contribuir para uma imagem negativa da marca que carregam. “As empresas que não se preocuparem com a sustentabilidade estarão na contramão do tempo”, ressalta Maurício Groke, especialista e Presidente da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mas é necessário cuidado para não cair nos “clichês sustentáveis”. Quando o assunto é matéria-prima, não dá para dizer que um determinado insumo é maléfico, enquanto outro faz bem ao meio ambiente. Na disputa plástico X papel, ninguém é vitorioso ou perdedor. Tudo depende da necessidade e do objetivo de cada empresa.

“Temos um papel importante de desmistificar o que é ou não sustentável. Não dá para dizer que um material é melhor que o outro, mas sim que é adequado para aquela utilização. Não podemos condenar. As marcas já se mostram preocupadas, mas falta ainda esclarecimento”, acredita Groke.


Plástico ou papel?

Como tudo que vira tendência, a sustentabilidade é a bola da vez. Há 22 anos no mercado desenvolvendo, fabricando e distribuindo embalagens em mais de 12 mil pontos de venda brasileiros, a Antilhas viu o uso de plástico, que era praticamente o mesmo do papel, cair para 26% de sua produção.

O modismo, no entanto, parece estar perdendo a força e, segundo a empresa, há uma retomada do plástico. Por ser mais resistente e possibilitar o reaproveitamento, o material ganha destaque justamente nas sacolas que têm pretensão de permanecer por mais tempo ao lado dos consumidores.

Nas lojas verdes do Pão de Açúcar, em São Paulo, os clientes não encontram mais as famosas sacolinhas plásticas, que geram tanta polêmica. Para suprir a ausência, a empresa oferece caixas plásticas e sacolas de papelão biodegradáveis. Outra alternativa são as embalagens retornáveis. Uma semana após o lançamento das ecobags, as unidades de Vila Clementino e Indaiatuba já tinha comercializado mais de cinco mil sacolas reutilizáveis, como a da foto ao lado.


Sacolas e shoppings

O aumento do ciclo de vida das embalagens exige também que as empresas inovem e criem opções diferenciadas para se destacarem na multidão. As sacolas nunca foram uma ferramenta de Marketing tão importante. A primeira função é proteger e ajudar no transporte. Mas tão importante quanto isso é promover a marca e angariar possíveis compradores.

Em centros comerciais e shoppings, elas podem ganhar ainda um terceiro propósito: posicionar marcas no mesmo patamar. “Dentro de um shopping, a rede que possui duas mil lojas ou a que tem 20 pontos de venda contam apenas com uma loja cada. Então a sacola que circula lá possui o mesmo peso de divulgação naquele espaço. É a forma mais democrática e mais barata de uma marca divulgar que está presente ali”, diz o Presidente da ABRE.

Elas também são um meio eficiente de contar uma novidade ao mercado. No lançamento das lojas Nativa Spa, em Curitiba, Salvador, São José do Rio Preto e São Paulo, O Boticário investiu em embalagens diferenciadas e aumentou as chances de se destacar no mercado. Definitivamente, as sacolas não carregam apenas produtos, mas também a força da marca que estampam.


Fonte: Mundo do Marketing

Coluna do Daniel - Para Que Serve o Twitter da Minha Empresa?



Para Que Serve o Twitter da Minha Empresa?

As pessoas estão fazendo cada vez mais essa pergunta pelo simples fato de achar que o Twitter é uma ferramenta de pura diversão e não é.

Quando atores morrem, políticos brigam ou também morrem, quando o Osama foi pego, o Twitter – pelo menos seus usuários – anunciam tudo muito antes do que os grandes sites de notícia Nacional ou Internacionais.

Muitas vezes, o tempo de respostas de sites como Terra, UOL, Globo é bem mais lento do que a gente imagina.

Muitas empresas estão no Twitter porque as pessoas estão lá e em sua maioria, aquelas pessoas que seguem o Twitter de alguma corporação não tem a intenção de saber de suas novidades e sim o que ela pode ganhar seguindo aquele perfil.

Empresas de grande porte já sabem disso e muitas delas, lançam grandes promoções, relâmpago em seu Twitter Oficial, contudo, empresas pequenas acabam por cair no erro de postar no Twitter notícias, novidades de sites que muitas vezes não tem nada a ver com o que a empresa trabalha.

Outra forma de divulgar algo no Twitter e ganhar seguidores verdadeiros é lançando promoções que forcem os usuários a seguir o perfil desejado para poder participar.

Muitas corporações lançam suas propagandas em perfis que tem muitos seguidores, pois esses em sua maioria são formadores de opinião na rede social.

Se for fazer um twitter para a sua empresa, não fale bobagem, nem perca o foco e estude as maneiras mais interessantes de utilizar a ferramenta.

Ah, me siga no twitter:

@danielcaico (webdesigner) / @numerovintetres (http://www.numero23.com.br/)

Parceiros:

@actioCeT (ACTIO Consultoria & Treinamento) / @docabra (Blog do Cabra)
Daniel Almeida
Designer

Blog do Cabra - número de visitas

O blog do cabra aproveita para divulgar e agradecer os acessos. A lista abaixo mostra as 10 (dez) cidades que mais acessam o Blog do Cabra no Brasil, tomando por base os últimos 30 (trinta) dias, totalizando em nosso país um número de visitas de 9.118.



o que mais podemos dizer???

OBRIGADO !!!




Síndrome do Medo de Perder

Leila Navarro


Certo dia, fui abordada por uma pessoa eufórica que escutou pela metade uma descontraída conversa entre um colega e eu. Falávamos sobre a possibilidade de criar um novo produto quando ela se aproximou e, literalmente, disparou como metralhadora sem alvo, diversas perguntas para nós dois: Quando? Por quê? Onde? Quem? Como? Enquanto procurava recuperar o fôlego, ela buscava em nossos olhos as respostas que tanto ansiava. Sem entender direito o que estava acontecendo, meu colega e eu esperamos que a distinta pessoa voltasse a respirar normalmente e explicasse o motivo de tanta euforia.

Sua resposta nos surpreendeu! Ela estava com receio de ter perdido algo que nem ela mesma sabia o que era! Enquanto delirávamos com possibilidades, ela entendeu que se tratava de algum novo acontecimento e não se permitia ficar fora de qualquer movimentação que estivesse relacionada aos seus contatos profissionais - fosse o que fosse ela queria participar. Naquele momento percebi que estava diante de um comportamento cada vez mais frequente no mundo corporativo. E, a definição mais próxima que encontrei para retratar esse fenômeno foi “síndrome do medo de perder”.

O ritmo de vida contemporâneo tem levado muitos homens e mulheres a tornarem-se vítimas de suas próprias expectativas. Eles têm adotado um modelo ou exemplo a ser seguido, deixando de lado seu verdadeiro eu e, infelizmente, fazendo adormecer seus talentos e habilidades. Isso tem feito com que muitos profissionais se encontrem cada vez mais estressados na tentativa de acompanhar o ritmo de "todos" os acontecimentos. Eles parecem estar em uma maratona, competindo pelos primeiros lugares – tudo é prioridade, tudo é importante, tudo é necessário. Na ânsia de gerir informação, tem muita gente enchendo seus currículos de cursos, diplomas, encontros e informações não porque tem clareza de que tudo isso é relevante, mas por achar que precisa “seguir a tendência do mercado”. Eles imaginam que perder qualquer acontecimento é um risco que pode levar à exclusão e, por isso, são tão rigorosos e cobram de si mesmos resultados, desempenho e infalibilidade - o ter e o fazer tornaram-se, indevidamente, termômetros de competência, sucesso, status e poder.

Não é ao acaso que muitas pessoas reclamam de crônica falta de tempo. Na ânsia de estar a par de tudo, há quem não se permita um legítimo momento de descanso. Ócio, então, nem pensar! O simples fato de esparramar-se no sofá para ver um filme na tevê enquanto surgem no mundo novas informações, gera intensa culpa. Quem sofre da síndrome do medo de perder tem a constante sensação de incapacidade e inadequação porque seus parâmetros de conquista em geral são estabelecidos a partir do outro e não dele mesmo.

O desconhecimento do rumo que a sua própria vida está tomando e de que maneira poderá conduzi-la tem a ver com a falta de clareza a respeito de si mesmo e dos seus propósitos. Quando a pessoa é consciente de seu lugar no mundo, ela tem a noção precisa do que é relevante e decidirá fazer uma pós-graduação ou um curso de línguas, por exemplo, se estiver convencida de que isso é importante para alcançar seu propósito e não se considera carta fora do baralho quando se depara com alguém que detém alguma informação que ela desconhece.

Quem não tem um propósito definido e não decide o que tem relevância para a sua vida, fica mais preocupado em provar a sua expertise do que viver intensa e prazerosamente cada momento de sua vida. Quando assumimos quem realmente somos, nada pode nos desequilibrar. Mas, aqueles que reconhecem e exploram seus talentos e habilidades, sabem qual é o seu propósito e têm o autoconhecimento como questão de máxima relevância em sua vida estão imunes à síndrome do medo de perder – muito provavelmente tomaram o rumo certo para obter resultados sustentáveis em todos os seus empreendimentos.


*Leila Navarro é coach, escritora e palestrante há mais de 10 anos, tendo consolidado, neste tempo, um forte nome no Brasil e no exterior. 

Fonte: Síndrome do medo de perder – Leila Navarro - Jornal Carreira e Sucesso

Escolas de negócio brasileiras estão entre as melhores do mundo

O Blog do Cabra e a ACTIO Consultoria & Treinamento parabeniza a Fundação Dom Cabral pela colocação mundial.

Pois o Brasil possui 4 escolas de negócios entre as melhores do mundo segundo o jornal britânico Financial Times.

E para cursos na área de negócios custumizados a Dom Cabral desbancou a Harvard Business School, e isto é motivo de orgulho não só para pessoas, que como querme e desejam fazer um curso na Dom Cabral, como o fato de ser uma referência do desenvolvimento do Brasil.


Divulguem o que nosso e é bom temos que valorizar ainda mais.

Link da postagens na Você RH --> http://revistavocerh.abril.com.br/notasrapidas/

Ranking completo no Financial Times --> http://rankings.ft.com/businessschoolrankings/rankings

Coluna do Marcelo - Pensamento Criativo partindo de Frases Criativas



Pensamento Criativo partindo de Frases Criativas

Muitas vezes procuramos ser criativos e inovadores, sabemos da importância de não ficar no mesmo lugar por muito tempo, temos em nossas mentes a consciência que precisamos está sempre evoluindo, seja na vida profissional ou menos na pessoal.

Portanto sabemos a força que é desenvolver a mente, que nem sempre é fácil. Não vou mostrar a vocês como fazer isso, pois, por muitas vezes eu estou a procura de como conseguir, prometo que quando achar eu conto para todos como consegui. Mas um ponto é certo, ir em busca de conhecimento ajuda e muito a buscar novas e criativas maneiras de como ter sucesso na vida.

Um método é sempre lembrar de não reinventar a roda, então partindo deste ponto que tal pensamos nas frases criativas de outras pessoas para tentar ou mesmo conseguir abrir nossas mentes para esta nova era de conhecimento e abundância de informações.

Segundo o dicionário:

Criatividade:

s. f.  1. Filol. Função da inteligência humana que torna o homem superior ao que ele mesmo cria.
        2. Personalidade criadora insuperável própria do homem.

Criativo

(criar + -tivo)
adj.
        1. Que é capaz de criar, de inventar, de imaginar qualquer coisa de novo, de original, que manifesta criatividade (ex.: espírito criativo).
        2. Que favorece a criação (ex.: meio criativo).
s. m. 3. Em publicidade, pessoa encarregada de ter ideias originais para criar ou lançar um produto.

Seja como for, ou mesmo o que significa "criatividade" ou ser "criativo" em algum momento da vida você foi o "CARA", você criou algo nas farras de criança, nas aulas de sua vida, no seu trabalho, o que precisamos é rever alguns conceitos, procurar e descobrir onde ficou aquela criatividade, por isso segue algumas frases para pensamos como dicas:


"A questão não é “O que favorece a criatividade?” Mas por que, em nome de Deus, nem todos são criativos? Onde o potencial humano foi perdido? Como ele foi mutilado? Eu penso então que uma boa pergunta pode não ser “Por que as pessoas criam?” Mas por que as pessoas não criam ou não inovam? Nós temos de abandonar o sentimento de espanto em relação à criatividade, como se ela fosse um milagre." (Abraham Maslow)

"A desobediência é uma virtude necessária à criatividade." (Raul Seixas)


"Criatividade consiste no total rearranjo do que sabemos com o objetivo de descobrir o que não sabemos." (George Kneller)

"O presente impõe formas. Sair dessa esfera e produzir outras formas constitui a criatividade." (Hugo von Hofmannsthal)

"A criatividade surge da tensão entre espontaneidade e limitações. A última (como os bancos de areia nos rios) forçando a espontaneidade em várias formas que são essenciais para a obra de arte ou poema." (Rollo May)

"Criatividade é inventar, experimentar, crescer, correr riscos, quebrar regras, cometer erros, e se divertir." (Mary Lou Cook)

"O segredo da criatividade é saber como esconder as fontes." (Albert Einstein)

"Um pressentimento é a criatividade tentando te dizer algo." (Frank Capra)

"Criatividade é permitir a si mesmo cometer erros. Arte é saber quais erros manter." (Scott Adams)

"A mente usa a sua faculdade de criatividade apenas quando a experiência a obriga a fazê-lo." (Jules Henri Poincaré)

"Não é conhecer muitas coisas, mas sim pôr muitas coisas em contato umas com as outras que constitui um primeiro grau de criatividade." (Hugo von Hofmannsthal)

"A personalidade criadora deve pensar e julgar por si mesma, porque o progresso moral da sociedade depende exclusivamente da sua independência." (Albert Einstein)

"Nada se pode criar num lado senão à custa da dissolução no outro." (Bertrand Russell)

"Viver não é necessário. Necessário é criar." (Fernando Pessoa)

"Os elementos mais dotados da espécie humana encontram-se no auge da sua criatividade quando as suas vontades não são satisfeitas." (Eric Hoffer)

"Criatividade consiste apenas em perceber o que já esta lá. Você sabia que os sapatos direito e esquerdo só foram inventados há pouco mais de um século?" (Bernice Fitz-Gibbon)

"Só quem cria o que é mais delicado pode criar o que é mais forte." (Hugo von Hofmannsthal)

"Mentes criativas são conhecidas por sobreviverem a qualquer tipo de mau aprendizado." (Anna Freud)

Tem muito mais de onde vieram essas, agora cabe a nós continuar a perseguir nossos sonhos, criativos ou não,os nossos desejos, ou seja, nosso sucesso

Marcelo Cabral
Consultor e Coach

A Consultoria e as Pulgas

Duas pulgas estavam conversando e uma disse para a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí, nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas no mundo: moscas voam.

E elas tomaram a decisão de aprender a voar. Contrataram uma mosca como consultora, e entraram num programa intensivo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Sabe? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro. Portanto, o nosso tempo de reação é menor do que a velocidade da coçada dele. Temos que aprender a fazer como as abelhas, que sugam e levantam vôo rapidamente.

E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa.

Funcionou, mas não resolveu. Porque, como a primeira pulga explicou:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é muito pequena, por isso temos que ficar sugando por muito tempo. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando adequadamente. Temos que aprender com os pernilongos como é que eles conseguem se alimentar com mais rapidez.

E um pernilongo lhes prestou uma consultoria sobre como incrementar o tamanho do abdômen. E as duas pulgas foram felizes. Por poucos minutos. Como tinham ficado muito maiores, sua aproximação era facilmente percebida pelo cachorro. E elas começaram a ser espantadas antes mesmo de conseguir pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha dos velhos tempos:

- Ué, o que aconteceu com vocês? Vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Pois é, nós agora somos pulgas adaptadas aos grandes desafios do século XXI.

Voamos ao invés de saltar, picamos rapidamente e podemos armazenar muito mais alimento.

- E por que é que vocês estão com essa cara de subnutridas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sacudida.

Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as duas pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma consultoria?

- E quem disse que eu não tenho uma? Contratei uma lesma como consultora.

- Hã? O que lesmas têm a ver com pulgas?

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês. Mas ao invés de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse bem a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela ficou ali três dias, quietinha, só observando o cachorro, tomando notas e pensando. E então a lesma me deu o diagnóstico da consultoria:

"Você não precisa fazer nada radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, uma 'grande mudança' é apenas uma simples questão de reposicionamento".

- E isso quer dizer o quê?

- O que a lesma me sugeriu fazer: "Sente-se no cocuruto do cachorro. É único lugar que ele não consegue alcançar com a pata".

Muitas vezes, queremos fazer mudanças radicais em nossa vida, achando ser a solução dos nossos problemas... mas pequenas mudanças em nosso comportamento já dão resultados incríveis.


Moral da história:

"Não tenha medo de crescer lentamente. Tenha medo apenas de ficar parado(a)."

Tá com problemas para terminar seu TCC?

Muitos alunos de graduação, se encontram em um dilema no final de sua vida na faculdade, a temida Monografia ou comumente chamado de TCC. As dificuldades são tantas que alguns alunos(as) acabam por desistir, ou mesmo comprar no mercado "oculto" o seu trabalho.


Para ajudar os alunos a resolverem estes problemas durante o TCC a IDEIA+ - Educação Corprativa, ajuda você a concluir seu trabalho, através de um serviço de consultoria no qual você terá uma orientação (assessoria).


Serviços prestados pela IDEIA+:

- Orientação à pesquisa acadêmico-científica
- Revisão de Português
- REvisão Metodológica
- Correção de resumos em Português
- Elaboração do resumo em outro idioma e tradução de artigos
- Normalização (geral do TCC)
- Normalização por referência
- Impressão
- Encadernação, gravação de CD, Elaboração de Curriculum Lattes

Parceiro – O homem que mora só.

Você mora só ? Sozinho ? Com ninguém além de sua humilde alma ou qualquer coisa assim? Então você deve estar passando por sérios problemas na sua casa que podem ser resolvidos aqui:

Nós aqui do Numero23 apoiamos ideias legais e o blog http://homemquemoraso.blogspot.com/ é uma ideia legal, muito interessante e por isso divulgo aqui com todo prazer.

Acesse agora e descubra que você não está sozinho, pelo menos não na Internet.

Conheça um pouco mais sobre a ideia do Blog:

“Nossa proposta é discutirmos todas as situações que se apresentam no dia-a-dia do homem que mora só. Sabemos que nossa casa é nosso ninho, esconderijo e porto seguro, mas muitas vezes falta algo:organização, limpeza e praticidade. Nós homens não fomos educados pra isso. Precisamos aprender. Portanto, espírito aberto porque mudanças acontecerão.”


José Milanez – idealista e Blogueiro.

Como Construir Uma Marca Forte Para o Seu Negócio – Parte I

Especialistas dão dicas para quem quer ter uma pequena empresa conhecida no mercado
Bom exemplo: Google é a marca mais valiosa do mundo em 2011, segundo a Brand Finance

Equivocadamente, muitos empreendedores ainda acreditam que o investimento em marca é exclusivo de grandes empresas e não vai trazer benefícios para um pequeno negócios. Seja grande ou pequena, toda empresa deve investir no mínimo tempo para desenvolver uma identidade e ser reconhecida no mercado.

Isso não envolve orçamentos milionários e pode ser feito com pequenas ações cotidianas que mudam a percepção do cliente sobre o seu produto. “A pequena empresa pode optar por dois caminhos para se destacar: ter o melhor preço ou ser diferente”, diz o especialista em branding, Fabio Fiorini.

Segundo ele, os empreendedores vivem em um mercado de hiperconcorrência, com muito concorrentes que podem comprar todo o mercado. Por outro lado, as empresas menores tem a chance de se adaptar mais rápido. “O único ativo que pode diferenciar a empresa é a marca, porque não pode ser copiada”, diz.

Para Hélio Moreira, diretor da consultoria em marketing e marcas NewGrowing, a importância de cuidar da forma como os consumidores enxergam a sua empresa é cada dia maior. “Cuide da imagem da sua empresa, em todos os sentidos. Seja na apresentação visual ou virtual. Procure sempre padronizar as aplicações da sua marca. Sempre com muita cautela”, ensina Moreira.

Os especialistas destacam que a marca pode ser responsável por grandes movimentos no negócio. “Quando tem um resultado abaixo do esperado, a empresa começa a mudar as coisas sem saber que o problema é a marca”, afirma Fiorini. Confira a seguir seis dicas práticas para construir uma marca forte e reconhecida para o seu negócio.


Posicione-se

Você conhece os diferenciais da sua empresa? Pois tenha sempre em mente o motivo que te faz melhor do que os concorrentes. Pergunte aos colaboradores, clientes, fornecedores e todas as partes envolvidas na sua empresa como eles enxergam o seu negócio e o que pode ser feito para melhorar.

“O dia a dia nos leva de forma tão rápido que a gente esquece que está no mesmo barco e precisamos remar todos para o mesmo lado”, diz Fiorini.


Escolha um nome fácil

A dica na hora de criar um nome é ser o mais imparcial possível. “Preocupe-se com o seu cliente e não com o seu sobrenome, ou com a sigla das iniciais do nome de seus sócios”, ensina Moreira.



Reuniões Improdutivas: Um Mal Necessário?

Augusto Uchôa*


O tema do artigo é algo que ninguém esta isento, independente das carreiras escolhidas e níveis hierárquicos: são as cansativas reuniões improdutivas. Considerarei, nesta análise, apenas reuniões presenciais. São duas notícias, uma boa e outra ruim. A ruim é que esta doença corporativa nos seguirá até o final de nossas vidas e o lado positivo é que ela tem cura, desde que toda empresa se empenhe em mudar este sintoma.

As estatísticas mostram que o nível gerencial passa 50% de seu tempo em reuniões. Já a diretoria gasta ¾ de um dia de trabalho enclausurada em reunião. É muito tempo perdido. Quando afirmo que este “mal” nos seguirá até o final das nossas vidas, é por que acredito que há uma relação direta entre as reuniões improdutivas e o ser humano, isto mesmo, trata-se de uma característica comportamental organizacional. Duvida? Veja alguns motivos:

- Olha como eu trabalho - Os gerentes usam as reuniões para mostrar que, efetivamente, estão trabalhando, tanto para subordinados quanto para níveis superiores;

- Poder / Carência - Alguns usam as reuniões pelas falsas sensações de aceitação (característica simples de comportamentos de grupos), além de poder, principalmente quando assume a função de mediador ou quem tem a palavra;

- Todos fazem mesmo - As reuniões são feitas simplesmente porque todo mundo faz. O motivo não interessa, se virou gerente é quase um pré-requisito;

- Quem está na reta? - Reuniões servem para buscar, constantemente, culpados em todos os níveis e criar alianças;

- Deixa para a próxima - A procrastinação também é um bom motivo, convoca-se uma reunião para marcar a outra e postergar a decisão, criando-se um ciclo sem fim.

Pesquisando mais sobre o tema descobri que, devido à insatisfação geral, empresas como Pão de Açúcar e Colgate estão contratando ou treinando mediadores de reunião. Estes profissionais têm conhecimento específico para liderar discussões, possuem técnicas de gestão do tempo e também são responsáveis por evitar que as pessoas cheguem à reunião sem saber a pauta, por manter o foco do debate e por garantir que todos saiam do encontro com atividades definidas. Vamos, então, aos possíveis remédios:

Remédios tarja vermelha

1 – Defina claramente o tema - A literatura sobre a metodologia das reuniões recomenda que a agenda esteja previamente estabelecida e que todos os participantes tenham conhecimento dela;

2 – Marque horário para começar e terminar - O término é mais importante que o início. Comece na hora mesmo que todos não estejam na reunião, pois isto forçará que os atrasados se apressem nas próximas;

3 – Mantenha o número mínimo de pessoas - Reuniões grandes são mais improdutivas que menores. Se o processo de decisão envolver muitas pessoas, faça outros encontros com a mesma agenda;

4 – Foque sempre - Se alguém estiver saindo do tema, não o corte. Agradeça a participação e explique gentilmente que não é o momento. Reunião deveria ser similar ao Twitter para que todos falassem suas idéias em 140 caracteres;

5 – Desligue os celulares - Só atenda o telefone se for Deus ou o Presidente (não seria um sinônimo?).

Remédios tarja preta (uso controlado):

1 - Fique de pé - Ficar em pé gera um desconforto que serve como bom motivo para agilizar as decisões;

2 – Fuja da sala de reunião - Autores norte-americanos e novos gestores da geração Y sugerem reuniões no corredor ou em local aberto (varanda ou saguão) para que os participantes fiquem expostos e não caiam na tentação de “empurrar as soluções com a barriga”. Alguns mais radicais cortam até água e café.

Parece simples, mas não é, requer disciplina e controle, principalmente de egos. Se você, assim como eu, se sente incomodado com estas discussões intermináveis, divulgue este tema na sua empresa. Caso não dê certo, tente acertar em cheio o bolso da sua empresa. Indique um site interessante, chamado Meet or Die: nele você poderá incluir quantas horas durou sua última reunião, qual o setor que trabalha, o tamanho da sua empresa e os cargos dos participantes para, a partir dos dados, descobrir quanto dinheiro foi desperdiçado nesta reunião pela sua empresa. Talvez esta seja a única cura deste eterno sintoma.

Depois me diga se deu certo.


* Augusto Uchôa é graduado em Comunicação Social pela ESPM, mestre em Administração de Empresas pelo Ibmec-RJ com especialização em Marketing, doutorando pela Coppe/UFRJ, consultor de empresas e fundador do Boteco do Conhecimento.

Fonte: Mundo do Marketing

Parte das Colunas do Cabra no portal de negócios

Pessoal para quem ainda não sabe, estou deixando a par, mais uma parceria, com o site http://www.planodenegocios.com.br/ "o portal do empreendedor".

E informo que a Coluna do Marcelo também pode ser encontrada nesta nova parceria. Sempre que colocamos uma nova coluna no Blog do Cabra, e está for de interesse dos leitores do nosso parceiro Plano de negócios, estaremos por lá. Neste link abaixo:


E ainda podemos encontrar no http://www.planodenegocios.com.br/ a Coluna do Marco.

A iniciativa de cria a Coluna do Cabra está dando frutos, e não temos sequer seis meses, começamos com o a Coluna do Marco, e agora temos:

1. Coluna do Marco que fala sobre a vida corporativa em forma de croniscas.
2. Coluna do Marcelo que trata de diversos assuntos ligados não só a vida corporativa, como consultoria, vendas, atendimento ao cliente, comportamento, entre outros assuntos, relacionados a consultoria empresarial.
3. Coluna do Fred que fala sobre empreendedorismo e as relações deste com o mundo dos negócios e estratégias.
4. Coluna do Daniel, o mais novo colunista do Blog do Cabra que trata de maneira simples e clara os assuntos relcionados a T.I. Tecnologia da Infomação.

E estamos providenciando mais novidades de sucesso para nossos leitores, seguidores, e twitteiros.

Blog do Cabra
Marcelo Cabral
Consultor e Coach

Decálogo Para Abertura de Pequenas Lojas Virtuais

10 conselhos para quem pretende montar um e-commerce


Este conjunto de alertas dirige-se a quem deseja entrar no e-commerce sem que se aproveite de uma marca importante, que tenha restrição de capital e que admita que o bom uso desse canal de vendas implica no entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos. São apenas dez regras essenciais para o bom desenvolvimento de pequenas lojas virtuais.


1. Reduzir investimentos iniciais e controlar riscos: pagamento por uso

O software de uma boa loja virtual é muito caro, difícil de ser mantido e ,quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades. Costuma também ser lento e sujeito a interrupções de funcionamento.

A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando por visitante. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.

Cabe ao dono da loja povoá-la com seus itens, estabelecer as políticas comerciais (preço, prazo, frete, meios de pagamento), manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, essa proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.

Além da loja, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office (sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, o fiscal e o contábil) com outras lojas. Esse serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.

Em síntese, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções, em tese, podem ser terceirizadas.


2. Nem todo pedido incluído será faturado

Um dos erros muito comuns cometidos pelos iniciantes no e-commerce é não contar com instrumentos de detecção de fraude com cartão. As lojas alugadas ou o back-office oferecem esse serviço através do uso de softwares altamente especializados.

É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobrar a despesa da loja desprezar esse filtro é letal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.

A análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. Um meio de pagamento mais seguro é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.

Não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos: cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. A cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.


3. O que vender sendo pequeno?

Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, vender categorias que eles não vendem ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isso implica em trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela.

Essa é a grande oportunidade para pequenas lojas. A dificuldade dos pequenos que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar nesse novo canal. Nesse sentido, o compartilhamento de serviços é essencial.

Para simplificar a logística externa e pagar menos frete, devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m³.

Especialidades exigem especificação: a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Podemos citar como exemplos de especialidade as áreas de caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.


4. Como ser conhecido?

A propaganda na internet é muito cara e pode ter resultados desastrosos se não acompanhada pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.

No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.


5. Para quem vender?

Inicialmente, deve-se restringir geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema: algumas vezes precisa ser coletada.

É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais problemas: qualidade da mercadoria (o lojista paga pelos erros de seu fornecedor), erros na especificação ou na foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.

As devoluções e os cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda.

É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando já que a chamada classe C está aumentando a participação. Isso tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e e-mail para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.

O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido para que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.


6. Promessa é dívida!

Um dos segredos do e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quanto ao fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isso parece simples, mas é onde quase todos tropeçam.

O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95%, e as devoluções chegam a 3,4% das vendas realizadas.

Para cumprir as promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para isso, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial – recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.


7. Processos internos seguros: uma obrigação!

O cliente do varejo tradicional pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Após a finalização da compra e do pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.

Os pressupostos básicos para o sucesso dessa operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.

Todas essas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas


8. Se a transportadora atrasou, a loja falhou

O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora.

Tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho. Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.


9. Trabalhar a ansiedade do cliente: rastreabilidade

Os clientes apreciam acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.

No mínimo, as seguintes informações são necessárias: recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.


10. O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja: SAC

É imprescindível conhecer a Lei de Defesa do Consumidor. Ela baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nela constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega e até mesmo arcar com as despesas de coleta em caso de devolução.

Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.


Fonte: Portal iMasters



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