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A ACTIO é uma consultoria empresarial que transforma grandes idéias em realidade e desenvolve projetos de acordo com as necessidades de seus clientes, traduzidos em inovação, desenvolvimento, e melhoria nos resultados da organização.

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Destaque do Blog do Cabra

Muitos gostaram deste assunto, um assunto bastante procurado e mereceu destaque.

A disposição de todos

Nossos colunistas estão a disposição de todos para tirar dúvidas e sugestões, deseja ler sobre um assunto? Fale para nossos colunistas.

Manual de Sobrevivência em Mudanças Corporativas - parte 02

O Peru e o Touro

"Como eu gostaria de subir naquela árvore...", disse o peru ao touro, "mas não tenho força para levantar vôo".

"Meus escrementos possuem muitos nutrientes...", respondeu o touro, "se você lamber meu rabo pode ficar forte."

Então o peru começou a lamber o rabo do touro todos os dias, e percebia que ficava mais forte a cada dia."

Depois de alguns dias lambendo o rabo do touro, finalmente conseguiu chegar à copa a árvore.

Dois dias depois, um lavrador percebeu o peru no alto da árvore...agarrou sua espingarda e deu-lhe um tiro no pescoço.

Moral da História:
Lamber rabos pode até lhe levar ao topo, mas em geral, não por muito tempo!

Manual de sobrevivência em mudanças corporativas - Parte 01


O Corvo e o Coelho

Um corvo estava sentado em um ramo, descansando. Um coelho viu o corvo e perguntou:
"Posso me sentar aí também, e passar o dia sem fazer nada?"

"Claro, por que não?" respondeu o corvo.

Então, o coelho sentou-se no galho da árvore, descansando. De repente apareceu uma raposa que atirou-se sobre o coelho e o comeu.

Moral da História:
Quem quiser passar o dia sem fazer nada, deve assegurar-se de que está numa posição alta o bastante.

Amplie Sua Competitividade Através do Atendimento

Por Wagner Campos


Provavelmente você passou por vários momentos que o levaram a conclusão que o cliente nem sempre tem razão. E foi uma boa conclusão. Mas também é bem provável que tenha chegado à conclusão que apesar de nem sempre ele ter a razão, vale ouro.

Algumas décadas atrás até poderíamos “abrir mão” de clientes fazendo da forma como pretendêssemos e definindo como atuaríamos. Atualmente a realidade é outra. Existem centenas de produtos semelhantes e com qualidade e preços competitivos, dezenas de empresas que concorrem diretamente com você e localizam-se por todo o país e até planeta.

No passado os clientes mesmo insatisfeitos voltariam a negociar com sua empresa, pois era muito difícil obter novas oportunidades. Hoje, se esboçar uma pequena dúvida mediante a solicitação ele já está no quarteirão seguinte, negociando diretamente com seu concorrente e dando seu “depoimento negativo” a amigos, familiares, conhecidos, blogs entre outros, que tornará sua imagem amplamente divulgada, porém de forma negativa.

Para manter sua competitividade no mercado, minimizar possíveis perdas de clientes e prospecção de novos clientes, ampliação nas vendas e também redução de despesas e retrabalhos é necessário realizar alguns procedimentos. São eles:

Treine a Equipe: Prepare todos os colaboradores sobre os procedimentos da empresa, metodologia de trabalho, atendimento, entrega, cobrança, Visão e Missão da empresa. Isso otimizará o tempo, reduzirá despesas e reclamações e manterá a equipe mais coesa.

Conheça seus clientes: Desenvolva um banco de dados onde saiba quem são os clientes (nome, endereço, contato, registro de suas últimas compras, média de visitas, formas de pagamento).

Inove: Saia da mesmice. Desenvolva novos produtos, serviços, lay out, novas campanhas, promoções entre outras oportunidades. Conhecendo seu público alvo, busque meios de atrair com maior freqüência.

Evite dizer “não”: Existirão pedidos que provavelmente não possam ser atendidos. No entanto, evite dizer um não de imediato. Verifique se realmente não há nenhuma possibilidade de atendê-lo ou aproximar-se do que ele está solicitando. Dizer que não dá e atendê-lo somente depois de muita insistência ou até mesmo quando o cliente não desejar mais manter relacionamento com sua empresa apenas irá deixá-lo mais irritado e insatisfeito.

Fonte: portal comunicação e comportamento

A Elegância de um Terno Impecável

Por Claudia Matarazzo

Na verdade não há tanta diferença entre um terno de grife e um terno bem escolhido e ajustado ao seu corpo. O bom terno é aquele que fica bem em você. Basicamente procure o modelo que vista bem e não o que está na moda.
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Procure adequar o tecido a estação do ano, pois tecidos grossos no verão o farão parecer fora de contexto e suar, e vice-versa.

O jaquetão - Porque não ? Embora muitos aleguem que saiu de moda, etc, isso é besteira. Se você é mais gordinho e este modelo lhe cai melhor, use sem receio.

Paletós de 4 botões - ficam melhor em pessoas mais altas e esguias. Antes de adotar este modelo confira se é mesmo seu estilo.

Comprimento da manga - o ideal é que, com os braços estendidos ao longo do corpo, ao fechar a mão, a barra do punho esteja mais ou menos na altura da palma.

Comprimento da calça - na frente a bainha não pode se "dobrar" sobre o peito do pé, porém deve cobri-lo; atrás - acima do salto, porém não no calcanhar.

Bainha italiana - é muito interessante desde que a dobra esteja na medida certa: com mais de 4 centímetros o efeito é grosseiro, além de encurtar a silhueta. Podem não ficar bem em homens muito baixos ou tecidos mais grossos como o veludo.

Com paletós de três botões basta abotoar o do meio para um visual mais casual e igualmente elegante.

Cores - há um código mais ou menos universal no que se refere a elegância clássica: de dia use todos os tons de cinza, marrom, verde oliva, havana e até mesmo azul claro ou amarelo claro, sabendo combinar os tons; à noite atenha-se ao marinho muito escuro e grafite. ( e o preto?)

Estampas como espinha de peixe e príncipe de gales podem até ser usados à noite, porém em ocasiões mais informais.

Listras - podem ter um efeito muito interessante, principalmente as mais finas, tipo risca de giz. Porém evite as listras mais grossas se não quiser ser confundido com um "capo da máfia".

Com listras prefira as camisas lisas e gravatas mais discretas, a não ser que seja um craque na arte de combinar cores e padrões.

Resista a preguiça e não hesite em pedir que lhe marquem e façam a bainha na loja ou qualquer outro ajuste. Vale a pena esperar uns dias a mais, e depois vestir um terno impecável.

Fonte: Portal Comunicação e Comportamento

Inovação e a Evolução Para o BSC

Especialista em reestruturação organizacional explica como aplicar a inovação na gestão do negócio e a evolução para o BSC.


Vamos comentar aqui de forma bem resumida, as principais etapas de algumas experiências que temos vivenciado na implantação de processos de modernização e inovação da gestão em algumas empresas. A maioria destes casos passou por organizações focadas mais para a produção, outras para vendas e marketing, planejamento estratégico, migrando para gestão pela qualidade total, definição e implementação de indicadores para avaliação da performance do negócio, o que podemos chamar de introdução ao Balanced Scorecard ou BSC.

Tenho vinte e dois anos atuando em diversas empresas em todo o Brasil e alguns países da América Latina, durante este tempo tenho percebido que a força da inércia e comodismo é muito forte, quando se trata de mudar os hábitos e crenças, com relação à gestão do negócio, e se o empresário não estiver disposto a fazer uma força contrária maior e perseverar até alcançar seus objetivos (constância de propósitos), fica praticamente inviável melhorar o desempenho da empresa. As mudanças não acontecem pela força e sim pelo conhecimento e uso da ração, ou seja, para quebrar crenças obsoletas e antigos paradigmas, somente através da assimilação de novos conhecimentos, orientado por profissionais experientes.

Para iniciar este processo, é preciso a conscientização e aceitação da diretoria da necessidade de mudar certas crenças e pressupostos que, com certeza estão bloqueando melhores resultados na empresa. Somente através da aprovação e participação ativa deles no processo de melhoria do desempenho e inovação na gestão do negócio, poderá se iniciar e concluir satisfatoriamente o trabalho. Sem este comprometimento com a melhoria dos resultados e até uma paixão pela excelência na gestão, não só da diretoria como dos gerentes e mandos médios, fica muito difícil qualquer iniciativa. Estamos falando aqui do Critério Liderança, um dos oito critérios através do qual, todos os anos, são avaliadas e premiadas as melhores empresas do Brasil.

Uma das primeiras providências a ser realizada ao criar um negócio é o sistema de informação e controle da situação financeira e de custos, que permita apurar, acompanhar, avaliar, corrigir e prever os resultados financeiros e de resultados do negócio. O ideal seria que esta apreciação já viesse desde a elaboração do Plano de Negócios. Esta visão deve ir além do simples conhecimento de que as contas estão sendo pagas em dia e ainda sobra um saldo no final do mês - Critério Resultados.

No projeto de treinamento e desenvolvimento das habilidades das lideranças, uma pergunta interessante que surgiu numa das reuniões da equipe de uma empresa foi: como identificar as áreas e processos que contribuem significativamente para os resultados da empresa e em qual medida? Foi ai que aproveitamos para mostrar a necessidade de mergulhar mais fundo na gestão de processos – Critério processos.

Nesta etapa, o desenvolvimento das habilidades pessoais - Critério Pessoas passa a ser a principal exigência do processo de melhoria e inovação. Neste caso criamos programas de educação e treinamento para as diferentes equipes e cargos chave, reuniões periódicas e avaliações. Geralmente a diretoria percebe de que os programas de capacitação e treinamento do pessoal não podem ser isolados e arbitrários, que é preciso toda uma análise de causa e efeito, baseado nas estratégias gerais da organização, que orientem quais competências, habilidades e conhecimentos são necessários. Este critério é o mais importante neste processo e habitualmente o mais negligenciado,

Uma vez estabelecidas o sistema de informação e controle e as políticas iniciais que considerem as necessidades do cliente, a motivação e comprometimento dos membros da organização, o estabelecimento dos principais processos internos, incluindo o desenvolvimento das competências – Critério informação e conhecimento; está na hora de iniciar um processo de planejamento estratégico, considerando as fortalezas, aquilo onde a empresa é excelente, as debilidades (variáveis internas), assim como, as oportunidades que o mercado oferece, o que significa estar ligado a possíveis ameaças, ou seja, o que pode dar errado e como se poderia agir.

Em todos os casos temos procurado mostrar de que para gerenciar é preciso medir. Sem a mensuração tanto dos aspectos tangíveis como intangíveis é praticamente impossível avançar na busca pela excelência na gestão. Mostramos também de que os sistemas de apuração de custos tradicionais (custeio por absorção e custeio variável entre outros), não contribuem para a melhoria do desempenho, nesses casos recomendamos a implantação do ABC ou custeio por atividades de autoria do professor Robert Kaplan. É o sistema de custeio mais indicado para quem deseja desenvolver o BSC na sua organização.

A ação do líder principal é decisiva em todo o processo de melhoria do desempenho e inovação na gestão do negócio. Nesta etapa, ele terá que ser mais claro na definição da sua visão, pois a partir daí é que serão criadas a missão e estratégias da organização, junto com sua equipe de gestores, pois são eles que irão fazer as coisas acontecerem de acordo com as estratégias estabelecidas. Por isso é indispensável que participem diretamente na elaboração do plano estratégico - Critérios estratégias - planos e a contribuição para a sociedade

Numa situação ideal, mais ou menos nesta etapa é que se começa a enxergar para fora da organização, buscando identificar ou classificar melhor o cliente, de acordo com os produtos ou serviços que esteja produzindo. Na realidade, todo este trabalho começa e termina no cliente – Critério clientes. Em minha opinião, é os segundo critério mais importante do processo. Conhecer o cliente é uma estratégia ainda pouco explorada e que pode fazer a diferença.

Em quase todos os trabalhos realizados, temos percebido de que não podemos “perder” muito tempo somente no planejamento. A velocidade das mudanças é muito grande e a organização precisa faturar ao mesmo tempo em que testa sua flexibilidade, se adequando rapidamente às mudanças que estão acontecendo – algumas empresas de classe mundial têm atribuído a esta habilidade o seu sucesso. Em alguns casos temos percebido de que as maiores dificuldades não estavam na fase de planejamento e sim na sua execução. Nesta etapa do processo de melhoria a maioria das empresas acaba desistindo e abandonando os avanços já conquistados, voltando à estaca zero. Depois de certo tempo é iniciada outra tentativa para melhoria do desempenho, provavelmente com outro modelo, e assim a organização vai evoluindo, entre erros e acertos, ao mesmo tempo em que os processos vão ficando mais complicados, chegando até entrarem em conflito. Nesta fase é chegada a hora de fazer um trabalho de alinhamento dos diferentes esforços de melhoria dos processos.

Neste nível na busca pela excelência, temos realizado trabalhos para identificar alguns indicadores de desempenho. A tendência inicial nesta etapa é copiar os indicadores de outras organizações semelhantes. Em outra empresa um dos diretores percebeu, através dos exercícios e palestras de capacitação, de que poderíamos definir dois tipos de indicadores: os tradicionais e popularmente conhecidos e os especiais, que fariam a diferença da organização no segmento onde atua. Desta forma temos conseguido expandir a visão do empresário, identificando indicadores não só na área econômica e financeira, como também em outras áreas como: comunicação com o cliente, satisfação do cliente interno, melhorias nos processos, diminuição de custos, valor percebido pelo cliente, entre outros.

Uma das causas mais comum na hora de executar um planejamento estratégico é a relação de causa e efeito mal estabelecida. Temos observado em algumas organizações onde estão implantando um modelo de gestão baseado no BSC, cair neste erro. O BSC não é um sistema de informação gerencial unicamente, ele vai, além disso. É um processo de pensamento, diálogo e reflexão estratégico, cujo objetivo principal é o desenvolvimento das competências necessárias para chegar o mais perto possível da excelência.

Conhecemos algumas empresas que estão implantando o BSC com sucesso, mas por que já tiveram a experiência do planejamento estratégico, da gestão pela qualidade total ou certificação da ISO. Agora, não conhecemos nenhuma que tenha implantado um modelo de gestão como o BSC, sem antes ter experimentado esse amadurecimento na gestão do negócio. Por outro lado, as etapas aqui comentadas foram vivenciadas em diferentes organizações e não necessariamente em uma empresa só, além do que o número atribuído a cada fase varia de empresa para empresa, dependendo da habilidade de seus líderes e sua idade no ciclo de vida como organização.

Por último, as quatro perspectivas do BSC de Norton e Kaplan são apenas um modelo genérico básico. Um bom consultor vai criar as perspectivas adequadas ao seu negócio e ao momento que está vivendo. Nenhum sistema nasce perfeito e nem é aplicável a todo tipo de empresa, ou seja, não existe “receita de bolo”. No mais, gostaríamos de receber seus comentários, criticas ou alguma experiência que deseje compartilhar.



Federico Amory (é o líder principal da Eficaz Consultoria de Gestão (Amory Serviços S/C Ltda.), consultor e educador, especializado em reestruturação organizacional de empresas.
Fonte: br.hsmglobal.com

Mitos das baterias para notebooks

Confira aqui o que é verdade e o que não passa de mentira sobre como cuidar da bateria do seu laptop



Nesta matéria vamos eliminar algumas lendas que rodeiam as baterias de notebook. Você vai descobrir, por exemplo, que deixar o laptop conectado no AC por muito tempo não interfere na duração da bateria. Ficou curioso para saber mais? Então assista a este vídeo e aos outros quatro que disponibilizamos aqui embaixo, exclusivamente para a web.


Clique e assista a reportagem sobre o assunto.



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O Que é e Por Que é Importante Ter Um Planejamento de Marketing Para Um Produto ou Serviço ?

O marketing ajuda a construir relacionamentos. Permite entender as forças e o comportamento do mercado, vislumbrar oportunidades de negócios, estudar produtos e serviços que atendam às novas demandas e necessidades dos clientes. Ajuda a estreitar relacionamentos com clientes, parceiros, fornecedores e com a sociedade em geral. O marketing é a bússola da empresa.

A empresa deve ser orientada para o mercado, tendo como tema central o cliente.

Os fundamentos do marketing permitem à empresa racionalizar seus custos e investir adequadamente seus recursos. Através desses fundamentos a empresa se torna mais competitiva, ágil, versátil, enfim alcança o sucesso.

Os conceitos, estratégias e ferramentas de marketing amplamente utilizados pelas gigantes do mercado podem e devem ser colocados em prática também pelas micro, pequenas e médias empresas. Nesse caso, seus gestores devem cumprir o papel dos especialistas de marketing utilizados pelas grandes corporações.

Quais são os ingredientes básicos do marketing ?

O Composto Mercadológico ou Mix de Marketing.

Existem fatores que devem ser estudados para posicionar uma empresa no mercado e a partir deles conhecer e analisar os fundamentos do marketing. São eles:

· Produto (ou serviço) - o que uma empresa cria, produz, desenvolve ou informa de acordo com uma demanda existente ou gerada;
· Ponto - toda estrutura que se relaciona com os canais de distribuição e de logística que viabilizam a entrega ou aquisição do produto ao cliente.
· Preço - é o valor atribuído a um produto ou serviço. Devemos sempre levar em consideração custo-benefício e a concorrência;
· Promoção - é o esforço que a empresa faz para comunicar a existência de seus produtos (ou serviços) ao mercado e promovê-los, utilizando os meios de comunicação.
· Padrão - desenvolvimento de procedimentos e rotinas para todos os processos vitais da empresa: produção, manuseio, venda, promoção e pós-venda. A empresa deve buscar sempre a menor variabilidade possível em cada ação mercadológica.
· Pessoas - Fornecedores, talentos humanos da empresa e clientes

Como trabalhar as variáveis do Composto Mercadológico (mix de marketing) ?

Como podemos examinar o peso relativo de cada variável e a partir desse pensamento planejar a importância de cada uma delas relativas ao nosso mercado ou ao mercado do nosso cliente ?

Imagine três restaurantes:

Restaurante 01: Restaurante Sofisticado
Serve pratos da culinária internacional.
Neste caso o produto (o prato) e as pessoas (garçons, chefe, maître, manobrista) são muito importantes, tendo um peso significativo no potencial de atrair clientes.

Restaurante 02: Restaurante Popular
Cobra por peso a refeição que o cliente seleciona no prato.
Os itens preço e promoção são fundamentais.

Restaurante 03: Restaurante "Fast Food"
No Fast Food ponto (localização), preço e padrão (sanduíches e pratos elaborados segundo rígidas normas de execução, garantindo homogeneidade do cardápio e baixo custo) são fundamentais.

Fazer gráfico dos diferentes pesos do Mix de Marketing

Restaurante Sofisticado

Restaurante Popular Resturante Fast Food

Como melhorar o desempenho da empresa, tornando-a mais competitiva ?

Isso é possível através do estudo das quatro funções básicas do marketing:

ANÁLISE - ajuda a empresa a balizar seus produtos e serviços em relação a oportunidades de negócios e verificar o que efetivamente está ocorrendo em termos de tendências mercadológicas. Ajuda também a levantar os pontos fortes e fracos da empresa e da concorrência.

AVALIAÇÃO - De posse dos dados preliminares da análise, é possível verificar que oportunidades o mercado oferece e que pontos precisam ser reavalidos e melhorados.

ATIVAÇÃO - Nesta fase a empresa deve promover a ativação, ou seja, realizar as ações concretas que lhe possibilitem melhorar seu desempenho ou conquistar novos segmentos do mercado, nessa fase as vezes é necessário alterar vários pontos do mix de marketing.

ADAPTAÇÃO - Verificamos o que é necessário modificar ou adaptar em relação às ações implementadas na fase de ativação.

As quatro funções do marketing Análise, Avaliação, Ativação e Adaptação funcionam como uma verdadeira auditoria de marketing. Dessa maneira a empresa estará sempre sintonizada com o que está ocorrendo à sua volta e atenta a mudanças estratégicas.

GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL - Fundamentos do PDCA

A forma mais simples de planejar ações para o futuro e implementar mudanças é conhecida como o ciclo do PDCA.
É uma ferramenta extremamente útil para melhoria de qualquer atividade e também na implementação de mudanças na empresa ou na vida pessoal.

A filosofia da qualidade total parte do princípio de que pessoas, processos, produtos, a forma de operação e as tarefas de uma organização sempre podem e devem ser aprimorados.

A sigla PDCA é formada pelas iniciais de quatro palavras-chave: P=planejar; D (do verbo inglês do)=fazer; C=checar e A=agir corretivamente.

Suzana Pedrinho - editora de www.marketing.com.br

Habilidades Profissionais Imprescindíveis No Futuro

Tatiana Aude

Habilidades que hoje não eliminam um candidato num processo seletivo, no futuro serão as primeiras a serem avaliadas.
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“O tempo não pára”, já dizia o célebre cantor Cazuza em suas canções. E ele tinha razão. O relógio não deixa de funcionar porque estamos atrasados e nem as situações ficam ‘congeladas’ no tempo porque é conveniente para nós, seres humanos. Por muitas vezes o fato de não acompanharmos o ritmo dos acontecimentos é que ficamos atrasados e ultrapassados quando o assunto é carreira profissional, sucesso e ambiente corporativo.

As mudanças estão acontecendo em escala geométrica e, por mais jovem que uma pessoa seja, não deve se considerar a ‘dona da verdade’ quando o assunto é critérios de seleção e mercado de trabalho. O jornal Carreira & Sucesso consultou especialistas de treinamento e de desenvolvimento de pessoas que afirmam: alguns requisitos, num futuro próximo, serão eliminatórios na briga por uma vaga!

“O filho de um colega, conversando comigo, falou que estava em dúvida entre duas universidades para cursar. Uma com nome de peso e outra, bem interessante, mas nem tão conhecida. Eu até disse pra ele que a questão técnica e de nome, pesava muito, mas no passado! Hoje a questão é mais global, relacionada ao comportamento do candidato que, independente dos conhecimentos e da faculdade cursada, precisa desenvolver uma série de competências relacionais e atitudinais. Hoje isso já conta muito, e no futuro contará mais ainda. Essa é a novidade”, afirma Lucilaine Bordin Bellacosa, gerente de desenvolvimento de pessoas da CPFL Energia.

O assunto pode até não parecer novidade, mas em época de crise financeira, com a mídia chamando tanta atenção para notícias relacionadas a empregos e cortes de pessoal, é uma oportunidade de reflexão. Afinal, na luta por um espaço em meio a multidão, possuir uma habilidade difícil de encontrar – senão rara – torna-se o ingrediente necessário para a inclusão no mercado. Na própria CPFL, estes critérios já estão sendo incorporados.

“A gente procura, em geral, olhar se a pessoa está aderente aos princípios da empresa, que são a criação de valor, capacidade de superação, tolerar frustrações, ter resiliência, confiança e respeito nas atitudes consigo mesmo e com os outros. Não só ter respeito de cima pra baixo, como em todos os lados. Além disso, ter sustentabilidade, tanto comigo como inspirando isso com minha equipe e com quem está ao redor”, aponta.

Confira algumas competências apontadas pela gerente:

- Saber como agregar valor:“A pessoa precisa descobrir como ela dá resultado e impacta o resultado de uma empresa. Neste momento [de crise], utilizar essa ferramenta é chave! Também é importante detectar ações que não impactam o planejamento estratégico e eliminá-las”.

- Não ser workaholic, e sim produtivo:“É certo que você não consegue estabelecer, nos dias de hoje, horário fixo para trabalhar. As empresas estão ‘enxugando’ e quem fica assume novas realidades. Mas o que eu tenho a fazer é montar estratégicas para manter minha qualidade de vida. E pra isso não existe regra: eu posso trabalhar até 14 horas por dia e não me sentir estressada com isso, mas também não vale utilizar a situação para fazer figura no escritório. Tem que ser produtivo”.

- Voluntariado e hobbies:“Têm peso numa contratação, embora não sejam tudo. O que se deve atentar é que não vale eu ter um hobbie bacana ou no final de semana carregar criancinhas na creche se isso não está inserido na minha consciência sustentável. Tem que fazer parte de uma crença de valor que a pessoa possui”.

A consultora de treinamento Rosemary Bethancourt, da Catho Online, vai além nessa questão, e acrescenta outros fatores pontuais que vão ser acrescentados aos processos de seleção no futuro:

- Acompanhar a tecnologia digital:“Além de ter as habilidades pessoais e profissionais, o candidato do futuro vai precisar refiná-las e aprimorá-las com esses recursos. A tecnologia digital vai ser usada no aprimoramento das atividades e não simplesmente como um recurso técnico”.

- Independência responsável:“O profissional precisa se conhecer bem para buscar recursos necessários ao seu crescimento, bem como definir as ações que o levarão a alcançar os objetivos propostos para a sua carreira. Ou seja, tem que saber o que quer e confiar no seu potencial, refletindo credibilidade e determinação em suas atitudes".

- Colocar em prática o home office:“É preciso ser empreendedor, ter flexibilidade para inovar e resolver problemas, o profissional do futuro pensa e age como se a empresa fosse sua”.

- Consciência ambiental:“Em breve as entrevistas poderão abordar temas como o uso racional dos recursos naturais, reciclagem, ética e cidadania, entre outros."

Fonte: TENDÊNCIAS – Carreira & Sucesso

RH e Comunicação


Novos tempos, novas tecnologias, um novo tipo de colaborador. Veja como as áreas de RH e de comunicação podem juntas enfrentar as novas demandas do mundo global

Por Toni Mello

As áreas de recursos humanos e de comunicação podem, e devem trabalhar em conjunto. A parceria entre elas traz benefícios mútuos e quem ganha é a empresa e o funcionário. Prova da interface entre as áreas é o nascimento da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), que foi idealizada dentro da Associação Brasileira de Administração de Pessoal, a base do que viria a ser a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).


Para Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje e professor da USP, o benefício de ambas as áreas trabalharem em conjunto é a mestiçagem. “Quando você mestiça áreas você gera uma força cultural mais democrática, uma cultura de consenso onde as decisões se beneficiam dessas diferentes visões”, salienta.

De acordo com Nassar essa parceria só é boa se tanto a área de comunicação como a área de RH entenderem que o mundo mudou. “Não dá mais para trabalhar com gente dentro de uma cultura autoritária onde a comunicação vem de cima para baixo, só do ponto de vista da administração”, diz Nassar. Por isso, é preciso ter uma cultura aberta onde às pessoas não sejam vistas como extensão de máquinas, apenas como um elemento técnico.

O mundo global pede gestores de comunicação e de RH cultos, o que significa entender a complexidade das questões ligadas à atividade empresarial. “Hoje, qualquer ação da organização impacta a dimensão cultural, econômica, ambiental, social e tecnológica. Por isso, a ação direcionada para as pessoas precisa ter uma abordagem culta, com o olhar da psicologia, da antropologia, da filosofia, além dos olhares técnicos”, coloca Nassar.

“O que é importante para o comunicador e para o RH é tudo aquilo que é extra comunicação e extra RH”, diz. Daí a importância de se trabalhar as questões ligadas ao imaterial, ao simbólico da organização, que acontecem num processo de negociação entre as diferentes formas de se perceber a empresa e produzir conteúdo. “Hoje, o conteúdo de uma organização é negociado, o que impacta tudo o que a gente faz, tanto em RH como em comunicação”, salienta Nassar. Por isso, a área de RH e as pessoas de RH devem trabalhar no sentido de criar um ambiente onde desde o empregado mais simples entenda que ele também deve se educar para as questões simbólicas da organização.

Esse novo momento tem um aspecto importante que é o ligado ao digital, que não é só uma questão tecnológica. Para Nassar, o digital transforma as pessoas em produtoras de conteúdo. “Devemos entender que o centro da administração desse processo está na descentralização trazida pela tecnologia, nesses novos protagonistas produtores de conteúdo. Hoje, o centro das questões está na mensagem e não mais nos públicos”, diz.

Devido a essas novas demandas as empresas e seus departamentos passaram a ver a comunicação como estratégica. “O grande problema, não só de RH, é ver a comunicação como algo utilitário, como uma ferramenta. O que precisam entender é que a comunicação é um processo complexo, que traz grandes contribuições no sentido humano, ético e estético”, coloca Nassar.


Fonte: http://revistavocerh.abril.com.br

Hoje vai ser uma festa, bolo e guaraná ...



... Muitos doces ... pra todos ...


Hoje é primeiro de junho, dia do aniversário do Cabra, então as postagens de hoje são para que possamos rir um pouco, e começar a semana com muita alegria e bom humor...

Obrigado a todos, que sempre estão acessando o Blog do Cabra, a todos meus amigos e amigas que lembraram, e a todos que também esqueceram...

Comprometa-se com seu crescimento pessoal


por Fernando Oliveira

Certo dia, estava conversando com um cliente e o assunto seguiu para qual era o impacto que uma palestra motivacional poderia causar no desempenho dos profissionais. Muita gente ainda tem dúvidas sobre a força de uma mensagem positiva e sobre os resultados extraordinários que um funcionário motivado pode gerar para a empresa.

Geralmente, os indivíduos saem bastante motivados após assistirem a uma palestra motivacional, mas essa euforia nem sempre dura muito tempo. Por isso, sempre faço um alerta quando termino uma palestra, digo que não basta as pessoas saírem dali apenas motivadas, é preciso que aprendam a se comprometer com alguma coisa que perceberam ser importante. O comprometimento – com elas mesmas – gera a tão desejada automotivação.

Uma boa estratégia para manter a chama acesa após uma palestra ou treinamento é criar compromissos públicos a respeito daquilo que se quer alcançar. Converse com pessoas de sua confiança a respeito de algo que seja muito importante para você e que tenha o desejo de vê-lo realizado, por exemplo: caso seu objetivo seja entrar em forma devido ao verão que se aproxima, diga às pessoas que está fazendo dieta – evitando ir a churrascarias e festas, que são os principais sabotadores de alimentação saudável.

Quer aumentar sua produtividade, mas, para isso, precisa acordar mais cedo? Não tem problema. Contrate um serviço de despertador, peça para seu companheiro (a) acordá-lo no horário em que você estabeleceu e, principalmente, vá dormir um pouco mais cedo – não fique vendo reprises na TV – o mais importante é que respeite seu próprio ritmo. Algumas pessoas simplesmente “não funcionam” na parte da manhã. Sendo assim, estabeleça metas de acordo com o horário em que você é mais produtivo.

Uma palestra motivacional tem a capacidade de plantar uma semente de possibilidades na cabeça e coração das pessoas, mas esse é apenas o primeiro passo. É você quem terá de dar os próximos. Recomendo que leia tudo o que puder sobre motivação, assista a vídeos e participe de palestras e seminários de desenvolvimento pessoal. A automotivação requer o compromisso de despertar seus melhores recursos constantemente. Pequenos passos dados sistematicamente podem ajudá-lo a ter grandes conquistas.

Fernando Oliveira é ator, escritor e palestrante nas áreas de motivação, criatividade, vendas, liderança e alta performance.
Fonte: http://www.vendamais.com.br

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