Serve pra quê?

by Julio Simões

A idéia de que a tecnologia veio para automatizar processos e facilitar a vida das pessoas está clara na cabeça de muita gente. Porém, ainda há quem pense que computadores, PDAs, celulares e todo o tipo de tecnologia também servem para promover aplicativos aparentemente inúteis. A decisão, porém, cabe a você. Por isso, a Consumidor Moderno listou alguns pequenos programas para celular, úteis para alguns, inúteis para outros.

Converter o telefone em lupa, por exemplo, parece brincadeira se você não tem qualquer tipo de problema de visão. Entretanto, as pessoas com deficiência visual moderada sabem o quanto são úteis programas como o Nokia Magnifier. O recurso de ampliação de imagens é componente obrigatório em qualquer sistema que se preocupa com a dificuldade de uso da máquina por deficientes.

Já a introdução do acelerômetro nos celulares criou um novo campo para os programadores despejarem a criatividade excedente. Sem ir muito longe, o telefone vira uma ampulheta ou uma espada Jedi. A legião que vibra com cada lançamento da saga Star Wars certamente não tem dúvida da serventia desses programas.

Às vezes, não somente a utilidade, mas também a eficácia do aplicativo gera dúvidas. O Ultrafobos promete manter longe os mosquitos, cachorros e até elefantes por meio da emissão de frequências sonoras. Difícil mesmo é testar se funciona ainda mais se instalado num computador de mesa. O melhor mesmo é provar a técnica num celular com um programa similar, como o Anti-Mosquito II.

Quando o assunto são sons, o engenho criativo dispara. O NervSounds reproduz no iPhone os barulhos mais irritantes que somos capazes de suportar. O Terror FX Collection salta da irritação auditiva para os filmes de terror. Não dá para imaginar outra funcionalidade para esses dois exemplos que não seja apenas a diversão.

O curioso é que por mais absurdos que pareçam, algumas “inutilidades” são campeãs de download em sites como o Softonic. Programas como o pyPiwo, que simula um copo de cerveja no celular, e o X-Ray Scanner, que apenas finge tirar uma radiografia da mão, se convertem em verdadeiros sucessos assim que são disponibilizados na internet.

A lista é tão extensa quanto à quantidade de fãs. Isso tudo demonstra que o percentual de internautas que se sentem atraídos pela “inutilidade” de programas informáticos não seja tão pequeno como se pensa. Admiradores e críticos convivem no mesmo ambiente. E você, de que lado está?

Fonte:
www.consumidormoderno.com.br

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