Inove!!!!


O mercado vai lhe fazer cada vez mais esta pergunta: “Você é capaz de inovar?”

A inovação já se tornou m fator crucial para o futuro de empresas e de profissionais – e ninguem duvida de que tenderá a ser cada vez mais assim. O ex-presidente e atual consultor da Hewlett-Packard, Lewis Platt, em entrevista publicada na revista Voce S.A., afirma que corporações do porta da UP podem investir em pesquisa, num ano, o equivalente a todo o seu lucro do exercício. Pouca dúvida, portanto, quando à necessidade de inovar – mas e você nisso tudo? O que se pode esperar de você, individualmente, em termos de inovação?


Quando o mercado do futuro perguntar se um profissional é capaz de inovar, o que estará querendo saber é se ele consegue lidar construtivamente com a contínua ocorrência de mudanças em torno de si – mudanças nos processos, nas prioridades, na competição, na tecnologia, nas necessidades dos clientes e assim por diante. Será cobrado, no fundo, a disposição de fazer as coisas de maneira diferente, de captar idéias novas e transformá-la em ação. A ordem do dia é gerenciar mudanças.


Especialistas apontam para a crescente necessidade de saber trabalhar com a inovação, em todos os seus aspectos. De acordo com o professor Jayme Teixeira Filho, relacionar-se e interagir com a inovação significa, na prática, saber identificar oportunidades e traçar linhas de ação para aproveitar das situações de mudança. “Temos de ver a inovação como uma série de processos encadeados, e não mais como algo que se origina de eventos isolados”, diz Teixeira.
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Tudo isso, naturalmente, exige um estado de espírito em que haja lugar para o risco. Errar sem medo. Essa mentalidade de empresas que ousaram inovar, como o que aconteceu no Vale do Silício, é o dado novo. A experimentação será vital. Enxergar nos erros uma oportunidade de aprendizado e encará-los não como derrota, mas sim como uma coisa positiva, um fator de superação e diferença. O ponto principal no futuro será descobrir o modo de fazer a coisa certa. Consultores de RH explicam que as competências técnicas equivalem ao que você faz; as habilidades pessoais equivalem a como você faz. E como fazer será o mais importante lá na frente.


Fonte: Boletim Informativo Viena, ano V, nº 17 – 02/2008

Leitura complementar:







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